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sexta-feira, 21 de agosto de 2015

PREFEITURA DE SÃO PAULO PASSA A DEVOLVER METADE DO IPVA COBRADO PELOS VEÍCULOS ELÉTRICOS E A ABVE ESPERA QUE A INICIATIVA SIRVA DE EXEMPLO A OUTROS ESTADOS E NÍVEIS DE GOVERNO. HOJE, OS CARROS ELÉTRICOS QUE CIRCULAM NO PAÍS SÃO ALGUNS NISSAN LEAF, TÁXIS, OUTROS EMPRESTADOS À POLÍCIA DE ALGUMAS CIDADES E ALGUNS USADOS NAS USINAS HIDROELÉTRICAS, COMO ITAIPU E ALGUMAS EMPRESAS PRIVADAS. UM DOS POUCOS MODELOS À VENDA NO BRASIL É O BMW i3, QUE CUSTA R$ 226 MIL. ENTRETANTO, JÁ HÁ MODELOS HÍBRIDOS DA FORD, O FUSION (R$ 142 MIL), TOYOTA PRIUS (R$ 114.350) E O BMW I8, CUSTA R$ 799.950).


O decreto que regulamenta a isenção de metade do IPVA para os veículos elétricos da cidade de São Paulo, assinado hoje pelo prefeito Fernando Haddad, é um importante passo para a popularização desta tecnologia na avaliação da ABVE-Associação Brasileira do Veículo Elétrico. 




No País, há muito poucas marcas de carros elétricos à venda: o compacto BMW i3 (foto acima), que custa R$ 226 mil e o superesportivo BMW i8, R$ 799.950 (foto acima), o Nissan Leaf, por R$ 200 mil, o Mitsubishi i-Miev, que custa também, R$ 200 mil (foto abaixo). 


Entretanto, o brasileiro pode adquirir vários híbridos também com preços bem salgados: o sedã Ford Fusion Hybrid (R$ 142.000), o hatch Toyota Prius (R$ 114.350), que têm um motor elétrico que alimenta o propulsor a gasolina.

Modelos elétricos Renault já à venda na Europa.
Island Faria Costa, diretor da ABVE, tem esperança que a nova lei gere um efeito cascata, levando outras prefeituras e os governos estaduais e federal a rever a carga tributária que incide sobre os veículos elétricos. 



“O custo de aquisição é um dos grandes impeditivos da disseminação desta tecnologia, que, por outro lado, é muito mais barata no abastecimento e manutenção”, garante. 


A Fiat tem na Usina de Itaipu o modelo Weekend elétrico, experimentalmente.
O veículo elétrico contribui não gera poluição sonora e do ar. Baseados nesse fato, os representantes do setor apresentaram ao prefeito Haddad a proposta de liberar os veículos elétricos do rodízio municipal. 



 “Além de reduzir a poluição, a troca por um único veículo de tecnologia muito mais econômica proporcionará uma redução significativas de gastos para os consumidores”, completa.

A Fedex adotou o Renault Kangoo para suas operações.
A isenção do IPVA deve ser um estímulo para que os paulistanos procurem saber mais sobre o veículo elétrico. 

Quem quiser conhecer as novidades do setor poderá visitar gratuitamente a 11ª edição do Salão Latino-Americano de Veículos Elétricos, que acontecerá, de 24 a 26 de setembro, no Pavilhão Amarelo do Expo Center Norte, em São Paulo. 



Além de carros, o evento terá lançamentos em motos, bicicletas, patinetes, skates e até ônibus – todos movidos a eletricidade.

Atualmente, 5% da frota mundial é elétrica, sendo que o Brasil está muito aquém desse número: estimativas da ABVE indicam que no Brasil há cerca de 3.000 veículos elétricos em circulação. 



“A tecnologia do carro elétrico tem potencial para estimular a substituição da atual frota, com tremendos efeitos sobre toda a cadeia automotiva, incluindo uma forte geração de empregos”, destaca.

Embora seja um tributo estadual, o IPVA tem metade de seu valor repassado às prefeituras dos municípios onde os veículos são emplacados. 



É dessa parte que a Prefeitura de São Paulo está abrindo mão para estimular a migração para uma tecnologia não poluente. 

Este ano, o requerimento da isenção deverá ser feito manualmente, mas a partir de 2016 o sistema estará totalmente automatizado, em formato semelhante ao da nota fiscal paulistana. 

“Os carros elétricos são tão eficientes que o valor gerado pela economia com abastecimento e manutenção chega a cobrir parte significativa de seu financiamento. Mesmo com o aumento da conta da luz, abastecer um veículo elétrico custa menos que um modelo convencional”, revela Island.

A ABVE revela que a frota de carros elétricos no País é de cerca de três mil contra 89 milhões de veículos com motores a combustão. 

Os carros elétricos ainda enfrentam uma tecnologia ainda cara, o tempo de autonomia das baterias e a instalação de pontos de recarga nas cidades, como já existem em muitas cidades do mundo.

No Brasil, ainda se junta a esses problemas a a ausência de vontade política para incentivar sua venda, reduzindo os impostos.

CHEVROLET VENDE NESTE FIM DE SEMANA, NO SEU TRADICIONAL FEIRÃO DE FÁBRICA, SUA LINHA COM TAXA ZERO, TRÊS ANOS PARA PAGAMENTO E DESCONTOS ESPECIAIS. O ONIX LS 1.O CUSTA A PARTIR DE R$ 35.990. O FEIRÃO ACONTECE NA AVENIDA GOIÁS, 1.805, DAS 9 ÀS 20H


São Caetano do SulOs modelos Celta, Onix, Prisma, Cruze Sedã e Cruze Sport6 serão as estrelas da promoção que a Chevrolet promoverá, neste fim de semana, dias 22 e 23 de agosto, no pátio da fábrica de São Caetano do Sul, o seu já tradicional Feirão de Fábrica, em que toda a linha também terá preços e condições especiais. 

Além de descontos atraentes para toda a linha Chevrolet, há planos de financiamentos em até 36 meses com taxa zero ou até 3 anos para pagar.

 O Tracker e o Spin serão oferecidos com taxa zero e em até 24 meses para pagar.

O feirão Chevrolet contará com uma ampla estrutura, como showroom coberto, onde os visitantes poderão apreciar de perto nossos carros, estacionamento gratuito e ainda uma exposição de veículos antigos da Chevrolet. Na fábrica de São Caetano do Sul, o acesso será pelo Portão 1, localizado na Avenida Goiás, 1.805, das 9h às 20h.

Exemplos


- Onix LS 1.0, 4 portas, pacote R7Q, ano/modelo 2015/2015, pintura Preto Global, com preço promocional à vista a partir de R$ 35.990,00, ou através de plano de financiamento FDU com 60% de entrada (R$ 21.594,00) e 36 prestações mensais de R$ 411,87, com taxa de juros de 0% a.m. e CET de 1,94% a.a., com total a prazo de R$ 36.421,32.

- Prisma LT 1.0, 4 portas, pacote R8H, ano/modelo 2015/2015, pintura Preto Global, com preço promocional à vista a partir de R$ 42.990,00, ou através de plano de financiamento FDU com 60% de entrada (R$ 25.794,00) e 36 prestações mensais de R$ 491,98, com taxa de juros de 0% a.m. e CET de 1,94% a.a., com total a prazo de R$ 43.505,19.

- Cruze LT 1.8, 4 portas, pacote R7A, ano/modelo 2015/2015, pintura Azul Macaw, com preço promocional à vista a partir de R$ 69.990,00, ou através de plano de financiamento FDU com 60% de entrada (R$ 41.994,00) e 36 prestações mensais de R$ 800,97, com taxa de juros de 0% a.m. e CET de 1,94% a.a., com total a prazo de R$ 70.828,76.

- Spin Activ 1.8, 4 portas, pacote R9M, ano/modelo 2015/2016, pintura Azul Macaw, com preço promocional à vista a partir de R$ 63.990,00, ou através de plano de financiamento FDU com 60% de entrada (R$ 38.394,00) e 24 prestações mensais de R$ 1.096,02, com taxa de juros de 0% a.m. e CET de 2,66% a.a., com total a prazo de R$ 64.698,50.


- Tracker 1.8 LTZ, 4 portas, pacote 1SD, ano/modelo 2015/2015, pintura Prata Champagne com preço promocional à vista a partir de R$ 83.490,00, ou através de plano de financiamento FDU com 60% de entrada (R$ 50.094,00) e 24 prestações mensais de R$ 1.430,02, com taxa de juros de 0% a.m. e CET de 2,66% a.a., com total a prazo de R$ 84.414,40.

Taxa de abertura de crédito no valor de R$ 560,00 não inclusa no cálculo financeiro.

Os veículos Chevrolet estão em conformidade com o Proconve - Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores.

Ofertas válidas para o período de 22/8/15 a 23/8/15, para o Feirão na Fábrica de São Caetano do Sul, apenas, para veículos Chevrolet 0 km adquiridos no Feirão.

Ofertas não válidas ou cumulativas com modalidade de venda direto da fábrica, taxistas e produtores rurais.

Assista o filme:
http://www.cmacomunicacao.com.br//listen/redirect_auto.php?rd=2373801&cda=17445136&ml=ivan.deolivei@gmail.com

Consulte condições no Feirão
www.chevrolet.com.br

- SAC: 0800 702 4200

- Ouvidoria GMAC: 0800 722 6022 - Responsável pela distribuição: WO Promoções Ltda

Local
Feirão de Fábrica de São Caetano do Sul
Fábrica de Motores de São Caetano do Sul (SP)

Endereço
Avenida Goiás, 1805, bairro Santa Paula - São Caetano do Sul (SP)

Data
22 e 23 de Agosto de 2015

Horários
22 de Agosto de 2015, das 9h horas às 20h00
23 de Agosto de 2015, das 9h às 20h

MAIS CONFORTO A BORDO NA LINHA 2016 DO FIAT DOBLÒ, UM CARRO FAMILIAR E PELO ESPAÇO TANTO PARA PASSAGEIROS COMO PARA BAGAGEM, CHEGA NO MODELO 2016, CONTA COM AR CONDICIONADO, REGULAGEM DE ALTURA DO VOLANTE E RÁDIO CONNECT E SENSOR DE ESTACIONAMENTO TRASEIRO. A VERSÃO ATTRACTIVE 1.4 - 8 VÁLVULAS, CUSTA R$ 65.590; ESSENCE 1.8 16 V R$ 69.990; ADVENTURE 1.8, R$ 76.550; CARGO 1.4, R$ 52.080; CARGO 1.8 R$ 58.090.


Referência no mercado desde o seu lançamento, o Fiat Doblò tem características diversas de um “Family Car”. 
Com amplo espaço interno, muito conforto e versatilidade, ele é ideal para transportar de até sete pessoas. 



Ele também oferece uma versão voltada para os negócios na movimentação de cargas. 

Agora acaba de chegar à rede Fiat a linha 2016 do Doblò, com novidades que aumentam ainda mais o prazer ao dirigir.


O Fiat Doblò é um veículo reconhecido ainda por sua robustez, pela grande área envidraçada que permite excelente visibilidade, pela ótima posição de dirigir, seu grande porta-malas e suas portas laterais corrediças, que facilitam o acesso ao interior do veículo. 

Agora em sua linha 2016, ele ganha novos conteúdos de série, aumentando ainda mais o conforto a bordo. 

Confira:



A versão Attractive passa a contar com ar condicionado. 

As versões Attractive e Essence ganham volante com regulagem de altura e predisposição para rádio.




A versão Adventure chega com Rádio Connect e sensor de estacionamento traseiro.


A linha 2016 do Doblò Cargo 1.4 e Cargo 1.8 ganha de série faróis de máscara negra, deixando a versão voltada para negócios com um visual mais moderno.


Com suas versões de passageiro e carga, o Fiat Doblò 2016 ainda conta com a confiabilidade e comodidade dos serviços prestados pela rede Fiat de todo o Brasil, com mais de 600 concessionárias. 




Preços de todas as versões
Doblò Attractive 1.4 Flex – R$ 65.590

Doblò Essence 1.8 16V Flex – R$ 69.990

Doblò Adventure 1.8 16V Flex – R$ 76.550


Doblò Cargo 1.4 Flex – R$ 52.080

Doblò Cargo 1.8 16V Flex – R$ 58.090.


quinta-feira, 20 de agosto de 2015

POÇOS DE CALDAS REUNIU NO ÚLTIMO FIM DE SEMANA MAIS UMA EXPOSIÇÃO DE CARROS ANTIGOS, EM MEIO A UM AGRADÁVEL E SAUDÁVEL ENCONTRO DE ANTIGOMOBILISTAS


Coluna Nº 3.415 - 20 de agosto de 2015
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#Partiu: o I Encontro Nacional Simca



I Encontro, dentro do VIII Poços Classic Car (foto Alexandre Goerl).


Fazer grupo de interessados em marcas antigas, já produzidas no país, exige paciência e dedicação. 

Organizá-los para veículos recentes, Fiat, Opala, VW, Puma, é fácil ante a enorme frota remanescente, para as outras, uma mão de obra – inexistem, por exemplo, grupos ou clubes para Aero-Willys ou FNM 2.000/2.150, os JKs.

Simca está na relação de dificuldades. Aficionados reunidos em torno do sítio
www.simca.com.br há tempos buscam fazer encontro nacional para festejar o espírito gregário – e conhecer pessoalmente uns aos outros. 

Finalmente deu certo. O VIII Poços Classic Car, maior dos encontros realizados na agradável cidade mineira de Poços de Caldas, MG, transformou a ideia do I Encontro Nacional Simca em atração em seu evento.

Deu-se no último final de semana e reuniu 25 exemplares – última tentativa foi no Brazil Fiat Classics, em Araxá, MG, 2008, com 12 unidades.

Colecionadores em amplo espectro, do Rio Grande do Sul a Brasília estiveram presentes, e a organização teve o cuidado didático de convidar automóveis das versões produzidas pela Simca e sucessora Chrysler, expondo-as em ordem cronológica, permitindo aos visitantes noção evolutiva da marca no Brasil.

O espírito não era de competição e o único prêmio atribuído foi por Leo Steinbruch, levando versão Présidence 1965, ao Jangada restaurado por Antônio Guedes em Santo André, SP. 

Leo prestou homenagem ao irmão Fábio há pouco passado, seu sócio na maior coleção de veículos nacionais.

Além do excepcional Jangada de Guedes, Marcelo Viana, mantenedor do sítio, levou modelo curiosamente igual, e de Jangada ainda havia raro exemplar de 1967, um dos 33 produzidos. 

Dentre outros, Ruy Pereira, em modelo 1959, o mais antigo do País; Ronaldo Pal com modelo 1961, sem restauração; Guilherme Gomes deu a conhecer produto de seus esforços para reviver Chambord 1962; Walmir Buzatto, em Chambord 1963; do mesmo ano Alexandre Goerl trouxe seu recém-restaurado desde o interior do Rio Grande do Sul; excepcional Tufão 1965 com José Antônio Finco.

Carlos Goicochea, de Vitória, ES, em excepcional modelo Tufão 1966. Mais recente, Esplanada 1968 por Wanderley Scavacini, ex-revendedor. 

Generoso, Aldo D’Abronzo pintou e reproduziu versão Rallye 1964, automóvel de vitórias com o piloto Walther Hahn Jr. 

Este, o engenheiro Renato Zirk, Samuel Marcantonio e eu fizemos pequenas palestras sobre o universo e a história da Simca no Brasil.

Samuel, 86, foi homenageado por ser o mais longevo dos colaboradores da Simca, tendo chegado à empresa antes mesmo de iniciar a produção no Brasil. Foi e voltou em Esplanada 1967, de uso desde 1971.


O êxito promove decantação de propostas para o II Encontro, em 2016.

Jaguar XE: um inglês contra os alemães

Segmento mais lucrativo do mercado nacional, o dito Premium, onde Audi, BMW e Mercedes marcam maiores vendas em modelos A3 e 4, Series 3 e Classe C, tem novo participante, o XE Jaguar.

Automóvel é marco industrial, e sua tecnologia servirá a outros produtos, em especial pelo intensivo uso de alumínio na plataforma: 75% da estrutura aplica o leve metal em lugar das chapas de aço. 

A tecnologia reduz peso, consumo, emissões, com ganhos em performance. O fabricante indo-britânico – a marca é controlada pelo indiano grupo Tata – aplicou coragem ao novo produto, incluindo aerodinâmica, em coeficiente 0.26 e continência em peso: é o mais leve dos Jaguar já produzidos.

Para o Brasil, serão importadas três versões idênticas em estrutura mecânica, liderada pelo motor L4, 2.000 cm3, turbo, 240 cv e 340 Nm de torque, ligado a caixa automática de 8 velocidades e tração traseira. 

São Pure – R$ 170 mil; Pure Tech – R$ 177 mil; R-Sport – R$ 200 mil. Diferenciada, de topo, S, motor V6, 3.000 cm3, com compressor volumétrico e 340 cv, e preço desmesurado: R$ 99 mil a mais sobre o quatro cilindros superior – R$ 1 mil por cavalo de força. 

Direção com assistência elétrica, suspensões com pretensões esportivas, duplos triângulos superpostos na dianteira, e diferencial traseiro Integral Link. 

Muita eletrônica para serviço e divertimento, interior em couro verdadeiro e na versão superior S, o head up display – projeção na face interna do para brisas, em frente ao campo visual do motorista de informações sobre carro e deslocamento.


Respira-se entusiasmo na representação local, projetando mais que dobrar participação da marca. 

A Jaguar vende em média 1/automóvel/dia e do XE quer 600/vendas/ano. As alemãs vendem no segmento em torno de 10.000 anuais.
Do comprar

2.0 Si4 Pure – R$ 169.900 - Versão de entrada, com os básicos de veículo de luxo: bancos em couro; volante multifuncional; sistema Stop/Start; gestão dos pneus; faróis xênon; luzes diurnas em LED; sistema de tração All-Surface Progress Control, Jaguar Drive, sistema de navegação, som Jaguar com seis alto-falantes, e sensor de estacionamento traseiro – falta tela para manobra.

2.0 Si4 Pure Tech – R$ 177.000 – É o início da razoabilidade de conteúdo, com solar elétrico, câmera traseira para manobras de estacionamento, e sensor de chuva para limpadores de para-brisa;

2.0 Si4 R-Sport – R$ 199.900 – Pacote indicando acertos mecânicos e adições estéticas para condução esportiva – embora em aceleração e frenagem sejam iguais aos modelos de menor preço. 

Decoração, bancos esportivos, R-Sport gravado em partes do carro, saias laterais, novos para choques, aerofólio traseiro. E mimos eletrônicos como memória para regulagem dos assentos frontais, coluna de direção com ajuste elétrico, rodas aro 18”

XE S – R$ 299.000 – Esportivamente superior pelo motor V6 3.0 com compressor gerando 340 cv e 450 Nm de torque. Faz de 0 a 100 km/h em 5,1s, o mais rápido dentre os deste porte. Único com head up display.


Motores ainda são Ford, ex dona da Jaguar. A nova geração Ingenium ainda não chegou ao Brasil.



Jaguar XE. Enfim a marca se apresenta a mercado.


Roda-a-Roda

Negócio – Bom portal AutoData diz estar em via de assinatura o acordo comercial entre Brasil e Colômbia estabelecendo cotas para importação de bens isentos de impostos alfandegários. 

Em automóveis, em torno de 10 mil/ano. Solução parece encomenda para a GM, líder de vendas pela Colmotores, ex montadora de jipes Austin Gipsy, Simcas 1.000, Chryslers. 

Na prática - GM Brasil, por Marcos Munhoz, fonte acreditada, estuda o intercâmbio. Lá produz Aveo, Sail e Spark, pequenos e de origem coreana. 

Renault produzindo Sandero e Logan com partes enviadas do Brasil, e mantém produção da boa perua Mégane. Outras são de caminhões e ônibus.

Mais – BMW mudará processo produtivo em outubro com linha de estamparia de partes em chapa, e pintura na fábrica de Araquari, SC. 

Até agora mínima industrialização, com importação das carrocerias pintadas, e montagem local.

Kwid – Já em testes o Kwid, veículo de entrada da Renault no Brasil, e missão de substituir o Clio, menor 13 cm em seus 3,68m - VW up!, menor nacional, tem 3,6 m. 

Renault aposta em sucesso, pelo jeito de carro forçudo, lembrando um SUV, porém sem dimensionamento para aventuras. Argumento maior, preço. 

Hoje o Clio é o mais barato dos nacionais. Terá motor 1,0, três cilindros, 77 cv da associada Nissan, e partes de outros Renault para conter custos.

Mudança – Com ele Renault tem grandes pretensões. Como a Coluna já informou, mandará para Santa Isabel, na Argentina, tudo o de fazer o Sandero, o mais vendido da marca, e o Logan, abrindo espaço industrial para produção em massa. Terá no Brasil o Kwid, o Duster e o novo picape Oroch.

Referência – Os carros de testes são protótipos para o mercado indiano, pois o Kwid é para ser projeto barato a mercados pobres e em desenvolvimento. Entretanto, dentre as discrepâncias de comportamento do consumidor brasileiro, aqui terá mais equipamentos e cuidados construtivos. Como ocorre entre o Duster europeu, mais simples ante o nacional.


Kwid. Renault para grandes vendas, 2016.


Mais – Talvez, com tal concorrente, a VW exume o apresentado e arquivado projeto Taigun, com as mesmas características, e baseado no up!

Corte – Comissão de Viação e Transportes da Câmara aprovou o PL 740 da deputada Clarissa Garotinho (PR-RJ) dispensando das Inspeções de Segurança Veicular veículos leves durante os três primeiros anos a partir do licenciamento.

Justificativa óbvia, maioria está na garantia e faz revisões. Vai à Comissão de Justiça e depois Plenário.

Desafio – Carros submetidos a análise de jornalistas no usual são O Km ou quase, tentativamente bem revisados, no ideal de cumprimento das especificações técnicas. JAC, chinesa, esperando definições econômicas para erigir fábrica, quer mudar isto.

Conceito - Para provar a resistência construtiva dos veículos, recolhe em seus revendedores carros com 90 mil a 100 mil km rodados, e revisões feitas em oficinas autorizadas. 

Quer submetê-los a avaliação dos profissionais do setor incluindo aferição de performance. Interessante, apesar da quilometragem, os veículos estão dentro da garantia.

Treino – Para afinar habilidades e conhecer o processo de produção e montagem dos Mercedes-Benz Classe C e do SUV GLA, ambos de produção prevista para 2016 em nova fábrica em Iracemápolis, SP, empresa selecionou colaboradores contratados na vizinhança e os enviou à Índia.

Ajuste fino – São multiplicadores, na prática os que absorvem as experiências e as transmitem aos outros funcionários da produção. 

Fábrica foi hábil, levando o grupo a um mercado com similaridade econômica ao Brasil. Embora os processos sejam traçados na matriz, sempre há adequações locais.

Festa – BMW fomenta relações com clientes e futuros com o Ultimate Experience, juntando-os com automóveis de sua marca e circuito bem estruturado para impedir problemas com excesso de entusiasmo. Recente edição, na Fazenda Capuava, SP, fez recordes 750 test drives.

Tempo – Sinotruk Brasil, fábrica de caminhões chineses a ser instalada em Lages, SC, mantém projeto, mas altera prazo alegando momento econômico. 

Pediu prorrogar prazo ao Ministério do Desenvolvimento, e diz prever operação de montagem ao primeiro trimestre de 2017. Parece difícil.

Brilho – Rodabrill, empresa de produtos para cuidados em automóveis vende Massa de Polir à base d’água e finalizador. Visa reduzir tempo no polir e encerar usando apenas um produto. 

Diz ser extra fina, não abrasiva. Finalizador garante brilho imediato, dispensando a cera. A R$ 18,90.

Ajuste – Bridgestone fornecerá pneus em medidas 235/65 17, 235/60/18, 235/65/19 e 255/45/20” ao novo SUV Mercedes, o GLC. Agora mais elevado perdeu o ar de camioneta pequena, ganhou aparência impositiva de SUV.

Intervalo – Há um espaço no automobilismo brasileiro de competição, entre o Kart e os monopostos para as temporadas locais ou externas. 


Nova categoria para ocupá-lo, a Fórmula Inter criada pelo investidor Marcos Galassi, é um pacote: locação do automóvel e serviços por corrida – R$ 11.990.

$ - Ideia é conter custos. Cumprir a temporada custará abaixo das de Kart nas categorias superiores, e não é apenas alugar e correr, mas preparar-se para uma carreira. Inicia em 2016, no Campeonato Paulista de Automobilismo.


Aval – Na Academia F-Inter, aulas: mecânica, dados, pilotagem, media training, marketing, supervisão de Roberto Pupo Moreno, o Mirim, ex-piloto de Fórmulas 1 e Indy, simpaticamente dito Reitor. 


Patrono, o sempre louvado Chiquinho Lameirão, referência de pilotagem multi marcas na década de ‘60.

Produto – Automóvel foi projetado e construído em S. Paulo, pelo conhecido José Minelli, certificado por universidades, 95% das peças de construção própria no esforço para conter custos. 


Ford, de quem é o motor utilizado, perde oportunidade de divulgação ao ignorar a iniciativa.

Sem ajuda – Sem apoio, motores são comprados em revendedor, 2.0, 4 cilindros, 16V, injeção direta, 191 cv e 21 m.kgf de torque. 


Transmissão de Kombi, engrenagens adequadas, 4 marchas. Velocidade final 245 km/h. Pneus Pirelli 8” à frente e 11” atrás, rodas liga leve 13”, de produção própria.
F-Inter, novos carro, categoria, processo



Gente
Jaime Ardila, colombiano, 60, presidente da GM América do Sul, aposentadoria. 

OOOO 31 anos na companhia, o trunfo de reerguê-la ao 2º lugar no mercado nacional, de botar ordem no relacionamento com o Sindicato de Metalúrgicos do Vale do Paraíba, os novos desafios ante o cenário atual fizeram a ocasião. 

OOOO Barry Engle, norte-americano, 51, multi visão, sucessor. 

OOOO Ex-revendedor, presidiu Ford no Brasil e New Holland em Turim, Itália, larga visão e experiências de mercado. 

OOOO Não parece bom período para muitos executivos da GM. De fora da companhia; sem compromissos; inserido no meio ambiente por ler e falar correntemente português e espanhol; empresa em época de reduzir custos; parece ungido de poder para largos cortes. 

OOOO Christof Weber, 49, alemão, responsável pelo desenvolvimento de caminhões Mercedes-Benz, promoção: VP de desenvolvimento tecnológico. 

OOOO Antenor Frasson, engenheiro mecânico, ex Volvo, mudança. 

OOOO Diretor de vendas da DAF, nova fábrica de caminhões no Brasil. OOOO


Audi, no Brasil há 80 anos
Apesar de conhecida dos consumidores brasileiros há pouco mais de 20 anos, a Audi tem oito décadas de intimidade com o País. 


Chegou aqui em 1935 com elevada dose de história. O barão Claus Detlov Von Oertzen, então diretor geral da Auto Union na Alemanha, deixa o posto, sai da Alemanha, e é nomeado como importador da marca para todos os mercados abaixo do Equador, incluindo América do Sul, África do Sul, Ásia e Austrália.

Aqui, montou, em sociedade com outros três compatriotas, uma certa Auto Union Brasil Ltda. 


Tinha sede no Rio de Janeiro, escritório na Rua México, oficinas na Bento Lisboa e Riachuelo. 

Auto Union era o grande guarda chuva sob o qual estavam as marcas Audi, DKW, Horsch e Wanderer. 

Negócio correu bem, solidificando-se na medida em que as marcas se tornavam conhecidas, em especial a dos pequenos carros. 

Wanderer, médio e Horsch, grande e luxuoso, faziam presença à altura dos concorrentes dos EUA dominando o mercado. 

Literatura de época diz ter vendido 800 unidades até o período da guerra, quando cessaram remessas e a empresa foi fechada pelo governo federal ante o fato de ter alemães em sua composição.

Reabriu enxutamente com novos controladores em 1947. 


Nos efeitos do conflito bélico Horsch, Wanderer e Audi se tornaram apenas registros históricos e tecnológicos, depuradas pela operação de sobrevivência.

Marca reviveu em 1965, quando os carros Auto Union/DKW tiveram problemas no inverso suíço, e a Volkswagen, então sua controladora, decidiu encerrar o histórico caminho dos motores com ciclo de 2 tempos. 


Para colocar um novo motor de 4 tempos, produzido às pressas, mudou o nome do produto. 

Em lugar de Auto Union DKW F102, foi transformado em Audi. Daí em diante, foi a marca sobrevivente, em grande escala. Seu emblema relembra a base da Auto Union.


Audi type 225 de 1935, em cenário desejado por todos os carros de todas as marcas, o gramado do Pebble Beach Concours d’Elegance
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MANUTENÇÃO É UMA DAS QUESTÕES QUE DEVE ESTAR NA PAUTA DE QUEM FOR COMPRAR UM CARRO NOVO OU USADO. O CESVI POSSUI DADOS QUE MOSTRAM O QUE REPRESENTAM OS GASTOS COM A MANUTENÇÃO E APONTA OS CARROS MELHOR POSICIONADOS, ENTRE OUTROS ASSUNTOS


Alta Roda
 

Nº 850 — 20/8/15
Fernando Calmon


DADOS INCONGRUENTES

A importância da manutenção e suas despesas não é tão valorizada quando se vai comprar um carro novo. 

À medida que o veículo roda, os custos sobem. Donos de modelos mais velhos tendem a negligenciar os gastos com oficina, até por limitações financeiras. 

Daí a importância da ITV (Inspeção Técnica Veicular) para a segurança do trânsito, obrigatória há mais de 15 anos. 

Apenas o Estado do Rio de Janeiro implantou um arremedo de ITV, malfeita e mal controlada. Acham que é melhor que nada...

Comparar custos de manutenção entre mais de 400 modelos (sem contar as versões) de 50 marcas disponíveis no mercado brasileiro é tarefa difícil e ingrata. 

Mas o Cesvi (Centro de Experimentação e Segurança Viária) se voluntariou a criar o seu IMV (Índice de Manutenção Veicular). 

Para tanto, incluiu itens de manutenção periódica – óleo, fluidos e filtros – e de manutenção preventiva – embreagem, amortecedores, velas, cabos, elementos de freios, pneus, palhetas e correias. 

Os conceitos estão certos, por evitarem a bem mais cara manutenção corretiva. Se negligenciadas, podem se tornar ameaça à segurança de todos.

Estabeleceu ainda parâmetros adequados, como os primeiros 100 mil quilômetros, e levantou valores médios de mão de obra em concessionárias de dez marcas por todo o Brasil. 

Quando não conseguiu o tempo-padrão de reparo, considerou 100 horas de manutenção naquela quilometragem e aí pode ter surgido a primeira distorção. 

O índice varia de 10 (até R$ 5.000 de gastos totais em 100 mil quilômetros) a 60 (mais de R$ 29.500) e contempla 86 modelos mais vendidos pelo (discutível) critério da Fenabrave (associação de concessionários).

O grande problema do IMV é desconsiderar que manutenção leva em conta também tempo, independentemente da quilometragem rodada, para itens como óleo do motor e fluido de freio. 

Outro equívoco foi estabelecer a média de 20 mil quilômetros por ano para seus cálculos. Consultadas pela Coluna, Chevrolet, Fiat e Ford (Volkswagen não respondeu) informaram que a média anual registrada é de cerca de 12 mil km. 

Os fabricantes estabelecem prazo de um ano para troca de óleo do motor, mas fazem ressalvas de quilometragem-limite e tipo de tráfego. 

A Volkswagen é a única que obriga a troca semestral de óleo do motor. Ford tinha essa política estranha, mas agora mudou para um esquema de troca semestral só nos seis primeiros meses de uso; depois, o ciclo vira anual.

Em alguns países já se adotou a troca de óleo bienal, favorável ao meio ambiente.

A tabela publicada pelo Cesvi traz outras distorções. Desconsidera, por exemplo, o dobro do número de vezes que um cliente Volkswagen tem que ir à oficina para troca de óleo rotineira, o que traz custos indiretos de tempo e deslocamentos. 

Os modelos mais bem
classificados, nota 20, foram:
 
Volkswagen Gol e Voyage 1.0; 
Chevrolet Celta 1.0;
Fiat Uno e Fiorino 1.4; 
Toyota Etios hatch e sedã 1.5. 

Versões 1.0 do Uno, mais vendidas que as de 1,4 litro, nem estão na lista. Outro ponto intrigante: enquanto Renault Sandero 1.0 e 1.6 aparecem com nota 25, o Logan, que conta com mesma plataforma e conjunto mecânico, alcança índices melhores, 23 (1.0) e 24 (1.6).

O Cesvi é uma entidade séria, mas poderia estudar melhor os critérios, rever cálculos e aprimorar a divulgação para evitar dados incongruentes.

RODA VIVA

PREVISÕES de economistas na pesquisa Focus, do Banco Central, indicam queda de 2% do PIB brasileiro em 2015. 

Indústria automobilística, por sua extensa cadeia, representa 5% do PIB. Queda de produção (inclui exportações) e de vendas será em torno de 20% este ano. 

Ou seja, um ponto percentual do recuo da economia, em termos nominais, virá dos veículos.

DEFINIDOS os preços do Jaguar XE, sedã médio-grande inglês para atuar na faixa mais disputada de modelos de alta gama (A4, Classe C e Série 3, em especial). 

Começa em R$ 169.900 (2 litros turbo/240 cv) e vai a R$ 299.000 (3 litros V-6 compressor/340 cv). 

Meta de 600 unidades nos primeiros 12 meses, com plano especial de financiamento nas 33 concessionárias.

TANTO na versão de topo Titanium (2 litros/178 cv), quanto na de entrada (1,6 litro/135 cv), o Focus hatch 2016 mantém qualidades dinâmicas ainda melhores que antes. 

Em avaliação no cotidiano, motor de menor potência com câmbio manual dá conta do recado. 

No mais potente, câmbio automatizado (seis marchas) podia ter trocas mais rápidas. O carro é bem silencioso.

BMW superou objetivos com o evento itinerante Ultimate Experience. Só em São Paulo, mais de 750 testes de direção com 16 modelos da marca alemã. 

A linha M, de alto desempenho, representa aqui 4% das vendas totais contra 2% da média mundial. 

Mais impressionante é o M4 Coupé: 431 cv, 56 kgfm, 0 a 100 km/h em 4,1 s. Joerg Bartels, especialista da divisão, veio ao Brasil.

EMPRESA de energia da Califórnia está pagando US$ 1.000 a cada um de 100 proprietários selecionados do elétrico BMW i3 para participar de um programa de 18 meses de “reeducação”. 

Única condição: licença para avisar que a recarga das baterias seja evitada em horários de pico. 

Nos EUA já há preocupação com eventuais problemas de início de noite. Mau sinal...

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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2


BRASILEIRO É APAIXONADO POR CARRO - PENA ESSES OBJETOS DE SONHO DE CONSUMO SEREM TÃO CAROS - E NÃO HÁ QUEM NESTE PAÍS NÃO SIBA DAR UM PALPITE SOBRE UM OU OUTRO PROBLEMA QUE SURJA NO CARRO. TARCÍSIO DIAS, NOSSO COLUNISTA, TEVE UMA ÓTIMA IDEIA DE FAZER UM TESTE SOBRE ALGUNS ASPETOS QUE ENVOLVEM SEGURANÇA E OUTROS ASPETOS NA DIREÇÃO.





MECÂNICA ONLINE® 

20 / 08 / 2015




Curiosidades sobre o automóvel



De médico e mecânico todo mundo tem um pouco. Bem que a frase original pode não ser assim, mas poderia. 






Todo mundo sabe que brasileiro é apaixonado por carro e, consequentemente, por mecânica, então não adianta, tem sempre aquele amigo, colega, que entende de automóvel mais que todo mundo, mas será que ele realmente é o “sabe tudo”?

Preparamos um verdadeiro e falso onde até mesmo quem sabe tudo sobre carros vai se surpreender com algumas respostas. 

Hora de você mostrar que também entende de automóvel!


Veículo com rodas maiores aumentam a velocidade? 
Começamos fácil hein? Isso parece lógico. Carros com uma circunferência maior de pneu devem ser mais rápidos com a mesma quantidade de rotações do eixo, mas não é verdade. 

Testes revelam que numa arrancada para atingir 100 km/h, os pneus maiores até levam vantagem porém, ao percorrerem 400 metros, o veículo com rodas de 15 polegadas chega primeiro quando comparado a um mesmo veículo com rodas de 19 polegadas.


Frequentemente mais caros, os carros com tração nas quatro rodas normalmente são mais seguros? 

Nem sempre, mas frequentemente – portanto, verdadeiro. 

Acontece que veículos com tração nas quatro rodas oferecem melhor segurança ativa e tração mais confiável em quase todas as situações. 

Mas quando o assunto é frenagem, todos os carros são iguais, então, nada de fazer aquela curva com o dobro da velocidade em seu veículo com tração nas quatro rodas. Isso por ser muito perigoso!


A próxima você vai acertar! É muito comum a afirmação de que a transmissão automática consome mais combustível, principalmente para os veículos com 10, 12 anos de existência. 

Quando verificamos as mais atuais com transmissão de dupla embreagem, sem interferência na força de tração e melhor eficiência na troca das marchas por meio de seus dispositivos eletrônicos, o que era verdadeiro no passado agora é falso no presente.

Talvez o preço seja um bom indicativo na afirmação que um litro de gasolina seja mais pesado que um litro de água. 

Mas, na verdade... a gasolina, apesar de seu alto poder calorífico é mais leve e tem densidade menor que a da água, o que a faz flutuar em poças sobre a água. 

Considerando a temperatura de 15º C, um litro de gasolina pesa entre 720 g e 775 g. Um litro de diesel pesa entre 820 g e 845 g. Por outro lado, a água pesa quase 1 kg.

Já estou vendo que domingo vai ter muita gente mostrando que sabe muito mais sobre automóvel e mecânica durante o almoço familiar! Isso é muito bom. Vamos para mais algumas?

Não vá ficar tirando onda do seu primo que chegou suado dirigindo seu carro simplesmente pela razão do modelo ter a cor preta. 

Será que realmente os carros pretos ficam mais quentes no calor? 

Podemos afirmar que sim, mas o aumento da temperatura no interior de veículos escuros expostos ao sol é somente um pouco maior do que em carros de cor clara. Variando entre um ou dois graus. 

Quando consideramos as pinturas mais modernas, a diferença é quase imperceptível. 

A área de superfície geral, o ângulo, a tonalidade e a qualidade dos vidros, assim como os encaixes no interior, são muito mais importantes.


Começou a chover e na sua frente vai um veículo com pneus largos, o que remete logo ao aspecto de melhor segurança, certo? Errado! 

Como temos uma maior área de contato, os pneus largos oferecem melhor controle de tração, mas na hora da chuva, considerando a distribuição do peso do carro por toda área do pneu maior, há um risco de se perder a aderência mais rapidamente em ruas molhadas. 

Mas também não é algo tão falso assim, pois com a alta tecnologia aplicada nos pneus atuais, essa diferença é mínima.

Fique atento! O tanque de combustível já está na reserva e como a chuva não parou ainda, será que você precisa se preocupar com o aumento do consumo de combustível, simplesmente pela razão de dirigir na chuva? 


Claro que sim! A chuva tem um impacto enorme na física de dirigir e, portanto, no consumo de combustível. O motivo? 

Os pneus precisam deslocar a camada de água na rua, exigindo mais potência do motor.

E como agora tudo que se fala é crise, observei que existe um anúncio de venda do seu veículo nos vidros laterais. 

Quer saber de algo mais? Ao chegar na sua casa aproveite o banho de chuva que seu carro levou e complete a limpeza. 


Pesquisas comprovam que veículos em boas condições são vendidos mais rapidamente e por um valor maior do que os sujinhos. 

Preste atenção no polimento da pintura, conserto de pequenas avarias e limpeza do estofamento.

Mas se você fuma, não adianta colocar café ou mesmo arroz para combater o cheiro de cigarro. 


Eles não vão solucionar o seu problema no interior do veículo. Profissionais utilizam ozônio. 

O serviço consiste em vedar completamente o automóvel e através de um dispositivo especial é introduzido o ozônio. 

Durante o período de 24 horas o gás remove odores de longo prazo.


Então é isso, fique esperto na hora de conhecer mais sobre seu automóvel e mecânica. 

Nunca aceite sugestões de frentistas de postos falando que seu veículo precisa desse ou daquele produto, que é necessário completar o nível de qualquer fluido. 


Na dúvida, procure a assistência técnica e o manual do proprietário com as especificações do fabricante. Até à próxima!
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Tarcísio Dias – Profissional e Técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânica com habilitação em Mecatrônica e Radialista, é gerente de conteúdo do Portal Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) e desenvolve a Coleção AutoMecânica.

Coluna Mecânica Online® - Menção honrosa (segundo colocado) na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo 2013, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade.

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