terça-feira, 30 de agosto de 2016

A CADA DIA É MAIOR O NÚMERO DE BICICLETAS NAS RUAS BRASILEIRAS E AS ELÉTRICAS GANHAM ESPAÇO NAS CICLOVIAS CADA VEZ MAOR. ONO DIA 3 DE SETEMBRO, ACONTECERÁ O 12º SALÃO LATINO AMERICANO DE VEÍCULOS ELÉTRICOS, NO EXPO CENTER, DE SÃO PAULO




Descontos na aquisição de bicicletas elétricas, diciclos, monociclos, scooters e skates exclusivos para os visitantes do evento.

Quem visitar o último dia do 12º Salão Latino-Americano de Veículos Elétricos, Componentes e Novas Tecnologias, que acontece entre os dias 1º e 3 de setembro, no Pavilhão Amarelo, do Expo Center Norte, em São Paulo (SP), vai poder conferir algumas promoções de equipamentos levíssimos que serão oferecidos exclusivamente aos visitantes do evento.

Produtos como bicicletas elétricas, diciclos, monociclos, scooters, skates e outras novidades de locomoção serão ofertados com descontos promocionais, que podem chegar a mais de 30%, além de outras condições especiais. Durante o evento, o visitante também terá ainda oportunidade de testar o desempenho de alguns veículos no VHE Experience.

Confira abaixo algumas promoções ofertadas
durante o Feirão de Levíssimos:





Diciclo - Urban Rover modelo 6.5

Utiliza-se sensores giroscópios para ativar auto equilíbrio e possui um motor de 350w e uma bateria de lítio de 36V com autonomia de 20km/h.

De R$ 3.590,00 por R$ 2.490,00




Bicicleta Elétrica - Download

Bicicleta Elétrica da Vela Bikes

Traz com motor de 350w de potência; autonomia da bateria de 30km

De R$ 5.290,00 por R$ 4.490,00

** Desconto com pagamento à vista


SERVIÇO
Evento: 12º Salão Latino-Americano de Veículos Elétricos
Datas: 3 de setembro 2016
Local: Pavilhão Amarelo - Expo Center Norte, em São Paulo (SP)
Horário: das 12h às 20h
Entrada: gratuita mediante inscrição por meio do endereço eletrônico
http://velatinoamericano.com.br/inscreva-se

QUAL ESCOLHER, CÂMBIO MANUAL OU AUTOMÁTICO? DURANTE MUITOS ANOS, A TRANSMISSÃO MANUAL FOI REJEITADA PELOS BRASILEIROS, MAS NOS ÚLTIMOS 10 ANOS ESSE QUADRO COMEÇOU A MUDAR E HOJE ATÉ OS MOTORISTAS DE TÁXI A PREFEREM. O SISTEMA EVOLUIU MUITO E ATUALMENTE E OS MOTORISTAS BRASILEIROS DESCOBRIRAM O CONFORTO DO CÂMBIO AUTOMÁTICO. VEJA COMO FUNCIONA

COLUNA 
MECÂNICA ONLINE® 

30 | AGOSTO | 2016 | 

Tarcisio Dias


Transmissão automática reflete 
em mais conforto e segurança


Quando estamos aprendendo a dirigir o controle do pedal da embreagem e saber o momento certo para as trocas das marchas exige um bom tempo de prática para conseguir a melhor condução. 

Estancar o veículo numa saída de semáforo é normal nesse começo. Acertar o momento em tirar o pé da embreagem e acelerar o veículo requer práticas.


Eis que surge a transmissão automática. De cara apenas dois pedais: freio e acelerador. Nada de embreagem. 

Mais confortável e seguro na condução, o câmbio automático detecta a relação entre a velocidade (km/h) e a rotação do motor (rpm) para decidir o melhor momento da troca automática da marcha.

O sistema se propõe a manter a rotação do motor quase constante e o câmbio automaticamente faz a troca das marchas. 

Nos sistemas modernos com câmbio automático a troca das marchas chega a ser quase imperceptível ao motorista.


A primeira transmissão automática usando fluido hidráulico foi desenvolvida em 1932, acredite, por dois engenheiros brasileiros, José Braz Araripe e Fernando Lehly Lemos; posteriormente, o protótipo e o projeto foram vendidos para a General Motors, que os introduziram no modelo Oldsmobile de 1940 como transmissão "Hydra-Matic".

No entanto, um artigo publicado pelo Wall Street Journal credita a empresa alemã de autopeças ZF Friedrichshafen pela invenção, que teria ocorrido logo após a Primeira Guerra Mundial.

Voltando aos tempos atuais, temos visto o surgimento das transmissões automatizadas, que resulta na mesma funcionalidade, mas com funcionamento diferente.

O sistema automatizado é idêntico ao de um veículo com câmbio manual, em que a transmissão da força do motor é intermediada pela embreagem. 

A vantagem é que tanto o acionamento da embreagem quanto a troca de marchas é feita por atuadores hidráulicos.


Um sistema mais avançado é o automatizado de dupla embreagem, uma cuidando das marchas pares e outra das ímpares.

Se o carro estiver, por exemplo, em terceira marcha, o sistema deixa a segunda e a quarta pré-engatadas, pois não se sabe se haverá troca para a mais baixa ou a mais alta. Além disso, reduz drasticamente o intervalo de troca.

Já a transmissão automática realiza as trocas de marchas intermediadas pelo conversor de torque, sendo que as combinações entre as engrenagens planetárias são feitas por meio de dispositivos hidráulicos.

70% dos casos de avaria, desempenho insatisfatório e alto consumo de combustível, são provocados pelo mau uso do câmbio automático. 

Muitas vezes os proprietários cometem alguns vícios de condução que prejudicam a vida útil da máquina, elevam o consumo de combustível e causam avarias diversas.

O condutor deve sempre manter a alavanca na posição em “D”, não apenas no semáforo, mas também nopára e anda dos engarrafamentos das grandes cidades. 

Esqueça o ponto morto e o vício de carro manual, afinal, você não precisa manter o pé na embreagem para deixar o carro “engatado”. 


Com a alavanca na posição “D”, evitam-se problemas de lubrificação na caixa de transmissão, além de descansar a mão direita.

Um risco muito grande para quem está começando a dirigir um veículo de transmissão automática vem do vício da condução com câmbio manual: utilizar o pé esquerdo no pedal de freio, como usava antes na embreagem. 

O carro terá uma freada violenta e o risco de acontecer um acidente é muito grande. Normalmente, carros automáticos possuem um apoio para o pé esquerdo, ficar lá, quietinho.


Uma dúvida constante de muitos motoristas: durante engarrafamentos, em veículos equipados com câmbio automático, é necessário mover a alavanca do D (Drive) para N (Neutro) para evitar desgastes em componentes da transmissão e do sistema de freios?

Na transmissão automática tradicionalquando o carro é parado por mais de cinco segundos são abertas as válvulas do conversor de torque (bomba hidráulica que faz a ligação entre o motor e a transmissão) e fica em Neutro. 

Outros modelos podem não possuir essa característica, mas quando são totalmente parados, vai haver uma certa pressão no conversor de torque, mas que não é suficiente para danificar nenhum componente. Se eu colocar no Neutro, vou perceber que o motor vai perder um pouco de giro. 

Mas se eu colocar sempre em Neutro, durante um período de tempo muito grande, vou ganhar um pouco na economia de combustível, mas sem relevância.

A ideia é colocar em Drive e não mudar mais até que o motorista termine sua viagem. Se por acaso ficar durante vários minutos parado em um engarrafamento, aí sim pode até desligar o motor.

Já nas transmissões automatizadascomo a Dualogic, da Fiat, e I-Motion, da Volkswagen, que são transmissões mecânicas cuja embreagem é automatizada, normalmente eletro-hidráulica. 

A DSG, de dupla embreagem (uma para as marchas pares e outra para as ímpares), é uma delas, sendo uma transmissão mecânica.

E, quando o carro está totalmente estacionário e o motorista com o pé no freio, as embreagens estão absolutamente abertas. 

Portanto, não muda nada deixar no Drive ou no Neutro. Somente quando o condutor tira o pé do freio é que o sistema recebe esta informação e a embreagem é acionada, começando a ganhar velocidade. 

Nas transmissões DSG temos o Hill Hold, sistema que, quando se tira o pé do freio, leva um curto tempo para que a embreagem comece a se fechar e o carro ande.

Entenda o que significa cada um dos comandos do câmbio automático
P – Park: para estacionar, recomendado para dar a partida e desligar o motor do automóvel. Bloqueia as rodas de tração.

R – Reverse: marcha à ré. Essa função é acionada com o auxílio de um botão acoplado de câmbio.

N – Neutral: e o neutro, o popular ponto morto. Posição que pode ser usada ao dar a partida e desligar. Não bloqueia as rodas de tração.

D – Drive: para movimentar o veículo para frente, usado na maior parte do tempo, cabendo ao motorista acelerar e frear.

4 – 3 – 2 – 1 (L): posições que permitem o bloqueio das marchas. O bloqueio é usado em situações extremas quando o veículo troca várias vezes de uma marcha para outra, impede que o veículo troque as marchas automaticamente.
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Tarcisio Dias é profissional e técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânico com habilitação em Mecatrônica e Radialista, desenvolve o site Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) que apresenta o único centro de treinamento online sobre mecânica na internet (www.cursosmecanicaonline.com.br), uma oportunidade para entender como as novas tecnologias são úteis para os automóveis cada vez mais eficientes.

Coluna Mecânica Online® a
borda aspectos de manutenção, tecnologias e inovações mecânicas nos transportes em geral. Menção honrosa na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade. Distribuída gratuitamente todos os dias 10, 20 e 30 do mês.

domingo, 28 de agosto de 2016

FIAT DOBLÒ CARGO TEM O MAIOR VALOR DE REVENDA DE SUA CATEGORIA E VERSÃO ADVENTURE 2017 CHEGA COM MUDANÇAS ÀS CONCESSIONÁRIAS



Reconhecido pela sua versatilidade, robustez, conforto, grande espaço interno e prazer ao dirigir, o Doblò acaba de chegar na rede de concessionárias Fiat com sua linha 2017 ainda mais equipado, com versões mais completas, que aumentam a atratividade do modelo. A versão Adventure do Doblò 2017 ganha nova caracterização externa com rodas de liga leve + estepe 16” com pintura escurecida exclusiva para a versão e novo acabamento cinza escuro na moldura do para-choque dianteiro. 


Internamente, o Doblò Adventure amplia sua lista de conteúdos de série com volante em couro com comandos do rádio, apoia braço no banco do motorista, banco traseiro bipartido com cinto de três pontos, oferecendo assim mais conforto e segurança aos ocupantes. Para os consumidores mais aventureiros, a versão traz como opcional o Adventure Locker – sistema de bloqueio de diferencial que permite superar terrenos adversos.



Já o Fiat Doblò Cargo é campeão da categoria furgoneta de carga na segunda edição do Prêmio Maior Valor de Revenda – Veículos Comerciais. 

O utilitário registrou um índice de depreciação de apenas 22,3% em três anos segundo estudo feito pela agência Autoinforme, em parceria com a Editora Frota. Este é o menor índice de depreciação entre os modelos da categoria.

O Doblò Cargo é reconhecido por seu amplo espaço interno, conforto, versatilidade, robustez e pela ótima posição de dirigir. 

Versão Adventure
Na linha 2016, as versões 1.4 e 1.8 ganharam de série faróis de máscara negra, deixando a versão voltada para negócios com um visual mais moderno.

O índice de depreciação é um indicador importante, principalmente para o mercado de veículos comerciais, pois indica quanto do investimento inicial feito será preservado no momento da renovação da frota.

As versões Essence, 5 e 7 lugares, também ganharam novos itens de série: banco traseiro bipartido com cinto de três pontos e apoia braço no banco do motorista. 



Eles completam a lista de equipamentos que já conta com ar condicionado, direção hidráulica, travas elétricas, barras longitudinais no teto, entre outros.

Como opcional, o Doblò Essence oferece o Kit Evolution, composto por rádio Connect CD MP3/WMA, retrovisores externos elétricos, faróis de neblina, volante em couro com comandos do rádio (6 botões), mais sensor de estacionamento traseiro.




O Fiat Doblò também pode ficar ainda mais equipado com o diversos acessórios Mopar. Entre eles, Central Multimídia com câmera de ré, grade divisória banco traseiro, alarme antifurto, barras transversais, Car Bag, entre outros.

Com mais equipamentos de série, a linha 2017 do Fiat Doblò está ainda mais atrativa e competitiva. Confira os preços abaixo:


Doblò Essence 5 lugares 1.8 – R$ 76.890.


Doblò Essence 7 lugares 1.8 – R$ 78.290.


Doblò Adventure 6 lugares 1.8 – R$ 85.230.



UNO 2017 CHEGA EM SETEMBRO COM NOVA FAMÍLIA GLOBAL DE MOTORES



Símbolo de inovação, o Uno foi escolhido para estrear globalmente a nova linha de motores com versões 1.0 três cilindros e 1.3 quatro cilindros. 

A sua linha 2017 também chega recheada com novas tecnologias e visual renovado.

sábado, 27 de agosto de 2016

CHEVROLET ANUNCIA NOVAS CONFIGURAÇÕES DA S10. A VERSÃO LTZ GANHA BANCO COM REGULAGEM ELÉTRICA E VERSÕES LS E LT SAEM DE FÁBRICA COM O SISTEMA ONSTAR, OS CARROS ESTÃO EXPOSTOS NA EXPOINTER, EM ESTEIO, ATÉ 4 DE SETEMBRO, DISPONÍVEIS PARA TEST-DRIVE


São Caetano do Sul – A Chevrolet marca presença na 39ª edição da Expointer com várias atrações, entre elas o anúncio da adição de equipamentos de série na Nova S10.

No caso da versão de luxo LTZ, a picape ganha a sofisticação do ajuste elétrico para o banco do motorista. 



Até então, o equipamento era uma exclusividade do modelo topo de linha High Country.


Outra novidade é a adoção do sistema OnStar como item de série também para a versão de entrada LS e para a intermediária LT. Com isso, a tecnologia passa a estar disponível em 100% da gama.

“Pelos serviços oferecidos, o OnStar é uma ferramenta muito útil para frotistas, empresários e produtores que buscam maior segurança, proteção e controle de seus veículos”, ressalta André Nishimura, gerente de Operações do OnStar.


Disponibilizada com motor turbodiesel e carroceria cabine dupla, cabine simples ou chassis cab, o modelo LS traz o pacote Safe do OnStar. 

Ele traz os seguintes serviços:
• Monitoramento ativo: através dos sensores do veículo, para casos de possível furto. O Centro de Atendimento OnStar entra em contato;
• Monitoramento passivo: ligação do usuário para o Centro de Atendimento OnStar para verificação e assistência à recuperação veicular;
• Informações em tempo real de Monitoramento e Alerta de Pressão dos Pneus e da quilometragem através do OnStar;
• Alerta de movimento - informa usuário por e-mail ou alerta no celular quando o veículo é movimentado;
• Alerta de valet - informa usuário por e-mail ou alerta no celular quando o veículo ultrapassa o perímetro de 500 metros do local do acionamento da função;
• Alerta de velocidade - informa usuário por e-mail ou alerta no celular quando a velocidade estipulada no aplicativo é ultrapassada;
• Ligação via APP - contato direto do usuário com a Central de Relacionamento Chevrolet;
• Localização - informação e compartilhamento da coordenada do veículo ou do celular do usuário nas redes sociais;
• Luzes e buzina – acionamento remoto com 5 disparos de buzina e acendimento dos faróis;
• Meu Veículo - informações de Diagnóstico Remoto;
• Siga Me - monitoramento remoto do veículo por 15 minutos, com informação de localização a cada 2 minutos;


Disponibilizada com motor turbodiesel ou flex e carroceria cabine dupla, a versão LT traz o pacote Protect do OnStar. 


Ele traz os serviços do pacote Save mais:• Retrovisor com botões OnStar;
• Bluetooth para pareamento de celular e reconhecimento de voz através do sistema MyLink;
• Monitoramento em rotas - ligação do usuário para o Centro de Atendimento OnStar, através do botão central de assistência, para monitoramento durante o seu trajeto;
• Destino Seguro - serviço de alerta de chegada ao destino para pessoa indicada pelo usuário;
• Acionamento de emergência pelo botão do retrovisor (usuário terá preferência de chamadas no Centro de Atendimento OnStar);
• Notificação automática de acidentes para o Centro de Atendimento OnStar, detectada através de sensores do veículo (acionamento do Air Bag), com ligação direta para o veículo oferecendo suporte e, em caso de necessidade, acionamento de órgão público de emergência;
• Transferência de ligação para Chevrolet Road Service em caso de pane elétrica ou mecânica (gratuito durante o primeiro ano da compra do veículo);


As versões LTZ e High Country já contavam com o pacote Exclusive do OnStar. Ele soma ainda os serviços de navegação e concierge.

Todas versões da picape trazem OnStar como cortesia por 12 meses.

Linha 2017 da Montana também é destaque
Exposição Internacional de Animais, Máquinas, Implementos e Produtos Agropecuários, a Expointer começa neste sábado, dia 27 de agosto, e vai até o domingo, dia 4 de setembro, em Esteio (RS).

Na feira, a Chevrolet comercializa sua linha de veículos com condições especiais de financiamento para produtores rurais e empresas, com destaque para a linha 2017 da Nova S10, do Trailblazer, do Onix Activ e da Montana, que também ganhou um pacote de melhorias para maior eficiência energética, tornando-se a picape mais econômica do país, de acordo com dados do Inmetro.

Além do seu tradicional estande na feira, a Chevrolet contará com uma pista off-road para avaliação da Nova S10, aberta ao público, e um espaço específico para demonstração do sistema OnStar.



sexta-feira, 26 de agosto de 2016

JEEP DEPOIS DO SUCESSO DO RENEGADE VALORIZA SEU PORTFÓLIO NACIONAL COM MAIS UM MODEL, O COMPASS QUE NASCERÁ TAMBÉM PERNAMBUCANO, UMA CHEROKEE BRASILEIRA. INTERESSANTES NOTÍCIAS DO ANTIGOMOBILISMO ENGRANDECEM A COLUNA DO NASSER


Coluna nº 3.516 - 25 de Agosto de 2016
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Em setembro o Jeep Compass


Novo integrante da família Jeep, pouco superior em dimensões ao Renegade – terá uns 4,50m de comprimento – o Compass tem apresentação definida: em breves dias pré-exibição a restrita relação de jornalistas especializados; logo após treinamento nos revendedores; em seguida lançamento. 

FCA, holding controladora de Chrysler, Fiat e Jeep quer vendas em outubro, antes do Salão do Automóvel, novembro.

Para sanar dúvidas curiosamente fomentadas por jornalistas especializados, Coluna repete o já aqui antecipado: designação do Projeto 551, classificado internamente como C-SUV, será Compass – e não Patriot ou outras opções, como vem-se comentando. 

No mesmo caminho de contradições, não será importado do México, mas produzido em Goiana, PE, na linha de fabricação do também Jeep Renegade e do Fiat Toro.

Terá fabricação mundial e repõe idêntico modelo, segundo degrau na escala dos utilitários esportivos Jeep, em porte e preço logo acima do Renegade.

Apesar da similaridade com os colegas de linha, mecanicamente diferença principal estará nos motores. 

Sai o 1,8 EtorQ feito nas beiradas de Curitiba e, em seu lugar, um 2,0, unidade antiga, proveniente de acordo entre Mitsubishi, Hyundai e Chrysler, por esta batizado Tiger Shark. Bloco e cabeçote em alumínio, quatro cilindros, 2.0 litros, 16 válvulas. 

Sem cabeçote Multi Air, mas agregados variadores de abertura para as válvulas de admissão. 

Com tal solução, potência ficará garroteada em torno de 160 cv para o uso de gasálcool e pouco mais com álcool puro. 

Torque 19 a 20 m.kgf. Com transmissão mecânica de seis velocidades comporá o primeiro degrau na escada de produtos Jeep.

Haverá, também, opção a diesel, 2.0 com esperado ganho em potência até agora não verificado, e transmissão automática de nove velocidades, e tração nas quatro rodas. Será a versão de topo.

Mercado pobre como o é o nacional e adjacências americossulinas, por sua conformação estética busca reconquistar o patamar de sonho de consumo como foi o Cherokee. 

Compass, acima do Renegade, Cherokee local.

Curiosidades em Pebble Beach
Visto como o mais refinado encontro de veículos antigos, o Pebble Beach Concours d’Élegance, no campo de golfe na praia do mesmo nome, península de Monterey, Califórnia, EUA, mesclou diferentes situações. 

Manteve o interesse; reduziu horário de acesso público para permitir o trabalho dos fotógrafos e cinegrafistas; concedeu espaço a 228 automóveis vindos de 16 países e de 30 estados norte-americanos; liderou a dita Semana Santa, sete dias intensos de folguedos antigomobilísticos, leilões, eventos; ... e cumpriu a agenda social destinando US$ 1,75 milhão a 80 entidades pias da vizinhança.

Expor em PB não é exercício de voluntariedade, mas objeto de convite, exigindo conhecimento e relacionamento, lobby bem sucedido, presença usual. 

Para ideia, nem o melhor acervo antigomobilístico do Cone inferior do Continente, do argentino Daniel Sieleck, três vezes premiado no evento, conseguiu ser o Best of the Show.

Surpresa
Richard Mattei, do Arizona, levou tal prêmio ao ser convidado, e expor seu raro Lancia Astura Pinin Farina Cabriolet, de 1936, e receber o disputadíssimo título de melhor dentre os presentes. 

Surpreso, gaguejou pelo nunca visto, ter ganho outros dois prêmios: o da classe na disputa pelo BOTS e o Gwenn Graham para o conversível mais elegante. 

O insólito da situação está no fato de ser sua primeira vez em PB. Disputa apertada ante concorrentes como Delahaye 165, de 1938, Cabriolet por Figoni & Falaschi e Stutz DV32 Conversível Victoria Le Baron.

Pré-Guerra, o Lancia é do tempo de construção individualizada, cuidada, quase artesanal. 

Chassis rolante adquirido à pioneira e italiana marca, enviada a Pinin Farina – antes de justapor os nomes – para obter conversível, duas capotas.

Na heráldica do Astura, Pininfarina – pós-junção legal do nome – comprou-o para o museu da empresa, e o guitarrista Eric Clapton, ex-dono, o fez famoso com definição: deu-me os maiores prazeres fora do palco e da cama.

Lancia Astura, Best of Pebble Beach

Mais
Exige registro o 1º prêmio no BMW Centennial, nos festejos dos seus 100 anos. Lothar Scheuttler, de Maryland, aceitou convite, e levou exemplar de 328, de 1937, hoje Clássico mundial - interessante, mas não interessantíssimo. Mas, a maior curiosidade está na história entre dono e objeto.

Executivo aposentado, no grande vale da crise americana, para comprá-lo Oscar foi radical: hipotecou sua casa. Recebeu-o desmontado, em caixotes. 

E se aplicou vigorosa e pessoalmente a 80% dos trabalhos de restauração, incluindo todo o complexo e curváceo madeirame de estrutura da carroceria e à curvatura dos graciosos para-lamas, valendo-se de ferramentas limitadas na garagem da casa hipotecada. 

Tomou seis anos nesta messe, invertendo a tradição em PB, onde no usual proprietários abonados escrevem imponentes valores em cártulas de cheques, e pagar entre 4.000 e 5.000 horas/homem de trabalho para restauração norte-americana apta a chamar atenção de frequentadores e fotógrafos nas grandes mostras antigomobilistas, primeiro passo ao olimpo do Best of the Show, na prainha.

BMW 328 1937. Hipoteca para comprar, trabalho de casa.

Leilões, alguns, bem focados em tipos de veículos e compradores, mostraram novos patamares para carros esportivos. 

No leilão da RM Jaguar D Type, 1955, marcou pouco críveis US$ 21.780.000, e Shelby Cobra mudou de mãos por US$ 13.700.000, maior valor já pago por um automóvel feito nos EUA.

Merece explicação. É de 1962, quando o delgado inglês AC acolheu o motor Ford V8 289 c.i., virando mito. 

E era a unidade pertencente a Mr Cobra – Carroll Shelby, o autor da façanha e da marca. Teve-o durante toda a vida (1923-2012).

Comprador terá invejável combinação: uma obra de arte em três dimensões capaz de mobilidade, e DNA de história.

Cobra ex Shelby. Muitos recordes, incluindo preço.

Tira, põe, ajusta. 
O negócio do sedã Citroën
C4 Lounge, o bom sedã Citroën feito na Argentina, passou por revisão para reanimar o mercado. 

Reconhecido por harmônica relação entre conteúdo e preço, suprimiu versão 2.0 Flex e agregou itens de infodiversão, programas de computador, tela de 18 cm por toque e capacidade de espelhamento. 

Implementou qualidade do som e, aumentando conteúdo, as três versões receberam equipamentos eletrônicos pró segurança, como o ESP – programa de estabilidade -, e trava para arrancar em subidas. 

Externamente mudança sutil - cor no pisca no bloco dos faróis -, na mecânica e mercadológica, focando no atendimento das metas de consumo acordadas com o governo federal pelo programa Inovar-Auto, daí adotar como motor o bom projeto BMW/PSA, 1.6, turbo, com potência de 173 cv, álcool e 166 cv, gasálcool. 

Disposto em torque, 24,5 m.kgf desde os 1.400 giros, consegue resultados agradáveis: de 0 aos 100 km/h arranca em 9,2s, e velocidade máxima de 215 km/h.

Para ter Etiqueta A, degrau mais elevado no programa de economia, empresa aplicou caixa de transmissão mecânica com 6 velocidades, três multiplicadas – a 6ª é 0,68:1 e o diferencial 4,05:1, permitindo aproveitar o torque para girar menos. 

Há epicurismo mecânico, como o óleo mais fluido na caixa de marchas – para reduzir atrito e gasto de energia para vence-lo -, e sensor de voltagem: quando a bateria está totalmente carregada, o alternador se desliga, reduzindo consumo em 1%!

Preços nascem em R$ 69.990 para versão com caixa mecânica seis marchas, decoração Origine. Tendance e Exclusive, acima, mais caras.

Garantia de três anos, mão-de-obra para manutenção comprometida: R$ 1/dia.

Citroën C4 Lounge, mais conteúdo, mais economia, preço contido.


Roda-a-Roda

Sucesso – Ford dobrará para quatro anos produzir o novo GT. Projetou fazer 500 unidades, mas encomendas foram a 7.000. Carroceria e rodas em fibra de carbono limitam produção semi artesanal, como ocorre com Alfa Romeo 4C.

Erro – Calcular vendas em 500 unidades, ter 7.000 encomendas, ser forçada a dobrar o projeto industrial, é erro. Rentável, porém, monumental engano.

E? – Ford não informou se os intelectuais do marketing do produto foram promovidos para baixo, e se os formuladores do conteúdo do GT para cima.

Antigo – Carro será colecionável e a caminho do rótulo de Clássico por seu projeto, características e construção.

P’ra fora – Buscando manter longe o fantasma do encolhimento de vendas – e de produção -, Hyundai foca mercado latino americano: após Paraguai, envia o HB 20 ao Uruguai. 300 unidades, em 2016, e 600 próximo ano.

Local – No vizinho Oriental, opera pelo distribuidor Fidocar. Lá é a sexta em vendas – menos de 1/3 do vendido pela líder VW. Julho 127 unidades.

Uber em Pittsburg irá em Volvo autônomo. (foto Uber)

Atualidade – Se gostas da inevitabilidade do desenvolvimento tecnológico, última novidade está em Pittsburg, EUA. 

Uber e Volvo assinaram acordo para garantir corridas ponto-a-ponto – em Volvo XC 90 autônomo – com presença legal de motorista sentado em frente ao volante. Empresa quer 100 neste ano.

Problema – Volkswagen alemã reduziu horas de trabalho; dispensou colaboradores. Razão, início de problemas. 

Fornecedor de partes de câmbio e bancos atrasou/suspendeu entrega dos componentes. 

Empresa é a Prevent, da Bósnia, e já praticou isto no Brasil, forçando VW e Fiat e deter produção de veículos. VW foi para a Justiça aqui e lá.

Fase – Expõe fragilidade no sistema mundialmente adotado pelas montadoras, o Just-in-Time, criado pela Toyota, eliminando estoques. 

Auto peças chegam diretamente às linhas de produção pelos fornecedores. Sistema exige criar variável para evitar hipotético fornecedor da trava da rebimbela da parafuseta deter fábricas inteiras.

Caso – Na negociação alemã entrou até o ministro da Economia. Deter entrega e a parar linhas de produção tem efeito dominó sobre demais fornecedores. Peça não entregue é imposto não recolhido e emprego não garantido.

Organização – Em 2015 Toyota resolveu concentrar despesas e operações em sua pioneira sede, na antiga Estrada do Piraporinha, São Bernardo do Campo, SP, onde fabricou o jipe Bandeirante.

De novo – Dia 22, inaugurou no espaço o Centro de Pesquisa Aplicada, para levar aos produtos resultados de estudos, desenvolvimento de partes e design aos veículos produzidos no Brasil. 

Restante do espaço produz partes para Brasil, Mercosul e EUA; tem fração da Mata Atlântica e terá centro de memória.

Evidência – Em 2013, média administração local torceu o nariz com indicação do norte-americano Steve St. Angelo CEO no Brasil, América Latina e Caribe.

Ações - Mostrou a que veio e o tamanho de Q.I.: uniu empresa em mesmo endereço; melhorou a qualidade; implementou complementariedade de partes Brasil/Argentina; encostou uns protestantes; colocou outros no corredor; importou novo Vice Presidente; deu gás na comunicação social; corrigiu tropeços no Etios.

Resultados – Apesar da crise no Brasil, mercado líder, reflexos na Argentina, quase dobrou a participação da marca em sua ampla área, de 5,3% para 10%.

Mais – Está na frente regional do “5 Continents Drive” iniciativa com produtos e engenheiros Toyota rodando com frota regional. 

Das conclusões, adequações às exigências de rodagem nestes mercados. No caso da América Latina e do Sul, incluiu o híbrido Prius, em estudos para montagem no Brasil.

Expansão – General Motors amplia presença na África. Lidera o mercado de caminhões e anunciou negócios no Kenya. 

Fórmula transversal, reatou ligações com japonesa Isuzu, dona da operação industrial. Investirá para dobrar capacidade produtiva de 22 unidades/dia.

De lado – Como passar por desníveis, quebra molas irregulares, sem danificar a suspensão e o monobloco de seu veículo? 

Juliano Caretta, da amortecedores Monroe recomenda não passar em diagonal, mas linha reta.

Piquet – Inconformado com o baixo rendimento de sua berlinette Alpine A 108, aqui produzida pela Willys, tricampeão Nélson Piquet resolveu incrementá-la: fabricou novo chassis, aplicará mecânica forte.

Gente – Mudança na PSA. Jean Mouro e Rachid Marzuk no Comitê de Direção do Grupo PSA. 

OOOO Mouro responderá por Monozukuri – Desenvolvimento, Estilo, Produção, Logística e Compras, tudo no processo industrial. 

OOOO Marzuk, daí em diante: operações comerciais para novos e usados. 

OOOO Igor Dumas promovido: Direção de Operações Comerciais Região Panamericana. 

OOOO Todos sob o luso Carlos Gomes, presidente Brasil e América Latina, membro do Comitê Executivo do Grupo. 

OOOO Mudanças indicam relevo para Caribe, Américas Latina e do Sul. OOOO
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CRISE DÁ VOZ E VOTO A CONSUMIDORES E, HOJE, DIANTE DA VARIADA QUANTIDADE DE MODELOS E MARCAS QUE COMPÕEM O CENÁRIO AUTOMOTIVO BRASILEIRO. SÃO AS MONTADORAS QUE TÊM DE SE ADAPTAR AO COMPRADOR E ESTES DEVEM EXERCER VIGOROSAMENTE SEU DIREITO. OS PREÇOS DOS CARROS NÃO DESCERAM, SÃO OS MAIS CAROS DO MUNDO, MAS OS FABRICANTES TIVERAM QUE EQUIPAR SEUS PRODUTOS COM TECNOLOGIA E OFERECENDO NOVOS MODELOS DE NÍVEL MUNDIAL, COMO MEIO DE ATRAÍ-LOS


Alta Roda
 

Nº 903 —  26/8/16

Fernando Calmon



DILEMA DO PREÇO

Situação difícil do mercado garante ao consumidor, mais do que nunca, a decisão de escolher. 

Entre os sedãs médios-compactos trava-se uma verdadeira batalha para atrair os possíveis (e poucos) compradores. 

Este ano vem sendo marcado pela renovação em diferentes níveis. Começou com a atualização do Nissan Sentra, seguido pelo inteiramente novo Chevrolet Cruze. 

Esta semana começam as vendas da 10ª geração do Honda Civic. A Citroën aproveitou o embalo para lançar o C4 Lounge 2017 apenas com motor turbo de 1.6 L/173 cv (etanol), conforme antecipado pela Coluna.

As atenções concentram-se no constante desafiador ao líder Toyota Corolla. A 10ª geração do Civic foi muito bem recebida no mercado americano e logo assumiu a primeira posição no segmento. 

Não teria porque ser diferente aqui, pois o carro ficou maior, mais equipado, com bom espaço para pernas no banco traseiro, porta-malas amplo de 519 litros e estreia versão de topo, Touring, que utiliza o novo motor turbo de 1,5 L/173 cv (apenas gasolina inicialmente e flex quando for nacionalizado daqui a um ano). 

Além disso, o estilo – fundamental para o brasileiro – é bastante arrojado, mas dentro dos limites. 

Até as lanternas traseiras superdimensionadas harmonizam-se, sem chegar ao exagero.

Tudo estaria no bom caminho, mas há entraves. A Honda terá que administrar a capacidade da atual única fábrica em Sumaré (SP), onde produz quatro modelos, sem contar o WR-V uma derivação crossover do Fit já na fase final de desenvolvimento. 

A oferta inicial do Civic será de 3.000 unidades/mês, certamente abaixo do seu potencial. 

Existe uma nova unidade fabril pronta em Itirapina, a 110 km de Sumaré. Mas só pode entrar em operação ao se esgotar a capacidade em dois turnos de Sumaré e quando for possível fabricar mais 5.000 unidades/mês em Itirapina, mesmo que em turno único. 

A maioria das marcas japonesas não aprecia trabalhar em três turnos, o que em teoria resolveria a questão.

Este dilema industrial e a decisão de não produzir mais do que se possa vender explicariam a política de preços, tão ousada para cima como o próprio modelo, para segurar a demanda não atendível. 

O Civic agora começa em R$ 87.900 e vai a R$ 124.900. De início, a versão de entrada (Sport) representará 24% da produção, as intermediárias (EX e EXL) 48%, todas com o atual motor de 2 litros de aspiração natural, e a nova Touring, 28%. 

Esse não é um mix normal, nem o definitivo, porém reflete a situação de hoje e dos próximos meses.

O carro deixa boas impressões ao guiar. Caixa de direção eletroassistida de relação variável (apenas 2,2 voltas de batente a batente), nova suspensão traseira multibraço e câmera acoplada ao espelho retrovisor direito são destaques. 

A caixa de câmbio automática CVT tem desempenho melhor com o motor mais potente, quando se podem usar borboletas atrás do volante e as sete marchas virtuais apresentam respostas que beiram alguma esportividade. 

Assoalho traseiro deixou de ser plano por razões de aerodinâmica e de espaço vertical interno incontornáveis em um projeto moderno. Entrada de fio para telefone inteligente obriga a certo contorcionismo para a idade média dos clientes de sedãs.

RODA VIVA

CONGRESSO da Fenabrave (associação das concessionárias) destacou o clima de possível reação das vendas no último trimestre do ano. Barry Engle, presidente da GM América do Sul, além de projetar crescimento do mercado de 12% em 2017, reconheceu que a indústria se empolgou demais no seu planejamento anterior. É raro um executivo fazer análise tão sincera.

EXPECTATIVA maior do Congresso foi sobre o que pensava o governo federal acerca do plano de renovação de frota, rebatizado de Programa de Sustentabilidade Veicular. 

Ainda está em análise para possível anúncio no próximo ano. Já se sabe, no entanto, de fortes limitações no orçamento público. Ordem é aguardar e peneirar as sugestões, de fato, viáveis.

DEPOIS de investimento de R$ 46 milhões, a Toyota está apta para desenvolvimentos locais. 

Em sua fábrica de Diadema (SP) inaugurou esta semana seu 15º centro de pesquisas. Os demais estão no Japão, EUA, Europa, Ásia e Austrália. 

Nos planos, além de reestilizações e testes de motores, surgirão derivações de produtos específicos para a América Latina.

NOVO MINI Cabrio mostra que nunca convém ficar de fora do restrito mercado de conversíveis. Oferecido apenas na variante Cooper S, o carro é harmonioso, independentemente da capota aberta ou fechada. 

O recente motor BMW 2-litros/192 cv “empurra” de verdade. Acabamentos e materiais são de primeira qualidade e o preço acompanha: R$ 164.950.

FORD modernizou sua central multimídia com tela capacitiva de oito polegadas na linha 2017 dos Focus hatch e sedã, além de incluir luzes diurnas de LED. 

Preços ainda não foram anunciados, porém versões intermediárias continuarão com o sistema anterior. 

Nova central mais rápida e intuitiva inclui Android Auto e Car Play, integrando pacote de itens de segurança e conforto.

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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

FÁBRICA GAÚCHA DA GM DE GRAVATAÍ COMEMORA TRÊS MILHÕES DE CARROS PRODUZIDOS EM 16 ANOS



Gravataí - O complexo industrial da GM em Gravataí (RS) acaba de comemorar 16 anos de atividades e a marca de três milhões de veículos produzidos, atingida por um Onix Activ, a mais recente novidade da companhia no mercado nacional.

Inaugurado em 2000 com um conceito inovador por reunir os principais fornecedores próximos à linha de montagem numa espécie de condomínio industrial, o complexo de Gravataí serve desde então de referência para diversas companhias em todo o mundo.

Atualmente o complexo conta com 19 empresas e produz o Chevrolet Prisma e o Chevrolet Onix. 

A dupla de veículos mais bem-sucedidos do mercado nacional na atualidade representa quase 10% de todos emplacamentos do setor no país.

O primeiro modelo feito na unidade da GM no Rio Grande do Sul, no entanto, foi o Celta, que seguiu em linha até o início de 2015 após 1,8 milhão de unidades produzidas.

Nestes 16 anos de existência, o complexo industrial passou por diversas expansões para poder acompanhar o processo de ampliação e modernização da linha Chevrolet.

Entre as três fábricas de automóvel da GM no país, a de Gravataí foi a que mais rápido chegou a marca de três milhões de unidades.

Em termos absolutos, no entanto, quem lidera é o complexo industrial de São Caetano do Sul (SP), com quase 6,5 milhões de unidades produzidas desde 1930.

Gravataí também é a primeira fábrica de automóveis da GM a instalar-se fora do cinturão industrial de São Paulo, mudando definitivamente o perfil econômico da cidade do Rio Grande do Sul devido ao incremento no PIB (Produto Interno Bruto).

Gestão ambiental
Com foco na sustentabilidade, o complexo de Gravataí tornou-se o primeiro da companhia no país a reciclar 100% dos resíduos industriais gerados a partir do seu processo produtivo.

No ano passado, conquistou a Certificação Energy Star, uma das mais importantes certificações internacionais.

O Energy Star é concedido a unidades que reduzem seu consumo de energia elétrica em, no mínimo, 10%, em um prazo de até cinco anos. 

No caso da GM de Gravataí, a redução foi ainda maior, atingindo 17% e gerando uma economia de US$ 103 mil anuais em eletricidade.

Outro destaque é a área de preservação de mais 50 hectares anexa ao complexo.

Histórico da GM de Gravataí
17/03/1997 - Anúncio do município de Gravataí como sede do complexo
20/07/2000 - Inauguração oficial
02/09/2000 - Lançamento do Chevrolet Celta
20/05/2005 - Produção do Celta 500.000
01/10/2006 - Lançamento do Chevrolet Prisma com 1ª ampliação da planta
20/05/2008 - Produção do carro de número 1.000.000
09/06/2010 - Início oficial das obras da 2ª ampliação da planta
27/08/2010 - Produção de 1,5 milhão de veículos
30/10/2012 - Lançamento do Chevrolet Onix
13/12/2012 - Produção do veículo de número 2.000.000
26/02/2013 - Lançamento do novo Chevrolet Prisma
25/07/2014 - Produção de 2,5 milhões de veículos
20/07/2015 - Aniversário de 15 anos da fábrica de Gravataí

Produção em Gravataí, por modelos
Chevrolet Celta - 1,8 milhão unidades
Chevrolet Prisma – 630 mil unidades
Chevrolet Onix - 570 mil unidades

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