segunda-feira, 30 de abril de 2018

Novo BMW Série 8 Coupé a caminho da produção.  Modelo estreia globalmente neste ano com novo motor oito cilindros e a perfeita combinação de esportividade, com luxo e conforto.


São Paulo, 30 de abril de 2018 — Após testes no circuito de Nürburgring, na Alemanha; no sul da França e no rigoroso inverno sueco, o inédito BMW Série 8 Coupé realiza, no País de Gales, a preparação final antes do início da produção em série ainda neste ano. 


E esta quilometragem toda já traz uma certeza: o BMW M850i ​​xDrive Coupé apresenta harmoniosa interação entre luxo, direção, suspensão e dinâmica, proporcionando uma combinação perfeita entre performance esportiva e conforto para viagens de longa distância.


O modelo estreará o novo motor oito cilindros, totalmente redesenhado, que, embora com mesmo peso em relação ao antecessor, aumentou sua potência em 68 cv (50 kw), atingindo agora 530 cv (390 kw). 


O novo propulsor trabalhará em conjunto com a transmissão esportiva Steptronic, de oito velocidades, com trocas de marcha extremamente rápidas.


O dígito 8, na designação do modelo, refere-se à sua posição proeminente dentro da gama de produtos da BMW. Como já foi o caso com o BMW Z8 e atualmente o BMW i8, ele representa veículos altamente emocionais e esportivos. 


Com início das vendas previsto para este ano, o novo BMW Série 8 Coupé se tornará uma peça fundamental dentro do segmento de luxo para o BMW Group em sua estratégia NUMBER ONE> NEXT.


Para mais informações sobre a BMW do Brasil acesse: 
www.bmw.com.br

Na discussão sobre o programa Rota 2030, montadoras defendem a criação de um "carro único" produzido no Brasil e Argentina e poderá ser o Spin. O Rota 2030 poderá ser anunciado em maio, mas é exigida eficiência, pois a "ineficiência será castigada"



Alta Roda              

Nº 990 —  30/4/18

Fernando Calmon



INEFICIÊNCIA SERÁ CASTIGADA



Falta pouco, depois de muitas incertezas, para início do programa Rota 2030. Trata-se de um conjunto de regulamentações técnicas – segurança, economia de combustível e emissões – em três períodos de cinco anos, que indicará caminhos para produzir e/ou importar veículos no mercado brasileiro.

É possível, depois de quatro adiamentos, que seja anunciado no próximo mês de maio. Na realidade, depois de mais 100 reuniões entre governo federal e representantes do setor em 2017, há consenso em todos os temas técnicos. 

A discussão continua sobre custo dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D). O Governo Federal alega que a situação fiscal do País dificulta qualquer incentivo no momento, embora a indústria alegue que desembolsos futuros sobre P&D podem ser redirecionados do Brasil para outros países.

Durante o IX Fórum da Indústria Automobilística, na semana passada em São Paulo, organizado pela Automotive Business, as peculiaridades do Rota 2030, sucessor do Inovar-Auto (2013-2017), tomaram boa parte das apresentações e debates. 

O novo programa exigirá investimentos de US$ 5 bilhões especificamente em P&D. “A contrapartida é que 30% ou US$ 1,5 bilhão possa ser compensado, à posteriori, com crédito de impostos diretos como IPI ou de importação”, lembrou Antônio Megale, presidente da Anfavea. 

O governo quer compensação no Imposto de Renda, mas as empresas alegam que precisam ter lucro e isso não acontecerá tão cedo depois de uma crise de vendas atroz nos últimos quatro anos.

Mais provável é uma conta de chegar para destravar o impasse, possivelmente um nível de incentivo menor que o proposto.

Dan Ioschpe, presidente do Sindipeças, afirmou que “Rota 2030 não é panaceia, mas alinhamento com os avanços atuais no exterior e possibilidade de planejar em longo prazo”. Já o consultor Octavio de Barros, da Quantum4, parafraseou o dramaturgo Nélson Rodrigues, mas adaptou à situação econômica: “Toda ineficiência será castigada”. Para ele não há mais tempo a perder.

Nessa segunda-feira, o tema continuou quente no Seminário Autodata Mercosul Automotivo. Pablo di Si, presidente da VW América do Sul e Caribe, enfatizou a necessidade de não ficar para trás. 

“Precisamos decidir se vamos apenas dobrar chapas metálicas ou avançar em direção à modernidade”, disparou. Ele acredita que Brasil e Argentina devem perseguir grau de integração ainda maior e continuar uma adaptação do nível de comércio até alcançar a livre troca de produtos.

Um dos facilitadores é ter um “carro único” nos dois lados da fronteira. Possa ser produzido e vendido sem adaptações em um mercado ou outro. 

A GM Mercosul, segundo declarou seu presidente Carlos Zarlenga, está bem próxima disso. Ele não adiantou qual seria o primeiro modelo, mas a coluna apurou que se trata do Spin em sua evolução de meia vida, em meados deste ano.

“Temos um plano muito robusto de evolução de todo nosso portfólio nos dois países até 2021/22. Vamos anunciá-lo em breve”, afirmou. Por enquanto, não revela quantos produtos serão, estratégia diferente da VW que pretende fazer 20 lançamentos até 2020: 13 produzidos aqui, dois na Argentina e cinco importados.

RODA VIVA

NOVO presidente da FCA para América Latina (menos México), Antonio Filosa, confirmou que a empresa deseja aumentar a presença de seu portfolio de marcas na região. Estuda a viabilidade de produzir no Brasil, sem especificar Betim ou Goiana, a picape americana RAM (antes conhecida como Dodge RAM). Decisão não ocorrerá em curto prazo, segundo fonte da coluna.

ESTUDO dos mais confiáveis, executado pelo Sindipeças, sobre a frota brasileira de veículos (automóveis, comerciais leves e pesados) apontou crescimento de apenas 1,2% em 2017 sobre 2016. São 43,4 milhões de unidades que se somam a 13,2 milhões de motos, totalizando 57 milhões. Essa é frota efetiva e não 80 milhões, do Denatran, que não controla sucateamento.

HONDA City 2018 recebeu pequenas alterações de estilo e acabamento, mas na essência não mudou muito. Atmosfera a bordo ficou melhor. Mecanicamente tudo igual, inclusive câmbio automático que, como em todo CVT, fica só um pouco menos “estranho” na posição S. Faróis de LED estão na versão superior, mas pelo preço deveria oferecer controle de estabilidade (ESC).

CAIXA de registro de dados está incluída nos Tesla elétricos semiautônomos, mas são acessíveis apenas com colaboração do fabricante do carro. Autoridades de segurança de trânsito dos EUA não gostaram dessa “blindagem”, no curso de inquérito sobre acidente fatal com um Tesla X, na Califórnia. Ao contrário dos aviões, onde essas caixas permitem livre acesso aos investigadores.

RESSALVA: Sistema híbrido do Lexus LS500h com motor convencional a combustão e mais dois elétricos utiliza tração puramente traseira. O par de motores elétricos ajuda no aumento de desempenho e redução de consumo de combustível, mas não se trata de tração 4x4 como em concorrentes Audi A8 e Mercedes-Benz Classe S.

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Saíram os primeiros classificados da 28ª Gincana do Caminhoneiro. O 1º e o 2º de Montes Claros e o 3º de Aráicária. A próxima etapa será de 18 a 20 de Maio no POsto São Gonçalo, em Feira de Santana. O vencedor levará para casa um caminhão Iveco Tector 0 km



Entre 27 e 29 de abril, Montes Claros, no norte mineiro, foi palco da primeira etapa classificatória da 28ª GINCANA DO CAMINHONEIRO, que conta com promoção da Revista Caminhoneiro, patrocínio da IVECO (marca da CNH Industrial) e apoio da IVECO Peças, FPT Industrial e do Banco CNH Industrial, e da Deva (MG), concessionária da montadora.

O cenário da disputa foi o Posto D’Angelis, às margens do km 516,5 da BR-251, onde, durante três dias, 536 caminhoneiros de todo o País se inscreveram para mostrar habilidade na manobra e, posteriormente, percorrer o trajeto pré-determinado, zigue-zagueando entre os cones e sem derrubar nenhum deles.

As performances foram avaliadas por uma dupla de cronometristas, revelando os classificados da etapa.

São eles:


1º - Emerson Leandro Ferraz Rosa, da cidade de Montes Claros/MG, com o tempo de 24 segundos e 117 milésimos;


2º - Atlove Charles Santos, de Montes Claros/MG, com o tempo de 24 segundos e 200 milésimos;


3º - Célio Soczek, de Araucária/PR, com o tempo de 24 segundos e 315 milésimos.

Vale explicar que a Gincana é dividida em seis etapas classificatórias, realizadas de Abril a Outubro deste ano. Em cada uma das seis etapas, classificam-se os caminhoneiros que obtiverem os três melhores tempos. 
Na grande final, os 18 caminhoneiros classificados ao longo do ano, disputam um caminhão Iveco da linha Tector,

A próxima etapa da 28ª Gincana do Caminhoneiro será realizada de 18 a 20 de maio, no Posto São Gonçalo, na BR 324 km 532, em Feira de Santana/BA.

O Salão de Pequim é um evento-chave para a Citroën, já que a China é o segundo mercado mundial da marca. No 1º trimestre de 2018, a Citroën registrou um crescimento de 41%, notadamente impulsionada pelo sucesso do SUV C5 AIRCROSS, que totaliza mais de 35.000 pedidos desde seu lançamento em setembro passado.


Em seu estande, a Dongfeng Citroën dá continuidade à sua ofensiva ao apresentar, em estreia mundial, o SUV compacto C4 AIRCROSS. Versão chinesa do C3 AIRCROSS lançado na Europa em outubro passado, o C4 AIRCROSS será produzido localmente em Wuhan e comercializado no segundo semestre. 

Posicionado entre os SUVs C3-XR e C5 AIRCROSS, ele representa na China a nova expressão Citroën em termos de design e de conforto que faz o sucesso do C3 AIRCROSS na Europa (quase 70.000 vendas), enquanto se adapta às expectativas da clientela chinesa, com um comprimento 12 cm maior, em benefício do espaço traseiro.


O Salão internacional de Pequim abriu suas portas para o público até o dia 4 de maio como um evento-chave para a Citroën, que tem a China como o segundo maior mercado no mundo (depois da França, apenas). 

No primeiro trimestre, a marca confirmou seu desempenho com 34.000 vendas, um crescimento de 41% em relação ao mesmo período de 2017. Assim, a China passa a representar 57% das vendas da Citroën fora da Europa, contra 46% registrados no mesmo período de 2017.


O retorno à ofensiva na China é impulsionado pelo sucesso do SUV C5 AIRCROSS, que já totaliza mais de 35.000 pedidos desde seu lançamento local em setembro passado. 

A Dongfeng Citroën pretende capitalizar essa dinâmica comercial, apresentando uma estreia mundial em seu estande, o segundo produto da ofensiva SUV da marca: o C4 AIRCROSS. 


Este novo SUV compacto é a versão chinesa do C3 AIRCROSS lançado na Europa em outubro passado e que já soma quase 70.000 unidades vendidas. Fabricado localmente em Wuhan, o C4 AIRCROSS será comercializado na China no segundo semestre, onde se posicionará entre os SUV C3-XR e C5 AIRCROSS já comercializados pela Dongfeng Citroën.

O Citroën C4 AIRCROSS retoma as principais qualidades do C3 AIRCROSS: atitude única, design personalizável e abordagem ao conforto global e homogêneo por sua concepção e suas tecnologias, em linha com o programa Citroën Advanced Comfort. Ao mesmo tempo, de acordo com a “Core Model Strategy” do Grupe PSA, o C4 AIRCROSS é objeto de adaptações para atender às necessidades dos clientes chineses.


O C4 AIRCROSS capitaliza assim nos atributos do C3 AIRCROSS e afirma seu caráter através de um comprimento 12 cm superior, em benefício da habitabilidade traseira.

Uma das principais especificidades do C4 AIRCROSS reside nas suas dimensões: 4.270 mm de comprimento (contra 4.150 mm na Europa), beneficiando o balanço traseiro e a distância entre-eixos, que atinge 2.650 mm (contra 2.600 mm na Europa).


Resultado: maior habitabilidade traseira, notadamente em termos de espaço para as pernas, com o melhor índice da categoria (178 mm), critério importante de compra neste mercado. Além disso, os passageiros se beneficiam de um teto panorâmico de maiores dimensões.

Uma oferta de personalização específica para a China, com a integração do Airbump®


A versão alongada específica da carroceria do C4 AIRCROSS exigiu o retrabalho do equilíbrio das linhas e permitiu a integração do Airbump® na parte inferior das portas. 

Uma evolução em termos de estilo que dinamiza a silhueta e reforça seu caráter SUV. Ao mesmo tempo, o C4 AIRCROSS propõe várias combinações de personalização à clientela chinesa, graças à introdução de um teto de duas cores e de Packs Color, integrando notadamente os frisos dos Airbump®. 

O C4 AIRCROSS se destaca também da versão europeia por causa de uma frente ligeiramente diferente, com a placa do carro sendo posicionada em uma posição mais baixa. Atrás, elementos exclusivos conferem-lhe uma aparência esportiva e poderosa.


Uma maior conectividade
Além de reconduzir as tecnologias de ajuda à direção da versão europeia, o C4 AIRCROSS é o primeiro veículo da joint venture DPCA a contar com o sistema AliOs desenvolvido pela Banma Technologies, uma nova co-empresa entre Alibaba Group, nº 1 do e-comércio na China e SAIC Motor Corporation Limited. 

Este sistema permite que o motorista disponha de serviços ultrapersonalizados por meio de uma ampla tela tátil de 9 polegadas. 


Considerado como um “carro da internet”, o Citroën C4 AIRCROSS tem Wi-Fi a bordo e inova com novas funcionalidades para ganhar em conforto e em facilidade na vida cotidiana. 

Ele oferece a atualização Over The Air do sistema de infoentretenimento, o comando de voz natural, a música e a navegação online, o pagamento online dos estacionamentos e dos postos de abastecimento, a sugestão de lugares a serem visitados ou de restaurantes (de acordo com os hábitos do motorista) ou, ainda, a sincronização de seus encontros na navegação conectada de acordo com a agenda dele.


Assim, com sua dupla C3 AIRCROSS e C4 AIRCROSS, a Citroën propõe uma oferta internacional no segmento B-SUV, ao mesmo tempo distintiva, competitiva e adaptada a cada um dos mercados.

Mais informações sobre o salão internacional de Pequim 2018 no site oficial.


domingo, 29 de abril de 2018

A segurança no trânsito no Brasil é algo muito complicado e apresenta números assustadores com quatro crianças mortas por dia vítimas do trânsito, mais de 6,9 mil pedestres morrem em um ano, mais de 12 mil motociclistas sofrem acidentes todo ano, a cada minuto uma vítima fica sequelada no trânsito, 1,3 mil ciclistas morrem todo ano e 105 pessoas por dia se tornam vítimas fatais



COLUNA 
MECÂNICA ONLINE®


30 | ABRIL | 2018


O trânsito somos todos nós


A coluna Mecânica Online abre espaço para um assunto sempre atual: a segurança no trânsito. Não há como falarmos de carros, mecânica, tecnologia, inovação, se não falarmos dos personagens mais importante nesse cenário: as pessoas.

Os números são assustadores  com quatro crianças mortas por dia vítimas do trânsito, mais de 6,9 mil pedestres morrem em um ano, mais de 12 mil motociclistas sofrem acidentes todo ano, a cada minuto uma vítima fica sequelada no trânsito, 1,3 mil ciclistas morrem todo ano e 105 pessoas por dia se tornam vítimas fatais no Brasil.

É preciso que toda a sociedade participe de um novo momento, de uma luta por educação, por um trânsito que valorize mais as pessoas. É por isso que surge todo mês de maio, desde 2014, o Movimento Maio Amarelo que tem proposta única: chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo.

A intenção é colocar em pauta o tema segurança viária e mobilizar toda a sociedade, envolvendo os mais diversos segmentos: órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações e sociedade civil organizada para, fugindo das falácias cotidianas e costumeiras, efetivamente discutir o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento, abordando toda a amplitude que a questão do trânsito exige, nas mais diferentes esferas.


Crianças
Os acidentes que mais matam crianças no país são queda, afogamento, sufocação, queimadura, envenenamento e trânsito. De todos, o trânsito é o maior ofensor.

De acordo com dados da ONG Criança Segura, entre 2014 e 2015, houve uma diminuição desses casos e os óbitos passaram de 1.654 para 1.389 - o que representa uma redução de 16%.  No entanto, apesar desta redução, os sinistros em ruas, estradas e rodovias ainda são o tipo de acidente que mais provoca mortes acidentais de crianças até 14 anos no Brasil.

As estatísticas, altas e assustadoras, podem ser revertidas com mais consciência, respeito às leis de trânsito e educação.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) já alertou sobre os cinco principais fatores que causam acidentes de trânsito: excesso de velocidade, associação de bebida alcoólica e direção, a falta de uso de capacete, cinto de segurança e equipamento de retenção de crianças.

A opinião de Renato Campes Trini, gerente técnico da Organização Nacional de Segurança Viária (ONSV), corrobora com isso. Ele afirma que o transporte de crianças de forma negligente é a principal causa dos acidentes com esse público.

Apesar da resolução Nº 277 do Conselho Nacional de Trânsito (COTRAN), conhecida como Lei da Cadeirinha, publicada em maio de 2008, os pais e responsáveis muitas vezes não respeitam as condições mínimas de segurança para o transporte de passageiros com idade inferior a dez anos.

“Os pais precisam tomar atitudes preventivas, usar os equipamentos de segurança e contribuir para salvar vidas. Quando saímos nas ruas, é fácil flagrar crianças soltas no carro e até com a cabeça para fora dos veículos”, diz Trini.


Campanha
A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Anfavea, tem como um de seus pilares a preocupação constante com a segurança no trânsito.

Para esse ano a Anfavea apresenta sua nova campanha de segurança. Em parceria com o Observatório Nacional de Segurança Viária e utilizando o tema “Nós somos o trânsito”, conforme Resolução Nº 722/2018 do CONTRAN. O objetivo é um só: conscientizar a sociedade para reduzir o número de acidentes de trânsito no Brasil.

De que o trânsito é feito? De pessoas. Essa é a mensagem que a campanha traz ao público. Por meio de placas de trânsito, as peças mostram que os símbolos ali expostos estão sempre relacionados com pessoas. Mostra ainda que quem é responsável pela redução dos acidentes somos nós, os cidadãos. Nós somos o trânsito.

Para o presidente da Anfavea, Antonio Megale, é essencial conscientizar toda população da importância de nossas atitudes quando estamos ao volante: “Muitas vezes não nos damos conta de que nós somos os condutores da vida no trânsito. Não percebemos como nossas ações podem ser cruciais para que um acidente não ocorra. A campanha tem este objetivo. Temos que deixar claro que enquanto não repensarmos nosso papel como motoristas, estas imprudências e sequelas não diminuirão”.

Segundo dados do Departamento de Informática do SUS, Datasus, mais de 38 mil pessoas são vítimas fatais do trânsito todo ano no Brasil.

O diretor-presidente do Observatório, José Aurélio Ramalho, lembra que cada um pode fazer sua parte para um trânsito mais seguro: “Uma pessoa morre a cada 12 minutos em acidentes de trânsito no Brasil. Essa é uma triste estatística que precisamos mudar. São muitas vidas perdidas e afetadas por um acidente de trânsito. Isso sem contar os milhares de sequelados que impactam negativamente, não somente a sua vida pessoal, mas a de familiares e amigos. São muitos aspectos negativos para quem se envolve num acidente. Se cada um fizer a sua parte por um trânsito mais seguro, poderemos reverter esse triste quadro”.

Agora é a minha vez, a sua vez. Vamos buscar um trânsito mais seguro para todos nós. Quando viajamos e chegamos em lugares onde as pessoas são respeitadas achamos tão bonito. Vamos colocar essa prática em nosso dia-a-dia. Precisamos valorizar as pessoas, pois o trânsito, somos todos nós.

Conheça o Movimento Maio Amarelo: www.maioamarelo.com
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Tarcisio Dias é profissional e técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânico com habilitação em Mecatrônica e Radialista, desenvolve o site Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) que apresenta o único centro de treinamento online sobre mecânica na internet (www.cursosmecanicaonline.com.br), uma oportunidade para entender como as novas tecnologias são úteis para os automóveis cada vez mais eficientes.
Coluna Mecânica Online® - Aborda aspectos de manutenção, tecnologias e inovações mecânicas nos transportes em geral. Menção honrosa na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade. Distribuída gratuitamente todos os dias 10, 20 e 30 do mês.
http://mecanicaonline.com.br/wordpress/category/colunistas/tarcisio_dias/

A pequena cidade de Rio Espera recebeu a grande festa da nação trilheira de Minas Gerais com quase 1.500 motos inscritas para o encontro off-road de que participaram triciclos, jipes, gaiolas




A simpática e hospitaleira Rio Espera situada na Zona da Mineira que teve como morador ilustre  o mestre Aleijadinho ficou agitada neste final de semana (20 a 22.04). A Praça da Matriz da Piedade foi o ponto de encontro onde a festa rolou solta com shows todos os dias.


Uma animada galera de todas as partes do estado e também do Rio de Janeiro vieram para participar do Encontro Off Road e VIIIº Trilhão de Rio Espera organizado pela Equipe de Trilha Elite. 


No sábado foi o dia dos jipeiros, gaiolas e quadriciclos encararem as trilhas da região. Os atoleiros fizeram a alegria da moçada.  


Enquanto uns ajudavam o grupo outros preparavam o churrasco em plena trilha. A alegria e a confraternização rolaram soltas!


Já no domingo o ronco dos motores de 1.453 motos ecoou pelas montanhas de Minas.


Adrenalina, raça e superação além de belas paisagens foram os ingredientes para o sucesso. Destaque para as diversas passagens íngremes entre as cavas e os subidões onde foi colocada à prova toda a perícia dos participantes.


O evento foi elogiado por todos, que destacaram a organização tanto na parte de secretaria como a elaboração do percurso.


No final da tarde os participantes se reuniram na Praça da Matriz para a festa de confraternização, show de encerramento e sorteio de brindes entre eles uma moto Honda CRF 230 0KM. O ganhador foi Geraldo Domingos dos Santos de Rio Espera.


Marcelo Miranda, idealizador e organizador do evento destaca: Em nome de toda Equipe Elite de Rio Espera agradeço a todos que marcaram presença no 8° Trilhão de Rio Espera Mais uma vez batemos nosso recorde de pilotos, muitas atrações abrilhantaram nossas noites e  as trilhas foram memoráveis, sorteamos dentre mais de 100 brindes uma CRF 230 0KM tivemos 60 participantes entre jipes, gaiolas e quadriciclos e 1.453 motos. Mais uma vez obrigado a todos.


Ano que vem estaremos de volta. Rio Espera aguarda vocês de braços abertos!




Texto e fotos: Angelo Savastano/Savastano Photo Sport




sábado, 28 de abril de 2018

A Fiat Chrysler convoca os donos das pícapes RAM 2500 para uma análise e atualização de software, bem como a inspeção e, se necessária, a substituição do conjunto da trava da alavanca de câmbio do veículo



A FCA – Fiat Chrysler Automóveis Brasil Ltda., dando continuidade à campanha de chamamento iniciada em 23 de fevereiro de 2018, convoca os proprietários dos veículos Ram 2500, ano/modelo 2016 para, a partir de 27 de abril de 2018, agendarem, gratuitamente o atendimento em uma das concessionárias da rede Ram. 
A ação tem o objetivo providenciar a análise e atualização de software, bem como a inspeção e, se necessária, a substituição do conjunto da trava da alavanca de câmbio do veículo.

Como informado anteriormente, a eventual falha da alavanca da transmissão automática aumenta a possibilidade de deslocamento inesperado do veículo, podendo, em casos extremos, resultar em colisão, com eventuais danos físicos e materiais ao motorista, passageiros e terceiros.

Estão envolvidas nesta campanha 605 unidades da Ram 2500, com os números de chassis (não sequenciais, últimos seis dígitos) de 135076 a 390284. O tempo estimado para o atendimento é de aproximadamente uma hora.

Para consultar os números de chassis envolvidos e/ou obter mais informações, acesse www.ram.com.br ou contate a Central de Serviços ao Cliente Ram (0800 730 7060).

Com esta iniciativa, a FCA visa a assegurar a satisfação dos seus
 clientes, garantindo a qualidade, a segurança e a confiabilidade dos veículos da marca Ram.

Lançado no Salão do Automóvel da Pequim, que foi inaugurado, ontem, na China, o novo SUV da JAC Motors T80 de sete lugares e o maior da categoria começará a ser vendido no Brasil, em Novembro. Entretanto, outro SUV, o T50 chegará ao País nos próximos meses



Lançar um SUV de porte grande no mercado brasileiro que ofereça as medidas mais generosas da categoria e defina um novo patamar de referência tecnológica neste disputado segmento foram as premissas que nortearam a decisão de importação do JAC T80 para o Brasil. 


A confirmação veio hoje, por intermédio do presidente do Grupo SHC e da JAC Motors Brasil, Sergio Habib, durante entrevista coletiva no Auto China 2018, o Salão do Automóvel de Pequim, na China.

Chamado de S7 no mercado chinês, onde foi lançado em 2017, o modelo tem como compromisso acomodar confortavelmente sete ocupantes, o que, como se sabe, é uma tarefa difícil para SUV´s. 


Com uma carroceria de 4,79 metros de comprimento por 1,90 m de largura, e entre-eixos de 2,75 m, o T80 cumprirá essa missão. Ele será o maior e mais espaçoso SUV de sua classe.

Na esteira do JAC T40, que criou um novo capítulo na produção de utilitários-esportivos da marca chinesa, o T80 será equipado com motor 2.0 16V turboalimentado, capaz de gerar algo ao redor de 200 cv e mais de 30 kgfm de torque. 


“Estamos refazendo todo o mapa desse propulsor para adaptá-lo à gasolina brasileira”, explica Habib. O câmbio será automático de 6 velocidades com dupla embreagem.

“Estamos propondo uma agenda intensa de lançamentos de SUV´s da JAC Motors no Brasil. Além do T40 CVT, que chegou há poucos dias no mercado, vamos apresentar o T50, de porte maior, nos próximos meses. Depois dele será a vez do T80, que chegará em Novembro”, comenta Habib.

“Vamos dobrar as vendas em 2018”
O JAC T40 continua sendo o astro principal nessa retomada de vendas da marca no País. Está nas primeiras posições na lista dos importados mais vendidos do País, com 718 unidades emplacadas entre janeiro e março deste ano. 


Com a chegada do T40 CVT, a JAC Motors deverá elevar-se ao patamar de 700/800 unidades vendidas por mês. “Nossa meta é duplicar as vendas neste ano, atingindo 8 mil unidades”.

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Toyota traz finalmente para o Brasil o Yaris. Entre o Corolla e o Etios chega para brigar na área do Argos/Cronos, VW polo/Virtus e ainda do GM Onix e Hyundai HB20.


De Carro Por Aí - Roberto Nasser 




Coluna nº 1.718 - 27 de Abril de 2018 
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Yaris, entre Etios e Corolla (Divulgação)


Junho, o Toyota Yaris

Início de junho, apresentação e início das vendas do Yaris, novo produto Toyota, posicionado em tamanho e preço entre o Etios e o Corolla. 

Na prática, é concorrente com o também nipônico Honda Fit e seu sedã City – e disputará mercado com Fiat Argo/Cronos, VW Polo/Virtus, além dos GM Ônix e Hyundai HB 20, líderes mirados, porém precocemente envelhecidos. 

O foco e a expansão neste segmento expõem a verdade: Nosso mercado é formado por compradores de baixa renda automobilística.

A Toyota Brasil colocou fotos de partes na Internet – coisa sutil, veja em https://www.toyota.com.br -, mas o conjunto forma o Yaris feito na Tailândia, recém reformulado. 

Não haverá mudanças caracterizando o produto nacional.
Mecânica prevista, motor fabricado na nova fábrica em Porto Feliz, SP, onde produz versões 1,3 e 1,5 litros aplicados ao Etios, porém assinalando evolução: cilindrada expandida a 1,6 litro, potência projetada em 128 cv.

Relativamente ao conjunto moto propulsor do Etios, mudança nas transmissões: mecânica com seis velocidades, e automática evoluída: sai a de restritas quatro velocidade e, em seu lugar, nova caixa CVT – de polias variáveis, nova queridinha da indústria.

Tese da separação de carrocerias para lançamento foi rejeitada: apresentação será de hatch e sedã. Preço? Médios R$ 75 mil – na prática, versões de entrada, com motor menor e transmissão mecânica a R$ 65 mil e versão de topo arranhando R$ 85 mil.


Focus Active. Possível substituto de Ka, Fiesta e Focus (Divulgação)


Sem sedãs, mas com SUVs, CUVs, elétricos. 
A nova Ford (e como fica no Brasil ?)
Na grande briga por sobrevivência, matriz Ford cortou custos, operações, aumentou lucros em 7% no primeiro trimestre, e reduziu substancialmente sua dívida antes do prazo previsto. 

Chama a ação de Programa Fitness. Jim Hackett, presidente, sem experiência no ramo, aclamado pelos bancos e acionistas, e mostrou os planos para o futuro, habilitando-se a aplicá-los.

Muda
A pregação de Hackett embute promessas amplas, muito amplas, até as operações deficitárias na América Latina. Avisa tomar ações apropriadas para conduzir crescimento lucrativo e maximizar o retorno dos investimentos em longo prazo, para melhorar os pontos onde os negócios tem baixa performance. E comunica, se o retorno não surgir no horizonte, empresa mudará a mercados lucrativos.

Os pontos
Focar em produtos e segmentos vencedores, significando dizer, no mercado dos EUA, cortar carros baratos e seus lucros curtos. 

Daí 90% dos produtos serão bem rentáveis: o líder picape 
F 150, utilitários e veículos comerciais, sem investir no mercado de sedãs, de demanda declinante. 

Nos anos seguintes, o portfólio de automóveis focará apenas no Mustang e num chegante Focus Active, crossover/CUV a ser lançado próximo ano. Na prática significa acabar com os produtos à venda no país de base – Fiesta, Fusion, C-Max e Taurus;

Terá compromisso com novos caminhos de propulsão e mobilidade, agregando tecnologia híbrida em produtos de altos lucros, como o picape F 150, Mustang, Explorer, Escape e o esperado próximo lançamento de nicho, o Bronco;

Em 2022 terá 16 veículos exclusivamente elétricos;
Articular plataformas de mobilidade, e do negócio de carros autônomos.

Aqui
No caso sul americano – entenda-se Argentina, Brasil e a cômico-periclitante Venezuela -, os resultados mundiais da atuação da companhia no primeiro trimestre exibem redução no prejuízo relativamente ao exercício passado: US$ 149M – uns R$ 5M/dia – dos quais o Brasil, operação maior, tem buraco proporcional. 

A operação sul américa, antiga, 103 anos na Argentina e 102 no Brasil, dá na prática os sinais acadêmicos do Basta: há cinco anos tem prejuízo.

Os sinais e a decisão da matriz em cortar o problema foram expostos pela Coluna 0818, 23.fev, e aparentemente se adensaram com a recente assinatura, entre a fabricante e o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, de pacto de garantia de empregos na grande e pioneira fábrica em São Bernardo do Campo, SP. 

O prazo sinaliza o não-investimento em novos produtos e o possível fechamento da unidade, resumindo a operação de fazer automóveis apenas em Camaçari, BA. 

Aí teria apenas um modelo, o Focus Active – seu motor tri cilíndrico, 1,5 litro, aspirado, iniciou ser produzido em Taubaté, SP, para abastecer mercado interno e externo. 

Investimento exibe planejamento para construir motores e transmissões mecânicas no Brasil, para uso doméstico e exportações. Consequências industriais do não-investimento será a falta de novos produtos; o fim da produção de caminhões; redução no rol dos produtos importados, sem renovação para o Focus na Argentina e o fim do Fusion, no México.

Consultada, a Ford Brasil resume informações gabaritando-as apenas para o mercado norte-americano – EUA, Canadá, México. Mas o discurso de Jim Hackett foi mundialmente claro: sanar dificuldades, observar os lucros. Caso contrário, adeus.

Em resumo, ao comemorar 117 anos a empresa quer fugir do risco de naufrágio e renascer.

Roda-a-Roda

Cheguei – Para marcar mudança de motores – sai o Ford 2,0 Ecoboost e entra o Ingenium, projeto próprio, também 2 litros e iniciais 300 cv – Jaguar fez duas edições especiais do sedã XE, sua entrada na morfologia.

Jaguar – São o 300 Sport e seu desenvolvimento Landmark Edition. Pontos comuns, tela de 25 cm, Zero a Cem km/h em 5,7s. Versão Landmark para choques diferente, amortecedores com maior pressão e rodas em liga leve, 18”.

Depois - Não se sabe quantas unidades serão importadas ou a duração das séries, tipo First Edition. Mas, acabando, o XE continuará com o novo motor Ingenium.

Característica – Mercados diferem entre si pela adequabilidade dos produtos e características dos clientes. Na China, maior do mundo, a exigência é espaço interno. Praticamente, desde o tempo de produzir o nosso Santana esticado 12 cm entre eixos, para atender compradores, há que esticar veículos.

Caminho – Audi mostra isto no Salão de Pequim, ora em realização. Fez o primeiro SUV Limo, esticando a plataforma de um utilitário esportivo Q5.

JAC T80 – Re designado como T80 o SAV grande S7, importador JAC no Brasil tra-lo-á ao País. Sérgio Habib, titular do negócio, quer formar a maior linha de utilitários esportivos no país e dobrar vendas a 8.000 unidades.

Como é – 7 lugares em 4,8 m de comprimento, maior no segmento; câmbio automático com dupla embreagem, motor pequeno: 4 cilindros, 2 litros, turbo alimentado, circa 200 cv e mais de 300 m.kgf de torque.

Trava – GM Argentina suspendeu produzir Cruze hatch e sedã, tipo freada para arrumação. Voltará operar aos 7 de maio. Trava para vender estoque. No outro lado do mundo, na Coréia, empresa atravessa problemas e prejuízos.

Método – No tocar a produção, apesar de o produto ter origem coreana, prevalecem os métodos de administração norte-americana.  Japoneses nunca teriam tal problema, pois não formam estoques, nem fazem liquidação ou grandes descontos desvalorizando o produto. Sua fabricação atende aos quantitativos de pré venda e encomenda dos revendedores.

Dúvida – GM fez grande promoção de vendas para limpar os pátios, mas ainda assim restou estoque grande, exigindo fechar a boca do forno, pois os balcões estão atulhados.

Mercado – Seat, a marca espanhola da Volkswagen, interessada em ampliar negócios – e se justificar ante maus resultados -, declarou ano passado interesse em retornar à América do Sul.

Volta  - Esteve no Brasil ao início das importações, e depois foi-se, idem na Argentina, com montagem parcial. No entusiasmo considerou produzir no Mercosul, nas instalações industriais da associada Volkswagen – com motores brasileiros, por exemplo.

Método – Para abordar o Mercosul, iniciou pelo pequeno mercado uruguaio, mas por abordagem ofensiva: mandou veículos de estoque, fora de produção, no caso os Ibiza geração 4, acompanhados de Toledo – lançado em 2012 -, e León, atualizado em 2016. O abaixo do Equador continua colônia.

Sulamericanismo – No Uruguai a obrigatoriedade de veículos conter ancoragem ISO para cadeiras de crianças, vigindo a partir deste mês, foi adiada para 2019. Medida havia sido acordada dentro das regras do Mercosul, mas questões paralelas e não-técnicas decidiram pela postergação.

Porque? – Mercado limitado, conta com unidades de estoque remanescente, querendo aproveitar a não obrigatoriedade até o último momento. Daí, por pressão dos importadores e distribuidores, o governo uruguaio postergou a vigência – protegeu comerciantes, desprotegeu os pequenos passageiros.

Leque – Iniciando retomada de negócios, preparando-se para novos concorrentes em sua faixa de atuação – Nissan, Renault e Mercedes -, Mitsubishi atualizou seu picape, criou novas versões, particularizou com equipamentos e acessórios.

O que – Empresa padronizou o produto, com exclusivo motor de quatro cilindros em alumínio, diesel, 2,4 litros, 190 cv e 43,9 m/kgf de torque, tração nas 4 rodas. Opção, transmissão automática ou manual. A todas chama Sport, e tipos são GL, GLX, GLS, HPE, HPE-S. Preços vão de R$ 121.000 a R$ 175.000.


Mit L200 Triton. Trato externo, padronização mecânica


Tendência – Marron e Bronze, cores terrosas, serão de aparente demanda no mercado. Ford aposta nisto, aplicando um certo Marron Trancoso Metálico à versão Storm do EcoSport e a protótipo do Ka FreeStyle, dito CUV da marca.

Olhar – Adília Afonso, olhar supervisor de Design da empresa na América do Sul, ex especialista em interiores, justifica mescla de associações dos tons à natureza, seriedade, maturidade, segurança e prosperidade material. E mandou o fornecedor aplicar punhado extra de partículas de pérolas para iluminar.


Eco. À plebe, marron metálico. A especialistas, mescla com pérolas.


Expansão – Jaguar Land Rover transformou filial brasileira em matriz para ações na América Latina. A partir de S Paulo coordena mercados do México e toda a América do Sul. Á frente, Frédéric Droin, presidente da operação Brasil.

Festa – Ford comemorou 50 anos da produção do primeiro motor na fábrica de Quiririm, Taubaté, SP, inaugurando fabricação do novo 1,5 Ti-VCT, tri cilíndrico, 130/137 cv, gasálcool/álcool, e nova transmissão manual.

Passado – Tal fábrica foi aquisição da Willys-Overland no caminho de tornar-se a maior à implantação da indústria automobilística no Brasil. Deu-lhe meios de produzir o primeiro motor a gasolina. Ford deveria preservar o pioneirismo, abandonado ao lado das construções hoje operacionais.

Pelo Ar – Renault e a gigante tecnológica SAP fizeram acordo: analisar característica dos compradores e a eles oferecer carros da marca e formas comerciais. É o K Commerce. A informática e a Internet mudaram a vida - e mudarão as relações com os revendedores.

Relevo – Mercedes inaugurará próximos dias pista de testes para caminhões. Fica em parte da fazenda adquirida para implantar a fábrica de automóveis em Iracemápolis, SP. Anda na contra-mão. Ford e GM, pioneiras com este importante equipamento e seus laboratórios, muito reduziram seu uso.

Cuidado – Luciano – Xirú Doido – Braga, atingiu 1,5 milhão de quilômetros rodados em seu caminhão VW 24.250 com motor Cummins diesel. 

Segredo, cuidado de dono para o uso; trabalhar na faixa de rotações definida pelo fabricante; manutenção em oficina autorizada; troca de óleo na quilometragem correta. E sorte. Crê, atingirá 2M de quilômetros. Merece ganhar motor novo.


Luciano e o Amarelão


Gente – Claudio Demaria, engenheiro, espécie de bruxo-mór na Fiat, transferência. 

OOOO Itália, para formular nova geração de produtos para Europa, Oriente Médio e África. 

OOOO Dentre outras façanhas acertou usada plataforma para ser base para sucesso e lucro de Jeeps Renegade e Compass, Fiats Toro e 500C. Merece uma estátua. 

OOOO Márcio Henrique Tonani, também engenheiro, assume o posto. Desafio. 

OOOO Antoine Gaston-Breton, francês, aumento de responsabilidades.

OOOO Antes geria marketing da Peugeot, incorporou DS e Citroën

OOOO Nesta substitui o português Nuno Coutinho, de volta à Europa. 

OOOO Wilson Bricio, Presidente do Grupo ZF para América do Sul e CEO da ZF do Brasil. Acumulação. 

OOOO Gabriel El-Bredy, ex jornalista, carreira. 

OOOO Deixou relacionamento com a imprensa na Jaguar Land Rover, tornado interface com importadores e distribuidores da marca na América Latina. 

OOOO Alberto César Otazú, jovem kartista, recorde. 

OOOO 60a vitória em dois anos e dois meses de carreira, 10 neste ano. OOOO


Fiat Cronos, compacto bem formulado.


Cronos, a Fiat no bom caminho
Para aproveitar a expansão do segmento de sedãs compactos, Fiat concentrou no Cronos as maiores demandas dos clientes: aparência, funcionalidade, conforto a passageiros, porta malas grande, conectividade, mimos tecnológicos, opções em versões, preço.

Bem formulado esteticamente, com a maestria de Peter Fassbender, seu designer-chefe, 28 anos de Fiat e 16 de Fiat Brasil, o Cronos inaugura um caminho de estilo, envelhecendo os concorrentes e bem sucedendo os carros da marca. 

Mais que novo sedã, espelha e traduz a revolução tecnológica e de qualidade imposta à Fiat por sua gestão anterior. 

Hoje, os métodos de construção, montagem, finalização estão mais próximos da Alemanha que da Itália, e isto é perceptível desde o som da batida do fechamento das portas. Cronos e seu parceiro Argos demonstram o grande ganho de qualidade.

Design sugerindo esportividade, harmónico entre frente, laterais e traseira, detalhes como o medidor de pressão de pneus em todas as versões, opções de motores 1.3 e 1.8 litros, câmbio manual, automatizado ou automático permitem amplo leque de configurações e preços. O Fiat Cronos sedimenta o caminho iniciado de ganho de qualidade e individualidade aberto pelo Argos.
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