quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Groupe PSA inicia testes de condução autônoma na China



O Groupe PSA - Peugeout/Citroën - recebeu autorizações para realizar testes de condução autônoma em estradas abertas na China (Chongqing). 

Foi o primeiro fabricante de automóveis francês a testar o carro autônomo em estradas abertas na França, desde julho de 2015, e o primeiro a obter as autorizações para realizar testes em modo autônomo com condutores “não especialistas” em março de 2017.

Iniciativa inédita para uma montadora francesa na China. Isto comprova a liderança do Groupe PSA no desenvolvimento de veículos autônomos e conectados e reforça o compromisso do Grupo com o mercado chinês.

Graças à sua experiência em  carros autônomos na Europa, o Groupe PSA consegue adaptar-se ao contexto local para atender às necessidades dos clientes chineses. 

O desafio consiste em integrar a sua tecnologia ao ecossistema chinês levando em conta as diferenças ligadas ao ambiente, às infraestruturas, aos sistemas de geolocalização e ao comportamento dos usuários.


Carla Gohin, vice-presidente de Inovação do Groupe PSAdeclarou: “A obtenção da autorização para testar a condução autônoma em estradas abertas na China é um marco importante para o Groupe PSA, considerando que a China é o maior mercado automotivo do mundo e vive um momento de grande desenvolvimento da tecnologia de condução autônoma. É um acontecimento decisivo para nosso programa AVA - “Autonomous Vehicle for All”, que visa disponibilizar veículos autônomos seguros e intuitivos para todos os clientes. Também é um novo ponto de início, a partir do qual nossos clientes chineses continuarão a se beneficiar com nossas tecnologias de ponta”

Fernando Calmon e os vencedores e os vencidos no panorama automotivo brasileiro. Quem vendeu mais, quem vendeu menos



Fernando Calmon

Nº 1.030 — 31/1/19



VENCEDORES E VENCIDOS


O ano de 2018 foi melhor que o esperado em termos de vendas de automóveis, SUVs, monovolumes e picapes. Mas mostrou poucas surpresas dentro da classificação organizada pela coluna e distribuída por 16 segmentos. As stations ficaram de fora por sua baixa representatividade no mercado, confirmada pelo fim de produção da SpaceFox, na Argentina, no final do ano passado. Mesmo caso dos hatches médios: Cruze, Focus e Golf, entre outros, deixaram de atrair consumidores suficientes para formar estatística relevante.
Hatches subcompactos e sedãs compactos subiram acima da média, bem como os quatro subsegmentos de SUVs. Entretanto, estes se estabilizaram em torno de 20% das vendas totais, o que não deixa de surpreender, embora a tendência seja de avançar nos próximos anos para pelo menos 25% (nos EUA, por exemplo, representam 55% do mercado).
A reviravolta do ano foi preconizada pelo Hyundai Creta ao desbancar da liderança, pela primeira vez, o Honda HR-V. Luta equilibrada, pois os três primeiros se mantiveram no patamar de 14% das preferências. Outro novo campeão, BMW Série 5, reflete a boa aceitação da geração recém-lançada.
Resultado curioso envolveu o Ford Ka. Ele foi o terceiro nos dois segmentos em que concorre, mas somados ultrapassaram a família HB20 de hatch e sedã, subindo para o segundo lugar. Venderam 142.000 e 137.000 unidades, respectivamente, em números redondos. Já a família Onix e Prisma entrou na garagem de 282.000 brasileiros, quase o dobro do segundo colocado.
Base de pesquisa é o Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam). Citados apenas os modelos mais representativos e pela importância do segmento. Compilação de Paulo Garbossa, da consultoria ADK.
Hatch subcompacto: Kwid, 48%; Mobi, 35%; up!, 15%. Kwid avançou pouco.
Hatch compacto: Onix, 26%; HB20, 13%; Ka, 12,6%; Gol, 9,5%; Polo, 8,5%; Argo, 8%; Sandero, 6,5%; Fox, 5%; Etios, 2,4%; Yaris, 2,3%, Uno, 1,8%; Fiesta, 1,7%; March, 1,5%. Mais líder ainda.
Sedã Compacto: Prisma, 19%; Virtus, 11%; Ka, 10%; Voyage, 8,5%; HB20, 8,4%; Cronos, 7,6%; Versa, 7,3%; Logan, 5,8%; Cobalt, 5,6%; Etios, 4,7%; Grand Siena, 4,5%; City, 3,9%; Yaris, 3,6%. Prisma se manteve.
Sedã médio-compacto: Corolla, 45%; Civic, 20%; Cruze, 15%; Sentra, 3,4%; Jetta, 3,3%; Focus, 3,2%; C4 Lounge, 2,5%; Cerato, 1,9%. Liderança folgada.
Sedã médio-grande: Mercedes Classe C, 30%; Fusion, 27%; BMW Séries 3/4, 21%. Em 2019 deve mudar.
Sedã grande: BMW Série 5/6, 38%; Mercedes Classe E/CLS, 30%; Panamera, 19%. BMW volta à ponta.
Sedã de topo: Mercedes Classe S, 56%; BMW Série 7, 20%; Jaguar XJ, 16%. Bem tranquilo, Classe S.
Cupê esportivo: Mustang, 69%; Audi TT, 10%; BMW M2, 7%. Mustang absoluto.
Cupê esporte: 718 Boxster/Cayman, 44%; 911, 35%; Jaguar F-Type, 6%. Porsche domina.
SUV compacto: Creta, 14,8%; HR-V, 14,5%; Kicks, 14,2%. Creta virou o jogo.
SUV médio-compacto: Compass, 51%; ix35/Tucson, 12%; Tiguan, 5%. Domínio total do Compass.
SUV médio-grande: SW4, 44%; Equinox, 17%; Volvo XC-60, 10%. Consolidação do SW4.
SUV grande: Trailblazer, 33%; Mercedes GLC, 9%; Land Rover Discovery, 6%. Trailblazer volta a avançar.
Monovolume: Fit/WR-V, 57%; Spin, 34%; C3 Aircross, 8%. Fit perdeu só um pouco.
Picape pequena: Strada, 48%; Saveiro, 33%; Oroch, 10%. Strada firme, como sempre.
Picape média: Toro, 31%; Hilux, 21%; S10, 17%. Toro reconfirma liderança.

ALTA RODA
RECALL inusitado anunciado pela Volkswagen. Pretende localizar e recomprar 194 veículos que não deveriam ter sido vendidos, entre sete milhões produzidos no Brasil de 2009 a 2018. Estas unidades, sem nenhum defeito relativo à segurança, apresentam especificações diferentes das definitivas, em geral de acabamento. Promete pagar tabela Fipe, se o proprietário concordar.
FONTES na Argentina indicam que Alaskan não entra em produção este ano por lá. Picape média da Renault foi descontinuada no México e ainda permanece sem plano de
negócio no Mercosul. Por outro lado, revitalização de meia geração de Sandero e Logan está prevista para outubro próximo. Dessa vez, hatch e sedã serão lançados juntos, como ano-modelo 2020.
JAC T50 é um SUV de estilo bem resolvido e bastante equipado. Colunas largas e vigia subdimensionada restringem a visibilidade traseira, amenizada em parte pela câmera com visão de 360°. Motor de 1,6 L parece ter menos que os 138 cv declarados, mas parte da lentidão se deve à caixa automática CVT. Espaço interno é muito bom. Porta-malas, na média do segmento, não tem os 600 litros, no padrão VDA.
COOPER STANDARD investe para oferecer no Brasil o Fortrex, novo material plástico para vedações diversas que substitui a borracha com vantagens, inclusive de peso. Mangueiras e tubos para turbocompressor, em sua nova fábrica de São Bento do Sul (SC), confirmam a tendência de mais modelos adotarem turbos para garantir maior potência e menor consumo.
___________________________________________________________________________________
fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2




Tiggo 2 da Chery produzido no Brasil é vendido nas versões Look e ACT com motor 1.5 e 110 cv (gasolina) e 115 cv (etanol) e custa a partir de R$ 55.990



O SUV Tiggo 2 produzido pela Chery tem sido sucesso em vendas principalmente por causa das suas características de destaque, como a altura do solo, que é uma das mais altas no segmento (186 mm), amplo espaço interno, amplo espaço interno, qualidade, conteúdo tecnológico, design e um pacote funcional que vai ao encontro das expectativas dos consumidores brasileiros. 



O SUV é ideal para trafegar em vias urbanas, devido à sua agilidade e flexibilidade, além da suspensão firme e confortável para este tipo de uso, mas se comporta muito bem na estrada, e custa a partir de R$ 59.990.



O Tiggo 2 está disponível com câmbio manual e automático nas versões Look e ACT. Outro bom atributo do modelo é o seu motor Flex de 1.5L, com 4 válvulas por cilindros e comando de válvulas variável, com potência de 115cv com Etanol e 110cv com Gasolina. 



Este propulsor bicombustível conta ainda com sistema de partida a frio elétrico, que elimina a necessidade do reservatório, o veículo possui três anos de garantia para todo o veículo e cinco para motor e câmbio.






quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Na Coluna Mecânica OnLine, Tarcísio Dias mostra alguns motivos pelos quais seu carro pode deixar você na mão




COLUNA 
MECÂNICA ONLINE® 


30 | JANEIRO | 2019 




Seu carro pode deixar você na mão por vários motivos. 
Conheça alguns deles



Quando você faz o seguro do seu veículo é sempre importante observar se existe a disponibilidade de guincho em caso de panes e qual a distância em relação ao endereço do segurado que ele realiza o socorro do seu veículo.

O motivo desse cuidado fica por conta do risco de pane que seu veículo pode apresentar, característica cada vez menor com o avanço da engenharia automotiva e soluções mais confiáveis em tecnologias, para manter a rodagem do veículo por maior tempo.

Mesmo que você siga a risca a manutenção do seu veículo, em conformidade com o manual do fabricante, alguns problemas podem surgir e literalmente deixar você na estrada, ou mesmo em casa, bem na hora de sair.


A sua coluna Mecânica Online® resgata um pouco da sua origem e vai buscar abordar temas mais próximos dos motoristas e suas tecnologias para condução, segurança e eficiência energética.

Problemas no sistema de arrefecimento, pane elétrica, sistema de transmissão e deficiência da lubrificação do motor são os relatos mais comuns de situações que podem fazer seu veículo parar “do nada”. Assim como acontece nas vias, a sinalização por luzes como a verde, amarela e vermelha também aparece no painel do veículo.

Quando uma luz indicadora na cor amarela surgir, atenção, seu veículo ainda pode ser conduzido, mas é necessário que tão logo seja levado para verificar a ocorrência de problemas. Algum sensor ou mesmo atuador tem problema e precisa ser examinado.

Quando surgir a indicação vermelha, assim como nos semáforos, pare. É indicação de um problema grave e continuar a rodar com seu veículo pode gerar problemas ainda maiores e até mesmo, colocar sua segurança em risco, então, nem pense duas vezes, pare. 



Você está dirigindo de boa e acende a luz vermelha do sistema de arrefecimento. Pare o veículo o quanto antes. O motor está trabalhando acima da sua temperatura de funcionamento e seu indicador com certeza mostra um valor acima do normal.

Problemas como nível do líquido de arrefecimento muito baixo, presença de água comum no sistema, aditivo fora do padrão estabelecido, válvula termostática sem atuação ou sistema do eletro ventilador são as ocorrências mais comuns.

E quando logo pela manhã você vai ligar seu veículo e nada? A pane elétrica pode ser efeito da falta de carga elétrica na bateria. Mau funcionamento de dispositivos como rádio, alarme, travas e vidros são indícios de problemas elétricos no carro.

Mesmo parado, o carro consome energia da bateria com os equipamentos que ficam em stand by, como a central de injeção eletrônica, o alarme e a parte frontal do rádio.

Veja algumas dicas para seu carro não ficar sem energia:
 - Retire a frente do rádio, quando possível, para evitar o consumo de energia;
 - Evite deixar rádio ou faróis ligados com o carro desligado, pois acelera a descarga da bateria;
 - Se for instalar um som potente, avalie se a peça está de acordo com a capacidade da bateria do carro.
É preciso ter atenção na manutenção da bateria e do alternador, ou mesmo quando há sobrecarga do sistema elétrico.
Se ao acelerar o carro e ele começar a patinar, não sair do lugar ou parar completamente, pode ser que a embreagem esteja desgastada. 

Essas situações podem acontecer devido a:
 - Mau uso, como subir em rampas com o carro frio;
 - Pisar fundo na embreagem ao trocar as marchas;
 - Dirigir sem tirar o pé do pedal. 

A embreagem faz parte do sistema de transmissão. Algumas vezes o problema pode ser apenas no sistema de acionamento da embreagem e não propriamente na peça.

Usar lubrificante errado, andar com baixo nível de óleo ou demorar para trocá-lo, podem fazer o motor parar de funcionar. Esse problema pode ser evitado se a troca de óleo for feita de acordo com o período estipulado pela montadora, informação presente no manual do fabricante do veículo.
Verifique sempre que possível o nível de óleo com auxílio da vareta que tampa o reservatório ou no posto de gasolina ou oficina.
_______________________________________________________

Coluna Mecânica Online® - Aborda aspectos de manutenção, tecnologias e inovações mecânicas nos transportes em geral. Menção honrosa na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade. Distribuída gratuitamente todos os dias 10, 20 e 30 do mês.
http://mecanicaonline.com.br/wordpress/category/colunistas/tarcisio_dias/

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

MINI Cabrio: Como surgiu e evoluiu a diversão a céu aberto. Derivado do Mini clássico, primeiro Cabrio surgiu na década de 1990;  Reformulação do conversível veio nos anos 2000, após a MINI ser incorporada pelo BMW Group.


São Paulo, 29 de janeiro de 2019 – A atual geração do MINI Cabrio, o conversível mais carismático e tecnológico do segmento compacto premium mundial, já pode ser vista nas ruas das principais metrópoles do mundo, inclusive por aqui, no Brasil. 

No entanto, o carisma dele não se deve, simplesmente, ao design inconfundível. Sua qualidade premium – única no segmento de conversíveis compactos – e sua funcionalidade inteligente também ressaltam instantaneamente o seu estilo individual.

Na realidade, desde o momento que ganhou as ruas do Reino Unido, em meados de 1993, o MINI Cabrio confirmou a sua reputação de legítimo representante da marca ao mesmo tempo que evidenciava o caráter de exclusividade e a dirigibilidade a céu aberto. 

O para-brisas vertical, por exemplo, permitia que o motorista e os passageiros percebessem que estavam ao ar livre assim que o teto fosse recolhido. Eixos situados bem perto das extremidades da carroceria, grandes caixas de roda, linha de ombro elevada e vários elementos de design marcantes não deixavam dúvidas quanto as origens do conversível de quatro lugares. 

E graças à capota retrátil, de formas precisamente definidas, os contornos tradicionais de um legítimo MINI eram instantaneamente reconhecidos com o teto fechado.


Outra especialidade: dirigindo ao ar livre
Após três décadas desde o surgimento do primeiro Mini, um conversível baseado no modelo clássico finalmente surgiu em 1991 graças à iniciativa da concessionária Mini Lamm, da cidade alemã de Kappelrodeck. 

Beneficiada por uma estrutura reforçada e um subchassi integrado, a qualidade do trabalho de conversão da carroceria impressionou os responsáveis ​​pela matriz da Rover, a fabricante do Mini clássico, no Reino Unido. Como resultado, a empresa decidiu produzir uma série de 75 exemplares do Mini Cabrio, apenas para o mercado britânico.

Posteriormente, o Mini Cabrio clássico foi desenvolvido pela Rover Special Products, em parceria com a Karmann (Alemanha), sendo apresentado ao público, pela primeira vez, no British Motor Show, realizado em Birmingham, em outubro de 1992. 


Logo depois, o conversível entraria em produção na fábrica de Longbridge, no Reino Unido. Ao todo, 1.081 exemplares do clássico Cabrio foram produzidos até agosto de 1996, e que, mais tarde, acabaram se tornando raridades altamente cobiçados. 

Para-choques dianteiro e traseiro específicos para o modelo, arcos das rodas alargados e adereços nos frisos da soleira conferiram-lhe uma aparência exclusiva. O interior, por sua vez, trazia uma alavanca de câmbio de nogueira, volante de couro e tapete de veludo. 

A versão com teto destacável do clássico Mini era oferecida com duas opções de pintura: Vermelho Nightfire, com capota vermelha, ou azul Caribe, com teto cinza.

O modelo era disponibilizado apenas com motor de quatro cilindros e 63cv, o mesmo usado no Mini Cooper e assegurava fôlego de sobra. A versão conversível vinha com teto flexível operado manualmente, enquanto um mecanismo elétrico de abertura da capota era oferecida como equipamento opcional.



Após o relançamento da marca, em 2000, os admiradores da condução ao ar livre tiveram de esperar relativamente pouco para a estreia de uma opção conversível. O MINI Cabrio celebrou sua estreia apenas 3 anos após o Hatch de 3 portas ter sido lançado no mercado. 

Por uma década, o novo Cabrio tornou-se referência de condução a céu aberto no segmento de carros compactos, conquistando seu espaço como elemento-chave dentro do programa de desenvolvimento de novos modelos da marca.


MINI Cabrio: o conversível repaginado
O MINI Cabrio foi apresentado à imprensa e ao público, pela primeira vez, em 2004, durante o Salão do Automóvel de Genebra, na Suíça. 

Ele foi lançado no mercado europeu em três versões – MINI One Cabrio, MINI Cooper Cabrio e MINI Cooper S Cabrio. Além dos novos para-choques dianteiros e traseiros, diferenciados em relação ao MINI Hatch convencional, a gama de cores externas disponibilizada para o modelo contava com 10 tonalidades diferentes.

Estilo peculiar, detalhes inteligentes.
No MINI Cabrio da primeira geração, por exemplo, o teto retrátil, com seu mecanismo de abertura eletro-hidráulico poderia ser totalmente aberto com o apertar de um botão ou parcialmente recuado, na parte dianteira, em 40 centímetros. A partir de então, esta função possibilitou a abertura da capota a velocidades de até 120 km/h.

O MINI Cabrio também é, desde sempre, igualmente versátil quando o assunto é acomodar objetos no porta-malas. O acesso ao compartimento é facilitado pela tampa traseira, de abertura reclinável, e pelo Easy Load System, um conjunto de suportes e apoios que sustentam o vidro traseiro em posição inclinada e o encosto do banco traseiro rebatível, aumentando a abertura do bagageiro. Com um leque tão diversificado de atributos, o MINI Cabrio logo se tornou um sucesso global.


Segunda geração: história de sucesso.
A segunda geração do Cabrio foi revelada no Salão de Detroit de 2009, ano que marcou o 50º aniversário da MINI. Com aprimoramentos no design e que refletiam um estilo ainda mais esportivo, motores mais potentes e eficientes, um interior de qualidade premium ainda mais refinado, uma configuração otimizada e inúmeros recursos de equipamentos inovadores, o novo MINI Cabrio preservava a história de sucesso de seu antecessor.

Barras de proteção, de seção única, quase invisíveis, e que irrompiam apenas em caso de risco de capotamento, combinada à maior rigidez da carroceria, mostraram um progresso adicional no campo da segurança. 

A capota de tecido de alta qualidade também apresentava propriedades acústicas aprimoradas, bem como a janela traseira de vidro e dotada de aquecimento. O teto podia ser aberto e fechado em 15 segundos, a velocidades de até 30 km/h.


Outro equipamento de destaque desta geração do Cabrio foi o Always Open Timer, um temporizador capaz de medir o tempo de deslocamento com o teto aberto. A função de abertura deslizante da capota foi mantida, assim como o Easy Load System. 

A tampa traseira passava a vir com dobradiças internas e o volume de armazenamento do bagageiro foi ampliado de 125 para 170 litros, com o teto recolhido, e 660 l com a capota fechada.

A gama de motores também foi significativamente expandida. Passaram a oferecer três unidades a gasolina, de 98cv, 122cv e 184cv, e duas a diesel, de 112cv e 143cv; além da opção top de linha MINI John Cooper Works Cabrio, a gasolina, capaz de entregar 211cv. 

Todos os motores estavam combinados a uma transmissão manual de seis marchas de série, enquanto um câmbio automático de seis velocidades era oferecido como opcional.



Nova geração
Em março de 2018, o novo MINI Cabrio foi lançado no mercado europeu com novas atualizações de design e tecnologia. 

Além do teto de acionamento totalmente elétrico, cada MINI Cabrio vem com faróis e lanternas equipados com LEDs, Controle de Distância de Estacionamento Traseiro (PDC), tela de 6,5 polegadas, chamada de emergência inteligente (E-call), rádio digital e conectividade Bluetooth entre outros itens de série. 

Atualmente, o MINI Cabrio é oferecido em cinco opções de motorização – One, Cooper, Cooper S, Cooper D e Cooper SD – equipadas com motores de 3 ou 4 cilindros, movidos a gasolina ou diesel, e associadas a transmissões automáticas ou manuais de seis, sete ou oito marchas. O tempo de abertura da capota que é de 18 segundos.


Toyota Corolla foi o carro mais vendido no planeta em 2018, seguido pela Ford F-Series e do RAV4, da Honda


O Toyota Corolla foi o carro mais vendido no mundo no ano passado de acordo com levantamento da consultoria  Focus2Move. A tradicional montadora japonesa comercializou nada menos do que 1.181.445 unidades do modelo, que, no entanto, foram 1,7% menores, em 2018, em relação ao ano anterior.



O segundo lugar nesse importante ranking mundial é ocupado pela picape Ford F-Series com 1.080.757.


No terceiro degrau do pódio formando a dobradinha da Toyota a SUV RAV-4, com 837.624 carros.


O quarto lugar coube a outra marca japonesa, a Honda com a venda de 823.169 sedãs Civic.


No quinto lugar surge no ranking o primeiro modelo da Volkswagen, o Tiguan que emplacou pela Terra 791.519 dessa SUV.


E na sexta posição surge a mesma marca alemã com a  venda de 789.519 hatchs Gols.


Em sétimo lugar a Honda volta ao pódio com seu SUV CR-V de que vendeu 747.646 unidades.


A Volkswagen volta em oitavo lugar com o Polo: de 725.463 carros.


E a Toyota volta ao ranking em novo lugar como seu novo Camry, ao vender 661.383 desse belo sedã.



Em 10º lugar aparece o único Chevrolet, entre os 20 mais vendidos. É a  Silverado com 651.090 picapes.


No 11º lugar surge o primeiro carro da Hyundai, o Elantra que vendeu 650.803 unidades.


A 12º posição é ocupada pela poderosa Pick-up RAM de que forram comercializadas 624.846 unidades.


No 13º lugar ficou o Hyundai Tucson com 574.054 SUVs vendidas.


Na 14ª posição o quarto Toyota da lista, a Hilux: 560.872 picapes emplacadas pelo mundo.


Em 15º temos outro carro da Honda, o Accord com 513.653 unidades.


Na 16ª posição a Volkswagen emplaca seu desconhecido modelo no Brasil, Lavida, de que vendeu 513.371.


No 17º lugar se firma  o Qashqai, de que a Nissan comercializou 513.192.


Em 18º o Kia Sportage com 482.623 carros vendidos.


Em 19º outro desconhecido no mundo automotivo brasileiro, o Wulling Hongguang de que foram vedidos 480.455 unidades.


Finalmente, o 20º classificado é o Sylphy, de que a Nissan vendeu 476.306.

Para apresentar esta classificação foram consultadas em torno de 300 fontes em diversos países, incluindo entidades que contabilizam dados automotivos.

Em 2018, o mercado automotivo no mundo cresceu 0,2% fechando o ano com 95,6 milhões de carros comercializados registrando queda de 10,6% no segundo semestre, diante da retração econômica da China.


segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

A Citroën Racing venceu pela 100ª vez o WRC com a vitória de Sébastien Ogier e Julien Ingrassia do Rali de Monte Carlo, pilotando um C3 WRC


Sébastien Ogier e Julien Ingrassia, ao término de uma performance heroica a bordo do C3 WRC, venceram o Rali de Monte-Carlo, com a menor margem já registrada na história do evento. 

Uma vitória apertada que reflete a intensidade do embate e da performance que conduziu a Citroën Racing à sua 100ª vitória no WRC no começo deste ano em que a marca celebra seu centenário!

Foi preciso muito sangue frio para enfrentar os últimos 13,58 quilômetros de um total de cerca de 324 do Rali de Monte Carlo com uma vantagem de apenas 4 décimos. Ainda mais com um problema no pedal do acelerador que atrapalhou um pouco a concentração.


Detentores de seis títulos mundiais, Sébastien Ogier e Julien Ingrassia têm muito traquejo nesse tipo de situação, em que a pressão e a adrenalina chegam ao máximo, e conseguiram demonstrá-lo mais uma vez hoje. 

Com o segundo melhor tempo na etapa final entre La Cabanette e o Col de Braus, os franceses selaram sua sétima vitória no Principado, a sexta consecutiva, com uma vantagem de apenas 2,2s, em sua primeira participação em campeonato a bordo do C3 WRC!

Com esse resultado, a dupla iguala o recorde de número de vitórias nesse prestigioso rali e demonstra que Sébastien e Julien já estão em total sintonia com seu novo carro.

Essa performance excepcional é também a centésima vitória da Citroën Racing no Campeonato do Mundo de Ralis, quase 20 anos depois da primeira, conquistada ao volante do Xsara Kit-Car no Rali da Catalunha em 1999, pelo finado Philippe Bugalski ao lado de Jean-Paul Chiaroni, atualmente coordenador de reconhecimento e meteorologia da equipe.

Uma proeza histórica que reflete uma longevidade ao mais alto nível de que poucos fabricantes podem se vangloriar.

Plenamente consciente das armadilhas que pontuam o Rali de Monte Carlo, a dupla francesa adotou desde o começo uma estratégia prudente e inteligente, posicionando-se em segundo lugar ao término das duas provas noturnas de quinta-feira. 


Na tarde do dia seguinte, a dupla assumiu a liderança (SS7) graças, em larga medida, a duas vitórias nas especiais (SS5 e SS6) inéditas de Curbans - Piegut (18,47km) e Valdrome - Sigottier 2 (20,04km). 

Tendo concluído a etapa de sexta-feira com uma estreita vantagem de 2 segundos, Sébastien e Julien conseguiram mais do que dobrar essa margem na especial Agnières en Devoluy - Corps (29,82km), primeira prova de velocidade do sábado e a mais longa do fim de semana, apesar das incontáveis placas de gelo. 

Uma vantagem que mantiveram ao longo de toda a etapa de sábado7, o que lhes possibilitou começar o último dia do rali com uma vantagem de 4,3s em relação aos segundos colocados. A curta etapa final de domingo foi disputada palmo a palmo, com os franceses finalmente arrancando a vitória nas últimas centenas de metros.

Embora tenham sido forçados a abandonar a prova na manhã de sábado devido a um problema no motor, Esapekka Lappi e Janne Ferm efetuaram um começo de corrida promissor, ocupando um brilhante quarto lugar na noite de quinta-feira. 

Não há dúvidas que a Citroën Total WRT tomou uma decisão acertada ao integrá-los à sua formação de pilotos, ao lado de Sébastien Ogier e Julien Ingrassia. Considerando que terão uma posição favorável na ordem de largada na Suécia, eles são certamente uma dupla com a qual se pode contar.


CLASSIFICAÇÃO FINAL
1. Ogier/ Ingrassia (Citroën C3 WRC) 3h21’15’’9

2. Neuville / Gilsoul (Hyundai i20 WRC) +2’’2

3. Tának/ Járveoja (Toyota Yaris WRC) +2’15’’2

4. Loeb / Elena (Hyundai i20 WRC) +2’28’’2

5. Latvala / Anttila (Toyota Yaris WRC) +2’29’’9

6. Meeke / Marshall (Toyota Yaris WRC) +5’36’’2

7. Greensmith / Edmondson (Ford Fiesta R5) +13’04’’6

8. Bonato / Boulloud (Citroën C3 R5) +13’56’’5

CAMPEONATO MUNDIAL DE PILOTOS
1. Sébastien Ogier - 29 pontos

2. Thierry Neuville - 21 pontos

3. Ott Tának - 17 pontos

4. Kris Meeke - 13 pontos

5. Sébastien Loeb - 12 pontos

6. Jari-Matti Latvala - 10 pontos

CAMPEONATO MUNDIAL DE FABRICANTES
1. Hyundai WRT - 30 pontos

2. Citroën Total WRT - 25 pontos

3. Toyota Gazoo Racing - 25 pontos

4. M-Sport Ford WRT - 14 pontos

O QUE ELES DISSERAM...

Sébastien Ogier, Piloto da Citroën Total WRT
"Sabíamos que nada estava ganho de antemão. A última etapa, em especial, foi particularmente estressante e difícil devido a um probleminha no acelerador, que fez com que o carro continuasse acelerando mesmo durante a frenagem. Porém, graças aos bons conselhos da equipe, conseguimos improvisar um reparo e lutamos sem descanso até final. E conseguimos! Foi um fim de semana muito intenso, com a vitória conquistada ao término de um combate sem tréguas. É claro que estamos muito orgulhosos dessa vitória em nossa primeira corrida com o C3 WRC, ainda mais porque, como já disse em outras ocasiões, este é para mim o mais especial dos ralis. E assim poderemos celebrar o centenário da Citroën em grande estilo. Em outras palavras, não poderíamos esperar melhor para nosso retorno à equipe!”

DUAS PERGUNTAS PARA PIERRE BUDAR, DIRETOR DA CITROËN RACING
Quais suas impressões depois desta vitória histórica?
Foi incontestavelmente uma vitória sensacional. Simbolicamente ela representa muito. Foi extremamente importante para nós obtermos nossa centésima vitória no WRC já na primeira prova da temporada, especialmente num evento emblemático como o Rali de Monte Carlo, que acontece quase todo na França. 

É igualmente uma satisfação acrescentarmos mais um sucesso ao quadro de vitórias conjunto de Sébastien e Julien, neste ano em que a Citroën comemora seu centenário. 

Quando decidimos voltar a unir nossas forças este ano, esperávamos escrever novas páginas da história do esporte automobilístico, e nossa primeira corrida juntos não poderia ter sido melhor.

Como você descreveria a performance de Sébastien e Julien?
Numa corrida tão delirante como esta, em que a escolha dos pneus é sempre dificílima e as condições traiçoeiras, eles simplesmente realizaram uma performance admirável. Admirável pelo controle e tranquilidade que ostentaram. 

O trabalho com eles é muito interessante, porque eles não se deixam intimidar, falam exatamente o que pensam e sabem perfeitamente em que devemos focar. 

Assim, eles têm nos ajudado a progredir rapidamente, mas nem preciso dizer que precisamos continuar a trabalhar incansavelmente. Essa primeira etapa demonstrou que a temporada será mais disputada do que nunca. 

Além de Sébastien e Julien, que sem dúvida foram extraordinários este fim de semana, eu gostaria de prestar homenagem ao desempenho de todos os membros da equipe, que demonstraram uma dedicação inabalável, mesmo nos momentos de dúvida no ano passado, e forneceram inúmeras horas de trabalho árduo para que pudéssemos começar tão bem nossa temporada em 2019. Esse resultado foi conseguido graças a todos eles também!

Pontos fortes
Parceiro indispensável de Sébastien Ogier e testemunha em primeira mão de sua destreza ao volante, o copiloto francês nos conta como se sentiram enquanto aguardavam a partida da etapa final.

"Antes da etapa final, nosso engenheiro veio me perguntar se tinha algo que pudesse fazer e sugeri que acendesse uma vela para nós, que preparasse o reboque e as correias, nunca se sabe... Porque não estávamos ali para brincar! Acho que envelheci alguns anos durante as quatro provas desta manhã, foi muito tenso. Durante a prova nós fomos com tudo e não cometemos nenhum erro, foi um desempenho excepcional do Seb em sua primeira prova ao volante do C3 WRC. Mesmo assim, quando cruzamos a linha de chegada não sabíamos direito o que esperar. Não vi muita animação no controle de chegada e então, à esquerda, vi o pai do Seb com um largo sorriso no rosto. Foi aí que soube que havíamos vencido. Mas o Seb não se deu conta na hora, teve que esperar a confirmação. Percebeu então que havíamos vencido, e ficamos muito emocionados."

ACESSE TODAS AS POSTAGENS E SAIBA TUDO SOBRE O MUNDO AUTOMOTIVO.