terça-feira, 31 de janeiro de 2017

GM e Honda criam primeira operação conjunta de fabricação de células de combustível em Michigan. A tecnologia avançada de células de combustível será aplicada a futuros produtos de cada empresa. Não sabemos é se o presidente Trump com sua politica selvagem de reserva de mercado gostará muito dessa cooperação


Detroit
- A General Motors Co. (NYSE: GM) e Honda (NYSE: HMC) anunciaram o estabelecimento da primeira joint venture da indústria automotiva para produzir um avançado sistema de células de combustível hidrogênio que será usado em futuros produtos de cada empresa.


"A base desse excelente trabalho em equipe agora nos levará ao estágio de produção em massa de um sistema de células de combustível que irá ajudar cada empresa a criar no futuro um novo valor para os nossos clientes em veículos movidos a células de combustível", explicou
Toshiaki Mikoshiba, chefe Operacional da Região Norte-Americana para a Honda Motor Co., Ltd. e presidente da Honda América do Norte, Inc.

Denominada “Manufatura de Sistema de Células de Combustível, LLC” (Fuel Cell System Manufacturing, LLC), a nova empresa irá operar dentro da fábrica de baterias da GM em Brownstown, Michigan. 


A produção em massa dos sistemas de células de combustível está prevista para começar em torno de 2020 e criará 100 novos empregos. 

As duas empresas dividirão o valor total dos investimentos, que somam US$ 85 milhões.

Honda e GM têm trabalhado em conjunto através de um acordo de colaboração anunciado em julho de 2013. 



O acordo estabeleceu o desenvolvimento conjunto da próxima geração de sistemas de células de combustível e de tecnologias de armazenamento de hidrogênio. 

As empresas integraram as equipes de desenvolvimento e compartilharam suas propriedades intelectuais de células de combustível de hidrogênio, para criarem uma solução comercial mais acessível para os sistemas de células de combustível e de armazenamento de hidrogênio.

"Nos últimos três anos, engenheiros da Honda e da GM têm trabalhado como uma equipe onde cada empresa dividiu o know-how de sua especialização para criar a próxima geração de sistema de células de combustível compacto e de baixo custo", disse Toshiaki Mikoshiba. 


A “Fuel Cell Manufacturing System (FCSM)” joint venture será operada por um conselho de administração composto por três executivos de cada empresa, que incluirá um presidente rotativo de cada empresa.

A GM e a Honda são líderes em tecnologia de células de combustível sendo reconhecidas com mais de 2.220 patentes de acordo com o Clean Energy Patent Growth Index. 


A GM e Honda aparecem no ranking como número 1 e número 3, respectivamente, em número de patentes de células de combustível registradas entre 2002 a 2015.


"A união entre dois líderes em inovação na tecnologia das células de combustível é um importante desenvolvimento no sentido de levar as células de combustível para as aplicações dominantes de propulsão", revelou Mark Reuss, vice-presidente executivo de Desenvolvimento Global de Produto, Compras e Cadeia de Suprimentos da GM. 

"A eventual implantação da tecnologia em veículos de passageiros irá criar opções de transporte mais diferenciadas e ambientalmente amigáveis para os consumidores", acrescentou.

A tecnologia de células de combustível endereça muitos dos principais desafios enfrentados pelos automóveis hoje - dependência de petróleo, emissões, eficiência, autonomia e tempo de reabastecimento. 


Veículos movidos a células de combustível podem operar com hidrogênio vindo de fontes renováveis, como eólica e biomassa. 

A única emissão que sai de veículos a células de combustível é vapor de água.

Além de avançar no desempenho do sistema de células de combustível, a GM e a Honda estão trabalhando juntas para reduzir o custo de desenvolvimento e de produção através de economias de escala e de fornecimento comum. 


As duas companhias continuam a trabalhar com os governos e com outras partes interessadas para avançarem na infraestrutura de reabastecimento, que é crítica para a viabilidade a longo prazo e aceitação do consumidor de veículos de células de combustível.

Atualmente a GM está demonstrando a capacidade das células de combustível através de uma gama de aplicações em terra, mar e ar.


A empresa acumulou milhões de quilômetros no mundo na condução de veículos de células de combustível em condições reais.

"Com o sistema de células de combustível de última geração, a GM e a Honda estão dando um importante passo em direção a custos menores e produção de maiores volumes de sistemas de células de combustível. Metais raros já foram drasticamente reduzidos e uma equipe totalmente multifuncional está desenvolvendo processos de fabricação e desenho avançados. 
O resultado é um sistema com menor custo que tem uma fração do tamanho e da massa”, disse Charlie Freese, diretor-executivo da GM na “Fuel Cell Manufacturing System”.

A Honda começou a entregar seu novo veículo de células de combustível, Clarity, para clientes nos Estados Unidos em dezembro de 2016, em sequência ao lançamento feito na primavera de 2016 no Japão. 


O sistema de células de combustível do Clarity recebeu a melhor classificação da EPA (Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos) entre os veículos elétricos sem motor de combustão com autonomia de 589 quilômetros e uma economia média de combustível de 109 quilômetros por litro do equivalente a gasolina.

"A experiência da Honda nos levou à criação do sistema de células de combustível do Clarity de primeira geração, uma experiência valiosa que estamos aproveitando para alavancar o desenvolvimento em conjunto com a GM da próxima geração de sistema de células de combustível. 
Nossa colaboração é uma oportunidade de usar ainda mais os pontos fortes de cada empresa para popularizar veículos de células de combustível o mais rápido possível", disse Takashi Sekiguchi, diretor Administrativo e COO de Operações de Automóvel, Honda Motor Co., Ltd. 

A GM e a Honda colaboraram em conjunto com o fornecimento para sistemas de propulsão em 1999, quando a Honda fabricou 50 mil motores V6 para o Chevrolet Saturn VUE e a Honda recebeu motores a diesel da Isuzu, afiliada da GM, para a utilização na Europa.

General Motors Co.

A General Motors (NYSE: GM, TSX: GMM) e seus parceiros produzem veículos em 30 países, e a empresa tem posições de liderança nos maiores e mais rápidos mercados automotivos do mundo. 


A GM, suas subsidiárias e entidades de joint venture vendem veículos sob as marcas Chevrolet, Cadillac, Baojun, Buick, GMC, Holden, Isuzu, Jiefang, Opel, Vauxhall e Wuling. 

Mais informações sobre a empresa e suas subsidiárias, incluindo a OnStar, líder mundial em segurança de veículos, serviços de segurança e informações, podem ser encontradas em http://www.gm.com

Honda Motor Co., Ltd.
Honda Motor Co. (NYSE: HMC) Honda projeta, fabrica e comercializa automóveis, motocicletas, produtos de poder e produtos de aviação em todo o mundo. 


Líder global em tecnologia de propulsão e eletromotriz, a Honda produz quase 28 milhões de motores por ano para suas três linhas de produtos. 

A Honda e seus parceiros constroem produtos em mais de 60 fábricas em 27 países, empregando mais de 208.000 associados no mundo todo.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Audi já vendeu oito milhões de carros com tração Quattro Drive, integral e permanente. O Q5 lidera a lista com 262.000 unidades entre os modelos equipados com a eficiente tração quattro que foi estreada no Salão de Genebra de 1980



Coluna 
MECÂNICA ONLINE®

30 | JANEIRO | 2017



Sistema permanente de tração integral da Audi celebra oito milhões de veículos 


Em 1980, a Audi lançou aquele que seria o primeiro sistema permanente de tração integral em um carro de rua no mundo. 

Agora, a marca comemora uma história de sucesso: 8 milhões de carros com a tecnologia Audi quattro.

O tão famoso sistema da Audi tem o diferencial de ser um sistema de tração integral permanente, ou seja, o carro sempre terá mais tração do que carros com tração nas duas rodas, independente de ser no eixo dianteiro ou traseiro. 


Mais tração significa mais estabilidade e maior aceleração, ou seja, mais segurança e desempenho.

No sistema Quattro as forças laterais serão as mesmas de um sistema de tração dianteira, porém o mesmo não ocorrerá com a aceleração longitudinal. 

Ela será redistribuída entre todas as quatro rodas do veículo, como resultado, o módulo da aceleração será menor. 


Isso significa que o carro possui sua tração otimizada e que ainda pode ter maiores acelerações antes de chegar ao limite de sua tração. Isso implica em curvas mais seguras e se você quiser, mais rápidas também!


A recém-inaugurada fábrica da marca, em San José Chiapa, no México, foi palco da produção do carro de número oito milhões com a tecnologia quattro drive, que fornece muita segurança e prazer ao dirigir, mesmo na chuva, na neve e no gelo. O número foi alcançado com o Audi Q5 2.0 TFSI quattro.

A tecnologia está disponível em mais de 100 modelos e versões. A quattro all-wheel drive system é padrão no Audi Q7, no A4 allroad quattro, no A6 allroad quattro, no A8, no R8 e em todos os carros das linhas S e RS, além de estar disponível em outros modelos de série.


Em 2015, 44% de todos os clientes da Audi no mundo escolheram veículos equipados com a tecnologia. O Audi Q5 está no topo da lista, com 262.000 unidades. 

Os modelos quattro geraram uma grande demanda, especialmente nos Estados Unidos, Canadá, Rússia e mercados do Oriente Médio.

A Audi oferece a tração quattro em diferentes versões adaptadas a cada modelo.


Para os compactos de série com motores montados transversalmente, uma embreagem com múltiplos discos com acionamento hidráulico, controlada eletronicamente, é montada no eixo traseiro.

No carro esportivo R8 com motor central, a embreagem de múltiplos discos é localizada no eixo frontal. 

De acordo com a situação de condução encontrada, esses sistemas ativos distribuem o torque da transmissão variavelmente entre ambos os eixos.


O diferencial central autoblocante é usado em diversos modelos da Audi, com um motor frontal montado longitudinalmente - ele é um conjunto com engrenagem planetária puramente mecânico. 

Normalmente, ele divide o torque da transmissão enviado às rodas frontais e traseiras com uma distribuição de 40% na frente e por 60% atrás.

Há ainda o diferencial esportivo instalado no eixo traseiro dos modelos com motores mais potentes. 


Ele distribui, de modo ativo, o torque entre as rodas traseiras por meio de dois conjuntos de engrenagens sobrepostos, cada um com uma embreagem de discos múltiplos acionada eletro-hidraulicamente. 

Em casos extremos, quase todo torque é enviado a uma única roda. Na verdade, o sistema empurra o carro para dentro da curva, eliminando chances de understeer (subesterçamento).


Quattro com tecnologia ultra - A última fase de desenvolvimento da Audi é a unidade quattro com tecnologia ultra. 

É também projetada para modelos com motor posicionado longitudinalmente.


Aqui, uma embreagem de múltiplos discos, controlada ativamente no final da transmissão, distribui variavelmente o torque entre os eixos de tração em uma operação do all-wheel drive. 

Um desacoplador no diferencial do eixo traseiro pode, adicionalmente, abrir a conexão às rodas traseiras.

Ambas as embreagens ficam abertas durante o momento de condução quando o all-wheel drive não oferece nenhuma vantagem. 


Dessa forma, as peças do sistema de transmissão traseiro responsável pelo arrasto não são acionadas.

A unidade de controle do sistema usa uma infinidade de dados a fim de produzir um modelo do estado do veículo, antecipando a atuação do sistema de tração integral em aproximadamente um segundo.

Caso o sistema detecte, por exemplo, que a roda interna à curva está prestes a perder aderência, alterna para o all-wheel drive. 

Como resultado, o all-wheel drive está sempre pronto quando for necessário. 


Esse novo conceito aumenta consideravelmente a eficiência sem diminuir a tração ou a dinâmica de condução.

A tecnologia quattro - A Audi alcançou um marco na história da indústria automobilística com a tração permanente nas quatro rodas. 

Em 1980, nenhum outro fabricante ofereceria um veículo de alto desempenho e um all-wheel drive leve com produção em grandes quantidades.


A tecnologia estreou em 1980 no Ur-quattro no Salão Internacional do Automóvel de Genebra. 

Em 1986, a Audi substituiu o diferencial central com bloqueio manual da primeira geração pelo diferencial Torsen (Torque sensitive; sensível a torque), que podia distribuir o torque da transmissão variavelmente entre o eixo dianteiro e o traseiro.

Em seguida, em 2005, veio a unidade planetária com sua distribuição de força e torque assimétrica e dinâmica.

O diferencial central autoblocante é continuamente melhorado pela Audi e é considerado um ponto de referência de dinâmicas de tração e transmissão, combinado com um peso muito leve.

A Audi também celebrou muitos triunfos no automobilismo com a tecnologia quattro. A lista até agora inclui quatro títulos no Campeonato Mundial de Rally, seis vitórias na corrida Pikes Peak Hill Climb nos Estados Unidos, uma vitória da série TransAm, também nos Estados Unidos, dois títulos DTM (Campeonato alemão de turismo), 11 campeonatos da Super Touring Car e um campeonato mundial da Touring Car.

A mais recente vitória da tecnologia quattro: em novembro de 2016, Mattias Ekström e sua equipe de rallycross particular EKS conquistaram os títulos Driver World Champion e Team World Champion com o Audi S1 EKS RX quattro no Campeonato Mundial de Rallycross da FIA.

==================================
Tarcisio Dias é profissional e técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânico com habilitação em Mecatrônica e Radialista, desenvolve o site Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) que apresenta o único centro de treinamento online sobre mecânica na internet (www.cursosmecanicaonline.com.br), uma oportunidade para entender como as novas tecnologias são úteis para os automóveis cada vez mais eficientes.

Coluna Mecânica Online® - Aborda aspectos de manutenção, tecnologias e inovações mecânicas nos transportes em geral. Menção honrosa na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade. Distribuída gratuitamente todos os dias 10, 20 e 30 do mês.
http://mecanicaonline.com.br/wordpress/category/colunistas/tarcisio_dias/

domingo, 29 de janeiro de 2017

ROLLS-ROYCE GHOST EXTENDED WHEELBASE NAMED BEST SUPER LUXURY CAR BY WHAT CAR? The judges at the What Car? Awards, one of the most important measures of success in the automotive calendar, have once again declared Ghost the best super-luxury car in the world, completing a hat-trick of victories for Ghost family motor cars in its most prestigious category, luxury cars over £100,000.


The judges at the What Car? Awards, one of the most important measures of success in the automotive calendar, have once again declared Ghost the best super-luxury car in the world, completing a hat-trick of victories for Ghost family motor cars in its most prestigious category, luxury cars over £100,000.

In awarding Ghost Extended Wheelbase the What Car? judges praised the car for its perfect marriage of driving dynamics and supremacy as the consummate entrepreneurs limousine:

“Designed as the Rolls-Royce for the owner who’d prefer to spend some time in the driver’s seat, the Ghost offers the class and attention-to-detail the brand is famous for. Under its bonnet is a 6.6-litre twin-turbo V12 that’s as discreet as it is potent. 


The ride is very forgiving, and the light but precise steering makes this massive car surprisingly easy to place and manoeuvre. 

If you’d rather employ someone else to do the driving, the Ghost will perform well as a chauffeur-driven limousine – this Extended Wheelbase model gets reclining rear seats and an extra 17cm of leg room over the already spacious standard Ghost.”

Since its launch in 2011, Ghost Extended Wheelbase has perfectly combined Ghost’s hallmark effortless simplicity, cutting-edge technology and contemporary interpretation of Rolls-Royce design language with the more indulgent proportions of an Extended Wheelbase chauffer-driven motor car. 


This unique blend, married to a peerless scope for Bespoke personalisation, has endeared a new generation of successful entrepreneurs to the marque – taking its place as the ultimate symbol of attainment for the influential men and women that drive our economies and create wealth. 

In 2016 Ghost was presented in a new guise with the introduction of the Black Badge series. 

This authentic design and engineering statement serves as a truly Bespoke response, befitting the world’s most celebrated luxury house, to the desires of a highly creative, dynamic new breed of entrepreneur.

“Accolades like this reaffirm Ghost’s standing as the ultimate statement of attainment for the world’s most successful entrepreneurs,” said Torsten Müller-Ötvös, chief Executive, Rolls-Royce Motor Cars.


“Since its introduction Ghost has stood alone in conveying the world’s wealth creators a highly contemporary, less formal interpretation of true luxury. This continuing success and critical acclaim from the industry’s landmark Awards is highly gratifying for everyone concerned with crafting the ‘Best Cars in the World’ at our centre of excellence in Goodwood, England.”

This critical acclaim is echoed in sustained customer demand. Ghost also played a major role in contributing to the second highest sales results in the marque’s history in 2016 – emphatically affirming its status as the business limousine of choice. Indeed, Ghost totally dominates the super-luxury class (€200,000+).

This honour follows success in the UK Car of the Year Awards for Dawn and adds to the numerous global accolades Ghost has enjoyed since its first introduction in 2009 followed by a sensitive evolution in 2014 with the launch of Ghost Series II.

sábado, 28 de janeiro de 2017

Um problema detectado nos airbags do Sandero e do Duster obrigou a Renault a chamar proprietários dos modelos para substituição do equipamento. Basta ligar para o 0800 055 56 15 ou entrar no site da montadora para marcar a troca que não leva em torno de uma hora.


A Renault do Brasil convoca, a partir de hoje (26/01), os proprietários dos veículos Sandero e Duster a comparecer à rede de concessionárias da marca para verificação do airbag do motorista e, se necessário, substituição desse componente. 


Em virtude de falha detectada no processo de fabricação do fornecedor, o airbag pode ter seu funcionamento comprometido no caso de uma colisão em que deva ser acionado.


O recall envolve um total de 3.820 unidades (3.083 Sandero e 737 Duster). 

Os chassis dos veículos Sandero envolvidos vão de EJ347159 até EJ396614, fabricados entre 7 e 19 de maio de 2014, nas versões Authentique, Expression e GT Line, com motores 1.0 e 1.6.

Os chassis dos veículos Duster que fazem parte do recall vão de FJ355167 até FJ401184, produzidos entre 7 e 19 de maio de 2014 e de GJ928087 até GJ989889, produzidos entre 6 e 23 de junho de 2014, nas versões Expression e Dynamique, com motor 1.6.


A verificação e/ou reparo são feitos gratuitamente em uma das concessionárias Renault, em até uma hora. O serviço deve ser agendado. 

Caso o cliente tenha dúvidas, a Renault oferece seu Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC), no telefone 0800 055 56 15 ou pelo site www.renault.com.br/servicos/recall.

Harley-Davidson apresenta a Roadster™ e os novos modelos Touring no Salão Moto Brasil 2017 • O maior estande já construído pela Rio Harley-Davidson em todas as edições da feira, no Riocentro • Mais de 100 mil visitantes esperados. Visite a feira, hoje, até as 20h e amanhã, das 12h às 20h • Exposição de 12 modelos da linha 2017, incluindo a recém-chegada Roadster™ e a linha Touring, com o novo motor Milwaukee-Eight™

CVO Limited: O supra-sumo da exclusividade Harley-Davidson.

Hoje e amanhã (29/1), no Riocentro, milhares de motos novos e seminovas podem ser vistas na 
7ª edição do Salão Moto Brasil.

Entre elas, 12 modelos line up, 2017, das famosas Harley-Davidson, no estande, de 500 m², da marca, o maior da história da companhia no evento.
A nova Roadster combina potência, agilidade e estilo personalizado que sintetiza quase 60 anos do espírito Sportster®.

Entre as motocicletas em exposição está a inédita Harley-Davidson Roadster™ e a nova família Touring, equipada com o potente motor Milwaukee-Eight™, o nono da história da H-D. 

Traseira colada no chão no estilo fastback e torque elevado: A Roadster é uma comedora de asfalto.
Também haverá um palco exclusivo para o espaço, em que bandas vão embalar os visitantes e clientes ao som do bom e velho rock n’ roll, além de uma boutique completa com produtos e acessórios originais Harley-Davidson, bar temático e promoções exclusivas para aquisição de motocicletas e produtos da marca. 

O lounge VIP, destinado exclusivamente para membros H.O.G.®, terá open bar e open food gratuitos e será oferecido também o benefício do estacionamento exclusivo e de graça.
Pneus de faixa branca, rodas raiadas e inserções de alforje de couro: Road King® Classic.


“O Salão Moto Brasil, já reconhecido como o segundo maior evento de duas rodas do Brasil, é uma vitrine consagrada para o nosso segmento”, revela Luiz Vasconcellos, gerente H.O.G.® & Costumer Experience da Rio Harley-Davidson.
Conforto, tecnologia de última geração, entretenimento e estilo rebelde bagger: Street Glide® Special 2017.

Salão 2017
O evento acontece em uma área interna e refrigerada de 23 mil m² e uma área externa de 15 mil m² com apresentação de shows de wheeling com a Equipe Alto Giro, test riders, Globo da Morte e escola de pilotagem. 

Acontecem demonstrações do GTM (Grupo Tático de Motos da Polícia) e também a 3ª edição do Bike & Art Show, espaço dedicado a customização de motocicletas, onde 12 customizadores do Brasil apresentam seus projetos e o público participa votando no melhor trabalho.

Conforto, tecnologia de última geração, entretenimento e estilo rebelde bagger: Street Glide® Special 2017.


A organização do Salão Moto Brasil 2017 espera reunir mais de 100 mil visitantes. Entre as novidades, uma área exclusiva para negócios, a primeira edição do Museu da Motocicleta e uma área de shows musicais de 4.500 m² com praça de alimentação e food trucks. 

Há estacionamento exclusivo para motocicletas junto a uma área de serviços com troca de pneus, lavagem de motos e guarda-volumes.

Salão Moto Brasil 2017

Local: Riocentro – Pavilhão 4
Endereço: Rua Salvador Allende, 6555 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (RJ)
Data: até 29 de janeiro

Horários:
28/01: até as 22h
29/01: 12h às 20h.
A última palavra em conforto Touring: Ultra Limited 2017

A substituição de vidros nos veículos deve ser feita sempre com componentes originais, única forma de garantir a segurança de um prduto de qualidade


São Paulo(SP), 28 de janeiro de 2017
- A Saint-Gobain Autover Brasil alerta que a substituição dos vidros de veículos deve ser feita apenas por componentes originais para garantir o atendimento às normas de segurança. 


A empresa é a marca da Saint-Gobain para distribuição de vidros para reposição no mercado automotivo com as mesmas especificações e normas dos produtos fornecidos às montadoras em todo o mundo.

O proprietário de um veículo com para-brisa que apresente trinca superior a 10 cm ou perfuração circular com diâmetro superior a quatro centímetros está sujeito a multa de nível grave, no valor de R$ 195,23, registro de cinco pontos no prontuário do condutor e, até, a sua apreensão. 


Para que as características originais sejam mantidas, a troca deve ser feita em lojas da ampla rede Autover credenciada em todo o País que, além dos vidros Saint-Gobain Sekurit, conta com os serviços prestados por profissionais experientes e treinados e utiliza demais produtos relacionados, como colas, ferramentas e acessórios com alto padrão de qualidade.


A empresa informa que os danos no para-brisa podem ocorrer por pedras, dilatação ou choque térmico, pelo efeito do sol. 

E que a Resolução 216, do Contran, foi implementada com o objetivo de garantir condições de segurança e requisitos mínimos para os vidros instalados em veículos automotores assegurarem visibilidade para o condutor e reduzirem os riscos de lesão nos ocupantes do veículo.

Com essa finalidade, para-brisa com trinca ou perfuração na área crítica de visão do condutor ou na faixa periférica de 2,5 centímetros de largura nas bordas externas deve ser substituído. 


Área crítica de visão é a faixa de varredura do limpador de para-brisa à frente do condutor.

Visite o site http://www.autover-brasil.com.br, saiba mais sobre vidros automotivos e curta a página no Facebook.

Este ano, o prêmio do DPVAT, pago anualmente, junto com a primeira parcela do IPVA, teve uma redução no valor em 40%. Este ano o DPVAT custará R$ 105,65 para automóveis, mas os proprietários dos veículos deveriam poder contratar um seguro a favor de terceiros, o que com certeza faria crescer a concorrência entre as seguradoras


Alta Roda 

Nº 925 — 25/1/17
Fernando Calmon

Bolso tem fundo

Uma notícia pouco comentada nesse início de ano foi a redução de quase 40% no prêmio (preço) do DPVAT – Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres – também conhecido como "seguro obrigatório". 

Ele é pago anualmente junto com a primeira parcela do IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) ou sua cota única.

Infelizmente, 
muitas distorções surgiram com o tempo desde sua criação em 1966. Foi uma iniciativa para tentar amparar as vítimas de trânsito desde o pedestre até motoristas e ocupantes de todos os tipos de veículos em circulação em cidade e rodovias, em qualquer ponto do País. A indenização é paga independentemente da apuração de culpados.

Por seu caráter obrigatório, às vezes confunde-se com um imposto. Para administrar esses quase R$ 6 bilhões de arrecadação anual (dados de 2015) foi criado um pool e uma empresa chamada Seguradora Líder. 

Ao contrário do que se pode pensar, nem todas as seguradoras fazem parte dessa união. Algumas de grande porte simplesmente abandonaram o negócio.

O tempo acabou por criar algumas disparidades. O número de indenizações por mortes se aproximou de 60.000 em um único ano. 

Por mais que as estatísticas brasileiras tenham falhas e/ou subnotificações, trata-se de um volume de dinheiro que exige bastante atenção. 

Para um prêmio, em 2016, de R$ 105,65, no caso de automóveis (motos pagam quase três vezes mais), morte ou invalidez total permanente em acidente de trânsito leva a uma indenização de R$ 13.500 ou R$ 2.700 para despesas médico-hospitalares.

Há quem defenda que em vez do desconto no preço da apólice deveria ter sido melhor aumentar o valor das indenizações. 

Também surgiram críticas sobre o fato de o SUS (Sistema Único de Saúde) perder R$ 1,5 bilhão por ano, pois 45% da arrecadação bruta do DPVAT segue direto para compensar as despesas dos acidentados no trânsito junto à rede hospitalar pública.

Esses argumentos, no entanto, são fracos. No ano passado instalou-se uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para tentar passar a limpo os valores envolvidos e possíveis fraudes. 

Nas confusões típicas dessas comissões pouco se apurou com provas cabais e existe até um movimento para nova CPI.

O tema, de fato, precisa ser mais bem estudado do ponto de vista técnico, sem contaminação política. 

Mas a decisão de abater o prêmio do DPVAT é bem-vinda. O proprietário do veículo deveria ter opção de contratar um seguro a favor de terceiros. 

Por pouco, mais de R$ 80,00, por exemplo, é possível obter uma cobertura de R$ 100.000,00 para danos corporais e R$ 11.000 por morte ou invalidez permanente. 

Se esse mercado crescesse, haveria mais concorrência entre as seguradoras.

A imposição de um prêmio sem transparência devida, as possibilidades de golpes e fraudes e o volume de arrecadação impressionante precisam mesmo de um controle muito maior por parte do governo e da sociedade. 

É um equívoco partir da premissa de que o valor desembolsado todos os anos, ao renovar o certificado de licenciamento e registro, já foi “assimilado” pelos proprietários de veículos.

Qualquer redução, por menor que pareça, precisa ser aplaudida. O bolso do motorista tem fundo, sim.

RODA VIVA

TENDÊNCIAS
na indústria automobilística são pendulares. Caso da estratégia One Ford anunciada em 2007 para que os modelos da empresa fossem iguais em todos os mercados. 

Agora, o pêndulo volta. Altos custos envolvidos e avanço da direção autônoma não permitirão mais esse alinhamento automático. Cada região poderá ter estilo e equipamentos diferenciados.

GRUPO PSA investirá US$ 320 milhões (R$ 1 bilhão) na Argentina para modernizar as arquiteturas atuais de seus carros médios-compactos (Peugeot 308/408 e Citroën C4 Lounge). 

Apesar de as vendas só começarem em 2019, será grande avanço em relação aos modelos atuais. 

Brasil produzirá o C4 Cactus utilizando a arquitetura do C3 atual com entre-eixos alongado.

CADA PAÍS exige caminho próprio quando uma marca quer se tornar mais conhecida ou ganhar participação de mercado. 

Foi assim, por exemplo, com os cinco e seis anos de garantia total no Brasil. O que falar então do México? 

A Fiat tem dificuldades por lá. Não titubeou: oferece sete (!) anos de garantia no Mobi. Trata-se apenas de táticas de marketing.

CÂMBIO automático do tipo CVT deu bom impulso nas vendas do JAC T5, crossover chinês de linhas modernas e bom espaço interno. 

No entanto, há certo descompasso entre motor e câmbio. Até a metade do curso do acelerador as respostas são inadequadas, para não dizer pífias. 

Tecnologia CVT tem evoluído, mas neste caso falta maior desenvolvimento.

PEDIDA CPI na Câmara Federal para investigar radares de trânsito. De autoria do deputado Gilberto Nascimento (PSC-SP), foi aprovada com 186 assinaturas (15 a mais que o necessário). 

Não é o caso de demonizar esse equipamento eletrônico, mas o uso desvirtuado. 

Estudos técnicos falhos, contratos à base de comissão por multa e outras mazelas banalizaram tudo.
____________________________________
fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Os veículos SUBARU disputarão a exigente corrida de longa duração 24 Horas de Nürburgring (Alemanha), além das categorias Super GT Series (Japão) e Global Rallycross Championships (Estados Unidos), em 2017


Mundialmente reconhecidas pela tradição e sucesso nas mais variadas categorias do automobilismo, a SUBARU e a Subaru Tecnica International (STI), divisão de alta performance da marca e responsável pelo desenvolvimento técnico dos modelos de corrida, apresentaram os seus planos para as atividades que a Subaru Motorsports, área de competições da empresa, realizará neste ano.

24 Horas de Nürburgring
Pelo 10º ano consecutivo, a STI competirá com o SUBARU WRX STI, derivado do modelo importado com exclusividade pela CAOA para o Brasil, na exigente corrida de resistência 24 Horas de Nürbrugring, que estará em sua 45ª edição e acontecerá entre 25 e 28 de maio, no circuito que dá nome à prova, na Alemanha.

A Subaru Tecnica International venceu a classe SP3T, onde competem veículos com motor turbo de 2.0 litros ou menos, nos anos de 2011, 2012, 2015 e 2016. 


Na edição deste ano, a STI tem como objetivo conquistar a terceira vitória consecutiva dessa categoria, subindo, assim, pela quinta vez no lugar mais alto do pódio.

A versão 2017 do SUBARU WRX STI que competirá, conta com os benefícios decorrentes das evoluções realizadas no motor, que ampliaram sua potência, além de mudanças na transmissão, que proporcionaram melhora na aceleração e ganho de velocidade máxima.

A equipe de desenvolvimento da STI criou um veículo ainda mais rápido, com respostas precisas aos comandos do piloto, graças a um conjunto mais leve, com evoluções aerodinâmicas.

Mais uma vez, Shigeo Sugata será o gerente da equipe. A exemplo da edição do ano passado das 24 Horas de Nürburging, a formação de pilotos continuará a mesma, com Hideki Yamauchi (Japão), Marcel Lasée (Alemanha), Carlo van Dam (Países Baixos) e Tim Schrick (Alemanha).


Super GT Series
A SUBARU também participará da temporada 2017 do campeonato Super GT Series, considerada a categoria mais importante do automobilismo japonês. 


Neste ano, a marca competirá na classe GT300, com o modelo SUBARU BRZ GT300.

Entre as evoluções realizadas pela STI no SUBARU BRZ GT300 estão a redução no peso da carroceria e o aprimoramento do desempenho do motor.

O chefe de equipe será Hideharu Tatsumi, da Subaru Tecnica International, enquanto as atividades da equipe serão gerenciadas pelo R&D SPORT (localizado em Hiratsuka, Kanagawa, e presidida por Shinji Motojima). A dupla de pilotos será novamente Takuto Iguchi e Hideki Yamauchi.


Global Rallycross Championships
A Subaru Tecnica International fornecerá suporte técnico para a equipe SUBARU Rally Team USA, que compete noGlobal Rallycross Championships (GRC), categoria bastante popular nos Estados Unidos. 


Este evento combina elementos dos tradicionais circuitos de corrida, com corridas off-road e rali. 

O carro que participará dessa temporada reúne a experiência adquirida na Super GT Series e nas 24 Horas de Nürburging para comprovar a superioridade do motor Boxer e do sistema de tração Symmetrical All-Wheel Drive.

Para a temporada deste ano, a STI fornecerá suporte técnico nas áreas de desenvolvimento do motor, priorizando ganho de desempenho, melhora da rigidez e otimização do momento de inércia.

A estrela do GRC, Patrik Sandell, e o ex-piloto da SUBARU World Rally Team, Chris Atkinson, guiarão o modelo SUBARU WRX STI GRC na temporada deste ano.


Subaru Tecnica International (STI)
A STI foi criada em 1988, para ser a divisão esportiva da SUBARU. 


Em 1989, um SUBARU Legacy de primeira geração, preparado pela STI, quebrou o recorde mundial de velocidade certificado pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo) para o percurso de 100 mil quilômetros. 

A partir de então, a STI entrou no Campeonato Mundial de Rali, obtendo três títulos entre os construtores e três campeonatos com os pilotos Colin McRae, Richard Burns e Petter Solberg.

Trump assume a presidência dos Estados Unidos e vira o relacionamento com o México de ponta-cabeça com promessas de campanha de sérias retaliações contra o vizinho e o setor automotivo é o mais afetado, embora atinja também o Canadá. A GM cedeu à pressão Trump. Toyota apresenta o novo Etios e seus preços estão na matéria abaixo. A MINI não perde tempo de lança um foguetinho que faz 0 a 100 km,/h 6,5 s, com motor de 231 cv e 35 kgfm, que vai aos 234 km/h, mas só chega ao Brasil e 18. E a chinesa Chery se integra à rede CAOA para vender mais



Coluna nº 0.417 - 27 de Janeiro de 2017
____________________________________

Próximo GM será o Trax

Nova parcela acaba de ser relacionada para a soma de condicionamentos definindo produto e prazo ao novo produto GM Mercosul: o início do governo Trump, nos EUA, e sua insistência em viabilizar nos 100 primeiros dias as promessas de campanha. 

Dentre estas, revisar o NAFTA, o tratado de comércio entre as nações norte-continentais – México, EUA e Canadá. 

Em nome de gerar empregos internos, novo governo quer cobrar impostos de importação hoje inexistentes.

Presidente da GM, no Brasil, o argentino Carlos Zarlenga, disse nos primeiros dias do ano, no Salão de Detroit, estudar um novo produto para a fábrica de Rosário, na Argentina, onde faz o Cruze. 

Se fazia sentido industrial e comercial – afinal o Tracker é a versão utilitária esportiva sobre a plataforma Cruze -, aplicar sanções aos produtos mexicanos provocará a fábrica de São José de Potosi, onde produzido, a buscar opções para seus negócios. 

Uma delas é exportar partes prontas para a montagem na Argentina. 

Os outros condicionamentos estão nas boas vendas do Cruze; sua assinatura visual nas mudanças realizadas para o Tracker; a expectativa de ampliação dos mercados automobilísticos na Argentina e no Brasil; o projeto interno da GM em reduzir o tempo vida dos produtos, incrementado o surgimento de novidades; e a inexplicável omissão da GM em participar do segmento SUV, o de maior expansão no Mercosul.

Imaginado para 2018, deverá ter outro nome para complementar a mudança – Trax.

Trakker, pequenas mudanças, produção argentina como Trax

Toyota muda o Etios
Desprezando crença de que não se deve ter produto novo ou anunciar no mês de janeiro, quando consumidores de itens caros, como automóveis, estão em viagem de férias, Toyota mudou a regra: apresentou o Etios como modelia 2017, identificado por pequenas mudanças externas, complementada por retoques internos. Trabalho de designers brasileiros.

Curiosamente, o veículo mais atrativo no leque de produtos não está entre os mais caros, mas na base da lista. 

É o X 1.3, com transmissão automática, a R$ 53.890, menor preço com tal equipamento. O motor é moderno, quatro cilindros, bloco, carter e cabeçote em alumínio, 16 válvulas e variador de fase em todas. Produz 98 cv. A transmissão é anterior ao motor, com apenas quatro velocidades.

No geral, em todas as versões os carros ficaram melhor compostos em aparência, com redesenho frontal padronizando as diferenças antes aplicadas nas versões Ready e Platinum. 

Equipamentos de conectividade, conforto e materiais melhores em mais um passo para mudar a conformação de lançamento, parecendo misturada de partes. A gestão da Toyota foi ágil em listar as críticas e sanar o produto.

Todas as versões, com motores 1.3 ou 1.5 produzindo 107 cv, apresentam direção com assistência elétrica, computador com tela de 10 cm, cuidados internos para torná-los atrativos.

Quanto
Modelo
Versão
Preço sugerido R$
Toyota Etios hatchback 2018
X 1.3L 16V manual
45.990
X 1.3L 16V automático
50.890*
XS 1.5L 16V manual
51.190
XS 1.5L 16V automático
56.090
Ready 1.5L 16V automático
59.840
XLS 1.5L 16V automático
61.390
Cross 1.5L 16V automático
64.290
Platinum 1.5L 16V automático
64.990
Toyota Etios  sedã 2018
X 1.5L 16V manual
50.690
X 1.5L 16V automático
55.590
XS 1.5L 16V manual
53.990
XS 1.5L 16V automático
58.890
XLS 1.5L 16V automático
64.190
Platinum 1.5L 16V automático
68.390

* Veículo automático mais acessível do mercado brasileiro.


Toyota inova. Lançamento em janeiro. Etios

Ágil, o Mini John 
Cooper 
Works Countryman
Combinando com o produto, nome comprido batiza a versão mais comprida e equipada da linha Mini. 

Em conteúdo, o topo da disponibilidade, como o motor quatro cilindros, 2.0, abertura variada em todas as válvulas, turbo soprando a 2,2 bar, faz 231 cv, aproximados 35 quilos de torque, transmissão Steptronic de oito velocidades e tração integral.

Conjunto com o motor mais potente, já aplicado ao pequeno automóvel, faz da imobilidade aos 100 km/h em 6,5s e crava velocidade final de 234 km/h. 

Como é carro para público em geral, a composição mecânica é para garantir estabilidade e segurança na rolagem, freios Brembo com tomadas de ar externas, suspensão esportiva, rodas em liga leve em 18 polegadas, conforto e conectividade, luzes em LEDs. Deve ter rolagem dura e áspera.

O Mini John Cooper Works Countryman será apresentado no Salão de Shangai, em abril. No Brasil 2018.

Who?
John Cooper Works era o designativo décadas passadas para os Mini integrantes da equipe do inglês John Cooper. 

Ele tomou o carrinho e, para aproveitar sua estabilidade e baixo peso, sinônimos de concessão à esportividade, passou a desenvolver kits de melhora de comportamento. 

Motor pequeno, inferior a um litro, foi elevado a 1.275 cm3 e os demais componentes de carro urbano e barato permitiram agilidade. Direitos de uso do nome foram cedidos à Mini pela família.

Mini John Cooper Works Countryman

Roda-a-Roda

Então
– Apresentado ao início de 2015, o Range Rover Sport SVR inovou. Era o utilitário esportivo refinado como os carros desta divisão, entretanto, surpreendeu ao ser dinamicamente bem dotado.

Jeito - Nada de SUV com pouco jeito para aventuras extra estrada, mas produto bem construído e para atividades que a outros tipos e marcas, se cumpridas serão façanhas.

Prova – No RR Sport há motor V8 com 550 cv, apto a comportamento esportivo, apto a fazer de 0 a 100 km/h em 4,7s, tempo de carros esporte. 

Para atestar capacidade de tração nos vários modos permitidos pela transmissão Terrain Response 2, arrancando até 100 km/h com pneus de série Michelin 275/45 R21, nos diversos pisos.

Competência – Transmissão fez sua parte, identificando o tipo de piso e se ajustando automaticamente, evitando patinar e perder aderência. 

Resultados de surpreender: variação entre grama úmida, areia, e asfalto abrasivo foi de apenas 0,8s. 

Combinação de neve e gelo fez o sistema de tração trabalhar intensamente, com prejuízo de tempo: 11,3s.

Trumpalhadas – Governo Trump se iniciou nos EUA com retirada do país do maior acordo entre países do Pacífico, ameaças de revisão ou saída do NAFTA, o mercado formado com Canadá e México. Trump parece Collor 25 anos depois.

Em casa - E reunião com os mandatários das remanescentes das marcas originais, Ford, GM e Chrysler, agora FCA. 

Lero-Lero sobre produzir nos EUA e tapinhas em Sergio Marchionne, nº 1 da empresa. 

O ítalo-canadense é avesso a contatos físicos. Teve momento de boa educação: colocou Mary Barra, a líder da GM, à sua direita.

Mexida – GM na América Latina passou por mudanças, criando três regiões: GM Mercosul, abrangendo Brasil e Argentina, sob comando comum de Carlos Zarlenga, presidente GM Brasil; GM Andina reunindo Colômbia, Equador e Venezuela. 

Nas duas primeiras, marca tem pequenas operações. Na Venezuela, há mais de ano, paga a folha de colaboradores sem produzir.

Terceira, GM Central, para os países onde há apenas distribuição, caso de Bolívia, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai. Comandante-geral Barry Engle.

Ampliação – Para afirmar-se no mercado, Chery única chinesa fabricando no Brasil busca grande crescimento de negócios a partir deste ano. 

Processo de ampliação ocorrerá por acordo com o Grupo CAOA para se integrar à rede de distribuição da marca. Está nos ajustes finais.

Forno
– Nissan tirou da linha de produção de sua fábrica, em Resende, RJ, primeiras unidades do sav Kicks. 

Serão avaliadas pelos executivos maiores do processo de construção. A Nissan quer tê-lo em nível de excelência mundial. Produção no primeiro semestre.

Duplicidade – Honda iniciou campanha para vender o Fit. Resume: Pergunte a quem tem. 
Frase é ótima ao buscar referência de usuário. 

Mas não é nova. Foi criada em 1901 pela norte-americana Packard e utilizada por décadas.

História
- Àquele tempo de baixa motorização, William D Rockfeller, referência como fortuna, deixou de utilizar carros Winton e comprou um Packard, construído para ser o melhor dos automóveis nos EUA. O Pergunte a Quem Tem Um buscava a melhor prova testemunhal.

- Recente, inexplicável, incalculada decisão governamental premiará funcionários com bônus de eficiência sobre montante arrecadado. 

Na prática, pagará para que funcionários cumpram o seu dever, ganhem sobre o que já ganham. 

Mas nada impede desdobramentos, como a extensão a todo o aparelho arrecadador, incluindo o guarda de trânsito e as polícias rodoviárias.

Anúncio do Fit repete o da Packard, criado em 1901. Aqui em 1934.

Duas rodas – Ducati fez recorde mundial de vendas, expandiu-se na Itália, sua base, China e EUA, beirando 55 mil unidades.

Também cresceu no Brasil: 36%, 1.184 unidades, marca de maior ganho, e na Argentina, 219%. Ducati é controlada pela Audi.

Ciclo
– Após 40 anos, Bernard Charles Ecclestone deixou de ter executividade na Fórmula 1. 

Recebeu 7,5 bilhões de Euros do grupo Liberty Media e passou a gestão do negócio controlador da organização e veiculação. Foi convidado ao cargo honorífico de Presidente Emérito, mas não confirmou.

Quem – Ross Brown, inglês, ex-estrategista da Ferrari no tempo de Michael Schumacher, teria sido convidado a gerir o negócio.

Realidade - Não haverá outro como ele, transformador de atividade errática e romântica num circo de enormes custos, interesses, investimentos, verdadeiro laboratório de desenvolvimento do automóvel através das corridas de Fórmula 1.

Herança – Peculiar em realizar negócios, faz amigos em todas as esferas e é homem de palavra, desprezando contratos. 

O novo modelo de negócio não terá o mesmo tipo de trato. Apesar dos 86 anos, difícil imaginá-lo ocioso na varanda de sua fazenda de produção de cafés finos para exportação nas beiradas de Campinas, SP.

Ecclestone, peculiar

Começou bem
– Pedro Piquet, 18, mais jovem do clã familiar, começou bem a temporada Toyota Racing Series: em Teretonga, Australia, na segunda rodada tripla do calendário fez 3º, 1º, e 5º. Está em terceira posição no campeonato com cinco etapas.

Há 50 anos, a AMG
Grossaspach, pequena cidade no interior da Alemanha, viu há 50 anos surgir empresa pequena e atrevida. 

Sócios, um de seus filhos ilustres, Hans-Werner Aufreschr, e, outro, o engenheiro Erhard Melcher, uniram iniciais dos sobrenomes com a da cidade e criaram a sigla AMG. 

Proposta insólita, preparar automóveis Mercedes-Benz, dar-lhes mais performance, rendimento, mantendo conhecidas resistência e durabilidade.

Muitos anos de bons e referenciais resultados, a inclusão de mais um sócio, o português Domingos Piedade, primeira parceria com a Mercedes para criar o C 36, em 1993. 

Em 2005, a Daimler-Benz adquiriu a empresa, passando a criar versões AMG para os produtos Mercedes. Toda a linha, dos A aos S, incluindo inimagináveis trabalhos em utilitários esportivos.

Em 2014, a direção decidiu separar e a AMG deixou de ser divisão e voltou a ser empresa em separado, 100% controlada pela Daimler. 

Manteve habilidades de técnica e construção, desenvolvimento de projetos, construção de versões com sua assinatura - aliás os motores são assinados pelo montador.

A AMG virou marca com produto próprio, em separação exitosa, e, em 2016, a AMG vendeu 100 mil unidades, 40% mais ante 2015.

Produto recente é o GT de projeto e construção, chassis em alumínio, como quase toda a carroceria, e a evolução para o C Coupé, tido como o melhor resultado na cruza entre rusticidade esportiva e refinamento. 

Estará na 11ª edição do Mercedes-Benz Top Night, evento realizado com o fotógrafo Luiz Tripoli. 

Nela, sete personalidades do mundo musical foram fotografados ao lado de automóveis Mercedes. 

O AMG GT C, recém-apresentado, é marcado por grade frontal inspirada nos protótipos dos 300 SL competidores da Carrera Pan Americana em 1952.


____________________________________

ACESSE TODAS AS POSTAGENS E SAIBA TUDO SOBRE O MUNDO AUTOMOTIVO.