quinta-feira, 31 de maio de 2012

NA COLUNA ALTA RODA, FERNANDO CALMON ABORDA UM PONTO QUE SEMPRE CAUSA DISCUSSÃO E MUITO INTERESSE DA POPULAÇÃO, O AUMENTO E A REDUÇÃO, COMO OCORREU AGORA, COM A REDUÇÃO DO IPI PARA AQUECER O MERCADO AUTOMOTIVO


Alta Roda

Nº 683 - 31/5/12

Fernando Calmon

MATEMÁTICA IMPLACÁVEL

Mercado de automóveis voltou às manchetes em razão da agitação trazida pelos preços com alívio provisório do IPI, relaxamento de juros e do número de prestações. Há posições antagônicas entre alguns analistas, por um lado, indústria e concessionárias, de outro, as duas últimas afinadas em relação ao otimismo moderado.

Para os céticos, estaríamos diante de iminente estouro da bolha de consumo, iniciada há três anos pelos financiamentos longos e pouco rigor na aprovação de cadastros. Essa tese explicaria a alta inadimplência recorde de 5,9% (mais de 90 dias de atraso), o prejuízo de alguns bancos varejistas no setor e, assim, a dificuldade para queda acentuada dos juros e alongamento dos prazos.

Outros acham que a redução do IPI, somada aos descontos dos fabricantes acordados com o governo, deixaram os preços atuais, em alguns casos, próximos aos promocionais já praticados até a semana anterior. Isso, realmente, acontece, mas nada indica que o ambiente de competição não continuaria puxando os preços para baixo.

Otimistas pensam de outra forma. Sérgio Habib, importador JAC e dono de 95 concessionárias, de Norte a Sul do País, da própria JAC, Citroën e VW, afirmou à coluna: “Sentimos 35% de aumento de trânsito nas nossas lojas, nos últimos dias. Aposto que até 31 de agosto um milhão de unidades de todos os tipos será vendidos. E se mantidas as condições atuais até o final do ano, não descarto que o Brasil consiga atingir quatro milhões, ainda em 2012.”

Tal previsão supera os 3,8 milhões de unidades, ainda não revistos pela Anfavea. Seu raciocínio é que o brasileiro troca de carro, em média, a cada 32 meses. “Em 2009, ano ruim para a economia (0,2% de retração do PIB), venderam-se mais de três milhões de veículos. Hoje (momento teórico da troca), mais de 80% dos compradores estão adimplentes, os preços caíram e as condições de financiamento são similares.”

Como os preços, sempre eles, são motivo de discussão que tal ver o cenário dos últimos oito meses? Comparar preços com os EUA tem sido esporte popular. Pegue-se o Civic, mesmo automóvel fabricado aqui e lá. Só que o Civic mais barato lá é “pelado”, como se fala. Não existe aqui. Então seu preço para comparar não é o DX de US$ 16.000 e sim o LXL de US$ 23.000, incluído o frete. Em 1º de setembro de 2011 custava, com dólar a R$ 1,60, cerca de R$ 37.000,00. Pechincha, não?

Como a diferença de taxação é brutal, a referência menos ruim é o preço do Civic equivalente para taxistas no Brasil. Em 1º de maio último, o LXS valia RS 53.000, sem IPI e ICMS, porém, ainda com carga fiscal superior à dos EUA. Mas o preço, em reais, saltou para R$ 48.000 (dólar a R$ 2,10, antes da intervenção do Banco Central). 

Por sorte, os americanos recebem seus salários  em dólares e os brasileiros, em reais. Assim, ninguém sentiu os 30% de variação cambial. Se igualadas as cargas fiscais, os dois modelos custariam aproximadamente o mesmo preço, em B
Maio. Alguns centavos a mais no valor do dólar e o carro sairia mais barato aqui.

Conclusão: qualquer variação mais forte do dólar leva a essas distorções, para cima ou para baixo. Não serve de consolo para os nossos preços altos por impostos e custos, mas a matemática é assim, implacável.

RODA VIVA
NOVO sedã Peugeot 301, embora projetado para países emergentes, tem poucas chances de produção no Brasil. Talvez na Argentina, mas seu preço ficaria próximo ao do 408. Para combater o Logan diretamente precisaria ter sido pensado desde o início como baixo custo, que não parece ser o caso. Peugeot também negou o 206 sedã e o carro é feito aqui, o Passion.

COTAS com IPI mais baixo para importados de marcas premium ou de modelos médios-grandes e grandes já são admitidas pelo governo, segundo fonte da coluna. Problema está em veículos compactos e médios-compactos de origem chinesa e sul-coreana. Seus preços baixos de exportação e valorização do real sufocam a produção nacional.

CITROËN DS3 chega por R$ 79.900 e oferece conceito ampliado de esportividade. Vidros laterais e traseiro conferem estilo diferenciado da versão normal, ao esconder coluna C e dar novo aspecto à coluna B. Motor turbo 1,6/165 cv já entrega 48 cv a apenas 1.400 rpm. Destaques para bancos, direção, câmbio manual/6 marchas e suspensões (embora ruidosas).

ESTILO atraente, bom espaço interno e câmbio (apenas manual) fácil de manusear. JAC J5, além do preço agora abaixo da barreira psicológica de R$ 50 mil (R$ 49.990), tem acabamento simples, visibilidade ruim dos instrumentos, ausência de botão central de destravamento de portas e imprecisão direcional. Falta torque ao motor de 1,5 l/125 cv.

DEPOIS de 14 anos de importação, Lexus vendeu em média apenas oito carros por mês no Brasil. A divisão de automóveis caros da Toyota terá dificuldades nessa fase de relançamento da marca. Iene valorizado deixou todos os quatro modelos bastante fora do nível de preços razoável para competir. Precisarão ter muita paciência ainda...
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fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

BMW SÉRIE 3CHEGA À SUA SEXTA GERAÇÃO JÁ DISPONÍVEL NAS CONCESSIONÁRIAS COM PREÇOS A PARTIR DE R$ 171.400



Com mais de 12 milhões de veículos comercializados no mundo todo desde o seu lançamento ao mercado em 1975, o BMW Série 3 chega em sua sexta geração para definir novos padrões de referência em termos de esportividade, design e conforto.

O modelo já pode ser encontrado para venda nas concessionárias oficiais da marca, onde demanda por fila de espera antes mesmo de seu lançamento oficial no país, já marcado para o final de junho.

Entre as novidades, o sedã esportivo de luxo está maior se comparado à geração anterior: com sua ampla distância entre rodas (+ 37mm na frente + 47mm atrás), comprimento do carro (+ 93mm) e a distância entre eixos maior (+ 50 mm), garante mais conforto aos passageiros traseiros.

Com preços a partir de R$ 171.400,00, câmbio de 8 marchas e motor 4 cilindros de 2,0 litros, o BMW 328i – a primeira versão a chegar ao país - desenvolve uma potência de 245 hp e torque máximo de 350 Nm (258 lb-ft) a partir de 1.250 rpm e acelera de 0 a 100 km/h em 5,9 segundos.

O motor de gasolina conta com nova tecnologia BMW TwinPower Turbo que garante uma experiência de condução dinâmica combinada à consumo e emissões reduzidos. Componentes da tecnologia BMW EfficientDynamics como a função Auto Start-Stop e Regeneração de Energia de Frenagem também contribuem para diminuição de consumo de combustível.

A família BMW Série 3 também ganhou duas novas versões de acabamento no país, seguindo o novo conceito de Lines, já apresentado anteriormente, no início do ano, durante a chegada do novo BMW Série 1. Além do BMW 328i, a sexta geração da marca passa a contar com os modelos BMW 328i Sport e BMW 328i Luxury, cada um deles apresentando sua própria visão individual do sedã esportivo.

O modelo BMW 335i chega ao mercado a partir do mês de junho, enquanto que o BMW 320i somente no segundo semestre do ano.

Para mais informações acesse:
Twitter: http://www.twitter.com/BMWBrasil

CHRYSLER 300C FABRICADO NO CANADÁ CHEGA AO BRASIL POR R$ 160 MIL, COM 286 CV E FAZENDO 12 KM/L. O CARRO É APRESENTADO POR ROBERTO NASSER NA SUA COLUNA SEMANAL. MOSTRA TAMBÉM O CITROEN QUE CUSTA R$ 79.900, ENTRE OUTROS TEMAS COMO O SONIC DA CHEVROLET QUE CUSTA A PARTIR DE R$ 46.200



End eletrônico: edita@rnasser.com.br             Fax: 55.61.3225.5511

Coluna Nº 2212 em 31 de Maio de 2012

Chrysler 300C, a cara de Detroit
É canadense, traz as exigências dos compradores dos EUA, e simbiose interessante e de bons resultados. Mudado externamente, amenizado em linhas, trocando a cara de mau, depois que a Fiat assumiu, para poder vendê-lo na Europa – lá é Lancia. 

É o maior da Chrysler, em nova fase, com boa parelha mecânica: novo motor V6 feito em casa, o Pentastar de 3,6 litros, 286 cv, e entrosado câmbio automático de oito velocidades, capazes de fazer entre oito e 12 km/litro de gasolina, em ambiente silencioso e confortável, de rolar superior pela suspensão independente nas quatro rodas, com cinco braços de ligação no diferencial traseiro.

Objetivamente é casamento bem articulado: um Mercedes-Benz Classe E por baixo, transmissão ZF comum com a marca alemã e diferencial idem. Eflúvios do controle e mau negócio para a Mercedes sobre a Chrysler; pior para esta, que faliu; ótimo para a Fiat, assumindo-a apenas pelo investimento em produtos de menos consumo.
Preço bom. Em torno de R$ 160 mil.

Chrysler 300C, único representante de Detroit no Brasil 
A hora do charme. Citroën DS3
Mercado ruim em todo o mundo marcas se acertam, fundem, fazem acordos. Outras, às vezes centenárias, fecham. A Citroën resolveu se re-inventar apostando em sua imagem mundial - atrevimento em design - aproveitou o presente dado pela BMW - produzir motores turbo de baixa cilindrada, o 1.600HTP, 156 cv e fantásticos 24 mkgf de torque a rotações mínimas, apto a puxar veículos leves – sedã, cupê, utilitário esportivo... E, com liberdade para transformar, criou a adicional família DS.

Inicia trazer ao Brasil o menor deles, DS3, apresentado com assustada alegria, exatamente no dia do anúncio das medidas de fomento, fazendo contas rápidas para definir preço com redução, R$ 79.900. Plástico adicional para personalizar e colar no teto, mais R$ 700 e, bancos revestidos em couro, caros R$ 2.900.

Nesta fase de transição entre a mecânica antiga e a aplicação de novos conceitos, os resultados parecem milagre, mas são, apenas a soma de tecnologias e de eletrônica. Melhor medida, o grande torque grande em baixa rotação, num gráfico não desenharia centenária curva, difícil de subir, fácil no cair.

Os motores de agora dão pico de enorme torque logo acima da marcha lenta, mantém-no plano como um tampo de mesa, e o levam quase ao limite de giros para a potência máxima. Na prática, dirigir em baixas rotações, motor inaudível, vai bem. Mas se você amanheceu, como se diz em Minas, com a vó-atrás-do-toco, o motor alemão topa desaforo. 

O resultado sensorial é te colar no banco enquanto cresce de rotação e o chão passa cada vez mais rápido. Do sair aos 100 km/h, 7,3s – tempo de gente grande. Exemplifica novos parâmetros de rendimento, novos tempos de engenharia de downsizing, o diminuir o motor em cilindrada, volume e peso, sem prejuízo no gerar torque e potência.

O carro é bem composto nas linhas atrevidas, cuidados aerodinâmicos. Há incompatibilidade entre os pneus com aro 17” e série 45, lateral baixa, e o apetite dos buracos nacionais.
É distintivo, não passa sem chamar atenções, combina com as pretensões. Venderá? Ninguém sabe neste país de emoções, com aumentos de impostos para os importados. Mas a Citroën projeta 250 unidades mensais, concorrendo com o Audi A1e o Mini.

DS3. Nova família Citroën conjuga charme com motor valente
Fiat Doblò. Não muda, que estraga
Diferente, esquisito, peculiar, insólito, mais feio-que-bater-em-mãe, vários adjetivos referenciam o Fiat Doblò. Um conceito, entretanto, é unanimidade: é competente. Entrega mais que se imagina, tem muitas composições para bem aproveitar seu espaço, e bem se casa com o novo motor FPT EtorQ 1.8, 16V.

Sem querer evoluir para o Qube, este sim, mais-feio-que-bater-em-mãe-no-dia-das-mães, a Fiat aplicou-lhe novidades para caracterizar a linha 2013 e criou, entrando na canoa amazônica conduzida pelos irmãos Villas Boas, a versão Adventure Xingu. 

Agrega itens que os valentes sertanistas nunca conheceram: rádio CD MP3 /WMA com RDS, retrovisores externos elétricos, bordados nos bancos, faixas adesivas. Do brinde oferecido aos compradores, conheceram alguns itens – mochila, lanterna, caderno e amuleto.

Também desconhecidos aos irmãos inspiradores de filme e versão automobilística, o kit HSD, com duas almofadas de ar para passageiros da linha de frente, e sistema anti bloqueio nos freios.

Quanto
Versão                                                    R$
Doblò Attractive 1.4 Flex                    51.020
Doblò Essence 1.8 16V Flex              56.890
Doblò Adventure Xingu Flex               60.980
Doblò Cargo 1.4 Flex                         40.460
Doblò Cargo 1.8 16V Flex                  45.300

Sonic, outro importado da GM
Missão dura: substituir o nacional Astra pelo coreano Sonic, nestes dias em que o governo constrói parede anti-importados, mas única opção à GM sem renovar sua linha de produtos, e sobreviver à crise causada por sua empáfia.

O Astra empregava plataforma e motores antigos, e o Sonic é mais recente. Coreano Daweoo tem motor 1.6, 24 válvulas e não consegue romper com o passado, vivos resíduos de Monza e Corsa ainda remanescentes em alguns Chevrolet no Mercosul, mostrando motor com bloco em ferro e transmissão mecânica com apenas cinco velocidades – a automática, mais moderna, tem seis.

Em versões hatch cinco e sedã quatro portas, decoração LT e LTZ, é bem composto esteticamente e bem aproveita o espaço interno. Segue os sedimentados parâmetros GM de fazer carro para mostrar o exterior aos vizinhos, como os faróis com dois canhões de luz, e deixar as deficiências da composição interna aos usuários.

Internamente padrão idêntico, comum pacote de facilidades eletrônicas, dois porta luvas, porta objetos, e instrumentos e comandos futurísticos – ou para compradores mais jovens em países com maior renda que o Brasil.

Mecânica razoável, sem inovações. Suspensão frontal Mc Pherson e traseira por simplório eixo torcional. O motor mostra antiguidade e aproveitamento com bloco de ferro, oposto ao esforço de aumentar rendimento e diminuir peso através de ligas leves. Nele, atualizados são os dois comandos de válvulas com regulagens automáticas de abertura, assim como para os dutos de admissão.

A engenharia local adaptou-o para flex e, ao final, com álcool produz 120 cv e com gasolina 116. Pico de torque em 16,3 e 15,8 kgmf, com 90% a 2.200 rpm. Com preços referenciados em R$ 46.200 e R$ 56.100 emprega conhecido adjetivo Premium para explicar ser caro, porém o Premium do Sonic é menos Premium que os Honda Fit e City, os Ford New Fiesta.

De olho
Questão pessoal, não aceito convites para eventos da GM e, para não deixar os leitores menos informados, completo leitura com ouvir dois jornalistas especializados presentes à apresentação. Visões antagônicas. 

Para um o Sonic deve ter sido projetado por Nelson Rodrigues, lembrando sua famosa peça teatral “Bonitinha mas Ordinária”. Outro, ntidamente ensandecido disse, a GM perderá dinheiro com o Sonic, tão bom por tão pouco. A verdade passa pelo meio.

Duas questões: Venderá? Sim, concessionários GM são mais mais aguerridos e se capazes de vender Corsa e Ágile, qualquer produto levemente melhor, dão festa. Interessa? É de se perguntar: Agrega valor ao País a crescente desnacionalização dos produtos GM, empregando coreanos fazendo o Sonic, e dispensando os que faziam o Astra em São Paulo?

Quanto
Modelo/versão                                  R$
Sonic LT hatch                               46.200
Sonic LTZ hatch                             48.700
Sonic LT sedã                                49.100
Sonic LTZ sedã                              51.500
Sonic LTZ A/T hatch                       53.600
Sonic LTZ A/T sedã                        56.100

Sonic. Diga Sônic.
Roda-a-Roda
Alfa-san – Se você gosta de Alfas, em especial conversíveis, prepare-se para o choque. O próximo não será Zagato, Pininfarina, Bertone, porém da japonesa Mazda, contratada pela Fiat. O produto, com plataforma do MX5, novo Miata, servirá às duas marcas, com novidades como tração traseira e motorização separada. Em 2015.

Mercedês – Há anos a Renault lançou pacote de medidas de valorização e lucros. Nele, evolução em qualidade ao nível dos Mercedes. Não deu certo, mas foi direto à fonte alemã e fará veículos de luxo baseados na plataforma MB E, os Initial Paris. Razão? No mercado europeu vendas dos carros de luxo caem menos que a dos populares. Contraprestação, a Renault, fará o pequeno Smart sobre a plataforma do novo Twingo, a partir do próximo ano.

SurpresaQual o Utilitário Esportivo grande mais vendido ? Acredite, o Jeep Grand Cherokee. De janeiro a abril, 512 unidades. Distante, das 374 unidades do 2º. Colocado, Land Rover Discovery 4. Explicação simples, dirigiu, perguntou o preço, comprou. A base é Mercedes-Benz e o novo motor, vigoroso e novo V6 de 286 cv ajudam na escolha, garantida por mais de 80 prêmios mundiais.

Mistura – Mais de 300 mil unidades vendidas, sucesso, o Novo Uno linha 2013 mescla equipamentos e acessórios, como incorporar o kit HSD – duas almofadas de ar e freios ABS com EBD em versões Way e Sporting 1.4; apoio de cabeça em todas as versões. Preços a partir do Vivace 1.0 a R$ 24.260.

Diploma – No Brasil pouco influi aprovação nos testes Euro NCap, mas aos europeus, exigentes e educados, é grande referência. Indica superar avaliações por instituto independente, em especial sobre danos a usuários pós pancadas sérias. No caso o laureado é o Peugeot 208, aqui em 2013.

Opção – A Volkswagen não marcou a linha 2013 por mudanças estéticas ou visuais, mas a melhor compor os automóveis para suas funções, como bolsos com zíper, baixo relevo nos revestimentos. É pouco.

Aval – Na listagem de veículos como melhores compras, a revista Autoesporte indicou o Nissan Versa como Melhor do Segmento.

E então – A falta de projeto para a indústria automobilística e as soluções empregadas, sempre com renúncia fiscal – com a sociedade bancando incentivos – é de se perguntar como ficará o mercado após setembro, quando acaba a pequena redução do IPI. A benesse será estendida?

Fim – Caíram do telhado: Renault Megane Gran Tour; Citroën Picasso; GMs Corsa, Meriva, Zafira. Se a fim de bom negócio por compra com grandes descontos, vá atrás. Se não, espere o bloco passar.

Líder – Tabulação da agencia Millward Brown, os bons resultados de vendas da BMW, produtos, projetos, bom comportamento no grande mercado chinês, e seus dados econômicos – faturamento, lucro, tamanho do cofre – fizeram superar a Toyota como a marca mais valiosa do mundo.

Negócio – Ágil, a Audi criou novo canal de vendas para seus produtos, falando direto com quem tem meios e interesse técnico: mostra-os nos eventos técnicos da MAN, dona da Volkswagen Caminhões.

Bem cotada – Motores Renault na Fórmula 1 fazem boa imagem: vencendo pela terceira vez seguida no GP de Mônaco, sexta no circuito e terceira – metade – nas provas desta temporada.

Acordo – Usar as provas da Fórmula Indy para fazer vendas e marketing de relacionamento, deu resultado quatro vezes superior ao investimento. Nas 500 Milhas de Indianapolis exportadores brasileiros venderam US$ 509M. Daí a Agencia Brasileira de Promoção de Exportações e Investimento – APEX Brasil – renovar patrocínio. Uma das ações é fornecer o álcool utilizado nos carros.

Mistura – Futebolista Neymar Jr. tem patrocínio das Baterias Heliar. Emerson Fittipaldi, da Moura. Um ilustra, outro avaliza. Em quem dar crédito na hora da compra ? Nas caras Caterpilar que duram como as japonesas, ou nas que duram um ano e um dia ? Melhor seria que anunciassem as Optima, também da Johnson Controls, de nível superior.

Tiro e queda – Graves fortes, pouco espaço, resumem a bazuca amplificada Fusion, importada pela AV2. 30 cmx30cm, dita ideal para som em picapes.

Ecologia – Pesquisa da japonesa fábrica de pneus Bridgestone com a flor Dente de Leão, deu resultados promissores na produção de borracha para pneus.

GenteSérgio Pugliese, gerente na MAN Latin America – ex VW Caminhões – exportado. OOOO Será número 1 na divisão argentina da empresa. OOOO Julio Steg, engenheiro, idem. OOOO Gerente de marketing no vizinho mercado. OOOO Martin Fritsches, 35, crescimento. OOOO Diretor da BMW, vendia motos, Minis, agora promovido diretor comercial da marca. Começa lançando a nova Série 3. OOOO Carlos Alberto Oliveira Santa Cruz, peruano, engenheiro, desafio. OOOO Executivo laureado na 3M teve passe comprado para dar ordem à PPG, multi de tintas automotivas. OOOO Quer mostrar ao mercado ter a empresa o maior portfólio de produtos. OOOO

quarta-feira, 30 de maio de 2012

ATENÇÃO EMPRESÁRIOS DA ÁREA DE TERRAPLANAGEM, CONSTRUÇÃO CIVIL, A VOLVO LANÇA NOVAS MINICARREGADEIRAS DE ESTEIRA NOVA RETROESCAVADEIRA SÉRIE B



A Volvo está oferecendo ao mercado brasileiro e demais países latino-americanos a partir da M&T Expo 2012 as suas minicarregadeiras de esteiras multiuso. “Estamos ampliando a oferta e a gama de máquinas compactas para atender a todas as necessidades de nossos clientes”, declara Yoshio Kawakami, presidente da Volvo Construction Equipment Latin America.

Com todos os avanços tecnológicos e soluções para proporcionar conforto ao operador, maior versatilidade e baixo consumo de combustível que tem sua congênere de rodas, a minicarregadeira de esteiras multiuso é um equipamento muito útil para trabalhar em terrenos inclinados, pois garante maior estabilidade em aclives e declives.


“Oferecem também maior tração e maior flutuação, especialmente em condições adversas e terrenos mais difíceis”, diz Mario Braghetta, gerente de Desenvolvimento de Negócios de Equipamentos Compactos da Volvo Construction Equipment Latin America. 

A máquina da Volvo de esteiras multiuso exerce baixa pressão sobre o solo, permitindo inclusive trabalhar em áreas com grama ou em locais em que suas congêneres de rodas danificariam a área.

As esteiras são desenhadas para ter uma máxima transferência de potência do sistema de tração até o solo. “Isto maximiza o desempenho do equipamento”, observa Boris Sanchez, gerente de suporte a vendas da Volvo Construction Equipment Latin America. Os componentes da minicarregadeira de esteiras multiuso são resistentes ao desgaste e, portanto, oferecem maior longevidade.




A Volvo apresenta ainda sua 
nova linha de retroescavadeiras da série “B”


A Volvo Construction Equipment Latin America está apresentando na M&T Expo 2012, que será realizada de 29 de maio a 2 de junho no Centro de Exposição de Imigrantes, em São Paulo, a sua nova linha de retroescavadeiras da série “B”. Os modelos BL60B e BL70B trazem uma variedade de avanços tecnológicos, benefícios e novidades.

“Ergonomicamente projetada, a série ‘B’ proporciona mais conforto ao operador e maior produtividade na operação, além de ser uma máquina mais versátil e de garantir mais tranquilidade para quem faz a manutenção”, declara Yoshio Kawakami, presidente da Volvo Construction Equipment Latin America.

A retroescavadeira tem um design de cabine totalmente novo, com mais curvas e novos materiais de qualidade. Todos os componentes principais trabalham em conjunto, transmitindo confiabilidade. Um benefício adicional do design é um maior valor residual na hora de revenda do equipamento. Na série “B” a Volvo oferece três tipos de cabine: básica, standard e luxo.

Foram introduzidas novas características nos equipamentos, maior variedade de implementos e opcionais, comandos ergonômicos e foi mantida a já tradicional confiabilidade e qualidade das máquinas da marca. “É seguramente a melhor retroescavadeira do mercado”, diz o presidente.

O motor é um Volvo D5D, turbo, de quatro cilindros, 4,8 litros, quatro tempos, injeção direta e com baixas emissões. São duas opções de potência por modelo. A BL60B pode vir com motores de 64kW (86hp) ou 70kW (94hp), e a BL70B pode vir com motores de 70kW (94hp) ou 74,9kW (100hp).

Tanque de combustível 20% maior
O tamanho do cilindro hidráulico do braço carregador foi aumentado, garantindo aumento da força de desagregação e proporcionando maior capacidade de elevação. Já o tanque de combustível foi redesenhado, alcançando agora uma capacidade de 150 litros, 20% a mais que na geração anterior. 

Ele está localizado e integrado no lado direito da máquina, tem um bocal de maior diâmetro em relação ao tanque anterior e um dreno incorporado (bastante conveniente em caso de ingresso de sujeira, pois o operador pode fazer a drenagem).

“O tanque é fácil de limpar ao nível do solo. Não é necessário usar um funil para abastecer e, conforme a aplicação, ele tem capacidade suficiente para um dia inteiro de trabalho”, explica Leonilson Rossi, diretor de marketing da Volvo Construction Equipment Latin America.

Com excelente visibilidade lateral e menor custo de manutenção, os paralamas traseiros tem um design que proporciona máxima cobertura dos pneus traseiros e seu tamanho maior limita a projeção de barro e sujeira. De fácil acesso para manutenção, um compartimento com chave para o filtro do ar condicionado da cabine está situado no lado direito do paralamas.

Powershift
Como opcional, a BL60B pode equipar-se com transmissão Powershift, com quatro marchas à frente e a ré. É um grande benefício, pois a alavanca de seleção de marchas está próxima da coluna de direção, facilitando a mudança das marchas e garantindo que o operador se concentre somente em seu trabalho.

Também opcionalmente, a Volvo oferece uma linha hidráulica auxiliar bidirecional para uso de implementos de dupla ação como, por exemplo, garra hidráulica para pinçar objetos. Com este dispositivo, o operador pode utilizar uma variedade diferente de implementos em uma ampla gama de aplicações. 

“É maior produtividade na operação”, diz Mário Braghetta, gerente de desenvolvimento de negócios de equipamentos compactos da Volvo Construction Equipment Latin America. Outro opcional é a linha hidráulica para rompedor, uma solução fácil e simples para acoplar o rompedor hidráulico da máquina.

A amplitude de movimento da caçamba da escavadeira desta geração é de 205 graus. Isto é resultado do novo desenho da articulação. A mudança permite uma escavação vertical com a caçamba em todas as posições, sem que seja necessário o reposicionamento do equipamento, proporcionando também maior flexibilidade e produtividade da retroescavadeira.

Com vidro temperado, o para-brisa traseiro é largo, e pode ser completamente aberto por meio de alças ergonômicas movidas por cilindros a gás. É rápido e fácil de abrir, mais seguro e produtivo. “Esta novidade oferece uma ótima visibilidade para o local de trabalho”, observa Boris Sanchez, gerente de suporte a vendas da Volvo Construction Equipment Latin America.

Na parte superior da cabine existem quatro luzes de trabalho ajustáveis. Elas oscilam de cima para baixo em 45 graus e da esquerda para a direita em 25 graus. O operador pode direcionar a luz para onde seja necessário para uma máxima iluminação do local de trabalho, proporcionando também maior produtividade e segurança.

As retroescavadeiras Volvo possuem, de série, a melhor caixa de ferramentas em sua classe. Com um grande espaço para as ferramentas, está integrada aos degraus do lado esquerdo do equipamento, permitindo acesso ao nível do solo. O operador não precisa fazer força, pois ela se abre com um amortecedor a gás. Pode ser fechada com a chave da máquina ou com um cadeado personalizado.

O acesso à cabine é feito por três grandes degraus, antideslizantes, dentados e autolimpantes. Dois corrimãos largos, um na direita e outro à esquerda, oferecem segurança para entrar e sair facilmente da máquina. 

A chave geral do sistema elétrico está localizada na parte inferior direita da caixa de ferramentas, o que garante amplo espaço de armazenamento. As retroescavadeiras têm, também, luzes de LED, que proporcionam melhor visibilidade e segurança.


segunda-feira, 28 de maio de 2012

VOCÊ SABIA QUE... O NEW FIESTA VENCE EM CHARLOTTE?


A Ford conquistou mais uma vitória com o New Fiesta em competições internacionais. O carro pilotado pelo finlandês Marcus Gronholm venceu a primeira etapa do Campeonato Global de Rallycross 2012, disputada, neste final de semana, no autódromo de Charlotte, nos Estados Unidos.



FIAT LANÇA VERSÃO 2013 DO DOBLÒ ADVENTURE INSPIRADA NO FILME XINGU QUE JÁ PODE SER COMPRADA NAS CONCESSIONÁRIAS DA MARCA POR R$ 60.980



Sucesso de vendas em seu segmento, o Fiat Doblò acaba de chegar à rede de concessionárias trazendo várias novidades em sua linha 2013 que irão agradar o consumidor brasileiro e também tornar o modelo ainda mais competitivo no mercado. 

O Fiat Doblò passa a contar uma nova versão Adventure inspirada no filme Xingu, além de novos equipamentos de série e de novos kits de opcionais.

O destaque da linha 2013 fica para a versão Adventure, que agora chega com a série especial Adventure Xingu — uma homenagem ao filme Xingu, dirigido por Cao Hamburger, que conta a história da criação do Parque Nacional do Xingu, iniciado na década de 1940 sob o comando dos irmãos Villas Boas.

O Doblò Adventure Xingu ganha em sua lista de itens de série rádio CD MP3 / WMA com RDS, retrovisores externos elétricos, bancos dianteiros com novo bordado “Adventure Xingu”, além de novas faixas decorativas nas laterais do veículo e novo adesivo na porta traseira, todos inspirados no filme. E mais: após a compra do veículo, o consumidor receberá em sua casa um brinde alusivo a essa versão, composto por mochila, lanterna, caderno e amuleto.


Na linha 2013, o Fiat Doblò Attractive incorpora em sua lista de itens de série o Kit HSD (High Safety Drive ) composto por air bag duplo frontal mais freios ABS com EBD. Com isso, todas as versões do modelo para passageiros passam a contar com estes importantes itens de segurança de série.


O modelo também chega com novos kits opcionais para todas as versões da linha 2013. Entre eles, o Kit Casual, composto por banco traseiro bipartido, cinto traseiro central retrátil de três pontos e apoia-braço central no banco do motorista, e o Kit Creative 1, que traz rádio CD MP3 / WMA com RDS, mais retrovisores externos elétricos, volante com regulagem de altura, faróis de neblina e chave tipo canivete com telecomando para abertura de fechamento das portas —  todos oferecendo uma ótima relação custo-benefício.








Gama 2013 do Fiat Doblò e os preços de suas versões:
Doblò Attractive 1.4 Flex – R$ 51.020;

Doblò Essence 1.8 16V Flex – R$ 56.890;

Doblò Adventure Xingu Flex– R$ 60.980;

Doblò Cargo 1.4 Flex – R$ 40.460;

Doblò Cargo 1.8 16V Flex– R$ 45.300.





domingo, 27 de maio de 2012

NISSAN VERSA RECEBE SELO DE "MELHOR DO SEGMENTO" ENTRE OS SEDÃS COMPACTOS AO SER ESCOLHIDO, POR JORNALISTAS ESPECIALIZADOS DA ÁREA AUTOMOTIVA, QUE RESPONDERAM À PERGUNTA "QUAL COMPRAR, EM 2012?". O VERSA CUSTA A PARTIR DE R$ 33.890. VEJA O PREÇO DAS TRÊS VERSÕES


O Nissan Versa foi escolhido pela equipe de jornalistas da revista Autoesporte, como a melhor opção de compra entre os sedãs compactos, recebendo o selo ‘Melhor do Segmento’ no guia anual ‘Qual Comprar 2012’. Com a redução do IPI, o Versa passou a custar: 1.6 S, R$ 33.890, 1.6 SV, R$ 38.490 e 1.6 SL, R$ 41.890. 


Lançado em novembro do ano passado no mercado brasileiro, o modelo da Nissan superou concorrentes diretos principalmente por ter melhor custo-benefício do segmento e também por seu desempenho. A redação da revista Autoesporte analisou todos os modelos comercializados no Brasil que custam menos de R$ 200 mil. 



Diversos quesitos foram levados em conta na análise dos jornalistas especializados: números de desempenho obtidos nos testes dinâmicos da publicação; valores de depreciação e do seguro; custos de peças de reposição; período de garantia, entre outros. 


“O Nissan Versa tem se mostrado um sucesso de público e crítica. Quase sempre quando analisado com concorrentes em comparativos de mídias especializadas, ele vence. É um modelo moderno e de excelente-custo benefício, que oferece aos consumidores brasileiros uma alternativa no segmento de sedãs compactos”, afirma Carlos Murilo Moreno, diretor de Marketing da Nissan do Brasil.



sábado, 26 de maio de 2012

SUZUKI ADVENTURE MOVIMENTA A BELA REGIÃO DE PENEDO, NO INTERIOR FLUMINENSE, NA 2ª ETAPA. A PRÓXIMA, ANOTE, SERÁ EM JOINVILLE (SC), EM JUNHO


Penedo (RJ), 26 de maio de 2012 - A estreia do Suzuki Adventure no Rio de Janeiro ocorreu em um dia ideal para a prática do rali. Piso molhado e ecorregadio, sol no meio da tarde e um clima aconchegante entre as mais de 400 pessoas reunidas para a festa.

Os participantes da segunda etapa do evento curtiram as paisagens únicas das trilhas que passaram pelas cidades de Penedo, São José do Barreiro e Resende. Pelo caminho: lama, atoleiros, estradas de cascalho, travessia de rios, trechos de reflorestamento e estradas que cortam fazendas seculares.

No Suzuki Adventure existem duas opções de ralis. Um de regularidade e uma prova de obstáculos chamada de Extreme. O regularidade é dividido nas categorias Fun, para iniciantes, famílias e amigos que procuram muita diversão e a Pro, destinada às duplas mais experientes, que já participaram de ralis.

Na categoria Fun, a dupla de São Paulo formada por Mauricio Mei e Claudio de Carvalho, conquistou o lugar mais alto do pódio. "Eu estava louco para andar de Suzuki em um rali e foi muito melhor do que eu imaginava. Meu navegador era estreante e achou sensacional tudo. O resultado veio sozinho. Foi incrível", ressaltou Mauricio.

Na Pro, os irmãos gaúchos, Marcos e Marcelo Bortoluz estrearam no lugar mais alto do pódio do Suzuki Adventure e comemoraram: "A prova estava muito bem medida, bem sinalizada, com trechos técnicos de navegação e muita pilotagem. Perfeito" avaliou o navegador Marcelo, competidor experiente e campeão de várias provas off-road.



Extreme
Na Extreme, reservada aos pilotos acostumados a raids e aventuras mais radicais, com carros modificados e diversos obstáculos, a única dupla feminina entre os 40 inscritos, formada por Helena Deyama e Minae Miyauti, levou a melhor. "O mais legal foi reunir nessa categoria mais extrema tantos carros. Uns muito preparados e outros quase originais como o meu. O interessante que todos se divertiram muito e provaram o DNA jipeiro que o Suzuki Jimny tem. O carro aguenta as mais difíceis situações" avaliou Helena.

O piloto Celso Macedo correu ao lado da mulher e trouxe o filho mais jovem, que navegou em outro carro. Com um Jimny novo comprado especialmente para o rali, ele aproveitou muito a experiência. "A parte técnica foi perfeita. Medições e planilhas perfeitas. Fora isso, o evento como um todo está aconchegante e muito gostoso. Volto com a família toda de novo", prometeu Celso.

Para o presidente da Suzuki Veículos, Luiz Rosenfeld, a segunda etapa mostrou o potencial do evento: "Foi a consolidação da nossa prova. O espírito Suzuki já pegou. Família, amigos, pilotos e navegadores iniciantes e experientes juntos curtindo um fim de semana diferente. Essa é a ideia. Esse é o espírito. Todos se divertiram muito, interagiram e já estão ansiosos para a próxima etapa", destacou.


Premiação
O grande vencedor da temporada na categoria Pro ganhará uma incrível viagem a bordo do luxuoso navio Grand Amazon, com direito a três acompanhantes.

Na categoria Fun, o campeão ganhará quatro dias no charmoso Provence e Cottage Bistro, em Monte Verde (MG) também com direito a três acompanhantes.

Em todas as etapas, os cinco primeiros colocados da Pro e Fun e os três primeiros da Extreme recebem troféus e prêmios dos patrocinadores.

Para participar do rali os proprietários de Suzuki doam dois cobertores. As mais de 250 peças foram entregues para instituições assistências da região de Penedo.

A próxima etapa do Suzuki Adventure está marcada para o dia 23 de junho na belíssima região de Joinville, Santa Catarina. Mais informações acesse: www.suzukiveiculos.com.br.

O Suzuki Adventure conta com o patrocínio de Bridgestone, Itaú, Mobil, Clarion, Fusion Energy Drink, Truffi Blindados, Weldmatic, Stickcolor, Automotiva Usiminas, Cisa Trading, MVC Soluções em Plásticos e Vix Transportes.


Resultados - 2ª etapa - Penedo (RJ)

Categoria Pro
1) Marcos Bortoluz e Marcelo Bortoluz (Caxias do Sul - RS)
2) Pablo de Rocha Marcilio e Luciana R. Sanches (Taubaté - SP)
3) Waldir Hudson Barbosa e Maria Eveli Giani Barbosa (Bragança Paulista - SP)
4) Jurandir do Amaral Júnior e Andrea Amaral (Bragança Paulista - SP)
5) Marcelo Juca e Flávio Bisi - (Juiz de Fora - MG)

Categoria Fun
1) Maurício Mei e Cláudio de Carvalho (São Paulo - SP)
2) Ricardo Moreira e Icio Merlim Vilela (São Paulo - SP)
3) Ivan Forster Pezzoto Júnior e Antônio Kunigelis (Santana do Parnaíba - SP)
4) Wagner Cipolla e Elisabete Serrão (São Paulo - SP)
5) Carlos Eduardo Cavenaghi e André Grandinetti Niero (São Paulo - SP)

Categoria Extreme
1) Helena Deyama e Minae Miyauti - São Paulo - SP
2) Carlos Salvini e Luís Fernando - Petrópolis - RJ

Resultados - Campeonato categoria Pro (após duas etapas)
1) Alfredo Turcatto e Camilo Turcatto (São Paulo - SP) - 52 pontos
2) Waldir Hudson Barbosa e Maria Eveli Giani Barbosa (Bragança Paulista - SP) - 51 pontos
3) Jurandir do Amaral Junior e Andrea Amaral (Bragança Paulista - SP) - 49 pontos

Suzuki Adventure - Etapas da temporada 2012
23/6 - Joinville (SC)
25/8 - Brasília (DF)
6/10 - Belo Horizonte (MG)
1/12 - Campinas (SP)




RENAULT ALPINE FOI O GRANDE CAMPEÃO DAS PISTAS DE RALI NA EUROPA NOS ANOS DE OURO DE 1962 A 1975. O ALPINE VOLTA COM MODELO A 110-50 AINDA COMO CONCEITO E COM AS CARACTERÍSTICAS DOS CARROS DE FÓRMULA 1. CONHEÇA A HISTÓRIA DESSE SAUDOSO E INESQUECÍVEL VALENTE DAS PISTAS



O modelo Renault Alpine A 110 está comemorando 50 anos. E para celebrar esta data, a Renault batizou seu novo carro-conceito de “Renault Alpine A 110-50”, dedicado à performance e ao prazer de dirigir.

Existem marcas cuja força de seu nome remete ao patrimônio nacional. O Alpine faz parte deste seleto grupo. Ele tem em seus genes a paixão esportiva e a excelência mecânica da Renault.

- O carro-conceito “Renault Alpine A 110-50” traduz os elementos de design mais emblemáticos do modelo Alpine A 110, de forma marcante e atual.

- A carroceria de carbono exibe uma nova cor azul, que reinterpreta e atualiza o “Azul Alpine”, que marcou época com o modelo Alpine A 110.

- Fruto do know-how da Renault Sport Technologies, o carro-conceito “Renault Alpine A 110-50” é pura competição. Por isso, ele se beneficia de toda a experiência adquirida com o Mégane Trophy (modelo desenvolvido para competições), retomando sua base técnica.

“O desenvolvimento do carro conceito ‘Renault Alpine A 110 50’ representou uma bela aventura. Ele foi um acelerador de criatividade. Fomos guiados pela paixão e a emoção”, explica Axel Breun, Diretor de carros-conceito e show cars da Renault Design.

O nascimento do carro-conceito Renault Alpine A 110-50
Para comemorar os 50 anos deste ícone que é o modelo Renault Alpine A 110, o designer Yann Jarsalle e o diretor de carros-conceito e show cars da Renault Design, Axel Breun, reinterpretaram os detalhes de design mais marcantes e originais, ao mesmo tempo em que integraram a nova linguagem de design da Renault, iniciada por Laurens van den Acker (diretor de Design Industrial da Renault) no carro-conceito DEZIR, que será adotada gradativamente nos futuros modelos da marca. 



A nova identidade visual frontal, com o losango reto e imponente, é adaptada neste carro extremamente baixo e largo. O Renault Alpine A 110-50 se insere em nosso tempo e representa intensamente a paixão da Renault pelo automobilismo.

“Trabalhar em um carro-conceito que homenageia o modelo Alpine foi um sonho para todos os integrantes da equipe. Tínhamos o desejo de inserir o carro em nosso tempo, incluindo detahes que remetem ao passado”, sintetiza Laurens van den Acker, Diretor de Design Industrial da Renault.

O carro-conceito “Renault Alpine A 110-50” traduz os elementos estilísticos mais emblemáticos do modelo Alpine A 110, de forma marcante e atual com:

O desenho esculpido de uma carroceria elegante e fluida, valorizada por jogos de luz sobre a qual o ar parece deslizar livremente.

Os faróis adicionais “arredondados” em semicírculo, dão ao carro-conceito uma reinterpretação técnica e nostálgica, graças a uma iluminação full-LED na cor amarela.
Um vidro traseiro tridimensional diferenciado, que deixa visível o motor centralizado na parte traseira.



Uma entrada de ar em cada flanco que remete à aba dos para-lamas traseiros do Alpine A 110. A da direita assegura o resfriamento da caixa de câmbio e, a de esquerda, o do compartimento do motor.

Produzida pela Faster, a carroceria de carbono exibe uma nova cor azul, que reinterpreta e atualiza o “Azul Alpine”. Cada porta dispõe de uma mecânica de abertura digna dos modelos do tipo G.T. e imitam o movimento de uma tesoura. O capô dianteiro se abre para frente, enquanto a tampa traseira para trás.

“O carro tem linhas extremamente esculturais assim como o modelo Alpine A 110, ao mesmo tempo em que transmite as três palavras-chave do nosso novo design: simples, sensual, acolhedor”, explica Axel Breun, Diretor de carros-conceito e show cars da Renault Design.



Um habitáculo dedicado à competição
Ao acessar habitáculo do carro-conceito “Renault Alpine A 110 50”, o olhar é atraído pela soleira de carbono.

Tudo no interior deste biposto, onde a cor preta é dominante, transmite a qualidade da fabricação e a esportividade:

O banco do motorista, bordado com o logo “Renault Alpine A 110-50” e equipado com cintos de segurança Sabelt, apresenta várias nuances de azul, produzindo um agradável efeito visual.

O painel é despojado. Desenhado pela Renault Design, o volante com monitor colorido, com tecnologia idêntica aos dos bólidos da categoria Fórmula Renault 3.5, e fornece o máximo de informações ao piloto.

O equipamento do piloto exibe a marca Sabelt para o macacão e Ruby para o capacete.



Conjunto mecânico digno de um verdadeiro carro de competição

Fruto do reconhecido know-how da Renault Sport Technologies, o carro-conceito “Renault Alpine A 110-50” é pura competição. Por isso, ele se beneficia de toda a experiência adquirida com o Mégane Trophy, retomando sua base técnica. Bastante apreciado pelos pilotos das categorias que compõem o “World Series by Renault”, o chassi tubular que equipa o Renault Alpine A 110-50 foi enrijecido e se beneficia de várias evoluções. 


O arco do habitáculo e a cruzeta central do compartimento do motor foram modificados (rebaixados) na oficina da Tork Engineering, para se adaptar à altura do veículo, mais baixa que a do Mégane Trophy. Os projetos digitais foram realizados pela Renault Design, Koller e Etud Integral, e a montagem final foi feita pela Protostyle.

A distribuição das massas é muito próxima da ideal, com 47,8% situada na parte frontal.

Para facilitar o trabalho das equipes de manutenção, este carro-conceito inclui um sistema de macacos de elevação. Este equipamento pneumático, originado nas competições do tipo endurance, permite, por exemplo, trocar as rodas com extrema rapidez.


Elegância rima com eficiência aerodinâmica
A eficiência do carro-conceito “Renault Alpine A 110-50” é em grande parte gerada pelo efeito solo. Na parte dianteira, um splitter dissimulado no parachoque produz uma depressão e, portanto, um importante apoio aerodinâmico. Na parte traseira, um difusor acelera o fluxo de ar sob o fundo plano. Mais de um terço do apoio é produzido pelo efeito solo. O efeito é completado por um aerofólio traseiro regulável.

O projeto e o desenvolvimento destes fluxos de ar são baseados na utilização da Fluidodinâmica Computacional, uma tecnologia de ponta utilizada principalmente na Fórmula 1. A C.F.D. (do inglês Computational Fluid Dynamics) consiste em estudar os movimentos de um fluido, ou os seus efeitos, através da resolução digital das equações que regem o fluido. Esta técnica foi utilizada pela Renault Sport Technologies para afinar a aerodinâmica e estudar as reações do Novo Mégane Trophy em função do fluxo de ar.



Aderência ao solo exemplar
A distância entre eixos do “Renault Alpine A 110-50” é idêntica à do Mégane Trophy, com 2.625 mm; já as bitolas são ligeiramente maiores: 1.680 mm na frente e 1.690 mm na traseira.

As rodas de 21’’, fixadas ao conjunto por uma rosca central, são específicas e montadas com pneus Michelin, homologados para a estrada.

Os amortecedores Sachs são reguláveis e diretamente montados nos triângulos inferiores. Várias possibilidades de regulagens independentes foram previstas, como, por exemplo: ângulo de caster, cambagem, paralelismo e altura da carroceria.

Para privilegiar a condução esportiva e as sensações que ela proporciona ao piloto, a equipe da Renault optou por não equipar o carro-conceito “Renault Alpine A 110-50” com sistemas de auxílio à condução, tais como: ABS e sistema antipatinagem.

Frenagem a toda prova
Superdimensionado, o potencial de frenagem do carro-conceito “Renault Alpine A 110-50” está alinhado com a sua performance. Na parte da frente, imponentes discos ventilados de aço de 356 mm de diâmetro trabalham em conjunto com pinças de freio de seis pistões. Na parte traseira, o diâmetro dos discos é de 330 mm, enquanto as pinças de freios contam com quatro pistões.

Excelência mecânica
Concebido sobre a mesma base mecânica dos modelos de competição “Mégane Trophy”, o carro-conceito “Renault Alpine A 110-50” repete suas principais características técnicas.

Ele dispõe do bloco do motor Renault V4Y, um V6 de 3,5 litros e 24V, centralizado na parte traseira, que proporciona a potência máxima de 400 cv. O cárter inferior (semi-úmido), os componentes de movimento (pistões, bielas, virabrequim), a distribuição (eixo de comando de válvulas, molas de válvulas) e o sistema de escapamento foram desenvolvidos especialmente para uso em competição e, por isso, diferem das que equipam os modelos de série.

Da mesma forma, o “Renault Alpine A 110-50” utiliza o mesmo coletor de admissão de carbono do Mégane Trophy V6.

A alimentação do coletor de admissão é assegurada por uma nova entrada de ar integrada ao teto. Esta evolução torna a faixa de utilização do motor muito mais ampla, com mais potência em todas as rotações. As curvas de torque e potência do motor foram otimizadas em função destas modificações.

Câmbio semelhante aos dos carros de F1
O carro-conceito “Renault Alpine A 110-50” recebeu uma caixa de câmbio sequencial semiautomática com seis marchas, assim como uma embreagem de dois discos, que pode ser comandada por meio do pedal de embreagem ou por borboletas instaladas atrás do volante.

Esta caixa de câmbio é disposta longitudinalmente atrás do motor e integra um diferencial autoblocante de deslizamento limitado (discos e tubulação) cuja pré-carga é regulável.

A embreagem de dois discos, do tipo Cerametallic, também é específica. Ela é acionada automaticamente e assegura uma troca de marchas rápida e uma excelente confiabilidade.

Uma central eletrônica no coração do “Renault Alpine A 110-50”. Fornecida pela Magneti-Marelli, a central eletrônica Marvel 6R integra o gerencamento do motor, da caixa de câmbio e as aquisições de dados.

Aquisições de dados cada vez mais precisas
Todos os dados registrados no “Renault Alpine A 110-50” podem ser analisadas graças à versão 4 do software Wintax, que é uma referência no campo de aquisições de dados. O Wintax 4 permite uma análise robusta de mais de 50 parâmetros: rotação do motor, marcha engrenada, ângulo do volante, velocidade do veículo, posição do acelerador, pressão nos circuitos de frenagem, entre outros.

Estes dados permitem que os pilotos e os engenheiros otimizem as regulagens e a condução. A análise dos dados do Wintax 4 também permite diagnosticar mais rapidamente a causa de um eventual problema técnico.

“O desenvolvimento deste carro-conceito foi uma bela aventura. Ele foi um acelerador de criatividade. Tínhamos o desejo de criar uma nova leitura do clássico modelo Alpine A 110 inserida em nosso tempo e que encarnasse intensamente a paixão da Renault pelo automobilismo esportivo. Fomos guiados pela paixão e a emoção”, afirma Axel Breun, Diretor de carros-conceito e show cars da Renault Design


50 ANOS DO MODELO RENAULT ALPINE A110
1962 - Nasce uma estrela
O modelo Alpine A110 foi apresentado por Jean Rédélé em 1962, durante o Salão de Paris. Derivado do Alpine A108, o carro ganhou mais estilo e raça, com um capô do motor mais plano, superfícies envidraçadas maiores e os faróis traseiros do Renault 8.

O novo bloco do motor obrigava a fazer modificações nas entradas de ar e o radiador do novo bloco ficava na parte traseira. Aberturas na parte de cima dos paralamas foram feitas em resina e fechadas por quatro faixas cromadas. Com todas estas modificações, a elegância da Berlinette A110 ficou ainda mais destacada. A silhueta sóbria e equilibrada apresentava linhas extremamente «clean».

Um carro para apaixonados
Dirigir um modelo Alpine A 110 era como entrar para uma religião. Primeiro era preciso compreender que este carro foi feito para vencer corridas de rali. Não se entrava em um Alpine – mas se deslizava para dentro dele. Mas uma vez que se estava ao volante, a osmose era imediata.

A dirigibilidade era um dos seus pontos fortes, graças à posição do motor na traseira, que fazia com que ele fosse conduzido como se estivesse deslizando, através do controle do volante e do acelerador. Não era um carro para ser conduzido, mas pilotado.

O Renault Alpine A 110 e as competições
A leveza e a dirigibilidade dos modelos Renault Alpine A110 faziam maravilhas nas competições. Além da felicidade dos pilotos que as conduziam, elas eram a alegria dos expectadores, que podiam assistir às evoluções frequentemente acrobáticas. É quase impossível fazer uma lista de todos os sucessos da Berlinette em competições. Mas vamos tentar citar as principais etapas.

1961 – 1968: o início
José Rosinski obtém a primeira vitória com um A110 no “Rali dos Leões”, em 1963. A continuação da temporada se mostra bastante frutífera, tendo, entre outros fatos marcantes, uma vitória de um tal de Jacques Cheinisse no “Rali do Outono”.

Nos anos seguintes, diversos pilotos “independentes” aparecem em competições nacionais e internacionais, pilotando carros de marcas conhecidas e muito mais potentes.

1967: a formação de uma grande equipe
Os Alpine se tornam Alpine Renault. Surgem novos pilotos: Gérard Larrousse, Jean-Claude Andruet, Jean-Pierre Nicolas na equipe da fábrica, e também Bernard Darniche entre outros “independentes”.

1968: o primeiro Campeonato da França
Após as vitórias de Gérard Larousse no rali “Neige & Glace” e no rali de Lorraine, Jean-Claude Andruet conquista o título de Campeão da França, com quatro vitórias na temporada.


1969: Aumento da potência
Os pilotos Jean Vinatier e Jean-Claude Andruet emergiram naquele ano, com diversas vitórias. O primeiro deles foi consagrado Campeão da França dos Ralis, ao final da temporada.

1970: Campeonatos da Europa e da França
O Alpine1600 S acabava de obter sua homologação no grupo 4, podendo competir em pé de igualdade com os outros concorrentes, com carros mais potentes. Após algumas façanhas e tendo aceitado domesticar seu impulso, Jean-Claude Andruet conquistou o título de Campeão da França e Campeão da Europa ao final da temporada.

1971: O Alpine sobrevoa o Monte Carlo
Ove Andersson ganha o rali de Monte Carlo, Jean-Luc Thérier fica em segundo, e Andruet em terceiro. Andersson também conquista a vitória na Itália, frente a uma armada de Fiat e Lancia, que se lançam ao seu encalço. Ele também obtém vitória no “Rali Austríaco dos Alpes” e na Acrópole, conferindo o título internacional ao Alpine. Já o piloto Jean-Pierre Nicolas conquista o Campeonato Francês.

1972: A caminho da glória
O bloco 1600 é substituído por um 1800 cm³ mais potente. Jean-Claude Andruet faz um sobrevôo no “Tour da Córsega”. Várias vitórias se seguem, divididas entre os pilotos da equipe. Ao final da temporada, Bernard Darniche é consagrado Campeão da França. Jean-Luc Thérier conquista a façanha de ganhar o “Rallye des Cévennes” com um motor 1600 turbocomprimido. São dados os primeiros passos desta técnica que conheceu o sucesso consagrado atualmente.


1973: O apogeu da epopeia
Imagine os melhores pilotos franceses da época: Andruet, Darniche, Thérier, Nicolas, Piot, além do experiente Andersson. Junte-se a isso uma equipe de mecânicos dedicados de corpo e alma e um carro em sua melhor fase de desenvolvimento. 



A temporada começa com a vitória de Andruet em Monte Carlo, ficando quatro outras Berlinettes atrás dele. Em Portugal, Thérier e Nicolas fazem uma dobradinha. No rali do Marrocos, Darniche é fenomenal. O restante da temporada segue no mesmo ritmo. O Alpine Renault conquista o título de Campeão do Mundo e Jean-Luc Thérier é consagrado Campeão da França.

1974 – 1975: as últimas manchetes da equipe oficial
Nicolas vence o rali do Marrocos. No “Tour da Córsega”, ele fica em segundo. Mas a Berlinette conquista suas últimas manchetes e é Henry que obtém naquele ano a última vitória do A110 no “Critérium des Cévennes”.








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