quinta-feira, 30 de agosto de 2012

CARLOS CÔRTES, COORDENADOR DE VENDAS CORPORATIVAS E VEÍCULOS USADOS DA BMW, ASSUME NO PRÓXIMO MÊS DE SETEMBRO A GERÊNCIA DE VENDAS E MARKETING DA BMW i



São Paulo, 30 de agosto de 2012 - Presente no BMW Group desde 2008, o brasileiro Carlos Côrtes (31) deu início a sua atuação na matriz BMW AG, passando desde então pelas áreas de Planejamento Estratégico, Gestão de Grandes Contas, Vendas Diretas, até chegar à sua última função no Brasil como Coordenador de Vendas Corporativas e Veículos Usados.

Bacharel na Universidade Federal do Paraná e graduado em Administração Internacional de Empresas pela Hochschule Osnabrück (Alemanha), Côrtes assume a partir de setembro de 2012 a função de Gerente de Vendas e Marketing da sub-marca BMW i na BMW do Brasil, sendo responsável pela estratégia de lançamento e penetração da marca de veículos elétricos em território nacional.


SÃO PAULO SEDIARÁ A CORRIDA MAIS INUSITADA DO SÉCULO: NO DIA 6 DE OUTUBRO DE 2012, UM MINI ROADSTER, DE 184 CAVALOS, PILOTADO POR INGO HOFMANN, E UMA CHARRETE PUXADA POR 1 CAVALO, DIRIGIDA PELO ARTISTA PLÁSTICO EDUARDO SRUR, FARÃO UMA APOSTA DA ESTAÇÃO GRANJA JULIETA À PONTE ESTAIADA. QUEM CHEGA PRIMEIRO?



São Paulo, 30 de agosto de 2012. O polêmico artista visual Eduardo Srur está de volta em mais uma ação em parceria com o MINI. Após criar a Ilha MINI Countryman, em Jurerê Internacional durante o alto verão de 2010, Srur se prepara para causar estranhamento e reflexão entre os dias 5 a 7 de outubro, na Ponte Estaiada Octavio Frias Bueno, na Marginal Pinheiros.

No dia 6 de setembro, às 9h da manhã, Srur e Hoffmann sairão da estação de trem Granja Julieta em direção à Ponte Estaiada. Enquanto o artista fará o percurso pela ciclovia, o piloto irá pela Marginal Pinheiros. Quem chegará primeiro? Os 184 cavalos de potência do MINI com Ingo Hoffman ao volante ou a carruagem puxada por um cavalo conduzida por Eduardo Srur?

A partir do fato que a velocidade média do trânsito da cidade de São Paulo em horário de rush é de 18km/h, surgiu a ideia do artista de simular tal experiência, porém a bordo de um veículo para lá de inusitado. 


Uma réplica de uma carruagem do tempo do Império, quatro cavalos e um cocheiro esculpidos em escala real será colocada a 30 metros de altura sobre o concreto aparente da ponte para chamar a atenção para os problemas de mobilidade nos grandes centros urbanos. 

O MINI, irreverente e audacioso por natureza, aceitou o desafio proposto pelo artista para uma divertida competição: Eduardo Srur em sua carruagem do Império x o conhecido piloto Ingo Hoffmann no comando de um MINI Roadster.

“Achamos a proposta do Srur tão atraente, que resolvemos entrar de cabeça na ação! Atrevido, compacto e preocupado com o meio ambiente, o MINI se apresenta como um veículo com espírito fun e, ao mesmo tempo, responsável, pois garante elevada performance no seu estilo Go Kart Feeling com menor consumo de combustível e índices de emissões”, comenta Gabriela Alencar, coordenadora de Marketing da marca no Brasil. “Não poderia haver outro veículo participando dessa iniciativa urbana, que não o MINI!”, acrescenta.

Façam suas apostas!


EDUARDO SRUR X MINI ROADSTER

Data: 06 de Setembro de 2012
Horário: 09h00
Largada: Estação de Trem Granja Julieta
Chegada: Ponte Estaiada

A POLÍTICA DE CONGELAMENTO DOS PREÇOS DOS COMBUSTÍVEIS NAS BOMBAS FOI ALVO DA CRÍTICA DE FERNANDO CALMON QUE NA SUA COLUNA "ALTA RODA" A ATRIBUI AOS RESULTADOS FINANCEIROS NEGATIVOS DA PETROBRAS. ELE REVELA AINDA QUE A FÁBRICA DA FIAT, EM PERNAMBUCO, PRODUZIRÁ MODELOS CHRYSLER E QUE A RENAULT TEM UM NOVO MOTOR PARA SEDÃS RENAULT



Alta Roda

Nº 696 — 30/8/12

Fernando Calmon 

COMBUSTÍVEL É UM BARATO

Uma notícia que assustou os brasileiros era mais do que esperada por quem acompanha o mercado de combustíveis no Brasil. A nossa gloriosa Petrobrás anunciou prejuízo de R$ 1,346 bilhões, no segundo trimestre do ano, o primeiro desde 1999, quando o real sofreu forte desvalorização frente ao dólar.

Atribui-se a John Davison Rockefeller (1839-1937), magnata, filantropo e fundador da Standard Oil (ExxonMobil, hoje), a frase famosa: “O melhor negócio do mundo é empresa petrolífera bem administrada; segundo melhor é empresa de petróleo mal administrada.” Se isso for verdadeiro, não precisa exagerar.

O prejuízo da paraestatal tem várias causas e a principal, com certeza, são as interferências políticas do maior acionista, o Governo Federal. Ações da companhia desabaram mais de 40% desde a sua capitalização recorde de setembro de 2010. 

Investidores não gostaram do aumento dos custos, do número de poços secos e da baixa confirmação de produção comercial do subsolo marítimo, na região de enorme potencial conhecida como pré-sal.

O maior problema, no entanto, foi o governo cair na tentação de segurar artificialmente o preço dos combustíveis para “controlar” a inflação desde 2005. Congelar o preço da gasolina nas bombas (na realidade o preço real caiu, considerada a inflação) funcionou até zerar a Cide, imposto para compensar a Petrobrás pelas variações de preço no exterior. O País é autossuficiente na produção de petróleo, porém não de combustíveis de origem fóssil.

Distorções dessa política levaram à perda de competitividade de preço do etanol e à necessidade crescente de importar gasolina e o próprio etanol. Somado ao diesel, essa conta está atualmente em R$ 1,5 bi por trimestre. 

Perturba também a distribuição pela falta de tanques nos portos e bases no interior do país. A diferença de preço entre o combustível importado e o que a Petrobrás recebe por ele é superior a 20%, segundo o Centro Brasileiro de Infraestrutura.

Ninguém preconiza, obviamente, aumento de derivados dessa magnitude, pois há outras variáveis na equação. No entanto, se tivesse ocorrido correção do preço nas bombas, de 2% a 3% ao ano, geraria recursos de que a Petrobrás precisa bastante.

Há investimentos em curso em novas refinarias (já atrasadas e a custos extrapolados), além do ambicioso e caríssimo plano de exploração e produção em alto-mar.

Efeito colateral desse erro primário foi estagnação e recuo da produção de etanol. Investimentos pararam porque não dá para manter a competitividade de 70% do preço da gasolina nos postos. Afinal, esta é oferecida a preço congelado e custos agrícolas e industriais do combustível alternativo continuam a subir. 

Apesar de etanol de cana ser considerado praticamente neutro em CO2, no seu ciclo de vida. Para a plateia interna e externa o governo faz discurso ecológico, mas na realidade sua política é contrária, ao menos na gestão atual.

Para a Petrobrás, maior empresa brasileira, doses de humildade também serviriam. Considerada pela Forbes como quarta maior petrolífera do mundo, não respondeu aos questionamentos da coluna sobre critérios da revista. 

Naquele ranking estão de fora grandes estatais do Oriente Médio e da Opep, de capital fechado. Também não se pronunciou sobre reservas provadas de petróleo frente às congêneres.

RODA VIVA

RUMORES confirmam o que a coluna antecipou. Nova fábrica Fiat, em Goiana (PE), aproveitará flexibilidade para produzir também produtos Chrysler. Estariam confirmados, além de SUV compacto de combate ao EcoSport, picape média (anti-S10), Dodge Dart/Fiat Viaggio (fim do Linea) e sucessor do Punto. Subcompacto para o lugar do Mille, se sair, fica em Betim (MG).

RENAULT dispõe agora de verdadeiro motor flex para Sandero e Logan 2013. Trata-se do 1,6 l, de cabeçote convencional (8 válvulas) e maior taxa de compressão (12:1). Resultou em mais 10% de potência: 106 cv/etanol. Consumo diminuiu 10% em ciclo urbano e 5%, estrada (4%, média ponderada). Fábrica afirma que obterá nota máxima (A) na etiquetagem 2013 do Inmetro.

PRESIDENTE da Renault brasileira, Olivier Murguet, garante que eventual defasagem da linha Sandero/Logan, em relação à Europa, vai encolher bastante. Entre seis e nove meses, todos estarão alinhados. A começar já em 2013.

APOIO à Honda por oferecer também câmbio manual de 6 marchas, de ótimo manuseio, no CR-V, mesmo representando menos de 10% das vendas. Mantém o silêncio a bordo: 120 km/h, motor a 3.000 rpm (no automático, 5 marchas, 2.400 rpm). SUV baseado no Civic é espaçoso, tem acabamento honesto e inclui sistema muito prático de rebatimento total do banco traseiro.

COMEÇOU no México a pré-produção do Sonic, hatch e sedã. Antes do final do ano, ritmo será acelerado e ambos passarão a vir de lá e não mais da Coreia do Sul. A GM se livra do IPI extra e do imposto de importação que incidem, hoje, sobre os dois modelos. SUV compacto Trax também entra em breve na linha de montagem mexicana e chega ao Brasil no início de 2013.
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fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

POLO 2011, NOVÍSSIMO, À VENDA NO RIO DE JANEIRO



O VW Polo, de agosto de 2011/2011, da foto, está à venda. Tem 16.800 km, os pneus estão perfeitos, tem câmbio manual e o interior está novíssimo.


Quem se interessar pode entrar em contato pelo e-mail: 
asfora@uninet.com.br




SHOPPING SERRA AZUL, NA RODOVIA DOS BANDEIRANTES RECEBERÁ O BMW MOTORRAD TRUCK



São Paulo, 30 de agosto de 2012. Nos próximos dias 01 e 02 de setembro, o conhecido ponto de encontro dos motociclistas Shopping Serra Azul, localizado no Km 72 da Rodovia Bandeirantes, irá receber o BMW Motorrad Truck, veículo itinerante e parte das diversas ativações de marketing da marca, composto por dois andares, uma espaçosa sala de vidro e um agradável deck na parte superior, posicionado a aproximadamente 3m de altura do solo.

Além de conhecer as suas instalações, os motociclistas que passarem pelo local entre 08h00 e 18h00 poderão conhecer de perto diversos produtos da marca em exposição e se cadastrar para o recebimento de informações, lançamentos e condições especiais comerciais da BMW Motorrad Brasil.

Alguns concessionários da rede, com passeios programados para o sábado, já confirmaram presença do seus grupos de clientes para prestigiar a ação. Adicionalmente, àqueles que ainda não se inscreveram para participar do BMW Motorrad Days - evento que acontece há 12 anos em diversas cidades da Europa para amantes do motociclismo, clientes e entusiastas da marca e que, desde o ano pasado, ganhou uma versão brasileira -, a BMW Motorrad disponibilizará informações e esclarecimentos necessários por meio de promotoras no local. 

O evento acontece entre 01 e 04 de novembro, em Foz do Iguaçu e as inscrições podem ser feitas por meio dos telefones (11) 4002-6040 (para SP e RJ) e 0800 417 040 (para demais localidades), ou pelo email: grupos@hoteismabu.com.br.

Com um portfólio de Financiamentos e Seguros diferenciados, a BMW Serviços Financeiros – a divisão financeira da marca -  também participará da ação, oferecendo no local do evento condições especiais aos interessados na compra de motocicletas no mês de setembro.

NOVE EM CADA 10 CAMINHÕES QUE SAEM DA LINHA DE MONTAGEM, DE CURITIBA, SÃO EQUIPADOS COM O CÂMBIO I-SHIFIT. O SISTEMA, ELETRÔNICO, REDUZ O CONSUMO DE COMBUSTÍVEL, O MOTORISTA NÃO PRECISA DE TIRAR O OLHO DA ESTRADA NEM FAZER ESFORÇO PARA TROCAR AS MARCHAS



Não é à toa que, de cada dez caminhões da linha FH que saem da linha de produção da Volvo em Curitiba, nove estejam equipados com a caixa de câmbio I-Shift. Nos caminhões Volvo este componente proporciona uma série de vantagens: reduz substancialmente o consumo de combustível, diminui o custo com manutenção e aumenta a segurança e o conforto do motorista. A economia de combustível é de até 5%.


A opção entre o modo automático e o manual é feita em uma pequena alavanca ao lado do banco. O motorista pode ainda escolher a melhor forma de conduzir: em modo econômico ou utilizando máxima potência. 

O sistema ajusta o trabalho da caixa à forma de condução, garantindo menor consumo e também inibindo trocas indevidas de marchas para que o caminhão rode sempre com o motor em condição otimizada.

Sem pedal de embreagem, a caixa de câmbio da Volvo facilita bastante o trabalho do motorista. No modo automático, basta acelerar e frear. No manual, um simples toque em um botão troca as marchas. 

Ele não precisa fazer nenhum esforço para trocar as marchas. O manuseio é extremamente fácil e um amplo e bem posicionado visor no painel mostra em que marcha o veículo está.

A I-Shift permite a otimização das trocas de marcha durante todo o tempo de percurso do caminhão. Ela elimina, por exemplo, aquelas variações na condução dos veículos que têm caixa manual provocadas pelo cansaço do motorista, que resultam em perdas de performance e maior consumo de combustível durante a viagem. “A caixa eletrônica reduz essas perdas, refletindo num custo operacional menor”, observa Ricardo Tomasi, engenheiro de vendas da Volvo do Brasil.


Sem trocas erradas de marchas, o sistema proporciona maior durabilidade do trem de força e menor desgaste de peças dos sistemas de transmisão, como cardã e eixos, poupando inclusive lonas de freio.

Como o acionamento da embreagem e as mudanças de marchas são totalmente automatizados, o motorista pode se concentrar no trânsito e estar mais alerta na condução do veículo, proporcionando uma operação mais segura e confiável. 

Sem ter pedal de embreagem para pisar e sem precisar trocar manualmente as marchas, o esforço empreendido na condução é muito menor e o motorista chega ao fim da jornada muito menos cansado. “O conforto é um fator de atração e retenção dos melhores motoristas”, destaca Bernardo Fedalto, diretor de caminhões da Volvo do Brasil.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

CAMINHONEIROS NÃO ACREDITAVAM NAS VANTAGENS DA CAIXA DE CÂMBIO ELETRÔNICA I-SHIFT CRIADA PELA VOLVO PARA SEUS CAMINHÕES, MAS HOJE NÃO QUEREM OUTRA COISA NOS SEUS VOLVOS FH



A caixa de câmbio I-Shift da Volvo teve uma aceitação espetacular no mercado brasileiro. Em apenas nove anos ela já equipa 91% dos modelos FH que saem da linha de produção do complexo industrial que a Volvo tem em Curitiba, no Paraná. Quando a I-Shift foi lançada no Brasil, em 2003, era uma tecnologia nunca vista antes.

Naquela época, o mercado brasileiro desconhecia um sistema de transmissão projetado exclusivamente para trocas automatizadas de marchas em caminhões. 


A I-Shift foi recebida com grande cautela e muita gente considerava este componente apenas um luxo, uma sofisticação, até um exagero. O tempo mostrou que a aposta da Volvo estava correta.



“Um dos produtos da Volvo Trucks mais admirados em todo o mundo, a I-Shift equipa atualmente 85% dos caminhões da linha F no Brasil, tornando-se praticamente um item de série deste modelo”, declara Roger Alm, presidente da Volvo Latin America. Nos primeiros quatro anos depois de lançada, apenas 3% dos veículos eram vendidos com esta caixa de câmbio.

A partir daí, as vendas aumentaram muito, numa evolução espetacular, justamente por causa dos benefícios que traz: até 5% de redução no consumo de combustível, significativa diminuição do custo de manutenção, mais segurança e conforto para o motorista”, declara Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões da Volvo Latin America.

Em 2007, 8% dos caminhões FH já tinham este sistema e, no ano seguinte, a taxa já havia dobrado para 16%. “O transportador sabe fazer contas muito bem e percebeu que a I-Shift proporciona uma série de benefícios, entre eles a redução do consumo de combustível, o maior item na planilha de custos de uma operação de transporte”, declara Bernardo Fedalto, diretor de caminhões da Volvo do Brasil.

Baixo consumo
O sucesso da caixa eletrônica da Volvo era evidente. Os transportadores continuaram a mostrar grande interesse pela nova caixa. Em 2009, as vendas novamente dobraram no espaço de 12 meses, alcançando a taxa de 40% dos veículos da marca. No final de 2010, os números eram surpreendentes: a I-Shift representava 56% da produção da linha F.

No ano passado, a curva de vendas continuou ascendente alcançando praticamente três quartos da produção - 74%. “Estamos muito contentes em saber que o transportador brasileiro adotou a caixa de câmbio eletrônica da Volvo. Ela é a principal mudança no comportamento do transportador brasileiro no que se refere à tecnologia na última década”, declara Gomes, orgulhando-se dos atuais 91% de penetração da I-Shift na linha FH.

A FORD ESTÁ DE PARABÉNS PELO RESULTADO NO RALLY DOS SERTÕES DESTE ANO: FOI CAMPEÃ NA CATEGORIA LEVES E VICE-CAMPEÃ, NOS PESADOS


A Ford comemorou sua expressiva participação na categoria Caminhões do Rally dos Sertões: a marca sagrou-se campeã entre os Leves e levou o vice-campeonato nos Pesados. Dois ícones do mercado de veículos comerciais, o tradicional F-4000 e o estreante Novo Cargo foram os grandes destaques da principal competição fora-de-estrada da América Latina.

O caminhão leve F-4000 4x4 da Ford Racing Trucks/T
erritório Motorsport foi conduzido pela equipe Carlos Policarpo, Romulo Seccomandi e Davi Fonseca, garantindo o título de campeão geral dos Caminhões e também da categoria Leves. O Cargo 1933 4x4 da equipe, pilotado pelo trio Edu Piano, Solón Mendes e Carlos Sales, também teve um excelente resultado em sua estreia na competição: foi vice-campeão dos Pesados e terceiro colocado geral de Caminhões.

PRODUÇÃO TOTAL DE PETRÓLEO E DE GÁS DA PETROBRAS, EM JULHO, FOI DE 2,55 MILHÕES DE BARRIS DE ÓLEO EQUIVALENTE POR DIA. DO TOTAL PRODUZIDO NO BRASIL, 1.940.409 BARRIS/DIA FORAM EXCLUSIVAMENTE DE PETRÓLEO. APESAR DESSES RESULTADOS, A GASOLINA E O DIESEL NO BRASIL CONTINUAM DOS MAIS CAROS DO MUNDO. NA ARGENTINA OS POTOS DA PETROBRAS VENDEM GASOLINA E DIESEL POR MENOS DE METADE DO PREÇO DO BRASIL. VEJA OS VALORES DOS PREÇOS NO BRASIL E NA ARGENTINA NOS POSTOS PETROBRAS



A produção média de petróleo e gás natural da Petrobras em julho, no Brasil e no exterior, foi de 2.554.263 barris de óleo equivalente por dia (boed). Nos campos localizados no Brasil foram produzidos 2.314.871 boed. A produção total teve uma redução de 1,12% quando comparada ao mês anterior. A produção no exterior foi de 239.392 boed, correspondendo a um recuo de 2,13% em relação a junho.

Posto da Petrobras na Argentina vende os combustíveis por  metade do preço do Brasil. No painel, os preços em pesos. No câmbio de hoje, 1 peso vale R$ 0,443 
Do total produzido no Brasil, 1.940.409 barris/dia foram exclusivamente de petróleo. A parada programada para manutenção na plataforma P-8 (campo de Marimbá, na Bacia de Campos) foi um dos fatores responsáveis pela redução de 1% na comparação com o mês anterior. A produção de gás natural, sem liquefeito, alcançou em julho 59 milhões 535 mil metros cúbicos, indicando uma redução de 1,2%. 

No painel do posto Petrobras no Brasil, o preço da gasolina e do Diesel são semelhantes, mas estes são em Real.
No exterior, a produção média exclusiva de petróleo, no mês, chegou a 147.014 barris/dia, correspondendo a um recuo de 1,06% na comparação com o mês anterior. A produção de gás natural chegou a 15 milhões 695 mil metros cúbicos/dia, com um declínio de 3,94% em relação a junho. A diminuição ocorreu em função da menor demanda pelo gás boliviano, parada do compressor de gás em Santa Cruz I e redução da produção no campo de El Tordillo, ambos na Argentina.

PILOTOS DO BMW TEAM BRASIL VOLTAM AO AUTÓDROMO DE GUARAPORÉ PARA A PRIMEIRA CORRIDA DA GT3



São Paulo, 29 de agosto de 2012 - O Autódromo Internacional de Guaporé vai receber a categoria dos "carros dos sonhos" entre os dias 31 de agosto e 2 de setembro. A quinta etapa do Campeonato Brasileiro de Gran Turismo marca o início da segunda metade da temporada 2012 e os pilotos do BMW Team Brasil na GT3 têm a oportunidade de acelerar em um circuito que há anos não "frequentavam". 

Localizado na cidade de Guaporé, na Serra Gaúcha, o autódromo é um dos mais antigos do estado do Rio Grande do Sul e recebe várias competições automobilísticas durante o ano. A estreia da GT Brasil pelos 3.080 metros de extensão da pista de Guaporé marca o reencontro dos pilotos do "dream team" da BMW com o traçado.

O carioca Cacá Bueno ainda tem na memória bons momentos das diversas corridas que fez por lá. "Já corri lá de Stock, de Stock Light, de Fiat e de Super Turismo. É um circuito pequeno, porém acolhedor. Faz certo tempo que não vou, mas minha última passagem foi com vitória pela Stock Car, em 2002", lembrou o piloto, que há dez anos não corre em Guaporé. 

Companheiro de Cláudio Dahruj no BMW Z4 de número #0, Bueno está em terceiro lugar na classificação, com 95 pontos. A dupla vinha liderando a competição até a última etapa, no Rio de Janeiro, e agora trabalha para retomar o rumo das vitórias. 

"Tivemos um pouquinho de azar em alguns momentos, inclusive em umas das largadas no Rio - o que nos custou alguns pontos preciosos e a liderança. Mas isso faz parte do campeonato. O Dahruj pode não ter ido tão bem no Rio, mas os nossos dois primeiros finais de semana, em Santa Cruz e em Curitiba, foram muito bons e nós sabemos qual a receita para continuar indo bem, mesmo sem precisar ganhar todas as corridas. O importante é sempre trabalhar para termos um rendimento forte o suficiente para brigar pelo título", refletiu o piloto, que é tetracampeão da Stock Car e bicampeão do Trofeo Linea (atual Copa Fiat).


No comando do BMW Z4 de número #1, Valdeno Brito e Constatino Jr. somam 70 pontos e aparecem em sétimo lugar na competição. Apesar de ter ficado de fora da primeira etapa da temporada, a dupla ainda acredita na briga pelo título. "Na verdade, foram quatro etapas e ainda restam cinco. São somente trinta pontos que nos separam dos primeiros e, ainda, restam duzentos em jogo. Sendo assim, temos totais chances de lutar pelo título, visto que já começamos o campeonato na segunda etapa com mais de 30 pontos de desvantagem para os primeiros - por não termos competido na primeira corrida", analisou o bicampeão Valdeno, também conhecido como "Expresso da Paraíba". Em Santa Cruz, Constantino sofreu uma batida nos treinos e não foi possível consertar o carro a tempo para a participação da dupla nas corridas.

"Assim como nos anos anteriores, temos duplas fortíssimas, em equipes muito boas e com carros com características diferentes. Nosso acerto está muito bom em curvas, mas naquela longa reta em Guaporé, se não acharmos mais velocidade, não será fácil. Corri apenas uma vez em Guaporé e venci. Foi no Campeonato Brasileiro de Fórmula Uno. Já faz bastante tempo, mas as lembranças desse belíssimo circuito estão bem fresquinhas na minha memória. Vamos com tudo em busca desse título", finalizou o paraibano.

O parceiro Constantino também comentou sua expectativa para a 9ª e a 10ª corridas da GT. "Estou começando a me sentir mais à vontade na categoria e acho que isto pode nos ajudar a ganhar algumas posições no campeonato", disse o piloto, que teve sua última passagem pelo autódromo de Guaporé, em 1992, pela Fórmula Ford.

A programação da 5ª etapa terá início nesta sexta-feira, dia 31 de agosto, a partir das 12h10 com os treinos livres. No sábado, haverá os classificatórios e a disputa da 1ª corrida às 15h03. No domingo, a 2ª prova terá sua largada às 12h01 e será transmitida ao vivo pela Rede TV! e SporTV.

O BMW Team Brasil tem o patrocínio do Banco BMG e BMW, co-patrocínio das empresas Eurobike, Lenovo e Ser Glass e os apoios: Beta Ferramentas, Salsa Mobion, AutoNeg e Corsa.

Programação Etapa Guaporé (RS):

Sexta- feira, 31 de agosto
 
12:10 às 13:10 Treino Livre 1 - GT3 e GT4
14:20 às 15:20 Treino Livre 2 - GT4
15:25 às 16:25 Treino Livre 2 - GT3

Sábado, 01 de setembro 
09:50 às 10:20 Classificação 1ª Corrida GT4
10:25 às 10:55 Classificação 1ª Corrida GT3/GT Premium 
11:05 às 11:35 Classificação 2ª Corrida GT4 
11:40 às 12:10 Classificação 2ª Corrida GT3/GT Premium
15:03 às 15:53 1ª Corrida 

Domingo, 02 de setembro de 2012 
11:56 às 12:46 2ª Corrida 

Autódromo Internacional de Guaporé 
Estrada para Nova Prata
Guaporé - RS

Classificação da GT3 (10 primeiros, já com descarte): 
1. Cleber Faria e Duda Rosa 100
2. Marcelo Hahn e Allam Khodair 98
3. Cacá Bueno e Claudio Dahruj 95 
4. Renan Guerra e Vanuê Faria 83
5. Paulo Bonifácio e Sérgio Jimenez 74
6. Fabio e Wagner Ebrahim 73
7. Valdeno Brito e Constantino Junior 70 
8. Claudio Ricci e Rafael Derani 69
9. Anderson Toso e Carlos Kray 42
10. Felipe Tozzo e Raijan Mascarello 40




COM MOTOR MAIS FORTE VERSÃO GT DO RENAULT SANDERO ACABA DE SAIR COM ITENS DE SÉRIE ANTES ADICIONAIS. ESSA E A NOTÍCIA DE QUE A MERCEDES VAI DEDICAR-SE AO SEGMENTO DE PICAPES E PROCURA PARCEIRA, DE PREFERÊNCIA COREANA, ESTÃO NA COLUNA "DECARROPORAÍ", DO ROBERTO NASSER, QUE REVELA AINDA QUE, POR CONTA DA FALTA DE ESPAÇO PARA OS AIR BAGS QUE PASSAM A SER EXIGÊNCIA EM TODOS OS CARROS, A KOMBI SAI DE LINHA, DEPOIS DE 55 ANOS DE PRODUÇÃO ININTERRUPTA


End eletrônico: edita@rnasser.com.br  Fax: 55.61.3225.5511

Coluna Nº 3512 de 29 de agosto de 2012

Motor mais forte, versão GT no 
Sandero, a Renault se prepara

O mercado brasileiro não está fácil. Projeta crescimento lento de 5% para 2012, e a certeza que a capacidade industrial instalada do País crescerá aproximadamente 30% em cinco anos, projetando-se 4,5M de veículos. 

Novas marcas chegarão, novos conceitos, como os carros coreanos feitos aqui, novas referências serão criadas. Ou seja, quem acha que agora está difícil disputar o consumidor não considera os próximos anos. 

Aí sim, com a maior quantidade de marcas num só país, qualquer décimo de participação de vendas será muito disputado.

Pra cima, pra frente.
A Renault conseguiu reverter seus maus resultados e engatou um processo de crescimento, obtendo mais vendas e expansão que a média do mercado. Teve a coragem de assumir que o Brasil gosta de carros com pouco refinamento, e baseia seus produtos mais vendidos, Logan, Sandero e Duster sobre plataforma de resistência e reações a nível soviético – áspera, dura, resistente e avessa a quebras. Moral da história, recuperou a quinta posição nas vendas.

Para o futuro imediato a empresa dedicou-se, com apuro tardio, ao motor 1.6 e 8 válvulas, aplicando-lhe receita tradicional, de redução de peso nos pistões, e diminuição de atrito no funcionamento. Com pequenos acertos conseguiu aumentar a potência para 106 cv com etanol e 98 cv com gasálcool.

Na prática o motor dá mais docilidade aos três que o utilizarão, melhores respostas em baixas rotações, característica do uso brasileiro. Resultado, menos emissões e redução de consumo na ordem de 10% na cidade, 5% na estrada, bastantes para enquadrá-los na faixa de menor consumo no programa de etiquetagem – iniciativa do governo para mostrar ao consumidor dados verdadeiros de consumo e poluição. 

Operacionalmente permite aos veículos que o utilizam um andar de melhores reações urbanas e menor necessidade de troca de marchas.

Novidade na linha é a criação de versão GT para o Sandero, decorado por detalhes de pretensa esportividade, como para choques traseiro com extrator de ar, faróis máscara negra, rodas em aro 15”, adesivos e suspensão levemente endurecida. 

Para dar uma força na identificação esportiva – o comportamento de acelerar e fazer velocidade final sejam idênticos – cintos de segurança vermelhos, instrumentação com fundo branco.

Demais versões e no Logan, houve incorporação de itens antes opcionais para melhorar o conteúdo, melhorando a relação entre conteúdo e preço.

O motor 1.6 com 16 válvulas mantém-se em produção, porém de aplicação limitada aos carros dotados de transmissão automática. 

Na prática, a Renault fez um bom trabalho de atualização, aproximou o rendimento dos motores 8v ao fornecido pelos 1.6 com 16v, e manteve preços, economizando na redução de custos.

No lançamento, Olivier Murguet, presidente da empresa, cobrado pela defasagem entre os produtos brasileiros e europeus, usou a facilidade em se expressar, da vivência local como ex diretor de produto para o Mercosul, para explicar que a distância diminuirá, e que o exemplo do Sandero – aqui lançado antes da Europa – será repetido.

Próximas novidades da Renault serão o Clio, revisto esteticamente e no motor 1.0, também reacertado, e o Duster, com novos atrativos para manter-se competitivo ao oferecer mais espaço e custar R$ 5 mil menos que o Ford EcoSport. 

Sandero GT
Roda-a-Roda

Mais outra – A decisão da Volkswagen em produzir o picape Amarok na Alemanha, ligou o marketing da Mercedes. Porque não ter o produto ausente em seu portfolio?

Fácil – A Mercedes tem conhecimento amplo na matéria ao dividir engenharia com sua ex-sócia Chrysler no desenvolvimento de produtos, como os ML, os Grand Cherokee, com a mesma base, e os picapes RAM.

Início – Para dar corpo à idéia e facilitar avaliações a fábrica alemã mandou técnicos à Argentina, reunindo os picapes feitos lá e exportados ao Brasil – Toyota, Ford e Amarok –, juntou-o aos aqui feitos, fez teste geral. Quer entender os produtos ambivalentes em trabalho e status na América do Sul.

Vem – Que a Mercedes entrará no segmento de picapes, não há dúvida. Mas, dizem experiências recentes, contas altas devem ser divididas e assim, apesar do saber e da estrutura mecânica pronta e disponível, procura sócia para fazer o produto. Coreana, de preferência. Quer aprender mais sobre qualidade.

Mercedes picape em projeção de Christian Schulte, do sítio Autoblog.

Ecologia – A caça aos poluentes força as montadoras buscar motores menores. A Ford desenvolveu, reduzindo-os em tamanho e deslocamento cúbico, aplicando-lhes turbo alimentador, substituindo os de maior cilindrada, emissões, consumo. O Fusion, chegando em nova edição, totalmente mudado, terá versão com sua tecnologia dita EcoBoost.

Nasa –  Seu turbo se diferencia dos aplicados no 2.0 EcoBoost do Edge e Explorer, em liga de cobalto e tungstênio, utilizada em viagens espaciais. Há que suportar trabalho duro: até 190 mil rpm e 1.050 graus de temperatura.

Festa – O 2 de setembro é referência para a indústria automobilística nacional: o mais antigo de seus produtos fará 55 anos. É a Kombi, já vista em 1,53 milhão de unidades. Imbatível entre o que pesa e o que transporta, solitária no mercado, é recordista como o mais longevo do mundo.

História – A linha de produção da Kombi é uma preciosidade. Mesmos métodos do imediatos ao pós guerra, intensa mão de oba, é a manufatura mais antiga do mundo ainda em prática.

Fim – A Kombi tem fim marcado: 2013, barrada pela exigência da aplicação de air bag por todos os veículos nacionais. Sua estrutura não suporta tais protetores.

Largou – A Citroën veicula filme de apresentação do novo C3. Feito na Turquia, balançando em guindastes portuários, chama a atenção pelo insólito, mas não exprime com clareza sua característica principal, o amplo para brisas dito teto Zenith. O tema, capitalizando a boa imagem do C3, vendedor de 240 mil unidades, diz “É muito mais C3”.

Fim de feira – Quatro produtos no mercado estão nas últimas unidades nos pátios dos revendedores, capazes de preços ainda menores para negociação. Há que se limpar pátios.

Pechinche - Chevrolet Omega – de fornecimento interrompido na Austrália e o modelo de origem será substituído; Renault Gran Tour, elegante station wagon, de produção encerrada porque tomava tempo e espaço na linha de montagem, mais interessada em Sanderos, Logans e Dusters; Ford Fusion, cuja nova versão, inteiramente mudada e com nova motorização chega em outubro; Citroën C3, já descontinuado, equipado e com preço a R$ 34.900.

Então – A fim ? Lembre-se, são bons automóveis, mas descontinuados. Assim, podem ser bom negócio desde que você consiga um bom desconto.

História - O livro "Fordlândia", de Greg Grandin, finalista do Prêmio Pulitzer, será filme. É desconhecido pedaço de nossa história, quando Henry Ford, quase autônomo nos insumos para fazer seus veículos, resolveu comprar quase 15.000 km2 para plantar seringueiras na Amazônia e produzir borracha. Mandão, sem orientação, mal feito onde estavam até um parente de Santos-Dumont, a iniciativa provocou implantação de duas cidade, o choque de cultura, e enorme prejuízo. A Fordlândia, hoje do governo federal, abandonada, em escombros, em rito de salvamento pelo Patrimônio Histórico.

Festa – Para festejar as 7 milhões de unidades do Gol, a diretoria da VW alemã veio ao Brasil e convocou o presidente da VW Argentina. É o modelo mais produzido, vendido e exportado da indústria automobilística brasileira.

Na medida – Com o bem acertado slogan – “Menos você não quer, mais você não precisa” a Volkswagen Caminhões e Ônibus, hoje MAN Latin America, começou a abrir o caminho de liderança no mercado nacional, criando uma categoria nova, colocando ar condicionado, e permitindo ao comprador personalizar o caminhão VW 18.310 a seu gosto e necessidade.

Argentinos – A Mercedes mudou os planos, alterará a linha de produção em Virrey del Pino, na fábrica argentina chamada Juan Manuel Fangio. Fará caminhões Atron 1624 e 1634, e o chassi de ônius LO 915. Até agora dividia operações: na Argentina faz Sprinter e o frontal 1720. Aqui, o restante da linha. A recente legislação de conteúdo nacional e o plano para renovação da frota de carga tem muito a ver com a decisão.

Fim – Diz a multi de peças Visteon ter vendido sua divisão de iluminação automobilística à indiana Varroc. Negócio pequeno para o setor, mas indica arrumação e de mudança de rumo. Em vez da multi comprar indústria em país em desenvolvimento, vende parte do seu negócio a empresa local: US$ 72M.

Tecnologia – Em vez de espelho retrovisor, câmera gerando imagens nítidas, grande contraste, sem reflexo de faróis. Tecnologia nova, utilizada pela Audi nas corridas de Le Mans. Da Samsung, equipará o topo do topo Audi A8 e.tron.

Prêmio – Brazil Trading, verdadeiro nome da Kia Motors do Brasil, foi indicada campeão no setor de Comércio Atacadista e Exterior, em prêmio da revista Exame, listando as 1.000 empresas de maior performance no país.

Mão de obra – Lucas Di Grassi, paulista, foi contratado pela Audi Brasil para conduzir um Audi R 18 Ultra nas “6 Horas de S Paulo”, prova integrando o FIA World Endurance Championship. Nesta temporada a prova emblemática é a 24 Horas de Le Mans. Lucas fará uma espécie de vestibular à permanência e às futuras provas. A Audi lidera o Mundial de Endurance.

História – Prolífico, o jovem escritor argentino Franco Cipolla tem novo livro especializado: LA INDUSTRIA AUTOMOTRIZ ARGENTINA, ESA DESCONOCIDA...
Esclarecedor trabalho sobre a história das variadas marcas, e as idas e vindas tecnológicas causadas pelos sucessivos governos. Custa 150 pesos (aproximados R$ 66) para entrega no Brasil. A fim? fhc_ika@hotmail.com

Capa do livro do Franco
Festa – Para comemorar 110 anos a Triumph Motorcycles monta evento mundial, o Triumph Live 2012, em Leicestershire, Inglaterra, entre 31 de agosto e 2 de setembro, esperando 15.000 pessoas. Brincadeiras, demonstrações, Track Day. Quer mostrar estar viva e disposta. Mais?  www.triumph-live.com.

Se vira – Minha avó dizia, “a necessidade é que faz o sapo pular”. Sábia macróbia. O pessoal da fábrica de motos Dafra não teve a ventura de contratá-la como consultora de marketing, mas seguiu sua análise: pulou.

Solução - Aproveitou a queda do mercado de motos por incapacidade de aprovação dos financiamentos para moto boyse criou produto mais barato, capaz de driblar as exigências bancarias: bicicletas elétricas. Custam R$ 2 mil e 2,5 mil. Números motivaram a mudança. Preve-se, a médio prazo as e.bikes, como chamadas, superarão as motos e os scooters.

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Ação da Fiat melhorou os óleos lubrificantes no Brasil

Informação de poucos conhecida e que dá referência ao distanciamento entre o Brasil e os grandes centros produtores e consumidores de veículos, há uns pouco anos, é a da classificação dos óleos lubrificantes para motores de veículos. 

Sua listagem é feita em ordem crescente no alfabeto, e cada letra corresponde a um degrau ascendente em qualidade e tecnologia, em função da viscuosidade, índice de viscuosidade e aditivação.

Curioso possa parecer, até a década de 80, a classificação ia apenas até a letra SD, indicando um lubrificante primário, de baixa aditivação e, naturalmente, pouca capacidade de fazer lubrificação, preservar os componentes ante trabalho duro. 

Era um reflexo da primeira geração dos motores trazidos ao Brasil, projeto com décadas, tempo em que as folgas e ajustagens internas eram muito generosas. Motores antigos, óleos de formulação primária.

Ao chegar ao Brasil com um motor de projeto novo, com as menores folgas de ajuste, percebeu que o óleo permitido pelo então Conselho Nacional de Petróleo não permitiria bem aproveitar as características, incluindo a longevidade, fundamental para a boa imagem da marca. 

A chegada de empresa então associada, a Tutela, produtora de lubrificantes, forçou a tomar iniciativa de tentar modificar o limite legal.

Contratou um advogado conhecido e com credibilidade na esfera governamental, e tanto a documentação técnica quanto a argumentação jurídica permitiram a conquista de três resultados até hoje válidos para o mercado e todos os usuários de veículos: liberou a tecnologia e assim, a classificação para os lubrificantes - hoje disparadamente melhores, e na classificação SJ; reconheceu e aprovou lubrificantes semi sintéticos, inaugurando nova era de convivência com os ganhos tecnológicos e redução de emissões; permitiu que os lubrificantes pudessem ter marca do fabricantes de veículos.


segunda-feira, 27 de agosto de 2012

POLICARPO, SECCOMANDI E FONSECA DA EQUIPE FORD RACING TRUCKS, CHEGAM NA FRENTE EM PETROLINA NA CATEGORIA DE CAMINHÕES LEVES E SEGUEM NA LIDERANÇA


Petrolina (PE), 27 de agosto de 2012- A Ford Racing Trucks/ Território Motorsport chegou a Petrolina, em Pernambuco, com mais uma vitória entre os Caminhões. Carlos Policarpo/ Romulo Seccomandi/ Davi Fonseca faturaram a Especial de 20 anos do Rally dos Sertões, no domingo. 


Pelo segundo dia consecutivo, o trio do F4000 Território 4x4 foi o mais rápido e percorreu o trecho cronometrado de 223 quilômetros - reduzido para a categoria - em 3h38min59s. A equipe oficial da Ford Caminhões lidera na geral da categoria no acumulado, com o melhor tempo e segue para penúltima etapa na frente.

"Foi uma Especial muito gostosa de se pilotar,a melhor até agora. Teve areião pesado, pedras e passagens estreitas. Vencemos mais uma etapa, mas o rali só termina em Fortaleza, então vamos administrando esta vantagem", diz o piloto Policarpo. "A estratégia e o equilíbrio também serão fundamentais agora", afirma o navegador Seccomandi.


Já o trio dos maranhenses Fábio Cadasso e João Afro, mais o co-piloto João Víctor Ribeiro, que pilotam o F350 4x4 chegou em terceiro lugar e completou a Especial em 5h24m57s. "Foi a Especial mais bonita do Sertões até agora, além do areião, teve trial, trechos estreitos", conta o navegador Afro. Enquanto o piloto comenta: "Prova dura e um pouco complicada para nós porque tivemos de driblar alguns probleminhas, mas o importante foi completar", afirma Cadasso.

Líderes dos caminhões Pesados até a etapa anterior, Edu Piano/Solon Mendes/Carlos Sales andaram forte mas devido a um problema mecânico não conseguiram completar a prova a tempo. "A Especial estava do jeito que gostamos e conseguimos andar forte e fazer algumas ultrapassagens mas o cardan dianteiro quebrou em um trecho estreito e não foi mais possível continuar", explicou o tetracampeão na categoria Piano.


"Andamos muito, mas não conseguimos terminar depois deste incidente. Chegamos agora de madrugada e vamos largar com a mesma garra e convicção. A prova só termina em Fortaleza", diz o navegador cearense Mendes, referindo agora, ao segundo lugar no acumulado.

Nesta segunda-feira, o rali larga em Petrolina para cruzar 560 quilômetros até a cidade de Iguatu, no Cearpa. É a penúltima etapa da competição, com especial de 143 quilômetros. O Rally dos Sertões termina amanhã (28) em Fortaleza.


A Ford Racing Trucks/Território Motorsport , equipe com sede em Tatuí (SP), conta com patrocínio da Ford Caminhões, Termicom, Garrett, Truckvan e Cummins e apoio da IST Sistemas, Cummins Onan, EATON, Cobreq, Tortuga, Rassini-NHK, Kongsberg Automotive, Suzaquim, Plato Diesel, Fix e Goodyear.


Resultado extra-oficial da oitava etapa (CAMINHÕES):
Leves

1-) Carlos Policarpo/Rômulo Seccomandi/Davi Fonseca (Ford F4000) - 3h38min59s
2-) Amable Barrasa/Cesar Botas/Raphael Bettoni (Ford F4000) - 4h23min15s

Pesados
1-) Guido Salvini/Flávio Bisi/Fernando Chwaigert (Mercedes Atego) - 4h34min10s
2-) Edu Piano/Solon Mendes/Carlos Sales (Ford Cargo 4x4) - 6h45min00s

Geral acumulado entre os CAMINHÕES:
1-) (leves) Carlos Policarpo/Romulo Seccomandi/Davi Fonseca (Ford F4000) - 34h08min57s
2-) (pesados) Guido Salvini/Flávio Bisi/Fernando Chwaigert (Mercedes Atego) - a 1h27min41s
3-) (pesados) Edu Piano/Solon Mendes/Carlos Sales (Ford Cargo 1933 4x4) - a 4h19min57s
4-) (leves) Amable Barrasa/Cesar Botas/Raphael Bettoni (Ford F4000) - a 6h00min51s
5-) (leves) Fábio Freire/João Afro/João Victor Ribeiro (Ford F350 4x4) - a 9h02min04s.



NA CHEGADA A PETROLINA, COMPLETANDO A 8ª ETAPA DO RALLY DOS SERTÕES, A EQUIPE TROLLER RACING FAZ NOVA DOBRADINHA


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Bertolinis vencem e são líderes absolutos na Production T2
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Troller Racing/Território Motorsport lidera desde o início
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Cassol/Eckel terminam em segundo na categoria
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Equipe rumo a penúltima etapa
Petrolina, 27 de agosto de 2012 - Mais uma vez a dupla de pai e filho Paulo e Anderson Bertolini, da Equipe Troller Racing/Território Motorsport, conquistou a vitória na Production T2. Desta vez, foi na oitava etapa, entre Bom Jesus (PI) e Petrolina (PE), com o tempo de 5h11min23s.

Em segundo lugar na categoria ficou outro Troller T4, mas o pilotado por Marcos Cassol e Luis Felipe Eckel, que marcaram 5h27m41s. Dobradinha da equipe oficial da Troller novamente no Rally dos Sertões.

"Chegamos bem ao final da especial dos 20 anos do rali e não achamos tão assustadora quanto pareceu, apesar de longa, a navegação foi até mais tranquila", disse Anderson sobre a Especial histórica de 20 anos da competição. "É super positivo termos alcançado este desempenho, em meio a carros mais potentes e muito mais preparados", ressaltou o piloto Paulo César referindo-se a liderança na categoria desde o primeiro dia e também ao nono lugar na geral dos Carros, no acumulado.

Com o resultado da oitava etapa, Cassol e Eckel continuam na terceira colocação na categoria, no acumulado dos dias. "O carro está se comportando muito bem e os resultados são bons. Esta Especial dos 20 anos foi fantástica adoramos e restam agora dois dias, mas o rali só termina em Fortaleza", afirma acredita Cassol.

Mesma opinião tem seu navegador: "Rali é uma caixa de surpresas, vamos ainda lutar para melhora nossa posição no ranking . Enquanto houver Especial, vamos continuar acelerando e tentando", diz o navegador catarinense.

Nesta segunda-feira, durante a penúltima prova dos Sertões, as duplas da Troller Racing/Território Motorsport saem da cidade pernambucana de Petrolina e seguem para Iguatu, no Ceará, um trecho que totaliza 560 quilômetros, dos quais 143 serão cronometrados e mais um longo deslocamento final de 355.

A Equipe Troller Racing/Território Motorsport, que tem sede em Tatuí (SP), conta com o patrocínio da Troller, Alfa Seguros, Pneus Pirelli, Motorcraft, Gabardo Transportes e Dupont e apoio dos Amortecedores OffShox, Garrett, Truckvan e Termicom.

Resultado extra-oficial da oitava etapa - categoria Production T2
1º)#240 Paulo Cesar Bertolini e Anderson Bertolini, 05:11:23
2º) #239 Marcos Cassol e Felipe Eckel, 05:27:41
3º) #229 Marco Túlio Lana e Leonardo Magalhães, 05:40:09
4º) #238 Rodrigo Cardoso e Cristiano Antonio Rocha, 06:00:51
5º)#258 Glaucio Vanderlide e Idali Bosse 06:36:06


Acumulado extra-oficial após oito etapas - categoria Production T2
1º) #240 Paulo César Bertolini e Anderson Bertolini, 29:41:11
2º) #258 Glaucio Vanderlide e Idali Bosse, 32:27:50
3º) #239 Marcos Cassol e Felipe Eckel, 36:00:20
4º) #229 Marco Túlio Lana e Leonardo Magalhães, 40:51:01
5º) #238 Rodrigo Cardoso e Cristiano Antônio Rocha, 53:40:08


Penúltima especial - 27/08 - 9ª Etapa
Petrolina (PE) - Iguatu (CE)
Deslocamento Inicial: 62 km
Trecho de Especial: 143 km
Deslocamento Final: 355 km
TOTAL: 560 km.

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