segunda-feira, 31 de agosto de 2015

VOLKSWAGEN COMEMORA PRODUÇÃO DE 100 MIL UNIDADES DO NOVO FOX.



A Volkswagen do Brasil acaba de superar a marca de 100 mil unidades do Novo Fox produzidas em São José dos Pinhais (PR) desde agosto de 2014, quando o modelo foi lançado. 

O marco foi representado pelo Novo Fox Rock in Rio, uma edição especial que oferece extensa lista de conteúdo de série e detalhes visuais exclusivos, com excelente custo-benefício. 

Desde a sua inauguração, em 1999, o complexo industrial paranaense já produziu mais de 2,4 milhões de veículos, dos quais mais de 1,8 milhão do modelo Fox – um dos veículos mais vendidos no País.

“A unidade de São José dos Pinhais é uma das mais modernas do Grupo Volkswagen no mundo, e o Fox é uma referência em tecnologia e inovação. Atingir mais esse marco de produção é motivo de muito orgulho para todos nós, que temos trabalhado com muita dedicação e comprometimento para garantir a satisfação do cliente, por meio da fabricação de veículos com a máxima qualidade e o melhor benefício” - afirma Volker Germann, diretor da fábrica de São José dos Pinhais.

O Novo Fox foi apresentado em agosto de 2014, trazendo a maior oferta de versões, motores e transmissões do segmento. 


Sucesso em vendas e satisfação dos clientes, o modelo Fox começou a ser fabricado em 2003, e é o segundo mais vendido da marca no País e o segundo modelo mais exportado da Volkswagen, totalizando quase 450 mil unidades enviadas a 62 países da Europa, África e América do Norte, América Central e América do Sul.

Fox
O Fox foi lançado em outubro de 2003 e introduziu no Brasil a arquitetura high roof (teto alto), que privilegia a altura elevada dos bancos em relação aos outros veículos, posicionando os ocupantes de forma a garantir melhor visibilidade e proporcionando maior espaço interno. 


A boa acolhida do Fox pelo mercado criou uma nova tendência no segmento de carros compactos. Nunca, antes do Fox, um carro pequeno por fora ofereceu tanto espaço por dentro para o transporte da família, com versatilidade para a acomodação de bagagens.

Sucesso de vendas e de satisfação de clientes, o modelo Fox foi inteiramente desenvolvido pelas equipes de Engenharia da Volkswagen do Brasil, e o primeiro modelo feito no País desenvolvido de dentro para fora, proporcionando o melhor espaço interno, conforto e funcionalidade.

O Fox foi também o primeiro Volkswagen a adotar as linhas globais de estilo da marca, em 2009. Na linha 2015, o modelo foi novamente o primeiro carro nacional a trazer a evolução do design mundial da Volkswagen.

Novo Fox 2016
O Novo Fox 2016 é oferecido no mercado brasileiro em cinco versões (Trendline, Comfortline, Highline, Pepper e BlueMotion), com três opções de motores (o 1.0l e dois 1.6l MSI) e de transmissão (duas manuais, com cinco e seis marchas, e uma automatizada I-Motion).


O Novo Fox traz a maior oferta de versões, motores e transmissões do segmento.

A linha 2016 do Novo Fox traz os novos sistemas de infotainment do grupo Volkswagen ao mercado brasileiro – o lançamento ocorreu simultaneamente à Europa. Essa tecnologia global inédita é a nova geração da “Plataforma Modular de Infotainment” (MIB 2). 


Trata-se de uma evolução da central multimídia que era ofertada no Novo Golf, que já é considerado referência em seu segmento no mercado brasileiro em quesitos como interatividade, fácil manuseio e recursos audiovisuais disponíveis.

Como novidade esses novos sistemas trazem a interatividade com smartphones por meio da tecnologia Volkswagen App-Connect, que reúne os sistemas “MirrorLink”, “Carplay” (compatível com aparelhos com sistema Apple) e “Android Auto” (estando portanto já preparado para futuros lançamentos de smartphones da Google). 


Esses sistemas proporcionam a reprodução e operação da tela do telefone celular diretamente na tela do infotainment, como se fosse um espelho e sem comprometer a segurança na condução do veículo.

Com isso, mais uma vez, o Novo Fox inova em sua categoria ao oferecer mais equipamentos e tecnologias inéditas no País. 


Além disso, todos os modelos 1.0 do Novo Fox 2016 (versões Trendline e Comfortline) passam a utilizar o novo motor 1.0 de três cilindros, da família EA211. 

Também são oferecidos o motor 1.6l MSI de até 104 cv (versões Trendline e Comfortline) e o novo 1.6l MSI de até 120 cv (Highline e Pepper).

Outras novidades são o ar-condicionado e o novo volante global da Volkswagen, que passam a ser de série em todas as versões do modelo. 


Fabricado em São José dos Pinhais (PR), o Novo Fox 2016 será oferecido em quatro novas cores: três metálicas (Prata Tungstênio, Cinza Platinum e Azul Silk – tonalidades disponíveis até então em modelos de segmento superior) e uma perolizada (Preto Mystic). Ao todo, a linha Fox (incluindo o CrossFox) conta com 10 opções de cores e oferece garantia de três anos.

Série especial Rock in Rio
Além das cinco configurações disponíveis (Trendline, Comfortline, Highline, Pepper e BlueMotion), o Novo Fox está à venda em uma edição especial: o Novo Fox Rock in Rio, que é baseada na versão mais vendida da linha Fox (Comfortline 1.6).

O Novo Fox Rock in Rio tem extensa lista de conteúdo de série e detalhes visuais exclusivos. Oferecido exclusivamente com o motor 1.6l MSI flex de 104 cv de potência, o modelo traz ainda roda de liga leve Colina, de 15 polegadas, grade dianteira com formato de colmeia, pintada em preto brilhante, com friso na cor “Siberian”, faróis duplos e lanternas escurecidas. 


Outra exclusividade são as lanternas traseiras escurecidas e o defletor traseiro, que complementam o visual externo.

Outros itens de série são: ar-condicionado, coluna de direção com ajuste de altura e distância, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, desembaçador do vidro traseiro, espelhos retrovisores elétricos com função “tilt down” no lado do passageiro, travas e vidros elétricos e sistema de som com leitor de CD, MP3 e entradas USB e auxiliar.

A fábrica de São José dos Pinhais
Inaugurada em 18 de janeiro de 1999, a fábrica de São José dos Pinhais é uma das mais modernas do Grupo Volkswagen no mundo.


A unidade foi construída com um layout pioneiro: as áreas de Armação, Pintura e Montagem Final convergem para o Centro de Comunicação, um prédio triangular onde estão concentrados os escritórios administrativos, jardins de inverno, cafeteria, agência bancária e refeitórios.

O objetivo é integrar todas as áreas, e o fluxo de informações, favorecendo a melhoria contínua da qualidade. 


A ideia é que todas as áreas trabalhem interagindo entre si. Cada time pode discutir e resolver questões relativas ao processo produtivo imediatamente. 

No Centro de Comunicação também se localizam os laboratórios e salas de medida. A unidade possui um sistema de logística avançado, com 13 fornecedores instalados dentro do terreno, formando o Parque Industrial de Curitiba (PIC).

Desde a inauguração, o complexo industrial produziu mais de 2,4 milhões de veículos para os mercados interno e externo.


A unidade paranaense produz atualmente os modelos Volkswagen Novo Fox, Novo CrossFox e Novo SpaceFox, e se prepara para iniciar a produção do Novo Golf.

Unidade de São José dos Pinhais em números

Inaugurada em 1999
2,4 milhões de veículos produzidos desde a inauguração (Fox, Crossfox, Spacefox, Golf e Saveiro e Audi A3)

1,8 milhão de unidades do Fox produzidos entre 2003 e agosto de 2015

450 mil unidades do Fox exportadas desde 2003

Fatos marcantes

1999: Inauguração da fábrica em São José dos Pinhais, com a produção do Golf 4 e do Audi A3

2001: Inauguração da área da Estamparia

2003: Lançamento do Fox

2005: Lançamento do CrossFox

2007: Lançamento do Golf

2009: Nova Geração do Fox e CrossFox

2010: Unidade comemora 1 milhão de Fox produzidos

2011: Unidade comemora 500 mil Golf produzidos e inicia a produção do SpaceFox

2012: Lançamento do Fox BlueMotion e unidade comemora 2 milhões de veículos produzidos

2013: Unidade comemora 1,5 milhão de Fox produzidos, apresenta o Fox BlueMotion com o novo motor de três cilindros 1.0L e Grupo Volkswagen anuncia novos investimentos na fábrica paranaense

2014 (janeiro): ao completar 15 anos, unidade chega a 2,3 milhões de veículos produzidos desde a sua inauguração.

ABERTO PARA TODO PAÍS, CONCURSO FORD DESAFIO DA MOBILIDADE EM SÃO PAULO TEM INSCRIÇÕES ATÉ O PRÓXIMO DIA 8 DE SETEMBRO

A Ford encerra no próximo dia 8 de setembro as inscrições para o seu Concurso de Mobilidade Urbana para São Paulo.

Embora voltado aos desafios da capital paulista, este programa inédito promovido pela marca é aberto para participantes de todo o País. 

As inscrições para o concurso podem ser feitas pelo site http://saopaulo-national.devpost.com.

O objetivo do desafio é incentivar os desenvolvedores de aplicativos a criar ideias inovadoras que combinem o uso do carro e do transporte público. 

As inscrições e a votação serão feitas por meio do site ChallengePost.

No Desafio São Paulo, os projetos serão avaliados por um júri especializado em tecnologia e mobilidade urbana, seguindo critérios como qualidade da ideia, criatividade, originalidade, implementação e potencial de impacto. 

Os três primeiros colocados receberão, respectivamente, os prêmios de R$ 30 mil, R$ 20 mil e R$ 7 mil. Haverá ainda um vencedor pelo voto popular, com prêmio de R$ 2 mil.

PRIMEIRO CARRO BRASILEIRO 5 ESTRELAS DE SEGURANÇA, ECOSPORT TAMBÉM LIGA PARA O SAMU EM CASO DE ACIDENTE


O alto padrão de segurança é uma das razões do sucesso do Ford EcoSport, que inaugurou um novo segmento de utilitários esportivos no Brasil. 

Ele foi o primeiro carro brasileiro a receber 5 estrelas nos testes de impacto do Latin NCAP – instituição que avalia a segurança de veículos novos para a América Latina e Caribe. Além da nota máxima na proteção, o modelo recebeu, a partir de sua linha 2015, a nova versão do sistema de conectividade SYNC com AppLink e Assistência de Emergência, recurso que liga automaticamente para o SAMU em caso de acidente, bastando que exista um celular conectado ao sistema.



Em caso de deflagração dos airbags, esse recurso liga automaticamente para a emergência e, após comunicar o ocorrido e a localização do veículo, abre o microfone da cabine para que haja comunicação com os ocupantes. Exclusivo do EcoSport na categoria, este sistema é mais um diferencial de segurança do modelo perante à concorrência.


Teste de impacto
A segurança do EcoSport começa já na estrutura. 


Este vídeo mostra o comportamento do veículo da Ford no teste de impacto do Latin NCAP.

A proteção para adultos somou 14,64 pontos, de 17 possíveis. Esse programa realiza os crash-tests seguindo a norma internacional UNECE94 do WP29 da ONU.

A colisão é realizada a 64 km/h contra uma barreira deformável descentralizada, que atinge 40% da parte dianteira do veículo. 


Após o impacto, sensores medem os efeitos do choque sobre dois manequins de tamanho adulto (que ocupam os bancos dianteiros) e outros dois que simulam a presença de uma criança de três anos e outra de um ano e seis meses nos assentos traseiros. A nota máxima para cada avaliação é de cinco estrelas.

A carroceria do EcoSport utiliza aço de ultra-alta resistência nas travessas dianteiras e aço de alta resistência nas colunas dianteiras e no assoalho, além de aço ao boro nas colunas centrais. 


O emprego destes materiais permite direcionar as energias de um impacto para fora da cabine em caso de colisão, formando uma célula rígida em torno dos ocupantes. Fora isso, a coluna de direção, os paineis das portas e o porta-luvas trazem sistemas de absorção de energia de impacto.

Além de toda a segurança passiva (que protege os ocupantes em caso de acidente), o EcoSport também traz diversos itens de segurança ativa (que evitam que um acidente aconteça). 


É o caso dos controles de estabilidade e tração, somados ao assistente de partida em rampas (HLA) – itens disponíveis em toda gama do modelo (exceto pela versão de entrada SE 1.6). 

Afora os obrigatórios airbags frontais e freios ABS, o EcoSport vem equipado com airbags laterais e do tipo cortina nas versões 2.0 4WD, 2.0 SE Plus Powershift e 2.0 Titanium Powershift. 

Outra inovação trazida pelo modelo é o sistema de fixação Isofix para cadeirinhas infantis no banco traseiro, com padrão internacional.

FORD KA+ CRESCE NO MERCADO, CHEGA A 30.000 UNIDADES E OFERECE MUITA COMPETITIVIDADE NA SUA CATEGORIA. J[A SÃO 30 MIL UNIDADES RODANDO PELO BRASIL DESDE OUTUBRO DE 2014


O Ford Ka+, veículo mais recente dentro do disputado segmento de sedãs compactos, completa este mês 30.000 unidades desde o seu lançamento em outubro do ano passado.
O modelo vem apresentando crescimento constante de mercado, impulsionado pela sua competitividade que combina conteúdo com custo-benefício para o consumidor na categoria de entrada do mercado brasileiro.

Em julho, o Ka+ vendeu 4.133 unidades, um resultado acima da expectativa considerando o atual momento do mercado brasileiro. 

“No nosso portfólio de produtos é um veículo que apresenta significativa tendência de alta na procura, na medida em que o público analisa as suas vantagens dentro do segmento. Ele é um contraponto em design, espaço interno e atualidade em relação a grande parte dos veículos de outras marcas na categoria”, atesta Fernando Pfeiffer, gerente de Produto da Ford.

O Ka+ oferece duas opções de motores modernos. Ambos caracterizam-se por trazer dois requisitos básicos em sua faixa de preço: potência relativa e grande economia de combustível. 

São eles o Ford 1.0 12V Flex de três cilindros com 85/82 cv e o Sigma 1.5 16V Flex de 110/105 cv.
O sedã também vem de série com direção elétrica, ar-condicionado, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas com controle remoto, airbag duplo, freios ABS com EBD e CBC.

O Ka+ inaugurou também a opção da conectividade na sua faixa de preço. 

A chamada versão de entrada, SE, já vem com rádio My Connection Gen.3 com AM/FM, USB, conexão Bluetooth e My Ford Dock, um compartimento inédito que permite fixar o celular ou GPS no painel.

A partir da segunda versão (SE Plus), é equipado com sistema SYNC que acrescenta CD-player, comandos de voz para áudio e telefone e outros dois recursos exclusivos no segmento: o AppLink, para acessar aplicativos do celular por comandos de voz, e a Assistência de Emergência, que faz uma ligação automática ao serviço de emergência do SAMU em caso de acidente.

O seu pacote de peças e serviços também é muito vantajoso no segmento. 

Com três anos de garantia, o Ka+ possui um atrativo extra no pós-venda: inclui três anos de assistência de socorro mecânico em qualquer parte do País.

FORD E BRAUNABILITY DESENVOLVEM NOVOS RECURSOS TÉCNICOS PARA CADEIRANTES. O MODELO EXPLORER PASSA A OFERECER ESSE RECURSO TANTO PARA PASSAGEIROS QUANTO PARA MOTORISTAS, POR ENQUANTO O CARRO SERÁ VENDIDO APENAS NOS ESTADOS UNIDOS A PARTIR DO FINAL DESTE ANO ASSISTA O VÍDEO DE DEMONSTRAÇÃO


A Ford e a empresa BraunAbility, líder mundial em adaptação de acessibilidade para veículos, escolheram o Explorer para o lançamento de uma versão especial adaptada para cadeirantes. 

Utilitário esportivo mais vendido do mundo e líder do segmento nos Estados Unidos nos últimos 25 anos, o modelo, chamado BraunAbility MXV, é o primeiro SUV de produção em série a oferecer esse tipo de acesso e conta com várias modificações para que o cadeirante possa se locomover com conforto, seja como motorista ou como passageiro (veja neste vídeo).

Equipado com motor V6 de 3,5 litros, o MXV (Mobility Crossover Vehicle) começará a ser vendido no final do ano nos Estados Unidos. 

Entre as modificações, conta com porta deslizante e rampa de acesso elétricas, com comando remoto na chave, e bancos do motorista e do passageiro removíveis. 


A terceira fileira de assentos é removida para liberar espaço e a alavanca do câmbio também é móvel, para facilitar a movimentação interna. O veículo conta ainda com engate para reboque.

"O MXV é um carro revolucionário e estamos muito contentes em ajudar a trazê-lo para o mercado. Há 25 anos o Explorer simboliza liberdade e aventura e o BraunAbility MXV acrescenta outro capítulo a essa história", afirma Craig Patterson, gerente de Marketing de SUVs da Ford.

Fundada por Ralph Braun, que morreu em 2013 e foi homenageado pelo presidente Barack Obama, em 2012, como “Campeão da Mudança”, a BraunAbility revolucionou o conceito de independência para cadeirantes.

FLORAUTO, DISTRIBUIDOR FORD, APRESENTA NO SUL O NOVO FOCUS FASTBACK NA FEIRA EXPOINTER



O distribuidor Ford Florauto, representante da marca na Expointer, principal feira de agronegócios do Sul do País, que acontece, em Esteio, no Rio Grande do Sul, até o dia 6 de setembro, está apresentando o Focus Fastback, junto com outros modelos como o Focus Hatch e a Ranger. 

A linha global do Focus traz inovações significativas no design e vem com um conjunto mecânico aprimorado para oferecer alta dirigibilidade com segurança. 


Neste item, o Focus Hatch e o Focus Fastback avançam no segmento de carros médios com equipamentos como o controle de estabilidade e tração de série.

Outro ponto forte da linha é a disponibilidade de novas tecnologias. Entre os itens inéditos no segmento, estão o estacionamento automático em vagas paralelas e perpendiculares, assistente de frenagem autônomo – que evita colisões em velocidade até 20 km/h – e faróis bi-xenon adaptativos que ajustam a iluminação à velocidade e direção do veículo.


Num estande de cerca de 400 metros quadrados, a Florauto expõe também a picape Ranger, que durante a Expointer pode ser adquirida com condições de venda exclusivas para produtores rurais. 

De grande aceitação no Rio Grande do Sul e em outros estados de vocação para o agronegócio, a picape tem uma linha completa composta pelos modelos cabine simples ou dupla e os motores 2.2 Diesel de 150 cv, 3.2 Diesel de cinco cilindros e 200 cv e 2.5 Flex com 173/168 cv. 

Entre outros equipamentos, oferece controle eletrônico de estabilidade, item essencial para picapes. A Ranger acaba de ser eleita a Melhor Picape do País, na eleição do jornal "O Estado de São Paulo".

domingo, 30 de agosto de 2015

FORD TRAZ NO MONDEO, S-MAX E GALAXY UM NOVO SISTEMA DE FILTRAGEM DE AR BASEADO EM TRAJES ESPACIAIS


A Ford lançou a sua linha Mondeo, S-MAX e Galaxy com um novo sistema de filtragem de entrada de ar na cabine do veículo que propicia, drasticamente, o bloqueio de partículas ultrafinas, ou seja, mil vezes menores que um fio de cabelo. 

Ele utiliza uma tecnologia com carvão ativado, semelhante à das máscaras de proteção avançadas e respiradores existentes nos trajes espaciais. 

A introdução em alguns modelos na Europa faz parte da difusão desse novo equipamento que deverá chegar a outros veículos da marca.

O Centro Europeu de Pesquisa & Inovação da Ford em Aachen, Alemanha, que este ano comemora seu 20º aniversário, desenvolveu vários estudos até chegar a essa nova tecnologia. 

Ela permite tornar o ar respirado dentro do carro mais limpo que o do ambiente externo. É 50% mais eficaz que os sistemas convencionais porque além de bloquear quase todo o dióxido de nitrogênio – um desencadeador da asma – é capaz de reter até 99% do pólen, gases poluentes e odores.

Mesmo com o carro rodando na cidade, em engarrafamentos ou túneis, os testes mostraram que com o novo filtro as concentrações de dióxido de nitrogênio e partículas na cabine foram iguais ou menores às encontradas em áreas rurais. 



Essa filtragem avançada de ar é mais uma inovação que contribui para tornar as viagens mais confortáveis e também mais seguras. 

O sistema inclui um sensor de qualidade do ar que fecha automaticamente a entrada externa ao detectar a presença de monóxido de carbono e dióxido de nitrogênio no ambiente fora do carro, acionando a função de filtragem e recirculação de ar avançada.

AUDI E-TRON QUATTRO CONCEPT APRESENTADO NO SALÃO DE FRANKFURT, EM SETEMBRO, SERÁ PRODUZIDO A PARTIR DE 2018. A SUA AUTONOMIA VAI CHEGAR A 500 KM. A MONTADORA USA NESSE NOVO CARRO A EXPERIÊNCIA OBTIDA NO CAMPEÃO R8 E-TRON


A condução elétrica desenvolvida pela Audi é um prazer, não um compromisso. A marca evidencia tal pressuposto através do concept Audi e-tron quattro que será apresentado no Salão de Frankfurt no próximo mês de setembro.

Um SUV desportivo que deixa antever uma perspetiva do primeiro carro elétrico a ser produzido em grande série pela marca.

O concept Audi e-tron quattro foi desenvolvido desde o início como um carro elétrico e realça o pioneirismo no seu segmento logo num primeiro olhar.

Baseia-se no concept "Aerosthetics", combinando desenvolvimentos técnicos para reduzir o coeficiente de penetração aerodinâmico através de soluções criativas de design.

Elementos aerodinâmicos móveis na dianteira, nas partes laterais e na seção traseira melhoram o fluxo de ar ao redor do carro.

A parte inferior da carroçaria foi aerodinamicamente otimizada, sendo completamente fechada.

Com um valor Cx de 25, o veículo estabelece um novo recorde no segmento dos SUV’s. Um contributo fundamental para assegurar uma autonomia superior a 500 quilómetros.

O estudo é baseado na plataforma modular longitudinal de segunda geração, que proporciona uma margem considerável para a montagem da estrutura e diferentes sistemas tecnológicos.

O comprimento encontra-se entre os modelos Q5 e Q7. Com a típica carroçaria de um SUV apresenta formas planas e com a zona do habitáculo a destacar formas de um coupé, o que permite transmitir ao Audi e-tron quatro concept uma aparência muito dinâmico. O generoso interior oferece espaço para quatro pessoas.

A grande bateria de lítio e iões está posicionada entre os eixos de baixo do compartimento dos passageiros.

Esta posição de instalação prevê um baixo centro de gravidade e uma distribuição de pesos muito equilibrada por cada eixo.

Tal confere também uma melhor dinâmica e segurança de condução do que em outros veículos do segmento.

A Audi utiliza a sua experiência com o desportivo Audi R8 e-tron para o sistema de acionamento elétrico, através de três motores elétricos no Audi e-tron quatro: um no eixo dianteiro e dois no eixo traseiro.

Um processo que assegura a este protótipo, ao mesmo tempo, uma dinâmica e eficiência de exceção.

De assinalar, ainda, que este concept está equipado com os novos faróis Audi Matrix OLED.

DIVERSOS MODELOS E MARCAS DE CARROS JÁ CONTAM COM INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS RESULTANTES DE PEQUENOS BÔNUS OBTIDOS CADA VEZ QUE A MONTADORA REDUZ MAIS O CONSUMO DE COMBUSTÍVEIS. DIVERSOS ITENS, COMO SISTEMA LIGA-DESLIGA, INDICADOR DE MARCHA NA TROCA DE MARCHA NO PAINEL, SISTEMA DE MONITORAÇÃO DE PRESSÃO DOS PNEUS E CONTROLE DA AERODINÂMICA DA GRADE FRONTAL. VEJA A IMPORTÂNCIA DESSES EQUIPAMENTOS


PRESSÃO MONITORADA 
DOS PNEUS


Por Fernando Calmon



Uma das recentes novidades no programa Inovar-Auto (2012-2017) foi a adoção de pequenos bônus nos ciclos de aferição para as metas de redução de consumo de combustível. 

Trata-se de recursos técnicos que não podiam ser captados em laboratório, porém efetivos no uso cotidiano. 

Quatro itens passaram a valer:
· Sistema desliga-religa o motor em paradas

· Indicador de troca de marcha no painel

· Controle da aerodinâmica da grade frontal

· Sistema de monitoração de pressão dos pneus (SMPP)

SMPP é o mais importante não apenas por evitar aumento de consumo de combustível de pelo menos 1% a cada 10% de calibragem dos pneus abaixo do recomendado. 

Deve-se notar que mesmo circulando por vias bem pavimentadas, com rodas e pneus novos, é normal perder no mínimo 10% de ar por ano. 

Mas, dependendo de outras condições, um pneu sem a checagem quinzenal recomendada, pode rodar com pressão de 20% a 30% abaixo do normal sem que o motorista perceba.

O segundo aspecto está na segurança. Pneus com pressão baixa dificultam o controle do veículo em manobras e frenagens emergenciais. 

Pesquisas no exterior indicam que em 86% de acidentes analisados pelo menos um pneu estava subinflado.

Também compromete sua durabilidade e atinge o bolso do motorista. Pneus sem pressão normal ficam mais sujeitos a furar. Assim, além do incômodo, pode comprometer a integridade dos ocupantes do veículo, se acontecer em locais de risco criminal.

A pressa e o esquecimento são, em geral, citados pelos motoristas por negligenciar a calibragem. 

Recentemente, SMPP tornou-se obrigatório em toda a União Europeia e já o era nos EUA, valendo também para motocicletas e veículos pesados. 

Uma luz no painel indica a baixa pressão e, em modelos mais caros, aparece em qual ou quais rodas está o problema.

Existem dois tipos de SMPP: direto e indireto. O direto é o mais utilizado e consiste de sensor de pressão na válvula de ar de cada pneu, pequeno transmissor de radiofrequência, além de microcontrolador e bateria. 

No painel há o receptor e ícone iluminado que aponta a anomalia em qualquer dos pneus sem individualização. 

Os mais sofisticados indicam a pressão em cada pneu, inclusive do estepe, e usam pequenas etiquetas ou transponders que dispensam bateria. Há vários fornecedores, inclusive no mercado de acessórios.

Na Inglaterra, a empresa WheelRight desenvolveu uma máquina para registrar automaticamente a pressão dos pneus em questão de segundos. 

Sem sair do carro (veja foto), o motorista recebe a informação na tela do aparelho ou imprime.

SMPP indireto trabalha com os mesmos sensores que medem a rotação de cada roda do sistema ESC (em inglês, controle eletrônico de estabilidade), também obrigatório nos EUA e Europa. 

Se há perda de ar, altera-se o diâmetro dinâmico do conjunto roda e pneu, suficiente para acender a lâmpada no quadro de instrumentos. 

O arranjo é mais simples, porém exige que o motorista restabeleça o sistema por meio de um botão ou no computador de bordo, após recalibrar os pneus.

Pelas vantagens diretas e indiretas, além de preço acessível, o SMPP deveria também ser obrigatório no Brasil. Por enquanto, é apenas equipamento incentivado no Inovar-Auto.

FIAT E JEEP OFERECEM GAMA VARIADA DE VEÍCULOS EM CONDIÇÕES ESPECIAIS DURANTE A EXPOINTER


Fiat e Jeep oferecem condições especiais para a aquisição de um carro zero quilômetro pelos visitantes da 38º Expointer, que acontece até 6 de setembro, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS). 


Esta é considerada a maior feira a céu aberto da América Latina e apresenta as últimas novidades em tecnologia agropecuária e agroindustrial.

As marcas do grupo Fiat Chrysler Automobiles (FCA) levam para o evento diversos modelos de veículos, que atendem os mais variados perfis de usuários, desde aquele que procura um carro robusto para trabalho até o que busca um automóvel confortável e requintado para uso diário.

No estande da Fiat, estarão expostos a picape Strada, nas versões Adventure CD e Working, Novo Fiorino, Freemont, Grand Siena, Novo Palio Attractive, Novo Uno Way e Palio Fire Way.


A Jeep leva para o evento toda sua linha de produtos, com destaque para o Renegade, primeiro carro da marca fabricado no Polo Automotivo de Goiana (PE) e considerado pelo Programa de Avaliação de Carros Novos para América Latina e o Caribe (Latin NCAP) o carro mais seguro produzido no Brasil.

Disponível nas versões 1.8 Flex MT5, Sport, Longitude e Trailhawk, o Renegade entrega uma combinação sem igual de porte compacto para o trânsito urbano, melhor desempenho on-road e off-road, design de personalidade, cabine espaçosa, prática e refinada, ótimo comportamento dinâmico no asfalto, dois câmbios automáticos – um deles o primeiro de nove marchas do segmento –, dois motores modernos e eficientes (incluindo o mais forte da categoria, o exclusivo 2.0 MultiJet II turbodiesel), e uma enorme lista de equipamentos de conforto, segurança e tecnologia.

Também estarão expostas no estante da Jeep as linhas Gran Cherokee, Cherokee e Wrangler, além de uma novidade da marca RAM: a 2500, única picape grande do mercado brasileiro.

Mais Alimentos
No estande da Fiat, os produtores rurais também poderão obter mais informações sobre a compra de veículos nas condições especiais da Mais Alimentos, uma linha de crédito do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar, do Ministério do Desenvolvimento Agrário), que financia investimentos para a modernização da propriedade rural familiar. 

A linha permite ao agricultor investir em modernização e aquisição de máquinas e de novos equipamentos para incrementar a produtividade, além de reduzir custos de produção, elevando sua renda.

Por meio do Programa Mais Alimentos, os agricultores familiares podem adquirir os modelos Fiat com financiamento de até 100% do valor do bem, prazo de até cinco anos para pagamento e taxa de juros de 2,5% para crédito de até R$ 10 mil, de 4,5% entre R$ 10 mil e R$ 30 mil e de 5,5% entre R$ 30 mil e R$ 100 mil. 

Além disso, o programa oferece prazo de carência de até um ano para o inicio do pagamento e limite de financiamento individual de R$ 130 mil.

A Fiat oferece ainda preços diferenciados para os produtores rurais adquirirem seus veículos de transporte de carga. 

Mais informações estão disponíveis emhttp://www.fiat.com.br/vendas-diretas/mais-alimentos.html.

PEDRO PIQUET GANHA MAIS UMA ETAPA DA FÓRMULA 3 BRASIL E ESTÁ A UM PASSO DE SAGRAR-SE BICAMPEÃO DA CATEGORIA.


O atual campeão Pedro Piquet (Cesário F3) está cada vez mais próximo de seu segundo título na Fórmula 3 Brasil. 

Rodrigo Baptista foi quarto no sábado e quinto no domingo com suspensão quebrada


Depois de 10 etapas, o filho mais novo de Nelson Piquet soma 123 pontos, enquanto o vice-líder Matheus Iorio (Cesário F3) tem 77. 


A seguir, embolados vem Carlos Cunha (CF3), com 62, e Rodrigo Baptista e Arthur Fortunato (A. Fortunato F3 Racing) empatados com 60 pontos. 

A penúltima rodada dupla acontece nos dias 12 e 13 de setembro, em Campo Grande (MS).

"Tirando o Pedro Piquet, que tem bem mais experiência do que nós e merece ser o campeão, o restante do pessoal está andando bem próximo. Acho que o vice vai ser decidido só na última rodada, em Interlagos, e até lá quero voltar para a segunda posição, que foi de onde comecei a temporada", comentou o novato Rodrigo Baptista, que saiu do oeste do Paraná com uma quarta e uma quinta posições, depois de enfrentar problemas em seu Dallara/Berta na 10ª etapa.


Largando do terceiro posto no domingo, na primeira curva Rodrigo Baptista já assumiu a vice-liderança, com Pedro Piquet logo atrás e Igor Fraga na liderança.

Poucas voltas depois o líder da categoria mais rápida do Brasil já estava na frente, com Baptista em seu vácuo. Até que o abandono de Matheus Iório provocou a entrada do safety car

Na relargada uma peça da suspensão traseira do carro de numeral 13 quebrou e aí a história da corrida mudou para o novato.

Pedro Piquet venceu no sábado, seguido de Christian Hann (Hitech Racing), e do argentino Nicolas Dapero, que formaram o pódio da nona etapa. Logo depois terminaram Rodrigo Baptista (HTPro Nutrition/Prop Car Racing), Matheus Iório (Cesário F3) e o nipo-brasileiro Igor Fraga Fraga, vencedor da categoria Light.

O resultado da décima etapa da F-3 Brasil foi: 1) Pedro Piquet, Cesário F3, F3A, 30 voltas em 31:14.759 (média de 176.2 km/h); 2) Nicolas Dapero, Prop Car Racing, F3A, a 2.602; 3) Carlos Cunha, CF3, F3A, a 3.591; 4) Artur Fortunato, A. Fortunato F3 Racing, F3A, a 4.840; 5) Rodrigo Baptista, Prop Car Racing, F3A, a 16.489; 6) Guilherme Samaia, Cesário F3, F3L, a 18.647; 7) Fernando Croce, Hitech Racing, F3A, a 26.333; 8) Christian Hahn, Hitech Racing, F3A, a 41.532; 9) Matheus Muniz, Prop Car Racing, F3L, a 1 volta.


O resultado da nona etapa da F-3 Brasil foi: 1) Pedro Piquet, Cesário F3, F3A, 31 voltas em 31:13.001 (média de 182.2 km/h); 2) Christian Hahn, Hitech Racing, F3A, a 10.392; 3) Nicolas Dapero, Prop Car Racing, F3A , a 12.767; 4) Rodrigo Baptista, Prop Car Racing, F3A, a 16.832; 5) Matheus Iorio, Cesário F3, F3A, a 18.769; 6) Igor Fraga, Prop Car Racing, F3L, a 32.572; 7) Leonardo de Souza, Kemba Racing, F3A, a 48.585; 8) Artur Fortunato, A. Fortunato F3 Racing, F3A, a 55.985; 9) Ryan Verra, RR Racing, F3A, a 1 volta; 10) Matheus Muniz, Prop Car Racing, F3L, a 4 voltas; 11) Carlos Cunha, CF3, F3A, a 6 voltas.

Pontuação da Fórmula 3 Brasil após 10 corridas:
1) Pedro Piquet, 123 pontos; 2) Matheus Iorio, 77; 3) Carlos Cunha, 62; 4) Rodrigo Baptista, 60; 4) Arthur Fortunato, 60; 6) Nicolas Dapero, 45; 7) Christian Hahn, 31; 8) Fernando Croce, 19; 9) Leonardo Souza, 15; 10) Ryan Verra, 12; 11) Gustavo Bandeira, 11.

Visite www.formula3brasil.com.br





INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS AUTOMOTIVAS AVANÇAM A PASSOS FIRMES E CENTRO DE ENGENHARIA DA BOSH NA ALEMANHA É A UNIDADE DE PESQUISAS DE EXCELÊNCIA




MECÂNICA ONLINE® 


30 / 08 / 2015


Advanced PFI – Combinação de quatro tecnologias na redução de consumo e emissões



É cada vez menor a distância entre as inovações tecnológicas e nosso mercado. Atendendo convite da Robert Bosch América Latina conheci de perto o principal Centro de Engenharia da Bosch, em Abstatt, Alemanha, que desde 1999 tem desenvolvido soluções individuais para sistemas eletrônicos, combinando as vantagens da tecnologia em série e comprovadas para diversos clientes situados na Alemanha, Japão, América do Norte, França, Áustria, China, Brasil, Reino Unido e Itália.


Foi uma oportunidade para conhecer no presente o futuro das inovações automotivas. Direto da fonte, com quem desenvolve e certifica os novos recursos. 
E nada melhor do que encontrar brasileiros na linha de frente de projetos tão importantes.



Thomas Junge e Martin Leder apresentaram as principais inovações desenvolvidas e em especial uma que tem tudo para ser aplicada em veículos no Brasil, a Advanced PFI, que revela a evolução do tradicional sistema PFI mais utilizado atualmente.


Martin Leder.

No sistema já utilizado em nosso mercado (PFI) Port Fuel Injection, a mistura ar/combustível é formada fora do cilindro do motor no coletor de admissão. 



O injetor pulveriza o combustível na válvula de admissão. Durante a descarga de admissão, o movimento para baixo do pistão faz a sucção da mistura ar/combustível através da válvula de admissão aberta para dentro da câmara de combustão.

Assista o vídeo:

Agora, vamos entender o que muda com o Advanced PFI. O objetivo continua o mesmo: maior rendimento do motor, máxima economia de combustível e impacto ambiental reduzido, alinhado com as novas metas de emissões de CO2 a serem cumpridas. 

Mas de que forma? Combinando quatro tecnologias.

1 - Dupla injeção de combustível – Por meio de dois injetores de combustível instalados na galeria, para cada cilindro, ocorre um reforço no posicionamento e direcionamento da pulverização das gotículas atomizadas de combustível, melhorando assim a distribuição do combustível na mistura com o ar e reduzindo a condensação na parede do cilindro e o tempo de injeção. 

Ocorre um ganho na estabilidade da ignição e na rapidez de conversão do catalisador, que ocorre mais rapidamente.


2 - Aumento da pressão do combustível - A bomba de combustível, no sistema de baixa pressão varia a pressão de combustível para atender as necessidades específicas. 

Quando você liga o veículo a pressão é temporariamente aumentada, variando de 4,2 até 6 bar, a fim de apoiar a formação da mistura e reduzir o tamanho da gota de pulverização (diâmetro médio de Sauter - SMD).

Esse sistema permite variar não apenas a pressão de combustível conforme a necessidade do motor, mas também a vazão da bomba, só permitindo a passagem necessária de combustível. 



Dessa forma, a bomba trabalha menos, o alternador também trabalha menos, exigindo menos energia do carro. Maior pressão, melhor vaporização, melhor partida.

O aumento da pressão eleva a quantidade máxima de combustível medida a plena carga. 

A massa de combustível vaporizado é aumentada e a condensação de combustível na parede do coletor é reduzida.


3 - PFI Scavenging – Uma das ocorrências em motores turbos é a dificuldade em vencer a inércia da turbina e da sua capacidade volumétrica, mais conhecida como turbo lag, ou perda de potência nas baixas rotações, ou seja, o tempo de resposta necessário até que o turbo possa "alimentar" o motor com mais mistura.

O Scavenging nada mais é que o aumento na velocidade de “lavagem” do cilindro (expulsar o ar queimado da combustão anterior), que considera o tempo de escape dos gases e o início de uma nova admissão, que só acontece quando a válvula de escape está completamente fechada. 



O ganho na curva de torque é muito próximo quando comparado ao motor de injeção direta.

Assista o vídeo:


4 - Injeção com válvula de admissão aberta (OVI - Open Valve Injection) – Recurso pouco utilizado no Brasil devido a geração elevada de hidrocarbonetos (combustível não queimado que segue para a válvula de escape), passa a ser importante em conjunto com as outras três tecnologias, permitindo o aumento na taxa de compressão em cerca de um ponto (1,0), que reduz o consumo de combustível em carga parcial.

A injeção dupla amplia os efeitos do OVI por meio de melhoria da atomização e vaporização, bem como segmentação otimizada.




Vantagens para o cliente – Na prática essa combinação de quatro tecnologias resulta na redução das emissões (12% menos CO2 com a dupla injeção); ganho de cerca de 1% de economia no consumo devido o controle de variação da pressão de injeção do combustível (alternador não fica trabalhando a todo tempo carregando a bateria); a injeção com válvula aberta traz como benefício a redução na temperatura do motor (entre 0,5 e 1º C), aumento da taxa de compressão e economia de mais 1% no consumo; e o turbo (scavenging) o ganho na redução de consumo é da ordem de 10%.

Ao todo, a soma de todos os benefícios vai permitir uma economia de até 12% no consumo de combustível, além da funcionalidade melhorada devido o inovador desenvolvimento da injeção de combustível. 

Aumento de até 40% no ganho em torque. Mais de 20% de redução das emissões no ciclo de teste.


Essa tecnologia ainda não chegou ao Brasil, mas a Bosch já realiza o desenvolvimento com testes por aqui. 

A motorização escolhida foi a 1.4 bicombustível com taxa de compressão de 9,8:1 e produz 154 cavalos de potência a 5.500 rotações por minuto e torque de 206 Nm com rotação de 2.250 por minuto. As fotos revelaram o Fiat Punto em análise.

Centro avançado de Engenharia da Bosch - Desde 2011 a área de engenharia da Bosch tem presença direta no Brasil, permitindo facilitar que novos recursos possam ser oferecidos conforme as necessidades dos fabricantes automotivos por aqui instalados.

Entre as diversas atividades, os engenheiros dão suporte aos sistemas bicombustíveis, sendo responsável ​​pela calibração do motor em bancos de ensaio da própria Robert Bosch América Latina, a calibração do veículo (por exemplo, comportamento, dirigibilidade), diagnósticos de calibração de emissões, a bordo, e calibração do pacote de software para o sensor flex-fuel, bem como preparação dos documentos de certificação para a homologação.

Além de carros de passageiros a equipe de Engenharia da Bosch na América Latina está fornecendo soluções de engenharia para a indústria de mineração.

Grupo de jornalistas brasileiros que visitaram o Centro da Bosh
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Tarcisio Dias – Profissional e Técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânica com habilitação em Mecatrônica e Radialista, é gerente de conteúdo do Portal Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) e desenvolve a Coleção AutoMecânica.
E-mail: redacao@mecanicaonline.com.br

Coluna Mecânica Online® - Menção honrosa (segundo colocado) na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo 2013, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade.

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

EM MAIS UMA TRAPALHADA ECONÔMICA, O GOVERNO FEDERAL ANUNCIOU UM PROGRAMA DE FINANCIAMENTO PRIVILEGIANDO A INDÚSTRIA AUTOMOTIVA PARA TENTAR SEGURAR OS EMPREGOS NO SETOR DE AUTO-PEÇAS. O PROBLEMA É QUE A SOLUÇÃO DA CRISE QUE SE INSTALOU NO PAÍS DEPENDE DE AÇÕES SÉRIAS, COMO A IMPLANTAÇÃO DE UM PROGRAMA DE RENOVAÇÃO DE FROTA, O QUE NÃO FOI FEITO SEQUER COM A SUBSTITUIÇÃO DOS VELHOS CAMINHÕES COM MAIS DE 30 ANOS DE USO. O MERCEDES CLASSE C 180 SERÁ O PRIMEIRO A SAIR DA FÁBRICA DE IRACEMÁPOLIS


Alta Roda 

Nº 851 — 28/8/15

Fernando Calmon

SAIR DA RETRANCA

O Governo Federal perdeu mais uma batalha de comunicação ao anunciar o novo programa de financiamento industrial para a cadeia de produção automobilística. 


Outra vez, passou a impressão de que estava socorrendo um segmento considerado privilegiado, com juros subsidiados, em detrimento dos demais setores da economia, inclusive o de pequenas e médias empresas.

Erros já começaram quando a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil convocaram a Imprensa, com intervalo de 24 horas, para no fundo comunicar os mesmos assuntos com quase nenhuma nuance que os distinguissem. 


A ideia desta vez é apoiar os produtores de autopeças, em especial os de menor porte, nessa fase em que se perderam, em menos de dois anos, mais de 50.000 empregos entre fabricantes, fornecedores e concessionárias.

Pareceu bastante claro que os dois bancos públicos atuaram sem coordenação e pouca convicção sobre as propostas. 


Também ficou mal explicado que o “socorro” envolveria uma espécie de contrapartida de evitar demissões, o que no momento parece difícil e mais ainda de controlar. 

Afinal, é o comprador que precisa ser convencido a sair da retranca do consumo.

Na véspera destes dois anúncios, durante o seminário Planejamento Automotivo 2016, organizado em São Paulo pela Automotive Business, o clima de pessimismo em uma pesquisa eletrônica instantânea contagiou o próximo ano e até mesmo o início de 2017. 


Para dois terços dos 360 presentes o número de empresas de autopeças vai diminuir, seja ao cerrar as portas simplesmente ou por aquisições e fusões. Em todos os casos vão-se os empregos.

A cadeia de produção automobilística é longa: cinco milhões de pessoas vivem dela de forma direta e indireta com salários médios bem acima dos setores de construção civil e de serviços.


Seu faturamento alcança 5% do PIB (em países centrais como EUA, Japão e Alemanha a proporção é semelhante) com a diferença desproporcional de que aqui responde por mais de 10% da arrecadação de impostos. 

Assim, um governo à caça de receitas para se sustentar acaba por dar suporte de alguma forma aos fabricantes de veículos.

Para complicar, a média de idade do parque fabril brasileiro é estimada em 17 anos (na indústria automobilística, defasagem menor), contra sete nos EUA e cinco na Alemanha. 


Robotização poderia aumentar a produtividade, mas investimentos são altos e, num primeiro momento, elimina empregos.

Para o consumidor um programa de renovação da frota bem planejado ajudaria a animar o mercado e a preservar empregos, como aconteceu na Europa. 


Mas se até o plano de substituição de caminhões muito velhos – 30 anos ou mais – não consegue sair do papel, o que dizer sobre automóveis. 

Poder aquisitivo baixo e em baixa por razão da inflação só adiciona desânimo em um momento de falta de confiança na economia, nos governos e nos políticos.

Esta é a terceira grande crise que atinge a indústria automobilística, sem contar períodos de estagnação ou de baixo crescimento. 


As duas primeiras causadas pelo choque de preço do petróleo (anos 1980) e as dificuldades ao sair da hiperinflação (anos 1990). 

Uma durou 10 anos, a outra sete anos. Quem sabe essa termine em quatro anos.


RODA VIVA

POUCO mais de quatro anos depois do último recorde, o consumo de etanol hidratado bateu uma nova marca histórica no mês passado. 


Em julho, alcançou 1,55 bilhão de litros, correspondentes a 24% do total em motores de ciclo Otto (flex, gasolina e etanol puro). 

Somado ao etanol anidro misturado à gasolina o combustível vegetal respondeu por quase 60% do consumo nacional.

GARANTIA de peças no serviço de manutenção independente foi um dos temas acalorados do 21º Seminário da Reposição Automotiva, semana passada, em São Paulo. 


Embora incidência de defeitos seja baixa, custos envolvidos não o são. A peça sai da fábrica, vai para distribuidor, varejo, oficina e consumidor e, depois, faz o caminho inverso, em caso de problema.

MERCEDES-BENZ Classe C 180 será o primeiro a sair da fábrica de Iracemápolis (São Paulo), em 2016. 


Na versão alemã atual, o motor 1,6 turbo, 156 cv, a gasolina (flex, em breve) sente o peso do carro, compensado em parte ao se selecionar o modo Sport de condução. 

Espaço interno muito bom e acabamento primoroso. Sistema multimídia tem pareamento pouco intuitivo.

ASSOCIAÇÃO Brasileira de Veículos Elétricos estima em 5% a frota mundial com esse tipo de tração, um evidente equívoco. 


Em 2014, era apenas 0,06% entre elétricos puros e híbridos recarregáveis em tomada. Híbridos comuns não podem ser considerados elétricos, mas mesmo somados representarão em 2015 pouco mais de 1% das vendas mundiais de veículos.

CESVI esclareceu alguns pontos dúbios sobre o seu Índice de Manutenção Veicular. 


Para os tempos-padrão de reparo, consultou concessionárias dos cinco principais fabricantes do país, que representam mais de 70% das vendas totais de veículos leves. Identificou, como média, 72 minutos de mão de obra em cada uma das revisões periódicas.
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