quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

BRASIL NÃO TEM ATÉ HOJE DADOS CORRETOS SOBRE ACIDENTADOS DE TRÂNSITO. O NOSSO COLUNISTA FERNANDO CALMON TRATA O ASSUNTO COM PROPRIEDADE NA COLUNA ALTA RODA


Alta Roda nº 722 

28/2/13


Fernando Calmon

NINGUÉM SABE, NINGUÉM VIU

Apesar de o Brasil ter se engajado no importante programa da ONU Década Mundial de Ações pela Segurança no Trânsito (2011 a 2020), o que está sendo feito até agora é muito pouco. 

O País permanece longe de implantar ou coordenar ações e muito menos avaliar resultados. Nem mesmo consegue estatísticas confiáveis sobre o número de mortos, que variam entre 40.000 e 60.000/ano, em função da fonte.

Mais assustador, o pior número refere-se às indenizações pagas por óbitos comprovados, inclusive pedestres e ciclistas, pela Seguradora Líder, administradora central do DPVAT, sigla quilométrica e proporcional ao tamanho do problema: Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres, ufa!

Como comparação, a estimativa mínima é 20% superior aos vitimados em acidentes fatais nos EUA, que têm frota circulante cerca de cinco vezes maior que a brasileira. 

Aliás, a frota aqui  apresenta contagem duvidosa, pois o Denatran inclui veículos fora de circulação. Só nascem, nunca morrem. 

Total real é 30% menor (em torno de 50 milhões de veículos, incluindo 13 milhões de motocicletas), segundo estatísticas realísticas que levam em conta sucateamento, furtos, roubos e acidentes.

Exemplo de improvisação é a celeuma causada no recente episódio dos motofretistas – conhecidos como motoboys. Depois de três adiamentos e novos bloqueios de vias públicas em protestos, o Denatran não caiu na realidade. 

Os cursos obrigatórios de reciclagem e adequação ao serviço são, de fato, insuficientes para atingir o número de profissionais, no momento. 

Embora importantes, há exigências de segurança nos veículos fáceis de cumprir: antena antipipa, protetor de pernas e baú fechado com películas refletoras. 

Também se exigem coletes com tiras reflexivas.

Razoável seria separar a parte educacional – com cronograma factível – e iniciar a fiscalização de imediato de itens que podem ser comprados. 

Quem toma decisões em Brasília, sentado em gabinete refrigerado, precisa de coerência desde o início e visão holística da situação.

Para não dizer que nada foi feito, o Brasil se transformou no paraíso das empresas de instalação de radares de fiscalização de velocidade. 

De 2006 a 2012, a cidade de São Paulo, por exemplo, abrigou 600 novos radares. As multas automáticas subiram de 4 milhões para 10 milhões por ano, aumento de 125%. 

A redução na perda de vidas foi de 3% (de 1.407 para 1.365), mesmo com aumento da frota. Um avanço, sem dúvidas, e merece aplausos.

Mas quanto dessa bolada arrecadada na fiscalização eletrônica foi ou será aplicada nos outros dois apoios (educação e engenharia de trânsito) do clássico tripé de segurança, aceito em todo o mundo? Ninguém sabe, ninguém viu. Faltam sete anos para o término do programa da ONU, mas pelo que aqui se demonstrou não funcionará como deveria no Brasil.

 RODA VIVA

RESGATE de nomes antigos está na moda (menos criativa) da indústria. GM tinha Cobalt (no exterior), a VW, Voyage e agora Fusca, e a Fiat, Uno. 

Chato é designar, hoje, um carro do passado fora do segmento original. Caso da família 500, da Fiat, com derivações bem maiores, ou do Santana (hoje, Passat) que utilizará a arquitetura anabolizada do compacto Polo, em 2014.

FORD conseguiu, graças à importação favorecida do México, conjunto bem competitivo no novo Fusion 2,5 Flex por R$ 92.990. 

Número elevado de itens de série surpreende: do sistema de navegador (tela de oito polegadas) por comando de voz, aos oito airbags (dois para joelhos). 

Há duas telas reconfiguráveis no quadro de instrumentos e até abertura das portas por código.

MOTOR aspirado de 2,5 l/175 cv (etanol) do Fusion paga imposto maior que o 2-litros turbo (240 cv). Não decepciona em desempenho pelas dimensões internas e externas (2,85 m, entre-eixos e 514 l, porta-malas). 

Rodas de aro 17 pol (versão Titanium, 18) e pneus de perfil mais alto permitem menor aspereza de rodagem, mas suspensões, macias demais.

CIVIC ganhou vida ao lançar motor flex de 2 litros/150 cv, na eterna briga com Corolla. Disponível na versão intermediária LXR e na EXR (R$ 83.890,00) motor tem vigor e bom câmbio automático, cinco marchas. 

Ao usar etanol, dispensa gasolina na partida em dias frios. Oferece segurança (ESP) e conveniência de GPS, mas sem ajuste elétrico de banco.

ABEIVA (associação de importadores sem fábrica no Brasil) prevê 2013 melhor que 2012, porém 25% abaixo de 2011. Até o fim do ano, mesmo com janeiro fraco, umas 150.000 unidades serão vendidas. 

Mesmo encolhido, ainda atrai novos atores, como Geely, 51ª marca no mercado brasileiro, a partir de agosto próximo.

GEELY pertence a um grupo industrial privado chinês e fabrica carros desde 1986. Comprou da Ford a marca sueca Volvo, em agosto de 2010, por US$ 1,8 bilhão: bom negócio para as três. 

Compacto (LC) e médio-compacto (LC7) serão montados no Uruguai em operação coordenada pelo importador Gandini, também representante Kia. No futuro, Geely pode ter fábrica aqui.
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fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

CAMPEONATO PAULISTA DE KART PROSSEGUE NESTE FIM DE SEMANA

Foto: Maurício Villela



Continua neste final de semana (02 e 03/3) o Campeonato Paulista de Kart 2013, com as quatro provas de cada uma das nove categorias no Kartódromo Internacional Aldeia da Serra, em Barueri (SP), com participação prevista de cerca de 160 pilotos de todo o Brasil. 

"Estou bem preparado para estas corridas. O legal é que em dois dias nós faremos o treino de classificação e quatro corridas. E vou andar no meu kartódromo preferido, onde já corri mais e venci mais corridas", comentou entusiasmado o pequeno paulista Enzo Gianfratti (TNT Energy Drink/72 Sports/Flash), atual bicampeão da Copa Noturna da Amizade, certame disputado justamente nesta pista.


Fazendo parte do grid de 25 pilotos da categoria Junior Menor, Enzo Gianfratti sabe que não terá vida fácil, pois a modalidade está muito competitiva. 


"Na rodada anterior foram quatro vencedores diferentes. Um deles venceu uma corrida e está apenas em oitavo no campeonato. Então, tudo pode mudar no decorrer das provas", prevê o garoto de apenas 10 anos de idade, que ocupa a 11ª posição no certame.

Estreando na categoria Junior Menor, Enzo fez alguns treinos após a abertura do campeonato e agora está mais acostumado com o novo equipamento, mais pesado e rápido do que o Cadete que utilizou até o ano passado. 

"Eu já peguei a mão do kart. Tanto que nas duas últimas corridas eu já andei na frente, e terminei entre os oito primeiros. Estou melhorando e a partir das próximas etapas eu quero andar entre os seis primeiros", aponta o vice-campeão do Campeonato Nova Schin de Kart na categoria Cadete. O líder é Marcel Della Coletta.

Segundo Daniel Gianfratti, seu filho está em constante evolução e poderá surpreender no circuito onde tem mais afinidade. "Será como se ele corresse em casa, como um jogo em que o time participa diante de sua torcida. Ele adora correr em Aldeia da Serra e isto, psicologicamente deve ajudá-lo. A equipe está bem, o equipamento está em ordem, então, acho que ele tem condições de andar entre os seis primeiros", acredita o ex-piloto de Protótipos e Fórmula Truck.

Pontuação do Campeonato Paulista de Kart - Junior Menor:
1) Marcel Della Coletta, 19 pontos;
2) Yanni Fontana e Artur Leist, 14;
4) Juan Crespi, 13;
5) João Rosatte, 12;
6) Edgar Bueno Neto, 11;
7) Gianluca Petecof, 10;
8) Caio Collet, 9;
9) Gabriel Patule, 6;
10), Vinicius Martins, 2;
11) Enzo Gianfratti e Pedro Goulart, 1 ponto.
Enzo Gianfratti é apoiado por TNT Energy Drink/72 Sports/Flash.
Acesse: www.enzogianfratti.com.br.

GENERAL MOTORS TEM NOVA FÁBRICA DE MOTORES EM SANTA CATARINA. GASTOU R$ 350 MILHÕES PARA PRODUZIR 120 MIL PEÇAS E FATURAR R$ 250 MILHÕES POR ANO


A General Motors inaugurou nesta quarta-feira (27) em Joinville, Santa Catarina, uma das fábricas mais sustentáveis do mundo. De suas linhas industriais saem motores 1.0 e 1.4 litro e cabeçotes de alumínio. 

Sua capacidade instalada de produção é de 120 mil unidades de motores e 200 mil de cabeçotes por ano, destinados às fábricas da GM de Gravataí (RS) e Rosario (Argentina).

Com investimentos de R$ 350 milhões e previsão de faturamento anual de R$ 250 milhões, a nova fábrica é a primeira a implantar um conjunto de sistemas pioneiros na área de eficiência energética e proteção ao meio ambiente, com destaque para a energia fotovoltaica - gerada a partir da luz do sol -, reciclagem de água industrial por meio de osmose reversa e tratamento inédito de efluentes e esgotos por meio de jardins filtrantes.


O evento de inauguração contou com as presenças de Jaime Ardila, presidente da GM América do Sul e GM do Brasil, Marcos Munhoz, vice-presidente da GM do Brasil, Luiz Moan, diretor de Assuntos Institucionais da GM do Brasil, além de outros diretores da empresa. 


Também estiveram presentes João Raimundo Colombo, governador do Estado de Santa Catarina, Udo Döhler, prefeito de Joinville, Luiz Henrique da Silveira, senador, além de outras autoridades estaduais e municipais.


RENAULT FORTALECE SUA LIDERANÇA TECNOLÓGICA COMO FORNECEDORA DE MOTORES NA F1


Aproximar a pesquisa e os desenvolvimentos provenientes da F1 das preocupações dos motoristas e dos novos desafios econômicos e ambientais, ao mesmo tempo em que mantém o espetáculo e a competição é o objetivo atual da Renault, de acordo com o presidente e CEO da Renault, Carlos Ghosn.

A partir de 2014, a regulamentação da FIA (Federação Internacional de Automobilismo) vai marcar a entrada da Fórmula 1 em uma nova era. 
A categoria principal do automobilismo esportivo está vendo o despertar de uma das mais importantes transformações de sua história.


Isso, segundo o presidente Ghosn, pressupõe uma revolução tecnológica de grande impacto e constitui um novo desafio para a Renault Sport F1: desenvolver um 1,6 L V6 Turbo eletrificado, ou seja, um motor térmico com forte downsizing, acoplado a um sistema de recuperação de energia que alimenta dois motores elétricos. Fala-se agora de unidade de potência.


Esta é uma vantagem para a Renault, pois este novo regulamento está alinhado com sua estratégia de motores:

- Um compromisso sem igual nas motorizações elétricas

- Melhoria contínua do rendimento de motorizações térmicas, para reduzir de forma espetacular o consumo e as emissões de CO2

Ao enfrentar o desafio da unidade de potência de 2014, a Renault aposta novamente em sua posição de líder tecnológica nas pistas em benefício dos veículos produzidos em série. 

A criatividade e a paixão pela inovação de todas as equipes da Renault constituem uma vantagem importante para realizar esta nova mudança.


“O senso do compromisso contínuo da Renault na Fórmula 1 consiste em, de um lado, demonstrar o nosso know-how tecnológico nas pistas e, de outro, contribuir para o progresso dos nossos veículos produzidos em série. Isso acaba por oferecer nos dois casos o melhor equilíbrio entre performances, consumo e confiabilidade, explicou Ghosn.


Há 35 anos, lembrou o CEO da marca, a F1 contribuiu para desenvolver a expertise da Renault em downsizing, a redução de atritos e o controle do resfriamento: "Com a nova regulamentação, a parte elétrica vai adquirir uma importância crescente no desenvolvimento de motores, em coerência com o compromisso estratégico da Renault em termos de tecnologia elétrica.” 

SCANIA PROMOVE TREINAMENTO QUALIFICADO DE MOTORISTAS DE ÔNIBUS. O CURSO TEM DURAÇÃO DE 336 HORAS, TEMPO SUFICIENTE PARA QUE OS MOTORISTAS DE ÔNIBUS SE CONSCIENTIZEM QUE PRECISAM DIRIGIR COM CUIDADO


Vicente Luiz Rodolfi, superintendente-adjunto da Fabet, Salete Marisa Argenton, gerente da Fabet SP, Eduardo Monteiro, chefe de Vendas de Ônibus Urbanos da Scania do Brasil, Luis Carlos Schaurich, diretor-geral da Fabet e Gustavo Andrade, representante Scania na Fabet.


Um dos grandes problemas do transporte público no Rio de Janeiro que afeta usuários e quem circula pelas ruas, a pé, de carro, de bicicleta, de moto, é a irresponsabilidade dos motoristas de ônibus que se julgam donos das ruas.

Eles excedem habitualmente a velocidade estabelecida nas vias, causando frequentes acidentes, avançam sinais (semáforos, faróis) vermelhos e fecham cruzamentos impedindo o avanço dos veículos que aguardam sua vez de avançar. 

A repressão a essas práticas, muitas, vezes, criminosas dos motoristas de ônibus cabe à Polícia Militar e à Guarda Municipal, mas essas instituições não agem com a necessária energia e rigor e diariamente os acidentes envolvendo esses profissionais é elevado.

Talvez, a solução, ou pelo menos, a minimização desses desmandos esteja no tipo de profilaxia que a Scania está divulgando, o treinamento qualificado de motoristas de ônibus, em parceria com a Fabet (Fundação Adolpho Bósio de Educação no Transporte).

"Os condutores de ônibus necessitam de treinamento qualificado porque transportam um bem precioso: vidas", considerou Wilson Pereira, gerente executivo de Vendas de Ônibus da Scania do Brasil, para quem a empresa "está orgulhosa de poder ajudar a Fabet a iniciar esse programa". 

Hoje, em sua opinião, existem empresas que estão com dificuldades para contratar profissionais. Esse curso ajudará a diminuir a carência de condutores no mercado.

O Blog espera que o curso ministrado pela Scania ajude também as empresas de ônibus a convencer seus motoristas a dirigir com cuidado e a sensibilizar os donos a não exigir horários que obrigam os profissionais a dirigir como a cidade fosse um autódromo.

Gustavo Andrade, representante Scania na Fabet e conselheiro deliberativo da entidade. “A Scania tem grande preocupação em relação à segurança nas estradas e com a formação de motoristas. Nosso ônibus será uma ferramenta pedagógica para incentivar a condução defensiva”, diz 

O transporte de passageiros, ressalta Andrade,  envolve uma questão logística diferente se comparada ao caminhão. Essa parceria vai qualificar ainda mais os profissionais com um conteúdo adaptado para esse segmento.

A Scania entregou, no último dia 26, um ônibus modelo K 310 4x2, de carroceria Comil Campioni, com tecnologia Euro 5 e câmbio Confort Shift, para a Fabet iniciar formação de motoristas de transporte de passageiros. 

O ônibus será uma ferramenta pedagógica para formar novos condutores e requalificar profissionais. A primeira turma começa no dia 15 de abril e estão disponíveis 25 vagas. 

O curso, revelou ainda Andrade, levou dois anos para ser desenvolvido e possui carga horária total de 336 horas. O objetivo, acrescentou, é formar profissionais que conheçam a parte técnica, mas também tenham um comportamento adequado e dirijam de forma econômica e defensiva. 

Equilíbrio emocional, legislação, desenvolvimento interpessoal, gestão da qualidade, segurança e comodidade do passageiro, custos no transporte de passageiros são algumas das disciplinas oferecidas. 

De acordo com a Fabet, um motorista treinado pode reduzir 15% de consumo de combustível, aumentar em 10% a vida útil dos pneus e diminuir em 47% o número de sinistros.

Parceria comprometida com a educação
A Scania, principal parceira institucional da Fabet, há 15 anos, também disponibiliza 30 caminhões pedagógicos que são utilizados para aulas práticas na formação de novos motoristas. 

A Scania equipa e mantém avançados laboratórios técnicos da fundação com equipamentos e ferramental. 

A Fabet também apoia a competição da Scania Melhor Motorista de Caminhão do Brasil, que promove a formação desses condutores.

Inscrições e informações:
marketingsp@fabet.com.br, ou pelo telefone:
(11) 4708-1784

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

ATIBAIA RECEBE A PRIMEIRA ETAPA DO CAMPEONATO SUZUKI ADVENTURE 2013. DONOS DE MODELOS SUZUKI PODEM FAZER INSCRIÇÕES PARA PARTICIPAR DAS PROVAS PELO SITE: www.suzukiveiculos.com.br



Para quem gosta de curtir a vida outdoor junto à família e amigos, não pode ficar de fora do Suzuki Adventure. Dia 9 de março, será realizada a primeira etapa do evento em Atibaia (SP).

"O Suzuki Adventure proporciona um experiência off-road única aos participantes. Esta é a terceira temporada e, a cada ano, o evento segue mais consolidado", afirma Luiz Rosenfeld, presidente da Suzuki Veículos do Brasil. 

São duas categorias no rali de regularidade: Fun, para os iniciantes; e Pro, para os aventureiros mais experientes em trilha e navegação. 

O Suzuki Adventure traz também o passeio de obstáculos Extreme, para os Suzuki´s preparados para enfrentar os mais difíceis terrenos.

O terceiro ano do Suzuki Adventure também marca o sucesso da categoria Extreme que, com menos de um ano, reúne apaixonados por desafios e off-road de diferentes regiões do País. 

Após a trilha, os pilotos e navegadores confraternizam junto aos familiares e amigos em um almoço seguido de ações dos patrocinadores, sorteios e premiações. 


Para participar é preciso ser proprietário de um veículo Suzuki 4x4: Vitara, Grand Vitara, Jimny ou Samurai. A inscrição é gratuita, basta fazer a doação de dois cobertores novos no dia do evento que são destinados ao "Suzuki pelo Bem". 

Em 2012, o programa beneficiou 20 instituições de caridade. Ao total, foram mais de 2 mil cobertores distribuídos para associações regionais.

Premiações
Durante o Suzuki Adventure 2013, em todas das etapas, além da entrega de troféus para os cinco primeiros colocados de cada uma das categorias, os participantes terão uma premiação especial. 

Em Atibaia, dia 9 de março, a melhor dupla feminina da categoria Fun ganhará hospedagem na pousada Tankamana, em Petrópolis (RJ). 

Ao final da temporada, o piloto campeão da categoria Pro ganhará uma incrível hospedagem no Villa Rasa Marina. Localizado em Búzios (RJ), na Praia Rasa, o hotel está a poucos metros do mar em uma região tranquila e exclusiva do balneário. 

O Suzuki Adventure tem o patrocínio da Mobil, Itaú, Vix Transportes, Fusion, Pirelli, Clarion, Brady, Juice Comunicação Concentrada, Cisa Trading, Mangels e Unirios. 


Calendário Suzuki Adventure 2013 
1ª Etapa - 09/03 - Atibaia / São Paulo 
2ª Etapa - 20/04 - Rio de Janeiro 
3ª Etapa - 15/06 - Minas Gerais 
4ª Etapa - 31/08 - Paraná 
5ª Etapa - 21/09 - Rio de Janeiro 
6ª Etapa - 19/10 - São Paulo

Eventuais alterações de datas e locais serão comunicadas com antecedência no site www.suzukiveiculos.com.br

Na data que antecede a prova, as duplas podem participar da aula de navegação que ensina as práticas e procedimentos, como leitura de planilha, e orientações gerais sobre o evento. 

BRASIL GANHA CAMPEONATO EXCLUSIVO DE LANCER EVO R CRIADO PELA MITSUBISHI, NO AUTÓDROMO VELO CITTÀ. PRIMEIRA PROVA É DIA 9 DE MARÇO. MARCA APOSTA ASSIM NO SURGIMENTO DE NOVOS PILOTOS


Faltam poucos dias para o automobilismo brasileiro ganhar um novo capítulo em sua história. A Mitsubishi Lancer Cup, primeiro campeonato exclusivo de Lancer Evo R no mundo, fará sua estreia no dia 9 de março, no Autódromo Velo Città, em Mogi Guaçu, interior de São Paulo. 

"São 19 anos de tradição e know-how em competições off-road e agora iremos entrar em uma era que agregará valores à Mitsubishi. Durante toda a nossa história, vivemos um dia a dia de desenvolvimento de produtos de alta tecnologia para proporcionar sempre as melhores experiências aos usuários. Desta vez, iniciamos um desafio por caminhos antes não explorados, mas com a certeza de que a Mitsubishi Lancer Cup será um sucesso", afirma Corinna Souza Ramos, diretora de Projetos Especiais da Mitsubishi.


A primeira das seis etapas do campeonato colocará frente a frente alguns dos melhores pilotos gentlemen drivers do país. 

A bordo do Lancer Evo R, desenvolvido no Brasil especialmente para a competição e derivado do carro quatro vezes campeão do World Rally Championship (WRC) e dez vezes campeão do Production Car WRC (P-WRC), os competidores irão acelerar fundo em busca das primeiras posições.

"O Lancer Evo R é estupendo, um verdadeiro carro de corrida: seguro, com ótima dinâmica e muita potência. Por isso, as expectativas não poderiam deixar de ser as melhores possíveis. Será muito bom participar de um evento bem organizado e repleto de adrenalina", afirma o piloto Felipe Essinger, que tomou conhecimento das emoções de um autódromo após participar do Lancer Experience.


Sit & Drive
Seguindo o formato de sucesso utilizado nas categorias L200 Triton da Mitsubishi Cup, a Mitsubishi Lancer Cup contará com o formato sit & drive. 


Nele, os veículos da competição são alugados para os pilotos, possuem mecânica e preparação idênticas e, durante a temporada, toda manutenção e apoio necessários são feitos pela equipe de mecânicos e engenheiros da marca dos três diamantes. 

"Esse sistema é ótimo, já que a equipe está sempre atenta a tudo e fornecendo todo apoio necessário a mim e ao carro", exalta Essinger.


Para saber mais informações e como participar da Mitsubishi Lancer Cup, acesse o sitewww.lancercup.com.br, o Facebook (www.facebook.com/AutodromoVeloCitta) ou envie um e-mail para renatoperotti@mmcb.com.br.





Mitsubishi Drive Club
O Mitsubishi Drive Club é o complexo automobilístico lançado em 2012 pela Mitsubishi Motors, em Mogi Guaçu (SP). O local abriga o exclusivo Autódromo Velo Città, o Mitsubishi Racing Center e uma pista off-road. 

Desta forma, os amantes do automobilismo tem ao alcance um local completo e de última geração, que engloba todos os tipos de modalidades, on e off-road, sendo o único no Brasil com essas características.

Mitsubishi Racing Center
Localizado dentro do complexo do Mitsubishi Drive Club, o Mitsubishi Racing Center é uma ampla área de convivência para pilotos e convidados. 

Com uma completa infraestrutura, o local conta com uma sala para realização de briefing, espaço para almoço e premiações, lounge para descanso dos pilotos, além de vestiários e loja com produtos de competição.


Autódromo Velo Città
O autódromo Velo Città, da Mitsubishi, está localizado em Mogi Guaçu, no interior de São Paulo. Construído dentro dos padrões exigidos pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo) e homologado pela CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo), o local pode receber todos os tipos de competições oficiais.

Com 3.430 metros, cercado por matas preservadas e lagos, o traçado da pista conta com duas retas, sendo uma em descida seguida de uma curva em S e outra, mais longa, com quase 800m de extensão, que termina em uma curva travada para a esquerda. 

Considerada uma pista muito técnica, possui ainda 14 curvas em sentido anti-horário, tanto travadas quanto rápidas.

Mitsubishi Lancer Cup tem patrocínio de Castrol, Pirelli, BTG Pactual e Armura. 

Credenciamento de Imprensa
O credenciamento de imprensa para a Mitsubishi Lancer Cup pode ser feito por meio doimprensa@mmcb.com.br

Os interessados devem enviar o nome do veículo e os dados completos do jornalista. As confirmações serão feitas via e-mail.

Clique aqui e veja o vídeo de apresentação da Mitsubishi Lancer Cup.

Calendário 2013 *
1ª Etapa - 09 de março
2ª Etapa - 20 de abril
3ª Etapa - 25 de maio
4ª Etapa - 06 de julho
5ª Etapa - 07 de setembro
6ª Etapa - 05 de outubro

* Calendário sujeito a alterações

GENEBRA CAPITAL MUNDIAL AUTOMOTIVA, EM MARÇO, RECEBE O 83ª SALÃO INTERNACIONAL DO AUTOMÓVEL APRESENTA AO MUNDO 900 MODELOS DE INÚMERAS MARCAS, INCLUSIVE AS DESCONHECIDAS, COMO A CHINESA QOROS. ROBERTO NASSER REVELA QUE O CARRO MAIS VENDIDO NO MUNDO EM 2012 FOI UM CHINÊS E LEMBRA OS PRIMÓRDIOS DA FIAT NAS PISTAS DE CORRIDAS COM O 805 CHEGOU A QUASE 200 KM/H



Coluna nº 0913 de 27 de Fevereiro de 2013


De olho em Genebra
83ª edição do Salão Internacional de Genebra, país de pontual indústria automobilística, mas referência anual para a Europa. Esperados 10 mil jornalistas e 700 mil visitantes, metade estrangeiros, verão nos 110 mil m2 – 11 campos de futebol, ou 11 fazendas europeias – 900 veículos e, nestes, 10% serão verdes – a classificação para os que combatem a poluição. 

Bandeira vitoriosa levantada há cinco anos, tropeçou, mas incrementou a demanda exigindo criar mais 5.000 m2 de área expositiva. 

A ser lembrado, não existe o lá fora, inviabilizado pelo frio, neste ano entre -3 e +6 graus C. Reduzir consumo e emissões se transformou em realidade da indústria e inequívoco caminho para o futuro se quisermos convívio com os automóveis.

Novidades há, pois a disputa de mercado é briga de foice a cada dia mais briga e mais foices, com novos brigões chineses, malaios, indianos, tomando marcas ante ocidentalmente tradicionais.

Numa olhada rápida:
4C – Há tempos sem atrações, a Alfa Romeo mostrará o 4C,  produto em restritas 2.500 unidades: um milhar aos EUA, restante ao mundo. Aqui, não, Argentina sim, até por orgulho nacional: um de seus designers é hermano, Ruben Wainberg. 

Carro interessantíssimo, chassi em alumínio, motor 1.7 com 240 cv, tração traseira, 900 kg. Tipo T Grande a quem sabe conduzir.

AudiStation Avant com mecânica RS6 em 3ª. geração. Motor V8, bi turbo, 4.000 cm3 e 560 cv de potência, e o rótulo de mais rápida do mundo, 0 a 100 km/h em 4,5s, e corte a 250 km/h. Difícil imaginá-la cumprindo sua função precípua de carro de família.

Qoros – Conhece? Ninguém conhece, mas é chinesa e escolheu Genebra para apresentar seus produtos à Europa.

RR Wraith, silhueta meio fantasmagórica, coerente.

Rolls – Um cupê, resgatando o nome Wraith - Fantasma – e característica linha quase reta ligando a Coluna A à parte traseira. O máximo da esportividade visual consentida por marca com denso rigor estético. 

Deve ser de condução interessante, por chassis mais leve, suspensão aprimorada, freios melhorados, mecânica BMW, dona da marca, motor V12 6.600 cm3, bi turbo, circa 600 cv. Curiosidade, o revestimento das portas é similar a madeira porosa, inspirado na esportividade dos iates italianos dos anos 50 e 60.

Subaru – Alguma versão do carro que cede à Toyota, um Subaru com tração traseira; Conceito Viziv, base para crossovers da marca; e Outback motor boxer, diesel.

VW – Amplo leque, mas foco institucional no XL1, de produção artesanal. É o mais aerodinâmico automóvel já construído e sua combinação de motor diesel turbo, e bateria recarregável em tomada permite fazer 111 km com um litro, recorde e impossibilidade teórica.

VW XL1. Desafio de tecnologia: 111 km/litro de diesel.

Roda-a-Roda
Mais vendido – Surpresa: o carro mais vendido no mundo não é Toyota Corolla, Ford Focus, VW Golf, Honda Civic, algum Chevrolet. Nada disto, é um furgãozinho ajanelado, chinês SGMW Sunshine. 

Vendeu 1.212.179, em 2012, 20% mais do que Ford Focus; quase o dobro do Chevrolet Cruze, Toyota Camry e Ford Fiesta. Varejo brasileiro, mais de cinco vezes o volume de VW Gol.

SGMW Sunshine, chinês, mais vendido, disparado.

– Especialista internacional em vistorias e segurança veicular, a DEKKRA fez pesquisa sobre carros usados e concluiu, o de menor índice de defeitos é o Audi A4. 

Cenário não é o do Brasil onde são baratos, difíceis de vender, situação de importados que foram caros, e hoje pela manutenção estratosférica, são mico.

O SChinês, completo, por R$ 37.490 é o J3 S 1.5 com o carimbo de Jet Flex, desenvolvimento entre a JAC e a Delphi, 125 cv com gasálcool ou 127 cv com etanol – com préaquecimento dos bicos injetores, dispensando o tanquinho para partidas a frio. Março.

Mercado – É adaptação à clientela, motor do Jac J5, e ao programa Inovar-Auto, exibindo o flex como aplicação de tecnologia nacional. O S indica aumento de cilindrada, potência, rendimento. 

Não é esportivo de adesivo, mania local. Vai a 100 por hora em 9,7s e arranha 200 km/h de final. Para motor 1.500, temporal.

Vergonha – Aqui p’ra nós, após carro chinês com partida aquecida, difícil às montadoras nacionais justificar o primário tanquinho.

Inovar-Auto – Assinando contrato com o Governo Federal para implantar fábrica na catarinense Araquari, a BMW cortou preços na marca e nos Mini – Rolls-Royce, não. 

Reduções entre 2, 20 e 60% para carros em estoque. Grand Coupé 640, sedã, tremenda barata, de fora, a R$ 400 mil.

Festas – Ano importante para a Ford, 150 anos do nascimento de Henry Ford. Um dos eventos, emissão de selo filatélico homenageia o engenheiro húngaro József Galamb, um dos formuladores do sistema de produção em série.

Seleção – Ford e Audi na lista das 50 companhias mais inovadoras do mundo. A primeira pelo lançamento do novo Fusion, o sistema SYNC, e instalação de laboratório no Vale do Silício para absorver inovação por osmose.

A outra, tecnologia do carro que dispensa motorista somando os conceitos de controle de velocidade adaptativo, e sistema de orientação lateral.

Utilidade – Clésio Andrade, presidente da Confederação Nacional do Transporte, senador, propôs projeto aplicando o valor arrecadado em multas de trânsito no financiar carteira de motorista a quem ganha até três salários mínimos.

Adequação – Idéia boa, melhor se direcionasse motoristas barbeiros a uma especialização no dirigir. Estamos atingindo inacreditáveis níveis de gente despreparada e despreocupada conduzindo veículos.

Do patrão – Quando lançado o Mercedes Actros, tecnologicamente refinado, e preço superior ganhou da Coluna o designativo de Caminhão do Patrão

Sofreu um up grading e a versão 2655 6x4 passa a ter motor V8, antes exclusividade Scania. Transmissão automatizada, dá conforto e segurança ao motorista para viagens com elevadas médias horárias ou deslocar cargas brutas como bi trem ou rodotrem com 9 eixos e até 74 toneladas de PBCT.

Bici-Pati – Junção da prefeitura da cidade francesa de Bordeaux, o designer Philipe Starck e a Peugeot, desaguou na bicicleta-patinete Pibal. 

A cidade está na vanguarda da substituição dos carros; o designer é lápis livre; e a Peugeot, com bicicletas há mais de século, está para negócios de aumentar faturamento – e diminuir perdas. Em acertos para produção.

Recall - A BMW chama donos de 320i, 328i Coupé, 328i Cabrio, 335i, 335i Coupé, X1 Sdrive 18i e X1 xDrive 28i, fabricados entre 2007 e 2011, à rede concessionária para substituir o terminal do cabo positivo da bateria. Apenas 10 unidades com problemas. Confira pelo 0800-707-3578, h.c. ou no sítio www.bmw.com.br .

Utilidade – Questão de sobrevivência, o regulamento da Fórmula 1 para 2014 forçará grande desenvolvimento tecnológico nos motores térmicos, operação, consumo, emissões e recuperação de energia para acionar dois motores elétricos. Serão V6, 1.6 litro, turbo. Parece ideal para a Renault com seus programas de carros elétricos e tecnologia na área.

Futuro – Escreva aí, deve ser o maior pulo de tecnologia dado em curto prazo, e estes ganhos influenciarão, rapidamente, os carros comuns.

Evento – Para aproveitar a massa de interessados na corrida de Fórmula 1 – maior faturamento turístico como evento em SP – Reed Exibitions, organizadora do Salão do Automóvel, fará paralelo encontro com automóveis. Tipo salada mista sobre rodas, carros tunados, hots, antigos, acessórios.

Antigos – Sucede ao fugaz Salão Internacional do Veículo Antigo que, sem entender o colecionismo brasileiro não se impôs, inexpressivo em expositores, perdeu da oportunidade de fazer evento para atender às partes: faturamento para a Reed, evento sólido para os antigomobilistas.

Mão de obraQuer aprimorar sua especialidade de conduzir, tipo fazê-lo como um piloto ? A Mitsubishi aproveitou o mais novo autódromo do país, o Velo Cittá, em Mogi Guaçu, SP, e criou sua Premium Racing School.

Fino - Coordenação de Ingo Hoffman, multi campeão, intimidades com carros atualizados, Lancer Evolution X e Evo R. Coisa exclusiva, oito pessoas, três instrutores. Pegue R$ 2.200 e vá nesta. Muito a contar depois. Inscrições Renato Perotti - renatoperotti@mmcb.com.br.

De volta – A Ford começou com corridas de automóveis e nestes 110 anos se alterna em vai e vem. Agora foi, de novo, com Fusion Stock Car na NASCAR.

Amenidades – A Mercedes-Benz faz merchandising com 14 veículos no filme “Duro de matar: Um bom dia para morrer”, na série com Bruce Willis. Há de tudo: caminhão Zetros, Unimog, Sprinter, Vito, GL, automóveis Classe C, e até o charmoso e caro tiro n’água, o Maybach 57. Nos cinemas.

Gente –Júlio Ott, 92, fordista, passou. 
OOOO Instrutor da Ford, visitava agentes, treinava mecânicos, assistia clientes, disseminava a estrutura assistencial da marca. Deu base à operação de montadora no país continental. 
OOOO Aposentado restaurou Fords antigos, auxiliou formar o Clube V8. 
OOOO Talvez fosse o último representante da época de viabilização do automóvel no Brasil. OOOO Dieter Zetsche, 59, CEO da Daimler, fica. 
OOOO Contrato estendido até final 2016. OOOO Acionistas e Conselho gostam do projeto de trazer a Mercedes á liderança de vendas sobre Audi e BMW, e querem ver sinais. Recordista no cargo.

Fiat e recordes de velocidade Brasil -Argentina
Curioso associar a Fiat e seus carros pequenos a recordes de velocidade no Brasil e Argentina. Pois, verdade.

A jovem Fiat fez carros de corrida – incluindo recordista modelo 4 cilindros, 300 hp em 28.000 cm3 – igual a 28 carros mil... Tinha piloto especial: Pietro Bordino, filho de vigia, a fábrica em Turim era seu quintal, e experimentar carros de corrida, diversão e aplicação. 

Delgado, pequeno, magro, talentoso ao sugerir, acertar, e valente no conduzir. Com Fiat ganhou a inauguração do Autódromo de Monza e muitos GPs.

O senador Agnelli, criador da marca, quis sair das corridas, mas área comercial improvisou: se havia a equipe, que tal um périplo de promoção internacional?

O automóvel era o biposto 805, 1923, talvez o primeiro a usar compressor. 1.979 cm3, 8 cilindros em linha, compressor Rootes, 150 hp a 5.500 rpm, 220 km/h – então líder o Ford modelo T, 3.900 cm3, 20 hp a 1.400 rpm, 70 km/h.

Era biposto, mas Bordino deslocara a pilotagem mais ao centro. Chegou em 10º.
Depois, exibição na Sul América. Rio de Janeiro, sede da empresa, cravou 191 km/h em local não registrado. 

Mesma fonte diz, em S Paulo, agrado ao Conde Matarazzo, montador da marca, arranhou 185 km/h na Avenida Paulista. Depois, Argentina, entre Morón e Bella Vista, curiosíssimo 1 km/h mais que no Brasil.

O entusiasmo evoluiu ao Tipo 806: 1.484 cm3, 12 cilindros, 4 comandos de válvulas, compressor Rootes, 187 cv a 8.500 rpm, e à vitória no GP de Milão. 

O Senatore, feliz pela vitória, desrespeitado pelo carro feito à sua revelia, manda destruir todos. Bordino, com Bugatti, foi-se logo após no circuito de Alexandria.

Fiat 805, na Argentina. Pietro Bordino, de boné Borsallino,
a quase 200 km/h.

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