domingo, 28 de fevereiro de 2016

COM PREÇOS ENTRE R$ 55.900 E R$ 68.900, JAC MOTORS COLOCA À VENDA NO BRASIL, AGORA EM MARÇO, O NOVO SUV T5, COM MOTOR VVT FLEX 1.5 DE 125 CV E TORQUE DE 152 Nm, QUE GARANTE IR DE 0 A 100 KM/H EM 11 SEGUNDOS E À VELOCIDADE MÁXIMA DE 194 KM/H. O CARRO, QUE VENDE 15 MIL UNIDADES POR MÊS NA CHINA, TEM AR CONDICIONADO DIGITAL, AUTOMÁTICO, UM SISTEMA DE MULTIMÍDIA COM MIRROR LINK NUMA TELA DE OITO POLEGADAS FOXCONN, COM CÂMERA DE RÉ, SENSOR DE PRESSÃO DE PNEUS. O CONSUMO: 8,18 KM/L, NA CIDADE, E 12,2 KM/L, NA ESTRADA. A VERSÃO COM CÂMBIO AUTOMÁTICO CHEGA EM AGOSTO


Completo, bonito, bem equipado e extremamente recheado de equipamentos – alguns deles até indisponíveis como opcionais nos rivais –, o JAC T5 oferece a experiência só vivida até então por consumidores de modelos de patamares bem mais elevados de preço, como o kit multimídia, da Foxconn, com mirror link e tela de 8 polegadas. 

Nenhum outro carro deste segmento possui uma tela tão grande e recursos que aprimoram tanto a experiência da conectividade ao usuário.

“O kit multimídia é o grande destaque do T5. Trata-se do item que mais irá se destacar aos olhos do consumidor. Mas isso não é tudo. Itens como ESP, assistente de partida em rampas, luzes diurnas de LED e uma extensa lista de equipamentos fazem do nosso SUV um opção extremamente atraente ao cliente dessa faixa de preços”, explica Sérgio Habib, presidente da JAC Motors.

Depois de sua primeira aparição no Brasil, durante o Salão Internacional do Automóvel, em São Paulo, no final de 2014 e ter rodado cerca de 1 milhão de km em território brasileiro para os devidos testes de durabilidade, o JAC T5 será vendido no Brasil, agora, em março, com cinco anos de garantia. 


Comercializado em versão única de motorização (1.5 16V VVT JetFlex), ele estreia com câmbio manual de seis marchas – a JAC apresentará a versão automática (caixa CVT), em agosto.

De acordo com o pacote de equipamentos de série, mais os “Pack´s” de opcionais, o SUV chinês tem tudo para se tornar uma nova referência em nosso mercado. 


Mesmo se for escolhido com o Pack 3, isto é, totalmente completo, ele é ainda mais acessível que seus dois principais concorrentes.

A proposta de introduzir uma imbatível relação custo/benefício não é exatamente inédita para a JAC Motors, mas parece ganhar contornos efetivamente de destaque neste novo SUV. 



Design marcante



Segundo SUV da marca no mercado nacional, o T5 exibe um design atual e agressivo, que certamente se distinguirá no segmento ao qual vai disputar, mesclando belas linhas da carroceria à combinação de spoiler preto na parte inferior dos para-choques, incluindo frisos cromados na parte de cima.

Na frente, a grade em formato de trapézio é caracterizada por aletas cromadas espessas, que lhe garantem identidade única. 



O capô em forma de cunha e o para-choque envolvente, com luzes de neblina, complementam o conjunto. 

O T5, inclusive por incluir as luzes diurnas de LED, oferece forte personalidade estética. Não é um carro que será confundido com nenhum outro neste segmento.

A lateral mescla linha alta na “cintura” e traços que surgem no capô dianteiro e no para-choque que promovem sensação de fluidez dinâmica e constante movimento. 



A pequena janela e a coluna C mais larga, bem pronunciada, dão o tom da robustez que convém a um SUV, a exemplo das rodas de liga de 16 polegadas e dos apliques plásticos em linha ascendente nas portas traseiras.

Já a traseira, igualmente sólida na impressão de robustez, caracteriza-se pela tampa mais “bojuda”, grupo ótico com formas orgânicas e vidro traseiro de menor dimensão, formado por uma linha descendente do teto. 


Com o pequeno aerofólio montado na extremidade do teto, o T5 ganha um ar efetivamente “esportivo” na confluência desses ingredientes visuais. 

Com proposta de se integrar a um estágio superior de acabamento na percepção do consumidor, ele ganha um pequeno friso cromado sobre o para-choque, assim como nas molduras de saídas de escape na parte mais inferior.

Interior requintado




Na China, o modelo é líder absoluto de seu segmento, com vendas médias de 15 mil unidades/mês. 

Um dos pontos mais fortemente enaltecidos pelo consumidor chinês é exatamente a beleza da parte interna. 



O quadro de instrumentos possui dois grandes mostradores hexagonais: velocímetro e contagiros. 

Neles, a parte central de cada instrumento revela o nível do tanque e o termômetro de água do motor, respectivamente.

Já no meio dos mostradores, o motorista encontra as luzes-espia e o computador de bordo. 



No acabamento do T5, molduras acetinadas envolvem o quadro de instrumentos e as aletas de ventilação, compondo um cenário visivelmente de bom gosto com as superfícies pretas que compõem o restante do painel.

À esquerda do volante de direção, encontra-se o botão de acionamento elétrico de altura do facho dos faróis, o controle dos retrovisores e a tecla de desligamento do ESP (controle eletrônico de estabilidade). 



Este volante, inclusive, seguindo o padrão de outros modelos da JAC Motors comercializados no mercado brasileiro, é multifuncional: você comanda as funções do rádio e atende ao celular por intermédio de simples toques, sem soltar as mãos do volante.

O sistema de ar-condicionado, por sua vez, posicionado no console central, logo abaixo do kit multimídia, é digital e automático. 




Sua principal função é definir a temperatura desejada e fixá-la no mostrador. 

O aparelho variará a velocidade de resfriamento até que a temperatura desejada seja atingida. 



Logo abaixo, o motorista encontra as tomadas USB e HDMI, que serão utilizadas para espelhamento do telefone celular do kit multimídia.

Único no segmento 
Como maior destaque, porém, o JAC T5 exibe um aparelho de multimídia com mirror link e tela de oito polegadas, produzido pela Foxconn, que certamente irá criar outro patamar de conectividade para o consumidor desse segmento de SUV´s. 

Nada é parecido à quantidade de recursos e funções que o sistema da JAC proporciona ao seu usuário. O sistema incorpora, também, a câmera de ré.
Inédito em carros dessa categoria, o sistema multimídia da Foxconn (opcional), totalmente intuitiva e em português, possui conexão HDMI e Bluetooth, leitor de MP3, entradas USB e SD Card. 

A novidade fica por conta da função “Link”, que permite conectar, espelhar e operar todas as funções de alguns modelos de smartphones ou tablet através do touchscreen da tela HD de oito polegadas.

Essa flexibilidade permite utilizar e operar aplicativos como o Waze, verificar e-mails ou acessar o Facebook, e até visualizar o álbum de fotos do seu celular, diretamente do painel do carro. 

Em virtude de apresentar uma tela tão grande, a novidade é que ela pode ser visualizada por todos os ocupantes do carro.

Nível de equipamentos



Com 4,325 metros de comprimento e 2,56 m de distância entre-eixos, o T5 possui porte bem semelhante ao dos principais modelos do país, considerando suas respectivas versões de entrada. 

Mas o “recheio” do modelo da JAC é bem maior que o dos rivais: independentemente do Pack escolhido, o SUV chinês já é equipado com diversos itens que, às vezes, não são nem opcionais na concorrência.

Equipamentos de série do Pack 1 (R$ 59.990):
Ar-condicionado digital e automático;

Vidros das quatro portas, trava central e retrovisores com acionamento elétrico
Alarme antifurto;

TPMS (Tyre Pressure Monitoring System), sistema que identifica quando algum dos pneus está com calibragem 20% abaixo da recomendada e acusa no painel;

Banco traseiro com sistema Isofix para fixação de cadeirinhas infantis;

Sensor de estacionamento;

Abertura interna do porta-malas e do tanque de combustível;

Sistema de freios com ABS (antibloqueio), BOS (pedal “inteligente” de freio, que anula a aceleração quando os dois pedais são pressionados simultaneamente. 

Esse recurso aprimora a segurança do veículo, à medida que previne qualquer tipo de aceleração involuntária, como um objeto que trave o pedal do acelerador pressionado. 

Ao “perceber” que ambos os pedais estão sendo usados, o sistema anula a aceleração e “entende” que os freios devem prevalecer) e BAS (assistente nas frenagens de pânico)
Computador de bordo com funções de consumo instantâneo e médio, autonomia, velocidade média e cronômetro;


Faróis com regulagem elétrica de altura e acendimento automático (sensor crepuscular);

Ban
co traseiro bipartido 60/40;

Banco do motorista com ajuste de altura;

Cintos de segurança de três pontos e encostos de cabeça para os cinco ocupantes;
Sistema JetFlex, bicombustível, que dispensa o uso do tanquinho suplementar para partidas a frio.


Quando equipado com o Pack 2 (R$ 64.990), o JAC T5 acresce os seguintes dispositivos além do Pack 1:



Rodas de liga leve aro 16;

Faróis de neblina dianteiros e traseiro;
Rack no teto;

HSA (Hill System Assist), ou Assistente de Partidas em Aclives, recurso que “segura” o carro imobilizado mesmo em subidas para as arrancadas, sem necessidade de uso do freio de estacionamento. 

Você engrena a primeira marcha e solta o pé do freio: o carro permanece parado por 2 segundos, tempo suficiente para dar início à aceleração;

ESP (Electronic Stability Program), ou Controle Eletrônico de Estabilidade, que age através de sensores em todas as rodas, que vão, em frações de segundo, monitorando constantemente as diferenças de velocidade entre elas. 

Caso ocorra alguma desaceleração repentina de uma das rodas versus as demais, o sistema “entende” que o carro está iniciando uma derrapagem e passa a frear individualmente as rodas do carro com o objetivo de devolvê-lo à trajetória. 

O sistema também age na aceleração do veículo, interrompendo-a quando necessário.


Na versão com o Pack 3, o T5 custa R$ 68.990 e conta com:



Bancos revestidos em couro;

Kit multimídia com mirror link e tela de oito polegadas;

Câmera de ré
Mesmo nessa configuração topo de gama, o JAC T5 mantém a competitividade diante de seus principais concorrentes.

Modelos bem menos equipados e aprimorados do que o SUV chinês, em suas respectivas versões mais vendidas, custam sempre acima de R$ 71 mil. 

“Estamos muito bem posicionados nesse segmento de entrada dos SUV´s. Essa faixa de preços que ocupamos é preenchida por hatches compactos em suas versões aventureiras, que são modelos bem menores do que o T5”, garante Habib.



Desempenho e consumo
Já utilizado com êxito na família J3 S, bem como no J5, o motor 1.5 16V VVT JetFlex é o responsável pelo desempenho do T5. 

Possui potência máxima de 125 cv a gasolina e 127 cv com etanol, a 6000 rpm. De torque, são 152 Nm (gasolina) e 154 Nm (etanol), ambos a 4.000 rpm.

Apesar do peso acima de 1.200 kg, o T5 faz-se valer do câmbio manual de seis marchas para garantir um desempenho de destaque em sua categoria. 

Tanto que faz 0 a 100 km/h em menos de 11 segundos e chega a 194 km/h de velocidade máxima.

O foco no desempenho, porém, não prejudica o JAC T5 em relação ao consumo. É aí que tecnologia VVT entra. 

O Variable Valve Timing, ou Comando Variável de Válvulas, permite a variação no tempo de abertura das válvulas, fazendo com que o motor ofereça torque em baixas e médias rotações, bem como apresente potência nos altos regimes. 

Além disso, as primeiras marchas e o diferencial têm relações curtas (isso ajuda nas arrancadas), mas as marchas ascendentes oferecem relações longas, onde o motor “gira” pouco e favorece o consumo.

A maior prova disso é o selo “A” de eficiência energética conferido pelo Inmetro. De acordo com os testes do órgão, o T5 está entre os modelos mais econômicos de sua categoria: 6,80 km/l na cidade e 9,63 km/l na estrada (etanol) ou 8,18 km/l e 12,2 km/l (gasolina).




sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

FORD REVELA TÉCNICAS DA CAMUFLAGEM PARA ESCONDER SEUS SEGREDOS DOS ESPIÕES .A MONTADORA CONVIVE HÁ ANOS COM O JOGO DE “GATO E RATO” PARA MANTER SEUS CARROS NOVOS LONGE DOS ESPIÕES ANTES DO LANÇAMENTO. PENSANDO NISSO, ADOTOU UM MÉTODO MAIS EFICIENTE, COM ADESIVOS DE VINIL COM PADRÕES MODERNOS QUE ENGANAM OS OLHOS E ESCONDEM AS LINHAS DA CARROCERIA


A Ford convive há anos com o jogo de “gato e rato” para manter seus carros novos longe dos espiões antes do lançamento. 

Agora que praticamente todos possuem uma câmera e podem compartilhar as fotos instantaneamente na internet, ficou ainda mais difícil manter esse segredo e os engenheiros tiveram de desenvolver novas técnicas para esconder os protótipos.

Os dias em que bastava uma capa de vinil preto para esconder um carro ficaram para trás. 


Esse revestimento pesado e difícil de aplicar hoje só é usado em alguns testes. 

A Ford adotou um método mais eficiente, os adesivos de vinil com padrões modernos que enganam os olhos e escondem as linhas da carroceria. 


Eles criam uma ilusão de ótica que dificulta ver os detalhes e torna as fotos difusas.

“Todas as técnicas que desenvolvemos vêm da nossa própria experiência. Nesse particular, a indústria automobilística é única e não temos nenhuma outra para seguir nessa área”, diz Kevin George, gerente de Design da Ford.

Cada tipo de camuflagem tem um propósito nos vários estágios de desenvolvimento. 


Diferentemente das capas de vinil, os adesivos são universais, não precisam ser feitos especialmente para cada veículo. 

Eles são fáceis e rápidos de aplicar, sem uma ordem definida, e mais duráveis. Além disso, não aumentam o peso do carro, não retém calor nem afetam muito a aerodinâmica, tornando os testes mais precisos.

O time de camuflagem da Ford pode mudar até o formato de um carro, usando painéis falsos na carroceria. Aumentar a largura ou a altura é uma das táticas para esconder suas reais dimensões dos “paparazzi”.

“Esse trabalho que fazemos é crucial para manter a Ford competitiva em uma indústria em constante evolução”, diz John LaQue, supervisor de Planejamento e Construção de Protótipos da Ford. 

“Quando conseguimos lançar um carro sem que uma foto não camuflada seja revelada antecipadamente, significa que fizemos bem o nosso trabalho”, ressaltou.


NOVO FUSION VAI TRAZER INOVADOR FAROL DE LED DA FORD: MAIS EFICIENTE E VOLTADO AO BEM-ESTAR E HUMOR DO MOTORISTA. A MONTADORA EQUIPARÁ O NOVO FUSION COM UM SISTEMA DE ILUMINAÇÃO DE LED DESENVOLVIDO PARA AMPLIAR EM ATÉ 62% A EFICIÊNCIA LUMINOSA DO CARRO. JÁ INSTALADO NA F-150, O SISTEMA USA TECNOLOGIA "CRYSTAL DIAMOND LIGHT" MAIS BARATO E QUE CRIA UM EFEITO PSICOLÓGICO SERÁ USADO EM OUTROS MODELOS FORD


A Ford vai equipar o novo Fusion com um sistema inovador de iluminação LED desenvolvido para ampliar em até 62% a eficiência luminosa do veículo. 

Já presente na F-150, esse sistema usa a tecnologia chamada "crystal diamond light" que, além de menor custo, cria também um efeito psicológico importante, melhorando o bem-estar do motorista.

A nova tecnologia de iluminação LED usa lentes facetadas em formato de diamante para uma ampla distribuição de luz. Além do Fusion e da F-150, será aplicada agora em outros modelos da Ford.

Estabilidade da psique
Os designers de iluminação automotiva sabem o impacto que a luz tem na psicologia humana. 


A irritação que muitos motoristas sentem ao chegar em casa depois de enfrentar um longo dia de trabalho e congestionamentos também é causada, em parte, pela iluminação ruim do automóvel e o modo como ela afeta psicologicamente o homem.

“Sabemos que o nível e a homogeneidade da luz afetam o humor das pessoas. 
Sabemos também que o olho foca em mudanças de contraste e outras inconsistências na iluminação, uma função automática do cérebro que pode causar alteração de humor. A iluminação mais eficiente ajuda a estabilizar a psique e também pode ter um impacto econômico e ambiental global.”, diz Arun Kumar, engenheiro especialista em ótica da Ford. 

Influência das cores
A fisiologia humana é outro fator importante quando se pensa na iluminação interna. Na virada do milênio a Ford começou a atualizar a iluminação de cor verde do painel de instrumentos de seus veículos. 


O objetivo era escolher uma cor agradável, com maior qualidade de iluminação e bom contraste tanto no entardecer como à noite. Como homens e mulheres enxergam algumas cores de modo diferente, a tonalidade também tinha de ser aceita por ambos os sexos.

“Outra questão óbvia era atender as pessoas com deficiência na percepção de cores. 
Não se deve usar verde ou vermelho muito saturados no painel, por exemplo, porque geralmente são as cores com as quais as pessoas mais têm problemas. Oito por cento da população mundial tem essa deficiência, a maioria do sexo masculino”, diz Shannon O’Day, engenheira de Ergonomia e nteratividade da Ford.

Vermelho e verde também são normalmente usados em sinalização de emergência. Para o painel dos carros da Ford os designers optaram pela cor azul “Ice Blue”, que é percebida mais facilmente pelo olho humano e se destaca dos demais elementos do painel. 


Alguns modelos, como o Ford Fusion, oferecem ainda diferentes opções de cores na iluminação interna da cabine, que o motorista pode selecionar de acordo com a sua preferência e estado de espírito.

CHEGAM OS NOVOS GOL E VOYAGE COM MAIS TECNOLOGIA E UM PREÇO MENOR QUE OS CONCORRENTES: E MUITO MAIS NA COLUNA DO NASSER


Coluna nº 0916 - 26 de Fevereiro de 2016
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Gol e Voyage, a série Começar de Novo

Volkswagen se aplicou para criar atrativos ao Gol e seu derivado Voyage. O Gol liderou vendas 27 anos, subitamente caiu para 5º lugar na preferência dos consumidores, e tal evidencia provocou necessária intervenção. Supera a mera apresentação de versão atualizada. 

Questão complexa, lançamentos são a parte visível do grande projeto de adequação interna da empresa aos novos tempos do mercado, um sinal da implantação de um plano de gestão, de recuperação para voltar à liderança em 2018. Daí o Começar de Novo.

Trabalho focou em três áreas de interação com os sentidos do consumidor: visão, tato, sensações corporais - e bolso. 

Reformulou frente e traseira; mudou painel e interior dando-lhe trato de veículo de maior porte.

Foi racional, considerando as maiores vendas serem com versões 1.0, aí aplicando o novo, de três cilindros, melhor performance, menor consumo. Manteve o antigo 1,6 e 104 cv, e neste opção de transmissão automatizada. 

Em todas as versões, freios maiores e pneus verdes, com metade do atrito ante os comuns. 

E foi agradar a quem não gosta de automóveis, os adeptos da incontida e inexplicável busca por tecnologia interativa, agregando funções de conectividade entre o motorista e o mundo exterior. Chamou as intervenções com rótulo com valor atual, Premium.

Resultado bom, à altura do desafio, fazer uma ponte entre a angústia do momento e a hora de substituir a atual geração do Gol, em 2018. Num resumo, carro para dois públicos – quem gosta de carro e fãs de tecnologia.

Pacote

É junção bem amarrada de providências, marcando o início de atividades da equipe comercial montada com autonomia por David Powels, presidente da empresa, iniciando pelo novo VP de Vendas e Marketing, Jorge Portugal, argentino se expressando em português. 

Perceptível o entrosamento entre presidente e vice comercial, situação não vista há uma década.

Portugal, vendedor nato, motivador, em sua intensa ênfase sobre os produtos, levou-me a imaginar seria o lançamento de Lamborghini desenvolvido pela engenharia da Subaru...

Este foco contempla melhorar a aparência, a percepção e ampliar conteúdo. 

Numa comparação entre versões Gol e concorrentes, de Ford Ka, GM Ônix, a Hyundai HB, os VW contém mais equipamentos com preço menor. 

A iniciativa busca outro vetor: motivar a rede revendedora, hoje em boa parte com baixa estamina. 

Um aspecto forte – como a Coluna antecipou – está na mudança do slogan – sai o Das Auto e entra a assinatura Volkswagen – e numa aproximação com o comprador. 

Como lembrou Portugal, o Volkswagen no nome indica a ligação com as pessoas.

Na conectividade, adotou duas versões de tela tátil. Pequena, com 12,5 cm Composition Touch e outra com 15 cm, a Discover Media, com efeito espelho para o celular, GPS, leitura de mensagens, e um suporte para fixar e/ou reabastecer o telefone. 

O sistema ao qual chamam Infotainment – digamos infodiversão -, é o mais completo do país trazendo o topo das novidades mundiais, o App-Connect, compatível com tecnologias Apple, CarPlay, Mirror Link e Android Auto. Comandos num volante de novo desenho, valorizando Gol e Voyage.

Quanto custa

Interessantemente menos ante as versões do modelo ainda em estoque, e abaixo do preço dos concorrentes. 

É um aviso de ter voltado, competitivamente, às vendas. E da equipe estar una para cumprir o grande projeto de reformulação da empresa, e de re assumir a liderança em 2018.

Versões variadas, de 1.0 sem ar condicionado, a 1,6 com transmissão automatizada, topo da lista, preços entre R$ 31.590 e R$ 58.910.

Novo Gol 


Mais próximo, o carro anti carro
O carro autônomo, capaz de deixar o motorista lendo jornal, consultando I.Pad ou passando mensagens, enquanto conduzido por ordens de computadores a módulos controladores de motores elétricos, é um dos caminhos ora trilhados pelos fabricantes de veículos. Querem intuir o futuro – e saber se e como estarão nele.

Parece ficção científica, mas está a caminho de factibilidade, aperfeiçoando sistemas já existentes, mecânicos e eletrônicos.

A todos, entretanto, levantava-se barreira legal, questão de responsabilidade civil: a quem atribuir o ônus e as penas em casos de acidentes com danos?

A Daimler, fabricante dos caminhões Mercedes, dedicou-se intensamente à parte técnica e ao lobby, obtendo licença para testá-los em rotas de trabalho, primeiro passo à liberação geral – assisti a uma das provas e fiquei convencido do fim breve da relativa importância do operador. 

Este estava sentado no banco de condução, sem acionar os comandos, apenas por questão legal. 

Ordens externas colocavam o caminhão na estrada, aumentava e diminuía a velocidade, ultrapassava, chegava ao destino – sem intervenção humana.

A mágica eletrônica aplicada aos veículos abriu novo caminho aos fabricantes de itens de informática e comunicações, construir veículos e, ante a possibilidade de concorrência entre o pessoal do chip e os fabricantes dos veículos convencionais, o mundo do automóvel parecia estar bem definido: ou os carros seriam desenvolvidos e construídos em conjunto, por fabricantes de automóveis e de tecnologia eletrônica, ou a parte carro seria produzida sob encomenda e fornecida ao pessoal dos computadores.

Tudo mudou: o governo dos EUA por sua agência NTHSA modificou o entendimento jurídico, passando a considerar o robô, ou o sistema eletrônico, a inteligência artificial da Google controladora do veículo, como agente na relação jurídica. 

Como pertencerá a um terceiro, pessoa física ou jurídica, a este e à sua seguradora caberão os ônus dos danos.

Imediatamente, a Google publicou anúncio buscando engenheiros da mobilidade, controle, robótica, sensores, manufatura, operações, materiais e marketing. Fabricará seus próprios carros.

Mundo muda. O automóvel expressão da liberdade individual no Século XX, será um tablet sobre 4 pneus, insosso, inodoro, comandado por distante e desconhecido computador. Emocionante como vagão particular de metrô.

Carro autônomo da Google


Acarajé, Lava Jato e um curioso Alfa
Prisão do lobista polonês Zwi Skornicki, envolvido no assalto partidário à Petrobra
s e preso na Operação Acarajé, ramo da Lava Jato, levou à apreensão de obras de arte bi e tridimensionais. Estas, automóveis antigos.

A olhos de colecionadores, a relação dos veículos é uma juntada sem foco ou direção por origem, marca, morfologia. 

Entretanto, a olhos policiais haverá curiosa evidência. Por exemplo, o mítico Alfa Romeo Spider criado pela Casa Pininfarina, é uma das carrocerias mais longevas do mundo. 

Exemplar apreendido, vermelho, com placas pretas, rotulando Veículos de Coleção, tem a combinação alfa numérica CTS 5459. 

Na base de dados do Sinesp Cidadão tal licenciamento descreve-o como sendo automóvel da marca, mesmo modelo, produzido em 1971.

Discrepa. Fisicamente é Alfa Spider, vermelho, porém não é de 1971. É bem mais novo, de 1985 ou 1986.

Raciocínio simplório pode sugerir tal divergência ter como origem automóvel entrado irregularmente no país, e documentado com dados de algum outro Alfa defunto, cedente da placa. Merece um aclaramento pela Polícia Federal.

O desencontro, se verdadeiro e caracterizado como crime fiscal e administrativo, também indica imperfeição pelo clube que lhe expediu o Certificado de Originalidade para reconhecê-lo como Veículo de Coleção. 

Novo crime pode estender as férias forçadas do lobista polonês, atualmente na PF do Paraná.

O Alfa Spider placas CTS 5459

Sistema indica ser modelo 1971. Mas não é.


Roda-a-Roda

Enfim – O Alfa Romeo Giulia, versão Quadrifoglio – a de topo – e poderoso motor V6 com base Ferrari e 510 cv, iniciou ser produzido. Pré-série, à base de 30 unidades/dia.

Então
- Aos 14 de março espera-se ter encerrada a fase de ajustes em produto, linha, equipamentos, métodos, deflagrando produção normal, destinada aos concessionários. 

Aparentemente resolvidos os problemas de resistência estrutural nos testes de impacto.

Mais – Ordem foi de Sergio Marchionne, capo geral, em visita à italiana fábrica de Cassino – a primeira automatizada da Fiat -, onde anunciou a versão de maior produção, com motor L4, turbo e 276 cv – o mesmo do esportivo 4C.

Maserati Levante, primeiro crossover no centenário da marca. Estilo confuso, sem o brilho do traço italiano.


Mais ou menos - Maserati distribuiu fotos do Levante, primeiro crossover esportivo nos 100 anos da marca. Produção em Mirafiori, Turim, após disputa interna na FCA barrando a pretensão de também fazê-lo nos EUA para atender ao NAFTA. Por bom convívio optou fomentar empregos na Itália natal.

Crença – Bota fé na estrutura, dispensando armação nos vidros das janelas; vidro traseiro lembrando as ousadias do carrozziere Zagato; faróis separados, facho alto agregado à grade frontal. Suspensão a ar, controle eletrônico.

Alfa - Estrutura e parte da carroceria permitirão gerar produto assemelhado para a Alfa Romeo. Tomara seja melhor resolvido. O Levante é uma misturada de escolas estilísticas, sem realçar a italianidade de seu design.

Globalização – Em seu esforço de tornar-se marca mundial, Jaguar Land Rover produzirá o sedã Jaguar XE na Índia. 

Em expansão mundial faz fábricas na China, Brasil e Eslováquia. Aqui serão Land Rover Evoque e Sport.

Mundo – Primeiro trabalho da casa Pininfarina para nova controladora, a indiana Mahindra, é dito Aero, um XUV. Sigla, mais uma, indica misto de cupê de três portas, um crossover, e de SUV. 

Cartão - Pode ser o produto de apresentação mundial da marca. Hoje, no exterior, Mahindra vende picapes e tratores esteticamente descompromissados.

Expansão – Mahindra adquiriu a coreana SsangYang, e divisão de ciclomotores Peugeot. Compra da Pininfarina é passaporte para o projeto.

Inspiração – Observando os resultados da tecnologia Smart Parking, de estacionar veículos sem participação dos motoristas, Nissan aplicou-a a escritórios, para evitar o trabalho de recolocar cadeira por cadeira em seus lugares ao final do expediente. 

O sistema memoriza local original, e apenas um bater de palmas faz estacionar em sua vaga. Curioso? 



Aston Martin DB10 do filme Spectre, de James Bond


OO7 – Admiração e interesse pelo Aston Martin DB10 utilizado pelo agente James Bond no recente filme Spectre, levou produtores a mudar relação com automóveis. 

Antes trambolhos abandonados em estúdios cinematográficos, como ocorreu com o DB5 utilizado no filme Goldfinger, levaram o DB10 a leilão.

Mais - Quase dobrou a avaliação inicial, arranhando 2,5M de libras, uns R$ 13,6M. No embalo venderam também a fantasia usada por Daniel Craig na abertura do filme por quase 100 mil libras – R$ 552 mil. 

Perdeu? Não se amofine. Foi feita dezena de unidades do DB10 para o filme. Serão leiloadas.

Confusão
– Promotores de Justiça em Stuttgart, Alemanha, pediram a prisão de Wendelin Wiedeking, e de Holger Haerter, respectivamente exs CEO e diretor Financeiro da Porsche. 

Razão, em 2008 manipularam dados na tentativa frustrada pela Porsche, menor, comprar a Volkswagen, de valor muito superior.

Mais - Governo estadual quer prisão e pagamento de multa em 4,4M e de 8,07 milhões Euros – respectivos R$ 19,4 e 35 milhões pela holding Porsche SE, hoje maior acionista da VW. Duas empresas são da mesma família.

Pé no freio – Ante queda do mercado nacional de automóveis no Brasil, e rápidos e bons resultados econômicos cravados pela Argentina, Dan Ammann, presidente mundial da General Motors, declarou ao Estado de S Paulo, aguardar de 6 a 12 meses por avanços políticos e econômicos para manter, ou não, seu plano de investimentos.

$ - Em 2014 Ammann e sua superior Mary Barra, CEO da empresa, anunciaram à Presidente Dilma investir US$ 2,8B – R$ 11,2 bilhões para nova geração de carros pequenos no Mercosul. Inconsistência política e econômica alarma investidores.

Muda – Fim de março VW apresentará novo picape Saveiro. Muda tudo, frente, traseira, largura, altura livre do solo. 

Quer se distanciar da aparência do Gol e adotar aparência aventureira. Terá dois motores 1,6 litro, antigo e novo.

Solução - JR Diesel, maior desmanchadora da América Latina, organizou-se, comprando veículos em leilões de seguradoras, desmontando-os, etiquetando peças com código de barras para dar segurança de procedência. 

Cresceu 12% em 2015 ante a verdade de a peça seminova custar metade do preço da nova.

Dureza – Situação econômica faz reduzir venda de veículos novos, mas em compensação inflou a demanda por peças usadas e semi novas – pouco usadas -, prevendo crescimento constante.

Gente – Gilberto dos Santos, jornalista, assessor de imprensa da Volkswagen, tempo. 

OOOO Deixa-la-á final de março, período sabático e após voltará ao mercado com talento, credibilidade, amplo relacionamento e experiência. 

OOOO Rafael Barros, jornalista, ascensão. 

OOOO Sairá da Printerpress, prestadora de serviços à Toyota, integrando-se ao time da grande empresa. 

OOOO Faz parte do projeto e da faxina interna para torná-la ativa na área de relacionamento com a imprensa após anos cinzentos em resultados, brilhantes em incompetência. OOOO
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QUEM SE LEMBRA DE LAVAR O CINTO DE SEGURANÇA, DO CARRO? MUITA GENTE DIRIGE COM OS BRAÇOS ESTICADOS E COM OS CALCANHARES SUSPENSOS. SITUAÇÕES QUE CAUSAM DORES LOMBARES, DE COLUNA. PARA CORRIGIR POSTURAS E MAUS HÁBITOS, A FORD REÚNE ESPECIALISTAS PARA FALAR DE ERGONOMIA E HIGIENIZAÇÃO DO CARRO


As pessoas passam cada vez mais tempo dentro do carro, o que torna a limpeza e ergonomia da cabine não só um item de conforto, mas também de saúde para o motorista e os passageiros. 


Pensando nisso, a Ford reuniu especialistas no evento Saúde a Bordo, em São Paulo, para dar dicas de como higienizar corretamente o interior do veículo, fazer a manutenção do ar-condicionado, ajustar o banco e ensinar exercícios que ajudam a aliviar a tensão no trânsito.

Fazer periodicamente a limpeza do interior do carro evita o acúmulo de bactérias, fungos, vírus, ácaros e mau cheiro, especialmente em itens como os cintos de segurança, volante, bancos, câmbio, painel, cadeirinha de criança e tapetes. 


Para essa tarefa, a infectologista Alina Habert recomenda usar álcool 70, água, sabão, aspiradores de pó, água e espuma, detergente e desinfetante.

“No final, é importante deixar os locais bem secos para evitar a proliferação de fungos e bactérias”, diz. 

Manter no veículo uma sacolinha de lixo, garrafa de água renovada e lenços de papel são outras recomendações. Se o interior do carro tiver contato com água de enchentes, deve-se lavar a área exposta com água sanitária (na proporção de 400 ml para 20 litros de água) e deixar 30 minutos antes de remover para evitar o risco de leptospirose.

Qualidade do ar
Andar com as janelas do carro fechadas e o ar-condicionado ligado evita a exposição da cabine a gases poluentes e partículas externas. 

Mas é preciso trocar o filtro do ar-condicionado a cada 20 mil km ou dois anos para evitar o acúmulo de bactérias, fungos, ácaros e pólen. 

Para veículos que circulam em regiões de terra e poeira, essa periodicidade deve ser menor.


Como padrão global, todos os carros da Ford vêm de fábrica com filtro de pólen, que elimina poluição, poeira e bactérias e reduz os odores do ar externo. 

A água condensada no evaporador do ar-condicionado normalmente é um foco sujeito a contaminação nos carros. 

A Ford reduz essa possibilidade posicionando o sistema de drenagem em um ângulo que garante a eliminação de toda a água da caixa de ar, junto com um sistema eficiente de vedação dos dutos de reciclagem do ar. Eduardo Pinto, supervisor de Engenharia de Climatização da Ford América do Sul, recomenda estas ações para secar o evaporador e evitar a proliferação de fungos:
Alguns minutos antes de chegar ao seu destino, desligue o ar-condicionado e mantenha a ventilação no máximo, com a saída de ar voltada para o painel e os pés;
Coloque o seletor de temperatura no ar quente e mantenha a ventilação no nível máximo por cerca de dois minutos.


O sistema de recirculação do ar interno deve ser usado até a cabine atingir o ponto de conforto térmico. 

“Em seguida, o ideal é desligar essa função para permitir a renovação do ar e evitar o ressecamento. A recirculação também pode ser usada, momentaneamente, para impedir a entrada de fumaça e odores indesejados.”, explica.

Ajuste do banco
Ajustar corretamente o banco ajuda a evitar dores musculares, principalmente para os motoristas que dirigem muito tempo no trânsito. 

O médico Edson Kayanuma, especializado em Medicina de Tráfego e supervisor de Saúde da Ford América do Sul, dá as seguintes orientações:

Posição dos membros superiores: mantenha os braços semiflexionados. Dirigir com eles esticados por muito tempo aumenta a sobrecarga no pescoço e nos ombros. 

O assento não deve ficar muito longe do volante e o encosto muito inclinado pode resultar em dores nos músculos extensores do dorso.

Calcanhar no chão: ajuste o assento para que os pés, mesmo perto dos pedais, fiquem inteiramente apoiados no chão. Isso ajuda a corrigir a postura e reduz as dores nas costas, ombros e pernas. 

Assento muito baixo provoca dores no dorso e pescoço; em posição muito alta, afeta pernas, joelhos e pés.

Alongamento e exercícios
No trânsito, a contração dos músculos tende a deixar o motorista tenso. A educadora física Betina Dantas, criadora da modalidade Ballet Fitness, indica alguns exercícios de alongamento simples que ajudam a relaxar o corpo, aproveitando os momentos em que o carro está parado.


Braços alongados: aproveite para relaxar a musculatura, inclusive a dos ombros. Entrelace os dedos e, em seguida, estenda os braços, mantendo os cotovelos para fora. 

Depois, tente esticar um dos membros junto ao peito, enquanto o outro o sustenta. Mantenha essa posição por pelo menos 15 segundos e repita com o outro braço.

Pescoço esticado: para diminuir a tensão do pescoço, gire a cabeça lentamente para um lado e depois para o outro, repetindo o movimento três vezes. 

Coloque também sua mão sobre a orelha oposta, por cima da cabeça, e puxe por ao menos 10 segundos. 

Em seguida, faça o mesmo com o outro lado.
Apertar bolinhas de mão (usadas em fisioterapia) ativa a circulação, fortalece os braços e ajuda a relaxar os ombros. Repita dez vezes com cada mão durante as paradas.

Dos pés para o corpo: para melhorar a circulação e desenvolver a musculatura da panturrilha, flexione a planta dos pés, como se estivesse jogando os dedos para baixo. 

Depois, faça o inverso, apontando os dedos para cima. Repita pelo menos dez vezes a cada 30 minutos.

ANO COMEÇA COM O LANÇAMENTO DE DIVERSOS MODELOS E MARCAS. É O DESESPERO PARA VENDER CARROS DE PE UM ANO EM BAIXA


Alta Roda 

Nº 877 — 25/2/16

Fernando Calmon


UMA BOA ISCA



Fevereiro de ano bissexto deu embalo extra para lançamentos. Depois da picape média Toro, chegaram o Toyota SW4 (modelo de marca generalista de maior valor produzido no Mercosul) e a linha Gol/Voyage 2017. 

A Volkswagen mostrou a segunda revitalização da quinta geração do hatch, que liderou o mercado por nada menos de 27 anos seguidos, além de ser o mais produzido (supera 7,8 milhões de unidades desde 1980) e exportado (mais 1,3 milhão para 60 países).

A empresa alemã resolveu aplicar o velho ditado: “Isca tem que ser boa para o peixe, não para o pescador”. 

Extirpou a assinatura “Das auto” (O carro, em alemão). Adotou política de preços sem “apanhar” dos adversários. 

Acrescentou itens de série e ainda diminuiu o preço médio sugerido do Gol em 2,5% e do Voyage, 5,7% (parte traseira sem mudanças). 

Versão de topo Highline incluiu frisos cromados frontais que agradam a boa parte do mercado (não a este colunista, avesso a artificialismos, penduricalhos e adepto da escola “forma e função”).

Há três ofertas de acabamento. Gol vai de R$ 34.890 a R$ 55.290 e Voyage, de R$ 40.990 a R$ 58.590.

O Gol mudou relativamente pouco na frente e na traseira, pois a sexta geração começa a partir do final de 2018 – quatro produtos novos; outros três serão Voyage, Saveiro e o primeiro SUV compacto da marca. 

Os distraídos podem pouco perceber a linha 2017. Mas o painel é completamente novo de ponta a ponta, tem o volante multifuncional do Golf e quadro de instrumentos cerca de um terço maior para melhor visibilidade e novas funções.

Conectividade e infotretenimento passaram a ponto de honra para a Volkswagen. Há quatro opções inclusive de tela tátil e capacitiva (zoom com os dedos) de até 6,33 pol. 

Para muitos que apreciam aplicativos de roteirização de trânsito em tempo real, criou um suporte para celular bem robusto (opcional livre) que contém entrada USB para recarregamento com fio curto.

Outro ponto forte é o motor de 1 litro, 3-cilindros o mesmo do up! MPI e que já estava no Fox desde o Bluemotion. 

São 82 cv com etanol (6 cv a mais que o de quatro cilindros que sai de linha, mas continua na versão de 1,6 L/104 cv) e ganho de eficiência energética de 11% em mJ/km. 

Apesar de ser maior e mais pesado que o up!, Gol e Voyage nitidamente têm desempenho melhor que os modelos 2016, tanto em aceleração quanto em retomadas na mesma marcha. 

Como em todo motor tricilíndrico percebem-se mais ruídos e vibrações, mas o que entrega de volta em desempenho e consumo vale a pena.

Quanto ao SUV médio-grande SW4, produzido na Argentina, a Toyota desvinculou o nome Hilux não apenas por opção de marketing. 

A carroceria é toda nova, juntamente com o painel (quadro de instrumentos, igual), o acabamento interno e mais equipamentos de série. 

Suspensão traseira tem molas helicoidais e dois braços de fixação de cada lado (na Hilux, molas semielípticas), o que melhora a dirigibilidade no asfalto e na terra, apesar de peso em ordem de marcha de até 2.130 kg. Freios são a disco ventilados nas quatro rodas (na picape de cabine dupla, tambores atrás).

Preços: R$ 205.000 (V-6 gasolina) a R$ 225.000 (L-4, diesel, 7-lugares). Logo chegará o L-4 flex a preço menor
.

RODA VIVA

DESDE o lançamento, em 2012, Peugeot afirma que o 301 feito na Espanha (sedã compacto encorpado e despojado concorrente do Logan em mercados emergentes) não se destinava ao Mercosul. Rumores na Argentina indicam que o grupo francês estuda vender lá o 301 (3-cilindros, 1,2 L). Não incluiria o Brasil, mas com os novos ares da PSA, quem sabe?

PARTICIPAÇÃO
de motores de 1 litro nas vendas de automóveis caiu ligeiramente de 34% (dezembro) para 33,7% (janeiro). 

Com a tendência de substituição de motores de quatro cilindros de baixa cilindrada por três cilindros, mais cedo ou mais tarde esse quadro mudará. 

GM, Honda e Fiat já têm projetos adiantados, além de Renault que usará motores Nissan.

ACCORD 2016 recebeu pequenas atualizações e se tornou mais competitivo em preço (R$ 156.500, versão única). 

Manteve motor V-6/280 cv que agrada pela sonoridade e desempenho. Também melhorou o acerto de suspensões mesmo em pisos irregulares. 

Ótima câmera no retrovisor direito (além da traseira) que reproduz imagens na segunda tela central.

AUDI E BMW
, nos bastidores, riram baixinho quanto à chegada da arquirrival Mercedes-Benz ao mercado de picapes de cabine dupla em 2018 em parceria com a aliança Renault-Nissan. 

Puristas, de fato, não vão gostar, mas o tempo dirá quem está certo. Sem emitir juízo de valor, há de se considerar que a M-B produz caminhões há décadas. Então não seria um despropósito. 

PROCEDÊNCIA, histórico e avaliação física completa de veículos usados reprovaram 16% dos avaliados em 2015 pela Dekra. 

Resultados altos para padrões internacionais de vistoria em carros particulares, de lojistas e de concessionárias. 68% foram irregularidades em pintura, identificação e estrutura do automóvel, inclusive chassi danificado. Preço desta inspeção é de R$ 120.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

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