segunda-feira, 30 de abril de 2012

VOLKSWAGEN LANÇA A AMAROK COM CÂMBIO AUTOMÁTICO DE OITO MARCHAS E MOTOR 2.0 BITURBO TDI DE 180 CV. LEMBRAMOS AINDA OS NOVOS TIGUAN E TOUAREG


Com a nova transmissão automática de oito marchas da versão Highline (topo de linha) da pick-up média Amarok, a Volkswagen, volta a fazer história ao apresentar esse novo padrão de tecnologia e inovação nesse seu segmento, que proporciona uma direção mais confortável, principalmente aos usuários urbanos, além de tornar o carro mais econômico que o de câmbio manual. 


Os engenheiros da Volkswagen ampliaram a distância entre as relações da primeira e da oitava velocidades em relação às transmissões automáticas convencionais, o que tornou o motor TDI mais eficiente, sempre dentro do regime de rotações ideal, mais econômico e ágil.



A oitava marcha foi configurada como "overdrive", para operar com o motor em rotação reduzida sempre que as condições de terreno e aceleração permitirem, economizando combustível. A primeira marcha foi calculada para esforços acima do normal, como no uso off-road, para arrancar com carga em subidas íngremes ou quando o veículo é usado para reboque. 


Como na versão manual, a Amarok com transmissão automática de oito marchas e tração 4MOTION proporciona alto desempenho na utilização todo-terreno, mas suas características dispensam a necessidade de engrenagens de redução.

Maior potência: 180 cv
A chegada da nova transmissão automática coincide com a estreia do novo motor 2 litros biturbo TDI, com 180 cv (132 kW). Com torque máximo de 42,8 kgfm (420 Nm), garante excelente desempenho e rodagem suave à pick-up, mesmo quando usada para rebocar um trailer ou com carga pesada. 


Com o câmbio automático e tração 4MOTION, a Amarok chega a 100 km/h em apenas 10,9 segundos. A velocidade máxima é de 179 km/h, alcançada em sétima marcha (a oitava marcha é configurada como "overdrive"). A retomada de velocidade de 80 km/h a 120 km/h é feita em apenas 8,5 segundos.

O aumento de potência do motor TDI biturbo se deve à atualização do software de controle e a alterações efetuadas nos turbocompressores. Nas versões com transmissão manual equipadas com o motor TDI biturbo, a potência também foi elevada de 163 cv para 180 cv. O torque permanece em 40,8 kgfm.


Com o novo motor e o câmbio automático, a capacidade de reboque da Amarok aumentou para 2.860 kg (em subidas até 12%) – um alto valor em sua categoria. A motorização de 163 cv deixa de ser oferecida em razão da introdução da nova motorização de 180 cv.


Novas versões
Além da nova transmissão automática exclusiva da versão Highline, topo de linha da Amarok, a Volkswagen ampliou a gama de ofertas da sua pick-up média para nove versões – a de entrada, equipada com motor diesel com uma turbina e 122 cv, passa a ser chamada de Amarok S, sendo oferecida com cabine simples (foto acima) ou dupla, com tração 4x2 e 4x4 selecionável com reduzida.

A versão SE, anteriormente com venda restrita a frotistas, agora é disponibilizada também para compradores individuais. A Amarok SE, que tem tração 4x4 selecionável com reduzida, também recebe o novo motor com 180 cv e agora conta com para-choque dianteiro na cor da carroceria como item de série. Módulo elétrico e alarme keyless são opcionais.


Todas as versões da Amarok trazem de série airbags frontais e freios ABS. A Amarok dispõe também, como equipamento standard, da exclusiva função off-road para o sistema ABS, que otimiza sua eficiência em estradas não pavimentadas, reduzindo as distâncias de frenagem. 

As versões Highline e Trendline podem contar opcionalmente com o sistema ESP – Programa Eletrônico de Estabilidade –, Controle Automático de Descida (HDC) e Assistente para Partida em Subida (HSA). O EDL (Bloqueio Eletrônico do Diferencial), que contribui para a estabilidade do veículo, é standard em toda a linha.


Os preços da Amarok:
Amarok 2012 Básica com tração 4×2 – R$ 88.990
Amarok 2012 com tração 4×4 – R$ 92.990
Amarok Trendline – R$ 102.990
Amarok Highline – R$ 119.490

Novo Tiguan


O Novo Tiguan é um dos grandes sucessos da Volkswagen, composto por um avançado pacote de sistemas tecnológicos e mecânicos que inclui inovações como o detector de fadiga, o sistema Kessy de acesso ao veículo e partida do motor sem uso da chave e o Park Assist II, que auxilia no estacionamento em vagas paralelas e também em vagas transversais.


O Novo Tiguan é equipado com o eficiente motor 2.0 TSI (turbo e injeção direta de gasolina), com potência de 200 cv a 5.100 rpm e 28,5 kgfm de torque a 1.800 rpm. Conjugado a um câmbio automático de seis marchas e comando Tiptronic, ele leva o Tiguan a 100 km/h em 8,5 segundos e permite uma velocidade máxima de 207 km/h.


Novo Touareg
O Novo Touareg é um utilitário esportivo de alto padrão, com grande capacidade off-road, aliada ao luxo, conforto e segurança. O modelo é equipado de série com uma transmissão automática de oito marchas, tecnologia pioneira no segmento dos utilitários esportivos. Com melhor escalonamento, o câmbio utiliza a sétima e a oitava marchas como overdrive, aumentando a economia de combustível.


O Novo Touareg está disponível em duas versões, com motores V6 e V8, ambas mais econômicas e eficientes. As duas opções atendem às rígidas normas de emissões brasileiras (PL5) e contam com um novo sistema de gerenciamento térmico, que possibilita atingir a temperatura ideal de funcionamento em menor tempo, o que contribui de forma importante na redução do consumo de combustível em percursos pequenos, como a maioria dos realizados na cidade.


No Brasil, o Touareg é oferecido com duas opções de motorização: V6 FSI 3,6 l, com 280 cv, e V8 FSI 4,2 l, com 360 cv, ambas conjugadas à transmissão automática de oito velocidades.

sábado, 28 de abril de 2012

CONCESSIONÁRIAS FIAT DE TODO O BRASIL QUE MAIS SE DESTACARAM RECEBERAM PRÊMIOS. VEJA SE A CONCESSIONÁRIA ONDE COMPROU SEU FIAT ESTÁ ENTRE AS MELHORES



No último dia 27 de abril, com o tema “Juntos somos mais fortes”, a Fiat Automóveis premiou as 25 melhores concessionárias do Brasil e suas equipes no Qualitas Excelência, uma cerimônia que reuniu cerca de 600 convidados no Rio de Janeiro. 

Os prêmios foram entregues pelo presidente da Fiat-Chrysler na América Latina, Cledorvino Belini, e pelo diretor comercial da Fiat Automóveis, Lélio Ramos. Também esteve presente na cerimônia Luiz Romero Farias, presidente da Abracaf.

A premiação é uma evolução do Qualitas Concessionárias, que surgiu em 2008, e dos outros dois programas motivacionais da Fiat voltados à sua rede: Qualidade Total de Atendimento (QTA), que premiava gerentes e equipes, e o Excelência, que premiava os concessionários. Neste novo formato também são considerados os 18 indicadores de qualidade que servem como base para a eleição dos destaques e que, anteriormente, eram divididos entre os três programas.

Os agraciados somam mais de 1.500 profissionais e, representados por suas empresas, formam o que a Fiat chama de “Clube 25”. Além dos troféus, estes vencedores recebem mais de R$ 2 milhões em prêmios como reconhecimento por seu trabalho em 2011. Os prêmios incluem viagens, sorteios de automóveis e 25 caminhões de prêmios.

Os premiados do Qualitas Excelência se dividem entre oito regionais da Fiat no país, sendo que a regional São Paulo Capital é a única a indicar quatro premiados, em vez de três. Confira a lista das 25 concessionárias premiadas:

Regional Belo Horizonte
Delta – Juiz de Fora (MG)
Alpinia – Paraíso  (MG)
Revemax – Itaúna  (MG)

Regional São Paulo Capital
Ponto – Pires Rio (SP)
Sinal – Alphaville (SP)
Destaque – Mogi (SP)
Ponto – São Miguel (SP)

Regional Campinas
Lance – Ribeirão Preto (SP)
Livia – Catanduva (SP)
Viviani – Pirassununga (SP)

Regional Rio de Janeiro
Itália Barra – Rio de Janeiro (RJ)
MVC – Linhares (RJ)
Dicasa – Magé (RJ)

Regional Porto Alegre
Sul Peças – Caxias do Sul (RS)
Sul Veículos – Santa Maria (RS)
Felice – Santiago (RS)

Regional Recife
Jelta – Teresinha (PI)
Cambuí – Vitória da Conquista (BA)
Cavepe – Senhor do Bonfim (BA)

Regional Brasília
Cevel – Goiânia (GO)
Umuarama – Araguaina (TO)
Ravel – Quirinópolis (GO)

Regional Curitiba
Florença – Curitiba (PR)
Fipal – Cascavel (PR)
Fipal – Pato Branco (PR)

sexta-feira, 27 de abril de 2012

OS MOTORES DE 1 LITRO SÃO ALVO DA ANÁLISE DO NOSSO COLUNISTA FERNANDO CALMON QUE AINDA TECE ELOGIOS AO NOVO ECOSPORT, ADVERTE QUE O DUSTER VAI BEM, PELO MENOS ATÉ A CHEGADA DE NOVOS CONCORRENTES


Alta Roda 



Nº 678 - 24 de Abril de 2012
Fernando Calmon


MOTORES DE UM LITRO EM QUEDA

O mercado automobilístico este ano continua, ainda, andando meio de lado e há algumas explicações para isso. Primeiramente, porque a base comparativa com o mesmo período do ano passado é muito elevada. O 1º semestre do ano passado mostrou crescimento de 10% nas vendas em relação a 2010, enquanto no 2º semestre já havia estagnação.

O segundo ponto – e mais importante – deve-se ao aumento da inadimplência (passou de 3% para 5,5% em atrasos nos pagamentos superiores a 90 dias). Tal fenômeno tornou bancos mais seletivos ao liberar novos créditos, em especial para os chamados modelos de entrada ou de menor preço. 

Esse indicador demora um pouco para recuar. O devedor só sai da lista de inadimplentes depois de renegociar e liquidar os atrasados, mesmo que volte a pagar em dia, de imediato.
Existe, no entanto, outro aspecto menos avaliado. Desde o início do ano o governo federal vem falando em queda de juros nos financiamentos em geral. Ora, quem compra carro a prestações adia sua decisão, na esperança de poder pagar menos. 

Embora os juros do CDC (crédito direto ao consumidor) no ramo de veículos estejam entre os mais baixos, qualquer mudança tem potencial de impacto positivo sobre o mercado. Se uma prestação cai de R$ 500,00 para R$ 450,00, mantido o prazo do empréstimo, agrega milhares de novos compradores.

Fenômeno interessante, dentro do quadro atual, é a contínua queda de participação dos motores de 1 litro de cilindrada nas vendas totais, que se aprofunda em 2012. A coluna, em seus 13 anos de publicação, sempre chamou a atenção para o favorecimento tributário errado para essa motorização. 

Ela nasceu de modo tortuoso no governo Collor de Mello, em 1990, três anos antes do advento do “carro popular”. Aliás, o precursor foi exatamente o Fusca, no governo Itamar, que só tinha motor de 1,6 litro...

A legislação levou a sérias distorções de mercado, a ponto de, em 2001, os carros equipados com motor de 1 litro responderem por 71% das vendas. Houve uma geração de brasileiros que se arrastavam em estradas e subidas por ser induzida a comprar um automóvel inadequado nas relações peso/potência e peso/torque. 

O cenário só começou a mudar a partir de 2002, quando se estreitou a diferença de IPI e a “preferência” começou a cair lentamente. Em março último, a participação desses motores caiu para apenas 40%, recorde de baixa.

Há razões para isso, inclusive as dificuldades relatadas com financiamentos e o aumento do poder aquisitivo. Mas o comprador também se convenceu de que perde pouco (ou nada, na maioria dos casos) em termos de economia de combustível e ganha muito em prazer ao dirigir, se fugir dos motores pequenos e inadequados aos carros e suas condições de uso.

Ao governo caberia corrigir esses erros do passado. Há espaço, sim, para motores de baixa cilindrada, desde que conjugados a pesos e propostas de veículos coerentes. O consumo normatizado seria o melhor critério das alíquotas do IPI, em substituição à cilindrada. 

Caberia à engenharia e à criatividade técnica estabelecer a melhor relação entre preço final, desempenho e economia. Bastaria lançar mão de recursos modernos: turbocompressor, injeção direta de combustível e novos materiais.

RODA VIVA
FROTA nacional de veículos atingiu quase 35 milhões de unidades, ao final de 2011, segundo estatísticas do Sindipeças, incluindo automóveis e comerciais leves e pesados. São 5,5 habitantes/veículo, semelhante à Argentina, mas atrás do México. Somam-se, ainda, 11,6 milhões de motos. Números mais confiáveis que os do Denatran, que despreza o sucateamento.

NOVO EcoSport chega em junho, embora a versão de topo, Titanium (motor 2-litros), tenha aparecido agora em avant-première e com tudo definido. Ford não liberou mais informações. Porém, rebatimento do assento do banco dianteiro direito, que cria volume adicional para objetos, foi substituído por uma gaveta, solução mais prática.

DEPOIS de três anos no mercado, o City 2013 recebeu retoques em para-choques, grades e lanternas traseiras. Em algumas versões, novas rodas. Freios ABS estão agora em toda a linha. Tanque de combustível passou de 42 para 47 litros. A Honda também enxugou o número de versões e, afirma, manteve preços médios inalterados.

DUSTER tem avançado nas vendas, pelo menos enquanto novos concorrentes não chegam, pela relação preço/benefício muito boa. Estilo pode se discutir, mas proposta é honesta, no dia a dia, com posição alta ao volante típica de SUV. Sai bem equipado de série. Opção de câmbio automático de quatro marchas e seleção manual vai bem, apesar de limitações de projeto.

LOJA conceitual da Citroën, na chique rua Oscar Freire, em São Paulo, é interessante experiência de marketing. Trabalha imagem e espírito da marca, diferenciados no Brasil em relação ao exterior. Além de dar suporte ao lançamento da versão esportiva DS3, cultiva a história e, ao mesmo tempo, absorve conceitos atuais de interatividade da comunicação.
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fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

TROLLER VOLTA AO RALLY DOS SERTÕES DE QUE JÁ FOI CAMPEÃ DIVERSAS VEZES COM UM EQUIPE PILOTANDO DOIS T4 ESPECIALMENTE PREPARADOS





Após quase 10 anos afastada do grid do Rally dos Sertões, a Troller retornou à competição no ano passado com um time oficial de fábrica ao se unir com a equipe Território Motorsport e conquistou o segundo e terceiro lugares na categoria Production T2. Em 2012, a equipe de Tatuí, São Paulo, voltará a representar a montadora na maior prova off-road do País.

"A parceria com o time da Território Motorsport foi uma escolha muito acertada. Com os resultados alcançados em 2011 e todo histórico da equipe da Território junto a Ford, acreditamos na continuidade e participação da equipe Troller Racing sob o comando de Edu Piano", afirma Wilson Vasconcellos Filho, gerente-geral da Troller.

Na edição de 20 anos do Rally dos Sertões, que acontecerá de 18 a 29 de agosto, a equipe Troller Racing/Território Motorsport estará, pelo segundo ano consecutivo, com dois Trollers T4 pela categoria Production T2. A Território Motorsport tem uma trajetória de mais de uma década na competição consolidada com vários pódios. Entre 2007 a 2011 conquistou cinco títulos consecutivos de Campeã na categoria Caminhões.

"É muito gratificante saber que a Troller aposta novamente na equipe e vamos trabalhar com o mesmo afinco do ano passado para lutar por bons resultados. Tanto que já estamos trabalhando nos carros e fazendo algumas modificações e adaptações com as informações que colhemos no Sertões 2011", diz Edu Piano, chefe da equipe.

Piano já foi cinco vezes Campeão do Rally dos Sertões, uma na geral dos Carros (2005) e mais quatro na geral nos Caminhões e segue para a 17ª participação consecutiva na competição. Nas nas próximas semanas, a equipe estará definindo as duplas que irão disputar a competição em agosto.
 

Segundo Vasconcellos, as duplas cresceram muito no decorrer dos 10 dias de prova, tanto que foram alcançando colocações de ponta nas últimas etapas até culminar com a dobradinha no pódio na final. "Tivemos uma performance excelente e o resultado da equipe foi crescendo a cada etapa. Além disso, nosso carro sofreu poucos danos durante a competição, numa categoria onde prevalece as características originais do veículo. Isso comprova o DNA off-road do Troller T4, sua qualidade e robustez", ressalta.

O chefe da equipe fala da expectativa para esta edição. "Estamos falando de uma prova longa, onde sempre existe a possibilidade de imprevistos e surpresas ao longo do roteiro. Mas o Troller já comprovou que tem qualidades para superar esse tipo de desafio. Estamos confiantes para mais uma edição e esperamos retribuir com resultados, a confiança que a Troller depositou em nosso time", finaliza Piano.

A Equipe Troller Racing/Território Motorsport tem patrocínio da Troller.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

A FIAT DIVULGOU OS RESULTADOS DE SUA ATIVIDADE NO MUNDO QUE MOSTRAM UMA PRODUÇÃO DE MAIS DE UM MILHÃO DE VEÍCULOS NO PRIMEIRO TRIMESTRE DESTE ANO E UM FATURAMENTO DE QUASE 870 MILHŌES DE EUROS.

Para quem gosta de acompanhar os resultados das fábricas de automóveis, publicamos abaixo os dados referentes à Fiat, matéria que com certeza interessará a um número específico de leitores.


No primeiro trimestre do ano, as  receitas do Grupo Fiat totalizaram €20,0 bilhões, EBIT de €895 milhões, e lucros líquidos de €379 milhões. A dívida industrial líquida foi de €5,8 bilhões e a liquidez disponível aumentou para €21,4 bilhões. Os lucros comerciais de €866 milhões foram €101 milhões melhores do que o 4º trimestre de 2011 e a produção total das empresas do grupo superou 1 milhão de unidades. 


Os  resultados divulgados, hoje, na sede do grupo em Turim, na Itália, mostraram que a região da América do Norte gerou €670 milhões de lucros comerciais, ou 77% do total, contra 27% da América Latina, que gerou €235 milhões, e 9% do Pacífico Asiático, que gerou €77 milhões. 


Os negócios Marcas de Luxo e Desempenho e Componentes contribuíram €71 milhões e €36 milhões, respectivamente. A dívida industrial líquida foi de €5,8 bilhões (€5,5 bilhões, ao final de 2011) sobre dispêndios de capital aumentados, com a geração de caixa da Chrysler compensando grandemente a absorção pelo resto do Grupo, principalmente devido a volumes reduzidos na Europa. 


A liquidez total disponível melhorou para €21,4 bilhões, incluindo um total de €1,2 bilhões de títulos emitidos durante o trimestre e €2,9 bilhões em linhas de crédito não utilizadas. Com os resultados, o Grupo confirma suas diretrizes para o ano todo.   


As Receitas do Grupo foram de €20,2 bilhões para o trimestre. Excluindo-se a Chrysler, as receitas líquidas foram de €8,7 bilhões, refletindo, principalmente, os declínios de volume na Europa, onde as condições comerciais continuam fracas para carros de passageiros e veículos comerciais leves, especialmente na Itália. 


As Marcas de Luxo e Desempenho aumentaram suas receitas em 11,5% para €0,7 bilhões, e Componentes ficaram estáveis, a €2,0 bilhões. Os lucros comerciais para o 1º trimestre de 2012 foram de €866 milhões. Excluindo-se a Chrysler, os resultados comerciais ficaram em um ponto de equivalência, em comparação com um lucro de €251 milhões no 1º trimestre de 2011. 


O declínio reflete, principalmente, a redução de volume na Europa, a crescente pressão de precificação na América Latina, e os custos de lançamento dos novos produtos Grand Siena e Chrysler, que foram só parcialmente compensados por eficiências industriais, maior realização das sinergias do grupo e ações de contenção de custos. 


Para as Marcas de Luxo e Desempenho, os lucros comerciais aumentaram 14,5%, para €71 milhões, e para Componentes, ficaram alinhados como o ano anterior.  O EBIT (Lucros Antes de Juros e Impostos, definidos como o resultado comercial, mais eventuais, e resultados líquidos de investimentos) foi de €895 milhões. 


Excluindo-se a Chrysler, o EBIT foi de €12 milhões. Regionalmente, para marcas do mercado em massa, os lucros da América do Norte (NAFTA) cresceram (em bases pro-forma) mais de 80%, para €681 milhões, impulsionados por um forte crescimento de volume, e no Pacífico Asiático (APAC), os lucros cresceram 143%, para €85 milhões, com melhorias de volume e de margem.


As despesas financeiras líquidas totalizaram €375 milhões. Excluindo-se a Chrysler, as despesas financeiras líquidas foram de €166 milhões. Os lucros antes dos impostos foram de €520 milhões. A dívida industrial líquida, no dia 31 de março de 2012, foi de €5,8 bilhões. Para a Fiat, excluindo-se a Chrysler, foi de €3,8 bilhões, com um aumento de €1,4 bilhões em relação ao final de 2011 (€2,4 bilhões), refletindo o impacto sobre o capital de giro das condições comerciais na Europa e crescentes dispêndios de capital. 


Liquidez total disponível, incluindo linhas de crédito comprometidas não utilizadas de €2,9 bilhões, melhorou de €21,4 bilhões (€20,7 bilhões ao final do ano 2011), dos quais 12 bilhões se relacionam à Fiat, excluindo-se a Chrysler, e €9,4 bilhões à Chrysler. Os €1,2 bilhões em títulos emitidos durante o trimestre representam mais de 80% da cobertura de vencimentos de títulos em 2012, que se relacionam à Fiat, excluindo-se a Chrysler.

ESTADUAL DE MARCAS VOLTA AO AUTÓDROMO NÉLSON PIQUET, DO RIO DE JANEIRO, NESTE FIM DE SEMANA, COM LARGADA NO DOMINGO, ÀS 10 H 15 M, PARA A TERCEIRA RODADA DO CAMPEONATO



Antes da interrupção de suas atividades por quase dois meses, para a Rio+20, o autódromo de Jacarepaguá volta a receber o Estadual de Marcas, neste fim de semana, para a terceira rodada dupla do campeonato que reúne grid com cerca de 20 pilotos. Serão mais duas das 36 provas, entre competições nacionais e regionais, marcadas para o circuito Nelson Piquet, em 2012.  

A corrida válida pela quinta etapa do campeonato começa no domingo, às 10h15. A largada da segunda prova do dia será às 12h50. O Regional de Arrancada, com disputas no sábado e domingo, também faz parte da programação. (veja horários abaixo).

Com uma vitória e um segundo lugar na etapa passada, Rodrigo de Paoli saltou da terceira colocação para a liderança do campeonato, com 79 pontos, 15 à frente de João Scalabrin. O terceiro, com 58, é Marcelo Costa. A rodada também marca o fim da primeira fase do campeonato, quando a pontuação tem peso um. 

Na fase seguinte os pontos passam a ser multiplicados por 1,5. Para que a competição se mantenha indefinida até a 18ª e última corrida, os pontos da terceira fase têm peso 2,5. Ou seja, uma vitória que na primeira fase vale 20 pontos passa a valer 50 nas últimas seis corridas.  

Para que as disputas se mantenham acirradas na maioria das voltas, o regulamento também determina a entrada do safety car na metade de cada corrida, a fim de que o grid volte a ficar compacto. 

Os pilotos que ocupam as cinco primeiras colocações neste momento também ganham pontos extras. O líder recebe cinco; o segundo, quatro, e assim sucessivamente, com o quinto colocado recebendo um ponto.

A ordem de largada da segunda corrida do dia leva em conta o resultado da primeira, sendo que os oito primeiros têm a ordem invertida. Ou seja, o oitavo larga na pole, com o vencedor e o segundo colocados dividindo a quarta fila do grid.



Veja os horários do fim de semana:

Estadual de Marcas

SÁBADO - 28/04/12


Das 08:00 às 12:00 h.   - Treino Livre

Das 08:00 às 12:00 h.   - Pesagem de pilotos e verificação de indumentárias

Das 08:00 às 12:00 h.   - Lacração de pneus / vistoria de segurança

As 12:10 h.                   - Briefing

Das 12:50 às 13:00 h.   - Treino Classificatório

OBS: APÓS O TREINO CLASSIFICATÓRIO, OS PNEUS FICARÃO EM PODER DOS COMISSÁRIOS TÉCNICOS.

Até as 14:30 hs. - Entrega dos pneus nos box da vistoria técnica

 

DOMINGO - 29/04/12


Das 08:00 às 08:15 h  - Warm-up

Das 08:25 às 09:45 h - Treino Livre Força Livre

As 09:55 h      - Abertura da saída de box 
As 10:05 h      - Fechamento da saída de box
As 10:10 h      - Placa de 5 minutos
As 10:15 h      - Largada da 3ª prova - 20 voltas ou no máx. 35 minutos
As 10:50 h      - Podium

Das 11:00 às 12:20 h - Treino Livre Força Livre

As 12:30 h      - Abertura da saída de box 
As 12:40 h      - Fechamento da saída de box
As 12:45 h      - Placa de 5 minutos
As 12:50 h      - Largada da 4ª prova - 20 voltas ou no máx. 35 minutos
As 13:40 h      - Podium


Estadual de Arrancada

SÁBADO - 28/04/12

Das 11:00 às 14:30 h.   - Inscrições e Vistoria Técnica
Das 14:15 às 15:45 h.   - Treino Livre
Das 16:00 às 17:30 h.   - Provas

DOMINGO - 29/04/12

Das 11:00 às 14:30 h.   - Inscrições e Vistoria Técnica
Das 14:15 às 15:15 h.   - Treino Livre
Das 15:30 às 17:30 h.   - Provas
As 17:45 h.                   - Premiação

quarta-feira, 25 de abril de 2012

NOVA MOTO BMW G 650 GS SERTÃO CHEGA ÀS CONCESSIONÁRIAS BMW EM MAIO. A BMW MOTORRAD JÁ VENDEU DESDE 2010 MAIS DE 4 MIL DESSA ESPORTIVA OFF-ROAD


BMW Motorrad Brasil começará a vender, no próximo mês de maio, por R$ 32.800,00, a nova BMW G 650 GS Sertão uma moto com características ainda mais esportivas e de off-road. Essa verdadeira enduro monocilíndrica de 652 cc oferece 35 kW (48 hp) a 6500 rpm e um torque máximo de  60 Nm a 5000 rpm. 

Em 2009, a BMW Motorrad Brasil inaugurava um importante capítulo na sua história: a montagem de seu primeiro modelo da família GS fora da Europa. A BMW G 650 GS montada em regime CKD, em Manaus, é um verdadeiro case de sucesso para a montadora alemã a qual já comercializou entre março de 2010 e o presente momento mais de 4 mil unidades desta motocicleta, convertendo o Brasil em um dos mercados mais importantes para o modelo na BMW Motorrad em nível mundial.


Agora chegou o momento de acrescentar mais um capítulo a essa história de sucesso. A nova BMW G 650 GS Sertão possui características ainda mais esportivas e off-road. Essa verdadeira enduro monocilíndrica de 652 cc oferece 35 kW (48 hp) a 6500 rpm e um torque máximo de  60 Nm a 5000 rpm. 


Seu maior caráter off-road está presente na suspensão dianteira e traseira, com maior curso (210 mm), ajuste mais compacto, rodas raiadas de  21" na dianteira e 17" na traseira e na distância entre os eixos, que foi ampliada de 1477 mm para 1484 mm, garantindo ainda mais habilidade de esterçamento e dirigibilidade em terrenos acidentados.


Com estas características de pilotagem aperfeiçoadas graças ao centro de gravidade bem posicionado, altura de assento de 860 mm ao invés de 800 mm, um protetor de motor rígido de alumínio, a G 650 GS Sertão possui as condições ideais para uma pilotagem off-road.  Além disso, o parabrisa alto, os protetores de mãos e o para-lama dianteiro estendido oferecem um nível superior de conforto em longas viagens.

ROBERTO NASSER EM SUA COLUNA SEMANAL, ENTRE AS QUESTÕES QUE LEVANTA, FAZ UMA AVALIAÇÃO ELOGIOSA DO NOVO ECOSPORT QUE A FORD LANÇOU SIMULTANEAMENTE NA BAHIA E NA CHINA.




End eletrônico: edita@rnasser.com.br             Fax: 55.61.3225.5511

Coluna nº 1712 de 25 de Abril de 2012

Mais uma gotinha do Novo EcoSport – agora o interior
A Ford administra desafio interessante: seu produto outrora mais rentável e líder do segmento envelheceu, arranjou concorrentes, perdeu a liderança, obrigou-a baixar preço final, oferecer incentivos e bônus aos distribuidores. 

E o sucessor não está pronto, apesar de todas as projeções de sucesso, do orgulho de ser o primeiro produto global desenvolvido no Brasil. Mas não existe e a Ford vive a dicotomia de apresentar o novo – e vender o antigo, com fim anunciado.

Gestão homeopática, em janeiro, ofereceu a primeira pílula à imprensa: linhas externas. Quatro meses após, uma gota, o interior. Dose final prevista para julho ao colocá-lo em produção. A administração lenta é para acertar o passo com a Imprensa sul-americana relativamente às apresentações em Nova Déli, Índia, e Beijing, China, onde também serão produzidos e vendidos.

Na oportunidade a empresa mostrou os investimentos em equipamentos e formulações de montagem para acelerar processos, conter custos, aumentar a produção.

Global
Registro histórico, Eco I chamou atenção da Ford mundial para o que se poderia fazer abaixo do Equador, nesta área folclórica, colorida e animada chamada Brasil. Desenvolvido com outro pequeno utilitário esportivo europeu, chamado Fusion, este nunca disse a que veio, se estiolou, mirrou, foi-se. 

Ficou apenas o nome, transferido para automóvel. O Eco, projeto brasileiro, assumiu espaço, liderança, tornou-se extremamente rentável, viabilizou o Projeto Amazon, última tentativa da Ford com o mercado brasileiro. Fez mais sucesso que o marco cravado por Pedro Álvares Cabral 400 km abaixo de Camaçari, onde está a maior usina da Ford.

Panorama mudou, o Eco agora tem concorrentes como o Hyundai Tucson, superado, descontinuado na origem coreana, de onde vêm suas peças, e o Renault Duster, falando a língua da resistência às difíceis condições nacionais.

Aparentemente, a Ford desafiou a equipe nacional a produzir algo interpretando os atuais cinco mandamentos da companhia para fazer veículos: perfil inovador; percepção de eficiência; linguagem refinada de superfícies, precisão técnica e identidade da marca.

Deu num produto bem composto em estética, conteúdo, oferecendo sensações agradáveis de espaço, toque, convívio, alegria aos olhos pela qualidade dos materiais e sua harmonia. Um conjunto para ser replicado nos BRICS, outros mercados em expansão. Parece ter conseguido a missão.

O Eco II exibe-se maior do que é; oferece ótima posição de uso aos passageiros e ergonomia ao condutor; referencial aproveitamento interno apesar do porta-malas contido; cuidado no isolamento térmico e acústico, versões de decoração e conteúdo com GPS, sistema SYNC, aditivos de segurança. Duas motorizações iniciais, 1.6 e 2.0 Duratec. Neste, opção de transmissão automática e tração nas quatro rodas. E charme referenciado pela maçaneta de abrir a tampa traseira, embutida na lanterna.

Novo EcoSport quer ser o melhor no segmento. Julho.
Num resumo, oferece mais que o usual na categoria.
Médio? Superior? Bom de preço? Respostas pós lançamento. Mas os Eco trazem em si a marca, a medalha, o diploma irrevogáveis: o Eco 1 viabilizou a fábrica pelos ótimos lucros e chamou atenção para a qualidade do design e da engenharia brasileiras; o Eco 2 é consequência com impagável láurea: o primeiro produto desenvolvido no Brasil a ser produzido em outros mercados.


Atração no Novo EcoSport começa pelo interior confortável e bem tratado
Como ficam as coisas na França
Se você acompanha a situação econômica, desemprego, a tentativa de articular a sobrevivência da União Europeia e a eleição presidencial francesa, feita em campanha educada, sem horário obrigatório de TV, rádio, e com programas de propósitos e ideias, deve torcer pela continuidade de Nicholas Sarkozy no duro desafio de ajudar a segurar a unidade do Euro, ou pelas propostas de François Hollande à base do muito pelo contrário.

Sem noção do que ocorrerá ao segundo turno em maio, com pequena diferença percentual, o atual, mesmo descompromissado verticalmente, detém insuspeita competência ao conquistar La Bruni, e isto é um atributo.
Porém, as especulações da Coluna não focam na eleição presidencial, mas, no tema automobilístico, e prediz coisas mais fáceis, como, por exemplo, os próximos Citroën.

Serão longos, largos, baixos, aerodinâmicos, ampla distância entre eixos, grande bitola no cultivar do DNA da marca, à base do atrevimento nodesign, no uso das luzes como elemento estético. E, como não poderia deixar de ser, surfar no acordo comercial com a BMW para motorização e buscar fórmulas de tração híbrida, com motor diesel ou gasolina para as rodas dianteiras e tração elétrica na traseira, jeito de fazer menores emissões gramas/quilômetros, lei, desafio e argumento de vendas na Europa.

Fique de olho no Numéro 9 numérô nêf, como pronunciam. É conceito apresentado no Salão de Beijing, China, o maior mercado do mundo, um juntar de propostas instigativas e soluções acabadas. Tamanho, proporção, linguagem estética, arranjos de luzes, tudo está sinalizado e aparecerá brevemente em produtos da dinastia DS: sedã do segmento C Premium; um SUV; e um sedã topo de linha do segmento D. 

A inspiração básica é nas shooting brake, intraduzível embora reconhecível carroceria inglesa sobre sedãs, encomendas de nobres ingleses para caça – com comprimento interno útil para transportar armas de cano longo, e infelizes derrotados – pombos, perdizes, coelhos, lebres, raposas.


Numérô Nêf reúne os códigos dos próximos Citroën importados.

Brasileiro em júri internacional referencia o país
Apesar da vergonha institucional de ser o único país no rol dos grandes fabricantes de automóveis sem ter marca, projeto próprio, ou veículo adequado às suas características, o Brasil como base de produção e mercado de consumo tem várias medidas de importância. 

Mais recente, e fora do portão das fábricas, a presença dos jornalistas brasileiros no integrar júris internacionais, como o da FIPA, de profissionais latino-americanos; o COTY – Car of the Year – norte-americano; e o WCOTY,- World Car of the Year – com jornalistas de todo o mundo. Mais recentemente, no Motor of the Year, reunião européia de jornalistas com lastro técnico para indicar os melhores motores do mundo em 11 categorias. Do Brasil, único representante é Tarcísio Dias, engenheiro, editor do pernambucano sítio Mecânica Online.

Jornalistas com base técnica, de 35 países escolherão, durante a EngineExpo 2012, em junho, Frankfurt, os melhores representantes das atuais exigências construtivas, de peso, eficiência energética, consumo, emissões, performance, significação tecnológica e para o futuro.

Disputa grande, independentemente da cilindrada, a láurea agrega enorme valor institucional à marca escolhida, como ocorreu ano passado, quando a melhor novidade, dentre motores performáticos e de nomeada – Ferrari, BMW, Audi, - foi o pequeno Fiat dois cilindros, 875 cm3, com cabeçote multi air, tecnologia revolucionária que migrará a todos.

Roda-a-Roda
De novo – Sétima edição do Porsche 911, a Carrera S começa ser vendida simultaneamente com USA e Europa, nas versões Coupé e Cabriolet, a respectivos R$ 639.000 e R$ 699.000. Marcel Visconte, da Stuttgart Sportcar, crê 65 unidades neste ano, e nestas, 15 conversíveis. Construtivamente, 3.800 cm3, 400 cv de potência, câmbio automatizado de 7 marchas, 0 a 100 em 4,1s.


Porsches 911 Carrera S
Proteção – E 500 Guard é o blindado da Mercedes-Benz: carroceria média, motor V8, 4.600 cm3, 406 cv e 600 Nm de torque, estruturamente preparado para a blindagem, resistir a ataques de armas urbanas até Magnum 44, tem bloqueio à intrusão, aviso luminoso e sonoro de ataque, acelera muito rápido e mesmo com pneus furados anda 80 km.

Poder – Precisar, não precisava, mas Ferdinand Piech, mandão da Volkswagen entendeu de comprar a italiana fábrica de motocicletas Ducatti, exatamente às portas de sua aposentadoria, e o fez, como a Coluna projetou mês passado.

Caminho – Fez negócio via Audi, por facilidades operacionais ao estar no país controlando a Lamborghini. Aplicará o foco Audi em negócios, tratando as motos como Premium, etéreo rótulo justificador de preços elevados.

E ? - Há procedimentos a aprender, tecnologia a absorver, sobretudo no motor, nas relações peso, cilindrada e potência, válvulas desmodrômicas, fundição de metais leves.

2 T – Se bem sei, a Audi deveria ter comprado fábrica de motores de moto, popa ou ultra leve no ciclo 2 Tempos.

Moto Ducati, comando Audi

Mais J  Novo produto da chinesa JAC mostrado no Salão de Pequim: o S2, mescla de linhas de coreanos e Ford.

Pesado – No segmento a Lamborghini apresentou o Urus, utilitário esportivo de linhas e rendimento atrevido. Fácil fazer com plataforma disponível nas prateleiras da VW, onde serve seu Touareg, ao Audi Q7, e Porsche Cayenne.

De volta – Sem sucesso na operação da Zona Franca de Manaus a indiana Mahindra quer voltar ao mercado nacional. Trocará de estado, no Sul, e produto atualizado. Os antigos eram, no mínimo, digamos, esteticamente prejudicados. Deles a franqueza goiana diria: “mais feios qui bater ni mãe“.

No bolso – O governo federal, pelo Ipea, pesquisou para descobrir o conhecido dos contribuintes, seus patrocinadores: os pedágios brasileiros são inexplicavelmente caros e muito acima da inflação. No país da curiosidade, o Brasil tem 9% da malha privatizada, quase o dobro da média mundial de 5%. Cobra mais caro, oferece menos e, principalmente, omite a opção ao não uso das vias pedagiadas. Coisas do Ministério dos Transportes.

Enfim – Acabou o processo de conta gotas e o novo picape Ranger estará, finalmente, à venda. Apresentação fim de maio, vendas em junho. Entrará no pega do mercado, hoje à base do tamanho numérico: a VW tem o Amarok com o maior número de marchas, 8, e a Ford a maior cavalagem, potência de 200 cv.

Vidro – Fabricante de vidros, a japonesa AGC lançou pedra fundamental de fábrica em Guaratinguetá, SP. Foca em imóveis e automóveis e quer, até 2016, fazer vidros para 500 mil carros – pela projeção, mais de 10% da frota nova.

Brincadeira – Advogada conhecida em Brasília, arranhou carro no trânsito e desceu para compor o prejuízo. O outro motorista encerrou o papo:¨não faço trato com louras!¨. Não fez, mas ela foi à Justiça e representou contra tratamento discriminatório. Resultado, o intransigente ficou com o arranhão e menos R$ 6 mil pela condenação pela gracinha.

Ordem - A Ford dá dicas à base da chinesa e milenar técnica Feng Shui, arte de organizar e harmonizar ambientes especialmente em automóvel.

Passos - Acabe com a bagunça; personalize seu carro, dê-lhe nome; aplique potencializadores de energia - pequenos sinos; óleo essencial calmante; ou estimulante; antibacteriano para limpeza rápida. Escolha a cor para equilibrar sua personalidade; use um pequeno objeto como lembrança para dirigir com mais cuidado com você e gentileza com os outros.

Ecologia – Encomenda recorde dos ônibus Iveco híbridos diesel-elétricos: 102 unidades pela cidade francesa de Dijon. Operacionalmente 35% mais eficientes e menos poluentes. Arrancam tracionados pelos motores elétricos, de baterias recarregadas nas freadas. O motor diesel, 25% menor, opera pós arrancada.

Gente - Paula Batalha Flórido, mudança. OOOO Diretora de Marketing da Gilbarco-Veeder-Root, fornecedora de equipamentos para postos de combustível. OOOO Veio da ExxonMobil e BP/Castrol. OOOO Murilo Fonseca e Roberto de Jesus, promoção. OOOO Diretores de Vendas Automotivas OEM e varejo de reposição da SKF Rolamentos. OOOO Trabalho duro, empresa sueca enfrentar o tsunami dos preços chineses. OOOO


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