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terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Zona Norte do Rio de Janeiro lidera preço do seguro e paga até 78% a mais que a Zona Sul. Grande Rio concentra os maiores índices entre as capitais analisadas, com 6,3% no seguro auto e 12,3% no de motos, acima de São Paulo, Belo Horizonte e Recife

Carros estacionados na Zona Norte do Rio (Foto de Noemia Celia de Castro)

O comportamento do preço do seguro voltou a apresentar contrastes marcantes no Rio de Janeiro, em janeiro, segundo o IPSA + IPSM – Índice de Preço do Seguro de Automóvel e Moto de janeiro, desenvolvido pela TEx, parte da Serasa Experian. O índice geral iniciou 2026 em 4,7% no seguro auto e 8,8% no seguro de motos.

Na capital fluminense, a Zona Norte registrou 7,5% no seguro auto e 14,8% no seguro de moto, enquanto a Zona Sul apresentou 4,2% e 11,5%, respectivamente. No seguro de automóveis, a diferença chega a 78,6%.

Na região metropolitana do Rio de Janeiro, os índices atingiram 6,3% no seguro auto e 12,3% no seguro de moto – os mais elevados entre as quatro metrópoles analisadas. São Paulo marcou 4,9% e 11,5%, Belo Horizonte 4,0% e 9,0%, e Recife 4,2% e 8,8%.

Em janeiro, veículos com 6 a 10 anos registraram 6,1%, enquanto zero km ficaram em 2,9%. A faixa entre R$ 31 mil e R$ 50 mil marcou 8,2%.

Para Emir Zanatto, o Rio segue como a praça mais pressionada. “A região metropolitana do Rio continua liderando os índices entre as grandes capitais. Isso reflete maior exposição ao risco e um ambiente urbano mais complexo. Mesmo com o mercado iniciando 2026 em patamar mais equilibrado, o Rio permanece com a maior intensidade de precificação”, afirma.

Como se comportaram os preços do seguro em 2025
O IPSA recuou de 5,5% em janeiro de 2025 para 4,7% em janeiro de 2026. O IPSM saiu do pico de 10,1% em julho e iniciou o ano em 8,8%.

“O ajuste nas motos foi mais concentrado na segunda metade do ano passado. O início de 2026 mostra um ambiente menos tensionado, mas ainda estruturalmente mais caro nas duas rodas”, completa Zanatto.

Acesse o estudo completo
O relatório IPSA + IPSM de janeiro de 2025 está disponível para consulta e download gratuitamente.

Sobre a TEx
A TEx - parte da Serasa Experian - é o braço estratégico voltado ao mercado de seguros da primeira e maior Datatech do Brasil. Especializada em soluções tecnológicas para Corretores e Seguradoras, desenvolve plataformas integradas como TELEPORT, nimble, TEx Predicts e TEx Mercado, que facilitam a cotação, comparação, venda online de seguros, gestão, análises preditivas e inteligência de dados. Atuando há mais de uma década no setor, a TEx contribui ativamente para a modernização do mercado. Com a aquisição pela Serasa Experian, em 2024, vem ampliando seu impacto e impulsionando a transformação digital do setor segurador, com foco em aumentar a base de segurados no Brasil.

Hilton Barra lança Pacote Bem-estar com yoga ao amanhecer e café da manhã no rooftop. Hotel realiza aula com sound healing e vista privilegiada para recarregar as energias





Rio de Janeiro, fevereiro de 2026 – Com o fim da folia, o Hilton Barra Rio de Janeiro apresenta uma proposta para quem busca desacelerar e começar o ano focando no autocuidado. Destinada a promover a renovação do corpo e da mente, o hotel lança o Pacote de hospedagem Bem-estar, com checkin no dia 14 de março (sábado) e programação no dia seguinte com aula de yoga ao amanhecer e sound healing, junto com um delicioso café da manhã no rooftop do hotel.

O Pacote Bem-estar também garante hospedagem completa, com check-in no sábado, dia 14 de março; welcome drink de água de coco; amenities especiais no quarto, incluindo sabonete e hidratante corporal com essência de caju, e desconto de 20% em alimentos e bebidas (exceto alcoólicos) para refeições nos restaurantes do hotel.

A atividade de yoga ao amanhecer, chamada de Experiência Bem-estar, acontece no domingo, dia 15 de março, às 5h da manhã, no 9º andar do hotel, com uma vista deslumbrante para a Barra da Tijuca que une a vegetação local, a lagoa de Jacarepaguá e a Pedra da Gávea. 

Aula inicia ao amanhecer, e os participantes são convidados a uma sessão de yoga com duração de duas horas, conduzida pelo professor Paulo Andrade, do estúdio Exhale. 

A aula será enriquecida com sound healing, uma terapia vibracional que utiliza sons e frequências específicas para promover a harmonização física, mental e espiritual. Após a revitalizante sessão, um café da manhã será servido no At Rio Rooftop & Lounge. 



Ambas as opções convidam a um retiro de tranquilidade, ideal para recarregar as energias, e reafirmam a proposta do hotel em combinar qualidade de vida e momentos de pausa em meio à rotina acelerada.

O valor do pacote de hospedagem é de a partir de R$ 1.200 + taxas, e a experiência avulsa está disponível por R$ 341 + taxas. Moradores vizinhos ao hotel recebem um desconto especial de 15%. As vagas são limitadas.

Serviço Bem-Estar (Pacote ou Experiência) – Hilton Barra Rio de Janeiro

Pacote de hospedagem: 14/3

Reservas: (21) 99469-5787 | reservations.barra@hilton.com

Aula de yoga ao amanhecer: 15/3, às 5h

Valor: R$ 341 + taxas
Reservas: (21) 96738-7848 | eventos.rio@hilton.com

Mais informações: www.hiltonbarra.com.br

Local: Av. Eng. Carlos Carvalho, 1430 – Rio de Janeiro – Brasil

Sobre o Hilton Barra Rio de Janeiro

Contemporâneo e confortável, o Hilton Barra Rio de Janeiro abriu suas portas em 2015, sendo a primeira unidade da rede no Rio de Janeiro e a segunda do Brasil. O hotel tem localização privilegiada, na Barra da Tijuca, a poucos passos do Shopping Metropolitano, dos principais locais de shows e eventos da cidade, como Parque Olímpico e Riocentro, e está a 10 minutos das praias da região. 

A identidade do hotel une arquitetura e sustentabilidade, com obras de arte de renomados artistas brasileiros, como Roberto Burle Marx, e ações de infraestrutura que contribuem com a economia de água e energia. 

O hotel pet friendly oferece 298 quartos, piscina de borda infinita e jacuzzi climatizados na cobertura, academia e duas opções gastronômicas, o At Rio Rooftop & Lounge e o Abelardo Restaurante e Bar.

Para a realização de reuniões e eventos, o hotel dispõe de dois espaços abertos e com vista, além de dez salões modulares de até 574 m² com capacidade para acomodar até 500 pessoas, além de espaços abertos para eventos vespertinos. O Hilton Barra também oferece pacotes de day use, núpcias, romântico e festa do pijama.


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Brasil recebe 1,4 milhão de estrangeiros somente em janeiro e inicia 2026 com turismo internacional aquecido. Chegada de turistas europeus teve salto de 19%. No mercado chinês, Brasil apresentou expressivo aumento de 75%

 

Os vizinhos sul-americanos se mantêm entre os países que enviam maior número de turistas ao Brasil. (Foto: Divulgação/Embratur)

23/2/2026 – Seguindo a tendência que fez história em 2025, o Brasil iniciou este ano com grande volume de visitantes estrangeiros. Somente em janeiro de 2026, mais de 1,4 milhão (1.401.476) de turistas internacionais visitaram o país. Os dados são da Embratur, Ministério do Turismo e Polícia Federal.
 

Destaque positivo para o crescimento no número de turistas europeus, na ordem de 19% (de 138 mil para 166 mil visitantes), número puxado pelo acréscimo de países como Portugal (35%), Holanda (25%), Espanha (19%), França (17%) e Alemanha (15%). A chegada de europeus compensou com sobras a queda de norte-americanos (-14%): são 26 mil europeus a mais, contra 9 mil norte-americanos a menos.
 

Na América do Sul, o destaque positivo veio da Colômbia (44%), México (27%) e Chile (9%). Na Argentina, nosso principal mercado emissor, houve aumento de 36% na chegada de turistas que vieram de avião (228 mil para 310 mil), com maior poder aquisitivo, e uma queda de 34% (591 mil para 390 mil) entre os que entraram no país via terrestre.
 

Essa redução entre os argentinos que entraram no país de carro foi responsável pela redução global na chegada de turistas internacionais em janeiro de 2026 em 5,5%. Apesar da redução, os patamares seguem muito acima da média histórica para o período, com 46,5% mais turistas que no mesmo mês de 2024, o terceiro maior resultado de todos os tempos
 

Para o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, os resultados de janeiro mostram que o Brasil consolida sua posição entre os principais destinos turísticos do planeta.
 

“Os números mostram que nossa estratégia de diversificação de mercados é acertada, e nos torna cada vez mais resilientes a variações econômicas que fogem de nosso controle. Verificamos um crescimento consistente de toda a Europa e da América Latina, reflexo de uma expansão da conectividade aérea que tem permitido cada vez mais que o interesse em conhecer o Brasil se converta em compra de bilhetes aéreos. Esses resultados ajudaram a manter o turismo brasileiro no mesmo patamar do ano passado, compensando a queda de demanda de alguns mercados que hoje passam por instabilidades econômicas, com reflexo na emissão de turistas não só para o Brasil, como é o caso dos Estados Unidos e da Argentina”, destaca Marcelo Freixo.
 

China tem aumento histórico

Já os viajantes da China saltaram de 5.003 em janeiro de 2025 para 8.745 no mesmo período de 2026, o que configura expressivo aumento de 75%. Para Marcelo Freixo, o crescimento se deve às ações do governo brasileiro, que tem investido em uma série de medidas para promoção do Brasil no exterior, como a retomada na participação da feira ITB China, além de realização de press trips e do lançamento da ferramenta de treinamentos sobre produtos e destinos brasileiros Brasil Travel Specialist em mandarim.
 

“Estamos muito otimistas com o crescimento que vamos continuar verificando no mercado chinês, que agora ganha também um facilitador importante: a isenção do visto anunciada pelo presidente Lula no final de janeiro. Este é o ano do Brasil na China, e temos um planejamento de ações que vão impulsionar ainda mais o interesse em conhecer nossa cultura e os nossos destinos de natureza, que hoje são os que mais atraem os chineses”, afirmou Marcelo Freixo.

Nova Strada alcança 850 mil unidades produzidas. No ano passado, a picape foi o modelo mais vendido do Brasil e da América do Sul entre todos os segmentos




A Fiat Strada é uma verdadeira receita de sucesso no mercado brasileiro e sul-americano, sendo o modelo mais vendido da região no ano passado entre todos os segmentos – carros de passeio, picapes e comerciais leves. 

No Brasil, os resultados da Strada impressionam, chegando a cinco anos consecutivos de liderança ao final de 2025. Agora, a Nova Strada alcança mais um número importante em sua trajetória, superando a marca de 850 mil unidades produzidas.

Para atender aos desejos do consumidor local, a Strada oferece um conjunto completo de tecnologias e equipamentos em sua categoria. Pioneira, ela foi a primeira picape compacta a oferecer motorização turbo flex, que combinada com o câmbio CVT entrega alta performance e conforto sem comprometer o consumo de combustível. Além disso, pronta para qualquer desafio e muito robusta, a Strada entrega um visual que combina design refinado e versatilidade para diferentes tipos de tarefas.

Em janeiro de 2026, a picape número um do Brasil passou a oferecer ainda mais tecnologia, praticidade e comodidade nas versões Ranch e Ultra com a chegada do novo Connect Fiat. A solução, embarcada e instalada de fábrica, é voltada ao monitoramento, rastreamento, além de disponibilizar serviços de segurança e assistência, tudo por meio do smartphone.

"Alcançar 850 mil unidades produzidas da Nova Strada em cinco anos demonstra a força do nosso produto campeão em vendas, e também a consistência da Fiat em liderar o mercado brasileiro e sul‑americano com inovação, entendendo os desejos e necessidades do consumidor local. A Strada é um ícone do setor automotivo – uma picape que lidera o mercado entre todos os segmentos ao unir muito desempenho, robustez e tecnologia”, celebra Frederico Battaglia, Head das Marcas Fiat e Abarth para a América do Sul.

Trajetória de Sucesso

Desde 1998, a trajetória da Fiat Strada vem sendo atrelada a inovação, robustez e modernização graças a feitos pioneiros como a chegada da cabine estendida em 1999, apresentação da cabine dupla em 2009 e a inovadora terceira porta em 2013. Com a chegada da Nova Strada, em 2020, ela foi primeira da categoria de picapes compactas a oferecer a configuração de quatro portas e cinco lugares, além de contar com tecnologias como controle de estabilidade e sistema multimídia com conectividade.

Além de todo sucesso com as vendas, o veículo número 1 da América do Sul também se destaca pelas inúmeras premiações ao longo dos últimos anos. No ano passado a Strada somou novos troféus para a Fiat, sendo eles: “Picape do Brasil” no “Prêmio Líderes Automotivos do Brasil”, promovido pelo jornal paraense Automóveis & Caminhões e “Picape Flex – Prata” pelo “Menor custo de uso”, realizado pela revista Quatro Rodas. A Fiat Strada também conquistou a categoria “Picape Pequena”, pelas premiações: “Melhor Revenda”, também pela Quatro Rodas; “Selo Maior Valor de Revenda” e “Prêmio Mobilidade Limpa”, promovidos pela AutoInforme.



Galeria Visit Brasil Oceano transforma Lisboa em vitrine imersiva da diversidade e sustentabilidade brasileira Com projeto inovador, Embratur une arte, tecnologia e economia azul para promover destinos brasileiros durante a BTL 2026

 

A Galeria Visit Brasil Edição Oceano leva a Lisboa a diversidade do litoral brasileiro e reafirma o protagonismo do país na economia azul (Foto: Divulgação)

23/2/2026 - O Brasil desembarca em Portugal para mais uma ação de promoção do turismo. A partir desta quarta-feira (25), até 1º de março, a Embratur exibe na Rua Boavista, 54, em Lisboa, a Galeria Visit Brasil – Edição Oceano. A iniciativa ocorre de forma estratégica em paralelo à BTL (Bolsa de Turismo de Lisboa).
 

Com o conceito criativo “Descubra o Brasil em paisagens bordadas pelo Atlântico”, a ação tem como eixo a economia azul, que visa promover um novo sistema econômico com base na recuperação de ecossistemas, a biodiversidade marinha e a cultura costeira brasileira. Durante cinco dias, a Galeria realiza ações voltadas ao público, imprensa, autoridades e influenciadores.
 

Para o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, a Galeria é uma ferramenta de diplomacia e marketing. “Queremos que o visitante sinta o Brasil antes mesmo de embarcar. A ação integra a estratégia do Plano Brasis, que orienta a promoção internacional do país com foco na sustentabilidade, na diversificação de mercados e no fortalecimento da competitividade dos destinos brasileiros”.
 

Programação

O destaque é a exposição "Linha do Mar", com curadoria de Renato Imbroisi, que apresenta 17 guarda-sóis bordados à mão por artesãos brasileiros. Cada guarda-sol representa a identidade de um dos estados litorâneos. Em um espaço instagramável e de forte conexão emocional, as peças traduzem identidade cultural, biodiversidade e tradições regionais.
 

Diferente de um estande convencional de feira, a Galeria Visit Brasil aposta em tecnologia e ambientação multissensorial. Aos visitantes serão oferecidos óculos de realidade virtual que os transporta para mergulhos em Fernando de Noronha e paisagens dos Lençóis Maranhenses; além de projeções audiovisuais em formato cinema e ambientação com sons do mar, aromas e texturas que remetem ao litoral brasileiro.
 

A programação também destaca rotas turísticas estruturadas, como a Rota dos Ventos (kite e vela), Rota do Mergulho, Rota das Ondas (surf) e Rota da Fé, reforçando produtos prontos para comercialização internacional.


A Galeria inclui ainda degustação de caipirinhas, apresentações culturais como capoeira e manifestações populares para promover o Brasil como experiência completa, combinando natureza, cultura, hospitalidade e sustentabilidade.
 

Protagonismo

O evento antecipa o protagonismo global do Brasil, que sediará a Conferência da Década da Ciência Oceânica da ONU em 2027. Ao ratificar o Tratado Global dos Oceanos, o país se posiciona como líder da Economia Azul.


Com mais de 7 mil quilômetros de litoral e reconhecido como o país mais megadiverso do planeta, na Galeria, isso se traduz em rotas turísticas regenerativas, como a Rota dos Ventos e a Rota da Fé, reforçando a imagem do Brasil como um destino comprometido com o turismo sustentável e regenerativo.
 

Turismo Transforma

Como parte da experiência imersiva da Galeria, a Embratur lança episódio da série audiovisual "Turismo Transforma: A Magia do Oceano", que mergulha nas histórias de brasileiros cujas vidas são moldadas pelo Atlântico, revela como o mar constrói identidades, gera renda, preserva culturas e impulsiona destinos brasileiros. 


Com depoimentos de pescadores, mergulhadores, surfistas, guias e especialistas, as produções percorrem cenários como Salvador e Florianópolis para mostrar que o oceano é sustento, fé, inovação e sustentabilidade. 


Ao unir histórias reais, conservação ambiental e economia azul, os vídeos reforçam o posicionamento do Brasil como destino comprometido com um turismo regenerativo, diverso e transformador.

domingo, 22 de fevereiro de 2026

Compactos, mas valentes: Parque Dream Car de São Roque (SP) inaugura a maior exposição de microcarros do Brasil."O Mundo dos Microcarros - pequenos no tamanho, gigantes na história" conta com 23 modelos, 15 dos quais foram recentemente adquiridos de um museu que fechou na Serra Gaúcha

Fotos Kaique Fortuna
(Divulgação)

O Parque Dream Car de São Roque (SP) inaugura mais uma atração exclusiva para os apaixonados por veículos antigos: a exposição permanente “O Mundo dos Microcarros - pequenos no tamanho, gigantes na história”. São 23 modelos, fabricados entre 1949 e 1991, compondo o maior acervo em exposição pública no Brasil. “Sempre fui um apaixonado por microcarros, pois são belos e eficientes, além de muito simpáticos. Quando surgiu a oportunidade de adquirir os veículos, ficamos muito felizes. Essa nova atração qualifica ainda mais nossa coleção e certamente vai agradar bastante o público, incluindo as crianças”, avalia Marcelo Elias, idealizador do primeiro parque automotivo temático do Brasil. Localizado a apenas 60 km da capital paulista, o Dream Car conta com museu de carros (185 veículos), parque de diversões infantil, kartódromo e shopping (23 lojas e restaurantes).

São considerados microcarros os veículos com até 3 metros de comprimento e motor de, no máximo, 700 cilindradas. Esses modelos tiveram papel fundamental principalmente na Europa do pós-guerra por serem baratos e econômicos, facilitando o deslocamento da população. O Dream Car Museum já possuía em seu acervo 8 modelos, enquanto 15 novos veículos foram adquiridos no início de fevereiro de 2026. As raridades pertenciam ao Cini Microcars Collection, que operou durante três anos (de 2022 a 2024) em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha.

Depois que o imóvel onde funcionava o museu foi transformado em uma vinícola, os carros acabaram guardados por quase dois anos em uma garagem na cidade. “Recentemente, surgiu a oportunidade de integrarem uma coleção mais ampla, do Dream Car, permitindo que um número maior de pessoas possa ter acesso a estas raridades do setor automotivo”, avalia o dono anterior, o empresário César Cini, 61 anos, que em 2025 visitou o Dream Car de São Roque.


Entre os mais raros da nova coleção estão o Crosley Hotshot Convertible ano 1949 (fabricação norte-americana); o Biscuter Voisin 200 R ano 1957 (marca de luxo francesa); o Bond Minicar 250G ano 1963 (carro inglês de 3 rodas), o Velorex 350/16 ano 1966 (fabricado na extinta Tchecoslováquia) e o Subaru 360 ano 1971 (primeiro carro produzido no mundo pela marca japonesa).

Dream Car é um completo centro de lazer para a família

Localizado a apenas 60 km da capital paulista (Estrada do Vinho, 7.901, bairro Canguera), o Parque Dream Car é um completo centro de entretenimento que reúne museu de veículos antigos (180 modelos), shopping (23 lojas e restaurantes), parque de diversões infantil e kartódromo, onde ocorrem apresentações gratuitas de drift todos os finais de semana. 



Quem quiser experimentar doses extras de adrenalina, pode curtir a Carona Radical. Já a Volta dos Sonhos permite dirigir ou andar na carona de quatro supermáquinas: Ferrari, Porsche, Camaro e o 100% elétrico Tesla Cybertruck.

O Museu da F1, composto por 7 tributos de modelos que fizeram história em diferentes épocas da competição, e o espaço Cinecar, formado por com 12 carros de cinema, são duas grandes novidades. Os visitantes ainda têm à disposição os eletropontos para a recarga de veículos elétricos. 

Além disso, o Parque Dream Car inaugurou recentemente o seu Centro de Convenções, que está localizado no terceiro pavimento do prédio principal e comporta 2 mil pessoas. O espaço pode ser locado para festas em geral ou programações corporativas.

As atrações do Parque Dream Car podem ser adquiridas pelo site www.dreamcarmuseu.com.br ou em agências de viagens de todo o Brasil. Informações adicionais: WhatsApp (11) 3090-9147. Siga o Dream Car no Instagram: @dreamcarsaoroque.

sábado, 21 de fevereiro de 2026

BRT Rio inicia testes com ônibus elétrico com tecnologia 100% brasileira feito pela Eletra


 

Rio de Janeiro, fevereiro de 2026 – O sistema de transporte do Rio de Janeiro ganha um reforço sustentável e de fabricação nacional. A Eletra, líder brasileira em eletrificação de transporte público, acaba de preparar uma unidade especial de seu e-Bus para iniciar operações de teste nos coTrredores do BRT carioca. O veículo, produzido em São Bernardo do Campo (SP), reforça o papel da tecnologia brasileira como protagonista na modernização e descarbonização da frota fluminense.
 

"O Rio de Janeiro possui um dos sistemas de BRT mais exigentes do mundo. Estar presente nesta operação com tecnologia 100% brasileira é a prova de que nossa indústria está pronta para liderar a descarbonização das grandes metrópoles com eficiência e orgulho nacional", afirma Milena Braga Romano, presidente da Eletra.

Diferente dos modelos importados, o ônibus da Eletra destaca-se pela customização nacional. Desenvolvido com chassi Mercedes-Benz, carroceria Caio e motores/baterias WEG, o veículo foi projetado para suportar o rigor operacional do Rio.




Eficiência e conforto: O modelo que circulará pela Mobi-Rio possui autonomia de até 300 km, com carregamento rápido de 3 a 4 horas. Para o passageiro, a mudança é nítida: além de zero emissão de poluentes, o veículo é extremamente silencioso e oferece piso baixo para acessibilidade, entradas USB e vidros com proteção UV.
 

Iêda Oliveira, diretora comercial da Eletra, explica a vantagem técnica: "Nosso diferencial no Rio é a customização. Por produzirmos no Brasil, entregamos um veículo perfeitamente calibrado para o clima e a topografia carioca, garantindo autonomia de até 300 km e o suporte técnico imediato que uma operação de alta densidade exige. Podemos ajustar desde a potência do ar-condicionado até o posicionamento das portas para atender exatamente ao que o passageiro carioca precisa".
 

A escolha pela tecnologia brasileira também facilita o acesso a linhas de financiamento como o BNDES, o que torna a transição energética mais viável economicamente para o município. Os testes oficiais no Rio de Janeiro seguem até o dia 30 de abril de 2026, integrando o plano de descarbonização da Secretaria Municipal de Transportes.




Sobre a Eletra

Líder em eletrificação de transportes públicos sobre pneus no Brasil, a Eletra desenvolve e fabrica ônibus elétricos nas versões trólebus, híbrido e 100% elétrico a bateria, além de realizar retrofit de veículos pesados. Com tecnologia totalmente nacional e mais de duas décadas de experiência, a empresa atende prefeituras e operadores em todo o país, fornecendo soluções sustentáveis que combinam redução de emissões, conforto operacional e rentabilidade. A nova fábrica em São Bernardo do Campo tem capacidade para produzir até 2.700 ônibus por ano, reforçando o objetivo de liderar a transição para a mobilidade limpa na América Latina.

O carro novo virou luxo? O que explica o boom dos usados no Brasil. Alta de quase 50% no preço dos veículos novos desloca demanda, fortalece os seminovos e força montadoras a rever estratégia

O mercado automotivo brasileiro atravessa um momento de inflexão estrutural. Em 2025, para cada carro zero quilômetro vendido no país, cerca de sete veículos usados ou seminovos trocaram de mãos. Uma proporção inédita, que reposiciona o papel do 0km dentro da cadeia automotiva e redefine as estratégias de montadoras, concessionárias, plataformas digitais e agentes financeiros.

Segundo dados da Fenauto, o segmento de usados e seminovos registrou mais de 18,5 milhões de transferências em 2025, um recorde histórico. No mesmo período, o mercado de veículos novos somou 2,69 milhões de vendas. A discrepância escancara uma realidade já observada globalmente, mas que no Brasil atingiu um patamar singular. 

“Estamos falando de um volume gigantesco, que move dezenas de milhões de decisões anuais de compra, venda, troca e financiamento”, afirma J. R. Caporal, CEO da Auto Avaliar. Para ele, o mercado de usados deixou de ser complementar e passou a ser o verdadeiro coração da mobilidade individual no país.

Os dados de usados englobam o chamado efeito Renave (Registro Nacional de Veículos em Estoque), que acabou por transformar a venda informal em registro estatístico. “O efeito soma 1,3 milhão de transações, o que corresponde a 35% do crescimento. Mesmo assim, quando fazemos o ajuste, vemos que o mercado de usados aumentou entre 8% e 10% em 2025, o que é um percentual bastante elevado”, afirma. A perspectiva para 2026 é de um incremento de 9%.

Um dos principais vetores dessa transformação é o encarecimento acelerado do veículo zero quilômetro. Em 2021, os modelos de entrada custavam pouco acima de R$ 53 mil. Em janeiro de 2026, o tíquete médio desses mesmos modelos já se aproxima de R$ 80 mil, uma alta entre 46% e 51% em cinco anos, sem considerar o impacto dos juros no financiamento.

“O primeiro degrau do 0km subiu de forma abrupta. O seminovo virou a rota natural de quem busca mobilidade sem transformar o carro em um compromisso financeiro desproporcional”, avalia Caporal. O fenômeno não é exclusivo do Brasil, mas ganha contornos mais agudos em um país de renda média comprimida e crédito ainda caro.

Giro mais rápido e tíquete médio elevado no 0km

Apesar do preço mais alto, o mercado de veículos novos mostrou sinais de eficiência comercial em 2025. O Estudo de Preços de Veículos Zero Km (PVZ), realizado pela MegaDealer com dados da Auto Avaliar, indica que o tíquete médio do 0km chegou a R$ 174.621 em dezembro, considerando todas as categorias.

Ao mesmo tempo, o giro médio de estoque caiu de 36 para 32 dias, sinalizando maior velocidade de vendas nas concessionárias. O levantamento analisou mais de 700 mil operações de venda, oferecendo uma radiografia precisa da dinâmica comercial do setor.

De acordo com Fábio Braga, Country Manager da MegaDealer, dois fatores foram decisivos para esse desempenho: a entrada de novas marcas chinesas, especialmente no segmento de eletrificados, e a redução do IPI, em vigor desde julho de 2025. “A política tributária aumentou a competitividade, sobretudo nos segmentos de entrada, ao mesmo tempo em que novos players pressionaram preços e margens”, explica.

Usados aquecidos, preços recordes e rentabilidade elevada

Se o 0km gira mais rápido, o mercado de usados e seminovos opera em pleno aquecimento. O Estudo de Performance de Veículos Usados (PVU), também da MegaDealer em parceria com a Auto Avaliar, mostra que o tíquete médio dos usados atingiu R$ 90.892 em dezembro, patamar recorde.

O giro de estoque caiu de 39 para 37 dias, enquanto o ROI médio do segmento chegou a 62%, um nível elevado para padrões do varejo automotivo. “O mercado entra em 2026 mais competitivo, profissionalizado e financeiramente atrativo”, destaca Braga.

O 0km como ponta — não como fim da cadeia

Nesse novo desenho, o carro zero quilômetro deixa de ser o centro da estratégia e passa a ser apenas o início do ciclo de vida do veículo. Para Caporal, montadoras que ignoram o valor residual de seus modelos estão abrindo mão do controle sobre o futuro da própria marca.

“Organizar programas de recompra, sustentar preços de seminovos e controlar o valor residual não é opcional. É isso que protege a rede de concessionárias, reduz volatilidade e, no limite, sustenta o preço do carro novo”, afirma. Segundo ele, quando essa gestão é negligenciada, o mercado informal assume esse papel de forma desorganizada e destrutiva para o valor da marca.

Um mercado maior, mais complexo e mais estratégico

Os dados consolidados indicam que o mercado automotivo brasileiro se expandiu e se tornou mais complexo. O volume de transações cresce, o papel do usado se fortalece e a eficiência operacional passa a ser tão relevante quanto o lançamento de novos modelos.

Mais do que vender carros, o setor entra em uma fase em que gestão de dados, controle do ciclo de vida do veículo, políticas de recompra e integração entre novo e usado serão determinantes para a competitividade. “Em um mercado onde sete usados circulam para cada 0km, ignorar essa lógica não é apenas um erro estratégico é abrir mão do próprio futuro”, alerta Caporal.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Ford desenvolve nova geração de veículos elétricos mais eficientes e acessíveis. A bateria representa cerca de 40% do custo total de um veículo elétrico e é o foco central desse desenvolvimento

 

 


Até o início da década de 1970, a tendência da indústria automotiva era oferecer veículos a gasolina com motores maiores e mais potentes, que resultavam em mais peso, mais custo e, quase sempre, menor eficiência de combustível.

Com a crise do petróleo em meados dos anos 70, surgiu um dispositivo inovador capaz de entregar tanto a potência como a eficiência que os clientes exigiam — o turbocompressor. A primeira aplicação do turbo automotivo foi em 1962 nas corridas, mas a tecnologia só chegou ao mercado de massa em 1973, provando que motores menores podiam ter um desempenho muito superior ao seu tamanho.

Um dispositivo que transformava energia desperdiçada em potência, fazendo um motor menor se comportar como um muito maior, parecia desafiar a física. Em 2011, a Ford introduziu sua versão do turbo, o EcoBoost, na picape F-150 nos EUA. Apesar do ceticismo de alguns, a aposta da marca era que a tecnologia redefiniria a indústria.



As vendas dispararam e a indústria seguiu o exemplo. Hoje, quase 75% das picapes F-150 são equipadas com motores turbo e a Ford oferece essa opção em quase todos os seus modelos a gasolina.

“Hoje, a indústria enfrenta um desafio semelhante com os veículos elétricos. E a solução de engenharia para a ‘ansiedade de autonomia’ tem sido, geralmente, aumentar o tamanho da bateria. No entanto, a bateria é o componente mais crucial para a viabilidade financeira, pois representa cerca de 40% do custo do veículo e mais de 25% do seu peso total”, diz Alan Clarke, diretor executivo de Desenvolvimento Avançado de Veículos Elétricos da Ford.

Assim como quando as montadoras simplesmente fabricavam motores maiores, adicionar mais bateria torna o veículo mais pesado, mais caro e cria um desafio de física massivo.

“A nossa grande aposta é a obsessão por extrair mais quilômetros de uma bateria menor e simplificar radicalmente o sistema para reduzir o número de peças, permitindo entregar uma nova família de veículos elétricos acessíveis para clientes de todo o mundo”, continua o executivo.

A proposta é explicada neste vídeo (ative o recurso de legendas com tradução em português).



Caçando “recompensas”

Acessibilidade, para a Ford, não é apenas um slogan de marketing. Para tornar os veículos com essa nova plataforma verdadeiramente acessíveis – começando com uma picape de médio porte –, era preciso caçar as oportunidades de redução de custo.

“Começamos criando uma equipe especial para desenvolver métricas de autonomia, eficiência e desempenho, tendo como prioridades o peso, arrasto aerodinâmico, resistência ao rolamento e, fundamentalmente, o tamanho da bateria. Essa equipe armou cada engenheiro com uma nova maneira de avaliação, que chamamos de recompensas”, explica Alan Clarke.

A equipe de autonomia, eficiência e desempenho definiu as metas para as equipes técnicas. Historicamente, os engenheiros das montadoras tradicionais podem trabalhar isolados em departamentos focados em determinado componente ou sistema. A sua função é aprimorar e reduzir o custo da peça em questão, muitas vezes sem o contexto para entender como isso impacta a experiência do cliente ou o desempenho do veículo.

A equipe de aerodinâmica, por exemplo, sempre quer um teto mais baixo para reduzir o arrasto. A equipe de interior quer um teto mais alto para ampliar o espaço dos ocupantes. Geralmente, esses grupos negociam até encontrar um meio termo, sob a liderança de um departamento encarregado de tomar decisões em nome do cliente.

O sistema de “recompensas” muda a negociação, tornando o custo real de cada item muito mais claro, atrelado à autonomia e ao custo da bateria. Assim, a equipe de aerodinâmica e a equipe de interiores compartilham o mesmo objetivo e ambas entenderam que adicionar apenas 1 mm à altura do teto significaria US$ 1,30 em custo adicional da bateria ou 0,088 km de autonomia.

“Este é apenas um exemplo das inúmeras recompensas em que nossa equipe se concentrou. Quando atingíamos as metas, estabelecíamos outras mais difíceis”, afirma Alan Clarke. “Uma dessas áreas foi o sistema de gerenciamento de energia. O corpo do espelho retrovisor agora é mais de 20% menor que o convencional, o que reduz a massa, o custo e melhora a aerodinâmica, resultando em 2,4 km a mais de autonomia do veículo.”



Gerenciamento de energia inteligente

Uma arquitetura elétrica é o projeto de como a energia e os sinais se movem através de um produto — o que se conecta com quê, como tudo é controlado e funciona de modo confiável. A conversão de energia dentro da plataforma de um veículo elétrico pode representar uma quantidade surpreendente de desperdício enquanto ele é carregado, ou quando se usa a bateria de 400 V para alimentar os dispositivos de baixa tensão em 48 V.

Além disso, partes dessa função frequentemente são confiadas a fornecedores externos, cada um com seus próprios invólucros, fixadores e conectores, o que gera elevação de custos e de peso na plataforma.

“Por isso, em 2023 trouxemos a arquitetura e o design da eletrônica de potência de alta tensão dessa plataforma para dentro de casa. Com a aquisição da Auto Motive Power (AMP), engenheiros talentosos juntaram-se à nossa equipe com experiência em levar ao limite a conversão e o gerenciamento de energia de vários veículos elétricos globais já no mercado”, destaca Clarke.

Assim, os clientes terão pela primeira vez um ecossistema completo de carregamento de veículos elétricos projetado internamente pela Ford, com software próprio. Isso significa que o equipamento, incluindo a capacidade de carregamento bidirecional, vem de uma equipe diretamente integrada à que trabalha na plataforma e demais sistemas do veículo, beneficiando os clientes com menor tempo de carregamento, maior vida útil da bateria e redução do custo total de propriedade.

Além de desenvolver o primeiro sistema de baixa tensão de 48 volts da Ford, esse trabalho trouxe melhorias profundas. E foi fundamental para tornar o chicote elétrico da nova picape elétrica média cerca de 1,2 km mais curto e 10 kg mais leve que os modelos de primeira geração.

Os veículos convencionais possuem mais de 30 unidades de controle eletrônico (ECUs), que são os seus “cérebros”. A nova picape elétrica média da Ford terá apenas cinco módulos principais, reduzindo a fiação.

“Sabemos que haverá céticos, assim como houve quando a Ford introduziu o turbo na F-150”, completa Alan Clarke. “Outras empresas dirão que já tentaram isso antes. Mas a física não é proprietária. Estamos criando uma plataforma de veículo elétrico verdadeiramente integrada, não uma única peça que possa ser facilmente copiada. Se tudo der certo, teremos uma família de veículos que vai competir em preço com os melhores do mundo, incluindo veículos a gasolina. Ainda há muito a fazer, mas estamos progredindo e esperamos compartilhar mais novidades em breve.”

Humorista brasileiro Matheus Ceará apresenta novo espectáculo no Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa




Em noite de stand-up comedy, Matheus Ceará actua no dia 12 de maio, pelas 21 horas, no Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa. No âmbito da celebração dos seus 28 anos de carreira, o humorista brasileiro apresenta um novo espectáculo, a solo, conciliando uma mistura perfeita entre o novo e o nostálgico. 


O espectáculo é uma celebração do seu percurso artístico que passa pelos palcos, pelos 18 anos de televisão, entre festivais de piadas, quadros e programas humorísticos de grande relevância, assim como pelos seus conteúdos na internet, que o tornaram num dos principais nomes do humor no Brasil.  




Estarão em destaque piadas inéditas e comentários hilariantes sobre diversos acontecimentos do quotidiano. Matheus Ceará convida, ainda, o público a revisitar as piadas clássicas que moldaram o seu estilo e conquistaram o Brasil. 


Com um expressivo êxito registado na internet, “Vocês Pedem, Eu Conto”, onde a plateia participa escolhendo activamente os temas das piadas, será outro dos pontos altos da noite. 


E, antes de mais nada, Matheus Ceará deixa um recado: “Desculpa eu ter vindo!” 


O Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa recebe, no dia 12 de maio, pelas 21 horas, Vidura Bandara Rajapaksa. M/16. Preço: de 20€ a 30€.


As reservas podem ser efectuadas: 

https://www.ticketline.pt/evento/matheus-ceara-desculpa-eu-ter-vindo-101207


O Casino Lisboa abre às 15h00 e encerra às 3h. O acesso é livre, sendo que a partir das 22 horas, é para maiores de 14 anos, e maiores de 10 anos acompanhados pelos pais. Nas áreas de Jogo é para maiores de 18 anos. 




Coluna Fernando Calmon

Coluna Fernando Calmon


Nº 1.389 — 20/2/2026


 Governo chinês quer impedir

concorrência desleal. Para valer?




O governo de partido único da China ordenou que as dezenas de fabricantes locais parem de oferecer descontos cada vez maiores para conquistar mais compradores. E anunciou medidas drásticas e obrigatórias: não pode vender no atacado por preço inferior ao custo, as concessionárias não receberão pressões para baixar preços e criação de plataforma on line para vigiar as tentativas de fraudes.

Entretanto, não se preocupou nem um pouco em vigiar as exportações de veículos com preços inferiores aos de custo, na medida em que seu mercado interno tende a crescer um pouco menos. Até financiou a perder de vista a construção de navios ro-ro de última geração para “facilitar” exportações. Operação conhecida como dumping (concorrência desleal). Outros países que façam suas próprias regras para se defender.

Um fato começa a incomodar o governo central chinês. Sua economia caminha para perder parte da exuberância de mais de 20 anos com enorme crescimento econômico. Tornou-se, de longe, o maior mercado de veículos do mundo. Todavia, a Energy News Beat, plataforma de notícias e análises focada no setor energético, disparou:

“O mercado de veículos elétricos da China, embora dominante em nível global, está perto da crise devido a ineficiências internas e barreiras externas. Para revitalizar o setor, talvez precise implementar redução gradual de subsídios e que forças de mercado impulsionem a consolidação, atuando como “desfibrilador” para reanimar o coração da indústria. Sem isso, pode arrastar indústrias correlatas e prejudicar as ambições ecológicas da China, mesmo enquanto o país continua a moldar o cenário automobilístico global.”

Este posicionamento contém certo grau de exagero. A filial chinesa da Automotive News seguiu uma linha não radical em post da semana passada: “Por que a imparável indústria automobilística chinesa está repentinamente perdendo força em seu próprio país?”

Também equilibrada, a análise da consultoria econômica S&P Global:

“Prevê-se que as vendas de veículos na China diminuam cerca de 267.000 unidades em 2026, pelo fim dos incentivos de 2025 e menor crescimento econômico. Rumo à eletrificação agora é mais complexo. Veículos híbridos e híbridos plugáveis são vistos como fundamentais ao lado dos elétricos a bateria.”


Yaris Cross Hybrid flex: impressões iniciais


Primeiro e único híbrido pleno flex entre modelos compactos, o SUV de entrada da Toyota apresenta como ponto forte indiscutível o baixo consumo de combustível conforme o Inmetro: 17,9 km/l (cidade) e 15,3 km/l (estrada) com gasolina; 13,2 km/l e 10,7 km/l, com etanol. Porém, em contato inicial no autódromo Capuava em Indaiatuba (SP), enfoquei no comportamento geral que mostrou bom equilíbrio em curvas, frenagens seguras e respostas aceitáveis ao acelerador.

Com potência combinada de apenas 111 cv o desempenho não é o ponto alto, mas classificá-lo de carro lento seria exagero. Afinal, o motor elétrico de 80 cv e 14,4 kgf·m traz boa e indispensável ajuda. De 0 a 100 km/h estimo ficar em razoáveis 12 s em reta plana (muito curta neste autódromo para conferir), mas com certeza superado por outros SUVs com motor turbo. 

Acelerar a fundo traz um desagradável alto nível de ruído e vibração, contudo em rotações médias incomoda bem menos. Foi possível estacionar em vaga demarcada por cones e neste caso a câmera de ré ajudou bastante. Tanque de apenas 36 L ainda permite alcance estimado com gasolina de 644 km (cidade) e 551 km (estrada).

Espaço interno é bom para um SUV compacto, inclusive para pernas de quem viaja no banco traseiro, além de bons materiais de acabamento. Surpreende o fato de dispor de teto solar panorâmico, todavia sem oferecer regulagem elétrica do banco do motorista.


Robôs poderão montar veículos a custos menores


Especialistas do setor preveem que a primeira "fábrica escura" — instalação onde 100% da montagem é feita por robôs, sem intervenção humana — será inaugurada na China ou nos EUA até 2030. Fábrica escura não é força de expressão: significa sem nenhuma iluminação mesmo. Um marco de enorme mudança na montagem de veículos. Essas unidades fabris usarão I.A. e robótica muito avançada a fim de reduzir de modo significativo os custos e prazos de produção.

A Tesla (em Xangai) e várias chinesas já utilizam automação em larga escala. Estas unidades fabris apresentam presença humana bastante baixa. Porém, espera-se que a fabricação totalmente automatizada só será realidade consolidada daqui a quatro anos.

Essas fábricas reduzem de forma drástica a necessidade de pessoal (para até 1/7 da força de trabalho atual), com as funções humanas restantes concentradas em manutenção, introdução de dados e supervisão de engenharia. Mas há também sérios desafios. Os principais incluem o alto custo de implementação e a necessidade de reprojetar os veículos para este tipo avançado de montagem.

Pergunta indispensável: e se robôs suprimirem empregos demais? Muitas colocações serão perdidas devido a avanços tecnológicos, mas os otimistas (nos quais me incluo) preveem que novas ocupações deverão surgir. Pode haver menos pessoas separando itens em um armazém, por exemplo, porque robôs fazem isso melhor do que os humanos. Mas outras atividades ganharão força a exemplo de analistas de big data, mineradores de informações e gerenciadores de redes de compartilhamento de dados.


HR-V Touring: desempenho é ponto forte


Desde seu lançamento em 2015, o SUV compacto da Honda manteve uma trajetória média no mercado e chegou a liderar o segmento. Em 2024 foi o sétimo mais vendido. No ano passado, subiu para a terceira posição com uma diferença de apenas 373 unidades para o Tracker. O estilo mudou bem pouco no ano-modelo 2026. Na versão Touring de topo a grade dianteira cresceu um pouco, mas pintada de preto quase não se percebe o estilo colmeia. Chamam atenção as setas sequenciais acima dos faróis, as novas rodas de 18 pol. e as duas saídas de escapamento.

Dimensões (mm): comprimento, 4.385; entre-eixos, 2.610; largura, 1.790; altura, 1.590. Volumes (L): porta-malas, 354; tanque, 50. Massa: 1.408 kg. Motor 4-cilindros turbo 1,5 L flex entrega os mesmos números com gasolina ou etanol e isso foge aos padrões: 177 cv; 24,5 kgf·m. Consumo (km/L/Inmetro): cidade, 11,5 (G); 8,1 (E); estrada, 12,9 (G); 9,1 (E). Tem bom alcance mesmo com volume do tanque nem tão generoso (km): cidade, 455 (G) e 405 (E); estrada, 645 (G) e 575 (E). Câmbio automático CVT, sete marchas.

No interior, destacam-se o assoalho traseiro plano e seu tradicional assento rebatível (Magic Seat) para transportar volumes altos que não caberiam no porta-malas, cuja tampa tem fechamento automático (basta se afastar de posse da chave). Tela multimídia de 7 pol. pequena para os padrões atuais. Há espelhamento sem fio para Android Auto e Apple CarPlay, enquanto recarga do celular pode ser por indução e portas USB-C dianteira e traseira.

O SUV tem comportamento dinâmico muito bom e respostas imediatas ao acelerador, em especial no modo Sport, que se soma às opções Normal e Eco (esta sem deixá-lo lerdo demais). Vai bem em curvas apesar das limitações de distância livre do solo e centro de gravidade elevado. Fora do asfalto há limites em razão da tração apenas 4x2 como a grande maioria desse tipo de veículo.

Em uso urbano o sistema auto-hold (freio de estacionamento de atuação automática) funciona com leve pressão adicional no pedal de freio e liberado a um toque no acelerador. Outra função interessante é a câmera no espelho retrovisor direito acionada por botão na extremidade do comando de seta. Exige um período curto de adaptação, contudo trata-se de recurso bastante útil.

Preço: R$ 214.000.


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