Pesquisar este Blog do Arnaldo Moreira

terça-feira, 12 de maio de 2026

Fiat por Assinatura agora pode ser contratado via cartão de crédito. Marca oferece opções de planos com 12, 18, 24 ou 36 meses. Entre os destaques está o Fiat Pulse Drive 1.3 CVT, que pode ser contratado a partir de R$ 2.399 por mês


Lançado em setembro do ano passado, o Fiat por Assinatura, programa de mobilidade da Fiat que vem transformando o acesso ao carro zero quilômetro no Brasil e reforçando o compromisso da marca com soluções cada vez mais modernas, flexíveis e alinhadas ao comportamento do consumidor, ganhou uma novidade. 

Agora, a contratação pode ser feita via cartão de crédito, ampliando a praticidade e a conveniência para o cliente, permitindo contratar e gerenciar a assinatura de forma simples, integrada ao dia a dia e totalmente digital. 

O programa oferece planos de 12, 18, 24 ou 36 meses, além de diferentes opções de quilometragem, garantindo liberdade de escolha de acordo com o perfil e a rotina de uso de cada cliente. Entre os destaques desta nova fase está o Fiat Pulse Drive 1.3 CVT, disponível a partir de R$ 2.399 por mês, posicionando-se como uma das ofertas mais competitivas do segmento. 

Além do Pulse, o programa oferece modelos que atendem aos mais variados tipos de demanda, como os hatchs como Mobi Like, Argo Drive 1.0, assim como as picapes Strada Endurance e Freedom cabine dupla e Toro Freedom, e o SUV Coupé Fastback.  

Disponível em todo o Brasil, o Fiat por Assinatura reforça o compromisso da marca em oferecer soluções modernas de mobilidade, alinhadas ao novo comportamento do consumidor. Mais informações em:www.fiatporassinatura.com.br.

segunda-feira, 11 de maio de 2026

Motoristas ganham até 60% mais por hora nas capitais


A promessa de flexibilidade e autonomia no trabalho por aplicativos costuma vir acompanhada de uma ideia implícita de uniformidade: dirigir mais significaria ganhar mais, independentemente de onde se está. Na prática, porém, a geografia tem pesado, e muito, no resultado financeiro dos motoristas.

 

Segundo levantamento do GigU, na Região Metropolitana de São Paulo um motorista de aplicativo registra lucro médio de R$ 15,57 por hora, com margem líquida de 43,6%. 


A mesma atividade, exercida no noroeste do estado, em cidades como Barretos, São José do Rio Preto e Votuporanga, rende R$ 10,11 por hora, com margem de 33%. 


A diferença de R$ 5,46 por hora, acumulada ao longo de uma jornada mensal de 200 horas, representa mais de R$ 1 mil a menos no bolso. Em um ano, o impacto ultrapassa R$ 13 mil.

 

O padrão se repete em outros estados e, em alguns casos, com intensidade ainda maior. Em Minas Gerais, motoristas na Região Metropolitana de Belo Horizonte alcançam R$ 16,05 por hora, enquanto no Triângulo Mineiro o rendimento cai para R$ 9,36, uma diferença de R$ 6,69 por hora e 11 pontos percentuais de margem.


No Rio de Janeiro, a renda média na capital chega a R$ 18,49 por hora, contra R$ 12,24 em regiões como Angra dos Reis e Volta Redonda. Na Bahia, Salvador registra R$ 14,74 por hora, enquanto áreas como Eunápolis e Porto Seguro ficam em R$ 8,88.

 

O cenário que emerge é o de um mercado fragmentado, em que o CEP do motorista passa a ser determinante para a rentabilidade. Em nove estados com múltiplas regiões analisadas, as diferenças de ganho por hora são consistentes, indicando que não se trata de distorções pontuais, mas de uma característica estrutural do modelo.

 

Parte dessa disparidade está ligada à dinâmica de demanda, explica Luiz Gustavo NevesCEO e co-fundador da plataforma. “Capitais e regiões metropolitanas concentram maior volume de corridas, maior incidência de tarifas dinâmicas e presença mais forte de categorias premium, como Comfort e Black, que elevam o tíquete médio. Além disso, a densidade urbana reduz o tempo ocioso entre chamadas, permitindo um maior número de viagens por hora”, afirma.

 

No interior, o cenário é mais ambíguo. Em geral, o menor volume de corridas e a menor presença de categorias de maior valor pressionam a receita. Por outro lado, custos operacionais tendem a ser mais baixos, já que combustível, manutenção e deslocamentos pesam menos, o que ajuda a sustentar a atividade, ainda que com margens inferiores.

 

Essa relação, no entanto, não é linear. Em Pernambuco, por exemplo, motoristas fora da Região Metropolitana do Recife apresentam desempenho ligeiramente superior ao da capital: R$ 10,02 por hora, contra R$ 9,41. 


No Ceará, a diferença entre Fortaleza e o interior é reduzida, e a margem fora da capital chega a ser maior. São exceções que sugerem que o equilíbrio entre demanda e custo pode, em alguns contextos, favorecer cidades menores.

 

O caso do Paraná ilustra outra nuance. Londrina registra R$ 16,05 por hora, superando Curitiba, que fica em R$ 15,65, ainda que por margem estreita. Já regiões como Cascavel e Foz do Iguaçu operam em patamares significativamente inferiores, próximas de R$ 11 por hora.

 

Mais do que uma simples comparação regional, o que se observa é uma mudança na leitura sobre o trabalho por aplicativos. A localização deixa de ser apenas pano de fundo e passa a atuar como variável central na equação de renda. Ainda assim, não é o único fator determinante. 


Estratégias operacionais, como escolha de combustível, tipo de veículo e categoria, seguem capazes de alterar significativamente o resultado financeiro, em alguns casos com impacto maior do que o próprio território.

Aproximação estratégica - Isenção de vistos impulsiona promoção internacional do Brasil na China. No ano Cultural Brasil-China, Embratur intensifica ações com presença em feiras de negócios, campanhas comerciais e imersões com operadores asiáticos


O crescimento se deve a uma série de ações e campanhas de soft power brasileiras para atrair o mercado Chinês (Foto: Divulgação)

 

11/5/2026 – A partir desta segunda-feira (11), visitantes chineses não precisam mais de visto para entrar no Brasil em estadias de até 30 dias. A medida anunciada pelo Governo Federal fortalece as relações entre os países e impulsiona a estratégia da Embratur para ampliar a participação no mercado asiático. 


A mudança acontece num momento em que há crescente interesse do público chinês pelo nosso país. Somente neste ano, o volume de buscas por informações de viagens ao Brasil cresceu 130% entre os chineses. É o maior índice de crescimento entre os mercados internacionais monitorados.

 

O crescimento se deve a uma série de ações e campanhas de soft power brasileiras para atrair o mercado Chinês durante todo o ano passado, quando a Embratur retornou ao mercado chinês com um estande brasileiro na ITB China, uma das principais feiras de turismo do gigante asiático. 


Os trabalhos incluíram uma press trip com sete comunicadores chineses por São Paulo (SP), Foz do Iguaçu (PR) e Rio de Janeiro (RJ) (projeto Connecting Cultures: Brasil–China 2025), parcerias com a imprensa do país asiático e memorando de entendimentos com o trade da China.

 

O Brasil também fortaleceu sua presença no mercado da China por meio parcerias que conectam a Embratur a empresas estratégicas do setor de turismo para otimizar a promoção do Brasil na China, com foco em comunicação digital, intercâmbio cultural e apoio à comercialização internacional. 


E ainda durante a feira, a Agência firmou parcerias com um conglomerado multinacional chinês de tecnologia de viagens, e com empresas especializadas em comunicação, marketing e promoção turística..

 

A reciprocidade na isenção de vistos reforça uma agenda de promoção internacional construída de forma contínua para ampliar a presença do Brasil junto ao público chinês. 


A Embratur atua com inteligência de dados, ações comerciais, eventos estratégicos e relacionamento com operadores, plataformas digitais, companhias aéreas, comunicadores e parceiros institucionais. A proposta é qualificar a oferta brasileira e aproximá-la das expectativas desse público.

 

“O governo brasileiro vem conduzindo o fortalecimento da relação entre Brasil e China com visão estratégica e perspectiva de longo prazo. O turismo tem papel central nessa aproximação, abrindo muitas oportunidades. Não por acaso, em 2025, o Brasil recebeu mais de 100 mil turistas chineses, alta de 35,5% em relação ao ano anterior. No primeiro trimestre de 2026, a expansão já é de 30,6%, com 26 mil desembarques. No mesmo intervalo, o fluxo de visitantes asiáticos avançou 12,44%, consolidando o melhor primeiro trimestre já registrado para o continente”, afirma o presidente da Embratur, Bruno Reis.

 

“Estamos trabalhando para ampliar a presença brasileira no mercado chinês, fortalecer parcerias estratégicas e apresentar aos viajantes uma oferta diversa, sustentável e conectada aos novos desejos de consumo turístico. Atuamos diretamente nessa agenda para a isenção de visto, pois essa medida aumenta nossa capacidade de transformar o interesse crescente pelo país em viagens, negócios e desenvolvimento para os destinos brasileiros. É um grande ganho para o turismo e para o Brasil”, completa Reis.

 

Presença no mercado chinês

O amplo plano de promoção estruturado pela Embratur para 2026 contempla a expansão de possibilidades trazida pela isenção de vistos. Entre os principais palcos desse encontro está a ITB China. 


Em 2025 o Brasil voltou a participar da feira, após um hiato de 6 anos e a edição deste ano, com presença brasileira confirmada, acontece no final de maio, em Xangai. Empresas e destinos brasileiros serão apresentados aos agentes asiáticos com incentivo à geração de negócios.

 

O pacote de ações comerciais inclui ainda uma nova campanha publicitária e o reforço da plataforma Brasil Travel Specialist, ferramenta de aperfeiçoamento online para agentes e operadores internacionais ampliarem as vendas de experiências brasileiras para os turistas chineses. Atualmente, na China, são 775 profissionais inscritos no programa e 536 oficialmente certificados como "Especialista em Brasil"

 

Além de levar o Brasil à China, a Embratur promove ações para que o trade chinês conheça os destinos brasileiros de perto. Em parceria com o Sebrae Nacional, uma famtour trará profissionais asiáticos ao país em meados de junho. 

O roteiro foi desenhado para mostrar um Brasil diversificado, em que os convidados passarão pelo Rio de Janeiro (RJ), São Luís e Lençóis Maranhenses (MA), além de Manaus e Novo Airão (AM). É uma forma direta de conectar os vendedores chineses com experiências reais de natureza, cultura, sustentabilidade e gastronomia.
 

A estratégia avança fortemente para o ambiente digital, buscando o turista chinês exatamente onde ele planeja suas viagens. Para garantir que a comunicação seja adaptada ao idioma e aos hábitos de consumo do país, as ações serão conduzidas com o apoio da Dragon Trail, consultoria especializada no mercado online da China. 


Esse trabalho de imersão inclui o desenvolvimento do site Visit Brasil com um domínio local (.cn) e a produção de conteúdo nas principais redes sociais do país, como WeChat, Douyin, Xiaohongshu e Weibo.

 

Embratur também impulsiona a presença brasileira na mídia chinesa com um núcleo de relações públicas no país, trabalho que já garantiu quase 400 publicações em veículos de imprensa do país.

 

Ano Cultural Brasil-China

A agenda de 2026 também se conecta ao Ano Cultural Brasil-China, que projeta para uma nova etapa a parceria entre os dois países, no ano em que celebram 52 anos de relações diplomáticas. Ao lado das trocas econômicas e da cooperação institucional, a iniciativa amplia o conhecimento mútuo entre as duas sociedades e apresenta ao público chinês um Brasil plural, sofisticado, criativo e contemporâneo.
 

Nesse contexto, o turismo ocupa lugar de destaque. Para o viajante chinês, o país se apresenta como um destino de muitas camadas, capaz de transformar paisagens, cultura, gastronomia e hospitalidade em experiências memoráveis. Ao converter curiosidade em presença e afinidade em viagem, o setor se consolida como uma das formas mais potentes de projeção internacional do Brasil.

Rampage cresce 12,6% nas vendas no primeiro quadrimestre de 2026




Ao final do primeiro quadrimestre de 2026, a Rampage continua impulsionando o crescimento da Ram no mercado nacional. A primeira picape da marca desenvolvida e produzida fora da América do Norte teve 8.158 unidades vendidas de janeiro até o último dia de abril de 2026, superando o resultado do mesmo período do ano anterior em 12,6%.

O desempenho da Rampage no primeiro quadrimestre deste ano contribuiu para os números totais da Ram serem superiores ao mesmo período de 2025 em quase 5%, reforçando novamente o sucesso do modelo. 



A picape, que soma 27 prêmios na imprensa especializada desde o lançamento, mantém-se na segunda posição das mais vendidas no ano até o momento no segmento de picapes intermediárias.

Recentemente, o modelo teve a linha 2027 anunciada sendo sua principal novidade a introdução do motor 2.0 Hurricane 4 Turbo Flex nas versões Laramie e R/T. Além de mais opções na hora de abastecer, o propulsor atualizado é o mais potente da categoria, com 272 cv de potência e 400 Nm (40,8 kgfm) de torque, independentemente de ser alimentado por gasolina ou por etanol.



Agrishow: nova Ram Dakota é destaque na 31ª edição da feira

A Ram, como de costume, participou da Agrishow, maior feira agro da América Latina, e teve um dos estandes mais concorridos da 31ª edição, realizada entre os dias 27 de abril e 1º de maio em Ribeirão Preto, no interior do estado de São Paulo. 

A principal novidade foi a aparição da Dakota Laramie Night Edition, nova versão da picape média que promove a introdução do acabamento black piano que já é um sucesso em modelos como Rampage, 1500 e 3500.



Nesta versão, os cromados na grade dianteira, capa do espelho retrovisor e maçaneta da tampa traseira Laramie são substituídos por preto brilhante, acabamento que também é aplicado na moldura dos faróis de neblina de LED. Já os badges cromados passam a ser na cor Granite Crystal, assim como as rodas de liga leve de 18 polegadas e o anteparo inferior do para-choque dianteiro. 

Por dentro, os bancos revestidos em couro legítimo são pretos, que combinam com as colunas e revestimento de teto também negros. Outra novidade apresentada com a versão Laramie Night Edition é a nova cor do modelo, a Azul Tempest, perolizada, que também pode equipar a Laramie convencional.



Além da nova versão da Dakota, outro modelo exibido no espaço exclusivo da Ram na Agrishow que atraiu muitos olhares foi a 3500 Limited Longhorn Mega Cab Dually, versão da picape que possui cabine dupla ampliada, que permite reclinar os encostos dos bancos traseiros e oferece espaço interno para guardar malas. 

Maior do que uma 3500, devido à medida do entre-eixos e comprimento total, a picape é ainda mais capaz, graças ao rodado traseiro duplo que permite carregar 2,4 toneladas e rebocar quase 15 toneladas.



Durante os cinco dias de Agrishow, foram realizados cerca de 650 test-drives com as unidades de Rampage, Dakota e 3500 disponíveis para teste na pista off-road que colocou à prova toda a força, capacidade, luxo e tecnologia das picapes da marca.

Test-drive: Boreal versão Iconic, o bonito Renault, eleito Carro do Ano 2026, oferece o que há de mais moderno em tecnologia, junto com conforto, segurança, dirigibilidade, bom acabamento interno e confiabilidade, é o maior e de mais capacidade de porta-malas da categoria




Texto e fotos: Arnaldo Moreira

O Renault Boreal, eleito Carro do Ano 2026, foi, sem dúvida, um dos mais interessantes carros que testei nos últimos tempos. O design diferenciado, robusto que lhe confere um lugar entre os carros mais modernos e ousados, com uma alta dose de tecnologia que o torna seguro e lhe confere um excelente nível de dirigibilidade. Sugiro que o leitor faça um test-drive.






A Renault explica que a escolha do nome tem a ver com a beleza e a luminosidade intensa da aurora boreal significando grandes espaços, aventura ao ar livre e força dos elementos, o que reforça o apelo de um SUV imponente e tecnológico.

Foto ao lado: Aurora Boreal vista da ilha da Senja, na Noruega @andregbonotto/Instagram/Reprodução 



O Boreal vem um propulsor 1.3 turbo, que lhe confere uma boa aceleração e boas retomadas, o que contribui para ultrapassagens mais seguras graças aos 163 cv e torque de 27,54 kgfm, junto com a caixa de câmbio automático de dupla embreagem de seis velocidades. A relação peso/potência é de 9,21 kg/cv com gasolina e de 8,82 kg/cv com etanol do Boreal. A aceleração de 0 a 100 km/h é de 9,5 segundos (Etanol). Já a velocidade máxima é de 185 km/h e consumo, de acordo com o Inmetro, de 11,2 km/l na cidade e 13,6 km/l na estrada com gasolina.

A troca de marchas sem absolutamente nenhum deley (atraso) pode ser realizada também nas aletas atrás do volante indicadas com os sinais à esquerda de -, redução, e à direita +, aumento da marcha.


O banco do passageiro, igualmente em couro, também é elétrico

O interior chama a atenção logo na primeira olhada. O acabamento é cuidado  deixando claro a intenção da Renault de impor qualidade premium ao Boreal colocando-o no patamar de alguns concorrentes mais caros. 

A Renault investiu em materiais da forração das laterais e dos bancos de couro vistosos e de qualidade, ao mesmo tempo macios, e no moderno design do painel. 



Além de uma requintada iluminação ambiente com 48 cores lighting, inspirada na aurora boreal, podendo escolher entre um clima mais sutil ou mais vibrante.


O carro oferece cinco modos de condução: Eco, Confort, Sport, Perso e modo Smart, que modificam a atuação da direção, do motor e da transmissão. Além de freio elétrico e o moderno joystick para seleção de marchas eletrônica, em inglês, shift-by-wire.

Além do carregador de celular por indução o painel ainda orecece duas entrada USB

O Boreal conta ainda com carregador de celular por indução, ar digital duplo, freio de estacionamento elétrico, seis air bags (2 frontais, 2 laterais e 2 de cortina), é equipado com controle de estabilidade (ESC), assistente de partida em rampa, alerta de ponto cego e frenagem automática de emergência, segurança ativa e conforto ao volante, com até 24 sistemas de assistência ao motorista (ADAS), a proposta mais completa do segmento C-SUV.


Renault Boreal mede 4,56 m de comprimento (10 centímetros maior que o Corolla Cross e 16 cm maior que o Compass).


O 1,82 m de largura e 1,65 m de altura mostram a robustez do Boreal.


Que tem uma distância do solo de 21,3 cm (mais 6 cm em relação a esses dois rivais) e 24,3 cm de espaço para as pernas, mostra a preocupação da Renault com a comodidade dos passageiros e coloca o Boreal como um dos SUVs mais espaçoso da categoria.


E o grande plus do Iconic, o banco do motorista com massagem incorporada com três três programas de massagem diferentes, ajustáveis pela central multimídia ou por botões laterais e com memória. 


Não há o que reclamar do espaço para bagagem no Boreal faltando apenas 14 l para aconchegar 600 l, exatamente 586 l,  contra os 440 l do Corolla Cross e os 410 l do Compass. Mas o porta-malas - que possui uma tomada de 12 V - estende-se até os 1.770 l, com os encostos (2/3 e 1/3) rebatidos. A tampa do porta-malas é elétrica, basta passar o pé em baixo para abri-la e acionar um botão para fechá-la. 


O Boreal é nitidamente um carro robusto, a frente larga, linha futurista, elegante e faróis e lanternas em LED, grade com desenho oblíquo, encimada com o agora maior símbolo da Renault.


As belas rodas de alumínio  de 19", as maçanetas embutidas nas portas completam as linhas elegantes da ampla lateral decorada com vincos simétricos, harmoniosos sobre as caixas das rodas e o vinco longo inferior ligando-as.


Na versão Iconic, top de linha, o teto é pintado de preto.


A traseira é poderosa, larga, ampla, alta, com os refletores, bem em baixo separados pela chapa decorada nas pontas em forma de flecha. Na linha logo abaixo do vidro, as réguas de luz em LED de freio, marcha a ré e pisca-pisca seguem as linhas modernas que hoje decoram a maioria dos SUVs.

O Boreal é oferecido em três versões, a Evolution, a Techno e a Iconic, testada pelo Blog, cujos preços são os seguintes:

Evolution - a partir de R$ 179.990

Techno - a partir de R$ 199.990
 
Iconic - a partir de R$ 214.990







domingo, 10 de maio de 2026

Produção cresce 2,4% em abril e acumula alta de 5% no ano. Média diária de 12,4 mil unidades emplacadas é a maior do ano e melhor para abril desde 2014. Exportações, em contrapartida, estão 17% mais baixas que em 2025

  



8 de maio de 2026 – Com dois dias úteis a menos, abril não repetiu os bons números de março, mas foi um mês com indicadores positivos na comparação com o mesmo período do ano passado, o que mostra um mercado em recuperação contínua de volumes. O ponto de atenção no balanço mensal da Anfavea é que o volume de emplacamento de importados continua em alta, mesmo após a chegada de novos fabricantes ao país.


A produção de autoveículos foi de 225,8 mil unidades, alta de 2,4% sobre abril de 2025. No quadrimestre, o volume de 872,6 mil é 4,9% superior ao do mesmo período do ano passado. As exportações em queda impediram um melhor ritmo dos fabricantes nacionais.


No acumulado, as 142,4 mil unidades enviadas ao exterior significam um recuo de 16,9%. Embora os embarques de 43,2 mil em abril tenham sido 8,2% maiores que em março, houve queda de 11,7% em relação a abril de 2025. No ano passado o mercado argentino absorveu um volume surpreendente de produtos brasileiros, mas isso não vem se repetindo neste quadrimestre.


Em relação ao mercado interno, há motivos para celebração, mas com ressalvas. O volume total deste ano chegou a 873,5 mil autoveículos, com significativo aumento de 14,9% sobre os quatro primeiros meses do ano anterior. Só no mês passado foram 248,3 mil unidades, alta de 19% sobre abril/25.


Porém, a estratificação desse aumento mostra alguns sinais de alerta, como a alta de 12% nas vendas de produtos importados – 168,1 mil em quatro meses. “Esperava-se uma substituição da importação pela produção local à medida em que novos fabricantes começassem a atuar em território nacional, mas por enquanto isso ainda não ocorreu”, afirmou Igor Calvet, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores.


Os veículos eletrificados registraram recorde de participação em abril, com 18,3% de todos os emplacamentos, sendo 40% de origem nacional. Chama a atenção a curva ascendente de vendas de modelos 100% elétricos nos últimos quatro meses. No último mês foram 17,5 mil unidades, superando os 13,2 mil híbridos plug-in e os 12,7 mil híbridos sem tomada de carregamento.

 

Move Brasil 2 dá novo alento ao setor de pesados

O encerramento da primeira fase do Move Brasil foi celebrado pela agilidade na distribuição dos recursos que facilitaram o crédito para aquisição de caminhões novos e seminovos – com juros ainda menores para quem entregou modelos antigos para reciclagem. O programa teve o mérito de reduzir a queda de vendas, que estava na casa de 31,5% em janeiro, para 17,2% no quadrimestre.


“Esperamos eliminar esse gap e voltar aos volumes normais de emplacamento com o Move Brasil 2, que vai disponibilizar R$ 21,2 bilhões para financiamento de caminhões, sobretudo para autônomos, e para aquisição de ônibus e implementos rodoviários mais modernos”, explicou Igor Calvet.

sábado, 9 de maio de 2026

Coluna Fernando Calmon



Coluna Fernando Calmon


Nº 1.400 — 9/5/2026




Anfavea comemora 70 anos

e aposta em avanço contínuo




Uma programação intensa em Brasília (DF) que começou com sessão solene no plenário do Senado Federal, terminou em evento no Teatro Nacional e marcou as sete décadas de fundação da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores. A entidade é formada por 27 empresas fabricantes de automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, além de máquinas autopropulsadas agrícolas e rodoviárias. Trata-se de atividade manufatureira de grande peso (cerca de 20% do Produto Interno Industrial), representada por 53 fábricas pelo País em nove estados e 38 municípios. 

A indústria automobilística brasileira responde por 1,3 milhão de empregos (cerca de 110.000 nos fabricantes), além de produtores de autopeças (270.000), de concessionárias (300.000) e outros setores. Milhares de pessoas dependem direta ou indiretamente da indústria automobilística. Desde uma rede pulverizada de fornecedores de todos os níveis, inclusive acessórios, serviços, logística e até frentistas nos postos de combustível.

Igor Calvet, presidente da Anfavea, ressaltou: “Setenta anos depois da criação da Anfavea, seguimos movidos pela mesma ideia que nos trouxe até aqui: acreditar no Brasil. Nos próximos meses terei a honra e a responsabilidade de anunciar, a marca de 100 milhões de veículos produzidos em solo brasileiro. Um marco que dá a dimensão do legado que construímos e da missão que renovamos a cada novo ciclo de investimentos”.

O total a ser desembolsado até 2032 deve superar R$ 100 bilhões, estimativa que inclui fabricantes chineses não filiados à entidade. Se estes vão se associar algum dia à Anfavea, ainda se desconhece. Contudo, a maior marca da China, acaba de solicitar entrada na Associação dos Fabricantes Europeus de Automóvel (Acea, em francês). Esta se limitou a informar que estuda o assunto.


Abril: bons resultados apesar do calendário curto


Quem olha apenas a superfície dos números de abril pode ter a falsa impressão de que o mercado de veículos leves perdeu fôlego. O total de 236.712 emplacamentos representa um recuo de 8,2% frente a março. No entanto, abril teve apenas 20 dias úteis, dois a menos que o mês anterior. Quando o foco é a média diária, o cenário muda: foram 11.836 unidades/dia, um recorde para o ano e o melhor desempenho desde o final de 2024.

Para Milad Kalume Neto, da K.Lume Consultoria, se abril tivesse os mesmos dias úteis de março, o resultado superaria qualquer expectativa. Na comparação interanual houve um salto relevante de 20% sobre abril de 2025. Quanto ao acumulado do primeiro quadrimestre, a alta de 16,4% para 832.000 unidades já coloca 2026 acima dos níveis pré-pandemia de 2019, o que consolida uma recuperação consistente.

Fenômeno que merece atenção é a "invasão" chinesa, que não dá sinais de trégua. De acordo com a consultoria Bright, as 40.927 unidades vendidas em abril, significaram 17,3% de participação de mercado, ante 14,7% em março. O resultado refletiu o desempenho dos modelos híbridos e elétricos somados.

O balanço geral aponta que as cinco maiores marcas tradicionais (Fiat, VW, GM, Hyundai e Toyota, nesta ordem) cresceram 13%, no acumulado deste ano, um pouco abaixo dos 16,4% do mercado total. Mas isso ainda pode mudar de acordo com os investimentos já anunciados para os próximos anos.

Outras observações da K.Lume: quase 60% das vendas foram à vista e 40% financiadas. Estas enfrentam juros ainda muito altos, reflexo da inflação que ameaça romper os 4,5% ao ano, acima da tolerância de 3%, eu acrescento. O segmento de automóveis mais caros retraiu-se 17%.

Balanço geral de vendas em 2027 poderá ficar acima do previsto no começo deste ano tanto pela Anfavea quanto pela Fenabrave. Esta entidade atribui ao programa Carro Sustentável (C3 enquadrou-se recentemente; agora são seis marcas) os bons resultados deste ano.


Teste: Koleos, híbrido que a Renault precisava


Primeiro híbrido da marca francesa tem mais de uma nacionalidade. A colaboração inclui a chinesa (e sócia) Geely, a partir do seu modelo Monjaro, com a fabricação na Coreia do Sul. Estilo do Koleos é um dos seus pontos altos, embora diferente de outros Renault. O SUV médio-grande destaca-se pela grade audaciosa, rodas de 20 pol. e uma traseira discreta com lanternas interligadas.

Dimensões (mm): comprimento, 4.778; entre-eixos, 2.820; largura, 1.880 (2.063 com espelhos); altura, 1.686. Volumes (L): porta-malas, 431; tanque, 55. Massa: 1.804 kg. Híbrido pleno. Motor 4-cilindros 1,5 L, gasolina: potência 144 cv; torque 23,4 kgf·m. Motor elétrico: potência, 136 cv; torque, 32.6 kgf·m. Potência combinada: 245 cv; Consumo (Inmetro km/L, cidade/estrada): 13,1/12,1; Alcance (km, cidade/estrada): 721/666; Tração dianteira. Câmbio automático DHT, três marchas. Aceleração 0 a 100 km/h (s): 8,3.

Seu interior é um ponto de destaque. Há três telas, incluindo uma que apenas o acompanhante pode assistir. Além de projeção de dados no para-brisa, tem a maioria dos comandos por teclas ou botões. Bom espaço para os ocupantes do banco traseiro (inclui regulagem dos encostos), o que pode ter sido determinante para diminuir o volume do porta-malas menor que o de concorrentes diretos. Entre os itens de série destacam-se teto solar panorâmico elétrico, câmera 360° e sistema autônomo de estacionamento. Chamam atenção os 29 recursos de segurança passiva e ativa, que incluem sempre úteis alertas de ponto cego, além do airbag entre os bancos dianteiros.

No uso urbano, o Koleos sobressai pelo silêncio de marcha e por respostas imediatas ao acelerador. Em geral híbridos plenos costumam ser mais econômicos em cidade do que em estrada e isso se manteve, de acordo com dados do Inmetro. No entanto, durante o teste o gasto de combustível nos dois parâmetros usuais foi um pouco maior do que o esperado, contrabalançado pelas retomadas sempre vigorosas. Enquanto o desempenho impressiona com quatro modos de condução, em especial na opção Sport, o sistema de manutenção na faixa de rodagem, particularmente mente útil em estradas, é mais intrusivo do que o desejável, embora dê opção de desligá-lo.

Preço: R$ 289.990


BMW M135 xDrive, um hatch a impor respeito


Aspecto geral já atrai dentro do conceito da marca alemã de sua linha M. Em um mundo dominado por SUVs, sempre é bom ter oferta de hatch tão sofisticado quanto em desempenho acima da média. Logo chamam atenção a traseira com quatro saídas de escapamento, o defletor de teto e a menor distância livre do solo que garante comportamento em curvas brilhante. Durante impressões iniciais de São Paulo a Itu (ida e volta, cerca de 200 km), o M135 xDrive demonstrou que os 317 cv e 40,7 kgf·m asseguram desempenho, principalmente em curvas, superior a concorrentes com números semelhantes de potência e torque, a exemplo do Civic Type R ou GR Corolla. Estes dois modelos sem representar marca premium, têm preços não muito menores.

O hatch de entrada de vocação esportiva da BMW custa R$ 459.950,00 (GR Corola com teto de compósito de fibra de carbono, R$ 461.990,00). Impressionante no modelo alemão é o desempenho no modo esporte: muda desde o ronco do motor (com os apreciados estampidos) até a troca de marchas tão brusca quanto admirada por motoristas que entendem e valorizam este comportamento. Há ainda mais emoção. Basta manter acionada a aleta do lado esquerdo do volante e por 10 segundos o motor libera potência adicional. Aceleração de 0 a 100 km/h em 4,9 s demonstra a sua esportividade, embora o motorista deva respeitar o fato de que o controle de estabilidade fica anulado temporariamente. Neste caso, nada de abuso em curvas.

Outro fator atraente é o seu interior. Além do acabamento de nível superior, chamam atenção empunhadura do volante, posição de dirigir, duas telas curvas de 10,25 pol. (instrumentos) e 10,7 pol. (multimídia com os espelhamentos de praxe, sem fio), além de botões físicos onde sempre deveriam ficar.


Festuris e entidades do turismo recebem homenagem na Assembleia Legislativa do RS

 

Eduardo Zorzanello, Ronaldo Santini, Marta Rossi e Sérgio Peres

Texto: Fernando Gusen | fernando@festurisgramado.com.br

Foto: Festuris/Divulgação

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul realizou, nesta terça-feira (5), uma solenidade especial em homenagem ao turismo gaúcho, destacando entidades e lideranças que atuam no fortalecimento do setor no estado. Na ocasião, também foi entregue a Medalha da 56ª Legislatura à Secretaria Estadual de Turismo, em reconhecimento ao trabalho desenvolvido pelos servidores da Secretaria Estadual de Turismo.

A iniciativa foi proposta pelo deputado estadual Ronaldo Santini e reuniu representantes de diversas instituições ligadas ao turismo, além de autoridades e personalidades com trajetória marcante no desenvolvimento do setor, especialmente na região de Gramado.

Entre as entidades homenageadas esteve o Festuris – Feira Internacional de Turismo de Gramado, um dos principais eventos do segmento na América Latina. Representando a feira, os CEOs Marta Rossi e Eduardo Zorzanello se manifestaram em nome de todos os agraciados, destacando a importância da união entre poder público e iniciativa privada.

“Com muita gratidão, estamos aqui falando em nome dos agraciados. É uma caminhada de mais de 38 anos pelo Rio Grande do Sul e pelo Brasil inicialmente, e depois pelo mundo, para levar o nosso estado a cada canto do planeta. Este trabalho que fizemos sempre em parceria com o governo do estado e com as entidades que também estão sendo homenageadas mostra a força da iniciativa privada e o aplauso que se estende ao governo”, destacou Marta Rossi.

Durante o pronunciamento, Eduardo Zorzanello também ressaltou os desafios enfrentados pelo setor ao longo dos anos, mencionando momentos que exigiram resiliência, como a pandemia, as enchentes de maio de 2024 e instabilidades globais. “Quem lida com o turismo, lida com uma montanha-russa de emoções todos os dias”, afirmou.

O evento contou com a presença de importantes nomes ligados ao turismo e à história de Gramado, como o ex-presidente do Natal Luz, Luciano Peccin, o ex-prefeito Pedro Bertolucci, o atual prefeito Nestor Tissot e o empresário Guilherme Paulus, fundador da CVC.

Além do Festuris, foram homenageadas diversas entidades representativas do setor turístico: ABAV-RS (Associação Brasileira de Agências de Viagens do Rio Grande do Sul), UGART (União Gaúcha dos Operadores e Representantes do Turismo), ABRASEL (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), ASSMURS (Associação dos Músicos do Rio Grande do Sul), SINDHA (Sindicato de Hospedagem e Alimentação de Porto Alegre e Região), SINDETUR-RS (Sindicato das Empresas de Turismo no Estado do Rio Grande do Sul), ABBTUR (Associação Brasileira de Turismólogos e Profissionais do Turismo), MTG (Movimento Tradicionalista Gaúcho), ABIH (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis), SKAL Internacional Porto Alegre, Convention & Visitors Bureau, SEBRAE, SESC/RS, SENAC e o Sindicato dos Guias de Turismo do Rio Grande do Sul.

ACESSE TODAS AS POSTAGENS E SAIBA TUDO SOBRE O MUNDO AUTOMOTIVO.