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quinta-feira, 25 de junho de 2026

Coluna de Aviação VAMOS VOAR PELO MUNDO // Ação urgente é necessária para aliviar os gargalos de MRO de motores de aeronaves // IATA aponta quatro prioridades para fortalecer a cadeia de suprimentos da aviação // Rota aérea entre São Paulo e Bahia cresce 8% e assume o 3º lugar entre as mais movimentadas do País // Decola o primeiro avião da Iberia com Wi-Fi gratuito de alta velocidade da Starlink desenvolvida pela SpaceX // IATA amplia aliança com países e parceiros para impulsionar créditos de carbono do CORSIA

Ação urgente é necessária para aliviar os gargalos de MRO de motores de aeronaves

A Associação de Transporte Aéreo Internacional (IATA), em colaboração com a Emerton, divulgou hoje um novo estudo que examina os gargalos na manutenção, reparo e revisão (MRO) de motores de aeronaves de corredor único de última geração – especificamente os motores LEAP da CFM e os motores Geared Turbofan (GTF) da Pratt & Whitney.
 

O estudo Single Aisle Aircraft Engines MRO: Strategic Levers to Address Supply Chain Challenges destaca como problemas de durabilidade dos motores, escassez de peças de reposição, disponibilidade limitada de motores reserva e o acesso restrito ao mercado de pós-venda estão interrompendo as operações das companhias aéreas. 


Essas pressões estão criando desafios operacionais dispendiosos, incluindo a redução do tempo do motor na asa, o aumento da demanda por visitas às oficinas de motores e um planejamento de manutenção mais complexo para as companhias aéreas.
 

O número de aeronaves paradas equipadas com motores GTF da Pratt & Whitney atingiu o pico em março de 2025, com 648 aviões, correspondendo a 28% da frota GTF. Essas aeronaves estavam aguardando visitas a oficinas de motores, motores reserva ou peças. 


As companhias aéreas afetadas tiveram que adaptar seus planos de frota, inclusive mantendo aeronaves mais antigas, estendendo arrendamentos ou arrendando aeronaves adicionais, e ajustando a capacidade.
 

Espera-se que o desafio aumente à medida que as frotas de corredor único de última geração se expandem. Em 2024, as entregas de motores de aeronaves de corredor único totalizaram 2.000 (800 GTF e 1.200 LEAP). Entre 2030 e 2040, espera-se que as entregas fiquem estáveis em cerca de 3.700/ano (1.200 GTF e 2.500 LEAP).
 

Essa aceleração das entregas aumentará significativamente a demanda por manutenção. Preveem-se que as visitas anuais às oficinas aumentem de cerca de 600–800 em 2025 para mais de 5.000 até 2040 para os motores LEAP, e de 1.000 para mais de 2.000 para os motores GTF.
 

“Os gargalos de MRO de motores estão interrompendo as operações das companhias aéreas. Sem mudanças significativas, isso só vai piorar à medida que a frota de aeronaves de corredor único de última geração crescer. Os fabricantes estão investindo em capacidade adicional, mas a capacidade por si só não será suficiente. 


As companhias aéreas precisam de melhor acesso a peças de reposição, mais opções de reparo aprovadas, acesso justo à capacidade de MRO e maior concorrência no mercado de pós-venda”, disse Willie Walsh, Diretor Geral da IATA.
 

Embora não haja uma solução única para aliviar a situação atual, foram identificadas várias ações em que os esforços em toda a cadeia de valor poderiam proporcionar uma maior resiliência a curto e longo prazo:

  • Aumentar a disponibilidade de peças de motor: Disponibilizar mais peças acelerando o desenvolvimento e a aprovação de soluções de reparo para reduzir as taxas de descarte, expandindo a produção licenciada de componentes críticos e aumentando o acesso a materiais usados em condições de uso recuperados do desmonte de motores.
     
  • Garantir o acesso justo ao mercado de MRO: Remover barreiras que limitam a participação de MROs independentes e apoiar o acesso justo às peças, informações de reparo e ferramentas necessárias para desenvolver capacidade adicional. Isso está previsto no acordo IATA-CFM, assinado em 2018 e renovado em janeiro de 2026. O acordo inclui um modelo de boas práticas para apoiar a escolha do cliente, peças e reparos não-OEM aprovados por órgãos reguladores, e acesso justo para prestadores terceirizados de MRO.
     
  • Garantir o acesso a longo prazo a peças de reposição: Incluir cláusulas nas decisões de aquisição de aeronaves e motores para garantir o acesso a longo prazo a preços previsíveis de peças de reposição traria maior previsibilidade para companhias aéreas e locadores. Isso inclui proteções que as companhias aéreas podem repassar aos prestadores de MRO de sua escolha, incluindo fornecedores independentes.
     
  • Adotar as melhores práticas de todo o setor: Todos os OEMs (fabricantes de motores, células e componentes) devem adotar princípios de pós-venda transparentes e competitivos que apoiem a escolha do cliente e o uso de peças alternativas aprovadas e reparos certificados pelos reguladores.

O cumprimento dessas prioridades exigirá uma ação coordenada em toda a cadeia de suprimentos aeroespacial. Companhias aéreas, fabricantes de aeronaves e motores, prestadores de MRO e locadores devem trabalhar juntos para melhorar a disponibilidade de peças, expandir as opções de reparo e alinhar melhor a capacidade de manutenção de motores com as necessidades operacionais das companhias aéreas.
 

“Resolver a interrupção atual é a prioridade imediata. Mas a resiliência a longo prazo dependerá de um mercado de pós-venda mais transparente, competitivo e colaborativo. Revisitar os modelos de negócios entre os fabricantes de aeronaves e de motores é essencial para que eles apoiem melhor a resiliência operacional ao longo de todo o ciclo de vida da aeronave. O objetivo é fazer com que os motores voltem a voar mais rápido, reduzir interrupções evitáveis e garantir que o crescimento futuro da frota seja respaldado pela capacidade de MRO e pelo acesso ao mercado que as companhias aéreas precisam”, disse Walsh.
 

> Leia o relatório completo (pdf)
> Saiba mais sobre a cadeia de suprimentos da aviação 

Acredite se quiser, as montadoras chinesas podem chegar a 30% do mercado brasileiro até 2030, de acordo com projeção da da Bright Consulting


As montadoras chinesas poderão responder por 30% das vendas de veículos leves no Brasil até 2030, em um cenário considerado conservador pela Bright Consulting. Caso as fabricantes tradicionais não acelerem seus investimentos em eletrificação, desenvolvimento tecnológico e novos produtos na janela entre 2026 e 2027, essa participação poderá atingir 40% do mercado brasileiro, segundo projeções apresentadas por Murilo Briganti, COO da Bright Consulting, durante sua participação na programação de conteúdo da Future Mobility, realizada no Distrito Anhembi, em São Paulo.

Segundo o executivo, a indústria vive uma mudança estrutural impulsionada pela digitalização, pela transição energética e pela rápida evolução tecnológica liderada pelas fabricantes chinesas. "O automóvel deixa de ser apenas um hardware e passa a ser uma plataforma de software, capaz de evoluir continuamente por meio de atualizações e novos serviços. Essa mudança altera completamente a dinâmica de desenvolvimento dos veículos e o modelo de negócios da indústria", afirmou.

De acordo com Briganti, a vantagem competitiva das fabricantes chinesas vai além da eletrificação. Enquanto montadoras tradicionais levam entre 36 e 48 meses para atualizar um modelo, empresas chinesas conseguem reduzir esse ciclo para cerca de 16 a 18 meses, adaptando rapidamente seus veículos às preferências dos consumidores.

Outro fator que explica o avanço dessas marcas é o tamanho do mercado brasileiro. Somado aos principais países da América do Sul, o potencial regional supera quatro milhões de veículos por ano, tornando-se um destino estratégico para absorver parte da capacidade produtiva excedente da indústria chinesa.

Murilo Briganti, COO da Bright Consulting

Carros mais tecnológicos e fim do veículo popular - Durante a apresentação, Murilo também analisou a transformação do mercado brasileiro na última década. Segundo ele, o chamado carro popular praticamente deixou de existir, reflexo do aumento do conteúdo tecnológico embarcado, das exigências regulatórias de segurança, eficiência energética e emissões e da crescente eletrificação da frota.

"O consumidor percebe o aumento do preço, mas muitas vezes não percebe que o veículo passou a incorporar muito mais tecnologia do que há 10 ou 15 anos", explicou. Além da eletrificação, recursos como transmissão automática, conectividade e sistemas avançados de assistência à condução (ADAS) tornam-se cada vez mais presentes mesmo em modelos de entrada.

Concorrência deve reduzir preços - Apesar da elevação dos preços observada nos últimos anos, Briganti acredita que o cenário começa a mudar. Segundo ele, o aumento da concorrência provocado pela chegada de novas montadoras ao Brasil tende a pressionar o mercado, levando as fabricantes a oferecerem mais tecnologia por preços mais competitivos.

"O preço do carro já deixou de aumentar e a tendência é começar a cair à medida que novas marcas entram no mercado e ampliam a concorrência", projetou.

Embora a eletrificação avance rapidamente, o executivo defende que o Brasil seguirá um caminho diferente do observado em alguns mercados internacionais. Em sua avaliação, o futuro da mobilidade brasileira será marcado pela convivência entre diferentes tecnologias, incluindo motores flex, híbridos leves, híbridos convencionais, híbridos plug-in e veículos totalmente elétricos.

Nesse contexto, o etanol continuará desempenhando papel estratégico na redução das emissões e poderá representar uma vantagem competitiva importante para o País durante a transição energética.

"O Brasil não precisa copiar o caminho seguido pela Europa ou pela China. Nossa vantagem competitiva está justamente na possibilidade de construir uma transição energética compatível com a nossa realidade. Se soubermos combinar eletrificação, etanol e inovação industrial, podemos influenciar os rumos da indústria automotiva”, conclui Briganti.

GWM lança o ORA 5, seu primeiro SUV 100% elétrico que combina espaço, tecnologia e autonomia de até 435 km, com preço de lançamento de R$ 159 mil

A GWM Brasil anuncia o lançamento do novo ORA 5, seu primeiro SUV 100% elétrico no mercado nacional e o segundo veículo elétrico da marca no país. O modelo chega às concessionárias brasileiras no dia 24 de junho com o preço especial de lançamento de R$ 159.000, com a missão de ser a porta de entrada da fabricante no segmento de SUVs compactos e atender consumidores que buscam mais espaço, tecnologia, conectividade e eficiência em um único produto.

O lançamento do ORA 5 representa um passo importante na estratégia de expansão da GWM no Brasil. Após consolidar sua presença no segmento de hatches elétricos com o ORA 03 BEV58, a marca passa a competir em uma das categorias de maior crescimento do mercado, combinando a experiência acumulada globalmente em eletrificação com um produto desenvolvido para atender às necessidades dos consumidores brasileiros.

"O ORA 5 marca um momento muito importante para a GWM no país. Estamos ampliando nossa oferta de veículos elétricos com um carro que reúne atributos altamente valorizados pelo consumidor brasileiro, como espaço interno, tecnologia embarcada, segurança e eficiência energética. 

É um SUV que representa a evolução da nossa estratégia de eletrificação e reforça o compromisso da GWM com uma mobilidade mais inteligente e sustentável", afirma Diego Fernandes, COO da GWM Brasil.


Desempenho elétrico e eficiência energética

Equipado com motor elétrico de 204 cv e torque de 260 Nm, o ORA 5 entrega respostas rápidas e condução silenciosa. A bateria de íons de lítio do tipo LFP tem capacidade de 58,3 kWh e oferece autonomia de 349 km pelo ciclo Inmetro e 435 km no ciclo WLTP. Em carregadores rápidos DC, com potência de até 120 kW, é possível recarregar a bateria de 30% a 80% em apenas 20 minutos.

O modelo também oferece sistema de frenagem regenerativa ajustável e tecnologia Vehicle-to-Load (V2L), que permite compartilhar energia com equipamentos externos com potência de até 6.000 W.

"Mais do que um veículo elétrico, o ORA 5 foi concebido como uma plataforma de tecnologia e conectividade sobre rodas. Ele entrega uma experiência moderna, intuitiva e alinhada às novas expectativas dos consumidores em relação à mobilidade", destaca Guilherme Teles, diretor de Produto da GWM Brasil.


Comandos por voz com IA e atualização pela nuvem

O novo ORA 5 foi desenvolvido para oferecer uma experiência digital avançada e intuitiva. Um dos destaques é o sistema operacional Coffee OS 3, a plataforma inteligente de terceira geração da GWM que integra mais de 300 comandos de voz com auxílio de IA (Inteligência Artificial), navegação nativa, conectividade e atualizações remotas de software Over-The-Air (OTA), permitindo que o veículo receba atualizações ao longo dos anos.

A central multimídia com tela de 14,6 polegadas de alta definição oferece interface personalizável, integração sem fio com Apple CarPlay e Android Auto, além de GPS nativo com informações de trânsito em tempo real e visualização tridimensional. O ORA 5 recebe o mesmo sistema que estreou no Wey 07 e no novo Haval H6, com direito a uma barra de menu personalizável, criada especialmente para o mercado brasileiro. Complementando o pacote tecnológico, o SUV traz quadro de instrumentos digital Full HD de 10,25 polegadas, personalizável pelo motorista.

A experiência conectada é ampliada pelo aplicativo My GWM, que permite controlar remotamente diversas funções do veículo, incluindo climatização da cabine, travamento e destravamento das portas, localização via GPS, programação de recarga da bateria e monitoramento de sistemas do veículo em tempo real.


Maior espaço interno, com melhor eficiência energética

Com 4.471 mm de comprimento, 1.833 mm de largura e 2.720 mm de distância entre-eixos, o ORA 5 oferece amplo espaço interno para até cinco ocupantes. Estes números revelam que o novo SUV elétrico é 236 mm maior no comprimento, 70 mm maior no entre-eixos e 8 mm maior na largura quando comparado ao irmão menor, o hatch ORA 03.

Apesar das dimensões maiores, a construção mais moderna fez o ORA 5 atingir 1.669 kg de peso – exatamente 1 kg a menos que o ORA 03. Além disso, são 175 mm de vão livre do solo, 17 graus de ângulo de entrada e 25 graus no ângulo de saída, medidas que atestam seu caráter de SUV, mas sem abrir mão do equilíbrio entre proporções e eficiência no uso diário.

A cabine privilegia conforto e sofisticação, com acabamento refinado e um ambiente moderno. Seu interior traz duas opções de acabamento interno, Marrom Avelã e Cinza Urbano. 

Entre os principais equipamentos estão teto panorâmico de vidro fixo de 1,65m² com cortina elétrica, bancos revestidos de couro sintético com ventilação para motorista e passageiro, ajustes elétricos, memória de posição para o banco do motorista, iluminação ambiente configurável e compartimento climatizado de 3,2 litros. Um dos diferenciais é o estepe desenvolvido exclusivamente para o mercado brasileiro.

O sistema de áudio premium com nove alto-falantes, incluindo subwoofer e amplificador, entrega 216 watts de potência e ajuste automático de volume de acordo com a velocidade do veículo.

Design contemporâneo e quatro opções de pintura

O design do ORA 5 combina linhas fluidas e proporções equilibradas para criar uma identidade moderna e distinta. Além da estética, o design trabalha a aerodinâmica a favor da performance e eficiência. 

O ORA 5 tem um coeficiente de arrasto (Cd) de 0,276, o melhor da categoria. Os faróis Full LED com assinatura luminosa exclusiva e iluminação de boas-vindas reforçam a personalidade do modelo, enquanto as lanternas de LED integradas contribuem para um visual sofisticado.

As rodas de liga leve de 18 polegadas e os detalhes aerodinâmicos completam o visual. O modelo estará disponível nas cores Cinza Zenith, Preto Khalifa, Branco Cristal e Electric Blue, que combinadas às duas opções de acabamentos internos criam diferentes composições que valorizam o design contemporâneo e a elegância do SUV elétrico.

Segurança de última geração

O ORA 5 chega ao mercado brasileiro com um dos mais completos pacotes de segurança e assistência à condução da categoria. O SUV oferece condução semiautônoma de nível 2+, seis airbags e um amplo conjunto de sistemas avançados de assistência ao motorista.

Entre os recursos disponíveis estão frenagem autônoma de emergência, controle de cruzeiro adaptativo inteligente com função para curvas, assistente de permanência e centralização em faixa, monitoramento de ponto cego, alerta de tráfego cruzado dianteiro e traseiro, frenagem para tráfego cruzado, reconhecimento de placas de trânsito e alerta de abertura de portas.

O modelo também traz câmera 540° com visualização transparente da carroceria, ampliando a segurança em manobras e deslocamentos urbanos.

Lista de equipamentos acima dos concorrentes

Oferecido em versão única, o novo ORA 5 oferece na lista de equipamentos de série que está acima da média do segmento. Ele traz faróis Full LED inteligentes, teto panorâmico com cortina elétrica, porta-malas com abertura elétrica, rodas de liga leve de 18 polegadas, carregador de smartphone por indução de 50 W, painel digital de 10,25 polegadas, central multimídia de 14,6 polegadas, conectividade com Apple CarPlay e Android Auto sem fio, navegação online inteligente, sistema de áudio com nove alto-falantes, ar-condicionado automático, filtro de ar N95, bancos dianteiros elétricos e ventilados, iluminação ambiente, atualizações remotas de software, serviços conectados, comandos de voz com inteligência artificial e pacote completo de assistências avançadas à condução.

Sobre a GWM

Maior empresa automotiva chinesa de capital 100% privado, a GWM é a terceira maior fabricante mundial de picapes médias, segmento que ela lidera na China há 28 anos, onde tem uma participação acima de 50%. 

A empresa tem uma atuação global que envolve mais de 150 países e regiões, 80 mil colaboradores e 13 centros de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) distribuídos em quatro países.



quarta-feira, 24 de junho de 2026

Vespa celebra 80 anos de história, como símbolo do design italiano e ícone da mobilidade urbana. 2W Motors, responsável pela operação da marca no Brasil, comemora o legado da scooter ícone de cultura que atravessou gerações. Após um ano de operação, são duas concessionárias em São Paulo - Moema e Jardim Europa - e uma no Rio de Janeiro, na Barra da Tijuca


São Paulo, junho de 2026 – Enquanto em Roma as comemorações oficiais dos 80 anos da Vespa acontecem de 25 a 28 de junho, no Vespa Word Days, no Brasil a High End Travels, a Belmond e a 2W Motors reuniram, na última terça (23) na capital paulista, empresários, personalidades da cultura italiana e de turismo, além de entusiastas da clássica scooter para celebrar uma das marcas mais emblemáticas da história da mobilidade que se tornou símbolo de liberdade, estilo de vida e expressão cultural.

Ao longo de oito décadas, a Vespa conquistou diferentes gerações, atravessou fronteiras, e se consolidou como referência de design italiano e mobilidade urbana. Estima-se que mais de 150 modelos, versões e variações já foram lançados desde sua criação em 1946.

Raul, Cônsul Fornara, Maurício e Cônsul Adjunta Marianna Haddad
(Emerson Souza)

A 2W Motors, comandada pelos empresários paulistanos Raul e Maurício Fernandes, assumiu a operação exclusiva das scooters Vespa e Piaggio no início do ano passado. Mas, desde 2022, o grupo representa no país os triciclos Piaggio Ape (Tuks-Tuks) Cargo e Passenger e demais produtos da marca em seu portfólio.

“Celebrar os 80 anos da Vespa é reconhecer a força de uma marca que transcende gerações e continua inspirando pessoas no mundo. Mais do que um meio de transporte, representa um estilo de vida pautado pela liberdade e autenticidade”, destaca Maurício Fernandes, sócio-diretor da 2W Motors. 

“Nosso trabalho é também mostrar o quanto a Vespa tem de história no mercado, porque o cliente Vespa é diferenciado. Tanto que abrimos uma concessionária no Jardim Europa que é um local de prestígio que a marca merece”, completa o empresário.

Raul Fernandes Júnior, ressalta o desafio no mercado: “Trabalhamos no universo de motocicletas há muitos anos e entendemos que trazer a Vespa para o Brasil foi um desafio que a gente se propôs para buscar um outro público que busca um estilo de vida”. 

O sócio-diretor do grupo fala da importância que a Vespa trouxe para o empoderamento feminino desde seu lançamento: “O design que criaram foi pensado também na mulher, que naquela época usava somente vestidos. Já tinham uma visão para proporcionar a elas conforto para pilotar, sentir o vento no rosto, a liberdade e queremos resgatar também esse conceito junto ao público feminino aqui.”

Cônsul-geral da Itália em São Paulo, Domenico Fornara

Entre as personalidades presentes estava o Cônsul Geral da Itália em São Paulo, Domenico Fornara, que reforçou a importância deste ícone para a cultura de seu país. “Os 80 anos da Vespa representam 80 anos de paixão, de design, de moda, de diversão e de vida. 

Na Itália, a Vespa acompanhou gerações de jovens, nos primeiros encontros, os namoros e fez história. Aconselho aos brasileiros, que puderem, para experimentarem e aproveitarem o que ela pode oferecer. Além de linda é um símbolo de liberdade, de movimento e estilo”, afirma.

Marianna Haddad, Cônsul Adjunta da Itália, está há um ano e meio no Brasil e disse que a Vespa traz boas lembranças. “A Vespa é um símbolo de italianidade. É como ver um pedaço do nosso país aqui no Brasil. Para mim é uma lembrança de quando eu morava em Roma e andava pelas ruas da capital. Certamente representa um ícone para nós italianos.”


Os modelos da edição comemorativa dos 80 anos - Vespa Primavera 80th e GTS 80th – na cor verde pastello, que recuperaram elementos históricos e inspirados na Vespa 98 original, ainda não tem previsão de chegada no Brasil. 

Enquanto isso, os modelos do line-up disponíveis no país são: Vespas VXL 150, Vespa SXL 150, Sprint 150 e Primavera 150. Já as de 300cc são Vespa GTS 300, Vespa GTS 300 Super, Vespa GTS 300 Super Sport, Vespa GTS 300 Super Tech, Vespa GTV 300.

Vespa Rio de Janeiro 
Após a 2W Motors completar um ano de operação da Vespa no Brasil segue em expansão e chegou ao Rio de Janeiro. A concessionária na Barra da Tijuca é uma parceria entre a 2W Motors e o grupo Raion e reforça o posicionamento da Vespa/Piaggio para oferecer não apenas um meio de transporte para os centros urbanos, mas uma experiência sofisticada que une a praticidade das scooters italianas com personalidade e estilo.

Pedro Henrique Santiago, diretor do grupo Raion, comanda 25 concessionárias – 11 de automóveis e 14 de motocicletas e conta como está sendo a receptividade dos cariocas em relação à Vespa. “Somos um grupo com mais de 40 anos de história e referência no Rio de marcas premium e de nicho. 

A concessionária da Vespa está em frente à praia, no Posto 8, e foi uma escolha estratégica porque tem um público seleto. É um local diferenciado e de referência do motociclismo no Estado”, explica. 

“É uma marca muito nichada, mas me surpreendeu bastante porque gera uma repercussão muito positiva. Todos de alguma já viram a Vespa em um filme ou uma série. Os clientes buscam uma coisa única que fuja do padrão de ser apenas um meio de locomoção, querem uma Vespa!”, completa o empresário.

Como nasceu a Vespa


A scooter foi lançada em 1946 pela Piaggio, na cidade de Pontedera (na região da Toscana), após a Segunda Guerra Mundial, na época a Itália precisava de um meio de transporte barato, econômico e de fácil condução. O engenheiro Corradino D'Ascanio, que tinha experiência em aeronaves, projetou uma scooter diferente das motocicletas tradicionais.

A história da Vespa está também ligada à emancipação feminina. Foi projetada para ser pilotada por homens e mulheres sem que sujassem suas roupas, permitindo inclusive o uso de saias e vestidos. 

A imagem da Vespa foi projetada como um símbolo de charme e independência, tanto que passou uma mensagem empoderada às mulheres quando tinham acabado de votar pela primeira vez na história da Itália.

O design mudou pouco ao longo das décadas, o que ajudou a manter sua identidade única, apesar da tecnologia moderna. A Vespa é também símbolo cult e ganhou notoriedade com clássicos do cinema e até hoje está presente em seriados e filmes europeus.

Irmãos do grupo 2WMotors: Raul, Marcela e Maurício Fernandes
(Emerson Souza)

Sobre a 2W Motors
Empresários com longa trajetória em duas rodas os irmãos, Raul Fernandes Jr e Maurício Fernandes, possuem uma vasta experiência, seja pela paixão por motocicletas ou gerindo os negócios ao representarem marcas premium no mercado mundial. 

Atualmente trabalham com nove marcas nos segmentos de motocicletas, triciclos, scooters, bicicletas, pneus, equipamentos e acessórios. Em 2015, o grupo assumiu a operação da sueca Husqvarna Motorcycles e durante 10 anos foram representantes exclusivos da marca no Brasil. 

Em 2017, abriram a primeira concessionária da Royal Enfield no Brasil e comandam quatro na capital paulista (Ibirapuera, Jardim Anália Franco e Auto Shopping Aricanduva e Interlagos). Ingressaram no mercado de bicicletas elétricas com a italiana Fantic, em 2020. 

Um ano depois foi a vez da KTM Bikes aterrissar por aqui, a marca austríaca com quase 60 anos de tradição. A Piaggio chegou em 2022 com os Ape (triciclos) que fazem parte da cultura italiana desde 1948. O grupo atua no segmento de pneus com as italianas Goldentyre e CEAT. 

A partir de 2023, passou a comercializar os produtos da espanhola S3 Parts. Em 2025, assumiu a operação da icônica Vespa (Piaggio) que completou o portfólio da 2W Motors com um line-up de modelos para todos os gostos e com concessionárias em SP e RJ. 

Desde 2025 o grupo passou a representar como dealers a KTM Motorcycles e, além das motocicletas Husqvarna, as duas concessionárias Power Husky (SP e MG) comercializam as KTM. O Centro de Distribuição e Montagem do grupo está localizado em Araquari (SC). Mais informações no site Clique Aqui

Raul, Maurício, Maria Fernanda Caramella (High End Travels) e Olivier Anquier
(Emerson Souza)

Concessionárias Vespa/Piaggio

- Jardim Europa (@vespa_jardins)
Avenida Europa, 877, Jardim Europa/SP - 11 98781-0016

- Moema (@vespa_piaggiobrasil)
Alameda dos Nhambiquaras, 364 – Moema/SP – 11 5052-0026

- Barra da Tijuca (@vespariodejaneiro)
Avenida Lúcio Costa, 6.388, Loja A – Barra da Tijuca/RJ – 21 3504-5500

Primeiro SUV Coupé da Fiat do Brasil, Fastback, em três opções de motorizações e cinco versões e porta-malas de 600 l, chega a 200 mil unidades produzidas

 


O Fastback, primeiro SUV Coupé da Fiat do Brasil, lançado em 2022, bateu a marca de 200 mil unidades produzidas em menos de 4 anos. Sinônimo de conforto, tecnologia e desempenho, o modelo fabricado no Polo Automotivo Stellantis de Betim (MG), chegou ao mercado em setembro de 2022 e, de lá para cá, passou por atualizações, ficando ainda mais completo e competitivo. 

Audace 

Imponente e versátil, o Fastback foi o segundo SUV produzido pela Fiat no Brasil, e oferece em sua gama três tipos de motorizações e cinco versões para atender aos mais diferentes públicos. 

Fastback Turbo 200 AT

O motor T200 equipa a versão Fastback Turbo 200 AT, enquanto o T200 Hybrid atende as versões Audace e Impetus, e o potente motor T270 a Limited Edition e Abarth – modelo que faz parte da divisão esportiva da Fiat.

Fasfback Limited

Além da ampla gama de motorizações e versões, o Fastback também se destaca no mercado por combinar as qualidades de um SUV, como porte robusto e altura elevada em relação ao solo, com as melhores características de um coupé. O modelo também possui os maiores porta-malas da categoria, com capacidade para 600 litros e um espaço interno amplo e confortável. 

Fastback Impetus

"O Fastback chegou para ampliar a presença da Fiat em um segmento muito estratégico e, desde então, é um sucesso e hoje comemoramos as 200 mil unidades produzidas. O modelo tem um design marcante, alta tecnologia e desempenho nas três opções de motorizações oferecidas. Seguimos focados no desenvolvimento do produto, oferecendo soluções cada vez mais relevantes para os nossos clientes", comenta Frederico Battaglia, Head das marcas Fiat e Abarth para a América do Sul. 

Fastback Audace

Na linha atual, o Fastback evoluiu em questão de design, conforto e tecnologia. O modelo ganhou nova nota com linhas mais retas e precisas, acabamento em preto brilhante nas entradas de ar dianteiras, além do pacote Sunroof, disponível para as versões Impetus T200 Hybrid e Limited Edition, que adiciona teto solar panorâmico, farol de neblina em LED, iluminação no para-sol e monitoramento de ponto cego, elevando o nível de sofisticação do Coupé. 

O SUV também oferece pacote de ADAS (sistemas avançados de assistência à direção) a partir da versão Audace, painel full digital e sistema multimídia de 10,1 polegadas com Apple CarPlay e Android Auto sem fio, e carregador de celular por indução. 

Fastback Abarth

Fastback Abarth

O Fastback Abarth, versão que faz parte da divisão esportiva da Fiat, chegou ao mercado em 2023 e é equipado com o potente motor T270, que entrega até 185 cv de potência e 270 Nm de torque. 

A versão também possui exclusiva para maior performance e desempenho e, aliada ao câmbio automático de seis marchas, torna o Fastback o SUV mais rápido do Brasil entre seus concorrentes, capaz de chegar a 100 km/h em 7,6 segundos, com velocidade máxima de 220 km/h (etanol).   

O Fastback Abarth também oferece o sistema ADAS (sistemas avançados de assistência à direção), teto solar panorâmico de série com abertura elétrica da cortina, central multimídia de 10,1 polegadas, carregador por indução com ventilação, cluster full digital 7" específico Abarth, além de Keyless Entry'n Go e partida remota.  

Edifício de luxo terá hall projetado para exposição de supercarros. Construtoras brasileiras têm ampliado os diferenciais dos residenciais de luxo para além das áreas de lazer tradicionais. No recém-lançado Charles II Yacht Royal Home by OKEAN, em Itapema (SC), a proposta inclui uma galeria para carros de colecionadores no hall, com modelos que se destacam pelo design, história ou tecnologia


Junho, 2026 — Já pensou entrar em um prédio e encontrar supercarros expostos como peças de design no hall? Para muitos apaixonados pelo universo automotivo, ter um veículo histórico na entrada de casa é uma forma de manter por perto uma peça de engenharia, memória e coleção. 

Esse desejo começa a aparecer também no mercado imobiliário de luxo, onde construtoras brasileiras têm buscado diferenciais além das áreas de lazer convencionais. 



Em Itapema, no litoral norte de Santa Catarina, o recém-lançado Charles II Yacht Royal Home by OKEAN, primeiro branded residence náutico da América Latina, terá um hall projetado para exibição de veículos históricos e esportivos. 

O empreendimento é inspirado em um iate premiado internacionalmente e também contará com atracadouro para grandes embarcações, estrutura para 114 jets, heliponto e Sky Place no topo do edifício.
 
A novidade é da Gessele Empreendimentos, em parceria com o Grupo OKEAN, fabricante brasileiro de iates de luxo. Inspirado no iate premiado internacionalmente OKEAN 80, o projeto terá VGV estimado em R$ 700 milhões, cerca de 255 metros de altura, 70 pavimentos e 114 unidades, com plantas de até 439 m². 
 
“Há um público de colecionadores que não enxerga o automóvel apenas como meio de transporte, mas como design, memória e patrimônio cultural. Para essas pessoas, um carro clássico carrega história, engenharia, estética e valor afetivo. Pensar em um espaço dentro do edifício onde eles moram e esse veículo possa ser exposto, muda a relação do morador com o próprio acervo. Ele sai do ambiente convencional da garagem e ocupa um lugar de destaque na arquitetura do prédio. Esse olhar também está presente em outros espaços dos nossos empreendimentos. Assim como criamos garagens com curadoria de arte, música e sofisticação, buscamos trazer novas experiências para áreas que, muitas vezes, são tratadas apenas como funcionais. No Charles II, o hall incorpora essa função de galeria particular, integrada à experiência de morar”, afirma Paula Gessele, vice-presidente da Gessele Empreendimentos.



Torre inspirada em iate terá lazer no topo e referências à realeza
 
O projeto também incorpora elementos ligados ao rei Charles II, monarca britânico associado à modernização da Marinha Real Inglesa no século XVII e ao início da tradição dos iates reais. 

A fachada e as áreas comuns seguem a linguagem do OKEAN 80, com linhas orgânicas e referências ao universo náutico. A inclusão de carros clássicos no hall soma mais uma camada ao conceito: a valorização de peças de engenharia e design que atravessam gerações.
 
Além do espaço automotivo, o empreendimento terá mais de 3 mil m² de lazer e bem-estar. No topo da torre, o Sky Place reunirá piscina de borda infinita, vista panorâmica de 180 graus, espelho d’água com espreguiçadeiras no estilo flutuante e lounge integrada ao rooftop. 

As unidades ainda terão banheiros master com revestimento em mármore, banheira de imersão, vidros duplos laminados para isolamento acústico e proteção UVA e UVB, além de sistema de tratamento de água por ozônio.

BYD atinge marca histórica de 300 mil veículos vendidos no Brasil e consolida revolução na mobilidade nacional

BYD Song Pro GL foi o carro de número 300 mil emplacado pela marca no Brasil

 

São Paulo, junho de 2026 – Na concessionária BYD Ibirapuera, na capital paulista, o vice-presidente sênior da BYD do Brasil, Alexandre Baldy, realizou a entrega simbólica da chave do BYD de número 300 mil vendido. O modelo BYD Song Pro GL foi o escolhido pelo advogado e empresário Andrew Imada por conta do design, conforto e o custo-benefício do modelo.
 

“Em outubro do passado, eu já comprei um BYD King e estou muito feliz com o modelo. Dessa vez, eu quis comprar o Song Pro por ser um carro um pouco maior para poder viajar com a minha família com ainda mais conforto. Eu acredito muito na proposta da BYD, que, apesar de ser uma marca nova, já está consolidada e traz essa confiança aos consumidores, justamente por ter na linha uma boa quantidade de opções de modelos. Até o fim do ano eu compro mais um, que vai ser o BYD Dolphin Mini”, comemora Andrew.
 

O evento comemora um marco sem precedentes no mercado automotivo nacional: 300 mil veículos eletrificados da BYD em circulação no País. O volume comprova uma mudança estrutural no comportamento do consumidor brasileiro, que adotou a eletrificação de forma massiva em todo o território nacional.
 

BYD Song Pro GL é o modelo de número 300 mil emplacado pela greentech no Brasil

 

O sucesso de modelos como o BYD Dolphin GS (mais de 51 mil unidades desde o lançamento) quebrou paradigmas em 2023, preparando o terreno para a chegada do BYD Dolphin Mini (com mais de 86 mil unidades no total). O compacto assumiu a liderança de vendas no varejo automotivo brasileiro em 2026, mantendo-se no topo da preferência nacional de forma consistente há quatro meses.
 

"Alcançar a marca de 300 mil veículos eletrificados no Brasil é mais do que um dado histórico, é a consolidação de um projeto que a BYD vem construindo há mais de uma década. Quando chegamos aqui, há mais de uma década, fabricando chassis de ônibus elétricos e depois painéis solares e baterias, nossa visão já era de longo prazo. Nós preparamos o terreno, investimos em infraestrutura em diversos estados e agora colhemos o resultado dessa confiança do mercado e na transição energética global. Este é apenas o começo da nossa revolução na história da indústria nacional”, comemora Alexandre Baldy, Vice-presidente Sênior da BYD do Brasil e head comercial e marketing da BYD Auto.
 

Os números mostram a força desta expansão. Hoje, a BYD já conta com 217 concessionárias em todas as capitais e nas principais cidades do país. Nos próximos meses, a meta é chegar a 250 lojas, em uma forte expansão apoiada pelos maiores grupos automotivos que ajudaram na disparada das vendas.
 

Do primeiro carro ao de número 100 mil, foram 34 meses. Dos 100 mil aos 200 mil, 11 meses e, agora, apenas 6 meses depois, a conquista dos 300 mil carros nas ruas.
 

"O que construímos não tem precedentes, basta olhar para os números oficiais da Fenabrave, que atestam e comprovam o que estamos dizendo. Vendemos 100 mil carros em apenas 6 meses e só entramos no mercado de veículos de passeio há 4 anos. O BYD Dolphin Mini, por exemplo, não é apenas um sucesso momentâneo; ele lidera o varejo nacional há meses, provando que o brasileiro escolheu, de forma definitiva, a eficiência, a economia e a tecnologia que entregamos”, analisa Fábio Lage, Diretor Comercial da BYD do Brasil.
 

BYD Dolphin Mini é o primeiro carro elétrico a liderar as vendas varejo na história do Brasil

 

A BYD encerrou o mês de maio de 2023 com 390 carros emplacados. Exatamente três anos depois, o volume saltou quase 56 vezes, com mais de 21,7 mil unidades emplacadas em maio de 2026, aumento que passa dos 5.500%.
 

Nos primeiros cinco meses de 2026, a marca viu o emplacamento de 77.447 veículos no país, um crescimento de quase 100% em relação aos 39.007 do mesmo período de 2025.
 

45 PARQUES DO IBIRAPUERA EM NEUTRALIZAÇÃO

O volume alcançado pela BYD está diretamente ligado ao seu propósito: ajudar a reduzir em 1ºC a temperatura do planeta. A substituição da queima de combustíveis fósseis por energia limpa gerou resultados substanciais e mensuráveis para o meio ambiente.
 

Os automóveis BYD emplacados no Brasil impediram que 1.132.537 toneladas de dióxido de carbono (CO₂) fossem lançadas na atmosfera.
 

Para compensar a totalidade das emissões que os veículos da BYD deixaram de emitir no país, seria necessário plantar 7.927.758 árvores. Trazendo para a realidade, a quantidade de árvores demandada para absorver todo esse carbono equivale a 45 vezes o número de árvores presentes em todo o Parque do Ibirapuera, um dos símbolos de São Paulo e próximo à concessionária onde foi realizada a entrega do carro 300 mil. Essa proporção comprova o benefício para o meio ambiente e para a qualidade de vida dos brasileiros.
 

Além da descarbonização nas ruas e da diminuição da poluição sonora, a BYD aplica uma rigorosa política ambiental em sua cadeia produtiva em território nacional, com foco no complexo industrial de Camaçari, na Bahia, e em suas operações logísticas:
 

Obras no complexo industrial da BYD em Camaçari avançam para o início da produção completa de veículos no país

 

  • Energia 100% limpa: O complexo industrial de Camaçari possui certificação internacional I-REC auditada, garantindo que toda a eletricidade consumida provém de fontes renováveis.
  • Aterro Zero: Política implantada em todas as unidades industriais da BYD no País. Nenhum resíduo gerado nas atividades vai para aterros sanitários. Todo o volume é destinado a alternativas como reciclagem, coprocessamento ou reaproveitamento em cadeias produtivas.
  • Restauração da Mata Atlântica: Programa de revegetação decorrente do licenciamento ambiental na Bahia já plantou 15.815 mudas (como aroeira, ipê, jacarandá e jenipapo) em 41,17 hectares, com a meta de atingir 40 mil mudas até 2027 para restaurar o ecossistema local.
  • Motores Híbridos Flex: Desenvolvimento de tecnologia voltada ao mercado brasileiro, que utiliza o etanol para criar uma solução que praticamente neutraliza a pegada de carbono.
  • Economia Circular: Estruturação de um centro dedicado exclusivamente à reciclagem e segunda vida útil para 100% das baterias de veículos elétricos.
  • Logística Verde: Uso de empilhadeiras elétricas BYD em todas as operações logísticas internas e galpões, poupando a emissão de centenas de toneladas de CO₂.

MAIS DE UMA DÉCADA DE PIONEIRISMO E INFRAESTRUTURA NO BRASIL

A forte ascensão da BYD é fruto de uma estratégia sólida, bem sedimentada e com planejamento de curto, médio e longo prazo. Embora o crescimento das vendas dos veículos de passeio seja o foco do momento, as raízes da greentech evidenciam uma estratégia perene: a companhia atua no Brasil há mais de 10 anos.
 

A primeira fábrica foi inaugurada em 2015 em Campinas (SP), dedicada à produção de chassis de ônibus elétricos, enquanto a unidade de fabricação de painéis fotovoltaicos iniciou suas operações na mesma cidade em 2017.
 

Em 2020 a marca expandiu sua operação para Manaus (AM), estabelecendo uma planta focada na produção de baterias para ônibus elétricos.
 

A BYD também foi responsável pelo desenvolvimento, fabricação e entrega dos trens e parte dos sistemas da Linha 17-Ouro do Metrô de São Paulo, inaugurada em março deste ano.
 

Toda essa base industrial e de desenvolvimento tecnológico abriu caminho para a atual fase de domínio do mercado automotivo, materializada no complexo fabril de Camaçari (BA), a primeira planta da marca fora da Ásia destinada à produção de automóveis.






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