sábado, 8 de maio de 2021

Conheça as condições especiais da BMW para os modelos 320i e X1 sDrive20i neste mês de maio. Mais opções de prazos, entrada flexível e manutenção gratuita contemplam as ofertas exclusivas disponíveis em todo o mês de maio.

 


A marca líder em vendas no segmento premium nacional inicia o mês de maio com ofertas para todas as versões dos modelos BMW 320i e BMW X1 sDrive20i, ambos produzidos na fábrica do BMW Group em Araquari e considerados os mais vendidos da categoria no país. Por meio do plano de financiamento Sign & Go, oferecido pela BMW Serviços Financeiros, os clientes têm facilidades exclusivas de pagamento, com entrada flexível e prazos de 12, 24 ou 36 meses mais parcela final.

Os dois modelos, BMW 320i e X1 sDrive20i, podem ser adquiridos a partir de R$ 239.950,00, ou por meio de financiamento pelo plano Sign & Go com uma entrada de R$ 97.200,00, saldo em 36 parcelas mensais de R$ 1.889, mais parcela final de 55% do valor do veículo na 36ª parcela.

Ainda como parte da condição especial, durante o mês de maio, todas as versões dos modelos 320i e X1 contam com três anos de manutenção gratuita, independente da modalidade de compra – à vista ou a prazo.  

A BMW Serviços Financeiros é a divisão de financiamentos, seguros e consórcio do BMW Group. Com um portfólio de produtos e serviços inovadores, são oferecidas soluções personalizadas e competitivas, desenvolvidas para atender com eficiência e exclusividade os clientes da marca.

 Sobre o Programa BMW Service Inclusive (BSI)

O BMW Service Inclusive (BSI) é um programa que permite a contratação antecipada das manutenções a um preço fixo, e está disponível para toda a linha de veículos BMW – sejam novos, seminovos e BMW Premium Selection. Os pacotes oferecidos garantem a realização de todas as manutenções CBS e itens associados, com a utilização de peças originais e serviço premium das concessionárias autorizadas em todo o mundo. O BMW Service Inclusive gera uma economia ao cliente de cerca de 30% com custos de manutenção, comparado aos valores dos serviços realizados individualmente. Ele pode ser contratado por períodos que variam de três a seis anos e com duração por quilometragem de 40 mil km até 120 mil km, e o cliente pode escolher entre as diversas variações de combinações de acordo com a preferência e a necessidade de consumo.

Equipe Mercedes-EQ de Fórmula E defende lideranças no E-Prix de Mônaco. Depois da última etapa na Espanha, equipe assume liderança nos campeonatos de construtores e de pilotos. Circuito de 3.318 metros nas ruas do principado é o mesmo utilizado na F1

 


Após a última etapa disputada na Espanha, a Equipe Mercedes-EQ de Fórmula E defenderá pela primeira vez nas ruas do principado de Mônaco a liderança dos campeonatos de pilotos e de construtores. A prova e os treinos serão realizados neste sábado.




Os pilotos Nick de Vries (foto acima) e Stoffel Vandoorne, líder e vice-líder do campeonato de pilotos, esperam uma etapa muito emocionante nesse que é um dos maiores circuitos de todo o calendário.


Stoffel Vandoorne


Para o Brasil, as provas e treinos serão transmitidos pela TV Cultura (Fundação Padre Anchieta-SP) e pelo canal de TV por assinatura SporTV.Para saber mais sobre a Equipe Mercedes-EQ de Fórmula E, acesse os links abaixo:

·        Website          www.mercedes-benz.com/en/eq-formulae

·        Media site       www.mercedes-benz.com/EQ-FormulaE-Media

·        Instagram       www.instagram.com/mercedesbenzeqfe

·        Facebook       www.facebook.com/mercedesbenzeqfe

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Início bem sucedido do novo ano fiscal para a marca Volkswagen


A Volkswagen começou o ano de 2021 com sucesso, apesar da escassez global de semicondutores e das restrições ocasionadas pela pandemia do coronavírus. A receita de vendas no primeiro trimestre em todo o mundo cresceu 5,4%, chegando a 20 bilhões de euros. Após a queda relacionada à pandemia para 481 milhões de euros em 2020, o lucro operacional chegou a 900 milhões de euros. O retorno operacional sobre as vendas também passou para 4,5% (ano anterior: 2,5%). 

"Conseguimos levar o impulso do segundo semestre de 2020 para o novo ano - apesar dos contínuos desafios colocados pela pandemia e pela escassez global de semicondutores. A evolução em todos os indicadores-chave de desempenho mostram que nossa estratégia ACELLERATE e o rigoroso gerenciamento de custos dos últimos meses estão ganhando força. Com base nisso, continuaremos sistematicamente a conduzir nossa transformação com foco na e-mobilidade e na digitalização", afirmou Ralf Brandstätter, CEO global da Marca Volkswagen.

Recuperação na América do Sul, América do Norte e Rússia

Os planos de recuperação para as regiões também estão tendo efeito e resultaram em uma tendência positiva no primeiro trimestre: o resultado operacional nas Américas do Norte e do Sul, bem como na Rússia, tiveram melhora. A Volkswagen planeja atingir o ponto de equilíbrio neste ano nos EUA e na América do Sul.

sexta-feira, 7 de maio de 2021

Stellantis amplia participação de mercado, aposta na força de todas as suas marcas, avança na conquista de mercado e encerra o mês de abril com 31,6% de participação nas vendas totais de automóveis e comerciais no Brasil. Foram mais de 52 mil veículos vendidos no último mês.




A Stellantis avançou na conquista de mercado e encerrou o mês de abril com 31,6% de participação nas vendas totais de automóveis e comerciais no Brasil. Foram mais de 52 mil veículos vendidos no último mês. A marca Fiat manteve-se na liderança de vendas, com 36,4 mil unidades vendidas, o que representa 22,1% de participação de mercado. A picape Fiat Strada repetiu o bom desempenho de meses anteriores e manteve-se como o veículo mais vendido do Brasil. A marca Jeep também avançou, com 12,1 mil veículos vendidos e 7,4% da participação de mercado em abril.

Com este resultado, a Stellantis registra mais de 196 mil veículos vendidos no período de janeiro a abril, com 29,6% de participação de mercado. O desempenho assegura a liderança no mercado brasileiro, impulsionando também a liderança entre os fabricantes sul-americanos de veículos.

O presidente da Stellantis para a América do Sul, Antonio Filosa, observou que todas as marcas que compõem o portfólio de Stellantis apresentam um bom desempenho. “Somos uma casa de marcas, uma house of brands. Para cada uma dessas marcas, temos um plano de crescimento”, afirmou. “Estamos desdobrando na região as estratégias globais e regionais de marcas, que preveem uma gama de produtos cada vez mais próxima do cliente e que cada vez mais represente o DNA de cada marca. E fazemos isso trabalhando intensamente com os concessionários e oferecendo produtos com as tecnologias que o cliente aprecia”.



Fiat, a marca mais vendida
A marca Fiat é a mais vendida no quadrimestre, com 138,8 mil unidades emplacadas e 20,9% de participação no mercado brasileiro. Em relação a igual período do ano passado, as vendas da Fiat cresceram 66%. Jeep acumula mais de 46 mil unidades vendidas desde janeiro, com 7% de participação de mercado. A expansão da Jeep em relação ao primeiro quadrimestre de 2020 é de 61%.



Entre as marcas que integram a gama de Stellantis, a Peugeot foi a que alcançou maior crescimento. Entre janeiro e abril, a marca vendeu cerca de 6,4 mil unidades, volume 79,8% maior do que o alcançado em igual período de 2020. No acumulado do quadrimestre, a Citroën superou a marca de 4,6 mil unidades vendidas e Ram totalizou 550 picapes emplacadas.

Entre os dez veículos mais vendidos no ano, cinco são produzidos pela Stellantis: a líder Fiat Strada, o Jeep Renegade, e os Fiat Mobi, Toro e Argo.

Falta de componentes limita a oferta
Antonio Filosa observou que o desempenho das vendas de veículos no país foi afetado pela escassez de componentes estratégicos. “A demanda no mercado brasileiro está forte e alinhada com as nossas previsões. Mas estamos enfrentando restrições no lado da oferta: há uma falta de componentes severa em todo o mundo. Estamos monitorando e trabalhando 24 horas por dia mitigar a maioria dos impactos negativos”, explicou.

A Stellantis tem um forte índice de localização, que ajuda a reduzir os impactos da escassez de componentes importados. “Sempre foi um valor para nós desenvolver junto com fornecedores tecnologias locais, componentes locais, sistemas locais. Neste momento, esta característica nos ajuda, porque temos menor dependência de fornecedores globais”, acrescentou. Além disto, as equipes de Supply Chain, de Logística, de Compras e de Manufatura têm-se desdobrado para ajudar aos fornecedores a mitigar os impactos. “É um trabalho de gerenciar a escassez”, destacou Filosa.



Por outro lado, a Stellantis mantém o ritmo de investimentos programado para os próximos anos e que tem resultado em novos motores turbo, novos produtos, serviços e sistemas de produção. A empresa lançou a nova geração dos modelos Fiat Toro e Jeep Compass e se prepara para lançar no segundo semestre do ano um SUV da Fiat e um D-SUV de sete lugares da Jeep. Também serão lançados este ano modelos de propulsão elétrica da Fiat, Jeep, Peugeot e Citroën.

O presidente da Stellantis para a América do Sul destacou que, ao lado do avanço na eletrificação, a Stellantis continuará apostando no etanol, combustível com o qual podem ser atendidas limitações muito rigorosas de emissões. “O Brasil tem uma tecnologia muito avançada e uma cadeia de produção muito bem estruturada no etanol, que constituem uma vantagem competitiva relevante”, assinalou.

Filosa enfatizou ainda a importância para a Stellantis de reunir em seus quadros 27 mil pessoas na América do Sul. "Estes colegas trazem das duas antigas empresas, PSA e FCA, um volume enorme de conhecimentos, competências, além de inúmeras oportunidades de sinergias, que representam um capital gigantesco para a Stellantis. Isto é tão grande e valioso como as marcas que a Stellantis reúne. Pessoas, produtos, marcas e parceiros são a receita, espero ganhadora, de todas as marcas”, concluiu.

Stellantis lança programa piloto de venda de automóveis a produtores rurais com pagamento em grãos.-Veículos das marcas Fiat, Jeep e Ram podem ser adquiridos por produtores rurais mediante pagamento fixo e liquidado em soja. -A fase de implantação da operação poderá contemplar 1,2 mil produtores dos estados de Mato Grosso, Goiás, Tocantins, Bahia, Paraná e Pará. -A nova modalidade visa potencializar as vendas da Stellantis ao setor do agronegócio e fortalecer laços comerciais com este importante mercado. - A operação facilita o acesso de empresários do agronegócio à renovação de frotas e aquisição de veículos com segurança e previsibilidade



A Stellantis acaba de criar uma nova modalidade de venda de veículos ao setor do agronegócio por meio de operações barter trade - do inglês, troca ou permuta. A nova forma de negócios contempla produtores rurais que poderão adquirir modelos da Fiat, Jeep e Ram mediante o pagamento fixo e liquidado em grãos como soja, commodity cotada internacionalmente.

“Essa parceria inovadora incrementará as vendas da Stellantis no setor do agronegócio e permitirá aos produtores rurais a renovação de frotas e aquisição de veículos de maneira facilitada. A modalidade da operação barter trade será uma maneira ágil para fomentar negócios com produtores rurais, uma vez que utilizará uma modalidade de pagamento com a qual eles já estão familiarizados. É um modelo de negócio que oferece segurança e previsibilidade aos produtores”, afirma Fabio Meira, diretor de Vendas Diretas da Stellantis.

As operações barter trade se baseiam na troca de mercadorias, mas são mais complexas do que a prática de escambo, historicamente conhecida. A transação ocorre envolvendo a definição do valor do bem a ser adquirido, cotação básica da commodity agrícola a ser usada como pagamento, seguro, aquisição do bem e, ao fim, liquidação financeira. 

Nesta primeira fase do projeto, 1,2 mil produtores de soja do Mato Grosso, Goiás, Tocantins, Bahia, Paraná e Pará foram selecionados e podem se habilitar à compra dos veículos.

Uma gama completa de modelos

O projeto piloto da operação de barter trade envolverá ampla gama de modelos, abrangendo veículos de trabalho e de passeio.

A Fiat denominou seu programa de Agro Fácil Fiat e oferecerá as picapes Toro e Strada (exceto o modelo Volcano) e o furgão Fiorino. 

A Jeep disponibilizará seus modelos Renegade e Compass, produzidos no Brasil, e Wrangler e Grand Cherokee, que são importados, denominando seu programa de Barter é Jeep.

A marca Ram, através do programa Barter Ram, oferecerá as picapes 1500 e 2500.

Um setor muito dinâmico da economia brasileira

O agronegócio brasileiro é um setor muito dinâmico da economia, fortemente atuante nas exportações e na geração de divisas, além de grande incorporador de novas tecnologias. O setor corresponde a mais de 21% do Produto Interno Bruto (PIB) do país e também se destaca nas exportações e na geração de superávit na balança comercial. Tem, ainda, apresentado crescimento constante ao longo das últimas décadas e consegue manter-se estável mesmo em períodos de crise.

“O agronegócio é um parceiro estratégico com o qual queremos manter um relacionamento estável e duradouro. Por isto, estamos adotando o mesmo mecanismo de pagamentos com o qual o setor já está acostumado”, acrescenta Fabio Meira.





A Essência do Z da NIssan, por Hiroshi Tamura, especialista-chefe de Produto do Z Proto




Desde 1969, o venerado Fairlady Z tem enfeitiçado os apaixonados por carros esportivos pelo mundo afora. Mesmo com o lançamento de várias versões do modelo ao longo dos anos, ele sempre manteve sua identidade como o arquétipo do carro esportivo japonês. E qual seria o segredo desse sucesso? O que fez com que o modelo se tornasse tão especial com o passar dos anos?

Para descobrir, fomos ao encontro de funcionários da Nissan para conhecer suas impressões a respeito das qualidades que definem o Z e o que o "Z-ness" significa para eles.

Para abrir a série convidamos Hiroshi Tamura, Especialista-Chefe de Produto (CPS) da Nissan Motor Co. responsável pelo Z Proto e pela próxima geração do Z. Depois de ter se formado em engenharia, ele começou a trabalhar na Nissan em abril de 1984. Os primeiros anos de sua carreira na empresa foram intercalados por alguns períodos em que atuou nas filiais comerciais Autech Japan e Nissan Prince Kanagawa. Em fevereiro de 2006, ele recebeu sua primeira missão como CPS, no departamento de planejamento de produto. Em 2012, tornou-se CPS do GT-R e do 370Z, assumindo o desafio não apenas de satisfazer, mas de superar as expectativas dos fãs com os dois modelos legendários.

P: Gostaríamos de começar com uma pergunta básica: O que significa o “Z-ness"?

Tamura: Para mim, o "Z-ness" é o espírito da Nissan. É a forma como o carro se conecta ao motorista – à mente, corpo e alma do condutor –, proporcionando o máximo prazer ao dirigir. É assim que motorista e máquina se unem, resultando em uma autêntica "unicidade" ou "ligação" entre eles. O Z expressa uma atitude surpreendente, que passa da atração à primeira vista à sedução, para formar uma relação duradoura. Isso é único no Z.

P: Quando você diz "mente, corpo e alma", você poderia explicar como o Z faz tal conexão?

Tamura: Muitos carros têm uma boa performance dinâmica, mas o Z faz com que seja mais fácil desfrutar dessa performance, pois ele cria uma relação emocional com o motorista. Como se fosse um parceiro de dança escolhido a dedo, o Z responde aos impulsos do motorista por meio de uma relação não verbal, que se sente na alma. O "Z-ness" também significa curtir e celebrar a vida do seu jeito – e não importa se você é do tipo que prefere dirigir sozinho em uma estrada desafiadora ou fazer parte de uma comunidade mundial de fãs do Z, os "Zentusiastas".

P: Qual é o papel do Z na linha de modelos da Nissan?

Tamura: Como mencionei, o Z é o espírito da Nissan. Ele se torna ainda mais importante neste momento em que a Nissan está envolvida em seu plano de transformação, o Nissan NEXT. O Z injeta ainda mais emoção em cada produto da linha que, por sua vez, emociona a todos nós que temos uma ligação com a empresa, incluindo os clientes, funcionários e fãs. Este é o carro que as pessoas conhecem e se lembram. O Z tem um equilíbrio fundamental entre potência e design, que é reconhecido instantaneamente como um modelo da Nissan. Ele está ao alcance de muitos clientes em potencial e isso é muito importante. É um carro dos sonhos, que pode ser desfrutado por muitos.

O Z tem movido nossa paixão de inovar e desafiar padrões por gerações. "Paixão, inovação, desafio". Essas três palavras definem o Z e continuam sendo vitais para o DNA da empresa, fazendo do Z uma forte influência na cultura e personalidade da Nissan.

P: Por que você acha que o Z, há mais de 50 anos, tem tantos fãs?

Tamura: O Z é atemporal, graças ao seu estilo e acessibilidade. Milhões de pessoas têm uma relação especial com esse carro. Pergunte para os seus parentes e amigos sobre o Z: você vai ter sorrisos e respostas positivas. É isso o que faz com que o espírito do Z esteja a cada dia mais vivo.

P: Qual foi a abordagem de engenharia que você empregou no design do novo Z?

Tamura: No meu trabalho como Especialista-Chefe de Produto, sou a voz do cliente. Lançar um novo Z é uma tarefa desafiadora para toda a equipe porque muitas pessoas adoram o Z por diferentes motivos, como a aparência, performance e até as memórias positivas que eles podem ter tido com gerações anteriores do Z. Precisamos considerar em primeiro lugar o desejo e a felicidade do cliente. Mas também ajudou o fato de que eu já adorava os modelos Z antes disso, tendo sido proprietário de alguns com o passar dos anos. Eu sei o que o Z significa para mim, portanto sei o que ele significa para o cliente. Para o Z, o meu objetivo sempre foi proporcionar um equilíbrio entre estilo, potência e tecnologia, de forma que tudo isso esteja facilmente ao alcance do cliente. O Z precisa oferecer a combinação certa entre performance, aparência e um objeto que coloca um sorriso no rosto do cliente.

P: Fale sobre sua história com o Z. Alguma recordação ou experiência em especial?

Tamura: Eu sempre fui um fanático pela Nissan desde criança. Quando era jovem, era fã principalmente de dois carros – o GT-R e o Z – e foi naquela época que quis fazer parte do futuro da Nissan e dos seus carros esportivos. Eu me lembro da potência e performance do GT-R nas pistas e também do belo visual do Fairlady Z. Esses carros mudaram minha vida! Tenho tantas lembranças boas como proprietário e dirigindo o Z e o GT-R que acho que fico sem palavras ao pensar que agora sou responsável pela criação deles. Vou ter que escrever um livro sobre isso qualquer dia desses!

P: Você disse que teve um Z. Qual era o modelo?

Tamura: O primeiro foi o 240ZG "G-nose", que eu comprei de segunda mão e – é claro! – comecei imediatamente a tunar em busca da máxima performance, algo que ainda faço hoje. Eu adorava o visual do 240ZG, que me fazia lembrar um trem-bala (Shinkansen, em japonês). Ele tinha uma carroceria bem elegante e aerodinâmica, cuja forma que parecia romper o ar. Para mim, era surpreendente como uma montadora japonesa poderia criar um design desse tipo, com uma carroceria baixa e larga, um nariz longo, a traseira curta e os agressivos alargadores de para-lamas parafusados. O outro Z que tive na garagem foi o Z31 turbo, que eu também tunei. Naquela época, a tunagem era muito comum e muitas peças de reposição eram acessíveis. Aprendi como tunar meus carros à base de tentativa e erro, aprendendo a prestar atenção aos detalhes como o sistema de refrigeração, freios e muitos outros. Algumas lições foram mais difíceis, mas no final ele sempre ficava bacana!

P: O que você mais deseja em relação ao próximo Z?

Tamura: Quero que as pessoas dirijam o próximo Z e se sintam como se tivessem conhecido um novo parceiro de dança. Quero que os clientes sorriam, curtam o carro e continuem a compartilhar o sonho Z. O próximo Z será um carro que manterá vivo o espírito dos carros esportivos da Nissan e espero que ele ajude a criar novas memórias felizes para a família Nissan, os apaixonados por carros e Zentusiastas de todo o mundo!

Barraqueiros das praias do Rio de Janeiro podem se tornar Patrimônio Cultural e de Natureza Imaterial. Projeto de lei nesse sentido tramita na Câmara de Vereadores carioca



Rio de Janeiro, Maio de 2021Os barraqueiros das praias do Rio de Janeiro poderão ser considerados Patrimônio Cultural e de Natureza Imaterial dos cariocas se a Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro aprovar o projeto de lei 257/2021, do vereador Márcio Ribeiro, do Avante e o prefeito Eduardo Paes o sancionar. Os barraqueiros de praia têm uma função social, que possui importância não só econômica, mas também cultural.

As restrições impostas na cidade como forma de combate ao covid-19 afastaram os cariocas das praias do Rio de Janeiro. A cena das praias vazias apertam não apenas o coração dos cariocas, mas principalmente, o bolso dos barraqueiros fixos que tiravam seu sustento diário das vendas na areia. Quem frequenta as praias do Rio de Janeiro sabe a importância dos barraqueiros, que estão integrados à população e realizam um trabalho que vai bem além do comércio informal.

“Os barraqueiros se tornaram uma tradição cultural, são importantes no relacionamento com os turistas e frequentadores da praia, além de serem utilizados como ponto de referência, como por exemplo a barraca do Uruguai, no posto 9 ou a barraca PQD, no posto 8 em Copacabana. Além disso, eles estimulam atividades de educação ambiental e de preservação do meio ambiente, conscientizando os banhistas a recolher seu lixo, disponibilizando lixeiras em suas barracas e incentivando práticas de reciclagem”, conclui Marcio Ribeiro.


A comercialização de bens e serviços é  em muitas das vezes a única fonte de renda das famílias dos barraqueiros. Segundo dados da prefeitura, existem hoje 1.019 ambulantes em pontos fixos (barraqueiros) cadastrados. 

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