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segunda-feira, 29 de junho de 2026

Bodódromo e vinícolas revelam os sabores de Petrolina (PE) em novo episódio da websérie do MTur. Capítulo "O Sabor da Festa" mostra como a gastronomia regional e o enoturismo no Vale do São Francisco ampliam a experiência dos visitantes durante o ciclo junino

 

Fotos: Roberto Castro/ MTur


Ás margens do Rio São Francisco, Petrolina (PE) transforma a gastronomia regional e a produção de vinhos em atrativos imperdíveis para quem visita a cidade durante o São João. Com a estimativa de ter recebido mais de 1 milhão de visitantes ao longo de sua programação e de ter gerado um impacto econômico de R$ 325 milhões, o município é o cenário do quarto episódio da websérie "Destino: Festas Juninas", produzida pelo Ministério do Turismo (MTur).
 

Acesse o quarto episódio da série nas redes oficiais do MTur: YouTube, Facebook, Instagram e Spotify.
 

Batizado de "O Sabor da Festa", o capítulo propõe um passeio pelo famoso Bodódromo, pelas vinícolas do Vale do São Francisco e pelas inovações culinárias que fazem de Petrolina um dos principais polos do turismo gastronômico no período junino.
 

Para o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, a cidade pernambucana é um exemplo de como diferentes expressões culturais fortalecem um destino. "Petrolina oferece ao visitante uma experiência que vai muito além dos shows. 

Aqui temos gastronomia, cultura popular e tradição às margens do Velho Chico, provando que o turismo se faz com a verdadeira identidade de um destino", destaca.
 

Sabores que atraem (e surpreendem)

Quem pula o São João em Petrolina dificilmente deixa a cidade sem passar pelo Bodódromo. O complexo gastronômico – famoso por reunir restaurantes especializados em carne de bode e carneiro – torna-se parada obrigatória para os turistas. 

Segundo Leonardo Alves da Silva, gerente de um dos estabelecimentos mais tradicionais do local, o fluxo dispara nessa época. "A cidade fica lotada. O pessoal vem para almoçar ou jantar e, depois, segue para a festa. A gente reforça a equipe e se prepara porque sabe que o turista procura essa experiência autêntica", afirma.
 

E a culinária sertaneja também abre espaço para a criatividade. Entre os atrativos mais curiosos revelados no episódio está o inusitado sorvete de caramelo de bode. Idealizador da sobremesa, José Veras conta que a ideia surgiu durante uma viagem em busca de novos ingredientes e acabou virando uma marca registrada da cidade. "O nosso carro-chefe, que é a cara de Petrolina e do sertão, é o sorvete de caramelo de bode. Nós o fazemos com a própria carne do bode, caramelizada", explica.
 

O roteiro do paladar passa, ainda, pelas premiadas vinícolas do Vale do São Francisco. Lá, os visitantes acompanham de perto o processo de produção e degustam rótulos elaborados no coração do semiárido. 

Para Ricardo Henriques, profissional do setor, o enoturismo tem se consolidado como um pilar de atração do destino. "O turismo na região tem crescido e se estabelecido de forma muito forte. As pessoas vêm de fora para curtir o São João, mas aproveitam para visitar a cidade e vivenciar esse turismo de experiência", relata.
 

Durante o ciclo junino, Petrolina acolheu viajantes de mais de 150 cidades brasileiras. A rede hoteleira operou com lotação máxima nos dias de pico, enquanto o comércio, os restaurantes e o setor de serviços colheram os frutos do aumento expressivo da demanda impulsionada pela grande festa popular.
 

Sobre o projeto "Destino: Festas Juninas"

Lançada pelo Ministério do Turismo, a iniciativa multiplataforma dá visibilidade aos bastidores de cinco dos maiores polos festivos do Nordeste: Campina Grande (PB), Caruaru (PE), Mossoró (RN), Maracanaú (CE) e Petrolina (PE).
 

Por meio de 10 episódios de uma websérie para as redes sociais e uma série de rádio, o projeto joga luz sobre as pessoas que fazem a festa acontecer. A narrativa mostra como a preservação de uma das mais importantes manifestações culturais do país atua como engrenagem fundamental para impulsionar o turismo, movimentar a economia e gerar oportunidades para a população local.
 

Por Natália Moraes
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo



domingo, 28 de junho de 2026

Chiloé: o arquipélago onde o Chile guarda seus mitos, suas igrejas de madeira e um modo de viver fora do tempo. No sul chileno, entre brumas e palafitas coloridas, um conjunto de ilhas preserva uma cultura mestiça única na América do Sul

  

Créditos: Sebastian Olivos


São Paulo, junho de 2026 - Existe um Chile que escapa das rotas de cartão-postal. Não está nos vinhedos do vale central nem nas torres de granito da Patagônia, mas algumas horas ao sul de Puerto Montt, onde o continente se desfaz em água e o mapa se fragmenta em dezenas de ilhas. Ali está Chiloé, arquipélago que vem despertando atenção crescente da imprensa internacional de viagens justamente por oferecer o que se tornou raro: autenticidade não encenada. Em um momento em que o viajante busca experiência em vez de checklist, Chiloé responde com neblina, madeira, gastronomia, fé e uma mitologia tão viva que ainda hoje se infiltra nas conversas dos pescadores.

 

Onde fica e o que é Chiloé

O arquipélago integra a Região de Los Lagos e reúne cerca de trinta e cinco ilhas em torno da Isla Grande de Chiloé — a segunda maior do Chile e a quinta da América do Sul. Separada do continente pelo Canal de Chacao, a ilha desenvolveu, ao longo de séculos de relativo isolamento, uma identidade própria, distinta do resto do país. Por ali se diz que a terra e o mar são uma coisa só, e a paisagem confirma isso: campos verdes que terminam abruptamente no Pacífico, casas erguidas sobre palafitas dentro da água e um céu quase sempre carregado, que torna ainda mais intenso o colorido das fachadas.
 

Como chegar a partir do Brasil

Não há voo direto do Brasil para Chiloé — e isso faz parte do percurso. O caminho mais comum passa por Santiago, e de lá segue-se de avião até o Aeroporto El Tepual (PMC), em Puerto Montt, a porta de entrada tradicional para a região. Existe também o pequeno Aeroporto de Mocopulli (MHC), perto de Castro, já dentro da ilha, com menor frequência de voos — por isso muitos viajantes preferem desembarcar em Puerto Montt.
 

Divulgação / Unsplash

A travessia em si é parte da experiência. De Puerto Montt percorrem-se cerca de 60 km ao sul pela Rota Panamericana ou Rota 5, por estrada asfaltada, até o porto de Pargua, de onde partem as balsas pelo Canal de Chacao rumo ao povoado de Chacao, na ilha. A balsa opera 24 horas, com saídas a cada 15 a 20 minutos e uma travessia de aproximadamente 30 a 40 minutos — tempo suficiente para, com sorte, avistar golfinhos e cisnes. Uma curiosidade atual: uma ponte suspensa, a Ponte de Chacao, está em plena construção há anos, com previsão de conclusão por volta de 2028; até então, a balsa continua sendo o único acesso terrestre, e seus dias podem estar contados. Quem chega de ônibus a partir de Puerto Montt faz tudo de uma vez só — a passagem já inclui a balsa, e o veículo embarca na própria balsa.
 

Dentro do arquipélago, o deslocamento ideal é de carro alugado: as distâncias são curtas, mas o transporte público é limitado e boa parte do encanto está em estradas secundárias, muitas sem pavimentação, que levam a capelas isoladas e mirantes inesperados.
 

Quando ir

Chiloé não é um destino de bom tempo garantido — e quem entende isso aproveita melhor. O verão austral (dezembro a março) é a alta temporada: dias mais longos, clima ameno, festivais gastronômicos e a melhor janela para trilhas e observação de fauna. É também quando a balsa pode ter filas de mais de duas horas nos fins de semana. A meia-estação (outubro-novembro e março-abril) costuma ser o ponto de equilíbrio: menos gente, paisagens verdes e preços mais baixos.
 

O inverno, por sua vez, entrega o Chiloé mais atmosférico e melancólico — frio, chuvoso e nebuloso, ideal para quem busca a ilha das lendas e das igrejas vazias. É também a temporada perfeita para descobrir o curanto, o prato mais emblemático do arquipélago: frutos do mar, carnes e batatas cozidos lentamente em um buraco escavado na terra, sobre pedras aquecidas em brasa e cobertos com folhas de nalca, um método ancestral que enche o ar de vapor e aroma. Ainda assim, a temporada exige disposição para o clima instável. Em qualquer época, leve casaco ou capa de chuva: corre vento na travessia e o tempo muda em minutos.

 

Créditos: Jaume Arrieta

 

Cultura e identidade: o coração de Chiloé

É na cultura que o arquipélago se torna realmente singular. A base é a herança huilliche, povo originário de tronco mapuche, e chono, povo canoeiro dos canais austrais, sobre a qual se assentou a colonização espanhola e, sobretudo, a evangelização jesuíta a partir do século XVIII. Desse encontro nasceu uma cultura mestiça que se materializa de forma espetacular na arquitetura.
 

As igrejas de madeira de Chiloé são o maior símbolo dessa fusão. Foi erguido cerca de uma centena de templos no arquipélago, dos quais 16 são Patrimônio da Humanidade pela UNESCO — quatorze inscritos no ano 2000 e outros dois, Caguach e Chelín, somados em 2001. São templos construídos inteiramente em madeira, segundo a chamada "escola chilota": os mesmos mestres que sabiam construir embarcações aplicaram esse saber às naves das igrejas, cujos telhados lembram cascos de embarcação invertidos. A joia mais célebre é a Igreja de Santa María de Loreto, em Achao — de 1740, montada com encaixes e cavilhas, sem um único prego, e hoje Monumento Nacional, com um pequeno museu de imaginária esculpida por santeiros chilotes. As fachadas, pintadas em azuis, amarelos e vermelhos vibrantes, funcionaram historicamente também como pontos de referência para quem navegava.
 

Igualmente icônicas são as palafitas — casas de madeira erguidas sobre estacas à beira da água, pintadas em cores fortes, que se tornaram o cartão-postal de Castro, sobretudo no bairro Gamboa. E há a dimensão invisível: a mitologia chilota, talvez a mais viva da América do Sul, que não é folclore de museu, mas um imaginário que ainda explica o cotidiano. Três figuras dominam esse universo. O Trauco, o mito mais temido: um ser pequeno e deformado que habita a floresta, carrega um machado de pedra com o qual golpeia as árvores e, segundo a crença, seduz com o olhar as jovens. A Pincoya, sereia formosa de cabelos dourados que protege o mar e rege a abundância da pesca — se dança olhando para o oceano, haverá fartura; se dança de costas, escassez. E o Caleuche, o navio fantasma tripulado por feiticeiros que navega sob a superfície envolto em neblina e luzes, do qual se diz que enriquece os comerciantes que fazem pactos com ele. O estilo de vida segue o ritmo das marés e da terra: pesca, trabalho comunitário e o cultivo da batata, da qual Chiloé preserva mais de 200 variedades nativas.
 

O que ver e fazer

Castro, a capital e terceira cidade mais antiga do Chile, concentra as palafitas mais fotografadas, a colorida Igreja de San Francisco e uma cena gastronômica em ascensão. Ancud, ao norte, preserva a explanada do Forte San Antonio — onde foi hasteada por última vez a bandeira espanhola no Chile — e seu Museu Regional, além de servir de base para as pinguineiras de Puñihuil, reserva natural onde convivem pinguins-de-magalhães e pinguins-de-humboldt, raridade no mundo. Dalcahue é parada obrigatória por seu mercado de artesanato em lã e suas cozinhas tradicionais, e funciona como porta de embarque para a Isla Quinchao, com os povoados de Achao e Curaco de Vélez. O Parque Nacional Chiloé, criado em 1982, protege mais de 42.000 hectares de floresta fria valdiviana, dunas e trilhas que descem ao Pacífico em setores como Cucao, território privilegiado para o ecoturismo e a observação de aves e mamíferos marinhos.
 

Créditos: Jaume Galofe

Para quem dispõe de mais tempo, o arquipélago premia a exploração. Puqueldón, na Isla Lemuy, foi reconhecida em 2022 como uma das "Best Tourism Villages" pela Organização Mundial do Turismo e guarda três igrejas UNESCO — Ichuac, Aldachildo e Detif — além de experiências de turismo rural em torno da batata. Quellón, no extremo sul, marca o fim da estrada Panamericana que começa no Alasca. E a pequena Isla Aucar, conectada por uma passarela de madeira, é conhecida como "a ilha das almas navegantes" pela lenda que a habita.
 

A mesa merece capítulo próprio. O prato emblemático é o curanto: frutos do mar, carnes, batata e os bolinhos chamados milcao e chapalele, cozidos sobre pedras quentes enterradas no solo e cobertos com folhas de pangue — um preparo feito "entre muitas mãos" e que simboliza o espírito solidário do povo chilote. Frutos do mar fresquíssimos, lendas e batata: essa é a tríade de Chiloé.
 

Chiloé não se entrega rápido nem se explica por completo — e é justamente isso que o torna um dos destinos mais autênticos, enigmáticos e culturalmente ricos da América do Sul. É o Chile que se atravessa de balsa, que se mede pelas marés e que ainda crê em seus próprios mitos. Para quem está disposto a desacelerar e escutar, o arquipélago oferece algo cada vez mais escasso: a sensação de ter chegado a um lugar que ainda é, de fato, ele mesmo.

57% usam IA na compra de carros e decisão fica mais complexa no Brasil


 

A inteligência artificial não está encurtando a jornada de compra de veículos no Brasil: está tornando o processo mais longo e mais deliberado. Ao organizar informações, comparar opções e ampliar o acesso a dados, a tecnologia incentiva o consumidor a pesquisar mais antes de decidir, especialmente em uma compra de alto valor como a de um automóvel.
 

Os dados são do Google e foram apresentados durante o Anfavea Visions 2026. Segundo a empresa, 57% dos consumidores já usam ferramentas de IA ao longo da jornada de compra, e 13% afirmam delegar parte das escolhas à tecnologia. Outros 31% utilizam essas ferramentas especificamente para comparar marcas.
 

Na prática, a IA desloca o comportamento de busca. Em vez de partir de modelos ou montadoras, o consumidor passa a formular perguntas mais amplas, ligadas a uso e contexto, como custo de manutenção, adequação à rotina e perfil de uso. Isso tende a alongar a fase de consideração, já que mais alternativas entram na análise antes da decisão final.
 

Esse movimento acontece em um mercado automotivo ainda marcado por forte concentração de marcas e padrões de uso já consolidados. Dados da Machine sobre corridas de aplicativos mostram que cinco montadoras dominam cerca de 80% das viagens analisadas: Chevrolet (20,94%), Volkswagen (19,08%), Fiat (18,40%), Hyundai (11,66%) e Renault (9,53%). Em seguida aparecem Ford (6,12%), Toyota (3,53%) e Nissan (1,15%). 

Entre os veículos chineses, a presença já alcança quase 1 em cada 12 corridas, cerca de 8,3%, com destaque para a BYD, responsável por 7,12% das viagens. O recorte indica que, mesmo com a ampliação das opções percebidas na fase de pesquisa, o uso cotidiano ainda se concentra em poucos fabricantes.
 

O Brasil aparece entre os mercados mais receptivos a essa mudança. Uma pesquisa Google/Ipsos com 21 mil pessoas em 21 países mostra que 54% dos brasileiros usaram IA generativa em 2024, acima da média global de 48%. O país também registra 65% de percepção positiva sobre a tecnologia, e 60% acreditam em ganhos econômicos associados ao seu avanço. 

"Para os motoristas, a escolha do veículo está diretamente ligada à rentabilidade, e a adoção de carros eletrificados representa não apenas uma tendência tecnológica, mas uma estratégia econômica concreta para manter o lucro diante da crescente pressão por custos operacionais menores", afirma Júlia Camossa, estatística responsável pela plataforma.
 

Esse comportamento é ainda mais relevante no setor automotivo, onde a decisão envolve múltiplas variáveis técnicas e financeiras. A IA passa a funcionar como ferramenta de triagem e comparação, mas não reduz necessariamente o tempo de decisão, amplia o volume de informações consideradas.

 

O próximo passo dessa transformação deve vir com os agentes de IA, capazes de executar tarefas de forma autônoma para o usuário. A projeção foi apresentada no mesmo evento por executivos do setor e inclui aplicações que vão do processo de compra ao pós-venda, com veículos conectados enviando dados diretamente a fabricantes e concessionárias.
 

Nesse cenário, a disputa entre montadoras e varejistas deixa de ser apenas por atenção e passa a ser também por presença dentro dos sistemas de recomendação. A forma como marcas estruturam informação tende a ganhar mais peso do que a publicidade tradicional na influência da decisão final.

sábado, 27 de junho de 2026

CAOA CHANGAN celebra 5 mil veículos vendidos em três meses com redução comemorativa de R$ 20 mil para o CS75




São Paulo, junho de 2026 - A CAOA CHANGAN acaba de alcançar um marco histórico no mercado automotivo brasileiro. Em apenas três meses de operação, a marca ultrapassou 5 mil veículos vendidos, registrando a chegada mais rápida a esse patamar entre as marcas que estrearam no país.

O desempenho reflete a forte receptividade conquistada desde o início da operação, com destaque para o UNI-T, que rapidamente se consolidou como um dos grandes protagonistas dessa fase inicial.

Com design marcante, tecnologia avançada, desempenho e posicionamento diferenciado, o UNI-T teve papel decisivo na rápida construção da presença da CAOA CHANGAN no mercado brasileiro.

Para celebrar esse resultado e marcar o início de uma nova etapa, a CAOA CHANGAN anuncia uma redução comemorativa de R$ 20 mil para o CS75, seu mais novo lançamento, que passa a ter preço público sugerido a partir de R$ 179.990.

A iniciativa reforça a confiança da marca no potencial do mercado nacional e fortalece o posicionamento do novo CS75 como uma das principais apostas da CAOA CHANGAN no país.

Com presença imponente, amplo espaço interno e elevado nível de tecnologia, segurança e conforto, o CS75 amplia a atuação da marca e representa um novo patamar dentro de sua linha de produtos.

A redução comemorativa traduz o reconhecimento pela confiança do consumidor brasileiro e reafirma a visão de longo prazo da CAOA CHANGAN para o Brasil.

Os clientes que adquiriram o CS75 desde o lançamento também terão acesso à mesma condição, conforme critérios e procedimentos que serão comunicados diretamente pela marca e por sua rede de concessionárias.

“A forte aceitação do UNI-T foi determinante para alcançarmos 5 mil veículos vendidos em apenas três meses. Esse resultado confirma a confiança do consumidor brasileiro na CAOA CHANGAN e reforça nossa convicção no potencial do país. Para celebrar essa conquista, anunciamos uma redução comemorativa de R$ 20 mil para o CS75, que passa a ter preço público sugerido de R$ 179.990, reforçando seu papel como um dos principais pilares da próxima fase de crescimento da marca”, afirma Roberto Pedrosa, diretor comercial da CAOA Changan.

A condição comemorativa será válida por tempo limitado em toda a rede de concessionárias CAOA CHANGAN, conforme disponibilidade de estoque e regras aplicáveis.

Move Brasil: entenda como funciona o novo programa do Governo Federal. Especialista esclarece principais pontos do Move Brasil (BNDES Move Motoristas) voltado a taxistas e motoristas de aplicativo

Com investimento de R$ 30 bilhões, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) iniciou, no último dia 19, o Move Motoristas, uma linha de crédito que permite a taxistas e motoristas de aplicativo adquirir carros novos com taxas de juros mais reduzidas, em linha com a política de renovação de frota do governo federal. 

O financiamento é realizado por meio de instituições financeiras credenciadas, sujeito à análise de crédito. A iniciativa marca um grande investimento do governo brasileiro voltado para pessoas que trabalham diariamente com seu carro. 

Segundo o gerente de marca da BYD Servopa, William Mendes, o financiamento tem condições especiais, mas não vale para todos os veículos e consumidores. “O limite é de carros novos com valor de até R$ 150 mil, que atendam a critérios de sustentabilidade e sejam provenientes de montadoras habilitadas no Programa”, detalha.

Para participar do Move Motoristas, é necessário que o motorista de aplicativo esteja cadastrado há pelo menos 12 meses e tenha realizado, no mínimo, 100 corridas na plataforma durante o período. 

Para taxistas, basta ser registrado e estar em atividade. “São precauções voltadas a garantir que os beneficiados sejam aqueles que utilizam o automóvel como instrumento de trabalho, e não apenas como meio de transporte. Além disso, o solicitante precisa ter o cadastro positivo e cumprir algumas outras exigências impostas pelo Governo Federal”, completa. 

Conforme divulgado pelo BNDES, as taxas de juros podem chegar a 0,99% ao mês para homens e 0,91% ao mês para mulheres. O prazo de financiamento é de até 72 meses, com carência máxima de seis meses. Para as motoristas, o programa também permite o financiamento de equipamentos adicionais de segurança. A solicitação do crédito deve ser realizada na página gov.br/movebrasil.

“É importante destacar que, enquanto o programa estiver em operação, a adesão das instituições financeiras e a liberação dos créditos ocorrem de forma gradual, mediante análise de crédito. Portanto, o processo não é imediato”, finaliza Mendes.

Coluna de Aviação VAMOS VOAR PELO MUNDO // Avião Solidário da LATAM chega à Venezuela com equipes de emergência e ajuda humanitária para vítimas do terremoto // Spotter Day reúne fotógrafos e apaixonados pela aviação no Aeroporto de Goiânia // Nordeste consolida liderança em crescimento no turismo aéreo nacional e desponta como destino favorito para férias e grandes eventos em 2026


Avião Solidário da LATAM chega à Venezuela com equipes de emergência e ajuda humanitária para vítimas do terremoto

27 de junho de 2026 – Às 13h51 (horário de Brasília) de hoje, o Avião Solidário da LATAM, procedente da Colômbia, pousou na Venezuela com equipes de emergência e ajuda humanitária destinadas a apoiar as comunidades afetadas pelo recente terremoto que atingiu o país. No voo, viajaram gratuitamente 163 pessoas, entre bombeiros, socorristas, equipes médicas, veterinários e especialistas da Colômbia, Chile, Brasil, Equador, Peru e Espanha, além de representantes de fundações colombianas que se somarão às ações de assistência no local.

Na chegada, o grupo foi recebido por autoridades do Ministério das Relações Exteriores, Mauricio Rodríguez, vice-ministro para a América Latina, e pelo almirante Juan Carlos Oti Paituvi, vice-ministro de Proteção de Riscos e Desastres do Ministério do Interior, Justiça e Paz, além de autoridades da Defesa Civil, dando início a uma operação de apoio que busca contribuir para o atendimento às famílias afetadas e para as ações de resposta à emergência.

Além disso, o grupo LATAM está coordenando dois voos cargueiros especiais entre a noite de sábado (27/6) e terça-feira (30/6), que permitirão transportar aproximadamente 100 toneladas de ajuda humanitária de órgãos internacionais para a Venezuela. Entre as cargas estão equipamentos para a instalação de um hospital de campanha, sistemas de água e saneamento, ferramentas de suporte, geradores elétricos e insumos clínicos críticos, como camas hospitalares, equipamentos para triagem e itens de proteção individual, com o objetivo de apoiar as ações de resposta à emergência.
 

A iniciativa foi coordenada por meio do programa Avião Solidário, que coloca à disposição a conectividade e a capacidade logística do grupo LATAM para apoiar organizações e instituições diante de emergências e desastres naturais na América do Sul. A LATAM continuará coordenando o envio de mais ajuda à Venezuela nos próximos dias, na medida em que as alianças que integram o Avião Solidário demandarem esse apoio.

57% usam IA na compra de carros e decisão fica mais complexa no Brasil

Chevrolet lidera as viagens de aplicativos no Brasil



A inteligência artificial não está encurtando a jornada de compra de veículos no Brasil: está tornando o processo mais longo e mais deliberado. Ao organizar informações, comparar opções e ampliar o acesso a dados, a tecnologia incentiva o consumidor a pesquisar mais antes de decidir, especialmente em uma compra de alto valor como a de um automóvel.

Os dados são do Google e foram apresentados durante o Anfavea Visions 2026. Segundo a empresa, 57% dos consumidores já usam ferramentas de IA ao longo da jornada de compra, e 13% afirmam delegar parte das escolhas à tecnologia. Outros 31% utilizam essas ferramentas especificamente para comparar marcas.

Na prática, a IA desloca o comportamento de busca. Em vez de partir de modelos ou montadoras, o consumidor passa a formular perguntas mais amplas, ligadas a uso e contexto, como custo de manutenção, adequação à rotina e perfil de uso. Isso tende a alongar a fase de consideração, já que mais alternativas entram na análise antes da decisão final.

Esse movimento acontece em um mercado automotivo ainda marcado por forte concentração de marcas e padrões de uso já consolidados. Dados da Machine sobre corridas de aplicativos mostram que cinco montadoras dominam cerca de 80% das viagens analisadas: Chevrolet (20,94%), Volkswagen (19,08%), Fiat (18,40%), Hyundai (11,66%) e Renault (9,53%). Em seguida aparecem Ford (6,12%), Toyota (3,53%) e Nissan (1,15%). 

Entre os veículos chineses, a presença já alcança quase 1 em cada 12 corridas, cerca de 8,3%, com destaque para a BYD, responsável por 7,12% das viagens. O recorte indica que, mesmo com a ampliação das opções percebidas na fase de pesquisa, o uso cotidiano ainda se concentra em poucos fabricantes.

O Brasil aparece entre os mercados mais receptivos a essa mudança. Uma pesquisa Google/Ipsos com 21 mil pessoas em 21 países mostra que 54% dos brasileiros usaram IA generativa em 2024, acima da média global de 48%. O país também registra 65% de percepção positiva sobre a tecnologia, e 60% acreditam em ganhos econômicos associados ao seu avanço. 

"Para os motoristas, a escolha do veículo está diretamente ligada à rentabilidade, e a adoção de carros eletrificados representa não apenas uma tendência tecnológica, mas uma estratégia econômica concreta para manter o lucro diante da crescente pressão por custos operacionais menores", afirma Júlia Camossa, estatística responsável pela plataforma.

Esse comportamento é ainda mais relevante no setor automotivo, onde a decisão envolve múltiplas variáveis técnicas e financeiras. A IA passa a funcionar como ferramenta de triagem e comparação, mas não reduz necessariamente o tempo de decisão, amplia o volume de informações consideradas.

 

O próximo passo dessa transformação deve vir com os agentes de IA, capazes de executar tarefas de forma autônoma para o usuário. A projeção foi apresentada no mesmo evento por executivos do setor e inclui aplicações que vão do processo de compra ao pós-venda, com veículos conectados enviando dados diretamente a fabricantes e concessionárias.

Nesse cenário, a disputa entre montadoras e varejistas deixa de ser apenas por atenção e passa a ser também por presença dentro dos sistemas de recomendação. A forma como marcas estruturam informação tende a ganhar mais peso do que a publicidade tradicional na influência da decisão final.

GM amplia investimentos no Brasil e eleva plano para R$ 10,5 bilhões até 2028. Aporte adicional de R$ 3,5 bilhões apoiará novos produtos, tecnologias e a evolução das operações da empresa no país

 

Brasília – A General Motors ampliou seu plano de investimentos no Brasil e anunciou um aporte adicional de R$ 3,5 bilhões para sua base industrial no País.O anúncio foi realizado em Brasília (DF), com a presença do vice-presidente da República, Geral Alckmin, do presidente da General Motors América do Sul, Thomas Owsianski, do vice-presidente da GM América do Sul, Fabio Rua, e do diretor-executivo de Engenharia de Produto da General Motors América do Sul, Ricardo Fanucchi.

 

O novo montante se soma ao plano de R$ 7 bilhões anunciado em 2024 e será destinado principalmente às operações da companhia no Estado de São Paulo. O investimento apoiará a renovação do portfólio da Chevrolet, a incorporação de novas tecnologias aos veículos produzidos e comercializados no Brasil, incluindo modelos híbridos, além da modernização das fábricas e da ampliação das capacidades de engenharia e manufatura. A iniciativa também contribuirá para a geração de empregos qualificados e para o fortalecimento da competitividade da indústria automotiva nacional.

 

“A indústria automotiva vive um período de profunda transformação tecnológica. Este investimento amplia nossa capacidade de desenvolver e produzir veículos competitivos no Brasil, acelera a adoção de novas tecnologias e contribui para a formação de competências e empregos que serão essenciais para o futuro da mobilidade”, afirma Thomas Owsianski, presidente da General Motors América do Sul.

 

“Decisões de investimento dessa magnitude exigem visão de longo prazo e um ambiente que ofereça previsibilidade, segurança jurídica e condições adequadas para a produção local. O Brasil reúne uma sólida base industrial, capacidade de engenharia, mercado consumidor relevante e profissionais altamente qualificados. Esses fatores, aliados a um ambiente favorável ao investimento, são fundamentais para sustentar o desenvolvimento da indústria automotiva e ampliar o papel do país como polo produtor e exportador da General Motors para a América do Sul”, finaliza Owsianski.


Hyundai integra ranking de diversidade da Automotive Business

 

 

 

                                                       

 

São Paulo, junho, 2026 – A Hyundai Motor Brasil foi reconhecida como uma das empresas mais inclusivas do setor automotivo brasileiro. A homenagem foi concedida nesta semana, em São Paulo, pelo ranking “Movimento AB Diversidade no Setor Automotivo”, promovido pela Automotive Business. 


O reconhecimento tem como base os resultados da pesquisa “Diversidade e ESG no Setor Automotivo”, também realizada pelo veículo de comunicação. No encontro, o estudo foi apresentado às marcas que compõem o setor e revelou desafios ainda presentes na busca por uma indústria mais atenta à equidade entre os profissionais.

 

“Na Hyundai, temos a oportunidade de colocar em prática múltiplas políticas reconhecidas globalmente por promover ambientes de trabalho mais saudáveis e inclusivos. Além da constante atenção a questões como equidade salarial e processos seletivos mais abrangentes, temos comitês internos e embaixadores que elaboram e colocam em prática iniciativas voltadas a diferentes grupos. São essas múltiplas vivências e perspectivas que enriquecem nosso ecossistema e tornam a Hyundai uma empresa única. Promover a diversidade e a igualdade de oportunidades no trabalho é um elemento fundamental da responsabilidade social corporativa e um compromisso que faz parte da nossa cultura”, reforça Ricardo Martins, vice-presidente administrativo da Hyundai Motor Brasil.

 

A pesquisa “Diversidade e ESG no Setor Automotivo”, da Automotive Business, entrevistou 3.047 profissionais da indústria automotriz, entre trabalhadores de montadoras e  fornecedores. 


Os resultados mostraram avanços claros na percepção de inclusão na indústria, com 64% dos colaboradores de todas as montadoras avaliando o nível de esforço da empresa em que trabalha para promover a diversidade como excelente. 


No entanto, ainda revela a existência de desafios importantes quando o olhar se volta aos grupos mais impactados, uma vez que o índice cai para 47% quando se considera apenas as respostas dos entrevistados que fazem parte da comunidade LGBTQIA+. Para o mesmo questionamento, o número fica em 60% entre mulheres e 58% entre PCDs.

 

Na Hyundai, as ações de Diversidade e Inclusão são um dos pilares globais do programa “Road for Sustainability” (Caminho para a Sustentabilidade), do Grupo Hyundai Motor, que prevê também práticas de impulsionamento de lideranças femininas, equidade racial, projetos voltados à comunidade LGBTQIAPN+, representatividade de gerações, inclusão de pessoas com deficiência, entre outros. 

 

Para saber mais sobre as ações da Hyundai voltadas a Diversidade e Inclusão, visite o link.

Coluna de Aviação VAMOS VOAR PELO MUNDO // Avianca reinicia voos entre Colômbia e Venezuela, ativando a rota Bogotá--Valencia diante do fechamento temporário do aeroporto Simón Bolívar de Maiquetía // Avianca amplia medidas de proteção para passageiros com passagens de e para a Venezuela // Investimento no Brasil: LATAM abre 75 vagas com bolsas de estudo para nova turma da Escola de Mecânicos em São Carlos // Azul e iFood surpreendem com distribuição de Canarinhos a bordo // LATAM Cargo transporta 90% das cargas domésticas em até 48 horas e acelera integração logística do Brasil // Emirates apresenta novos kits de amenidades da Bulgari para passageiros // A Airbus assina um memorando de entendimento para explorar a variante japonesa antissubmarino do Eurodrone

Foto equipe de apoio – Voos adicionais
Crédito: Divulgação

Avianca reinicia voos entre Colômbia e Venezuela, ativando a rota Bogotá--Valencia diante do fechamento temporário do aeroporto Simón Bolívar de Maiquetía

Os passageiros com reservas confirmadas receberão informações diretamente no e-mail registrado em sua reserva para gerenciar sua alternativa de viagem

Além disso, em coordenação com seus parceiros sociais, como a Cruz Vermelha Colombiana e a Patrulha Aérea Civil Colombiana, nesses voos viajarão equipes de resgate e profissionais médicos para apoiar os trabalhos de resgate e atendimento da emergência

A Avianca mantém opções de flexibilidade para os clientes que precisarem ajustar seus planos, incluindo mudanças de data ou de rota sem custo adicional, bem como solicitação de reembolso, conforme aplicável

São Paulo, 27 de junho de 2026 - A Avianca, comprometida em mitigar os impactos da emergência na Venezuela e apoiar o transporte de passageiros de e para o país, anunciou que operará seus voos entre Venezuela e Colômbia por meio do Aeroporto Internacional Arturo Michelena, que atende a cidade de Valencia.

Essa operação inclui tanto voos regulares quanto voos adicionais na modalidade charters, que serão realizados em aeronaves da frota A320, com capacidade para 180 passageiros.


Declarações de Felipe Gómez, vice-presidente de Assuntos Públicos e Sustentabilidade da Avianca: Link

Essas operações também permitirão transportar, em coordenação com os parceiros sociais da companhia aérea, como a Cruz Vermelha Colombiana e a Patrulha Aérea Civil Colombiana, equipes que apoiarão os trabalhos de resgate e atendimento da emergência.

Os passageiros que tenham passagens confirmadas na rota Bogotá–Caracas–Bogotá receberão uma notificação no e-mail associado à sua reserva para programar seus voos de partida ou chegada por meio do aeroporto de Valencia.

“Graças ao trabalho articulado com as autoridades da Colômbia e da Venezuela e ao esforço de toda a equipe Avianca, estamos habilitando operações na rota Bogotá-Valencia–Bogotá para facilitar o traslado de nossos clientes. Sabemos da difícil situação enfrentada por milhares de pessoas, amigos e familiares neste momento. Por isso, disponibilizamos nossas aeronaves, talentos e capacidades, juntamente com nossos parceiros, para contribuir com o atendimento desta emergência. Nos solidarizamos com a Venezuela e com todo o povo venezuelano”, disse Gabriel Oliva, presidente da Avianca.

Caso essa alternativa para Valencia não atenda às necessidades de viagem dos clientes, aqueles que têm passagens para o período de 24 de junho de 2026 a 15 de julho de 2026 poderão acessar, sem custo adicional, as seguintes alternativas:

  • Reagendamento da data da viagem: alterar a data do seu voo até 31 de agosto de 2026, sem cobrança de multa ou diferença tarifária, sujeito à disponibilidade.
  • Alteração de rota: viajar a partir de ou para Cúcuta ou Riohacha, sem custo adicional e sujeito à disponibilidade, solicitando por meio do Contact Center da Avianca.
  • Reembolso: solicitar a devolução integral dos trechos não utilizados.
  • Quando a compra tiver sido realizada por meio dos canais diretos da Avianca (avianca.com, Contact Center ou pontos de venda), a solicitação poderá ser feita pelos mesmos canais.
  • Se a compra foi realizada por meio de uma agência de viagem, o processo deverá ser conduzido diretamente por esse canal.

A Avianca recomenda que seus clientes permaneçam atentos aos seus canais oficiais de comunicação, assim como o e-mail registrado em sua reserva, onde receberão futuras atualizações à medida que a situação evoluir na Venezuela.

Nassau & Paradise Island reforçam vocação gastronômica com sabores locais e experiências internacionais



Com águas cristalinas, resorts de alto padrão e uma identidade cultural vibrante, Nassau & Paradise Island destacam um atributo capaz de dialogar com viajantes latino-americanos: a gastronomia diversa, que combina sabores autênticos das Bahamas com experiências internacionais de alto nível. 

A culinária se soma às belas praias, à história e à cultura, se transformando em um dos principais atributos e porta de entrada para viver a experiência local de forma autêntica.

Símbolo da culinária bahamense, a conch é um molusco marinho típico da região e ingrediente central de alguns dos pratos mais tradicionais do país. Servida de diferentes formas — fresca, frita ou em receitas quentes, como no recheio de bolinhos - ela traduz a relação do destino com o mar e com sua herança gastronômica. 

É também a base da clássica conch salad, um dos pratos mais tradicionais das Bahamas. Refrescante, colorida e cheia de sabor, ela combina pedaços de conch com frutas cítricas, vegetais e temperos, em uma preparação leve e vibrante que traduz o espírito do Caribe.

Para provar essa especialidade em sua versão autêntica, um dos endereços mais tradicionais é Arawak Cay, conhecido como The Fish Fry, onde a culinária ganha protagonismo em um ambiente descontraído e reduto da população local aos fins de semana. Por lá, além da conch salad, é possível experimentar preparos como cracked conch, conch fritters e outros clássicos bahamenses.



Volta ao mundo pela gastronomia

A experiência gastronômica ganha outra dimensão nos resorts, com opções que vão de pratos rápidos a jantares sofisticados, com menus assinados por chefs famosos. 

No Atlantis Paradise Island, a cena culinária reúne restaurantes de perfis diversos e reforça o posicionamento do complexo como um dos grandes polos gastronômicos do Caribe. 

Um dos destaques é Nobu, comandado por Nobu Matsuhisa, que leva ao destino uma consagrada proposta de cozinha japonesa com influências internacionais.

Outro destaque na oferta gastronômica do resort é o Paranza by Michael White, que apresenta uma leitura sofisticada da culinária regional italiana com ênfase em massas artesanais e frutos do mar. 

O Atlantis também abriga o Fish by José Andrés que apresenta uma proposta inovadora centrada em pescados e ingredientes do mar, incluindo especialidades bahamenses como conch e spiny lobster.

No Baha Mar, a gastronomia também ocupa papel central na experiência do hóspede, com uma ampla variedade de restaurantes, bares e lounges que transitam entre propostas casuais e endereços de alta cozinha. 

Entre os principais nomes está o Café Boulud The Bahamas, no Rosewood Baha Mar, liderado por Daniel Boulud, com uma proposta que combina a tradição da cozinha francesa com ingredientes caribenhos, além de oferecer uma excelente carta de vinhos.

Já o Leola by Scott Conant acrescenta ao resort uma interpretação refinada da cozinha italiana, com pratos que equilibram tradição, elegância e contemporaneidade em um ambiente de inspiração clássica. 

A cena internacional do resort inclui ainda o Shuang Ba, que traz uma proposta de alta gastronomia chinesa ao Baha Mar e amplia ainda mais a diversidade culinária do complexo, reforçando o caráter cosmopolita da experiência no destino.


Para quem deseja mergulhar em uma experiência mais clássica e histórica, o Graycliff surge como um dos grandes nomes de Nassau. Instalado junto ao hotel boutique de mesmo nome, em um casarão histórico no coração da capital, o restaurante combina a elegância de um ambiente com ares britânicos com a culinária de influência bahamense com toques internacionais, criando uma experiência incomparável.

O Graycliff também se destaca por suas experiências especiais, como refeições de cinco pratos harmonizadas e degustações. No subsolo está outro tesouro da mansão construída em 1740 pelo famoso pirata e capitão John Howard Graysmith: o conjunto de mais de 275 mil rótulos de vinhos de diferentes partes do mundo que formam a terceira maior adega privada do planeta. 

A propriedade administrada pela família Garzaroli, que se estabeleceu em Nassau nos anos 1970, conta ainda com uma fábrica de charutos e com uma produção exclusiva de chocolates finos.

Capital culinária da região

Além das experiências gastronômicas oferecidas durante todo o ano, Nassau e Paradise Island abrigam dois festivais culinários reconhecidos internacionalmente, que atraem chefs renomados, entusiastas da gastronomia e a mídia do mundo todo, consolidando ainda mais a reputação do destino como a capital culinária da região.

No Atlantis Paradise Island, o Nassau Paradise Island Wine & Food Festival reúne chefs, enólogos e mixologistas renomados para uma mostra de vários dias de culinária excepcional, experiências gastronômicas imersivas e entretenimento culinário. O festival destaca tanto talentos internacionais quanto sabores locais, criando experiências inesquecíveis para moradores e visitantes. A edição de 2027 acontece de 14 a 18 de abril.

Enquanto isso, o Baha Mar sedia o Bahamas Culinary & Arts Festival, um evento marcante que combina gastronomia, arte e cultura por meio de jantares comandados por chefs, demonstrações culinárias, exposições artísticas e experiências interativas. 

A quinta edição do festival acontece entre 21 e 25 de outubro, refletindo o compromisso do destino com a criatividade e a inovação, ao mesmo tempo que celebra as ricas influências culturais que moldam a culinária das Bahamas.



Saiba mais em: www.nassauparadiseisland.com

Sobre Nassau & Paradise Island - Nassau & Paradise Island, nas Bahamas, combinam algumas das praias de areia branca mais bonitas do Caribe, águas em tons de azul‑turquesa e uma oferta de atividades e entretenimento reconhecida internacionalmente que atende a diferentes perfis de viajantes. 

Com uma ampla variedade de hotéis boutique e resorts, dos ultraexclusivos aos ideais para famílias, o destino oferece acesso facilitado a partir da América Latina, com conexões via Panamá e sem exigência de visto, chegando diretamente ao Lynden Pindling International Airport (NAS), em Nassau, o maior aeroporto do país. Viajantes com visto válido para os Estados Unidos também podem optar por conexões via Flórida, a menos de uma hora de voo.






Grupo Azzurra inaugura concessionária da Geely, na Barra da Tijuca, com amplo espaço de showroom e oficina, além de estações de recarga rápida para veículos elétricos da marca

Concessionária Gelly Azzurra, na Barra da Tijuca

A Geely avança em seu plano de expansão no mercado nacional, com a inauguração da concessionária Geely Azzurra, na Barra da Tijuca, na cidade do Rio de Janeiro. A Geely Azzurra conta com showroom e serviços de manutenção para oferecer um atendimento completo e personalizado aos clientes. 

Com a inauguração da segunda concessionária no estado do Rio de Janeiro, a Geely chega a uma etapa fundamental do plano de chegar a 40 concessionárias ainda no primeiro semestre de 2026 e alcançar 90% de cobertura do território nacional até o fim deste ano.  

“O Rio de Janeiro é o terceiro maior mercado consumidor e tem um papel muito importante na expansão da mobilidade sustentável no Brasil”, comenta Jianjun (Alex) Chen, diretor Comercial da Geely Brasil. 

O projeto arquitetônico da Geely Azzurra promove uma experiência sofisticada para os clientes, incorporando o padrão global da marca com um toque brasileiro em seu design. O resultado é um ambiente elegante e contemporâneo, cuidadosamente planejado para oferecer um atendimento completo de vendas e pós-vendas ao cliente da marca.  

O espaço de 593 m² permite a exposição de sete veículos, organizados de forma estratégica para valorizar o design e a tecnologia de cada modelo. O espaço também possui a infraestrutura completa de pós-vendas Geely, com ampla oficina de 2.635 metros quadrados, com duas estações de recarga rápida, de até 60 kW.  

Jianjun (Alex) Chen, diretor Comercial da Geely Brasil ao centro no palco

Sobre o Grupo Azzurra 

O Grupo Azzurra nasceu em 1964, na cidade do Rio de Janeiro. Sua missão é comercializar produtos e serviços com honestidade e ética, focado na plena satisfação do cliente, respeitando parceiros e colaboradores, objetivando liderar o mercado e expandir as atividades. 

Com o envolvimento de muitos profissionais qualificados e diversos veículos comercializados anualmente, o Grupo se tornou uma referência no mercado automotivo carioca, o que permitiu evoluir ainda mais, buscando a inovação e o aprimoramento de produtos e serviços. 

Ao total, o Grupo conta com quinze concessionárias, além de uma corretora de seguros (Azzurra Seguros), cobrindo todas as regiões da cidade do Rio e dois pontos na área metropolitana. 

Tudo isso com o suporte de uma equipe totalmente qualificada que, essencialmente, tem o objetivo de conquistar e manter a satisfação de todos os clientes. A partir de junho, o Grupo passa a representar também a Geely na região.  

Serviço: 

Geely Azzurra: Av. Ayrton Senna, 3243 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro 

Telefone: (21) 3500-1992

Site: www.geelybrasil.com.br/azzurra

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