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segunda-feira, 13 de julho de 2026

Ram cresce 28,8% nas vendas em junho e alcança mais de 65% de participação de mercado entre as picapes grandes. Marca apresenta avanço significativo em relação ao mesmo mês de 2025. Rampage se mantém na vice-liderança entre as picapes intermediárias



A Ram celebra crescimento ao final do primeiro semestre de 2026. Em junho, as vendas da única marca premium e exclusiva de picapes do mercado somaram 2,9 mil unidades, o que representa um crescimento de 28,8% na comparação com o mesmo mês no ano passado. Em relação a maio deste ano, a Ram avançou 15,3%. 

A marca do poder inigualável finalizou o mês que fecha o primeiro semestre de 2026 com mais de 7% de participação no mercado de picapes, com crescimento de 1,1 ponto percentual quando comparado ao quinto mês do ano. No acumulado do ano, a Ram comercializou cerca de 14,8 mil unidades e o share na categoria chegou a 6,3%. 

O avanço nas vendas no sexto mês deste ano teve, mais uma vez, a Rampage, a primeira Ram desenvolvida e produzida fora da América do Norte, como protagonista. Aproximando-se de 2 mil unidades comercializadas e 21,7% de participação de mercado no segmento de picapes intermediárias em junho, o modelo se mantém firme na segunda posição da categoria. O acumulado no ano supera as 12 mil unidades, crescimento de 5,1% em relação ao mesmo período do ano passado. 

A nova Ram Dakota, que promove a estreia da marca no segmento de picapes médias, também está em alta. Em junho, a mais recente adição à gama da Ram no Brasil cresceu 28,5 % em relação a maio e já supera 2 mil unidades comercializadas desde o lançamento.  

Entre as picapes grandes, a força da linha Heavy Duty, composta por 2500 e 3500, as picapes a diesel mais potentes do mercado, dominou o segmento. A 2500 foi a picape mais vendida em junho com 138 unidades, uma unidade a mais que a 3500, segunda colocada. Junto da 1500, que conquistou recentemente o prêmio Qual Comprar, da Autoesporte, na categoria picape grande, a marca conquistou mais de 67% das vendas na categoria em junho, comprovando a confiança e a preferência dos brasileiros pela Ram quando o assunto é picape fullsize. No acumulado do ano, a tríade importada da América do Norte vendeu mais de mil unidades. 

domingo, 12 de julho de 2026

Coluna Duda Tawil: Lisboa festeja a 1ª Festa de Santa Bárbara em setembro, com a presença de Alcione... Assista o vídeo e muito mais



Coluna Duda Tawil


Cultura e turismo




Pelourinho - Arroios // 1ª Festa de Santa Bárbara em Lisboa

Maria Andreza Sá Gonçalves prepara a 1ª Santa Bárbara de Lisboa
(Foto de Nelson Rocha)

ASSISTA O VÍDEO CLICLANDO NO LINK ABAIXO E INSCREVA-SE NO CANAL 

https://youtu.be/A2r64jKY8Bc


Quando setembro chegar, de 4 a 6 daquele mês, ainda verão em Portugal, acontecerá na freguesia ou bairro de Arroios, na capital portuguesa, a 1ª Festa de Santa Bárbara/Oyá, com a presença da cantora Alcione, madrinha do evento, que foi idealizada e vem sendo organizada pela advogada baiana com mestrado em Coimbra, Maria Andreza Sá Gonçalves, estabelecida há 30 anos em terras lusas. 

Além do lado festivo, haverá, como na Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, no Pelourinho, em Salvador, anualmente em 4 de dezembro, a missa em louvor a Santa Bárbara, pelo pároco de Arroios. 

Segue-se um cortejo pelas ruas do bairro, e mais tarde uma feijoada concluirá o evento luso-brasileiro. A cantora maranhense Alcione será a madrinha, e a organização conta com o apoio da comunidade local "Os Amigos de Santa Bárbara, Protegidos de Oyá". São duas tradições e uma só força nesse sincretismo religioso. Tema da festa: "Os ventos que ventam lá, ventam cá!" Saravá!

Identidade coletiva 

Foi aberta na sexta, dia 3 de julho, com grande sucesso de público, na galeria do ICBA, na Vitória, em Salvador, a belíssima coletiva "Mostra Identidades - in Memoriam II edição", com curadoria de Zaca Oliveira e Washington Silva, apoio da Art Brazil Galeria e em homenagem ao saudoso curador e agitador cultural Big Axé e aos artistas Edmundo Simas, Gil Abelha, Reginaldo Bonfim e Roberto Griot, também com seus trabalhos expostos. 

Foram convidados cerca de 40 artistas visuais que retratam o Centro Histórico de Salvador, o seu pertencimento e a sua baianidade. Entre eles, o consagrado Leonel Mattos, que lá reside e tem o seu ateliê no Carmo, com a obra "Mãe Negra". Está imperdível e fica em cartaz até 14 de agosto vindouro. 

Estoril

A Galeria de Arte do Cassino Estoril, em Portugal, inaugura no dia 25 vindouro o 45º Salão Internacional de Pintura Naïf, que é o mais antigo do mundo. Na edição deste ano a homenageada é a saudosa artista visual angolana Estrela Santos, que nos deixou em maio passado. A galeria tem à sua frente Pedro Lima de Carvalho, e a mostra seguirá até 14 de setembro.

Alma Lírica Brasileira

Nos dias 31 deste e 1° de agosto, Mônica Salmaso, grande intérprete paulista, trará para a Estação Rubi, no Palacete Tirachapéu, localizado na Rua Chile, em Salvador, um show elegante, baseado no "Alma Lírica Brasileira", indicado ao Grammy Latino de melhor álbum em 2011.  

Nele, explora o cancioneiro brasileiro de diferentes épocas e estilos, descrevendo o que seria a nossa alma lírica, onde os universos do samba e da valsa se encontram, através de peças de Villa-Lobos, valsas brasileiras do início do século XX, sambas antigos e canções de Tom e Vinicius. Imperdível!

Poeta da Cor

"Saveiros e Cores" é o tema da nova exposição de pinturas do artista visual João Martins, conhecido como "O Poeta da Cor". A vernissagem acontece no dia 31 de julho, às 17h, na Sala Carlos Bastos do Teatro Módulo, no bairro da Pituba, em Salvador, onde fica em cartaz até 8 de agosto.

Maria Bethânia - 80 anos

No próximo dia 17, na Varanda do Sesi Rio Vermelho, o cantor e compositor Carlos Barros fará o show "Feitos na Bahia: as canções ancestrais de Maria Bethânia" em homenagem ao aniversário de 80 anos (em 18 de junho passado) e aos mais de 60 anos de carreira da grandiosa artista santamarense.

Árabe-baiano

O grapiúna Felipe Haun, nome confirmado na Economia baiana, estabelecido em Salvador, conhecido nas redes sociais pela alcunha "Árabe Baiano" (@arabebaianO) por sua ascendência libanesa, faz também sucesso no universo da moda e publicidade, como modelo agenciado pela Mode.on

Rita por Cris

A cantora Cris d'Ávila, admiradora e estudiosa da obra de Rita Lee, apresenta um show em tributo à nossa saudosa e eterna "Rainha do Rock". Será no próximo dia 24, na Varanda do SESI Rio Vermelho, com direção musical de Luiz Asabranca, no violão e guitarra, Paulo Tacombinarte na bateria, mais participações especiais.
 


Coluna Minas Turismo Gerais do Jornalista Sérgio Moreira



Coluna Minas Turismo Gerais




Jornalista Sérgio Moreira




Alagoa – turismo do queijo e natureza

Portal de Alagoa








Conhecida como a terra do queijo artesanal, Alagoa tornou-se referência nacional pela produção de queijos maturados premiados. O município integra o antigo Caminho Velho da Estrada Real e também se destaca pelas paisagens preservadas da Serra da Mantiqueira.

Além das queijarias, o roteiro inclui áreas inseridas no Parque Estadual da Serra do Papagaio, trilhas, rios cristalinos e antigos túneis ferroviários escavados na montanha.

Alagoa tem cerca de 2.700 habitantes, nas fazendas mais de 10 mil vacas, conhecida como a “Capital do Queijo”, com os produtores serem reconhecidos nos últimos anos pelos queijos com mais de 1500 premiações em concursos no Brasil e exterior, com medalhas de melhores queijos nas diversas qualidades nas montanhas de Alagoa, município mineiro distante 420 Km da capital mineira .

A principal montanha de Alagoa é o Pico do Garrafão, também conhecido como Pico Santo Agostinho.



Localizado na tríplice divisa com Baependi e Itamonte, atinge 2.359 metros de altitude e fica no coração do Parque Estadual da Serra do Papagaio.



O acesso mais rápido ao cume fica a cerca de 13 km da cidade, com mas oferecem vistas panorâmicas de 360 graus da Mantiqueira.



Queijo da Alagoa @queijodalagoamg com as premiações de campeonato no Brasil e exterior












Crédito das fotos: Wilkie Buzatti




@queijocapital



Entre as 170 fazendas em Alagoa, está a produção de queijo artesanal na queijaria Queijo Capital
















Azeite produzido em Alagoa




A Cauré Agronegócios é pioneira na produção de azeite,, iniciando o plantio de oliveiras no ano de 2009. A Fazenda Cauré tem 100 hectares , dos quais 35 ha estão plantadas diversas espécies de oliveiras.




O Azeite Prado & Vazquez Arbequina venceu o Prêmio de Melhor Azeite Frutago Ligero do Hemisfério Sul, e o Azeite Prado & Vazquez Grapollo ganhou uma menção honrosa. A entrega do prêmio aconteceu em Jaén, na Espanha, durante a ExpoOliva em maio. A ExpoOliva , na cidade de Jaén, é o polo de olivicultura espanhola.

Blend Safra 2024 é um verdadeiro tesouro da agricultura artesanal brasileira. Elaborado com cuidado em cada etapa, esse blend se destaca por sua complexidade aromática e perfil sensorial elegante, refletindo o terroir único da Serra da Mantiqueira.



17 mil oliveiras preparadas para produção de azeites



A fazenda Carué recebe visita guiadas para conhecer o plantio e a colheita




Azeitona colhida na oliveira




Seus aromas envolvem notas de casca de banana madura, grama seca, frutos secos e maçã madura — uma combinação que já antecipa a riqueza de sabores. Na boca, apresenta uma entrada adocicada e suave.

Extremamente versátil, esse azeite combina com tudo: saladas frescas, queijos artesanais, massas, carnes, peixes e até mesmo sobremesas. Ideal para quem busca elevar o sabor dos pratos com um toque regional e autêntico, direto de Alagoa para sua mesa.




Tonhão está trabalhando na fazenda desde 2009, no detalhe , ele demonstra o equipamento que recolhe as azeitonas para fazer o azeite , e recolhendo uma azeitona "temporal" na oliveira.









Secretário de Cultura e Turismo de Alagoa, Nilton Cézar, desenvolvimento diversos projetos para Alagoa

@visitealagoamg @alagoaturismomg






Normalmente as oliveiras demoram 6 anos pra começarem a frutificar. Devido as condições naturais de Alagoa (clima, altitude, topografia, solo, etc) que integram o terruá (terroir) as oliveiras começaram a frutificar precocemente com 3 anos, produzindo um azeite extravirgem de excelente qualidade: acidez máxima de 0,2%, extraído a frio e monovarietal.




Fábrica de azeite Prado & Vazquez Arbequina recebe visita guiada para conhecer a fábrica , no centro de Alagoa












@azeiteprado&vazquez

Bocaina de Minas atração turística da natureza com a gastronomia









Bocaina de Minas com pouco mais de 5 mil habitantes, reúne ruas tranquilas, paisagens de montanha e uma rotina que parece andar em outra velocidade. Em outras palavras: um clima de interior que faz qualquer um se esquecer do relógio, do trânsito e dos arranha-céus.

Bocaina de Minas está a 370 Km de Belo Horizonte, a 70 Km do Rio de Janeiro e a 311 quilômetros de São Paulo. Um ponto estratégico entre os estados .



foto:Wilkie Buzatti





foto:Wilkie Buzatti




Prefeito Luzimar de Moura Benfica




Thaís, Marlene - esposa do vice prefeito, Silvana- secretária de Turismo, Sol, da equipe da Secretaria de Turismo

No centro da cidade, no parque de exposições , a tradicional fogueira de São Pedro e São Paulo é realizada no dia 29 de junho, é o grande momento da história da religiosidade, com missas, novenas e shows. Com mais de 30 metros de altura, uma das maiores da região, encanta quem passa por Bocaina de Minas. Além da fogueira, aconteceram shows de João Nelore & Texano, Suspectus, Matheus Minas & Leandro, Padre Pierre e a dupla sertaneja Munhoz & Mariano, reunindo milhares pessoas de Bocaina de Minas e de cidades da região, organização da Prefeitura Municipal . Marque na sua agenda para os próximos anos, dia 29 de junho, a festa de São Pedro e São Paulo, com shows e a fogueira de 30 metros. @bocainademinasgerais @turismobocainamg








A rotina do município de 5 mil habitantes encanta com suas atrações turísticas, a boa proa com as pessoas andando pelas ruas, ou no comércio,. A região oferece atrações que renovarão completamente suas energias em meio aos morros da Serra da Mantiqueira.



A natureza encanta os turistas





Quando o assunto é o que fazer em Bocaina de Minas, o ecoturismo e contemplação, com diversas trilhas pela mata nativa abrem caminho até mirantes naturais, onde os turistas conferem um espetáculo visual durante o nascer ou pôr do sol. Além disso, os mais aventureiros podem explorar rotas de trekking integradas à Rede Brasileira de Trilhas, desvendando o relevo da Mantiqueira sem as aglomerações comuns dos destinos mais badalados.




As cachoeiras de Bocaina de Minas completam o roteiro, sendo o grande destaque em dias de sol. Muitas das quedas d’água estão em propriedades rurais que permitem o acesso de visitantes, oferecendo a água fresca das montanhas que renova qualquer turista cansado.

A cidade está próxima ao Parque Nacional de Itatiaia, onde a maravilha do Pico das Agulhas Negras, uma das formações rochosas mais famosas do Brasil. A montanha possui quase 3 mil metros de altitude ,entre Bocaina de Minas, Itatiaia e Resende ambas no estado do Rio de Janeiro.

Embora as entradas para o parque fiquem do lado fluminense, o pico emoldura a paisagem do município mineiro. Assim, mesmo que você não tenha tempo para visitá-lo pessoalmente, o Pico das Agulhas Negras estará presente em toda a sua viagem, encantando com sua imponência no horizonte.

Um fato interessante e rico da gastronomia mineira e diversificada, com a truta sendo destaque com os pratos preparados pelos restaurantes, e a Vila Gastronômica de Bocaina de Minas, o distrito de Maringá de Minas, uma região que vem crescendo com comércio de vestuário, e restaurantes que atraem os turistas com cardápio espetaculares.




Vila de Maringá: Refúgio Natureza e Gastronomia




Dividida entre os estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, a charmosa Vila de Maringá é um destino que conquista os visitantes pela combinação perfeita entre natureza exuberante, clima de montanha e hospitalidade acolhedora.



Em plena Serra da Mantiqueira, essa vila encantadora é o tipo de lugar onde o tempo desacelera e cada detalhe convida à contemplação.



Atravessada pelo rio Preto, que marca a divisa entre os dois estados, a Vila de Maringá é única: de um lado, o charme mineiro com suas pousadas aconchegantes e cafés artesanais; do outro, a alegria fluminense com lojinhas de artesanato, bons restaurantes e um clima vibrante, especialmente nos finais de semana e feriados.





A ponte sobre o rio Preto é, inclusive, um dos pontos mais fotografados da região, tanto por sua simplicidade quanto pela simbologia, um pé em Minas outro no Rio de Janeiro.

Ao redor da Vila de Maringá, as atrações naturais são um convite à aventura e ao relaxamento. Cachoeiras cristalinas, trilhas em meio à mata atlântica e vistas deslumbrantes das montanhas fazem da região um paraíso para os amantes do ecoturismo.

Destaques como a Cachoeira do Escorrega, a Ponte dos Cachorros, o Poção da Maromba e a Cachoeira Véu da Noiva são de fácil acesso e ideais para banhos refrescantes e boas fotos. Para os mais aventureiros, há trilhas que levam a mirantes com vistas espetaculares da serra e da região do Parque Nacional do Itatiaia.

A Vila de Maringá também é conhecida por sua excelente gastronomia. Restaurantes charmosos oferecem desde fondues e trutas frescas até pratos da cozinha mineira e contemporânea, sempre valorizando ingredientes locais. Cafeterias, bistrôs e empórios completam o cenário, oferecendo queijos, geleias, chocolates e cachaças artesanais — perfeitos para levar um pedacinho da vila para casa.

foto:Wilkie Buzatti



Queijos, trutas, azeites, vinhos destaques nos restaurantes

foto:Wilkie Buzatti

Em Maringá de Minas, está o restaurante Mauro Jr, com cardápio diversificado, com destaque para a truta em várias receitas @maurojuniorrestaurante




foto:Wilkie Buzatti




foto:Wilkie Buzatti



foto:Wilkie Buzatti




As pousadas e chalés seguem o mesmo padrão: ambientes rústicos e elegantes, muitas vezes com lareira, hidromassagem e vista para as montanhas, ideais para casais em busca de romance ou famílias que desejam descanso e contato com a natureza.





A Vila de Maringá é um destino agradável o ano inteiro. No outono e inverno, o clima frio atrai turistas em busca de lareira, vinho e gastronomia serrana. Já na primavera e no verão, as cachoeiras e trilhas se tornam ainda mais convidativas, com o verde da mata em plena exuberância.


A ponte é um charme entre Minas e o Rio de Janeiro




Um lugar onde Minas e Rio dividem paisagens, sabores e sorrisos, criando uma atmosfera única de paz, aconchego e beleza natural. Quem visita Maringá, seja do lado mineiro ou fluminense, leva consigo a certeza de que há lugares onde a simplicidade é o maior luxo — e o tempo, o melhor presente.

Itamonte- O ponto alto da Mantiqueira







A natureza encanta todas as pessoas, em Itamonte o turismo de aventura é destaque com as belezas das montanhas , entre eles o Parque Nacional de Itatiaia, com a Agulhas Negras, com suas formações que deixam todos maravilhados com os contornos das “obras” das rochas.

Itamonte é um destino turístico que vem se despontando nos últimos anos, no sul de Minas Gerais, por suas belezas naturais e encantadoras. O clima frio, especialmente nesta época do ano, aliado aos cenários românticos.



Curiosidade: Nascente do Rio Paraíba do Sul, no Parque Nacional de Itatiaia

Situada na Serra da Mantiqueira, a cidade está a 415 km de Belo Horizonte, a 240 km do Rio de Janeiro e a 271 km de São Paulo, é um convite irresistível para uma boa gastronomia, passeios e imersão em meio à natureza, até porque grande parte de seu território está localizada em áreas de preservação ambiental por conta da existência do Parque Nacional do Itatiaia , Parque Estadual Serra do Papagaio (RJ) e da APA (Área de Preservação Ambiental) Serra da Mantiqueira.

crédito fotos:Wilkie Buzatti


Agulhas Negras, com 2.791 metros de altitude, considerado o quinto maior pico do Brasil




Orientação de visita com a administração da Parquetur

Além disso, Itamonte também integra o Caminho Velho da Estrada Real. Por isso há muita natureza em todo o seu entorno, o que atrai amantes de trilhas, de caminhadas, das pedaladas e quem curte uma pegada mais off-road.

informações @mantiqueira.terrasaltas

Itamonte também faz parte do Circuito Turístico Terras Altas da Mantiqueira, juntamente com Aiuruoca ,Bocaina de Minas, Alagoa, Itanhandu, Passa Quatro, Pouso Alto e São Sebastião do Rio Verde, todas situadas no sul de Minas Gerais. O conjunto de cidades atrai turistas de todo o país.

Neste destino turístico ainda em ascensão, os turistas podem praticar escalada, rapel, acqua ride, canoagem, rapel em cachoeira, tirolesa, cavalgadas, ciclismo de montanha, arborismo infantil, voo livre (asa delta e parapente) e pesca esportiva.

Com tanta natureza exuberante em seu entorno, é natural que a maioria dos atrativos seja a céu aberto. Um deles é a Garganta do Registro, que marca o Km 0 da BR-354 e a entrada para a parte alta do Parque Nacional do Itatiaia, que tem 60% de sua área localizada no município de Itamonte.



O planalto do Itatiaia é um importante e muito visitado ponto turístico, pois além dos campos de altitude, vales suspensos e nascentes, abriga o Pico das Agulhas Negras, com 2.791 metros de altitude, considerado o quinto maior pico do Brasil.

Parque Nacional do Itatiaia é a unidade de conservação mais antiga do Brasil, criada em 1937. Localizado na Serra da Mantiqueira, ele se divide entre os estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais, abrangendo os municípios de Itatiaia, Resende, Itamonte e Bocaina de Minas. O parque é mundialmente famoso por sua imensa biodiversidade, rica avifauna, cachoeiras cristalinas e impressionantes formações rochosas. O complexo é dividido geograficamente em dois setores principais com características e propostas de turismo totalmente distintas: Parte Baixa (Cachoeiras e Lazer)Ideal para famílias, passeios leves e dias de calor. Fica localizada mais próxima do centro do município de Itatiaia (RJ).Principais atrações: Cachoeira Véu de Noiva, Lago Azul, Cachoeira Itaporani, Mirante do Último Adeus e o Centro de Visitantes (que conta com museu e loja de souvenirs).

Funcionamento: De terça a domingo, das 8h às 17h.Voltada para o ecoturismo de aventura, caminhadas longas e escaladas de alto nível. O acesso principal é feito por Itamonte através da Garganta do Registro.


Entrada do Parque Nacional de Itatiaia, em Itamonte

Para quem gosta de um banho refrescante em águas de cachoeiras, pode visitar a Cachoeira da Fragária, localizada no bairro rural de mesmo nome. É a maior cachoeira do município, com quase 100 metros de queda d´água. O atrativo é margeado por uma floresta repleta de araucárias.





O guia Henrique, @arauturismo, de Itamonte realiza visitas ao Parque Nacional de Itatiaia e outras atrações do turismo de aventuras.



Para quem gosta de roteiros mais aventureiros, poderá fazer a Volta dos 80, nome que se dá a um percurso de 80 quilômetros que tem seu início na cidade em direção à Garganta do Registro e continua na estrada do Parque Nacional do Itatiaia, passando pelos bairros rurais Serra Negra, Fragária Campo Redondo, Berta, Cachoeirinha e Buraco, onde se localizam importantes atrativos turísticos do município, como a Cachoeira da Fragária e a Cachoeira da Pedra.





A 2.151 metros de altitude, lembra uma barbatana de tubarão ou um dedo polegar. O nome vem do tupi-guarani Ita (pedra) e significa "pedra no monte"

Durante muito tempo a Pedra do Picu serviu de orientação para os bandeirantes na rota do ouro. O monumento natural é responsável pelo nome de Itamonte que, em tupi, significa Pedra no Monte. O lugar é aberto aos turistas, que podem fazer caminhadas até a base da pedra, mas a escalada pelos 120 metros de rocha é recomendada apenas a experientes, devido à dificuldade de suas vias.

Leite de cabra e trutas no Capril da Serra em Itamonte






Itamonte é destaque no turismo, com o Parque Nacional de Itatiaia, além do turismo de aventuras pelas montanhas, cachoeiras, corridas, tracking, acampamentos na natureza e pelas fazendas. Um dos desisques da cidade é o Capril da Serra (também conhecido como Truta e Capril da Serra) é uma queijaria artesanal e criatório premiado localizado no Sítio Biquinha, perto do centro da cidade.





O produtor Thiago Silva Pinto Barbosa, ao lado de sua esposa Silvia, começou a criar cabra, por causa de seu filho Thiaguinho, ter rejeição ao leite de vaca, isso há 14 anos.

Thiago e Silvia com as dezenas de premiações pelo Brasil




A partir daí , Thiago iniciou criação de cabra, para alimentar o filho. Outras pessoas começaram a pedir o leite de cabra ao Thiago, é começou a produção de leite e derivados de leite de cabra.




O local é famoso por produzir queijos finos de leite de cabra, além de derivados de truta, acumulando prêmios nacionais e internacionais de prestígio. Experiência de Turismo Rural sítio oferece uma experiência de visita guiada mediante agendamento.

crédito fotos:Wilkie Buzatti




Os visitantes podem: Conhecer o rebanho de cabras e gado leiteiro. Alimentar os filhotes e acompanhar a ordenha na parte da manhã. Visitar a estrutura da queijaria e o trutário. Fazer uma degustação completa dos queijos e produtos locais.



Principais Produtos e Queijos Premiados Os produtos ganharam medalhas de Ouro, Prata e Bronze no Mundial do Queijo, Prêmio Queijo Brasil e ExpoQueijo:Chevrotin (Cabra): Queijo de cabra medalha de ouro em diversas competições.Caprino Romano (Cabra): Queijo de massa cozida e prensada, maturado com capa preta de alga para reter umidade.Feta e Boursin (Cabra): Queijos de estilo mediterrâneo, cremosos e aromáticos.Mantiqueira de Minas (Vaca Jersey): Queijo amanteigado, de sabor suave e textura muito cremosa.Outros itens: Trutas congeladas, pastas/antepastos de truta e doce de leite de cabra

Queijaria Capril da Serra – Visita guiada + degustação

@trutaecaprildaserra (35) 998835401

Azeite produzido em Cristina, no Sul de Minas ganha prêmio na Itália e fica entre os melhores da América do Sul









O azeite Alto da Serra Blend da Safra, produzido em Cristina , no Sul de Minas, conquistou medalha de ouro no Evo International Olive Oil Contest (EVO IOOC), um dos mais importantes concursos de azeites extravirgens do mundo, realizado na Itália. 

Também ficou entre os cinco melhores azeites da América do Sul. Cristina é conhecida como cidade campeã de cafés especiais em campeonatos e exposições , está a 400 Km de Belo Horizonte, com 10.500 habitantes conhecida como a "Cidade Imperatriz". 

Famosa por seus cafés especiais premiados mundialmente, casarões do século XIX, belas cachoeiras e um clima agradável a mais de 1025 metros de altitude.Conhecida por preservar sua rica história, cafés e azeites premiados. A cidade abriga dezenas de produtores de cafés especiais e azeites extravirgem que já conquistaram medalhas de ouro internacionais.

Uma medalha significa que ele passou por uma avaliação técnica e demonstrou qualidade. Pelas regras do concurso, realizado em 26 de junho, os azeites são avaliados às cegas e aqueles que alcançaram acima de 85 pontos conquistaram medalha de ouro, e azeites entre 65 e 84 pontos recebem a medalha de prata.

Azeite Alto da Serra Blend, recebe medalha de ouro no concurso EVO IOOC, realizado na Itália

Entre os premiados com ouro, os azeites que obtiveram nota superior a 96 pontos avançaram para a disputa do prêmio especial Raúl C. Castellani. Com essa pontuação, o Alto da Serra Blend foi classificado para a fase final e ficou entre os cinco melhores da América do Sul.

O azeite é produzido pelo agricultor Alisson Moreira e elaborado com uma combinação de três variedades de azeitonas cultivadas na Serra da Mantiqueira.

O reconhecimento chama atenção porque a produção é recente. Alisson começou a investir no cultivo de oliveiras em 2017. A primeira extração de azeite aconteceu em 2022 e rendeu apenas 12 litros. Este ano, a produção chegou a cerca de 304 litros.

"A ideia surgiu depois que experimentei um azeite produzido na Mantiqueira e percebi que ele era muito diferente dos que eu conhecia. Como Cristina fica ao lado de Maria da Fé e temos uma propriedade a cerca de 1.500 metros de altitude, acreditamos que o projeto poderia dar certo", conta o produtor.



O agricultor Alisson Moreira (à direita), que produz azeite premiado na Itália, e o seu pai João Moreira em propriedade em Cristina

Região é referência na produção de azeite - A conquista do Alto da Serra Blend ocorre em um momento de crescimento da produção de azeites no Sul de Minas. Neste ano, quatro azeites da Serra da Mantiqueira também estão entre os finalistas do Prêmio CNA Brasil Artesanal 2026, reforçando o destaque da região na produção nacional.

Segundo pesquisadores da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), o clima da Serra da Mantiqueira ajuda a explicar a qualidade dos azeites produzidos na região. A altitude elevada e os invernos frios favorecem o desenvolvimento das oliveiras e contribuem para características próprias do produto.



Oliveiras em propriedade em Cristina , onde é feito o azeite Alto da Serra Blend, que ganhou medalha de ouro em concurso da Itália

"Essa combinação cria aromas e sabores que vêm chamando atenção em concursos internacionais. O Brasil ainda não tem uma tradição tão antiga na produção de azeites quanto os países do Mediterrâneo, por isso esse reconhecimento é importante", afirma o pesquisador Luiz Fernando de Oliveira.

A proximidade com Maria da Fé, considerada pioneira na produção de azeites no Brasil, também ajudou a impulsionar o setor na região.

Foi no município que a Epamig implantou o primeiro campo experimental de oliveiras do país e produziu, em 2008, o primeiro azeite extravirgem brasileiro. Desde então, a Serra da Mantiqueira passou a acumular prêmios nacionais e internacionais.

Para Alisson, a conquista ganha um significado especial por ter ocorrido logo na estreia em competições.

"Foi o primeiro concurso de que participamos e já conquistamos uma medalha de ouro. Ainda fomos indicados entre os cinco melhores da América do Sul. É uma honra enorme para uma produção familiar", afirma.



Azeitonas em propriedade de Cristina

O reconhecimento internacional também tem refletido no turismo de Cristina. Atualmente, três propriedades rurais da cidade recebem visitantes interessados em conhecer os olivais, entender como o azeite é produzido e participar de degustações.

As propriedades fazem parte da Rota do Azeite, iniciativa apoiada pelo Sebrae para incentivar o turismo de experiência na Serra da Mantiqueira.

"Cada reconhecimento conquistado pelos nossos produtores ajuda a divulgar Cristina para muito além da região. O turista quer conhecer a propriedade, entender como o azeite é produzido e viver essa experiência", afirma o secretário municipal de Cultura, Turismo e Meio Ambiente, Ricardo Bustamante de Almeida.

Exposição ‘Entre Antes e Depois”







A galeria de arte do Teatro da Cidade, no centro da capital mineira está com as cores da artista plástica Joanna Scharlé, com suas criações que inspiram pelos pincéis nas telas coloridas. A exposição ” Entre Antes e Depois “apresenta duas fases da produção artística da artista plástica brasileira/luxemburguesa Joanna Scharlé, revelando uma trajetória marcada por movimento e transformação contínua. 


O símbolo dos dois círculos separados por uma linha vertical sintetiza essa travessia entre o antes — um território de contenção, silêncio e gestos íntimos — e o depois, onde a cor se expande, as camadas se intensificam e a afirmação ganha força. No intervalo entre esses tempos, a artista reinventa gesto, ritmo e temperatura, convertendo a própria mudança em matéria poética. 

A mostra convida o público a percorrer esse caminho e perceber o diálogo entre fases que coexistem, se tensionam e se completam, revelando não apenas dois momentos.





A artista plástica Joanna Scharlé de Vasconcelos, usa a cor e figuras humanas desconstruídas como forma de conduzir o espectador a um estado de espírito mais elevado em relação à vida, amenizando-o de suas angustias e buscando compensa-lo da indelicadeza dos aspectos rudes da vida urbana com vibrações positivas e intensas que aduzem a alma a uma sensação de alegria pura, ingênua, quase sublime.




Joanna Scharlé foca sua atenção nas expressões psíquicas dos seus personagens que expressam suas dores e prazeres de forma quase voluptuosa, sem compromissos com exigências estéticas, narrativas ou inferências. @scharle_joanna_vasconcelos

“Entre antes e depois” de Joanna Scharlé

08 de julho a 03 de agosto de 2026

Terça a Domingo de 15h às 20h

Teatro da Cidade

Rua da Bahia, 1341 - Centro

Belo Horizonte




Vale se une ao Mercado Central e valoriza patrimônio cultural e afetivo de Minas Gerais

O Mercado Central foi fundado em 1929, um dos principais pontos turísticos da capital mineira, com a mineiridade nas lojas, comerciantes e nas prosas pelos caminhos do quase centenário ponto comercial. Poucos lugares traduzem tão profundamente o jeito mineiro de ser quanto o Mercado Central de Belo Horizonte. Entre corredores que guardam sabores, histórias e tradições, o espaço se consolidou como um dos principais símbolos da cultura local — um ponto de encontro entre gerações e um patrimônio afetivo da cidade. É com esse reconhecimento que a Vale anuncia o patrocínio ao Mercado Central, em uma iniciativa voltada à valorização e ao fortalecimento desse importante ícone de Minas Gerais.

Mais do que investir na infraestrutura do espaço, a Vale construiu essa parceria a partir da escuta ativa da comunidade. Em respeito ao forte vínculo emocional dos mineiros com o Mercado, a empresa optou por não exercer o direito de naming rights previsto em contrato, inaugurando uma nova modalidade de patrocínio: o Right Naming, que mantém o nome “Mercado Central” e preserva sua identidade e legado.

“Se é importante para os mineiros, é importante para a Vale. Cultura é um dos pilares do nosso compromisso social. Ela promove o desenvolvimento sustentável dos territórios, amplia oportunidades, fortalece identidades e cria vínculos que transformam a sociedade. O Mercado Central permanece com o nome que o tornou referência para gerações de belo-horizontinos e visitantes, enquanto ganha um parceiro comprometido com sua continuidade e valorização”, afirma Leandro Modé, diretor de Comunicação e Marca da Vale.

O modelo de investimento também reflete esse compromisso. Todas as melhorias serão definidas de forma participativa, a partir das demandas levantadas pelos próprios lojistas. As prioridades serão discutidas em assembleias e aprovadas por meio de votação, garantindo que as decisões venham de quem conhece de perto as necessidades do espaço. À Vale caberá viabilizar essas melhorias, contribuindo para a qualificação da experiência de visitantes e trabalhadores.

Entre as iniciativas previstas estão intervenções estruturais, projetos de sustentabilidade e ações voltadas ao fortalecimento da relação com a comunidade. A expectativa é que as melhorias sejam implementadas gradualmente até 2029, ano em que o Mercado Central celebra seu centenário.

“Essa parceria representa um olhar para o futuro sem perder de vista a nossa essência. Contar com uma empresa como a Vale, que respeita nossa história e valoriza a participação dos lojistas, é fundamental para seguirmos evoluindo”, afirma o presidente do Mercado Central, Geraldo Campos.




Considerado um dos principais pontos turísticos da capital mineira, o Mercado Central recebe cerca de 15,5 milhões de visitantes por ano e. Em seus 24 mil metros quadrados, abriga aproximadamente 400 lojas. Aberto de domingo a domingo, o espaço reúne diariamente um público diverso, formado por pessoas de diferentes origens e classes sociais, consolidando-se como um dos ambientes mais democráticos e representativos da cultura mineira.



Nos bares do Mercado Central, o fígado com jiló é uma tradição

Ao apoiar o Mercado Central, a Vale reforça sua atuação em Minas Gerais, conectando desenvolvimento local, cultura e preservação de patrimônios que representam a identidade do estado.




Monte Sião destaca com mais de 3 milhões de peças de tricô mensal





Monte Sião conhecida como a Capital do Tricô, vem se destacando no turismo de negócios e das atrações turísticas da cidade. A cidade de 24 mil habitantes produz 3 milhões de peças de tricô por mês e exporta para grifes de Paris e Milão , além de vários estados, sendo um “exportador” com seu diversificado vestuário das confecções.



Monte Sião está a 470 Km de Belo Horizonte, a 470 Km do Rio de Janeiro e a 160 da capital paulista. O centro da cidade encanta os turistas com a praça Prefeito Mário Zucato, com as árvores nos caneiros com diversos desenhos, como televisão, elefante, corações, dinossauro, entre outras podas paisagísticas.




As pessoas tiram fotos sensacionais, com as diversas podas nas árvores.



Árvores no centro da cidade, decorados com peças de tricô

@prefeiturademontesiao 
@turismomontesiaomg

Ao lado está o Santuário de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, está situada a primeira Igreja do mundo dedicada a esta devoção mariana e onde, por intercessão da Virgem, a população viu acabar um período de seca.

Em 1830, na França, Nossa Senhora apareceu para a irmã Catarina de Labouré e lhe pediu que cunhasse medalhas conforme lhe era mostrado: a Virgem com os braços estendidos, dos quais saiam raios de luz, em pé sobre um globo, pisando em uma serpente, com a inscrição “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós” ao seu redor; na parte de trás, a letra “M” com uma cruz por cima e, em baixo, o coração de Jesus, rodeado por uma coroa de espinhos, e o coração de Nossa Senhora, transpassado por uma espada, e ao redor, doze estrelas.

À religiosa, Maria prometeu abundantes graças aos que usassem essa medalha. A devoção logo se espalhou pelo mundo e chegou ao Brasil. Já em 1849 – apenas 19 anos após as aparições na França –, foi construída a primeira Igreja dedicada à Medalha Milagrosa, em Monte Sião (MG).

No ano das aparições da Virgem à santa Catarina Labouré, a região de Monte Sião era habitada por cerca de 105 famílias católicas, não havia igreja nem padre e a comunicação era precária. Mas, os relatos indicam que, por volta de 1838, quando o lugarejo foi “elevado a arraial do Jabuticabal, a devoção da Medalha Milagrosa já estava ali”.

Em 29 de março de 1849, foi autorizada a edificação da capela de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa. Sua respectiva bênção oficial ocorreu a 13 de abril de 1850.

Entretanto, a história mais marcante das graças concedidas a esse povo pela Virgem Maria se deu em torno da imagem de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa do altar-mor da igreja. A peça foi trazida de Portugal, em 1860, e, em 1937 foi retirada de lá, a pedido do então bispo, pois possuía traços femininos e sensuais que delineiam seu busto e cintura.



Imagem de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa. Facebook Santuário da Medalha Milagrosa

A imagem foi levada para uma capela na zona rural e os fiéis logo sentiram por sua ausência. Após essa data, a cidade “foi assolada por uma grande seca”, até 1939. Segundo relatos, chovia normalmente em todas as cidades da região, menos em Monte Sião, e o povo associava a falta de chuva, à ausência da imagem da padroeira.

Foi então que um grupo de fiéis decidiu solicitar ao padre que a imagem fosse colocada novamente no altar-mor e, após muito questionamento foi permitida a volta da imagem da padroeira.

Isto aconteceu no dia 5 de novembro de 1939. Era uma tarde ensolarada, quando a procissão composta pelo pároco, autoridades, banda de música e principalmente o povo, trazia o andor com a imagem da padroeira. Chegando na entrada da cidade começou a cair os primeiros pingos e em seguida uma grande chuva, fazendo com que a própria imagem e os seus fiéis devotos entrassem na igreja todos molhados. O episódio ficou conhecido como “Dia do Milagre da Chuva”. A partir de então, as plantações prosperaram, as criações não morreram mais e o ciclo da chuva voltou ao normal.

Esta foi a primeira das muitas graças que a população de Monte Sião recebe ainda hoje sob a intercessão de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa.



Santuário da Medalha Milagrosa, em Monte Sião (MG). Facebook Santuário da Medalha Milagrosa

A história desse lugar e o grande fluxo de devotos que recebe fizeram com que, em 5 de novembro de 1999, igreja matriz fosse elevada a Santuário de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, um local que vive com especial fervor o dia 27 de novembro, ao celebrar sua padroeira.




A poucos minutos a pé, no Largo do Rosário, fica a Igreja do Rosário. A Igreja Nossa Senhora do Rosário, é um marco histórico da cidade. Inaugurada em 1955, ela foi construída no lugar de uma antiga capela de pau a pique do século XIX, graças à forte união e doação dos moradores

Na “Capital do Tricô” , o barulho das máquinas de malha atravessa vitrines, oficinas e casas, a costura mudou a rotina da cidade do sul de Minas. A história recente de Monte Sião se confunde com linhas, máquinas e famílias que aprenderam a transformar habilidade manual em renda. A tradição do tricô ganhou força a partir da produção doméstica e se espalhou pelas ruas, criando uma economia urbana com cara de ateliê.

A cidade reúne mais de 1,5 mil empresas ligadas a malhas e tricô. O número ajuda a explicar por que uma cidade pequena aparece no mapa de compradores, lojistas e marcas internacionais. A Capital do Tricô virou referência nacional porque uniu produção intensa, comércio de rua e identidade reconhecida em lei federal. Em 2023, a Lei 14.699 concedeu ao município o título de Capital Nacional da Moda Tricô. O reconhecimento oficial não nasceu de um slogan vazio. A cidade produz cerca de 3 milhões de peças por mês e abastece lojas no Brasil e fora dele

O turista pode caminhar pelas ruas do comércio:, onde concentra lojas de malhas, tricô e peças de inverno, com movimento maior na temporada fria, nos meses de maio, junho e julho.

Outro ponto que chama a atenção é a Porcelana Monte Sião, fábrica iniciada em 1959 , que destaca como a única fábrica do Brasil que produz porcelanas azul e branca de forma 100% artesanal. marca tornou-se um patrimônio histórico e cultural do estado, famosa por suas louças utilitárias e decorativas com estética colonial inspirada no estilo português.



Na fábrica tem uma loja com todos os produtos de centenas de criações feitas pelos artesão.



Os artesão produzindo as porcelanas em Monte Sião



Coluna Minas Turismo Gerais Jornalista Sérgio Moreira @sergiomoreira63 informações para sergio51moreira@bol.com.br

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