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sexta-feira, 23 de outubro de 2026

Chieko Aoki e Luiza Trajano se encontram no Festuris para debater marcas que atravessam gerações. Fundadoras de trajetórias empresariais de destaque no Brasil participam de painel mediado por Tati Finkelstein no Meeting Festuris, para discutir legado, identidade e longevidade dos negócios


Chieko Aoki

Duas lideranças empresariais que construíram trajetórias de destaque em diferentes setores da economia brasileira estarão reunidas no Meeting Festuris, na manhã de 14 de novembro, para discutir um dos grandes desafios do empreendedorismo: como construir marcas fortes, capazes de permanecer relevantes ao longo do tempo e ultrapassar gerações.

Chieko Aoki, fundadora e presidente da Blue Tree Hotels, e Luiza Helena Trajano, presidente do Conselho de Administração do Magazine Luiza e presidente do Grupo Mulheres do Brasil, participam do painel “Mulheres que Constroem Marcas Fortes, que Perduram no Tempo e Ultrapassam Gerações”.

A conversa será mediada por Tati Finkelstein, fundadora e diretora de operações da Mercatur Premium, que traz sua experiência de 36 anos no turismo para conduzir o diálogo entre as duas empresárias. Com vivências em segmentos distintos, Chieko e Luiza compartilham experiências sobre liderança, visão de futuro e construção de negócios que se mantêm relevantes em mercados marcados por mudanças constantes no comportamento dos consumidores e na dinâmica da economia.

À frente da Blue Tree Hotels, Chieko Aoki consolidou uma marca reconhecida no setor de hospitalidade e construiu uma trajetória internacional marcada pelo empreendedorismo e pela atuação em diferentes mercados. Sua visão de negócios combina experiência, relacionamento, identidade e capacidade de adaptação, elementos fundamentais para uma marca que busca preservar seus valores e evoluir ao longo das décadas.

Formada em Direito pela Universidade de São Paulo (USP), Chieko complementou sua formação com estudos em cultura e arte japonesa na Sofia University, em Tóquio, e em Hotelaria pela Cornell University, nos Estados Unidos. Sua carreira inclui experiências profissionais nos Estados Unidos, na Ásia e na Europa, além de passagens por importantes empresas do setor hoteleiro, como a rede Caesar Park, onde foi presidente, e a Westin, na qual ocupou a posição de vice-chairman.

A presença de Luiza Helena Trajano amplia a perspectiva do encontro ao trazer para o debate a experiência de uma das lideranças mais conhecidas do empresariado brasileiro. Presidente do Conselho de Administração do Magazine Luiza, empresa que se tornou uma das referências do varejo nacional, Luiza construiu uma trajetória associada à expansão dos negócios, à transformação do modelo de atuação da companhia e à valorização das relações com clientes, colaboradores e comunidades.

Sua participação acrescenta ao painel reflexões sobre como fortalecer uma marca em um mercado competitivo, acompanhar as transformações do consumo e conciliar crescimento, inovação e valores empresariais. A experiência de Luiza no varejo, somada à trajetória de Chieko na hotelaria, permitirá explorar diferentes perspectivas sobre os fatores que contribuem para a construção de negócios duradouros, independentemente do segmento de atuação.

No Meeting Festuris, as participantes devem abordar temas como propósito, consistência, relacionamento, experiência do cliente, sucessão e capacidade de inovar sem perder a essência. Em um cenário de mudanças aceleradas, a discussão também coloca em pauta o papel da liderança na preservação da identidade de uma marca e na transmissão de seus valores às novas gerações.

A presença de Chieko Aoki e Luiza Helena Trajano no principal palco de conteúdo do Festuris reforça a proposta de promover reflexões sobre os desafios e as oportunidades do empreendedorismo contemporâneo a partir de experiências reais de liderança. Mediado por Tati Finkelstein, o encontro pretende aproximar diferentes visões de mercado e mostrar como histórias empresariais construídas em contextos distintos podem contribuir para uma mesma discussão: o que faz uma marca permanecer relevante e se transformar em legado.

Os interessados em participar podem realizar o credenciamento diretamente pelo site oficial do evento: festurisgramado.com

Texto: Fernando Gusen | fernando@festurisgramado.com

Fotos: Arquivo Pessoal/Divulgação


Coluna Fernando Calmon



Coluna Fernando Calmon


Nº 1.424 — 23/10/2026




Salão de Paris recupera interesse e

antecipa novidades que vêm ao Brasil


Salões internacionais de automóveis sofreram com o esvaziamento de interesse do público. Cenário foi agravado pela pandemia de Covid-19 em 2020 e o avanço dos vídeos pela internet que antecipavam todos os pormenores dos lançamentos.

Também cresceu a concorrência de exposições de tecnologia, a exemplo da CES nos EUA. O salão parisiense adaptou-se e até diminuiu de onze para sete os dias de exposição, além de demonstrar que híbridos e elétricos vão conviver por tempo indeterminado.

Entre as mais de 50 novidades, incluídos modelos conceituais, estão aquelas que serão exportadas para o Brasil ou aqui fabricadas. Destaques começam com os Fiat Grizzly e Grizzly Fastback (visual pode inspirar o futuro modelo brasileiro) com seus sistemas de iluminação diferenciados. Já a picape conceitual Multiplay é avançada demais frente à Strada.

Outras atrações do Grupo Stellantis: releitura futurista do Citroën 2 CV, agora elétrico; Peugeot RCZ Vision, também elétrico, com proposta de sistema de direção eletrônica sem ligação mecânica e o volante de formato retangular; Jeep anunciou seis novos modelos até 2030, a começar pelo Recon na Europa já em janeiro de 2027.

Volkswagen atraiu atenções com elétrico ID.Tiguan, que terá três versões e será lançado na Europa logo no início do   ano que vem. Não há ainda uma data de exportação para o Brasil. Ford mostrou a Ranger MS-RT Champion Edition com suspensão rebaixada e versões V-6 diesel e híbrida plugável específicas para a Europa. Hyundai apresentou o SUV de entrada Bayon e o novo Tucson, um híbrido pleno com potência e toque combinados de 245 cv e 38,5 kgf·m. Sua importação ainda em estudos pela filial brasileira.

Vinte marcas chinesas estiveram em Paris, um terço do total no Salão. Algumas desconhecidas no Ocidente, a exemplo da Li Auto e BAW. Destaques foram para o inédito Dolphin G híbrido PHEV (híbrido plugável) a ser exportado para cá; Leapmotor B03 que se chamará aqui B03x e suporte direto da Stellantis; Omoda 4, híbrido pleno que chegará aqui no segDe fato, o Governo Federal está atrasado em decidir como os automóveis serão taxados a partir de janeiro de 2027.

Segundo Cassio Pagliarini, da Bright Consulting, que apesar no nome em inglês é uma empresa 100% brasileira, “a Lei Complementar nº 214/2025 determina que as alíquotas do Imposto Seletivo sobre veículos sejam estabelecidas em lei ordinária e graduadas segundo critérios que incluem potência, eficiência energética, emissões, reciclabilidade e etapas fabris realizadas no País. Mas a lei ainda não define as alíquotas que cada veículo pagará. Por isso, não é possível transportar os percentuais da tabela atual do IPI Verde para uma projeção definitiva do Imposto Seletivo em 2027”.

O problema envolve o resultado da eleição presidencial do próximo domingo. Ambos os candidatos continuam a discutir, após o primeiro debate televisivo. Sem saber quem será eleito fica difícil prever o rumo dos acontecimentos.

O que se tem certeza: a existência de um vácuo tributário e o imposto seletivo não poderá ser cobrado a partir de 1º de janeiro próximo. Se isso será repassado total ou parcialmente às tabelas de preços públicos sugeridos, dependerá de cada fabricante.

Um fato é que a indústria automobilística no Brasil, desde 1956, mantém-se entre os setores historicamente “aquinhoados” com impostos muito elevados. Entre os principais países produtores de automóveis e comerciais leves a taxação é a maior do mundo. E como há relativamente poucas empresas a fiscalizar e quase todas multinacionais, a arrecadação fica garantida e historicamente elevada.

Nissan admite, se necessário, produzir aqui CKD e SKD

Ricardo Gondo deixou a presidência da Renault no Brasil em 2025 e há dois meses assumiu o mesmo cargo na Nissan. Em encontro com jornalistas, na sexta-feira passada, admitiu que há discussões internas sobre a possibilidade de produzir aqui a partir de kits importados completamente desmontados (CKD) ou semidesmontados (SKD). No entanto, Kait e Kicks continuarão a ser produzidos na fábrica de Resende (RJ).

Gondo observou um cenário que fez questão de destacar: “A produção brasileira de veículos leves este ano cresceu 9,7% até setembro e a expectativa é fechar o ano com alta de 7,6%. Mas se tirar CKD/SKD, a expansão será de apenas 2%.” Ele não deu exemplos, mas se sabe que, pelo menos por enquanto, as marcas chinesas concentram-se neste tipo de produção. Isto implica quase nenhuma participação de compras no parque brasileiro de autopeças. 

O panorama pode mudar a partir de 2027. Pelo menos é o esperado, conforme promessas das marcas BYD e GWM que estão mais comprometidas com produção local. Geely já está acertada com a Renault. Deve-se notar, entretanto, que Sindipeças e fabricantes de pneus ainda aguardam as encomendas começarem em bom ritmo.

Ele confirmou para o primeiro trimestre de 2027 o lançamento no Brasil do X-Trail e-Power, um SUV médio importado. Trata-se de um modelo elétrico de alcance estendido. Terá tração 4x4 e dois motores que somados entregam 216 cv e 33,7 kgf·m. Contará com um motor a combustão de 1,5 L turbo apenas para acionar um gerador e recarregar a bateria de 1,85 kW⋅h.

É opção racional por dispensar carregadores externos. Basta abastecer com gasolina e seguir em frente, o que dá tranquilidade ao motorista de viajar sem se sujeitar a um planejamento prévio.

Sem indicar prazos, porém confirmando estudos, Gondo apontou o mercado brasileiro em expansão para diferentes estágios, no campo de híbridos e elétricos, com crescimento mais rápido do que a Nissan imaginava. “Isso exige decisões que não podem demorar”, afirmou. Entretanto, não disse de que forma isso ocorrerá, mesmo porque outros fabricantes vêm se movimentando na mesma direção.

Teste: Panamera Turbo S E-Hybrid acelera como nunca

Versatilidade e alto desempenho são qualidades frequentemente conflitantes. Em geral, uma destas características anula a outra ou, quando bem acertada pelo fabricante, pode haver alguma possibilidade de equilíbrio.

Mas, no caso desta versão do Panamera, não pairam dúvidas de que este objetivo foi alcançado. Trata-se de um sedã com a tampa do porta-malas do tipo liftback (com vidro do vigia integrado) e aerofólio funcional.

Porta-malas de 421 L de fato não é tão grande, apesar do estepe inflável de 20 pol., enquanto as rodas são de 21 pol. e belo desenho. Interior proporciona ótimo espaço para quatro ocupantes. E o sistema de som conta com 21 alto-falantes e nada menos de 1.455 watts. 

Dimensões (mm): comprimento, 5.054; entre-eixos, 2.950; largura, 1.937 (2.165 com espelhos); altura, 1.423. Volume (L): tanque, 80. Massa: 2.365 kg. Híbrido pleno. Motor V-8 turbo, gasolina, 4 L: potência 599 cv; torque 81,6 kgf·m. Motor elétrico: 190 cv; torque 45,9 kgf·m; Potência combinada: 782 cv; Torque combinado, 102 kgf·m; Consumo (Inmetro km/L, cidade/estrada): 6,9/8,6. Alcance (Inmetro km, cidade/estrada): 552/688. Tração integral. Câmbio automatizado, oito marchas. Aceleração 0 a 100 km/h (s): 2,9.

Logo no primeiro contato o modelo da Porsche surpreende ao se selecionar o modo conforto. Lida bem com asfalto irregular e buracos. Além disso, evita raspar em desníveis típicos de lombadas e entradas/saídas de garagem. Basta acionar o sistema de levantamento da suspensão dianteira memorizável via GPS, que passa a atuar automaticamente.

Contudo, não chega a superar todo tipo de desnível, em particular lombadas fora das especificações. Conta com auto-hold que aciona o freio de estacionamento no próprio pedal de freio e o libera ao voltar a acelerar.

No modo Sport muda completamente: as suspensões deixam-no mais próximos do solo e apesar de quase 2,5 t de massa as retomadas e acelerações colam as costas dos ocupantes nos encostos. Opcionais podem elevar o preço final em até R$ 90.000, custando os freios com discos de fibras cerâmicas por volta de R$ 60.000.

Preço: R$ 1.870.000.



Ram apresenta versão Laramie Night Edition da 2500 equipada com o motor Cummins® 6.7 Turbodiesel High-Output de 436 cv de potência e 1.458 Nm (148,7 kgfm) de torque


A Ram, única marca premium e exclusiva de picapes do mercado, traz mais uma novidade para a linha Heavy Duty. Por R$ 569.990, chega ao País a 2500 Laramie Night Edition, com acabamentos escurecidos que dão ao modelo um visual ainda mais imponente. 

A 2500, independentemente da versão, está ao lado da 3500 para formar a dupla de picapes a diesel mais potentes à venda no mercado brasileiro, graças ao motor Cummins® 6.7 Turbodiesel High-Output de 436 cv de potência e 1.458 Nm (148,7 kgfm) de torque, acoplado a um câmbio automático de oito marchas. O sistema de tração é 4x4 com reduzida e três modos de funcionamento (4x2, 4x4 High e 4x4 Low), com acionamento eletrônico por botão. 

Com a chegada da 2500 Laramie Night Edition, todas as picapes da gama atual da Ram no Brasil passam a oferecer ao público uma opção com os acabamentos escurecidos no lugar dos cromados que são clássicos em uma Ram. 

Na nova 2500 Laramie Night Edition, os contornos superior e inferior da grade dianteira é da cor da carroceria, assim como as molduras dos faróis e os para-choques. A grade, cromada na 2500 Laramie já comercializada no Brasil, recebe o preto brilhante característico de toda Night Edition. 

Assim como na 3500 Laramie Night Edition, a 2500 Laramie Night Edition ganha um toque de esportividade no capô, que conta com uma entrada de ar na parte central e saídas de ar nas laterais. 

O badge do modelo, que na variante cromado é posicionado nas extremidades do capô, são reposicionado e passam a ocupar a parte central elevada do capô. Completam o visual externo da novidade as capas de retrovisor, estribos laterais, logotipos e rodas de 18 polegadas com acabamentos escurecidos. 

Internamente, como de costume em uma Night Edition, a 2500 recebe bancos de couro, painel de instrumentos, volante e acabamentos de portas na cor preta. O nível de tecnologia e luxo se mantém alto na 2500 Laramie Night Edition, com destaque para a central multimídia de 12” com Android Auto e Apple CarPlay sem fio e sistema de câmeras 360° mais a exclusiva câmera de caçamba, além do quadro de instrumentos colorido e customizável de 12,3". 

Nele, é possível visualizar e ajustar diversos parâmetros da picape, além de acompanhar a atuação dos diversos assistentes de condução semiautônoma (ADAS), que inclui assistente ativo de manutenção de faixa, leitura automática de placas, piloto automático adaptativo com função Stop, sistema de monitoramento de ponto cego, entre outros. Também é possível espelhar a navegação nativa no quadro de instrumentos. 

Além da tecnologia, a 2500 Laramie Night Edition faz jus ao pilar de capacidade de uma Ram, sendo capaz de rebocar até 8.948 quilos, sendo superada apenas pela 3500 nesse quesito. 

A picape vem com predisposição para reboque com tomadas de 7 e 12 pinos, além do controle eletrônico do freio de reboque e função Tow/Haul, que altera as trocas de marcha, melhora a resposta do acelerador e usa o freio motor quando uma carga pesada está sendo rebocada. 

Auxiliam o motorista nesta tarefa os espelhos retrovisores de reboque que podem ser expandidos eletronicamente, aumentando o campo de visão. A capacidade de carga da picape, por sua vez, é de 1.287 quilos, número que posiciona a 2500 como uma das líderes nesse aspecto no mercado brasileiro. 

Quando o assunto é capacidade volumétrica, a caçamba, revestida com material especial, possui 1.200 litros no vão de carga e os Rambox, compartimentos localizados nas laterais, 122 litros de capacidade cada. Cada compartimento conta com trava elétrica e iluminação interna, além de a Rambox do lado esquerdo ser equipada ainda com uma tomada de 115V. 

A Ram 2500 Laramie Night Edition é dotada de uma série d
e recursos voltados para o conforto do motorista e passageiros, como bancos dianteiros com regulagem elétrica, aquecidos e ventilados e 2 posições de memória para motorista. O ar-condicionado é digital de duas zonas com saídas de ar traseiras. 

O console central possui apoia-braço com porta objetos; 4 porta-copos; espaço para guardar um notebook de até 15 polegadas; 4 portas USB na parte frontal, sendo 2 do tipo C, de carregamento rápido, e mais 2 portas USB tipo C na parte traseira. Somam-se as portas USB, duas tomadas de 115V. 

Os assentos dos bancos traseiros podem ser rebatidos, dando acesso a uma plataforma que transforma o assoalho traseiro em uma superfície plana. 

A nova 2500 Laramie Night Edition chega às lojas em breve e estará disponível nas cores Branco Bright (sólida), Prata Zenith (metálica), Granito Crystal (metálica), Preto Diamond (perolizada) e Azul Forged (metálica). Para encontrar a concessionária Ram mais próxima, clique aqui. 

quarta-feira, 21 de outubro de 2026

Com 14,2 milhões de usados vendidos em 2026, veja 5 checagens antes de comprar o seu


O mercado brasileiro de veículos usados e seminovos somou 14.205.505 unidades entre janeiro e setembro de 2026, alta de 5,4% sobre o mesmo período de 2025, segundo a Fenauto (Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores). 

Em setembro, foram 1.673.017 transferências, queda de 1,6% sobre agosto, mas a entidade mantém a expectativa de um novo recorde anual. Com tanta gente comprando, a pergunta prática do consumidor é como conferir um veículo usado antes de pagar. 

O Comprecar, marketplace de veículos que atua desde 2001 no interior de São Paulo, reuniu as checagens que o comprador pode fazer por conta própria, e a resposta passa mais por consulta de documentos do que por mecânica.

Cinco checagens que dispensam conhecimento técnico

  1. Recall pendente. A consulta é gratuita e pode ser feita pela placa no Portal de Serviços da Senatran, com conta gov.br, ou no aplicativo CNH do Brasil. Os dados cobrem campanhas de montadoras divulgadas desde 2011.
  2. Documento e chassi. O número do chassi gravado no veículo deve coincidir com o do CRLV (documento de licenciamento). Divergência é motivo para interromper a negociação.
  3. Débitos e restrições. Em São Paulo, a consulta é gratuita no site do Detran-SP, na aba "Veículos", opção de pesquisa de débitos e restrições de terceiros, com placa e Renavam informados pelo vendedor.O resultado mostra restrições administrativas e judiciais e alienação fiduciária. Dívida registrada passa para o novo dono junto com o carro.
  4. Histórico de leilão e sinistro. O laudo cautelar verifica estrutura, originalidade de chassi e motor e indícios de leilão ou quilometragem adulterada. Reportagens de 2026 citam custo de R$ 150 a R$ 500, conforme região e tipo de veículo. O resultado pode ser aprovado, aprovado com apontamentos ou reprovado.
  5. Transferência no prazo. O comprador tem 30 dias para transferir a propriedade no Detran do estado. Passar do prazo gera multa e mantém multas futuras no nome do antigo dono.

O que o volume de vendas muda para o comprador

Em um mercado que deve fechar o ano em patamar recorde, a oferta de usados é ampla, e o comprador tem margem para comparar anúncios e pedir documentos antes de decidir. A queda de 1,6% em setembro, segundo a Fenauto, não alterou o acumulado positivo do ano.

Para Fred Bittar, fundador do Comprecar, a checagem deve vir antes da conversa sobre preço: “Antes de negociar o preço de um usado, o comprador precisa conferir a documentação e conhecer o histórico do veículo. Algumas consultas são gratuitas e podem ser feitas pela internet. Depois, o laudo cautelar e a avaliação mecânica ajudam a entender as condições do carro. Nossa orientação é incluir essas checagens na decisão de compra. Se o vendedor dificulta o acesso às informações ou pressiona para receber antes da conferência, vale parar e esclarecer as dúvidas antes de seguir com o negócio.”

Próximo passo

A orientação do Comprecar a quem está de olho em um modelo específico é começar pelas consultas gratuitas, de recall e de débitos, e deixar o laudo cautelar para os candidatos finais. Com o mercado aquecido, conferir documentos antes de negociar tende a custar menos que corrigir o problema depois.

Febtur completa cinco anos de história, expansão e valorização do turismo brasileiro. Criada em 2021, a Federação fortaleceu a comunicação especializada em turismo, realizou eventos nacionais e ampliou sua atuação internacional com encontro inédito no Uruguai; São Paulo receberá o terceiro congresso nacional, em 2027



Por Gilberto Silva

Secretário-Geral da FEBTUR



Jornalistas e comunicadores de turismo em Canelones, no Uruguai.

A Federação Brasileira de Jornalistas e Comunicadores de Turismo (Febtur) fecha o ano de 2026 celebrando cinco anos de uma trajetória marcada pela integração de profissionais, valorização dos destinos turísticos e fortalecimento da comunicação especializada no setor. 

Nascida em outubro de 2021, em Alter do Chão, distrito de Santarém, no Pará, a entidade surgiu com a missão de reunir jornalistas e comunicadores comprometidos com a divulgação das riquezas naturais, culturais, históricas e gastronômicas do Brasil.

A história da Federação tem como marco embrionário o I Encomtur, realizado em 2021 e organizado pela delegação do Pará. O evento teve Alter do Chão como principal atração, além de visitas a Santarém e à Ilha do Marajó. 

A programação promoveu a integração entre profissionais e a valorização dos destinos turísticos paraenses, contribuindo para criar as bases do movimento que resultaria na fundação da Febtur, em pleno movimento de retomada do turismo pós-pandemia.

Com iniciativa voltada à integração profissional, a entidade evoluiu para uma rede nacional de comunicação turística, promovendo congressos, encontros, atividades de formação, intercâmbio de experiências e visitas técnicas. 

Ao longo desse percurso, ampliou sua presença em diferentes regiões do país e passou a estabelecer conexões internacionais, contribuindo para projetar o turismo brasileiro para além das fronteiras nacionais.

A realização do Encontro Internacional de Turismo, em Canelones, no Uruguai, no mês de setembro deste ano, representa um novo capítulo dessa história. A iniciativa reforça o compromisso da entidade com a integração latino-americana e abre novas perspectivas de cooperação entre jornalistas, comunicadores, gestores e profissionais do setor turístico.

Gorgônio Loureiro é presidente Nacional da FEBTUR

Expansão nacional

A Febtur já está estruturada em diversos estados brasileiros, entre eles Tocantins, São Paulo, Bahia, Sergipe, Pará, Minas Gerais, Paraíba e Rio Grande do Norte. A Federação trabalha para ampliar progressivamente essa presença, com a perspectiva de alcançar a maioria das unidades da Federação.

“Também contamos com profissionais de grande valor associados às entidades já existentes e dispostos a colaborar com a abertura em seus estados”, disse Gorgônio, citando Rio de Janeiro, Paraná, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Goiás.

A expansão demonstra o potencial de uma organização que busca aproximar profissionais da comunicação, fortalecer a produção de conteúdo especializado e ampliar a divulgação e o desenvolvimento dos destinos turísticos brasileiros.

A atuação da entidade está fundamentada em quatro eixos: integrar profissionais, qualificar a comunicação, produzir informação relevante e promover destinos turísticos. A proposta é fazer com que cada evento deixe resultados concretos, ampliando a visibilidade dos lugares visitados e estimulando novas oportunidades de negócios, parcerias e desenvolvimento regional.

A agenda também acompanha as transformações do setor, incorporando discussões sobre sustentabilidade, inovação, inteligência artificial, novas mídias e valorização das comunidades locais.

Mais do que reunir profissionais em eventos, a Febtur busca transformar experiências presenciais em reportagens, vídeos, conteúdos digitais e novas pautas jornalísticas, capazes de despertar o interesse dos brasileiros e dos visitantes estrangeiros pelos destinos nacionais.

Eventos marcam trajetória

A consolidação da Febtur pode ser acompanhada pela realização de seus principais eventos nacionais, que levaram jornalistas e comunicadores a diferentes destinos brasileiros, promovendo conhecimento, experiências e divulgação turística.

2023 – Salvador (BA) – I Congresso Nacional de Jornalistas e Comunicadores de Turismo

Realizado de 1º a 3 de junho, o primeiro congresso nacional representou um marco na história da entidade. O evento reuniu aproximadamente 130 profissionais em três dias de debates, experiências e integração entre representantes da comunicação, do turismo, do poder público e do mercado turístico. Entre os assuntos abordados esteve a inovação na comunicação, incluindo o uso da inteligência artificial.

2024 – Natal (RN) – I Encontro Febtur de Jornalistas e Comunicadores de Turismo

O primeiro encontro nacional ocorreu no Hotel Barreira Roxa e fortaleceu a proposta de aproximar os comunicadores dos destinos turísticos. A programação incluiu palestras, mesas-redondas, lançamento de livro, produção de vídeos e visitas técnicas. A divulgação prévia do evento gerou mais de 100 matérias e notas, contribuindo para ampliar a visibilidade do turismo potiguar.

2025 – Belém (PA) – II Congresso Nacional de Jornalistas e Comunicadores de Turismo

Entre os dias 10 e 15 de junho, a capital paraense recebeu o segundo congresso nacional, que reuniu mais de 120 profissionais da comunicação em seis dias de programação. O evento colocou em evidência a relação entre turismo e sustentabilidade, com experiências em Belém, Salinópolis e Augusto Corrêa.

A valorização da cultura regional, da gastronomia e do turismo comunitário integrou as atividades, em um contexto de crescente atenção internacional à Amazônia e à COP30.

2026 – Porto Seguro (BA) – II Encontro Febtur de Jornalistas e Comunicadores de Turismo

Realizado em maio, o segundo encontro nacional ampliou a integração entre profissionais de diferentes regiões do Brasil e participantes internacionais. A programação reuniu representantes de 20 estados brasileiros, além de participação do Uruguai em atividades sobre inovação, inteligência artificial, sustentabilidade, comunicação e mercado turístico.

Os participantes também tiveram a oportunidade de conhecer atrativos como a Reserva Pataxó, o Recife de Fora, o Centro Histórico de Porto Seguro e Arraial d’Ajuda. As experiências aproximaram a produção jornalística da realidade dos destinos e contribuíram para ampliar sua divulgação.

A sequência desses eventos demonstra a evolução da Febtur, que vem ampliando sua capacidade de mobilização e fortalecendo a relação entre comunicação, turismo, cultura, sustentabilidade e desenvolvimento econômico.

Fronteiras abertas

Se os eventos nacionais consolidaram a presença da Febtur no Brasil, o primeiro Encontro Internacional de Turismo, realizado em Canelones, no Uruguai, no período de 15 a 19 de setembro de 2026 simboliza a ampliação de seus horizontes.

A iniciativa representa um passo importante na aproximação entre profissionais brasileiros e latino-americanos, criando oportunidades para o intercâmbio de experiências, a divulgação de destinos e o fortalecimento de parcerias internacionais.

A internacionalização reafirma o papel da comunicação turística como instrumento de integração entre povos e culturas. Ao dar visibilidade às diferentes regiões, seus patrimônios e suas experiências, jornalistas e comunicadores contribuem para estimular o fluxo de visitantes e ampliar o conhecimento sobre os destinos.

A expectativa é que essa articulação se fortaleça nos próximos anos, aproximando ainda mais o Brasil dos países vizinhos e ampliando a presença da comunicação turística brasileira no cenário internacional.

III Congresso em São Paulo

Com cinco anos de história e uma agenda crescente de realizações, a Febtur já projeta seus próximos passos. São Paulo será a sede do III Congresso Nacional, previsto para 2027, dando continuidade ao ciclo de eventos que tem marcado o desenvolvimento institucional da entidade.

A nova etapa deverá reforçar a integração da rede nacional, estimular a inovação na produção de conteúdo e ampliar as discussões sobre turismo sustentável, novas tecnologias e os desafios da comunicação em um mercado cada vez mais conectado.

A escolha de São Paulo representa também uma oportunidade para fortalecer parcerias e ampliar o diálogo com profissionais, instituições, empresas e gestores envolvidos no desenvolvimento do turismo brasileiro.

Presidente destaca crescimento da Febtur

O presidente da Febtur, Gorgônio Loureiro, faz balanço altamente positivo da Federação Nacional dos Jornalistas e Comunicadores de Turismo, destacando o crescimento institucional e o papel dos associados, das delegações estaduais e dos parceiros na consolidação da Federação. “Os cinco anos da Febtur representam uma trajetória de crescimento institucional, integração profissional e fortalecimento da comunicação turística no Brasil”, afirma.

Loureiro ressalta ainda a ampliação da entidade em diversos estados brasileiros, promovendo congressos e encontros nacionais, avançando na internacionalização das atividades, com a realização do Encontro Internacional de Turismo, em Canelones, no Uruguai.

“Ao encerrar meu mandato, em janeiro de 2027, enfatizo a importância do trabalho coletivo dos associados, das delegações estaduais e dos parceiros institucionais para as conquistas alcançadas”, pontua, al lembrar que a transição para a nova diretoria representa a continuidade desse projeto e a oportunidade de ampliar a atuação da Federação. 

“Nosso compromisso permanece voltado à integração dos profissionais, à valorização dos destinos e ao fortalecimento do turismo brasileiro, reconhecendo a comunicação como instrumento estratégico de desenvolvimento e promoção nacional e internacional”, finaliza o presidente.

Comunicação que conecta

Ao completar cinco anos, a Febtur reafirma sua proposta de valorizar a comunicação especializada como parte estratégica do desenvolvimento turístico. Sua trajetória demonstra um movimento constante de expansão que evidencia o potencial da integração profissional.

O desafio para os próximos anos será ampliar essa rede, acompanhar as mudanças tecnológicas, fortalecer a produção de conteúdo qualificado e contribuir para que destinos conhecidos e menos explorados encontrem espaço na imprensa e nos canais digitais, além de representações nas principais entidades estaduais e nacional do setor do Turismo, especialmente uma cadeira no Conselho Nacional do Turismo.

Com a realização do III Congresso Nacional, previsto para São Paulo, no próximo ano, a Federação se prepara para uma nova etapa de sua história, mantendo o compromisso que orientou sua criação, integrando profissionais, qualificando a comunicação e promovendo o turismo brasileiro.

Minas Turismo Gerais do Jornalista Sérgio Moreira



Minas Turismo Gerais


Jornalista Sérgio Moreira



ADVT VIP Lounge no BH Airport é eleita a melhor do

Brasil no World Travel Awards



O Aeroporto Internacional de Belo Horizonteem Confins é um dos hubs mais importantes do país. O terminal mineiro se destaca no cenário nacional ocupando a 5ª posição entre os aeroportos mais movimentados do país, registrando uma movimentação anual superior a mais de 13 milhões 500 mil passageiros. O BH Airport se consolidou fortemente, figurando no topo do ranking nacional como o número um em número de destinos domésticos no Brasil. 

A ADVT VIP Lounge do BH Airport foi eleita a melhor do Brasil no World Travel Awards 2026, uma das principais premiações internacionais do setor de viagens e turismo. O espaço venceu a categoria Brazil’s Leading Airport Lounge 2026, definida por votos do público e de profissionais do setor de diferentes países. O prêmio foi entregue na Jamaica, durante a cerimônia regional Caribbean & The Americas Gala Ceremony 2026, e celebrado com parceiros e representantes do segmento no BH Airport.


A premiação amplia o histórico de reconhecimentos da sala VIP, escolhida em 2025 como a melhor do mundo pelo Priority Pass. A sala reúne gastronomia, áreas de descanso e serviços como o Fast Track, que dá mais agilidade à inspeção de segurança, e o VIP Plus, com atendimento personalizado antes do embarque. A unidade integra a oferta de hospitalidade do BH Airport, formada por seis salas VIP: quatro no embarque doméstico, uma no internacional e outra na área pública. O terminal conta ainda com mais de 100 operações, entre lojas, restaurantes e serviços.


Pabliane Castro, coordenadora de Varejo e Hospitalidade do BH Airport, durante a celebração do prêmio no terminal mineiro

“A conquista da ADVT VIP Lounge projeta internacionalmente a qualidade dos serviços oferecidos no BH Airport e confirma a consistência de uma estratégia comercial orientada pela experiência do passageiro. A competitividade de um aeroporto se constrói pela combinação entre a conectividade da malha aérea, a qualidade dos serviços e a capacidade de reunir parceiros de excelência para oferecer uma jornada cada vez mais completa. Esse reconhecimento demonstra a força do nosso ecossistema e reforça o compromisso de ampliar, em conjunto com operadores qualificados, o padrão de hospitalidade e conveniência no terminal mineiro”, afirma o gestor Comercial do BH Airport, Geovane Medina.

A oferta de hospitalidade inclui ainda soluções de hospedagem e descanso para passageiros em conexão, viagens corporativas ou permanências mais longas. Integrado à área de embarque, o Hotel indoor Ruby ocupa aproximadamente mil metros quadrados e dispõe de 45 unidades habitacionais.

A estrutura se soma ao Hotel Linx Confins, instalado no sítio aeroportuário, com 174 quartos, taxa média de ocupação superior a 90% e nove dormitórios para períodos de descanso de até 12 horas. Em média, o terminal mineiro recebe 38 mil passageiros diariamente. Em dias de pico, esse número se aproxima dos 41 mil viajantes.

Com localização estratégica e um dos principais hubs do país, o BH Airport atende cerca de 70 destinos nacionais e internacionais.

O aeroporto é administrado pelo Grupo ASUR (Aeroportuario del Sureste), um dos principais operadores internacionais, com presença nas Américas e no Caribe; pela Zurich Airport, operadora do Aeroporto de Zurique, principal hub aéreo da Suíça; e pela Infraero, estatal com mais de 50 anos de experiência na gestão aeroportuária brasileira.

Renault amplia a oferta da linha Duster com a nova versão Zen Plus 1.6 com câmbio manual ainda em outubro por R$ 107.990


A Renault reforça a gama Duster com o lançamento da nova versão Zen Plus 1.6, uma configuração desenvolvida para levar um dos SUVs mais tradicionais do país para uma nova faixa do mercado, com preço sugerido de R$ 107.990, com início das vendas programadas ainda para o mês de outubro.

A novidade oferece uma alternativa competitiva para os clientes que desejam entrar no universo dos SUVs, sem abrir mão dos atributos que consolidam o Duster no segmento desde 2011. O Duster é um produto admirado por consumidores que valorizam robustez, praticidade e espaço.

Ao longo de sua trajetória, o Duster conquistou os brasileiros por sua robustez, versatilidade e amplo espaço interno. Com a nova versão Zen Plus, a Renault amplia as oportunidades de acesso ao modelo, mantendo exatamente os atributos que consolidaram o SUV como uma referência em seu segmento.

Robustez e espaço que são marcas do Duster

A nova versão Zen Plus preserva características que fazem parte do DNA do Renault Duster. Equipado com o motor 1.6 SCe flex associado ao câmbio manual de cinco marchas, o SUV oferece um conjunto reconhecido pela confiabilidade e eficiência para o uso diário

Assim como as demais versões da linha, o Duster Zen Plus traz itens importantes de segurança e conforto, como seis airbags, controles eletrônicos de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, direção elétrica, sistema Stop & Start, faróis com assinatura em LED e grade frontal com acabamento em preto brilhante.

No interior, a versão conta com bancos revestidos em tecido com tons preto e cinza, com detalhes em azul nas costuras. Detalhes na cabine em cromado reforçam o design da versão, preparada para diferentes tipos de uso cotidiano.

A nova versão Zen Plus mantém os principais atributos do Duster. O SUV continua oferecendo o maior espaço interno do segmento e um dos maiores compartimentos de bagagem da categoria, com 475 litros de capacidade, características que que consolidam o modelo como referência em versatilidade e conforto diários, seja no uso pessoal e familiar ou profissional

O Duster também preserva sua reconhecida aptidão para enfrentar diferentes tipos de terreno. Com 237 mm de altura do solo, além dos melhores ângulos de entrada e saída da categoria, o SUV entrega a robustez que se tornou uma de suas principais marcas ao longo de sua trajetória no mercado brasileiro.

Duster Zen Plus 1.6 MT (R$ 107.990)

Motor 1.6 SCe flex

Câmbio manual

Seis airbags

Controle eletrônico de estabilidade (ESP)

Controle eletrônico de tração (TC)

Assistente de partida em rampa (HSA)

Direção elétrica

Faróis com DRL em LED

Grade frontal em preto brilhante

Rodas de 16"

Sistema Stop & Start

Ar-condicionado

Acesse a Ficha Técnica

Renault Duster: uma trajetória de sucesso

Lançado no Brasil em 2011, o Renault Duster construiu uma trajetória sólida no mercado nacional ao reunir atributos que seguem valorizados pelos consumidores: robustez, amplo espaço interno, versatilidade e capacidade para enfrentar diferentes tipos de terreno. Ao longo de sua história, o modelo se consolidou como uma das principais referências entre os SUVs produzidos no país.

Produzido no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais (PR), o Duster mantém as características que construíram sua reputação. A chegada da nova versão Zen Plus amplia as oportunidades do brasileiro para entrada no segmento SUV, com um modelo consolidado e reconhecido no país.

Renault 8 Gordini concept: o ícone da tração traseira chega à era elétrica


  • Há cinco anos, a Renault está explorando seus 128 anos de história para dar nova vida a alguns de seus modelos mais emblemáticos, revivendo sua época com um exemplar exclusivo. Esta reinterpretação se insere na estratégia da marca de revigorar seu patrimônio histórico, que estará acessível ao público em geral dentro de aproximadamente quinze meses, no futuro museu histórico da Renault, em Flins (França).
  • Depois de o show car R17 electric restomod x Ora Ïto, ou ainda o Renault 5 Diamant, o “art car” criado em parceria com o arquiteto e designer Pierre Gonalons, chega agora a reinterpretação moderna do icônico Renault 8 Gordini.
  • Cupê elétrico de 2 lugares com personalidade marcante, o Renault 8 Gordini Concept revisita uma lenda com um design inspirado nas competições.
  • Silhueta larga e baixa, postura radical, arquitetura com tração traseira elétrica, potência de 270 cv: tudo remete ao universo dos ralis modernos. Entre legado e contemporaneidade, seu design de linhas elegantes com inspiração “café racer” faz renascer o espírito Gordini.
  • Revelado em estreia mundial em 24 de setembro durante o desfile Renault Carwalk, o Renault 8 Gordini Concept também ficará exposto no estande da Renault do Salão do Automóvel de Paris, de 12 a 8 de outubro de 2026

Com o Renault 8 Gordini Concept, nossa intenção foi suscitar a emoção nos baseando tanto em nosso legado como em referências atuais, em um encontro entre os ícones do passado com outros do futuro.

Este exercício de estilo imagina como fazer renascer o Renault 8 Gordini em nossa época. O objetivo deste cupê é suscitar a emoção e captar a imaginação de todos os apaixonados por carros. E quando falo de emoção, não me refiro à nostalgia, mas à pura paixão pelos automóveis~.

Alexandre Malval, VP de design da Renault


Um patrimônio histórico vivo e excepcional

O Renault 8 Gordini Concept não é apenas um tributo a um ícone do automobilismo esportivo francês. Ele ilustra também a forma como a Renault revive o seu legado. Nos últimos anos, a marca está reinterpretando alguns de seus modelos mais icônicos por meio de criações únicas que promovem um diálogo entre o passado e o futuro. O Renault 8 Gordini Concept faz parte desta estratégia. Este carro-conceito vai fazer parte do patrimônio e do legado da marca ao lado de modelos históricos, arquivos e obras que serão reunidos em Flins, na França, no futuro museu dedicado à Coleção Renault, que será aberto ao público em geral dentro de aproximadamente quinze meses.

Uma lenda como modelo

Lançado em 1964, o Renault 8 Gordini oferecia as performances de um verdadeiro carro esportivo, com seu motor de 95 cv, arquitetura com motor traseiro e tração traseira, o que exigia uma pilotagem aguçada. Uma arquitetura ao mesmo tempo eficiente e delicada, que fez do Renault 8 Gordini (“o Gorde”) um formidável “carro de treinamento” para toda uma geração de pilotos, incluindo Jean Ragnotti.

Ao comercializar um derivado esportivo de um modelo de produção em série com a assinatura Gordini, a Renault também democratizou a performance uma década antes do nascimento do fenômeno GTI. E a listra dupla branca que o caracterizava se tornou emblemática.

É neste espírito que a Renault está revisitando hoje este ícone por meio de um projeto exploratório, para o grande deleite dos apaixonados por carro. 


Design ‘Made in Renault’

Ao contrário do show car R17, fruto de uma parceria entre o renomado designer Ora Ito e as equipes de design da marca, o Renault 8 Gordini Concept é uma criação 100% Renault.

O projeto começou com um concurso interno organizado pela área de Design da Renault, que despertou grande interesse das equipes internas. Mais de 300 desenhos foram apresentados espontaneamente pelos designers da marca. Todos os detalhes foram explorados, desde o estilo retro mais clássico até as interpretações mais futuristas, passando por propostas que uniam história e modernidade ou ainda silhuetas com toques de GT. Depois de uma primeira seleção entre as 300 propostas iniciais, dois projetos se destacaram e foram desenvolvidos sob a forma de maquetes em escala 2:5. Esta etapa permitiu confrontar as duas visões e produzir uma nova composição, reunindo o melhor de cada uma.


Proporções de competição

Com 4,12 m de comprimento e 1,88 m de largura, para 1,27 m de altura, o Renault 8 Gordini Concept apresenta proporções especialmente compactas e dinâmicas. Instalado sobre rodas de 19 polegadas na frente e 20 polegadas na traseira, ele conta com uma bela aderência ao solo, assim como os carros de rali atuais. A carroceria cupê com duas portas, ao contrário das quatro portas originais, ficou muito mais propulsiva, com uma parte frontal bastante agressiva, destacada pelo design em formato de “V” e seus seis faróis.

A traseira mais larga com musculatura hipertrofiada remete à presença do motor em posição traseira e a arquitetura com tração traseira que caracterizava o modelo original. A diferença é que agora o motor é elétrico, com seus 270 cv. Para acentuar ainda mais a performance do carro-conceito, a traseira também ganhou uma leve inclinação, que não é vista no modelo original.

 A silhueta característica do Renault 8 quase simétrica entre a frente e a traseira foi reinterpretada e dinamizada, firmando o carro ao solo com uma cabine mais fluida, bitolas largas, para-lamas proeminentes e rodas que chegam a 19’’ na frente e 20’’ na traseira. As rodas maiores na traseira do que na frente geram um efeito visual propulsivo, remetendo à arquitetura “totalmente traseira” que foi a assinatura do comportamento de condução divertido do modelo original.

Alexandre Malval, VP de design da Renault



Espírito “café racer”

O carro-conceito Renault 8 Gordini Concept se insere na forte tendência “café racer” do universo das motos customizadas, por meio da qual motos antigas são atualizadas eliminando componentes não essenciais e maximizando a beleza bruta dos materiais e peças mecânicas. Foi essa a estratégia que prevaleceu no design do Renault 5 Turbo 3E.

No Renault 8 Gordini Concept, isso se traduz por linhas puras e sem artifícios, mesmo quando as referências ao design do Renault 8 Gordini originais se concentram em antigas peças decorativas. Por exemplo, o antigo friso lateral cromado aparece agora integrado diretamente na carroceria, assumindo a forma de uma linha de estilo que confere tensão e parece surgir de dentro da própria estrutura. 

Além disso, várias linhas de assentamento foram removidas para ressaltar a pureza dos volumes esculpidos. Por exemplo, não há mais juntas de abertura do capô no bloco dianteiro, o qual é erguido totalmente em uma peça única, como em alguns carros de corrida.


Jogo de referências

Este carro-conceito não deve nada ao seu irmão mais velho em termos de proporções, mas vários truques ou assinaturas estilísticas foram revistas sob uma forma modernizada. 

Inspirado no Renault 8 Gordini de 1964, o nome Gordini foi finamente retrabalhado, recuperando as estrias que caracterizavam o logo original. 

Esta assinatura única é acompanhada do novo emblema ‘8’, estruturado em oito partes. Estas diferentes marcações seguem a mesma preocupação em termos de precisão e sofisticação, remetendo também às peças usinadas da época.

E como referência ao losango que ornamentava a frente de seu irmão mais velho, um brasão que presta uma homenagem ao mítico “Gorde” aparece do lado de dentro do veículo, para o deleite dos apaixonados.

Verdadeira assinatura nas laterais do modelo original, o detalhe em baixo relevo que corre ao longo da cintura da carroceria aparece também na versão modernizada, cumprindo agora uma função prática: direcionar o fluxo de ar para um novo difusor de ar. 

A forma retangular das caixas de roda também foi reproduzida, tornando o perfil do veículo ainda mais musculoso.

Desprovida de grade, a frente recorta o ar vindo graças ao formato biselado da carroceria, enquanto os faróis adicionais da versão de rali são agora integrados para formar uma assinatura luminosa global formada por seis faróis redondos, dispostos segundo o mesmo layout.

Outras referências ao modelo original incluem os retrovisores de formato ogival e a grade que se estende por toda a largura do capô dianteiro até a base do para-brisa. Além de sua contribuição funcional, a grade de aeração traseira também foi mantida por favorecer a estética.

O Renault 8 Gordini Concept reinterpreta, entre outros, os padrões visuais dos faróis originais, que foram aplicados de forma bastante gráfica. Na frente, os seis faróis redondos em 3D são encaixados na carroceria e, na traseira, os faróis são perfeitamente nivelados, tão bem que eles mal podem ser vistos quando não estão ligados. Este design sublima a assinatura icônica do carro~.

Alexandre Malval, VP de design da Renault

 A forma quadrada das caixas de rodas, herdadas do Renault 8 Gordini original, dá destaque às linhas musculosas dos para-lamas na traseira. ~

Kévin Goncalves, designer de exteriores

 O Azul de France, cor icônica do Renault 8 Gordini, foi a inspiração para a cor do carro-conceito. Ela foi reinterpretada por meio de uma aplicação em três camadas associando tinta perolada e tinta texturizada azul, ganhando profundidade e riqueza. Sob a luz, o histórico azul reaparece sutilmente nos cantos, revelando as linhas esculpidas da carroceria ~.

Thomas Altet, designer de cores & materiais


 

Listra dupla branca como guia

Originalmente decorativa e colada na carroceria, a listra dupla branca se tornou a assinatura do Gordini e passa a fazer parte da estrutura do design do Renault 8 Gordini Concept. Vários elementos são alinhados em relação a esta listra, como a grades na base do para-brisa ou os grafismos luminosos do lado de dentro dos faróis traseiros. 

A listra dupla chega adentrar o interior da cabine, prolongando-se até a parte superior do painel de instrumentos, onde passa da cor branca para a azul.

Estas listras não são elementos colados sobre a peça, mas sim elementos estruturais, que orquestram o design do carro ~.

Kévin Goncalves, designer de exteriores

 


Design interno elegante e apurado

O design interno do Renault 8 Gordini Concept reinterpreta a estética do modelo original de forma muito mais marcante. O visor do painel ainda se estende por toda a largura da cabine, assumindo a forma de uma faixa horizontal de alumínio escovado onde estão instalados os displays redondos, cujas molduras espessas remetem ao tratamento em 3D dos faróis.

Seguindo o espírito “café racer”, os materiais plásticos deram lugar ao alumínio escovado, material de que são feitos os botões e que também aparece nas superfícies maiores, criando um contraste com as áreas forradas com Alcantara®.

Com este design minimalista, nada – ou quase – distrai o motorista, cuja prioridade é dirigir. O único detalhe que provoca um apelo visual é o ponto vermelho do botão do cronômetro no centro do painel de instrumentos

O desenho dos pespontos que emolduram as portas revestidas com Alcantara® remete aos vibradores de um circuito de corridas. Já os indispensáveis bancos esportivos do tipo concha são uma referência gráfica aos bancos da época. A parte central do banco e do encosto é forrada com veludo cotelê na cor azul, se destacando visualmente do restante do banco na cor preta e remetendo aos antigos bancos planos e desprovidos de apoios de cabeça.

Vale notar que o carbono, material com o qual foi produzida a carroceria, não aparece em nenhuma parte da cabine. Os displays redondos digitais, que parecem flutuar sobre o painel de bordo em alumínio escovado, conferem um toque tecnológico à cabine, da mesma forma como a iluminação ambiente indireta, que surge por baixo do painel.

 Nós nos inspiramos no painel de bordo original do Renault 8, fazendo uma releitura de detalhes icônicos. A tradicional placa de metal com seus displays redondos foi reposicionada horizontalmente para dar sustentação e destaque a uma série de telas redondas perfeitamente alinhadas, sendo ao mesmo tempo mais moderna e elegante, criando um link com o passado.

Todo o interior e o cluster de instrumentos são ajustados em relação a uma linha de cintura fluida e envolvente, conferindo ao design uma sensação de pureza e um campo de visão perfeitamente desobstruído para o piloto~.

Stéphane Maiore, Diretor de design interno na Renault

Limitamos o número de peças na cabine e cada uma delas foi meticulosamente trabalhada e refinada. Elas fazem ao mesmo tempo parte da estrutura e da decoração. Nada é supérfluo ~.

Robin Biondi, designer de interiores

Amédée Gordini: um feiticeiro em ação

 Verdadeiro mágico da mecânica, Amédée Gordini associou seu sobrenome à Renault em 1957, com o Dauphine Gordini, cuja motorização foi aumentada de 32 cv para 37 cv. Nascia uma história de sucesso. Depois disso, o lendário Renault 8 Gordini inseriu a listra dupla branca no hall da fama das competições. Amédée Gordini deve seu apelido de “feiticeiro” à sua capacidade de metamorfosear até mesmo um pequeno motor em verdadeiro puro sangue. Para isso, ele não perdia tempo na prancheta de desenho, mas ficava bem ao lado do fresador para dizer a ele o que fazer, explicando como cortar peças específicas diretamente da matéria-prima. Depois disso, a peça finalizada era entregue ao desenhista, para que ele pudesse fazer o desenho. Uma verdadeira mágica, para qualquer engenheiro de respeito.


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