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sexta-feira, 10 de julho de 2026

Coluna de Aviação VAMOS VOAR PELO MUNDO // Azul volta a negociar na Bolsa de Valores de Nova York após recuperação financeira // Aéreas têm de garantir assentos para menores de 16 anos ao lado dos responsáveis sem cobrança extra // Air Europa anuncia nova rota para Düsseldorf e amplia presença na Alemanha // Azul anuncia parceria com a Petrobras para operações aéreas na região Norte do Brasil // De avião de passageiros a cargueiro: o novo Boeing 777-300ER da Emirates SkyCargo // A Airbus prevê um crescimento do tráfego aéreo impulsionado pela urbanização e pelo aumento da conectividade possibilitada pela eficiência das aeronaves

AZUL NYSE – Ring The Bell (Divulgaação/NYSE)
Azul volta a negociar na Bolsa de Valores de Nova York após recuperação financeira
A Azul Linhas Aéreas voltou a negociar, nesta quinta-feira, 9 de julho, na New York Stock Exchange, marcando uma nova fase após concluir seu processo de reestruturação financeira nos Estados Unidos. Assim, a Azul passa a negociar seus American Depositary Shares (ADSs) na NYSE sob o ticker AZUL e as ações AZUL3 continuam normalmente listadas na B3; a mudança foi a transferência da listagem da NYSE American para a principal NYSE.

A companhia realizou a tradicional cerimônia de abertura do pregão ("Ring the Bell"), e o CEO John Rodgerson afirmou que a relistagem simboliza o início de um novo capítulo, com estrutura de capital fortalecida e foco em crescimento sustentável. O toque do sino reuniu executivos da Azul e Tripulantes de diferentes áreas da Companhia, que representaram os mais de 14 mil profissionais responsáveis por construir diariamente a história da empresa e por manter a excelência operacional e de atendimento ao Cliente. O momento simbolizou não apenas a reestreia das ações da Companhia na principal bolsa de valores do mundo, mas também o reconhecimento de uma empresa que hoje é mais forte, mais eficiente e preparada para um crescimento sustentável de longo prazo.

A listagem na NYSE marca um importante desdobramento da transformação vivida pela Azul. Com uma estrutura de capital fortalecida, governança aprimorada e maior flexibilidade financeira, a Companhia amplia sua visibilidade junto à comunidade global de investimentos e reforça seu posicionamento para continuar investindo em sua operação, na expansão de sua malha aérea e na experiência de seus clientes.

 
"Hoje celebramos muito mais do que uma relistagem na NYSE. Celebramos a dedicação de milhares de tripulantes e colaboradores que acreditam na Azul em cada etapa da nossa jornada. Este momento representa o início de um novo capítulo para a companhia. Somos uma empresa mais forte, com uma estrutura de capital simplificada, governança ainda mais sólida e preparada para criar valor de forma sustentável no longo prazo. Estar de volta à NYSE fortalece nossa presença nos mercados internacionais de capitais e demonstra a confiança no futuro da Azul", afirma John Rodgerson, CEO da Azul.

Com sua volta à Bolsa de Nova York a Azul mostra ao mercado sua recuperação financeira, uma forma de ampliar o acesso a investidores internacionais.

A volta da Azul à Bolsa de Nova York pode trazer mais investidores, já que a NYSE é a maior bolsa do mundo, dando acesso a grandes investidores institucionais internacionais. A companhia ganha maior visibilidade e aumenta a confiança do mercado, além de ter maior facilidade para captar recursos: no futuro, a Azul pode emitir ações ou outros títulos com maior facilidade para financiar expansão, renovar a frota ou reduzir dívidas. e ter mais liquidez das ações, e com mais investidores negociando os papéis, tende a haver maior volume de negociações e preços mais eficientes.

O fortalecimento da imagem da empresa fortalece nova fase de crescimento e governança mais sólida, o que não garante que as ações vão subir, pois o desempenho continuará dependendo dos resultados da empresa, da geração de caixa, do nível de endividamento e das condições do setor aéreo.

O evento reuniu executivos e tripulantes da empresa e simbolizou o retorno das ações da Azul ao principal mercado de capitais do mundo. As American Depositary Shares (ADSs) da companhia passaram a ser negociadas na NYSE sob o código AZUL, enquanto as ações seguem listadas na B3, sob o ticker AZUL3.

Meio século construindo automóveis no Brasil, uma trajetória de pioneirismo, passando pelo etanol aos atuais SUVs e picapes com motores de alta eficiência trazendo inovação e conexão profunda com os brasileiros, e se consolidando como parte essencial da cultura e da memória afetiva do País. Com olhar no futuro e no caminho para o sexto ano consecutivo de liderança no Brasil, a Fiat seguirá inovando continuamente e lançará um modelo inédito por ano até 2030, assegurando sua competitividade

 

Uno Turbo a novidade de 1994

Existem marcas que fabricam automóveis e eistem outras que, além de produzir, ajudam a contar a história de um país, como é o caso da Fiat. Há 50 anos (em 9 de julho de 1976), quando chegou ao Brasil, ela iniciou uma jornada que ultrapassaria os limites da indústria automotiva para se tornar parte da memória afetiva de milhões de brasileiros.

É uma trajetória construída com inovação, coragem para desafiar padrões e uma capacidade única de entender as reais necessidades dos brasileiros. Ao longo dessas cinco décadas, a Fiat não apenas acompanhou as transformações do Brasil, mas esteve à frente delas em vários momentos. 

“Celebramos muito mais do que a trajetória de uma marca. Ao longo de 50 anos, a Fiat esteve ao lado dos brasileiros, acompanhando as transformações do país e contribuindo para o seu desenvolvimento com inovação, pioneirismo e paixão. É um orgulho olhar para essa jornada e ver como o Brasil se tornou o berço de uma história que produziu mais de 19 milhões de veículos em Betim (MG) e Goiana (PE), lançou produtos que marcaram gerações e transformou a Fiat na marca de automóveis mais querida do país. Tudo isso porque a Fiat é fã do Brasil e fã dos brasileiros”, afirma Herlander Zola, presidente da Stellantis para a América do Sul. 


Modelos icônicos pavimentaram a história da Fiat do Brasil 

A história de sucesso da Fiat no Brasil começou com o Fiat 147, que foi o primeiro modelo a sair da linha de montagem do Polo Automotivo de Betim. Lançado em 1976, o 147 trouxe soluções inéditas para a época, como o motor transversal, pneus radiais e uma proposta revolucionária de aproveitamento interno: compacto por fora e espaçoso por dentro. 

Fiat 147 pikup

Poucos anos depois, o mesmo modelo voltaria a fazer história ao se tornar o primeiro automóvel movido exclusivamente a álcool produzido em série no país, reforçando o DNA inovador da Fiat. Além disso, a família do 147 também ganhou outras variações como sedãs, peruas, furgões e picapes, inaugurando segmentos que antes não existiam no Brasil. 

Nos anos 1980, a Fiat novamente apresentou ao mercado um carro que se transformaria em um fenômeno. O Fiat Uno chegou em 1984 com seu design marcante, amplo espaço interno e soluções práticas para o dia a dia. O modelo conquistou os brasileiros e, mais que um sucesso de vendas, o Uno tornou-se o símbolo que ultrapassou gerações, tornando-se um ícone no imaginário de milhares e mais milhares de brasileiros.  

Disruptivo por natureza, o Uno carregava a essência da Fiat: democratizar a inovação e lançava tendências. Não por acaso, foi dessa família que surgiram avanços importantes para o mercado brasileiro, como o primeiro computador de bordo produzido em série para um automóvel nacional, inaugurado no Prêmio, mas também disponível no Uno.  

Se o Uno marcou a memória de milhares de pessoas, o Uno Mille ajudou a colocar o Brasil sobre rodas. Lançado em 1990 como o primeiro carro popular do país, esse modelo representou muito mais que um novo produto no mercado. 

Para milhares de famílias, foi o primeiro automóvel da garagem: o carro das viagens de férias, dos primeiros empregos, dos novos negócios e dos grandes sonhos. Econômico, acessível e confiável, o Mille transformou-se em um dos modelos mais emblemáticos da história da indústria nacional. 




Quatro anos depois, em 1994, a Fiat apresentou uma proposta completamente diferente com o Uno Turbo, o primeiro modelo nacional a sair de fábrica equipado com motor turbo de série. O lançamento introduziu ao mercado uma tecnologia que elevava o desempenho e conferia um caráter mais esportivo ao carro. 

Dando seguimento à trajetória de inovação e pioneirismo, em 1996 a Fiat lançou o Palio como o primeiro carro 1.0 nacional a oferecer airbag e freios ABS de série, combinando acessibilidade com recursos avançados de segurança. Essas conquistas mostraram como a marca buscava democratizar tecnologias antes restritas a veículos premium, elevando o padrão de segurança dos modelos populares.  

E não podemos falar sobre ícones da Fiat sem citarmos a consagrada Strada, modelo que chegou ao mercado em 1998 e até hoje é um sucesso, líder de vendas há cinco anos. Robusta e pronta para qualquer desafio, seja no campo ou na cidade, a picape tem uma história atrelada a inovação. Em 1999, ela foi pioneira ao incorporar cabine estendida. Já em 2009, foi a vez de inovar com a terceira porta. Com a chegada da Nova Strada, em 2020, foi a primeira da categoria de picapes compactas a oferecer a configuração de quatro portas e cinco lugares, além de contar com tecnologias como controle de estabilidade e sistema multimídia com conectividade.  

Falando dos últimos 10 anos, a Fiat não deixou a desejar. Em 2016, a marca revolucionava o mercado com a Toro, a primeira com tampa traseira bipartida e que inaugurou uma nova categoria: SUP (Sport Utility Pick-up), combinando a robustez das picapes com o conforto e dirigibilidade dos SUVs. Em 2026, 10 anos após o lançamento, o modelo ficou ainda mais competitivo ao se tornar a primeira picape híbrida-leve produzida no Brasil com tecnologia MHEV de 48V.


Em 2020, a Fiat deu início a um amplo processo de reposicionamento de marca no Brasil, alinhando sua trajetória de inovação e autenticidade às novas demandas do consumidor e às transformações da indústria automotiva. O movimento representou uma mudança estratégica do foco no produto para uma abordagem centrada no cliente, resultado de um trabalho de quase um ano envolvendo diferentes áreas da empresa, concessionários e parceiros. Inspirada em sua essência ítalo-brasileira, a marca buscou resgatar atributos como proximidade, espontaneidade, design e ousadia para projetar seu futuro no mercado. Foi durante esse reposicionamento de marca que a Fiat lançou no mercado a Nova Strada, que chegou ao mercado ainda mais competitiva.  

No ano seguinte, em 2021, o lançamento do Fiat Pulse marcou um dos momentos mais importantes da história recente da marca no Brasil, ao inaugurar sua entrada no segmento de SUVs e materializar, na prática, os pilares do reposicionamento iniciado em 2020. Desenvolvido e produzido no país, o modelo reúne design marcante, tecnologia de ponta, conectividade e uma experiência centrada no consumidor, reforçando o compromisso da Fiat em democratizar a inovação e oferecer produtos alinhados aos desejos e necessidades dos brasileiros. Com o Pulse, a marca consolidou uma nova fase de crescimento, ampliando sua presença em segmentos estratégicos e fortalecendo sua conexão com diferentes perfis de clientes. 

Em 2022, a Fiat ampliou sua presença no segmento de SUVs com o lançamento do Fastback, primeiro SUV coupé da marca no Brasil. Produzido no Polo Automotivo Stellantis de Betim (MG), o modelo rapidamente se destacou no mercado ao unir design marcante, tecnologia e sofisticação. No mesmo ano, a marca também apresentou o Pulse Abarth, o primeiro SUV desenvolvido pela divisão esportiva Abarth em todo o mundo, reforçando sua estratégia de oferecer modelos com desempenho e esportividade. 

Em 2024, a Fiat avançou em sua estratégia de inovação com a chegada das versões híbridas do Pulse e do Fastback. Os dois modelos passaram a contar com a tecnologia MHEV (Mild Hybrid Electric Vehicle), que integra o motor a combustão a um alternador elétrico, proporcionando assistência nas acelerações, maior eficiência no consumo de combustível e redução das emissões de poluentes. 

Com essa novidade, a marca ampliou o acesso à eletrificação leve no mercado brasileiro, oferecendo ao segmento de SUVs compactos e médios uma alternativa tecnológica, eficiente e mais acessível. 

Ao longo de sua trajetória no Brasil, a Fiat construiu uma relação única com os consumidores por meio de produtos e inovações que marcaram época e ajudaram a transformar o mercado automotivo nacional, como os ícones Palio, Stilo, Tempra, Marea, Idea Doblò e tantos outros modelos e séries especiais lançadas nos últimos 50 anos.  

Transformações da Fiat para entregar o que o brasileiro deseja 

Ao longo de seus 50 anos no Brasil, a Fiat soube reescrever sua própria história, transformando cada década em um marco de evolução cultural, identitária e industrial: 

Anos 1970 e 1980 | O Espírito de Vanguarda: Período marcado pela consolidação de uma marca disruptiva, que desafiou o mercado logo na sua chegada e introduziu soluções inéditas, culminando no pioneirismo global do motor a biocombustível em 1979 com o uso de 100% etanol.  

Anos 1990 e 2000 | Democratização e Nova Proposta de Valor: Com ícones como Uno Mille e Palio, a Fiat fortaleceu sua imagem como a fabricante capaz de colocar o Brasil sobre rodas, unindo modernidade, acessibilidade e segurança alinhadas ao bolso do consumidor local. A marca expandiu sua entrega incorporando mais conforto, robustez e tecnologia de série. 

Anos 2010 | Design, Conectividade e o início da liderança do século no país: Uma virada estratégica trouxe uma profunda renovação visual global. A Fiat modernizou seu logotipo e aproximou sua comunicação de conceitos conectados à digitalização, ao design contemporâneo e à proximidade com os novos perfis de clientes. 

Modelos icônicos, que pavimentaram o caminho para que a Fiat se consolidasse como líder do século 21 no Brasil, chegaram ao mercado: Mobi e Toro (2016), Argo (2017). 

Fiat + Stellantis | Liderança estratégica e novas tecnologias: Com a criação da Stellantis, a Fiat se reforçou como uma marca fundamental para os negócios da companhia na América do Sul, sustentando uma liderança histórica e consecutiva no Brasil.


A Nova Strada (2020) simboliza este movimento: a Fiat transformou a sua picape no veículo mais vendido do país, em uma demonstração do profundo conhecimento do perfil do consumidor, consolidando uma família de picapes que se completou com a Titano (2024). 

O Pulse e o Fastback também são fruto da transformação recente da marca. Primeiros SUVs da Fiat, os modelos são pioneiros desde sua concepção – disruptivos no design, novas tecnologias e inaugurando a ofensiva da Fiat e da Stellantis em eletrificação com o sistema híbrido-leve. 

Com uma linha de produtos completa, a marca lidera o mercado e os principais segmentos: picapes, hatches, comerciais leves e entre os SUVs com tecnologia MHEV. 

O olhar da Fiat para o futuro 

Pulse Abarth

A Fiat se orgulha de seu passado e da trajetória de sucesso, mas nunca deixa de olhar para o futuro. O novo DNA global da marca propõe uma evolução que combina a tradição italiana com uma visão moderna e conectada de mobilidade. Inspirada por uma linguagem de design robusta, tecnológica e emocional, a nova identidade valoriza formas marcantes, elementos visuais contemporâneos como assinaturas luminosas em LED e detalhes inspirados no conceito “Pixel Design”, além de reforçar os pilares de acessibilidade, inovação e sustentabilidade. 

Esse direcionamento global servirá como base para a próxima geração de veículos da marca, criando uma identidade consistente em diferentes mercados e aproximando a Fiat de um público cada vez mais conectado, sem abrir mão de sua essência democrática e do prazer ao dirigir.  

Em sintonia com sua estratégia de crescimento, a Fiat, que nos últimos 25 anos liderou o mercado brasileiro em 19, assumiu o compromisso de lançar um modelo inédito por ano até o fim da década. Com isso, cinco novos veículos chegarão ao mercado brasileiro até 2030, começando em 2026, marcando uma nova fase para a marca. 

A renovação do portfólio representa o fortalecimento e presença da Fiat em segmentos estratégicos, consolidando sua trajetória de inovação, competitividade e liderança no mercado nacional. A marca italiana projeta o sexto ano consecutivo de liderança do mercado brasileiro, assim como a Fiat Strada, que se consolida como modelo mais vendido do país há cinco anos.  





Coluna Fernando Calmon



Coluna Fernando Calmon


Nº 1.409 — 10/7/2026




Anfavea e Fenabrave revisam para

cima as projeções de vendas em 2026



Os programas de fortes incentivos financeiros do Governo Federal — Carro Sustentável e Move Brasil — deram suporte fundamental às revisões das projeções de vendas que as duas entidades acabaram de anunciar. Anfavea, no começo do ano, esperava crescimento de apenas 2,7% para veículos leves e pesados e agora subiu a expectativa para 12,1% com o total de 3,014 milhões de unidades. Fenabrave tem feito projeções com grau de acerto um pouco melhor nos últimos anos. A representante das concessionárias previu vendas 3% maiores em 2026 e revisou no começo deste mês para avanço de 7,9% e 2,902 milhões de unidades.

Apesar da boa notícia, deve-se considerar a sustentabilidade destes bons resultados. Em 2012, foram vendidas 3,8 milhões de unidades, porém já no ano seguinte os números começaram a cair e mergulharam ao longo dos períodos que se sucederam.

O País ainda traz um grau de motorização muito baixo, 4,6 habitantes por veículo, proporção inferior à da Argentina e do México, por exemplo, ambos em torno de 3 por um. Portanto, ainda há espaço para crescer. No ano passado, a frota brasileira circulante superou pela primeira vez 50 milhões de unidades.

Mas, o nível de produção, responsável pela sustentação dos empregos, sinaliza resultados preocupantes. No primeiro semestre deste ano, por exemplo, foram importadas 63.000 unidades além do total exportado.

Anfavea desistiu de judicializar a controversa decisão do Gecex que liberou uma cota de importação, sem a devia tarifa, de unidades SKD e CKD (semi ou totalmente desmontadas) por seis meses, pois o processo duraria bem mais tempo. Entretanto, solicitará futuras agendas com antecedência e espaço para o contraditório.

Vendas acumuladas de automóveis e comerciais leves em 2026 obedeceram a esta proporção (%): gasolina, 2,9; diesel, 9,4; elétricos, 6,7%; híbridos, 5,8; híbridos plugáveis, 5,6 e flex, 69,7. Veículos elétricos continuam a crescer, mas a representatividade mantém-se limitada.

Estatísticas da Fenabrave, por exemplo, apontaram aumento de vendas de elétricos de apenas 0,8% em junho sobre maio, mas no primeiro semestre do ano, 196,2%, uma distorção provocada por volumes ainda pouco representativos.


Avenger ampliará produção na fábrica de Porto Real (RJ)


O novo modelo de entrada da Jeep estará posicionado em faixa de preço abaixo do Renegade e vai complementar a produção da fábrica inaugurada pela PSA há 25 anos. Desde que os 208 e 2008 da Peugeot foram transferidos, no final de 2023, para as instalações industriais de El Palomar, na Grande Buenos Aires, a unidade fabril fluminense produzia muito provavelmente abaixo de seu ponto de equilíbrio financeiro.

SUV compacto Avenger pôde ser visto em evento dedicado nas linhas de montagem em Porto Real (20.000 habitantes) e a sua data de lançamento está bem próxima, possivelmente até o fim de agosto (sem confirmação da Stellantis). Um total de R$ 3 bilhões será investido até 2030 para atualização do complexo industrial que já conta com 13 fornecedores.

Com o segundo turno de produção foram contratados 800 empregados diretamente e outros 450 nas empresas instalados tanto dentro da área da fábrica quanto no seu entorno.

O novo SUV foi lançado na Europa no início de 2023 com produção na Polônia e ganhou o título de Carro do Ano. Recebeu atualização estilística já incorporada ao modelo brasileiro.

Aqui haverá quatro versões, todas com sistema semi-híbrido de 12 volts e devem se enquadrar no programa Carro Sustentável. A Jeep não informou pormenores do trem de força. Entretanto, tudo indica que será o de 1 litro turbo flex com potência redefinida para 116 cv.

Um dos recursos tecnológicos que a marca adiantou desde já é o assistente de voz com ChatGPT, em parceria com a OpenAI. O Avenger vai assim ampliar as possibilidades de interação a bordo. Segundo Hugo Domingues, principal executivo da marca Jeep para a América do Sul, “vamos levar I.A. (Inteligência Artificial) para a rotina dos ocupantes, o que tornará a experiência intuitiva, conectada e alinhada às novas demandas de mobilidade”. 


Chevrolet Sonic RS mostra agilidade e bom consumo


O novo SUV compacto da GM oferece opção interessante dentro do segmento altamente competitivo. Precificado abaixo do Tracker, tem como principais rivais Tera, Kardian e Pulse. O nome Sonic já foi usado sem sucesso no Brasil, de 2012 a 2014 (hatch e sedã compactos importados do México e Coreia do Sul).

Derivado diretamente do Onix, não se trata de um SUV cupê, como sugere a fabricante. Todavia, apresenta linhas equilibradas e traseira mais convincente que a dianteira graças ao defletor no teto e lanternas discretamente interligadas.

Dimensões (mm): comprimento, 4.228; entre-eixos, 2.551; largura, 1.773 (com espelhos, 2.044); altura, 1.532. Volumes (L): porta-malas, 392; tanque, 44. Massa: 1.139 kg. Motor 3-cilindros turbo 1 L flex: potência 115 cv (E)/(G); torque 18,9 kgf·m (E)/18,3 kgf·m (G). Consumo (Inmetro km/L, cidade/estrada): 8,4/10,4 (E); 12,1/14,8 (G). Alcance (Inmetro km, cidade/estrada): 370/458 (E); 532/651 (G). Tração dianteira. Câmbio automático epicíclico, seis marchas. Aceleração 0 a 100 km/h (s): 10 (E)/(G).

No interior, destacam-se o quadro de instrumentos (8 pol.) e central multimídia (11 pol.) com espelhamento sem fio de Android Auto e AppleCarPlay, apesar das portas USB antigas e lentas, do tipo A. Espaço para cabeças é bom, embora limitado para pernas no banco traseiro.

Porta-malas é maior que o do Tera e do Pulse, mas perde para o Kardian. Dos itens de segurança ativa destacam-se frenagem autônoma de emergência e assistente de manutenção de faixa de rodagem.

Rodas de 17 pol. e acerto de suspensões, além do assistente de estacionamento semiautomático, posicionam bem o Sonic frente aos rivais diretos. Na aceleração de 0 a 100 km/h e em manobras de ultrapassagem alinha-se dentro do segmento, sem chegar a empolgar. Direção entrega precisão e nível de assistência dentro do esperado para um SUV deste porte.

Preço: R$ 140.990


Lecar muda planos, porém ainda sem gerar confiança


Os controversos projetos de produção dos híbridos flex Lecar 459 e picape Campo tiveram desdobramentos bastante previsíveis, depois que o Ministério Público Federal começou a investigar o programa Compra Programada. O dono da empresa, Flávio Assis, declarou ao site CNN Brasil Auto que atendeu a cerca de 90% dos clientes que solicitaram cancelamentos.

Entretanto, segundo ele, os projetos continuam “em parceria com a Horse Powertrain e a WEG”. Parceria parece sugerir que há algum compromisso mútuo entre as partes e em vez de simples encomendas que certamente envolvem garantias prévias. Estas duas empresas não se manifestaram.

Assis, no entanto, continua a sonhar alto. Agora revelou ao site que acertou a produção de um hatch compacto elétrico de cinco lugares, de origem chinesa, sem revelar qual seria a marca.

Ele afirma que “depois de procurar as 10 maiores fabricantes da China, em setembro estará em Xangai e, se tudo der certo, vamos abrir vendas de lá mesmo”. Antes teria negociado com a Dongfeng, sem resultado.

Ele admitiu com elogiosa sinceridade ter ouvido da Dongfeng, que está em processo de iniciar vendas no Brasil no próximo mês sob a denominação DFM, uma declaração pouco diplomática: “Se nem seu povo acredita em você, por que nós deveríamos? Foi duro ouvir isso, mas aconteceu", afirmou o empresário. Resistir às dificuldades pode ser algo positivo em negociações...

O novo plano prevê importação da China de carros prontos e, depois, produção a partir de kits SKD (semidesmontados, em português) e CKD (completamente desmontados) na projetada fábrica de Sooretama (ES). Se também tudo der certo, a unidade capixaba em 2030 terá aumento de conteúdo nacional para híbridos e elétricos. 


quarta-feira, 8 de julho de 2026

Fiat 50 anos: uma trajetória de pioneirismo, inovação e conexão profunda com os brasileiros. A fábrica que mudou a indústria brasileira há cinco décadas continua produzindo o veículo mais vendido do País. Instalação do Polo, em julho de 1976, abriu uma nova fronteira para a indústria automotiva brasileira e impulsionou o desenvolvimento socioeconômico de Minas Gerais. Modelos icônicos produzidos em Betim, como Fiat 147, Uno, Palio e Strada, ampliaram o acesso dos brasileiros à mobilidade e transformaram o mercado automotivo nacional. Cinco décadas depois, o Polo Automotivo de Betim consolida-se como um dos maiores complexos industriais da América do Sul e símbolo de pioneirismo, inovação e desenvolvimento



Pátio da fábrica da Fiat em Betim (MG), no fim da década de 1970, com centenas de unidades do Fiat 147, primeiro modelo produzido no Polo Automotivo


Betim, junho de 2026 – Cinco décadas depois de iniciar a produção do Fiat 147, primeiro modelo fabricado em Betim (MG), o complexo industrial continua moldando a mobilidade no país. Hoje, a unidade produz a Fiat Strada, veículo mais vendido do Brasil há cinco anos consecutivos, além de outros modelos que integram o portfólio da Fiat no mercado brasileiro. O legado construído ao longo de 50 anos mantém o Polo Automotivo como protagonista da indústria automotiva nacional, reunindo tradição, inovação e uma produção que continua impulsionando a evolução do setor. 

Essa trajetória começou em julho de 1976, quando Betim (MG) deixou de ser apenas um município em crescimento na Região Metropolitana de Belo Horizonte para se tornar palco de um dos projetos industriais mais ambiciosos da história do país. A instalação da fábrica da Fiat transformou a cidade mineira na sede do primeiro polo automotivo da marca fora da Itália e inaugurou uma nova etapa para a indústria brasileira. 

Um polo que transformou Betim e a indústria nacional 

Na década de 1970, apostar em Betim significava descentralizar a indústria automotiva brasileira e criar um polo de desenvolvimento fora do eixo tradicional de produção do país. Mais do que instalar uma fábrica, a decisão deu início a uma transformação econômica e social que moldaria o futuro da cidade e ajudaria a redesenhar o mapa da indústria nacional. 

Desde então, a própria dinâmica de Betim passou a acompanhar um novo ritmo de desenvolvimento. A expansão da atividade industrial impulsionou investimentos em infraestrutura e logística, incluindo a modernização de importantes corredores de transporte, como as BR-381 e BR-262, além de atrair uma ampla cadeia de fornecedores e prestadores de serviços. 

Ao mesmo tempo, milhares de empregos foram gerados, consolidando o município como um dos principais motores do crescimento econômico de Minas Gerais. 

Essa potência industrial refletiu-se na economia da região ao longo das décadas. Entre as décadas de 1980 e 1990, Betim consolidou sua vocação industrial impulsionada pela expansão da cadeia automotiva. 

Os efeitos desse movimento também puderam ser observados nos indicadores econômicos: entre 1996 e 2007, o Produto Interno Bruto (PIB) do município cresceu 261,5%, segundo levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), com base em dados do IBGE. 

Os impactos desse desenvolvimento ultrapassaram a atividade industrial e alcançaram áreas como comércio, educação e serviços. Ao longo desse processo, Betim elevou seu Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) para 0,749, patamar classificado como Alto Desenvolvimento Humano, refletindo a profunda transformação econômica e urbana vivida pelo município nas últimas décadas. 

Atualmente, o Polo Automotivo Stellantis de Betim ocupa uma área total de 2,2 milhões de m², dos quais mais de 900 mil m² são de área construída, e conta com capacidade instalada para produzir até 650 mil veículos por ano. A unidade reúne mais de 17 mil colaboradores, mantém uma cadeia com mais de 400 fornecedores diretos e contribui para a geração de milhares de empregos indiretos em toda a região. 

Desde sua inauguração, cerca de 4 milhões de veículos produzidos em Betim foram exportados para mais de 30 países, consolidando a relevância da fábrica para a indústria automotiva brasileira. 

Da indústria à mobilidade 

Enquanto Betim consolidava sua posição como um dos principais polos industriais do país, a Fiat também transformava a relação dos brasileiros com o automóvel. 

Ao desenvolver e produzir veículos alinhados às necessidades do mercado nacional, a marca ampliou o acesso da população à mobilidade e acompanhou as transformações sociais e econômicas do Brasil ao longo das décadas. 

Ao longo dessa trajetória, o Polo de Betim produziu alguns dos modelos mais emblemáticos da indústria automotiva brasileira, como Fiat 147, Uno, Palio e Strada. Mais do que veículos, eles passaram a integrar a memória de diferentes gerações de brasileiros e acompanharam a evolução da mobilidade e do próprio mercado automotivo nacional. 

Atualmente, a fábrica produz Fiat Argo, Mobi, Pulse, Fastback, Fiorino, Peugeot Partner Rapid e a Fiat Strada, mantendo sua posição como um dos principais centros de desenvolvimento e produção de veículos da América do Sul. 

A liderança da Fiat no mercado brasileiro reflete a capacidade da unidade de inovar e responder às transformações da indústria e às necessidades dos consumidores. 

Vista aérea das obras de construção da fábrica da Fiat em Betim (MG), durante a implantação do Polo Automotivo, em meados da década de 1970

Cinquenta anos depois, o complexo inaugurado em 1976 tornou-se muito mais do que o endereço de uma fábrica. O Polo Automotivo Stellantis de Betim consolidou-se como um dos principais símbolos da indústria brasileira, reunindo engenharia, inovação, capacidade produtiva e uma cadeia de fornecedores que impulsiona o desenvolvimento econômico do país. 

Uma história iniciada há cinco décadas que continua sendo escrita todos os dias em Betim, onde cada novo veículo produzido renova o compromisso da companhia com a inovação, o pioneirismo e a competitividade. 

Série especial | 50 anos do Polo Automotivo Stellantis de Betim 

Este é o primeiro conteúdo de uma série especial produzida pela Stellantis em celebração aos 50 anos do Polo Automotivo de Betim. Nas próximas semanas, a companhia abordará diferentes capítulos da trajetória da fábrica, incluindo inovação, desenvolvimento de veículos, engenharia, exportação, sustentabilidade e os desafios para as próximas décadas. 


Team Peugeot Totalenergies mira bons resultados nas 6 horas de São Paulo, em que em 2025 conquistu a sexta e a sétima posições




As 6 Horas de São Paulo marcam o início da etapa internacional da segunda metade da temporada do Campeonato Mundial de Endurance da FIA (FIA WEC). Após as 24 Horas de Le Mans, a equipe da Peugeot TotalEnergies chega ao Brasil com o objetivo de seguir avançando e transformar seu potencial em resultados. 

Localizado na zona sul de São Paulo, o Autódromo José Carlos Pace, mais conhecido como Interlagos, é o circuito mais curto do calendário do FIA WEC, com 4.309 quilômetros de extensão. Também é uma das pistas mais exigentes da temporada, já que seu traçado técnico e asfalto abrasivo colocam as estratégias de corrida sob grande pressão. 

Uma reforma parcial do asfalto realizada em 2023 aumentou ainda mais esse desafio, acrescentando uma camada extra de complexidade à gestão da prova. Sem falar nas condições climáticas frequentemente imprevisíveis, com tempestades intensas e repentinas que costumam atingir a capital paulista.

Em Interlagos, a Peugeot TotalEnergies conquistou um de seus desempenhos coletivos mais sólidos em 2025. Após se classificar em 4º e 6º lugares, os PEUGEOT 9X8, que então competiam com duas duplas de pilotos, cruzaram a linha de chegada em 6º e 7º lugares. Um resultado consistente permitiu à equipe ganhar impulso para o restante da temporada. 

Para a edição de 2026, os dois PEUGEOT 9X8 voltam às suas formações habituais com três pilotos por carro: o #93 será conduzido por Paul Di Resta, Nick Cassidy e Stoffel Vandoorne, enquanto o #94 terá Loïc Duval, Malthe Jakobsen e Théo Pourchaire ao volante. 

Nick Cassidy e Théo Pourchaire terão seu primeiro contato com o icônico circuito de Interlagos durante os Treinos Livres 1 e 2, programados para sexta-feira, 10 de julho. A Hyperpole será disputada no sábado ,11 de julho, às 15h25 no horário local, enquanto a largada das 6 Horas de São Paulo de 2026 está prevista para domingo, 12 de julho, às 11h30 no horário local. 

Emmanuel Esnault – Chefe de equipe da Peugeot TotalEnergies  
“Le Mans já ficou para trás. Ainda restam cinco provas no campeonato e, por isso, é essencial mantermos o foco e seguirmos em frente. A equipe está totalmente mobilizada para dar o máximo em São Paulo antes da pausa de verão. Também estamos muito felizes por voltar ao Brasil e ao lendário circuito de Interlagos, que representa mais um desafio em nossa temporada”. 

Théo Pourchaire (PEUGEOT 9X8 #94) 
“Estou pronto para São Paulo. Será minha primeira experiência de corrida nesse circuito, embora eu já estivesse com o Team Peugeot TotalEnergies no ano passado como piloto de desenvolvimento. Tive a oportunidade de participar da caminhada pelo traçado e trabalhar com a equipe. Neste ano, estamos nos preparando o máximo possível, especialmente no simulador. É uma pista fantástica, mas que pode sempre reservar surpresas. Tivemos um bom resultado no ano passado e não há motivo para que não possamos repetir um desempenho sólido, embora no WEC nada seja garantido.” 

Paul Di Resta (PEUGEOT 9X8 #93) 
“São Paulo foi um verdadeiro divisor de águas para nós no ano passado e marcou o início de uma trajetória mais positiva na forma como abordamos as corridas. Será interessante voltar agora para avaliar o quanto evoluímos desde então. Depois de Le Mans, obviamente, foi um momento muito difícil para toda a equipe. Mesmo tendo executado uma corrida impecável do ponto de vista operacional e mecânico, o resultado esperado não se concretizou. Em São Paulo, começamos uma nova etapa e iremos para competir da melhor forma possível. Pessoalmente, estou ansioso para voltar ao carro, que é a melhor maneira de virar a página após uma corrida tão desafiadora. Toda a equipe está trabalhando intensamente e está pronta para esse desafio”. 

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Toro e Fastback ganham edição especial baseada nas versões híbridas MHEV Toro Volcano e Fastback Impetus para celebrar os 50 anos de Fiat. Serão 550 unidades disponíveis de cada modelo da série exclusiva

 


Há 50 anos, a Fiat desembarcava no Brasil para fazer história. Neste meio século, a marca não apenas escreveu sua trajetória de sucesso marcada por inovação e tecnologia, mas também fez parte da história de milhares de brasileiros com produtos que atendem as demandas do dia a dia, tanto para o trabalho quanto para o lazer. 

Para celebrar esse marco histórico, a Fiat apresenta as edições especiais de dois modelos que sintetizam a sua evolução: Toro e Fastback híbrido MHEV Edição Especial Fiat 50 Anos. Combinando sofisticação, conforto e tecnologia, os modelos serão produzidos em série limitada a 550 unidades cada. 

A edição especial da Toro tem como base a versão Volcano, com o motor Turbo 270 Flex, a primeira picape híbrida-leve fabricada no Brasil com tecnologia MHEV de 48V. O modelo, que desde o seu lançamento é sinônimo de inovação e tecnologia, traz na edição especial um visual ainda mais marcante, com a cor exclusiva Maximum Steel, badge comemorativo de 50 anos, adesivos exclusivos nas laterais, rodas e grades escurecidas, além do teto preto que reforça o visual moderno e imponente do modelo. A Fiat Flag colorida complementa o conjunto, ressaltando o orgulho que a marca tem de sua história no país. 


Em seu interior, a edição especial eleva o padrão de tecnologia e acabamento com uma central multimídia de 10” integrada a recursos avançados de assistência à condução (ADAS), com alerta de avisos com frenagem automática e alerta de mudança de faixa. O painel de instrumentos ganha uma saudação especial “Welcome Cluster 50 Anos”, bancos com costuras exclusivas e bordado “Fiat 50”, acabamento escurecido e revestimento de suede, criando um ambiente ainda mais sofisticado. 

O interior também ganha elementos personalizados, como Easter Eggs, badge numerado e Fiat Flag no câmbio, reforçando o caráter único da edição. O pacote tecnológico é complementado com sensor de estacionamento frontal, banco do motorista com ajuste elétrico e sistema de sensor de ponto e alerta de tráfego cruzado traseiro, ampliando conforto e segurança. 

Seguindo a mesma lógica, a edição especial do Fastback, disponível na versão Impetus, celebra o sucesso do primeiro SUV Coupé da Fiat do Brasil com uma proposta que combina sofisticação, conectividade e esportividade. Além do consagrado motor T200 MHEV de 12V, o modelo conta ainda com teto solar panorâmico e adesivos exclusivos no teto e nas laterais, badge externo comemorativo e Fiat Flag, que valorizam ainda mais seu design fluido e marcante. 


Por dentro, o Fastback 50 Anos entrega uma experiência premium com bancos com costura exclusiva, bordado “Fiat 50” e badge interno numerado, itens que reforçam a identidade da edição. A versão também conta com painel full digital e sistema multimídia com até 10,1 polegadas com Apple CarPlay e Android Auto sem fio, além de pacote de ADAS com frenagem automática de emergência, assistente de permanência em faixa e comutação dos faróis. Complementando a experiência tecnológica, a edição especial traz o Connect////Me, plataforma de serviços conectados que conta com mais de 30 funcionalidades.  

“Comemorar 50 anos de Brasil é a prova da força da nossa relação com o consumidor brasileiro e da nossa capacidade de nos reinventar ao longo do tempo. Com as edições especiais da Toro e do Fastback, celebramos esse legado olhando para o futuro, trazendo ainda mais tecnologia, sofisticação e exclusividade para esses modelos. São edições que materializam tudo o que a Fiat representa hoje: uma marca próxima, inovadora e pronta para continuar como protagonista da mobilidade no país”, comenta Frederico Battaglia, Head das marcas Fiat e Abarth para a América do Sul. 

As edições especiais da Toro e Fastback 50 anos estarão à venda a partir do dia 9 de julho. Mais informações em https://www.fiat.com.br/ 


Sobre a tecnologia híbrida MHEV da Stellantis 

A tecnologia híbrida-leve da Stellantis combina um motor a combustão com um sistema elétrico de baixa tensão (12 e 48 volts), gerando redução de emissões e consumo de combustível sem abrir mão do desempenho.    

Na Toro, que recentemente passou a oferecer a motorização de 48V em sua gama, a redução de combustível pode chegar até 12%, e as emissões de CO² em cerca de 11%.  Já no Fastback, que utiliza motor elétrico de 12V, a economia de combustível pode atingir 11,5% na gasolina e 9,8% no etanol. 

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