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sexta-feira, 11 de setembro de 2026

Coluna Minas Turismo Gerais do Jornalista Sérgio Moreira



Coluna Minas Turismo Gerais


Jornalista Sérgio Moreira



A história mineira na ópera “Chica da Silva”


A Fundação Clóvis Salgado (FCS) dá continuidade à sua temporada de óperas ,  apresentando a ópera inédita “Chica da Silva”, um grande espetáculo que remete a uma das principais personagens da história mineira do século 18,  envolvendo 400 pessoas na produção do grande espetáculo, com artistas, músicos, figurinistas, técnicos de som, luzes, maquiadores, entre outros profissionais.

Nos dias 19, 21 e 23 de setembro, no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes, a ópera encomendada pela FCS tem música de Guilherme Bernstein e libreto de Marcos Bernstein e Flávia Bessone.

                                       

Maestro André Brant com a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais - foto Paulo Lacerda

Participam da montagem os três corpos artísticos da Fundação Clóvis Salgado: Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Coral Lírico de Minas Gerais e Cia de Dança Palácio das Artes. A produção tem direção cênica de Julianna Santos, direção musical e regência do maetro André Brant, coreografia de Regina Advento, figurinos de William Rausch, cenários de André Cortez e iluminação de Wagner Pinto. A direção-geral é de Cláudia Malta, diretora artística da Fundação Clóvis Salgado.

 

Marly Montoni, intérprete de Chica da Silva

A soprano Marly Montoni, uma das mais importantes de sua geração, interpreta o papel-título da ópera, enquanto o tenor Ewandro Stenzowski dá vida ao contratador João Fernandes, companheiro da protagonista em uma intensa e contraditória relação. Grande equipe e elenco se unem para trazer ao público uma nova visão da história de uma personagem já muito retratada: entre a lenda e a figura humana, qual é a real Chica da Silva?

Ewandro Stenzowski, intérprete de João Fernandes – foto Lutz Edelhoff

Francisca da Silva de Oliveira, a Chica da Silva (ou Xica da Silva), é emblemática personagem do Brasil colonial do Século 18, famosa por sua fulgurante ascensão social. Nascida escravizada, tornou-se uma das mulheres mais ricas e influentes da região de mineração de diamantes em Minas Gerais.

A ópera “Chica da Silva”, afastando-se da ficção, está muito mais próxima do brilhante estudo histórico “Chica da Silva e o Contratador dos Diamantes – O Outro Lado do Mito” (2003), da historiadora Júnia Ferreira Furtado, que separa os fatos reais da visão popular que sempre a pintou como mulher fatal e hipersexualizada.

A ópera “Chica da Silva” é realizada pelo Ministério da Cultura, Fundação Clóvis Salgado, Leleu Produções e Eventos e Fox Produções. As atividades da Fundação Clóvis Salgado têm a Cemig como mantenedora, Patrocínio Master do Instituto Cultural Vale e do Grupo Fredizak, Patrocínio Prime do Instituto Unimed-BH e do Instituto AngloGold, Patrocínio Plus da Vivo e correalização da APPA – Cultura & Patrimônio. A ação é viabilizada por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura e da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

 Datas: 19 (sábado), 21 (segunda-feira) e 23 de setembro (quarta-feira)

Horários: 19h no sábado, 20h na segunda e na quarta

Local: Grande Teatro Cemig Palácio das Artes

 (Avenida Afonso Pena, 1537, Centro – Belo Horizonte)

Classificação  Livre

 Ingressos: na plataforma Sympla

Chica nasceu entre 1731 e 1735 no Arraial do Milho Verde (Serro). Ela era filha de Antônio Caetano de Sá, um militar português, com Maria da Costa, uma escravizada.  Em sua juventude, Chica é vendida ao médico Manuel Pires Sardinha, com quem tem seu primeiro filho, Simão Pires Sardinha.

Em 1753, Chica é comprada pelo desembargador João Fernandes de Oliveira, riquíssimo controlador da extração dos diamantes no Tijuco(Diamantina).

  Ele a alforria logo depois. Ainda que a Igreja e as leis coloniais proíbam seu casamento oficial, eles vivem em regime de concubinato estável durante 17 anos. Tiveram 13 filhos, todos reconhecidos pelo pai e portando seu nome, fato raro à época.


Em 1770, João Fernandes volta a Portugal para receber a herança do pai, levando consigo alguns de seus filhos homens, que receberam educação e ocuparam importantes cargos no Reino. Ele deixa para Chica imensa fortuna, uma grande casa (ainda hoje preservada) e numerosos escravizados. Chica utiliza sua riqueza para a educação dos filhos nas melhores escolas europeias e para casar suas filhas com homens brancos da elite local. 

Ela morre no dia 15 de fevereiro de 1796. Consolidando sua integração à mesma elite branca, ela é enterrada no interior da igreja de São Francisco de Assis, privilégio então reservado às pessoas mais ricas e influentes. Afinal, quem foi, ou quem era, Chica da Silva? Uma rainha excêntrica que dominava seu amante por seus charmes e sensualidade ou uma mulher inteligente que soube utilizar as brechas jurídicas e econômicas do sistema colonial para se emancipar?

Um símbolo de rebelião, de liberdade para seu povo ou uma mulher integrada ao sistema, que chegou a possuir 104 escravizados sem libertar nenhum deles em seu testamento? Uma pária rejeitada pela alta sociedade ou uma respeitada dama, membra de fechadas irmandades religiosas como a de São Francisco do Carmo?

Chica da Silva não era uma abolicionista, nem uma simples sedutora, mas um perfeito exemplo de ascensão, em uma sociedade profundamente racista e patriarcal?  É o que a ópera “Chica da Silva” tentará responder, tornando a mulher Chica, agora sim, eterna como os diamantes.

A ópera Chica da Silva, terá pré-estreia dia 12 de setembro, em Diamantina, onde “reinou” Chica da Silva, quando ainda era Arraial do Tijuco (ou Tejuco). O evento será aberto ao público, sendo realizado no centro da cidade histórica.

Coluna Minas Turismo Gerais Jornalista Sérgio Moreira @sergiomoreira63 informação para a coluna enviar para sergio51moreira@bol.com.br



 


Coluna Fernando Calmon





Coluna Fernando Calmon


Nº 1.418 — 11/9/2026




Filiadas à Anfavea não conseguem

capturar todo o crescimento de vendas


Apeser de agosto último apresentar bons resultados — média diária de vendas 13,1 mil unidades foi a segunda melhor do ano, atrás apenas de maio, com 13,7 mil/dia — Igor Calvet, presidente da Anfavea, destacou o avanço dos importados e a perda de participação dos veículos nacionais. Ele sinalizou que nos primeiros oito meses deste ano as vendas apontaram um bom crescimento de 18,4%, porém a produção cresceu apenas 8,5%. “Não estamos capturando todo o crescimento do mercado”, acrescentou.

De janeiro a agosto deste ano a comercialização de modelos importados de automóveis e comerciais leves avançou 30,3%, enquanto os de produção nacional somente 17,2%. Calvet informou que dos 148 mil veículos adicionais, apenas 47 mil foram efetivamente produzidos no Brasil.

Dos restantes 101 mil, a grande maioria da China prontos, parcialmente (SKD) ou totalmente desmontados (CKD) e, portanto, não agregaram conteúdo local importante.

Entre os 10 modelos mais vendidos no mês passado, três já eram chineses, sendo um importado e os outros dois com índices simbólicos de peças brasileiras como pneus e vidros. O executivo não fez projeções sobre até que nível modelos chineses poderão avançar.

Um ponto relevante é que, a partir de janeiro próximo, todos os veículos elétricos importados, mesmo CKD e SKD, estarão sujeitos aos 35% de imposto de importação (I.I.) estabelecidos desde a década de 1990.

Contudo, ainda há um estoque elevado de modelos elétricos da BYD que chegaram isentos de I.I. No exterior, incentivo fiscal tem um valor fixo na moeda local e muito inferior ao praticado no Brasil (ler adiante sobre o Canadá, onde os elétricos claudicam). Além disso, exportações chinesas para a Argentina também deslocaram veículos brasileiros no país vizinho.

Mesmo com avanço importante de carros elétricos e híbridos no mercado nacional de automóveis e comerciais leves (juntos 94%, sobrando 1% para ônibus e 5% para caminhões) sua participação permanece muito baixa nas vendas de janeiro a agosto.

Apesar de percentuais de crescimento elevados enganosos por “capricho” matemático que levam  a “comemorações”, confira o panorama: gasolina, 2,7%; etanol, 0,1%; híbridos, 5,9%; híbridos plugáveis, 6,1%; elétricos, 7,6%; flex, 68,3%; diesel, 9,2%. 


Consultor aponta eventuais fraquezas da onda chinesa


O engenheiro mecânico Milad Kalume Neto trabalhou por quase 23 anos na Jato Dynamics do Brasil, consultoria especializada na coleta e análise de dados sobre emplacamentos, preços e especificações de veículos em mais de 55 países.

Ao sair, fundou em 2025 sua própria empresa, a K.LUME Consultoria, em sociedade com Máia Màrtins, voltada para dados e análises estratégicas do setor automobilístico. Objetiva fornecer informações importantes para fabricantes, concessionárias, comerciantes, locadoras e outros segmentos que gravitam em torno da indústria.

No seu mais recente artigo levantou questões pertinentes, também já abordadas por esta coluna, sobre o crescimento muito rápido de 16 marcas chinesas no Brasil (contudo podem subir para 18 ou 19, segundo outras fontes), incluídas as submarcas que exploram quase todas as fatias do mercado brasileiro.

Só as picapes compactas, a exemplo de Strada, Saveiro e Montana, ainda não enfrentam concorrência direta. Kalume lembrou, com razão, que o carro chinês vendeu bem, mas agora precisa envelhecer bem.

Advertiu sobre a guerra de preços na China, pelo excesso de capacidade instalada. Isso levou o governo central, nada democrático, a ordenar a exportação a qualquer custo e, além disso, a uma pressão relevante sobre as marcas aqui já instaladas.

Kalume aponta três cenários de 2026 a 2032. No primeiro, claramente em curso, as chinesas ganham participação aqui de forma acelerada. No segundo, enquanto algumas marcas se consolidam, outras permanecem marginais ou desistem do Brasil. No terceiro, pode haver retração de determinadas operações.

No cenário central, na visão da K. LUME, “a participação das marcas de DNA chinês poderia alcançar entre 33% e 36% do mercado brasileiro em 2032, ou aproximadamente um em cada três veículos vendidos. A principal questão, portanto, não será quantas marcas chinesas ainda chegarão, mas quantas conseguirão permanecer, crescer e transformar vendas em confiança de longo prazo”.


Teste: H6 HEV2 destaca-se entre os híbridos


O SUV da GWM manteve sua liderança entre os híbridos plenos e foi o décimo na classificação geral no mês de agosto com 6.151 unidades vendidas. Com a vantagem da produção em Iracemápolis (SP), o H6 já dispõe de uma versão flex, mas a unidade testada era a gasolina. A grade do radiador melhorou em termos estéticos e faróis de neblina deram lugar aos de LED de longa distância. Rodas de liga leve agora são pintadas de preto.

Dimensões (mm): comprimento, 4.703; entre-eixos, 2.738; largura, 1.886 (2.100 com espelhos); altura, 1.730. Volumes (L): porta-malas, 560; tanque, 61. Massa: 1.699 kg. Híbrido pleno. Motor 4-cilindros, gasolina, 1,5 L: potência 150 cv; torque 24,5 kgf·m. Motor elétrico:177 cv; torque 30,6 kgf·m; Potência combinada: 243 cv; Torque combinado, 55 kgf·m; Consumo (Inmetro km/L, cidade/estrada): 14,7/11,4. Alcance (Inmetro km, cidade/estrada): 358/428. Tração dianteira. Câmbio automático híbrido DHT, duas marchas. Aceleração 0 a 100 km/h (s): 7,9.

No interior, maior destaque é a tela multimídia que agora cresceu para 14,6 pol. como em todos os modelos chineses deste porte. Há um novo volante com aro mais grosso e a alavanca de seleção de movimento e P passou para atrás do volante. Além de Android Auto e Apple CarPlay, o quadro de instrumentos espelha o mapa de percurso, o que evita desviar o olhar para a tela central. Atrás, acomoda bem três adultos e o assolhado quase plano. Destaque para o volume do porta-malas que conta com abertura elétrica.

A dirigibilidade melhorou com os novos amortecedores e batentes nas suspensões (aprenderam rápido com os engenheiros brasileiros...). No uso urbano, em baixa velocidade, só o motor elétrico atua. Todavia com 1,7 tonelada de massa do SUV o motor térmico logo entra em ação para melhor desempenho. Pormenor interessante: ao ultrapassar caminhões afasta automaticamente o carro em 30 cm. Ainda muito bom é a chave com função pânico (dispara a buzina).

Preço: R$ 224.000.


Elétricos têm recuo de vendas também no Canadá


Apesar do retorno de subsídios do governo federal, como o Programa de Acessibilidade a Veículos Elétricos, as vendas no Canadá desse tipo de veículo enfrenta dificuldades para se firmar. Isso acontece em razão de obstáculos econômicos e estruturais que continuam a desestimular a demanda em um país com forte reputação global associada à preservação ambiental.

Entre as causas estão os preços persistentemente elevados, mesmo com a volta do subsídio de 5.000 dólares canadenses para os modelos 100% elétricos. Os valores de preços sugeridos permanecem altos para muitas famílias de classe média, apesar de o país ter uma renda anual per capita robusta: US$ 56.000, cerca de cinco vezes maior que o Brasil. Porém, outro fator que gerou insegurança foi a retirada de subsídios anteriores e isso desestimulou potenciais compradores.

A flexibilização, por parte do governo canadense, das rígidas metas de vendas obrigatórias de veículos elétricos gerou sinais contraditórios tanto para os consumidores quanto para os fabricantes acerca de perspectivas de longo prazo. Além disso, permanecem fatores desestimulantes. Estações de carregamento públicas são escassas, distribuídas de forma desigual e frequentemente pouco confiáveis, principalmente fora dos grandes centros urbanos.

Alcance desvantajoso dos elétricos em viagens longas somam-se às questões relativas ao desempenho da bateria nos rigorosos invernos canadenses. Tudo isso tende a dissuadir os compradores em geral. Esse cenário levou os fabricantes a reduzir ou adiar investimentos para produção de automóveis elétricos e também fábricas de baterias para o mercado interno.


Peugeot transforma mais de 130 anos de automobilismo em coleção exclusiva e limitada com a Piet. As peças custam R$ 269,90 e serão vendidas durante o evento no Festival Interlagos e na Rua Padre João Manuel, 722


Fotos Pedro Andrade

A Peugeot comemora seu legado no automobilismo com uma nova coleção exclusiva e limitada em colaboração com a Piet, marca contemporânea do estilista Pedro Andrade que traduz códigos brasileiros de maneira global ao conectar moda, esporte e cultura urbana. Inspirada em mais de 130 anos de vitórias nas pistas, design e prazer de dirigir, as peças transformam modelos históricos e a visão de futuro da Peugeot em estampas inéditas. 

Os visitantes do Festival Interlagos, interessados em adquirir as peças que custam R$ 269,90, precisam ir até o box da Peugeot. A venda será realizada durante o período do evento, de 27 a 30 de agosto, e também na Piet Flagship Store, localizada na R. Padre João Manuel, 722, com uma quantidade limitada de peças. 

Os produtos estarão disponíveis para compra no box da marca durante o Festival de Interlagos, de 27 a 30 de agosto, no autódromo de Interlagos. 

A iniciativa dá continuidade à primeira coleção-cápsula desenvolvida pela Piet em parceria com a Peugeot, lançada em outubro de 2025. Na ocasião, a colaboração revisitou as origens da marca, agora a nova edição, direciona o olhar para outro pilar essencial da Peugeot: sua herança no automobilismo. 


“Na Peugeot, entendemos o automobilismo como uma expressão fundamental da nossa história, em que a inovação testada nas pistas chega aos carros de passeio e ajuda a construir o nosso futuro. Esta nova colaboração com a Piet transporta esses pilares e o prazer de dirigir de uma forma contemporânea e autêntica, traduzindo nosso legado em peças únicas para os visitantes do Festival de Interlagos”, compartilha Fabiana Figueiredo, Head da marca Peugeot na América do Sul.   

Para Pedro Andrade, criador da Piet, a parceria parte justamente da possibilidade de levar esse repertório para além do universo automotivo e explorá-lo sob a perspectiva da moda e da cultura urbana. “Na primeira coleção, a gente partiu das origens da Peugeot e, agora, seguimos essa história olhando para o automobilismo, que é uma parte muito importante do legado da marca. É um universo que tem muita força, tanto pela estética quanto pelas histórias que carrega, e foi muito interessante poder trazer tudo isso para dentro da Piet. A ideia foi fazer essa conexão de um jeito natural, criando peças que tivessem a identidade da Piet, mas que também carregassem esse legado da Peugeot”, afirma. 

Com estética retrô, a camiseta em off-white reúne, nas costas, uma linha do tempo ilustrada dos modelos que ajudaram a construir a reputação esportiva da Peugeot. A estampa percorre desde o Peugeot Type 7, vencedor da primeira corrida cronometrada do mundo, em 1895, até o futurista Peugeot 9X8 Hypercar, símbolo do retorno da marca ao Campeonato Mundial de Endurance da FIA (WEC). 


A narrativa visual também homenageia ícones como o 402 Darl’mat e o 404, além dos lendários 504, 205 T16, 206 WRC e 405 T16 — protagonistas de vitórias no Mundial de Rali, no Paris-Dakar e em Pikes Peak. Completam a seleção o 905 e o 908, referências da Peugeot nas 24 horas de Le Mans e nas provas de endurance, assim como os modelos mais recentes 2008 DKR, 3008 DKR, 208 WRX. 


A segunda camiseta explora uma leitura mais urbana, noturna e tecnológica da Peugeot. Desenvolvida sobre uma base preta, a peça é inspirada no Peugeot 9X8 com o carro #93, que representa 1993, ano em que a marca alcançou uma tripla vitória nas 24 horas de Le Mans, ocupando todo o pódio. Na frente, a camiseta traz uma composição gráfica sutil em azul elétrico, com referências cronológicas a marcos da Peugeot no automobilismo. Nas costas, Pedro traduz seu olhar sobre o Peugeot 9X8 em uma composição de traços luminosos que remetem à velocidade, ao movimento e à atmosfera das corridas de endurance. 



A Cross Networking, responsável pela estratégia e construção da parceria entre Piet e Peugeot, atua na criação de conexões entre marcas com potencial para gerar novos produtos, experiências e oportunidades de negócio. A segunda coleção dá continuidade à colaboração iniciada em 2025 e reforça a estratégia da empresa de desenvolver parcerias capazes de evoluir e gerar valor para as marcas ao longo do tempo. 

“Na Cross, buscamos identificar o que duas marcas podem construir juntas que dificilmente fariam sozinhas. E acreditamos que o verdadeiro valor de uma parceria está na sua capacidade de evoluir ao longo do tempo. A recorrência permite que as marcas aprendam com cada capítulo, aprofundem a conexão entre seus universos e transformem aprendizados em novas oportunidades de produto, experiência e negócio. Mais do que uma ação pontual, Piet e Peugeot mostram como uma parceria consistente pode gerar valor crescente para as duas marcas. É essa construção de longo prazo que buscamos em cada conexão que desenvolvemos.”, afirma Tati Oliva, CEO da Cross Networking.  

Sobre o PIET 

A Piet é uma marca que narra as histórias da cultura de rua brasileira. Seu nome vem do apelido de infância de Pedro Andrade, diretor criativo da marca. Através de suas coleções, PIET capta o espírito da juventude brasileira, mesclando referências nostálgicas com uma linguagem visual contemporânea do streetwear, traduzindo os códigos urbanos em peças que refletem identidade, resistência e criatividade. 

Em 2025, a PIET fez história ao encerrar a edição do São Paulo Fashion Week no Estádio do Pacaembu, com um desfile que reuniu mais de 6 mil pessoas, conectando moda, música e cultura urbana em um dos momentos mais emblemáticos da moda brasileira recente.  


Coluna Duda Tawil - Cultura e Turismo

 


Coluna Duda Tawil


Cultura e Turismo


News de setembro: França, Portugal e Brasil


Sud - Vienne - Poitou

Por iniciativa do confrade francês - com um pé no México! - François Collombet, a Associação da Imprensa Estrangeira da França - Association de la Presse Étrangère (APE) en France - propõe aos seus membros uma viagem de imprensa à região centro-oeste francesa, mais precisamente ao "Sud Vienne Poitou", nos próximos dias 28 e 29. 

Serão dois dias para conhecer, na programação, as Termas de La Roche-Posay, os vinhedos do Haut-Poitou, o belo vilarejo Angles-sur-l'Anglin, a Abadia de Saint-Savin que é Patrimônio Cultural da Humanidade da UNESCO, a exposição internacional Le Déluge et l´Arche (O Dilúvio e a Arca) por 25 artistas visuais contemporâneos, o Vale dos Afrescos, a Igreja de Antigny, a Capela de Jouhet, o Museu da Pré-História em Lussac-les-Châteaux e em Montmorillon a Cidade do Livro e da Escrita, a propriedade vinícola de Villemont, o Vale da Gartempe, os restaurantes Îlot Vin em Châtelleraut, Effet Mère em La Roche-Posay e Roman des Saveurs em Montmorillon,  hotelaria de charme La Bussière e Orangeries,  passando pelas estações da SNCF de Montparnasse em Paris, e mais Châtellerault e Poitiers.

Detalhe do teto da Abadia Saint-Sauvin-sur-Gartempe, dita "A Apoteose do Vale dos Afrescos" (foto: François Collombet)

Photaumnales

No contexto do Bicentenário da Fotografia, a França promove de 19 deste a 29 de novembro a 23a edição do Les Photaumnales, ou seja, o festival da fotografia no outono. O seu diretor é Fred Boucher e o curadora associada é Emmanuelle Halkin. O evento acontece sobretudo no Quadrilátero de Beauvais, cidade ao norte de Paris. Na foto, o cartaz oficial de 2026.

Foto do cartaz oficial (divulgação)


"Espelho Normando"

A Prefeitura de Giverny e o Festival Photo Martagny, em parceria com o Departamento do Eure, na Normandia, França, convida para a vernissagem de Espelho/Miroir Normand(o). Após uma bela inauguração em Martagny na sua versão interior, a obra do franco-carioca Daniel Nicolaevsky agora ganhará um novo espaço na Rua Claude Monet, ao lado do Museu dos Impressionismos, para dar continuidade ao seu diálogo com o legado de Claude Monet. Será no próximo dia 17 de setembro, às 19h, em Giverny.

Com a sua arte, Daniel está sempre a construir
pontes culturais entre o Brasil e a França (foto: divulgação)

Jequitinhonha

A Galeria Ricardo Fernandes, no 3° distrito de Paris, apresenta até o dia 18 deste a exposição "A Terra moldada pela arte" com vários artistas visuais que integram o Coletivo do Vale do Jequitinhonha, nas Minas Gerais. A vernissagem aconteceu no dia 9. Ricardo é o curador e cenógrafo da mesma, que teve iniciativa do SEBRAE. Mais informações: www.ricardofernandes.biz

Roqueira

A Estação Rubi, instalada no icônico Palacete Tirachapéu, Centro Histórico de Salvador da Bahia, apresenta a banda baiana Rock Forever numa grande homenagem ao rock, ritmo que é resultado do blues, country music e gospel, e que dominou o mundo a partir dos anos 1940/50, com o show As Raízes do Rock, nos dias 11 e 12 deste, às 20h. Fernando Barros (teclado), João Torres (baixo), Ricardo Sato (guitarra), Augusto Araújo (bateria), Cid Araújo (teclado), além de Fábio Nunes e Manú Calabrich (vocais) vão apresentar canções emblemáticas de bandas como The Beatles, Creedence Clearwater Revival, e outras. No repertório, também estarão gêneros musicais norte-americanos daquelas décadas que deram origem ao rock and roll, através de músicas de Chuck Berry, Bill Haley, Carl Perkins e Elvis Presley.

Baía de Camamu

A força, a beleza e o potencial turístico da Baía de Camamu, no litoral baiano, estarão evidenciados na 53a ABAV Expo, que acontece de 30 deste a 2 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo. Representando empreendimentos de destaque da região, estarão presentes as empresárias Lika Andrade e Gal Andrade, da Pousada Villa Mares, e Úrsula Montes, da Pousada Terra Mar Way. Considerada uma das principais vitrines do turismo brasileiro, esta edição da ABAV Expo 2026 retorna a São Paulo após sete anos, e reunirá profissionais, empresas e destinos de diversos países. A expectativa é a presença de mais de 2000 marcas de 34 países e um público estimado de até 40.000 visitantes.

A força do empreendedorismo feminino no Turismo brasileiro estará na ABAV 2026 (foto: divulgação)

Saudável e indiana

Acontece nos dias 12 e 13 de setembro no restaurante Grão, a oficina de Culinária Ayurvédica; e nos dias 19 e 20 de setembro, o curso Saúde da Mulher 40+, no Espaço Esfera. Ambos neste mês, na Pituba e ministrados pela doutora Sonali Shinde, que virá da Índia. Mais informações: @ayurveda.bahia     

 Bárbara e Dulce em Lisboa

A I Festa de Santa Bárbara/Oyá de Lisboa aconteceu no domingo passado com missa na Igreja Nossa Senhora dos Anjos, em Arroios, em homenagem a Santa Bárbara e também a Santa Dulce dos Pobres; cortejo pelas ruas até o centro da capital portuguesa com os "Guardiões da Ancestralidade", "Os Amigos de Santa Bárbara, Protegidos de Oyá", batucadas, afoxés e muitos grupos de dança, musicais e folclóricos; e a grande e deliciosa feijoada festiva assinada pela supercheffe Silvane Ferreira do Cantinho do Sol e equipe,  com muito samba com o grupo Gran Finale na casa The Spot, concluiu o evento idealizado, totalmente produzido e realizado pela advogada soteropolitana Maria Andreza Sá Gonçalves, estabelecida há 30 anos em Portugal. 

Dra. Maria Andreza com Santa Bárbara e Santa Dulce,
na Igreja Nossa Senhora dos Anjos, em Lisboa (foto: Duda Tawil)

Ram cresce 19,7% no acumulado de vendas do ano em relação ao mesmo período de 2025 e registra em mais de 60% o total de veículos comercializados e a Nova RAM Dakota tem o melhor mês em emplacamento desde o lançamento

 


Os resultados comerciais de agosto de 2026 mostram que a Ram, única marca premium e exclusiva de picapes do mercado, continua em alta na preferência dos brasileiros. Nos primeiros oito meses deste ano foram vendidas 21.492 unidades de veículos da marca, crescimento de 19,7% em relação ao mesmo período de 2025. 

Quando a comparação é com agosto do ano passado, os números se mostram ainda mais robustos: no oitavo mês de 2026, a Ram vendeu 3.369 picapes, alta de 60,3%. O número de vendas também representa o melhor resultado mensal da marca desde novembro de 2023. 

A premiada Rampage, que soma 27 troféus com a imprensa especializada desde o lançamento e ganhou a recente série especial Rebel Ignition, apresentada no Festival Interlagos 2026, permanece entre as picapes intermediárias mais vendidas. O modelo segue em uma trajetória de crescimento contínuo, superando o total de vendas de janeiro a agosto de 2025 em 8,5% e alcançando 16.653 unidades comercializadas nos oito meses já encerrados em 2026. 

A nova Ram Dakota, lançada no primeiro semestre deste ano para promover a estreia da marca no segmento de picapes médias, também foi um dos destaques em agosto: com 634 unidades comercializadas, a picape registrou o melhor desempenho comercial desde a chegada ao mercado brasileiro. Com este resultado, a nova caminhonete garantiu uma posição no ranking das 5 picapes médias mais vendidas no Brasil. 

Entre as picapes full-size, o destaque de agosto é a 3500, o modelo mais capaz vendido no Brasil. A picape, que supera as nove toneladas de capacidade de reboque e é impulsionada pelo Cummins® 6.7 Turbodiesel High-Output de 436 cv de potência e impressionantes 1.458 Nm (148,7 kgfm) de torque, alcançou o maior volume de vendas do ano em agosto, com 188 unidades vendidas. Na segunda colocação do segmento encontra-se a 2500, com 153 unidades emplacadas. Somado as unidades de 1500 comercializadas no mês, a Ram mantém a liderança no segmento, com 75% de participação de mercado. 


quinta-feira, 10 de setembro de 2026

COLUNA MECÂNICA ONLINE®



COLUNA MECÂNICA ONLINE®


Tarcisio Dias

10 | OUTUBRO | 2026


Carro vai calcular sozinho quando trocar o óleo, sem regra fixa de quilometragem


A revisão marcada no calendário, sempre nos mesmos dez mil quilômetros, pode estar com os dias contados — e o motivo está debaixo do capô, monitorando cada quilômetro rodado.

A regra fixa de revisão a cada dez mil quilômetros ou doze meses está com os dias contados. Sistemas de manutenção preditiva, como o Condition Based Servicing da BMW, já substituem a tabela genérica em modelos vendidos na Europa. A lógica é simples: sensores analisam o estilo de condução, a temperatura dos fluidos e as condições das vias para calcular o desgaste real de cada componente e avisar o motorista no painel apenas quando o serviço é necessário. O modelo já é rotina no transporte pesado e agora migra para o carro de passeio.

Por décadas, o motorista brasileiro seguiu uma conta que ignorava como o carro era efetivamente usado. Quem enfrenta trânsito pesado de grande cidade desgasta motor, óleo e componentes de forma muito diferente de quem roda majoritariamente em estrada livre, mesmo cobrindo a mesma distância no intervalo entre revisões — e a manutenção tradicional trata os dois casos da mesma maneira.

O setor de transporte pesado já resolveu esse problema há anos. Frotas de caminhões usam telemetria para monitorar o uso real de cada veículo e agendar paradas no momento exato, evitando tanto o gasto com trocas antecipadas quanto o risco de quebras inesperadas em plena operação. A lógica que já é rotina nas transportadoras agora migra para o carro de passeio.

Como funciona o sistema da BMW

No sistema da BMW, sensores analisam estilo de direção, temperaturas de trabalho dos fluidos e condições das vias percorridas. A partir desses dados, o próprio veículo estima o desgaste de óleo, filtros e demais itens de manutenção, substituindo a tabela fixa por um cálculo individualizado para cada unidade em circulação.

A mudança tem efeito direto no bolso do consumidor: o motorista deixa de pagar por trocas prematuras determinadas por uma tabela genérica e passa a ter transparência real sobre o que o carro efetivamente precisa.

Para a relação com a oficina, isso significa menos espaço para revisões desnecessárias e mais previsibilidade sobre o custo de manutenção ao longo da vida útil do veículo.

O impacto na confiança entre motorista e oficina

A régua fixa de dez mil quilômetros sempre foi uma média de segurança, não um número calculado para o carro específico do motorista — e é exatamente essa generalização que a manutenção preditiva elimina.

Ao considerar variáveis como trânsito parado, temperatura de operação e estilo de condução, o sistema aproxima o intervalo de revisão da realidade de cada veículo, algo que a tabela impressa do manual nunca conseguiu fazer.

O impacto mais relevante, porém, está na relação de confiança entre motorista e rede de concessionárias. Historicamente, parte da desconfiança do consumidor brasileiro com oficinas vem justamente da dificuldade de saber se uma troca recomendada era realmente necessária ou apenas um padrão comercial da rede.

Um sistema que expõe o dado de desgaste diretamente no painel retira essa margem de dúvida e transfere o poder de decisão para quem está no volante.

Mecânica Online®

GASOLINA SEM ETANOL – O deputado Messias Donato apresentou o PLC 249/2026, que autoriza estados a liberarem a venda facultativa de gasolina E0 e E10, sem eliminar a obrigatoriedade da gasolina C já vendida em todo o país.

MERCADO ACELERADO – O Brasil somou 1,975 milhão de emplacamentos de janeiro a agosto, alta de 18,4% sobre 2025, e cruzou a marca de 2 milhões de unidades nos primeiros dias de setembro, um mês antes do que ocorreu no ano passado.

PRESSÃO CONTRA CARROS CHINESES – A Aliança para a Inovação Automotiva, que reúne GM, Ford, Toyota, Volkswagen, Hyundai, Honda e Stellantis, pediu ao Congresso dos EUA uma lei que proíba permanentemente veículos, software e hardware chineses no país.

ESCASSEZ DE ÓLEO COMBUSTÍVEL – Refinarias pressionadas por guerras que afetam o processamento de petróleo bruto e o tráfego marítimo priorizam diesel e gasolina, com déficit projetado de até 218 mil barris por dia no terceiro trimestre.

BALANÇO DO FESTIVAL INTERLAGOS – O evento fechou a edição 2026 com 215 mil visitantes, 15,2 mil test-drives e 36 lançamentos, reunindo 32 marcas — 14 delas chinesas — em um novo pavilhão de 15 mil m².

LEGADO - A partida de Claudio Carsughi, no dia de hoje, me traz um sentimento difícil de traduzir em poucas palavras. Mais do que a perda de um dos grandes nomes do jornalismo automotivo brasileiro, sinto que se despede uma referência de uma época em que, para falar de automóveis, era preciso conhecê-los profundamente. Engenheiro que escolheu o jornalismo, Carsughi mostrou que técnica, paixão, independência e responsabilidade poderiam caminhar juntas. Como jornalista que também encontrou no automóvel uma forma de contar histórias, olho para sua trajetória com respeito, admiração e, principalmente, gratidão. Tive o privilégio de receber sua biografia com uma dedicatória, e hoje esse livro ganha um significado ainda maior. O Mestre parte, mas deixa uma pergunta que talvez seja seu maior legado: quanto precisamos conhecer aquilo sobre o que escrevemos antes de nos sentirmos preparados para falar?

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Telemetria: tecnologia que coleta e transmite remotamente dados de uso e funcionamento do veículo, permitindo monitorar variáveis como desgaste, consumo e condições de operação em tempo real.

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ATENÇÃO MARATONISTAS // Mais antigo circuito de corrida em trilha do Brasil, Mountain Do terá 14 provas em 2027, no País e no exterior, começando em fevereiro






O Circuito Mountain Do terá 14 eventos em 2027
(Foto: Marcelo Depizollatti/ Foco Radical)

Criado em 2003 com uma prova de revezamento de 75 km em torno da Lagoa da Conceição, em Florianópolis (SC), o Mountain Do é o mais antigo circuito de trail running (corridas em trilha) do Brasil e o maior em número de eventos. Para 2027, estão confirmadas 14 etapas no Brasil e no exterior, com paisagens que vão desde praias paradisíacas, desertos, neve, passando pela selva amazônica, cerrado e pantanal.

O Mountain Do organiza seus eventos em quatro circuitos: Raízes, com provas que percorrem os diferentes biomas brasileiros; Elements, que reúne destinos de paisagens icônicas; Explorer, voltado a expedições internacionais; e by MTDO, formado por provas que levam o selo Mountain Do. “Ao longo dos nossos quase 25 anos de história, percebemos o crescimento do chamado ‘maraturismo’, ou seja, muitas pessoas gostam de conciliar a corrida com turismo”, ressalta Kiko Santos, idealizador do Mountain Do. "Por esse motivo, buscamos destinos emblemáticos para realizar nossos eventos”, completa.

O Desafio GCR by MTDO, em Governador Celso Ramos (SC), abrirá a temporada 2027 nos dias 27 e 28 de fevereiro. Serão percursos de 7 e 15 km.

Colônia del Sacramento é novidade no calendário
(Ezequiel Barroso/ Pexels)


Em março, o Mountain Do desembarca em Colônia do Sacramento, no Uruguai, para uma prova do Circuito Elements. A etapa será realizada no dia 13 de março, com percursos de 7 e 15 km.

No dia 3 de abril será a vez da tradicional etapa Praia do Rosa, em Imbituba (SC), também como parte do Circuito Raízes e inserida no bioma Mata Atlântica. Serão provas de 5, 11 e 20 km por praias e morros da região.

Em maio, acontece a Rio do Rastro Marathon, do Circuito By MTDO, com 12, 25, 42, 37 e 67 km ao longo da Serra do Rio do Rastro (SC) entre os dias 22 e 23.

No dia 5 de junho, o Mountain Do desembarca no Deserto da Namíbia, com provas de 10, 21 e 42 km ao longo do deserto mais antigo do mundo, estimado em mais de 55 milhões de anos. A etapa estreia no calendário e faz parte do Circuito Elements.

No dia 27 de junho será a vez da segunda edição do Mountain Do Chapada dos Veadeiros (GO), com distâncias de 7, 14 e 21 km. A etapa faz parte do Circuito Raízes e engloba o bioma Cerrado.

A Etapa Costão do Santinho é uma das mais antigas do calendário
(Foto: Jose Ayala/ Sports Do)


O dia 10 de julho está reservado para o Mountain Do Costão do Santinho, em Florianópolis, evento que acontece desde 2007 e foi responsável por impulsionar a marca para todo o Brasil. Serão disputadas provas de 5, 9, 21 e 42 km por praias, dunas e morros da região norte da ilha. A prova faz parte do Circuito Raízes e engloba o bioma Mata Atlântica.

A etapa Fim do Mundo passará por montanhas nevadas

(Foto: Rodrigo Philipps/ Foco Radical)  Web

No dia 7 de agosto, o Mountain Do vai para a Argentina com a etapa Fim do Mundo, em Ushuaia, em mais uma prova do Circuito Elements. Serão distâncias de 10, 21, 30 e 42 km por montanhas imponentes, lagos glaciais e trilhas sob baixas temperaturas.

No dia 11 de setembro será a vez de mais uma edição da SRUN Fernando de Noronha, etapa do Circuito Raízes que engloba o Bioma Costeiro-Marinho. Serão distâncias de 8 e 21 km percorrendo as belezas do arquipélago classificado pela UNESCO como Patrimônio Natural Mundial.

No dia 26 de setembro, o Circuito Raízes desembarca em Macapá (AP) para mais uma edição do Mountain Do Selva Amazônica, no bioma Amazônia. Serão provas de 5, 10 e 21 km em meio à maior floresta tropical do mundo.

O dia 10 de outubro está reservado para a etapa Pedra Branca, do Circuito by MTDO, em São José (SC). Os corredores terão à disposição percursos de 4, 9, 15 e 25 km.

A etapa Deserto do Saara será em 7/11
(Lincoln Schindler/ Foco Radical)

No dia 7 de novembro, os corredores terão a oportunidade de vivenciar uma experiência única com a etapa Deserto do Saara, em Merzouga (Marrocos). A etapa integra o Circuito Elements e terá distâncias de 10, 30 e 60 km pelo maior deserto quente do planeta.

No dia 27 de novembro, o Mountain Do desembarca em Rio Verde (MS) para a etapa Pantanal do Circuito Raízes. Serão provas de 7, 14 e 21 km.

A Temporada encerra com o Desafio São Chico by MTDO, com distâncias de 5, 10 e 20 km em São Francisco do Sul (SC) no dia 11/12.

“O nosso objetivo é propiciar uma experiência premium desde o momento em que o atleta entra no nosso site até a cerimônia de premiação de cada prova. Oferecemos sempre um kit temático, com itens de alta qualidade e que possa ser usado no dia a dia, como camiseta confeccionada em tecido tecnológico, mochila impermeável, bandana, boné e toalha”, ressalta Kiko.

Para informações detalhadas de cada etapa do calendário Mountain Do 2027, assim como datas de abertura de inscrição, acesse https://mountaindo.com.br/.

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