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sexta-feira, 3 de julho de 2026

Coluna Fernando Calmon



Coluna Fernando Calmon


Nº 1.408 — 3/7/2026




Carro popular e bateria de sódio

são temas em ampla discussão



Na recente edição do evento Future Mobility realizado na capital paulista, híbridos e elétricos, conectividade, sustentabilidade e inovação foram motivo de discussões aprofundadas. Reuniu fabricantes, fornecedores, empresas de tecnologia e especialistas que informaram e debateram soluções para os próximos anos.

Uma das pautas mais interessantes foi apresentada pelo consultor Murilo Briganti, executivo operacional-chefe da Bright Consulting. Ele chamou atenção para o desaparecimento paulatino do chamado carro popular. Novas exigências regulatórias de itens de segurança, além de eficiência energética para diminuir consumo de combustível e emissões, tornaram os carros mais caros.

Por outro lado, aumentou a oferta de novos veículos e de marcas chinesas que pressionaram os preços para baixo. Briganti prevê uma concorrência cada vez mais acirrada e até 2030 produtos chineses, importados ou produzidos localmente, poderão aumentar a participação de mercado para 30%.

Também na sua avaliação diferentes tecnologias vão conviver no mínimo em médio prazo. Isso inclui motores flex, semi-híbridos, híbridos plenos e plugáveis, além de veículos apenas elétricos. Assim, o consumidor terá alternativas compatíveis com diferentes perfis de uso.

Em outro evento, o Energy Summit, no Rio de Janeiro, o especialista israelense em eletroquímica Doron Aubarch chamou atenção para as baterias de sódio. “Além de que nunca teremos escassez de sódio, esta é uma alternativa às de lítio. A China representa um grande avanço com o lítio, mas outros países precisam de uma indústria local”, completou.

Baterias de sódio apresentam menor risco de incêndio e operam melhor em temperaturas extremas positivas ou negativas. Todavia entregam menor densidade energética. O seu preço deve igualar-se às de lítio no próximo ano. 


Quase 60% já usam I.A. na compra de carros no Brasil

 

Os dados são do Google e apresentados durante o recente seminário Anfavea Visions 2026. Na pesquisa, 57% informaram que usam ferramentas de inteligência artificial (I.A.) no processo de escolha da marca e tipo de veículo. Isso acaba por alongar o tempo até a decisão final. Organizar informações e comparar opções pelo maior acesso a todo o universo de ofertas incentivam o consumidor a avançar nas pesquisas antes da escolha. Enquanto outros 30% apelam à I.A. para comparar fabricantes e modelos, 13% admitem transferir parte da decisão à própria I.A.

 

Aqui estamos entre os mercados mundiais mais receptivos a essa mudança. Outra pesquisa, desta vez Google/Ipsos com 21.000 pessoas em 21 países, havia indicado que 54% dos brasileiros usaram I.A. generativa em 2024, acima da média global de 48%. Também se registram 65% de percepção positiva sobre a tecnologia e 60% acreditam em ganhos econômicos associados ao seu avanço.


Especialistas preveem que o próximo passo virá com agentes de I.A. capazes de executar tarefas de forma autônoma para o usuário desde o processo de compra ao pós-venda. Veículos conectados ajudarão, pois enviarão dados de forma direta a fabricantes e concessionárias.


Mas nem tudo são flores. A Ford acaba de contratar 350 engenheiros seniores para seus quadros técnicos nos EUA. Segundo a agência Bloomberg eles chegaram para corrigir problemas ocasionados pela inteligência artificial, que causaram prejuízos bilionários à fabricante.


Quanto ao transporte por aplicativos, a empresa brasileira Machine, especialista em alternativas de mobilidade e entregas, indica que cinco marcas dominam cerca de 80% das viagens: Chevrolet (20,94%), Volkswagen (19,08%), Fiat (18,40%), Hyundai (11,66%) e Renault (9,53%).


GWM confirma a segunda fábrica no Brasil


Na cidade de Aracruz, a 80 km de Vitória, capital do Espírito Santo, será construída a segunda fábrica da GWM. A empresa chinesa produz aqui desde agosto de 2025 nas instalações adquiridas da Mercedes-Benz, que interrompeu a produção em dezembro de 2020. De lá saem os SUVs H6 e H0 e a picape Poer. A marca não informou o total a investir no estado capixaba, nem todos os produtos escolhidos. Contudo, há a confirmação de pelo menos um modelo: o SUV elétrico Ora 5, lançado no mês passado.


A nova instalação industrial em área de 1,7 milhão de m² prevê a produção de veículos a combustão (certamente com motores flex), híbridos e elétricos. O novo investimento faz parte dos R$ 10 bilhões que a marca reservou ao Brasil ao longo de 10 anos (até 2032) e vai gerar 9.000 empregos diretos e indiretos. Local escolhido é estratégico por estar em um dos maiores polos logísticos e portuários, que abriga a primeira Zona de Processamento de Exportação de capital privado do País, inaugurada em julho de 2023. A GWM terá então condições competitivas de exportar para os principais mercados da América Latina: Argentina, Chile, Uruguai, Colômbia e México.


Em janeiro deste ano a fabricante já havia anunciado tratativas com o governo estadual e agora, apenas seis meses depois, acertou o segundo investimento que poderá superar o total antes previsto de R$ 10 bilhões, a depender do crescimento do mercado brasileiro.


Geely EX5 EMi Ultra: destaque para espaço interno



Produção acertada agora no segundo semestre na fábrica paranaense da Renault e a conveniência de um híbrido colocam o Geely em um bom posicionamento pelo preço competitivo. Caracterizado por uma parte frontal típica dos modelos chineses, o EX5 exagera um pouco no formato das tomadas de ar laterais. De perfil destacam-se rodas de 19 pol., frisos em torno das janelas e barras no teto discretas. Traseira inspira-se ligeiramente no Porsche Cayenne.

Dimensões (mm): comprimento, 4.740; entre-eixos, 2.755; largura, 1.905 (2.200 com espelhos); altura, 1.685. Volumes (L): porta-malas, 428; tanque, 60. Massa: 1.782 kg. Híbrido pleno. Motor 4-cilindros 1,5 L: potência 160 cv; torque 12,3 kgf·m. Motor elétrico: 218 cv; torque 26,7 kgf·m.

Potência combinada: 262 cv; Torque combinado: 38,7 kgf·m. Consumo (Inmetro km/L, cidade/estrada): 14,6/13,3. Alcance (Inmetro km, cidade/estrada): 876/798. Tração dianteira. Câmbio automático DHT, uma marcha. Aceleração 0 a 100 km/h: 7,8 s.


No interior, chamam atenção o formato do volante, quadro de instrumentos de 10,2 pol. e acréscimo do sempre útil projetor de dados no para-brisa, além da grande tela multimídia de 15,4 pol. de boa resolução e espelhamento sem fio de Android Auto e AppleCarPlay.

Carregador de celular por indução no console fica em posição alta e exposta (na China não deve haver quadrilhas de quebradores de vidros para roubos). Espaço muito bom, inclusive para passageiros do banco traseiro. Porta-malas inclui estepe e ainda oferece mais de 400 litros. Há opção de interior claro ou escuro.

Conforto de marcha destaca-se pela maciez, sem exagerar, além de lidar bem com buracos e ondulações. Surpreende a qualidade do sistema de áudio pelos alto-falantes nos encostos de cabeça, na frente e no teto, atrás. Respostas ao acelerador muito boas para um SUV desse porte.

Quanto ao consumo depende da escolha do motorista, que pode optar pelo motor recarregar a bateria. No quadro de instrumentos, estando a bateria com carga completa, aparecem mais de 1.000 km de alcance. Mas esta projeção cai rapidamente em uso cotidiano, mesmo sem excessos no acelerador.

Preço: R$ 244.990

Cai em quatro pontos percentuais o número de consumidores interessados em comprar carro, mas ainda é elevado, com 68% manifestando intenção de compra, aponta estudo da EY


Quase sete em cada dez consumidores brasileiros manifestam intenção de compra de carro, de acordo com a última edição do Índice de Mobilidade do Consumidor (MCI, na sigla em inglês), elaborado pela EY. “Embora a porcentagem de 68% continue acima da média regional, também houve retração no Brasil, com queda de quatro pontos percentuais em relação a 2024”, diz Marcelo Frateschi, sócio-líder para o setor automotivo da EY Brasil. 

“Em relação ao momento planejado para a aquisição, 64% dos entrevistados pretendem fazer isso nos próximos 12 meses, enquanto 38% indicam prazo entre 13 e 24 meses”, completa o executivo.

O levantamento aponta ainda que, nas Américas, 58% dos respondentes afirmam estar extremamente ou razoavelmente propensos a adquirir um carro, o que representa redução de três pontos percentuais em relação ao período anterior.

Sobre a preferência por região de origem da marca, há, ainda segundo Frateschi, uma mudança relevante no mercado brasileiro. “As marcas europeias fortaleceram seu apelo em todos os tipos de veículo (combustão interna, híbrido ou elétrico), com 76% da amostra brasileira demonstrando preferência por essas empresas. As marcas chinesas também avançaram, alcançando 24%”, afirma.

As concessionárias continuam sendo a principal opção entre os canais de compra disponíveis. Isso porque 36% dos consumidores preferem concluir a compra presencialmente em showrooms, mas os canais online vêm ganhando relevância, alcançando 28%.

“Além disso, 36% dos consumidores preferem utilizar esses dois canais, combinando experiências online e offline”, diz Frateschi. Por fim, ainda segundo o MCI, os consumidores brasileiros têm preferência por funcionalidades práticas voltadas principalmente para navegação, segurança e proteção. “Por outro lado, serviços ligados a conforto, bem-estar e entretenimento têm menor peso na decisão de compra”, finaliza.

Nova fase da eletrificação dos veículos

A preferência dos consumidores brasileiros por veículos a combustão avançou de 35% para 49%, enquanto o interesse por totalmente elétricos permaneceu estável em 9%, ainda de acordo com o MCI.

“O elétrico ficou preso entre a urgência climática e a disputa geopolítica. O consumidor percebe essa incerteza”, diz Ricardo Assumpção, líder de sustentabilidade e CSO (Chief Sustainability Officer) da EY para a América Latina. “O MCI mostrou, além desses dados referentes ao Brasil, que 50% dos consumidores globais pretendem comprar veículos a combustão nos próximos 24 meses, alta de 13 pontos percentuais em comparação com a última edição do estudo referente a 2024. Já a preferência por veículos totalmente elétricos caiu para 14%”, completa.

Na avaliação de Assumpção, isso não significa que a eletrificação perdeu relevância, mas que entrou em uma fase menos emocional e mais estratégica. “A eletrificação amadureceu e não vai se dar em uma linha reta nem será igual para todos os países. A China seguirá acelerando porque construiu escala, infraestrutura e cadeia produtiva. A Europa continuará pressionada por metas climáticas, mas protegerá sua indústria. Os Estados Unidos avançarão quando a eletrificação for percebida como emprego americano, bateria americana e soberania americana. E o Brasil terá uma rota própria: etanol, híbridos flex, eletrificação de frotas e, progressivamente, veículos 100% elétricos onde a conta econômica fechar”, finaliza.

Nova Strada bate o marco de 900 mil unidades produzidas no Brasil. Somente em 2026, o modelo já emplacou mais de 80 mil unidades e é líder de vendas no mercado nacional há cinco anos consecutivos

Em 1998, a Fiat apresentava ao mercado a Fiat Strada, um dos maiores cases de sucesso da marca. Agora, em sua geração mais recente, a Nova Strada reforça a sua força ao atingir marco de 900 mil unidades produzidas no Brasil em apenas 6 anos de lançamento.  

Com uma trajetória atrelada à inovação, pioneirismo e liderança, a picape se consolidou como um dos carros favoritos dos brasileiros, sendo o veículo mais vendido do país nos últimos cinco anos, e o modelo mais vendido da América do Sul em 2025, com 156.786 unidades emplacadas, reforçando o protagonismo da Fiat em toda a região. Em 2026, a Strada continua liderando as vendas com mais de 80 mil unidades emplacadas de janeiro a maio apenas no Brasil. 

“O marco de 900 mil unidades produzidas da Nova Strada no Brasil reforça o impacto de um projeto que nasceu com foco total no cliente e na evolução do segmento. Ao longo das décadas, a Strada tem se reinventado com tecnologia e pioneirismo, consolidando seu papel como referência entre as picapes. Esse resultado é fruto de uma trajetória consistente e nos motiva a seguir avançando”, pontua Frederico Battaglia, Head das marcas Fiat e Abarth para a América do Sul.  

Ao longo da sua história, por diversas vezes, a Strada redirecionou o mercado como uma verdadeira solução para as necessidades do dia a dia. Em 1999, a picape revolucionou com a chegada da cabine estendida. Em 2009, foi a vez da cabine dupla e, em 2013, a revolucionária terceira porta. 

O pioneirismo no setor continuou com a chegada da Nova Strada, em 2020. O modelo estreou a categoria de picapes compactas que oferecem a configuração de quatro portas e cinco lugares, além de ofertar tecnologias como controle de estabilidade e sistema multimídia com conectividade. Em 2021, o modelo inovou novamente ao ser a primeira picape do segmento com câmbio automático CVT. Em 2023, também foi pioneira ao oferecer motor turbo com o T200 Flex, entregando até 130 cv de potência e 200 Nm de torque.     

Atualmente, a Fiat Nova Strada está disponível em 4 versões. Nas versões cabine plus, a Nova Strada transporta até 720 kg e 1.354 litros, enquanto as de cabine dupla oferecem 650 kg e 844 litros, ambas com capacidade de reboque de 400 kg. A caçamba, equipada com quatro ganchos inferiores e seis superiores, garantem segurança e flexibilidade, reforçando a versatilidade da picape em auxiliar o consumidor nas situações cotidianas. 

Além do sucesso comercial, os expressivos números da Strada se estendem para as importantes premiações conquistadas ao longo de sua história. Nos últimos cinco anos foram mais de 40 prêmios que reforçam a força e versatilidade do modelo. A versatilidade da Strada torna a picape uma ferramenta de trabalho confiável, e uma sofisticada companheira de viagem, incorporando modernidade, conforto, tecnologia e segurança. Além do sucesso no Brasil, atualmente a Fiat Strada é exportada para alguns países da América do Sul, como Uruguai, Paraguai e Argentina. 

quinta-feira, 2 de julho de 2026

Oportunidades de turismo e hospedagem na Nova Zelândia

 





Explore novas oportunidades de turismo e hospedagem






Enquanto grande parte do país ainda aguarda a chegada definitiva do inverno, os meses mais tranquilos podem ser um dos períodos mais valiosos para os proprietários de empresas de turismo e hotelaria. É uma oportunidade ideal para revisar as operações, renovar o marketing, planejar a manutenção e se preparar para as temporadas de maior movimento que se aproximam.


Os anúncios em destaque deste mês apresentam uma gama diversificada de oportunidades em toda a Nova Zelândia — desde investimentos icônicos em hotelaria e negócios de hospedagem consolidados até atrações turísticas prontas para operar, empreendimentos de ecoturismo e terrenos de alto padrão para desenvolvimento. Se você busca expandir seu portfólio, investir na economia do turismo ou garantir seu próximo negócio de estilo de vida, agora é o momento perfeito para explorar as opções disponíveis no mercado antes da alta temporada.



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The Fairways Luxury Accommodation – Direitos de Gestão, Residência e Renda

Garanta um estilo de vida excepcional e uma oportunidade de negócio no coração do prestigiado empreendimento Ocean Ridge, em Kaikōura. O Fairways Luxury Accommodation oferece direitos exclusivos de gestão de um complexo de acomodações de alta qualidade com 12 apartamentos (24 quartos), além de uma espaçosa residência de quatro quartos para o gerente. Bem estabelecido e altamente conceituado, o negócio beneficia-se de uma sólida reputação, clientela fiel e uma localização privilegiada perto do campo de golfe, do litoral e das atrações icônicas de Kaikōura. Combinando a possibilidade de ser proprietário de um imóvel, renda empresarial e um estilo de vida excepcional, esta é uma oportunidade rara de investir em um dos principais destinos turísticos da Nova Zelândia.




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Experiência de iluminação imersiva premium, pronta para uso.


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Olivers of Clyde – Investimento icônico em patrimônio hoteleiro


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Terreno Premium em Kingston com Potencial para Subdivisão


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Situada na desejada Flyer View Lane, esta propriedade excepcional oferece vistas deslumbrantes para a montanha, excelente incidência solar e potencial para subdivisão (sujeito à aprovação da prefeitura). Com espaço para criar um refúgio dos sonhos, um empreendimento futuro ou um investimento para crescimento a longo prazo, as possibilidades são infinitas.


A apenas 40 minutos do Aeroporto de Queenstown e perto do Lago Whakatipu e de opções de lazer ao ar livre, este é um investimento único em um dos destinos de estilo de vida que mais crescem na Ilha Sul.



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Chegando ao mercado…

Grande complexo de mochileiros e albergues na Costa Oeste


Oferecido desocupado, este substancial complexo de acomodações representa uma excelente oportunidade para restabelecer um negócio turístico outrora próspero em uma localização privilegiada da Costa Oeste.


Com diversas opções de acomodação e dimensões consideráveis, a propriedade está idealmente posicionada para que um operador ou investidor experiente a revitalize e explore todo o seu potencial.


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Passeio Ecológico de Lancha a Jato Consolidado – Costa Oeste


Uma oportunidade rara de adquirir um negócio de ecoturismo com jet boats bem estabelecido, operando em uma das regiões selvagens mais espetaculares da Nova Zelândia.


Oferecendo safáris fluviais guiados por paisagens intocadas, esta operadora consolidada proporciona experiências inesquecíveis em contato com a natureza, com uma marca forte, foco em sustentabilidade e significativo potencial de crescimento no setor turístico. Financiamento pelo vendedor disponível, tornando esta uma oportunidade ainda mais atraente para o comprador certo.


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Ministro do Turismo assina acordo com a Etiópia para fortalecer cooperação no setor. Documento reafirma o compromisso para ampliar a parceria entre os países, reconhecendo o turismo como instrumento de desenvolvimento, geração de emprego e intercâmbio cultural

 


O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, e o embaixador da Etiópia no Brasil, Leulseged Tadese Abebe, assinaram nesta quinta-feira (2), em Brasília (DF), um memorando de entendimento para fortalecer a cooperação entre os dois países na área do turismo.
 

O documento reafirma o compromisso de Brasil e Etiópia em ampliar a parceria no setor, reconhecendo o turismo como instrumento de desenvolvimento econômico, geração de emprego, intercâmbio cultural e aproximação entre os povos.
 

A assinatura do memorando também marca um novo momento na relação bilateral entre os dois países.

Durante a reunião, Brasil e Etiópia reafirmaram o interesse em aprofundar a cooperação por meio dos BRICS, grupo formado por onze países que atua na articulação política e na cooperação em diferentes áreas estratégicas.


Capital Addis Abeba

“Estamos muito satisfeitos com a assinatura desse memorando. Este encontro representa uma grande oportunidade para avançarmos na relação longeva entre Brasil e Etiópia. Tenho certeza de que temos muito trabalho a fazer. Daremos continuidade às conversas durante as reuniões dos BRICS”, destacou o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano.
 

Além do fortalecimento da cooperação institucional, a conectividade aérea entre os dois países também esteve na pauta do encontro. O ministro e o embaixador discutiram a possibilidade de ampliar a frequência de voos semanais entre Brasil e Etiópia. Atualmente, há um voo diário ligando Addis Abeba, principal centro de conexões aéreas da África, ao Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo.
 

Parceira estratégica no continente africano, a Etiópia mantém uma relação diplomática consolidada com o Brasil. Em 2026, as duas nações celebram 75 anos do estabelecimento de relações diplomáticas, iniciadas em 1951, marco que reforça os laços históricos e abre espaço para o fortalecimento de novas iniciativas de cooperação.
 

Para o embaixador da Etiópia no Brasil, Leulseged Tadese Abebe, o memorando representa um passo importante para impulsionar o desenvolvimento do turismo entre os dois países.
 

“O turismo é uma das cinco áreas que temos hoje como prioritárias para o desenvolvimento. Queremos expandir o turismo e os nossos destinos, e o memorando de entendimento é uma excelente oportunidade para isso. Na Etiópia, quando pensamos no Brasil, pensamos em um povo hospitaleiro que sabe receber muito bem os turistas”, afirmou.
 

Por Marco Guimarães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

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