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domingo, 17 de maio de 2026

Emerald Cruises lança saída em português pelo sul da França em 2027 Companhia reforça investimento no mercado brasileiro diante do aumento do interesse por cruzeiros fluviais de luxo

 

Emerald Liberté | imagem divulgação

São Paulo, maio de 2026 - A Emerald Cruises, representada no Brasil pela Velle, anuncia uma iniciativa inédita da marca voltada ao mercado brasileiro: saída em português a bordo do Emerald Liberté, pelo sul da França, em abril de 2027. A novidade reforça o investimento da companhia no Brasil e acompanha o crescimento do interesse dos viajantes brasileiros por experiências mais imersivas, culturais e sofisticadas em cruzeiros fluviais pela Europa.

 

Com o roteiro “Spring Sensations of Lyon & Provence”, a viagem terá duração de sete noites, com embarque em Marseille no dia 3 de abril de 2027 e desembarque em Lyon. O itinerário percorre algumas das paisagens mais emblemáticas da Provence, combinando vilarejos históricos, gastronomia, vinhos e experiências culturais autênticas.


A saída contará com serviços pensados para o público brasileiro, incluindo gerente de cruzeiro falando português, comunicação a bordo no idioma, excursões com guias em português e cardápios traduzidos. A proposta é proporcionar mais conforto e proximidade para passageiros que desejam explorar o destino sem a barreira da língua.

 

“Estamos muito felizes em lançar uma saída dedicada ao público brasileiro, algo inédito para a Emerald Cruises. O mercado da América Latina, especialmente o Brasil, tem demonstrado um crescimento consistente no interesse por cruzeiros fluviais de alto padrão, e queremos oferecer uma experiência cada vez mais conectada às expectativas e preferências desses viajantes”, afirma Flávio Policarpo, diretor de vendas LATAM do Grupo Scenic.

 

O itinerário inclui paradas em destinos icônicos como Avignon, conhecida pelo Palácio dos Papas, além de Viviers e Tournon, cidades que preservam tradições, arquitetura histórica e forte ligação com a cultura provençal. A viagem termina em Lyon, considerada uma das capitais gastronômicas do mundo.

 

A bordo, os hóspedes terão uma experiência premium com todas as refeições incluídas, vinhos e cervejas premium durante almoço e jantar, Wi-Fi, bicicletas disponíveis para uso em terra e uma piscina climatizada que se transforma em cinema à noite. Os traslados entre aeroporto e navio nas datas de embarque e desembarque também estão incluídos.
 

Para Ricardo Alves,CEO da Velle, a nova saída representa um movimento importante do mercado internacional em direção ao viajante brasileiro. “Esse tipo de investimento é um movimento muito importante das marcas de nosso portfólio, mostra não apenas a relevância do mercado brasileiro, mas também o amadurecimento do interesse dos nossos viajantes por experiências mais profundas, culturais e exclusivas. 


Os cruzeiros fluviais deixaram de ser um nicho e passaram a ocupar um espaço cada vez mais relevante entre brasileiros que valorizam conforto, gastronomia, serviço e conexão genuína com os destinos”, destaca.

 

Os valores para a saída especial começam em USD 2.620 por pessoa em acomodação dupla na categoria com janela fixa e USD 3.420 em cabine com varanda francesa, a esse valor também há acréscimo de taxas portuárias e de serviço. Para mais informações e reservas: info@velle.tur.br.

Reestruturação do negócio de automóveis e garantia de crescimento de médio a longo prazo


Tóquio, Japão, maio de 2026 — Toshihiro Mibe, Diretor, Presidente e Diretor Executivo Representante (CEO Global) da Honda Motor Co., Ltd., realizou hoje uma coletiva de imprensa sobre as iniciativas da Honda para reestruturar o negócio automotivo e a direção futura do negócio da Honda.
 

A seguir, um resumo de suas declarações formais:
 

1. Roteiro para a reestruturação do negócio de automóveis

Diante das recentes mudanças no ambiente de mercado, a Honda busca aumentar sua competitividade por meio de 1) melhoria na sua estrutura de custos; 2) aumento da eficiência do desenvolvimento; e 3) aprimoramento da linha de produtos, concentrando recursos corporativos em suas regiões prioritárias.
 

Para isso, a Honda focará em reestruturar sua estrutura de negócios automotivos nos próximos três anos e buscará alcançar lucro operacional consolidado – incluindo motocicletas e serviços financeiros – de mais de 1,4 trilhão de ienes, atingindo um recorde histórico, no ano fiscal que se encerrará em 31 de março de 2029.
 

2. Três pilares das iniciativas para reconstrução do negócio de automóveis

A Honda identificou três pilares para suas iniciativas:

1) realocação estratégica dos recursos corporativos,

2) fortalecimento profundo da nossa estrutura de manufatura

3) utilização estratégica de recursos externos
 

2-1. Realocação estratégica de recursos corporativos

■ Reavaliação do portfólio de motorização com atenção às tendências futuras de demanda

  1. A Honda irá realocar mais recursos de desenvolvimento e produção em modelos híbridos, que atualmente estão em alta demanda.
     
  2. A partir de 2027, a Honda começará a lançar seus modelos híbridos de próxima geração, apresentando um sistema e uma plataforma híbridos totalmente novos. A Honda planeja lançar 15 modelos híbridos de próxima geração globalmente até o final do ano fiscal que se encerrará em 31 de março de 2030, principalmente na América do Norte, que é uma das regiões prioritárias. Na América do Norte, em 2029, a Honda lançará modelos híbridos de grande porte, no segmento D ou superior.
     
  3. A Honda apresentou a estreia mundial de dois protótipos de seus modelos híbridos de próxima geração – o Protótipo Honda Hybrid Sedan e o Protótipo Acura Hybrid SUV – que estão programados para serem lançados nos próximos dois anos.

- A Honda está se esforçando para reduzir o custo de seu sistema híbrido de próxima geração em mais de 30% em comparação com o sistema híbrido introduzido em 2023. Ao combinar seu sistema híbrido de próxima geração com a plataforma de próxima geração e a recém-desenvolvida unidade elétrica AWD, a Honda buscará melhorar a economia de combustível do modelo híbrido de próxima geração em mais de 10% e avançar ainda mais para uma experiência de condução de alta qualidade e empolgante, exclusiva da Honda, que envolva todos os sentidos do motorista.
 

- A Honda está avançando, conforme planejado, no desenvolvimento de ADAS de próxima geração, com planos para lançamento no mercado em 2028. A Honda planeja aplicar sua próxima geração de ADAS em mais de 15 modelos ao longo de um período de cinco anos.
 

- A Honda realocará toda a capacidade excedente de suas fábricas de automóveis em Ohio para a produção de veículos a gasolina e híbridos, tornando todas as suas fábricas na América do Norte capazes de produzir modelos híbridos.
 

- A Honda e seu parceiro de joint venture LG Energy Solution converterão parte das linhas de produção de baterias de veículos elétricos da L-H Battery Company, uma joint venture com a LG Energy Solution, para a produção de baterias híbridas. 

A Honda também aumentará o conteúdo local de ASSY (conjuntos) e componentes de motores e inversores em mais de quatro vezes o nível atual, para preparar a expansão da produção de veículos híbridos, reduzindo o risco de escassez de suprimentos e mitigando o impacto das tarifas americanas.
 

■ Aprimoramento da linha de produtos em cada uma de nossas regiões prioritárias

A Honda posicionou a América do Norte, Japão e Índia como mercados prioritários para sua estratégia de crescimento futuro e irá alocar estrategicamente seus recursos para esses mercados. Além das iniciativas voltadas para a América do Norte, descritas acima, a Honda buscará iniciativas no Japão, Índia e também na China, onde busca fortalecer fundamentalmente sua competitividade.
 

Japão:

A Honda expandirá sua linha de modelos elétricos principalmente na categoria de mini-veículos (kei car), incluindo a introdução do N-BOX EV, prevista para 2028. A partir de 2028, começando pelo totalmente novo Vezel, a Honda lançará modelos híbridos de próxima geração equipados com ADAS de próxima geração. A Honda também ampliará sua linha de alto valor agregado, incluindo a adição dos modelos Sport Line e Trail Line, alcançando vendas de veículos novos superiores às unidades atuais e estabelecendo uma base sólida de negócios no Japão.
 

Índia:

A Honda irá redefinir as melhores especificações que estejam bem alinhadas às características e preferências dos clientes na Índia. Em 2028, a Honda começará a introduzir modelos estratégicos voltados para o mercado indiano em duas categorias de veículos: categoria para veículos com menos de 4 metros de comprimento e categoria médio. 

A Honda vai aproveitar a sólida base de seu negócio de motocicletas na Índia, que vende quase 6 milhões de unidades de motocicletas anualmente. Ao captar constantemente a demanda dos clientes que fazem upgrade de motocicletas para automóveis, a Honda buscará expandir seu negócio na Índia. 

Como parte de sua estratégia, a Honda fundou a Honda Digital Innovation India, uma empresa de plataforma digital. Além disso, a Honda buscará expandir as vendas por meio de várias medidas, incluindo a utilização de sua nova empresa financeira cativa na Índia, que está programada para entrar em operação antes do final do atual ano fiscal, que se encerrará em 31 de março de 2027.
 

China:

Ao incorporar a velocidade esmagadora dos negócios locais, a Honda fortalecerá seus produtos e competitividade em custos por meio da utilização de componentes padrão de origem local e tecnologias locais de próxima geração, além da introdução de veículos de nova energia (NEVs) construídos sobre plataformas fornecidas por parceiros locais.

 

2-2. Fortalecimento profundo da estrutura de manufatura

A Honda buscará 1) redução fundamental de custos; 2) melhoria completa da eficiência do desenvolvimento; e 3) estabelecimento de uma estrutura de manufatura resiliente a mudanças em seu ambiente de negócios.
 

Redução fundamental de custos:

Quanto ao custo das peças terceirizadas, a Honda irá melhorar sua estrutura de custos globalmente, reavaliando os padrões específicos da Honda e utilizando proativamente componentes padronizados, além de incorporar a competitividade das empresas locais na China e na Índia.
 

Melhoria completa da eficiência do desenvolvimento:

Com a reavaliação completa da gestão da cadeia de engenharia, a Honda seguirá sua abordagem "Triple Half", reduzindo 1) o custo de desenvolvimento, 2) o prazo de desenvolvimento e 3) a carga de trabalho de desenvolvimento pela metade em comparação com essas áreas em 2025. 

Além de melhorar a eficiência nas etapas de projeto, testes e produção inicial por meio do uso de um ambiente digital e tecnologias de IA, realizaremos a transformação do nosso processo de desenvolvimento ao reavaliar os próprios requisitos de desenvolvimento, bem como o planejamento de produtos e a gestão do desenvolvimento. 

Por meio dessas iniciativas, a Honda reduzirá pela metade o tempo de desenvolvimento de produtos com pequenas mudanças de modelo, a partir deste ano fiscal. Para produtos com mudança completa de modelo, a Honda também reduzirá esse prazo pela metade, começando pelos projetos de desenvolvimento que terão início em 2028.
 

Estabelecimento de uma estrutura produtiva resiliente às mudanças no ambiente de negócios:

A Honda buscará melhorar a eficiência da produção em aproximadamente 20% nos próximos cinco anos, executando e alocando eficientemente investimentos em recursos em novos modelos e equipamentos.
 

2-3. Utilização estratégica de recursos externos

A Honda utilizará recursos externos de forma mais flexível e estratégica, incluindo a competitividade de custos e a velocidade dos negócios locais na China e Índia e componentes padrão da indústria. Quanto às baterias, não pretendemos, neste momento, internalizar completamente o fornecimento. 

Em vez disso, a Honda vai utilizar totalmente as instalações da L-H Battery. Enquanto antecipa o crescimento futuro na demanda por veículos elétricos, a Honda irá melhorar a eficiência operacional ao produzir baterias para veículos híbridos, que atualmente estão em alta demanda, bem como para outras aplicações. A Honda seguirá uma estratégia de aquisição de baterias com foco na competitividade na América do Norte.
 

A Honda suspenderá indefinidamente o projeto de construir uma cadeia de valor abrangente de veículos elétricos no Canadá e continuará reavaliando sua estratégia de compras. Ao combinar tecnologia central desenvolvida independentemente pela Honda com recursos externos, a Honda aumentará sua competitividade em um ambiente de negócios cada vez mais incerto.
 

3. Direção de médio e longo prazo 

A Honda continuará buscando alcançar a neutralidade de carbono até 2050 como responsabilidade de uma empresa abrangente de mobilidade. Ao avaliar cuidadosamente o ambiente de mercado e as tendências de demanda em cada região, a Honda acelerará uma abordagem multifacetada para alcançar a neutralidade de carbono, que incluirá veículos elétricos, veículos híbridos, combustíveis neutros em carbono e tecnologias de compensação de carbono.
 

Quanto aos veículos elétricos (EVs), a Honda continuará estabelecendo as bases para introduzir uma plataforma de hardware de EV altamente competitiva no futuro, para que esteja bem preparada para atender à demanda quando ela surgir. A Honda também seguirá com esse trabalho de base, bem como com a pesquisa e o desenvolvimento de baterias de estado sólido total. 

Buscando oferecer novas experiências de mobilidade e dentro do veículo possibilitadas pelo uso ampliado de tecnologias inteligentes, a Honda aplicará seu ASIMO OS não apenas aos veículos elétricos (EVs), mas também aos modelos híbridos para aumentar o valor da mobilidade. 

Quanto à arquitetura E&E, a Honda adotou uma arquitetura “baseada em domínios”, capaz de lidar com flexibilidade e diferenças específicas de cada país, mudanças nas necessidades dos clientes e nas condições de mercado, bem como com o uso de recursos externos. 

Ao viabilizar um desenvolvimento altamente eficiente com uma arquitetura de software unificada, a Honda será capaz de oferecer novos valores aos clientes em tempo hábil e buscará simultaneamente flexibilidade e competitividade.
 

4. Direção do negócio de motocicletas

Prevê-se que o mercado global de motocicletas se expanda para cerca de 60 milhões de unidades até 2030. A Honda aumentará ainda mais sua participação de mercado e ampliará sua presença no mercado global ao introduzir produtos e otimizar sua capacidade de produção, bem alinhados às necessidades cada vez mais diversas dos clientes.
 

"Aumento da demanda" e aumento do valor do produto:

Para atender à demanda de clientes que estão migrando para categorias superiores de produtos de mobilidade na Ásia e na América Central e do Sul, a Honda introduzirá novos produtos de forma mais agressiva, aproveitando recursos altamente competitivos que possui na Índia e na China. A Honda se diferenciará dos concorrentes emergentes com suas tecnologias próprias e inovadoras, como o Honda E-Clutch.
 

Estabelecimento do sistema e da capacidade de produção:

Na Índia, que é o maior mercado para o negócio de motocicletas da Honda, a empresa planeja expandir sua capacidade anual de produção dos atuais 6,25 milhões de unidades para aproximadamente 8 milhões de unidades até 2028. As operações de produção da Honda na Índia também continuarão a evoluir como um polo exportador para mercados globais, incluindo América Central e do Sul e a ASEAN (Associação de Nações do Sudeste Asiático).
 

Motocicletas elétricas:

A Honda monitorará de perto as mudanças na demanda dos clientes e nas regulamentações ambientais em cada país e adotará uma abordagem flexível e ágil para lançamentos de produtos e estabelecimento das operações de produção.
 

5. Estratégia Financeira

Nos próximos três anos, a Honda focará em reconstruir a estrutura de negócios de automóveis. Depois, nos dois anos seguintes, com base na estrutura de negócios reconstruída, a Honda lançará novos produtos de forma flexível e ágil, colocando seu negócio automotivo em uma trajetória de crescimento adicional.

Até a conclusão do ano fiscal em 31 de março de 2029, as perdas relacionadas a veículos elétricos serão resolvidas. 

Combinado com o avanço da transformação estrutural e o aprimoramento da linha de novos produtos, espera-se que a lucratividade do negócio de automóveis Honda melhore substancialmente. 

Ao ampliar ainda mais isso com o crescimento dos nossos negócios de motocicletas e serviços financeiros, que já possuem uma lucratividade sólida, a Honda buscará alcançar um lucro operacional no ano fiscal superior a 1,4 trilhão de ienes, atingindo um recorde histórico. 

No ano fiscal que se encerrará em 31 de março de 3031, a Honda buscará alcançar sua meta de longa data de ROIC (Retorno sobre o Capital Investido) de 10%.
 

Alocação de capital:

Durante o período de três anos até a conclusão do ano fiscal em 31 de março de 2029, a Honda irá realocar os recursos que havia programado para investir em veículos elétricos em veículos híbridos e controlar investimentos relacionados a veículos elétricos em um nível de aproximadamente 0,8 trilhão de ienes. 

A Honda investirá 1,0 trilhão de ienes em tecnologias de software e 4,4 trilhões de ienes em veículos a gasolina e híbridos, resultando em um investimento total de 6,2 trilhões de ienes durante este período de 3 anos.
 

Quanto ao fluxo de caixa operacional após ajustes de P&D, a Honda espera gerar mais de 7 trilhões de ienes, excluindo perdas relacionadas a veículos elétricos, já que seu negócio automotivo retornará à lucratividade e o negócio de motocicletas mantém sua capacidade de geração de caixa.
 

Esse fluxo de caixa permitirá que a Honda continue fazendo investimentos enquanto gera retornos para os acionistas. Na conclusão do ano fiscal em 31 de março de 2030, a Honda avaliará cuidadosamente as tendências de demanda por veículos elétricos e tomará decisões sobre investimentos em veículos elétricos. A Honda irá melhorar ainda mais a eficiência dos investimentos ao aproveitar proativamente recursos externos sem se concentrar excessivamente na internalização dos recursos.
 

Retornos para os acionistas:

A Honda manterá pagamentos de dividendos estáveis e contínuos, com um DOE alvo de 3%.
 

6. Avanço adicional da governança corporativa:
Para assegurar a execução consistente de cada estratégia de negócios e permitir uma tomada de decisão ousada e transparente, a companhia irá reavaliar sua estrutura de governança corporativa. Especificamente, além de revisar a composição do Conselho de Administração para garantir que a maioria dos conselheiros seja independente (externa), a companhia irá revisar a composição de cada comitê e aprimorar o modelo geral de governança e o funcionamento do Conselho.


Sobre a Honda no Brasil: Em 1971, a Honda iniciava no Brasil as vendas de suas primeiras motocicletas importadas. Cinco anos depois, era inaugurada a fábrica da Honda Motos, em Manaus. Em 2026, a unidade completa 50 anos em operação e soma mais de 32 milhões de unidades produzidas, com destaque para a CG, o veículo mais vendido do Brasil que também chega ao seu cinquentenário ano de produção, reforçando seu legado como símbolo de mobilidade no país. 


A fábrica ainda é responsável pela produção de motores estacionários que integram a linha de Motores e Máquinas, também composta por motobombas, roçadeiras, geradores e cortadores de grama. Para facilitar o acesso aos produtos da marca, em 1981 nasceu o Consórcio Honda, administradora de consórcios que há 45 anos é referência no mercado nacional, que faz parte da estrutura da Honda Serviços Financeiros, também composta pela Seguros Honda e o Banco Honda. 


Dando continuidade à trajetória de crescimento, em 1992 chegavam ao Brasil os primeiros automóveis Honda importados e, pouco tempo depois, em 1997 a Honda Automóveis do Brasil iniciava a produção, em Sumaré (SP). 


A segunda planta de automóveis da marca, construída na cidade de Itirapina (SP), foi inaugurada em 2019 e concentra, atualmente, toda produção dos modelos locais, enquanto a unidade de Sumaré se consolida como centro de produção de motores e componentes, desenvolvimento de produtos, estratégia e gestão dos negócios do grupo Honda. 


Atualmente, mais de 2,5 milhões de automóveis da marca já foram produzidos em solo nacional. Durante esses anos, a empresa também inaugurou Centros Educacionais de Trânsito, de Treinamento Técnico, de Distribuição de Peças e de Pesquisa & Desenvolvimento. Estruturou uma rede de concessionárias hoje composta por aproximadamente 1.300 endereços. 


Em 2014, em uma iniciativa inédita no segmento, a Honda inaugurou seu primeiro parque eólico do mundo, na cidade de Xangri-Lá (RS). O empreendimento supre toda a demanda de energia elétrica das plantas de automóveis no interior de São Paulo e do escritório na capital paulista e já permitiu a produção de 1,1 milhão de carros com energia limpa, reduzindo os impactos ambientais das operações da empresa. Em 2015, a Honda Aircraft Company anunciou a expansão das vendas do HondaJet, o jato executivo mais avançado do mundo, para o Brasil.

 



Ford Pro anuncia o lançamento da nova van elétrica Transit City no Brasil, no segundo semestre, uma ferramenta de trabalho completa, que aposta no baixo custo operacional


A Ford Pro está investindo continuamente na ampliação e diversificação do seu portfólio de veículos. Depois de trazer as novas versões da Ranger com cabine simples, chassi cabine e cabine dupla com opção automática, anuncia o lançamento de mais um produto: a Transit City, van elétrica que chega ao Brasil e outros mercados da América Latina no segundo semestre de 2026.

Apresentada de forma quase simultânea na Europa, onde também iniciará a venda este ano, a Transit City é uma nova opção para os transportadores que precisam de um veículo elétrico com o tamanho e a configuração certa para rodar em zonas urbanas restritas. Ela foi desenvolvida para ser uma ferramenta de trabalho completa, que aposta no baixo custo operacional para maximizar a eficiência das frotas.

Seguindo a tradição da Ford, líder de veículos comerciais há 45 anos nos Estados Unidos e há dez anos na Europa, a nova van foi testada sob os padrões mais rigorosos para oferecer também grande robustez e durabilidade. Entre outras aplicações, ela tem como foco atender os segmentos de entrega de última milha, prestadores de serviços, manutenção e reparos, frotas municipais, concessionárias de serviços públicos, empreiteiras e transporte refrigerado.

“A Transit City faz parte da nossa estratégia de dar poder de escolha aos clientes, com o portfólio mais completo do segmento para oferecer o veículo ideal e otimizar o resultado do seu negócio”, diz Guillermo Lastra, diretor de Veículos Comerciais da Ford América Latina. “É um produto global que incorpora toda a experiência da nossa marca para quem precisa operar em zonas urbanas de baixas emissões com o máximo de eficiência.”

Mais informações do produto, como versões, conteúdo e preço, segundo a marca, serão divulgadas mais próximo do lançamento.

sábado, 16 de maio de 2026

Treinamento da Disney Destinations e Personal RGE reúne cerca de 50 agentes de viagens na Abav-RJ

 

Viviane Fernandes, diretora da Abav-RJ, Marcelo Siciliano, presidente da Abav-RJ, e Thais Ramos, gerente de Treinamentos da Disney Destinations (Foto divulgação ABAV-RJ)


A Disney Destinations e a operadora receptiva Personal RGE promoveram, ontem, um treinamento exclusivo para agentes de viagens, em parceria com a Abav-RJ. O encontro aconteceu no auditório da entidade, no Centro do Rio, e reuniu cerca de 50 profissionais do setor interessados em aprofundar conhecimentos sobre os produtos Disney e as novidades do Walt Disney World Resort, em Orlando.

O treinamento foi ministrado por Thais Ramos, gerente deTreinamentos da Disney Destinations, que apresentou detalhes sobre o complexo Disney em Orlando, formado por 25 hotéis distribuídos entre as categorias Econômico, Moderado, Luxo e Villas, além dos seis parques do destino: os parques temáticos Magic Kingdom, EPCOT, Hollywood Studios e Animal Kingdom, e os parques aquáticos Blizzard Beach e Typhoon Lagoon.

Durante a apresentação, Thais destacou os diferenciais de se hospedar dentro do complexo Disney.

“É importante explicar para o hóspede que, ficar hospedado no complexo, não é sobre preço, mas sim sobre o valor que está sendo entregue. Entre os benefícios oferecidos estão a entrada antecipada de 30 minutos nos parques temáticos todos os dias da estadia, transporte gratuito dentro do complexo, estacionamento gratuito nos parques e acesso gratuito a um parque aquático no dia do check-in”, explicou Thais Ramos.

A executiva também detalhou os principais parques temáticos do destino. O Magic Kingdom segue como o parque mais icônico da Disney, reunindo atrações clássicas, experiências imersivas e a atmosfera tradicional do universo Disney. 

O EPCOT vem ampliando sua proposta de inovação, tecnologia e experiências culturais, com novas áreas temáticas e atrações inspiradas em personagens e franquias da companhia. 

Já o Hollywood Studios mantém foco em experiências cinematográficas e atrações ligadas a grandes sucessos do entretenimento, enquanto o Animal Kingdom combina aventura, natureza e conservação ambiental em experiências imersivas e educativas.

Thais Ramos também explicou aos agentes as diferenças entre os tipos de ingressos disponíveis. O ingresso básico permite a visita a um parque por dia, enquanto o Park Hopper possibilita acessar os quatro parques temáticos em um único dia.

“O Park Hopper costuma ser mais indicado para visitantes que já conhecem o destino ou possuem pouco tempo disponível e desejam visitar atrações específicas em diferentes parques no mesmo dia”, ressaltou a executiva.

Além dos parques, o treinamento apresentou informações sobre o Disney Cruise Line, braço de cruzeiros da companhia, que atualmente conta com oito navios em operação e combina entretenimento, experiências temáticas e o padrão de atendimento Disney em roteiros marítimos por diferentes destinos internacionais.

Para o presidente da Abav-RJ, Marcelo Siciliano, ações como essa reforçam a importância da capacitação contínua dos agentes de viagens.

“O turismo está em constante transformação e o agente de viagens precisa estar cada vez mais preparado para oferecer informação qualificada e experiências completas aos clientes. Receber um treinamento da Disney Destinations, em parceria com a Personal RGE, agrega conhecimento, fortalece o relacionamento com o mercado e contribui diretamente para a valorização do profissional de turismo”, destacou o presidente.

Jeep Compass que mantém a liderança com tecnologia, capacidade off-road e segurança entre os SUVs médios em 2026. Modelo cresce 6% em relação ao acumulado do ano passado e já emplacou 18.325 unidades em 2026


O Jeep Compass segue como líder entre os SUVs médios em 2026. O modelo, que foi o C-SUV mais vendido dos últimos 9 anos no país, foi também o mais vendido da categoria em abril, com 4.219 emplacamentos, mantendo a liderança entre os SUVs médios no Brasil. 

O Jeep Compass atua em uma categoria altamente competitiva e se mantém na liderança, mesmo com a chegada de novos concorrentes. Com uma gama com muita tecnologia e potência, combina alta performance, tecnologia, segurança e capacidade off-road inigualável em sua categoria. O Compass ainda conta com o aclamado motor Hurricane, que tem agora uma versão flexfuel com 272 cv, ainda mais conectada ao mercado e aos clientes brasileiros.   

Em um mês que contou com a chegada dos novos Renegade e Commander com tecnologia MHEV, a Jeep emplacou 8.528 unidades, chegando a 35.774 emplacamentos nos quatro primeiros meses de 2026. 

 



Jeep revela conceitos do interior do Novo Jeep Avenger. Tecnologia, cuidado com a escolha dos materiais e uma assinatura luminosa inédita


 

As primeiras imagens internas do Novo Jeep Avenger revelam interior pensado para encantar à primeira vista. Com um foco direcionado à ergonomia e conforto, a riqueza dos materiais e o cuidado nos acabamentos criam uma atmosfera envolvente, onde cada detalhe traduz qualidade, personalidade e um novo olhar sobre sofisticação no segmento.
 

Formas, texturas e a assinatura luminosa marcantes, combinados com harmonia, percorrem o interior com elegância e modernidade. A iluminação valoriza o design e reforça a identidade sofisticada do modelo, elevando o patamar do segmento e transformando o ambiente a bordo em algo verdadeiramente único.
 

Tecnologias intuitivas, conforto e uma ambientação acolhedora, o Novo Avenger chegará com um espaço interno onde a inovação, a emoção e refinamento se encontram.

100% elétrico e GTI: Novo ID. Polo GTI estreia nas 24h de Nürburgring. • GTI de uma nova era: o ID. Polo GTI é o primeiro modelo totalmente elétrico na história a utilizar a famosa sigla. Com 226 cv (166 kW), o novo ID. Polo GTI acelera de 0 a 100 km/h em 6,8 segundos e tem dinâmica precisa em curvas. Tecnologia com esportividade: o ID. Polo GTI traz de série diferencial dianteiro controlado eletronicamente, chassi adaptativo DCC, rodas de liga leve de 19 polegadas, bancos esportivos premium e faróis de matriz LED IQ.LIGHT. Novo perfil GTI: sistemas de tração e chassi são ativados no modo dinâmico com o toque de um botão, e o cockpit também muda para um esquema de cores e gráficos exclusivos. A bateria de 52 kWh do ID. Polo GTI oferece autonomia de 424 km, de acordo com o padrão WLTP.

 


Nürburgring (Alemanha), maio de 2026 – O GTI para uma nova era: 50 anos após a estreia do primeiro carro com a icônica sigla, a Volkswagen apresenta agora o primeiro modelo totalmente elétrico com o famoso emblema: o Novo ID. Polo GTI. Com 226 cv (166 kW) de potência, o esportivo acelera de 0 a 100 km/h em 6,8 segundos. E, apesar de ser um autêntico GTI, o modelo continua sendo versátil para o uso diário.

Assim como no primeiro GTI de 1976, a tração do novo ID. Polo GTI também é dianteira. E por ser um carro elétrico, o torque de 29,6 kgfm (290 Nm) é instantâneo. Com isso, o modelo é equipado com o diferencial dianteiro controlado eletronicamente. A estreia mundial do ID. Polo GTI aconteceu hoje, sexta-feira (15), durante a tradicional corrida das 24 horas de Nürburgring.

GTI puro em todos os aspectos

Com seu design exclusivo, características GTI e tração dianteira, o ID. Polo GTI dá continuidade ao legado do primeiro Golf GTI de 1976. Essas características únicas foram reinterpretadas no visual e tecnicamente. Além do diferencial dianteiro, o equipamento técnico de série inclui a suspensão esportiva adaptativa DCC e a direção progressiva desenvolvida especialmente para o GTI.

Outra novidade é o perfil de condução GTI, ativado por um botão no volante esportivo. Todos os sistemas de tração e chassi são alterados para o máximo de esportividade com um único clique. O cockpit também muda para um esquema de cores e gráficos exclusivo.


Bateria de 52 kWh e carregamento DC

O sistema de tração APP290 é responsável pela propulsão do ID. Polo GTI. Este sistema é alimentado pela bateria de níquel-manganês-cobalto (NMC) com capacidade de 52 kWh. Dessa forma, a autonomia é de até 424 km (WLTP) e o carro pode ser carregado em estações DC com até 105 kW. Graças a uma curva de carga especialmente constante, a bateria pode ser carregada de 10 a 80% em cerca de 24 minutos em uma estação de carregamento rápido de corrente contínua.

Um GTI à primeira vista


Um GTI da Volkswagen tem um design específico e atemporal, com proporções. O novo ID. Polo GTI segue essa tradição. 

Em termos de desenho da carroceria, o modelo segue a nova linguagem de design Volkswagen Pure Positive, criando um compacto esportivo com rodas de liga leve de 19 polegadas. A icônica faixa vermelha é um traço distintivo na frente, servindo como marca registrada desta linha esportiva desde o primeiro Golf GTI. No ID. Polo GTI, a faixa se estende por quase toda a largura da dianteira, com um logo GTI 3D incorporado à esquerda.


A silhueta do ID. Polo GTI é única. Ela revela o elemento de design Volkswagen mais conhecido: a coluna C larga e inspirada no primeiro Golf. Um outro elemento importante é o ombro da janela em linha reta, e a traseira também tem um design marcante: como característica única, o GTI é equipado com um spoiler de teto dividido no meio. O design de iluminação é caracterizado pela tecnologia IQ.LIGHT de série nas lanternas, cada um com dois elementos LED tridimensionais externos.

Interior GTI


Vermelho e preto dominam o interior do ID. Polo GTI. As cores aparecem em vários elementos da cabine, incluindo o contraste de costura vermelha no novo volante esportivo e a marcação vermelha incorporada na borda do volante às 12 horas. Uma faixa vermelha estreita também se estende por toda a largura do painel. O revestimento dos bancos traz um tecido que reinterpreta o lendário xadrez tartan dos modelos GTI históricos.

Assim como no ID. Polo, o novo GTI elétrico tem um painel digital que traz um aceno ao passado. A tela tem 10,25 polegadas e oferece diferentes visualizações, incluindo um display no estilo do que era utilizado no primeiro Golf e em tantos clássicos brasileiros da marca nos anos 1980 e 1990. Já a central multimídia é ainda maior, com 12,9 polegadas e conta com toda a conectividade necessária nos tempos atuais. Se o visual retrô estiver ativo, a multimídia também passa a ter ícones com essa temática – por exemplo, as músicas são mostradas como uma fita cassete.

Esportivo e espaçoso

O ID. Polo GTI segue a receita de ser compacto, mas espaçoso. Os passageiros têm 19 mm a mais de espaço no interior. O volume do porta-malas é maior que o de diversos carros maiores, com 441 litros de capacidade. Com os bancos traseiros rebatidos, a capacidade de carga aumenta para 1.240 litros. Com capacidade de reboque de até 1,2 toneladas, esse esportivo compacto também pode puxar motocicletas em um reboque.


Connected Travel Assist com reconhecimento de semáforos

Graças ao MEB+ e ao software mais recente, o ID. Polo GTI vem com sistemas de assistência de última geração de série. O Connected Travel Assist pode detectar semáforos vermelhos e frear automaticamente o veículo até a parada dentro dos limites do sistema. Outra novidade é a direção com um único pedal, permitindo que o motorista utilize apenas o acelerador para conduzir o veículo.


Ficha técnica ID. Polo GTI

Plataforma e Tração: MEB+, tração dianteira

Potência: 166 kW (226 CV)

Velocidade máxima: 175 km/h

0–100 km/h: 6,8 segundos

Capacidade da bateria (líquida): 52 kWh

Potência de carregamento DC (máx.): 105 kW

Autonomia WLTP: até 424 km

Comprimento/Largura/Altura/Distância entre-eixos: 4.096/1.816/1.513/2.599 mm

Peso em ordem de marcha: 1.540 kg

Coluna Fernando Calmon



Coluna Fernando Calmon



Nº 1.401 — 16/5/2026




Dia do Automóvel traz alento

em melhorar segurança viária


A data é uma referência ao dia 13 de maio de 1886. Neste dia, o alemão Karl Benz patenteou o que é considerado o primeiro automóvel “útil” do mundo. Tratava-se de um triciclo apresentado em janeiro daquele ano e patenteado em maio. Por coincidência, em 13 de maio também se celebra o Dia do Automóvel e da Estrada de Rodagem, instituído pelo presidente Getúlio Vargas, em 1934. A data marca a inauguração da primeira autoestrada do Brasil: a rodovia Rio-Petrópolis.

Por outra coincidência, o Diário Oficial publica no mesmo 13 de maio a lei aprovada na véspera pelo Congresso que instituiu a renovação automática da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Aplica-se aos motoristas que não cometeram infrações de trânsito nos 12 meses anteriores. Entretanto, aqueles com mais de 50 anos e menos de 70 só se beneficiam uma única vez. A regra não alcança quem tem mais de 70 anos.

Manteve-se corretamente a obrigatoriedade de exames médicos de aptidão física e mental, além de avalição psicológica, para a renovação da CNH com preço público a ser fixado pela Senatran (antes conhecida por Denatran).

Também neste mês de maio o governo de São Paulo anunciou um plano de segurança viária com o objetivo de reduzir pela metade o número de mortos (19.000 salvos) no trânsito até 2030. As medidas incluem, entre outras, identificação de locais críticos para direcionar investimentos, maior uso de tecnologia na fiscalização (mais radares) e aperto sobre comportamentos de risco (celular ao volante e, se beber, não dirija). A taxa de óbitos tem diminuído no Estado: em 2025 foi de 13,24 por 100 mil habitantes, contra 14,24 em 2015.


Sonic chega em boa hora para a Chevrolet


Ter um SUV a mais na linha está na direção correta de um mercado dominado por esse tipo de carroceria com cerca de 45% de participação em média. Em especial quando os sedãs pequenos representam vendas minguadas e os hatches, apesar de mais baratos, terem perdido espaço.

Colocado entre Onix e Tracker dentro da linha Chevrolet, o Sonic terá rivais de peso que vão do Tera, Pulse, Kardian a outros modelos como Nivus, Fastback ou Tiggo 5x Pro. Seu preço é competitivo. A GM o classifica como SUV cupê, embora existam controvérsias válidas a respeito.

O longo defletor de teto, na parte traseira, prejudica a classificação de um SUV “acupezado”. Em compensação a parte traseira chama atenção pelas lanternas interligadas com iluminação tracejada. Parte frontal é que mais agrada com iluminação em três níveis e discretos faróis de neblina na parte mais baixa do para-choque, tudo de LED.

A cor preta aparece em destaque na grade do radiador (estreia a nova “gravata-borboleta” da marca), nos arcos e nas rodas de 17 pol. (versão RS), carcaças dos espelhos, no rack de teto (funcional) e para-choque traseiro. Tudo dentro do figurino da moda, inclusive os 200 mm de vão livre do solo.

O interior típico da marca com os mesmos bancos do Onix, traz materiais agradáveis ao toque em poucos locais. Tela multimídia de 11 pol. com conexão sem fio Android Auto e Apple CarPlay, wi-fi nativo e assistência OnStar.

Há duas portas USB-A. Espaço no banco traseiro é razoável para dois adultos e uma criança, compatível com os 2.551 mm de entre-eixos. Demais dimensões (mm): comprimento, 4.230; largura, 1.770 (2.068 com espelhos); altura, 1.530. Bom porta-malas de 392 L.

Mecanicamente, sem novidades: motor (igual ao do Tracker), turbo flex de 1 L, 115 cv (E/G), 18,9 kgf·m (E/G). Câmbio automático, seis marchas. A fábrica indica aceleração 0 a 100 km/h “na casa dos 10 s”. Consumo padrão Inmetro (km/L): urbano, E/G, 8,4/12,1; estrada, 10,4/14,8. Apresentação foi estática para o Brasil e mercados da América do Sul. Primeiras impressões só dia 27 próximo.

Sonic já está nas concessionárias e os preços promocionais (ainda sem data para o término) são de R$ 129.990, versão Premier e R$ 135.990, versão RS. Depois, ambos os modelos subirão R$ 5.000. 


Golf GTI: 50 anos de uma lenda


Globalmente é o pilar de uma dinastia. Até no País a sigla também foi usada no Gol e Parati. Meio século depois de lançado na Alemanha, a VW do Brasil montou uma estratégia de exclusividade ao trazer as primeiras 85 unidades importadas da série especial comemorativa. E já anunciou um segundo lote também destinado aos clientes que sejam proprietários de qualquer versão esportiva do grupo alemão. Oficialmente, no total, serão apenas 500 unidades. Preço: R$ 430.000.

No autódromo Velocità, em Mogi das Cruzes (SP), a 180 km da capital paulista, coloquei à prova o desempenho desta série especial que entrega 245 cv, 37,7 kgf·m, tem câmbio automatizado de sete marchas. A pista de 3.493 m de extensão, 13 curvas, em subidas e descidas, foi travada com alguns cones para diminuição de velocidade. Curvas são de média e baixa velocidade, além de um traçado bastante exigente para os freios.

Ainda assim, sempre uma emoção renovada. O Golf é um automóvel bem equilibrado, sem tendência excessiva de subesterço, respostas ao volante de grande precisão e freios com potência que transmitem confiança. Desenhado pelo italiano Giorgetto Giugiaro, da Italdesign, em 1974, chamava atenção não apenas pelo conjunto harmônico. As colunas traseiras largas eram — e são — sua marca registrada até hoje. Começou importado do México de 1994 a 1988, produzido no Paraná de 1999 a 2013 (quarta geração) e de 2015 a 2020 (sétima geração).

O Golf GTI Edition 50, de 325 cv, agora em maio, recuperou o título de carro de tração dianteira mais rápido no trecho norte (o mais longo, 20,8 km) do autódromo alemão de Nürburgring, conhecido como Inferno Verde.


Produção em abril continuou a subir


Os números informados pela Anfavea foram positivos: 225,8 mil unidades, alta de 2,4% sobre abril de 2025. Mais convincentes são os resultados do primeiro quadrimestre que somaram 872,6 mil veículos leves e pesados e superaram em 4,9% o mesmo período do ano passado, mesmo com dois dias úteis a menos. Exportações em queda impediram resultados melhores dos fabricantes nacionais. As 142,4 mil unidades mostraram um recuo de 16,9% sobre o primeiro terço do ano passado. Argentina, maior cliente do Brasil, encolheu 30%.

Uma referência alentadora apontada por Igor Calvet, presidente da associação, foi o crescimento de 15,6% dos veículos de fabricação nacional. Houve um recuo praticamente simbólico dos importados, mesmo sem haver garantia de que o cenário permaneça assim até o final do ano: participação nas vendas de veículos do exterior no primeiro quadrimestre foi de 19,7% em 2025 e de 19,2% em 2026.

Este resultado, porém, não desanimou a Abeifa (Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores) que tem apenas nove marcas associadas, sendo somente duas com produção nacional: BYD (Bahia) e JLR (Rio de Janeiro).

Em razão da base comparativa muito baixa, os percentuais de crescimento são obviamente elevados. Registraram-se 63,5 mil unidades de janeiro a abril de 2026, crescimento de 65,3% frente às 38,4 mil registradas no mesmo período de 2025. Mas aquele volume representou parcela tímida de 9% do total comercializado de veículos leves.

Outra estatística, desta vez do estudo anual do Sindipeças, mostrou um cenário só um pouco menos preocupante quanto à idade média da frota real circulante (veículos leves e pesados) no País. Em 2025 foi de 11 anos, enquanto em 2024, 10 anos e 11 meses.

Especificamente, no caso de automóveis, o resultado estatístico demonstrou que a frota envelheceu mais do que a média: subiu de 11 anos e 2 meses para 11 anos e cinco meses. Os três meses acima da média contrastam com as mesmas referências para os comerciais leves (manteve-se em oito anos e 11 meses), caminhões (só um mês mais velhos, 12 anos e 3 meses) e ônibus (ligeira melhora de 11 anos e quatro meses para 11 anos e três meses). 

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Ressalva na coluna da semana passada: Balanço geral de vendas em 2027 poderá ficar acima do previsto no começo deste ano tanto pela Anfavea quanto pela Fenabrave. (Correto: 2026).


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