Pesquisar este Blog do Arnaldo Moreira

segunda-feira, 1 de junho de 2026

Mercado de blindagem acelera e abre espaço para nova geração de veículos eletrificados. Dados da Abrablin revelam crescimento de 24,6% nas blindagens e mostram híbridos e elétricos ganhando protagonismo entre os veículos protegidos no Brasil

Os veículos blindados vivem uma nova fase no Brasil. Dados divulgados pela Associação Brasileira de Blindagem (Abrablin) apontam crescimento de 24,6% no número de blindagens automotivas no país e mostram uma mudança importante no perfil do setor, impulsionada pelo avanço dos SUVs eletrificados, pela evolução tecnológica da blindagem e pela procura por veículos que unam segurança, conforto e tecnologia.

Entre os destaques do levantamento aparece a GWM Brasil, que entrou pela primeira vez entre as marcas mais blindadas do país, reforçando o crescimento dos híbridos e elétricos dentro do segmento. 

O movimento acompanha uma transformação do próprio mercado automotivo brasileiro, que passou a integrar eletrificação, conectividade, experiência de condução e soluções de segurança em um mesmo ecossistema de mobilidade.

Segundo Letícia Ribeiro, diretora de Blindados do Grupo Toriba, o crescimento da blindagem acompanha um consumidor cada vez mais atento à integração entre inovação e proteção. 

“A blindagem deixou de carregar aquela percepção antiga de veículo excessivamente pesado ou com perda significativa de performance. Hoje o setor trabalha com materiais mais leves, de alta tecnologia e aplicações muito mais inteligentes, preservando conforto, dirigibilidade e a experiência de condução do carro”, afirma.

Letícia destaca que a evolução tecnológica também contribuiu para ampliar o interesse por SUVs híbridos e elétricos preparados para blindagem, especialmente em marcas que já nasceram conectadas a uma proposta mais tecnológica. 

“O consumidor passou a enxergar a blindagem como parte da experiência do veículo. Existe uma procura crescente por modelos que conciliem tecnologia embarcada, eficiência energética, conforto e segurança, principalmente entre SUVs eletrificados”, explica.

Outro ponto que ganhou relevância no mercado é a preocupação com processos homologados e alinhados às especificações das montadoras. Segundo Letícia Ribeiro, a qualidade da blindagem está diretamente ligada à escolha de parceiros especializados e à execução correta de cada etapa técnica. 

“Quando a blindagem é realizada com empresas homologadas e seguindo rigorosamente os critérios técnicos das fabricantes, é possível preservar características estruturais, eletrônicas e de acabamento do veículo, mantendo os padrões de segurança e qualidade esperados pelo consumidor, além de manter o tempo de garantia original da montadora”, diz.

A evolução dos materiais também ajudou a transformar a percepção sobre os carros blindados. Hoje, a estrutura utiliza soluções mais modernas e leves, com aplicação de aço concentrada apenas em áreas estratégicas e uso de mantas balísticas avançadas em grande parte da carroceria. O resultado é um veículo mais equilibrado em desempenho, estabilidade e conforto.

Sobre o Grupo Toriba

Com 65 anos de história, o Grupo Toriba é referência no setor automotivo e integra o Grupo Unipetro, holding com atuação nos segmentos de distribuição de óleo diesel, querosene e lubrificantes. 

Presente em diversas cidades do estado de São Paulo, representa marcas consolidadas como Volkswagen, Honda, Renault, Volvo, Citroën, Peugeot e Jeep, além de fabricantes globais em expansão, como GWM, Omoda & Jaecoo e Leapmotor. 

Ao todo, são 19 operações voltadas à comercialização de veículos zero-quilômetro, seminovos certificados e carros por assinatura, além de serviços com atendimento personalizado. Com mais de mil colaboradores, o grupo reúne tradição e inovação em sua atuação no mercado de mobilidade no Brasil. @grupotoriba Os veículos blindados vivem uma nova fase no Brasil. 

Dados divulgados pela Associação Brasileira de Blindagem (Abrablin) apontam crescimento de 24,6% no número de blindagens automotivas no país e mostram uma mudança importante no perfil do setor, impulsionada pelo avanço dos SUVs eletrificados, pela evolução tecnológica da blindagem e pela procura por veículos que unam segurança, conforto e tecnologia.

Entre os destaques do levantamento aparece a GWM Brasil, que entrou pela primeira vez entre as marcas mais blindadas do país, reforçando o crescimento dos híbridos e elétricos dentro do segmento. 

O movimento acompanha uma transformação do próprio mercado automotivo brasileiro, que passou a integrar eletrificação, conectividade, experiência de condução e soluções de segurança em um mesmo ecossistema de mobilidade.

Segundo Letícia Ribeiro, Diretora de Blindados do Grupo Toriba, o crescimento da blindagem acompanha um consumidor cada vez mais atento à integração entre inovação e proteção. 

“A blindagem deixou de carregar aquela percepção antiga de veículo excessivamente pesado ou com perda significativa de performance. Hoje o setor trabalha com materiais mais leves, de alta tecnologia e aplicações muito mais inteligentes, preservando conforto, dirigibilidade e a experiência de condução do carro”, afirma.

Letícia destaca que a evolução tecnológica também contribuiu para ampliar o interesse por SUVs híbridos e elétricos preparados para blindagem, especialmente em marcas que já nasceram conectadas a uma proposta mais tecnológica. 

“O consumidor passou a enxergar a blindagem como parte da experiência do veículo. Existe uma procura crescente por modelos que conciliem tecnologia embarcada, eficiência energética, conforto e segurança, principalmente entre SUVs eletrificados”, explica.

Outro ponto que ganhou relevância no mercado é a preocupação com processos homologados e alinhados às especificações das montadoras. Segundo Letícia Ribeiro, a qualidade da blindagem está diretamente ligada à escolha de parceiros especializados e à execução correta de cada etapa técnica. 

“Quando a blindagem é realizada com empresas homologadas e seguindo rigorosamente os critérios técnicos das fabricantes, é possível preservar características estruturais, eletrônicas e de acabamento do veículo, mantendo os padrões de segurança e qualidade esperados pelo consumidor, além de manter o tempo de garantia original da montadora”, diz.

A evolução dos materiais também ajudou a transformar a percepção sobre os carros blindados. Hoje, a estrutura utiliza soluções mais modernas e leves, com aplicação de aço concentrada apenas em áreas estratégicas e uso de mantas balísticas avançadas em grande parte da carroceria. O resultado é um veículo mais equilibrado em desempenho, estabilidade e conforto.

Sobre o Grupo Toriba
Com 65 anos de história, o Grupo Toriba é referência no setor automotivo e integra o Grupo Unipetro, holding com atuação nos segmentos de distribuição de óleo diesel, querosene e lubrificantes. 

Presente em diversas cidades do estado de São Paulo, representa marcas consolidadas como Volkswagen, Honda, Renault, Volvo, Citroën, Peugeot e Jeep, além de fabricantes globais em expansão, como GWM, Omoda & Jaecoo e Leapmotor. 

Ao todo, são 19 operações voltadas à comercialização de veículos zero-quilômetro, seminovos certificados e carros por assinatura, além de serviços com atendimento personalizado. Com mais de mil colaboradores, o grupo reúne tradição e inovação em sua atuação no mercado de mobilidade no Brasil. @grupotoriba 



BYD registra mais um recorde histórico no Brasil, ultrapassa 21 mil veículos emplacados em maio e alcança o Top 4 do mercado pela primeira vez. Greentech termina na liderança de vendas no varejo pelo segundo mês seguido. BYD Dolphin Mini completa o quarto mês na liderança isolada de vendas no varejo. BYD faz história e tem 3 dos 5 veículos mais vendidos no varejo

 

Créditos: Emerson Lima

 

01/06/2026 – A BYD encerrou maio de 2026 atingindo uma marca inédita e histórica: 21.704 modelos emplacados no Brasil e 8,5% de market share no mercado automotivo nacional. Com isso, alcançou, pela primeira vez, a quarta posição no ranking geral de vendas no Brasil


Essa ascensão ao pelotão da frente do mercado brasileiro é um dos capítulos mais impressionantes e disruptivos de toda a história da indústria automotiva, já que, tratando-se de velocidade de crescimento, nada parecido com o que a BYD está fazendo ocorreu na era moderna do mercado automotivo nacional.

 

"Me lembro que, logo antes de lançar o BYD Dolphin no Brasil, havíamos encerrado o mês de maio de 2023 com um total de 390 carros vendidos no país. Ou seja, em apenas três anos, as vendas mensais da marca cresceram cerca de 5.500%, ficando quase 56 vezes maiores e saltando de 390 veículos em maio de 2023 para quase 22 mil veículos em maio de 2026. Isso sem contar que nos consolidamos, pelo segundo mês consecutivo, como líderes no varejo automotivo nacional. Parece inacreditável, mas é a velocidade BYD”, celebra Alexandre Baldy, Vice-Presidente Sênior da BYD do Brasil e Head de Marketing e Comercial da BYD Auto.
 

Fonte: BYD Auto Brasil


A greentech entregou os primeiros carros de passeio no Brasil há apenas quatro anos e agora já se consolida, mês após mês, na briga no topo do ranking geral (que inclui tanto vendas para pessoas físicas quanto frotistas e locadoras) e desbanca, uma após a outra, empresas com décadas de atuação no País.

 

Nenhuma marca antes escalou do zero ao quarto lugar em período tão curto de tempo. Os números falam por si: A BYD demorou cerca de 32 meses, entre abril de 2022 e dezembro de 2024, para atingir 10 mil veículos vendidos no Brasil. E agora, apenas 17 meses depois, superou a marca de 21 mil veículos emplacados pela primeira vez em um único mês. Essa curva agressiva de crescimento jamais havia ocorrido no País.
 

“O brasileiro, infelizmente, se acostumou a pagar caro para receber o mínimo. A BYD veio para mudar esse jogo, entregando inovação, tecnologia e conforto mesmo em seus modelos de entrada de cada segmento. O consumidor percebeu e está alicerçando o nosso crescimento e nos deixando cada vez mais perto de alcançar a nossa meta de chegar à liderança geral do mercado nacional brasileiro até 2030”, afirma Alexandre Baldy.

 

Um fenômeno ainda mais representativo quando se observa que a BYD alcançou essa posição vendendo exclusivamente veículos 100% elétricos e híbridos plug-in. “O mercado tradicional dizia que a eletrificação no Brasil demoraria décadas para ganhar volume. Estavam errados.


Modelos como o BYD Dolphin Mini, a família Song e o BYD King provaram o contrário ao entregar um nível de tecnologia embarcada totalmente diferenciado, com sofisticação, sem descuidar dos preços competitivos”, salienta Fábio Lage, diretor comercial da BYD do Brasil.

 

O movimento da BYD está reescrevendo os manuais de economia e engenharia automotiva brasileira. Afinal, uma marca entrante, focada em uma tecnologia disruptiva e sustentável, está atropelando montadoras centenárias e assumindo o protagonismo do mercado brasileiro em tempo recorde.

 

A fábrica em Camaçari, na Bahia, é mais um passo estratégico nos planos de crescimento. Desde outubro do ano passado, quando foi inaugurada, cerca de 70 mil modelos do BYD Dolphin Mini, BYD King e BYD Song Pro já foram produzidos. A empresa também avança nas obras para inaugurar, em breve, os prédios de estamparia, soldagem e pintura para começar a produção completa dos veículos em solo nacional.


O avanço da operação brasileira acontece em um momento de forte expansão tecnológica da companhia, que recentemente anunciou o desenvolvimento de seu próprio chip automotivo de 4 nanômetros para direção inteligente, ampliando sua liderança em áreas estratégicas como baterias, softwares, semicondutores e veículos eletrificados.
 

NO VAREJO, A BYD CONTINUA DANDO AS CARTAS COM LIDERANÇA E TRÊS MODELOS NO TOP 5

A BYD encerrou o mês de maio na liderança do varejo automotivo brasileiro pelo segundo mês consecutivo, com 16.883 veículos licenciados e 14% de participação de mercado, consolidando sua posição como a marca que mais vende diretamente ao consumidor final no país. Além disso, tem três modelos posicionados entre os cinco mais vendidos do Brasil.
 

Fonte: BYD Auto Brasil

 

A posição de liderança incontestável reforça a capacidade de conectar o portfólio às necessidades do mercado brasileiro. Destaque para o BYD Dolphin Mini, que manteve seu protagonismo em maio ao liderar pelo quarto mês consecutivo o ranking de carros no varejo. Foram 6.478 unidades licenciadas no período, desempenho que representou 38,4% das vendas da marca. O BYD Dolphin Mini sozinho representa mais de 5% do mercado no varejo.

 

O desempenho da BYD em maio ainda foi impulsionado por modelos que vêm conquistando cada vez mais espaço em diferentes segmentos. O BYD Dolphin alcançou a terceira colocação entre os modelos mais vendidos, com 4.163 unidades licenciadas. Já a família Song ocupou a quinta posição do ranking, com 4.029 unidades.

 

“Liderar o varejo nacional com três modelos entre os cinco mais vendidos não é coincidência, é o resultado de um desafio que colocamos para os nossos times todos os dias: entender o que o brasileiro precisa e entregar isso com tecnologia acessível. Chegamos ao Brasil há mais de 10 anos com os ônibus elétricos, depois começamos a produzir painéis solares e, por último, vieram os carros de passeio. Nosso compromisso com o país é de longo prazo”, destaca Baldy.

 

Fonte: BYD Auto Brasil

 

MAIS DO QUE RANKINGS, UMA MARCA EM CONSOLIDAÇÃO DE LIDERANÇA

Os resultados de maio reforçam uma tendência que vem se consolidando ao longo dos últimos anos: a consolidação inegável da relevância da BYD na indústria automotiva nacional. 
 

A liderança no varejo, a presença entre as principais marcas do mercado geral e o desempenho de seus modelos mostram uma empresa que continua ampliando sua participação e fortalecendo sua relação com os consumidores.

 

Em um mercado cada vez mais competitivo, a BYD segue transformando inovação em resultados concretos, consolidando seu posicionamento como a principal protagonista da nova mobilidade no Brasil.
 

“Mais do que um resultado de vendas expressivo, o desempenho da BYD reflete a consolidação de uma estratégia construída a partir da dedicação de um time alinhado à tecnologia, inovação e proximidade com o consumidor. Hoje é quase impossível não encontrar um modelo BYD em cada esquina do País e isso demonstra que a marca vem conseguindo cumprir o seu papel de fazer a eletrificação deixar de ser uma tendência de nicho para se tornar uma escolha concreta para milhares de brasileiros”, conclui Tyler Li, presidente da BYD Brasil.
 

RETOMADA GLOBAL

No cenário global, a BYD manteve seu forte ritmo em maio de 2026, alcançando a marca de 383.453 veículos vendidos no mês, sendo 160.177 unidades para mercados fora da China.

 

No acumulado de janeiro a maio, o Grupo BYD já soma 1,4 milhão de veículos comercializados, ultrapassando a impressionante marca de 16,5 milhões de veículos eletrificados vendidos globalmente desde o início de suas operações.

Coluna de Aviação VAMOS VOAR PELO MUNDO // Azul recebe primeira aeronave de contrato com a Airbus para entrega de 11 novos A330neo // GOL lança voos diretos entre Porto Alegre e Foz do Iguaçu em 2 de julho // Azul inicia venda para novos voos entre Mossoró (RN) e Recife (PE) // Aeroporto de Goiânia é eleito um dos três melhores do mundo para conexões

Azul recebe primeira aeronave de contrato com a Airbus para entrega de 11 novos A330neo

Primeira aeronave da nova geração de widebodies será entregue em maio, diretamente da fabricante, marcando um novo momento de solidez e eficiência para a companhia aérea
São Paulo, maio de 2026 – A Azul, maior companhia aérea do Brasil em número de cidades atendidas e rotas domésticas diretas, anuncia a chegada da primeira aeronave de um contrato firmado com a Airbus para a aquisição de 11 novos A330neo, entregues diretamente da fábrica, em Toulouse (França). A entrega ocorreu nesta sexta-feira, dia 29, com início das operações em junho. A segunda unidade é esperada para o segundo semestre de 2026, enquanto as demais aeronaves serão recebidas gradualmente ao longo dos próximos anos. 
A entrega marca uma nova fase das operações da Azul, em um momento em que a Companhia está mais forte e sólida. As aeronaves serão empregadas em rotas de longa distância, ampliando a capacidade da companhia em voos intercontinentais entre o Brasil e a Europa, além de outros mercados internacionais, como os Estados Unidos. A primeira aeronave terá a matrícula PR-ANU.   

A iniciativa reforça a estratégia de crescimento sustentável da companhia e seu contínuo plano de renovação e modernização de frota, com foco em eficiência operacional e na manutenção de uma das frotas mais jovens do mercado.   

“Essas aeronaves representam um novo capítulo para a Azul, refletindo não apenas a força financeira da companhia, mas também nossa visão de longo prazo e compromisso com um crescimento sustentável e consistente. Além disso, ampliam nossa capacidade de conectar o Brasil a destinos globais com maior eficiência, confiabilidade e conforto para os clientes”, afirma Raphael Linares, Vice-presidente Jurídico e de Frota da Azul.   

“Estamos entusiasmados que a Azul continue selecionando o Airbus A330-900 como a espinha dorsal de sua frota de longa distância. Desde o recebimento do primeiro A330neo das Américas, em 2019, essa aeronave altamente eficiente tem se mostrado um verdadeiro destaque nas operações da Azul, proporcionando excelente desempenho econômico, redução no consumo de combustível e total comunalidade com a frota existente”, afirma Arturo Barreira, Presidente da Airbus para a América Latina e o Caribe.   

Considerado o avião mais eficiente de sua categoria, o A330neo foi projetado para consumir até 14% menos combustível por assento, reforçando o compromisso da Companhia com a eficiência operacional e a redução das emissões de CO2. O modelo que será operado pela Azul conta com 298 assentos, sendo 34 na Azul Business, 96 na Economy Extra e 168 na Economy.   

“Com a entrada em operação das novas aeronaves widebody, a Azul amplia sua presença em mercados internacionais estratégicos e fortalece sua malha de longa distância. A chegada gradual das demais aeronaves permitirá à companhia adicionar destinos, otimizar custos e acompanhar o crescimento da demanda”, conclui Raphael Linares. 

domingo, 31 de maio de 2026

Ambição do Renault Group para o clima é fundamentada na ciência. Em 2019, o foi a primeira montadora de automóveis a se basear em objetivos relacionados ao clima fundamentados na ciência. E anuncia a renovação de seus objetivos fundamentados na ciência, com uma nova aprovação de seus objetivos de curto e longo prazo pela Iniciativa de Metas Baseadas na Ciência. Estes objetivos são sustentados pela dinâmica de produtos do plano estratégico futuREady.

 


Em 2019, o Renault Group foi a primeira montadora de automóveis a se basear em objetivos climáticos fundamentados na ciência. Agora, o Renault Group anuncia a renovação de seus objetivos fundamentados na ciência, com uma nova aprovação de seus objetivos de curto e longo prazo pela Iniciativa de Metas Baseadas na Ciência (SBTi).

As tendências atuais do mercado automotivo, de energia e as políticas públicas apresentam um caminho a ser seguido. Ao integrar plantas industriais, produtos e fornecedores, o plano de transição do Renault Group tem a ambição de permitir a aceleração da redução dos gases de efeito estufa. 

Graças à contribuição dos fornecedores de matérias-primas, produtores de energia renovável e políticas relacionadas a iniciativas em favor de baixas emissões de carbono, o Grupo vê uma trajetória que permite “contribuir para limitar o aquecimento global bem abaixo de 2°C e continuar seus esforços para se alinhar a uma trajetória de 1,5°C”, conforme indicado no Acordo de Paris.

O plano estratégico futuREady confirma as próximas etapas: 16 novos modelos elétricos serão lançados, redução adicional de 25% da energia por veículo produzido até 2030, 30% de materiais provenientes da economia circular1, incluindo aço, alumínio e polímeros, além da aceleração dos avanços em baterias com maior densidade energética (melhoria de 10% a 40% até 2030), bem como soluções de reciclagem.

Objetivos de referência para 2035

O Renault Group estabeleceu objetivos de referência de redução das emissões dos gases de efeito estufa para 2035 que se inserem em uma trajetória de transição progressiva, coerente com as atuais condições do mercado automotivo mundial e políticas públicas.

Estas ambições se baseiam na continuidade das iniciativas implementadas pelo Grupo – melhoria da eficiência energética de suas operações, evolução progressiva do mix de vendas de veículos elétricos do Grupo e mobilização progressiva da cadeia de valor, integrando ao mesmo tempo conjecturas prudentes  quanto ao ritmo de evolução das políticas públicas, infraestruturas energéticas e comportamentos de mercado.

Neste sentido, o Renault Group estabeleceu objetivos mínimos de redução dos gases de efeito estufa em 2035 em comparação com 2019 em:

         72% das emissões de suas operações (escopos 1 e 2, aprovado pela SBTi no âmbito da ambição do Grupo, ver abaixo)

         e 40% das emissões associadas à produção e uso de seus produtos (escopo 3, não aprovado pela SBTi).

 
1 Incluindo materiais reciclados, conforme a norma ISO 14021, bem como aparas e refugos de produção reincorporados nos processos de manufatura na própria planta industrial

Ambições aprovadas pela Iniciativa de Metas Baseadas na Ciência

Em complemento a estes objetivos de referência, o Renault Group definiu níveis de ambição de redução de emissões de curto e longo prazo aprovados pela Iniciativa de Metas Baseadas na Ciência.

Estes níveis de ambição podem ser atingidos por meio do plano de transição do Grupo e maior descarbonização da energia na cadeia de valor automotiva – logística de recebimento e de distribuição –, pois a transição climática pode apenas ser bem-sucedida coletivamente.

 Neste contexto, o Grupo tem a ambição de reduzir suas emissões dos gases de efeito estufa em:

         72% para as emissões de suas operações (escopos 1 e 2) em 2035 em comparação com 2019,

         57% para as emissões associadas à produção e uso de seus produtos (escopo 3) em 2035 em comparação com 2019,

         Visando atingir emissões líquidas zero1 em toda a cadeia de valor em 2050.

https://ciênciabasedtargets.org/target-dashboard

Duda Tawil: cultura e turismo: Parisiense - Parisienne // Revista bilíngue SARAPEGBE // Inauguração do caminho de Antônio, em Salvador, venera o mais amado



Duda Tawil: 

cultura e turismo



Parisiense - Parisienne

Em Paris, aconteceu a/o vernissage(m) da expo do fotógrafo baiano de Jequié, Alex Oliveira, intitulada Corps introuvable, na galeria de arte da Universidade da Sorbonne, no Quartier Latin, com curadoria de Héloïse Conesa e Paul Ardenne. A mostra segue até 19 vindouro. 

Na mesma ocasião, a galerista carioca Denise Zanet recebeu do Ministério da Cultura da França a distinção de Chevalier de l'Ordre des Arts et des Lettres pela sua contribuição à difusão da cultura entre aquele país e o Brasil. 

Sem híbrido, sem filtro: com 680 cv e tração traseira, o Vantage S redefine o conceito de um GT de alto desempenho0-100 km/h em 3,4 segundos e velocidade máxima de 325 km/h.



A letra S no alfabeto de Gaydon não deixa margem para interpretações: mais desempenho, mais exclusividade, menos concessões. O novo Aston Martin Vantage S leva essa filosofia ao extremo com um chassi completamente revisado, um motor V8 biturbo que gera até 680 cv e uma escolha que, nos dias de hoje, soa quase provocativa: nada de eletrificação, nada de motores adicionais, nada de baterias. Apenas gasolina e ar comprimido por dois turbocompressores.

Dinâmica no limite: o verdadeiro caráter do S se revela no asfalto.

Para entender o que diferencia este carro do Vantage padrão, basta dirigir alguns quilômetros pelas estradas de Langhe, nos arredores de Barolo: um asfalto nem sempre perfeito que revela imediatamente o caráter do S. Pressionar o acelerador, mesmo sem muita determinação, é suficiente para fazer as rodas traseiras de 21 polegadas com pneus Michelin Pilot Sport 5 S 325/30 deslizarem. O diferencial eletrônico E-Diff intervém, mas o desgaste é rápido, não progressivo.


Aston Martin: O novo Vantage S é ainda mais agressivo (foto da Aston Martin) – mondo.motori.it

Esse comportamento é consequência direta de escolhas de design precisas. O subchassi traseiro , que abriga a suspensão Multilink e a caixa de câmbio ZF, é rigidamente conectado à carroceria sem qualquer suporte de borracha. 

Os amortecedores adaptativos Bilstein DTX receberam calibrações e lógica de controle revisadas, a barra estabilizadora traseira foi enrijecida em 10% e geometrias como convergência, cambagem e caster foram calibradas exclusivamente para este modelo. 

O objetivo declarado dos engenheiros: uma dianteira mais incisiva e respostas mais rápidas, mantendo a consistência entre os dois eixos. Os modos Sport+ e Track (o modo Normal não está disponível) são os únicos capazes de revelar todo o potencial do S.

Uma cabine de comando projetada para o motorista, não para o passageiro

Vista interior do novo Aston Martin Vantage S (foto da Aston Martin) – mondo.motori.it


Abrir a porta em forma de cisne e entrar exige certa destreza: os bancos concha de fibra de carbono , com apoios laterais muito altos e descobertos, requerem movimentos quase acrobáticos. Eles não foram projetados para o conforto, mas para transmitir todas as informações vindas do asfalto sem filtros.

O interior é dominado por Alcantara e fibra de carbono : o material compósito reveste o painel de instrumentos, o console central e os bancos, enquanto o volante apresenta uma empunhadura em Alcantara. A mensagem estética é coerente com a dinâmica: esta é uma máquina de condução, não um GT para passeios tranquilos.

O V8 que não pede desculpas a ninguém.

O motor é um V8 biturbo derivado da AMG , profundamente retrabalhado pelos técnicos da Aston Martin: 680 cv a 6.000 rpm e 800 Nm de torque entregues uniformemente entre 2.000 e 5.000 rpm. A transmissão automática ZF de 8 velocidades gerencia a potência com reduções de marcha ainda mais rápidas do que a versão básica. Os números falam por si: 0-100 km/h em 3,4 segundos e velocidade máxima de 325 km/h.

A primeira aceleração a fundo impressiona não tanto pela aceleração em si, mas pela força bruta com que o corpo é comprimido contra o banco. Mesmo em marcha lenta, o som do V8 tem uma qualidade intrínseca difícil de descrever, intensificada pelos estouros que acompanham cada redução de marcha. 

Diante de rivais como a Ferrari Amalfi e o Porsche 911 Turbo S, o Vantage S responde com uma identidade sonora e mecânica que nenhum conjunto motopropulsor híbrido conseguiria replicar.

Fonte: 

sábado, 30 de maio de 2026

Stuttgart expõe o único Porsche 911 GT3 R Rennsport destinado à América Latina. Versão somente para pista tem como base o 911 GT3 R que disputa campeonatos como o Mundial de Endurance - no caso do Rennsport, sem restrições impostas por regulamentos. Carro ficará em exposição até o dia 13 de junho.


Porsche 911 GT3 R Rennsport em exposição no Porsche Center São Paulo
(Fotos: Lucas Parisi/Stuttgart Porsche)

Um dos carros mais exclusivos do mundo poderá ser visto no Porsche Center São Paulo (Avenida Dr. Cardoso de Melo, 1507) até o dia 6 de junho. Criado como carro de corrida livre de regulamentos, o Porsche 911 GT3 R Rennsport é um carro somente de pista com motor de 620 cv, com produção limitada a 77 unidades. A Stuttgart Porsche incorporou ao seu acervo a única destinada ao mercado latino-americano deste verdadeiro item de colecionador, tendo plaqueta numerada “65/77”.


O 911 GT3 R Rennsport é baseado no 911 GT3 R de corrida da geração “992”, elaborado para atender às disposições do regulamento FIA GT3 e que compete em campeonatos de endurance em todo o mundo, inclusive o Mundial (FIA WEC), o da IMSA (América do Norte) e o Endurance Brasil (onde foi campeão em 2025 pela Stuttgart Motorsport).


Na carroceria do Rennsport, somente o capô e o teto do 911 GT3 R foram mantidos: todos os outros elementos foram alterados. A aerodinâmica da frente do veículo, incluindo suas entradas de ar de resfriamento e dutos, foi otimizada. Os espelhos retrovisores foram eliminados e substituídos por um equivalente digital – um sistema composto por três câmeras integradas na superfície externa do veículo e monitores no cockpit.


Na traseira, o enorme aerofólio é o componente dominante. Seu design lembra o do lendário Brumos Porsche 935/77, com o qual o americano Peter Gregg, junto com o holandês Toine Hezemans e o alemão Rolf Stommelen, conquistou a sétima vitória geral da Porsche nas 24 Horas de Daytona em 1978. O impacto visual também se reflete no downforce. 

Para garantir que a carga nos elementos horizontais permaneça dentro dos limites definidos no GT3 R, foram adicionados dois suportes verticais adicionais. Eles lembram o carro de corrida Porsche 962 Le Mans e, assim, preenchem a lacuna entre passado e presente. Uma barra de luz composta por finas tiras de LED, incorporando letras iluminadas formando o nome Porsche, caracteriza a seção traseira mais larga. 

Um nível abaixo, o para-choque traseiro dispensa as coberturas de grade e revestimento por questões de peso. As rodas BBS “Racing” de 18 polegadas atendem a todos os requisitos técnicos que uma roda de competição com travamento central deve ter.


A exclusividade do 911 GT3 R Rennsport também aparece no cockpit. Os monitores das duas câmeras externas montadas nos para-lamas dianteiros (voltadas para a traseira) se integram harmoniosamente ao painel de instrumentos, um em cada lado. Uma terceira câmera apontada para trás, localizada no para-choque traseiro, tem sua imagem reproduzida em uma tela localizada no centro do painel. 

Gráficos especiais para a tela inicial do display central e o número da edição limitada no painel de instrumentos foram moldados de acordo com o formato do carro de corrida, enquanto a iluminação ambiente adota o tema dos faróis principais de cor ajustável para o interior. Todos os recursos de segurança estão em conformidade com os padrões da FIA. O design particularmente rígido da gaiola de proteção permite apenas a instalação do banco do piloto.


O Porsche 911 GT3 R Rennsport da Stuttgart recebeu uma decoração provisória que reproduz as tramas da fibra de carbono, material largamente utilizado na carroceria. É uma decoração exclusiva: a Porsche oferece o 911 GT3 R Rennsport com carroceria pintada de Cinza Ágata Metálico e outras sete cores, incluindo Star Ruby e Signal Orange. 

Três temas exclusivos inspirados em Porsches de corrida de décadas passadas estão disponíveis – segundo a Porsche, não como cópia ou pintura retrô óbvia, mas como novas interpretações.


O “Design Rennsport Reunion" é baseado em cores tradicionais do automobilismo e lança uma onda pelas curvas das superfícies exteriores da carroceria. O “Design Flacht” apresenta as cores vermelho e branco tradicionalmente usadas pela Porsche Motorsport e brinca visualmente com os para-lamas alargados em particular. 


O termo “Flacht” é dedicado ao distrito dentro do Centro de Desenvolvimento da Porsche em Weissach, onde está localizado o departamento de automobilismo. A terceira opção é o “Design Ícone de Velocidade” baseado em diferentes tons de azul, que se concentram principalmente na largura pronunciada do veículo.


Livre das restrições de um carro de corrida homologado em uma categoria internacional, o motor boxer de 6 cilindros e 4,2 litros do 911 GT3 R atinge até 9.400 rpm e beneficia-se da remoção das restrições impostas pelos regulamentos para alcançar 620 cv. Para comparação, o 911 GT3 R pode desenvolver até 565 cv (416 kW), dependendo do BoP (Balanço de Desempenho) adotado por cada campeonato. 

O motor de quatro válvulas por cilindro, refrigerado a água e com injeção direta de gasolina, foi projetado para funcionar com combustíveis E25. Isso inclui biocombustíveis de etanol e e-combustíveis que permitem uma operação praticamente neutra em carbono. Também pode funcionar com combustíveis convencionais.


A tração é traseira e o câmbio sequencial de seis velocidades tem pequenas modificações em relação ao do 911 GT3 R. As trocas de marcha são feitas com borboletas no volante e a relação de transmissão da quarta, quinta e sexta marchas corresponde à configuração de Daytona do carro de corrida GT3. 


Na sexta marcha, a 9.000 rpm, o Rennsport atinge uma velocidade máxima cerca de 20 km/h mais alta do que com a relação de marcha homologada pela FIA para o GT3 R. O chassi é entregue pela Porsche Motorsport com um set-up específico. Alterações na suspensão podem ser feitos usando calços que permitem ajustes finos sem a necessidade de medições demoradas.


Ao projetar o 911 GT3 R Rennsport, a Porsche converteu a liberdade de projeto em um carro de corrida ainda mais emocional, com grande refinamento técnico. Ele combina motor mais potente, redução de peso, aparência e um som impressionante, semelhante ao do 911 RSR. Essas premissas já haviam sido seguidas no 911 GT2 RS Clubsport e no 935. O 911 GT3 R Rennsport, entretanto, vai além: é provavelmente o carro de pista mais visceral que a Porsche já ofereceu como item de colecionador.

Pousada Porto Imperial convida casais para o clima intimista de Paraty durante calendário de experiências em junho. Festival Gastronômico e Paraty Yoga Festival movimentam a cidade histórica com programação voltada à cultura, bem-estar e gastronomia


Paraty se prepara para mais uma temporada de eventos que reforçam o charme intimista e a atmosfera acolhedora da cidade histórica fluminense. Reconhecida como Patrimônio Mundial pela UNESCO, o destino recebe, ao longo do mês de junho, uma programação que une gastronomia, bem-estar, cultura e experiências sensoriais em meio ao cenário colonial e à natureza exuberante da Costa Verde.

Para os casais que desejam aproveitar o clima romântico do Dia dos Namorados combinando história, tranquilidade e charme, a Pousada Porto Imperial surge como uma das hospedagens mais estratégicas da cidade. 

Localizada no coração do centro histórico, em um casarão de 1804, a pousada equilibra arquitetura colonial e conforto contemporâneo, oferecendo piscina com hidromassagem, sauna a vapor e um jardim de inverno cercado por espécies nativas da Mata Atlântica.

Além da celebração romântica, Paraty também recebe, entre os dias 11 e 14 de junho, o 8º Festival Gastronômico de Paraty, que neste ano tem como tema “Biomas – Sabores dos Territórios Brasileiros”. O evento propõe uma imersão afetiva e sensorial pela diversidade gastronômica nacional, conectando ingredientes, memória, cultura e sustentabilidade.

Ao longo de quatro dias, chefs, produtores, cozinheiros tradicionais e pesquisadores participam de uma programação que percorre os diferentes biomas brasileiros — da Amazônia ao Pampa, do Cerrado à Mata Atlântica — explorando ingredientes, técnicas e tradições que ajudam a construir a identidade da culinária brasileira. A proposta do festival é transformar a gastronomia em um elo entre biodiversidade, território e patrimônio cultural.

Outro destaque do mês é o 9º Paraty Yoga Festival, que acontece entre os dias 25 e 28 de junho, logo após o Dia Internacional da Yoga, celebrado em 21 de junho. Considerado o maior evento gratuito de yoga e meditação do Brasil, o festival reúne professores, artistas, palestrantes e praticantes de diversas partes do país em uma programação voltada ao autoconhecimento, saúde integral e regeneração.

Desde sua criação, em 2017, o festival já reuniu mais de 15 mil participantes, promoveu mais de 460 atividades multiculturais e realizou mais de 20 ações de impacto socioambiental. Parte oficial do calendário turístico e cultural de Paraty, o evento reforça o posicionamento da cidade como destino de experiências transformadoras e conexão com a natureza.

Com localização privilegiada para acessar os principais eventos e atrações do centro histórico, a Pousada Porto Imperial se destaca como um refúgio para quem deseja viver o melhor de Paraty durante o período, combinando conforto, cultura e experiências autênticas em um dos destinos mais charmosos do país.

Mais sobre a Pousada Porto Imperial 

Inaugurada em 1978, foi a primeira pousada do Centro Histórico e segue como uma das mais tradicionais de Paraty. No passado, o imóvel abrigou a primeira “casa de ópera” da cidade, como eram chamados os teatros da época.


Os hóspedes contam com suporte da equipe para organização de roteiros por alambiques, com degustação da tradicional cachaça Gabriela, além de passeios por cachoeiras, escunas e tours guiados. As acomodações dispõem de ar-condicionado, TV a cabo, frigobar, banheiro privativo, telefone, secador de cabelo, cofre e amenities da marca Granado.


A piscina, recentemente reformada, conta com água climatizada e área de descanso com espreguiçadeiras. A pousada oferece ainda espaço fitness, sauna e estacionamento privativo. O café da manhã está incluído na diária.

Mais sobre Paraty 

Reconhecida como Patrimônio Mundial da Humanidade pela UNESCO, Paraty combina um centro histórico preservado com praias, cachoeiras e uma cena gastronômica diversa. Localizada a cerca de 250 km do Rio de Janeiro e de São Paulo, a cidade é um dos destinos mais completos do litoral brasileiro.
 

Pousada Porto Imperial 
Rua Tenente Francisco Antônio, s/n – Paraty
Telefone: (24) 3371-2323

 

ACESSE TODAS AS POSTAGENS E SAIBA TUDO SOBRE O MUNDO AUTOMOTIVO.