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domingo, 8 de fevereiro de 2026

Captiva EV combina espaço, conforto e novas tecnologias para famílias. O SUV elétrico da Chevrolet oferece porte e pacote avançado de segurança típicos de veículos de categoria superior, aliados a uma proposta de zero emissão voltada ao uso real do dia a dia. Produção nacional está prevista para este ano


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https://youtu.be/58u0GP6DAiI


São Caetano do Sul (SP) - A Chevrolet reforça sua estratégia de eletrificação no Brasil e se consolida como a fabricante tradicional com o maior volume de vendas de veículos elétricos no país. Com foco nos SUVs, segmento que lidera a transição energética do mercado automotivo, a marca amplia sua presença com modelos que elevam o padrão de espaço, conforto e tecnologia aplicada.

 

Esse movimento já é perceptível no mercado: um em cada cinco utilitários esportivos comercializados no país já conta com algum nível de eletrificação. Dentro desse cenário, os veículos 100% elétricos se destacam por oferecer torque imediato, baixo custo de manutenção e zero emissão local — atributos que passam a pesar cada vez mais na decisão de compra.


“O consumidor brasileiro é entusiasta de novas formas de propulsão e o Captiva EV reúne o que há de mais avançado na eletrificação em uma proposta sofisticada, prática e competitiva, inclusive frente a modelos a combustão ou híbridos tradicionais”, afirma Paula Saiani, diretora de Marketing de Produto da GM América do Sul.



É nesse contexto que o Chevrolet Captiva EV chega ao mercado com conceito bem definido: ser um SUV elétrico pensado para a rotina real das famílias, combinando dimensões generosas, conforto elevado e funcionalidades aplicadas de forma inteligente. O modelo estreia em uma configuração exclusiva para a região, desenvolvida a partir das necessidades locais e validada pela engenharia brasileira.
 

Logo no primeiro contato, o Captiva EV comunica sua proposta por meio do design. O SUV incorpora o DNA global da Chevrolet para o segmento de SUVs, com linhas limpas, proporções equilibradas e uma leitura visual sofisticada, alinhada aos padrões internacionais de desenvolvimento da marca.




A dianteira chama atenção pelos faróis em LED bem afilados, com assinatura luminosa marcante e desenho técnico, que ampliam a percepção de largura e conferem identidade própria ao modelo. A grade fechada, típica dos veículos elétricos, reforça a aparência moderna e high-tech, ao mesmo tempo em que contribui para otimizar a aerodinâmica.
 

De perfil, o Captiva EV apresenta superfícies bem definidas e silhueta fluida. Um dos destaques é a moldura cromada ascendente, que percorre a linha de cintura e valoriza o teto biton, criando um efeito visual de alongamento e acrescentando sofisticação ao conjunto.




As rodas de 18 polegadas reforçam o porte do veículo de forma equilibrada. Na traseira, as lanternas em LED com desenho horizontal ampliam a sensação de largura e estabilidade, enquanto o acabamento limpo e preciso dialoga com a atmosfera de um SUV contemporâneo, urbano e familiar. 


O modelo é oferecido em quatro opções de cores externas, que adicionam identidade e um toque de brasilidade à gama: Branco Lençóis, Cinza Diamantina, Azul Búzios e Dourado Jeri. Pensado para atender diferentes perfis de uso, o Captiva EV conta com uma ampla linha de acessórios originais Chevrolet, que permite personalizar o veículo de acordo com as necessidades do cliente.




A oferta inclui itens como iluminação ambiente personalizável, sistema de áudio de alta definição e soluções organizacionais para o porta-malas e o interior, além da possibilidade de blindagem certificada, desenvolvida em parceria com fornecedores homologados, preservando a garantia de fábrica.
 

O trunfo do Captiva EV está também na arquitetura. Com 2.800 mm de entre-eixos, o modelo acomoda adultos de maior estatura com boa folga no banco traseiro e permite a instalação de cadeirinhas infantis giratórias sem comprometer o espaço para bagagens de diferentes tamanhos e configurações. 



O encosto traseiro reclinável amplia a flexibilidade em viagens mais longas, enquanto a tampa do porta-malas com acionamento elétrico facilita o acesso à carga.
 

Concebido desde o início para a eletrificação, o projeto possibilitou soluções como assoalho totalmente plano e nichos funcionais distribuídos pela cabine, transformando o interior em uma área de convivência prática e bem aproveitada. 



O Captiva EV mede 4.745 mm de comprimento, 1.982 mm de largura e 1.650 mm de altura, e oferece mais de 400 litros de capacidade no porta-malas, além de um compartimento inferior dedicado ao recarregador portátil e ao estepe, em linha com o caráter funcional do mais novo SUV da Chevrolet.
 

A experiência a bordo é marcada por um rodar refinado e sólido, resultado da condução silenciosa típica dos elétricos combinada a uma suspensão calibrada para o gosto do consumidor brasileiro, com direção mais firme e controle preciso.




O interior é revestido com materiais selecionados, com superfícies soft-touch em portas e painel, bancos com acabamento premium e um cuidadoso trabalho de isolamento acústico. São mais de 45 pontos estratégicos de revestimento fonoabsorvente, além de pneus de baixo nível de ruído e vidros dianteiros laminados com dupla camada, criando um ambiente acolhedor.
 

A tecnologia embarcada foi pensada para simplificar a experiência no uso cotidiano. A central multimídia vertical de 15,6 polegadas — uma das maiores da categoria — reúne conectividade e entretenimento, com Apple CarPlay, Android Auto e o Modo DJ, que permite comandar rádios, streaming e podcasts de diferentes partes do mundo via Bluetooth.



A câmera 360° facilita manobras em ambientes urbanos, enquanto o painel de instrumentos digital de 8,8 polegadas oferece leitura clara e intuitiva de informações como autonomia, consumo de energia, pressão dos pneus e a utilização instantânea da potência do motor.
 

Já o sistema de climatização digital traz funções predefinidas, como o modo “chuva”, que acelera o desembaçamento dos vidros, e a eliminação de odores, que renova o ar da cabine com abertura parcial dos vidros.




Pioneirismo traduzido em experiência

O conjunto de assistências à condução reunidas no Chevrolet Intelligent Driving representa um novo estágio da mobilidade, no qual o veículo passa a interpretar o ambiente ao redor e antecipar situações do tráfego.


O destaque é o controle de cruzeiro adaptativo com assistente de cruzeiro em curva, capaz de ajustar automaticamente a velocidade conforme o fluxo e o desenho da via. Mais do que reagir a riscos, essas tecnologias ampliam a previsibilidade da condução e evidenciam a evolução da segurança veicular.



Na parte mecânica, o motor elétrico entrega 201 cv de potência e 31,6 kgfm de torque imediato, garantindo respostas vigorosas nas arrancadas e aceleração de 0 a 100 km/h calibrada eletronicamente na faixa dos 9 segundos. 


O modelo conta com quatro modos de condução e três níveis de regeneração de energia, permitindo adaptar o comportamento do veículo ao trajeto e ao estilo de condução, especialmente em percursos urbanos de anda e para.
 


A bateria de 60 kWh, com química lítio-ferro-fosfato (LFP), alia durabilidade e estabilidade térmica. A autonomia média é de 304 km pelo padrão Inmetro e supera os 400 km em ciclos internacionais, utilizados como referência comparativa. A recarga rápida de até 120 kW é um dos diferenciais no segmento e permite recuperar de 30% a 80% da carga em cerca de 30 minutos.

 

O sistema conta ainda com um recurso de monitoramento comparável ao de uma “caixa preta”, nos moldes da aviação, que permite a leitura do estado de saúde da bateria em percentual, reforçando a transparência ao longo da vida útil do veículo e trazendo mais segurança em eventuais processos de revenda. A garantia é de 8 anos ou 160 mil quilômetros para a bateria.




Para muitas famílias, a necessidade de um SUV médio sempre esteve associada a um custo elevado de utilização. Com o Captiva EV, essa equação muda. O custo por quilômetro rodado é cerca de 50% menor do que o de um SUV híbrido e pode ser até quatro vezes inferior ao de modelos equivalentes a combustão, considerando um uso realista. Além disso, a manutenção é mais simples, já que dispensa itens como trocas de óleo e filtros, reduzindo a complexidade e o custo de revisões ao longo do tempo.
 

A experiência com o Captiva EV se estende para além do veículo. A Chevrolet oferece um ecossistema integrado de suporte ao consumidor, que inclui soluções digitais voltadas ao planejamento e à previsibilidade do uso. Por meio do aplicativo MyChevrolet Charging, é possível localizar pontos de recarga, consultar informações técnicas dos carregadores, acompanhar o status da recarga e realizar agendamentos prévios, integrando o veículo à rotina de forma simples e transparente.




Desde que chegou às lojas, no final do ano, o veículo lidera as vendas de sua categoria nos últimos meses. O resultado confirma que muitos entusiastas de novas tecnologias aguardavam a chegada de um SUV médio elétrico assinado por uma marca com tradição e confiança.
 

O Captiva EV atende a essa expectativa ao combinar inovação com a solidez da Chevrolet, apoiada por mais de 400 pontos de venda especializados, consultoria dedicada e serviços como o EV Live, com atendimento online agendado.




Com o Captiva EV, a Chevrolet avança de forma consistente na renovação e complementação de seu portfólio no Brasil. Após o pioneirismo do Bolt, que representou o despertar da transição elétrica há cerca de uma década, a Chevrolet consolida agora sua ofensiva com os modelos Spark EUV, Captiva EV, Equinox EV e Blazer EV, cobrindo de compactos ao segmento premium.

 

A produção nacional do Spark no Ceará e, em breve, do Captiva EV reforça o compromisso da General Motors com o desenvolvimento industrial do país e com uma mobilidade cada vez mais inteligente, conectada e alinhada ao que realmente importa às pessoas.

Rampage mostra força, se destaca nos emplacamentos de janeiro e leva modelo a se aproximar de 25% de participação de mercado no segmento




A Rampage, primeira picape desenvolvida e produzida pela Ram fora da América do Norte, inicia 2026 demonstrando a força que é característica dos produtos da marca. A picape finalizou o primeiro mês deste ano com 2.112 emplacamentos, registrando o melhor desempenho em janeiro desde o lançamento e se aproximou dos 25% de participação de mercado entre as picapes intermediárias. Englobando as picapes médias, a Rampage conquistou a quarta posição no acumulado de janeiro de 2026.

O ano de 2025 foi de feitos significativos para a caminhonete, a começar pelas 26 mil unidades comercializadas, o que representou crescimento de 8% em relação a 2024. Além disso, a Rampage adicionou diversos troféus à galeria de conquistas, com destaque para o bicampeonato em “Os Eleitos”, organizado pela revista Quatro Rodas.

O resultado comercial do ano anterior consolidou a Rampage na vice-liderança do segmento, posição mantida pelo modelo com o desempenho sólido no primeiro mês de 2026.

A Rampage segue sendo comercializada em quatro versões – Big Horn, Rebel, Laramie e R/T – e duas opções de motorização: 2.2 Turbodiesel de 200 cv de potência e 450 Nm (45,9 kgfm) de torque e o 2.0 Hurricane 4 Turbo Gasolina de 272 cv e 400 Nm (40,8 kgfm), com o último levando a picape ser a mais veloz e a mais potente produzida na América do Sul.

Em relação ao segmento de picapes, a Ram segue crescendo de forma consistente, aproximando-se dos 7% de participação de mercado. Além da Rampage, a marca comercializa no Brasil a poderosa 1500, que é a picape a gasolina mais potente e rápida no 0 a 100 km/h à venda no País, e as recém-renovadas 2500 e 3500, as picapes a diesel de maior potência no mercado, impulsionadas pelo impressionante motor Cummins® 6.7 Turbodiesel High-Output de 436 cv de potência e 1.458 Nm (148,7 kgfm) de torque em conjunto com uma nova transmissão de 8 velocidades.

Neste ano, soma-se à gama a nova Ram Dakota, apresentada ao público geral pela primeira vez durante o Salão do Automóvel 2025. A novidade, que promove a estreia da marca no segmento de picapes médias, desembarca no mercado nacional no formato de pré-reserva nas versões Warlock e Laramie, ambas equipadas sempre com o motor 2.2 Turbodiesel de 200 cv e 450 Nm (45,9 kgfm) de torque, câmbio automático de 8 marchas e tração 4x4 automática com opções 4x2 e reduzida.

Para mais informações sobre a Ram, acesse o site oficial da marca.

Eletrificados leves atingem 15% de participação de mercado em janeiro. Elétricos plug-in chegam a 10% de market share sobre as vendas totais. Com 23 mil emplacamentos, eletrificados sobem 88% sobre janeiro de 2025. HEV crescem 133% no comparativo com janeiro de 2025

 

O mercado brasileiro de veículos leves eletrificados iniciou 2026 em forte ritmo de expansão, com 23.706 emplacamentos em janeiro. Esse desempenho elevou a participação de mercado (market share) dos eletrificados para 15% sobre o total de 162.484 veículos leves vendidos no país no período.

Na comparação com janeiro de 2025 (12.556), houve um crescimento expressivo de 88%, evidenciando a aceleração da demanda por tecnologias mais eficientes e de menor impacto ambiental.

Já sobre dezembro, houve uma queda de 30%, normal por motivos sazonais e pelo excepcional desempenho das vendas no último mês do ano passado (33.905), o maior da série histórica da ABVE.

Destaque

A participação de mercado dos veículos elétricos plug-in (BEV e PHEV) atingiu 10% em janeiro, com vendas de 16.649 unidades. É a primeira vez na série histórica da ABVE que os veículos com recarga externa alcançam dois dígitos de market share sobre o total das vendas domésticas de veículos leves.

Os veículos híbridos sem recarga externa (HEV e HEV Flex) também apresentaram participação significativa. Em janeiro, foram 7.057 unidades vendidas, o que corresponde a 4% das vendas totais.

Os elétricos plug-in, que englobam os modelos 100% elétricos (BEV) e os híbridos plug-in (PHEV), seguem como protagonistas desse crescimento. Juntas, essas tecnologias responderam por mais de 70% dos emplacamentos de eletrificados em janeiro.

“O bom desempenho dos eletrificados reflete o amadurecimento do ecossistema da eletromobilidade no país” –disse o presidente da ABVE, Ricardo Bastos.

“Esse amadurecimento envolve não apenas a ampliação do portfólio de modelos disponíveis, mas avanços na infraestrutura de recarga, mais familiaridade do consumidor com as novas tecnologias e estratégias mais criativas das montadoras no mercado nacional”.

“Os veículos eletrificados deixaram de ser um nicho para ocupar um espaço cada vez mais relevante no mercado automotivo brasileiro, sinalizando um ano que deve consolidar novos patamares de participação e volume para o setor” – concluiu o presidente da ABVE.

Pela classificação da ABVE, os eletrificados incluem os veículos BEV, PHEV, HEV e HEV Flex.


PLUG-IN

Dos 23.706 eletrificados vendidos em janeiro, 70,2% (16.649) foram elétricos plug-in (BEV e PHEV). A fatia dos PHEV foi de 34,5% (8.399), e a dos BEV 100% elétricos, de 34,8% (8.250). Em relação a dezembro de 2025 (25.411), houve uma queda de 37,2% nas vendas. Mas um crescimento de 60% sobre janeiro de 2025 (10.401).

As vendas dos híbridos plug-in (8.339) caíram 39,8% relação a dezembro de 2025 (13.861). Sobre janeiro de 2025 (6.701), houve um crescimento de 25%, que pode ser atribuído ao bom desempenho das vendas dos modelos PHEV. Na comparação com janeiro de 2025 (10.401) o crescimento foi superior a 60%.

Os BEV 100% elétricos registram em janeiro (8.250) uma retração de 29% sobre as vendas de dezembro de 2025 (11.550). Em relação a janeiro de 2025 (3.700), houve um expressivo crescimento de 123%.  


Híbridos

Já os híbridos sem recarga externa (HEV e HEV Flex) totalizaram 7.057 unidades vendidas em janeiro, o que representa 29,8% do total de eletrificados do mês. Os HEV foram responsáveis por uma fatia de 15,2% do total de eletrificados do mês (3.600), e os HEV Flex, por 14,6% (3.457).

Em dezembro, a participação dos híbridos sobre o total de eletrificados leves tinha sido de 25,1% (7.394). Em janeiro de 2025 (2.155), essa participação era de 17,2%.

Os híbridos convencionais (HEV) totalizaram 3.600 unidades vendidas em janeiro, com queda de 6,8% sobre dezembro de 2025 (3.865), mas excelente crescimento de 133% sobre janeiro de 2025 (1.545).

Os HEV Flex venderam 3.457 unidades em janeiro, com queda de 25% sobre dezembro (4.629) e um excepcional crescimento de 467% em relação a janeiro de 2025 (610).

Veículos leves eletrificados por tecnologia no Brasil em janeiro de 2026:

  • PHEV 399 (35,4%)
  • BEV 250 (34,8%)
  • HEV 600 (15,2%)
  • HEV FLEX 457 (14,6%)
  • TOTAL: 706

MICRO-HÍBRIDOS

Já as vendas dos veículos micro-híbridos MHEV totalizaram em janeiro 3.685 unidades, com uma retração nas vendas de 37% sobre dezembro (5.838). Em relação a janeiro de 2025 (3.946) a retração é de 7%.

Os MHEV 12V foram responsáveis por 69% das vendas desse segmento (2.554), com uma queda de 38% em relação a dezembro de 2025 (4.089). Já os MHEV 48V ficaram com os 31% restantes (1.131), registrando uma retração de 35% sobre outubro (1.948).

Pelos critérios da ABVE Data, vigentes a partir de janeiro de 2025, os micro-híbridos MHEV não são considerados veículos eletrificados. Estes incluem apenas os BEV, PHEV, HEV e HEV Flex. Ainda assim, a evolução dos MHEV pode ser acompanhada mensalmente no site da ABVE.

Geografia da eletromobilidade

O Sudeste manteve a liderança nas vendas de veículos leves eletrificados, com 11.127 unidades, respondendo por 47,0% do total nacional.

Em segundo lugar, está o Nordeste, com 4.465 unidades (18,8%), seguido do Sul, com 4.032 emplacamentos (17,0%), sinalizando que a eletromobilidade já extrapola os grandes centros tradicionais.

O Centro-Oeste também apresentou um desempenho mais modesto, com 3.253 veículos eletrificados vendidos, o que representa 13,7% do mercado nacional, impulsionado principalmente por capitais e regiões administrativas com maior renda per capita.

A região Norte, com 829 unidades em janeiro (3,5%), segue em processo de amadurecimento do mercado de eletrificados, enfrentando desafios estruturais ligados à logística, infraestrutura e grandes distâncias.

Vendas de veículos leves eletrificados por regiões brasileiras em janeiro 2026:

  • 1º - Sudeste: 11.127 (47%)
  • 2º - Nordeste: 4.465 (18,8%)
  • 3º - Sul: 4.032 (17%)
  • 4º - Centro-Oeste: 3.253 (13,7%)
  • 5º - Norte: 829 (3,5%)

Os 5 estados que mais venderam veículos eletrificados leves em janeiro de 2026:

  • 1º - São Paulo: 7.067 (29,8%)
  • 2º - Distrito Federal: 1.951 (8,2%)
  • 3º - Rio de Janeiro: 1.734 (7,3%)
  • 4º - Minas Gerais: 1.725 (7,3%)
  • 5º - Paraná: 1.558 (6,6%)

As 5 cidades que mais venderam veículos eletrificados leves em janeiro de 2026:

  • 1º - São Paulo: 2.866 (12,1%)
  • 2º - Brasília: 1.951 (8,2%)
  • 3º - Belo Horizonte: 1.037 (4,4%)
  • 4º - Rio de Janeiro: 1.013 (4,3%)
  • 5º - Curitiba: 757 (3,2%)

Essas informações estão detalhadas no BI (Business Intelligence) da ABVE Data, no site da ABVE. Estão divididas em quatro temas: Geral, Frotas, Geografia da Eletromobilidade, Eletrificados + MHEV.

https://abve.org.br/bi-geral/

ABVE DATA

sábado, 7 de fevereiro de 2026

Stellantis lidera o mercado automotivo na América do Sul, com avanços expressivos na Argentina e Brasil. Foram mais de 73 mil veículos emplacados na região, com 21,9% de market share, avanço de 0,6 p.p. versus dezembro de 2025. No Brasil, foram vendidos quase 50 mil unidades, com 30,6% de participação, alta de 1,4 p.p. em relação a dezembro. Fiat Strada, líder do mercado brasileiro, inicia o ano com mais de 4,8 mil vendas à frente do segundo colocado. Já na Argentina, onde o Cronos e o 208 são os veículos de passeio mais vendidos a Stellantis lidera com 30,2% de participação nas vendas de janeiro, aumento de 7,0 p.p., e cerca de 19 mil veículos emplacados

Fiat Strada iniciou 2026 liderando as vendas no Brasil

Betim, 7 de fevereiro de 2026 – A Stellantis inicia mais um ano na liderança do mercado de automóveis e comerciais leves da América do Sul. Em janeiro, foram mais de 73 mil veículos emplacados na região, o que garantiu 21,9% de participação de mercado, com destaque para o desempenho no Brasil e Argentina. O resultado representa avanço de 0,6 ponto percentual em relação a dezembro do ano passado.

No mercado brasileiro, a companhia permaneceu na primeira colocação, com quase 50 mil veículos emplacados no mês e 30,6% de participação de mercado, alta de 1,4 ponto percentual frente a dezembro de 2025. O índice representa o melhor market share da Stellantis nos últimos 10 meses. No Brasil, a Fiat Strada iniciou o ano como líder do mercado brasileiro, com mais de 4,8 mil vendas à frente do segundo colocado.

Na Argentina, a Stellantis também iniciou o ano em ritmo acelerado e alcançou 30,2% de participação em janeiro, avanço de 7,0 pontos percentuais em comparação com dezembro de 2025. O resultado garantiu a liderança da companhia no mercado argentino, com cerca de 19 mil unidades emplacadas no período.

Fiat Cronos foi o carro de passeio mais vendido na Argentina

O desempenho de janeiro foi impulsionado pelos dois veículos de passeio mais vendidos da Argentina: o Fiat Cronos ocupa a primeira posição, com mais de 3,2 mil unidades emplacadas, seguido pelo Peugeot 208, com 2,8 mil. Já o Peugeot 2008 ocupa nona colocação do ranking de vendas considerando todos os segmentos com 1,7 mil unidades.

208 foi o segundo carro de passeio mais vendido na Argentina

No Chile, a Stellantis permanece entre as empresas líderes do mercado de forma constante, iniciando este ano na segunda colocação. A companhia registrou de crescimento de participação em janeiro e alcançou 8,1% de market share, avanço de 0,6 ponto percentual em relação a dezembro. No período, foram emplacados mais de dois mil veículos no país.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Citroën parabeniza os 25 anos do Polo Automotivo Stellantis de Porto Real e relembra atuação desde sua inauguração. Unidade já produziu mais de 1 milhão de veículos Citroën no Brasil, entre os eles os integrantes da família C-Cubed -- Citroën C3, Citroën Basalt e Citroën Aircross --, com destaque para as versões especiais que estão entre as mais vendidas da marca: XTR e Dark Edition. Citroën Xsara Picasso, Citroën C3 e suas gerações, bem como o líder de vendas da marca Citroën Basalt são exemplos de modelos de sucesso

 


A Citroën parabeniza a trajetória dos 25 anos do Polo Automotivo Stellantis de Porto Real (RJ), uma das plantas mais emblemáticas da indústria automotiva nacional e peça-chave na estratégia da marca para a América do Sul. Ao longo desse período, a fábrica consolidou-se como berço de veículos que ajudaram a construir a presença da Citroën no País, combinando design, conforto, inovação e foco no consumidor brasileiro — do clássico Citroën Xsara Picasso aos modelos atuais desenvolvidos sob a plataforma e conceito do projeto C-Cubed: Citroën C3, Citroën Aircross e Citroën Basalt. 

“O nascimento da fábrica de Porto Real caminha lado a lado à história da Citroën no Brasil. É aqui que transformamos ideias em carros que fazem parte da vida das pessoas — e isso explica por que essa planta é tão estratégica para a nossa marca na região”, afirma Pedro Silva, head da marca Citroën para a América do Sul.  

Esta narrativa é feita de evolução constante — em produto, processos e relevância para o mercado. Um dos símbolos dessa jornada é o marco de mais de 1.000.000 de unidades Citroën produzidas na planta. Essas “histórias sobre rodas” relacionadas à produção da marca na unidade, reforçam a maturidade industrial e a capacidade de atender, com consistência, diferentes momentos do portfólio ao longo das décadas. 

A Citroën encerrou 2025, primeiro ano com a família C‑Cubed completa, com aumento de 18% no volume em relação ao ano anterior e recorde de vendas dos últimos 11 anos. Foram quase 40 mil unidades comercializadas e 1,6% de participação de mercado no acumulado anual. A representatividade nas vendas das versões especiais XTR para Citroën C3 e Citroën Aircross, bem como Dark Edition para Citroën Basalt, com as significativas evoluções de toda a gama, foram o grande destaque da marca. 

 

MODELOS ICÔNICOS QUE AJUDARAM A CONSOLIDAR A MARCA NO BRASIL 

Ao longo dos anos, a unidade do sul-fluminense foi responsável por colocar nas ruas modelos que se tornaram referência em seus segmentos. Exemplo disso é o Citroën Xsara Picasso, um dos nomes mais lembrados da produção nacional da Citroën, com proposta familiar, versatilidade e identidade marcante — e que eternizou no Brasil o sobrenome “Picasso”, homenageando o renomado artista espanhol. 

Por sua vez, Citroën C3 e Citroën C3 Aircross (anos 2010) são veículos que marcaram época pelo estilo e por tecnologias inéditas para o período, ampliando o alcance da marca e o reconhecimento do público. E o Citroën C4 Cactus que sintetizou a audácia e a ousadia características da Citroën, reforçando a personalidade do portfólio produzido no País. 

“A cada geração, Porto Real ajudou a Citroën a evoluir e a se conectar com o consumidor brasileiro. Prova disso, foram as evoluções que trouxemos em toda a gama de produtos e as versões especiais XTR e Dark Edition que complementaram o portfólio e trouxeram ganho de participação de mercado para a Citroën”, destaca Pedro Silva.   

Mais recentemente, os modelos da Citroën produzidos no Brasil passaram a refletir a estratégia do projeto C-Cubed, voltado a entregar produtos alinhados às necessidades e ao uso real do cliente na América do Sul. Um marco dessa fase é o Citroën C3, que alcançou 100 mil unidades produzidas no Brasil, reforçando a força da operação e a aderência do modelo ao mercado. 

 

Stellantis celebra 25 anos do Polo Automotivo de Porto Real com legado de inovação e avança para novo ciclo multimarcas e se prepara para iniciar a produção do Jeep Avenger em 2026, ampliando sua atuação multimarcas, com investimentos de R$ 3 bilhões entre 2025 e 2030. Operação soma aproximadamente 2 milhões de veículos produzidos e cerca de 2,5 milhões de motores fabricados. Impulsionada pela família de produtos da Citröen, em 2025 Porto Real produziu mais de 67 mil veículos (+29%) e exportou 28,9 mil unidades (+38%)

Porto Real, fevereiro de 2026 – O Polo Automotivo Stellantis de Porto Real completa 25 anos de operação e reafirma seu legado como referência em qualidade, inovação e protagonismo na indústria automotiva do Rio de Janeiro.

Inaugurada em fevereiro de 2001, a planta se tornou um vetor de desenvolvimento para a região Sul Fluminense, sendo a primeira fábrica de automóveis instalada no estado. Ao longo de mais de duas décadas, a unidade consolidou uma trajetória industrial marcada por eficiência produtiva, vocação exportadora e evolução contínua do portfólio, com a produção de modelos das marcas Citroën e Peugeot no Brasil. Agora, o Polo se prepara para um novo capítulo, retomando um futuro multimarcas da Stellantis.

Porto Real em 2026: Jeep Avenger e expansão industrial

Ao celebrar seus 25 anos, o Polo Automotivo de Porto Real avança para um ciclo de transformação industrial. A unidade fluminense se prepara para iniciar, ao longo de 2026, a produção do Jeep Avenger, movimento que reforça sua aptidão multimarcas e consolida Porto Real como um polo estratégico para o futuro da Stellantis no país.

A expansão integra o plano de investimentos de R$ 3 bilhões destinados ao Polo entre 2025 e 2030, com perspectiva de ampliar a produção e impulsionar a cadeia de fornecimento e tecnologia na região nos próximos anos. O movimento reafirma a confiança da Stellantis no potencial produtivo, tecnológico e humano da fábrica sul-fluminense e fortalece sua conexão com o desenvolvimento econômico da região.

“Celebrar 25 anos de Porto Real é reconhecer a força de uma operação que se consolidou como referência industrial no Rio de Janeiro. Estratégico para a Stellantis no Brasil e na América do Sul, o Polo combinou, ao longo de sua trajetória, eficiência, qualidade e excelência produtiva, sempre em sintonia com a evolução do mercado. Agora, com o avanço do nosso plano de investimentos e a preparação para iniciar a produção do Jeep Avenger, a unidade entra em um novo ciclo de crescimento, reforçando sua capacidade multimarcas e seu papel no desenvolvimento econômico regional”, destaca Herlander Zola, Presidente da Stellantis para a América do Sul.

Evolução contínua de portfólio

Desde o início de suas operações, a unidade de Porto Real vem acompanhando a transformação do mercado automotivo e ampliando sua capacidade de entregar produtos alinhados ao consumidor brasileiro e aos mercados de exportação. A fábrica construiu um legado marcado pela produção de diferentes gerações e projetos estratégicos das marcas Citroën e Peugeot, iniciado com os modelos Peugeot 206 e Citroën Xsara Picasso.

No total, 16 modelos diferentes das duas marcas passaram pelas linhas de produção da unidade, acumulando histórias no cenário automotivo brasileiro. Atualmente, são produzidos na planta os modelos integrantes da família Citroën C-Cubed: C3, Aircross e Basalt. Com uma trajetória consolidada, Porto Real soma aproximadamente 2 milhões de veículos produzidos e cerca de 2,5 milhões de motores fabricados. Somente em 2025, foram produzidos na planta mais de 67 mil veículos, um avanço de 29% em relação ano anterior.

Além de sua relevância industrial, o Polo de Porto Real também se destaca por sua vocação exportadora. Desde sua inauguração, a unidade já exportou mais de 400 mil veículos, principalmente para países da América Latina. Em 2025, foram exportadas 28,9 mil unidades, alta de 38% na comparação anual, tendo o Citroën Aircross como o modelo mais exportado do ano, com 9,6 mil unidades enviadas ao exterior. O desempenho reforça o papel estratégico do Polo para a presença da Stellantis em mercados internacionais e para a capacidade competitiva da companhia na região.

A trajetória do Polo de Porto Real também teve um outro marco importante em 2025. Em maio, a Citroën celebrou a marca de 1 milhão de veículos produzidos no Brasil, reforçando a relevância da unidade na história produtiva da marca no país.

Compromisso com pessoas e desenvolvimento regional

Além de fortalecer a economia local e impulsionar a transformação industrial, o Polo Automotivo de Porto Real mantém iniciativas voltadas à formação de talentos e à transformação social. Entre elas, está o programa Formare, iniciado na unidade em 2008, que já qualificou mais de 200 alunos.

Realizado em parceria com a Fundação Iochpe, o projeto oferece educação profissional a jovens de baixa renda matriculados na rede pública e residentes na região, contribuindo para ampliar oportunidades e fortalecer o desenvolvimento humano.

Ao completar 25 anos, Porto Real reafirma seu papel como um dos pilares industriais da Stellantis no Brasil e na América do Sul, combinando legado, inovação, capacidade de evolução e uma agenda consistente para o futuro.

“São mais de duas décadas de dedicação e evolução contínua em Porto Real, com foco em segurança, qualidade e pessoas. Os resultados recentes refletem a consistência do trabalho do nosso time e o compromisso com a competitividade da operação. Com a expansão prevista para os próximos anos e a preparação para um novo momento multimarcas, seguimos fortalecendo a conexão com a cadeia local, investindo em tecnologia e contribuindo para a formação de talentos que impulsionam o futuro da mobilidade no Brasil”, afirma Sérgio Marques, Plant Manager do Polo Automotivo Stellantis de Porto Real.

Fiat inicia mais um ano na liderança do mercado brasileiro com maior volume de emplacamentos do país em janeiro, 1.1 p.p em relação ao mês anterior. Fiat Strada começa 2026 na liderança com mais de 10.500 mil unidades vendidas; Argo é o quarto modelo mais vendido do país e Fiat que comemora 50 anos de Brasil em 2026 lidera também nos segmentos de picapes, hatches e vans e promete novidades ao longo do ano

 


A Fiat segue trilhando uma trajetória de sucesso no mercado brasileiro e inicia mais um ano na liderança. No mês de janeiro, foram mais de 34 mil unidades vendidas e 21% de participação - que representa um avanço de 1,1 p.p em relação a dezembro. 

Novamente no topo, a Fiat Strada começou o ano emplacando mais de 10.500 unidades e com 6,5% do mercado nacional, se reforçando como o veículo mais vendido do Brasil em todos os segmentos – carros de passeio, picapes e comerciais leves. O Fiat Argo permanece entre os mais vendidos do país, ocupando a quarta colocação no mês e mais de 5.100 unidades. 

“Este ano é muito especial para a Fiat do Brasil, com a comemoração dos 50 anos da nossa chegada ao país. Iniciar mais um ano na liderança é importante e demonstra a força do nosso portfólio completo de produtos, alinhado às demandas dos brasileiros. Estamos animados e preparamos muitas novidades para 2026”, reforça Frederico Battaglia, Head das marcas Fiat e Abarth para a América do Sul.    

A Fiat é protagonista em diferentes segmentos do mercado. A marca lidera entre as picapes com 46,5% do segmento e mais de 15.100 unidades vendidas. Entre as b-picapes, a Strada é a mais vendida com 78,6% de participação. Já a Toro lidera entre as c-picapes, registrando mais de 4 mil unidades e 47,6% da categoria. 


Além disso, a marca lidera também entre as vans, com mais de 1900 unidades e 35,5% de participação entre todas as categorias. O Fiorino segue novamente como grande destaque – 68,6% entre as b/c van e mais de 1.300 unidades. O Scudo lidera entre as d-van com mais de 335 unidades e 34,9% da categoria. Entre os hatches, a marca lidera com mais de 8.700 unidades e 26,1% de participação, com o Mobi liderando entre os a-hatch, registrando mais de 3.500 carros e 38,7% da categoria. 

Coluna Fernando Calmon



Coluna Fernando Calmon


Nº 1.387 — 6/2/2026



SUV cupê off road sul-coreano é

 cogitado com motor V-8 de 1.100 cv



Genesis, fundada em 2015, é a marca de luxo do Grupo Hyundai, que inclui a Kia. Apesar do contínuo interesse por veículos elétricos e híbridos, concentrado em países de maior poder aquisitivo, ainda existe espaço para potência e torque alucinantes em motores de combustão interna. Proposta está apenas em nível de intenção e foi descoberta pela revista inglesa Autocar, no final de janeiro último.

Antes, as revelações em sequência da perua G90 Wingback e do SUV de luxo X Gran Equator deram as pistas. Agora o X Skorpio (em inglês remete à palavra scorpio, escorpião, símbolo da Abarth, da Stellantis) apresenta a visão da marca sul-coreana de um supercarro "construído para conquistar terrenos difíceis". Trata-se de um SUV cupê para uso radical e motor V-8 com nada menos de 1.100 cv! Potência maior que um Ferrari 849 Testarossa.

Torque impressionante: 117 kgf·m. Seria capaz de rivalizar em desempenho com carros do Rally Dakar. Há padrões típicos off-road a exemplo de rodas com travas de talão dos pneus de 40 polegadas de diâmetro, freios Brembo e um conjunto de suspensões com extrema distância ao solo, além de ângulos de entrada, saída e transposição de rampa bastante generosos. Destaque para assinatura luminosa formada por uma faixa dupla de LED em torno do carro.

O diretor de criação da Genesis, Luc Donckerwolke, posicionou o X Skorpio como o mais recente de uma série de carros-conceito projetados para reforçar o apelo premium voltado para entusiastas da marca. Ele afirma estar prestes a lançar no próximo ano o esportivo GV60, primeiro automóvel de sua nova submarca dedicada a alto desempenho, a Magma. Essa linha destina-se, já no próximo ano, a desafiar grifes do leque de BMW M e Mercedes-AMG.


Veículos usados desvalorizaram menos em 2025

Crescimento tímido nas vendas de automóveis e comerciais leves novos (2,5% e 3%, respectivamente), em 2025 comparado a 2024, mostrou contraste em relação aos percentuais robustos do mercado de usados. Desvalorização foi reduzida e indicou um ano de demanda aquecida. Números levantados pelo Índice Webmotors com base em anúncios de venda e compra. De todos os segmentos acompanhados pelo site especializado em 2025, o de elétricos usados foi o que representou maior variação negativa, encerrando com desvalorização de 11,95% frente ao ano anterior.

Já os híbridos usados de todos os três tipos registraram -9,02%, redução de 0,77 ponto percentual em relação aos -9,79% de 2024. Os modelos com motor a combustão representaram o melhor resultado: desvalorizaram 3,94% contra 4,11%, no mesmo intervalo de comparação.

Segundo Eduardo Jurcevic, CEO do Webmotors, “o comportamento registrado pelo mercado automobilístico em 2025 indica uma maior confiança do consumidor e um cenário econômico mais favorável com relação ao ano de 2024. Houve melhora consistente nos índices. Destacaram-se os híbridos, que apresentaram patamar menor de desvalorização. Isso indica um interesse crescente dos consumidores e seu potencial de crescimento no País. Outras alternativas oferecem desafios de infraestrutura”.

O executivo foi discreto, contudo os empecilhos citados referem-se às dificuldades de montar uma rede de postos de recarga em um país de dimensões continentais, a exemplo do Brasil. Sem essa infraestrutura nas estradas que depende não apenas de viabilidade técnica, mas também econômica, fica difícil viajar despreocupado e sem surpresas desagradáveis como filas ou carregadores com falhas de manutenção. Esta é a explicação para desvalorização tão alta.


Dakota aumenta opções entre picapes médias

Produzida em Córdoba, Argentina e situada entre Rampage e Ram 1500, a nova Ram Dakota tem chassi de longarinas e arquitetura compartilhada com a Fiat Titano, o que indica resistência estrutural e capacidade para uso severo. Além de sua identidade visual, acabamento é refinado e recebe pacote tecnológico alinhado ao padrão da marca. Nome Dakota já foi utilizado pela Chrysler, com a marca Dodge, entre 1998 e 2001, na fábrica de Campo Largo, região metropolitana de Curitiba.

Dimensões chamam atenção pelos 5.537 mm de comprimento e 3.180 mm de distância entre eixos. Motor Diesel de 2,2 L, 200 cv e 45,9 kgf·m lida com uma massa em ordem de marcha de 2.150 kg. Câmbio automático epicíclico, oito marchas. Tanque de 80 L e consumo (Inmetro) de 9,7 km/l, urbano e 10,8, rodoviário. Duas versões, Warlock e Laramie.

Durante quatro dias de avaliação, foram percorridos cerca de 1.100 quilômetros pelo Pantanal (MT e MS). Warlock é voltada ao fora de estrada. Perfil mais alto dos pneus contribui para absorção de irregularidades em vias sem pavimentação. Suspensões filtram bem pequenas imperfeições. Já no asfalto, comportamento esperado em razão de pneus de perfil alto. Motor entrega bom nível de potência já a partir de 1.500 rpm, o que favorece transposição de obstáculos e retomadas em terrenos escorregadios. 

Tração 4x4 com reduzida, acionada por comando eletrônico, responde de forma rápida. Há bloqueio mecânico do diferencial traseiro e quatro modos de condução: Normal, Esporte, Neve e Areia/Lama.

Versão Laramie prioriza rodovias e deslocamentos urbanos. Pneus de perfil baixo permitem comportamento mais preciso. Direção eletroassistida mostra-se mais rápida e a carroceria inclina menos em curvas, transmitindo maior sensação de estabilidade. Isolamento acústico, um dos pontos altos. Redução do ruído de rodagem torna o ambiente interno mais silencioso: som do motor perceptível apenas em acelerações mais exigentes.

Preços de pré-venda: R$ 289.990 a R$ 309.990.


Desempenho: ponto forte do Volvo EX30 Ultra Twin Motor

Essa versão tem visual mais simples que a já conhecida Cross Country, para quem não precisa indicar preferência por aparências. Mas a marca sueca teve o cuidado de manter teto pintado de preto e rodas de 20 pol. igualmente com apliques em preto. O que não falta é potência e torque com um motor elétrico em cada eixo: 428 cv e 55,3 kgf·m. Um dos destaques é a bateria de 69 kWh que permite alcance médio (Inmetro) de 316 km ou 7% abaixo do EX30 com apenas um motor.

Dimensões principais (mm): comprimento, 4.233 e entre-eixos, 2.650. Assim o interior é um pouco apertado especialmente para pernas no banco traseiro. O acabamento é muito bom e revestimentos recicláveis nos bancos têm boa aparência, porém longe do couro legítimo. Também há um potente sistema de som Harman Kardon (nove alto-falantes). Por outro lado, surgem limitações no volume do porta-malas de 318 L e pouco ajuda um compartimento dianteiro de simbólicos 7 L. Um contrassenso: apesar do grande teto solar panorâmico, não há saídas de ar-condicionado para o banco traseiro.

O que realmente pouco agrada é a tela multimídia vertical, apesar de razoáveis 12,3 pol. Inspiradas nas soluções da Tesla, desde a abertura do porta-luvas até a regulagem dos espelhos dependem de comandos sem botões. Há conexão para Apple CarPlay, contudo sem previsão para Android Auto, embora os tradicionais Waze e Google Maps estejam disponíveis pelo Google Built-in (pago). Até para checar a velocidade é preciso desviar o olhar para a tela (retirado o quadro de instrumentos).

Pontos positivos, sem discussão: aceleração forte de 0 a 100 km/h em 3,6 s, suspensões firmes e carga regulável no volante. Tração 4x4 inclui vetorização de torque que traz mais confiança em curvas, além de desempenho seguro em superfícies escorregadias.

Preço: R$ 309.950.


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