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sexta-feira, 7 de agosto de 2026

Ford reveals the name – and price – of its new electric pickup truck that will arrive on the North American market in early 2027 with a starting price of US$28,350 to compete in the entry-level electric vehicle segment. This is the first model built on the brand's new Universal Electric Vehicle Platform and will be called Fathom.

 

Click the link below and watch the video.


https://youtu.be/mjnxQHhCT_4?si=WFt3-MXpq3isMv5F


Ford has announced the name of its new mid-size electric pickup truck, which will arrive in the North American market in early 2027: Fathom. The word, in English, most commonly means a unit used to measure water depth and was chosen to reinforce the vehicle's concept – see the video.

“From engineering to the name, the design of the first vehicle built on Ford’s new Universal Electric Vehicle Platform originated from a deep understanding of the person who will drive it. Their daily life, their challenges, their goals, and also their budget,” explains Kay Hart, general manager of Ford Model e, the brand's electric vehicle division.

According to her, the motivations of this owner are somewhat different from those of the traditional pickup truck customer. “More than just sounding good, its name needed to capture a mindset, shifting the focus from technical characteristics to a spirit of adaptability,” she says.

Along with the name, Ford also announced the price of the new pickup, which will start at US$28,350 with a standard battery range to compete in the entry-level electric vehicle segment. However, this is just one of its attractions.

Besides offering more passenger space than a Toyota RAV4, the Fathom will have a large, high-resolution screen, two-way power capability, a digital key, and cargo flexibility in the bed and under-hood storage. The cabin comfortably seats five adults for both daily use and weekend trips.

It's packed with equipment, and its technologies include the Blue Cruise autonomous driving system integrated with the new Apple Maps, as well as compatibility with Apple CarPlay and Android Auto.

Personality:

It's common practice in the automotive industry to name vehicles with letter and number codes to indicate the version, engine, and other specifications. The Ford F-150 is a good example.

“With this pickup, from the beginning we were committed to doing things differently. It's in its DNA. We wanted to choose a name to give the vehicle personality, a soul, and make it a character in our customer's life,” says Kay Hart.

This philosophy guided the nine-month journey of finding the name. Fathom stood out for helping to communicate that there is more to the product than meets the eye.

“Before meaning depth, Fathom described the span of a person's outstretched arms, approximately one meter and eighty centimeters. Sailors used this measurement to gauge waters whose bottom they couldn't see. Later, the word came to mean something completely different: to fully comprehend something,” explains Kay Hart. (

Cut list)

To arrive at the name Fathom, the team started with a long list. First, they scoured Ford's archives, analyzing how the company has named vehicles for over a century, from the Galaxie and Taurus to its first model to combine car and pickup, the Ranchero. Each option carried a specific implication, which perhaps didn't fit the new electric pickup.

“What communicates depth beyond the surface? How do we communicate the emotional feeling of a vehicle that is more than it appears to be?” emphasizes Kay Hart. “Two Ford copywriters separately arrived at the name Fathom. But it wasn't an immediate decision. It was kept in a file with hundreds of other options.”

As competing names were eliminated, Fathom survived all the cuts until it reached the final list, standing out as the top choice among the focus groups.

“We built the new electric pickup for a person we've spent years getting to know. When customers begin to explore the technology and design of the Fathom, the connection between the name, the product, and the driver will become clear,” she concludes.

Ford revela o nome – e o preço – da sua nova picape elétrica que chegará ao mercado norte-americano no começo de 2027 com preço a partir de US$ 28.350 para competir no segmento de elétricos de entrada. Trata-se do primeiro modelo construído com a nova Plataforma Universal de Veículos Elétricos da marca se chamará Fathom

Clique no link abaixo e assista o vídeo


https://youtu.be/mjnxQHhCT_4?si=WFt3-MXpq3isMv5F


A Ford anunciou o nome da sua nova picape elétrica média que chegará ao mercado norte-americano no começo de 2027: Fathom. A palavra, em inglês, tem como significado mais comum uma unidade usada para medir a profundidade da água e foi escolhida para reforçar o conceito do veículo – veja o vídeo.

“Desde a engenharia até o nome, o projeto do primeiro veículo construído com a nova Plataforma Universal de Veículos Elétricos da Ford teve origem na compreensão profunda da pessoa que vai dirigi-lo. O seu dia a dia, os seus desafios, os seus objetivos e também o seu bolso”, explica Kay Hart, gerente geral da Ford Model e, divisão de veículos elétricos da marca.

Segundo ela, as motivações desse proprietário são um pouco diferentes das do cliente tradicional de picapes. “Mais do que soar bem, o seu nome precisava capturar uma mentalidade, tirando o foco das características técnicas para um espírito de adaptabilidade”, diz.

Junto com o nome, a Ford anunciou também o preço da nova picape, que partirá de US$28.350 com bateria de autonomia padrão para competir no segmento de veículos elétricos de entrada. Este, porém, é apenas um dos seus atrativos.

Além de oferecer mais espaço para os passageiros que uma Toyota RAV4, a Fathom terá tela grande de alta resolução, capacidade de energia bidirecional, chave digital e flexibilidade de carga na caçamba e no bagageiro sob o capô. A cabine leva cinco adultos com conforto tanto no uso diário como em viagens de fim de semana.

Ela é repleta de equipamentos e suas tecnologias incluem sistema de direção autônoma Blue Cruise integrado com o novo Apple Maps, além de compatibilidade com Apple CarPlay e Android Auto.

Personalidade

É prática comum na indústria automotiva nomear os veículos com códigos de letras e números para indicar a versão, motor e outras especificações. A Ford F-150 é um bom exemplo.

“Nesta picape, desde o início nos comprometemos a fazer as coisas de forma diferente. Isso está no seu DNA. Quisemos escolher um nome para dar personalidade ao veículo, uma alma, e torná-lo um personagem na vida do nosso cliente", diz Kay Hart.

Essa filosofia guiou a jornada de nove meses de busca do nome. Fathom se destacou por ajudar a comunicar que há mais no produto do que os olhos veem.

“Antes de significar profundidade, Fathom descrevia a extensão dos braços abertos de uma pessoa, aproximadamente um metro e oitenta. Os marinheiros usavam essa medida para calcular águas cujo fundo não conseguiam ver. Depois, a palavra passou a significar algo completamente diferente: compreender algo por completo”, detalha Kay Hart.

Lista de corte

Para chegar ao nome Fathom a equipe começou com uma longa lista. Primeiro, vasculhou os arquivos da Ford, analisando como a empresa nomeia veículos há mais de um século, do Galaxie e Taurus ao seu primeiro modelo a unir carro e picape, a Ranchero. Cada opção trazia uma implicação específica, que talvez não se encaixasse na nova picape elétrica.

“O que comunica profundidade além da superfície? Como comunicamos a sensação emocional de um veículo que é mais do que parece ser?”, destaca Kay Hart. “Dois redatores da Ford chegaram separadamente ao nome Fathom. Mas não foi uma decisão imediata. Ele ficou guardado em um arquivo com centenas de outras opções.”

Conforme os nomes concorrentes eram eliminados, Fathom sobreviveu a todos os cortes até chegar à lista final, destacando-se como a escolha principal entre os grupos focais.

“Construímos a nova picape elétrica para uma pessoa que passamos anos conhecendo. Quando os clientes começarem a explorar a tecnologia e o design da Fathom, a conexão entre o nome, o produto e o motorista se tornará clara”, completa.

Geely EX2 Street e Geely EX2 Track serão revelados no Festival Interlagos. Carros-conceito desenvolvidos pelos construtores Ricardo ACF e Eduardo Bernasconi idealizam versões esportivas do hatch 100% elétrico para uso na rua e na pista

A Geely apresentará dois carros-conceito esportivos baseados no hatch 100% elétrico Geely EX2, para marcar a sua estreia no Festival Interlagos, evento que ocorrerá no Autódromo José Carlos Pace, em São Paulo, entre os dias 27 a 30 deste mês. Chamados de Geely EX2 Street e Geely EX2 Track, os modelos estão sendo desenvolvidos em parceria com os especialistas automotivos Ricardo Freitas (Ricardinho ACF) e Eduardo Bernasconi (FullPower).

 

A trajetória de construção dos conceitos pode ser acompanhada na websérie semanal publicada no YouTube da ACF Performance (youtube.com/@acfperformance), e que traz os bastidores e os desafios do desenvolvimento dos modelos. O conteúdo também será replicado nas redes sociais da Geely e nos canais dos especialistas do projeto. A revelação final dos modelos acontecerá no dia 26 de agosto, durante a coletiva de imprensa da Geely, no Festival Interlagos 2026.

 

“O Geely EX2 já é um veículo divertido, com muito potencial para ser ainda mais empolgante, pois possui uma dinâmica de direção única. E características típicas de carros ágeis, como a tração traseira, suspensão independente nas quatro rodas, freios a disco, além da distribuição igualitária de peso e baixo centro de gravidade”, comenta Jeferson Antunes, Head de Produto e Marca da Geely Brasil.

 

Personalidades distintas

 

A iniciativa propõe duas abordagens distintas para o Geely EX2. O Geely EX2 Street tem como conceito ser um carro possível de ser replicado pelo cliente, seja em sua totalidade, ou mesmo na adoção de alguns acessórios. “É quase que a leitura de uma hipotética versão esportiva do Geely EX2”, explica Antunes.

 

O Geely EX2 Track, por sua vez, levará a customização para outro nível e terá elementos de carros de competição, remetendo a veículos de corrida e da modalidade “drift”, como bancos esportivos e gaiola de proteção. A cor da customização externa deste modelo foi ser escolhida pelo público em uma enquete no Instagram da Geely: www.instagram.com/geelyauto.brasil.

 

Com episódios publicados todas às segundas-feiras, até a revelação em 26 de agosto, a websérie exibirá a rotina de trabalho dos construtores, Ricardinho ACF e Eduardo Bernasconi, mostrando os testes, a evolução das personalizações, as ideias debatidas, modificações realizadas até a conclusão do projeto.

 

Sobre os construtores:

 

Ricardo Freitas (Ricardinho ACF)

Referência no segmento de preparação automotiva, Ricardinho ACF é formado em Engenharia Mecânica e tem grande experiência na indústria automobilística, com uma abordagem científica no mercado de alto desempenho. É reconhecido pelo conhecimento técnico no remapeamento de injeções eletrônicas e na calibração de motores utilizados em veículos de alta performance e competição.

 

Além do conhecimento técnico, também é o fundador da ACF Performance, empresa que desenvolve projetos automotivos especiais, além de usar os canais digitais (ACF Media) para conteúdos voltados à entusiastas e fãs do universo de performance automotiva.

 

Eduardo Bernasconi

Idealizador da FULLPOWER, Bernasconi é jornalista especializado, entusiasta e piloto de carros e motos. Sua carreira é marcada por vários recordes brasileiros de aceleração e de velocidade em motos, participações em diversas competições no automobilismo e contribuição significativa para a cultura automotiva do País, sendo um dos organizadores do maior evento de experiência automobilística da América Latina, o Festival Interlagos.

 

Com um olhar técnico apurado sobre o mercado automotivo e sua paixão por motores, o jornalista acompanha de perto o setor de customizações com a cobertura de grandes eventos como o SEMA Show, além de competições internacionais de automobilismo.

Scania e Caio lançam novo ônibus a gás/biometano Padron com piso baixo. Modelo 4x2 tem capacidade para 88 passageiros e pode ser encarroçado até 14 metros; versão para São Paulo está em fase final de homologação pedida pela SPTrans

 


São Paulo, agosto de 2026 – Um novo ônibus movido a gás natural e/ou biometano, fruto de uma parceria entre a Scania e a Caio, o K 280 4x2 gMillennium, será uma das novidades da Scania na Lat.Bus 2026 (Feira Latino-Americana do Transporte), que será realizada de 11 a 13 de agosto no São Paulo Expo (SP). O veículo poderá ser utilizado em qualquer cidade brasileira que busca a sustentabilidade do seu sistema de transporte coletivo urbano.

 

Um Scania K 280 4x2 Caio gMillennium, de 13 metros de comprimento e capacidade para 88 passageiros, estará, em breve, nas ruas de São Paulo fazendo uma série de demonstrações. Ele já se encontra nas últimas etapas do processo de homologação pedido pela SPTrans, órgão gestor da prefeitura da capital paulista, e deverá atender aos padrões exigidos. A apresentação técnica em um itinerário real tem previsão de início até setembro.




“A Prefeitura de São Paulo vem seguindo uma forte jornada de descarbonização de seu transporte público urbano nos últimos anos. Seja nos ônibus diesel Euro 6, nos elétricos e agora está chegando a hora do gás e biometano com esta demonstração que faremos com o K 280 4x2 gMillennium. Tem sido uma parceria muito valiosa com a Caio, que tem larga experiência nos veículos urbanos, e o produto ficou extremamente eficiente, confortável e viável”, afirma Mauricio Lucena, novo gerente de Vendas de Soluções para Mobilidade da Scania Operações Comerciais Brasil. 

 

Os processos para conseguir a homologação e os padrões técnicos exigidos pela SPTrans são muito rigorosos. “Esse fator comprova a seriedade do órgão gestor de São Paulo e nos desafia a entregar o melhor produto possível para os passageiros. A Scania e a Caio estão muito empenhadas desde o início do projeto para seguir todas as normativas e comprovar a viabilidade deste novo modelo a gás/biometano”, salienta Rogerio Moro, gerente de contas de Vendas de Soluções em Mobilidade da Scania Operações Comerciais Brasil. “Estamos muito animados com os próximos passos. Este ônibus será um sucesso.”  




“Quanto ao biometano, ele é mais do que um combustível renovável. É uma ferramenta para a economia circular. Quando produzido a partir de resíduos locais, também apoia a independência energética da região e gera empregos locais. Ônibus como este comprovam que a transição pode acontecer hoje, sem exigir concessões ou investimentos pesados. É mais um compromisso da Scania com a descarbonização”, conclui Lucena.
 

O novo Scania K 280 4x2 Caio gMillennium a gás/biometano tem motor com potência de 280cv, desenvolve torque de 1.350Nm, caixa automática ZF Ecolife 2, autonomia entre 300 a 350 km, está vocacionado para a operação urbana / BRT / intermunicipal e capacidade de 88 passageiros. O chassi tem suspensão a ar na dianteira e na traseira, frenagem autônoma de emergência (AEB), pode ser encarroçado até 14 metros e ser configurado com piso normal ou piso baixo. Dispõe, como opcional, do pacote de segurança com piloto automático, leitor de faixa (LDW), dentre outros componentes.



“Um dos destaques é a utilização de quatro novos cilindros de gás do Tipo 4, em fibra de carbono, 70% mais leves, de alta tecnologia, capacidade de 220 metros cúbicos e instalados no teto, que permitem maior capacidade de armazenamento de biometano com elevado padrão de segurança”, comenta Ivanovik Marx, gerente de Engenharia de Aplicações de Oferta de Soluções da Scania Operações Comerciais Brasil..


Linha completa a gás: seguros e viáveis

A Scania oferece quatro modelos a gás no país: linha urbana K 280 4x2 (até 14m), K 340 6x2*4 (15 metros), articulado K 340 6x2/2 (até 21 m) e K 340 4x2, com vocação intermunicipal. 



As pioneiras soluções a gás e biometano da Scania são plenamente viáveis para o mercado brasileiro e cadeias sucroenergética e do agronegócio. O biometano pode ser gerado de restos de culturas agrícolas, fezes de animais, resíduos da agroindústria e do lodo sanitário urbano. 


O uso do gás natural permite uma redução significativa de poluentes na atmosfera. Abastecido de biometano a redução de emissões de CO2 pode chegar a até 90%. Os benefícios também estão ligados diretamente à saúde da população em razão da diminuição de óxidos de nitrogênio (NOx) e de material particulado, que são muito inferiores na comparação ao diesel. 




Os pioneiros ônibus Scania movidos a gás (natural e/ou biometano) são vocacionados para curtas, médias e longas distâncias. Seus motores Ciclo Otto (o mesmo conceito dos automóveis) são movidos 100% a gás natural e/ou biometano, ou mistura de ambos. 

Os motores não são convertidos do diesel para o gás, têm garantia de fábrica, tecnologia confiável e desempenho consistente e força semelhante ao diesel. Além de serem mais silenciosos. 

Ferrari F355 do Anderson Dick é a mais nova atração do Parque Dream Car de São Roque (SP). Encontrado abandonado, o carro foi restaurado pelo próprio dono da FuelTech e permanecerá exposto por tempo determinado no parque automotivo temático, distante 60 km da capital paulista

 

 Fotos de de divulgação de Matheus Rosa - Agência M3 Social

Customizada, turbinada e com cerca de 1.000 cv de potência, a famosa Ferrari F355 Spider amarela pertencente ao empresário Anderson Dick – fundador e CEO global da FuelTech – é a mais nova atração do Parque Dream Car de São Roque, a apenas 60 km da capital paulista. Após muita expectativa, a revelação foi feita na tarde do último sábado (1º/8), reunindo centenas de fãs. 

O modelo ocupa o estande principal do acervo, mas ficará exposto por apenas alguns meses. Por isso, é importante correr para contemplar ao vivo esse símbolo mundial de esportividade. 


Além de museu com 185 veículos, o primeiro parque automotivo temático do Brasil conta com uma infraestrutura completa para a família, incluindo shopping (23 lojas e restaurantes) e kartódromo, onde são realizadas apresentações gratuitas de drift todos os sábados e domingos.

A história deste exemplar fabricado em 1998 é bastante interessante, pois estava abandonado em uma garagem nos Estados Unidos até ser descoberto e resgatado por Anderson em 2020. 

O estado de conservação era péssimo: lataria amassada por conta de um acidente, câmbio manual de 6 marchas danificado e até componentes roídos por ratos. “Quando eu vi o carro pela primeira vez, não tive coragem de comprar, pois não há encrenca maior do que uma Ferrari velha abandonada”, relembra.

Porém, o destino conspirou a fvor e, uma semana depois, o dono – um colecionador com mais de 90 anos de idade – ligou para Anderson dizendo que queria lhe vender o carro porque havia se entusiasmado com a sua paixão por veículos. Em se tratando de Ferrari, a compra foi fechada por um preço camarada: US$ 31 mil.


Já com o carro em sua garagem, o próprio Anderson colocou a mão na massa para realizar a restauração, feita com a ajuda de amigos aos sábados e domingos e em tempo recorde: 5 semanas. 

O upgrade incluiu novas rodas, injeção eletrônica FuelTech FT600 e até a instalação de um turbo, uma “heresia” para alguns puristas. Com as mudanças, a potência do motor V8 3.5 saltou de 380 cv para incríveis 1.000 cv. O tempo de aceleração de 0 a 100 km/h baixou de 4,7 s para cerca de 2 s.

Antigo dono se emocionou ao ver a Ferrari restaurada

Toda a restauração foi contada em vídeos, que viralizaram nas redes sociais e deixaram o exemplar mundialmente famoso. “Depois de pronta, levei a Ferrari para mostrar ao dono anterior, que se emocionou”, recorda. Quando Anderson comentou que também estava customizando uma Mercedes 190E, teve uma grande surpresa: recebeu de presente um modelo da marca alemã. 

“Não tinha nada a ver com dinheiro, pois o colecionador possuía centenas de carros e ficou feliz em ver que esses veículos teriam uma sobrevida”, salienta. Desde então, a Ferrari integra o acervo da Garagem FuelTech, participando de edições do FuelTech & Chimarrão, realizadas mensalmente na sede da empresa em Porto Alegre, e de eventos promovidos no Autódromo FuelTech Velopark, em Nova Santa Rita (RS).


As atrações do Parque Dream Car podem ser adquiridas pelo site www.dreamcarmuseu.com.br ou também em agências de viagens de todo o Brasil. Informações adicionais: WhatsApp (11) 3090-9147. Siga o Dream Car no Instagram: @dreamcarsaoroque.

Os próximos eventos no Parque Dream Car:

O Parque Dream Car já se transformou em ponto de encontro para os apaixonados de diversas regiões. Confira os próximos eventos:

9/8 (domingo): das 9 às 18 horas, será realizado o Megaencontro de Motos do Dream Car. Não há taxa de inscrição e a participação do público é gratuita

15/8 (sábado): nesta data, das 9 às 19 horas o Parque Dream Car estará aberto somente para a realização do evento do Enaldinho, Nicolas e Vini. Portanto, para acessar as dependências do empreendimento será necessário comprar o ingresso no site www.dreamcarmuseu.com.br

16/8 (domingo): das 9 às 18 horas, será realizado o Megaencontro Mustang, reunindo exemplares de várias gerações. A participação do público é gratuita.

22/8 (sábado): das 9 às 18 horas, ocorrerão dois eventos simultâneos: Fast Lane e Fusca Clube do Brasil. A participação do público é gratuita.

23/8 (domingo): das 9 às 18 horas, a atração será o Encontro Mensal de Carros Antigos do Dream Car. Não há taxa de inscrição e a participação do público é gratuita.






Coluna Fernando Calmon


Nº 1.413 — 7/8/2026




Mercado continua a crescer,

mas tende a se acomodar


O mês de julho, com três dias úteis a mais que junho, registrou a venda de 279.578 unidades, incluindo automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. Segundo a Fenabrave, foi o melhor mês do ano e se comparado a julho de 2025 significou um crescimento robusto de 14,9%. O que chama atenção é a comercialização nos sete primeiros meses de 2026: 1.699.637 unidades. Este resultado é 17,9% superior ao mesmo período do ano passado. Julho teve 23 dias úteis, contra 21 em junho e também 23 em julho de 2025.

Arcélio Santos Júnior, presidente da entidade que congrega todas as associações de marcas, atribui o bom resultado ao desempenho positivo do mercado de crédito na liberação de financiamentos e, em especial, ao programa Carro Sustentável. Este segmento registrou um avanço de 29,4% em relação ao período anterior à sua criação em julho do ano passado.

Já o programa Move Brasil — Táxi e Aplicativos atendeu 21.000 interessados. Santos Júnior acredita que este nicho de mercado poderá crescer, depois de criado o Fundo Garantidor de Investimentos (FGI). Ele foi discreto, mas se sabe que aprovação de cadastros de profissionais autônomos depende de artificialismos típicos de programas governamentais de ano de eleições.

A Fenabrave, porém, ressalva que estas mesmas eleições podem levar a certa acomodação de mercado em boa parte deste segundo semestre. Como a oferta de crédito se expandiu nos primeiros seis meses do ano, pode ter levado a um movimento de antecipação de compras. Por isso, não alterou a projeção do fechamento de 2026, um pouco abaixo da previsão da Anfavea.

Na mesma direção seguem as previsões Bright que confirma o fim do ciclo de antecipação de compras. Esta consultoria registrou que, especificamente no mês passado, todas as marcas chinesas somadas atingiram 23% do total das vendas. Entre as 10 primeiras no ranking, além da BYD em quarto, a GWM aparece em nono lugar.


Ram 1500 Bighorn aposta em potência e preço


Picapes de porte grande têm o seu lugar no mercado limitado pelo preço e por isso atraem compradores de maior poder aquisitivo, com capacidade de promover imagem. Ram retirou equipamentos da 1500 Bighorn, sem deixar a sensação de diminuir excessivamente seu status. Ficaram de fora nesta versão, entre outros itens, teto solar, revestimento dos bancos em couro, cromados externos (restritos às rodas de 20 pol. e estribos) e, no sistema Adas, a centralização contínua em faixas de rodagem.

Comandos elétricos continuam para ajuste de pedais e volante (aquecível), freio de estacionamento eletromecânico, banco do motorista (dez posições, também aquecível) e vigia traseira. Central multimídia de 12 pol. tem conexão sem fio para Android Auto e Apple CarPlay. Inclui seis portas USB (quatro do tipo C, mais rápidas, duas do tipo A) e Wi-Fi a bordo para oito dispositivos. Há carregador de celular por indução e sistema de som com nove alto-falantes, subwoofer e 506 W. Assoalho traseiro é plano.

Motor 6-cilindros em linha, gasolina, três-litros biturbo, entrega (além do baixo nível de ruído, vibração e aspereza) 426 cv e 64,8 kgf·m, para acelerar de 0 a 100 km/h em convincentes 5,3 s. Câmbio automático epicíclico de oito marchas TorqueFlite 8 (Licença ZF 8HP) é de série e de boa origem. Há quatro modos de tração: 4x2 e três 4x4 (Auto, High e Low). Motorista pode escolher outras cinco possibilidades: Reboque, Sport, Off-road, Piso escorregadio e Automático. Outro destaque é a grade do radiador ativa especialmente útil em rodovias para melhor eficiência energética

Suspensão traseira com molas helicoidais sempre melhoram o conforto de marcha. Contudo, capacidade total (carga e cinco ocupantes) é apenas 570 kg, apesar da grande caçamba de 1.523 litros (mais de três vezes maior que um típico SUV médio). Capacidade de reboque, menos valorizada aqui do que nos EUA, é de 4.490 kg.

Preço: R$ 449.990


Teste: Geely EX2 Max, um elétrico que surpreende


Sua melhor credencial vem da própria China como modelo mais vendido, no primeiro semestre deste ano, maior mercado mundial. O hatch médio é espaçoso, tem dois porta-malas e produção prevista no Brasil para o final do ano, na fábrica paranaense da Renault pelo regime de importação peça a peça (vai além de um simples CKD). Seu estilo agrada, embora não chegue a se destacar em ruas e estradas cada vez mais repletas de modelos novos e dominadas por SUVs e crossovers. Destaque para desenho das rodas e colunas traseiras.

Para energizar o motor, basta pisar no pedal do freio. O veículo pode ser movimentado para frente ou para trás, deslocando a pequena alavanca no console central da posição “P” para “D” ou “R” e acelerar. Ao sair do carro, volta-se à posição “P” e é só abrir a porta. Há uma simpática decoração interna com desenhos de prédios estilizados e iluminados nas laterais das portas dianteiras e de ponta a ponta do painel. São poucos os botões físicos. Destacam-se as câmeras de 540º de ótima resolução.

Tela multimídia de 14,7 pol. é maior que a de outros compactos. Inclui Android Auto e Apple Car Play, contudo exige conexão apenas com fio e pela entrada em processo de desuso USB-A. Para um segundo celular há carregamento por indução e via USB-C. Banco do motorista tem regulagem elétrica e no banco traseiro o espaço para pernas supera a média dos compactos em 10 cm. Motor sobre o eixo traseiro permite um segundo porta-malas, dianteiro, de 70 L (total: 461 L).

Dimensões (mm): comprimento, 4.135; entre-eixos, 2.650; largura, 1.805 (2005 com espelhos); altura, 1.580. Volumes (L): porta-malas, 391 e dianteiro, 70; Massa: 1.300 kg. Bateria: 39,4 kWh. Motor: potência, 116 cv; torque, 15,3 kgf·m. Alcance médio (Inmetro): 289 km. Tração: traseira. Aceleração 0 a 100 km/h: 10,2 s.

A exemplo de todo elétrico, silêncio e ausência de vibrações são destaques. Direção mostra firmeza adequada. Assoalho plano descansa quem viaja atrás. Desempenho bom, sem tentação de exibi-lo como em outros elétricos. Viajar depende do ritmo e do perfil da estrada, mas há que ficar bem atento ao alcance e à rede de recarga com suas limitações.

Preço: 136.800


Primeiro carro nacional, Romi-Isetta comemora seus 70 anos na data exata de aniversário do lançamento do modelo em 1956, em 5 de setembro, num encontro em Santa Bárbara d’Oeste (SP), onde era fabricada


Em 5 de setembro de 1956 o Brasil mudou para sempre. Nesse dia o País entrava em uma nova fase de desenvolvimento industrial com o lançamento do primeiro carro nacional, a Romi-Isetta.

Exatamente 70 anos depois, em 5 de setembro de 2026, essa data histórica será amplamente celebrada no Encontro Nacional de Romi-Isettas, que acontecerá na sede da Fundação Romi, em Santa Barbara d’Oeste (SP), cidade onde o modelo era fabricado.

O evento contará com exposição de documentos de época, desenhos técnicos e fotos históricas abordando a heroica trajetória do veículo. A programação contará ainda com carreata de Romi-Isettas pelas ruas da cidade, gincana para proprietários, loja de souvenirs e distribuição de miniaturas de Romi-Isetta produzidas na hora em uma máquina Sopradora Romi. Também haverá praça de alimentação com food trucks, espaço para crianças e apresentações musicais.

A entrada será gratuita e os colecionadores interessados em expor suas Romi-Isettas no Encontro Nacional podem cadastrar seus veículos por meio do link https://mkt.fundacaoromi.org.br/romi-isetta-70-anos.



Como foi o dia 5 de setembro de 1956

A chegada do primeiro carro nacional foi marcada por um inesquecível desfile das primeiras 16 unidades fabricadas pelas principais ruas e avenidas de São Paulo. Saindo da R. Marquês de Itu, no Centro, onde ficava a primeira concessionária, o comboio passou sendo aplaudido pelo público ao longo do Largo do Arouche, Praça da República, Av. São Luís e Av. Brigadeiro Luís Antônio, até o Palácio Episcopal, na região da Bela Vista, onde o cardeal D. Carlos Carmelo Motta abençoou os Romi-Isettas.



Roubando a cena por onde passava, a carreata seguiu pela Av. Paulista, Av. Angélica, Praça Marechal Deodoro, Av. São João e Av. Rio Branco até os Campos Elíseos, onde ficava a sede do governo paulista. Lá o então governador Jânio Quadros conheceu de perto a Romi-Isetta e, entusiasmado, declarou: “Honra a nossa indústria, honra São Paulo e honra os brasileiros um carro como esse”.

De lá a caravana tomou o rumo do Largo do Paissandu, passando pelo Viaduto do Chá e Praça Ramos de Azevedo até o retorno à loja na R. Marquês de Itu, onde a seguir foi formalizada a primeira venda: uma unidade nas cores vermelho e creme, chassi 56001, adquirida pela S.A. Industrial de Óleos Nordeste, de Porto Alegre, RS.



Iniciativa não só pioneira, mas corajosa e arrojada

A produção do primeiro carro nacional foi iniciativa da Romi, fabricante de tornos e implementos agrícolas de Santa Bárbara d’Oeste (SP), fundada em 1930. Sempre atuando sob o signo do pioneirismo, a Romi já havia sido responsável pela produção do primeiro trator brasileiro, o Toro, em 1949.

No início de 1955, portanto mais de um ano antes da adoção de medidas do governo federal para incentivar o nascimento da indústria automobilística brasileira, Américo Emílio Romi e seu enteado, Carlos Chiti, se interessaram por um revolucionário veículo urbano chamado Iso Isetta, fabricado na Itália. Importaram duas unidades para estudar sua produção local e, depois de testes e avaliações indicarem sua viabilidade, partiram para uma reunião na sede da empresa na Europa.

A ideia era produzir o veículo no Brasil em parceria, mas a Isetta não tinha recursos, dado o cenário da Itália pós-Segunda Guerra Mundial. Destemida, a Romi decidiu bancar a empreitada sozinha, obtendo a licença de fabricação e pagando 3% de royalties sobre cada unidade vendida.

A Romi, com muita determinação, conseguiu contratar diversos fornecedores nacionais, sendo o principal deles a paulistana Tecnogeral, que produzia as partes metálicas do carro como o chassi e a carroceria. Com isso, já em junho de 1956, a primeira unidade da Romi-Isetta deixava a linha de montagem de Santa Barbará d’Oeste, em um novo galpão erguido na Romi especialmente para esse fim, com um espetacular índice de nacionalização de 72% em peso. O lançamento oficial, porém, ainda esperaria mais três meses, para composição de estoque e constituição da rede de vendas e assistência técnica.



Antecipando tendências em várias frentes

A Romi-Isetta foi a precursora da mobilidade sustentável. Trata-se de um carro urbano, compacto, econômico – tanto no preço quanto no consumo –, prático, ágil, fácil de dirigir e estacionar e de manutenção simples.

O projeto herdou várias soluções técnicas da avançada indústria aeronáutica, origem de seu projetista, Ermenegildo Pretti. Alguns exemplos são a carroceria aerodinâmica, em forma de gota d’água, a porta única frontal (como dos aviões cargueiros), que facilitava o acesso ao interior do modelo ao mesmo tempo em que fortalecia a estrutura do veículo, a grande área envidraçada, como nos caças a jato, e o amplo uso de materiais mais leves e modernos, como o alumínio.

Por suas características únicas, a Romi-Isetta causou uma onda de paixão instantânea nos brasileiros. Além de aclamado pela imprensa e pelo setor industrial, a classe artística também abraçou o carrinho. Vários atores e atrizes muito famosos na época tiveram um Romi-Isetta ou participaram diretamente de suas atividades de divulgação, como Eva Wilma e John Herbert, o que contribuiu fortemente para a popularidade e carisma do modelo.



Avanços técnicos e o fim da produção

A primeira Romi-Isetta usava motor Iso dois tempos de 236 cm3 e 9,5 hp, com bloco e cabeçote em alumínio em posição central. A velocidade máxima era de 85 km/h e, graças ao seu baixo peso, de apenas 350 quilos, o consumo chegava a impressionantes 25 km/l.

Depois de algumas evoluções estéticas até 1958, em 1959 veio a maior mudança: foi lançada a Romi-Isetta 300 de Luxe, com motor BMW quatro tempos de 298 cm3 e 13 hp, que aumentou o desempenho sem sacrificar o consumo. Essa versão também recebeu diversas melhorias técnicas e estéticas, tanto no interior quanto no exterior.

Em 1961 a Romi-Isetta já havia cumprido, com amplo sucesso, seu papel de indutora da industrialização automobilística nacional, que então caminhava a passos largos graças à política desenvolvimentista adotada pelo governo JK. Em 13 de abril daquele ano o último Romi-Isetta, nas cores branco e amarelo-limão, deixou a linha de montagem para entrar definitivamente na história – que agora poderá ser revivida de perto, exatos 70 anos depois de seu lançamento, no Encontro Nacional de Romi-Isettas em Santa Barbará d’Oeste.

Serviço

Encontro Nacional de Romi-Isettas

Data: 5 de setembro de 2026, sábado

Local: Fundação Romi – Av. João Ometto, 118, Jardim Panambi, Santa Bárbara d'Oeste, SP

Horário: 9h às 15h

Entrada: Gratuita

Site: www.fundacaoromi.org.br

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Com clima de montanha e paisagens da Mantiqueira, Monte Verde conquista turistas o ano inteiro

 

Monte Verde está localizada no coração da Serra da Mantiqueira (foto: Márcio Mausolin)

Monte Verde, distrito de Camanducaia, no sul de Minas Gerais, é um daqueles destinos que conseguem reunir natureza, clima de montanha, boa gastronomia e hospitalidade em um só lugar. Fundada em 1936 pelo imigrante letão Verner Grinberg, a vila preserva influências europeias na arquitetura, na culinária e até na própria identidade cultural. 

Cercada pelas montanhas da Serra da Mantiqueira e situada a 1.554 metros de altitude, tornou-se um dos principais destinos de inverno do país, mas oferece atrações durante todas as estações.

Com clima de montanha e paisagens da Mantiqueira, Monte Verde conquista turistas o ano inteiro

Foto de Juan Gasparini

O cenário convida tanto ao descanso quanto à aventura. Entre as atrações mais procuradas está a Trilha da Pedra Redonda, de nível fácil, que leva a um dos mirantes mais conhecidos da região, com vista para Minas Gerais e São Paulo. 

Para quem busca desafios maiores, as trilhas da Pedra Partida, Chapéu do Bispo e Platô proporcionam caminhadas com vistas para a Mata Atlântica e panoramas da Serra da Mantiqueira.

Foto divulgação

Além das trilhas, Monte Verde reúne atrações para toda a família. O visitante pode conhecer o centenário Pinheiro Velho, participar de experiências na Escola de Falcoaria, se aventurar na Fazenda Radical, com tirolesa, arvorismo e quadriciclos, ou visitar o Parque VillaLeta, inspirado na cultura viking. Já a Avenida Monte Verde concentra restaurantes, cafeterias, chocolaterias e cervejarias artesanais, formando o coração gastronômico e comercial da vila.

A gastronomia é outro grande atrativo. O tradicional fondue, servido em sequências de queijo, carnes e chocolate, divide espaço com pratos à base de truta, criada nas águas frias da região desde a década de 1950. O pinhão, ingrediente típico da Serra da Mantiqueira, também aparece em receitas de risotos, tortas e pães, enquanto chocolates e cervejas artesanais completam a experiência gastronômica.

Monte Verde (Foto Juan Gasparin)

Embora o inverno seja a alta temporada, quando as temperaturas podem chegar abaixo de zero e as geadas transformam a paisagem, Monte Verde mantém seu charme durante todo o ano. No verão, o clima ameno favorece trilhas e passeios ao ar livre; no outono e na primavera, as temperaturas agradáveis tornam a vila ideal para quem busca tranquilidade, boa gastronomia e contato com a natureza.

Com fácil acesso pela Rodovia Fernão Dias, a cerca de 170 quilômetros da capital paulista, Monte Verde continua sendo um dos destinos mais completos da Serra da Mantiqueira.

Pousada Pedras e Sonhos (Foto: Márcio Mausolino)

Hospedagens para diferentes perfis

A diversidade de experiências também se reflete nas opções de hospedagem, que atendem desde casais em busca de romantismo até famílias e viajantes que priorizam praticidade.

A Pousada Pedras e Sonhos, localizada na parte alta da vila, aposta em exclusividade e privacidade. Com número reduzido de chalés e vista privilegiada para a Serra da Mantiqueira, oferece acomodações equipadas com lareira, hidromassagem com cromoterapia, varanda, ar-condicionado quente e frio, garagem coberta e chaleira elétrica. Outro diferencial é o café da manhã servido até às 11h, permitindo que os hóspedes aproveitem a viagem sem pressa.

Pousada Sonho Verde - foto divulgação

Para quem valoriza localização, a Pousada Jardim da Mantiqueira está instalada em um bosque de araucárias, a poucos metros da avenida principal, permitindo que boa parte dos passeios seja feita a pé. As suítes contam com aquecimento, ar-condicionado, chaleira elétrica e opções com lareira e hidromassagem. O café da manhã privilegia produtos regionais, e a pousada ainda oferece carregador para veículos elétricos, um serviço cada vez mais valorizado pelos viajantes.

Já a Pousada Sonho Verde é uma alternativa para quem procura excelente custo-benefício sem abrir mão do conforto. Uma das vantagens é o estabelecimento ter quartos grandes que acomodam até oito pessoas, permitindo uma estadia confortável para famílias. Situada a cerca de 600 metros do centro, dispõe de chalés com lareira, café da manhã preparado com receitas caseiras e piscina, diferencial pouco comum entre as pousadas da região e que amplia as possibilidades de lazer nos meses mais quentes.

Para mais informações e reservas:

Pedras e sonhos – WhatsApp (35) 98713-5898, fixo (35) 3438-1388, www.pedrasesonhos.com.br e www.instagram.com/pousadapedrasesonhosmv

Jardim da Mantiqueira – WhatsApp (35) 99173-9361, fixo (35) 3438-1912, https://pousadajardimdamantiqueira.com e www.instagram.com/pousadajardimdamantiqueira

Sonho Verde – WhatsApp (35) 99885-9638, fixo (35) 3438-1188, www.pousadasonhoverde.com e www.instagram.com/pousadasonhoverde

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