Pesquisar este Blog do Arnaldo Moreira

sexta-feira, 3 de abril de 2026

Inscrições abertas para Encontro Nacional da Febtur em Porto Seguro. Com palestrantes de referência e experiências imersivas no destino, encontro reunirá jornalistas e comunicadores de turismo de todo o país e do Uruguai

As inscrições para o II Encontro Nacional de Jornalistas e Comunicadores de Turismo já estão abertas, e a expectativa é reunir profissionais de todas as regiões do país e do Uruguai em Porto Seguro, entre os dias 12 e 17 de maio de 2026.

Promovido pela Federação Brasileira de Jornalistas e Comunicadores de Turismo (Febtur), o evento combina programação técnica, networking e press trips em alguns dos cenários mais emblemáticos do destino que marcou o início da história do Brasil.

As inscrições são limitadas e seguem três categorias: R$ 500 para associados, R$ 700 para convidados e R$ 1.000 para não associados. O valor inclui hospedagem, parte das refeições, participação nas palestras e nas visitas técnicas programadas durante o encontro.


Para os comunicadores do Rio de Janeiro, chegar a Porto Seguro é rápido e prático. A partir da capital Rio de Janeiro, há voos diretos com duração média de cerca de 1h50, além de opções com conexão em Salvador ou Belo Horizonte. Para quem prefere viajar de carro, o trajeto rodoviário tem aproximadamente 950 quilômetros, com tempo estimado de 14 a 16 horas, percorrendo trechos do interior fluminense, de Minas Gerais e do sul da Bahia até chegar ao destino.

Para os participantes de Minas Gerais, o acesso a Porto Seguro também é bastante facilitado. A partir de Belo Horizonte, há voos diretos com duração média de cerca de 1h30, além de alternativas com conexão em capitais como São Paulo e Salvador. Já para quem opta pelo deslocamento em veículo próprio, o percurso rodoviário é de aproximadamente 720 quilômetros, com tempo médio de 11 a 12 horas, atravessando o Vale do Jequitinhonha e o extremo sul da Bahia, em uma viagem que combina diferentes paisagens até o litoral baiano.



Vivências e divulgação

Mais do que um congresso, o Encontro Febtur foi concebido como uma experiência profissional e turística. A proposta é que jornalistas, comunicadores e produtores de conteúdo vivenciem o destino antes de contá-lo ao público.

À frente da entidade, o presidente nacional Gorgônio Loureiro destaca que o encontro busca fortalecer o papel da comunicação no desenvolvimento do turismo brasileiro. “Queremos promover um espaço de reflexão sobre como comunicar o turismo de forma estratégica, responsável e alinhada às transformações do setor”, afirma.

A realização conta com apoio institucional do Governo da Bahia, por meio da Secretaria de Turismo, da Prefeitura de Porto Seguro, do Sebrae Bahia e da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis.


Conteúdo e experiências

A programação começa no dia 12 de maio, com a chegada dos participantes. A abertura oficial acontece na manhã do dia 13, no Centro de Eventos do Porto Seguro Eco Bahia. A programação técnica segue até a manhã do dia 14, no Portal Beach Hotel,alternando palestras, rodas de conversa e reuniões institucionais.

As visitas técnicas a atrativos e equipamentos culturais e de lazer são tradição nos eventos da Febtur. Entre os locais confirmados estão a Reserva Pataxó da Jaqueira, referência em etnoturismo e preservação cultural; o Parque Marinho de Recife de Fora, um dos maiores bancos de corais do Brasil; e a Praia do Mutá, conhecida pelas águas claras e piscinas naturais.

A programação inclui ainda visitas a Arraial d’Ajuda, o Teatro L’Occitane, em Trancoso e um luau do Complexo de Lazer Tôa Tôa. O roteiro contempla também o Centro Histórico da cidade, marco simbólico da chegada dos portugueses ao Brasil.

Entre um conteúdo e outro, almoços e jantares especiais ajudam a fortalecer o networking entre os participantes e a apresentar, na prática, a hospitalidade baiana.

O encerramento está previsto para o dia 17 de maio, com o retorno dos participantes.

Conexão temática

Nesta edição, o encontro traz como eixo central “Comunicar para conectar: inovação, sustentabilidade e mercado no turismo brasileiro”.

O tema propõe uma reflexão sobre o papel estratégico da comunicação turística em um cenário marcado pelo excesso de informação e pela necessidade de narrativas responsáveis.

Entre os palestrantes confirmados estão o empresário Maurício Magalhães, o CEO do São Paulo Convention & Visitors Bureau e presidente da Unedestinos Toni Sando, além da professora e especialista em eventos Líbia Macedo.

Também haverá espaço para apresentação de novas parcerias da Febtur e da produção literária dos associados à entidade.

Serviço

Evento: II Encontro Nacional de Jornalistas e Comunicadores de Turismo – Febtur
Local: Porto Seguro
Data: 12 a 17 de maio de 2026

Inscrições:
Associados: R$ 500
Convidados: R$ 700
Não associados: R$ 1.000

Inclui: hospedagem, parte das refeições, programação técnica e press trips.

Connection Terroirs do Brasil anuncia primeiro palestrante internacional e abre pré-venda de ingressos. Especialista em Indicação Geográfica e comércio internacional, professor francês radicado no Brasil abordará o futuro das IGs no país

Jean-Louis Le Guerroué, professor da Universidade de Brasília


Texto: Renata de Mattos | fernando@rossiezorzanello.com.br

Em meio ao avanço das discussões sobre o acordo entre Mercosul e União Europeia e seus efeitos sobre a competitividade de produtos com identidade territorial, o Connection Terroirs do Brasil 2026, que acontece nos dias 10 a 13 de junho em Gramado/RS, confirma seu primeiro palestrante internacional e inicia a pré-venda de ingressos para sua programação de conteúdos.

O convidado é o pesquisador Jean-Louis Le Guerroué, professor da Universidade de Brasília e especialista em Indicações Geográficas (IGs) e desenvolvimento sustentável de territórios, que irá apresentar uma palestra sobre o futuro das IGs no Brasil, tema que vem ganhando relevância estratégica no país diante da abertura de mercados e da valorização de produtos com origem certificada.

A participação de Le Guerroué se insere como um dos principais temas da programação, reunindo especialistas brasileiros e estrangeiros para discutir os caminhos da valorização dos territórios, da gastronomia e do desenvolvimento regional em um contexto de internacionalização crescente. A programação do Connection também contará com painel específico sobre os desafios e oportunidades das IGs frente ao acordo Mercosul–União Europeia, ampliando o debate sobre os impactos da agenda internacional para os produtos de origem.


A pré-venda dos ingressos para o palco de conteúdos segue até 13 de abril, com valores a partir de R$210. A abertura antecipada ocorre antes da divulgação completa da programação e sinaliza a força da agenda proposta, especialmente diante do avanço das discussões sobre certificação de origem e diferenciação de produtos no mercado global.

“As Indicações Geográficas representam muito mais do que um selo. Elas carregam história, identidade e desenvolvimento para os territórios. O Connection é um movimento que promove o reconhecimento desses produtos e das pessoas por trás deles. A venda antecipada reforça o interesse do público por esse conteúdo e pela conexão que ele proporciona, neste ano novamente traremos dois cases internacionais”, afirma Eduardo Zorzanello.

As palestras acontecem nas manhãs dos dias 11 e 12 de junho, no Palácio dos Festivais, com a participação de ao menos 12 especialistas, incluindo dois painéis internacionais.

Além do conteúdo técnico, o Connection mantém uma agenda gratuita distribuída pelo centro da cidade, com exposição de produtos de origem, degustações de cafés especiais e vinhos e a Alameda dos Sabores — espaço que reúne chefs em apresentações ao vivo com ingredientes certificados. O evento também mobiliza restaurantes locais em um circuito gastronômico com menus exclusivos, reforçando a conexão entre território, cultura e experiência.

Realizado pela Rossi & Zorzanello e correalizado pelo Sebrae, o Connection se posiciona como a principal vitrine brasileira para produtos com Indicação Geográfica (IG), selo que reconhece a relação entre origem territorial, saber-fazer e qualidade diferenciada.



No Brasil, as IGs são regulamentadas pela Lei da Propriedade Industrial e concedidas pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial, podendo ser classificadas como Indicação de Procedência (IP) ou Denominação de Origem (DO), conforme o grau de vínculo entre o produto e seu território.

Os ingressos estão disponíveis no site oficial do evento: connectionexperience.com.br, com valores progressivos conforme os lotes.

Lotes e valores dos ingressos:

Pré-venda de 31 de março a 13 de abril: R$ 210,00

1º lote de 14 de abril a 13 de maio: R$ 400,00

2º lote de 14 de maio a 9 de junho: R$ 500,00

Venda no balcão de 10 a 13 de junho: R$ 550,00




Coluna Fernando Calmon



Coluna Fernando Calmon


Nº 1.395 —3/4/2026




Renault afirma que aprende, mas

também pode ensinar aos chineses



Avanço das marcas chinesas dentro do maior mercado de veículos do mundo (o seu próprio) foi resultado de planejamento e decisões estratégicas. Uma delas, o incentivo estatal para desenvolver carros elétricos. Sem retirar o mérito da escolha, deve-se ressaltar que motor tradicional e câmbio (manual ou automático) são mais caros para desenvolver e produzir. Em compensação, dispensam baterias grandes e de preço muito elevado. Elétricos, por sua vez, têm a simplicidade de motores mais leves, compactos e baratos com potência e torque a seu favor. Contudo, exigem uma rede de recarga vasta e capilar, o que dificulta em especial as viagens. Este último problema levou ao seu desaparecimento, há cerca de um século.

Em entrevista recente ao site da revista Autocar, Thierry Charvet, executivo da Renault responsável pela Qualidade do Produto, foi assertivo e direto. “Estamos aprendendo com os novos rivais em termos de desenvolvimento de software e redução do número de peças em seus carros. Mas podemos ensinar lições valiosas às concorrentes chinesas, quando se trata de manufatura”, ponderou.

A estratégia do grupo francês que tem aliança com Nissan e Mitsubishi, além de dono da Dacia, Alpine e Renault Korea (ex-Samsung Motors), é reduzir o tempo de desenvolvimento de novos modelos para cerca de dois anos. Isso equipara-se às empresas chinesas que estão se expandindo pela União Europeia (UE). Mas, as orientais dedicam-se a produtos específicos, com menos equipamentos do que os concorrentes europeus. Assim, a marca europeia ganha em agilidade e atende a clientes com veículos a que já estão acostumados. 

Isso a Renault não comentou, porém o comprador médio do continente também demonstra certo orgulho de suas marcas nacionais, embora seja hábito arraigado na Alemanha e França, um pouco menos na Itália e ainda menos na Grã-Bretanha que está fora da UE.


Stellantis vê riscos em produção CKD/SKD


No Brasil, sem marcas nacionais, a postura dos compradores é claramente liberal. Chineses avançaram rapidamente e aproveitaram o imposto de importação baixo para elétricos e híbridos que só volta aos 35% em julho próximo, em lenta escalada ao longo de dois anos. Não havia taxação até janeiro de 2024. Todavia, outra frente se abre em relação ao modelo de produção CKD (conjuntos completamente desmontados, na sigla em inglês) ou SKD (semidesmontados).

Até agora, apenas Anfavea e Sindipeças se posicionavam de forma contrária à ampliação descontrolada destes dois arranjos frente ao tradicional, cujo índice de conteúdo local costuma ser de 70% a 80% ou pouco além. Neste caso, incluem-se componentes de fornecedores, além de estamparia, armação, pintura e montagem final. Ou seja, longa cadeia que gera empregos mais bem remunerados.

Modelos caros, como os montados por Audi (Paraná), BMW (Santa Catarina) e Land Rover (Rio de Janeiro), justificam-se pela baixa escala produtiva. Replicar para veículos de preço médio ou de entrada, claramente vai gerar desemprego aqui e empregos no exterior em particular na China, mas não só. GM, Renault e Stellantis decidiram produzir elétricos em CKD ou SKD de baixo impacto nos empregos por representarem apenas 6% das vendas de automóveis e comerciais leves. Para relembrar: híbridos plugáveis não são elétricos, ao contrário destes com extensor de alcance provido por um moto-gerador que não traciona o veículo, apenas recarrega a bateria.

Herlander Zola, presidente da Stellantis América do Sul, ressaltou: “Se este modelo de negócio, CKD e SKD, for atraente, utilizaremos também. Objetivo de uma indústria é tornar seu futuro viável, ter rentabilidade e gerar investimentos. Sem isso não há futuro. Assim, precisamos utilizar as mesmas armas dos nossos concorrentes.”

Tanto Stellantis (Leapmotor) quanto Renault (Geely) e GM (Saic-Wuling) já decidiram aplicar a mesma estratégia em baixa escala, com suas sócias chinesas. Contudo, devem manter a produção como implantada hoje, se houver equilíbrio de oportunidades.


Porsche 911 Turbo S: mais rápido que nunca


Nada fácil, melhorar desempenho de um carro esporte de série com acelerações brutais, comportamento em curvas exemplar, capacidade de frenagem impressionante e um interior acolhedor. Para isso a marca alemã investiu em motorização híbrida plena. Visual também mudou, mas continua inconfundível com o tradicional motor atrás do eixo traseiro que faz do 911 uma lenda e único a manter essa arquitetura.

Destaques para as entradas de ar laterais traseiras e saídas de ventilação a fim de reforçar a largura do carro, faróis de desenho clássico do modelo, capô em compósito de fibra de carbono que expõe duas faixas sem pintura para identificar este material (também disponível como inédito opcional nos braços dos limpadores do para-brisa). Coeficiente aerodinâmico melhorou em 10% e inclui agora flapes verticais e um defletor ativo na frente.

Motor de 3,6 L com sistema híbrido de 400 V e dois turbocompressores com auxílio elétrico entrega 711 cv (ganho de 61 cv) e 81,5 kgf·m. Câmbio automatizado de dupla embreagem e oito marchas acopla um motor elétrico de 82 cv e 18,4 kgf·m. Mudanças mecânicas e estéticas acrescentaram 85 kg à massa em ordem de marcha. Ainda assim acelera de 0 a 100 km/h em estonteantes 2,5 s (0,2 s mais rápido). Entre modelos produzidos em série, inclusive elétricos, praticamente sem adversários.

Topo de linha do Porsche 911 estreia controle de chassi eletro-hidráulico para reduzir rolagem da carroceria. Sistema de elevação da altura de rodagem dianteira para lidar com lombadas e rampas de garagem introduziu agora função de memória e atuação instantânea graças à rede de 400 V. E, por questão de honra da marca, discos de freio dianteiros com 10 pistões agora têm 420 mm de diâmetro e os traseiros, 410 mm (como referência, diâmetro de 300 mm em disco de áudio long-play de 33 rpm).

Preços: R$ 2.100.000 (cupê); R$ 2.150.000 (cabriolet)


Changan Uni-T aposta em SUV convencional

 

Atualização da fábrica de Anápolis (GO) elevou o nível da operação da Caoa. Houve ampliação de capacidade e reorganização interna. Nesse contexto está o Changan Uni-T, junto aos modelos da Chery. As duas são concorrentes figadais na China e aqui produzidos sob o mesmo teto de uma marca nacional.

O SUV médio-compacto é um pouco maior que os principais concorrentes (mm): comprimento, 4.535; entre-eixos, 2.710; largura, 1.870; altura, 1,565. Volumes (L): porta-malas, 425; tanque, 55. Estilo foge do padrão do segmento, com superfícies bem trabalhadas, proporções diferentes e identidade própria. Destaque visual para as quatro saídas de escapamento no para-choque. A fabricante brasileira rodou cerca de 2 milhões de km a fim de recalibrar suspensões, direção e trem de força.

Interior apresenta boa qualidade de materiais e montagem. As duas telas integradas somam 25,1 pol. com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, além concentrar a maior parte das funções, inclusive o modismo chinês nada prático de regulagem dos espelhos. Motor turbo flex, 180 cv e 29,2 kgf·m (alguns concorrentes entregam desempenho melhor com etanol). Câmbio automatizado de dupla embreagem, banhada a óleo, sete marchas, sem possibilidade de trocas manuais. 

Com controle de largada, o Uni-T acelera de 0 a 100 km/h em 7,4 s. Apesar de um conjunto mecânico competitivo, as respostas não acompanham toda a esportividade que o desenho sugere. Em retomadas na estrada, o modo Sport favorece marginalmente o comportamento. Há bom acerto de suspensões, sem penalizar o conforto, fruto da tradicional expertise brasileira.

A suspensão independente nas quatro rodas, com McPherson na dianteira e multibraço na traseira, tem bom acerto, sem penalizar o conforto. Com rodas de 20 pol. e pneus de perfil 45, o resultado é acima do esperado.

Preço de lançamento: R$ 169.990 e garantia de sete anos.


quinta-feira, 2 de abril de 2026

Da calmaria ao veneno no toque de um botão, o Fiat Pulse Abarth 2026 atrai quem gosta de desempenho esportivo - 7,9s de 0 a 100 - e precisa de um SUV para o dia a dia com confiabilidade. O SUV compacto custa R$ 162.490,00



Texto e fotos: Arnaldo Moreira

Quem dirige um Fiat Pulse, o simpático e agradável pequeno SUV compacto e tem o prazer de andar com o modelo Abarth tem uma agradável surpresa. Logo descobre a diferença entre as duas versões a partir dos seus motores, que pulam do 1.0 FireFly turbo do Pulse de 130 cv, de 8V, automático, para o motor turbo T270 de 185 cv e 27,5 kg.fm de torque, tanto abastecido com gasolina ou etanol 7,9 s de 0 a 100 km/h, câmbio automático de seis velocidades, com troca de marchas manual nas aletas (paddle shifts) atrás do volante, eficientes, sem diley, e obviamente uma suspensão correspondente às exigências de segurança e estabilidade do Abarth. 


Posso garantir que o Fiat Pulse Abarth 2026 oferece uma experiência de condução que envolve emoção e entusiasmo e que vai muito além do visual esportivo, além de confiabilidade. Uma olhada para o interior já mostra um ambiente diferente que transmite a proposta da linha Abarth. 


Ainda vem com teto solar panorâmico, porém, fixo.


Ao entrar no cockpit e assumir o lugar do piloto - que tem regulagem elétrica -, nos bancos ergonômicos pela posição de dirigir e o modelo de competição dos bancos, você sente que está sentado num carro com pedigree e logo vem aquela vontade de acelerar o Abarth. Os bancos de bom acabamento, em couro e abas laterais que garantem o apoio, o encaixe, do corpo. 


Ao dar a partida, o ronco do motor chama atenção — é um som mais encorpado, que revela a identidade esportiva do Abarth. 


Na cidade, o carro é ágil e fácil de conduzir, com respostas rápidas ao toque do acelerador e um câmbio bem ajustado para o uso urbano. A direção é leve em baixas velocidades, facilitando manobras, mas fica mais firme à medida que a velocidade aumenta.

Na estrada, o Pulse Abarth 2026 realmente mostra seu diferencial. O motor turbo entrega força consistente, permitindo retomadas rápidas e ultrapassagens seguras. A surpresa verdadeira vem quando é acionado o Modo Poison (veneno) - botão vermelho no volante que altera o mapeamento do motor, câmbio e assistência da direção para uma condução mais agressiva recurso esportivo exclusivo dos Fiat Pulse e Fastback Abarth - que revela a que veio o Abarth: o acelerador fica mais sensível, a direção mais firme e o comportamento do carro mais agressivo. É nesse momento que o carro revela seu verdadeiro caráter esportivo.


O Abarth conta com o Connect //// Me, uma plataforma de serviços conectados dos veículos Fiat e conta com mais de 30 funcionalidades.

Chamada Automática de Emergência que é acionada no monitor em caso de acidentepelo próprio veículo que entra em contato coma Central de Serviços Conectados sem a intervenção do motorista. 

O Abarth oferece operações remotas mesmo de longe através do My Connect que permitir acionar luzes e buzina, travar ou destravar as portas, ligar e desligar o motor e acionar a climatização.


Como um carro de natureza esportiva, a diferença de ajuste da suspensão é logo notada nos primeiros momentos de condução. A suspensão fica mais rígida, que melhora a estabilidade em curvas e transmite mais confiança ao motorista, embora isso possa ser sentido em pisos irregulares. Mesmo assim, o equilíbrio entre conforto e desempenho é bem resolvido.


Na traseira, os bancos igualmente em couro, em função da largura do carro de 1,77m, cabendo a cada um dos passageiros 59 cm - uma cadeira normal mede em torno de 50 cm - oferecendo espaço para três ocupantes, que têm à mão duas entradas de USB para carregamento de celular.


Outra diferença do modelo Abarth para o Pulse Drive é reconhecido nas linhas e na personalidade mais agressivas. Na frente só os faróis e os de neblina (ambos em LED) formam mantidos com o desenho da versão anterior. A grade que ostenta a marca fundada em 1949 por Carlo Abarth, na Itália, que tem a imagem de um escorpião como símbolo, e as entradas de ar, a grade inferior, como a superior receberam aletas verticais e o para-choques ganharam novo e enriquecido visual.


As laterais de linhas limpas com o escorpião são decoradas com frisos que unem as caixas de rodas de 18", mais largas e mais leves, com novo desenho, ostentando o símbolo do escorpião. Os retrovisores externos com regulagem elétrica e função Tilt down são agora pintados de preto.


Já a traseira ostenta dois destaques que definem o Pulse Abarth, o logotipo na tampa do porta-malas, em vermelho, que sobressaem a marca. 


A tampa esconde um porta-malas de 370 l, que duplica com os bancos traseiros rebatidos, boa capacidade para um compacto com 4,12 m de comprimento, 1,77 m de largura e 1,54 m de altura, e uma boa distância entre eixos de 2,53m. Outras medidas do Abarth: altura livre entre os eixos: 217 cm, ângulo de entrada: 20,0° e ângulo de saída,  27,0°.


A ponta dupla cromada da descarga esportiva dá um ar mais esportivo do Abarth.


O Abarth apesar de ser um modelo esportivo tem uma distância do solo de 18,8 cm, o que garante superar irregularidades do piso, incluindo quebra-molas mais elevados.



No quesito tecnologia, o modelo vem bem equipado, com central de multimídia intuitiva, com tela de 10,1" touchscreen, Apple Car Play e Android Auto, sistema de navegação embarcado, espelhamento de smartphone sem fio e...

... carregador de celular por indução, entre outros.

Volante multifuncional com wireless, comandos de voz, bluetooth, MP3, rádio AM/FM, porta USB (2): USB tipo A e tipo C. O painel digital de 7" digital e diversos assistentes de condução que aumentam a segurança e a praticidade no dia a dia. O Abarth que não possui airbags cortina que protejam as janelas traseiras, conta com dois airbags frontais para motorista e carona e dois laterais de proteção do tórax e cabeça para motorista e passageiro.


O ar condicionado é digital.

Em resumo, o Fiat Pulse Abarth 2026 é um SUV compacto que combina estilo, desempenho e tecnologia eficientes para o que o modelo se propõe. É uma interessante opção para quem busca um carro versátil para o uso diário, mas que também curta emoção ao dirigir. Acho que o Abarth pelas suas características esportivas e a velocidade que atinge deveria contar com freios a disco na traseira, em vez do sistema de tambor. O conjunto mecânico permanece o mesmo, focado em entregar agilidade e um comportamento dinâmico apurado. Boa ideia que casa com o Abarth, a Fiat instatou pedais de competição.

O Pulse Abarth custa R$ 162.490,00.


Park City: Viaje pelo inverno, retorne pelo verão. Confira um roteiro de 5 dias e surpreenda-se com Park City nos meses mais quentes


Para muitos viajantes, Park City é sinônimo de inverno, resultado da combinação entre neve perfeita, estações renomadas e diversão em baixas temperaturas. Mas basta a neve começar a derreter e a cidade transforma sua oferta turística, mantendo uma personalidade igualmente vibrante para os amantes de atividades ao ar livre.


Não é à toa que muitos viajantes estreiam na cidade atraídos pelo inverno e acabam retornando em meados de junho para o verão. Caminhadas e pedaladas exploram paisagens em mais de 700 quilômetros de trilhas públicas, disponíveis para esportistas de todos os níveis. Meditação e ioga ao ar livre são outras opções de atividades, assim como o rafting, pesca esportiva e stand-up paddle nos rios e reservatórios da região.


Galerias de arte, museus, centros culturais e reservas ecológicas atraem quem não abre mão de enriquecer a mente, enquanto cafés, restaurantes, cervejarias, bares e destilarias provam que a gastronomia também contribui para consolidar experiências marcantes. A cidade também exibe um invejável calendário de festivais, shows e eventos comunitários que celebram o estilo de vida da montanha.


Acessibilidade é chave e permite ao viajante trocar de cenário em poucos minutos. Afinal, o verão em Park City se baseia em escolhas: cada um decide qual é a melhor forma de viver o dia em um extenso cardápio de atividades. O meio de transporte também fica a critério do viajante que pode explorar o entorno a pé, sobre duas rodas ou com o sistema de transporte público gratuito e disponível durante todo o ano.

Roteiro de cinco dias para descobrir Park City no verão

Confira um itinerário prático e completo para vivenciar o melhor de Park City.


Dia 1 - Após desembarcar no Aeroporto Internacional de Salt Lake City, cerca de 35 minutos separam o viajante de Park City. A melhor forma de entrar na vibe da cidade é caminhar pela historic Main Street, entre galerias, lojas independentes, cafés e restaurantes com mesas ao ar livre que ajudam a entender o lifestyle local no verão. É também um bom momento para ajustar o fuso e observar a cidade em movimento.


Dia 2 – Aventure-se em Deer Valley Resort, com opções de trilhas, bike e passeios panorâmicos que revelam as paisagens incríveis das montanhas e do vale. As opções funcionam bem tanto para quem busca atividade leve quanto para quem quer apenas contemplar a paisagem sem esforço excessivo. Após o almoço, relaxe com um tratamento de spa ou embarque em um programa de ioga em meio à natureza.


Dia 3 - Dirija-se a Park City Mountain e aproveite as trilhas bem-sinalizadas, lifts panorâmicos e atividades que agradam todos os perfis. Almoce na montanha e siga para o Utah Olympic Park para conferir o legado olímpico da cidade. Além de visitar os museus, a dica para os amantes de adrenalina é embarcar no bobsled que, no verão, ganha rodas para percorrer o circuito olímpico em uma experiência igualmente emocionante. Em datas selecionadas, o parque também destaca o Flying Ace All‑Stars Show, um espetáculo de acrobacias aéreas realizados por atletas.


Dia 4 – Aproveite uma experiência aquática para variar o ritmo da viagem no verão. As opções incluem rafting no Weber River ou atividades como stand up paddle e pesca em áreas naturais próximas, aproveitando o clima seco e os dias mais longos. A última noite pede uma experiência gastronômica na Main Street, onde as opções de ambiente e cardápio atendem a todos os perfis. Uma boa pedida é encerrar o roteiro com um brinde: seja com um gin artesanal na Alpine Distilling, um bourbon na High West, ou com um drink descontraído no clássico No Name Saloon.


Dia 5 — Dedique o último dia para conhecer o Swaner Preserve & EcoCenter, uma área natural protegida com trilhas, mirantes, paisagens abertas e atividades de educação ambiental. É uma ótima forma de desacelerar e entender o compromisso da cidade com sustentabilidade e preservação. Dependendo do horário do voo de retorno, ainda dá tempo de investir em compras no Junction Commons, o outlet da cidade, ou garantir souvenir local pelos arredores da Main Street.

Mountainkind: Muito além da paisagem

 

O que diferencia Park City no verão não é apenas o que se faz, mas como se vive o destino. A cidade cultiva o conceito de Mountainkind, uma filosofia que combina hospitalidade, respeito à natureza e senso de comunidade e que convida os visitantes a vivenciar a montanha com consciência. Sustentabilidade, preservação de trilhas, incentivo ao comércio local, gastronomia baseada em ingredientes locais e mobilidade consciente fazem parte da experiência, não como discurso, mas como prática cotidiana.

 

Para quem chega a Park City atraído pela reputação de destino de inverno, o verão revela uma grande surpresa: montanhas acessíveis, experiências ao ar livre, cultura e opções urbanas que convidam a explorar sem pressa. Em poucos dias, fica claro que a estação quente não é um intervalo entre temporadas, mas uma parte essencial do destino.

Coluna Minas Turismo Gerais



Coluna Minas Turismo Gerais  


Jornalista Sérgio Moreira 



Caeté mantém a tradição história e religiosa

A cidade de Caeté, que fica a 57 km de Belo Horizonte,  realiza a tradicional Semana Santa, como parte integrante do projeto Minas Santa, com uma proposta que une fé, patrimônio e inovação, entre os dias entre os dias 29 de março, Domingo de Ramos e 5 de abril, Domingo de Páscoa, nas atividades promovidas pela Paróquia Nossa Senhora do Bom Sucesso. 


A celebração busca valorizar a estética barroca do município e ampliar a experiência dos fiéis e visitantes, contemplando procissões como Domingo de Ramos, Lava-Pés, Paixão de Cristo, Enterro e Ressurreição. 

O objetivo é estruturar e qualificar as celebrações, preservando sua autenticidade histórica e fortalecendo o turismo religioso e a economia criativa local. Ao aliar tradição e inovação, a Semana Santa de Caeté reafirma sua importância como um dos mais relevantes patrimônios culturais e religiosos de Minas Gerais.


O Minas Santa realiza sua quarta edição em 2026, sendo um programa do Governo de Minas Gerais, coordenado pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), com o patrocínio da Cemig por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais. A iniciativa, promovida em parceria com o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG), Fundação de Arte de Ouro Preto (Faop) e Fundação Clóvis Salgado (FCS), consolida o estado como um dos principais destinos do país durante o período da Semana Santa. O projeto integra fé, tradição, gastronomia, cultura e turismo, promovendo experiências únicas em todas as regiões do território.

“A Semana Santa de Caeté nos lembra que é na fé invisível, mas profundamente sentida, que nasce a memória que atravessa gerações. Nos cantos, nas procissões e nos gestos de devoção, a cidade se reconecta com a sua própria história. E é no encontro com o patrimônio material, suas igrejas, suas ruas e seu conjunto histórico, que essa fé encontra abrigo, eco e permanência. Ali, o tempo não se rompe, ele se renova, e a tradição não apenas se preserva, ela é vivida, sentida e compartilhada. Caeté nos mostra que o verdadeiro patrimônio não está só nas formas que vemos, mas naquilo que pulsa dentro delas: a memória, o pertencimento e a fé que continuam a dar vida ao passado no presente”, explica Itallo Gabriel, diretor de Conservação e Restauração do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG). 


Semana Santa de São João del-Rei mantém tradição tricentenária


                                     


São João del-Rei a 190 Km da capital mineira, realiza mais uma edição de sua tradicional Semana Santa, reconhecida como uma das mais emblemáticas do Brasil, com uma programação que se estende do Domingo de Ramos ao Domingo de Páscoa.


O projeto, que integra o Minas Santa, estrutura e valoriza celebrações que atravessam mais de três séculos, reunindo ritos como procissões, Ofício de Trevas, encenação da Paixão de Cristo, Encomendação das Almas e o tradicional Combate dos Sinos, além de apresentações musicais. Gratuita e aberta ao público, a Semana Santa de São João del-Rei reafirma seu papel como um dos maiores símbolos da cultura e da religiosidade de Minas Gerais. 


O Minas Santa realiza sua quarta edição em 2026, sendo um programa do Governo de Minas Gerais, coordenado pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), com o patrocínio da Cemig por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais.

A iniciativa, promovida em parceria com o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG), Fundação de Arte de Ouro Preto (Faop) e Fundação Clóvis Salgado (FCS), consolida o estado como um dos principais destinos do país durante o período da Semana Santa. O projeto integra fé, tradição, gastronomia, cultura e turismo, promovendo experiências únicas em todas as regiões do território.


Mais do que um evento religioso, a Semana Santa de São João del-Rei é uma manifestação viva do patrimônio imaterial mineiro. A proposta é garantir não apenas a continuidade dos rituais históricos, mas também ampliar sua compreensão e vivência por diferentes públicos, promovendo uma experiência imersiva que une fé, estética barroca e participação comunitária.

programação: https://diocesedesaojoaodelrei.com.br/fe-e-tradicao-marcam-programacao-da-semana-santa-em-sao-joao-del-rei


A programação contempla procissões, missas solenes, vigílias e encenações sacras. O público poderá acompanhar performances artísticas ligadas à música sacra e a encenação da Paixão de Cristo, um dos momentos mais aguardados. O icônico Combate dos Sinos, símbolo da cidade, também integra a programação, reforçando a singularidade da celebração.

A atividades previstas percorrem toda a Semana Santa, iniciando no Domingo de Ramos com procissão, bênção dos ramos, missa solene e apresentações musicais. Entre a Segunda e a Quarta-feira Santa, acontecem celebrações litúrgicas, o tradicional Ofício de Trevas e concertos sacros em igrejas históricas.

Na Quinta-feira Santa, a Missa do Lava-Pés, seguida do translado do Santíssimo e vigília, marca um dos momentos centrais da liturgia. Já na Sexta-feira Santa, o público e fiéis acompanham a encenação da Paixão de Cristo, a Procissão do Enterro e a Encomendação das Almas.

No Sábado de Aleluia, a Vigília Pascal e o emblemático Combate dos Sinos reforçam a tradição local, encerrando no Domingo de Páscoa com missa festiva e a Procissão do Ressuscitado.

“A Semana Santa de São João del-Rei demonstra que o patrimônio se mantém vivo quando é continuamente experienciado, e a fé não apenas atravessa o tempo, ela se estrutura nos sinos, nos ritos e nas procissões. A cidade se reorganiza em torno de uma tradição que transforma o espaço em significado. E o patrimônio material deixa de ser apenas um suporte e passa a atuar como agente dessa memória, abrigando e potencializando aquilo que é essencialmente imaterial: a devoção, os gestos e os sentidos compartilhados. É assim que São João del-Rei não apenas preserva sua história, ela a atualiza, afirmando-se a cada celebração e dando continuidade à sua identidade cultural”, destaca Itallo Gabriel, diretor de Conservação e Restauração do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha).


CDL/BH inaugura centro para empreendedores

A capital mineira recebeu no dia 31 de março,  um novo e estratégico espaço voltado ao fortalecimento dos pequenos negócios do setor de comércio e serviços. Trata-se do Horizonte, um centro de  soluções integradas e acessíveis aos micro e pequenos empreendedores que enfrentam, diariamente, os desafios de gerir e fazer crescer seus negócios.

 

Instalado na Avenida João Pinheiro, 515, ao lado da sede CDL/BH e a um quarteirão da Praça da Liberdade, o espaço nasce com uma proposta objetiva: ser referência completa para o empreendedor, reunindo, em um só lugar, orientação, capacitação e soluções aplicáveis à rotina da empresa. Os mais de 413 mil micro e pequenos empreendedores poderão utilizar o espaço de capacitação e desenvolvimento a partir que tem o investimento de R$ 15 milhões distribuídos em cinco anos. 

 

   Diretor Superintendente do Sebrae Minas , Afonso Rocha ,    presidente da CDL/BH e do Sebrae Minas ,   Marcelo de Souza e Silva ,   secretário-Adjunto de Comunicação de MG ,  Frederico Papatella  e o secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Relações Internacionais

Idealizado pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), o Horizonte, que tem como parceiro o Sebrae Minas e execução técnica da IEBT Innovation, passa a operar como uma unidade de negócios da CDL/BH com visão estratégica de longo prazo.


PIC comemora 65 anos com a imprensa e parceiros com homenagem da Medalha Institucional


    
                                 

             

O Pampulha Iate Clube (PIC) realizo dia 25 de março, mais uma edição do tradicional Almoço com a Imprensa e Parceiros, reunindo cerca de 70 convidados no Restaurante Abbraccio, em Belo Horizonte. O encontro marcou as comemorações pelos 65 anos do Clube e reforçou o relacionamento institucional com profissionais da comunicação e parceiros estratégicos.

.                           


Durante o evento, o presidente Antonio Eustáquio da Rocha Soares, acompanhado da Diretoria, conduziu a cerimônia de entrega da Medalha do Mérito Institucional — honraria concedida a personalidades e parceiros que contribuem para o fortalecimento do PIC e para o desenvolvimento de relações institucionais relevantes.


O radialista Emanuel Carneiro foi o primeiro homenageado, representando simbolicamente todos os presentes. Na sequência, os demais convidados também foram agraciados com a medalha.

.












Segundo o presidente, a iniciativa vai além de um reconhecimento formal. “Esta medalha representa o reconhecimento público àqueles que, com sua trajetória, compromisso e parceria, contribuem de forma relevante para o fortalecimento do nosso Clube e para o impacto positivo na sociedade”, afirmou. Ele destacou ainda que os homenageados refletem valores como ética, dedicação, espírito colaborativo e a capacidade de construir conexões consistentes.

.


A Diretoria. Hudson Venâncio, João Henrique Franco Garcia, Afonso Cozzi, Antonio Eustáquio da Rocha Soares, Pedro Eduardo Cortez, Marcos Nannetti e Arnaud Gazzi e Veiga.

O encontro foi marcado por um ambiente de confraternização, com apresentação musical de Leandro Pena e Paula Rosa e almoço especial preparado pela equipe do Clube. A programação proporcionou momentos de integração, troca de experiências e fortalecimento de vínculos.

               .
Participaram do evento, além do presidente, o ex-presidente Edison Simão e os vice-presidentes Hudson Venâncio, Pedro Eduardo Cortez, Arnaud Gazzi e Veiga, João Henrique Franco Garcia, Marcos Nanneti e Afonso Cozzi.

 



O Almoço com a Imprensa e Parceiros integra o calendário institucional do Pampulha Iate Clube e se consolida como uma importante iniciativa de relacionamento, valorização de parcerias e reconhecimento mútuo


Arraiá do PIC

 Arraiá do PIC 2025 faz história com tradição, inovação e recorde de público 

O PIC- Pampulha Iate Clube comemora este ano 65 anos de fundação, sendo um dos mais tradicionais clubes de Belo Horizonte. Mantendo a sua programação de eventos , será realizado o tradicional Arraiá do PIC , no dia 6 de junho , sendo  a maior festa junina da capital mineira com as apresentações principais  do cantor Daniel e da cantora Gabi Martins .

 

O Arraiá começa às 20 h com sistema open bar (whisky, cerveja ou chopp, espumante, vinho, gin, vodca, cachaça, caips, quentão, refrigerante, suco e água,  e o open  food  com churrasco, pastéis, doces, caldos, canjica, batata frita, pão de queijo, tropeiro, torresmo, macarrão na chapa, milho verde durante

 todo o evento.

As crianças terão espaços kids montado com diversas brincadeiras, com monitores. , 

Além dos shows de Daniel e Gabi Martins, o público terá apresentação de quadrilha ; forró , a banda Sunga de Pano , e  a diversão na boate eletrônica,  o Arraiá do PIC vai até 4 h.

Informações para compra de ingressos  https://www.ingressospic.com.br/site/Default.aspx

  


Coluna Minas Turismo Gerais   Jornalista Sérgio Moreira  @sergiomoreira  informações para sergio51moreira@bol.com.br


ACESSE TODAS AS POSTAGENS E SAIBA TUDO SOBRE O MUNDO AUTOMOTIVO.