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sexta-feira, 2 de junho de 2017

The new MINI Countryman gets 5 stars in the Euro NCAP crash test rating. O novo MINI Countryman - que já está à venda no Brasil - recebe classificação de cinco estrelas no teste de crash do Euro NCAP




Munich.
As the largest model in the history of the brand, the new MINI Countryman offers enthralling spaciousness and driving properties combined with maximum flexibility. 

Now it also stands out with regard to safety after receiving top marks in this area. The premium compact model achieved the top 5-star rating in the Euro NCAP crash test. 

The stringent testing procedure established that the spacious MINI all-rounder, also designed for being taken off the beaten track, provides an outstanding level of protection on all seats in every situation.


The crash tests conducted by the independent Euro NCAP safety testing institute (New Car Assessment Programme) are a benchmark with regard to accident safety, are recognised Europe-wide and are stepped up permanently. 

The testers analyse the car’s crash behaviour in different impact scenarios in order to assess how stable the passenger cell is, how effective the restraint systems are and what forces are exerted on the occupants.

In addition the Euro NCAP testing procedure also takes active safety technology and pedestrian protection into account.


The safety passenger cell of the new MINI Countryman proved to be a solid survival space in the front and side crash test as well as in the so-called lateral pole crash. 

The testers found that a permanently high level of protection from injury was ensured in the new MINI Countryman, regardless of the size and seat position of the occupants thereby also safeguarding top-level protection for children. 

The function of the headrests was also positively assessed as they effectively protect the passengers from neck and spine injuries in the case of a rear-end crash. 


The new MINI Countryman also features an impact absorber in the front apron area as well as an active engine hood for optimum pedestrian protection. 

In the case of a collision with a pedestrian or cyclist, the hood is automatically raised up to prevent the risk of injuries occurring due to impacting especially hard parts of the engine.

The exemplary crash behaviour of the new MINI Countryman is a result of the integrated safety concept which is built into every model of the British premium brand. 


Its components are designed to help prevent accidents from occurring, to protect passengers as effectively as possible from the consequences of a collision and to activate aid as quickly as possible. 

Highly resilient bracket structures and precisely defined deformation zones ensure that the forces acting in the event of a collision are selectively absorbed and kept away from the extremely rigid passenger cell. 

The precisely harmonised restraint systems in the interior ensure maximum protection for all passengers. In addition the standard equipment of the new MINI Countryman already features the collision warning with city braking function. 

The tyre pressure display for each individual wheel as well as the intelligent emergency call with automatic detection of vehicle location and accident severity are standard on every MINI Countryman.

Top ratings in the area of safety are a matter of tradition at MINI. The predecessor model of the new MINI Countryman already achieved the top 5-star rating in the Euro NCAP crash test. 

Since that time the Euro NCAP crash test procedures have been extended to include a multitude of further criteria. 


The 5-star rating for the new generation of the all-rounder MINI illustrate how technological progress in hallmark MINI style not only benefits driving fun, but driving safety as well.

For further details on official fuel consumption figures, official specific CO2 emissions and power consumption of new cars, please refer to the "Manual on fuel consumption, CO2 emissions and power consumption of new cars”, available at all sales outlets, from Deutschen Automobil Treuhand GmbH (DAT), Hellmuth-Hirth-Str. 

1,73760 Ostfildern-Scharnhausen and at http://www.dat.de/angebote/verlagsprodukte/leitfaden-kraftstoffverbrauch.html. Manual CO2 (PDF ‒ 2.7 MB)

A Fiat aposta todas as suas fichas no seu novo modelo Argo que entra no mercado para substituir os super quatro conhecidos Palio, Ideia, Punto e Bravo. São seis versões com preços de R$ 46.800 a R$ 70.600. Citroëns C3 e Aircross ganha up grade no câmbio, agora automático de seis marchas, com preços de R$ 58.540 e R$ 67.990, além de chegarem ao País os espanhóis C4 e Gran C4 Picasso de cinco e sete passageiros.







Coluna nº 2.217 - 3 de junho de 2017
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Argo, o melhor da Fiat (Divulgação)

O surpreendente Fiat Argo


Desenvolvi alguns parâmetros nesta vida de convívio com automóveis. Coisa não acadêmica, mas fruto de vivência. 

Um deles, a batida do fechamento da porta. Pelo som dá para imaginar o cuidado na amarração de forças na carroceria, a rigidez torcional nas curvas, estradas ruins, freadas viris, beirando o pânico.

Foi a primeira surpresa com o Argo, o som seco, firme. Lembrava o Golf. Carro italiano com alguma coisa de alemão, pareceu-me bem.


Andando iniciou moldar conceito. Receptividade auxiliou muito: banco agradável, controles em linha reta visual, comandos próximos. 


E equipamentos inusuais à faixa de preço e porte do Argo. Passagem por buracos tem resposta firme, um tum! seco, indicando boa rigidez, boa construção. Bem, impressionou.

Caminho

Para a Fiat, o Argo não é mais um, mas o carro para suprir parte das vendas perdidas com a supressão dos produtos idosos – parte dos Palio, Idea, Punto, Bravo. 


Na prática, iniciar novo ciclo operacional para a marca, hoje com fixação em qualidade em projetos, materiais, métodos. 

Missão adicional, justificar os investimentos na fábrica Fiat em Betim, MG, pós gastos na usina de Goiana, PE, de onde saem os atuais queridinhos da FCA, Renegade, Compass, Fiat Toro.

Argo é criação do mesmo time da FCA/Fiat, mecânica liderada pelo engº Claudio Demaria; estilo pelo time de Peter Fassbender, acertos de suspensão, direção e freios pela equipe do engº Robson Cotta. 


Foram os responsáveis pela formulação dos atuais vencedores. Em design, o conceito do Toro foi aplicado, com linhas retas envolventes, grupos ópticos longos. 

No interior, miscela de soluções de Fiat Coupé, como a faixa na cor do carro no painel frontal, as saídas de ar, a parte traseira, movimento dos ponteiros de velocímetro e conta giros – ao ligar giram mais de 300 graus para indicar a passagem de energia, lembram Alfa Romeo. 

Nada a ver com o novo Tipo. Projeto para América Latina, plataforma com parte frontal do Palio, nova daí para trás. 

Como a Coluna explicou, foca nos líderes Chevrolet Ônix e Hyundai HB20 e resolveu fazer melhor: desenho, construção, uso de aços especiais, estamparia a quente, bem explorando resistência aos impactos externos, perigosa fraqueza do Ônix. 


E conseguiu mais espaço interno e porta malas, menor ruído, mais equipamentos, menor consumo, mais disposição.

Rico em composição de itens de segurança e infodiversão, painel arrematado por tela central, projetada como a dos Mercedes, e com 18 cm. 


Três motorizações: Firefly 1.0, 3-cilindros, 72/77 cv; torque 10,4/10,9 mkgf; transmissão mecânica 5 marchas; Firefly 1.3, o 3-cilindros com mais 1, 101/109 cv; 13,7/14,2 mkgf de torque; transmissão automatizada, agora chamada GSR; EtorQ 1.8, 135/139 cv, torque de 18,8/19,3 mkgf; e caixas mecânica 5 marchas ou automática 6M. Bem completo, com câmera de ré, desde a versão básica.


Em resumo, o Argo não é apenas mais um, mas a nova cara da Fiat, mirando oferecer produtos superiores à concorrência – como o é.


Fiat Argo       Quanto

Versão
R$
1.0 Drive manual
46.800 

1.3 Drive manual

53.900

1.3 Drive GSR

58.900

1.8 Precision manual

61.800

1.8 Precision auto 6 marchas

67.800

1.8 HGT manual

64.600

1.8 HGT auto 6 marchas

 70.600



As versões 1.3 devem ser as mais vendidas.

C3, evolução oportuna e renascimento (Divulgação)



Câmbio automático 
seis marchas 
relança Citroëns C3 e Aircross

Novo conjunto moto propulsor nos modelos C3 e Aircross: motor 4-cilindros, 1.6, flex, 118 cv com transmissão automática 6 marchas, até então aplicada aos motores turbo. Leitor da Coluna já sabia por antecipação.

Muito evoluiu ante precedente de apenas 4 marchas. Novo agregado, por si só, traria ganhos em agilidade, redução de consumo, mas esses tempos de mercado em início de retomada, exigem fazer festa para atrair clientes. É o caso.


Deu trato geral no C3: recalibrou o motor e o em volta, como conforto de marcha, em especial quanto a barulhos e vibrações. 

No pacote versão de entrada, Attraction a iniciais R$ 58.540. Praticou o mesmo para o Aircross, de gradação iniciada pela versão Live, por R$ 67.990, e à irmã Peugeot pegou cor emprestada, aplicando-a às novidades: é Dark Carmin, pomposo marrom metálico.

Todas versões bem fornidas: transmissão Aisin, japonesa, líder no negócio; direção elétrica, ar, multimédia, computador, pneus ecológicos, trio elétrico. 


No Aircross, luzes DRL – acesas ao virar a ignição; rodas em liga leve aro 16”.

Conjunto

Adequação do conjunto ao sul do Equador, empregou 250 profissionais e 132 protótipos rodando 300 mil km, buscando conforto no reduzir ruídos, rapidez e suavidade na troca de marchas, anular vibrações. Citroën quer criar o rótulo.


Em tal messe, alongou a sexta marcha em busca de economia, ante a dosagem de torque do motor, quase 13 quilos a 1.500 rpm, capaz andar em rotações baixas. 


Bem dotado: sistema automático de partida a frio; comando de válvulas com aberturas variáveis; bomba de óleo alterna pressão por demanda – gera 1% de economia; cilindros, pistões e anéis com menor atrito; bielas forjadas, de menor peso e alta resistência; tuchos hidráulicos.

Interior com boa vedação térmica e acústica, e infodivertimento. É o caminho sem volta da, como diz Akio Toyoda, líder da empresa familiar, comoditização do automóvel, em transformá-lo num telefone esperto, capaz de transportar o dono.


Via

Uma das marcas com maior queda na recessão nacional, ao combinar motor/caixa confortável, ágil e econômica/estilo/conteúdo lembra os bons atrativos de C3 e Aircross. Manutenção a R$ 1/dia, garantia 3 anos.



Mercedes picape Classe X



Buenos Aires, o 2º Salão Brasileiro
Adefa, associação dos fabricantes argentinos de automóveis, e AMC Promociones organizam o Salón Internacional del Automóvel em Buenos Aires, 10 a 20 de junho. 


Será no elegante espaço ferial La Rural, em cinco pavilhões, 30 mil m2. Atração usual, veículos antigos, nesta edição enfatizando Rolls-Royces, antigos argentinos, e da curiosa classificação clássicos modernos. Três museus de automóveis estarão presentes.

É realizado nos anos ímpares, desencontrando com a mostra paulistana, criando cenário para lançar veículos brasileiros, pretendentes ao mercado latino americano. 


Edição de 2017, caracteriza isto: cearense Ford pré-apresentará o EcoSport; paranaense Renault exibirá o Kwid; paulista GM o mexicano importado Equinox; Fiat o recém mostrado Argo, e versão sedã a ser argentina.

Atração separada em três estandes diferentes, espécie de trigêmeos trivitelinos, picapes com pequenas diferenças: Nissan Frontier, Renault Alaskan; e Mercedes Classe X. 


Os três têm a mesma base e serão produzidos pela Nissan. No segmento Volkswagen, exibirá o picape Amarok com motor diesel V6 3.0.

E renca de chineses; Citroëns Cactus; Fiats 500L e Tipo; Alfas Giulia e SUV Stelvio.


Atração mundial, o Iglesias 1907, primeiro carro construído na Argentina por marceneiro com enorme capacidade realizadora.


Vendas pela internet: (tienda.mercadolibre.com.ar/salon-del-automovil-)

Roda-a- Roda

De novo – Citroën reimporta espanhóis C4 e Gran C4 Picasso, 5 e 7 passageiros. Modelos mais caros da linha no País, marcam-se por espaço interno, cuidados para confortos em viagem. Muita tecnologia – padrão a clientes europeus.


Conjuntos – Motor 1.6 Turbo, desenvolvido com a BMW, 165 cv, transmissão automática 6 marchas. Inova em estilo, espaço, visibilidade, conectividade, e confortos.


Muito - Troca automática de faróis alto/baixo; alerta e correção de mudança involuntária de faixa; lê placas de velocidade; visão 360 graus; Park Assist; sistema ativo de ponto cego; acesso mãos livres.


$ - Cada modelo tem padrões de decoração Seduction e Intensive. Preços a partir de R$ 121.400 versão cinco lugares, e R$ 131.400, com sete.


Variedade – Novo Mini Countryman agora nos revendedores em três versões: Cooper, R$ 145 mil; Cooper S, R$ 165 mil; e já conhecida ALL4, R$ 190 mil.


Kwid – Usualmente, bem informado jornalista Marlos Ney Vidal divulgou preço máximo do próximo produto Renault, um hatch suvenizado: R$ 34.900. Em março, Coluna apostou em R$ 29.900 para versão de entrada. 


Mais – Será mostrado no Salão de Buenos Aires. Bom rendimento por parcos 800 kg e motor de 3-cilindros, 1.0, com maior torque na cilindrada.


Duas Rodas – Guilherme Berg, organizador do tradicional encontro de motos em Tiradentes, MG, criou variante na também mineira São Lourenço. 


Fórmula vitoriosa expondo marcas, produtos, serviços, e inovou com leilão de motos clássicas.

Mais – Novo Bike Fest reuniu 12.000 pessoas, gerou negócios superiores a R$ 3 milhões, superando expectativas e garantindo futuras edições.


Caminho – Volvo Cars, única montadora de carros Premium sem produção no Brasil, tomou via inexplorada para ampliar vendas: clientes com deficiência. Projeto específico para aproveitar redução de impostos.


Vantagem – Governo federal reduz IPI a 13% nos carros a gasolina e 25% aos diesel. Alguns estados isentam de IPVA. Volvo foca vender SUV XC90.


Alegria – Ano tido como o vale do mercado – vendas de caminhões atingiram nível mais baixo -, Mercedes-Benz festeja: entregou 524 caminhões Atego e Axor, todos 6x4 à Raízen, produtora de álcool, e Borgato, prestadora de serviços.


Pacote - Sócia da Shell, maior exportadora de açúcar de cana no mundo, e Borgato optaram ante capacidade de andar no campo e na estrada, e pacotes de manutenção e rastreamento 24x7, 9 meses por ano.


Sistema – Empresa aplica frota própria e terceirizada, entretanto mantém a gestão da logística sob seu controle. Olho e mão do dono, vacina contra falhas.


Pronúncia – Área de peças e acessórios Chrysler é a Mopar. Nos EUA, dizem Môpar, e na FCA tratam-no Mopár ou Môpar. Versão depende do interlocutor.


Regra – Ao lançamento do Argo, ante citação da pronúncia norte-americana, Carlos Eugênio Dutra, diretor de produto, botou ordem e definiu: aqui é Mopár. . 


História – Ford festejou referência histórica em maio: 90 anos do encerrar produção do Modelo T, apresentador do poder da mobilidade. Ao início da década de ’20 o T representava metade da frota mundial.


Conceito – Expôs a mágica da redução de preços por escala. Em 1908, a US$ 800 e ao final, em 1927, por US$ 295. 


Resultava das operações sequenciadas, a linha de montagem. Vendeu mais de 15 milhões de unidades mundo afora.

Derrapagem – Em comunicado, Ford Brasil festeja o maio de 1919 citando-o como o início da montagem do T no Brasil. 


Teria sido à rua Florêncio de Abreu, hoje dedicada a ferramentas chinesas em S. Paulo. Nem um, nem outro.

Pioneirismo
– Primazia foi do baiano Antônio Navarro Lucas. Conquistou a representação Ford para Bahia, Sergipe e Alagoas, e em Salvador instalou linha de montagem tirando 10 unidades mensais a partir de julho de 1918, dois anos antes da marca iniciar sua montagem na capital paulista.



Linha de montagem da Navarro Lucas, 1918. Pioneira. (reprodução jornal A Tarde)



Gente – Alexandre Biagi, antigomobilista, industrial, reconhecimento. 


OOOO Sua Uberlândia Refrescos recebeu prêmio de Qualidade Coca-Cola por qualidade, segurança no trabalho, meio ambiente. 

OOOO Melhor operação nacional dentre as franquias da marca. 

OOOO Raul Anselmo Randon, empreendedor perfecionista, láurea. 

OOOO Doutor Honoris Causa em Ingegneria Gestionale pela Universidade de Pádua, Itália. 

OOOO Randon implantou linha de implementos de transporte, fabricou caminhões fora de estrada, tem intensa produção de maçãs, e recentemente vinhos e queijos RAR. 

OOOO Segundo brasileiro a receber tal título. Antes, o escritor Jorge Amado. 

OOOO Renata Carvalho, jornalista, mudou de lado. 

OOOO Deixou o programa de tv Autoesporte e assumiu Gerência de RP e Imprensa Citroën. OOOO 
_________________________________________________________________________________edita@rnasser.com.br 



Ainda está a tempo de visitar o show room da Mercedes-Benz Star Experience e fazer test-drive dos modelos em Luís Eduardo Magalhães (BA), hoje (2/6) e amanhã, no Bahia Farm Show. A Mercedes coloca à disposição nas concessionárias de todo o Brasil a realização de test-drive de seus modelos.




Os interessados em conhecer o portfólio e fazer test-drive de modelos da Mercedes-Benz poderão visitar o Bahia Farm Show, na Rodovia BR 020/242, KM 535 – Luís Eduardo Magalhães, hoje e amanhã, último dia da exposição na cidade. 


Os utilitários esportivos GLC 250 Sport, GLE 350d e GLE 400 estarão disponíveis para test-drive em uma pista composta por obstáculos que recriam as condições extremas de um ambiente off-roads.

O Mercedes-Benz Star Experience aconteceu na cidade pela primeira vez, para oferecer ao público uma experiência completa com a marca, com demonstração de produtos do portfólio de automóveis e test-drive de diversos modelos Mercedes-Benz.

O showroom itinerante, que já passou pelas cidades de Rio Verde (GO), Uberaba (MG) e Imperatriz (MA), ficará no Bahia Farm Show, até amanhã.

A ação visa atingir, até julho, cidades do Centro-Oeste e Nordeste do País que são fundamentais para a expansão da marca no mercado premium nacional.


O roadshow busca atrair novos consumidores e mostrar que o universo que envolve a Mercedes-Benz vai além da venda na rede de concessionários.

Sua estrutura moderna e inovadora é personalizada com lounge, áreas de relacionamento e loja com artigos do Mercedes-Benz Collection.

Os modelos A 200, C 180 Coupé, GLA 200 e GLE 400 Coupé estão também em exposição e completam a seleção de automóveis desta etapa da ação. 

Com o apoio do grupo Stark Brasília, consultores farão atendimento no local. Telefone: (77) 3613-8000

quinta-feira, 1 de junho de 2017

A Fiat Chrysler tem motivos de sobra para comemorar uma vitória que com absoluta certeza lhe dará excelentes lucros: depois do sucesso de vendas no Brasil e em diversos outros países, começou hoje (1º de Julho 2017) a produção do Jeep® Compass, na Índia, em Ranjangaon, que além do mercado indiano alimentará outros ao redor do mundo, onde os veículos usam a direção do lado direito. Em julho, a fábrica estará em plena produção e três versões do Compass estarão à venda já no 3º trimestre




Pune (Índia) – Primeiro SUV produzido localmente pela joint venture entre Fiat India Automobiles Private Limited (FIAPL) e Fiat Chrysler Automobiles (FCA), o novo Jeep® Compass começou oficialmente a sair da linha de montagem de Ranjangaon.

O início da produção vê a Índia se juntando à Brasil, China e México como um pólo de fabricação e exportação para o Jeep Compass, o SUV mais capaz de seu segmento. Ranjangaon vai alimentar mercados ao redor do mundo onde os veículos usam a direção no lado direito (RHD).

“O estabelecimento das operações de fabricação e o início da produção do Jeep Compass é um marco importante para nossa jornada na Índia”, afirmou Paul Alcala, COO da FCA na região Ásia-Pacífico. Como outras instalações da FCA em todo o planeta, a fábrica de Ranjangaon está implementando a World Class Manufacturing (WCM), um sistema de produção estruturado e rigoroso que engloba todos os processos da planta, para gerar produtos de qualidade da forma mais eficiente e limpa possível.

O Jeep Compass estará em plena produção em julho e os veículos deverão chegar às concessionárias indianas durante o terceiro trimestre de 2017 em três versões: Sport, Longitude e Limited. Haverá combinações de motores a diesel e a gasolina com transmissões manuais e automáticas.

Ao final de 2017, o portfólio da marca Jeep na Índia consistirá em três novos modelos. O Jeep Compass, produzido localmente vai se juntar ao icônico Jeep Wrangler e ao SUV mais premiado do mundo, o Jeep Grand Cherokee. A exportação do Compass indiano para mercados com direção no lado direito (RHD) começará no último trimestre deste ano.

Para a indústria automobilística se manter saudável no mercado mundial precisa essencialmente de tomar medidas em direção à mobilidade diversificada e onipresente. Precisa de Inovação, Conectividade, Colaboração externa,Novos talentos e Modelos operacionais atualizados



Alta Roda 

Nº 943 —  1/6 /17

Fernando Calmon



Mudar ou desaparecer

Que a indústria automobilística mundial terá de se reinventar nas próximas duas décadas ninguém mais duvida. 

Alguns especialistas acreditam em prazo ainda mais curto – talvez 10 anos – para mudanças profundas

A consolidação, porém, seria gradual e irreversível porque certamente a produção tende a se acomodar não muito acima de 120 milhões de veículos/ano (hoje em torno de 85 milhões).

Uma das pesquisas interessantes sobre esse futuro foi publicada recentemente pela consultoria inglesa Ernst & Young (EY). 

Traça um quadro sobre barreiras a superar em mercados cada vez mais integrados e compartilhados. EY identificou cinco desafios que os fabricantes devem superar. 


Em resumo, os seguintes:
1. Inovação: Apesar de a indústria acumular histórico de aperfeiçoamentos e de os veículos de hoje serem muito avançados, poucas companhias demonstram abordagem sólida para desenvolver e avaliar novas ideias. 

Portanto, há necessidade de maneiras verdadeiramente disruptivas para revolucionar o próprio negócio.

2. Conectividade: Necessário ver os consumidores como indivíduos para quem experiências, produtos e serviços devem ser personalizados. 

Este tema é crítico, principalmente para as novas gerações que se acostumaram com serviços móveis e sob demanda. 

Fundamental aprofundar o relacionamento contínuo com os consumidores. Após a venda, interações com clientes são infrequentes e impessoais e, em muitos casos, gerenciadas apenas pelas concessionárias.

Em contrapartida, potenciais operadores no mercado e os principais fornecedores de transporte compartilhado se beneficiam de uma ligação muito mais estreita com clientes, por meio de avaliações diretas e respostas pessoais nos aplicativos e nas redes sociais. 

Como a escolha dos consumidores está cada vez mais baseada nas suas experiências, a conectividade entre empresas e consumidores será a chave para o sucesso. 

Por isso, é prudente a indústria melhorar drasticamente a capacidade de interação e de oferecer novos serviços.

3. Colaboração externa: Por décadas houve relação muito rígida entre mercado e parceiros. 

A nova indústria de mobilidade, porém, requer trabalho de colaboração mais amplo, envolvendo todo o ecossistema. 

Apesar de motivações e objetivos diferentes, todas as engrenagens desse universo devem compartilhar experiências e informações, a fim de oferecer serviços focados e personalizados aos clientes.

4. Novos talentos: A indústria automobilística sempre buscou os melhores engenheiros do mercado, porém a aposta agora é em inteligência artificial e cientistas de dados. 

Organogramas tradicionais e modelos de compensação e incentivos impedem as empresas de atrair e reter o talento necessário para inovar e sustentar um negócio disruptivo. 

Pesquisa com jovens profissionais de tecnologia e startups apontou que eles não enxergam o mercado de veículos como inovador.

5. Modelos operacionais desatualizados: As grandes companhias preferem alavancar seus antigos processos operacionais e sistemas em vez de investir em novas formas de executar essas ações.

Então está na hora de mudar.

RODA VIVA

Lançamento do Citroën Cactus, importado da França, semana passada na Argentina. Estratégia estranha, pois o carro será produzido no Brasil (início de 2018) e sairá mais barato, sem imposto de importação, para os argentinos. 

Já a VW prepara prévia de imprensa do novo Polo, na Alemanha, em meados de junho próximo. Para o público alemão em agosto e no Brasil, setembro.

Sindipeças confirma que frota brasileira de veículos leves e comerciais estagnou em 42,8 milhões de veículos, em 2016, apenas 0,7% acima de 2015. Há ainda 14 milhões de motocicletas. 

Este ano, muito provavelmente, frota total começará a encolher, como ocorreu nos EUA, após a crise financeira de 2008/2009. Outro aspecto ruim: envelhecimento da idade média dos veículos.

Carros da MINI continuam a ser anabolizados pela BMW. Novo crossover Countryman tem 45% a mais de comprimento (hoje, 4,3 m) em relação ao primeiro modelo inglês de 1959. 

Três versões chegam ao mercado: Cooper, Cooper S e ALL4 (tração integral). Motores turbo de 1,5 L (3 cilindros), 136 cv e de 2,0 L (4 cilindros), 192 cv. De R$ 144.950 a 189.950.

Citroën C3 e C3 Aircross finalmente estreiam o câmbio automático de seis marchas, da japonesa Aisin, como a Coluna antecipou. 

Seu funcionamento é suave e tem três modos, além de seleção sequencial. Motor de 1,5 L saiu de linha. 

Como a potência do motor de 1,6 L caiu 4 cv as respostas ao acelerador ficaram algo mais lentas. Preços entre R$ 58.540 e R$ 76.400.

Minicidade da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), de São Paulo, foi modernizada em colaboração com o Instituto Renault. 

Faz parte da ação “O Trânsito e Eu”, incluindo sala digital e realidade virtual. CET estima que 14.000 crianças anualmente visitem as novas instalações. 

Em 24 anos, mais de 200.000 jovens passaram por essa experiência meritória.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

‘THE GREAT EIGHT PHANTOMS’ A ROLLS-ROYCE EXHIBITION ROLLS-ROYCE ANNOUNCES A GATHERING OF THE GREATEST PHANTOMS IN HISTORY





#GreatPhantoms
At the end of July, ‘The Great Eight Phantoms’, a Rolls-Royce Exhibition, will gather together the greatest Phantoms from the last 92 years in Mayfair, London. 


The Exhibition will welcome the next generation of this most celebrated luxury item. 

Over the next eight weeks, Rolls-Royce will announce which great Phantoms will journey to London from around the world, telling the stories of these motor cars and the historical events they witnessed. The first story will chronicle ‘The Fred Astaire Phantom I’.

‘The Great Eight Phantoms’
From its debut in 1925, a Rolls-Royce Phantom has stood as witness to history’s most defining moments, from treaty signings to occasions of state and the events that have defined the world we live in today.

The conveyance of choice for the world’s most influential and powerful men and women for 92 years, Phantom has stood as a sentinel, silently witnessing moments as significant as The Beatles collecting their honours at Buckingham Palace, Field-Marshal Montgomery driving Churchill and Eisenhower, and numerous global superstars collecting their Oscars.

Its standing as the longest existing nameplate in the world of motoring is testament to Phantom’s enduring importance to every generation’s leaders, from heads of state to generals, royalty to rock stars, stars of the silver screen to titans of industry.


To celebrate this unprecedented legacy – a history still very much being written – Rolls-Royce will bring together the most famous examples of all seven previous generations of Phantom at ‘The Great Eight Phantoms’ Exhibition from 27 July of this year.

Phantoms that have been owned by the great and the good will return from around the globe to Rolls-Royce’s spiritual home in Mayfair, London – the global home of luxury – for this never to be repeated event, which will welcome the arrival of the eighth and most modern generation of ‘The Best Car in the World’, the new Phantom.

In a series of updates over the next eight weeks, Rolls-Royce will reveal which famous Phantoms will travel to London for the Exhibition, an occasion that promises to write yet another chapter in Phantom’s remarkable history.

The first of these iconic stories is about ‘The Fred Astaire Phantom I’, which is loaned to the Exhibition by its owner, the Petersen Museum in Los Angeles.


Rolls-Royce Phantom – ‘The Best Car in the World’
Rolls-Royce began producing the Phantom I in 1925. The car was developed in great secrecy, with the project code-named Eastern Armoured Car. 

This suggested Rolls-Royce was intent on producing the kind of military vehicles used in the First World War, most famously by Lawrence of Arabia. 

Sections of armour plate were left lying around the factory to confuse curious competitors eager to glean the secret of making the ‘best cars in the world’.

The Phantom I was an instant success. The new 7.668-litre straight-six engine gave the car a fresh spring in its step. 

When General Motors opened a testing ground in Michigan, it was discovered that no cars could manage even two laps of the 4-mile circuit at full throttle without damaging their engines big ends – where the piston attaches to the crankshaft. 

However, Phantom I performed with consummate imperiousness and managed that, and more, at a steady 80mph without failure.


Sir Henry Royce’s restless desire to, in his own words, “take the best that exists and make it better” quickly led to the creation of the Phantom II in 1929, this time with a totally new chassis, which significantly improved the handling, as well as a re-designed engine.

The next Phantom, the third in the line, was to be Sir Henry Royce’s last project. He passed away in 1933, aged 70, about 12 months into the development of this next Phantom. 

The finished model, with its peerless 12 cylinder engine, was unveiled two years later and production lasted from 1936 until the Second World War. 

The final chassis was produced in 1941, although the war meant it did not receive its coachwork until 1947. 

No announcement came about a replacement and it looked as if the Phantom was another victim of the war.


In 1950, Phantom IV appeared. The car was originally intended to be a one-off for Prince Philip and the then Princess Elizabeth. 

However, once seen, a further 17 were exclusively commissioned at the request of other royal families and heads of state around the world. 

Fitted with a straight-eight engine, it performed superbly at low speeds – essential for taking part in ceremonial parades – and featured the kneeling version of the famous Spirit of Ecstasy bonnet mascot.


The Phantom V was produced between 1959 and 1968 and 516 of this hugely successful model were made for clients including the Queen Mother, governors of Hong Kong, King Olav of Norway and John Lennon.

The long-running Phantom VI (1968-90) carried on the royal connection, notably with the Silver Jubilee Car, a raised-roof version presented to Queen Elizabeth II in 1977 by the British motor industry to celebrate her 25 years on the throne, and later famously used at the wedding of the Duke and Duchess of Cambridge.

In 2003, a watching world was greeted with Phantom VII, a glowing affirmation of the start of Rolls-Royce’s renaissance at his new home in Goodwood, West Sussex. 

It was sharply contemporary yet timeless in the manner in which it deftly retained Phantom’s characteristic aesthetic. 

Built at the Home of Rolls-Royce. an all-new, state-of-the-art centre of excellence, it arrived with a 453bhp 6.75-litre V12 – enough to propel it from 0-62mph in 5.9 seconds – and every possible comfort a new breed of discerning luxury consumer could desire. 


Exquisite detail right down to the car's Teflon-coated umbrellas and self-righting wheel-centres, left a curious public in no doubt the marque was in safe hands.

Production of the Phantom VII ceased thirteen years later at the end of 2016.
‘The Great Eight Phantoms’, a Rolls-Royce Exhibition, will be the first time that this exceptional group of truly iconic luxury motoring pieces will be gathered under one roof. 

Every Rolls-Royce Phantom is an exceptional car, but thanks to their pedigree, this particular collection will include some very singular cars indeed, all owned at some point by famous individuals, and having played their part in witnessing the making of world history.

This is such an uncommon pageant, it is no exaggeration to say we might never see the likes of it again.

‘The Great Eight Phantoms’, a Rolls-Royce Exhibition, will take place in Mayfair, London, at the end of July this year.



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