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sexta-feira, 22 de maio de 2026

Da Avenida Paulista a Tóquio: Nomad leva campanha em português para 12 cidades estrangeiras e reforça conexão com brasileiros ao redor do mundo Iniciativa da marca inclui o lançamento do “Nomad Guide”, plataforma com dicas autênticas de viagem e curadoria 100% humana assinada por especialistas


São Paulo, maio de 2026 - A Nomad, fintech brasileira pioneira em oferecer soluções f inanceiras globais para brasileiros, lança um movimento inédito que une tecnologia, curadoria e acolhimento em escala internacional. A iniciativa, que rompe fronteiras geográficas e linguísticas, instala peças de mídia exterior (OOH) exclusivamente em português em 12 cidades simultaneamente: Tóquio, Nova York, Orlando, Sydney, Buenos Aires, Cidade do Cabo, Londres, Madri, Barcelona, Amsterdã, Roma e Lisboa.  

Mais do que uma ação de visibilidade, a campanha anuncia o lançamento do Nomad Guide, um guia de turismo especializado em hidden gems, que conta com curadoria 100% humana, feita por brasileiros para ajudar os turistas conterrâneos a encontrar experiências autênticas em qualquer continente, ou seja, um roteiro com verdadeiras preciosidades escondidas. 

Sejam bares, restaurantes, lojas ou passeios, o objetivo do guia é promover uma comunidade de viajantes por meio de momentos únicos que não podem ser encontrados facilmente numa busca no Google ou em LLMs. 

"Esta iniciativa materializa a Nomad como a parceira definitiva de quem não vê fronteiras para os seus planos. Queremos mostrar que ter uma vida global excepcional vai muito além de buscar as melhores taxas de conversão, trata-se de pertencimento e de vivenciar experiências únicas. Com nossa conta global, o brasileiro viaja, investe e explora o mundo com a segurança e a fluidez de quem está em casa, com a certeza da aceitação de nosso cartão, não importa em qual continente ele esteja", comenta Thais Souza Nicolau, diretora de Marketing da Nomad. Idealizada pela GUT, nova agência de publicidade da marca, a campanha começa em território nacional com out of homes (OOH) "embalados", simulando encomendas prontas para exportação. 

A sinalização visual indica que o conteúdo que deveria ocupar aqueles espaços viajou para o exterior, servindo como um abre-alas para a experiência que os turistas brasileiros encontram lá fora. Depois, a campanha continua nas ruas de Tóquio, Nova York, Sydney e outras 9 metrópoles do mundo, com painéis que apresentam as dicas extraídas do Nomad Guide. 

Os anúncios foram realizados pela JCDecaux em São Paulo e pela Mude no Rio de Janeiro, enquanto a operação de internacional foi articulada pela Displayce (empresa do Grupo JCDecaux).  “Já pensou dar de cara com um out of home em português no meio de Tóquio? Ou de Amsterdã? Para lançar o Nomad Guide, cidades ao redor do mundo amanheceram com dicas preciosas em português, transformando turistas brasileiros em locais, com a Nomad”, comenta Natalia Mamede, diretora de criação da GUT. 

O coração da iniciativa está na curadoria do conteúdo construído a várias mãos, unindo o olhar de celebridades, especialistas e de brasileiros que conhecem a fundo as cidades mapeadas. Através de QR Codes espalhados nesses painéis, o turista é direcionado instantaneamente para o Nomad Guide, que já conta com mais de 500 recomendações de estabelecimentos criteriosamente selecionadas. 

A narrativa ganha ainda mais profundidade com a participação de Zeca Camargo, que além de ser um dos curadores do guia, empresta sua experiência como "cidadão do mundo" para o filme da campanha, gravado em Roma e Amsterdã. 

O vídeo  apresenta o ecossistema completo da marca e será veiculado em um robusto plano de mídia que inclui TV aberta, PayTV, OOH, Streaming e plataformas digitais, garantindo um alcance de mais de 35 milhões de pessoas durante a campanha. 

A campanha terá duração de três meses, enquanto o Nomad Guide é uma iniciativa perene da marca, consolidando a Nomad como parceiro ideal para o brasileiro que busca uma vida global. Para conferir o guia completo, acesse: https://www.nomadglobal.com/nomad-guide. Sobre a Nomad Fundada em novembro de 2020, a Nomad foi pioneira em oferecer aos residentes no Brasil uma conta bancária nos EUA e, atualmente, é um dos maiores players do mercado no que tange soluções completas para a vida financeira global dos brasileiros. 

Com a fintech, os clientes podem construir seu patrimônio financeiro em dólar, além de realizar transferências internacionais e compras no exterior. O cartão Nomad é aceito globalmente para operações presenciais e virtuais, além de permitir saques em caixas eletrônicos (ATMs). 

Por meio da plataforma de investimentos, a fintech concede acesso às principais bolsas americanas para a realização de aplicações em ações, ETFs, REITs, Bonds e títulos de renda fixa em dólar para quem busca ‘dolarizar’ o patrimônio como forma de diversificação e, consequentemente, mais proteção. 

Os serviços de investimento oferecidos pela Nomad são intermediados pela corretora local Global Investment Services DTVM Ltda. Agência Lema Leandro Matulja | Leticia Zioni | Guilherme Maia Informações à imprensa Priscila Nishimori | priscila.nishimori@agencialema.com.br Renata Nascimento | renata.nascimento@agencialema.com.br Luís Dolci | luis.dolci@agencialema.com.br 

Coluna Fernando Calmon


Coluna Fernando Calmon 


Nº1.402 - 22/5/2026




Elétricos elevam prejuízo para

18 marcas e há recuos anunciados



Levantamento foi feito por Paul Eisenstein, um dos jornalistas especializados em automóveis mais respeitados e publicados do mundo. Seu trabalho já apareceu em numerosos veículos de notícias. O premiado americano é pioneiro no jornalismo digital e fundou o site Headlight.News. Agora em março, publicou no Autoblog um texto que surpreendeu ao nominar 18 marcas que tiveram prejuízos ao lançarem carros elétricos. A maioria já mudou os planos de curto prazo e decidiu investir em híbridos.

Não se trata de desistir dos elétricos e sim de repensar estratégias. Os subsídios elevados acabaram ou foram drasticamente reduzidos pelos governos do Hemisfério Norte e também do Sudeste Asiático, incluindo Japão, Coreia do Sul e até a China. Os balanços financeiros dão razão a Eisenstein. São prejuízos recuperáveis adiante, contudo fica difícil indicar quando e como.

Em ordem alfabética, esta é a lista compilada pelo jornalista: Acura, Chevrolet, Dodge, Ford, Genesis, Honda, Hyundai, Infiniti, Kia, Lamborghini, Land Rover, Maserati, Nissan, Polestar, Porsche, Ram, Tesla e Volkswagen. Nenhuma marca chinesa foi citada porque as informações disponíveis são pouco precisas ou mesmo comparáveis. 

No caso da Tesla, que só produz elétricos, as vendas recuaram em 2024 e 2025. BYD não está incluída, todavia o recuo alcançou mais de 35% no primeiro bimestre de 2026 com o fim dos subsídios estatais, embora a empresa se mantenha como maior produtora de elétricos.

A Honda, este mês, foi a última a anunciar seu primeiro prejuízo contábil em 70 anos atribuído aos gastos com desenvolvimento e às baixas vendas. Seu foco agora concentra-se em híbridos e abandonou a meta de só vender elétricos até 2040.

Hoje, o problema principal concentra-se na rede de recarga em estradas, além do tempo que exige. Alcance também é menor durante viagens por dificultar a regeneração obtida em frenagens.

Em poucas palavras, volto a resumir o cenário atual: rumo certo, ritmo incerto.

Audi Q3 fica um pouco maior e mais potente

Após investimento de R$ 50 milhões na fábrica, a Audi inaugura a produção da terceira geração dos SUVs médios-compactos Q3 e Q3 Sportback, em São José dos Pinhais (PR). Os dois modelos devem ajudar na recuperação de vendas, que sofreram retração no ano passado com o acirramento da concorrência e o final da geração anterior.

Estilisticamente adotam a nova identidade global da marca alemã: faróis afilados e a grade redesenhada. O Sportback mantém sua silhueta cupê, com caimento de teto pronunciado que traz um bom impacto visual, embora sacrifique sutilmente o espaço para cabeças no banco traseiro. Esta nova geração está 60 mm mais larga e 40 mm mais comprida. 

No interior, impressiona pelas telas curvas integradas (11,9 pol. para instrumentos e 12,8 pol. para multimídia) com Android Auto e Apple CarPlay sem fio. Sistema de som tem 260 W de potência e 10 alto-falantes. Alavanca de câmbio tradicional no console foi substituída por seletor eletrônico na coluna de direção.

Outros destaques ficam sob o capô. O motor 2.0 TFSI foi recalibrado e agora entrega 258 cv (mais 11,6%) e 37,7 kgf·m (ganho de 9%). Câmbio passa a ser o automatizado de dupla embreagem (S tronic) de sete marchas e tração 4x4 permanente quattro. Esse conjunto melhorou a aceleração de 0 a 100 km/h: 5,9 s.

Em avaliação de 135 km entre a capital paulista e Nova Odessa (SP), o avanço mecânico ficou evidente. O motor mostra respostas imediatas em baixas rotações e o câmbio S tronic evoluiu bastante em suavidade no trânsito urbano, além de minimizar as hesitações em reduções de marchas. Isolamento acústico elevou conforto a bordo em rodovias, ajudado pelos vidros laterais dianteiros laminados no lugar de temperados.

No comportamento dinâmico, o Q3 convencional prioriza a absorção de impactos com ótimo controle de carroceria. Já o Sportback dispõe de calibração bem firme, entrega respostas de direção rápidas e menor rolagem em curvas. A tração quattro atua de forma discreta e eficiente, o que garante aderência impecável. O pacote de assistência (Adas) é completo, mas o preço exige ponderação diante dos rivais.

Preços: R$ 389.990 (SUV) e R$ 399.990 (SUV cupê).

Campo de provas CTVI aberto a todos os interessados

Parceria entre Bosch e Mercedes-Benz elevou o patamar da engenharia brasileira com a inauguração oficial do CTVI (Centro de Testes Veiculares de Iracemápolis), semana passada, no interior paulista, a 180 km da capital. Fruto de um investimento conjunto de R$ 130 milhões, o empreendimento nasce como o mais completo complexo de pistas do Hemisfério Sul. As pistas são vizinhas da fábrica em que a marca alemã montou o Classe C e o GLA, de 2016 a 2020, quando encerrou a produção. Em 2021, vendeu as instalações industriais para a GWM, mas continuou com o campo de provas em sociedade com a Bosch.

A estrutura de 400.000 m² impressiona: sete oficinas e cinco pistas que incluem oval de alta velocidade, pavimentos com diferentes coeficientes de atrito e áreas de frenagem com perfeito sistema de irrigação. Tudo projetado para avaliar dinâmica e segurança ativa com precisão milimétrica. Antes dedicada apenas a caminhões e ônibus, agora pode receber automóveis, SUVs, picapes, motocicletas e tratores, além de fabricantes de autopeças.

Oval de alta velocidade tem 2.600 metros de perímetro, três faixas de rodagem e comporta testes de sistemas avançados de assistência ao motorista (Adas, na sigla em inglês) e de direção autônoma. Foi construído visando avaliações a até 180 km/h, limitação de velocidade que marcas europeias de modelos de média e alta produção tendem a adotar em maior escala daqui para a frente. Há pistas para medições de estabilidade, ruído, conforto, vibração e cansaço. Inclui uma exclusiva para avaliar frenagens, que é irrigável e dedicada a testar ABS e ESP.

Outros recursos de segurança, presentes no exterior e com prazos para se tornarem obrigatórios em todos os modelos à venda no País, exigirão avaliação e homologação que poderão ser feitas aqui. Além da versatilidade (até veículos autônomos), funciona nos 365 dias do ano, o que pode abreviar o desenvolvimento de novos produtos voltados às necessidades da América Latina. É garantido sigilo absoluto desde o conceito inicial até a homologação final. O CTVI está preparado para o desenvolvimento e testes também de modelos híbridos e elétricos.

“Bafômetro” no painel, tão preciso quanto útil


Vem da Alemanha a novidade. A parceria entre o fabricante de autopeças Aumovio e a TrinamiX, subsidiária da BASF, resultou em uma solução que promete atacar um dos maiores gargalos da segurança viária: a direção sob efeito de álcool. Trata-se de um sensor biométrico que mede o nível de etanol no sangue e entrega o resultado em poucos segundos. A operação é tão intuitiva quanto destravar um smartphone.

Grande mérito da engenharia aqui foi a miniaturização. O sistema utiliza espectroscopia e inteligência artificial para analisar a reflexão da luz nos tecidos sob a pele. Isso permite que o sensor seja integrado de forma fácil ao painel ou console, sem poluir o visual do interior — ponto crucial para não comprometer os interiores sofisticados dos carros atuais.

Essa tecnologia age de forma preventiva e discreta, antes mesmo de o motorista dar a partida. Quando a ponta do dedo é colocada no sensor, pulsos de luz invisíveis são emitidos e quaisquer moléculas de etanol presentes podem ser detectadas. A reflexão característica da luz é então analisada usando métodos de avaliação baseados em IA para determinar com precisão a alcoolemia do motorista.

Essa nova alternativa ao bafômetro já nasce preparada para futuras exigências da lei, sem sacrificar a comodidade. A precisão técnica do método já teve eficácia comprovada em estudos clínicos, na Alemanha. Em breve, uma versão comercial poderá ser oferecida aos fabricantes de veículos. Preço ainda por anunciar.

Stellantis apresenta plano estratégico de €60 bilhões para acelerar o crescimento e a rentabilidade e prevê mais de 60 lançamentos e 50 atualizações de produtos. FaSTLAne 2030 combina portfólio único de reposicionamento das marcas, escala global e presença regional, com foco no cliente e disciplina na alocação de recursos


Maserati ganhará dois novos modelos do segmento E


Amsterdam, 21 de maio de 2026 – A Stellantis apresentou hoje o FaSTLAne 2030, seu plano estratégico de cinco anos, com investimentos de €60 bilhões voltados à aceleração do crescimento e da rentabilidade.

Na sessão da manhã do Investor Day, realizada na sede da companhia na América do Norte, em Auburn Hills, Michigan, a liderança da Stellantis apresentou os seis pilares centrais que orientarão sua estratégia daqui para frente.

Esses pilares reforçam a prioridade da empresa em colocar o cliente no centro de todas as decisões, aliada a uma disciplina rigorosa na alocação de recusos, direcionando investimentos para regiões e marcas com maior potencial de retorno.

Os pilares do FaSTLAne 2030 são:

Gestão mais eficiente do portfólio de marcas

Investimentos em plataformas globais, powertrains e tecnologia

Parcerias que complementam as competências da Stellantis

Otimização da base industrial

Excelência na execução

Fortalecimento das regiões e das equipes locais

Segundo Antonio Filosa, chief executive Officer da companhia, “o FaSTLAne 2030 é resultado de meses de trabalho disciplinado em toda a organização e foi concebido para impulsionar um crescimento sustentável e rentável de longo prazo. Com o cliente no centro de tudo o que fazemos, o plano reforça nosso propósito de ‘movimentar pessoas com marcas e produtos que elas amam e confiam’, apoiado por uma combinação única de competências.”

O executivo destacou ainda que a empresa reúne talentos qualificados, escala global, marcas fortes e uma presença regional sólida, capaz de atender às necessidades específicas dos clientes, além de um foco contínuo em inovação e excelência na execução. 

“Com essas fortalezas, estamos posicionados de forma única para oferecer qualidade, funcionalidade e acessibilidade. Somadas aos benefícios crescentes de nossas parcerias estratégicas, temos todos os elementos necessários para alcançar as ambições do FaSTLAne 2030”, afirmou.

Antonio Filosa, ao lado de outros membros da liderança da Stellantis, detalhou os pilares do FaSTLAne 2030 durante a sessão estratégica do Investor Day.Gestão mais eficiente do portfólio de marcas

A abordagem da companhia para a gestão de seu portfólio de marcas e do plano de produtos foi reformulada para maximizar a eficiência na alocação de capital, evitar sobreposição de investimentos e reforçar a rentabilidade.

Até 2030, estão previstos mais de 60 lançamentos e 50 atualizações relevantes de produtos, abrangendo todas as marcas e diferentes tecnologias de propulsão, incluindo 29 veículos elétricos a bateria, 15 híbridos plug-in ou elétricos de autonomia estendida, 24 híbridos e 39 modelos com motores a combustão ou híbridos leves.

Com essa nova estratégia, a Stellantis passa a concentrar esforços em quatro marcas globais com maior escala e potencial de rentabilidade: Jeep®, Ram, Peugeot e FIAT. Juntas, elas responderão por 70% dos investimentos em marcas e produtos, ao lado da Pro One, unidade de veículos comerciais.

As marcas regionais — Chrysler, Dodge, Citroën, Opel e Alfa Romeo — continuarão relevantes em seus mercados e se beneficiarão das plataformas globais, ampliando sua diferenciação.

Lancia será marca de nicho sob gestão da FIAT


DS e Lancia serão desenvolvidas como marcas de nicho, sob gestão de Citroën e FIAT, respectivamente. A Stellantis também planeja fortalecer a Maserati, sua marca de luxo, com a adição de dois novos modelos do segmento E. Um roteiro detalhado será apresentado em Modena, em dezembro de 2026.

“Cada marca da Stellantis terá um papel claro no cumprimento dos compromissos do FaSTLAne 2030”, afirmou Antonio Filosa.Investimentos em Plataformas Globais, Powertrains e Tecnologias

A escala global da Stellantis é um de seus principais diferenciais competitivos. Nos próximos cinco anos, a companhia investirá mais de €24 bilhões, o equivalente a 40% do total de investimentos em P&D e CapEx no período em plataformas globais, powertrains e novas tecnologias.

As plataformas são concebidas com arquitetura modular para impulsionar eficiência e competitividade. Até 2030, 50% do volume global anual será produzido sobre três plataformas globais, incluindo a nova STLA One. Um exemplo concreto dessa abordagem, a STLA One é uma arquitetura desenvolvida desde sua concepção para maximizar a padronização e a competitividade.

As motorizações ampliam a liberdade de escolha do cliente. A Stellantis expandirá sua oferta multi-energia com novos sistemas híbridos, veículos elétricos a bateria e motores a combustão interna de alta eficiência. Até 2030, quase metade do volume global anual contará com soluções de propulsão multi-regionais, com flexibilidade energética integrada ao portfólio.

A tecnologia “feita para pessoas” está no centro do FaSTLAne 2030. A estratégia tecnológica da Stellantis parte de um princípio simples: tecnologia só tem valor quando melhora a vida cotidiana dos clientes. Não há espaço para tecnologia sem propósito.

Abrindo um novo capítulo com a incorporação de inteligência artificial em toda a arquitetura, o plano prevê o desenvolvimento de tecnologias globais em parceria com players líderes, com implementação local nas marcas e produtos em cada região. 

Entre os principais destaques estão: STLA Brain: arquitetura central escalável de computação e software da Stellantis

STLA SmartCockpit: nova forma de interação entre cliente e veículo 

STLA AutoDrive: sistema escalável de condução autônoma

Todas essas tecnologias serão lançadas a partir de 2027. Até 2030, 35% do volume global anual contará com ao menos uma dessas soluções, índice que deve ultrapassar 70% até 2035. Parcerias que potencializam as competências da Stellantis

Com uma combinação única de forças, marcas icônicas, escala global e forte presença local, a Stellantis está posicionada de forma diferenciada para atrair parceiros líderes em seus respectivos setores, acelerando a geração de valor por meio de colaborações mutuamente benéficas.

A companhia está estabelecendo novas parcerias e ampliando alianças existentes, com foco no codesenvolvimento e cofinanciamento de produtos, ampliando o acesso a novos mercados, expandindo opções tecnológicas, aumentando a utilização da capacidade produtiva e fortalecendo a competitividade na cadeia de suprimentos. Entre os principais exemplos estão:

Por meio da Leapmotor International, controlada em 51% pela Stellantis, a companhia construiu, em parceria com a Leapmotor, uma colaboração comercial inovadora, com alcance global em expansão.

Como próximo passo, Stellantis e Leapmotor pretendem unir forças na área de compras, aproveitando suas bases de fornecedores para aumentar a competitividade de custos. As empresas também planejam avançar na cooperação industrial, com o compartilhamento de capacidade produtiva nas fábricas de Madrid e Zaragoza, na Espanha, em linha com os futuros requisitos “Made in Europe”.

Com sua parceira histórica Dongfeng, a Stellantis inaugura uma nova fase de cooperação por meio da joint venture DPCA, com sede na China, para a produção de dois modelos Peugeot e dois modelos Jeep® destinados ao mercado chinês e a outras regiões. 

Além disso, a companhia pretende estabelecer uma nova joint venture na Europa com a Dongfeng, com participação majoritária da Stellantis (51%), voltada à colaboração em distribuição, engenharia, compras e compartilhamento de capacidade produtiva, com início previsto na planta de Rennes, na França, em linha com os futuros requisitos “Made in Europe”.

Em parceria com a Tata, a Stellantis está ampliando sua competitividade nas regiões da Ásia-Pacífico, Oriente Médio e África, além da América do Sul, por meio de sinergias em manufatura, cadeia de suprimentos, desenvolvimento de produtos e tecnologia.

Com a Jaguar Land Rover (JLR), a companhia pretende explorar sinergias no desenvolvimento de produtos e tecnologias nos Estados Unidos.

Além disso, a companhia vem avançando em parcerias estratégicas nas áreas de arquitetura de computação, software, sistemas avançados de assistência ao motorista, inteligência artificial e tecnologia de baterias, com empresas como Applied Intuition, Qualcomm, Wayve, NVIDIA, Uber, Mistral AI e CATL, entre outras, complementando suas capacidades internas e acelerando o desenvolvimento de veículos.Otimização da base industrial

Com o FaSTLAne 2030, a Stellantis prevê um aumento significativo na utilização de sua capacidade produtiva em todas as regiões. Esse avanço será impulsionado tanto pelo aumento de volumes, decorrente da ofensiva de produtos, quanto por ações locais específicas.

Na Europa, a capacidade instalada deverá ser reduzida em mais de 800 mil unidades, por meio da reconfiguração de plantas, como a de Poissy, na França, e do aproveitamento de parcerias industriais, incluindo unidades em Madrid e Zaragoza, na Espanha, e Rennes, na França. Essa estratégia busca preservar empregos na manufatura, ao mesmo tempo em que eleva a taxa de utilização da capacidade de 60% para 80% até 2030.

Nos Estados Unidos, o aumento da produção deve elevar a taxa de utilização da capacidade para 80% até 2030.

No Oriente Médio e na África, o plano prevê que a localização de produtos e será o principal vetor para alcançar a plena utilização da capacidade produtiva até 2030.

Excelência na execução

O FaSTLAne 2030 será marcado por um foco rigoroso na execução, com ênfase na ampliação da velocidade, da qualidade e da eficiência em todas as regiões.No desenvolvimento de produtos, a companhia pretende acelerar de forma significativa os ciclos de desenvolvimento de veículos, com meta de 24 meses, em comparação aos atuais prazos que podem chegar a 40 meses.

Em qualidade, o FaSTLAne 2030 se apoia nos avanços relevantes registrados nos últimos 12 meses, e estabelece como objetivo atingir desempenho entre os melhores do setor em todas as regiões ao longo do período do plano.

Em competitividade de custos, o recém-lançado programa plurianual Value Creation Program (VCP) prevê a redução anual de €6 bilhões até 2028, em comparação com a base de 2025, além de impulsionar oportunidades de crescimento de receita em toda a operação, incluindo desempenho comercial.

A inteligência artificial será um dos principais vetores para transformar as capacidades de execução, com mais de 120 aplicações já implementadas nas operações da companhia.

“O sucesso do FaSTLAne 2030 está fundamentado no talento e no forte engajamento das equipes da Stellantis”, afirmou Antonio Filosa.“Atuaremos como um único time, com foco na execução, para entregar crescimento incremental e rentável, gerando valor para todos os nossos públicos de interesse.”Fortalecimento das regiões e das equipes locais

A indústria automotiva é, acima de tudo, um negócio regional, onde estão os clientes. Com uma presença local sólida e historicamente consolidada, a Stellantis reúne condições únicas para aproveitar plenamente esse potencial.

Ao longo do último ano, a tomada de decisões foi amplamente descentralizada para as regiões, fortalecendo a conexão da companhia com os públicos que atende. Paralelamente, relações duradouras e construtivas com sindicatos, concessionárias, fornecedores, parceiros de negócios e comunidades foram significativamente ampliadas.

Com o plano FaSTLAne 2030, cada região passa a contar com maior autonomia para alavancar a escala global da Stellantis na definição e execução de estratégias sob medida, alinhadas às particularidades de cada mercado e às preferências específicas dos clientes.

Na América do Norte, a companhia projeta crescimento de 25% na receita e margem de AOI entre 8% e 10%, com foco em:

ampliar a cobertura de mercado em 50%, com o lançamento de 11 modelos inéditos e aumento de 35% no volume nos Estados Unidos

fortalecer o portfólio com sete novos produtos na faixa de até US$ 40 mil e dois abaixo de US$ 30 mil

elevar a competitividade de custos por meio do programa Value Creation

Diante das oportunidades de mercado na região e do seu potencial de crescimento rentável, 60% dos €36 bilhões a serem investidos em marcas e produtos serão destinados à América do Norte.

Na Europa Ampliada, a companhia projeta crescimento de 15% na receita e margem de AOI entre 3% e 5%, por meio de:

reposicionamento do portfólio de marcas, com reforço da diferenciação entre elas e ampliação da cobertura no segmento C, além da introdução do inovador E-car — uma nova geração de veículos elétricos urbanos, com design atraente e preço acessível, a ser produzida na Europa, começando pela unidade de Pomigliano d’Arco, na Itália 
aumento da competitividade de custos por meio da nova plataforma STLA One maior utilização da capacidade industrial, impulsionada pelo aumento de volume, pela reconfiguração de plantas e pelo compartilhamento de capacidade produtiva

Na América do Sul, a companhia projeta crescimento de 10% na receita e margem de AOI entre 8% e 10%, sustentada pela consolidação de sua liderança no Brasil e na Argentina, pela ofensiva no segmento de picapes e pela expansão em outros mercados da região.

No Oriente Médio e na África, a companhia prevê crescimento de 40% na receita e margem de AOI entre 10% e 12%, impulsionados pela localização de produtos e pelo aumento das importações a partir de parcerias na Ásia.

Na Ásia-Pacífico, a companhia estima margem de AOI entre 4% e 6%, apoiada em parcerias estratégicas que viabilizam um crescimento local com estrutura mais leve, além da exportação de produtos para outras regiões.

A Stellantis apresentará seu detalhamento financeiro, incluindo o desempenho dos serviços financeiros e as metas do plano FaSTLAne 2030, durante a sessão financeira do Investor Day, ainda hoje. Um comunicado específico será divulgado no início dessa apresentação.

Nota adicional

Todos os objetivos relacionados a investimentos, produtos e utilização de capacidade descritos acima baseiam-se nas premissas atuais de planejamento.

Determinadas iniciativas de parceria mencionadas estão sujeitas a negociações em andamento e a acordos ainda não vinculantes. A execução, o cronograma e o escopo permanecem condicionados à formalização de contratos definitivos e às aprovações necessárias.

O lucro operacional ajustado (Adjusted Operating Income – AOI) exclui do lucro líquido das operações continuadas os ajustes referentes a custos de reestruturação e outros encargos de encerramento, perdas por impairment, baixas de ativos, alienações de investimentos e receitas operacionais atípicas, consideradas eventos raros ou pontuais e de ocorrência não recorrente.

A exclusão desses itens reflete o entendimento de que não são indicativos do desempenho operacional recorrente da companhia. O AOI também desconsidera despesas ou receitas financeiras líquidas e despesas ou benefícios tributários.

As receitas ou despesas operacionais atípicas decorrem de decisões estratégicas, bem como de eventos raros ou pontuais e de natureza não recorrente, cuja inclusão não reflete o desempenho operacional contínuo da empresa. 

Esses itens podem incluir, entre outros, impactos de decisões estratégicas voltadas à racionalização das operações centrais da Stellantis, custos relacionados a instalações decorrentes de iniciativas para adequar a capacidade produtiva e a estrutura de custos à demanda de mercado, além de custos de convergência e integração diretamente associados a aquisições ou fusões relevantes.

A margem de lucro operacional ajustado é calculada pela divisão do AOI pela receita líquida.

Os materiais de apresentação e a gravação do evento estão disponíveis na seção de Relações com Investidores do site da companhia.


Coluna VAMOS VOAR PELO MUNDO // Prorrogação da isenção de PIS/Cofins sobre o querosene de aviação é urgente // Catarina Aviation Show começa nesta quinta com participação da Líder // Avianca consolida sua conectividade no Brasil: alcançará 56 frequências semanais para a alta temporada // Azul oferece mais de 100 voos e 15,5 mil assentos extras para feriadão de Corpus Christi


Prorrogação da isenção de PIS/Cofins sobre o querosene de aviação é urgente


Brasília, 21 de maio de 2026 - O presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Juliano Noman, defendeu nesta quinta-feira (21/05) a prorrogação da isenção do PIS/Cofins sobre o querosene de aviação (QAV) até o fim do ano. O pedido foi feito durante audiência pública da Comissão de Defesa do Consumidor, na Câmara dos Deputados, presidida pelo deputado Felipe Carreras (PSB-PE). 


O corte dos tributos foi a única medida já implementada do pacote anunciado pelo governo federal no início de abril para ajudar o setor a enfrentar a alta expressiva do combustível. Sua validade, contudo, termina no próximo dia 31 de maio.
 

Desde o início da guerra no Oriente Médio, em 28 de fevereiro, até ontem, o QAV dobrou de preço, passando de R$ 3,30/litro para R$ 6,65. Com isso, o combustível, que respondia por cerca de 32% dos custos do transporte aéreo, passou a representar 46%. “Ainda que o impacto da redução do PIS/Cofins seja de 2%, é importante que a medida seja estendida”, disse Noman.
 

Segundo a Petrobras, o Brasil produz mais de 80% do QAV consumido internamente. Mesmo próximo da autossuficiência, a empresa adota o Preço de Paridade de Importação (PPI) como base para a fórmula de precificação do combustível vendido às empresas aéreas brasileiras. Ou seja, além do custo de extração, produção e refino, leva em conta as cotações internacionais do petróleo e do dólar.
 

Diferentemente da isenção do PIS/Cofins, que representa corte de custos efetivo, as outras medidas têm efeito no fluxo de caixa das empresas aéreas. O pagamento das tarifas de navegação a serem realizadas entre junho e agosto foi adiado para o fim do ano, sem juros. Duas linhas de crédito também foram anunciadas no pacote do início de abril. A do Banco do Brasil já pode ser acessada a partir de hoje (a regulamentação foi publicada ontem). A do BNDES só deve estar efetivamente disponível a partir de agosto.
 

A Petrobras parcelou o QAV vendido às aéreas a partir de abril. O pagamento do combustível pode ser feito em até seis meses, com carência até junho. “Essas medidas, embora importantes, acabam por endividar as empresas, carreando aumento para as passagens”, disse Clarissa Barros, diretora de Outorgas, Patrimônio e Políticas Regulatórias Aeroportuárias da Secretaria de Aviação Civil do Ministério de Portos e Aeroportos.
 

Em razão da alta do QAV, as empresas estão redesenhando suas malhas e reduzindo a oferta de voos. A projeção para maio aponta 93 voos a menos por dia. Para junho, a previsão é de 121 voos a menos por dia. Os estados mais afetados estão nas regiões Norte e Nordeste. Até o momento, esse corte tem sido feito para preservar a conectividade aérea do país. “Nenhuma das cidades atendidas antes do início da guerra deixou de receber voos”, afirmou Luiz Fernando Pimenta, gerente de Acompanhamento de Mercado da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
 

Para o presidente da Abear, é fundamental que ações mitigadoras da alta do QAV sejam definidas em conjunto entre as empresas aéreas, a Petrobras e o governo. “Estamos reduzindo a oferta, o tamanho do avião para não desatender os destinos. Mas a pior face da crise é o desatendimento de um destino ou quando a indústria devolve uma aeronave para o fabricante, porque a retomada não é tão simples”, afirmou.

quinta-feira, 21 de maio de 2026

MÚSICA NO MUSEU 2026 no Forte de Copacabana - Posto 6. Entrada gratuita.

 MÚSICA NO MUSEU 2026

Patrimônio Cultural Imaterial do Estado e Cidade Rio de Janeiro

Retornando os concertos do Música no Museu do Exército- Forte de Copacabana, na sequência de sua programação de Maio e das comemorações dos seus 29 anos, mais uma atração: o Coral Riviera Dei Fiori sob a regência do Maestro José Machado Neto.

Terça-feira dia 26-05-26 às 18h no Museu do Exército

Forte de Copacabana - Posto 6.

Entrada gratuita.

Coluna Minas Turismo Gerais do Jornalista Sérgio Moreira



Coluna Minas Turismo Gerais


Jornalista Sérgio Moreira



Belo Horizonte avança no Ranking ICCA 2025 e consolida retomada no cenário internacional de eventos   



A divulgação do ranking ICCA 2025 consolida um importante momento para o turismo de negócios e eventos no Brasil e reafirma o papel estratégico das cidades que investem de forma contínua na captação e realização de eventos internacionais. Reconhecido mundialmente como um dos principais indicadores do setor, o ranking da International Congress and Convention Association (ICCA) mede a capacidade dos destinos em sediar eventos internacionais associativos, refletindo competitividade, infraestrutura, conectividade e articulação institucional.

Neste cenário, Belo Horizonte alcançou um resultado expressivo ao ocupar a 5ª posição entre as cidades brasileiras com maior número de eventos internacionais realizados em 2025, contabilizando 11 eventos captados e sediados na capital mineira. A cidade aparece atrás apenas de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Campinas, reforçando sua retomada como um dos principais destinos brasileiros para o segmento MICE (Meetings, Incentives, Conferences and Exhibitions).

O avanço de Belo Horizonte no ranking é resultado de um trabalho estruturado, contínuo e estratégico liderado pela Casa do Turismo de Belo Horizonte – BHCVB, entidade que vem conduzindo, desde o final de 2024, um amplo movimento de reposicionamento institucional e fortalecimento da cidade no mercado nacional e internacional de eventos.

A atuação da Casa do Turismo tem sido fundamental na articulação entre os diversos atores do setor, reunindo associados, entidades representativas, cadeia produtiva do turismo, hotelaria, organizadores de eventos e parceiros institucionais em torno de uma agenda integrada de promoção e captação de eventos para a capital mineira. Esse trabalho cooperado, desenvolvido em parceria com o Governo de Minas Gerais e a Prefeitura de Belo Horizonte, vem ampliando a visibilidade do destino e fortalecendo a competitividade de BH frente aos principais mercados do país.

 

Para a diretora-presidente da Casa do Turismo de Belo Horizonte – BHCVB, Érica Drumond, o resultado representa não apenas um reconhecimento do trabalho realizado até aqui, mas também um estímulo para ampliar ainda mais a presença da capital mineira no cenário internacional. “Esse resultado no ranking ICCA 2025 é fruto de um trabalho coletivo, estratégico e contínuo liderado pela Casa do Turismo de Belo Horizonte – BHCVB, ao lado dos nossos associados, entidades parceiras, Governo de Minas e Prefeitura de Belo Horizonte. Retomar o protagonismo de BH no cenário internacional de eventos demonstra que estamos no caminho certo, mas também reforça que ainda há muito espaço para avançarmos. Seguiremos trabalhando de forma integrada para que Belo Horizonte alcance posições ainda mais expressivas nos próximos anos, ampliando sua presença no mercado global de eventos. Mais do que figurar em rankings, nosso objetivo é consolidar Belo Horizonte como a cidade dos grandes eventos, referência nacional em serviços, hospitalidade, experiência turística e capacidade de receber bem.”

Mais do que um reconhecimento estatístico, o posicionamento de Belo Horizonte no ranking ICCA representa o fortalecimento da economia local, geração de negócios, incremento da ocupação hoteleira e movimentação de toda a cadeia de serviços ligada ao turismo de eventos.

Ao liderar esse processo de retomada e articulação do setor, a Casa do Turismo de Belo Horizonte – BHCVB reafirma seu papel como principal entidade de promoção e desenvolvimento do turismo de negócios e eventos da capital, reconquistando espaço e credibilidade como referência estratégica no mercado de eventos nacional e internacional.

O resultado alcançado em 2025 demonstra que Belo Horizonte voltou a ocupar posição de destaque no cenário internacional de eventos e reforça a capacidade da cidade em seguir crescendo de forma sustentável, integrada e competitiva nos próximos anos.

Mercado Central BH lança campanha para escolha da mascote


Um dos principais pontos turísticos de Belo Horizonte, o Mercado Central de Belo Horizonte dá início às ações comemorativas de seu Centenário, que será celebrado em 2029, com o lançamento de sua primeira mascote oficial.

Desenvolvida como parte do plano estratégico dos 100 anos, em parceria com a agência Heatmap, a mascote nasce com o objetivo de representar, de forma acessível e afetiva, a essência do Mercado Central. O símbolo escolhido é uma maçã, que faz referência ao logo desse tradicional espaço de abastecimento, cultura, turismo e gastronomia, considerado um dos principais pontos turísticos de Minas Gerais.

A escolha do nome da mascote contará com a participação do público em geral, permitindo que visitantes, clientes e lojistas contribuam diretamente para a construção da personagem, reforçando a conexão histórica do Mercado Central com as mais de 15,5 milhões de pessoas que passam pelo espaço anualmente.

A partir de sexta-feira, dia 15 de maio, a votação será realizada de forma presencial em totens e tablets que serão disponibilizados nos corredores do Mercado Central, e também através de cédulas de votação, distribuídas nas lojas do icônico espaço. A escolha pode ser feita também online, pelo site oficial do Mercado Central (mercadocentral.com.br).

As votações acontecem até o dia 13 de junho em todas as plataformas citadas. O resultado será divulgado nos canais oficiais do Mercado Central no dia 15 de junho.

“Ao longo dos anos, o Mercado Central sempre foi construído por muitas mãos e histórias. Trazer o público para participar da escolha do nome da nossa mascote é uma forma de reconhecer esse vínculo e reforçar que esse espaço pertence a todos. Esse lançamento se torna ainda mais especial por fazer parte do projeto do Centenário”, afirma Geraldo Henrique Figueiredo Campos, Diretor Presidente do Mercado Central.

José Agostinho de Oliveira (Ném) diretor secretário, Geraldo Campos, presidente e Marco Antônio Campos , diretor financeiro

Agência parceira do Mercado Central nas frentes de marketing, comercial e projetos especiais, a Heatmap atuou na concepção e construção da identidade da mascote, realizando uma análise especializada para a definição da essência da personagem, ampliando a experiência sensorial do público.

A agência também foi a responsável pela criação da identidade visual da personagem, de sua fantasia e de toda a estrutura do site de votação, sendo também a responsável pelo planejamento do ritual de lançamento, em nível de ativações e redes sociais.

“Quando convidamos as pessoas para nomear a mascote, não estamos apenas pedindo um voto, mas criando uma conexão desde o primeiro contato, transformando o público em parte ativa na construção dessa história e do futuro da marca. Para a Heatmap, é um grande prazer ser parceira do Mercado Central e por poder contribuir com a criação desse símbolo que já nasce de forma tão marcante”, destaca Rene Salviano, CEO da Heatmap.

A iniciativa conta ainda com apoio da Visual Sistemas, empresa de tecnologia com quase 40 anos de atuação no mercado brasileiro, especializada no desenvolvimento de soluções integradas de hardware e software, que disponibilizou toda a infraestrutura para que a votação ocorra nos meios digitais.

Este projeto reforça o posicionamento do Mercado Central que, além de ser o histórico centro de abastecimento da cidade, é reconhecido como um espaço cultural, moldado coletivamente ao longo das décadas, e que agora convida seu público a participar ativamente da construção de seu futuro, rumo aos 100 anos.

Fígado com jiló- tradicional tira-gosto

SOBRE OS NOMES DISPONÍVEIS

Os nomes disponíveis para a votação são: Tina, Bela e Malu. Cada nome nasce de significados relacionados à história do Mercado Central, à cidade de Belo Horizonte e ao nome científico da maçã.

Antes de votar, tanto na cédula quanto no site, o público pode conferir mais informações sobre a história de cada nome e a personalidade da mascote.

●      Tina - Tina carrega no nome a essência belo-horizontina e presta uma homenagem especial à Tininha, criadora do logo histórico do Mercado. Curiosa, esperta e cheia de atitude, a personagem conhece cada corredor do Mercado Central. Adora explorar, descobrir e experimentar novos sabores. Está sempre em movimento e, quando se percebe, já está por aí vivendo novas descobertas.

 

●      Bela - O nome Bela é uma homenagem a Belo Horizonte, uma cidade cheia de cultura, alegria e afeto. Tranquila, companheira e atenciosa, a personagem gosta de caminhar pelo Mercado Central, observar os detalhes e acompanhar tudo o que acontece por ali. Quem a encontra pode esperar uma boa prosa e um passeio pelos corredores do Mercado.

●      Malu - Tem seu nome inspirado em Malus, o nome científico da maçã. Atenta e observadora, a personagem gosta de entender os detalhes, ouvir as histórias e perceber aquilo que muitas vezes passa despercebido. Para ela, cada cantinho do Mercado Central tem um significado especial. Malu está sempre por perto, pronta para apresentar esse lugar de um jeito diferente.

 Votação para a escolha o nome da nova mascote do Mercado Central

Quando:
De 15 de Maio a 13 de Junho de 2026

Onde votar:

· No site oficial mercadocentral.com.br ou

· Nos totens e tabletes digitais instalados nos corredores ou

· Nas cédulas físicas de votação (disponibilizada nas lojas do mercado)

O resultado será divulgado no dia 15 de junho de 2026, no perfil @mercadocentralbh. (instagram.com/mercadocentralbh)

A mascote será oficialmente apresentada ao público no dia 05 de julho, data da 10ª Corrida e Caminhada do Mercado Central, cuja previsão é de 8 mil atletas inscritos.


BH Airport realiza atividades para o desenvolvimento do vetor norte da RMBH


O avanço do Vetor Norte como polo de desenvolvimento econômico esteve no centro dos debates do Destrava Summit Vetor Norte 2026, em Lagoa Santa. Durante o encontro, o CEO do BH Airport, Daniel Miranda, ressaltou o papel estratégico do terminal mineiro como indutor de competitividade regional, inovação e negócios, ao lado de lideranças empresariais e institucionais que se reuniram para discutir oportunidades, investimentos e caminhos para o crescimento sustentável do Vetor Norte nos próximos anos. 

                 fotos: Tiago Guerra


“O corredor que liga Belo Horizonte ao BH Airport e conecta municípios como Lagoa Santa, Vespasiano e Pedro Leopoldo representa uma espinha dorsal de transformação e desenvolvimento, reunindo vocações complementares em logística, infraestrutura, inovação, sustentabilidade, tecnologia e serviços. É um verdadeiro eixo de acessibilidade, previsibilidade de crescimento e vocação econômica cada vez mais clara. O BH Airport faz parte dessa engrenagem ao encurtar distâncias e conectar a região com o Brasil e com o mundo”, sublinha Daniel Miranda. 

A relevância do terminal  mineiro nesse panorama se sustenta na dimensão operacional e na capacidade de apoiar a expansão da região. Em 2025, o BH Airport registrou recorde histórico de movimentação, com 13,3 milhões de passageiros, mantendo uma estrutura capaz de receber até 32 milhões de passageiros por ano. Neste mês, assumiu a liderança nacional em número de destinos domésticos atendidos, com 63 rotas nacionais, além de ampliar a presença no interior do estado, com 14 destinos regionais conectados. 

O porte operacional reforça a competitividade nas esferas regional e nacional. Com pista de 3.600 metros, a terceira maior do país, e o 4º maior sítio aeroportuário do Brasil, o BH Airport reúne condições para absorver operações de maior escala, ampliar a conectividade e fortalecer atividades ligadas à logística, à mobilidade e à infraestrutura. Entre 2014 e 2025, o aeroporto movimentou 124 milhões de passageiros e aportou R$ 1,3 bilhão em investimentos em melhorias, consolidando uma base robusta para expansão de negócios, geração de empregos e atração de empreendimentos para o entorno. 

BH Airport

Logística de cargas e IA na operação - A relevância estratégica para Minas Gerais também ganha protagonismo no campo logístico. Em 2025, o terminal movimentou 13,1 mil toneladas de carga, com crescimento de 2,5% em relação ao ano anterior, além de registrar 37,7 mil processos no período. Os números reforçam a posição do BH Airport nas rotas globais de carga e a contribuição para a inserção mais competitiva do estado nas cadeias nacionais e internacionais de suprimentos. 

A defesa da inovação aplicada como elemento central para o ganho de eficiência e para o fortalecimento da competitividade é outro diferencial. O BH Airport vem incorporando soluções tecnológicas de ponta à rotina operacional, como robôs autônomos 100% elétricos com inteligência artificial para operações no pátio, IA nos canais de inspeção e o uso de drones na aviação para mapear focos de incêndio e apoiar provas de conceito voltadas à calibração de auxílios visuais ao pouso. 

Impacto social e descarbonização - A agenda ambiental como plataforma inegociável de sustentabilidade tem evidências em reconhecimentos e resultados. O BH Airport é o primeiro aeroporto do Brasil a atingir o nível 3+ do Airport Carbon Accreditation (ACA). Desde 2017, já evitou a emissão de cerca de 8,6 mil toneladas de CO₂, com redução de 69% nas emissões diretas. Investiu R$ 5 milhões em ônibus elétricos, com estimativa de redução adicional de 42,1 toneladas de CO₂ por ano, e tem avançado em segurança hídrica e reaproveitamento de recursos, com mais de 56 milhões de litros de água reutilizados em três anos. 

A atuação do aeroporto no Vetor Norte também se traduz em impacto direto no território. Hoje, mais de 8 mil pessoas trabalham no BH Airport, e, entre 2014 e 2025, o terminal gerou R$ 180 milhões em ISS para Confins e Lagoa Santa. Em 2025, os projetos sociais alcançaram mais de 8 mil pessoas. No mesmo ano, o Feirão de Empregos realizado em Pedro Leopoldo reuniu mais de 800 participantes e aproximou candidatos de empresas com vagas abertas, fortalecendo a conexão com a comunidade e ampliando oportunidades de inserção no mercado de trabalho. 

“Minas Gerais reúne condições únicas para ampliar presença no cenário nacional e internacional, combinando relevância econômica, diversidade produtiva, patrimônio cultural e capacidade empresarial. E o Vetor Norte desponta como um território especialmente vocacionado para sustentar um novo ciclo de crescimento, por reunir infraestrutura, localização estratégica, potencial de expansão, acesso a mercados e um ambiente cada vez mais favorável à atração de empreendimentos. Para o BH Airport, ampliar a conectividade de Minas com o Brasil e com o exterior é mais do que expandir rotas: é fortalecer o turismo, impulsionar negócios, dinamizar a logística, estimular investimentos e contribuir para a formação de um ecossistema mais competitivo, integrado e preparado para o futuro”, conclui Daniel Miranda.

 Com localização estratégica e um dos principais hubs do país, o BH Airport atende cerca de 70 destinos nacionais e internacionais. Desde 2014, o aeroporto é administrado por uma concessão, formada pela Motiva, uma das maiores companhias de concessão de infraestrutura da América Latina, e por Zurich Airport, operador do Aeroporto de Zurich, o principal hub aéreo da Suíça e considerado um dos melhores aeroportos do mundo, além da Infraero, estatal com experiência de mais de 50 anos na gestão de aeroportos no Brasil.

Coluna Minas Turismo Gerais Jornalista Sérgio Moreira 2sergiomoreira63  informações para sergio51moreira@bol.co.br



COLUNA MECÂNICA ONLINE®



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Tarcisio Dias

20 | MAIO | 2026


Arquitetura de 48 volts: a revolução silenciosa que vai transformar os automóveis modernos


A elevação da tensão nos sistemas elétricos auxiliares surge como a solução definitiva para reduzir o peso dos chicotes, mitigar perdas térmicas e viabilizar a computação centralizada de veículos definidos por software.

A indústria automotiva global iniciou uma migração estrutural profunda ao substituir o tradicional padrão elétrico de 12 volts pela nova arquitetura de 48 volts, uma mudança tecnológica impulsionada pelo aumento explosivo da demanda energética dos componentes eletrônicos embarcados e pela necessidade de otimizar a eficiência de veículos híbridos e elétricos.

A engenharia de sistemas das montadoras deparou-se com os limites físicos intransponíveis do padrão de 12V. No uso real e cotidiano, os automóveis modernos transformaram-se em plataformas eletrônicas complexas, repletas de sensores, radares, telas e assistentes de condução.


Para fornecer a potência demandada por esses dispositivos mantendo a baixa tensão histórica, o sistema seria obrigado a elevar severamente a corrente elétrica, gerando sobreaquecimento e pesadas perdas por efeito resistivo.


A viabilidade técnica da transição apoia-se em leis fundamentais da eletricidade. Como a potência é o produto da tensão pela corrente, ao elevar a tensão para 48V, a corrente necessária despenca drasticamente.


Pelos princípios da física, as perdas térmicas crescem de forma quadrática em relação à corrente, logo, a redução da corrente diminui o desperdício de energia em forma de calor, permitindo reduzir o diâmetro da fiação e economizar quilos de cobre nos chicotes elétricos, que chegam a pesar mais de 70 kg em modelos premium.


O ecossistema de baixa tensão em 48V ganhou notoriedade global com o lançamento da Tesla Cybertruck, modelo que utiliza a nova voltagem para alimentar atuadores, vidros, telas e o sistema de direção eletrônica steer-by-wire — que elimina qualquer ligação mecânica entre o volante e as rodas.


Fora do ambiente dos elétricos puros, marcas tradicionais como Audi, Mercedes-Benz, BMW, Porsche e Ram aplicam os 48V em sistemas híbridos leves (MHEV) para gerenciar o start-stop avançado, compressores elétricos e assistência de torque, a exemplo do conjunto eTorque que equipa a picape Ram 1500.


A governança do setor aponta que marcas como a Ford Motor Company já preparam suas futuras plataformas elétricas para adotar os 48V como infraestrutura elétrica principal, abrindo caminho para os veículos definidos por software.


Essa mudança confere vantagens claras ao consumidor, entregando maior eficiência energética, menor peso total e potencial incremento de autonomia. Contudo, a tecnologia exige novos protocolos de manutenção, demandando ferramentas de diagnóstico específicas e scanners avançados no ecossistema de pós-venda.


A análise indica que o impacto nas oficinas independentes será profundo.


Embora tensões de até 60V DC ainda se enquadrem tecnicamente como baixa tensão, o manuseio dessas arquiteturas exige investimento pesado em capacitação eletrônica e programação de módulos pelas convertedoras e reparadores.


O perfil do profissional de reparação afasta-se da mecânica puramente convencional para se aproximar do especialista em software embarcado e gestão de energia.


O desfecho desta transição não ocorrerá do dia para a noite, visto que há uma gigantesca cadeia de fornecedores globais de relés, conectores e motores elétricos ancorada no padrão de 12V.


Por esse motivo, a indústria conviverá por anos com arquiteturas mistas equipadas com conversores DC-DC. O avanço dos 48V prova que a infraestrutura elétrica robusta e a eficiência molecular dos componentes são os novos alicerces para sustentar a inteligência artificial e a automação veicular nas estradas do futuro.


  • Padrão 48V: Nova base estrutural elétrica adotada pela indústria para suprir o consumo energético da eletrônica embarcada.

  • Efeito Resistivo: Redução drástica da corrente elétrica diminui o desperdício de energia dissipada em forma de calor.

  • Alívio de Peso: Diminuição do diâmetro dos cabos de cobre reduz o peso físico e a complexidade dos chicotes.

  • Híbridos Leves (MHEV): Aplicação de baterias de 48V para alimentar compressores e fornecer torque auxiliar em motores térmicos.

  • Desafio no Pós-Venda: Exigência de scanners de alta performance e técnicos especialistas em redes de dados automotivas.


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  • MOVER – O programa MOVER segue impulsionando descontos e incentivos para compra de veículos mais eficientes no Brasil, estimulando investimentos em eletrificação, redução de emissões e modernização industrial. Montadoras ampliam ofertas de modelos híbridos e compactos beneficiados pelo novo regime automotivo.

  • TOYOTA – A Toyota Motor Corporation solicitou autorização para construir uma nova linha de montagem em sua planta no Texas, com investimento estimado em US$ 2 bilhões. O movimento reforça a expansão industrial da marca nos Estados Unidos em meio ao crescimento da demanda por picapes e SUVs eletrificados.

  • XPENG – A XPeng iniciou a produção em massa de seu primeiro robotáxi em Guangzhou e projeta operações totalmente autônomas até 2027. A empresa acelera a disputa tecnológica chinesa em direção aos veículos sem motorista e à mobilidade baseada em inteligência artificial.

  • VOLKSWAGEN – Os acionistas controladores da Volkswagen aumentaram a pressão por uma reformulação profunda no modelo de negócios da montadora após queda nos lucros do grupo no primeiro trimestre. A empresa enfrenta desafios relacionados à eletrificação, software e concorrência chinesa.

  • VOLVO D13 – Nova geração do motor pesado estreia com até 560 cv, maior eficiência térmica e preparação para operar com combustíveis alternativos como hidrogênio e diesel renovável. A Volvo aposta na evolução da combustão para reduzir emissões no transporte de carga.

  • MINI EURO NCAP – A nova linha MINI 2026 conquistou nota máxima em segurança graças ao pacote avançado de assistentes de condução, frenagem autônoma e proteção estrutural. O resultado reforça o peso crescente da eletrônica embarcada nos testes globais de segurança.

  • NISSAN REESTRUTURAÇÃO – A Nissan iniciou um amplo plano global de reorganização para recuperar competitividade, incluindo cortes industriais, redução de custos e foco em eletrificação e tecnologia híbrida e-POWER.

  • BATERIAS EUROPA – Países europeus aceleram investimentos bilionários em produção de baterias para reduzir dependência chinesa e fortalecer a cadeia automotiva elétrica. O movimento amplia a disputa global pelo domínio tecnológico dos eletrificados.

  • SEGURANÇA VIÁRIA – Novas iniciativas de fiscalização, renovação digital da CNH e uso crescente de tecnologia no trânsito buscam reduzir acidentes e modernizar o controle da mobilidade no Brasil.

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