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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Chevrolet Cruze sedã traz novidades no modelo 2018 Ajuste de altura dos faróis e repetidor de seta nos retrovisores externos para todas versões são os itens de segurança incorporados ao modelo Motor turbo com injeção direta de combustível teve a produção localizada para dar ainda mais competitividade ao veículo que mais cresce em vendas no segmento






São Caetano do Sul – O Novo Cruze completou um ano de mercado como o modelo que mais cresce em vendas e participação no segmento dos automóveis médios, além de ser o carro turbo mais vendido do País. Em julho, bateu seu recorde de emplacamento, conquistando a vice-liderança entre os sedãs.

Motor turbo Flex com injeção direta de série e a maior oferta de itens de segurança, conforto e conectividade da categoria. 



Esses são os principais diferenciais do produto, que adiciona a partir da linha 2018 ajuste de altura dos faróis também para a versão de entrada e o repetidor de seta nos retrovisores externos.

Outra novidade é a localização da produção do motor do Cruze no mesmo complexo industrial da GM onde é feito o modelo, em Rosário, na Argentina.

“A localização do motor dará mais competitividade ao veículo com maior flexibilização industrial e maior oferta de peças locais. Para o consumidor, isso se traduz em vantagens no momento da manutenção do carro, que já era uma das mais baratas da categoria”, explica Dalicio Guiguer, engenheiro-chefe da General Motors América do Sul.

O mais completo da categoria
O Cruze sedã é ofertado em duas versões de acabamento LT (luxo) ou LTZ (alto luxo). Todas equipadas com controle eletrônico de tração e estabilidade e o eficiente motor 1.4 turbo com injeção direta de combustível de até 153 cavalos de potência e 24,5 kgfm de força. A transmissão é automática sequencial, de seis marchas.



O Cruze vem completo desde a versão mais acessível. Além dos itens comuns a modelos a sua categoria, o Chevrolet traz revestimento premium dos bancos, assistente de partida em rampas, sistema de monitoramento da pressão dos pneus, ajuste de altura dos faróis, câmera de ré com sensor de estacionamento traseiro, computador de bordo de última geração, equipamento de áudio de alta definição, rodas de aro 17 e sistema Stop/Start (desliga momentaneamente a ignição em paradas para economizar combustível).

Conectividade total é outra exclusividade do veículo. Além do multimídia MyLink com Android Auto e Apple CarPlay, ele traz o sistema de telemática avançada OnStar, que oferece ao motorista mais de 20 serviços de emergência, segurança, navegação, concierge e diagnóstico remoto em um patamar jamais visto no mercado nacional.

Já a versão topo de linha (LTZ) soma, entre outros, airbags laterais e de cortina, luz de condução diurna em LED, sensor de estacionamento dianteiro, sensor de chuva, sensor crepuscular, abertura das portas por sensor de aproximação na chave e partida por botão no painel, além de acionamento da ignição por controle remoto, retrovisores externos com rebatimento elétrico e aquecimento, retrovisor interno eletrocrômico, multimídia MyLink com GPS integrado, acabamento da grade e das maçanetas externas em cromo e rodas escurecidas.



A Chevrolet oferece ainda um pacote high-tech para o Cruze, composto por:
- Assistente de permanência na faixa
- Alerta de colisão frontal
- Alerta de ponto cego
- Sistema de estacionamento automático
- Farol alto inteligente
- Carregador de celular sem fio
- Banco do motorista com ajustes elétricos


O assistente de permanência na faixa possui uma câmera na parte superior do para-brisas que “lê” as faixas da via e faz eventuais correção na trajetória do veículo ao perceber que ele está saindo involuntariamente da pista.

O alerta de colisão frontal é um equipamento de segurança bastante útil no dia a dia. Por meio dele, o motorista estabelece eletronicamente uma distância mínima em relação ao veículo à frente, podendo, por exemplo, ser alertado caso o outro automóvel sofra uma redução de velocidade repentina. Além de luzes vermelhas piscarem na base do para-brisa, um alarme soa pelos alto-falantes do carro.



O alerta de ponto cego auxilia o motorista em mudanças de faixa. Uma luz acende no retrovisor externo atentando da presença ou da aproximação de um outro automóvel ou de uma motocicleta em tráfego lateral.

O sistema de estacionamento automático ajuda o motorista a estacionar em vagas paralelas e perpendiculares. Radares e sensores espalhados pela carroceria identificam os obstáculos em volta e o volante esterça sozinho. 



Ao condutor, basta seguir as instruções no computador de bordo de quando acelerar e frear o veículo, por exemplo.

Já o sistema de iluminação conta com os faróis altos inteligentes, sistema que altera o facho de acordo com o tráfego para não ofuscar, por exemplo, a visão do motorista do veículo que vem em sentido contrário.

O Cruze sedã 2018 já está sendo distribuído às concessionárias Chevrolet em todo país em oito opções de cores: Branco Summit, Branco Abalone, Vermelho Edible Berries, Vermelho Glory, Cinza Satin Steel, Prata Switchblade, Azul Petróleo e Preto Ouro Negro.



A Renault está vivendo um período de lua-de-mel com jornalistas automotivos que não economizam elogios ao novo carro KWID e com certeza absoluta deseja que este momento se estenda aos consumidores. O KWID, um compacto com preço competitivo e características de SUV, inclusive a altura de 18 cm do solo e a alta posição ao volante será vendida em três versões, a primeira, pelada, por R$ 29.990, a segunda, por R$ 34..990 (mais R$ 350 do rádio com bluetooth e entradas de USB e auxiliar) e a última por R$ 39.990. Já a VW prepara o Virtus 1.0 turbo e a Fiat tem nos finalmentes a versão Argo sedã e a Suzuki não faz por menos e lança o Swift Sport Turbo



Coluna nº 3.217 - 11 de agosto de 2017
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 Renault Kwid, fórmula para o sucesso

O exitoso Kwid
Nunca parei para tentar quantificar quantos lançamentos assisti, no Brasil e no exterior, em quase meio século na atividade de escrevedor sobre automóveis. Foram muitos, uns dois milhares. 

Olho no fato, no entorno e nos resultados permitiram desenvolver sexto sentido, aquele dos advogados quando leem os autos, avaliam o cenário, e sabem se terão chance de êxito – ou se é caso perdido. 

Ou o dos médicos olhando paciente em risco intuem se sobreviverá ou virará estatística. Não decupo as condições, mas vale o pacote produto, forma de apresentá-lo, medida de importância perceptível nos envolvidos no projeto.
Introdução é para justificar o vaticínio: o Renault Kwid terá muito sucesso.

SUV dos compactos
A favorabilidade das condições começa pela apresentação aos compradores. O slogan é muito bom nesta época de siglas variadas e distorcidas – suv, sav, luav, cuv, crossover, ... -, todas imprecisas, mas Suv dos Compactos atende à moda demandada pelo consumidor, carro com jeito de músculos e força. Estilo bem definido é parcela da conta de favorabilidade. 

Planejamento do produto indicou a filosofia, e o grupo criador foi mandado à Índia, onde o Tata Nano, era o carro mais barato do mundo, comprou uma unidade e dissecou-a para entender o produto e o meio ambiente. 

A versão indiana ficou excessivamente leve, 600 kg e mostrou-se insegura. Aqui aplicaram mais de 100 kg em reforços estruturais. 

Composição é de bom planejamento: peso reduzido para fazê-lo esperto com motor de 3 cilindros e um litro de deslocamento. 

Pouco mais de 700 kg para 70 cv de potência, um cavalo para transportar 10 quilos, ótima relação – a gasálcool potência é 66 cv. 

A engenharia fez nova caixa de marchas, com menos 7 kg ante o modelo anterior; e cabeçote do motor sem o variador de abertura de válvulas, reduzindo 6 kg em peso e alguns Reais em custo. 

Idem para o limpador pantográfico de apenas um braço, e parafusos de fixação das rodas voltando à tradição francesa: três por unidade – em relação aos quatro dos outros produtos faz-se economia de quatro parafusos, quatro porcas – reduzindo peso e preço. 

Sugestão à Renault, apertadas as porcas, há sobra de 2 mm para facear com o parafuso. Podem ser reduzidas – 2mm x 12 porcas dá bem uns 20 gramas...

Preço é parcela na exitosa conta. Por R$ 29.900 leva-se a versão Life, com quatro bolsas de ar, quantitativo não existente no segmento. Carro é pelado, sem ar ou direção – venderá pontualmente. 

Segundo degrau, Zen, é completo: ar + direção, travas e vidros elétricos a R$ 34.990. Por mais R$ 350, rádio com bluetooth e entradas USB e auxiliar. Deve ser a mais vendida.

Acima, a Intense, R$ 39.990 inclui faróis de neblina com aros cromados, Media Nav 2.0 com câmera de ré e tela de 18 cm com tela sensível ao toque. 

Diz a Renault é o carro de menor consumo no País. Preços para cores básicas. Metálicas, seguindo inexplicável tabela nacional, adicionais R$ 1.400.

Início de vendas pela Internet superou enormemente as previsões e os agora inscritos receberão os automóveis em novembro. 

Surpresa, a Renault manteve os preços da pré inscrição. Há complementação como garantia de preço contido para revisões para veículos financiados pela empresa. Garante, manutenção é inferior a R$ 1 por dia.

Mede 3,68 m de comprimento, 2,42 m entre eixos, 18 cm na altura livre do solo, ajudam a desenhar a sensação de jipinho, conceito impreciso, porém considerado. Na prática, pelo racional e pelo emocional tem tudo para fazer muito sucesso.

Virtus, o Polo 3 volumes


Polo: sedã quase pronto
Surgiu na Internet ilustração do Virtus, o sedã Polo, lançamento no primeiro trimestre de 2018, cinco meses depois do hatch Polo. 

Ambos construídos sobre e criativa plataforma MQB, capaz de ser esticada e contraída em comprimento e largura, e quem o viu acredita ter distância entre eixos levemente superior à do Polo. 

Em tal pacote, como o irmão de linha, serão presença importante no mercado, servindo como conquista aspiracional aos motoristas ascendendo em motorização, ou descenso racional a quem busca veículos menores por fora mas confortáveis internamente. 

Tecnicamente a plataforma é a A0, com eletrônica e conectividade em nível superior ao encontrado em veículos do mesmo segmento B.

Em arquitetura mecânica, seguirá o Polo: 1,0 litro, três cilindros em linha, transversal, turbo, injeção direta, torque e potencia elevados a 128 cv e 200 Nm, transmissão mecânica com cinco velocidades ou automática de seis. 

Outro, será o 1,6 l,  L4, dito EA211 – é empregado na versão superior da Saveiro. Na picape, produz 120 cv, mas VW quer melhorar rendimento e reduzir o degrau significativo entre os primos três cilindros turbo e quatro aspirado. Produção na pioneira usina de São Bernardo do Campo, SP.

Argo: sedã quase pronto
Parecia coisa arrumada – como volta e meia ocorre: uma novidade em pré-lançamento estacionada em local público, atrativo a fotografias. 

Deu-se semana passada com o Projeto X6S, a variável sedã do Fiat Argo, substituto de Grand Siena e Linea. Cinco unidades fizeram pose na beirada do Lago San Roque, em Córdoba, no meio da Argentina, onde começou a indústria automobilística de lá. Emanuel Rock, paparazzo do Autoblog.ar fotografou.

Apresentam novidade: distância entre eixos superior à do Argo, permitindo um sedã três volumes confortável e com porta-malas de boa capacidade – como o Grand Siena. 

Quanto à parte mecânica, idêntica ao Argo: por enquanto duas motorizações de quatro cilindros: 1.3, oito válvulas, caixa de transmissão mecânica, cinco velocidades; e 1.8 EtorQ, 16 válvulas, 135 cv, transmissão idêntica ou automática Aisin com meia dúzia.

Início de produção na Argentina ao final do ano. Vendas no Brasil em prazo desconhecido, porém curto. Direção não aguenta mais as pressões da rede de revendedores, esvaziada em produtos.

Sedã Argo, ainda sem nome. (foto Emanuel Rock/Autoblog)

Adesivado para cobrir detalhes, o Polo pré-série número 00029 na Fazenda Capuava (foto VW)


Polo mascarado: bom de andar
Disfarçado, VW fez apresentação dinâmica do Polo. Convidou alguns jornalistas a dirigi-lo. Eu estava lá. Fiquei surpreendido com o conjunto. 

Automóvel é feito sobre a nova plataforma MQB, a mesma do Golf VII, Audi A 3, 4 e 5. Já o vira antes e tive boa impressão e com a sessão de dirigir confirmou minha certeza: se o preço não atrapalhar será fortíssimo concorrente no segmento, em especial porque ao momento do início das vendas, outubro, terá o bom conjunto com motorização 1.0 TSI, - turbo soprando a 1,3 bar, injeção direta, 128 cv, 200 Nm de torque -, e transmissão automática, epicicloidal, de seis velocidades. 

Atenderá a quem deseja baixo consumo, ótima performance e o conforto do uso da caixa. Haverá opção de motor 1.6, mas de potência e torque ainda em definição

Experiência foi no circuito doméstico da Fazenda Capuava, próxima ao aeroporto de Viracopos, e embora não espelhe o tipo de uso do consumidor padrão, permitiu aferir o mínimo – aceleração, frenagem, disposição para retomar velocidade, ótimo acerto entre direção, freios a disco nas quatro rodas e a suspensão McPherson frontal e eixo de torção na traseira.

Confortável internamente – motorista com 1,75 m deixa espaço para passageiro do mesmo tamanho no banco posterior. 

Acomodação boa, ergonomia idem, incremento em conectividade e controles, tudo ajustável em tela, em sistema mais racional e menos nerd

Porta-malas pouco menor relativamente ao Golf. Em resumo, se o departamento financeiro não se entusiasmar para recuperar os prejuízos da empresa com apenas um produto, será acontecimento no mercado – ameaçando, inclusive, o futuro do Golf. 

Roda-a-Roda

Baixo peso + turbo = performance econômica (divulgação Suzuki)

Surpresa – Salão de Frankfurt, setembro, novidade Suzuki: Swift Sport Turbo. Na segunda geração do bem vendido hatch, reduziu peso e cilindrada, conseguindo ótimos rendimento e consumo.

Anda – Preparava conceitos e base para a terceira geração, mesma plataforma, mantido o regime de emagrecimento, pesa apenas 890 kg – na versão 4x4 pouco mais. Motor baixou a 1,4 litro e a aplicação do Turbo elevou a potência a 138 cv.

Performance – Tal desenvolvimento amplia o caminho para absorver compradores. Além da resistência e da boa construção, terá performance significante graças às ótimas relações entre peso e torque ou peso e potencia. A Suzuki continua familiar e solteira nestes tempos de casamentos e conjunções industriais.

Largou – Volkswagen iniciou produzir o Polo. Lançamento início de setembro, vendas em outubro. Na usina da marca, em São Bernardo do Campo, SP.

Trilha – Bons números de venda do Ford Ranger entre as picapes médias, pela primeira vez alinhando entre os três mais vendidos – Toyota Hilux, 3.065 unidades, líder, Chevrolet S 10, 2.672, Ford Ranger, 1.559, VW Amarok, 1.229 - está baseado no oferecimento de bom conteúdo, motor diesel – embora menor e menos potente – e preço.

Caminho – Toyota quer transformar picada em caminho criando versão de seu picape HiLux a menor preço. Manterá arquitetura mecânica diesel, cabine dupla, mas simplificará conteúdo e decoração. Quer atuar em faixa inferior. Lançamento em outubro.

Razão – Almoço de meia dúzia de jornalistas, David Powels, presidente da VW, pergunta: Porque o Ônix vende mais? Resposta dos seis: o MyLink. Porque? Respondeu a Coluna: pelo fato de o comprador de pouca capacidade aquisitiva se sentir acima dos demais motoristas de carros baratos, nivelado aos carros com sistemas Premium de conectividade como os Mercedes, Audi, etcoetera. A mesma mística de quem compra Hyundai HB20.

Correria – Tempos instáveis, nunca se sabe do prazo de validade dos ministros de estado, e por isto interessados na legislação Rota 20/30, a regra da indústria automobilística para os próximos anos, tem tentado audiências com o ministro Marcos Pereira do MDIC. Querem ter a regra pronta e solidificada o mais rápido possível, para evitar eventual substituição detendo o processo.

Antenas – Fabricantes instalados sob a proteção do programa Inovar-Auto, ainda em vigor, anseiam por definição. 

Hoje, tem pífio índice de nacionalização – alguns recebem os carros pintados -, coisa ofensiva, abaixo da assinalada no Governo Vargas!, baixa produção, alto custo. Há marcas analisando fechar fabricação nacional.

Sinal – Caminho óbvio para não detonar as linhas de montagem em tempos de queda de vendas no mercado interno, é fomentar as exportações. 

Volkswagen tem feito isto com competência, elevando vendas externas em 52%. Argentina e México são os maiores mercados, e Gol produto mais comprado. É a maior exportadora de veículos nacionais.

Idem – Mercedes tomou mesmo caminho: exporta motores diesel da família OM 460 Euro 3, para Actros, fora de estrada Arocs e Zetros para a Alemanha. Vão para enfrentar jogo duro em caminhões exportados para África e Oriente Médio.

Gestão – Sob a condução de David Powels, o cargo de presidente da VW Brasil teve atribuições aumentadas para o Continente. E com Vice-Presidência para exportações, tem incrementado pontualmente, país a país, participação da marca nas vendas. Exceto Brasil, Argentina e México nos outros 27 países importadores vendas cresceram 105% nos sete primeiros meses de 2017.


Negócio – Vender ao exterior é operação complexa, um compromisso institucional, a criação de relacionamento com importador e cliente, pois não se pode deixar o comprador sem assistência ou garantia de continuidade.


Também – Marcopolo, de ônibus, analisando crescimento de 15,3% relativamente a período idêntico em 2016, acredita ter iniciado período de recuperação no mercado brasileiro. Receita também reagiu crescendo 23,6%.


Conhece? – DAF, marca holandesa hoje controlada pelo capital norte-americano Paccar, fabrica caminhões no Brasil e acaba de entregar a unidade nº 2.000. Comprou-a a Transgobbi, cliente com 15 unidades.


Gente – Alberto César Otazú, 16, piloto de kart, revelação. 

OOOO Vem de série de vitórias e arrematou-as com a Gold Trophy, após melhor volta e ganhar prova no Kardódromo Ayrton Senna, SP. 

OOOO É esperança para em poucos anos fazer presença brasileira na Fórmula 1

OOOO Raul Randon, industrial de transporte, agronegócio, vinho e queijo, perfeccionista, aniversário. 

OOOO 88 anos – e trabalhando. 

OOOO Tem a fábrica de implementos com seu nome, vinhos e queijos RAR. OOOO 
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Preço competitivo para um SUV, mesmo de dimensões menores, a 18 cm de altura do solo, boa aparência, motor 1.0 de 79 cv, com bom desempenho em função do baixo peso (menos de 800 kg) e preço a partir de R$ 30 mil.


Alta Roda

Nº 953 — 11/8/17

Fernando Calmon



KWID AMPLIA ALTERNATIVAS


Se o comprador brasileiro demorou um pouco a entender – e principalmente a aceitar – o conceito de subcompacto, a estreia do Renault Kwid veio para colocar ordem na casa. 

Faz mais até do que isso porque seus preços são bastante competitivos, além de fácil memorização: R$ 30.000, R$ 35.000 e R$ 40.000 para versões de entrada, intermediária e superior, respectivamente.

Bem interessante é o conjunto do projeto de carro acessível, sem muitos sinais explícitos de inferioridade, salvo alguns poucos itens como rodas de três parafusos (irrelevante) ou falta de apoio para o pé esquerdo do motorista (relevante). 

Guarnições dos arcos de rodas na realidade formam o próprio arco, substituindo o metal para ganhar peso e ressaltar o estilo “aventureiro” da moda. Daí a classificá-lo de SUV vai certa distância, apesar de vão livre de 18 cm e bons ângulos de entrada e saída. 

Na classificação do Inmetro (só para efeito de consumo) outros modelos também se enquadram como SUV, sem sê-lo na prática. 

A marca francesa investiu em segurança, em relação ao homônimo indiano, sobretudo reforços estruturais. Quatroerso (dois frontais obrigatórios, dois laterais), dois engates para bancos infantis e desembaçador de vidro traseiro (tudo de série) são importantes. 

Ainda assim, torna-se o automóvel mais leve produzido aqui: entre 780 e 798 kg. Considerando a má qualidade de ruas e estradas, na maior parte do País, trata-se de um feito de engenharia.

Internamente, destaca-se pelo espaço para cabeça e joelhos no banco traseiro, embora limitado pela largura (só três crianças sentam atrás) e consequente incômodo para cotovelos dos passageiros da frente. 


Porta-malas de 290 litros permite o melhor acomodar da bagagem nesse segmento. Tanque de combustível tem 38 litros, mas sem prejuízo de autonomia. Consumos, na referência Inmetro, são de 14,9/10,5 km/l (gasolina/etanol), cidade e 15,6/10,8 km/l (idem), estrada.

Em primeira avaliação dinâmica, apenas da versão superior batizada de Intense, o Kwid demonstrou desempenho condizente. 

Apesar de potência e torque baixos para um motor atual tricilindro de 1 litro – 70 cv/9,8 kgfm (etanol) – a pouca massa total compensa. 

A sensação não difere muito de Mobi, QQ e é pouco inferior ao up! Nova caixa de câmbio manual é até melhor que a de outros Renault. A posição de guiar elevada assegura boa visibilidade, um de seus pontos altos.

A ergonomia é razoável com botões de vidros elétricos de fácil acesso no centro do painel – sem necessidade de colocá-los nas laterais de porta e duplicar os comandos. 


Mas pedal de freio poderia ter desenho melhor. Limpador único de para-brisa (pantográfico) mostra eficiência. O carro enfrenta com indiferença quebra-molas, valetas e desníveis de toda espécie. 

Relação peso-potência de 11,3 kg/cv e aceleração de 0 a 100 em 14,7 s (etanol, segundo a fábrica) estão dentro do esperado.

Garantia de cinco anos e primeiras três revisões gratuitas formam um pacote bastante adequado nessa faixa de preço. No caso quem sofrerá mais é o Mobi, pois o up! foi deslocado para cima. 

Também os compactos tradicionais podem ser afetados pelas limitações atuais de poder aquisitivo. Agora as alternativas se ampliam.

RODA VIVA

APESAR de notícias que o lançamento do Polo estaria marcado para 1º de setembro, a Coluna antecipa: será em 25 de setembro. 

Assim, só em outubro chega às concessionárias e disponibilidade plena, apenas em novembro. Conjunto mecânico foi pré-avaliado, semana passada por jornalistas, na versão de topo, 1 litro/128 cv (turbo). 

Dor de cabeça certa para concorrentes.

JULHO apontou diminuição de vendas de veículos pela agitação política em Brasília. Assim mesmo, estoques totais subiram apenas um dia, de 34 para 35 (normal). 

Anfavea resolveu esperar este mês de agosto (em geral, segundo melhor do ano) para refazer suas previsões de 2017. Exportações continuam a puxar a produção: este ano cresceu 22,4%.


AUDI A5 impressiona não apenas pelas linhas esguias e bastante atraentes. Um sedã-cupê com nível de acabamento que beira o primor. 

Motor também entrega desempenho ímpar com resposta em baixas rotações superior ao anterior. Precisão de direção e rapidez nas curvas faz esquecer que tem tração dianteira. Houve apenas retoques de estilo, porém convincentes.

APOSTAR em leve atualização visual para manter GLA em evidência foi opção da Mercedes-Benz para seu SUV de entrada, de forte aspecto esportivo, ano-modelo 2018. 

Grade, lanternas traseiras e aplique no painel podem parecer pouco, mas este modelo ainda está bem atual. Tornou-se alternativa por lembrar um hatch, fugindo da mesmice de aparência de outros.

ORÇAMENTOS mais precisos e rápidos, com menos possibilidade de recálculos que frustram os clientes, estão disponíveis em um novo aplicativo do Cesvi. 

Dessa forma, um algoritmo, baseado em informações de mais de um milhão de carros acidentados, consegue avaliar pela internet danos e custos de reparação a partir de fotos.

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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

Desenvolvida na Alemanha e fabricada no Brasil, a Roadster BMW G 310 R estará em toda a rede BMW Motorrad, neste sábado, por R$ 21.900.



A BMW G 310 R começa a ser vendida este sábado, 12 de agosto, em toda as 39 concessionárias da BMW Motorrad, no País por R$ 21.900. 


Para marcar a ocasião, um evento será realizado em cada ponto de venda. As entregas das motocicletas aos clientes começam no mês de setembro.


Após esgotar as unidades destinadas à campanha de pré-venda em apenas três semanas, as primeiras unidades do modelo BMW G 310 deixaram a fábrica própria do BMW Group em Manaus (AM) em julho para serem entregues este mês aos clientes da pré-venda.


A roadster marca a entrada da BMW Motorrad no segmento de motocicletas abaixo de 500 cilindradas nacional. Por meio da BMW Serviços Financeiros, a marca oferece condições especiais de financiamento, como parcelas mensais de apenas R$ 499, taxa de juros de 2,08%, saldo em 36 meses e entrada de R$ 7.150 com parcela final de 30%.


  • Plano de financiamento com parcela final e garantia de recompra:

ENTRADA MÍNIMAPRAZOPARCELA BALÃO FINAL

30%
3630%
2440%


"Estamos empolgados com a chegada da nova G 310 R às ruas brasileiras. Mais do que marcar o início de uma nova história da BMW Motorrad no Brasil, o modelo reflete o espírito da marca em inovar e quebrar paradigmas", afirma Federico Alvarez, diretor da BMW Motorrad Brasil. 


“Tecnologia, design, performance e ABS de série, além de manutenções programadas com maior tempo de revisão foram pensados no cliente do Brasil”, complementa o executivo. 


Apresentada como conceito no Salão Duas Rodas de 2015, em São Paulo, a G 310 R começou a ser produzida em maio deste ano na fábrica própria do BMW Group em Manaus, que teve um investimento inicial de 10,5 milhões de euros e outro adicional de 4 milhões de euros aplicados na aquisição de novas tecnologias e equipamentos para produção de novos modelos, dentre eles a BMW G 310 R, além do treinamento dos funcionários e colaboradores envolvidos nos processos de manufatura.


“Estamos orgulhosos com a qualidade de produção atingida no Brasil. Em menos de um ano de operação com a nossa fábrica própria, conseguimos consolidar a manufatura com 10 modelos e estamos prontos para novos desafios”, comenta Alejandro Echeagaray, diretor da BMW Motorrad para a América Latina e Caribe.


A nova motocicleta tem dimensões compactas e desenho arrojado, sem deixar de lado o espírito de uma verdadeira roadster caracterizado pela agilidade em ambiente urbano e vigor na estrada. 


Também se destaca pelo conforto garantido pela posição excepcional do assento, pelo display de LCD (cristal líquido) no painel de instrumentos de fácil visualização, e pelos comandos acessíveis ao piloto. A moto também oferece um alto nível de ergonomia e segurança ao ocupante.


A nova G 310 R é impulsionada por um motor de 313 cm³, refrigerado a água, com comando duplo de válvulas e injeção eletrônica de combustível. 

O bloco monocilíndrico é capaz de gerar 34 cv de potência (a 9.200 rpm) e torque máximo de 28 Nm (disponíveis a 7.500 rpm). 

Considerando seu baixo peso (158,5 kg), a roadster da BMW oferece uma condução ágil e divertida, ideal para encarar o trânsito das grandes cidades brasileiras. 


Imagens da produção da motocicleta em Manaus (AM):
https://www.flickr.com/photos/121617195@N06/albums/72157680831648494

Para mais informações sobre a BMW Motorrad Brasil acesse: 
www.bmw-motorrad.com.br.


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