| São Caetano do Sul – O Novo Cruze completou um ano de mercado como o modelo que mais cresce em vendas e participação no segmento dos automóveis médios, além de ser o carro turbo mais vendido do País. Em julho, bateu seu recorde de emplacamento, conquistando a vice-liderança entre os sedãs. Motor turbo Flex com injeção direta de série e a maior oferta de itens de segurança, conforto e conectividade da categoria. Outra novidade é a localização da produção do motor do Cruze no mesmo complexo industrial da GM onde é feito o modelo, em Rosário, na Argentina. “A localização do motor dará mais competitividade ao veículo com maior flexibilização industrial e maior oferta de peças locais. Para o consumidor, isso se traduz em vantagens no momento da manutenção do carro, que já era uma das mais baratas da categoria”, explica Dalicio Guiguer, engenheiro-chefe da General Motors América do Sul. O mais completo da categoria O Cruze sedã é ofertado em duas versões de acabamento LT (luxo) ou LTZ (alto luxo). Todas equipadas com controle eletrônico de tração e estabilidade e o eficiente motor 1.4 turbo com injeção direta de combustível de até 153 cavalos de potência e 24,5 kgfm de força. A transmissão é automática sequencial, de seis marchas. Já a versão topo de linha (LTZ) soma, entre outros, airbags laterais e de cortina, luz de condução diurna em LED, sensor de estacionamento dianteiro, sensor de chuva, sensor crepuscular, abertura das portas por sensor de aproximação na chave e partida por botão no painel, além de acionamento da ignição por controle remoto, retrovisores externos com rebatimento elétrico e aquecimento, retrovisor interno eletrocrômico, multimídia MyLink com GPS integrado, acabamento da grade e das maçanetas externas em cromo e rodas escurecidas. - Assistente de permanência na faixa - Alerta de colisão frontal - Alerta de ponto cego - Sistema de estacionamento automático - Farol alto inteligente - Carregador de celular sem fio - Banco do motorista com ajustes elétricos O assistente de permanência na faixa possui uma câmera na parte superior do para-brisas que “lê” as faixas da via e faz eventuais correção na trajetória do veículo ao perceber que ele está saindo involuntariamente da pista. O alerta de colisão frontal é um equipamento de segurança bastante útil no dia a dia. Por meio dele, o motorista estabelece eletronicamente uma distância mínima em relação ao veículo à frente, podendo, por exemplo, ser alertado caso o outro automóvel sofra uma redução de velocidade repentina. Além de luzes vermelhas piscarem na base do para-brisa, um alarme soa pelos alto-falantes do carro. O sistema de estacionamento automático ajuda o motorista a estacionar em vagas paralelas e perpendiculares. Radares e sensores espalhados pela carroceria identificam os obstáculos em volta e o volante esterça sozinho. Já o sistema de iluminação conta com os faróis altos inteligentes, sistema que altera o facho de acordo com o tráfego para não ofuscar, por exemplo, a visão do motorista do veículo que vem em sentido contrário. O Cruze sedã 2018 já está sendo distribuído às concessionárias Chevrolet em todo país em oito opções de cores: Branco Summit, Branco Abalone, Vermelho Edible Berries, Vermelho Glory, Cinza Satin Steel, Prata Switchblade, Azul Petróleo e Preto Ouro Negro. |
USE SEMPRE O CINTO DE SEGURANÇA, INCLUSIVE, NO BANCO DE TRÁS DO CARRO. CIRCULE TAMBÉM DE DIA COM OS FARÓIS BAIXOS LIGADOS. SE BEBER, NÃO DIRIJA. ULTRAPASSAGENS IRREGULARES SÃO A GRANDE CAUSA DOS ACIDENTES NAS ESTRADAS. NÃO ULTRAPASSE NUNCA COM FAIXAS CONTÍNUAS. PODERÁ CAUSAR A MORTE DE OUTRAS PESSOAS, A SUA E A DE QUEM FOR NO CARRO COM VOCÊ. TENHA PACIÊNCIA. VIAJE SEMPRE E MUITO E VISITE E CONHEÇA AS BELEZAS TURÍSTICAS DO BRASIL
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sexta-feira, 11 de agosto de 2017
Chevrolet Cruze sedã traz novidades no modelo 2018 Ajuste de altura dos faróis e repetidor de seta nos retrovisores externos para todas versões são os itens de segurança incorporados ao modelo Motor turbo com injeção direta de combustível teve a produção localizada para dar ainda mais competitividade ao veículo que mais cresce em vendas no segmento
A Renault está vivendo um período de lua-de-mel com jornalistas automotivos que não economizam elogios ao novo carro KWID e com certeza absoluta deseja que este momento se estenda aos consumidores. O KWID, um compacto com preço competitivo e características de SUV, inclusive a altura de 18 cm do solo e a alta posição ao volante será vendida em três versões, a primeira, pelada, por R$ 29.990, a segunda, por R$ 34..990 (mais R$ 350 do rádio com bluetooth e entradas de USB e auxiliar) e a última por R$ 39.990. Já a VW prepara o Virtus 1.0 turbo e a Fiat tem nos finalmentes a versão Argo sedã e a Suzuki não faz por menos e lança o Swift Sport Turbo
Coluna nº 3.217 - 11 de agosto de 2017
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Renault Kwid, fórmula para o sucesso
O exitoso Kwid
Nunca parei para
tentar quantificar quantos lançamentos assisti, no Brasil e no exterior, em
quase meio século na atividade de escrevedor sobre automóveis. Foram muitos,
uns dois milhares.
Olho no fato, no entorno e nos resultados permitiram
desenvolver sexto sentido, aquele dos advogados quando leem os autos, avaliam o
cenário, e sabem se terão chance de êxito – ou se é caso perdido.
Ou o dos
médicos olhando paciente em risco intuem se sobreviverá ou virará estatística.
Não decupo as condições, mas vale o pacote produto, forma de apresentá-lo,
medida de importância perceptível nos envolvidos no projeto.
Introdução é para
justificar o vaticínio: o Renault Kwid
terá muito sucesso.
SUV dos compactos
A favorabilidade das
condições começa pela apresentação aos compradores. O slogan é muito bom nesta época de siglas variadas e distorcidas – suv, sav, luav, cuv, crossover, ... -,
todas imprecisas, mas Suv dos Compactos
atende à moda demandada pelo consumidor, carro com jeito de músculos e força. Estilo
bem definido é parcela da conta de favorabilidade.
Planejamento do produto
indicou a filosofia, e o grupo criador foi mandado à Índia, onde o Tata Nano,
era o carro mais barato do mundo, comprou uma unidade e dissecou-a para
entender o produto e o meio ambiente.
A versão indiana ficou excessivamente
leve, 600 kg e mostrou-se insegura. Aqui aplicaram mais de 100 kg em reforços
estruturais.
Composição é de bom planejamento: peso reduzido para fazê-lo
esperto com motor de 3 cilindros e um litro de deslocamento.
Pouco mais de 700
kg para 70 cv de potência, um cavalo para transportar 10 quilos, ótima relação
– a gasálcool potência é 66 cv.
A engenharia fez nova caixa de marchas, com
menos 7 kg ante o modelo anterior; e cabeçote do motor sem o variador de
abertura de válvulas, reduzindo 6 kg em peso e alguns Reais em custo.
Idem para
o limpador pantográfico de apenas um braço, e parafusos de fixação das rodas
voltando à tradição francesa: três por unidade – em relação aos quatro dos outros
produtos faz-se economia de quatro parafusos, quatro porcas – reduzindo peso e preço.
Sugestão à Renault, apertadas as porcas, há sobra de 2 mm para facear com o
parafuso. Podem ser reduzidas – 2mm x 12 porcas dá bem uns 20 gramas...
Preço é parcela na exitosa conta. Por R$ 29.900
leva-se a versão Life, com quatro bolsas de ar, quantitativo não existente no
segmento. Carro é pelado, sem ar ou direção – venderá pontualmente.
Segundo
degrau, Zen, é completo: ar + direção, travas e vidros elétricos a R$ 34.990.
Por mais R$ 350, rádio com bluetooth e entradas USB e auxiliar. Deve ser a mais
vendida.
Acima, a Intense, R$ 39.990 inclui faróis de neblina com aros cromados,
Media Nav 2.0 com câmera de ré e tela de 18 cm com tela sensível ao toque.
Diz
a Renault é o carro de menor consumo no País. Preços para cores básicas.
Metálicas, seguindo inexplicável tabela nacional, adicionais R$ 1.400.
Início de vendas pela Internet superou enormemente as previsões e os
agora inscritos receberão os automóveis em novembro.
Surpresa, a Renault
manteve os preços da pré inscrição. Há complementação como garantia de preço
contido para revisões para veículos financiados pela empresa. Garante,
manutenção é inferior a R$ 1 por dia.
Mede 3,68 m de comprimento, 2,42 m entre eixos, 18 cm na altura livre do
solo, ajudam a desenhar a sensação de jipinho,
conceito impreciso, porém considerado. Na prática, pelo racional e pelo emocional tem tudo para fazer muito
sucesso.
Virtus, o Polo 3 volumes
Polo: sedã quase pronto
Surgiu
na Internet ilustração do Virtus, o sedã Polo, lançamento no primeiro trimestre
de 2018, cinco meses depois do hatch Polo.
Ambos construídos sobre e criativa plataforma MQB, capaz de ser esticada e
contraída em comprimento e largura, e quem o viu acredita ter distância entre
eixos levemente superior à do Polo.
Em tal pacote, como o irmão de linha, serão
presença importante no mercado, servindo como conquista aspiracional aos
motoristas ascendendo em motorização, ou descenso racional a quem busca
veículos menores por fora mas confortáveis internamente.
Tecnicamente a
plataforma é a A0, com eletrônica e conectividade em nível superior ao
encontrado em veículos do mesmo segmento B.
Em
arquitetura mecânica, seguirá o Polo: 1,0 litro, três cilindros em linha,
transversal, turbo, injeção direta, torque e potencia elevados a 128 cv e 200
Nm, transmissão mecânica com cinco velocidades ou automática de seis.
Outro, será o
1,6 l, L4, dito EA211 – é empregado na
versão superior da Saveiro. Na picape, produz 120 cv, mas VW quer melhorar
rendimento e reduzir o degrau significativo entre os primos três cilindros turbo e quatro aspirado. Produção
na pioneira usina de São Bernardo do Campo, SP.
Argo: sedã quase pronto
Parecia
coisa arrumada – como volta e meia ocorre: uma novidade em pré-lançamento
estacionada em local público, atrativo a fotografias.
Deu-se semana passada com
o Projeto X6S, a variável sedã do Fiat Argo, substituto de Grand Siena e Linea.
Cinco unidades fizeram pose na beirada do Lago San Roque, em Córdoba, no meio
da Argentina, onde começou a indústria automobilística de lá. Emanuel Rock, paparazzo do Autoblog.ar fotografou.
Apresentam
novidade: distância entre eixos superior à do Argo, permitindo um sedã três
volumes confortável e com porta-malas de boa capacidade – como o Grand Siena.
Quanto à parte mecânica, idêntica ao Argo: por enquanto duas motorizações de
quatro cilindros: 1.3, oito válvulas, caixa de transmissão mecânica, cinco velocidades; e 1.8 EtorQ, 16 válvulas, 135 cv, transmissão idêntica ou
automática Aisin com meia dúzia.
Início
de produção na Argentina ao final do ano. Vendas no Brasil em prazo
desconhecido, porém curto. Direção não aguenta mais as pressões da rede de
revendedores, esvaziada em produtos.
Sedã Argo, ainda sem nome. (foto Emanuel Rock/Autoblog)
Adesivado para cobrir detalhes, o Polo pré-série número 00029 na Fazenda Capuava (foto VW)
Polo mascarado: bom de andar
Disfarçado,
VW fez apresentação dinâmica do Polo. Convidou alguns jornalistas a dirigi-lo.
Eu estava lá. Fiquei surpreendido com o conjunto.
Automóvel é feito sobre a
nova plataforma MQB, a mesma do Golf VII, Audi A 3, 4 e 5. Já o vira antes e
tive boa impressão e com a sessão de dirigir confirmou minha certeza: se o
preço não atrapalhar será fortíssimo concorrente no segmento, em especial
porque ao momento do início das vendas, outubro, terá o bom conjunto com
motorização 1.0 TSI, - turbo soprando a 1,3 bar, injeção direta, 128 cv, 200 Nm
de torque -, e transmissão automática, epicicloidal, de seis velocidades.
Atenderá
a quem deseja baixo consumo, ótima performance e o conforto do uso da caixa.
Haverá opção de motor 1.6, mas de potência e torque ainda em definição
Experiência
foi no circuito doméstico da Fazenda Capuava, próxima ao aeroporto de Viracopos,
e embora não espelhe o tipo de uso do consumidor padrão, permitiu aferir o
mínimo – aceleração, frenagem, disposição para retomar velocidade, ótimo acerto
entre direção, freios a disco nas quatro rodas e a suspensão McPherson frontal
e eixo de torção na traseira.
Confortável
internamente – motorista com 1,75 m deixa espaço para passageiro do mesmo
tamanho no banco posterior.
Acomodação boa, ergonomia idem, incremento em
conectividade e controles, tudo ajustável em tela, em sistema mais racional e
menos nerd.
Porta-malas pouco menor
relativamente ao Golf. Em resumo, se o departamento financeiro não se
entusiasmar para recuperar os prejuízos da empresa com apenas um produto, será
acontecimento no mercado – ameaçando, inclusive, o futuro do Golf.
Roda-a-Roda
Baixo peso + turbo = performance econômica (divulgação Suzuki)
Surpresa
– Salão de Frankfurt, setembro, novidade Suzuki: Swift Sport Turbo. Na
segunda geração do bem vendido hatch, reduziu peso e cilindrada, conseguindo
ótimos rendimento e consumo.
Anda – Preparava conceitos e base para a terceira
geração, mesma plataforma, mantido o regime de emagrecimento, pesa apenas 890
kg – na versão 4x4 pouco mais. Motor baixou a 1,4 litro e a aplicação do Turbo
elevou a potência a 138 cv.
Performance – Tal desenvolvimento amplia o caminho para
absorver compradores. Além da resistência e da boa construção, terá performance
significante graças às ótimas relações entre peso e torque ou peso e potencia.
A Suzuki continua familiar e solteira nestes tempos de casamentos e conjunções
industriais.
Largou –
Volkswagen iniciou produzir o Polo. Lançamento início de setembro, vendas em
outubro. Na usina da marca, em São Bernardo do Campo, SP.
Trilha – Bons
números de venda do Ford Ranger entre as picapes médias, pela primeira vez
alinhando entre os três mais vendidos – Toyota Hilux, 3.065 unidades, líder,
Chevrolet S 10, 2.672, Ford Ranger, 1.559, VW Amarok, 1.229 - está baseado no
oferecimento de bom conteúdo, motor diesel – embora menor e menos potente – e
preço.
Caminho – Toyota
quer transformar picada em caminho criando versão de seu picape HiLux a menor
preço. Manterá arquitetura mecânica diesel, cabine dupla, mas simplificará
conteúdo e decoração. Quer atuar em faixa inferior. Lançamento em outubro.
Razão –
Almoço de meia dúzia de jornalistas, David Powels, presidente da VW, pergunta: Porque o Ônix vende mais? Resposta dos
seis: o MyLink. Porque? Respondeu a Coluna: pelo fato de o comprador de pouca
capacidade aquisitiva se sentir acima dos demais motoristas de carros baratos, nivelado
aos carros com sistemas Premium de conectividade como os Mercedes, Audi,
etcoetera. A mesma mística de quem compra Hyundai HB20.
Correria –
Tempos instáveis, nunca se sabe do prazo de validade dos ministros de estado, e
por isto interessados na legislação Rota
20/30, a regra da indústria automobilística para os próximos anos, tem tentado
audiências com o ministro Marcos Pereira do MDIC. Querem ter a regra pronta e
solidificada o mais rápido possível, para evitar eventual substituição detendo
o processo.
Antenas –
Fabricantes instalados sob a proteção do programa Inovar-Auto, ainda em vigor,
anseiam por definição.
Hoje, tem pífio índice de nacionalização – alguns recebem
os carros pintados -, coisa ofensiva, abaixo da assinalada no Governo Vargas!,
baixa produção, alto custo. Há marcas analisando fechar fabricação nacional.
Sinal
– Caminho óbvio para não detonar as linhas de montagem
em tempos de queda de vendas no mercado interno, é fomentar as exportações.
Volkswagen
tem feito isto com competência, elevando vendas externas em 52%. Argentina e
México são os maiores mercados, e Gol produto mais comprado. É a maior
exportadora de veículos nacionais.
Idem – Mercedes tomou
mesmo caminho: exporta motores diesel da família OM 460 Euro 3, para Actros,
fora de estrada Arocs e Zetros para
a Alemanha. Vão
para enfrentar jogo duro em caminhões exportados para África e Oriente Médio.
Gestão – Sob a condução de David Powels, o cargo de presidente da VW Brasil teve atribuições aumentadas para o Continente. E com Vice-Presidência para exportações, tem incrementado pontualmente, país a país, participação da marca nas vendas. Exceto Brasil, Argentina e México nos outros 27 países importadores vendas cresceram 105% nos sete primeiros meses de 2017.
Negócio –
Vender ao exterior é operação complexa, um compromisso institucional, a criação
de relacionamento com importador e cliente, pois não se pode deixar o comprador
sem assistência ou garantia de continuidade.
Também
– Marcopolo, de ônibus, analisando crescimento de 15,3%
relativamente a período idêntico em 2016, acredita ter iniciado período de
recuperação no mercado brasileiro. Receita também reagiu crescendo 23,6%.
Conhece? –
DAF, marca holandesa hoje controlada pelo capital norte-americano Paccar,
fabrica caminhões no Brasil e acaba de entregar a unidade nº 2.000. Comprou-a a
Transgobbi, cliente com 15 unidades.
Gente
– Alberto César Otazú, 16,
piloto de kart, revelação.
OOOO
Vem de série de vitórias e arrematou-as com a Gold Trophy, após melhor volta e
ganhar prova no Kardódromo Ayrton Senna, SP.
OOOO É esperança para em poucos anos fazer presença brasileira na Fórmula 1.
OOOO Raul Randon, industrial de
transporte, agronegócio, vinho e queijo, perfeccionista, aniversário.
OOOO 88 anos – e trabalhando.
OOOO Tem a fábrica de implementos com seu
nome, vinhos e queijos RAR. OOOO
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Preço competitivo para um SUV, mesmo de dimensões menores, a 18 cm de altura do solo, boa aparência, motor 1.0 de 79 cv, com bom desempenho em função do baixo peso (menos de 800 kg) e preço a partir de R$ 30 mil.
Nº 953 — 11/8/17
Fernando Calmon
Se o comprador brasileiro demorou um pouco a entender – e principalmente a aceitar – o conceito de subcompacto, a estreia do Renault Kwid veio para colocar ordem na casa.
Fernando Calmon
KWID AMPLIA ALTERNATIVAS
Faz mais até do que isso porque seus preços são bastante competitivos, além de fácil memorização: R$ 30.000, R$ 35.000 e R$ 40.000 para versões de entrada, intermediária e superior, respectivamente.
Bem interessante é o conjunto do projeto de carro acessível, sem muitos sinais explícitos de inferioridade, salvo alguns poucos itens como rodas de três parafusos (irrelevante) ou falta de apoio para o pé esquerdo do motorista (relevante).
Bem interessante é o conjunto do projeto de carro acessível, sem muitos sinais explícitos de inferioridade, salvo alguns poucos itens como rodas de três parafusos (irrelevante) ou falta de apoio para o pé esquerdo do motorista (relevante).
Guarnições dos arcos de rodas na realidade formam o próprio arco, substituindo o metal para ganhar peso e ressaltar o estilo “aventureiro” da moda. Daí a classificá-lo de SUV vai certa distância, apesar de vão livre de 18 cm e bons ângulos de entrada e saída.
Na classificação do Inmetro (só para efeito de consumo) outros modelos também se enquadram como SUV, sem sê-lo na prática.
A marca francesa investiu em segurança, em relação ao homônimo indiano, sobretudo reforços estruturais. Quatroerso (dois frontais obrigatórios, dois laterais), dois engates para bancos infantis e desembaçador de vidro traseiro (tudo de série) são importantes.
Ainda assim, torna-se o automóvel mais leve produzido aqui: entre 780 e 798 kg. Considerando a má qualidade de ruas e estradas, na maior parte do País, trata-se de um feito de engenharia.
Internamente, destaca-se pelo espaço para cabeça e joelhos no banco traseiro, embora limitado pela largura (só três crianças sentam atrás) e consequente incômodo para cotovelos dos passageiros da frente.
Internamente, destaca-se pelo espaço para cabeça e joelhos no banco traseiro, embora limitado pela largura (só três crianças sentam atrás) e consequente incômodo para cotovelos dos passageiros da frente.
Porta-malas de 290 litros permite o melhor acomodar da bagagem nesse segmento. Tanque de combustível tem 38 litros, mas sem prejuízo de autonomia. Consumos, na referência Inmetro, são de 14,9/10,5 km/l (gasolina/etanol), cidade e 15,6/10,8 km/l (idem), estrada.
Em primeira avaliação dinâmica, apenas da versão superior batizada de Intense, o Kwid demonstrou desempenho condizente.
Em primeira avaliação dinâmica, apenas da versão superior batizada de Intense, o Kwid demonstrou desempenho condizente.
Apesar de potência e torque baixos para um motor atual tricilindro de 1 litro – 70 cv/9,8 kgfm (etanol) – a pouca massa total compensa.
A sensação não difere muito de Mobi, QQ e é pouco inferior ao up! Nova caixa de câmbio manual é até melhor que a de outros Renault. A posição de guiar elevada assegura boa visibilidade, um de seus pontos altos.
A ergonomia é razoável com botões de vidros elétricos de fácil acesso no centro do painel – sem necessidade de colocá-los nas laterais de porta e duplicar os comandos.
A ergonomia é razoável com botões de vidros elétricos de fácil acesso no centro do painel – sem necessidade de colocá-los nas laterais de porta e duplicar os comandos.
Mas pedal de freio poderia ter desenho melhor. Limpador único de para-brisa (pantográfico) mostra eficiência. O carro enfrenta com indiferença quebra-molas, valetas e desníveis de toda espécie.
Relação peso-potência de 11,3 kg/cv e aceleração de 0 a 100 em 14,7 s (etanol, segundo a fábrica) estão dentro do esperado.
Garantia de cinco anos e primeiras três revisões gratuitas formam um pacote bastante adequado nessa faixa de preço. No caso quem sofrerá mais é o Mobi, pois o up! foi deslocado para cima.
Também os compactos tradicionais podem ser afetados pelas limitações atuais de poder aquisitivo. Agora as alternativas se ampliam.
APESAR de notícias que o lançamento do Polo estaria marcado para 1º de setembro, a Coluna antecipa: será em 25 de setembro.
RODA VIVA
APESAR de notícias que o lançamento do Polo estaria marcado para 1º de setembro, a Coluna antecipa: será em 25 de setembro.
Assim, só em outubro chega às concessionárias e disponibilidade plena, apenas em novembro. Conjunto mecânico foi pré-avaliado, semana passada por jornalistas, na versão de topo, 1 litro/128 cv (turbo).
Dor de cabeça certa para concorrentes.
JULHO apontou diminuição de vendas de veículos pela agitação política em Brasília. Assim mesmo, estoques totais subiram apenas um dia, de 34 para 35 (normal).
Anfavea resolveu esperar este mês de agosto (em geral, segundo melhor do ano) para refazer suas previsões de 2017. Exportações continuam a puxar a produção: este ano cresceu 22,4%.
AUDI A5 impressiona não apenas pelas linhas esguias e bastante atraentes. Um sedã-cupê com nível de acabamento que beira o primor.
Motor também entrega desempenho ímpar com resposta em baixas rotações superior ao anterior. Precisão de direção e rapidez nas curvas faz esquecer que tem tração dianteira. Houve apenas retoques de estilo, porém convincentes.
APOSTAR em leve atualização visual para manter GLA em evidência foi opção da Mercedes-Benz para seu SUV de entrada, de forte aspecto esportivo, ano-modelo 2018.
APOSTAR em leve atualização visual para manter GLA em evidência foi opção da Mercedes-Benz para seu SUV de entrada, de forte aspecto esportivo, ano-modelo 2018.
Grade, lanternas traseiras e aplique no painel podem parecer pouco, mas este modelo ainda está bem atual. Tornou-se alternativa por lembrar um hatch, fugindo da mesmice de aparência de outros.
ORÇAMENTOS mais precisos e rápidos, com menos possibilidade de recálculos que frustram os clientes, estão disponíveis em um novo aplicativo do Cesvi.
ORÇAMENTOS mais precisos e rápidos, com menos possibilidade de recálculos que frustram os clientes, estão disponíveis em um novo aplicativo do Cesvi.
Dessa forma, um algoritmo, baseado em informações de mais de um milhão de carros acidentados, consegue avaliar pela internet danos e custos de reparação a partir de fotos.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2
Desenvolvida na Alemanha e fabricada no Brasil, a Roadster BMW G 310 R estará em toda a rede BMW Motorrad, neste sábado, por R$ 21.900.
A BMW G 310 R começa a ser vendida este sábado, 12 de agosto, em toda as 39 concessionárias da BMW Motorrad, no País por R$ 21.900.
Para marcar a ocasião, um evento será realizado em cada ponto de venda. As entregas das motocicletas aos clientes começam no mês de setembro.
Após esgotar as unidades destinadas à campanha de pré-venda em apenas três semanas, as primeiras unidades do modelo BMW G 310 deixaram a fábrica própria do BMW Group em Manaus (AM) em julho para serem entregues este mês aos clientes da pré-venda.
A roadster marca a entrada da BMW Motorrad no segmento de motocicletas abaixo de 500 cilindradas nacional. Por meio da BMW Serviços Financeiros, a marca oferece condições especiais de financiamento, como parcelas mensais de apenas R$ 499, taxa de juros de 2,08%, saldo em 36 meses e entrada de R$ 7.150 com parcela final de 30%.
- Plano de financiamento com parcela final e garantia de recompra:
| ENTRADA MÍNIMA | PRAZO | PARCELA BALÃO FINAL |
30% | 36 | 30% |
| 24 | 40% |
"Estamos empolgados com a chegada da nova G 310 R às ruas brasileiras. Mais do que marcar o início de uma nova história da BMW Motorrad no Brasil, o modelo reflete o espírito da marca em inovar e quebrar paradigmas", afirma Federico Alvarez, diretor da BMW Motorrad Brasil.
O bloco monocilíndrico é capaz de gerar 34 cv de potência (a 9.200 rpm) e torque máximo de 28 Nm (disponíveis a 7.500 rpm).
Considerando seu baixo peso (158,5 kg), a roadster da BMW oferece uma condução ágil e divertida, ideal para encarar o trânsito das grandes cidades brasileiras.
https://www.flickr.com/photos/121617195@N06/albums/72157680831648494
Para mais informações sobre a BMW Motorrad Brasil acesse:
www.bmw-motorrad.com.br.
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