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quinta-feira, 12 de março de 2026

Coluna Minas Turismo Gerais do Jornalista Sérgio Moreira



Coluna Minas Turismo Gerais


Jornalista Sérgio Moreira





Vitória para o meio ambiente: IBAMA concede primeira licença ambiental para o reservatório de Furnas IBAMA concede primeira licença ambiental para o reservatório de Furnas





Após mais de seis décadas de operação, o reservatório da Usina Hidrelétrica de Furnas, um dos maiores lagos artificiais do Brasil e referência turística e econômica do Sul de Minas Gerais, recebeu pela primeira vez a Licença de Operação (LO) do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).

A autorização, concedida após processo de regularização ambiental iniciado em 2017, possui validade inicial de cinco anos e estabelece uma série de condicionantes ambientais, sociais e territoriais para a operação do empreendimento.

Durante décadas, a usina funcionou sem licenciamento ambiental formal por ter sido implantada antes da consolidação da legislação ambiental brasileira, situação comum em grandes obras de infraestrutura construídas antes da criação dos atuais instrumentos de controle ambiental.




Com a emissão da licença, a operação da usina passa a estar vinculada ao cumprimento de programas de monitoramento ambiental, medidas compensatórias e regras de ordenamento territorial no entorno do reservatório.

A licença também prevê ações relacionadas à regularização fundiária de áreas afetadas pela variação do nível do reservatório, além de apoio técnico aos municípios do entorno para a adequação de seus instrumentos de planejamento territorial às diretrizes ambientais estabelecidas no processo de licenciamento.




Caso todas as condicionantes sejam cumpridas ao longo do período de vigência da licença, a concessionária poderá solicitar posteriormente a Licença de Operação definitiva.

Para lideranças regionais, a decisão representa um avanço importante para a gestão do reservatório e para o planejamento do futuro do Lago de Furnas.

De acordo com a presidente do Circuito Turístico Lago de Furnas e secretária do CBH GD3, Thayse de Castro, a licença ambiental corretiva reforça um debate essencial para a região: a necessidade de níveis operacionais que garantam os usos múltiplos do Lago de Furnas. “A defesa da cota mínima 762 nasce exatamente dessa busca por equilíbrio entre geração de energia, proteção ambiental e desenvolvimento dos municípios do entorno”, ressaltou.

Para o presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Entorno do Lago de Furnas (CBH GD3) e biólogo, Carlos Loiola, o licenciamento também representa um passo importante para o fortalecimento da proteção ambiental do reservatório. “O licenciamento ambiental representa um avanço importante para a proteção e o monitoramento dos ecossistemas associados ao Lago de Furnas. A partir desse processo, passam a existir instrumentos mais claros para acompanhar os impactos ambientais, orientar a recuperação de áreas sensíveis e fortalecer a gestão sustentável do reservatório”, afirmou.

Na avaliação da Associação dos Municípios do Lago de Furnas (ALAGO), o licenciamento também cria condições para o planejamento territorial e o desenvolvimento econômico da região. Segundo o presidente da ALAGO, Cristiano Silva, o licenciamento ambiental abre uma nova etapa para os municípios do entorno do Lago de Furnas, ao estabelecer bases mais claras para o planejamento territorial, a regularização de áreas e o desenvolvimento sustentável da região. “Esse processo também traz mais segurança para as atividades econômicas que dependem do lago, como turismo, pesca, aquicultura e navegação”, enfatizou.




O que muda com a licença ambiental de Furnas -

A Licença de Operação concedida pelo IBAMA estabelece novas regras para a gestão ambiental do reservatório e de seu entorno. A autorização possui validade inicial de cinco anos, período durante o qual deverão ser cumpridas as condicionantes ambientais estabelecidas no processo de licenciamento.

Entre os principais pontos estão:

* Monitoramento ambiental permanente das condições do lago e de seu entorno;

* Delimitação das Áreas de Preservação Permanente (APP) nas margens do reservatório;

* Atualização do Plano Ambiental de Conservação e Uso do Entorno do Reservatório (PACUERA);

* Regularização fundiária de áreas afetadas pela variação do nível do reservatório;

* Integração com os municípios do entorno, incluindo a compatibilização dos planos diretores municipais e de outros instrumentos de planejamento territorial com as diretrizes ambientais estabelecidas no licenciamento.

Caso as condicionantes sejam cumpridas ao longo do período de vigência da licença, a concessionária poderá solicitar posteriormente a Licença de Operação definitiva.

Mobilização regional - A regularização ambiental da usina ocorre em meio a uma histórica mobilização regional em defesa do Lago de Furnas e da estabilidade de seus níveis operacionais.

O movimento começou em 1997 com a criação da Associação Pró-Furnas, em Formiga, reunindo pioneiros do turismo e de atividades náuticas que passaram a defender níveis mais estáveis para o reservatório, considerado um dos principais ativos econômicos e turísticos do Sul, Sudoeste e Centro-Oeste de Minas Gerais.

Ao longo dos anos, a mobilização foi fortalecida pela atuação da ALAGO, que passou a articular junto a órgãos federais e estaduais a defesa da cota mínima 762, considerada fundamental para garantir os usos múltiplos da água e a sustentabilidade econômica e ambiental da região.

O CBH GD3 também tem papel relevante nesse processo, promovendo ações de revitalização e gestão sustentável do reservatório, em parceria com instituições como a UNIFAL-MG e o Circuito Turístico Lago de Furnas. O comitê também defende a inclusão do turismo como prioridade de uso da água no Plano Integrado de Recursos Hídricos (PIRH) e promove iniciativas como o Diálogos para um Futuro Verde e a campanha Água Limpa, Esgoto Zero no Lago de Furnas.

O Movimento Pró-Furnas 762, retomado com força total em 2019, tem ampliado a articulação regional em defesa da recuperação e manutenção dos níveis do lago. O tema também ganhou destaque em audiências públicas na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, no Senado Federal e em debates promovidos pela Agência Nacional de Águas durante a crise hídrica entre 2019 e 2021.

Houve grandes conquistas, especialmente as resoluções da ANA que permitiram o reenchimento do Lago em 2022. No entanto, após a efetivação da Resolução nº 193, em maio de 2024, o nível do reservatório voltou a cair poucos meses depois: em agosto já apresentava redução e, em novembro, chegou à cota de 757 metros acima do nível do mar. Essa situação desrespeita a EC 106, que determina o tombamento do Lago de Furnas acima da cota mínima de 762 metros.

Fórum Regional - Nesse contexto, representantes regionais promovem no próximo dia 27 de março, em Varginha, o Fórum Regional sobre o Licenciamento Ambiental do Lago de Furnas.

O encontro técnico e jurídico, organizado pelo GD3, ALAGO, Circuito Turístico Lago de Furnas e Movimento Pró-Furnas 762, será realizado a partir das 08h, no Auditório da FESSUL (R. Maria Benedita, 78 - Vila Pinto, Varginha - MG, 37010-520), reunindo gestores públicos, instituições e representantes da sociedade civil para discutir os impactos e as oportunidades decorrentes do novo cenário de gestão ambiental do reservatório.

Arraiá do PIC





O PIC- Pampulha Iate Clube comemora este ano 65 anos de fundação, sendo um dos mais tradicionais clubes de Belo Horizonte. Mantendo a sua programação de eventos , será realizado o tradicional Arraiá do PIC , no dia 6 de junho , sendo a maior festa junina da capital mineira com as apresentações principais do cantor Daniel e da cantora Gabi Martins .



O Arraiá começa às 20 h com sistema open bar (whisky, cerveja ou chopp, espumante, vinho, gin, vodca, cachaça, caips, quentão, refrigerante, suco e água, e o open food com churrasco, pastéis, doces, caldos, canjica, batata frita, pão de queijo, tropeiro, torresmo, macarrão na chapa, milho verde durante todo o evento.



As crianças terão espaços kids montado com diversas brincadeiras, com monitores.

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Além dos shows de Daniel e Gabi Martins, o público terá apresentação de quadrilha ; forró , a banda Sunga de Pano , e a diversão na boate eletrônica, o Arraiá do PIC vai até 4 h.

Informações para compra de ingressos https://www.ingressospic.com.br/site/Default.aspx



Charretes deixam de circular em Poços Caldas



As charretes de tração animal estão proibidas de circular pelas ruas da cidade, desde o dia 9 de março em Poços de Caldas Apenas carruagens elétricas estarão autorizadas a operar, conforme decreto publicado pela Prefeitura no Diário Oficial do Município no dia 6 de março.

O decreto regulamenta a lei aprovada em dezembro do ano passado, que extingue oficialmente o serviço de charretes e autoriza a criação do sistema de veículos elétricos de transporte turístico. O texto detalha a concessão de benefícios aos charretistas, que deverão preencher um formulário para ter acesso aos auxílios previstos. A medida encerra definitivamente o uso dos veículos de tração animal, que operavam na cidade desde 1983.

As novas carruagens serão movidas exclusivamente a energia elétrica e terão design inspirado nas antigas charretes, com capacidade para até cinco passageiros, além de itens de segurança e acessibilidade. Será realizada uma operação crédito de bancários para a aquisição das novas carruagens.



Protótipo do modelo que será usado nos passeios turísticos

As rotas devem incluir pontos turísticos e culturais de Poços de Caldas, ampliando a experiência dos visitantes e reforçando o compromisso do município com a modernização do turismo e a preservação do patrimônio urbano e ambiental.

Os charretistas vão receber o pagamento de quatro parcelas de R$ 5.241,12, totalizando pouco mais de R$ 20 mil e 12 parcelas de R$ 872,00, destinadas à manutenção e alimentação dos animais durante o período de transição.

Vila Galé com a campanha Mês do Consumidor

A Vila Galé deu início a sua melhor campanha de vendas do ano. Batizada de Mês do Consumidor, a iniciativa oferece até 40% de desconto em hospedagens, variando de acordo com o hotel escolhido. Todos os 13 empreendimentos da rede no Brasil estão participando e o melhor: os descontos acumulam com as vantagens do Clube Vila Galé.







Vila Galé Ouro Preto

Até 31 de março deste ano, será possível fazer reservar os incríveis hotéis da rede através do site da Vila Galé e aproveitar a promoção. Para conseguir o desconto, é necessário utilizar o promocode CONSUMIDOR26. A campanha é válida para hospedagens até 20 de dezembro de 2027, mediante disponibilidade.

A Vila Galé está presente em nove estados brasileiros e seu portfólio inclui resorts all inclusive, hotéis de cidade e os empreendimentos da marca Collection, que possuem atendimento mais personalizado e, recentemente, também passaram a oferecer pacote all inclusive. São eles: Vila Galé Alagoas; Vila Galé Salvador e Vila Galé Marés (Bahia); Vila Galé Fortaleza, Vila Galé Cumbuco e Vila Galé Collection Sunset Cumbuco (Ceará); Vila Galé Collection Ouro Preto (Minas Gerais); Vila Galé Cabo (Pernambuco); Vila Galé Rio de Janeiro e Vila Galé Eco Resort Angra (Rio de Janeiro); Vila Galé Paulista (São Paulo); Vila Galé Touros (Rio Grande do Norte) e Vila Galé Amazônia (Pará).



Vila Galé Belém, Pará

Escultura de 25 metros do Cristo Redentor no AguaMais





A escultura do Cristo Redentor no AquaMais, novo parque aquático da Região Metropolitana de Belo Horizonte, apresenta um marco importante no espaço de lazer. O Cristo Redentor tem uma escultura imponente, projetada pelo artista Markus Moura — criador do maior Cristo Redentor do mundo, em Encantado, no Rio Grande do Sul — chama a atenção pela delicadeza do traço e pela riqueza de detalhes. 

Construído no terreno do parque aquático, em Betim, o Cristo Redentor tem cerca de 25 metros de altura e pesa cerca de 80 toneladas. O espaço, localizado no coração do AquaMais, funcionará como um mirante para fotos, com vista privilegiada de todo o empreendimento.



Buscamos no mercado as melhores referências artísticas para chegar a esse resultado. A apresentação desse monumento coroa o trabalho e a dedicação dos profissionais que estão se dedicando à realização deste projeto pioneiro, que promete transformar a experiência de lazer e entretenimento na Região Metropolitana de Belo Horizonte”, afirma Bernardo de Castro, sócio fundador e idealizador do projeto. O valor do investimento na construção da escultura não foi divulgado.

Inspirado nas belezas naturais e arquitetônicas do Rio de Janeiro, destino “queridinho dos mineiros”, o AquaMais tem o desafio de se tornar o melhor parque aquático de Minas Gerais, combinando entretenimento, infraestrutura, comodidade, soluções sustentáveis e, futuramente, um modelo de hospedagem similar ao de grandes resorts urbanos já consolidados no país. 

O empreendimento tem chamado a atenção do mercado por reunir uma estrutura moderna e inovadora de lazer aquático, além de espaços instagramáveis e experiências exclusivas, como o primeiro cinema sob as águas e a maior praia artificial de Minas Gerais, com piscina de ondas, faixa de areia e o icônico calçadão inspirado em Copacabana.

As obras seguem dentro do cronograma previsto, com inauguração da primeira fase prevista para o fim deste ano.

BH Airport inaugura Centro de Referência em Direitos Humanos para Pessoas Repatriados e Migrantes




O BH Airport, o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) e a Organização Internacional para as Migrações (OIM) inauguraram dia 9 de março, no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, o primeiro Centro de Referência em Direitos Humanos para Pessoas Repatriados e Migrantes (CREDH-RM) do Brasil, no 1º piso do Terminal de Passageiros 1. O equipamento inédito atua com atendimento presencial, humanizado e interdisciplinar, em horário comercial, e já tem projeto de ampliação aprovado, para garantir o acolhimento individual e personalizado para casos sensíveis.



O Centro de Referência integra o programa Aqui é Brasil , que contabiliza 43 operações realizadas, desde fevereiro de 2025, possibilitando o retorno de cerca de 3,6 mil brasileiros em situação de vulnerabilidade, majoritariamente oriundos dos Estados Unidos, sendo mais de 33% de Massachusetts, seguido por mais de 13% da Florida e mais de 8% de New Jersey. 

Do total de repatriados que chegam ao Brasil, mais de 50% dos brasileiros desembarcam no BH Airport. Em 2026, o programa mantém ritmo consistente de operação, com ações de acolhida no terminal mineiro registradas nos dias 7, 14 e 30 de janeiro, 5, 11, 16 e 28 de fevereiro e, em março, no dia 6.



“Receber brasileiras e brasileiros que retornam ao país em situação de repatriação vai muito além do planejamento operacional e logístico. A inauguração do Centro de Referência de Repatriados representa um marco na nossa atuação socialmente responsável. Essa parceria reforça nosso papel como porta de entrada de um país que acolhe, escuta e contribui para que cada cidadão possa iniciar o processo de repatriação com dignidade e todo o suporte necessário”, destaca o diretor de Operações do BH Airport, Rodrigo Côrtes. “Obrigado por acreditarem que aqui é o lugar certo para a criação deste centro inédito no Brasil”, sublinha.

Cooperação e solidariedade- O Aqui é Brasil é um programa de acolhimento humanitário coordenado pelo MDHC, em parceria com os ministérios das Relações Exteriores (MRE), do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), da Saúde (MS) e da Justiça e Segurança Pública (MJSP), além de governos estaduais, Polícia Federal (PF), Defensoria Pública da União (DPU), Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e organismos internacionais, como a Organização Internacional para as Migrações (OIM).




Para a ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, o novo equipamento traz mais um avanço nas políticas nacionais de direitos humanos e transmite uma mensagem mais ampla ao Brasil e ao mundo, de que a resposta aos desafios da mobilidade humana deve construída com cooperação, solidariedade e respeito aos direitos humanos. “Um país se mede pela forma como trata quem chega; pela forma como trata quem retorna; e pela forma como acolhe quem precisa começar de novo e reconstruir seus caminhos”, afirma.

O chefe de Missão da OIM Brasil, Paolo Caputo, também destacou que a inauguração do centro é uma resposta ao contexto internacional. "Reafirmamos que, aqui no Brasil, a dignidade e os direitos humanos das pessoas são valores fundamentais. A construção do Centro de Referência em Direitos Humanos para Repatriados e Migrantes é uma iniciativa incrível e, em muitos países, esse tipo de acolhimento não existe. Não se trata apenas de referência para o Brasil, mas para o mundo", reforça.

Serviço - Assistência emergencial e acompanhamento contínuo para garantia e proteção da dignidade e dos direitos humanos de todos os brasileiros em situação de repatriação ou deportação.

- Atendimento interdisciplinar em direitos humanos, com ênfase na qualificação da escuta e na identificação adequada das demandas apresentadas, na promoção da cidadania e na garantia da proteção e defesa dos direitos de pessoas repatriadas, migrantes e refugiadas.

- Orientação sobre regularização documental e acesso a serviços públicos.

- Encaminhamento para políticas de assistência social, saúde, educação, trabalho e renda.

- Produção de dados e diagnósticos.




Com localização estratégica e um dos principais hubs do país, o BH Airport atende cerca de 70 destinos nacionais e internacionais. Desde 2014, o aeroporto é administrado por uma concessão, formada pela Motiva Aeroportos, uma das maiores companhias de concessão de infraestrutura da América Latina, e por Zurich Airport, operador do Aeroporto de Zurich, o principal hub aéreo da Suíça e considerado um dos melhores aeroportos do mundo, além da Infraero, estatal com experiência de mais de 50 anos na gestão de aeroportos no Brasil.

Encontro Check In Minas Recebe desenvolve projetos no turismo



O turismo receptivo compreende serviços especializados no acolhimento de visitantes, oferecendo traslados, guias, passeios e suporte local em hotéis. Empresas de receptivo atuam no destino para facilitar a experiência, agendando atrações e oferecendo, por exemplo, city tours, vivências em natureza, ecoturismo e turismo de negócios, com foco em segurança e conhecimento técnico da região.



O Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult-MG) e em parceria com o SEBRAE Minas, realizou nos dias 5 e 6 de março, a primeira edição do evento voltado para aprimoramento de importantes atores da cadeia produtiva do turismo, os agentes e operadores de turismo receptivo do estado.

Com uma programação robusta e representantes de todas as regiões do estado, o evento contou com palestras e oficinas pensadas no aprimoramento da comercialização do destino Minas Gerais. E rodadas de negócios entre empresas mineiras e empresas de turismo nacionais e internacionais, estimulando a ampliação da presença de Minas Gerais no mercado nacional e internacional.

Apoio à comercialização do destino Minas - A realização Encontro Check In Minas Recebe, contou com a presença das empresas habilitadas no Programa Minas Recebe edição 2025/26. Iniciativa coordenada pela SECULT MG, criada em 2017 e que contabilizou nesta edição sua segunda maior adesão da história do programa, com 107 empresas habilitadas.

Os empreendimentos que participam do Minas Recebe recebem a metodologia do Check-in Turismo, programa do Sebrae Minas voltado para a estruturação dos produtos e destinos, network com o trade turístico e governanças locais e fortalecimento das cadeias relacionadas ao turismo, levando em consideração a demanda do mercado.

Desde o início da iniciativa, os pequenos negócios vêm recebendo consultorias para qualificação em gestão, marketing, inovação, operação de negócios turísticos e promoção das experiências ofertadas aos turistas nas áreas de gastronomia, música, agroecologia, cervejaria, arte e design.

No Minas Recebe, ao todo, 220 empresas se inscreveram no processo, que avalia critérios técnicos e legais para integrar a iniciativa. As empresas habilitadas passam a participar, durante um ciclo de um ano, de uma agenda estruturada de qualificação, promoção comercial e acesso a mercados.

“Minas Gerais tem um enorme potencial turístico e uma forte cultura de hospitalidade. O papel do Governo do Estado é criar um ambiente favorável para o setor, mas são os receptivos e empreendedores que transformam a experiência do visitante e movimentam a economia. Iniciativas como o Minas Recebe fortalecem o turismo e ajudam a levar desenvolvimento para todas as regiões do estado”, destaca a secretária de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Bárbara Botega.

Desde sua criação, o Minas Recebe tem ampliado o número de empresas participantes, acompanhando o crescimento e a profissionalização do turismo receptivo em Minas Gerais, saindo de 49 empresas em 2017 para 107 neste ano.

Além das empresas já habilitadas, novas inscrições puderam ser realizadas até o dia 10 de março. As empresas aprovadas nesse período também passarão a integrar o programa e participar das ações junto às demais habilitadas.

O Minas Recebe conta atualmente com participação de todas as regiões do estado, com pelo menos uma empresa habilitada em cada região. A abrangência garante que o programa fortaleça o turismo receptivo de forma descentralizada, ampliando oportunidades em todo o território mineiro.

Após a habilitação, as empresas passam a integrar um ciclo estruturado de desenvolvimento, que inclui treinamentos em marketing, precificação, estruturação de produtos e posicionamento de mercado, ações de promoção comercial do destino Minas Gerais, participação em feiras e eventos estratégicos do setor turístico, conexão direta com operadoras de turismo e canais de venda.

A iniciativa busca ampliar a competitividade dos serviços turísticos mineiros e fortalecer a presença do estado nos principais mercados emissores de turistas.

“Minas Gerais tem avançado no fortalecimento do turismo por meio de investimentos, estratégias integradas e parcerias. O Sebrae contribui com a qualificação de pequenos negócios, a estruturação de rotas turísticas e a promoção do destino, em um trabalho conjunto com o Governo do Estado e diversas instituições”, destaca o diretor-técnico do Sebrae Minas, Douglas Cabido.




Com essa estratégia, o Minas Recebe se consolida como uma política pública estruturante do Governo de Minas, voltada à profissionalização do turismo receptivo, à geração de negócios e ao desenvolvimento econômico das diversas regiões do estado.

Coluna Minas Turismo Gerais Jornalista Sérgio Moreira @sergiomoreira63 informações para sergio51moreira@bol.com.br

A natureza não é uma paisagem. De Monet a Jacques Truphémus, Markus Lüpertz, Érik Desmazières, Malgorzata Paszko, Evi Keller, Charlotte de Maupeou Ronan Barrot. e Youcef Korichi. 8 de maio a 18 de outubro de 2026, Fazenda Ornée // LA NATURE N’EST PAS UN DÉCOR De Monet à Jacques Truphémus, Markus Lüpertz, Érik Desmazières, Malgorzata Paszko, Evi Keller, Charlotte de Maupeou Ronan Barrot et Youcef Korichi

Claude Monet, The Water Lily Pond, cerca de 1917-1919, Óleo sobre tela, 130 x 120 cm, Paris, Musée Marmottan Monet, Michel Monet Bequest 1966, Inv. 5165©DR.
 
Organizada pela Maison Caillebotte, para a cidade de Yerres, sob a curadoria de Valérie Dupont-Aignan, diretora do espaço, a exposição "A natureza não é um pano de fundo" oferece uma viagem sensível e pictórica pela paisagem. 

A exposição surgiu do desejo de criar um diálogo entre as obras de Claude Monet, no centenário de sua morte, e as de artistas contemporâneos já ligados à Maison Caillebotte, que ali expuseram e valorizam o espaço. Todos compartilham a mesma ambição: pintar o mais próximo possível da sensação, revelar as forças invisíveis que atuam na natureza e dar forma àquilo que escapa à observação imediata. 

De Claude Monet a artistas contemporâneos, a exposição reúne cerca de sessenta obras de Jacques Truphémus, Markus Lüpertz, Érik Desmazières, Malgorzata Paszko, Evi Keller, Charlotte de Maupeou, Ronan Barrot e Youcef Korichi.
Dominique RENSON,
Artista e Modelos

6 de maio a 18 de outubro de 2026
Laranjal


Nascida na década de 1960, Dominique Renson estudou na escola Duperré e na Escola de Belas Artes de Paris. Contrariando as convenções, ela se expressa principalmente através de retratos, ou melhor, do "rosto": "Prefiro a palavra rosto porque é no rosto que tento capturar a energia que uma pessoa transmite. E também porque acho que não há nada mais belo do que um rosto."

Ela então produziu inúmeras séries que sempre começavam com um autorretrato que se transformava em uma mão estendida em direção ao outro, um convite para penetrar no âmago da humanidade e compartilhar com seus modelos uma essencial aventura interior.


A exposição organizada na Maison Caillebotte apresenta obras de várias das principais séries do artista, incluindo o Autorretrato em Santorini , que foi fundamental para o seu trabalho.



Dominique Renson
Autorretrato em Santorini 2 (da série "Autorretrato") 1989
Óleo sobre tela, 120 x 171 cm. Coleção particular © Dominique Renson
© ADAGP, Paris, 2026





















Maison Caillebotte,
8 rue de Concy,
91330 Yerres. Kit de imprensa
da Maison Caillebotte Contato para a imprensa de pôsteres : Nathalie Dran +33 (0)6 99 41 52 49 nathaliepresse.dran@gmail.com

Dia da Imprensa: 6 de maio de 2026. Confirme presença.

ND Communication | PARIS | 75004 | França | 0699415249



LA NATURE N’EST PAS UN DÉCOR
De Monet à Jacques Truphémus, Markus Lüpertz, Érik Desmazières, Malgorzata Paszko, Evi Keller, Charlotte de Maupeou Ronan Barrot
et Youcef Korichi

8 mai – 18 octobre 2026
Ferme Ornée

Organisée par la Maison Caillebotte, pour la Ville de Yerres, sous le commissariat de Valérie Dupont- Aignan directrice du lieu, l’exposition «La nature n’est pas un décor» propose une traversée sensible et picturale du paysage.

L’exposition est née du désir de faire dialoguer des oeuvres de Claude Monet, à l'occasion du centenaire de sa disparition avec celles d'artistes contemporains, déjà liés à la Maison Caillebotte pour y avoir exposé et aimé le lieu. Tous partagent une même exigence, peindre au plus près de la sensation, révéler les forces invisibles à l’oeuvre dans la nature. Donner forme à ce qui échappe au regard immédiat.

De Claude Monet aux artistes contemporains, l’exposition réunit une soixantaine d’oeuvres de Jacques Truphémus, Markus Lüpertz, Érik Desmazières, Malgorzata Paszko, Evi Keller, Charlotte de Maupeou, Ronan Barrot et Youcef Korichi.

Claude Monet, Le Bassin aux Nymphéas, Vers 1917-1919
Huile sur toile,130 x 120 cm
Paris, Musée Marmottan Monet, Leg Michel Monet 1966, Inv. 5165
© D.R.

Dominique RENSON - Artiste et modèles

6 mai – 18 octobre 2026
Orangerie

Née dans les années 1960, Dominique Renson étudie à l’école Duperré et aux Beaux-arts de Paris. À rebours des modes elle s’exprime principalement à travers le portrait ou plutôt le «visage»: «Je préfère le mot visage parce que c’est dans le visage que j’essaye de capter l’énergie que dégage une personne. Et aussi parce que je trouve qu’il n’y a rien de plus beau qu’un visage».

Elle réalise alors de nombreuses séries qui commencent toujours par un autoportrait qui devient une main tendue vers l'autre, une invitation à pénétrer au coeur de l'humain et à partager avec ses modèles une aventure intérieure essentielle.
Dans l'exposition organisée à la Maison Caillebotte sont présentées des œuvres de plusieurs séries fortes de l’artiste dont L'Autoportrait à Santorin, fondateur de son travail.



Dominique Renson - Autoportrait à Santorin 2 (série « Autoportrait ») 1989
Huile sur toile 120 x 171 cm Collection particulière © Dominique Renson
© ADAGP, Paris, 2026


Maison Caillebotte
8 rue de Concy
91330 Yerres
MaisonCaillebotte
Dossier de presse
Affiche

Contact presse : Nathalie Dran
+ 33 (0)6 99 41 52 49
nathaliepresse.dran@gmail.com
Journée de presse : 6 mai 2026 RSVP

ND Communication | PARIS | 75004 | France | 0699415249

quarta-feira, 11 de março de 2026

Turismo no Maranhão cresce 138% e estado lança feira para impulsionar setor. Alta no fluxo de visitantes e nova conexão aérea internacional levam governo a criar a Expoturismo para estruturar nova fase de crescimento da atividade turística


O turismo no Maranhão entrou em um ciclo de forte expansão. Apenas em janeiro de 2026, o fluxo de visitantes nos dois principais portais de acesso ao Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, em Barreirinhas e Santo Amaro, saltou de 14.837 para 35.395 turistas, com crescimento superior a 138% em relação ao mesmo período do ano anterior.

 

O avanço ocorre em um contexto mais amplo de crescimento da atividade turística no estado. Em 2025, o parque registrou 656.388 visitantes, alta de 41,28% frente aos 491.658 turistas contabilizados em 2024, reforçando a consolidação do Maranhão como um dos destinos que mais crescem no turismo nacional.

 

É nesse cenário que o Governo do Maranhão realiza, de 12 a 14 de março, no Centro de Promoção do Artesanato Maranhense (Ceprama), em São Luís, a primeira edição da Expoturismo, evento criado para integrar destinos, empreendedores e investidores em torno da cadeia produtiva do turismo.


Avenida Litorânea


Coordenada pela Secretaria de Estado do Turismo (Setur-MA), a iniciativa também aposta na força da cultura maranhense como ativo turístico. Na programação de abertura da Expoturismo, nesta quinta-feira (12), o Governo do Estado anuncia oficialmente a programação do São João do Maranhão, uma das maiores festas populares do país, com apresentações de grupos de bumba-Meu-Boi, patrimônio cultural imaterial da Humanidade, reconhecido pela Unesco.

 

A feira reunirá representantes dos dez polos turísticos maranhenses, além de empresários do trade, operadores e comunidades que atuam no turismo de experiência, conectando roteiros, produtos e serviços a oportunidades de negócios.


Lençóis Maranhenses


Plataforma econômica

 

A programação inclui arenas de experiências, rodadas de negócios, painéis estratégicos e apresentações culturais, além de debates sobre marketing turístico, acesso a crédito e estratégias de comercialização de destinos.

 

O evento ocorre em meio a um movimento de ampliação da presença do estado no mercado internacional. Em fevereiro, o Maranhão anunciou o voo direto entre Lisboa e São Luís, operado pela TAP Air Portugal, com início previsto para 26 de outubro de 2026, conectando o estado ao hub europeu da companhia.

 

A expectativa é transformar o crescimento recente do fluxo de visitantes em uma estratégia estruturada de longo prazo, ampliando investimentos, fortalecendo o turismo de experiência e consolidando o setor como um dos principais vetores de desenvolvimento econômico do Maranhão.

Com expectativa de movimentar R$ 25 milhões, Fórum Brasil–China deve impulsionar investimentos e ampliar parcerias durante o TurisMall. Evento promovido pela TurisMall com a Nova Jornada reunirá cerca de 250 autoridades, empresários e investidores na Casa Firjan para fortalecer negócios, inovação e o fluxo turístico entre os dois países

Foto: Turismall

O TurisMall, plataforma multieventos dedicada ao desenvolvimento do turismo e da economia criativa no Brasil, promove no dia 13 de março, na Casa Firjan, no Rio de Janeiro, o Fórum Brasil–China de Comércio e Turismo. O encontro internacional deve reunir cerca de 250 autoridades, empresários e investidores brasileiros e chineses, com o objetivo de ampliar parcerias estratégicas nas áreas de comércio, turismo, inovação, economia criativa e investimentos.

 

A expectativa da organização é que o evento gere até R$ 25 milhões em novos negócios e contratos comerciais após o encontro, conectando empresas, destinos turísticos e projetos brasileiros a oportunidades de cooperação com o mercado chinês. O fórum integra as iniciativas do Ano da Cultura e do Turismo Brasil–China 2026, agenda bilateral voltada ao fortalecimento das relações culturais, econômicas e turísticas entre os dois países.
 

“O Fórum Brasil–China nasce com uma proposta muito objetiva: transformar relacionamento institucional em geração concreta de negócios. Queremos criar um ambiente seguro para decisões estratégicas, aproximando investidores, destinos turísticos e empresas que desejam ampliar sua atuação entre os dois mercados”, afirma Mônica Cecília Medeiros Tamura, CEO do TurisMall.
 

A programação do encontro tem curadoria da Nova Jornada, iniciativa dedicada à promoção de conexões institucionais e comerciais entre Brasil e China, e reunirá especialistas, empresários e autoridades para discutir oportunidades estratégicas de cooperação bilateral.


O primeiro painel, “Panorama Brasil–China 2026”, apresenta um retrato atualizado das relações comerciais bilaterais, incluindo fluxos de investimento, oportunidades de mercado e mudanças regulatórias que devem impactar os negócios entre os dois países nos próximos anos.
 

Na sequência, o turismo será debatido como motor econômico, com foco no perfil do visitante chinês contemporâneo, nas rotas aéreas estratégicas e nas adaptações culturais e estruturais necessárias para posicionar o Brasil como um destino competitivo nesse mercado de alto potencial.
 

Ao longo da programação, também serão discutidos temas estruturantes para o fortalecimento da relação bilateral, como conectividade aérea e logística internacional, comércio eletrônico transfronteiriço, cooperação em economia criativa e audiovisual, além de governança e segurança jurídica em projetos binacionais.
 

O encontro se encerra com um debate sobre contratos internacionais, compliance e arbitragem, elementos considerados fundamentais para ampliar a segurança jurídica e estimular novos investimentos entre Brasil e China.

 

Programação 13 de março  
 

Das 10h às 10h55 – Panorama Brasil–China 2026: comércio, investimentos e oportunidades regulatórias 

Apresentação do cenário atual das relações comerciais entre os dois países, análise dos fluxos de investimento e identificação das principais oportunidades de mercado.
 

Das 11h às 11h55 – Turismo como motor econômico: estratégias para atração de visitantes chineses 

Discussão sobre o perfil do turista chinês contemporâneo, rotas aéreas estratégicas e adaptações necessárias para ampliar a competitividade do Brasil no mercado turístico chinês.
 

Das 12h às 12h55 – Conectividade e logística: rotas aéreas, portos e comércio eletrônico 

Análise dos corredores logísticos Brasil–China, oportunidades para o e-commerce internacional e desafios para ampliar a conectividade entre os dois países.
 

Das 13h às 13h55 – Cases empresariais Brasil–China: indústria, varejo, serviços e tecnologia 

Apresentação de experiências de empresas brasileiras e chinesas com atuação bilateral, destacando modelos de entrada no mercado, parcerias estratégicas e desafios operacionais.
 

Das 14h às 14h55 – Cooperação em economia criativa e audiovisual: turismo e marca-país 

Debate sobre coproduções audiovisuais, estratégias de promoção turística por meio da cultura e fortalecimento da imagem internacional dos destinos.
 

Das 15h às 16h – Governança e segurança jurídica em projetos binacionais 

Discussão sobre contratos internacionais, compliance anticorrupção e mecanismos de arbitragem para projetos entre empresas brasileiras e chinesas.
 

Sobre o TurisMall 

O TurisMall é uma plataforma multieventos dedicada ao fortalecimento do turismo, da inovação e da economia criativa no Brasil. O evento estreia no Rio de Janeiro entre os dias 12 e 14 de março de 2026, ocupando pontos estratégicos da cidade e reunindo representantes do setor público, empresas, destinos turísticos, investidores e especialistas internacionais para discutir o futuro do turismo. A programação inclui fóruns temáticos, encontros institucionais, experiências culturais e a exposição Turismo do Amanhã, realizada no Museu do Amanhã, além de debates sobre tecnologia, inteligência artificial, conectividade global e desenvolvimento sustentável do turismo.

 

Serviço Fórum Brasil–China de Comércio e Turismo 

Data: 13 de março

Horário: 10h às 16h

Local: Casa Firjan

Endereço: Rua Guilhermina Guinle, 211 – Botafogo – Rio de Janeiro
 

Serviço TurisMall 2026 

Data: 12 a 14 de março de 2026

Local: Museu do Amanhã e vários pontos da cidade – Rio de Janeiro

Programação contínua: 09h às 21h – Palco aberto e Festival Gastronômico

General Motors oferece carregamento gratuito para carros elétricos de todas as marcas. Em parceria com o Frango Assado, marca fortalece a mobilidade elétrica com lounge em restaurante da Rodovia Carvalho Pinto

 


São Caetrano do Sul – A GM reforça sua estratégia de eletrificação no Brasil ao combinar um portfólio competitivo com iniciativas que tornam a recarga mais simples e acessível. Líder em crescimento na venda de SUVs elétricos no país, oferece hoje quatro modelos ao consumidor: Blazer EV, Equinox EV, Spark EUV e o recém-lançado Captiva EV, o mais emplacado em sua categoria. A aceleração da mobilidade elétrica vai além de disponibilizar produtos avançados, envolve ampliar a confiança do consumidor e garantir conveniência em toda a jornada com o veículo elétrico.

 

A partir dessa visão, a Chevrolet promove uma iniciativa inédita voltada a incentivar a mobilidade elétrica. Até o dia 24 de maio, proprietários de veículos 100% elétricos de qualquer marca e modelo que se cadastrarem no aplicativo myChevrolet Charging poderão realizar recarga gratuita na unidade da rede Frango Assado localizada na Rodovia Carvalho Pinto. Durante o período de carregamento, o cliente ainda recebe um voucher para consumo na loja, incentivando uma experiência de parada mais confortável.

 

“A Chevrolet tem um portfólio de SUVs elétricos desenvolvido para atender diferentes perfis de consumidores e com esta ação quer mostrar que é possível utilizar um carro elétrico também em viagens com tranquilidade. Ao oferecer carregamento rápido de 150 kW em um ambiente confortável e acessível, reforçamos nosso compromisso em tornar a mobilidade elétrica cada vez mais prática e viável no Brasil”, afirma Glaucia Roveri, gerente de infraestrutura de recarga.

 

A iniciativa reforça a visão da GM de que a infraestrutura é parte essencial da jornada de eletrificação. Por isso, a marca também investe no desenvolvimento de soluções digitais que facilitem o planejamento e a experiência de recarga.




Reserva de carregadores e planejamento de rota

A GM desenvolveu o aplicativo myChevrolet Charging, que torna a experiência de planejamento e carregamento muito mais fluida, intuitiva e personalizada.

 

Um dos destaques é que o aplicativo reúne centenas locais de carregamento, de diferentes redes, todos na mesma plataforma. Com isso, é possível planejar rotas de viagem e clientes Chevrolet conseguem até mesmo reservar o carregador com até 24h de antecedência, garantindo mais praticidade e comodidade nas viagens.

 

“Isso é um grande diferencial que traz ainda mais tranquilidade para as viagens. O motorista dos veículos Chevrolet consegue não só planejar sua rota, como ter a certeza de que o carregador estará disponível quando ele chegar ao local para fazer o carregamento”, garante Glaucia.

 

Além desses recursos, o aplicativo inclui diversas funcionalidades para facilitar o dia a dia:

  • Localização dos pontos de recarga pública
  • Status em tempo real dos pontos de recarga pública (disponível, ocupado, reservado, em manutenção)
  • Meio de pagamento para recarga
  • Reserva de carregadores
  • Planejamento de rotas
  • Acompanhamento da sessão de recarga

Casa Fiat de Cultura celebra 20 anos com exposição com exposição dedicada a Renoir. Mostra reúne pinturas e escultura que percorrem diferentes momentos da carreira do mestre impressionista e ampliam o acesso do público à sua obra


 Pierre-Auguste Renoir, Retrato da condessa de Pourtalès [Portrait of the Countess of Pourtalès], 1877. Acervo MASP

Poucos artistas foram capazes de transformar o cotidiano em linguagem pictórica com tanta sensibilidade quanto Pierre-Auguste Renoir (1841–1919). Figura central do impressionismo francês, seus retratos e cenas ao ar livre redefiniram a pintura moderna ao substituir a rigidez acadêmica por pinceladas livres e cores luminosas.

 Entre 10 de março e 10 de maio de 2026, a Casa Fiat de Cultura realiza a exposição Renoir na Casa Fiat de Cultura, que reúne 11 pinturas e uma escultura de Renoir. O conjunto, pertencente ao acervo do MASP, é apresentado pela primeira vez fora de São Paulo e percorre diferentes momentos da trajetória do artista, oferecendo ao público a possibilidade de observar obras originais que atravessaram mais de um século e permanecem centrais na história da arte moderna.

A experiência é ampliada por uma sala imersiva, projetada exclusivamente pela Casa Fiat de Cultura, dedicada à pintura Rosa e Azul (1881). A mostra integra as comemorações dos 20 anos da instituição e tem entrada gratuita.

Pierre-Auguste Renoir, Menina com as espigas [Girl with Flowers], 1888. Acervo MASP


Para Massimo Cavallo, presidente da Casa Fiat de Cultura, trazer Renoir a Belo Horizonte é um marco nas comemorações dos 20 anos da instituição. “Celebrar duas décadas de atuação com a obra de um artista dessa dimensão reforça o papel da Casa Fiat de Cultura na circulação de grandes mestres no Brasil. A exposição de Renoir sintetiza esse percurso e consolida nosso compromisso com uma programação gratuita e de alcance internacional”, afirma Massimo Cavallo, presidente da instituição.

Integrante da primeira geração impressionista ao lado de Claude Monet e Edgar Degas, Renoir participou das exposições independentes que romperam com o sistema oficial dos Salões franceses. Sua produção, entretanto, nunca se limitou à experimentação impressionista: após viagem à Itália, em 1881, o artista aprofundou seu estudo da tradição clássica e passou a estruturar suas composições com maior solidez. Essa combinação entre modernidade e diálogo com o passado tornou sua obra singular dentro do movimento.

Na exposição na Casa Fiat de Cultura, em Belo Horizonte (MG), o público poderá acompanhar diferentes momentos da carreira do pintor. Obras como A banhista e o cão griffon – Lise à beira do Sena (1870) revelam a fase inicial, ainda marcada pelo diálogo com a pintura acadêmica. 

Pierre-Auguste Renoir, Retrato de Coco (Claude Renoir) [Portrait of Coco (Claude Renoir)], circa 1903-04_crédito Foto Google


Já as telas dedicadas às banhistas, Banhista enxugando a perna direita (1910) e Banhista enxugando o braço direito (1912), produzidas nas primeiras décadas do século 20, evidenciam volumes amplos, tonalidades quentes e uma pesquisa intensa sobre a materialidade da pele e a dissolução dos contornos. 

A escultura Vênus vitoriosa (1916) amplia esse percurso ao demonstrar como Renoir transpôs para o bronze sua investigação sobre corpo, movimento e sensualidade.

“As obras de Renoir foram incorporadas ao acervo do MASP durante o período das grandes aquisições, entre o fim dos anos 1940 e início dos 1950, quando o italiano Pietro Maria Bardi estruturou um núcleo fundamental de arte europeia no Brasil. As 12 obras reunidas nesta exposição percorrem praticamente toda a carreira do artista e raramente são apresentadas em conjunto. Anteriormente à mostra acontecer na ocasião da inauguração do novo edifício do MASP ano passado, o conjunto havia sido exibido há 23 anos, no próprio museu”, explica Fernando Oliva, curador da mostra e doutor em história da arte pela USP.

A exposição "Renoir na Casa Fiat de Cultura” é uma realização do Ministério da Cultura e da Casa Fiat de Cultura por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Conta com o patrocínio da Stellantis e da Fiat, e organização do MASP. A mostra tem apoio cultural do Circuito Liberdade, do Governo de Minas e do Programa Amigos da Casa.

Pierre-Auguste Renoir, Retrato de Claude Renoir [Portrait of Claude Renoir],
circa 1908, crédito Foto Google


Quem foi Renoir

Nascido em Limoges, na França, em 1841, Renoir foi um dos principais pintores do movimento impressionista francês, conhecido por suas pinturas de cores vibrantes, caracterizadas pelo uso de luz e cor, pinceladas fluidas e uma atenção especial à figura humana, especialmente em cenas de cotidiano e retratos.

Renoir começou sua carreira como aprendiz de pintor de porcelana, mas logo se dedicou à pintura em tela, desenvolvendo um estilo que evoluiu do impressionismo ao realismo. Ainda na juventude conheceu Claude Monet (1840–1926), quando frequentava ateliês e estudava na École de Beaux-Arts de Paris. 

Com Camille Pissarro (1830–1903) e Alfred Sisley (1839–1899), formaram o primeiro núcleo dos impressionistas que renovou a técnica e os temas da pintura da época. Contudo, diferentemente dos colegas que estavam mais preocupados em captar a sensação visual produzida pelo motivo ao ar livre, Renoir se interessou mais pela representação humana nos diversos retratos que pintou, muitos de famílias da elite francesa.

A técnica: luz, cor e corpo

Um dos aspectos mais marcantes da obra de Renoir é a maneira como ele trabalha a luz e a cor para dar vida às figuras. Em vez de depender de linhas rígidas para definir os contornos, o artista modela o corpo com variações de tonalidade, criando volume por meio da própria cor.

No período impressionista, suas pinceladas são rápidas e visíveis, registrando as mudanças da luz ao ar livre. Renoir pintava muitas vezes fora do ateliê, buscando captar a atmosfera do momento e as nuances do ambiente ao redor.

Após viajar para a Itália, em 1881, ele passa a estruturar melhor suas figuras. As composições tornam-se mais organizadas e as formas ganham maior solidez, mas sem perder a luminosidade característica de sua pintura. A partir daí, Renoir combina liberdade e construção formal com equilíbrio.

Nos anos finais, especialmente nas séries de banhistas, a pintura se torna mais envolvente. As cores são mais suaves, os contornos menos definidos e a pele parece se integrar ao fundo. Renoir utiliza camadas de tinta para criar profundidade e textura, dando às figuras uma presença quase tátil.

Mesmo enfrentando limitações físicas causadas pela artrite reumatoide, o artista continuou produzindo intensamente. Nesse período, também passou a trabalhar com escultura, ampliando sua pesquisa sobre o corpo humano e explorando como traduzir em volume aquilo que antes construía com pinceladas.

Obras em destaque

O conjunto de obras apresentado na exposição mostra como Renoir transitou com naturalidade entre retratos, cenas ao ar livre e nus femininos, revelando diferentes momentos de sua trajetória.

Um dos destaques é A banhista e o cão griffon – Lise à beira do Sena (1870), exibida no Salão de Paris naquele ano. A modelo é Lise Tréhot, que posou diversas vezes para o artista no início de sua carreira. Na época, a pintura oficial ainda exigia que corpos nus fossem representados como personagens mitológicos. 

Aqui, no entanto, Renoir apresenta uma mulher real, à beira do rio, em uma cena cotidiana. O pequeno cão ao seu lado acrescenta delicadeza e espontaneidade à composição. A obra marca um momento de mudança na pintura de Renoir, quando ele começa a se afastar das regras tradicionais e a se aproximar da linguagem que mais tarde caracterizaria o impressionismo.

Nas obras que vieram mais tarde, como Banhista enxugando o braço direito (1912), Renoir adota uma pintura mais suave e envolvente. A figura feminina aparece em tons claros, com contornos menos marcados e uma integração maior entre corpo e paisagem. 

A modelo provavelmente foi Gabrielle Renard, que conviveu com a família do artista por muitos anos. Nessa fase, Renoir buscava criar formas mais amplas e sensuais, inspiradas em grandes mestres da pintura europeia. O foco está menos na narrativa e mais na presença do corpo, na cor e na sensação transmitida pela imagem.

Essa transformação também é visível em Banhista enxugando a perna direita (c. 1910). A figura ocupa quase todo o espaço da tela, com volumes generosos e cores quentes. Renoir trabalha principalmente com tons rosados e claros, criando uma sensação de luminosidade e continuidade entre pele e fundo. A composição é simples, mas poderosa, destacando a forma e a presença da figura.

Em contraste, Retrato de Marthe Bérard (1879) revela a habilidade de Renoir na pintura de retratos. Marthe tinha apenas nove anos quando foi retratada. Sua postura contida e o olhar lateral conferem à imagem um ar delicado e introspectivo. O artista equilibra precisão no rosto com um fundo mais solto e vibrante, criando profundidade e leveza ao mesmo tempo.

Já Menina com as espigas (1888) apresenta uma jovem segurando feixes de trigo, em uma cena que mistura simplicidade e poesia. A figura se destaca da paisagem, que é construída com pinceladas visíveis e cores vivas. A obra demonstra como Renoir conseguia unir estrutura e liberdade na pintura, criando imagens ao mesmo tempo sólidas e luminosas.

A exposição inclui, ainda, a escultura Vênus vitoriosa (1916). Nos últimos anos de vida, mesmo enfrentando limitações físicas, Renoir passou a trabalhar também com escultura, em parceria com o artista Richard Guino. Inspirada na mitologia grega, a peça representa a deusa Vênus segurando a maçã de ouro que simboliza sua vitória no julgamento de Páris. 

A escultura mantém as formas suaves e a sensualidade presentes em suas pinturas, mostrando como o artista levou sua pesquisa sobre o corpo feminino também para o volume tridimensional.

Uma experiência imersiva

Entre as obras mais emblemáticas da coleção do MASP está Rosa e Azul (1881), pintura que sintetiza um momento decisivo na trajetória de Pierre-Auguste Renoir. O retrato das irmãs Alice e Elisabeth Cahen d’Anvers foi realizado no início do chamado período aigre, fase em que o artista, após sua viagem à Itália, revisita a tradição renascentista e passa a estruturar suas composições com maior rigor formal.

As duas meninas, posicionadas diante de uma cortina cor de vinho, aparecem unidas pelas mãos, compondo uma cena de equilíbrio delicado entre infância e representação social. A paleta, em tons rosa e azul, constrói atmosferas emocionais distintas, sugerindo contrastes sutis de temperamento e expressão. 

As texturas dos vestidos, a definição dos cabelos e a modelagem dos rostos revelam a busca de Renoir por maior solidez volumétrica, sem abandonar a luminosidade característica de sua pintura.

Por sua relevância histórica e por questões de conservação, Rosa e Azul permanece no MASP. Na Casa Fiat de Cultura, a obra é apresentada em uma sala imersiva especialmente concebida pela Casa Fiat de Cultura para ampliar a experiência do público. 

O ambiente permite observar detalhes ampliados da superfície pictórica, aproximando o visitante das pinceladas, das camadas de cor e da construção volumétrica da pintura. Recursos audiovisuais contextualizam o momento de produção da obra e sua trajetória histórica, propondo uma aproximação ampliada com um dos retratos mais emblemáticos do impressionismo francês.

A instalação propõe outra forma de aproximação: convida o público a explorar a materialidade da pintura em escala ampliada e a compreender a complexidade técnica e simbólica que transformou Rosa e Azul em um dos retratos mais célebres do impressionismo francês.

Parceria histórica

A relação entre a Casa Fiat de Cultura e o MASP teve início em 2006, na inauguração do espaço cultural, com a exposição “Arte Italiana do MASP na Casa Fiat de Cultura”. Desde então, as duas instituições mantêm um diálogo constante voltado à circulação de acervos e à ampliação do acesso do público brasileiro a obras de relevância internacional.

A mostra “Renoir na Casa Fiat de Cultura” reafirma essa trajetória. Pela primeira vez, esta coleção de obras de Renoir, pertencentes ao acervo do MASP, deixa a sede do museu paulista para ser apresentada em outra cidade.

“A circulação do acervo do MASP e o diálogo com diferentes públicos e territórios são pilares centrais de nossa missão institucional. Retomar essa parceria, vinte anos depois, reafirma valores compartilhados e renova um vínculo construído ao longo do tempo. É com grande alegria que o MASP participa desta nova celebração histórica ao lado da Casa Fiat de Cultura e da Fiat”, reforça Heitor Martins, Presidente do MASP.

Casa Fiat de Cultura

A Casa Fiat de Cultura cumpre importante papel na transformação do cenário cultural brasileiro, ao realizar prestigiadas exposições. A programação estimula a reflexão e interação do público com várias linguagens e movimentos artísticos, desde a arte clássica até a arte digital e contemporânea. 

Por meio do Programa Educativo, a instituição articula ações para ampliar a acessibilidade às exposições, desenvolvendo réplicas de obras de arte em 3D, materiais em Braille e atendimento em libras. Mais de 100 mostras, de consagrados artistas brasileiros e internacionais, já foram expostas na Casa Fiat de Cultura, entre os quais Caravaggio, Rodin, Chagall, Tarsila, Rembrandt e Portinari, entre outros. 

Há 20 anos, o espaço apresenta uma programação diversificada, com música, palestras, residência artística, além do Ateliê Aberto – espaço de experimentação artística – e de programas de visitas com abordagem voltada para a valorização do patrimônio cultural e artístico. 

A Casa Fiat de Cultura é situada no histórico edifício do Palácio dos Despachos e apresenta, em caráter permanente, o painel de Portinari, Civilização Mineira, de 1959. O espaço integra um dos mais expressivos corredores culturais do país, o Circuito Liberdade, em Belo Horizonte. Mais de 5 milhões de pessoas já visitaram suas exposições e 800 mil participaram de suas atividades educativas.

Casa Fiat de Cultura em 20 anos

2006 – Nos 30 anos de Fiat no Brasil, foi criado o primeiro espaço cultural de uma empresa de automóveis no Brasil, a Casa Fiat de Cultura, como um presente aos brasileiros. A primeira exposição foi “Arte italiana do Masp na Casa Fiat de Cultura”, que levou 40 mil visitantes ao Belvedere, antiga sede do espaço cultural.

2007 – A exposição “Speed – A arte da velocidade na Casa Fiat de Cultura” marca as comemorações no Brasil do centenário do Manifesto Futurista. Foi exibido o mais representativo acervo de arte italiana deste período, reunindo fotografias históricas, obras de arte, filmes, moda, objetos de design, e até a Ferrari de Schumacher.

2008 – Casa Fiat de Cultura realiza a maior retrospectiva do artista Amilcar de Castro no Brasil, ocupando, além de suas galerias, as praças da Liberdade e a Praça JK, com a exibição de obras monumentais.

2009 – No ano da França no Brasil, a Casa Fiat realiza duas grandes mostras internacionais: Marc Chagall e Rodin. Pela primeira vez, a monumental escultura Les trois ombres (As três sombras), de Rodin, foi retirada do jardim do Musée Rodin, na França, onde está instalada. As obras L’Éternel printemps (A eterna primavera) e a escultura Les bénédictions (As bênçãos), algumas de suas mais bonitas peças em mármore, também nunca haviam saído do museu francês.

2010 – A Casa Fiat de Cultura realiza a exposição “Guignard e o Oriente: China, Japão e Minas”, em parceria com o Instituto Tomie Ohtake (São Paulo) e a Fundação Iberê Camargo (Porto Alegre). A mostra buscou traçar relações entre a arte oriental e o artista fluminense, radicado em terras mineiras nas duas últimas décadas de vida.

2011 – É realizado, no Palazzo Pamphili, o primeiro Festival Itália-Brasil, numa parceria da Casa Fiat de Cultura com a Embaixada do Brasil em Roma. Nomes como Vik Muniz, Irmãos Campana, Ernesto Neto, Grupo Galpão, Elisa Freixo e Toquinho participaram do Festival.

2012 – Pela primeira vez, o Brasil recebe uma exposição de Caravaggio. Destaque para Medusa Murtola, que saiu pela primeira vez da Itália e causou comoção em todo o país. A exposição integrou a programação do Momento Itália-Brasil.

2013 – Casa Fiat de Cultura inicia o restauro de sua nova sede, no antigo prédio do Palácio dos Despachos – edifício tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA) –, constituindo-se como um dos principais pilares do Circuito Liberdade. Com curadoria de Ronaldo Fraga, “Recosturando Portinari” revela os bastidores da restauração do painel Civilização Mineira, de Candido Portinari.

2014 – Em junho, mês da abertura da Copa do Mundo no Brasil, a Casa Fiat de Cultura inaugura sua nova sede no Circuito Cultural da Praça da Liberdade. A primeira mostra no novo prédio foi “Barroco Itália Brasil – Prata e Ouro”, que exibiu 40 esculturas barrocas, reunindo obras em prata da Itália do século XVII e peças policromadas do Barroco mineiro e brasileiro, revelando a riqueza artística do período.

2015 – A Casa Fiat de Cultura resgata uma tradição e lança a primeira edição de seu Presépio Colaborativo, todo criado com materiais reutilizáveis e feito de forma colaborativa em ateliês abertos com a participação do público.

2016 – É criada a Picolla Galleria, novo espaço expositivo da Casa Fiat de Cultura, com o objetivo de apoiar e promover novos artistas. A cada ano, abre-se processo de seleção para escolha dos projetos que integrarão o calendário expositivo.

2017 – Lançamento das peças multissensoriais do maior painel de Portinari em Minas Gerais, que fica em exposição permanente no hall da Casa Fiat de Cultura. Novos recursos de acessibilidade e mediação para pessoas com deficiência visual ampliam o acesso à obra.

2018 – Obras de mestres do Renascimento Italiano, como Tiziano, Perugino e Guido Reni, que retrataram São Francisco de Assis, são apresentadas pela Casa Fiat de Cultura. A exposição é destacada entre as 100 mostras mais visitadas no mundo, na categoria Old Masters, segundo a revista inglesa The Art Newspaper. Neste mesmo ano, jovens artistas participaram de uma Residência em Arte Digital na Casa Fiat de Cultura.

2019 – Inédita, a mostra “Beleza em Movimento – Ícones do Design Italiano” reúne várias linguagens e impressionante acervo, composto por mais de cem peças, entre obras de arte, automóveis históricos, objetos de design, miniaturas e instalações multimídia. Pela primeira vez, uma exposição da Casa Fiat de Cultura ocupa todas as galerias do espaço.

2020 – Em um ano de pandemia e fechamento dos espaços culturais em todo o mundo, a Casa Fiat de Cultura reestrutura toda sua programação para o ambiente digital, promovendo o acesso de milhares de pessoas em todo o Brasil.

2021 – Nos 45 anos da Fiat no Brasil e 15 anos da Casa Fiat de Cultura, um novo presente é dado aos brasileiros: o cuidadoso restauro de obras de Aleijadinho (1738-1814), realizado ao vivo para visitação do público.

2022 – A partir das reflexões suscitadas pelo centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, a Casa Fiat de Cultura realiza a exposição “EntrePanos: rupturas do moderno e contemporâneo”, reunindo nomes como Tarsila do Amaral, Helio Oiticica e Flávio de Carvalho para discutir as dimensões do vestir.

2023 — A Casa Fiat de Cultura realiza as mostras O Inferno de Dante, que trouxe interpretações visuais da obra de Dante Alighieri; Pioneiros do Design Brasileiro – Cadeiras Modernistas, que destacou a estética modernista no mobiliário brasileiro, e OCEANVS, que uniu arte e tecnologia para refletir sobre a água por meio de uma experiência imersiva.

2024 — O ano marcou uma programação diversificada, que aprofundou diálogos sobre o colecionismo, com Visível Sensível: do colecionismo ao museu; realizou a primeira exposição de Pancetti em Belo Horizonte; homenageou a capital mineira por meio das obras de Carlos Bracher e apresentou a exposição interativa “Pimpa”, personagem infantil italiana.

2025 — A Casa Fiat de Cultura promove o restauro de obras da artista Yara Tupynambá e realiza “Arte Gravada: acervo do MAP na Casa Fiat de Cultura”, celebrando a cultura mineira; com “Natureza Transformada”, promove o diálogo entre arte, arquitetura e natureza; “Em cada canto” reúne obras brasileiras da coleção de Vilma Eid; e a inédita mostra “Niki de Saint Phalle. Sonhos de liberdade” marca a Temporada França-Brasil. Pela primeira vez no Brasil, realiza a exposição de gravuras “Rembrandt – O mestre da luz e da sombra”. A instalação “Manguezal”, que conta com a escultura Radici di Mangrovia (Raízes do Mangue), dos artistas italianos Mariagrazia Abbaldo e Paolo Albertelli é doada pela Casa Fiat de Cultura ao idg – Instituto de Desenvolvimento e Gestão, responsável por gerir o Museu do Jardim Botânico, com exposição dedicada à obra.

2026 – A Casa Fiat de Cultura celebra 20 anos e abre as comemorações com exposição dedicada a Renoir.

20 anos da Casa Fiat de Cultura em números

5 milhões de visitantes

800 mil jovens, crianças e professores atendidos pelo Programa Educativo

110 exposições de acervos internacionais e nacionais

Mais de 3,5 mil obras de arte apresentadas

Mais de 100 instituições parceiras em todo o mundo

13 itinerâncias realizadas, promovendo a circulação dos acervos e o acesso às exposições em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília e Buenos Aires

11 prêmios de Comunicação e Desenvolvimento Cultural

48 novos artistas contemplados na seleção da Piccola Galleria

11 presépios colaborativos com a participação do público

Mais de 200 empregos diretos e indiretos a cada exposição

750 pessoas atendidas em grupos PCDs, inclusivos, socioeducativos e de diversidade.

SERVIÇO

Exposição Renoir na Casa Fiat de Cultura
Período expositivo: 10 de março a 10 de maio de 2026
Visitação presencial: terça-feira a sexta-feira das 10h às 21h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h (exceto segundas-feiras)
Entrada gratuita

Bate-papo com o curador Fernando Oliva
Quarta-feira, 11 de março, às 19h30
Inscrições gratuitas pela Sympla: sympla.com.br/produtor/casafiatdecultura

Casa Fiat de Cultura
Praça da Liberdade, 10 – Funcionários – Belo Horizonte/MG
Circuito Liberdade

Horário de Funcionamento
Terça-feira a sexta-feira, das 10h às 21h
Sábado, domingo e feriado, das 10h às 18h

Informações
www.casafiatdecultura.com.br
casafiatdecultura@stellantis.com
facebook.com.br/casafiatdecultura
Instagram: @casafiatdecultura
X: @casafiat
YouTube: Casa Fiat de Cultura

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