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sábado, 11 de abril de 2026

Jeep cresce em vendas no primeiro trimestre do ano e Compass mantém a liderança entre os SUVs médios. Jeep emplacou 27.246 unidades em 2026 e cresceu em relação ao mesmo período do ano anterior. Compass lidera entre os SUVs médios em março e mantém liderança absoluta no acumulado do ano. Marca trouxe muitas novidades no primeiro trimestre, como o Novo Jeep Renegade, o Compass Blackhawk Flex e a tecnologia híbrida MHEV de 48V para Renegade e Commander

 



A Jeep fechou o mês de março com 10.118 unidades emplacadas, somando 27.246 vendas em 2026. Esse resultado acumulado de vendas representa um crescimento de 3% em relação ao mesmo período do ano passado. 



O Jeep Compass segue como destaque nas vendas. O SUV médio mais vendido dos últimos 9 anos mantém sua grande performance comercial e emplacou 5.435 em março. Com esses números, o Compass já soma 14.106 unidades comercializadas em 2026, um crescimento de 11% em relação aos três primeiros meses de 2025. No acumulado do ano, o Compass tem 22,4% de participação entre os SUVs médios no mercado brasileiro. 

Por sua vez, o Jeep Commander, que é uma referência de conforto e tecnologia entre os SUVs grandes de 7 lugares, emplacou 1.355 unidades em março, garantindo 4.056 emplacamentos no acumulado do ano. Com esses números, o Commander segue crescendo 16% em 2026. E completando a gama produzida no Brasil da Jeep, o Renegade emplacou 3.319 unidades em março e completou o primeiro trimestre do ano com 9.057 vendas acumuladas. Três primeiros meses de grandes novidades para pavimentar o ano da Jeep. 


Marca fechou o primeiro trimestre de 2026 com crescimento nas vendas e com novidades para os clientes
 

A estreia do aclamado motor Hurricane de 272 cv, agora na versão Flex, no Jeep Compass Blackhawk em janeiro, a chegada do Novo Jeep Renegade, a maior evolução do modelo desde o seu lançamento, agora com versões híbridas MHEV de 48V, além da chegada das versões híbridas MHEV de 48V e do Hurricane Flex também ao Jeep Commander demonstram toda a confiança que a marca Jeep tem no mercado brasileiro. Além disso, a chegada, ainda em 2026, do Jeep Avenger, completa a gama nacional e demonstra que a Jeep está alinhada ao que os clientes brasileiros desejam. 


“Fechamos o primeiro trimestre com ótimos números de vendas e, principalmente, muitas novidades aos clientes brasileiros. A Jeep promoveu a estreia da tecnologia híbrida MHEV de 48V em dois de seus modelos, garantindo ainda mais competitividade e alinhamento com a estratégia de descarbonização da Stellantis. Nesse sentido, trouxemos também o Hurricane TurboFlex com 272 cv de potência para Compass e Commander e a maior evolução já feita para o Jeep Renegade, que ficou incrível. Um interior completamente novo e muita força para seguir brigando no competitivo segmento dos B-SUVs”, comentou Hugo Domingues, Head da Jeep para a América do Sul. “Temos um ano importante para a Jeep no Brasil e começamos muito bem. A chegada do Avenger este ano nos fortalecerá ainda mais em um mercado cada dia mais concorrido. Estamos confiantes!”, completou Hugo.

sexta-feira, 10 de abril de 2026

Ícone da mobilidade e robustez que marcou gerações no Brasil, Fiat Palio completa 30 anos. Modelo chegou ao mercado em 1996 e, mesmo depois de 30 anos, ainda é lembrado por sua versatilidade, economia e robustez

 


Um dos veículos mais emblemáticos da indústria automotiva brasileira, reconhecido por sua versatilidade, economia e forte presença no dia a dia dos consumidores, completa 30 anos. Estamos falando do Fiat Palio, modelo que chegou ao Brasil em 1996 e rapidamente conquistou espaço no mercado ao oferecer uma combinação equilibrada de desempenho, conforto e muita robustez. 


O modelo, que foi lançado no ano em que a Fiat completava 20 anos de Brasil, foi desenvolvido com a colaboração do Instituto IDEA de Turim e do Centro de Estilo da Fiat italiana. Projetado para ser substituto do consagrado Uno, o Palio refletia modernas tendências, com linhas arredondadas e capô em ascensão bem evidente até encontrar um para-brisa amplo e inclinado. Mesmo com a montagem do estepe sob o assoalho, o porta-malas era maior que o do antecessor. 


O Palio também se destacou ao se tornar o primeiro carro 1.0 produzido no país a oferecer airbag e freios ABS, unindo custo acessível e tecnologias avançadas de segurança. Esse avanço evidenciou o esforço da marca em tornar recursos antes exclusivos de veículos premium mais acessíveis, contribuindo para elevar o nível de segurança dos carros populares e impactando toda a indústria automotiva no Brasil. 


O Fiat Palio foi lançado nas versões de três e cinco portas, com duas opções de motorização. A versão EL era equipada com o motor Fiasa 1.5, agora com injeção multiponto e potência de 76 cv. Já a versão 16V marcava a introdução do motor 1.6 com quatro válvulas por cilindro, capaz de gerar 106 cv, importado da Itália.  


O desempenho chamava atenção: o modelo atingia velocidade máxima de 188 km/h e acelerava de 0 a 100 km/h em apenas 9,2 segundos. Em julho do mesmo ano, chegaram as versões ED e EDX com motor 1.0, também com injeção multiponto, entregando 61 cv, que era a maior potência da categoria na época. 


Em 1998, foi introduzida uma opção intermediária, a versão ELX, equipada com o motor Sevel 1.6 de duas válvulas por cilindro e 82 cv. No ano seguinte, a linha ELX passou a contar também com a opção do motor Fiasa 1.0, ampliando ainda mais a gama de configurações disponíveis. 


Já em 1997, o Palio passou a participar de campeonatos de rally, mantendo-se ativo nas competições até 2010. Nesse período, acumulou um impressionante histórico de 28 títulos, entre campeonatos nacionais e sul-americanos de Rally de Velocidade. A Fiat sempre apostou nas competições como forma de comprovar, na prática, a confiabilidade de seus veículos e desenvolver novas tecnologias para aplicação em seus produtos. 


Dois anos depois, em setembro de 2000, o Palio passou por sua primeira reestilização.  Assinado pelo renomado projetista italiano Giorgetto Giugiaro, o modelo ganhou linhas mais retas e robustas, faróis mais eficientes, com parábola dupla de superfície complexa, em que o refletor orientava a luz e não mais a lente, comando hidráulico de embreagem, ar-condicionado mais eficiente e silencioso, painel, novos bancos, além de um motor fire 1.0 em versões de oito e 16 válvulas.


Já em 2002, o Fiat Palio Fire chegou para marcar uma fase de modernização da linha, focada em tornar o veículo mais acessível. Equipado com motores mais eficientes, com o Fire 1.0 e o 1.3, o modelo oferecia desempenho adequado para uso urbano, baixo consumo de combustível e manutenção acessível, características que colocaram o Palio como uma forte opção no segmento de entrada do mercado. Com design renovado e opções de acabamento prático, o Palio Fire consolidou-se como uma escolha inteligente para quem buscava um carro compacto, funcional e com bom desempenho.


Em 2003, o Palio passou por outra reestilização assinada por Giorgetto Giugiaro. Dessa vez, o modelo ganhou faróis maiores com dupla parábola e grade diferente, além de linhas mais retas na traseira. O veículo também ganhou itens de conforto que o deixava mais competitivo no mercado, como sensores de chuva e crepuscular, configurador My Car Fiat®, bolsas infláveis laterais, ajuste elétrico do banco do motorista, rádio/toca-CDs com MP3 e retrovisor interno fotocrômico. 


Além da versão Fire, que preservava o design anterior, o Fiat Palio também estava disponível nos acabamentos EX, ELX e HLX. Os motores Fire 1.0 de oito válvulas, agora com 65 cv, e o Powertrain 1.8 a gasolina permaneciam na linha, enquanto o Fire 1.3 introduzia uma importante inovação: o primeiro motor flex da Fiat, capaz de rodar com etanol ou gasolina. Com isso, sua potência subiu de 67 para 71 cv quando abastecido com etanol. Poucos meses depois, a tecnologia flex também foi incorporada ao motor 1.8, que passou a entregar 110 cv com combustível vegetal. 


Em 2005, o modelo ganhou uma versão mais esportiva, o Palio 1.8 R. Esse novo motor estreou na família Fiat Palio, trazendo evoluções técnicas já apresentadas no Fiat Idea, com mapeamento eletrônico exclusivo que entregava 115 cv com etanol. A suspensão, 12 mm mais baixa que a do Palio HLX, recebeu molas 15% mais firmes, amortecedores recalibrados e estabilizador dianteiro mais robusto. Além disso, os pneus 185/60 R14 substituíram os 175/65 R14 da versão convencional, reforçando o caráter esportivo do modelo. Ele também foi o primeiro carro compacto nacional a contar com a conectividade bluetooth.  


Dois anos depois, em 2007, o Palio passava pela terceira reestilização, a maior desde que foi lançado em 1996. A dianteira e a traseira passaram a apresentar um desenho mais arredondado, enquanto as laterais receberam um vinco na altura das maçanetas. 


Na versão de três portas, as janelas traseiras ganharam contorno mais reto. Os faróis deixaram de ter dupla parábola, e o 1.8 R passou a ser oferecido tanto nas versões de três quanto de cinco portas. 


No interior, o painel manteve o design anterior, mas a versão ELX recebeu novo quadro de instrumentos e apoio de braço central. O banco traseiro passou a vir de série com três encostos de cabeça. 


Na parte mecânica, os motores 1.0, 1.4 e 1.8 não sofreram alterações, sendo apenas equipados com pneus mais largos ou rodas de aro maior. No caso do 1.8 R, os pneus passaram de 185/60 R14 para 185/60 R15. A versão de entrada Fire manteve o visual do modelo anterior.  


Já em 2009, as mudanças lançadas no Palio foram leves, mas importantes. O modelo passou a contar com faróis biparábola com refletores elípticos no facho baixo, para melhorar a iluminação. A versão ELX agora podia ser equipada com motor de 1,8 litro e sistema Dualogic®, a caixa de câmbio manual automatizada da Fiat. Já em 2010, o modelo ganhou novo motor E.torQ na versão Essense. Essa motorização aumentou o desempenho do modelo, que passou a fazer 0 a 100 km/h em 9,3 segundos com uso de etanol, um excelente resultado na sua categoria. Depois, a mesma motorização passou a equipar também o Palio Adventure Locker e Palio Weekend Trekking.  

Em 2011, já consagrado como um dos sucessos da Fiat, o Palio chegou na sua nova geração. O modelo ganhou um design completamente novo, maior espaço interno, além de diversos itens de conforto. O Novo Palio era oferecido com três opções de motorização (Fire 1.0 EVO, Fire 1.4 EVO e 1.6 16V E.torQ, todos Flex) e em seis versões: Attractive 1.0, Attractive 1.4, Essence 1.6 16V, Essence 1.6 16V Dualogic, Sporting 1.6 16V e Sporting 1.6 16V Dualogic. A Fiat também passou a oferecer vários acessórios para personalizar o carro, como adesivos, badges e revestimentos internos. Com 30 anos de história, o Fiat Palio celebra três décadas de inovação, confiança e conexão com os brasileiros, sendo lembrado como um ícone do segmento de compactos.  

Stellantis SUSTAINera avança nas ambições de Economia Circular e expande o seu ecossistema REUSE. A SUSTAINera impulsiona o progresso em toda a estratégia dos 4R (Reconstruir, Reparar, Reutilizar e Reciclar), acelerando o desenvolvimento do ecossistema REUSE e reforçando a gestão de Veículos em Fim de Vida com novas capacidades de desmontagens próprias que serão divulgadas em breve

AMSTERDÃ, 10 de abril de 2026 – A SUSTAINera está expandindo suas operações globais e anunciará em breve o lançamento do seu terceiro Centro de Desmontagem de Veículos em uma nova região. Este avanço apoia a estratégia de internalização de competências críticas e reforça o controle sobre os materiais ao longo de toda a cadeia de valor da gestão de Veículos em Fim de Vida. A iniciativa ocorre na sequência dos lançamentos dos Centros de Desmontagem em Turim, Itália (em 2024), e em Osasco, Brasil (em agosto de 2025).

Papel estratégico dos Centros de Desmontagem

A nova unidade irá acelerar ainda mais as ambições de Economia Circular da Stellantis, expandindo a sua rede de capacidades de desmontagem totalmente detidas e operadas, processando Veículos em Fim de Vida para recuperar componentes totalmente funcionais para reutilização como peças de reposição originais. Os componentes que não podem ser reutilizados são encaminhados diretamente para fluxos de reciclagem, permitindo circuitos fechados que reintegram materiais valiosos na produção de novos componentes e veículos.

Um exemplo concreto é o circuito fechado do alumínio já implementado através do Centro de Desmontagem na Itália: os motores recuperados pós-consumo são fornecidos à SOREMO, parceiro pioneiro na reciclagem de motores de VFV, que os transforma em lingotes de alumínio utilizados na produção de novos motores.

Ao desenvolver um ecossistema eficiente de materiais em conjunto com uma ampla rede de parceiros, a SUSTAINera impulsiona uma transformação sustentável da cadeia de valor, reforçando o compromisso da companhia com a eficiência dos recursos ao longo de todo o ciclo de vida de seus produtos e reduzindo a dependência de matérias-primas virgens.

Resultados relevantes na gestão de Veículos em Fim de Vida

As operações realizadas através da joint venture Valorauto da SUSTAINera voltaram a superar os padrões europeus em 2025, com taxas de reciclagem e de recuperação de veículos em 89,9% e 97,7%, respetivamente.

No campo das Baterias de Alta Tensão em Fim de Vida, a reutilização fora do setor desempenha um papel fundamental na estratégia da SUSTAINera, acelerando a inovação em aplicações de segunda vida para baterias. Um exemplo concreto é a contribuição para o sistema de armazenamento de energia PIONEER no Aeroporto de Roma Fiumicino. Em 2025, o volume de energia proveniente de baterias de veículos elétricos vendido a terceiros para utilização em segunda vida cresceu mais de quatro vezes, atingindo 123.000 kWh.

Oferta Reuse da SUSTAINera no pós-venda

A expansão estratégica das atividades de Desmontagem de Veículos está igualmente alinhada com o crescimento do mercado global de peças de reposição em todas as regiões, impulsionado principalmente pelo envelhecimento da frota, pelo aumento das necessidades de manutenção devido à maior longevidade dos veículos e pela consequente procura de soluções de reparação mais econômicas. Em conjunto, essas tendências criam condições favoráveis para peças usadas originais, apoiando consumidores que procuram componentes genuínos do fabricante a um preço mais acessível.

A oferta Reuse da SUSTAINerafornecida pelos Centros de Desmontagem de Veículos da Stellantis e complementada por uma rede de operadores certificadosdisponibiliza uma vasta seleção de peças usadas originais como uma alternativa prática, sustentável e econômica no pós-venda. São componentes que podem ser até 70% mais acessíveis do que as peças novas, mantendo elevados níveis de confiabilidade, qualidade e total rastreabilidade”, afirmou Laurence Hansen, Vice-Presidente Sênior de Economia Circular da Stellantis.

Em 2025, o negócio Reuse da SUSTAINera registou um notável crescimento de 51% em relação ao ano anterior, impulsionado por:

1) Forte desempenho da plataforma de e-commerce B-Parts na Europa — incluindo um bem-sucedido lançamento no mercado do Reino Unido — e pelo primeiro ano completo de vendas na América do Norte, que confirmou uma tendência positiva. O inventário total da B-Parts nas duas Regiões foi significativamente reforçado, ultrapassando agora os 15 milhões de peças usadas para todas as marcas e modelos, melhorando assim a disponibilidade rápida e fácil para clientes finais e reparadores. O acesso da rede ao stock completo através dos catálogos Service Box e E-PER, para a Distrigo na Europa, e Dealer Connect na América do Norte, também contribuiu para o crescimento das vendas.

2) Vendas de peças usadas provenientes do Centro de Desmontagem do Brasil, através de loja física e canais digitais, incluindo a loja Circular Autopeças na plataforma de e-commerce Mercado Livre e uma futura plataforma própria.

Foram também recentemente lançadas lojas online de Peças Usadas da Stellantis SUSTAINera no eBay para disponibilizar peças recuperadas no Centro de Desmantelamento italiano em toda a Europa. Estas lojas complementam as vendas online da B-Parts e apoiam a crescente tendência de compras no pós-venda através de canais digitais.

Adicionalmente, na China, também foi lançada uma nova plataforma web de peças Reutilizadas através da joint venture Oruide, recuperando componentes das suas operações de desmantelamento de VFV.

Impulsionando o progresso na Estratégia dos 4R: Principais Marcos

Além da Reutilização, a SUSTAINera segue promovendo a Economia Circular da Stellantis, com avanços significativos nos demais pilares da estratégia dos 4R. O portfólio de produtos representa 27,4% da oferta total de pós-venda da Stellantis Parts & Services, impulsionado pelo lançamento de novos produtos e pela expansão do negócio:

Reconstruir

  • Expansão de um portfólio pioneiro com peças reconstruídas inéditas no mercado europeu, incluindo faróis LED, ecrãs multimédia, depósitos DPF e novas pinças multimarca.
  • Ampliação da oferta na América do Norte com amplificadores, motores e transmissões reconstruídos.
  • Mais de 28.600 motores reconstruídos no Hub de Economia Circular SUSTAINera, na Itália, quase o triplo do volume de 2024.

Reparar

  • O negócio cresceu 48% face ao ano anterior, apoiado pela expansão das atividades na América do Norte e pela implementação do projeto de Recondicionamento de Carros na América do Sul.
  • Rede de serviços para baterias de alta tensão expandida para 30 Centros de E-Repair a nível global.
  • Crescimento adicional impulsionado por parcerias do Hub de Economia Circular com a Ayvens e a Leasys para recondicionamento de veículos.

Reciclar

  • Lançamento de baterias recicladas de 12V, ampliando a gama de produtos reciclados para além de lubrificantes, limpa-vidros e fluidos de refrigeração, oferecendo qualidade equivalente à original e reduzindo o desperdício.

Os resultados confirmam que a SUSTAINera vem acelerando o compromisso da Stellantis com a Economia Circular, enquanto fortalece um desempenho empresarial responsável.

Sobre a SUSTAINera 

A SUSTAINera é a divisão da Stellantis dedicada às atividades de Economia Circular, disponibilizando uma gama de produtos e serviços sustentáveis no âmbito da oferta de pós-venda da Stellantis. A missão da SUSTAINera é oferecer aos clientes soluções sustentáveis, transparentes e acessíveis, sem comprometer a qualidade. Contribui para a proteção ambiental ao reduzir o desperdício, limitar o consumo de recursos naturais e diminuir a pegada de carbono. A SUSTAINera desempenha um papel fundamental na descarbonização, apoiando a transição para um modelo mais responsável e sustentável. Para mais informações, visite www.sustainera.com

Stellantis entrega primeira unidade móvel do programa Proteja Minas para prevenção da violência contra mulheres em Minas Gerais. Base móvel desenvolvida a partir de uma Fiat Ducato amplia acesso a serviços de orientação e acolhimento para mulheres e meninas. Veículo adaptado pela Plataforma de Veículos Especiais da Stellantis permite atendimento itinerante em diferentes cidades e regiões do estado. Estrutura conta com área interna de acolhimento, sistema elétrico independente e espaço externo para ações de mobilização comunitária

 


Betim, 2026 – A Stellantis entregou a primeira Unidade Móvel de Prevenção à Criminalidade do programa Proteja Minas, iniciativa da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (Sejusp-MG) voltada ao combate à violência contra mulheres e meninas no estado. Desenvolvida a partir de uma Fiat Ducato e transformada pela área especializada da empresa na personalização e adaptação de veículos para diferentes usos no Brasil, a base itinerante amplia o acesso da população a serviços de orientação e acolhimento. A entrega ocorreu em março, mês em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, reforçando o simbolismo da iniciativa.

O projeto foi conduzido pela Plataforma de Veículos Especiais da América do Sul da Stellantis, responsável por desenvolver soluções sob medida para clientes institucionais, corporativos e governamentais, a partir da demanda apresentada em edital público da Sejusp-MG. A partir da Ducato, a equipe técnica projetou uma estrutura adaptada para atendimento itinerante, permitindo que serviços de orientação, prevenção e encaminhamento cheguem a diferentes territórios e comunidades vulneráveis, ampliando o acesso de mulheres e meninas à rede de proteção.

“A transformação desse veículo mostra como a engenharia automotiva pode contribuir diretamente para políticas públicas que impactam a vida das pessoas. Ao desenvolver uma unidade móvel voltada à prevenção e ao enfrentamento da violência, ajudamos a levar orientação e acolhimento a mulheres e meninas que muitas vezes têm dificuldade de acessar esses serviços. A tecnologia faz ainda mais sentido quando é utilizada para fortalecer iniciativas como essa”, afirma Frederico Fialho, vice-presidente de Planejamento de Programas e Produtos da Stellantis para a América do Sul.

Projetado para funcionar como um espaço móvel de atendimento, o modelo adaptado, na versão Maxicargo, recebeu modificações estruturais que possibilitam a realização de orientações e encaminhamentos de forma segura e reservada. O veículo conta com área interna preparada para acolhimento, iluminação reforçada e mobiliário funcional, além de um sistema elétrico independente que garante o funcionamento de equipamentos mesmo com o veículo estacionado.

A estrutura da unidade móvel inclui pontos de energia distribuídos pelo compartimento de atendimento e climatização adequada, permitindo a realização de atendimentos e atividades com conforto e segurança. O ambiente também foi equipado com frigobar, micro-ondas e circulador de ar, assegurando melhores condições de permanência para equipes e usuários durante as ações em campo, além de contar com sistemas de sinalização visual e sonora e itens de segurança que reforçam a confiabilidade da operação.

Na parte externa, a unidade conta com toldos retráteis e área de apoio para atendimentos e mobilização comunitária, ampliando a interação com a população. O acesso foi projetado para facilitar a entrada dos usuários, com escada retrátil e estribos laterais reforçados, enquanto o revestimento interno e o piso lavável garantem durabilidade e facilidade de manutenção, contribuindo para o uso contínuo da estrutura em diferentes territórios.

Sobre o programa Proteja Minas

A Unidade Móvel de Prevenção à Criminalidade circulará por municípios e territórios definidos a partir da análise dos índices de violência contra a mulher e da articulação com a rede local de proteção. O atendimento poderá ocorrer tanto por procura espontânea quanto por encaminhamento de serviços já existentes no território, oferecendo orientação e apoio a mulheres e meninas que necessitem de acolhimento ou informação.

Protagonismo em veículos transformados

Nos últimos anos, a Stellantis tem ampliado sua atuação em projetos de veículos transformados voltados a operações essenciais, atendendo demandas que vão desde logística e serviços até aplicações nas áreas de saúde, mobilidade e assistência social. Essa atuação é sustentada por engenharia dedicada e processos estruturados de adaptação, com empresas parceiras certificadas pela Stellantis, com foco no desempenho, ergonomia e eficiência das operações em campo.

Entre os projetos já desenvolvidos pela companhia estão o Vacimóvel, vans adaptadas para o transporte de pessoas que utilizam cadeiras de rodas, ambulâncias e soluções voltadas à segurança pública, com transformações realizadas em picapes, utilitários e vans do portfólio das marcas da Stellantis.


Stellantis consolida liderança no Brasil, Argentina e América do Sul no 1º trimestre de 2026. Foram mais de 232 mil veículos emplacados entre janeiro e março na região e cerca de 21,2% de participação de mercado. No Brasil, a Stellantis emplacou mais de 174 mil unidades no período, alcançando 29,1% de market share. Na Argentina, foram mais de 42 mil veículos vendidos no primeiro trimestre, com 28,9% do mercado

 

Peugeot 208 foi o vice-líder de vendas no 4º trimestre 2025, na Argentina

Betim, abril de 2026 – A Stellantis encerrou o primeiro trimestre de 2026 consolidando sua liderança nos principais mercados de automóveis e comerciais leves da América do Sul. De janeiro a março, a companhia emplacou mais de 232 mil veículos e deve fechar o período com cerca de 21,2% de participação de mercado, mantendo a primeira posição em países estratégicos, como Brasil e Argentina.

Somente em março, foram comercializadas mais de 89 mil unidades no mercado sul-americano, alta de 29% em relação a fevereiro, garantindo participação de 20,7% na região.

“Os nossos resultados na região refletem uma estratégia de longo prazo, construída a partir do entendimento das necessidades dos nossos clientes e da capacidade de adaptação às dinâmicas de cada mercado. Seguimos evoluindo com foco em competitividade, eficiência operacional e capacidade de execução, apoiados por um portfólio amplo e uma base industrial sólida. Esse posicionamento nos permite sustentar nosso desempenho mesmo em um cenário em constante evolução”, afirma Herlander Zola, presidente da Stellantis para a América do Sul.

No Brasil, a Stellantis emplacou mais de 174 mil veículos no acumulado do ano, alcançando 29,1% de participação no mercado, avanço de 0,3 ponto percentual em relação ao 4º trimestre de 2025. Em março, a companhia somou mais de 70 mil unidades comercializadas no país, crescimento de aproximadamente 29% na comparação com o mesmo mês do ano anterior.

Na Argentina, a Stellantis mantém a liderança no primeiro trimestre do ano, com mais de 42 mil veículos emplacados e 28,9% de participação no mercado, avanço de 1,8 ponto percentual em relação ao 4º trimestre de 2025. No período, a companhia também contou com três veículos entre os dez mais vendidos do país: o Peugeot 208 na vice-liderança, o Fiat Cronos em terceiro lugar e o Peugeot 2008 na nona colocação, consolidando sua presença entre os principais modelos do mercado.

Em março, a companhia comercializou mais de 12,5 mil unidades no mercado argentino, com destaque para o Peugeot 208, que foi o modelo mais vendido no mês, com 2,2 mil unidades.

No Chile, a Stellantis mantém a segunda posição entre as empresas líderes do mercado, com evolução consistente de participação. Em março, a companhia emplacou 2,6 mil veículos e alcançou 9,7% de market share, avanço de 0,9 ponto percentual em relação a fevereiro. No acumulado do primeiro trimestre, já são mais de 6,6 mil unidades comercializadas no país.

No segmento de veículos comerciais leves (LCV), a Stellantis segue ampliando sua liderança no mercado brasileiro, com 53,6% de participação no acumulado do ano, avanço de 7,6 pontos percentuais em relação a 2025. Em março, a companhia alcançou 54,3% de market share, alta de 9,5 pontos percentuais.

Desempenho global no 1º trimestre

Nos Estados Unidos, a Stellantis registrou crescimento de 4% nas vendas no primeiro trimestre de 2026, com 305.902 veículos comercializados. O desempenho foi puxado por marcas estratégicas, como Ram, que avançou 20%, e Jeep, que também apresentou crescimento no período, refletindo o fortalecimento do portfólio e a chegada de novos modelos ao mercado norte-americano.

Na Europa, o desempenho também se mantém positivo, com destaque para a Itália, onde a Stellantis cresceu 16,2% no acumulado do trimestre, acima do avanço de 9,4% do mercado local, alcançando 32,5% de participação e 157.780 unidades comercializadas. Em março, a companhia liderou o ranking dos modelos mais vendidos no país, com Fiat Pandina, Jeep Avenger e Leapmotor T03 nas três primeiras posições.

Polo Automotivo de Betim alcança 17 milhões de transmissões e reforça papel estratégico da Stellantis na América do Sul. Marco histórico consolida quase cinco décadas de produção iniciada em 1976, com o Fiat 147. Unidade acompanha evolução tecnológica e atende ao portfólio multimarcas da Stellantis. Polo de Betim é referência na produção de powertrains na América Latina

 


Betim, abril de 2026 – A Stellantis alcançou um novo marco histórico ao atingir 17 milhões de transmissões produzidas no Polo Automotivo de Betim (MG). O resultado consolida uma trajetória industrial iniciada em 1976, com as primeiras transmissões manuais destinadas ao Fiat 147, e reforça o papel estratégico da unidade para a operação da companhia na América do Sul.

Às vésperas de completar 50 anos, o Polo de Betim se consolidou como referência na produção de componentes essenciais para o desempenho e a eficiência dos veículos, acompanhando a evolução tecnológica da indústria automotiva. Inicialmente voltadas a modelos compactos, as transmissões hoje equipam veículos de diferentes segmentos das marcas Fiat, Peugeot e Citroën.

“Alcançar 17 milhões de transmissões produzidas é um marco que reforça a importância histórica e estratégica do Polo de Betim para a Stellantis e para a indústria automotiva na América do Sul. Ao longo de quase cinco décadas, construímos uma base industrial sólida em Minas Gerais, que segue evoluindo com foco em eficiência, inovação e desenvolvimento regional”, destaca Herlander Zola, presidente da Stellantis para a América do Sul.

“A produção de transmissões em Betim reflete a maturidade dos nossos processos industriais e o alto nível de especialização da operação. Trabalhamos com padrões rigorosos de qualidade, produtividade e eficiência, que garantem competitividade e sustentam o atendimento ao portfólio multimarcas da Stellantis na região”, afirma Glauber Fullana, vice-presidente sênior de Manufatura da Stellantis para a América do Sul.

Escala e evolução industrial

O marco de 17 milhões de transmissões é acompanhado por outros indicadores que evidenciam a escala e a evolução da operação ao longo do tempo. Desde o início das atividades, o Polo de Betim já ultrapassou a marca de 425 milhões de peças usinadas e processou cerca de 204 mil toneladas de aço, além de 32 mil toneladas de ferro fundido e 15 mil toneladas de alumínio, refletindo a complexidade e a robustez do sistema produtivo instalado na unidade.

A produção de transmissões está inserida em uma estrutura que ocupa aproximadamente 41 mil metros quadrados e reúne atividades de usinagem, tratamento térmico e montagem, com capacidade para produzir mais de 1,6 mil transmissões manuais por dia.

Atualmente, cerca de 600 colaboradores atuam nessa operação, responsável pela produção dos câmbios manuais C-513, utilizados em modelos das marcas Fiat, Peugeot e Citroën, como Strada, Pulse, Argo, Mobi, Cronos, Fiorino, Basalt, C3 e 208.

Referência na América Latina

O Polo de Betim abriga o maior centro de produção de powertrains da América Latina, consolidando-se como uma das operações industriais mais relevantes da Stellantis na região. No ano passado, a unidade registrou a produção de 1 milhão de motores da família GSE Turbo, reafirmando sua trajetória de crescimento industrial. A planta também é responsável pela produção da família Firefly.

Parte dos powertrains produzidos pela linha de motores de Betim são associados à tecnologia Bio-Hybrid, que equipa modelos como Fiat Pulse, Fiat Fastback, Peugeot 208, Peugeot 2008 e Jeep Renegade, os primeiros híbrido-flex desenvolvidos e produzidos na América do Sul.

Para celebrar o marco de 17 milhões de transmissões produzidas em Betim (MG), a Stellantis preparou um vídeo especial com os principais destaques da área de powertrain. O conteúdo está disponível no canal oficial da companhia no YouTube. Assista aqui: https://www.youtube.com/watch?v=FStbKKm9n9g

Ram leva gama completa para a Expolondrina 2026, até 19 de abril, que está disponível para test-drive e exibe as picapes a diesel da linha Heavy Duty, além da Nova Ram Dakota, que promove a estreia da marca no segmento de picapes médias, e a Rampage

  


Acontece até 19 de abril em Londrina, munícipio paranaense localizado a 381 quilômetros da capital Curitiba, Expolondrina 2026. O evento, que figura entre    os mais completos do universo agro na América Latina, apresenta um  espaço para a geração de negócios, as mais recentes tecnologias e inovações para o setor e leva entretenimento e cultura para todas as idades. 

A Ram, que possui forte ligação com o agro, leva a gama completa para a Expolondrina. A nova Dakota, que promove a estreia da marca no segmento de picapes médias, é uma das atrações do estande. Impulsionada pelo eficiente motor 2.2 Turbodiesel de 200 cv de potência e 450 Nm (45,9 kgfm) de torque, sempre acoplado a uma transmissão automática de oito marchas e com tração 4x4 Auto, a Dakota é exibida nas duas versões disponíveis para os brasileiros: Laramie, com o tradicional acabamento composto por cromados nos logos, grade e retrovisores; e Warlock, que é equipada com elementos que remetem ao off-road. 

As duas, além de expostas no espaço da Ram na Expolondrina, também estarão disponíveis para test-drive, assim como a Rampage, primeira picape da marca desenvolvida e produzida fora da América do Norte e que é sucesso de público e crítica desde o lançamento. 

Completam o estande a poderosa 1500, a picape a gasolina mais potente e veloz à venda no Brasil, que possui sob o capô o impressionante motor Hurricane 6 biturbo, que entrega 426 cv de potência e 635 Nm de torque (64,8 Kgfm) e permite ao modelo acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 5,3 segundos. 

Fechando a gama e a lista de picapes que os visitantes poderão ver de perto no espaço da Ram na Expolondrina estão as novas 2500 e 3500 2026, que integram a linha Heavy Duty.

A dupla, equipada com o motor Cummins® 6.7 Turbodiesel High-Output de 436 cv de potência e 1.458 Nm (148,7 kgfm) de torque, é a mais potente disponível no país entre as movidas a diesel. Além das picapes, o público poderá ver ainda a linha de acessórios originais da Ram, desenvolvidos pela Mopar. 

Serviço – Expolondrina 2026  

Data: até 19 de abril   

Local: Parque Ney Braga Eventos - Av. Tiradentes, 6275 - Cilo 2, Londrina - PR, CEP 86072-000  

Ingressos: clique aqui 

Coluna Fernando Calmon

 Coluna Fernando Calmon


 Nº1.396 — 10/4/2026

Vendas em março avançaram,

mas sem impacto nas previsões



Notícias não poderiam tão encorajadoras. Março foi um mês com mais dias úteis este ano e, portanto, favorável para as referências tradicionais de vendas, produção e exportações. Basta constatar: emplacaram-se 269,5 mil automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, as melhores vendas desde março de 2013, ano marcado pelo segundo melhor resultado da história da indústria automobilística nacional.


Até os importadores têm o que comemorar: crescimento de 40% de fevereiro para março. Entretanto no primeiro trimestre, o avanço foi modesto: 5,6%. As exportações tiveram um bom e um mau resultado: março sobre fevereiro cresceram 21%; mas no primeiro trimestre caíram 18,5% em relação a 2025.


Igor Calvet, presidente da Anfavea, mantém cautela em razão dos conflitos no Oriente Médio e adiou uma revisão dos números do ano de 2026 até os cenários externos e internos se consolidarem. 


Arcélio dos Santos Junior, presidente da Fenabrave, informou que o crescimento deste ano de veículos (sem computar motocicletas e tratores) giram em torno dos 3%. Percentual previsto semelhante ao da Anfavea.


O programa Carro Sustentável continua sendo, perdão do trocadilho, o sustentáculo das vendas até agora. Com o IPI zerado para apenas sete modelos compactos, a comercialização disparou 30% desde julho do ano passado. Há exigências de eficiência energética, sustentabilidade e adensamento industrial, mas os incentivos se enceram em 31 de dezembro próximo.


As expectativas para os próximos anos estão focadas na reforma tributária que entrará em vigor, por etapas, a partir de janeiro de 2027. Automóveis continuarão a ser altamente taxados pelo imposto seletivo, apelidado de imposto do pecado por incidir sobre bebidas alcóolicas e outros produtos nocivos à saúde, que se soma ao IVA (Imposto sobre Valor Agregado), no lugar do IPI e do ICMS. 


Não tem mais jeito. Automóveis no Brasil mantêm-se condenados à supertaxação, inédita no mundo civilizado, por se constituírem em bens de alto valor agregado e muito fácil de serem alcançados pelos fiscos federal, estadual e municipal.


Em nenhum momento os governos, em todos os níveis, querem arriscar a perder, em linguagem descontraída, a arrecadação proporcionada por uma autêntica “galinha dos ovos de ouro”. Esta metáfora, segundo I.A., vem de Esopo, lendário fabulista da Grécia Antiga.


Renegade 2027 atualiza linhas e interior

Lançado em 2015, o SUV compacto da Jeep precisava mesmo de atualizações visuais. Foram discretas, na realidade, para manter a aura de um fora-de-estrada. Versão de topo Willys é a única no segmento com apelo raiz e tração 4x4. A grade do radiador teve as tradicionais sete fendas fechadas, o que diminuiu seu apelo visual. 


Em compensação o para-choque dianteiro ficou menos vulnerável às duras condições de fora de estrada, embora um pouco embrutecido. Atrás, novo para-choque e retoques nas lanternas. Rodas de liga leve usinadas de 17 e 18 pol. marcam o ano-modelo.


Dimensões, praticamente, as mesmas (mm): comprimento, 4.270; entre-eixos, 2.566; largura, 1.805 (2.018 contando os espelhos); altura, 1.706. Volumes (L): porta-malas, 320 (um ponto fraco); tanque, 55. Motor 4 cilindros, 1,3 L turbo flex: 176 cv (E/G); 27,5 kgf·m (E/G). 


Consumo (km/L, Inmetro): cidade, 11,9 (G); 8,3 (E); estrada, 11,8 (G); 8,6 (E). Alcance (km): cidade, 665 (G) e 457 (E); estrada, 649 (G) e 473 (E). Tração dianteira e 4x4. Câmbio automático epicíclico, seis marchas (nove marchas, no Willys).


Interior recebeu nova tela multimídia de 10,1 pol. com as conexões de praxe e o mesmo console do Compass que inclui agora saída de ar climatizado para o banco traseiro. Materiais de acabamento mais caros de antes mudaram, embora a nova combinação de texturas e cores agrade. Foi retirada a alça de apoio no painel para o acompanhante do motorista, mas este conta com ajustes elétricos no banco (versões Sahara e Willys).


Maior novidade mecânica é o sistema semi-híbrido, desta vez de 48 V, 15,5 cv e 6,6 kgf·m. A marca, acertadamente, a identifica agora com uma plaqueta MHEV e não mais Hybrid (12 V) como em outros modelos da Stellantis. 


Diferença no desempenho difícil de perceber, mas no modo Sport deu para sentir uma pequena melhora nas respostas ao acelerar durante as primeiras impressões em asfalto e fora de estrada. Aceleração indicada de 0 a 100 km/h em 8,6 s.

Preços: R$ 141.990 a R$ 189.490.


Teste: WR-V EXL atrai por preço e espaço

Concorrência acirrada levou a Honda a dispor de dois SUVs no segmento dos compactos. Apesar da nomenclatura poder confundir, o WR-V tem proposta diferenciada do HR-V. Um pouco mais espaçoso internamente, porta-malas 29% maior (458 L, entre os maiores do segmento), massa em ordem de marcha 25 kg menor e apenas disponível com motor de aspiração natural (potência 51 cv menor em relação ao motor turbo). Em compensação, oferece preço mais atraente.


Estilo com linha de cintura e capô altos e dimensões próxima aos rivais: comprimento, 4.325 mm; entre-eixos, 2.650 mm, largura; 1.790 mm e altura, 1.650 mm. Dispensou “indefectíveis” barras longitudinais no teto. Faróis e lanternas em LED completam a nova identidade visual.


A fim de manter preço competitivo, o motor é de 1,5 L, aspiração natural, o que limita acelerações e retomadas: 126 cv (E/G) e torque de 15,8 kgf·m (E) e 15,5 kgf·m (G). Câmbio automático CVT de sete marchas inclui estratégia de redução automática nas frenagens e descidas para criar efeito de freio-motor, porém sem modos de condução definidos para desempenho ou economia. Consumo, padrão Inmetro: 8,2 km/l (E)/12 km/l (G), na cidade e 8,9 km/l (E)/12,8 km/l (G), na estrada. Tanque de combustível de somente 44 L restringe o alcance frente a concorrentes que têm mais de 50 L.


No teste, destacaram-se posição ao volante e espaço traseiro. Tela multimídia de 10 pol. oferece espelhamento sem fio para Android Auto e Apple CarPlay. Recarga do celular apenas através de portas USB-A, mais lenta que a USB-C. Banco traseiro conta com uma tomada de 12 V e saídas de ar climatizado.


Em segurança, WR-V não decepciona: seis airbags e cinco recursos adicionais, destacando-se frenagem autônoma de emergência e assistente de permanência na faixa sem ser muito invasiva. Versão de topo EXL dispõe de sensores de estacionamento traseiro e dianteiro.

Preço: R$ 154.000.

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