Pesquisar este Blog do Arnaldo Moreira

quinta-feira, 13 de março de 2014

O TEMA PRINCIPAL DA COLUNA DESTA SEMANA DE ROBERTO NASSER É O LANÇAMENTO DA MAXIVAN JAC T8 QUE O BLOG TEVE OPORTUNIDADE DE TESTAR, GERANDO UMA MATÉRIA COMPLETA SOBRE ESSE CARRO. VALE A PENA CONHECER A OPINIÃO DO NASSER SOBRE O NOVO CHINÊS QUE CUSTA R$ 115 MIL E LEVA SETE PASSAGEIROS COM CONFORTO. NASSER "FALA" AINDA SOBRE O ALFA 2300 E DO NOVO TOYOTA COROLLA.


Coluna nº 1.114 - 13 de Março de 2014
____________________________________

JAC T8, o primeiro carro da Copa

Ano de turistas, veículos para atendê-los. Parece a motivação de importar o JAC T8 - T de transporte, oito dos usuários. 


Com ele a montadora chinesa por seu sócio brasileiro quer disponibilizar deslocamento confortável a hóspedes de hotéis e pousadas, meio termo entre automóveis e as vans diesel Mercedes Sprinter e Fiat Ducato, líderes no segmento, maiores, mais caras.

O mercado já o apelidou pelo engenheiro/jornalista Josias Silveira: Jacão – JAC grande, coerente com seus 5,10m de comprimento – candidato a suprir o ocioso espaço do fim do utilitário VW.

A JAC o classifica Multivan, como o faz a marca alemã com o sucessor da Kombi, o T6 – transporte, 6ª. geração... Nada a ver com a extinta. 


É maior, espaçoso, tratado com identificação em automóvel: tapetes felpudos, revestimento interno em couro, bancos individuais à frente, na segunda fila, aí poltronas girando 360 graus. Confortáveis, teto solar a servi-las. 

Exibe o DNA chinês, de pouca vivência no setor. Virados para trás, os cintos de segurança não funcionam, inviabilizando seu uso. 

Ao fundo, na cozinha, banco único, encosto não reclinável, cinto abdominal para o passageiro central. 2ª classe.

Outro item clama por re
projeto, a rumorosidade do motor/hélice do radiador, dá o tom sonoro na cabine.

Bom ar condicionado, motor quase forte – 2.0, 16 válvulas, turbo, 175 cv a 5.400 rpm, e 26,5 m.kgf de torque, porém surgidos a mais de 4.000 rpm, pouco responde em baixas rotações, exige condução como se fosse carro 1.0 –, mudanças de marcha com motor a mínimos 60% da faixa vermelha. Transmissão mecânica, seis velocidades, freios a disco sólido nas 4 rodas.

Para o tipo de uso, vai-se bem, dentro das limitações do projeto. O ideal é não deixar cair de 120 km/h para tê-lo em última marcha. 

Fora isto, subidinhas exigem troca-troca, de 6ª para 5ª e desta para 6ª, e volta, e continua. 

O motor de automóvel para puxar utilitário com mais de duas toneladas entre peso próprio, passageiros e bagagens exige atenção. 

A relação de marchas mereceria ser melhorada. Também, o train boulandeur, francês abrasileirado para Trambulador – o conjunto de acionamento da alavanca ao console para engrazar as marchas. É impreciso, voluntarioso, exige ser servido com atenção. Deviam ter copiado o da Kombi ...

Suspensão frontal macia, traseira por eixo rígido, porém desacerto de agendas entre as duas, impede comportamento harmônico.

Vai? Vai!
Não tenha dúvidas, venderá. É mais confortável e barato que as vans diesel, exigindo ser equipadas para igualar-se – e aí a diferença de preço aumentará. 

Item de conter custos, por peso e lotação dispensa a carteira C - qualquer pouca prática estará legalmente habilitado à condução, incluindo o jardineiro, o recepcionista, o quebra-galhos da pousada ou do hotel. 

Entrega bom pacote por R$ 115 mil, equipada – mas falta GPS no painel. Aplicação turística exige.

Regulagem
A indústria do automóvel na China nada cria. Copia, se apropria, compra soluções, como o motor. 

Mas o tempo de atividade e o jeito de fazer não permitem depurar, sedimentar, aprender. Assim, há inconvenientes não mais encontráveis em veículos de outros países de atividade tradicional.

Bobagens simplórias, de fácil solução por meia dúzia de engenheiros brasileiros: da Honeywell dos turbos; da Fiat para o isolamento termo acústico e o diálogo das suspensões; da Renault ou PSA na harmonia das marchas relativamente ao motor; e algum aposentado da Volkswagen – ou o nunca lembrado engenheiro Ângelo Gonçalves, fundamental na implantação de nossa indústria, criador do trambulador para o Brasinca/Uirapuru, para acertar o engate de marchas.

Carros chineses exigem generosidade para serem considerados. Ficarão bons, seguros, competitivos, mas o diabo é o tempo para esta evolução.

Jacão, o JAC T8, transporte turístico


Alfa 2300, 40 anos, na estrada
Pergunte a um Alfista e ele dirá: nunca o Brasil teve um carro tão bom de estrada como o modelo 2300. 

Exclusividade nacional, harmônico, foi o primeiro nacional com freios a disco nas 4 rodas, transmissão com cinco marchas e sincronizadores Porsche. 

Estável, bom de freios, uma classe à parte em meio a projetos antigos como Chevrolet Opala, Dodge Dart, Ford Galaxie. 

Durou pouco, de março 1974 a janeiro 1987. A Fiat comprou a Alfa e no Brasil sem intimidades com carros grandes, optou encerrá-lo.


Alfistas, em especial os associados ao grupo Alfa Romeo BR e ao virtual clube Alfa Romeo MG, farão viagem com o estradeiro 2300 para comemorar e, no 25 de março estarão em Xerém, pé da Serra de Petrópolis, imponente instalação industrial onde começou
 a ser feito. Dois dias após, visita à fábrica Fiat, em Betim, MG, de onde saíram as últimas unidades.


Apoiam entidades italianas como Automobilismo Storico Alfa Romeo, a Enit Agenzia Nazionale Del Turismo, e o Museu Nacional do Automóvel, de Brasília.

Logo dos festejos com Alfa 2300


Roda-a-Roda


DS, da Citroën, pode virar marca Premium


Outra – Carlos Tavares, português, ex-quase sucessor na liderança da Renault e iniciando direção da concorrente PSA/Peugeot-Citroën, quer criar nova marca Premium. Será a DS. Agradou-se destes produtos especiais da Citroën.


Próprio – Para novos clientes, novo Jaguar, o XE. Menor, porte de BMW series 3, Audi A3, Mercedes C Class. E estrutura monocoque e carroceria em alumínio, buscando menor peso, melhor resultado dinâmico, consumo, emissões.


Motor – Deixa os Ford – a quem comprou a marca – por propulsores de projeto e lavra própria, os Ingenium, com peças intercambiáveis entre gasolina e diesel. 

Presumidos quatro cilindros, turbo, muito torque, superiores aos 2.0, quatro cilindros, 240 cv da Ford, equipamento de Fusion e Land Rover Evoque.


Mais – Dito o mais refinado dentre os sedãs médios, verdadeiro Jaguar, foge da imagem do modelo X, bom em performance, mas apenas um Mazda com decoração Mazda –, a pobreza foi-lhe letal. Detroit, janeiro, 2015.


Novo – Maior, mais largo, mais caro. A nova geração do Corolla cumpre o descrito pela Coluna – continua careta na opção pela versão europeia, desconsiderando a norte americana, mas atrevida. 

Oito centímetros maior em comprimento, 10, em entre eixos, 1 cm mais largo. Motores idênticos aos anteriores, 1.8 e 2.0, flex, quatro cilindros, 16 válvulas, porém, com os comandos com abertura variável.


Ganho – Além de mais espaço interno, o rendimento melhorará com a adoção de transmissões mais atualizadas, manual com seis velocidades, ou continuamente variável, dito CVT, com sete posições. 

Preços crescem: 1.8 manual, simples, R$ 66,5 mil. Topo de linha, 2.0 Altis, automático, R$ 93 mil.


E? - Aumentos, inexplicáveis, uns R$ 1,8 mil na versão básica e R$ 6,2 mil de topo. Mas faz parte. Apressadinhos pagarão tabela cheia e, logo após, vendas cairão e fábrica dará bônus aos revendedores para repassar aos compradores.


Novo Corolla – carola. Grade parece cruza de Honda com Hyundai


Menos – Produção de veículos recuou 2,7% no primeiro bimestre de 2014, causas locais e a queda nas exportações para a Argentina onde o pânico de caixa tenta segurar a exportação de dólares – sem pagar as compras.


Mais – Porém, o bimestre foi o melhor da história em licenciamentos: 571,9 mil unidades, expansão de 4,6% em relação a período igual, em 2013.


E mais – Fevereiro, novo recorde na Audi Brasil: 1.115 vendas. Para noção, em dois meses de 2014, 2.224 – ano passado 6.600. Neste quer 10 mil. 

A gestão de Jörg Hoffmann marca-se por intensa propaganda, preços contidos, motivação da rede de revendedores, esforço para criar parque circulante com a marca, preparando início de produção do A3 Sedan, para 2015.


Resultado – A pró-atividade da Audi neste segmento – de maior venda de marcas Premium – instiga a BMW. 

Começa campanha na TV, focando no Série 3, concorrente do Audi A3. Falta a Mercedes promover o Classe C.


Número – Indústria do automóvel em mercados sedimentados sonha com 5 a 7% de lucro final. 

Sergio Marchionne, CEO da FCA - Fiat Chrysler Automobiles - anunciou fazer o jipinho Renegade em Pernambuco e disse, no primeiro ano a Fiat no Brasil voltará aos lucros de dois dígitos. 

Quebrou o argumento setorial de décadas: fazer carro no Brasil mal paga as contas. Paga bem.


Justiça – Governo Federal cobra R$ 2 milhões da CN Auto, importadora, e de Washington Armênio Lopes, fundador da Asia Motors no Brasil, multa sobre os incentivos aplicados aos veículos e à nunca cumprida promessa de construí-los no País. A Asia lançou duas pedras fundamentais e nada fez.


Kia – Supremo Tribunal Federal e tribunal internacional decidiram, a Hyundai, assumindo a Kia e a Asia, nada tem a ver com o assunto.

A Asia dos incentivos era empresa nacional. A CN tem/teve ligações com Armênio, e aplica aos importados chineses Jinbei, as marcas da antiga Asia: Towner e Topic.


Agora vai? – Indústria, academia e capital visam permear ao álcool o ganho de tecnologia dos motores a gasolina. 

Duplo comando variável de válvulas, injeção direta, turbo, mudaram regras. Creem, o álcool melhor aproveitará.


História – Eng. Ronaldo Salvagni, da Escola Politécnica da USP, diz, é urgente o País renovar a tecnologia dos motores a álcool: "O que temos hoje é gambiarra. Um motor adaptado". 

Desenvolver esta tecnologia motivará produzir e exportar etanol. O CTA, Centro Técnico Aeroespacial, nos anos ’80 iniciou desenvolver motor V8, a álcool, para trabalho. Mas forças ostensivas cortaram o projeto.


Ocasião – Dia 18 motor a álcool e uso de turbo serão pontos quentes do Seminário Internacional de Biocombustíveis, S. Paulo. Pode ser luz no caminho.


Usados – Estudo da DEKRA, multi alemã de serviços ao setor automotivo, indica, nos maiores mercados mundiais os ponteiros do mercado se mexeram: usados subiram 3% em vendas e novos caíram 15%. No Brasil, em 2013, usados mais 4,7%, novos menos 1,6%.


E? – Diz, condições externas - desaceleração da economia, dificuldades de crédito, aumento de impostos - serão oportunidade no comércio de usados. 

Rentabilidade aumentará, mas condicionada a gestão profissionalizada no setor.


Coerente – Governo do Rio Grande do Sul quer ser sócio da Foton, marca chinesa de caminhões representada no Brasil pelo ex-ministro Luiz Carlos Mendonça de Barros. 

Além das benesses de terreno, terraplanagem, instalações, aplicaria R$ 48 milhões no negócio – uns 20% do capital.


? – Injustificado. Dinheiro oficial apenas quando o estado precisa atrair atividade multiplicadora como a indústria automobilística – marca principal, fornecedores, estoques, prestadores de serviço. Não é o caso. 

Ao contrário, a indústria de transportes é fortíssima no RS e a nova empresa concorrerá com outros fabricantes – International, Agrale – lá instalados sem socorro do oficial.


Companheiros - Para lembrar, a economia do RS mingua, e o PIB do estado é a metade de sua dívida. 

A fábrica seria em Guaíba, onde a Ford não foi porque outro governo petista não conseguiu entender a operação e os desdobramentos de empresa de tal porte. Foi-se à Bahia.


Outra – A CNHTC, outra chinesa de caminhões e aqui Sinotruk aprontou projeto de sua fábrica em Lages, SC, e iniciará terraplanagem em 60 dias. 

Quer montar série inicial, com peças importadas, até setembro de 2015 e operação plena em 2016. Investimento de R$ 300 milhões – sem participação do estado.


Retrovisor Nissan muda os parâmetros


Retro – Apresentado no Salão de Genebra, o retrovisor inteligente soma tela de LCD e espelho tradicional. 

Vantagem, imagem clara mesmo em condições adversas. Estreia nas 24 Horas de Le Mans, em Nissan híbrido elétrico.


Nos dedos - Ford leva o Novo Mustang – em festa e promoção mundial – às vitrines e à moda, por série de esmaltes para unhas da marca OPI, da Coty no tom Race Red, famosa cor dos Mustang. 

Curioso imaginar vermelho associado à Ford. No mundo lembra marcas italianas, Alfa e Ferrari...


Tecnologia – Para aumentar o tempo de vida das bombas de combustível de sua produção, a Gilbarco Veeder-Root substituirá chapas de aço carbono por outras em alumínio fornecidas pela Alcoa. Bombas em postos litorâneos durarão mais e o alumínio no Brasil bate recorde em reciclagem.


Fórmula 1 – Temporada começa domingo e, pelas novas regras, categoria funcionando como laboratório de desenvolvimento de tecnologias, tudo pode acontecer. 

Exemplo, a Renault, dominando por temporadas, não acertou seus motores e com eles, a RBR do tetra campeão Seb Vettel não conseguiu fazer os carros andar, apesar de seus chiliques. 

Texto didático, primoroso, em http://autoentusiastas.blogspot.com.br/2014/03/conversa-de-pista_11.html
________________________________________________________________________

Gente – Antônio Calgagnotto, executivo, gaúcho, progressão. 

OOOO Deixou a diretoria de Relações Institucionais da Renault, pousou na Unilever. 

OOOO Mais serviço: estratégia de comunicação, marca corporativa, relações governamentais. 

OOOO Ascende geograficamente: área de distribuição e Agrale, no RS; Renault no Paraná; Unilever, em SP. 

OOOO William Clay Ford, 88, executivo aposentado, último neto vivo de Henry Ford, passou. 

OOOO Trabalhou na empresa familiar por mais de 50 anos, era o maior acionista individual, pai do atual presidente do Conselho, Bill Ford. 

OOOO Figura sóbria, respeitada, básica quando a Ford previu a crise estadunidense, antecipou-se, foi aos bancos. 

Palavra e garantias reais de Ford Senior foram fundamentais. Com caixa e plano a Ford sobreviveu. 

OOOO Valter Oliveira, o Valtão, de volta. 

OOOO Aposentou-se na Mercedes, e convidado voltou, como consultor, treinador de nova equipe de comunicação em caminhões. 
____________________________________
                           edita@rnasser.com.br 

A TOYOTA COMEÇA, NO PRÓXIMO DIA 14 DE MARÇO, A VENDER O NOVO COROLLA. VEM EM DUAS VERSÕES COM MOTORES 1.8, COM 139 CV, E 2.0, COM 154 CV. SURGE COM DIMENSÕES MAIORES EXTERNAMENTE E MELHOR APROVEITAMENTO INTERNO COM MAIS ESPAÇO PARA OS OCUPANTES. MAIS CONFORTÁVEL E SILENCIOSO GRAÇAS À COLOCAÇÃO DE MANTAS ISOLANTES MAIS DENSAS QUE GARATEM 63,8 DECIBÈIS NO INTERIOR A 100 KM/H. MAIS ÁGIL, FAZ DE 0 A 100 K/H EM 0,6 SEGUNDOS MAS O CONSUMO É SEMELHANTE AOS CONCORRENTES. O MAIS BARATO CUSTA DE R$ 66.750,00 E O MAIS CARRO QUASE R$ 93 MIL.


Com o Honda Civic como seu maior concorrente, a Toyota lançou no Brasil a nova versão do Corolla por preços que variam entre
 R$ 66.570,00, do 1.8L GLi Manual, e R$ 92.900,00, o mais luxuoso, com motor 2.0l Altis Multi Drive S. As vendas começam no próximo dia 14 de março.


A Toyota ressalta que o Corolla, é o veículo mais vendido na história da indústria automobilística mundial. Já vendeu mais de 40 milhões de unidades nos cinco continentes, desde 1966, quando foi lançada a sua primeira geração.



O Novo Corolla, segundo a Toyota, chega para estabelecer um patamar inédito no segmento de sedãs médios do Brasil, por reunir qualidade construtiva única, design elegante e moderno, powertrain de última geração, que garante desempenho superior, pacote de equipamentos de conveniência exclusivo. 


"A nova geração tem um amplo espaço interno e itens de segurança que excedem os parâmetros encontrados em veículos da mesma categoria. Tudo isto reforçado pelo alto padrão Toyota de Qualidade, Durabilidade e Confiabilidade", garante a Toyota.


A meta do Novo Corolla é manter o posicionamento de liderança entre os sedãs médios no mercado nacional, e surpreender os seus admiradores, revela a fábrica japonesa. 


Além disso, frisa a montadora, o modelo reúne atributos que certamente atrairão novos clientes, mais jovens, que buscam requinte e conforto, sem abrir mão de desempenho e tecnologia.


No Brasil, o Novo Corolla continuará a escrever sua trajetória de sucesso, que tem origem no início dos anos 1990, quando o modelo chegou ao País por meio de importações. 


Posteriormente, em 1998, o sedã passou a ser produzido na planta da Toyota de Indaiatuba (SP), consolidando o ciclo vitorioso junto ao público brasileiro. O Corolla liderou o seu segmento em sete dos últimos dez anos.


Qualidade e espaço
A superioridade do Novo Corolla, segundo a Toyota, começa pela carroceria, que está mais rígida em comparação com a geração anterior, devido à utilização de aços de alta resistência à tensão e aos diversos reforços estruturais implementados.


Também houve melhoria na relação de direção, que ficou 8% mais direta, bem como o posicionamento do volante, reduzido em dois graus – para um ângulo que privilegia esportividade e conforto.

A calibragem da suspensão (MacPherson no eixo dianteiro e com barra de torção no eixo traseiro) do Novo Corolla foi totalmente realizada pela engenharia da Toyota do Brasil, resultando em um balanço perfeito entre conforto e esportividade.


Outra revolução diz respeito ao espaço interno. O modelo oferece 2,7 metros de entre-eixos, 10 centímetros a mais do que a geração anterior. Também foram adotados bancos dianteiros mais finos. 


O desenho do Novo Corolla possibilitou, ainda, a realocação das caixas de rodas para as extremidades da carroceria, proporcionando mais comodidade a todos os ocupantes. 



São 7,5 centímetros adicionais entre a base do banco traseiro e o encosto do banco dianteiro.

O espaço para os joelhos dos passageiros que viajam no banco traseiro totaliza 70,6 centímetros, o que significa aumento de 8,5 cm em relação ao Corolla anterior. 



Já o espaço para os pés, beneficiado pelo assoalho traseiro de desenho totalmente plano, cresceu 9,2 centímetros.

Os bancos receberam espumas de revestimento mais densas e tiveram aumentadas as abas laterais, acomodando de maneira mais ergonômica o corpo dos ocupantes. 


Também houve melhora no ajuste de altura do banco, deslocando-se verticalmente de 4,5 cm para 6 cm. Já o ajuste de profundidade foi ampliado de 24 cm para 26 cm.


Para incrementar ainda mais o espaço para o motorista, o conjunto dos pedais foi deslocado em 1 cm para frente.

Com relação às dimensões gerais, o Novo Corolla possui as seguintes medidas:
• 4,62 metros de comprimento (+ 8 cm, comparado à geração anterior);


• 1,775 metro de largura (+ 1,5 cm, comparado à geração anterior);


• 1,475 metro de altura (- 0,5 cm, comparado à geração anterior).

O nível de ruído interno foi trabalhado para privilegiar o silêncio a bordo. Mantas acústicas estão espalhadas por diversos pontos da carroceria, isolando os passageiros.




Também foi adotado um carpete com tratamento especial no assoalho. A 100 km/h, o Novo Corolla gera 63.8 decibéis, contra 66.6 decibéis registrados pela geração anterior.

Design exterior
O design do Novo Corolla é baseado em dois conceitos: Keen Look e Under Priority. O Keen Look reflete a nova identidade visual dos veículos Toyota e é uma expressão inspirada no olhar focado de um atleta de alto rendimento antes de uma competição. 



Dianteira, traseira e lateral mesclam formas côncavas e convexas, criando um desenho elegante e arrojado.

O Under Priority, por sua vez, tem como característica o posicionamento mais baixo da grade frontal, garantindo melhor eficiência aerodinâmica e maior nível de proteção aos pedestres, em caso de acidentes. 


Esses dois conceitos juntos fazem do Novo Corolla um carro de presença marcante.


Na dianteira, destaca-se o amplo conjunto de faróis que se une de forma integrada aos para-lamas. 


Destaque para o estilo arrojado dos retrovisores que integram luz de seta, para o desenho dos puxadores das portas e das rodas de 16 polegadas, que são diferentes nas versões XEi e GLi, em relação à linha Altis.


O desenho do capô é elevado e possui vincos acentuados no centro e nas laterais. A grade frontal é formada por três filetes que invadem a lente de policarbonato dos faróis. 


Este efeito se torna ainda mais interessante na versão topo de linha Altis, equipada com jogo de luzes auxiliares em LED.


Na parte traseira, o Novo Corolla também segue a tendência mundial da Toyota. As formas da carroceria e da tampa do porta-malas se unem às laterais e às lanternas para criar um visual elegante. 


Além disso, os defletores de luz, posicionados nas partes inferiores da carroceria, proporcionam a sensação de um centro de gravidade mais baixo.

Com linhas projetadas em um sentido único, a lateral do Novo Corolla mescla de forma mais enfática as formas côncavas e convexas expressadas pelo Keen Look, complementando de forma harmônica seu design. 



Design interior

O interior do Novo Corolla foi projetado para unir conforto, sofisticação e funcionalidade por meio de formas claras e ousadas.

Em todas as versões, o painel dianteiro foi desenvolvido em um tema horizontal, ampliando a sensação de espaço aos ocupantes. 


As zonas de informação (instrumentos) e operação (Áudio/Multimídia e controles do ar-condicionado) estão posicionadas de forma intuitiva.

Desde a versão de entrada GLi, o acabamento interno é primoroso. Esta versão tem interior predominante em tons escuros e painel com acabamento do tipo Total Black. 




Os materiais dos revestimentos das portas e o tecido dos bancos são de alta qualidade e transmitem toda a sofisticação do modelo.

A versão XEi traz banco, volante, painel das portas e manopla de câmbio com revestimento padrão couro, na cor cinza. 


Agrega adorno em prata, que se estende por todo o painel central e está presente no volante. 


Diferente da versão de entrada GLi, na qual há presença de materiais de acabamento Total Black, nesta, os mesmos detalhes são em padrão fibra de carbono.

A versão topo de linha Altis apresenta revestimento padrão couro, na cor bege, e detalhes em padrão madeira escura no painel central, portas e na manopla de câmbio.

As duas versões, XEi e Altis, também possuem detalhes cromados nos puxadores das portas e nos difusores do ar-condicionado.

Dois tipos de painel de instrumentos estão disponíveis no Novo Corolla. 



Na versão GLi, a zona de informação é composta por um grande círculo central que indica a velocidade, ladeado por dois círculos menores, sendo o da esquerda o conta-giros e o da direita o indicador de combustível e temperatura. 


Um display de cristal líquido, localizado abaixo do mostrador de velocidade reúne as informações do computador de bordo.

Na zona de operação do Novo Corolla GLi, os comandos do ar-condicionado são manuais e há um moderno sistema de som, com conexão Bluetooth® e entradas auxiliares tipo USB, para iPod® e similares.


Nas versões XEi e Altis, o painel de instrumentos mostra dois grandes círculos em suas extremidades: o do lado esquerdo reúne o conta-giros e o termômetro do motor, o direito engloba o velocímetro e o indicador de combustível. 


Ao centro, está presente uma tela display ao estilo TFT (semelhante aos modelos da Lexus), na qual são exibidas diversas informações sobre a condução, em projeção tridimensional. Entre elas, a marcha que está sendo simulada pela transmissão Multi-Drive.


A zona de operação da XEi e Altis é equipada com uma grande tela de Multimídia de 6.1 polegadas, que reúne todas as demais informações do carro, incluindo os dados do computador de bordo. Nessas configurações, o controle do ar-condicionado é digital.

Outro item que transmite sensação de exclusividade é a iluminação clear blue, comum a todas as versões, para os indicadores de velocidade e rotação do motor no painel de instrumentos, sistema de áudio, relógio e ar-condicionado, quando o farol está acionado. A intensidade da luz pode ser regulada conforme a preferência do motorista.

Lista de equipamentos
A Toyota recheou o Novo Corolla com uma lista de itens de conforto e conveniência ampla, desde a versão de entrada GLi, que vem equipada com direção eletroassistida progressiva, ar-condicionado com controle manual;


chave do tipo canivete, com comandos do alarme integrados, múltiplos porta-objetos nas portas e no console central, computador de bordo com seis funções (consumo médio e instantâneo, indicador Eco Drive, autonomia, velocidade média, tempo de percorrido, controle de iluminação do painel e temperatura externa);


coluna de direção com regulagem de altura e profundidade, hodômetro e relógio digital, sistema de som com conectividade USB para iPod® e similares e dispositivo Bluetooth®;



farol de neblina, vidros e retrovisores com acionamento elétrico, volante multifuncional, entre outros.

O pacote do Novo Corolla XEi traz diferenças substanciais em relação à versão de entrada. 

Neste modelo, o ar-condicionado é automático digital, o computador de bordo exibe a velocidade instantânea em formato digital – agregando mais uma funcionalidade ao equipamento –, e o acionamento dos vidros elétricos por um toque está disponível nas quatro portas. 



Além disso, o Novo Corolla XEi adiciona itens como bancos traseiros bipartidos (60/40), com descanso de braço central e porta-copos, controle de velocidade de cruzeiro e retrovisor interno eletrocrômico, entre outros.

Também está disponível, a partir da versão XEi, um novo sistema Multimídia, com tela de 6.1 polegadas, com todas as funções do áudio, dispositivo de navegação, câmera de ré, conexões USB para iPod® e similares e dispositivo Bluetooth®. O aparelho traz como novidade um sistema que reproduz DVD e capta sinal de TV Digital.

A versão topo de linha Altis é ainda mais completa, acrescentando luzes auxiliares em LED, sistema smart entry, sistema de partida sem chave tipo Start Button, ajuste elétrico para o banco do motorista, retrovisores externos eletrorretráteis e acendimento automático dos faróis, entre outros.


Segurança
O Novo Corolla vai se tornar referência também em equipamentos de segurança. Além da carroceria com deformação programada e do desenho frontal projetado para minimizar os danos a pedestres em caso de acidentes, componentes de sua construção.


O modelo traz, de série, cinco airbags nas versões GLi e XEi (dois frontais, dois laterais nos bancos dianteiros e um de joelho para o motorista), sistema de ancoragem ISOFIX para cadeiras infantis nos bancos traseiros.


Conta também com travamento automático das quatro portas a 20 km/h, cintos de segurança com pré-tensionador e limitador de força e freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem.

Além dos itens presentes nas versões de entrada e intermediária, o Novo Corolla Altis agrega mais dois airbags, do tipo cortina, totalizando sete bolsas de proteção.


Motor
O Novo Corolla conta com dois tipos de motorização:

- 1.8L Flexfuel, Dual VVT-i DOHC de 16 válvulas, que rende 139 cv a 6.000 rpm, quando abastecido com gasolina; e 144 cv, também a 6.000 giros, com etanol. 


O torque máximo nesta configuração é de 17,7 kgfm (com gasolina) e 18,4 kgfm (com etanol), sempre a 4.200 rpm.

- 2.0L Flexfuel, Dual VVT-i DOHC de 16 válvulas, que rende 143 cv de potência a 5.600 rpm, quando abastecido com gasolina, e 154 cv de potência a 5.800 giros, com etanol. 


O torque máximo nesta configuração é de 19,4 kgfm a 4.000 rotações (com gasolina) e 20,3 kgfm a 4.800 giros (com etanol).

Ambos os motores são construídos com bloco e cabeçote de alumínio e oferecem a combinação perfeita entre desempenho, durabilidade e facilidade de reparação.


Partida a frio
O Novo Corolla é equipado com o sistema de partida a frio, para utilização do etanol em baixas temperaturas, que dispensa o tanque de combustível auxiliar e, consequentemente, seu reabastecimento periódico com gasolina. 


No dispositivo da Toyota, os bicos injetores são dotados de um sistema que preaquece o etanol no momento da partida, quando o motorista vira a chave de ignição (GLi e XEi) ou aperta o botão de partida (Altis).


Muti-drive
O Novo Corolla está equipado com dois tipos de transmissões, uma manual de seis velocidades, na versão de entrada GLi, e a exclusiva transmissão automática Multi-Drive, presente nas demais.

A transmissão Multi-Drive deriva da tecnologia CVT e foi adotada para atender ao gosto do consumidor brasileiro, que privilegia desempenho sem abrir mão do conforto e do baixo consumo de combustível. 


Seu diferencial é um software de gerenciamento, que simula sete marchas, mesmo quando o motorista conduz o veículo com o câmbio na posição Drive.


O resultado é uma sensação agradável ao dirigir, com o benefício da percepção das trocas de marchas, mas de uma maneira suave, sem os choques característicos das transmissões automáticas convencionais.

A transmissão Multi-Drive da Toyota oferece ao motorista, em todas as versões, a possibilidade de trocas manuais sequenciais, que podem ser feitas exclusivamente na alavanca de câmbio, na GLi. 


Já para as versões superiores XEi e Altis, as trocas sequenciais podem ser praticadas também por meio das borboletas localizadas atrás dos volantes. 


Estas duas versões do sedã contam também com a tecla “Sport Mode” que, quando acionada, altera o mapeamento do software de gerenciamento da transmissão e proporcionam ao Novo Corolla um comportamento dinâmico mais esportivo.


Desempenho X  Economia
O conjunto formado por aerodinâmica, motor e transmissão, aliado à adoção de pneus com baixa resistência à rodagem, tornou o Novo Corolla superior à sua já consagrada geração anterior. 


Em linhas gerais, o modelo, na sua versão 2.0L, está 15% mais rápido no teste de aceleração de 0 a 100 km/h e 27% mais ágil no teste de retomada entre 80 km/h e 100 km/h.

Nos modelos equipados com a transmissão Multi-Drive, o Novo Corolla precisa de 9,6 segundos para ir da imobilidade a 100 km/h, quando abastecido com etanol. 


Vale ressaltar que os testes divulgados pela Toyota foram conduzidos pelo Instituto Mauá de Tecnologia e as condições simularam um uso regular do veículo, ou seja, ar-condicionado ligado e dois passageiros a bordo.

O novo sedã da Toyota também já foi submetido à avaliação do Programa de Etiquetagem Veicular do INMETRO, e recebeu a nota A em todas as versões de motorização e transmissão. 



Os dados de consumo aferidos foram os seguintes:
                         Gasolina (km/l) Etanol (km/l)

                       Cidade Estrada Cidade Estrada
2.0 Multi-Drive   10.6     12.6       7.2      8.7
1.8 Multi-Drive   11.4     13.2       7.8      9.2
1.8 MT               10.7     13.2       7.4      9.1


Cores
O Novo Corolla está disponível em sete cores. As já conhecidas Super Branco, Prata, Cinza, Preto e Azul, e as novas Vermelho e Branco Pérola.

Tabela de preços 
1.8L GLi Manual – R$ 66.570,00,00


1.8L GLi Multi-Drive – R$ 69.990,00


2.0L XEi Multi-Drive S – R$ 79.990,00


2.0L Altis Multi Drive S – R$ 92.900,00.



quarta-feira, 12 de março de 2014

A NISSAN DÁ UM BELO BANHO DE LOJA NA PICAPE FRONTIER, SEM DÚVIDA UMA DAS MAIS VALENTES DO MERCADO BRASILEIRO, E LANÇA-A COMO SÉRIE ESPECIAL PLATINUM, JÁ À VENDA. CUSTA R$ 120.890,00 E TRAZ UMA LISTA DE EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA, CONFORTO E TECNOLOGIA INTERESSANTES.


Conhecida por sua força, conforto e amplo espaço interno, a picape Nissan Frontier ganha a série exclusiva Platinum, que chega agora às revendas de todo o Brasil. 

Com produção limitada a mil unidades, a novidade destaca-se por oferecer um dos melhores pacotes de itens de série entre as picapes equipadas com câmbio automático, motor diesel e tração 4X4. 


Fabricada na unidade da Aliança Renault-Nissan em São José dos Pinhais, no Paraná, o modelo tem preço de R$ 120.890.

A série especial Platinum torna ainda mais atraente a Nissan Frontier, uma picape reconhecida pela sua versatilidade e que já teve mais de 100 mil vendidas no país desde o início de sua produção local, em 2002. 

Sua lista de equipamentos de série inclui itens de tecnologia, segurança, conforto e design, ressaltando a mistura de robustez e sofisticação. 


Externamente, a Frontier Platinum traz acabamento com detalhes cromados na grade, nos retrovisores externos e nos faróis de neblina, dando ao estilo do utilitário visual elegante. 


Os pneus todo terreno, que calçam rodas de liga aro 16 de seis raios, possuem escrita em branco e os faróis e as lanternas têm máscara negra. O logotipo que identifica a série fica na tampa traseira.

A série especial está posicionada entre as versões SV Attack 4X4 manual e a topo de linha SL, que até agora era a única opção com câmbio automático da linha da fabricante japonesa. Ela está disponível em três cores: branco (sólida), preto e prata (metálicas).


"Com a Frontier Platinum, a Nissan reforça a presença no importante segmento de picapes diesel com tração 4x4 e câmbio automático. Queremos aumentar nossa participação de mercado nessa faixa oferecendo um produto muito atraente em relação às versões intermediárias dos concorrentes. Será a nossa opção mais acessível com esse tipo de transmissão", explica Tiago Castro, gerente de Produto.

O nome Platinum foi escolhido para reforçar a tecnologia de ponta desta série limitada, que traz alto valor agregado com itens disponíveis nos concorrentes somente em versões mais caras. 


Equipamentos como os sistemas de controle de estabilidade (VDC – Vehicle Dynamic Control) e de tração (TCS – Traction Control System); ar-condicionado digital automático de duas zonas; câmera de ré integrada ao display do rádio de 5 polegadas; chave presencial I-key, que permite a abertura das portas com um simples toque na maçaneta. 

Além deles, a Frontier Platinum vem com câmbio automático de cinco velocidades com sobremarcha (overdrive), que trabalha casado ao motor turbodiesel de 2.5 16V de 190 cv; direção hidráulica com ajuste de altura do volante.

A picape conta ainda com travas elétricas nas quatro portas; freios ABS com Distribuição Eletrônica de Frenagem (EBD) de última geração; airbag duplo; cintos de segurança dianteiros com pré-tensionadores e volante com comandos de áudio e piloto automático.



Motorização de ponta
Comandado por corrente, que aumenta a durabilidade, o motor da Frontier Platinum é o consagrado 2.5 16V turbodiesel de terceira geração (YDK3), que traz o que a Nissan oferece de melhor no mundo em tecnologia. 

Trata-se do mesmo bloco vendido no mercado europeu, um dos mais exigentes nas leis antipoluição e referência em propulsores diesel.


Como características do motor dessa geração da picape japonesa estão o uso de componentes que reduzem a fricção das partes móveis da unidade principal e também do cabeçote, o moderno sistema de injeção eletrônica de combustível de alta pressão e o filtro de partículas de diesel (DPF, em inglês). 

Estes equipamentos contribuem para a redução da emissão de gases poluentes, mas também trazem outros benefícios, como o aumento da potência e do torque. 


Na prática, torna a Frontier valente para enfrentar terrenos acidentados e fora de estrada, habilidade que a tornou uma referência em seu segmento.

Assim como todas as versões 4x4 de série da Frontier (S, SV Attack e SL), a série limitada Platinum possui motor de 2,5 litros, que desenvolve 190 cv de potência a 3.600 rpm e torque de 45,8 kgfm a 2.000 rpm. Os modelos com tração traseira da linha Frontier (S e SV Attack) têm 163 cv a 3.600 rpm e 41,09 kgfm a 2.000 rpm.



Qualidades reconhecidas
A série Platinum mantém as qualidades que tornaram a Nissan Frontier referência em dirigibilidade e agilidade no segmento. 

Entre elas, o sistema Shift-on-the-Fly, que permite o acionamento da tração nas quatro rodas por meio de um botão no painel, mesmo com o carro em movimento (até 80 km/h). 

Esse acionamento eletrônico está disponível em três modos: 4x2, 4x4 e 4x4 com reduzida, sendo o último o mais indicado para superar terrenos excessivamente irregulares, arenosos ou lamacentos.


As medidas off-road mostram que a Nissan Frontier Platinum encara qualquer desafio. O ângulo de ataque é de 32º, enquanto o de saída é de 24º. 

A capacidade máxima de subida de rampa é de 39º e a altura livre do solo é de 220 mm, oferecendo uma condução segura e sem sustos nos pisos irregulares e não pavimentados. 

Os pneus todo terreno não alteram o conforto para os passageiros nem aumentam os ruídos, mas ampliam a capacidade do uso fora de estrada da Frontier.


Apesar de ter no seu DNA a capacidade para enfrentar qualquer tipo de terreno acidentado, a Nissan Frontier Platinum não dispensa o conforto para os passageiros. 

Com 5.230 mm de comprimento, sua distância entre-eixos é uma das maiores do segmento de picapes médias (3.200 mm), o que a faz ter um dos melhores espaços internos da categoria. 

Além disso, o banco traseiro tem inclinação de 23° no encosto, o que proporciona mais comodidade para quem viaja no banco de trás. A picape da Nissan mede ainda 1.850 mm de largura e 1.780 mm de altura.


Para o transporte de cargas, o utilitário oferece 454 mm de altura na caçamba, solução que aumenta a capacidade para transportar objetos – o comprimento é de 1.513 mm e a largura, 1.494 mm. 

Com essas dimensões, a Frontier tem capacidade de carga para até 1.030 quilos.

A suspensão foi desenvolvida pela engenharia da Nissan do Brasil para ser resistente em terrenos fora de estrada e, ao mesmo tempo, confortável. 


O conjunto dianteiro é independente, com braços triangulares duplos, mola helicoidal e barra estabilizadora. O traseiro possui eixo rígido com feixes de mola.

Sempre uma das principais preocupações da Nissan, a segurança dos passageiros é um dos destaques da Frontier Platinum. 

Na ativa, a picape conta com freios a disco nas rodas dianteiras e com os sistemas antitravamento ABS e distribuição eletrônica da força de frenagem (EBD) nas quatro rodas; freios traseiros a tambor autoajustáveis, com válvula sensível à carga (LSV), e com controle de tração e estabilidade (VDC). 

Cintos de segurança dianteiros de três pontos com pré-tensionadores, airbag duplo frontal e barras de proteção nas quatro portas atuam na segurança passiva.



Compromisso
Dando continuidade ao seu compromisso com o consumidor brasileiro, a Nissan do Brasil anuncia a inclusão da picape Frontier no "Compromisso Nissan", um pacote de benefícios, que incluem o pacote de revisão com preços justos e transparentes – com mão de obra inclusa, três anos de garantia e dois anos do serviço de assistência 24h Nissan Way Assistance. 

Dessa forma, o custo de manutenção até os 60 mil km do utilitário produzido no país pela marca japonesa somará R$ 4.584, um dos mais competitivos do segmento de picapes médias com motor a diesel. 

O programa também está disponível para os modelos March, Versa, Novo Sentra e o Altima.

Com o "Compromisso Nissan Frontier", os preços das revisões periódicas da picape são fixos em todas as 166 concessionárias Nissan do país. 

A Revisão Preço Fechado inclui, além das peças e lubrificantes de substituição obrigatória, a mão de obra para troca dos mesmos e inspeção dos itens previstos no manual de garantia e manutenção. 

A Frontier conta ainda com dois anos do programa de assistência 24 horas Nissan Way, que dá direito a serviços em casos de pane, colisão, furto ou pneu furado, conserto no local ou reboque, dependendo do que acontecer com o seu Nissan, além de três anos de garantia de fábrica, sem limite de quilometragem. 


Confira os valores das revisões, que deverão ser realizadas a cada 10 mil km ou 12 meses (o que ocorrer primeiro):

10 mil km - R$ 469,00

20 mil km - R$ 1.039,00

30 mil km - R$ 469,00

40 mil km - R$ 1.099,00

50 mil km - R$ 469,00

60 mil km - R$ 1.039,00

"Pesquisamos constantemente o mercado e sempre ouvimos os clientes. O lançamento do ‘Compromisso Nissan Frontier’ é mais um fruto desse trabalho. Agora, além da tradição e qualidade de manufatura japonesa, o cliente da Frontier conta com uma manutenção programada, sem surpresas, com valores das revisões fixos e válidos em qualquer revenda Nissan do país", afirma o diretor de marketing Murilo Moreno.

A Nissan também trabalha constantemente nos preços das peças de desgaste, itens de funilaria com maior probabilidade de avaria em colisões e peças de manutenção corretiva, procurando oferecer valores competitivos a seus clientes. 

O proprietário encontra nas 166 concessionárias da rede Nissan em todo o Brasil preços que estão entre os mais competitivos do segmento, especialmente para itens de demanda, como amortecedores, pastilhas de freio, molas de suspensão, palhetas, faróis, lanternas, parachoques, entre outros.

ACESSE TODAS AS POSTAGENS E SAIBA TUDO SOBRE O MUNDO AUTOMOTIVO.