Pesquisar este Blog do Arnaldo Moreira

sexta-feira, 6 de junho de 2014

AUDI CRESCE NO BRASIL VELOZMENTE E BATE RECORDES MENSALMENTE FORD VENDEU 500 MUSTANG EM 30 SEGUNDOS E QUASE 10 MIL FICARAM NA LISTA DE ESPERA


Coluna nº 2314 - 5 de julho de 2014
_______________________________________________________________________

Audi ocupa espaços – e planta dúvidas

Será desorientado olhar a Audi como mais uma importadora disseminando pequenas quantidades de seus veículos no Brasil? O País mudou, o mundo idem, hoje sua compra é seletiva análise entre os muitos concorrentes. 

Audi tem projeto de crescimento e sedimentação. Nas mãos de Jörg Hoffmann, constrói fábrica; define futuros produtos – A3 e utilitário esportivo Q3, dinamiza o mercado, abre leque de opções e foca-os nas preferências dos clientes, como os sedãs.

Começou bem o ano, recordes de vendas contínuos, publicidade intensiva, e coroou as ações com a apresentação de versão do líder A3 sedã em apto equilíbrio de características e preços a liderar vendas da marca.

Tem novidade, o A3 sedã motor 1.4 TSFI, a partir de R$ 94.800. R$ 99.800, versão mais completa, e menos R$ 13.800 em relação à versão com motor 1.8.

Na prática do A3 1.4, o amplo torque de 20,5 quilos acelera com brio, pouco mais de 9s de 0 a 100 m/h, e velocidade final em torno de 210 km/h, consome pouco. 

Confortável, atualizado, bom de sensações, a ele faltam poucos itens, como a câmera de ré – traz sensores e, a quem gosta, ignição sem chave. 

Venderá muito e auxiliará a marca a atingir as desejadas 10 mil vendas neste ano – ultrapassou a metade em cinco meses.

Adicionalmente cria consciência crítica e instiga consumidores quanto a preço. Porque este automóvel, importado, com todos os custos deste processo e mais imposto alfandegário, custa quase o mesmo que Toyota Corolla na versão Altis, fabricado em São Paulo – e sem o estabilizador eletrônico ESP?

Audi A3 sedan 1.4. Novidade e dúvidas.


Citroën 2015, mudanças sutis
Linha Citroën para 2015 é do tipo mexe pouco em time que vai bem. Mudanças, nas denominações, redistribuição de equipamentos entre versões, e poucas mudanças visuais, como o AirCross, nas máscaras de faróis, rack do teto em cor grafite, e oferecendo pintura geral em branco nacarado.


Equilíbrio

Produtos da marca bem expõem sua característica diferenciativa: estilo, acessórios, equipamentos, detalhes. Isto está preservado na Linha 2015. Nomes mudaram.


Mantém a Origine, de entrada, a R$ 40.990, pacote mínimo de ar condicionado, direção elétrica, vidros dianteiros e travas elétricas. 

Em degrau, Attraction, por R$ 4 mil adicionais, rodas em liga leve, vidros elétricos traseiros, luzes diurnas em LED, comandos de som no volante. 

Acima, Tendance, 1.5 e transmissão manual a R$ 45.490. Motor 1.6 e transmissão automática, R$ 49.990. Tendance 1.5 e transmissão manual deve ser a opção de quem não enfrenta trânsito. 

Quem o faz, por questão de saúde, automática. Porque Tendance? Pacote confortável e inclui o para brisas com 1,3 m2, grande charme.

Picasso
Política idêntica, 
mudança em designação

C3 Picasso Origine a R$ 46.890. 

Tendance em opção de motor 1.5, manual, R$ 47.790. 1.6 automática, salto grande: R$ 54.890. 
Topo, Exclusive, 1.6 manual a R$ 55.890. e automática por R$ 59.890

Aircross
Topo da linha nacional, minivan aventureira Aircross tem sutil mudança visual.

Mudanças em denominação, novo padrão familiar. Preços partem de R$ 55.190, Tendance 1.6 manual.

E,

Em rio que tem piranha, jacaré nada de costas. Frase, do humorista carioca Sérgio Porto, o Stanislau Ponte Preta, 1923-1968, bem define a situação. 


Mercado de automóveis em contenção, redução do número de dias úteis para anunciar e vender – protestos, Copa, Eleições -, não aconselha mudanças. 

Citroën manteve suas vendas, participação, e prevê, segundo Gustavo Rotta, gerente geral de produto, comercializar 65.000 unidades em 2014 – mesmo volume de 2013. 

(Pessoalmente acredito em mais. Com a holding PSA passando por crise nunca vista em mais de século de existência, sócios externos, novo mandão trazido da Renault e querendo mostrar serviço, o chicote vai cantar. Não se sabe a que custo de corte na equipe mas, com certeza, com tal incentivo, vendas irão aumentar. – RN)

Charme é não mudar.



A aposentadoria do Embaixador
O automóvel indiano Hindustan Ambassador (Embaixador) –1957-2014-, encerrou produção no final de maio, superando a Kombi brasileira –1957–2013 -, vista como o maior anacronismo veicular quando em produção.


Era a Series IV do Morris Oxford, projeto inglês da década de ’40 e, como a Kombi, de primarismo mecânico interpretado como resistência aos buracos, à falta de pavimentação, e desafiador às agruras dos países sem motorização. Lá, pioneiro, o Amby reinou solitário muitos anos.

Fim, após constante declínio de vendas, dificuldades de ganhos tecnológicos e até de fornecedores de peças com tecnologia antiga – engrenagens da caixa de marcha fornecidas por pequena metalúrgica no interior do Paraná -, estéticas e a óbvia superação se comparado com outros indianos, mais recentes como Suzuki e Fiat. 


Chegou a ter 70% do mercado, um ano para entrega, iniciou a palidez institucional ao perder o cargo de veículo do primeiro-ministro, para um BMW blindado, caminho tomado pela burocracia, deixando a fidelidade ao pioneiro, pela atualização e conforto. 

O Amby não tinha ar condicionado, mas prosaico e cinquentista ventilador fixado ao painel de instrumentos.

Na furca entre investir, mudar métodos e produto, e venda de 2.000 unidades – 0,1% do mercado indiano -, no ano fiscal encerrado em março, a Hindustan optou encerrar a produção, e vender a fábrica de onde saíram por 56 anos.


A frota de taxis na India é rica em Ambys, o mais resistente a trabalho duro. Deixa saudade aos usuários pelo bom espaço no banco traseiro.


Na terra da Tata – outra marca -, dona de Jaguar e Land Rover, não há espaço para o Amby.





Taxis, presença forte do finado Hindustan Amby



Roda-a-Roda

Nostalgia - Para se tornar referência em força e performance, e sacudir da bandeira do saudosismo, as marcas Dodge e SRT apresentaram novo Dodge Challenger SRT 2015 e versão de pico, a Hellcat. Decoração lembra modelos de 1971, os mais radicais Muscle Cars.


Retrato – Tomadas e saídas de ar no capô, grandes aerofólios frontal e posterior são âncoras com o passado. 


No Hellcat, novo motor 6.2 Hemi e compressor volumétrico, fazem mais de 600 cv de potência. 

Transmissões manual de seis velocidades ou automático com oito. O SRT utiliza o 392 c.i. – uns 6.400 cm3 e produz 492 cv. Sem planos para importação.

Futuro – Novo motor é jogo duro: virabrequim e bielas forjados para enorme resistência, compressor com dois intercoolers, radiador para óleo e linha de combustível com 12,5 mm de espessura. Tudo indica, nasceu nova família e a do 392 não terá amplo futuro.


Caminho
– Chegam os veículos autônomos, capazes de andar por controles e sensores externos: a Google se acerta com a Roush Enterprises finalizar a engenharia rolante e montá-los - em Michigan, casa de Ford, GM e Chrysler.


Em casa - Uso urbano, velocidade em 40 km/h. Série inicial 100 unidades - sem volante e pedais. Curto como o Smart, quer ser referência em segurança.


Herança – Indiana Tata, feliz com vendas e lucros, apoiou gestores da Jaguar no resgate do atrevimento de seus esportivos, donos de recordes de velocidade e vitórias em provas de resistência, como as cinco em Le Mans.


Coupé – Em alumínio o novo F Type chega ao Brasil. Três motorizações, três preços, todos com compressor, em vez de turbo: R 5.0 V8 5,0 litros, 550 cv e aproximados 68 quilos de torque, aceleração de 0 a 100 km/h em 4,2s e final cortada a 300 km/h. R$ 662.000. Irmão do meio, F, V6, 3.0, 380 cv, R$ 497.700, e simplesmente F Type, 340 cv, R$ 426.300.


Mercado – 40 cv a mais valem aproximados R$ 71 mil entre as versões F e a básica? No mercado de equinos, sim. Embora vendidos em tropa, o custo unitário equivale a R$ 1,8 mil, barato para um PSI...


Prêmio – Recentes e pequenas mudanças estéticas, faróis em LED, motores mais dispostos, auxiliaram julgadores internacionais especializados a conferir ao Alfa Romeo Giulietta o prêmio “Compasso d’Oro 2014” em desenho industrial.


Razão - Giulietta e MiTo deverão ser sacralizadas pela marca a curto prazo, pelo árduo trabalho de manter viva a rede de distribuidores. 


Hoje sintetizam, resumem e mantém a marca Alfa Romeo respirando, até a chegada dos novos produtos anunciados para a grande virada de comportamento.

Ícone – Ford faz eventos para apresentar e vender o Mustang no mundo. Semana passada abriu inscrições para 500 unidades na Europa. Surpresa, vendeu-as em 30 segundos! E restaram 9.300 encomendas.


Brasil – Ao Brasil irá trazê-lo. Enquanto isto a importadora Direct Imports informa ser a primeira “credenciada” para importar o automóvel.


Pinóquio – A Ford desconhece. A importação pode ser feita, custando caro, pela aquisição feita em revendedores, preço inflado por lucro, impostos e transporte internos nos EUA. 


A garantia e o fornecimento de peças não ocorrem pela marca, mas pelo importador. Tipo la garantia soy yo ...

Problema – Com milhões de automóveis chamados a recall por economia porca e mortal no sistema de ignição, muitas ações indenizatórias, acordos bilionários para tentar deter o processo, a GM demitiu 15 executivos. 


Diz serem responsáveis por conhecer os problemas, resolvendo não levá-los para a direção. Esta, diz, só tomou conhecimento quando o caso chegou à imprensa.

Norma – Governo paulista baixou portaria obrigando aos cartórios a informarem à Secretaria da Fazenda transações de venda e compra de veículos. 


Medida racional, positiva ao consumidor, dispensa-o de comunicar a venda a Detran e Secretaria de Fazenda, para livrar-se de multas causadas pelo comprador que não transfere o automóvel. Tomara se espraie pelo País.


Para assustar – Ótima esta Copa. Como, ao pouco saber quantum e como foi gasto, iniciamos movimento de moralidade no uso do nosso dinheiro transformado em impostos. 


Dados negativos trazem os protestos e, pósCopa, exigências ao próximo Presidente. Papo e anúncios não estão resolvendo.

Em trânsito – O descompasso entre vender veículos novos, e criar áreas para a sua circulação, provocou estudo da TomTom, líder global em tráfego e fabricante de GPSs. É o 1º. Índice de Trânsito do Brasil. 


Características: maiores engarrafamentos em vias secundárias, e nas manhãs de segunda feira e tardes das sextas. Outros países, nas vias principais e às quartas feiras.

Em comum – Indica significativo aumento no tempo de deslocamento dos motoristas, incluindo os de Curitiba e Brasília, cidades planejadas. 


Assim: Recife, 60%; Salvador, 59%; Rio de Janeiro, 55%; Fortaleza, 48%; Porto Alegre, 38%; Curitiba, 34% e Brasília, 27%.

Aliás – No tema, o Governo Federal isentou de IOF os empréstimos tomados fora do país para repasse em financiamento de veículos no mercado interno. Lá fora os juros são muito menores. Governos tentam resolver a omissão do dia, ignorando o planejamento. Mais emprego ou mais engarrafamento ?


Programa – Batendo perna? Polindo o cartão de crédito na paulistana Óscar Freire nas tardes de sábado 7, 14 ou 21 de junho? 


Dê um tempo no Espaço Citroën. Apresentação graciosa do grupo Jazz São Paulo, das 16h30 às 18h.

Terra – Boas projeções de safra agrícola turbinam feiras agropecuárias Brasil a fora. Na Bahia Farm, em Luiz Eduardo Magalhães, no sudoeste baiano, Ford apresentou e pré-vendeu seus retomados caminhõeszinhos F 350 e F 4000.


Palco – A marca sobrestara os produtos, arranjou motor diesel Cummins Euro 5, 150 cv, transmissão de cinco velocidades, freios ABS, distribuição eletrônica de frenagem e ar condicionado, voltou. Custam, para receber em outubro, F 350 R$ 97.790 e F 4000 R$ 112.790.


Museu – Família de Rogério Neves Gomes, desaparecido antigomobilista mineiro, cedeu ao Museu Nacional do Automóvel, em Brasília, rara treliça, construída por Chico Landi e Toni Bianco, para a categoria Fórmula Brasil. Possivelmente utilizou motor Alfa Romeo/JK. Desaparecido em 1963, 1964.


Continua – Sabe algum dado desta história? Informe, ajude o Museu a reconstruí-lo:
curador@museudoautomovel.org.br


Treliça de Fórmula Brasil. Dona Rosa, representando a família, entrega-a ao eng Robson Cotta, colaborador do Museu. Preciosidade.


Mercedes definiu carros brasileiros
Indústria do automóvel no Brasil existe graças às bases lançadas pelos presidentes Getúlio Vargas, no início da década de ’50, e na crença e jeito de Juscelino Kubitschek em seguir o projeto do Comandante Lúcio Meira.


Desde os anos ’20 aqui estavam Ford, Chevrolet, International. Pós II Guerra, e início do governo Vargas, 1950-1954, Willys, Studebaker, Nash, Chrysler, a estatal FNM daqui importavam peças e conjuntos, agregando partes e mão de obra nacionais. 


Foi quando a Mercedes, então com representante Alfred Jurzikovski, mediu o tamanho do mercado, decidiu investir. 

O projeto não era montar, mas produzir, enorme a diferença de posturas e investimentos. Iniciou construir em São Bernardo do Campo, SP, e tal definição mudou o cenário. 

Nesta época, fim do governo Café Filho –1954-1955-, sem norma, incentivo ou projeto consistente de atração, investimentos eram pequenos em relação à atividade, e nos processos, no máximo estamparia de partes das cabines dos caminhões.

Final de 1955, a Mercedes, pela fundição Sofunge, contrariou o conceito de época, vazou e usinou um motor no Brasil. Quebrou o tabu e mostrou haver capacidade técnica local.


É um marco na história, ante as atividades tópicas, superficiais, sem maior compromisso ou investimentos, galpões, equipamentos baratos, sem manufatura de peças pesadas.


Ao tomar posse JK, convocou o Comandante Meira a ampliar os tímidos passos da Era Getúlio, o feito e a presença da Mercedes foram aval institucional. 


E por si só inibia argumentos contrários sobre dificuldades, prazos e índice de nacionalização. Não era representante de marca e, ao contrário das outras grandes, como Ford, Chevrolet, Grupo Chrysler, a recém instalada Willys, não fazia montagem, mas estava comprometida em crescer com o país.


Eleito, em fins de novembro de 1955, JK na fundição do 1º. motor brasileiro, o Mercedes pela Sofunge
_______________________________________________________________________

MINI LANÇA O SEU MAIS IMPORTANTE MODELO DE 2014, O NOVO MINI HATCH COM MOTORIZAÇÕES COOPER, A PARTIR DE R$ 89.950,00 E COOPER S, A PARTIR DE R$ 113.950,00. EM AGOSTO, CHEGARÁ AO BRASIL UMA VERSÃO COOPER S, SEM NAVEGAÇÃO, QUE CUSTARÁ R$ 107.950,00. O NETO DO FAMOSO CARRO DO MR. BEAN CRESCEU E TEM UM PORTA-MALAS MAIOR.



Inspirado no MINI de primeira geração (2001), o novo MINI hatch chega ao mercado nacional com design ainda mais sofisticado e moderno, melhor desempenho, aliados ao baixo consumo de combustível e alta conectividade com o motorista. 

Lançado no momento em que a marca comemora cinco anos de atuação no Brasil, o novo modelo estará disponível na rede de concessionárias MINI a partir deste mês, com duas motorizações: Cooper e Cooper S.


"Este é o lançamento mais importante da marca neste ano. Nesse momento celebramos cinco anos de atuação bem sucedida no mercado nacional, com crescimento constante nas vendas de nossos produtos a cada ano. Estou certa de que o Novo MINI reforça ainda mais o nosso portfólio, consolidando nosso negócio no país“, afirma Nina Dragone, diretora da MINI Brasil.

O novo MINI teve a tecnologia de suspensão amplamente revisada, o peso reduzido e maior rigidez, trazendo uma intensificação da sensação de “GO-Kart feeling”, típica dos modelos da marca. 




A direção eletromecânica também foi aperfeiçoada e traz Servotronic de série. O modelo conta ainda com Controle Dinâmico de Estabilidade (DSC), como item de fábrica, Controle Dinâmico de Tração (DTC) e Controle Eletrônico da Trava do Diferencial (EDLC).

A motorização Cooper consiste em um motor 1.5l TwinPower Turbo a gasolina, de 3 cilindros que gera 136 cv de potência. 



Já a versão Cooper S será equipada com motor 2.0l TwinPower Turbo a gasolina de 4 cilindros, que gera 192cv de potência, ambos equipados com a nova transmissão automática, de seis velocidades.

No segundo semestre, ainda sem data definida, a versão One chegará ao mercado nacional, equipada com motor 1.2l TwinPower Turbo a gasolina de três cilindros, que gera 102 cv de potência e conta com transmissão mecânica de seis velocidades.


Mostrando a preocupação constante da MINI com o meio ambiente, o modelo agora conta com o sistema Auto Start/ Stop, evitando o consumo de combustível desnecessário ao motor em marcha lenta, durante o trânsito congestionado.

O modelo chega ao País com muitos atrativos. Um deles é o botão liga/desliga, que dispensa o uso da chave para dar a partida no motor. 



Basta manter a chave no interior do carro e pressionar o botão, que se ilumina em luz vermelha e liga o motor. Além dessa mudança, podem-se destacar ainda os seguintes aprimoramentos:

Mais espaço
O novo MINI ganhou 98 milímetros no comprimento, 26 milímetros na largura, 12 milímetros na altura e 28 milímetros no entre-eixos, se comparado ao modelo anterior. 



Entre as alterações, os bancos trazem novo design com melhor ajuste na dianteira e superfície mais ampla de assento na traseira, o que proporciona mais espaço para os pés e ombros. O volume do porta-malas foi ampliado em 51 litros, totalizando 211 litros.



Novos modos de condução
Por meio de uma chave seletora na alavanca de câmbio, o motorista do novo MINI tem a possibilidade de escolher entre dois modos de condução, além da configuração padrão MID. 

A opção dos modos influencia a curva característica do acelerador e da direção, assim como o tempo de mudança de marcha da transmissão automática e a Suspensão Adaptativa no qual estes recursos estão integrados. 



Para uma direção mais agressiva, basta ativar o modo SPORT. Já para uma condução com foco na eficiência energética, o modo GREEN é a melhor escolha, apresentando, inclusive, uma função para andar desengrenado com o sistema de transmissão desengatado, trazendo economia de combustível e baixa emissão de poluentes.



Tecnologia de ponta
Alta tecnologia é uma das características do modelo que foi mantida. O novo MINI foi equipado com itens como: o inédito Head-Up Display de tela colorida, que mostra velocidade, instruções de navegação e funções do veículo; tela de 8,8 polegadas colorida de alta definição; Sistema de Navegação MINI Professional, MINI Connected, ar-condicionado automático digital de duas zonas; faróis Full LED com anel de iluminação, suspensão adaptativa, MINI Driving Modes que ajustam as características do motor, direção e suspensão do veículo de acordo com o desejo do condutor, MINI Driving Assistant, que trás piloto automático adaptativo, aviso de colisão frontal,assistente de farol alto, entre outros.


O novo MINI está disponível na rede de concessionários MINI a partir do mês de junho. 


O modelo com motorização Cooper chega ao mercado com preço a partir de R$ 89.950,00 enquanto o MINI Cooper S (com navegação) chega a partir de R$113.950,00 e no mês de agosto o MINI Cooper S (sem navegação) chegará a partir de R$ 107.950,00.



quinta-feira, 5 de junho de 2014

MARCA AUSTRÍACA DE MOTOS PREPARA TERRENO PARA SE INSTALAR E COMERCIALIZAR SEUS PRODUTOS NO BRASIL. DAFRA INICIA A PRODUÇÃO EM NOVEMBRO E A KTM SPORTMOTORCYCLES AG, DE VOLTA AO PAÍS, EM 2015.



O acordo entre as companhias é baseado em contrato de longo prazo e inclui a importação e fabricação de motocicletas, a comercialização dos produtos e o atendimento pós-venda no mercado nacional.

A cooperação mútua já está em andamento e a expectativa é que as vendas comecem em dezembro deste ano. 

Os preços dos produtos serão anunciados apenas à época de seus respectivos lançamentos.


Produção Nacional e Linha de Motocicletas
A produção na fábrica da DAFRA, em Manaus (AM), terá início em novembro começando pela Linha Enduro, formada inicialmente pelos modelos 350 EXC-F, 250 EXC-F e 300 EXC. 

No início do segundo trimestre de 2015 será a vez da 390 Duke, seguida pela 200 Duke. No 2º semestre chegam por meio CKD os produtos da linha Motocross.

Além das motos nacionalizados, a rede de concessionárias comercializará importadas também já a partir de dezembro, caso dos modelos motocross 65 SX e 50 SX, das street Duke 1290R, 1190 Adventure ABS e 1190 Adventure R ABS e da esportiva 1190 RC8 R.

“Temos um plano de produção CKD gradativo devido principalmente ao processo de nacionalização e homologação das motocicletas no País”, explica o gerente de marcas da DAFRA, José Ricardo Siqueira. “Porém, para atender plenamente os consumidores KTM desde o início da operação colocaremos à disposição os principais modelos da linha KTM por meio de importação”.

Rede de Concessionárias
No retorno da KTM ao Brasil, a marca será distribuída em dois formatos de concessão: as Flagships/Full Range, lojas exclusivas localizadas nas principais capitais do País que comercializarão a linha completa de motocicletas, vestuário, peças de reposição e acessórios e a prestação de serviços de pós-venda especializado on e off-road; e as dual brand DAFRA/KTM, que terão uma capilaridade maior, tendo em vista que aproveitarão a rede da marca brasileira já instalada, porém com trabalho focado nos modelos 390 Duke, 200 Duke e RC 390, bem como vestuário, acessórios, peças e serviços pós-venda exclusivos para três produtos.

O cronograma de implantação da rede segue a programação dos lançamentos, começando em dezembro com as unidades Flagships/Full Range e, a partir do final do 2º trimestre de 2015, entram em ação as lojas dual brand DAFRA/KTM.

“Trabalharemos em duas frentes, criando lojas-conceito em mercados que se destacam no segmento premium e investindo numa maior sinergia entre os produtos de baixa/média cilindrada street de KTM e de DAFRA. Dessa forma acreditamos que conseguiremos nos posicionar rapidamente de maneira eficaz e sustentável no mercado nacional”, explica José Ricardo.

PowerWear & PowerParts
Simultaneamente ao lançamento das motocicletas, a operação brasileira colocará à disposição na rede de concessionárias uma linha completa de acessórios, vestuário e peças.

A linha PowerWear é composta pelas categorias Casual, Functional e Accessories que contempla desde itens mais usuais, como camisetas, bonés, bolsas, equipamentos de segurança, até os mais inusitados, como torradeira e roupas para bebês. Já a linha PowerParts tem foco em peças e acessórios específicos para as motocicletas.

CRONOGRAMA GERAL OPERAÇÃO BR

2014

2015
Dezembro
Abril
Maio
Outubro
Dezembro
Abertura Flagship/Full Range Store

Início das vendas

Abertura Dual Brand DAFRA/KTM

Início das vendas
390 Duke
Início das vendas
200 Duke
Início das vendas
RC 390
CKD 350 SX-F
CKD 250 SX-F


Sobre a KTM

KTM-Sportmotorcycle AG foi fundada em 1953 em Mattighofen, na Áustria. É uma fabricante de motocicletas, a maior marca europeia (123,859 unidades) e a marca premium de mais rápido crescimento em todo o mundo (+17 %), com uma presença global em 64 países. 
Desde a sua criação, a KTM ganhou 240 campeonatos mundiais, incluindo 13 vitórias consecutivas no mundialmente famoso Rally Dakar. Acesse: www.ktm.com.

Sobre a DAFRA
Uma empresa brasileira inovadora, a DAFRA Motos foi criada em 2007 pelo Grupo Itavema. É a terceira maior companhia no segmento de duas rodas e, com a marca DAFRA, produz e comercializa motocicletas e scooters de 50cm3 a 400cm3, além de bicicletas elétricas. 

A DAFRA também é responsável pela produção e distribuição de produtos de outras marcas europeias no Brasil. Acesse: www.daframotos.com.br.


Produção de motocicletas no Brasil
Com 1,6 milhão de motocicletas por ano, o Brasil é o 5º maior mercado de motos no mundo. 

Mais de 90% das unidades vendidas no País são produzidas na Zona Franca de Manaus. Esta alta concentração industrial no coração da Floresta Amazônica permite tanto a preservação local e o desenvolvimento de uma atividade econômica que apoia o padrão de vida dos cidadãos brasileiros dessa área. 

A produção das motos KTM na fábrica da DAFRA, que terá início em 2014, será realizada de acordo com rigorosa legislação ambiental, uma vez que é a norma para todas as atividades industriais dentro desta zona de livre comércio.

A produção de motocicletas em Manaus começou há mais de 40 anos, com a indústria japonesa. 

Em 1999, Harley Davidson também abriu uma fábrica e as empresas europeias começaram a chegar à região a partir de 2009, com a produção da BMW, posteriormente MV AGUSTA e Ducati, todas na fábrica da DAFRA. 

Triumph iniciou sua produção local em 2012 e agora em 2014 é a vez da KTM ter seus modelos montados em Manaus. 

VOLVO REGISTRA CRESCIMENTO NAS VENDAS DE SEUS AUTOMÓVEIS NO MUNDO: 13,4%, EM MAIO. NA CHINA, A MONTADORA SUECA ACUMULA RECORDES SEQUENTES. O XC60 FOI O MODELO MAIS COMPRADO DA MARCA.


O momento positivo global da Volvo Cars se repetiu em maio, com a comercialização de 40.449 carros, um crescimento de 13,4% se comparado com o mesmo mês do ano passado, resultado este alcançado por uma grande performance da marca em alguns mercados chave.

A China registrou um novo recorde de vendas em um único mês, com 7.104 carros comercializados em maio (60,9% a mais que em 2013), reforçando sua posição de maior mercado da Volvo Cars. 

Nos cinco primeiros meses do ano, a Volvo Cars apresentou um crescimento de 35,2% na China, um resultado alinhado com o objetivo da marca de vender, no mínimo, 80 mil carros no mercado este ano. 

O Volvo XC60 foi o modelo mais comprado, seguido pelo Volvo S60L, uma variante específica do mercado local.

Outro destaque da marca ocorreu na Suécia, onde a Volvo Cars alcançou um Market Share recorde, com 21,5% em maio, com 6.228 carros, um crescimento de 33,5% em relação ao mesmo período de 2013. 

A demanda por veículos da Volvo Cars na Suécia foi alcançada por uma forte oferta dos produtos e duas campanhas de marketing de sucesso. 


A primeira foi realizada pelo astro de futebol Zlatan Ibrahimovic, seguida de uma campanha estrelada pela cantora Robyn, focada na gama de motores Drive-E, de alta eficiência.

A Europa como um todo demonstrou ótimos resultados em maio, com crescimentos significativos em mercados como o Reino Unido, França e Alemanha. 

No geral, as vendas na Europa cresceram 15,1% em maio, com aumento de 9,6% nos cinco primeiros meses do ano. 

O Volvo V40 foi o modelo mais vendido na Europa, seguido pelo XC60. 

Os Estados Unidos se tornaram o terceiro maior mercado da marca em maio, com 5.014 carros vendidos, uma queda de 20,6% se comparado com o mesmo mês do ano anterior. 

Para o total do ano, a Volvo Cars espera uma virada nos EUA, com o lançamento de novos produtos e investimentos no mercado, com um novo grupo de líderes.

“Estou muito satisfeito em ver que os consumidores estão gostando dos novos produtos da Volvo Cars. Isso porque ainda não lançamos todas as variantes da nova linha de motores Drive-E”, explica Alain Visser, vice-presidente sênior de Marketing, Vendas e Pós-Vendas da Volvo Cars. “Eu acredito que as atividades em torno do lançamento do Novo Volvo XC90 irão aumentar o interesse em nossa marca e produtos.”

Vendas Volvo Cars (emplacamentos):


Maio

Janeiro - Maio

2013
2014
Diferença

2013
2014
Diferença
China
4 415
7 104
60,9%

22 905
30 972
35,2%
EUA
6 318
5 014
-20,6%

25 900
23 347
-9,9%
Suécia
4 664
6 228
33,5%

20 778
24 887
19,8%
Europa*
12 751
14 671
15,1%

65 552
71 868
9,6%
Outros mercados
7 512
7 432
-1,1%

33 044
34 807
5,3%
TOTAL
35 660
40 449
13,4%

168 179
185 881
10,5%
 *exceto Suécia                                           

O Volvo XC60 é o modelo mais vendido em maio, com 11.823 unidades comercializadas (contra 9.706 em maio/2013), seguido do Volvo V40 e Volvo V40 Cross Country, com um total de 9.025 carros (7.944 em 2013). O terceiro modelo mais vendido foi o Volvo V60, com 5.480 veículos em maio (ante 3.811 no mesmo período de 2013). 

O SUZUKI JIMNY 4SPORT 2015 JÁ ESTÁ À VENDA NAS CONCESSIONÁRIAS DA MARCA. PRODUZIDO NO BRASIL, O JIPINHO 4X4 COM REDUZIDA E MOTOR DE 85 CV 16 V É BOM DE OFF-ROAD E COMPORTA-SE MUITO BEM NAS ÁREAS URBANAS. CUSTA R$ 64.990,00.


O SUV compacto ganha side steps integrados, novos para-choque dianteiro e traseiro. Um conjunto que deixa o visual mais moderno e esportivo

O Jimny é fabricado no Brasil desde novembro de 2012, em Itumbiara (GO), marca presença em 188 países e soma 2,5 milhões de unidades comercializadas no mundo. 

Com mais de 43 anos de história, o Jimny manteve a construção robusta e a tradição de um verdadeiro 4x4 ao longo dos anos e agora chega ao mercado com a versão 4SPORT 2015. 

O novo visual dá um toque ainda mais moderno e esportivo ao SVU compacto da Suzuki que chega às concessionárias da marca.


O Jimny 4SPORT 2015, com Air Bag duplo e ABS, traz novos para-choques dianteiro e traseiro. Formados por peças modulares com fixações externas, o projeto foi desenvolvido para facilitar a manutenção do SUV off-road, único 4x4 que traz de fábrica o engate dianteiro que, por possibilitar visualização frontal, facilita qualquer manobra de carretas rurais ou de Jet Ski, por exemplo.

Outra novidade é o side step (apoio para o pé) integrado às laterais, à frente das rodas traseiras, que facilita o acesso ao teto para instalação de bagageiros, transportar bikes, pranchas de surf e outros equipamentos. Os frisos laterais, snorkel e flares ganham novo desenho e completam o design do 4x4.

Robusto, o Jimny apresenta maior resistência e durabilidade, devido ao conjunto de vários itens como a suspensão com eixos rígidos trilink, molas helicoidais e a construção em carroceria sobre chassi heavy dutty.
O SUV compacto da Suzuki é leve, tem apenas 1.060 Kg em ordem de marcha, motor em alumínio movido a gasolina, 1.3L (DOHC), 16 válvulas, 85cv, entrega um ótimo desempenho peso/potência de 12,47 Kg/cv. 

O Jimny também é econômico, classificado na categoria "A", pelo selo do Inmetro, traz o comando de válvulas variável (VVT) que otimiza o torque para todas as faixas de rotação e, em conjunto com a injeção eletrônica multpoint sequencial, garante otimização do consumo de combustível e baixa emissão de poluentes.
Versatilidade para diferentes estilos de vida
Versátil, o Jimny combina com diferentes estilos de vida. 

Seja para quem precisa de agilidade para o dia a dia na cidade, de um carro valente para o off-road ou robustez para uso no trabalho. 

Em todas essas situações e em diferentes tipos de terrenos, é possível utilizar as 15 combinações de marcha entre as três opções de uso de tração do Jimny: 2WD, com tração nas rodas traseiras, 4WD, com tração nas quatro rodas, e 4WD-L (reduzida) que dobra o torque nas quatro rodas e permite enfrentar os obstáculos mais desafiadores no fora de estrada.

Outra característica que agrega valor ao sistema de transmissão do Jimny, para quem vive nos grandes centros urbanos e em vias asfaltadas, é o uso 2WD, com tração traseira. 

Ágil e prático para o uso na cidade, as dimensões compactas do Jimny facilitam o tráfego entre as faixas de rodagem que estão cada vez mais estreitas e congestionadas. Além disso, o ótimo raio de giro, de 4,9 metros, facilita manobras e o estacionamento até nas menores vagas.

No fora de estrada, seja para passeios aos fins semana no sítio, na praia, ou para uma aventura nas trilhas, o Jimny conta com um sistema de roda livre pneumática com caixa de transferência sincronizada e gerenciamento eletrônico que permite mudar do modo 2WD para o 4WD, em velocidade até 100 km/h, com apenas um toque no painel de controle central.

Esportistas, veterinários, agrônomos, zootecnistas e todos os profissionais que trabalham no campo também podem contar com o Jimny. 

Além de ser um 4x4 com reduzida capaz de superar os mais difíceis terrenos rurais, traz excelente altura livre do solo, pode vir equipado com pneus MUD e com engates traseiro e dianteiro, que facilitam a manobra de carretas.

Por ter qualidades que atribuem a diferentes lifestyles que se adéquam a todos os tipos de terrenos, o Jimny é um carro versátil e conquista cada vez mais fãs. 

Em diferentes países existem clubes que organizam expedições, ralis, passeios e proprietários apaixonados pelo Jimny que personalizam o 4x4 para torná-lo ainda mais único.

São quatro versões disponíveis: Jimny 4ALL (indicado para o dia a dia na cidade), Jimny 4SUN (ideal para curtir os finais de semana outdoor com o teto solar panorâmico), Jimny 4SPORT (preparado para as aventuras fora de estrada por ser mais alto e por vir equipado com snorkel. 

Além dos itens opcionais off-road como Skid plate de transmissão e pneu MUD) e Jimny 4WORK, versões personalizadas (feito sob encomenda para frotistas, que pode vir revestido com interior lavável e outros opcionais necessários para o trabalhos).

Paleta de cores: Prata, Preto, Branco, Vermelho, Verde Amazônia, Verde Tropical, Amarelo, Roxo, Laranja, Rosa e Azul.

Áudio: conjunto com quatro auto-falantes, rádio AM/FM, CD player com MP3, WMA, USB e Bluetooth.

Preço sugerido Jimny 4SPORT 2015
R$ 64.990,00


ACESSE TODAS AS POSTAGENS E SAIBA TUDO SOBRE O MUNDO AUTOMOTIVO.