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sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

AUDI CONTINUA SE EXPANDINDO PELO PAÍS PREPARANDO-SE PARA A COMERCIALIZAÇÃO DOS CARROS FABRICADOS NO BRASIL, EM 2015 E INAUGURA UMA REPRESENTAÇÃO NO PARÁ, QUANDO REGISTRA MAIS UM MÊS DE CRESCIMENTO DAS VENDAS EM 10,8% NO MUNDO, OU SEJA 146.250 CARROS PREMIUM. DE JANEIRO A NOVEMBRO A MARCA COLOCOU NO MERCADO MUNDIAL QUASE 1,6 MILHÃO DE CARROS. EM 2020, QUER VENDER NO BRASIL 30 MIL VEÍCULOS


A Audi inaugurou mais uma concessionária no País, agora em Belém, 
capital do Pará 
A representação é parte do projeto de expansão da Audi no País. Em 2014, a marca deve encerrar o ano com o total de 40 lojas e planeja alcançar 60 pontos de venda no Brasil, em 2017. 

Para Jörg Hofmann, presidente e CEO da Audi do Brasil  aporte de R$ 300 milhões na rede, ao considerar as concessionárias são ponto essencial de contato entre marca e clientes, por isso, queremos cada vez mais expandir nossa rede e garantir presença em todo o Brasil. 

“Nossa meta em 2020 é vender 30 mil veículos no Brasil e as concessionárias terão um papel essencial nesse projeto”, detalha.

A presença de Audi em Belém coincide com mais um recorde de vendas da marca no mundo: em Novembro, a montadora vendeu 146.250 veículos - mais 10,8% do que em Outubro - e desde Janeiro, esse volume atingiu 1.591.100 carros - mais10,1%, do que no mesmo período de 2013.

Audi tem novo crescimento
A empresa mais uma vez cresceu significativamente em todas as regiões do planeta, em especial na Ásia Pacífico com as vendas subindo 17,7%, só na China, foram comercializados 52.544 veículos (+18,5%, do que em Outubro).

O Audi Q3 proporcionou um forte impulso, com a demanda pelo SUV compacto crescendo cerca de 49,8%. 

Desde janeiro, a empresa baseada em Ingolstadt já vendeu um total de 516.356 carros no país – e portanto mais de meio milhão de unidades pela primeira vez.

Nos Estados Unidos, 16.640 entregas (+22,0%) , o que resultou no 47º mês consecutivo de quebra de recordes. 


O modelo campeão de vendas nos EUA foi mais uma vez o Audi Q5 com 4.184 unidades entregues (+16,8%). 

No Reino Unido (+21,6%), a Audi superou a marca de 150.000 unidades pela primeira vez, com 11.295 carros no mês e 150.856 entregas desde janeiro.

As vendas da Audi nos mercados do Norte da Europa também continuaram a apresentar um desempenho positivo: a empresa conseguiu aumentar ainda mais seus volumes na Suécia (+20,7%), Dinamarca (+12,3%) e Noruega (+8,9%) em novembro. 

A região sul da Europa está mais estável do que um ano atrás: as entregas cresceram cerca de 5,1% na Itália, e na Espanha o crescimento chegou a 9,2%, para 36.507 carros desde janeiro.

No mercado doméstico alemão, as vendas Audi subiram 2,8% totalizando 240.849 unidades desde o início do ano. 

Se comparado ao forte mês no mesmo período do ano passado, que coincidiu com as primeiras entregas do Audi A3 Sedan para nossos clientes, as vendas caíram para 19.901 veículos (- 4,3%), em Novembro. 

A demanda pelos modelos maiores da marca aumentou cerca de 7 % no mesmo período.


O Audi A6 em particular comprovou ser popular na Alemanha (+23,0%). A nova geração desse modelo foi lançada nos primeiros mercados europeus em novembro.


Vendas
AUDI AG
Em novembro 

Acumuladas


2014
2013
Mudança com relação a 2013
2014
2013
Mudança com relação a 2013
Mundo
146.250
132.037
+10,8%
1.591.100
1.444.742
+10,1%
Europa
58.750
57.772
+1,7%
713.900
684.356
+4,3%
- Alemanha
19.901
20.804
-4,3%
240.849
234.212
+2,8%
-Reino Unido
11.295
9.292
+21,6%
150.856
134.846
+11,9%
  - França 
4.775
4.622
+3,3%
53.093
52.894
+0,4%
  - Itália
3.956
3.910
+1,2%
45.696
43.481
+5,1%
  - Espanha
2.477
2.275
+8,9%
36.507
33.422
+9,2%
  - Rússia
2.683
3.468
-22,6%
31.031
33.565
-7,5%
EUA
16.640
13.636
+22,0%
162.773
141.048
+15,4%
México
1.026
990
+3,6%
11.481
10.376
+10,6%
Brasil
1.256
477
+163,3%
12.122
5.907
+105,2%
China 
(incluindo Hong Kong)
52.544
44.334
+18,5%
516.356
443.664
+16,4%

PRESENTE DE NATAL: O ONIX EFFECT, A VERSÃO DE VISUAL ESPORTIVO DO MODELO DE 106 CV ENTREGUES PELO PROPULSOR 1.4, ESTARÁ JÁ NA SEMANA QUE VEM NAS CONCESSIONÁRIAS CHEVROLET PELO PREÇO DA VERSÃO LTZ: R$ 50.190,00, MAS COM MAIS ACESSÓRIOS.


Com acabamento esportivo, mais acessórios e pelo mesmo preço da versão LTZ, chega às concessionárias Chevrolet, a duas semanas do Natal, o Onix Effect, com 
transmissão manual, de cinco velocidades, apresentado ao público no Salão do Automóvel de São Paulo 2014.

O Onix Effect destaca-se pela extensa lista de itens de conveniência, conforto e segurança e pelo motor de 1.4 litro flex com 106 cavalos.



“O Onix Effect traz diversos acessórios exclusivos, como o spoiler dianteiro, as saias laterais, o aerofólio e um extrator na traseira, que melhoram o coeficiente aerodinâmico, explicou Carlos Barba, diretor executivo de Design da GM América do Sul


Outro elemento que chama a atenção no carro é o teto pintado em preto alto brilho, criando efeito parecido com o de uma cobertura de vidro.


Visual impactante

Grade toda preta, faróis com máscara negra, luzes de neblina, lanternas com detalhes escurecidos, rodas aro 15 em tom grafite, pneus 185/65 e decalques coloridos no capô, nas laterais e na tampa do porta-malas caracterizam a nova versão, identificada pela logomarca “Effect”, na porta.

O visual externo conta ainda com os retrovisores e os adesivos da coluna B em preto brilhante, dando amplitude à área envidraçada e, junto com o teto de mesma tonalidade, conferem maior fluidez ao design e aumentam a proporção abaixo da linha de cintura do veículo.

O Onix Ef
fect surge com duas opções de cores: Branco Summit e Vermelho Pepper, sempre com três anos de garantia.



O volante ganhou revestimento em couro e acabamento em vermelho acetinado, tem teclas de controle do sistema multimídia Chevrolet MyLink e empunhadura mais espessa e base reta, igual ao de bólidos de competição.

Os botões permitem ao condutor mudar as estações do rádio e fazer ou aceitar ligações telefônicas.


A nova versão tem as molduras das saídas de ar no painel e quadro de instrumento com grafismo alusivo à versão, que tem ainda tapetes bordados.

Ar-condicionado, direção hidráulica, bancos da frente envolventes, e o do motorista com regulagem de altura, alerta para esquecimento do cinto de segurança, travas e vidros elétricos dianteiros com comando na chave, freios ABS com EBD e airbag duplo, por exemplo, são itens de série.



“O Onix Effect irá agradar principalmente aquele consumidor que busca um compacto prático, ágil e econômico para o uso urbano, porém com um visual mais arrojado e preço atraente”, define Marcos Munhoz, vice-presidente da GM.

Esportivo acessível
Apesar de vir completo e agregar acessórios exclusivos, o Onix Effect estreia pelo mesmo preço da versão LTZ, igualmente equipada com o motor SPE/4 de 106 cavalos, o 1.4 aspirado flex mais potente do mercado.

A transmissão é manual com alta capacidade de sincronização, que possibilita trocas rápidas e inversão de sentido de forma suave e com baixo esforço.

O Onix completou no mês passado dois anos no mercado brasileiro com recorde de vendas. 


Em novembro, foram emplacadas 14.484 unidades do modelo, pioneiro no segmento a oferecer sistema de conectividade multimídia e transmissão automática de seis marchas.

A melhor marca até então havia sido registrada em junho deste ano, quando 14.017 unidades do Onix foram emplacadas no País. 



Todas as versões do carro trazem um amplo pacote de itens de conforto e segurança de série, como ar-condicionado e direção hidráulica.

Lançado em novembro de 2012, o Onix transformou-se rapidamente no Chevrolet mais vendido da linha e, recentemente, foi apontado como o carro com o maior valor de revenda do país, segundo levantamento feito pela AutoInforme, o que comprova sua excelente aceitação.










TMD FRICTION LANÇA NA REPOSIÇÃO PASTILHAS COBREQ PARA NISSAN SENTRA E NISSAN MARCH 2015


A TMD Friction do Brasil já colocou, no mercado nacional de reposição, suas pastilhas Cobreq para os modelos 2015 do Sentra (referência Cobreq N-1434) e do New March (N-1426) da Nissan. 

São pastilhas dianteiras para o Sentra 2.0 S MT e Sentra 2.0 SV CVT; e para o March 1.0 Conforto, March 1.0 SV e March SL 1.6.

O Sentra é dotado de motor 2.0 flex com 140 cv, com destaque, em sua versão automática, para a nova transmissão CVT, e para o porta-malas com capacidade de 503 litros. 


O Nissan New March têm duas versões: uma com motor 1.0 16V flex (74 cv) e outra com motor 1.6 16V, também flex (111 cv).

Assim como nos demais produtos já no mercado, para este lançamento as pastilhas Cobreq passaram por intensos testes de campo e de laboratório, sob temperaturas extremas, variadas velocidades de uso e, ainda, diversas condições de carga. 

Todos estes requisitos foram atendidos, com destaque na obtenção de altos níveis de durabilidade.


CITROËN 2014 QUER RECUPERAR MERCADO COM O C4 LOUNGE, MAIS ECONÔMICO E COM MELHOR DESEMPENHO, CUSTA ENTRE R$ 78.790 E R$ 85.490. FORD FIRMA-SE NO PERU PARA EXPANDIR A MARCA E ANUNCIA OITO NOVIDADES EM 2015, ENTRETANTO, GARANTE VENDAS EXCELENTES DO SEU FUSION HÍBRIDO. O LIFAN, URUGUAIO, É UM ESQUIFE SOBRE RODAS: GANHOU NOTA ZERO NO TESTE DE IMPACTO.



Coluna Nº 5.014 - 12 de Dezembro de 2014
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Revisto, melhorado, o Citroën C4 Lounge

Ano de crise no mercado, 2014 deixa marcas na Citroën. Primeira, a queda de vendas de 14%; após uma freada de arrumação em busca do equilíbrio entre produção, vendas e lucros. 


Francesco Abbruzzezi, diretor-geral da marca no Brasil, sintetiza a postura: o que interessa é o lucro da fábrica e do revendedor. 

Para fazê-lo, automóveis com prazer de conduzir, ênfase na luxuosa e futurista linha DS, interação com marcas de moda para desenvolver componentes ou versões, e sinergia com a rede de revendedores, freando arroubos criativos e onerosos. 

No momento, o melhor retrato da Citroën nos próximos anos é o do agora apresentado C4 Lounge THP Flex. 


É sedã confortável em uso, espaçoso, aclamado e reconhecido pelo mercado, rolar muito agradável, vendendo médias 850 unidades/mês. 

Contando com opção do bom motor desenvolvido entre a PSA – holding de Peugeot e Citroën -, e BMW: 1,6 litro, quatro cilindros, 16 válvulas, injeção direta e turbo compressor. 

Fazia, então, 163 cv consumindo gasálcool, passou por evolução a flex. 

Citroën gastou muito com mudança de componentes, incluindo o cabeçote, ganhando tratamento e metais para resistir à devastadora acidez do álcool. 

Para melhor resultado econômico, baixou a taxa de compressão de 10,5 a 10,2:1, mesmo assim a potência se elevou a 173 cv com álcool, e 165 cv com gasálcool, menos 1 cv do que a versão anterior. 

Em torque, aproximados 24 m.kgf num platô indo das 1.400 às 4.000 rpm. Faixa de potência a 6.000 rpm. 

Em avaliações por 600 mil quilômetros percebeu a necessidade de incrementar a lubrificação dos mancais do turbo – o álcool na gasolina degrada o óleo lubrificante, comum a motor e turbo. 


Recalibrou o mapa de injeção, as reações ao acelerador para melhor adequá-lo ao país de orografia variada, asfalto áspero e aplicou nova bomba de combustível pilotada, com pressão de 200 Bar. 

A inovação, da Bosch, varia a pressão de acordo com a demanda do motorista. Resultado, menos consumo e emissões.

O conjunto testava nova transmissão automática da nipônica Aisin, mais leve, com passagens mais rápidas para as seis marchas. 


Pelos resultados, a Citroën alongou a relação final em 11%, favorecendo a redução de consumo, sem reduzir capacidade dinâmica. 

Utilizando gasálcool ficou 7,5% mais econômica em relação à geração anterior. 

Dentro da postura mercadológica de ser carro para dar prazer de condução, aplicou o sistema ESP – um corretor eletrônico para derrapagens -, nas duas versões Tendance e Exclusive.

Do resultado, além do pioneiro rótulo de primeiro dentre os sedãs médios com injeção direta, turbo, flex. 


As mudanças – ou evolução do meio ciclo - dão-se pela surpresa contada pelo mercado. 


Antes projetada para representar 30% das vendas, o motor turbo fez dobrar o percentual. Agora, com 60% demandando tal propulsor, aviou-se a melhorar o conjunto.

Acredita o executivo maior, vendas evoluirão das 850 unidades mensais para volume entre 1.000 e 1.200.

As duas versões tem preço em R$ 78.790 e R$ 85.490. Afim? Compre a Exclusive. Pacote completo inclui teto e câmera de ré.

Garantia de três anos. Custos de revisão pré-estabelecidos.



Citroën C4 Lounge, revisto e melhorado.


Roda-a-Roda

Descentralização – Bernd Osterloh, líder do conselho de trabalhadores da Volkswagen alemã, defende a descentralização do comando da marca, com maior poder aos gestores regionais. 


Argumenta pelo ânimo de superar a Toyota e tornar-se líder mundial, e prejuízos da marca nos EUA e Brasil.

Autonomia – Tomara dê certo. Sussurros na filial brasileira dizem com clareza, os problemas da marca, como queda de vendas e participação no mercado estão na fórmula alemã de controle. 


A parte comercial local, por exemplo, é montada com escolhas de gentes e planos realizada na matriz alemã.

Síntese – O líder dos metalúrgicos criou bandeira para sua proposta: Centralize o necessário, descentralize o possível.


Especial – Peugeot faz série especial do 308 usando denominação de seu usual agrado, Quicksilver. 


Apenas 600 unidades. Caminho destas intervenções é agregar acessórios e vender o conjunto por preço atrativo. No caso, R$ 63.190.

Do Peru – Para fomentar vendas Ford assumiu a representação oficial da marca no vizinho país. 


Por identidade cultural condução faz-se pelo presidente da Ford Argentina, Enrique Alemany, também condutor de negócio Ford, no Chile. Alemany se reporta ao presidente da empresa, no Brasil.

Conceito – Referência da política de Globalização Tecnológica assumida mundialmente pela Volkswagen e privilegiando o Brasil, Golf mexicano em 7ª série, recebeu o pico de cinco estrelas em proteção de adultos e crianças em testes de segurança pela agência LatinNCAP.


Aqui - Premiação entregue ao dr. Egon Fleischer, vice-presidente de Desenvolvimento do Produto da VW Brasil. Ato indica, Golf 7 a ser feito no Brasil terá idênticas características.


Futuro – Apesar das perdas superando US$ 1 bilhão no mercado latino-americano, Ford diz terá oito novidades industriais, em 2015. 


Seu presidente, inglês Steven Armstrong, prevê dificuldades no primeiro semestre, tentará recuperação no segundo, fechará o ano como 2014, em torno de 3.260 mil unidades vendidas.

E? – Versões atualizadas do picape Ranger – já mostrado pela Coluna -, EcoSport, Focus, mudança tópica em Fiesta, Edge, mostrado ao início do ano em Detroit e de apresentação delongada e, crê-se, o Mustang. E duas em caminhões pequenos.


Na mesma – Francesco Abbruzzezi, número 1 da Citroën, é prático prevendo apenas, em 2016, vendas iguais às de 2013. Crescimento apenas em 2017. Três anos perdidos.


Situação – As abrasões entre a GM e o sindicato dos metalúrgicos de São José dos Campos, SP, influenciando a produção, sempre foco de dúvidas quanto ao futuro, gerou consequências. 


Investimentos para novo sedã médio foram desviados para a Argentina. Brasil será importador.

Phoenix – Nome da lenda grega do renascimento tem a mesma lógica da denominação das operações da Polícia Federal. 


No caso é renascer da GM na Argentina, desde sua volta ao país vizinho.

Cruze 2 – Ação ultrapassa o dividir produção com o Brasil, como o faz agora, mas ter produto exclusivo e, mais, produzir atualizada família de motores: bloco em alumínio, quatro cilindros, 16 válvulas, injeção direta e turbo. 1,4 litro e 150 cv.


E? – Transmissão de sete velocidades à frente, automática. Não será feita na Argentina e, no Brasil, teve criado espaço industrial na fábrica da marca em Joinville, SC, mas era projeto grande, para mercados regional e europeu. 


Este, maior cliente, em crise, fez o presidente da GM avocar e detê-lo.

DNA – Novo Cruze, como o atual, tem o DNA coreano de estilo, herdado à Daewoo, comprada pela GM para ter pé na Ásia. No mercado Outubro 2015.


Híbridos
– Ford vendeu o milésimo Fusion Hybrid e por suas contas, do total detém 84%. 


Entrega 60 unidades/mês em principal por custar R$ 135 mil, sete mil sobre versão a gasolina. 

Consumidor mudou. Antes pessoas jurídicas, hoje, 80% são de particulares preocupados com ecologia e contas. 

Diz, diferença de custo se paga em dois anos de uso.

Bilhão
– As 147 mil unidades vendidas do Nissan Leaf atingiram 1 bilhão de km rodados, de acordo com o Carwings, sistema registrando as unidades vendidas. 


Fossem a gasolina teriam despejado na atmosfera 180 mil toneladas de CO2.

Zero – LatinNCAP, instituto de avaliação de segurança, submeteu o uruguaio Lifan 320 – já vendido no Brasil -, a teste de impacto. Resultado devastador: Nota Zero. 


É um esquife sobre quatro rodas. 

Que fará o governo federal sobre isto? O Brasil não testa os carros antes de seu lançamento ao mercado. 

Lançou, está lançado e se tiver problemas é com o INSS para pagar consertos pessoais, absenteísmo ao trabalho ou auxílio funeral, e o consumidor.


Lifan 320, Nota Zero no teste de segurança.


Pega – Encolhimento do mercado doméstico brasileiro em imaginados 8%, em 2014, mostra perdas e ganhos. 


Fiat mantém a liderança, e briga maior é para fugir do 3º. lugar. Por enquanto, GM vende cinco mil unidades a mais, em relação à VW. Na prática 1% de diferença.

Valor
– Se Volkswagen ficar com terceira posição, despropositada ante investimentos, lançamento do up!, atualização de motores, mudanças nas fábricas, resultado pode alterar seu processo comercial. 

Hoje tal área no Brasil é coordenada pela matriz, com pensar alemão, a latere do presidente local.

Fica - Bernd Osterloh, acima citado, defendeu em público renovação do contrato de Martin Winterkorn, o nº 1 da empresa. 

Para ele o melhor dirigente da indústria automobilística não pode ir para casa aos 69 anos. 

O contrato vencerá em 2016. Propõe fique até 2019, fim do ciclo de investimentos no exterior, produtos e tecnologia.

Mercado – Em caminhões, disputa maior está entre MAN, líder e liderando por 600 unidades, e Mercedes-Benz, querendo recuperar negócios. 

MAN caiu 12% em vendas e Mercedes a metade, sinal de crescimento. Diferença é 2%.

Receio – Queda de vendas, de perspectivas, negociação com colaboradores ociosos para não despedi-los e demora do governo com as regras do Finame PSI 2015, do BNDES, maior ferramenta de vendas, atemorizam setor.

Freios
– Para tentar reduzir acidentalidade com motos e ante iniciativa aplicada aos demais veículos, Conselho Nacional de Trânsito tornou obrigatório o uso de freios ABS, anti-travamento, e CBS, harmonizando frenagem nas duas rodas. Em 2016, 10%. Até 2019, toda a frota.

Bardahl – Marca, sobrenome de Ole, seu criador em 1939, comemora 60 anos no Brasil, representada pelos Nunes Galvão – Antônio e filhos Evânio e Mário. 

Pioneira no aditivar gasolina e óleo lubrificante, no automobilismo apoiou a pioneira Mil Milhas Brasileiras, e início da carreira de Emerson Fittipaldi. 

Volta – Participação na Fórmula 1 e categorias de base na França fizeram a Renault Brasil voltar às corridas com Fluence no Campeonato Brasileiro de Marcas. 

Há 50 anos a marca era usina de tecnologia de preparação, colhedora de vitórias, forno dos pilotos criando a base de presença brasileira no exterior.

Evolução – O Brasileiro de Marcas, coisa promocional, para automóveis não gera desenvolvimento de motores 2.0, padronizados, fornecidos pelo mago argentino Oreste Berta. 

As fabricantes de automóveis no Brasil deram o empuxo do nosso automobilismo organizado.

Está na hora de se unir pela volta à competitividade e ao uso das corridas como laboratório dinâmico.

Igual – Organização de Fórmula 1 mudou regra de admissão: só após 18 anos e duas temporadas em fórmula. 
Cuidados com imagem de utilidade institucional. 

Em esforço de sobrevivência, F 1 deve mostrar-se socialmente útil, e o fato de jovem imberbe, sem carteira de motorista, competir na categoria mais elevada, em caso de acidente geraria questões agora evitadas.

Antigos – Seis de fevereiro, durante a imponente Retromobile, em Paris, leilão Artcurial. 

No programa, Ferrari 275 GTB/2, de 1966, presente do diretor Roger Vadim à atriz Jane Fonda. Catálogo em www.artcurial.com


Parece GT Malzoni anabolizado, mas é Ferrari 275 GTB/2 do mesmo 1966. Estimativa em US$ 3,640 milhões a 4,300 milhões.

Mais - Estadunidense RM Auctions cruzou o oceano e fará leilão na mesma Paris aos 3 e 4 de fevereiro. 

Uma de suas estrelas, Delahaye 135S de 1935, competidor nas 24 de Le Mans 1937, e ex-Jean Philip Peugeot, herdeiro da marca. Valor estimado entre 1,2 milhão e 1,4 milhão de Euros.

Gente – Norbert Reithofer, alemão, CEO da BMW, promovido.

OOOO Presidente do Conselho de Supervisão da empresa. 

OOOO Novo titular será Harald Krueger, 49, atual diretor de produção. OOOO



Prêmios pelos bons resultados do Saveiro

O picape Saveiro da Volkswagen foi laureado com quatro prêmios no âmbito da Imprensa especializada. 

Largo caminho iniciado em 1983, foi escolhido como Melhor Picape pelo prêmio Abiauto, único do setor pela associação formada por jornalistas especializados. 

No mesmo nível, foi eleita Picape do Ano pelo Top Car TV, grupo criado por editores programas de automóveis. 

Duas revistas também o escolheram como melhor no segmento, a cinquentenária Autoesporte – Picape do Ano 1965 - e Car and Driver, Melhor Picape no grupo 10 Best.

É reconhecimento aos bons resultados conseguidos pelo picape pequeno da marca. 

Apostando no segmento, a Volkswagen tem feito desenvolvimento constante e o mais recente foi a criação da versão cabine dupla, diferenciada por conter espaço para cinco ocupantes. 

Outro ponto importante como ganho de melhoria no produto foi a mudança da motorização, agora o atualizado quatro cilindros, 1.600 cm3, 16 válvulas, 120 cv da família EA 211. 

Na prática um crescimento modular do motor de três cilindros caracterizador do modelo up!.

Além do motor o Saveiro porta freios ABS para estradas de terra, bloqueio eletrônico do diferencial e o HHC trava para arrancar em subida.
Saveiro, picape do ano

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