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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

VENDA DE CARROS NO BRASIL REGISTROU UMA QUEDA DE 35%, ENTRE 2013 E 2015, E AS EXPORTAÇÕES CAÍRAM ENTRE 2005 E 2015 17%, O RESULTADO DESSE DESEMPENHO GEROU UMA OCIOSIDADE DE 60% DA CAPACIDADE NOMINAL INSTALADA. APESAR DISSO, A RENAULT LANÇOU A SUV CAPTUR, DEPOIS DA PICAPE OROCH, A FIAT ACABA DE LANÇAR A PICAPE TORO, DEPOIS DO PERNAMBUCANO RENEGADE DA JEEP



Alta Roda 

Nº 875

Fernando Calmon



DUAS TAÇAS MUNDIAIS

Está bastante difícil este começo de ano para a indústria de veículos. E vai piorar no primeiro trimestre porque em igual período de 2015 ainda havia em estoque unidades produzidas em 2014 com IPI reduzido. 

Produção, porém, apresentou o pior janeiro desde 2003 e isso tem impacto direto nos empregos do setor (14,7 demissões no ano passado e mais que o dobro disso na área de autopeças). 

Todavia a grande desvalorização do real frente ao dólar abre uma janela de oportunidade para exportações.

Reconquista de espaço perdido por veículos brasileiros no exterior será desafiante. Em primeiro lugar porque passamos de 35% de participação de exportações na produção, em 2005 para apenas 17%, em 2015. 

A queda brutal de 35% nas vendas internas de 2013 a 2015 também impactou na escala e nos custos de produção. 

Ociosidade se aproxima de 60% da capacidade nominal instalada, quando se sabe que a indústria mundial só consegue ganhar dinheiro se a ociosidade for inferior a 25%.

A propósito de ganhos e perdas, além de remessas de lucros para o exterior hoje praticamente zeradas, parece que acabou o ímpeto de radicais dos tempos de “abaixo o lucro Brasil”. 

Franklin Roosevelt, histórico presidente dos EUA, definiu um radical como alguém com os pés bem fincados no ar. 

Hoje, em tempos de “prejuízo Brasil” e dólar valorizado, as comparações de preços de automóveis com os vendidos no exterior quase não têm repercussão, embora os números sejam públicos.

Índice de inflação IPCA acumulado entre 2004 e 2015 foi de 87%. Carros subiram em média 2,5% pelas tabelas dos fabricantes e 8% de acordo com preços praticados, segundo a consultoria Molicar, de São Paulo. 

Em termos reais, ficaram, assim, bem mais baratos. Outra verdade: modelo mais acessível do mercado, Fiat Palio Fire duas portas, custa US$ 7.326 (cotação de dezembro último de R$ 3,87 por US$); sem IPI, ICMS e PIS/Cofins que não são todos os impostos incidentes, preço cai a US$ 5.342. 

Evidente que automóveis no exterior incluem bem mais itens de segurança, mas numa escala de produção muito maior e carga tributária menor por, no mínimo, US$ 12.000, nos EUA.

Pode-se ainda comparar por outro indexador em reais um Gol 1995, 1,0 L, 50 cv, sem catalisador, bolsas de ar e freios ABS. 

Corrigido pelo índice inflacionário IGP-DI deveria custar hoje R$ 43.500, mas em dezembro era tabelado a R$ 31.600 com mais cinco itens de série, motor de 76 cv (gasolina) e 98% menos emissão de monóxido de carbono. 

Este mesmo Gol custava 107 salários mínimos (SM) há 20 anos e hoje, 40 SM, depois da política de ganhos reais praticada nos últimos anos sem respaldo do aumento de produtividade da economia na mesma proporção.

Obviamente essas comparações embutem distorções cambiais, inflacionárias, tributárias e de poder de compra da população. No momento são classificadas como deformações numéricas, mas no passado recente poucos apontavam essas mesmas razões ao criticar os preços internos.

Com os pés bem fincados no chão e longe de radicalismos, esta Coluna gostaria de ressaltar que o Brasil conquistou duas novas taças mundiais. Carro mais tributado (compre dois e leve um...) e barato (ou um dos mais) em dólares.


RODA VIVA

DOIS lançamentos de peso da Renault este ano sentem a recessão econômica e podem sofrer atrasos. 

Versão brasileira do SUV Captur, maior que o Duster do qual deriva, deve ficar mesmo para início de 2017.
Mas o subcompacto Kwid (evoluído em relação ao indiano anônimo) talvez esteja à venda em novembro ou dezembro de 2016. Fábrica está engajada ao máximo.

POR
outro lado, fornecedores do Jeep (projeto 551), ainda sem nome escolhido, temiam pelo cronograma mais lento na fábrica de Goiana (PE). 

Como a picape Toro atrasou, o mesmo poderia acontecer com este terceiro produto, todos baseados no Renegade

Agora, já há data do início de produção: julho deste ano e vendas, três meses depois.

EVOLUÇÕES marcantes no estilo e habitabilidade (5 cm mais largo) , destacam-se no Mercedes-Benz GLC, SUV que tem por base o Classe C e sucede o GLK. 

Além de até 80 kg mais leve, consumo de gasolina caiu 19% ajudado pelo câmbio automático de nove marchas e aerodinâmica melhorada (Cx 0,31). Custa entre R$ 222.900 e 264.900, todos com tração integral.

NOVO BMW X1, tração dianteira ou 4x4, começa a ser montado em Araquari (SC) já no próximo mês. 

Motor de 2 litros turboflex não é igual ao do Série 3: 192 cv e 231 cv dependem da versão. 

Dirigibilidade em asfalto é muito boa, mas em fora de estrada sem desafios, aconselhável o 4x4. Interior e porta-malas mais amplos. Preços de R$ 166.950 a 199.950.

CROSSOVER
Mercedes-Benz GLE Coupé tem desenho mais equilibrado do que seu adversário direto, BMW X6, que criou o estranho e bem-sucedido conceito de SUV/cupê. 

GLE, porém, leva cinco passageiros e no banco traseiro há espaço maior para cabeça. Motor V-6/3L/333 cv e câmbio automático de nove marchas. Boa suspensão pneumática de série. Preços: R$ 415.900 a 425.900.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

O FAMOSO RENAULT ALPINE DE TANTAS VITÓRIAS VAI SER VENDIDO AO PÚBLICO, INICIALMENTE NA EUROPA, NA VERSÃO ALPINE VISION, NETO DO ADMIRADO ALPINE BERLINETTE A110, SERÁ UM PODEROSO BÓLIDO, DOTADO DE UM MOTOR DE QUATRO CILINDROS TURBO, QUE CHEGARÁ DE 0 A 100 KM/H EM MÍSEROS 4,5 SEGUNDOS. SERÁ MONTADO NA FÁBRICA DE DIEPPE E ESTARÁ NAS RUAS EM 2017. PROTÓTIPOS ALPINE ESTARÃO CORRENDO NO FIA WEC E NAS 24 HORAS DE LE MANS, ALÉM DE ESTAR CONFIRMADA SUA VOLTA À FÓRMULA UM. O ALPINE SERÁ MUITO BEM VINDO E QUE CHEGUE LOGO NO BRASIL


Monte Carlo, Mônaco
– Nos caminhos percorridos pelo célebre Rali de Monte-Carlo e no pico do Col de Turini, onde foram escritas algumas das mais belas páginas da história do automobilismo esportivo, o Grupo Renault revela seus planos para o renascimento da Alpine, desvendando seu novo show car Alpine Vision.


“O automobilismo esportivo e os carros esportivos estão arraigados no DNA do Grupo Renault”, comentou Carlos Ghosn, presidente do Grupo Renault. 


“No início de fevereiro, revelamos nosso retorno à Fórmula Um como escuderia e, hoje, estamos anunciando o retorno da Alpine. Esta é uma nova etapa em nossa história, colocando nosso know-how e nossas tecnologias do mundo das competições a serviço de nossos veículos de série, para conquistar novos clientes no segmento dos esportivos premium”, adiantou.


O show car Alpine Vision alia um design sensual com uma agilidade excepcional, mostrando de forma imponente que é um digno herdeiro do célebre Alpine Berlinette A110, modelo admirado e adorado pelos apaixonados por carros esportivos no mundo todo. 

O Alpine Vision recebe um motor de quatro cilindros turbo, preparado pelos especialistas da Renault Sport. 

Sua leveza permite que ele atinja 100 km/h em menos de 4,5 segundos, o mesmo objetivo fixado para o modelo de série.


A marca Alpine será gerenciada pelo Grupo Renault através de uma pequena equipe de especialistas apaixonados, que terá como missão satisfazer e até mesmo ultrapassar as exigências dos clientes do segmento dos esportivos premium. 

Michael van der Sande será o diretor-geral da Alpine, enquanto que Antony Villain comandará o Departamento de Design.
A Alpine contará tanto com o apoio do Grupo Renault quanto da Renault Sport.


“Estamos todos muito orgulhosos por trabalhar no renascimento da Alpine, para a alegria dos apaixonados por carros esportivos do mundo todo”, observou Michael van der Sande. 

“Nossa missão será de reinterpretar os célebres modelos Alpine do passado e garantir o futuro da Alpine através de carros esportivos, fantásticos, ágeis e de alta performance. O show car Alpine Vision tem tudo de um modelo Alpine, mas é totalmente moderno. Estamos ansiosos para revelar o carro de série que chegará até o final deste ano”, confessou Michael.


Durante os próximos 12 meses, a equipe da Alpine se dedicará à criação de um carro excepcional, que será muito próximo do show car em termos de design, peso, comportamento, agilidade e atenção dedicada aos menores detalhes. 

O desenvolvimento da equipe e da rede também faz parte das prioridades, além da manutenção do programa esportivo. 


A escuderia Signatech-Alpine Racing já conquistou dois títulos na ELMS (European Le Mans Series), além da vitória na categoria LMP2 na perna chinesa do Campeonato Mundial de Endurance 2016 (FIA WEC), em Shanghai. 


Nesta temporada, a escuderia vai participar com dois protótipos Alpine LMP2 no FIA WEC e nas 24 Horas de Le Mans.


Montado na cidade francesa de Dieppe, o novo Alpine será inicialmente comercializado na Europa, a partir de 2017.

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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

FIAT TORO FOI APRESENTADO, HOJE, AO GOVERNADOR DE PERNAMBUCO. PRESIDENTE DA FCA PARA AMÉRICA LATINA, STEFAN KETTER, APRESENTOU A PAULO CÂMARA, CHEFE DO EXECUTIVO PERNAMBUCANO, O MODELO INTEIRAMENTE IDEALIZADO E FABRICADO NO BRASIL. A TORO É A APOSTA DA FIAT PARA CONCORRER NO MERCADO DE PICAPES MÉDIAS MAIS PRECISAMENTE COM A RENAULT DUSTER OROCH


O Fiat Toro, segundo modelo fabricado no Polo Automotivo de Goiana, foi apresentado pelo presidente da FCA – Fiat Chrysler Automobiles, Stefan Ketter, ao governador Paulo Câmara e a secretários de Estado que o acompanhavam.

A solenidade aconteceu no jardim do Palácio do Campo das Princesas, sede do Governo de Pernambuco, na tarde desta quinta-feira (18). 


O Toro foi inteiramente idealizado, concebido, fabricado e aprimorado por talentos brasileiros. 

Marca a integração entre profissionais das unidades FCA de Betim e Goiana para atender os anseios dos consumidores. 


Trata-se de uma picape única, que quebra paradigmas e inaugura um 
novo segmento de mercado.

O governador de Pernambuco, Paulo Câmara, disse que o estado está muito feliz em ver um carro com tanta tecnologia embarcada como o apresentado hoje. 

“Um carro bonito, moderno, brasileiro, feito em Pernambuco e dialogando com o futuro da indústria automotiva. O Polo Automotivo de Goiana é um projeto que vimos nascer, há pouco mais de cinco anos, e que hoje é uma realidade. Tudo fruto de uma parceria com muito planejamento, união e sinergia. Obrigações cumpridas de ambas as partes, afirmou.


O presidente da FCA para a América Latina, Stefan Ketter, destacou os aspectos inovadores do novo modelo, que reúne as melhores características das picapes e dos SUVs. 

“O Fiat Toro é o símbolo do que podemos fazer agora e no futuro”, disse, ao ressaltar que o modelo é fruto do trabalho de talentos brasileiros, que mostram sua qualidade e capacidade ao conceber veículos inovadores.


Tantas inovações fazem do Toro um verdadeiro Sport Utility Pick-up (SUP), criando assim um nicho inédito no mercado latino-americano. 

O objetivo da FCA é comercializar 50 mil Toros em 2016 para atender a demanda do mercado nacional e já projeta exportar o modelo para conquistar os consumidores latino-americanos. 


Antes mesmo de seu lançamento oficial, que aconteceu na última segunda-feira, em Campinas (SP), o Toro vem gerando filas de espera em concessionárias de todo o Brasil.

O Toro é um veículo de infinitas possibilidades, que une as qualidades de SUV, picape e automóvel. 


O objetivo de tamanha versatilidade é atender gostos e necessidades de transporte, trabalho e lazer, simultaneamente. 

Outro destaque é o design moderno, arrojado e global do Toro, nascido nas mentes dos profissionais brasileiros da FCA.


BMW M2 É PREPARADO PARA SER O SER O SAFETY CAR NA TEMPORADA 2016 DA MOTO GP


A Motorsport, divisão esportiva da marca BMW, acaba de apresentar novos veículos de segurança para a temporada 2016 do MotoGP, o principal campeonato do motociclismo mundial. 

E o grande destaque é o novo cupê BMW M2, totalmente desenvolvido para entrar em ação de forma ágil nos circuitos do Mundial de Motociclismo e garantir a segurança durante todas as 18 etapas da competição.

Apresentado oficialmente no mês passado, durante o Salão de Detroit (EUA), e com comercialização no Brasil prevista para o segundo semestre de 2016, o cupê BMW M2 tornou-se o modelo esportivo ideal para converter-se em um safety car do MotoGP, graças ao gene de esportes a motor agregado ao seu DNA. 


O novo motor de seis cilindros em linha, 3.0 litros, associado à inovadora tecnologia M TwinPower Turbo é garantia de um desempenho extremamente esportivo. 

Com potência máxima de 370 cv e torque máximo de 47,5 kgfm – podendo alcançar 51 kgfm com a utilização de um overboost do turbo –, o conjunto motriz, que traz câmbio de sete marchas, de dupla embreagem, e tração traseira, é altamente eficaz em altas rotações, algo que fica realmente evidente na pista. 

Outras características do M2, como o baixo centro de gravidade e o peso reduzido, são atributos que ajudam a garantir a máxima agilidade e dinamismo deste cupê de alto desempenho. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 4,3 segundos.

Na fábrica do BMW Group em Garching (ALE), o BMW M2 convencional foi otimizado e preparado especialmente para assumir sua nova função no MotoGP. 


Além de soluções exclusivas feitas sob medida para o cupê e a inclusão de itens de segurança, os engenheiros da BMW M também equiparam o cupê com diversos acessórios da BMW M Performance, o que garante um visual chamativo ao modelo e também ampliam o desempenho, especialmente no que diz respeito à aerodinâmica, refrigeração e design.

O projeto do BMW M2 MotoGP Safety Car teve início no mês de outubro e levou 10 semanas para ser concluído. 


Na oficina de protótipos da BMW M, o cupê recebeu um novo para-choque frontal, equipado com luzes de LED azuis nas tomadas de ar inferiores, e uma luminária de LEDs vermelhos sobre o teto. 

Na parte traseira, sobre a tampa do porta-malas, foi instalado um aerofólio regulável feito de fibra de carbono. 

Este material, aliás, também está presente na tubulação do sistema de escapamento, nos estribos laterais, nas capas dos espelhos retrovisores externos, nas aletas sob a tomada de ar frontal e no difusor traseiro.

As rodas estão calçadas com pneus Michelin Cup e contam com freios de carbono-cerâmica derivados dos BMWs M3 e M4. Além de mais resistentes, eles são mais leves e estáveis termicamente. 


A cabine do BMW M2 recebeu uma gaiola de proteção antirrolamento também usada no BMW M4 GTS, bancos tipo concha Recaro com cintos de segurança de seis pontos Schroth, além de volante revestido de Alcântara e pedais de aço inoxidável.

“O MotoGP nos oferece a oportunidade de apresentar os pontos fortes da BMW M a um público de entusiastas de corridas em todo o mundo. Com o novo BMW M2 MotoGP Safety Car transferimos a potência e a dinâmica deste automóvel de alta performance para as pistas de corrida. Assim como seus predecessores, o BMW M2 MotoGP Safety Car utiliza a inovação tecnológica, o desempenho, a precisão e a agilidade para ajudar a garantir a segurança em um dos maiores campeonatos mundiais de motociclismo, atributos que fazem do M, ‘a letra mais poderosa do mundo’ ”, celebra Frank van Meel, presidente da BMW Motorsport.


BMW M na MotoGP
O MotoGP e a BMW M formam uma parceria que já dura quase duas décadas. Desde 1999, a BMW M tem sido um integrante permanente da família MotoGP. 

E esta colaboração de sucesso com a empresa organizadora do MotoGP, a Dorna Sports, vem crescendo constantemente nos últimos anos. 

Em 2014, a Dorna Sports e a BMW M estenderam sua cooperação até 2020. Esta é a 18ª participação da BMW M como “veículo oficial do MotoGP”.

Desde o início desta relação, a BMW vem introduzindo constantemente conceitos inovadores na categoria, assegurando o mais alto nível de segurança na pista, graças principalmente à avançada tecnologia. 

Para esta temporada, além do cupê BMW M2, a frota de veículos oficiais da MotoGP conta com seis modelos diferentes: BMW M3 e BMW M4, como veículos de segurança, e os SAVs BMW X5 M e M550d xDrive, como veículos de resgate médico, e um BMW M5 a ser usado para o transporte do chefe de segurança da competição. 

A BMW Motorrad também marcará presença na MotoGP, com duas safety bikes BMW S 1000 RR.

A temporada 2016 do MotoGP terá um total de 18 etapas e começa no próximo dia 20 de março, com o Grande Prêmio do Catar, no Circuito Internacional de Losail, em Doha. 

O GP de Valência, a ser disputado no Circuito Ricardo Tormo, em Valência (ESP), no dia 13 de novembro, fechará o calendário da categoria.

Para mais informações sobre a BMW do Brasil acesse:
www.bmw.com.br

APAIXONADOS PELA BMW E COLECIONADORES DE MINIATURAS DE CARROS TÊM AO DISPOR JÁ 45 MODELOS DA MARCA E DA MINI, CERTIFICADOS PELO INMETRO, COM PREÇOS QUE VARIAM ENTRE R$ 39,90 E R$ 679,90 DO i8 EM ESCALA 1:18. A VENDA DAS MINIATURAS, TODAS FEITAS ARTESANALMENTE, É FEITA APENAS NAS CONCESSIONÁRIAS BMW E MINI



O BMW Group Brasil lança nesta segunda-feira as miniaturas oficias das marcas BMW e MINI no mercado brasileiro. 

Os produtos já estão disponíveis exclusivamente nas concessionárias representantes das marcas BMW e MINI em todo o País - são 45 versões, nas escalas 1:18, 1:43 e 1:64, certificadas pelo Inmetro. 

Todas as miniaturas são produzidas artesanalmente, seguindo o mais alto padrão de qualidade do BMW Group, e trazem toda a emoção que os veículos das marcas BMW e MINI proporcionam, podendo ser exibidas em diversos lugares. 

Os produtos têm preços sugeridos entre R$ 39,90 - para as miniaturas do BMW i3 e do BMW i8, ambas com escala 1:64 – e R$ 679,90 para o modelo BMW i8 com escala 1:18, variando conforme o modelo escolhido e tamanho. 

A lista completa com os preços sugeridos pode ser consultada nos sites: http://www.bmw.com.br/pt/topics/offers-and-services1/lifestyle/miniaturas-bmw.html e http://www.mini.com.br/servicoseacessorios/minicollection/miniminiaturas/index.html.

“Os modelos BMW e MINI são admirados e desejados em todo o mundo, há quase cem anos. E as miniaturas carregam o estilo de vida típico destas marcas, lembrando que disponibilizar ao mercado produtos de lifestyle é parte integrante da nossa estratégia de aproximação e fidelização de clientes. Acredito que teremos uma ótima aceitação destes produtos no Brasil, por ser um País que concentra muitos apaixonados por automóveis e colecionadores de miniaturas”, comenta Antonino Gomes de Sá, diretor de Pós-Vendas do BMW Group Brasil.

Entre as opções oferecidas estão, além dos modelos elétrico BMW i3 e híbrido BMW i8, os superesportivos BMW M4 e BMW M5, os SAV’s BMW X3, BMW X4 e BMW X5, os MINI’s Paceman, Countryman e Hatch, além dos já consagrados BMW Série 1, BMW Série 3 e BMW Série 4.

Para mais informações sobre a BMW do Brasil acesse:
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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

DEPOIS DE TER ADQUIRIDO 14 MOTOS BMW DE LUXO PARA FISCALIZAR AS RUAS DA CAPITAL FEDERAL, O DETRAN DO DISTRITO FEDERAL FOI OBRIGADO PELO GOVERNADOR A DESFAZER A COMPRAPOR INADEQUAÇÃO DO PRODUTO À SUA UTILIZAÇÃO. NESSA INSANIDADE, POIS O DF ESTÁ COM PROBLEMAS SERÍSSIMOS DE SAÚDE FINANCEIRA E HOSPITALAR, ÍAM SER GASTOS CERCA DE R$ 650 MIL


O Detran do Distrito Federal passou pelo vexame de ter que desfazer a compra de 14 motocicletas BMW F800 GS Adventure para fiscalizar as ruas da capital federal. 


As motos de luxo da BMW substituiriam as motos Honda CB 600 F Hornet, linha em 2014 e algumas já estão em operação neste carnaval.

O investimento total na aquisição das novas motos foi de R$ 648.500,00, gasto que o diretor de Policiamento e Fiscalização do Detran, Silvain Fonseca, justifica ao frisar que "precisamos de uma moto resistente, que ande em qualquer terreno, possa subir no meio-fio para atender acidentes, fazer blitzen e escoltas".

O Detran do DF possui uma frota de 38 motocicletas desde 2000 nas ações de fiscalização das quais 14 estão fora de operação, porque apresentavam já inúmeros problemas. No entanto, 24 motos ativas de 2013 continuarão em uso por mais dois anos.

Diferença
As BMW F 800 GS Adventure, adquiridas são a versão "off-road" e "roadster" próprias para rodovias e percursos fora do asfalto. 


Esse modelo Adventure que substitui a frota de Honda CB 600 F Hornet, que saiu de linha em 2014, tem tanque de 24 litros, mas é ideal para longos trajetos e áreas remotas. 

O Detran justifica a escolha afirmando que o modelo adquirido da BMW "tem as mesmas características básicas da Honda CB 600 F Hornet", o que não é absolutamente verdade.

A Honda tem perfil urbano, é mais leve e a sua carenagem menor, deixando expostos os itens de mecânica – é a chamada "moto naked", ou seja, na prática, os veículos são bem diferentes. A BMW foi desenhada b
asicamente para fazer turismo.

sábado, 6 de fevereiro de 2016

AUDI PRODUZ A3 SEDAN, MOTOR 2.0, EM SÃO JOSÉ DOS PINHAIS: 6,6 SEGUNDOS DE 0 A 100 KM/H E 13 KM/L NA CIDADE, COMEÇA COM R$ 138 MIL E VAI ATÉ R$ 170.MIL. O VELHO LAND ROVER SAIU DE LINHA DEPOIS DE TER VENDIDO DOIS MILHÕES DE JIPES, VOLTA EM 2018 REEDITADO. CITRÖEN GRANDE PICASSO, COM MOTOR 1.6 TURBO, DE 163 CV E 240Nm DE TORQUE, COM SEIS MARCHAS: R$ 120.900 - SEDUTION E R$ 127.900, INTENSIVE



Coluna nº 0616 - 6 de Fevereiro de 2016
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Audi A3 sedan 2.0, o irmão mais forte

Inaugurar – ou reinaugurar, como no caso – a fabricação de automóveis, é sempre ocasião a ser festivamente celebrada, incluindo muitas presenças para garantir audiência e palmas aos discursos de autoridades. Faz parte.

Mas nada disto ocorreu com o retorno da Audi ao Brasil, nas instalações da Volkswagen, em São José dos Pinhais, PR. 

Começou com tímidos passos industriais compondo a versão de entrada, a A3. E, imediatamente, bisou a falta de festa lançando a primeira versão do automóvel o Audi A3 sedan com motor 2.0, poderoso em seus 220 cv de potencia, atrevidamente disposto ao gerar surpreendentes 35,7 m.kgf de torque a partir de 1750 rpm – pouco acima da marcha lenta.

Quer ter uma ideia do significado? Lembra-se dos ícones performáticos de duas décadas passadas, como o Opala com motor L6, 4,1 e o Dodge Dart, V8 5,2? 

Pois é, produziam, respectivamente, 29 e 41,5 m.kgf de torque, com motores com mais do dobro em cilindrada.

Não se trata da fórmula simplória do ganho de potência como resultado da utilização de um turbo alimentador, mas de invejável pacote tecnológico mesclando motor compacto, 16 válvulas, injeção eletrônica, com jato de combustível diretamente sobre a cabeça dos pistões, turbo alimentador insuflando pressão nas câmaras de combustão, e válvulas com curso modificado em função da demanda do momento. 

Abusando epicurismo mecânico com dois sistemas de injeção. Um, nos coletores, para sair e andar manso. Outro, direto na câmara de combustão, em demanda por performance

O movimento gerado pelo motor chega às rodas dianteiras por transmissão automatizada, com duas embreagens, seis velocidades.

Pacote se integra por construção estudada, incorporação de muito alumínio, cuidados aerodinâmicos, e os resultados aparecem. 

O consumo é baixo – numa cidade com trânsito civilizado, como Brasília, iguala a média de estrada, em torno de 13 km/l – de gasálcool. Na prática autonomia superior a 700 km.

Outro
Introdução é para esclarecer a posição da versão 2.0. Não é o mesmo carro com motor em cilindrada aumentada. 

Apesar de toda a similaridade, a versão 2.0 é rica em diferenças para as novas demandas, como um resgate às características do modelo alemão. 

Dele, com a nacionalização do pioneiro 1,4, alguns sistemas foram simplificados, como o eixo traseiro e a transmissão, visando comprimir preços. 

Na versão Ambition 2,0 voltaram a ser agregados ao veículo a suspensão traseira por sistema de eixo multi link, original na plataforma MQB, e a transmissão com duas embreagens. 

A versão 1,4 tem eixo de torção e caixa automática de seis marchas. Um refinamento no conjunto mecânico, embora de pouca percepção.

Como

Bem sentidas são as reações de aceleração e reação à retomada de velocidade. 

Embora o A3 1,4 não seja carro para passar vergonha, muito pelo contrário, incrementa-se a performance. 

Da imobilidade aos 100 km/h, 6,6s, dois segundos menos em relação ao 1,4.

Conteúdo como teto solar, escapamento duplo, ar condicionado digital, modos de regular o veículo entre conforto, esportividade e economia, direção elétrica, sistema stop-start, faróis bixenônio, controle de tração e estabilidade, controlador de velocidade, muita segurança.

Preços se elevam para diferenciar as versões e sub versões. Larga em R$ 138 mil, mas completo, incluindo tela de infodiversão, câmera de ré, teto solar, eleva-o a R$ 170 mil. 

Tudo sugere um bom candidato à vaga em sua garagem, mas o preço desperta o advogado do Diabo, autor da sugestão de compará-lo com o novo Jaguar XE, 240 cv, a R$ 172 mil.

Não gostei

O alemão é simpático, sedutor, agradável, performático, econômico. Acicata no condutor um incerto animus pilotandi e resgata vontade de dirigir sem necessidade. 

Tive uma experiência, ruim por si só, entretanto ótima para permitir uma sugestão à Audi. 

Na troca de um pneu descobri, o macaco deve ter sido desenhado por algum discípulo de Sir Anthony Colin Bruce Chapman, o mítico engenheiro inglês criador da Lotus e da teoria da insustentável leveza – reduzia o peso das peças até o máximo antes da ruptura. 

O ectoplasma de Chapman deveria estar presente na estrada de pouco movimento, cenário para tal operação, observando flexões e torções do delgado cabo do macaco, de pouca eficiência, aumentando o trabalho para a troca. 

Mas não é tudo. Ao que parece, o engenheiro autor do desenho do conjunto disco de freio/roda, deve ter almoçado com um controlador de custos e com o presidente do sindicato de lavanderias no dia de cometer sua parte no projeto. 

A junção roda/disco não é feita por porcas, mas por parafusos, e o disco de freio, contra quem é comprimida, não tem pino guia. 

Tal economia exige, à hora da troca, cancelar a agenda do dia ante a operação para recolocar o pneu, pois você deve sentar no chão; sustentar o pneu de emergência nas pontas dos pés; elevá-los para buscar a posição de coincidir furos das rodas com os do disco do freio; girar com mão e pés até conseguir prendê-la com um parafuso. Daí em diante, movimentá-la para encontrar as outras roscas e fixar a roda.

Sentar no chão para trocar pneu pode ser um bom e inesperado exercício de Pilates, mas não há terno – e dono - que se convençam do método.

Audi A3 sedan 2,0. Outra conversa


Roda-a-Roda

Acabou – Sexta feira passada saiu de produção o jipe que apresentou a Land Rover ao mundo. 

Expansão da marca e o lançamento da família Range Rover na década de ’70 fizeram batizá-lo Defender.

História - Não foi produto criado para a II Guerra Mundial, mas aproveitou o lay-out mecânico do Jeep Willys, e o fez melhor, com caixa de marchas com quatro velocidades, carroceria em alumínio – ante a falta de chapas de aço, melhor comportamento. 

Encerra-se após dois milhões de unidades, barrado pela legislação obrigando a itens de segurança como bolsas de ar. Voltará, reeditado, em 2018.

Categoria – Fez festa com operários e ex, test-drive com protótipo e a última unidade, e inaugurou nova atividade: área para restauração dos LR antigos, empregando funcionários aposentados.

Fênix, Land Rover foi – e voltará


Marcha lenta – Adiamento na produção de novos produtos Alfa Romeo: apresentação de novas versões do Giulia e de um não planejado station wagon em torno de setembro, com início de vendas em janeiro ou fevereiro de 2017. SUV em 2018; um modelo menor já batizado Alfetta; e maior, tração traseira.

Fora – Crescimento do mercado de utilitários esportivos nos EUA levou Hyundai a suspender produção do Azera e anunciar planos para um SUV no segmento C. 

Quer combater outros bem sucedidos, como Jeep Renegade, Nissan Juke e Fiat 500X. Outro corte, FCA tirou de seu portfolio Dodge Dart e Chrysler 200.

Conforto
– Nova edição do Citroën Grand Picasso. Trabalho para oferecer espaço e conforto a sete pessoas. 

Uma viagem de primeira classe, diz a empresa. Mobilidade garantida por motor 1.6 Turbo, 163 cv, 240 Nm em torque, e transmissão automática com seis velocidades. 

Preços, R$ 120.900, Seduction e R$ 127.900, Intensive.

Citroën Grand Picasso, cidade, estrada, conforto



Cruze – Carlos Zarlenga, 42, primeiro argentino a comandar a GM de seu país, definiu data para início de produção do Cruze II em Rosário: maio. 

O executivo deu entrevista aos diários portenhos El Cronista e Clarin, e pontuou querer ultrapassar a líder VW no mercado argentino.

Brasil – Sobre nosso País, a previsão mais negativa até agora exposta: cair 20% ante as vendas de 2015, quando encolheu 26%.

Futuro – Zarlenga prevê enormes ganhos tecnológicos nos próximos 10 anos mais mudanças que nos últimos 50, e acredita, GM pode voltar a ser líder mundial ante as novas condições: Conectividade; Carro Autônomo; Energias Alternativas – marca, ex líder, é hoje a terceira no ranking mundial.

– Como Coluna contou, novo comando Fiat no Brasil mandou acelerar definições e lançamento do novo produto de entrada, dito Mobi. Antecipou novamente. Agora, abril.

Formidável – A desconcertante adesão papal ao franciscanismo, despreza veículos de luxo, trocando-os pelos simples. Foi assim no Brasil, utilizando Fiat Idea, e nos EUA, num encontro mundial de famílias cristãs.


Lucro – Lá, Fiat 500L por ele utilizado e recebido em doação, vai a leilão para arrecadar fundos à Caritas, de beneficência cristã.

Surpresa – 4.600 Operários da linha de produção de Gol, Voyage e up! na fábrica VW em Taubaté, SP, chegaram ao trabalho na sexta feira, 29, e foram dispensados: explicação simplória, o fornecedor de bancos não os havia entregue.

Menos uma – Fábrica de ônibus Comil há dois anos inaugurou orgulhosamente linha de produção de urbanos em Lorena, SP. 
Agora, fechou-a – sem expectativa de reabertura. 

Justificou pela crise econômica nacional, causando encolhimento das encomendas, e resumirá atividades em Erechim, RS. Dispensou 200 pessoas.

Duas – Já são duas fábricas fechadas neste ano. Primeira foi a de caminhões International, em Caxias do Sul, RS.

Auto peças – Magneti Marelli, de auto peças elétricas, vai contra a maré de pessimismo, lançando no mercado linha de relés automotivos para veículos leves e pesados.

Gordini – Fabricante mineiro de carrinhos de mão ouviu críticas de consumidores sobre peso de seus produtos. 

Assim, para mostra-los mais leves, apesar da perda de durabilidade, buscou identificá-lo com o Renault Gordini, sedanzinho produzido no Brasil, entre 1961 e 1968, com fama de frágil.

Quem diria – Menor durabilidade deu certo, e vendas chegam a 25 mil unidades/mês vendidas a mercado interno e Mercosul. 

Agora quer fazer outro modelo, ainda mais leve e fugaz, o Dauphine, frágil antecessor do Gordini. É um case de marketing.

Treino – Ford resolveu voltar às corridas e se aplica com seu recém apresentado Ford GT. Estreia foi nas 24 Horas de Daytona Rolex, e liderou, teve pequenos problemas, chegou em 7º e 9º lugares. 

Quer mais quatro provas do Mundial de Endurance antes da maior vitrine do mundo, as 24 Heures du Mans, França, 18/19 junho.

Base – É sempre lembrada volta às origens – Henry Ford somente viabilizou sua companhia após vitória de um protótipo em tosca corrida, e às míticas conquistas nas mesmas 24 Heures du Mans, em 1965, 66 e 67. 

Agora, na prova de estreia, quando um GT 40 venceu em 1966, ganhou um Ligier Honda JSP2.

Fechou - Belo e imponente Museu da TAM, em São Carlos, SP, fechou. Empresa alega estudar mudança para a capital.

Dúvida - Quem acompanha o desmonte institucional da TAM pela compradora, a chilena LAN, tem receio de ser conversinha.

A LAN tem transferido empregos daqui para o Chile, reduziu espaço nos aviões e tal desenho não parece maior preocupação com o Brasil e seus passageiros, postura distante de ilmanter um Museu.

Aqui - Ministério do Turismo e o da Cultura deveriam conversar com governos municipal, estadual, e ministérios públicos e buscar solução ou reparação.

Mistura – Carro construído pelos franceses da Ligier – já estiveram na Fórmula 1 e protótipos -, com motor Honda derivado de unidade de série, V6, 3,0 litros.

Gente – Antonio Pires, português, engenheiro, promoção. 

OOOO Novo vice-presidente de Operações – o como fazer veículos. 

OOOO Experiência, sempre na marca, tinha cargo idêntico na operação da VW portuguesa, passagem pelas fábricas brasileiras de Anchieta e São José dos Pinhais. 

OOOO Diretoria da VW no Brasil tem agora cinco nacionalidades: sul-africana, brasileira, alemã, portuguesa e argentina. 

OOOO JoÃo Veloso, jornalista, mudança. 

OOOO Deixou Diretoria de Assuntos Corporativos da Nissan. OOOO 

OOOO Sérgio Ferreira, diretor das marcas Dodge e Jeep, promoção. 

OOOO Novo diretor de vendas da FCA, englobando marcas Fiat e Chrysler. 

OOOO Carlos Eugênio Dutra será responsável pela marca Fiat OOOO Lélio Ramos, cara comercial da Fiat, responsável por novos projetos. OOOO
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SISTEMA ONSTAR JÁ MOSTROU SUA EFICIÊNCIA COM A RECUPERAÇÃO DE UM CHEVROLET CRUZE ROUBADO E A NOTIFICAÇÃO AUTOMÁTICA DE UM ACIDENTE COM O ENVIO DE UM ALERTA PARA OI CENTRO DE ATENDIMENTO QUE ACIONOU A EMERGÊNCIA. O ONSTAR QUE EQUIPA TAMBÉM O COBALT POSSUI MAIS DE SETE MILHÕES DE USUÁRIOS NO MUNDO



São Caetano do Sul
- Foram notificados durante o mês de janeiro o primeiro caso de roubo e também o primeiro caso de acidente envolvendo veículos equipados com OnStar no Brasil.

Nos dois episódios, a tecnologia mostrou-se eficaz, cumprindo assim com o seu propósito, o de oferece ao motorista serviços como os de emergência e segurança em um patamar jamais visto no mercado automotivo nacional.

Lançado no último trimestre do ano passado como uma exclusividade da marca Chevrolet, o sistema OnStar também oferece serviços de navegação, concierge e conectividade e está disponível para a linha 2016 do Cruze, do Cruze Sport6 e do Novo Cobalt.


A primeira notificação de roubo de um veículo equipado com OnStar aconteceu na cidade de Osasco, na região da Grande São Paulo.

Logo após ter seu Chevrolet Cruze Sedã subtraído, o proprietário comunicou o fato à Polícia e ao Centro de Atendimento do OnStar, que, imediatamente, passou a monitorar o deslocamento do automóvel por GPS e, em um momento oportuno, enviou o comando remoto para o bloqueio da aceleração do motor do carro.

Abandonado pelo ladrão, o automóvel foi recuperado pelas autoridades (como exige a legislação nacional) e devolvido para o dono menos de três horas após o roubo.

Já a primeira notificação automática de acidente ocorreu com um Novo Chevrolet Cobalt de Teresina (PI). 

O carro se envolveu em um acidente com deflagração do airbag, sem feridos. Como o veículo com OnStar possui sistema próprio de telecomunicação, um sinal de alerta foi enviado para o Centro de Atendimento.

Assim que recebeu o aviso, a atendente contatou a motorista por meio do OnStar do sedã a fim de saber se ela estava bem e se precisava de ajuda. 

Foi solicitado então ao OnStar que auxiliasse no contato com a seguradora, com o guincho e com a autoridade de trânsito, até porque o smartphone da condutora ficou sem bateria.

Para Carlos Meinert, diretor de Customer Experience da GM América do Sul, esses casos são exemplos de como a tecnologia está proporcionando mais comodidade e segurança aos usuários.

“E caso o veículo se envolva em uma colisão mais grave, mesmo que nenhum ocupante consiga responder ao contato da atendente, o OnStar é capaz de enviar uma equipe de resgate apropriada. Isto porque sensores no veículo informam à Central de Atendimento dados da ocorrência, como localização, velocidade e dinâmica do impacto”, explica o executivo.

Apresentação do ONSTAR no Cobalt, realizada no Rio de Janeiro 

O OnStar traz vantagens relacionadas à proteção patrimonial. Seguradoras costumam conceder descontos para carros equipados com sistemas que permitem rastreamento e bloqueio em caso de furto ou roubo.

Para o Brasil, foram desenvolvidos alguns serviços customizados a fim de atender as demandas do mercado local. 

Entre os mais relevantes estão o que possibilita o motorista fazer consultas na internet por meio do Concierge e o que alerta para a circulação em área de rodízio na cidade de São Paulo.

Ao todo, são mais de 20 opções de serviço à disposição do cliente Chevrolet de todo o país que possuam a tecnologia habilitada em seus veículos.

A Chevrolet oferece como cortesia o serviço OnStar por 12 meses. O processo de habilitação pode ser iniciado na concessionária. 

Na sequência, o cliente recebe um e-mail para finalizar seu cadastro e dar seu aval para a ativação.

No mundo
O OnStar possui atualmente mais de sete milhões de usuários, somando os de países como Estados Unidos, Canadá, China, México e agora também da Europa e do Brasil.

O Centro de Atendimento OnStar funciona 24 horas por dia, 365 dias por ano e a cada dois segundos, em média, uma chamada é realizada.

Mensalmente o OnStar recebe aproximadamente 100 mil contatos de emergência e 5.000 notificações automáticas de acidente como essa ocorrida recentemente no Brasil.

O ANO NÃO ALVORECEU BEM PARA O SETOR AUTOMOTIVO NACIONAL QUE REGISTROU UMA QUEDA, EM RELAÇÃO A 2015, DE CERCA DE 40%, RECUANDO O DESEMPENHO DO SETOR A NOVE ANOS ATRÁS. SÃO PAULO RESPONDE POR 22% DAS VENDAS DE CARROS DE TODO O BRASIL. A CRISE ATRASA A ENTRADA EM PRODUÇÃO DO JEEP 551, QUE ESTÁ PREVISTA AGORA PARA 2017.



Alta Roda 

Nº 874 — 6/2/16

Fernando Calmon



PRESSA INIMIGA DA PERFEIÇÃO

No primeiro mês de 2016, as notícias sobre o mercado são piores do que se esperava. A queda de quase 40% sobre janeiro de 2015 fez recuar as 153.000 unidades vendidas a números de nove anos trás. 

Explicações são várias: antecipação de compras para aproveitar oportunidades, utilização do 13º salário aumentou o valor da entrada e assim para pagar menos juros, além de disputa entre os fabricantes no fechamento do exercício anual com novos bônus e descontos extras.

Fenabrave, associação nacional das concessionárias, lembrou que em janeiro de 2015 ainda havia automóveis faturados com IPI reduzido. 

“Os resultados de janeiro não devem ser balizadores para as projeções de 2016. Mês é atípico historicamente e carrega aspectos negativos que não se repetem ao longo do ano.”

Bem, esses são argumentos tangíveis, juntamente com a falta de confiança dos compradores e as crises política e econômica. 

Mas o que preocupa de verdade são fatores intangíveis. A região da grande São Paulo responde por cerca de 22% das vendas de todo o País. 

Proprietários de carros estão apavorados em guiar na maior cidade do Brasil. 

Existe um cerco e uma atribuição de culpa do automóvel completamente irracional e estressante que vão desde criação de faixas de ônibus à direita sem critérios (diferente dos poucos e racionais corredores à esquerda) ou ciclovias que levam do nada a lugar nenhum sempre em detrimentos de faixas de circulação de veículos ou de estacionamento. 

Há outros:
Companhia de Engenharia de Tráfego antecipou para outubro de 2015, com óbvio viés político, a estatística apontando a velocidade média menor na cidade ter diminuído as mortes nos trânsito em 30,7%. 

Só que o consumo de combustível caiu em 15% e, portanto, retirou carros das ruas.
São Paulo não é Manhattan, em Nova York, onde as pessoas fervilham em torno dos carros e a velocidade foi reduzida para 40 km/h em parte da cidade. Ciclovias lá são pouco usadas. 

Prefeitura instalou contadores de bicicleta na mais segura e racional ciclovia da cidade. Nas inúteis, nem pensar. 

Faixas de ônibus à direita em São Paulo têm sinalização do solo entrecortada por onde carros podem sair à direita ou acessar essas as vias em grande parte improvisadas ou inúteis em custo-benefício na fluidez geral do trânsito. 

E há inúmeras saídas de garagens, estacionamentos e comércios no meio da quadra que sujeitam o motorista a multa máxima de sete pontos (antes de cinco pontos). 

Essas faixas de ônibus entrecortadas estão se apagando e não são repintadas, além de haver em muitas delas horários em que os carros podem circular, mais para confundir do que ajudar. 

Vias de 50 km/h são de repente diminuídas para 40 km com apenas uma placa e um radar 20 metros depois.

Em São Paulo, há algumas frases educativas em uns poucos painéis de avisos de trânsito. Uma delas muda o conhecido dito popular “pressa é inimiga da perfeição” por “pressa é inimiga da direção”. Se for só frase de efeito, melhor “pressa é inimiga da inteligente ação”.

Se possuir carro quase se tornou crime na maior cidade do País por que o motorista vai trocar por um modelo novo ou pouco usado, mais seguro e menos poluidor?

RODA VIVA

FONTES desta coluna indicaram atraso do terceiro produto da fábrica FCA, em Goiana (PE). 

O projeto Jeep 551 será um SUV com base na picape Fiat Toro. Produção pode começar só em 2017, de acordo com recente declaração de Sérgio Marchionne, presidente mundial da FCA, sem citar diretamente o adiamento ao falar sobre planos no Brasil.

JETTA é primeiro carro não premium parcialmente montado no Brasil (versão intermediária, 60% das vendas, sai de São Bernardo do Campo) em que todos têm motor turbo de 1,4 L ou 2 litros. 

Pelo elevado torque de 25,5 kgfm a partir de apenas 1.500 rpm, o motor menor anda mais e bebe menos que o 2-litros aspirado anterior. Ainda não é flex pela arquitetura diferente da do Golf.

SEGUNDA geração do Audi Q7, além de mais sofisticada e 325 kg a menos de massa, lança novos recursos de segurança e conforto. 

Acionamento da terceira fileira de banco para dois passageiros (opcional) é elétrico. Parte de R$ 399.990 e chega a R$ 489.490. 

Esterçamento das rodas traseiras ajuda em baixa velocidade, nas mudanças de direção e em curvas ao se andar mais rápido.

BOM SINAL
: Cesvi indica crescimento de 22,3%, em 2015 sobre 2014, do sistema de controle de estabilidade (ESC, em inglês), de série, em modelos de veículos leves no Brasil, nacionais e importados (no caso estes são maioria). Análise é qualitativa não quantitativa: carros mais baratos, aplicação bem menor.

ENTRE os cuidados na compra de carros usados está o histórico legal sobre adulterações de chassi, alertas de roubo, alienações, multas e débitos, participações do veículo em leilões e também no caso de sinistros com perda total (no jargão, PT).
No site www.boavistaservicos.com.br/servicos/certocar
informações podem ser obtidas por R$ 19,00. Há versão mobile, também.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

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