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terça-feira, 5 de abril de 2016

UM BÓLIDO COM MOTOR V8 DE MAIS DE 500 CAVALOS, INSPIRADO NO VISUAL DA FUTURA GERAÇÃO DO CRUZE É A ARMA DA CHEVROLET PARA ENFRENTAR A TEMPORADA DESTE ANO DA STOCK CAR. O CARRO, QUE TEM VELOCIDADE MÁXIMA DE 350 KM/H, ESTREIA NO PRÓXIMO DIA 10, NO VELOPARK, EM PORTO ALEGRE. CARROS DA GM CORREM NA STOCK CAR DESDE 1979 E JÁ GANHARAM 31 TÍTULOS



A Chevrolet apresenta seu novo carro para a temporada 2016 da Stock Car. A principal novidade é o visual do bólido, alusiva à futura geração do Cruze, revelada recentemente nos Estados Unidos.

Esta é a primeira vez que a principal categoria do esporte a motor no Brasil coloca na pista um carro inspirado em um modelo que nem foi lançado comercialmente ainda.

“Esta ação faz parte de uma estratégia global para promover a futura geração do Cruze no mundo. No Brasil, a opção pela Stock Car deve-se à forte ligação que temos com a categoria”, explica Samuel Russell, diretor de Marketing da Chevrolet.

O executivo lembra que a marca é pioneira e fundadora da categoria, onde está desde sua primeira corrida, em 1979. 

Desde então, vem sendo representada nas pistas por ícones como Opala, Omega, Astra e Vectra. 


As quatro últimas temporadas foram protagonizadas por um bólido alusivo ao Sonic. Ao todo a marca conquistou 31 títulos de 37 disputados.

O novo Chevrolet na Stock Car estreia na etapa do dia 10 de abril no Velopark, na região de Porto Alegre. 


O carro já traz as evoluções previstas no regulamento de 2016 da categoria, que o deixaram ainda mais rápido e seguro.
O tanque de combustível, por exemplo, passou a ser de fibra de carbono, material mais leve e resistente. 

Assim como as tomadas de ar e o assoalho dianteiro, redesenhados para melhor aerodinâmica. 


O sistema de fixação do capô, de direção e de freio também passaram por aperfeiçoamentos. 

O bólido é equipado com motor V8 de mais de 500 cavalos de potência, enquanto a transmissão é específica para competição. A velocidade máxima se aproxima dos 350 km/h.


O time de pilotos do Chevrolet Power Team ganhou um importante reforço para esta temporada. Allam Khodair, que disputa sua décima temporada na Stock Car. Sua meta é a conquista do título inédito na categoria.

“Nos testes preliminares, o novo carro da Chevrolet mostrou ser muito rápido e estável na pista, com excelente aerodinâmica”, destacou o Japonês Voador, como é conhecido no esporte e que já integrou o time da marca no passado.

Além de Khodair, fazem parte do time Átila Abreu, Daniel Serra, Ricardo Maurício e Thiago Camilo. 


O Chevrolet Power Team temo como propósito incentivar os atletas e ainda ajudar a promover a principal categoria do esporte a motor do país, numa clara demonstração de que o automobilismo faz parte do DNA da empresa.

DNA Chevrolet
A ligação da Chevrolet com as corridas de automóveis vem desde a criação da empresa, em 1911. 

Um dos fundadores, Louis Chevrolet, o suíço nascido em La Chaux-de-Fonds, em 1878, e que, em 1902, radicou-se nos Estados Unidos, era mecânico e piloto.


A Chevrolet usou sua grande criatividade para construir motores cada vez mais potentes e carros cada vez mais velozes. Seus inventos mecânicos eram considerados fenomenais para a época.

Toda a família Chevrolet tinha “gasolina” correndo nas veias: Louis participou dos treinos classificatórios para as 500 Milhas de Indianápolis, uma das mais tradicionais corridas de carros do mundo, mas não garantiu vaga. 

Um dos irmãos de Louis, Gaston, venceu a prova em 1920 com um dos primeiros carros construído por Louis, um Frontenac.



domingo, 3 de abril de 2016

FORD MOSTRA A NOVA RANGER NAS FAMOSAS TRILHAS DA MALÁSIA E PREPARA O LANÇAMENTO NA AMÉRICA LATINA


A Ford Malásia apresentou a Nova Ranger para a imprensa daquele país numa programação que incluiu o teste do veículo na famosa região turística de Kota Kinabalu e no parque de Kinabalu, patrimônio mundial da Unesco, no Sudeste Asiático. 

O objetivo foi mostrar a capacidade de rodagem fora de estrada da nova picape, que é a linha mais vendida da marca no mercado malaio, além dos recursos adicionais que ela oferece para tornar a direção mais segura e eficiente.


Como parte do programa global, a Ford agora prepara o lançamento da Nova Ranger 2017 na América Latina. 

O local escolhido para a apresentação à mídia, incluindo a brasileira, é a cidade de Puerto Iguazu, na província de Misiones, no lado argentino das Cataratas do Iguaçu. 


Situada na divisa com o Brasil, essa região também se destaca pela diversidade de terrenos, topografia e área florestal.

O roteiro de demonstração mundial da Nova Ranger inclui sempre regiões turísticas com vias regulares e trilhas, desde trechos na selva a travessias de rios, que permitem testar as tecnologias inteligentes e o desempenho da picape em diferentes condições de uso.


Assim como em outros mercados, o novo modelo tem como diferenciais a maior potência, capacidade de carga e de submersão em áreas alagadas da categoria. 

Oferece também o conjunto mais completo de itens de segurança ativa e passiva e traz tecnologias inéditas de assistência ao motorista.


FIAT CHRYSLER VENCEU O "VI PRÊMIO HUGO WERNECK DE SUSTENTABILIDADE & AMOR À NATUREZA" NA CATEGORIA "MELHOR EMPRESA". É UM PROGRAMA DE AMOR A VIDA DESENVOLVIDO NO COMPLEXO DE BETIM CHAMADO "ÁRVORE DA VIDA"


A FCA - Fiat Chrysler Automobiles venceu o “VI Prêmio Hugo Werneck de Sustentabilidade & Amor a Natureza”, na categoria Melhor Empresa, com uma proposta inovadora para seu programa social desenvolvido em Betim (MG), chamado Árvore da Vida.
“A conquista do prêmio Hugo Werneck é um indicativo de que estamos seguindo no caminho certo e que empoderar a comunidade e mostrar que ela pode e deve ser autora de suas próprias mudanças é o melhor caminho”, declarou Marco Antônio Lage em seu discurso de agradecimento. 

O reconhecimento se deu graças à criação da plataforma “Árvore da Vida 10+10”, que comemora os dez anos de atuação do programa e estabelece as bases para seu desenvolvimento nos próximos dez anos.

A entrega do prêmio aconteceu no Teatro do Sicepot-MG, na capital mineira. O prêmio foi recebido pelo diretor de Comunicação Corporativa e Sustentabilidade da Fiat Chrysler Automobiles (FCA) para a América Latina, Marco Antônio Lage.

O prêmio foi entregue por Nestor Sant`Anna, jornalista e Conselheiro da revista Ecológico e por Henrique Cesar de Renault Baeta, primeiro vice-presidente do Sicepot-MG.

CUBA, INUNDADA DE BELOS CARROS DOS ANOS 50, VIVE NOVOS ARES. TURISMO, CELULARES, COMÉRCIO PRIVADO SE EXPANDEM. O POVO, QUE RECONHECE A NECESSIDADE DA REVOLUÇÃO EM 1959 FIDEL, QUER MAIS, SEM SAIR DO ATUAL REGIME QUE DÁ EDUCAÇÃO E SAÚDE DE QUALIDADE. EMBARGO DOS EUA PODE SER MINIMIZADO COM A VIAGEM DO PRESIDENTE OBAMA A CUBA, EM MARÇO, ONDE FOI RECEBIDO EFUSIVAMENTE PELA POPULAÇÃO



Texto e fotos: Arnaldo Moreira

Quem nunca visitou Cuba pode ter naturalmente um ideia distorcida de como vivem os cubanos nesse esse país, onde, em 1959, Fidel de Castro, Che Guevara, Camilo Cienfuegos e outros patriotas derrubaram o ditador Fulgêncio Batista, que havia transformado Cuba em parque de diversões dos Estados Unidos, num reino de prostituição, onde o povo no interior não tinha o que comer e reinavam os poderosos donos da máfia estadunidense.



O regime cubano mantém um vigoroso culto à revolução, lembrada nos monumentos, em inscrições revolucionárias em muros, no artesanato que lembra, principalmente, o icônico revolucionário Che Ghevara.


Ao chegar a Havana, sentimos que o governo não mantém mais quem desembarca no no país debaixo do olho do regime, como nos duros anos após a revolução. 


Os grupos de turistas às dezenas tomam conta da capital cubana.


Mas não consegui visitar a Associação Cubana de Jornalistas - equivalente à ABI, o que significa que há ainda sérias restrições na


Pelo contrário, a capital fervilha em torno de uma tímida abertura comercial doméstica que já mostra, porém, muito tenuemente, efeitos na sociedade ávida por viver melhor - mas já entrou na era dos celulares e computadores, embora ainda sem um sinal de Internet de qualidade.

É, no entanto, justo e necessário, frisar que entre a grande maioria da população há uma unanimidade em defesa das conquistas sociais introduzidas pela Revolução. 

Na Praça da Revolução, o Ministério das Comunicações com a figura de Che Guevara na fachada

Todos reconhecem que o ato de Fidel foi necessário e desejam manter o regime, mas lamentam que o país esteja até hoje economicamente fechado, o que atribuem à consequências do bloqueio estadunidense, mas acham que está na hora do governo, hoje sob o comando de Raul Castro, lhes garantir uma vida menos apertada do que passaram a enfrentar após o fim da União Soviética.

Memorial José Marti, na Praça da Revolução, onde Fidel fazia os longos discursos


É absolutamente verdadeiro o orgulho que têm de seu país, e impõem reticências que em relação aos estadunidenses, criticando a manutenção de um embargo sem sentido e injustificável, por uma birra do conservador Partido Republicano.

Praça da Revolução

Para os cubanos o embargo é uma vingança mantida, mesmo passados quase seis décadas, pela ala mais retrógrada da sociedade estadunidense, calcada na expulsão dos mafiosos, que, com o beneplácito do governo dos EU, exploravam o povo da ilha da maneira mais vil: Havana foi ponto de jogo e prostituição até o governo Fulgêncio Batista.


Os cubanos têm muita esperança num momento novo, apesar das enormes dificuldades que enfrentam, principalmente na sua qualidade de vida. 


Por onde se anda na cidade de Havana, se vê uma quantidade enorme de gente que abriu um comércio na porta de casa, vendendo salgadinhos, artesanato. 

As caravans Hyundai são os novos táxis de Cuba  

Os taxistas, honestos, trabalham com os carros de propriedade do governo, ligados a cooperativas, onde pagam uma diária, sistema semelhante ao praticado no Brasil, com a diferença que os táxis são de empresas particulares.

Em Cuba, pelo que se percebe andando por sua ruas, não existe miséria, mas a maioria esmagadora de população é pobre
A verdade é que, como me dizia um jornalista que conheci, em Havana, que deixara o emprego numa emissora do governo para se dedicar ao aluguel de quartos em sua casa a turistas, "o governo não tem mais condições financeiras para garantir a sobrevivência da população que necessita se alimentar, vestir".

Ele reconhece que essa situação não é apenas do embargo dos EU, mas "porque o governo não se planejou para que o país no futuro tivesse uma economia forte, produtora, mesmo estatal, mas que atendesse às necessidades dos cubanos.

Esta é a casa mais antiga de Havana

O comentário se materializa na grande quantidade de edifícios, principalmente residenciais em mau estado, porque nem o estado nem quem mora neles tem meios para restaurá-los. 


"Ou se come, ou se restauram as casas. É preferível comer", como reconheceu um funcionário do sempre lotado Hotel Nacional, propriedade do governo e sem dúvida uma das boas fontes de renda da nação.


Cuba tornou-se um importante destino turístico caribenho. Havana, onde a sensação de segurança na rua é absoluta, está inundada de turistas, a maioria do Canadá, países da América Latina.

Havana é também visitado por turistas que chegam à capital em navios de cruzeiro.
São em bom número os alemães, italianos, chineses, franceses, espanhóis e portugueses (Air France, Ibéria e TAP, têm voos de Paris, Madrid e Lisboa, respectivamente, para Havana).

Este espaço, em Havana, onde foi no passado um hotel que foi demolido, nascerá um novo hotel, na orla.
Para atender a essa demanda turística, em Havana e Varadero, estão em construção ou em restauração edifícios que serão novos hotéis, em breve. 


O embargo estadunidense causou um daqueles "males que vêm para bem". Havana está coalhada de automóveis dos anos 50, Ford, Dodge, Chevrolet, entre outros que seriam vendidos pelos estadunidenses na ilha. 


Fidel Castro, após a revolução, não devolveu os carros como queriam os estadunidenses, mas os cubanos ficaram com um problema: a falta de peças de reposição, o que logo resolveram fabricando-as, em Cuba.

O Ford T resiste ao tempo depois de receber motor Diesel e peças de várias marcas

Hoje, uma pequena parte desses carros, está como nova, a maioria deles circula em bom estado e uma quantidade menor ruim. 

O russo Lada que na época da União Soviética chegava a Cuba às dezenas continuam circulando como táxis

Todos funcionando como táxis, são o charme de Havana e proporcionam agradáveis passeios pela cidade. Há-os às centenas pelas cidades cubanas.

Este Dodge, 1952, é um dos carros antigos restaurados que operam como táxis, o P, na placa identifica-o como tal.

A maioria funciona com motores a Diesel, adaptados. Param nas portas dos hotéis e em locais turísticos, esperando pelos ávidos turistas desejosos de experimentar a sensação de passear num deles.


Os cinquentões, andam nas ruas ao lado de Mercedes-Benz, Audi e MG (poucos), Peugeot, Citröen, Hyundai, e dos Geely, além da grande frota de Ladas e outras marcas russas, também táxis, da época em que a extinta União Soviética, que garantia a retaguarda política comunista a Fidel, enviou para Cuba, a título de doação.

Novos carros foram adquiridos pelo governo e formam a frota de táxis, como o chinês Geely, que por ironia tem as mesmas cores dos táxis de Nova York.
O país, assim, evolui, com notório atraso, de pelo menos 30 anos, experimentando novas formas estranhas a um regime comunista que, na verdade, já perdeu a sua essência , ao permitir o empreendedorismo privado.


Hoje, em Havana e demais cidades existe uma quantidade significativa de restaurantes, sorveterias, lojinhas de souvenires, e pequenos comércios de bebidas e alimentos e feiras de artesanato - vi-as em Havana e Varadero - privados, que o governo teve de permitir para evitar o agravamento do problema social. 


O povo deseja que as conquistas sociais da revolução permaneçam, mantendo o excelente sistema educacional, o bom padrão de saúde pública e a segurança pública perfeita.


Cubanos e turistas andam pelas ruas a qualquer hora sem serem abordados por ladrões. 

Não há em Cuba - pelo menos em Havana e Varadero, onde estive - moradores de rua, nem crianças e adolescentes perambulando pelas ruas.


A questão de Cuba são os salários insignificantes que cubanos recebem, mensalmente, o equivalente a entre US$ 10 e US$ 17, além de cotas de alimentação que, todos são claros em afirmar, não chegam para mais do que 15 dias do mês.

Para cobrir essa lacuna grave em sua alimentação, quem pode trabalha no turismo pelas gorjetas (propinas) que recebem. 


Nos hotéis e restaurantes é comum sermos atendidos por engenheiros, economistas, professores que preferem trabalhar nessa área, onde recebem as gorjetas que garantem a complementação da alimentação da família.

É inegável, Cuba possui uma estrutura turística excelente. A marina de Varadero, por exemplo, muito bem organizada, bonita, moderna, eficiente, como não existe nenhuma no Brasil.


Ali, operam 14 catamarãs de grande porte que realizam os passeios pelas ilhas, com muita diversão a bordo, e 20 iates para pesca esportiva, e passeios, todos de propriedade do governo, adquiridos da França há 10 anos.


Cuba precisa de entrar numa fase de desenvolvimento urgente, e os cubanos esperam que os Estados Unidos levantem o embargo, o que poderá ser acelerado com a visita histórica, em março, do presidente Obama.


Varadero está com o turismo em crescimento visível com a construção de sete novos hotéis. 


A praia é belíssima e os hotéis, como o Melià Varadero oferece excelentes serviços. Enfim, a sugestão é que visitem Cuba. Fiz questão de conhecer o país ainda na era Castro.

VOLKSWAGEN CRIA UM “SERVIÇO MÓVEL AMAROK”, PARA ATENDER A CLIENTES FROTISTAS DO MODELO MESMO EM LONGAS DISTÂNCIAS DAS CONCESSIONÁRIAS. FAZ MANUTENÇÃO, PEQUENOS REPAROS E REVISÕES. INICIALMENTE O SERVIÇO CONTA COM 10 CARROS QUE ESTÃO LOCALIZADAS EM MANAUS, RIO BRANCO, BOA VISTA, REDENÇÃO, MACEIÓ, CUIABÁ, RONDONÓPOLIS, ARAGUAÍNA, RIO VERDE E PASSO FUNDO. PARA ACIONAR O SERVIÇO BASTA ENTRAR EM CONTATO COM A CONCESSIONÁRIA


A partir de agora, além das mais de 600 concessionárias espalhadas pelo Brasil, a Volkswagen oferece um atendimento diferenciado aos clientes frotistas proprietários da Amarok: é o programa Serviço Móvel Amarok. 


Trata-se de uma unidade móvel equipada com peças e ferramentas para atender clientes fora das instalações da concessionária, de forma itinerante e remota.

O objetivo do programa é prestar serviços de manutenção e pequenos reparos à frota circulante de Amarok de clientes que operam em longas distâncias de uma concessionária da marca, visando ampliar o seu acesso à qualidade dos serviços oferecidos pela Rede Volkswagen.

Atualmente, há 10 unidades de Serviço Móvel Amarok alocadas em concessionárias da Rede Volkswagen localizadas em regiões que possuem maior concentração de clientes frotistas, tais como: Manaus (AM), Rio Branco (AC), Boa Vista (RR), Redenção (PA), Maceió (AL), Cuiabá (MT), Rondonópolis (MT), Araguaína (TO), Rio Verde (GO) e Passo Fundo (RS). No total, as unidades de Serviço Móvel Amarok atendem cerca de 141 cidades.

O Serviço Móvel Amarok oferece revisões do 1º ao 12º serviço, podendo realizar até 15 revisões em uma única viagem, além de reparos básicos com diagnóstico prévio, tais como: troca de lâmpadas, lanternas, faróis, alternadores e baterias; calibração dos pneus; substituição das palhetas do limpador de para-brisa, pastilhas, lonas e discos de freios; entre outros.

“Queremos oferecer ao cliente frotista Volkswagen um atendimento diferenciado, que exceda suas expectativas na prestação de serviços, visando conquistar a sua satisfação total como cliente e sua fidelização à marca Volkswagen. Além de beneficiar o cliente, o Serviço Amarok Móvel também busca aumentar a capacidade de atendimento do concessionário, estendendo a oferta de serviços para fora das instalações da concessionária, aumentando a sua rentabilidade”, disse o gerente executivo de Comerciais Leves da Volkswagen do Brasil, Ricardo Casagrande.


O Serviço Móvel Amarok, cujo atendimento é realizado em uma Amarok cabine simples, possui estrutura moderna, que conta com armários e prateleiras para armazenamento de peças e equipamentos aplicados na revisão e reparo do veículo; gaveteiros para acondicionamento de ferramentas; ganchos para amarração de material complementar; luminárias de led branco embutidas no teto do interior da unidade móvel e interruptores para acionamento; escada de acesso traseiro; unidades para sucção de óleo do motor; tanque de 50 litros para drenagem e transporte dos filtros de óleo e de combustível usados, para serem posteriormente reciclados; sistema de ar comprimido; adaptadores para acoplamento do inflador dos pneus e do bico para limpeza; entre outros ferramentais e equipamentos.
Tecnologia e alta robustez

A Amarok Linha 2016 é a picape mais avançada tecnologicamente disponível no mercado brasileiro. 

Ela é a única na qual todas as versões são equipadas de série com sistema de freios ABS Off-road (exclusivo na categoria) com distribuidor eletrônico da força de frenagem EBD, sistema de assistência à frenagem (BAS), sistema de frenagem sob chuva (RBS), sistema de controle de tração (TCS), bloqueio eletrônico do diferencial (EDL), controle eletrônico de estabilidade (ESC), assistente de partida em subida (HSA), controle automático de descida (HDC) e faróis de neblina.

Com tração integral 4MOTION e câmbio automático de oito marchas (exclusivo na categoria), a Amarok Highline tem desempenho fora de estrada extraordinário, grande capacidade de carga e excelente conforto de rodagem – comparável ao de um automóvel. 

Entre as novidades presentes na Amarok Highline se destacam a disponibilidade, como opcionais, de faróis bixênon com luz de condução diurna em LED e de airbags laterais, além do duplo airbag frontal de série. 

As bolsas dos airbags laterais, que protegem simultaneamente o tórax e a cabeça dos ocupantes, estão localizadas na lateral externa do encosto dos bancos dianteiros.

Outro recurso da versão topo de linha é o rebatimento elétrico dos espelhos retrovisores, que facilita estacionar em vagas estreitas, reduzindo a largura total do veículo em 17 cm. 

Há também o aquecimento dos retrovisores externos (nas as versões que possuem o ajuste elétrico do retrovisor), que facilita as manobras e a condução em dias chuvosos. 

Como recurso adicional, a Amarok Highline dispõe de câmera de ré de série. Ainda entre os itens inéditos de série das versões Trendline e Highline estão os faróis de neblina com luz estática para conversão e o sensor de estacionamento dianteiro.

A Amarok é oferecida em sete opções de configuração, entre carroceria cabine simples e cabine dupla, com ou sem caçamba, tração 4x4 selecionável ou permanente, transmissão manual de seis marchas ou automática de oito marchas.

Na versão S da pick-up – oferecida em configurações de cabine simples (com tração 4x4) e de dupla (tração 4x4) – o motor 2.0 TDI conta com um turbocompressor e tem potência de 140 cv, que surgem a 3.500 rpm. 

O torque é de 34,7 kgfm, disponível a partir de 1.600 rpm. Nas versões SE, Trendline e Highline, o motor 2.0 TDI tem dois turbos, o que eleva sua potência para 180 cv. 

O torque máximo é de 40,8 kgfm a 1.500 rpm, com o câmbio manual de 6 marchas. Com o câmbio automático de 8 marchas (recurso opcional para a versão Trendline e de série na Highline), o torque máximo é de 42,8 kgfm a 1.750 rpm.

FORD LANÇA NO PERU O ECOSPORT TITANIUM AT 2016, AUTOMÁTICO, PRODUZIDO EM CAMAÇARI, AMPLIANDO A PRESENÇA DO SUV BRASILEIRO NO PAÍS ANDINO, ONDE É UM DOS MAIS VENDIDOS DO SEGMENTO. A META DA FORD É AMPLIAR SUA LINHA NA AMÉRICA DO SUL


A Ford iniciou as vendas do EcoSport automático no Peru, dando sequência ao programa de ampliação da linha na América do Sul. Produzido em Camaçari, na Bahia, o novo EcoSport Titanium AT 2016 com motor 2.0 a gasolina e transmissão sequencial de seis velocidades aumenta a oferta do utilitário esportivo no país andino, onde é um dos mais vendidos do segmento.

Como em outros mercados mundiais, a transmissão automática tem atraído a atenção dos consumidores peruanos com o apelo do conforto extra ao dirigir, principalmente nos centros urbanos. 

Com suas características de tamanho, conforto e versatilidade, o EcoSport é considerado o veículo com característica aventureira urbana ideal para rodar no tráfego intenso de Lima.

"O EcoSport é um dos modelos mais vendidos e reconhecidos de toda a linha Ford no Peru e conseguiu se conectar muito bem com a preferência do nosso mercado. 
É confortável e espaçoso, projetado para homens e mulheres jovens que querem um veículo para acompanhá-los em todas as suas atividades e tem o tamanho ideal para rodar nas nossas cidades”, argumenta Gustavo Picciafuoco, gerente-geral da Ford Peru. 

Design atraente e inovações tecnológicas são outros atributos que deram ao modelo uma participação de 11% no segmento de utilitários esportivos compactos no mercado peruano, em 2015. 

Entre outros equipamentos, ele se destaca pela oferta de controle eletrônico de estabilidade, assistente de partida em rampa, seis airbags e sistema de conectividade SYNC com comandos de voz para telefone, entretenimento e climatização.


Em 2015, o EcoSport foi o utilitário esportivo líder em exportação do Brasil, com mais de 30.000 unidades. 

O modelo já ultrapassou 1 milhão de unidades produzidas no País, onde oferece também uma versão 1.6 automática, e está presente em mais de 100 mercados globais.

sábado, 2 de abril de 2016

FIAT TORO É O TERCEIRA PICAPE MAIS VENDIDA DO PAÍS EM MARÇO, QUANDO FORAM VENDIDAS 3.080 DESSA SUV QUE FOI MUITO BEM RECEBIDA PELO MERCADO, COMO SE PODE VER PELO SEU DESEMPENHO COMERCIAL


Em seu primeiro mês completo de vendas, a Fiat Toro alcançou a terceira posição entre as picapes mais vendidas no Brasil, com 3.080 unidades comercializadas em março. 

A liderança do segmento segue com o Fiat Strada (5.357 unidades vendidas no mês), comprovando a força e a tradição da marca na oferta de automóveis de qualidade e versáteis, ideais tanto para o uso diário quanto para o trabalho.

Lançado em fevereiro, o Fiat Toro atraiu de imediato a atenção do consumidor. Reúne o porte, a altura e a ergonomia de um SUV, a robustez de um fora de estrada com o conforto de um automóvel e a praticidade e espaço de uma picape cabine dupla de quatro portas, capacidade para acomodar até cinco pessoas com requinte e segurança e levando até uma tonelada.

Com o Toro, a Fiat vence o desafio de se construir uma picape monobloco e com tecnologia de ponta, tanto em conforto e desempenho, como em conectividade e segurança. 

Para isso, vale-se da sua longa experiência em picapes, com mais de 15 anos de liderança absoluta da Strada no mercado brasileiro, e também o know how do grupo FCA (Fiat Chrysler Automobiles), que oferece a possibilidade de novos e modernos projetos.

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