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sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Coluna VAMOS VOAR PELO MUNDO // Brasil e França firmam novo marco aéreo e antecipam aplicação de regras via acordo administrativo // TAP amplia oferta de voos em Porto Alegre para quatro voos semanais // Aeroportos regionais do Sudeste receberão R$ 310 milhões para modernização e segurança operacional // Ásia em alta: dobram as buscas por voos do Brasil para China e Japão

 


Brasil e França firmam novo marco aéreo e antecipam aplicação de regras via acordo administrativo


Consenso entre autoridades aeronáuticas moderniza marco regulatório, amplia frequências de passageiros e destrava gargalos logísticos no transporte de cargas


Brasil e França deram um passo decisivo para a modernização de sua conectividade aérea. Após agendas oficiais em Paris, em 2025, as delegações dos dois países chegaram a um consenso para a conclusão de um novo Acordo Bilateral de Serviços Aéreos. 


O entendimento foi formalizado por meio de um memorando de entendimento que garante, desde já, a aplicação dos novos princípios em nível administrativo pelas autoridades aeronáuticas, antecipando os benefícios operacionais até a entrada em vigor formal do tratado.


O documento tem o objetivo central de substituir o antigo acordo de 1965, atualizando um marco regulatório de seis décadas e alinhando-o às práticas mais modernas da aviação civil global. As negociações conduzidas pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) resultaram em definições objetivas sobre rotas, direitos de tráfego, capacidade e frequências, assegurando um ambiente jurídico mais dinâmico e favorável à ampliação do fluxo aéreo entre as nações.


Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, o acordo evidencia os resultados da agenda internacional do governo brasileiro. “Esse acordo é fruto direto da nossa agenda institucional em Paris e de diálogos constantes mantidos com representantes da aviação francesa, representando um avanço concreto na relação aérea entre Brasil e França. Modernizamos um acordo que estava defasado há décadas, ampliamos frequências e criamos condições reais para fortalecer a conectividade, estimular novas rotas e ampliar oportunidades para passageiros e para o setor produtivo”, afirmou o ministro.

 

Avanços com o acordo

Entre os principais avanços está a ampliação das frequências semanais para voos de passageiros e combinados, com o acréscimo de 14 frequências de longo curso, totalizando até 50 frequências semanais. O entendimento também mantém as 14 frequências regionais já existentes e flexibiliza restrições geográficas e de capacidade anteriormente aplicáveis.

No segmento de cargas, o acordo estabelece regras específicas para operações cargueiras e amplia os direitos da chamada “quinta liberdade”, que é quando empresas partem de um país no qual possui operação, rumo a um destino em que não operam localmente e, deste, vai para outro destino onde também não opera, podendo carregar e descarregar em todos os pontos. Essa medida aumenta a eficiência logística, amplia possibilidades operacionais das companhias aéreas e fortalece o comércio bilateral entre os dois países.

O memorando de entendimento entrou em vigor na data de sua assinatura, em 20 de janeiro, permitindo que os princípios do novo acordo sejam aplicados administrativamente pelas autoridades aeronáuticas de ambos os países, enquanto seguem os trâmites formais para a ratificação definitiva.

A iniciativa integra a estratégia do MPor de fortalecer a aviação internacional, ampliar a malha aérea brasileira, atrair novas operações e consolidar o país como um hub estratégico na conectividade entre a América do Sul e a Europa.

Coluna Fernando Calmon



Coluna Fernando Calmon


Nº 1.386 — 30/1/2026



Fim da prova de baliza vai

facilitar obtenção da CNH

 


Parece existir uma “competição” entre o Governo Federal e os estaduais para facilitar ao máximo a renovação ou obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A intenção é, obviamente, afastar burocracias, mas deve-se considerar antes de mais nada possíveis consequências para segurança do trânsito. Parece claro e aceitável que 20 horas obrigatórias de aulas teóricas pode ser um exagero. No entanto, o que importa é o rigor dos exames, tanto da parte teórica quanto prática.

Como bem lembrou Paulo Guimarães, CEO do Observatório Nacional de Segurança Viária, “no Japão não há obrigação de um curso teórico, mas é preciso acertar 90% das questões. Aqui, apenas dois terços (66%)”. Nem precisa comparar o índice de acidentes fatais do Brasil com o do Japão. Então, existe claramente um viés demagógico que estima em 20 milhões os motoristas e motociclistas sem habilitação no País. Não se explicou como se chegou a esse número, pois a frota real circulante é bem menor que frota registrada. Há, assim, evidente exagero.

Um ponto positivo foi a renovação automática da CNH para quem não cometeu infração de trânsito nos 12 meses anteriores ao fim da validade do documento, estabelecida em 9 de janeiro último. Motoristas com mais de 70 anos não se enquadram nesta norma, o que está correto.

Nove Departamentos Estaduais de Trânsito responderam com o fim da prova de baliza para estacionar em vagas paralelas ao veículo. De fato, isso facilitará obter a CNH, todavia há grande potencial de aumentar os congestionamentos com as dificuldades naturais de muitos iniciantes. São Paulo, onde há a maior frota do País, já aderiu.

Outra facilidade que apenas reflete as vendas em ascensão constante: exames práticos poderão ser feitos com automóveis de câmbio manual ou automático. Essa é uma realidade e sua adoção nada a ver com o estigma de bom ou mau motorista. Respeitar normas e evitar multas deve estar na consciência e responsabilidade de todos. Em congestionamentos, principalmente, eliminar o pedal de embreagem diminui estresse e cansaço.

Chinesa Jetour lança simultaneamente três modelos

Fundada em 2018, integrante do Grupo Chery (aqui em colaboração com Grupo CAOA), a Jetour tem vida independente e começa com três SUVs médios importados: o quase crossover S06 e dois SUVs de linhas tradicionais, T1 e T2, sem tração 4x4 (que virá adiante). Todos são híbridos plugáveis, categoria que cresce muito na China. Já há decisão de construir fábrica no Brasil, a partir de kits desmontados, com provável definição do local em abril próximo. Três outros modelos chegam ainda em 2026. Motores flex serão desenvolvidos aqui. Primeiras avaliações dinâmicas foram no autódromo Velocitta, em Mogi Mirim (SP).

S06 apresenta linhas marcantes, porém dentro da “escola” chinesa. Diferencia-se pelo uso de vidros laminados nas portas dianteiras e, na versão de topo, uma enorme tela multimídia de 15,6 pol. Rodas de 20 pol., pacote ADAS (nível 2) com câmera de 540º. Garante bom espaço interno pelo entre-eixos de 2.720 mm. Ponto fraco é o porta-malas de apenas 416 L. Motor a gasolina,135 cv e 20,4 kgf·m e um elétrico, 204 cv e 31,6 kgf·m. Potência combinada: 315 cv. Embora demonstre segurança em asfalto, há limitações evidentes no uso fora de estrada pela bateria no assoalho que diminui o vão livre do solo. Preços entre R$ 199.990 e R$ 229.990.

Tanto o T1 quanto o T2 (primeiro mais discreto que o segundo) podem agradar mais a quem gosta ou precisa usá-los longe do asfalto. Entre os pormenores interessantes, a capa retangular do estepe externo, de uso temporário (não ideal para fora de estrada), no centro da tampa do bom porta-malas de 574 L. Contudo, há a mesma restrição da bateria no assoalho. Entre-eixos passa para 2.800 mm.

O T2 apresenta um visual condizente com o de um SUV raiz, apesar de não contar ainda com a segurança da tração integral. O motor a gasolina é o mesmo nos três modelos, mas no topo de linha há dois elétricos: 102 cv e 17,3 kgf·m atua em conjunto com o motor a gasolina e outro de 122 cv e 22,4 kgf·m opera, por meio de engrenagens, com o câmbio DHT de três marchas. Estas especificações fogem do convencional e, se houver algum problema, vai doer no bolso, como já acontece com os concorrentes diretos.

Capacidade de imersão de 70 cm e inclui sensor de alagamento. Destaque fica para a aceleração de 0 a 100 km/h em 7,5 s. Porém, o alcance no modo elétrico diminui 13 km para 75 km. Graças ao tanque de 70 litros e à bateria toda carregada é possível rodar até 1.100 km. T1, mais leve, 1.200 km de alcance.

Preços: T2, R$ 289.990 a 299.900; T1, R$ 249.900 a R$ 264.900.

BMW espera bons resultados em 2026

Depois de um balanço positivo em 2025 com crescimento nas vendas de nacionais e importados de 4% sobre 2024, a presidente do Grupo BMW (inclui a Mini), Maru Escobedo, manteve otimismo para este ano. “Cerca de um terço dos modelos premium comercializados no Brasil no ano passado veio das duas marcas do nosso grupo. Para este ano teremos ainda no primeiro trimestre o BMW Série 1 M 135 xDrive”, adiantou. Especificações europeias indicam que o hot hatch com motor 2-litros turbo entrega 304 cv e 40,7 kgf·m. Lançamento esperado para fevereiro.

Escobedo destacou que 60% das vendas da BMW, em 2025, quando completou três décadas de atuação no mercado brasileiro, tiveram origem na fábrica de Araquari (SC), com índice de conteúdo local de 40%. Foram 13,3 mil unidades. A executiva mexicana destacou a flexibilidade da unidade catarinense e até produzir modelos elétricos, mas nenhuma decisão foi tomada.

O acordo comercial Mercosul-União Europeia não impedirá a continuidade da produção brasileira, que poderá se beneficiar também de componentes importados que, em longo prazo, terão imposto de importação zerado. “Vamos avaliar os cenários possíveis, mas pretendemos expandir a operação no Brasil ”, afirmou.

Geely inaugura concessionária de referência

Continua cada vez mais acirrada a concorrência chinesa no Brasil. E a estratégia é seguir as melhores práticas de marketing, a exemplo da Geely, que acaba de inaugurar sua primeira concessionária de referência (flagship) em São Paulo (SP). Faz parte do Grupo Itavema e além de um salão de vendas diferenciado, vai procurar atender conceitos emocionais dos interessados.

A marca confirmou que pretende aumentar a sua rede nacional para 40 concessionárias e lançar o SUV híbrido plugável EX5 EM-i, inicialmente importado. No segundo semestre de 2026, está prevista a montagem deste modelo na fábrica da Renault, em São José dos Pinhais (PR), já de acordo com a regulamentação do programa federal Mover, publicada no último dia 22. A Geely adquiriu 26,4% da filial brasileira da Renault.

No exterior, Renault e Geely são sócias igualitárias da Horse (45% cada), juntamente com a petrolífera Aramco (10%), para desenvolver motores a combustão e híbridos. Ampere é a subsidiária da marca francesa exclusiva para elétricos.

A Geely estabeleceu a meta de produzir 6,5 milhões de unidades por ano até 2030, que a colocaria no quinto lugar no mercado mundial, ao somar todas as 10 marcas em que detém propriedade: Volvo, Polestar, Lotus, Zeekr, Link & Co, Proton, LEVC, Farizon, Geometry e Geely Galaxy. Agora é o sétimo maior grupo mundial com 4,5 milhões de unidades vendidas no ano passado.

Atualmente, há 14 marcas chinesas atuantes no País. É o quinto maior mercado para os chineses, atrás do México, Rússia, Emirados Árabes Unidos e Reino Unido, nesta ordem decrescente, segundo a agência de notícias britânica Reuters.


Coluna Minas Turismo Gerais do Jornalista Sérgio Moreira



Coluna Minas Turismo Gerais


Jornalista Sérgio Moreira



Palazzo Torquetti novo hotel da capital mineira


   


O Palazzo Torquetti Hotel  o novo   empreendimento hoteleiro de Belo Horizonte , com uma nova leitura contemporânea para os hóspedes, realização de eventos, com a harmonia entre ambientes, serviço e atmosfera. Cada espaço tem um conceito  de conforto visual e sensorial.


                   

O hotel está na avenida Raja Gabaglia3700, uma localização privilegiada na capital mineira, na região centro-sul da capital,  próximo ao centro da cidade, centros comercias, ao anel rodoviário, BR 356 rodovia que liga BH ao Rio de Janeiro e a rodovia Fernão Dias(BH-São Paulo e Triângulo Mineiro). 

                       

                                  

O Palazzo Torquetti Hotel está atualmente operando com 90 apartamentos e em breve 367 unidades estarão à disposição de quem busca o equilíbrio entre o conforto e a praticidade, sendo um dos destaques da hotelaria na capital.

Hóspedes no restaurante com o café da manhã 

Belo Horizonte é emoldurada pela Serra do Curral , e no rooftop do hotel , o hóspede tem uma vista panorâmica de toda cidade, das montanhas e até ao longe da Serra da Piedade.

No rooftop fica no 15°  andar, o restaurante , onde o hóspede faz seu café da manhã com a vista panorâmica da cidade, um charme à parte, além de ser um local fantástico para o happy hour no final do dia, com drink de relaxar da atividade do dia.

Vista da Serra do Curral

A piscina de borda infinita parece derramar-se sobre a capital mineira, criando um contraste poético com a imponência da Serra do Curral.  É o cenário ideal para relaxar, seja na sauna, no SPA ,a moderna academia de ginástica ,  com equipamentos de alta performance .

O gerente geral do Palazzo Torquetti , Sady Viana, está no hotel desde a obra, portanto conhece todos detalhes do empreendimento, colocando sua experiência hoteleira de muitos anos nos detalhes de conforto dos hóspedes, além da realização de eventos que são realizados no hotel.

Neste final de janeiro, a hospitalidade mineira foi celebrada em sua essência. A  FEBTUR MG – Federação Brasileira dos Jornalistas e Comunicadores de Turismo de Minas Gerais , esteve com o gerente Sady Viana para uma reunião durante o  café da manhã e conhecer as dependências do empreendimento que selou o que já era evidente: o hotel é o novo refúgio para negócios ou lazer.

A FEBTUR MG foi fundada ano passado em Minas Gerais e congrega a imprensa especializada no turismo, gastronomia, cultura, lazer de Minas Gerais, divulgado o pujante setor do trade turístico que abrange diversos segmentos da economia, gerando emprego e renda.

Sady Viana com seu conhecimento em gestão e inovação ,informou que o hotel abriu as portas há 5 meses, com 27 apartamentos, agora já está com 90 apartamentos, em breve 200 , até chegar aos 367 apartamentos.

“Com calma, vamos fazendo o nosso trabalho na hotelaria da capital mineira com o Palazzo Torquetti sendo uma referência na capital mineira. No carnaval estamos com todos apartamentos já reservados, entre em contato conosco para reservas  informaçõeshttps://www.palazzotorquetti.com.br @ palazzotorquetti  ", concluiu.  


Coluna Minas Turismo Gerais Jornalista Sérgio Moreira   @sergiomoreira63    informações para sergio51moreira@bol.com.br  


Peugeot estreia conectividade nos híbridos 208 e 2008 e, em parceria com a Ituran, clientes podem ter descontos exclusivos no seguro. MyPeugeot, plataforma de conectividade da marca, oferece operações remotas pelo celular, alertas automáticos de manutenção e acesso a Central MyPeugeot para assistência em emergências. Com o Seguro Conectado by Ituran, clientes da Peugeot terão descontos exclusivos de até 52% no 208 híbrido e 34% no 2008 híbrido na contratação do seguro. Os descontos são válidos para novos clientes 0km que adquirirem os modelos 208 GT Hybrid e 2008 GT Hybrid e para proprietários desses modelos usados, com MyPeugeot ativo e contratados em uma seguradora participante e parceira da Ituran


São Paulo, 30 de janeiro de 2026 – A Peugeot estreia o MyPeugeot, plataforma de conectividade que mantém o cliente e seu veículo sempre conectados pelo celular, permitindo o gerenciamento do carro à distância, acompanhamento de viagens, recebimento de alertas de manutenção e o agendamento de serviços online. O serviço de conectividade está presente nos modelos 208 GT Hybrid e 2008 GT Hybrid, ampliando a conveniência, segurança e prazer ao dirigir.

Com funcionalidades para proteger e simplificar a vida do motorista, o MyPeugeot permite verificar o status de travamento do veículo e realizar ações remotas como travar ou destravar portas, acionar buzina e faróis, além de exibir relatório das viagens recentes com tempo, distância e detalhamento dos percursos, desde que o veículo esteja conectado ao Bluetooth. A plataforma também oferece o recurso “localize meu Peugeot”, que tem conexão direta com a Central MyPeugeot para suporte técnico, aviso de ativação de alarme por SMS e o Modo Privado, que permite ativar ou desativar o GPS garantindo mais privacidade.

No quesito segurança, o aplicativo com chamada de emergência (SOS), acionada pelo botão no retrovisor ou pelo app – e automaticamente em caso de disparo do airbag –, disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, além de chamada de assistência em casos de pane ou necessidade de reboque. O cliente ainda pode compartilhar o acesso com outro dispositivo, mediante código de verificação por SMS para garantir a segurança, e para que todas as funções remotas operem corretamente, o veículo deve estar em área com sinal de celular, ter assinatura ativa e os recursos compatíveis.

“A conectividade é parte essencial da evolução que buscamos na Peugeot e para celebrar a novidade, vamos oferecer a funcionalidade por 12 meses de forma gratuita, e após esse período o cliente pode realizar a contratação. Acreditamos que o MyPeugeot integra soluções inteligentes ao veículo, oferecendo uma jornada mais intuitiva, conectada e alinhada ao que o consumidor moderno espera de um carro”, afirma Fabiana Figueiredo, head da marca Peugeot na América do Sul.

MAIS COMODIDADE PARA CLIENTES PEUGEOT

A Peugeot, em parceria com a Ituran, empresa especialista em rastreamento e recuperação de veículos, anunciam a chegada do Seguro Conectado by Ituran, que oferece descontos no seguro veicular que podem chegar a até 52% para o 208 GT Hybrid e até 34% para o 2008 GT Hybrid no seguro completo, de acordo com o perfil e o pacote contratado, com opção de parcelamento em até 12 vezes sem juros.

Poderão ter acesso ao desconto do Seguro Conectado by Ituran, novos clientes de um modelo 0 km Peugeot 208 GT Hybrid ou Peugeot 2008 GT Hybrid com versão conectada de série ou proprietários desses modelos usados que cumpram os requisitos, incluindo ter o MyPeugeot ativo durante toda a vigência da apólice e seguro contratado, que deve ser feito junto às seguradoras parceiras por meio da Ituran.

“Essa parceria reforça nosso compromisso em gerar ainda mais valor para o cliente Peugeot, que passa a ter acesso a pacotes de seguros que combinam com o seu perfil, com condições diferenciadas e descontos exclusivos”, completa Fabiana.

Citroën: há mais de 100 anos explorando novos territórios. Em 1922, três anos após a sua fundação, a Citroën tornou-se a primeira fabricante a atravessar o Saara em um automóvel. Outras expedições vieram depois, como a “Croisière Noire”, que percorreu a África entre 1924 e 1925, e a “Croisière Jaune”, que cruzou a Ásia entre 1931 e 1932





Desde o início, a Citroën buscou ir além das ruas e rotas convencionais para conquistar novos terrenos, sem abrir mão da confiabilidade e do conforto em qualquer situação, caracteristicas que se tornaram parte da marca e está presente nos SUVs do duplo chevron.

Em 1922, três anos após a fundação da marca, a Citroën aceitou o desafio de atravessar o Saara de carro pela primeira vez. Para André Citroën, estar em grandes expedições e cruzar territórios inexplorados era a melhor forma de consolidar a imagem da marca e reforçar a robustez dos modelos produzidos pela Citroën. O deserto do Saara reunia as condições ideais para esse propósito.

Para garantir o sucesso da missão e a adaptação dos veículos às condições mais extremas, André Citroën contratou Adolphe Kégresse, engenheiro militar francês que esteve ao serviço do czar da Rússia e patenteou um sistema que permitia que os automóveis fossem capazes de enfrentar terrenos difíceis com maior eficiência.

A liderança da expedição foi confiada a Georges-Marie Haardt, então diretor-geral da Citroën e com experiência prévia em veículos blindados durante a Primeira Guerra Mundial. Ao seu lado estava Louis Audouin-Dubreuil, que reunia vivência militar em unidades de tanques, experiência como piloto de guerra e profundo conhecimento do Norte da África, adquirido como oficial das forças coloniais francesas, no qual foi responsável pelos veículos em expedições como a Saoura–Tidikelt, em 1919. Esse mesmo grupo seria decisivo também nas expedições do “Croisière Noire” e do “Croisière Jaune”.




O documentário desta travessia permaneceu em cartaz por quatro anos em diversos cinemas de Paris. Pouco depois, André Citroën passou a considerar um objetivo ainda mais ambicioso, cruzar todo o continente africano de carro, da Argélia até Madagascar. Assim começou a tomar forma a próxima grande expedição da marca, o “Croisière Noire”.



No dia 28 de outubro de 1924, oito veículos Citroën equipados com reboques, carregados com suprimentos e peças mecânicas, reuniram-se em Colomb-Béchar, no sul da Argélia. O grupo partiu em direção à região de Tanezrouft, conhecida como “a terra da sede”, dando início a um percurso de aproximadamente 24 mil quilômetros pelo continente africano. Ao volante estavam cerca de 20 homens, sob o comando de Georges-Marie Haardt e Louis Audouin-Dubreuil.

Apesar do planejamento detalhado, os imprevistos surgiram rapidamente. Além das doenças tropicais, o terreno representou um dos maiores desafios. No deserto pedregoso, as rotas precisavam ser abertas manualmente. Nos rios, muitas vezes infestados de crocodilos, foi necessário construir balsas ou pontes improvisadas, algumas com até 58 metros de extensão. Em regiões de vegetação densa, trilhas foram abertas com facões. A isso se somaram capotagens, áreas de areia movediça, incêndios em veículos e encontros com grupos hostis.

Ainda assim, o cronograma precisava ser cumprido. Em 20 de junho de 1925, diante de uma multidão de cerca de 60 mil pessoas, três dos quatro grupos que haviam se reorganizado em Kampala (Uganda), chegaram a Antananarivo (Madagáscar) após embarques realizados em Mombasa (Quênia), Dar es Salaam (Tanzânia) e Beira (Moçambique). O quarto grupo juntou-se aos demais apenas no final de agosto, após percorrer cerca de 5.000 quilômetros adicionais até a Cidade do Cabo (África do Sul).

Além do desafio técnico de cruzar a África de automóvel, o “Croisière Noire” deixou um legado significativo. A expedição resultou em 27 quilômetros de filme, 6 mil fotografias e um amplo conjunto de desenhos e pinturas de Alexandre Iacovleff, que retrataram os povos e culturas encontrados ao longo do percurso. No campo científico, foram coletadas 300 amostras de plantas, 800 aves e 1.500 insetos, muitos deles até então desconhecidos.





Em seguida, André Citroën voltou a reunir Haardt e Audouin-Dubreuil para lançar o “Croisière Jaune”, uma expedição dedicada à travessia do continente asiático por regiões extremas como o Himalaia e o Deserto de Gobi. Após o sucesso da expedição africana, o projeto contou com o apoio da National Geographic Society e a participação de cientistas renomados, como Pierre Teilhard de Chardin, que integrou a equipe como geólogo e paleontólogo. Foram organizados dois grupos. O grupo “Pamir” partiu de Beirute, no Líbano, enquanto o grupo “China” iniciou sua jornada a partir de Tianjin.

Os mais de 12 mil quilômetros em terrenos complexos somaram-se desafios políticos e burocráticos, incluindo a proibição de atravessar território soviético e o contexto instável da China à época.

Após partir de Beirute em 4 de abril, os veículos seguiram por Damasco, Bagdá, Teerã, Herat e Kandahar até chegar a Cabul, enfrentando temperaturas que chegavam a 50°C e comprometiam o desempenho dos motores. O trecho mais exigente veio na chegada a Srinagar, na Caxemira, aos pés do Himalaia, uma região até então inédita para o automóvel.

Depois de diversos episódios, os grupos Pamir e China se encontraram em Urumchi, no oeste da China. Em 30 de novembro, retomaram a jornada com o desafio de atravessar a Mongólia e o Deserto de Gobi durante o inverno. O frio extremo exigia o uso de água fervente nos radiadores para evitar o congelamento, além de manter os motores em funcionamento constante. A expedição chegou a Pequim em 12 de fevereiro de 1932, após mais de 12 mil quilômetros percorridos em condições adversas.

Essa experiência contribuiu diretamente para o desenvolvimento do Citroën 2CV, concebido inicialmente como um veículo de uso rural, capaz de atravessar um campo arado transportando uma cesta de ovos sem quebrar nenhum. Com o 2CV, a marca realizou desafios como a Volta ao Mediterrâneo, em 1952. Nas décadas seguintes, foram realizadas viagens até Tóquio via Índia, a travessia das Américas do Alasca à Terra do Fogo e, em 1960, a primeira Volta ao Mundo.

A Citroën ampliou as capacidades fora de estrada do 2CV com a versão Sahara, equipada com tração integral e dois motores, um na dianteira e outro na traseira. Sob organização da marca, grandes raids foram realizados, como o Paris-Cabul-Paris, em 1970, e o Raid África, em 1973, que percorreu 8 mil quilômetros pelo Saara e reuniu milhares de jovens europeus.

O lançamento do Citroën AX deu origem à “Operação Dragão”, que abriu ao Ocidente regiões da China até então pouco acessíveis. O Berlingo foi o veículo central do Raid Paris-Moscou. Soma-se a esse histórico as quatro vitórias do Citroën ZX no Rally Dakar, em 1991, 1994, 1995 e 1996.

A marca Citroën

Desde 1919, a Citroën cria automóveis, tecnologias e soluções de mobilidade para responder às mudanças da sociedade. Marca de ousadia e inovação, a Citroën coloca a tranquilidade e o bem-estar no centro da experiência do cliente e oferece uma ampla gama de modelos, desde o diferenciado Ami, um objeto de mobilidade elétrica projetado para a cidade, até sedãs, SUVs e veículos comerciais, a maioria disponível em versões elétricas ou híbridas recarregáveis. Marca pioneira no atendimento e atenção aos seus clientes particulares e profissionais, a Citroën está presente em 101 países e conta com uma rede de 6.200 pontos de venda e atendimento em todo o mundo.

Sobre a Stellantis

A Stellantis N.V. (NYSE: STLA / Euronext Milan: STLAM / Euronext Paris: STLAP) é uma montadora líder global, comprometida em oferecer aos seus clientes a liberdade de escolher a maneira como se movem, adotando as tecnologias mais recentes e criando valor para todos os seus stakeholders. Seu portfólio exclusivo de marcas icônicas e inovadoras inclui Abarth, Alfa Romeo, Chrysler, Citroën, Dodge, DS Automobiles, FIAT, Jeep®, Lancia, Maserati, Opel, Peugeot, Ram, Vauxhall, Free2move e Leasys. Para mais informações, visite www.stellantis.com.

Imprensa espanhola apresenta Fortaleza como destino imperdível em 2026. Unindo praias, cultura, grandes eventos e experiências autênticas no Nordeste brasileiro, Site La Razón apresenta atrativos da capital cearense aos espanhóis

 

A reportagem chama atenção para o momento simbólico vivido pela cidade, que em 2026 celebra seus 300 anos de história (Foto: Divulgação/Embratur)



29/1/2026 – O Brasil em estado puro! É assim que o jornal espanhol La Razón, um dos principais veículos de comunicação da Espanha, apresenta Fortaleza (CE) na imprensa internacional. Em reportagem publicada na editoria de viagens, o destino cearense é descrito como uma combinação de praias de mar verde-azulado, agenda cultural e experiências autênticas que colocam a capital do Ceará entre os destinos obrigatórios para 2026.
 

De acordo com a publicação, Fortaleza se destaca por unir tranquilidade e energia urbana em um cenário marcado pelo clima quente durante todo o ano, fator que atrai especialmente o viajante europeu em busca de sol nos meses de inverno. O jornal chega a comparar a cidade, chamando-a de “Miami brasileira”, e ressaltando a brisa constante, a luminosidade e a infraestrutura turística à beira-mar.
 

A reportagem também chama atenção para o momento simbólico vivido pela cidade, que em 2026 celebra seus 300 anos de história. O marco histórico reforça a projeção internacional do destino e ganha ainda mais relevância com uma agenda cultural robusta, que inclui o Carnaval e o Fortal, tradicional carnaval fora de época, previsto para julho, reunindo milhares de foliões ao som dos trios elétricos.
 

Para o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, o destaque dado pela imprensa europeia confirma a força do Brasil como destino turístico internacional. “Quando um veículo como La Razón apresenta Fortaleza à Europa, estamos falando de um reconhecimento à diversidade, à cultura e à autenticidade do nosso país. Esse tipo de indicação fortalece a imagem do Brasil no exterior e dialoga diretamente com a estratégia de posicionar o país como um destino completo, sustentável e competitivo no mercado internacional”, afirma.
 

Praias

A relação da cidade com o mar também é valorizada e traz praias como a Praia do Futuro, Meireles e Iracema como espaços de convivência, lazer e gastronomia, onde turistas e moradores compartilham a rotina à beira do Atlântico. As barracas da Praia do Futuro, em especial, são destacadas como verdadeiros complexos gastronômicos que oferecem uma imersão na culinária local.
 

Além do litoral, o veículo espanhol ressalta os atrativos culturais de Fortaleza, como o Mercado Central, considerado um dos maiores centros de artesanato do Brasil, a Catedral Metropolitana, o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura e o histórico Teatro José de Alencar. Esses espaços ajudam a contar a história e a diversidade cultural do Ceará para além do turismo de sol e praia.
 

A matéria enfatiza ainda a posição estratégica de Fortaleza como porta de entrada para alguns dos cenários naturais mais emblemáticos do Nordeste, como Cumbuco, Canoa Quebrada e, principalmente, Jericoacoara. O destino, conhecido por suas dunas, lagoas de águas cristalinas e práticas sustentáveis, é apresentado como uma extensão quase obrigatória da viagem, reforçando o apelo de experiências completas e integradas à natureza.
 

Ao destacar Fortaleza como um destino que combina modernidade, cultura, paisagens naturais e uma agenda festiva contínua, La Razón reforça a imagem do Brasil como uma das grandes apostas do turismo internacional. A publicação confirma o crescente interesse do mercado europeu por destinos brasileiros que oferecem autenticidade, diversidade cultural e experiências memoráveis.
 

Confira a matéria completa do site europeu.

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Tarcisio Dias

30 | JANEIRO | 2026


Mobilidade em transformação: segurança viária, novas marcas e alternativas de uso no Brasil


Entre números alarmantes de mortes no trânsito e a chegada de novas montadoras, o país vive um momento de contrastes na mobilidade, com desafios regulatórios e avanços tecnológicos.

O Brasil registrou em 2024 o maior número de mortes no trânsito desde 2016, enquanto flexibiliza regras de habilitação e enfrenta críticas sobre segurança viária. Ao mesmo tempo, marcas como Jetour e Geely ampliam presença com SUVs híbridos e planos globais de eletrificação, e serviços de assinatura como GAC AssineCar One e Nissan MOVE oferecem novas alternativas de mobilidade.

Olá, amigos automotivos! O Brasil vive um momento de grandes contrastes na mobilidade. De um lado, o mercado automotivo segue em plena transformação, com SUVs, picapes e elétricos ganhando espaço e trazendo novas tecnologias. De outro, o trânsito expõe diariamente sua face mais dura, com números alarmantes de mOortes e a flexibilização de regras que deveriam priorizar a vida.

Em 2024, o país registrou 36.403 mortes no trânsito, o maior número desde 2016. Entre as vítimas, 14.994 eram motociclistas, representando um aumento de 10% em relação a 2023. A taxa nacional alcançou 17,1 mortes por 100 mil habitantes, com impacto econômico estimado em até R$ 320 bilhões anuais em custos sociais e hospitalares. Esse cenário marca o quinto aumento consecutivo desde 2019 e reforça a urgência de medidas estruturais e tecnológicas para conter a escalada da violência viária.

Enquanto países como Europa e Japão avançam com regulamentações rígidas e obrigatoriedade de sistemas como ESC e AEB, o Brasil segue em passos lentos.

O Detran-SP anunciou mudanças significativas na prova prática para obtenção da CNH, como o fim da obrigatoriedade da baliza e a liberação do uso de carros automáticos nos exames. A medida já está em vigor em quatro estados e segue a resolução 1.020 do Contran, publicada em dezembro de 2025.

Embora o objetivo seja simplificar etapas e reduzir custos, especialistas alertam para o risco de enfraquecer a formação prática dos motoristas. A baliza, presente desde os anos 1980, era considerada uma das manobras mais temidas, mas também um teste importante de habilidade.

A liberação de carros automáticos reflete a realidade da frota nacional, mas levanta dúvidas sobre o equilíbrio entre modernização e segurança.

Estudos mostram que a redução média de apenas 5% na velocidade poderia diminuir em até 30% o número de mortes no trânsito. Isso evidencia a importância de políticas públicas voltadas para gestão da velocidade, mas também da democratização de tecnologias de segurança.

Nos automóveis, recursos como AEB (frenagem autônoma de emergência), alerta de colisão e ESC (controle eletrônico de estabilidade) precisam deixar de ser exclusivos de modelos premium e chegar aos veículos populares.

Modelos como o Toyota Yaris Cross XR já oferecem múltiplos airbags e estruturas reforçadas, mas tais recursos ainda são raros em carros de entrada. Em SUVs médios, como o VW Taos, a suspensão multilink aumenta a estabilidade e reduz riscos em situações de emergência.

Nas motocicletas, a situação é ainda mais crítica. O ABS em ambas as rodas deveria ser universal, e não restrito a motos acima de 300 cc. Recursos como controle de tração e modos de pilotagem poderiam reduzir acidentes urbanos. A evolução também passa por capacetes inteligentes, com sensores de impacto e comunicação de emergência, além do incentivo às motos elétricas, que oferecem resposta mais previsível e menor risco mecânico.

O consumidor brasileiro já demonstra maior atenção à segurança, especialmente em SUVs e motocicletas, segmentos em crescimento. Esse novo posicionamento explica a boa receptividade dos modelos chineses, em sua maioria eletrificados, que além de entregar excelente eficiência energética, normalmente vêm recheados de tecnologias de segurança e com preços acessíveis.

Enquanto muitos modelos fabricados no Brasil buscam apenas reduzir o custo de manufatura e aumentar margens de lucro, os carros chineses estão conseguindo entregar conteúdo tecnológico real, eficiência energética e preços competitivos, mesmo diante da alta carga tributária.

Muitas vezes, a indústria local aposta apenas em design atualizado, como no caso do Volkswagen Tera, mas fica devendo em tecnologias de eficiência energética e segurança.

Esse contraste mostra que o consumidor brasileiro já está mudando e que a indústria nacional precisa acordar rapidamente. Se não houver uma reação consistente, o espaço será ocupado por marcas estrangeiras que entendem melhor as demandas de segurança, eficiência e acessibilidade.

O futuro da mobilidade no Brasil exige decisões rápidas e consistentes. Sem políticas públicas firmes e sem democratização das tecnologias de segurança, continuaremos convivendo com um trânsito que, em vez de ser símbolo de progresso, seguirá como uma das maiores causas de mortes evitáveis no país.

A combinação de tecnologia embarcada em carros e motos, políticas públicas voltadas para velocidade segura e o fortalecimento do transporte coletivo é o caminho para reduzir mortes e alinhar o Brasil às melhores práticas globais de segurança viária.

Nova chinesa no Brasil - A Jetour oficializa sua chegada ao Brasil com três SUVs híbridos plug-in — S06, T1 e T2 — e projeta produção local para consolidar presença no maior mercado automotivo da América do Sul.

O destaque inicial é o S06, SUV médio oferecido em duas versões (Advance e Premium), com preços de R$ 199.900 e R$ 229.900 na pré-venda. A marca aposta em tecnologia, conectividade e versatilidade, posicionando-se como alternativa competitiva frente a rivais como Toyota Corolla Cross Hybrid, GWM Haval H6 e BYD Song Plus.

Estrutura e operação no Brasil - A expansão comercial será acelerada, com previsão de 100 concessionárias até o fim de 2026. Inicialmente, os veículos chegam importados da China pelo porto de Vitória (ES), mas a Jetour já planeja produção local e até um centro de pesquisa e desenvolvimento no país.

Os modelos passam por testes intensivos em território nacional, com 600 mil km de validação, e o pós-venda conta com centro de distribuição em Cajamar (SP), estoque inicial de 90 mil peças e garantia diferenciada: 8 anos para bateria e motor elétrico e 7 anos para o veículo completo.

Produtos e posicionamento competitivo - O Jetour S06 estreia como modelo de maior volume, com autonomia elétrica de até 70 km, alcance total de 1.200 km, consumo combinado de 32,9 km/l e recarga rápida em 30 minutos (DC). O T1 amplia espaço interno e autonomia elétrica para 88 km, enquanto o T2 aposta em sofisticação e pacote tecnológico avançado. Todos compartilham o DNA da marca: eletrificação eficiente, conectividade e robustez.

Fundada em 2018, a Jetour já vendeu 2,15 milhões de veículos globalmente e está presente em 91 países, reforçando sua ambição de disputar espaço no competitivo mercado brasileiro com preço, tecnologia e garantia estendida como diferenciais.

Geely – Estratégia Global “One Geely” - O Grupo Geely Holding apresentou o plano estratégico “One Geely”, que mira 2030 com metas de vender mais de 6,5 milhões de veículos, receita superior a 1 trilhão de yuan e 75% de participação em novas energias.

Em 2025, já registrou 4,116 milhões de unidades vendidas, sendo 2,293 milhões eletrificadas, consolidando-se como o grupo de maior crescimento entre os dez maiores do mundo.

A estratégia prevê transição para serviços de ecossistema, tecnologia verde e colaboração global entre marcas como Geely, Lynk & Co, Zeekr, Volvo, Polestar e Lotus. No campo tecnológico, aposta em direção autônoma avançada, baterias semissólidas e motor híbrido NordThor AI.

Até 2030, planeja implantar 100 mil robotáxis Cao Cao Mobility e alcançar neutralidade de carbono em fábricas estratégicas.

Carros por assinatura - A GAC estreia no programa LM AssineCar One com o SUV híbrido GS4 Elite, que combina motor a gasolina 2.0 de 140 cv com motor elétrico de 182 cv, totalizando 235 cv e consumo de 14,1 km/L na cidade e 11,8 km/L na estrada, oferecido em planos de assinatura de 12, 24 e 36 meses com mensalidades entre R$ 4.990 e R$ 6.499, incluindo manutenção, assistência 24h e documentação.

Já o Nissan Kait passa a integrar o serviço Nissan MOVE, disponível em quatro versões (Active, Sense Plus, Advance Plus e Exclusive) com motor 1.6 16V aliado ao câmbio XTRONIC CVT, porta-malas de 432 litros e interior tecnológico com painel digital de 7” e multimídia de 9”, oferecido em planos flexíveis de 12 a 48 meses e mensalidades a partir de R$ 3.619, incluindo seguro, IPVA, revisões e assistência 24h, mostrando como os serviços de assinatura ampliam alternativas de mobilidade no Brasil, seja com foco em eficiência e sustentabilidade no caso do GS4 Elite, ou em custo acessível e confiabilidade mecânica no caso do Kait.

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