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terça-feira, 23 de junho de 2026

Cantinho do Sol, em Lisboa: ponte gastronômica Brasil/Portugal!


Na foto (divulgação) de Nair Zaheer: Silvane dará as boas-vindas aos convidados do coquetel de lançamento da 1ª Festa de Santa Bárbara em Lisboa, no seu Cantinho do Sol, em 12 de julho.


Por Luzia Moraes

A 1ª Festa de Santa Bárbara em Arroios, freguesia bem no centro de Lisboa, acontecerá entre 4 e 6 de setembro vindouro, idealizada e realizada pela advogada baiana Maria Andreza Sá Gonçalves, que reside e trabalha em Portugal há 30 anos, após o seu mestrado, defendido com louvor, na Universidade de Coimbra com a sua reputada Faculdade de Direito, uma das mais respeitadas e antigas do mundo.

Devota de Santa Bárbara desde sempre, mais tarde se descobre filha de Yansã/Oyá, ela conta sobre um dos embriões do seu sonho em realizar a festa: “Foi pelas mãos de um casal de portugueses que o culto e a imagem de Santa Bárbara foram levados originalmente para Salvador da Bahia, no Brasil, onde a devoção se fundiu com a identidade local. Refletindo esta união cultural e a dimensão do evento, a icônica cantora brasileira Alcione assume o papel de madrinha oficial desta primeira edição. O impacto e a importância desta celebração têm conquistado forte eco na imprensa de ambos os lados do oceano, com várias matérias já publicadas tanto nos principais jornais de Salvador, como em órgãos de comunicação social”, já adianta.

Para marcar o lançamento do evento, que tem tudo para entrar oficialmente para o calendário estival lisboeta, e apresentar o projeto, no dia 12 de julho vindouro será oferecido um coquetel com toques de baianidade para a imprensa, convidados institucionais e patrocinadores. O local escolhido é o Cantinho do Sol, da “cheffe” mineira Silvane Ferreira.

Silvane é natural de Alvinópolis, cidadezinha de pouco mais de 15 mil habitantes, no interior das Minas Gerais, e desde cedo aprendeu o valor da humildade, do trabalho constante e da generosidade. Com coragem e determinação, mudou-se para Portugal em busca de novas oportunidades, levando consigo sonhos grandes e a vontade de fazer a diferença na vida das pessoas através da comida e do cuidado com os outros.

Durante 10 anos trabalhou em um restaurante, e ali descobriu sua verdadeira paixão: a cozinha. Cada prato, cada receita e cada detalhe do serviço despertaram nela o desejo de criar seu próprio espaço, onde pudesse receber as pessoas com carinho, oferecer sabores autênticos e transformar refeições em momentos mais que especiais.

O sonho começou com um café, um primeiro passo que logo evoluiu para o Cantinho do Sol, seu restaurante. Porém, pouco depois da abertura, a pandemia trouxe desafios inesperados. Mas Silvane, movida pela fé, força e resistência, superou os obstáculos e manteve vivo o seu negócio, tornando-o um espaço acolhedor e seguro, de sabor e luz para todes que o visitam.

Hoje, o Cantinho do Sol é mais que um restaurante: é um reflexo da sua história, uma trajetória de coragem, dedicação e amor pela gastronomia e pelas pessoas. Cada prato servido é pensado para transmitir cuidado e alegria, e cada cliente é recebido como parte da família.

Silvane acredita que a comida tem o poder de aproximar, de celebrar momentos e de transformar o dia a dia em algo especial, uai! Como seu nome indica, o Cantinho do Sol, para além de um ótimo restaurante, é um espaço de luminosidade, sabores e acolhimento.

Se hoje esse verdadeiro espaço gastronômico, localizado na Rua de Santa Marta, n° 84, nos arredores da circular e bela Praça Marquês de Pombal, se tornou no que é, foi porque, com determinação, criatividade e muita fé, ela se reinventou! Trabalhou dobrado, adap­tou-se, ou seja, persistiu, sô! E o que era fragilidade virou força, ou o que chamamos de resiliência, e foi assim o Cantinho do Sol não sobreviveu: mais forte, ele eclodiu de vez!

Tanto é que hoje, reconhecidamente, Silvane é fonte de inspiração. Ensina que a humildade pode caminhar de mãos dadas com a coragem, que os sonhos não envelhecem quando são movidos pelo amor, e que uma menina do interior de Minas pode iluminar vidas inteiras quando decide fazer do seu trabalho o nobre ato de, literalmente, servir. Uma história de força, fé e muita generosidade, e um menu precioso a celebrar e a unir as culturas brasileira e portuguesa da boa mesa.

São parceiros do evento, além do Cantinho do Sol: Associação Amigos de Santa Bárbara, Protegidos por Oyá; Associação Comadres de Cascais, à frente a jornalista baiana Delgrace Aeppli; Gislaine Maria da Silva (Mãe Gi de Oxóssi), do Ilê Asè Igbô Odê Omi Okan; Marquês de Marialva (vinhos e espumantes); Adega Cooperativa de Cantanhede; e Secret Garden.

@cantinho.dosol


Terroirs: o valor invisível que transforma produtos em identidade no Brasil. Do campo à experiência turística, conceito avança e pauta encontro nacional sobre origem e desenvolvimento



Durante anos, o conceito de terroir foi tratado no Brasil como um estrangeirismo sofisticado, quase exclusivo do universo dos vinhos. Mas, longe das taças e dos vinhedos europeus, ele começa a ganhar contornos próprios – e cada vez mais brasileiros.

Hoje, o termo se desloca do campo técnico para o centro de uma discussão mais ampla sobre identidade, território e valor. A própria palavra já diz muito. De origem francesa, terroir significa, de forma literal, “território” ou “lugar de origem”. Na prática, no entanto, o conceito vai além da tradução: ele carrega a ideia de tudo aquilo que torna um produto único e impossível de ser reproduzido de forma exatamente igual em outro lugar.

Terroir, assim, é a combinação única entre território, clima, solo, saberes locais e práticas humanas que dão origem a um produto com identidade própria. É o que faz um queijo de uma região ter sabor diferente de outro, mesmo quando produzido com os mesmos ingredientes. É o que transforma um alimento, uma bebida ou até uma experiência turística em algo genuinamente singular.

Para Marta Rossi, CEO da Rossi & Zorzanello, empresa à frente do Connection Terroirs do Brasil, esse movimento revela uma mudança mais profunda na forma como o país enxerga seus próprios territórios. “O terroir traduz algo que o Brasil tem de mais potente, que é a diversidade. Cada território carrega uma história, um modo de fazer e uma identidade que precisam ser reconhecidos e valorizados.”

Nesse contexto, alguns produtos ajudam a traduzir o conceito de forma concreta. No interior de Goiás, em Mara Rosa, o açafrão deixou de ser apenas uma commodity agrícola para se consolidar como expressão de território. 

Cultivado de forma manual e com forte presença da agricultura familiar, o produto se destaca pela alta concentração de curcumina e pela pureza – características diretamente associadas às condições locais. 

Estudos conduzidos por instituições como a Universidade Federal de Goiás, o Ministério da Agricultura e a EMATER comprovam que o produto é superior inclusive ao famoso açafrão indiano.

O reconhecimento veio com o selo de Indicação Geográfica, que reposicionou o produto no mercado e ampliou sua visibilidade. “A Indicação Geográfica abriu portas que nós nunca imaginaríamos. Jornalistas, chefs e compradores passaram a nos procurar”, afirma Patrícia Aguiar, gerente da cooperativa que reúne cerca de 40 produtores.

Mais do que um diferencial técnico, o caso evidencia como o terroir se materializa na prática: um produto que carrega atributos únicos, mas também uma rede de saberes, trabalho coletivo e impacto econômico direto. 


Durante a colheita, realizada manualmente, centenas de trabalhadores são mobilizados, movimentando a economia local e ampliando a renda de famílias da região.

Em um país de dimensões continentais e enorme diversidade de climas e solos, estima-se que existam milhares de terroirs em potencial – muitos deles ainda em processo de reconhecimento e valorização. Um terroir pode estar em uma região inteira ou em uma pequena propriedade rural.

Terroir x Indicação Geográfica

Embora muitas vezes associados, terroir e Indicação Geográfica (IG) não são sinônimos. A Indicação Geográfica é um reconhecimento formal, concedido a produtos ou serviços que possuem origem comprovada e características vinculadas a determinado território. No Brasil, esse processo é regulamentado pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

O açafrão de Mara Rosa ilustra bem essa relação. O terroir já existia – nas condições naturais e no saber acumulado pelos produtores –, mas foi a certificação que estruturou sua cadeia e ampliou seu alcance. O selo trouxe exigências, como rastreabilidade e controle de qualidade, mas também consolidou o produto como ativo econômico e simbólico.

O Brasil como potência de terroirs

Da uva cultivada na Serra Gaúcha ao cacau do Sul da Bahia, passando pelos cafés especiais de Minas Gerais e pelos queijos artesanais espalhados pelo país, o terroir brasileiro revela um mosaico de identidades que começa a ganhar protagonismo.

Por trás desses territórios, estão histórias como a da produtora Magna de Fátima Leles Vieira Moreira Pimentel. Ela deixou a enfermagem em Goiânia para retornar à cidade de origem e apostar no cultivo de açafrão. Começou pequena, em um ambiente predominantemente masculino, e enfrentou desconfiança.

“Minha primeira colheita foi pequena, ninguém acreditava muito. Mas fui persistindo. Hoje, minha produção já ultrapassa três toneladas”, relata. Para ela, a Indicação Geográfica não apenas transformou sua trajetória, mas abriu espaço para que outras mulheres ocupem o setor.

Em um cenário no qual consumidores valorizam cada vez mais autenticidade, origem e propósito, esses territórios deixam de ser apenas locais de produção para se tornarem ativos estratégicos para a gastronomia, para o comércio e também para o turismo.



Connection Terroirs do Brasil: nome, forma e visibilidade

O Connection Terroirs do Brasil, evento promovido pela Rossi & Zorzanello, em parceria com o Sebrae, foi criado para ser um espaço de organização e visibilidade desse patrimônio ainda disperso. 

Ao reunir produtores, especialistas, chefs, empreendedores e profissionais do turismo, propõe uma imersão no conceito de terroir sob diferentes perspectivas, ajudando a traduzir, nomear e valorizar identidades que muitas vezes ainda não estão plenamente reconhecidas.

Com o tema “feito com alma, a muitas mãos”, o evento reforça a essência coletiva que caracteriza especialmente os produtos com Indicação Geográfica, resultado do saber-fazer compartilhado entre gerações e profundamente conectado aos territórios de origem.


Para a CEO da Rossi & Zorzanello, Marta Rossi, o momento é de ampliar o olhar sobre o potencial brasileiro. “O terroir traduz algo que o Brasil tem de mais potente, que é a diversidade. Cada território carrega uma história, um modo de fazer e uma identidade que precisam ser reconhecidos e valorizados. 

O Connection nasce justamente com esse propósito, de conectar essas origens, ampliar esse olhar e mostrar que o terroir também é uma experiência, não só um produto.”

Ao desmistificar o conceito, o evento reforça uma ideia central: o terroir não pertence apenas a grandes produtores ou regiões consagradas – ele está presente em todo lugar onde há identidade, história e relação genuína com o território.

“A proposta é provocar um novo olhar: entender o terroir não como um termo distante ou elitizado, mas como uma ferramenta estratégica para o desenvolvimento regional, para a construção de marcas autênticas e para a criação de experiências turísticas mais significativas”, afirma Marta Rossi.


Texto: Renata Mattos | fernando@rossiezorzanello.com.br

segunda-feira, 22 de junho de 2026

Connection Terroirs do Brasil 2026: 18 indicações geográficas participaram pela primeira vez e ampliaram oportunidades de mercado. Evento reuniu empreendedores de diferentes regiões do País para apresentar produtos únicos, contar sobre produções que são heranças de gerações e fortalecer a valorização dos territórios de origem

Das 56 produções com Indicação Geográfica (IGs) presentes no Connection Terroirs do Brasil 2026, que acontece em Gramado/RS até sábado (13), 18 estão no evento pela primeira vez. São produtos como cafés, banana, cachaças, queijo, goiaba, cristais e artesanato com características únicas: desde o cultivo até o modo de fazer. Pequenos empreendedores que viram no evento uma oportunidade de mostrar seus produtos e contar suas histórias para milhares de pessoas.

“Cada nova Indicação Geográfica que chega ao Connection traz consigo uma história única de origem, tradição e pertencimento. Para esses produtores, estar aqui pela primeira vez representa a oportunidade de mostrar ao Brasil a riqueza dos seus territórios e de conectar pessoas às histórias que existem por trás de cada produto”, disse Marta Rossi, CEO da Rossi e Zorzanello, organizadora do evento.

Um desses novos expositores é Nubia Medeiros, uma das proprietárias do Queijos Tradição, produzido em Patos de Minas (MG), e que leva a IG de Queijo do Cerrado. Ela era funcionária pública e largou a profissão para se dedicar à fazenda.

“É um trabalho de gerações. No nosso caso, de pai para filho, do meu sogro para o meu esposo. E muito artesanal. É difícil chegar em um produto com a qualidade que a gente busca. Para isso, precisa de muito esforço e dedicação – todos os dias, 24 horas, acredite. Foi por isso que deixei a antiga profissão. Cansativo, mas muito gratificante, recompensador”, contou Nubia.

Nubia ainda destacou a qualidade dos vinhos gaúchos em sua produção: foi somente usando um vinho artesanal específico na maturação de um queijo que conseguiu chegar no resultado de cor, aroma e consistência que buscava.

Outro novo produtor no evento foi Orlei Mapurunga, que representa a IG da Cachaça de Viçosa do Ceará. Ele contou que os seus bisavós faziam a bebida, tradição que foi herdada pelos avós, pelo pai e que, agora, foi profissionalizada por ele. “Estamos trazendo para cá o nome da Viçosa do Ceará, capital da cachaça por lá”, diz.

A cachaça feita em Viçosa do Ceará tem características únicas por conta do tipo de cana, fermento, barris e envelhecimento envolvidos no processo de produção. A bebida se distingue tanto que já recebeu diversos prêmios, tanto nacionais quanto internacionais.

Todos os produtos podem ser conhecidos na Alameda Terroir (Rua Pedro Benetti, ao lado da Igreja São Pedro) das 14h às 21h na sexta-feira (12) e das 11h às 18h no sábado (13). O Sebrae apoia a viabilização e a qualificação da presença dos territórios no evento, fortalecendo a estratégia de inserção comercial e ampliação de mercado para pequenos produtores.

Herança de gerações

Tradição e história acompanham diversas produções com IGs expostas no Connection Terroir do Brasil 2026. É o caso da cracóvia produzida em Prudentópolis, no Paraná, que desde o ano passado conta com IG: no Brasil, é somente lá que é feito um processo de defumação que confere um aroma e gosto ao produto de origem ucraniana feito com carne de porco.

“É uma questão de cultura. 80% da população é de origem ucraniana. Desde 1979, a gente faz a cracóvia e outros tantos produtos. São mais de 54 hoje. Começou com avós, pais e, agora, somos nós. Todo o nosso jeito de ser, a programação da cidade, passa, de alguma forma, por essa produção artesanal. E temos orgulho disso”, conta Solaine Paulino, representante da Cracóvia de Prudentópolis.

Ela diz, ainda, que a Connection Terroirs do Brasil “abre portas para pequenos produtores” e possibilita ao público conhecer o que é produzido no país inteiro. Solaine afirma que tem certeza que “não há culinária que bata a brasileira” devido à riqueza que o território brasileiro proporciona: em razão do clima e das diferentes culturas que se desenvolveram por causa das mais diversas colonizações.

Orgulho da sua produção também sente Elaine Muller, produtora de Banana da Região de Corupá, no norte de Santa Catarina. Mas não foi sempre assim. A cidade com pouco menos de 16 mil habitantes produzia bananas que os consumidores consideravam “feias”. 

O clima frio machuca a casca da fruta. Além disso, por causa da temperatura, a cor é amarelo pálida. Isso fazia com que toneladas de produtos fossem descartados anualmente ou fossem vendidos por preços baixos. 

A questão é que essas condições de Corupá apesar de não conferirem uma vantagem estética, realçavam a doçura da banana: ela acumulava amido que se transformava em açúcares porque levava mais tempo para maturar.

“Nosso ouro é verde, temos orgulho da nossa produção e ela virou sinônimo de esperança. Hoje, uma cidade pequena como a nossa é a terceira maior produtora de bananas do país. E temos a mais doce”, conta Alaine, explicando que a IG para o produto veio em 2018.

IGs pela primeira vez na Connection Terroirs do Brasil

Açaí de Bailique do Amapá

Banana de Luiz Alves

Cachaça de Areia da Paraíba

Cachaça de Viçosa do Ceará

Café Conilon do Espírito Santo

Café Mandaguari do Paraná

Café da Serra de Apucarana

Café da Serra de Baturité

Café Torrinha de São Paulo

Cristais de Quartzo de Cristalina

Goiaba de Carlópolis do Paraná

Queijo do Cerrado de Minas Gerais

Queijo Sudeste do Paraná

Renda de Bilro de Aquiraz

Renda Renascença do Cariri Paraibano

Uva e Manga do Vale do Submédio São Francisco

Connection Terroirs do Brasil

O Connection Terroirs do Brasil ocorreu de 10 a 13 de junho e teve a correalização do Sebrae e patrocínio da Secretaria de Turismo do Rio Grande do Sul. Foi considerado a principal vitrine nacional de produtos de origem, reunindo produtores, especialistas e marcas em torno de temas como identidade, território e autenticidade. A programação incluiu palestras, painéis, experiências sensoriais e uma feira com produtos de Indicação Geográfica.

A agenda de conteúdo aconteceu nos dias 11 e 12 de junho, no Palácio dos Festivais, com especialistas nacionais e internacionais debatendo temas como turismo de experiência e os desafios das indicações geográficas no cenário global. ]

Peugeot anuncia condições exclusivas para motoristas de aplicativo e taxistas do programa Move Brasil. Os descontos para motorista de aplicativo podem chegar até R$ 35 mil para o Peugeot 2008 Allure T200 AT



Peugeot 2008 Active fica por R$ 103.790 para taxistas

A Peugeot anuncia iniciativas comerciais voltadas aos taxistas e motoristas de aplicativo. As ofertas estão relacionadas ao Programa Move Brasil, iniciativa do Governo Federal voltada à aquisição de veículos e que fortalece o suporte a quem utiliza o automóvel como ferramenta essencial de trabalho. Integrante do programa, a marca traz condições exclusivas para a compra dos modelos Peugeot 208 e Peugeot 2008. 

Condições especiais por categoria 

Para os taxistas que possuem isenções de ICMS e IPI, a Peugeot preparou oportunidades exclusivas: 

  • Peugeot 208 Active: de R$ 115.550 por R$ 88.990 

  • Peugeot 2008 Active: de R$153.990 por R$ 103.790  

Para os taxistas que não possuem isenção e/ou motorista de aplicativos, Peugeot oferece opções muito competitivas, sem entrada, com taxa de juros de 0,99% e 6 meses de carência em 72 parcelas e descontos de até R$ 35 mil na versão Peugeot 2008 Allure T200 AT

O Banco Stellantis é um dos bancos credenciados do BNDES facilitando o atendimento ao cliente Peugeot, operacionalizando as condições de financiamento do Programa Move Brasil em ambas as categorias.  

As ofertas são válidas durante a vigência do Programa Move Brasil e podem ser consultadas em toda a rede de concessionárias da Peugeot no Brasil. 

Para conferir essa e outras ofertas, entre em contato a concessionária mais próxima por meio do site: https://www.peugeot.com.br/vendas-diretas/taxis-motoristas-aplicativo.html 

O preço do Peugeot 208 Active cai para R$ 88.990 para taxistas


Sobre o Programa Move Brasil Táxi e Aplicativos 

O Move Brasil Táxi e Aplicativos é um programa de financiamento especial para taxistas e motoristas de aplicativo na compra de carros novos e com preço até R$ 150 mil. Podem participar motoristas de aplicativos de transporte com cadastro ativo há pelo menos 12 meses e que tenham realizado ao menos 100 corridas nesse período na mesma plataforma e taxistas com licenças e registros ativos junto aos órgãos de trânsito e com regularidade fiscal.  

Para mais informações, acesse: https://www.gov.br/mdic/pt-br/assuntos/sdic/move-brasil/taxi-e-aplicativos 

Connection Terroirs do Brasil destaca identidade, indicações geográficas e biodiversidade em Gramado. Programação no Palácio dos Festivais reuniu especialistas que debateram o futuro das certificações de origem, agregação de valor e a riqueza dos territórios


O Connection Terroirs do Brasil iniciou a programação oficial, na manhã desta quinta-feira (11), promovendo uma imersão na profunda relação entre os produtos, as suas origens e o mercado. Na Arena de Conteúdo, sediada no Palácio dos Festivais, a grade foi cuidadosamente desenhada para debater como a identidade regional, a proteção da marca e a biodiversidade se transformam em prosperidade e valor agregado.

As atividades começaram às 9h com a palestra de abertura "Experiências com Origem, Identidade e Significado", conduzida pela jornalista Daniela Filomeno. Trazendo exemplos de destinos como o Pantanal brasileiro e a Provance francesa, ela enfatizou que a conexão humana e a autenticidade são os verdadeiros diferenciais do turismo.

"Hoje, eu tenho a certeza que terroir, produto de origem, não é só uma expressão da terra. Ele é uma expressão da relação das pessoas com a terra. E talvez isso seja o nosso grande futuro do turismo", destacou Daniela

Na sequência, às 10h, o Connection trouxe o painel "Líquidos com Alma: Quando o Café e a Tequila Escrevem a História de um Território". O bate-papo entre a diretora-presidente da associação responsável pela Denominação de Origem Caparaó, Cecília Nakao, e a diretora de Promoções e Relações Públicas da Jose Cuervo México e América Latina, Araceli Ramos, foi focado em sustentabilidade e agregação de valor, sob a mediação da jornalista Sara Bodowsky. 

Cecília Nakao compartilhou a transformação social gerada pelo café na região do Caparaó, enquanto Araceli Ramos, executiva da marca Jose Cuervo, reforçou o papel do turismo no desenvolvimento da Rota da Tequila no México.

"A gente está conseguindo realizar realmente uma sucessão familiar, em que os filhos, essa geração mais nova, estão ficando na propriedade, estão gostando de produzir Caparaó, estão tendo orgulho. Eles estão sentindo pertencimento e vêm mudando, ano a ano, a nossa realidade", comemorou Cecília.

Araceli complementou a visão sobre o papel das comunidades nas Indicações Geográficas: "Quando você quer fazer um produto ou criar um produto, tem que envolver a comunidade. O importante é trabalhar com a comunidade, é o envolvimento, o sentido de pertencimento. É defender um produto que é a tequila, não importa a marca, é a denominação de origem".

A proteção dos negócios e das marcas ganhou os holofotes a partir das 10h50 na palestra "Compliance como Proteção de Reputação de Produtos e Serviços", ministrada pelo advogado Fabiano Machado da Rosa. Ele provocou o público a refletir sobre como a integridade dos processos afeta diretamente a percepção de valor do que é entregue ao consumidor.

"Reputação atrai e reputação repele. Reputação faz com que o seu produto valha mais. Reputação constrói laços de confiança", explicou Fabiano. "A reputação dos seus produtos, dos seus processos, dos seus sistemas, da ética faz absolutamente parte do negócio", complementou.

O evento também voltou o seu olhar para o cenário das IGs com a palestra do professor Jean-Louis Le Guerroué. Com o tema "A Indicação Geográfica do Amanhã: Ferramenta de Preservação e Prosperidade Territorial", a apresentação destacou o desafio contemporâneo de alinhar as tradições às novas demandas por sustentabilidade.

"A IG tem uma alma, tem um coração associado ao território, à sua história. Então, como a gente vai inovar sem perder o que faz a indicação geográfica? Não é só proteger o produto, é proteger os ativos territoriais, o que cria o território, o que dá o DNA do território com essas evoluções, trazendo prosperidade e preservação junto", questionou Le Guerroué.

Para encerrar a grade de conteúdo da manhã, o painel "Sabores da Origem: A Biodiversidade do Sul na Mesa" celebrou a riqueza biológica e gastronômica regional.

O debate reuniu os chefes de cozinha Rodrigo Bellora – representando o RS –, Pedro Soares – representando SC – e Felipe Cavalcanti – representando PR –, com a mediação da jornalista Anelise Zanoni. Cada um falou sobre as IGs em seus estados, a combinação dos produtos de origem e a culinária e as suas histórias na gastronomia.

Além do Palácio, o Connection Terroirs do Brasil conta com atividades nas ruas Coberta e Pedro Benetti (ao lado da Igreja Matriz São Pedro). A CEO da Rossi & Zorzanello – realizadora do evento –, Marta Rossi, destacou que a primeira manhã de palestras reforçou o grande propósito do Connection: provar que a verdadeira riqueza dos territórios vai além do produto final.

“Como vimos hoje, o turismo e o consumo se transformaram, e as pessoas buscam conexões autênticas e o verdadeiro significado da origem. Ficou evidente, através de exemplos inspiradores como o café do Caparaó e a Tequila no México, que as Indicações Geográficas têm o poder de mudar realidades, garantindo a sucessão familiar, o engajamento da comunidade e um profundo sentimento de pertencimento”, celebrou Marta.

Connection Terroirs do Brasil

O Connection Terroirs do Brasil ocorreu de 10 a 13 de junho e contou com a correalização do Sebrae. É considerado a principal vitrine nacional de produtos de origem, reunindo produtores, especialistas e marcas em torno de temas como identidade, território e autenticidade. A programação incluiu palestras, painéis, experiências sensoriais e uma feira com produtos de Indicação Geográfica.

A agenda de conteúdo aconteceu nos dias 11 e 12 de junho, no Palácio dos Festivais, com especialistas nacionais e internacionais debatendo temas como turismo de experiência e os desafios das indicações geográficas no cenário global. As inscrições para acesso às palestras podem ser realizadas pelo site connectionexperience.com.br.

Texto: Vitória Leitzke | fernando@rossiezorzanello.com.br

 





Toyota Corolla Cross é atualizado para linha 2027. A versão GR Sport do SUV, custa R$ 218.490, traz novo visual, apresenta console central reestilizado que vale para todas as demais versões. A versão XRE 2.0L custa R$ 194.790, a XRX 2.0L – R$ 211.790 e a XRX Hybrid Premium – R$ 223.790). Todas vêm com sistema TPMS (Sistema de Alerta da Pressão dos Pneus) e Programa Toyota 10 de garantia estendida


São Paulo, junho de 2026 - O Toyota Corolla Cross, grande sucesso de vendas em todo o Brasil e em diversos mercados da América Latina e Caribe, entra em sua linha 2027 com importantes atualizações, especialmente no modelo GR Sport. São quatro versões do SUV disponíveis na rede de concessionárias da Toyota em território nacional — XRE, XRX, GR-Sport e XRX Hybrid —, todas incluídas no programa de garantia estendida Toyota 10.

A versão 2027 do Corolla Cross GR-Sport eleva sua assinatura visual e robustez com um design marcante. A dianteira traz a imponente grade frontal trapezoidal integrada harmoniosamente aos faróis de LED com luzes diurnas, reforçando a forte identidade e o DNA de pista da GAZOO Racing. 

Suas linhas laterais contínuas conectam de forma fluida a dianteira às lanternas traseiras em LED, conferindo um dinamismo único ao SUV. Para completar a postura agressiva do modelo, as formas sólidas dos para-lamas fundem-se perfeitamente à carroceria, que ostenta uma linha de cintura alta e larga.


Entre as novidades, destacam-se o novo design das rodas de liga leve com centro pintado em preto, além de para-choque dianteiro e grade frontal exclusivos e um novo para-choque traseiro. O modelo também passa a contar com novo acabamento da tampa traseira e novas molduras laterais inferiores das portas, além de acabamento inferior nas soleiras, compondo um visual mais robusto e dinâmico.

No interior, a proposta esportiva é ampliada com atualizações como pedais esportivos para acelerador e freio, novo revestimento dos bancos esportivos e novo console central com acabamento, agregando sofisticação e identidade exclusiva ao ambiente da cabine.

Ainda mais praticidade e segurança

O console central do Corolla Cross está com novo design, disponível para toda a linha 2027, incorporando uma aparência mais moderna e sofisticada ao interior do veículo. Essa atualização proporciona uma integração mais intuitiva dos comandos de condução, entregando mais conforto e experiência de uso ao motorista.


A experiência a bordo de todas as versões do Corolla Cross 2027 é elevada pelo sistema Toyota Play 2.0, que traz uma moderna tela de alta definição de 10.1” para uma visualização ampla e intuitiva de mapas, mídias e funções do veículo.

Totalmente conectado, o SUV integra o ecossistema Toyota Serviços Conectados via aplicativo Toyota App, permitindo que o proprietário consulte diagnósticos de saúde do carro e acesse o status do veículo em tempo real.

O sistema também oferece recursos avançados de segurança, como rastreamento e cercas geográficas, além de conectividade Wi-Fi nativa para múltiplos dispositivos, transformando a direção em uma jornada mais inteligente e prática.

A segurança da linha 2027 do Corolla Cross traz, de série, e também em todas as suas versões, o pacote Toyota Safety Sense, que inclui itens como: assistente de pré-colisão, controle de cruzeiro adaptativo e assistência de permanência em faixa e farol alto automático. 

A proteção aos ocupantes é mantida por uma carroceria com deformação progressiva, sete airbags e sensores de estacionamento dianteiro e traseiro com suporte à frenagem.


Mais segurança e eficiência com monitoramento de pneus

Toda a linha do Corolla Cross 2027 passa a contar com o sistema TPMS (Sistema de Alerta da Pressão dos Pneus), recurso que monitora constantemente a pressão dos pneus e alerta o motorista em caso de níveis inadequados.


Além de ampliar a segurança durante a condução, o sistema contribui para melhor estabilidade do veículo, reduz o desgaste irregular dos pneus e auxilia na eficiência do consumo de combustível.

Serviços Conectados Toyota chegam à versão XRE


A grande novidade é que a versão XRE passa a contar com o conforto, segurança e comodidade dos Serviços Conectados Toyota, que permitem ao cliente ter informações, como status e diagnóstico do veículo, otimização de combustível e lembrete de revisão. 


Adicionalmente, o cliente pode contar ainda com serviços de assistência 24h, rastreio e imobilização do veículo, Wi-Fi Hotspot, entre outros, através de um pacote de assinatura.




Motorização que combina performance e eficiência

Na configuração híbrida flex, o Corolla Cross 2027 é equipado com motor 1.8L VVT-i 16V de ciclo Atkinson flex, que entrega 101 cv quando abastecido com etanol e 98 cv com gasolina, além de 14,5 kgfm de torque (com etanol ou gasolina). 


Esse propulsor funciona em conjunto com dois motores elétricos (MG1 e MG2) de 72 cv de potência e 16,6 kgfm de torque, garantindo respostas rápidas e uma condução aprimorada.


Pioneiros no mundo ao reunir as vantagens da eletrificação com o biocombustível, os híbridos flex da Toyota têm consumo 30% menor quando comparado às versões não-eletrificadas e até 70% menos emissão de CO₂ quando abastecidos com etanol.

Junto à transmissão Hybrid Transaxle, que opera por meio de planetária com engrenagem, eliminando assim perdas e atritos, o conjunto oferece uma aceleração linear, simulando marchas de acordo com a demanda do motor e sem desperdiçar energia, o que contribui para respostas ágeis e maior eficiência de combustível.

Já nas versões equipadas com o motor 2.0 Dynamic Force Dual VVT-iE 16V DOHC, o Corolla Cross 2027 entrega até 175 cv de potência e 21,3 kgfm de torque. Associado à transmissão Direct Shift com simulação de dez marchas, o conjunto combina a suavidade do sistema CVT a uma sensação de aceleração direta, graças a uma engrenagem mecânica que atua na arrancada do veículo, melhorando a aceleração em primeira marcha. O resultado é uma transmissão altamente eficiente em qualquer faixa de velocidade.


Programa de Revisão Facilitada

Outra novidade da linha 2027 é o programa Revisão Facilitada que oferece aos clientes Toyota, por meio das concessionárias autorizadas, um plano de revisões com preço reduzido da 1ª até a 6ª revisão para todas as versões do veículo.


1ª Revisão: R$ 585,80

2ª Revisão: R$ 949,00

3ª Revisão: R$ 949,00

4ª Revisão: R$ 949,00

5ª Revisão: R$ 949,00

6ª Revisão: R$ 949,00


Além disso, é possível adquirir as revisões de forma antecipada por meio do Programa Revisão na Medida.


Exclusiva garantia de até 10 anos

O Corolla Cross 2027 também está contemplado pelo Toyota 10, um programa de extensão de garantia que permite prolongar a cobertura por até 10 anos. Sem nenhum custo adicional ao proprietário, o benefício é ativado automaticamente ao serem realizadas revisões programadas na rede autorizada Toyota após o término do período inicial de 5 anos de garantia de fábrica.


Essa cobertura adicional é renovável a cada 12 meses ou 10.000 km e contempla peças de carroceria, sistema de arrefecimento, componentes elétricos e eletrônicos, motor, transmissão e freios até o limite máximo de 60 meses (totalizando 120 meses quando somados à garantia inicial) e 200.000 km para uso particular ou 100.000 km para uso comercial – o que ocorrer primeiro. Esse programa também se estende ao sistema híbrido.


Soluções de mobilidade KINTO

A KINTO, empresa especializada em soluções de mobilidade da Toyota, oferecerá serviços de locação do Corolla Cross 2027, exceto a versão GR-Sport, reforçando seu compromisso em atender às mais diversas necessidades de mobilidade dos clientes.


O modelo será oferecido a frotistas por meio da KINTO ONE Fleet, que oferece uma solução completa de terceirização de frotas para empresas de diferentes perfis e setores de atuação. Por meio do KINTO ONE Personal, o modelo estará disponível para pessoas físicas que buscam uma assinatura prática e completa para atender às necessidades de mobilidade do dia a dia.

Em breve, a novidade também estará à disposição dos clientes Toyota no KINTO Share para impulsionar a micromobilidade com o aluguel do veículo via aplicativo digital e disponíveis nas concessionárias da Rede por todo o Brasil para utilização por horas, dias, semanas ou até um mês.



Opções de cores

As versões XRE, XRX e XRX Hybrid contam com uma ampla gama de opções, incluindo Branco Polar, Vermelho Granada, Cinza Granito, Preto Infinito, Prata Lua Nova, Branco Lunar e Azul Topázio, permitindo maior personalização de acordo com o estilo do cliente.


Já a versão GR-Sport, alinhada ao seu caráter mais esportivo e exclusivo, apresenta uma oferta mais direcionada, disponível nas cores Preto Infinito, Vermelho Granada (com acabamento diferenciado) e Branco Lunar, reforçando sua proposta visual marcante e identidade única.


Preços e versões
Corolla Cross XRE 2.0L – R$ 194.790
Corolla Cross XRX 2.0L – R$ 211.790
Corolla Cross GR-Sport 2.0L – R$ 218.490
Corolla Cross XRX Hybrid Premium – R$ 223.790




Coluna de Aviação VAMOS VOAR PELO MUNDO // LATAM investe na conectividade internacional do Nordeste brasileiro com mais voos diretos para Europa e Argentina // Airbus e Armênia assinam contrato para aquisição de seis helicópteros H145 // Emirates é a 1ª aérea a cobrir despesas médicas por conflitos em seguro de viagem // Air France apresenta nova coleção de coquetéis exclusivos assinada por Matthias Giroud

A rota Fortaleza-Lisboa é operada com aeronaves Boeing 787 (Divulgação LATAM)

 LATAM investe na conectividade internacional do Nordeste brasileiro com mais voos diretos para Europa e Argentina

Companhia reforça Fortaleza como hub internacional e lança operações sazonais ligando Natal e Maceió à capital argentina durante a próxima alta temporada de verão



São Paulo, junho de 2026 - A LATAM Airlines Brasil anuncia a ampliação de sua operação internacional no Nordeste brasileiro, com o aumento das frequências da rota Fortaleza-Lisboa e o lançamento dos novos voos sazonais Natal-Buenos Aires e Maceió-Buenos Aires.

 As novidades ampliam a conectividade da região com mercados estratégicos na Europa e na América do Sul, fortalecendo o fluxo de turistas, negócios e investimentos e contribuindo para o desenvolvimento econômico regional.

“Esses investimentos reforçam a confiança da LATAM no potencial do Nordeste como um dos principais polos de turismo e desenvolvimento do Brasil. Fortaleza consolida seu papel como hub internacional estratégico da companhia, enquanto Natal, Maceió e Recife ampliam sua conexão com um dos mercados emissores mais relevantes para a região durante a alta temporada. Estamos fortalecendo pontes entre o Brasil e mercados prioritários, gerando mais oportunidades para o turismo, para os negócios e para as comunidades locais”, comenta Eduardo Macedo, head de Assuntos Públicos da LATAM Airlines Brasil.

"As novas operações da LATAM convergem diretamente com as metas da Embratur e do Plano Brasis para ampliar a conectividade e diversificar os portões de entrada do turismo internacional. Trazer voos de Buenos Aires para a costa nordestina, aumentar as frequências com a Europa, criar rotas sazonais para Maceió e Natal e ampliar a operação entre Fortaleza e Lisboa, geram impactos consistentes na economia e nos negócios da região e estimulam a chegada de mais visitantes internacionais ao Brasil", afirma o presidente da Embratur, Bruno Reis.

MAIS OPÇÕES NORDESTE-EUROPA


A partir de outubro de 2026, a rota Fortaleza-Lisboa passará de três a quatro frequências semanais e de novembro a março chegará a cinco, acompanhando o crescimento da demanda entre o Nordeste brasileiro e a Europa, com voos às segundas, terças, quartas, quintas e sábados. 


O incremento - que a princípio vai até março de 2027, com possibilidade de ser prolongado - reforça o papel de Fortaleza como um dos principais pontos de entrada de turistas internacionais no Brasil e amplia as possibilidades de conexão entre a região e o continente europeu.


O aumento da oferta para Lisboa reforça a estratégia de otimização da malha internacional da LATAM em Fortaleza. A companhia está direcionando capacidade para mercados com maior potencial de crescimento e demanda, fortalecendo a conectividade entre o Nordeste brasileiro e a Europa.


Como consequência desse ajuste, os voos Fortaleza-Santiago e Fortaleza-Miami deixarão de ser comercializados para viagens a partir de outubro de 2026.

 

A aposta no mercado europeu acompanha o avanço do turismo internacional no Brasil. Segundo dados da Embratur, o número de visitantes provenientes da Europa cresceu 20% em 2025, alcançando o melhor resultado desde 2014 e consolidando o continente como um dos principais emissores de turistas para o País.


Com cinco frequências semanais para Lisboa e uma ampla rede doméstica de alimentação, Fortaleza fortalece sua relevância estratégica na malha da LATAM e sua posição como importante porta de entrada para visitantes internacionais que viajam ao Nordeste.

 

Atualmente, a companhia conecta Fortaleza a destinos como Belém, Brasília, Juazeiro do Norte, Manaus, Natal, Parnaíba, Recife, Rio de Janeiro/Galeão, Salvador, São Luís, São Paulo (Congonhas e Guarulhos), Teresina e Belo Horizonte/Confins, facilitando o acesso de passageiros de toda a região aos voos internacionais da empresa.

NORDESTE MAIS PERTO DA ARGENTINA


As rotas da LATAM do Brasil para Argentina são operadas com aeronaves da família Airbus A320 (Divulgação LATAM)

Para a temporada de verão 2026/2027, a LATAM também lançará duas novas rotas sazonais entre o Nordeste brasileiro e a Argentina

Entre 15 de dezembro de 2026 e 28 de fevereiro de 2027, a companhia operará voos diretos entre Natal (RN) e o aeroporto de Buenos Aires/Ezeiza, com três frequências semanais, às quartas, sextas e sábados. No mesmo período, Maceió (AL) também contará com três voos semanais sem escalas para a capital argentina, às segundas, quartas e sábados. 

Já a rota Recife-Buenos Aires/Ezeiza recebe incrementos, passando de um a quatro voos semanais no período, com voos às terças, quintas, sextas e domingos.

As novas operações ampliam a conectividade entre os dois países e atendem à crescente demanda de turistas argentinos pelos destinos brasileiros. De acordo com a Embratur, mais de 3 milhões de argentinos visitaram o Brasil em 2025, alta de 80% em relação ao ano anterior. As chegadas por via aérea cresceram 28% no período, reforçando a importância da conectividade aérea para o desenvolvimento do turismo.

AEROPORTOS COMENTAM AS NOVIDADES DA LATAM
 

“A ampliação da oferta de voos entre Fortaleza e Lisboa reforça a posição estratégica do Ceará como um dos principais polos de conectividade internacional do Brasil. O Aeroporto de Fortaleza conta com infraestrutura preparada para sustentar esse crescimento e fortalecer ainda mais seu papel como hub internacional, ampliando as oportunidades de deslocamento dos cearenses para a Europa e atraindo mais turistas para o nosso Estado”, afirma Pedro Navega, gerente de Aviação Comercial da Fraport Brasil.

 

"A LATAM é uma grande parceira, portanto, é um motivo de alegria e uma evidência de confiança vê-la entrar no mercado internacional em Natal, aeroporto onde ela já opera muito bem voos domésticos. Além disso, demonstra que o Rio Grande do Norte tem se consolidado cada vez mais como um destino turístico competitivo no Brasil", destaca Ricardo Gesse, CEO da Zurich Airport Brasil.

 

“A ampliação da oferta de voos entre o Nordeste e a Argentina fortalece a conectividade internacional da região e contribui diretamente para o desenvolvimento do turismo e da economia, trazendo turistas argentinos para o litoral brasileiro. A nova rota entre Maceió e Buenos Aires, somada ao aumento de frequências entre Recife e a capital argentina, amplia as opções para os passageiros e reitera o papel dos nossos aeroportos como portas de entrada para destinos cada vez mais procurados por viajantes internacionais”, afirma o diretor de Relações Institucionais, Comunicação e ESG da Aena Brasil, Filipe Reis.

CONECTIVIDADE QUE IMPULSIONA O TURISMO E O DESENVOLVIMENTO REGIONAL
 

As novidades acompanham o momento positivo do turismo na América Latina. Segundo projeções do Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC), o setor deverá movimentar US$ 396,4 bilhões na América do Sul e Central em 2026, crescimento de 4,1% em relação ao ano anterior, acima da média global estimada em 3,2%.

Ao ampliar sua presença internacional no Nordeste, a LATAM reforça seu compromisso de conectar o Brasil ao mundo, promovendo o desenvolvimento do turismo, a geração de oportunidades econômicas e a integração da região com mercados estratégicos na Europa e na América do Sul.

A LATAM é atualmente a companhia aérea que mais conecta o Brasil ao exterior, com voos diretos para 27 destinos internacionais a partir do País.

domingo, 21 de junho de 2026

Contradizendo os dados de fábricas dos elétricos e eletrificados, o interesse por veículos totalmente elétricos permanece estável em 9%, e um dos motivos principais para isso está na escassez de infraestrutura de recarga, segundo estudo da EY, que ressalta a preferência do consumidor por veículo a combustão. A razão dessa escolha é a escassez de infraestrutura de recarga – tanto pública quanto residencial



A preferência dos consumidores brasileiros por veículos a combustão avançou de 35% para 49%, enquanto o interesse por totalmente elétricos permaneceu estável em 9%, de acordo com a última edição do Índice de Mobilidade do Consumidor (MCI, na sigla em inglês), elaborado pela EY. 

Já o interesse por veículos elétricos de alguma forma, o que inclui os híbridos, caiu 17 pontos percentuais em 2025, na comparação com a edição de 2024, registrando 40% da preferência. Sobre os veículos classificados como híbridos, o interesse do consumidor pela aquisição cresceu um ponto percentual na comparação com o levantamento anterior, chegando a 18%. 

Ainda segundo o estudo, 39% dos consumidores disseram estar adiando ou reconsiderando a aquisição de veículos elétricos por causa de gargalos logísticos e tarifas associadas a perturbações geopolíticas. Já 46% afirmaram que seus planos seguem inalterados e 11% que não pretendem mais comprar.

“Os principais motivadores para aquisição dos elétricos são aumento do custo dos combustíveis, citado por 38% dos entrevistados, e preocupações ambientais, resposta que recebeu a mesma porcentagem”, diz Marcelo Frateschi, sócio-líder para o setor automotivo da EY Brasil. 

Outros motivos são maior autonomia (30%), menor custo total de propriedade (29%), melhor desempenho em relação aos veículos a combustão (28%), facilidade de manutenção (25%) e ampliação da oferta de modelos (16%).

Em relação às barreiras para adoção dos veículos elétricos, a escassez de infraestrutura de recarga – tanto pública quanto residencial – aparece como principal entrave, ainda segundo a edição mais recente do MCI. 



Entre os consumidores que não pretendem adquirir veículo elétrico, 36% apontam a falta de estrutura em casa ou no trabalho; 33% citam a ausência de estações públicas de carregamento da bateria; 28% destacam a preocupação com a substituição da bateria; e outros 28% reclamam do valor cobrado pelo veículo.

Além disso, 21% acreditam que os elétricos são mais caros para fazer qualquer conserto e 17% mencionam como problema a autonomia e incertezas sobre o custo de carregamento.

Preocupação com o meio ambiente

Quase quatro em cada dez consumidores brasileiros trouxeram a preocupação com o meio ambiente como motivo para aquisição dos veículos elétricos. Ainda que continue na primeira posição, ao lado do aumento do custo dos combustíveis, essa porcentagem vem caindo, tendo saído de 46,5% na edição retrasada do estudo para 38,3% nesta.

“Por trás disso está uma pergunta no centro da mobilidade global: se o petróleo segue vulnerável a choques geopolíticos; se o diesel pressiona inflação, frete e margens empresariais; e se a agenda climática avança, por que o carro elétrico ainda não vingou?”, questiona Ricardo Assumpção, líder de Sustentabilidade e CSO (Chief Sustainability Officer) da EY para a América Latina. 

“A resposta é que a eletrificação não representa somente uma tecnologia. Trata-se de uma reorganização industrial, geopolítica, fiscal e energética. E é uma transição que não acontece em linha reta, o que significa que não ocorrerá rapidamente”, completa.

Ainda segundo Assumpção, a eletrificação exige muito mais do que trocar o motor, havendo necessidade de novas plataformas industriais, baterias, software, semicondutores, fornecedores, rede de carregamento, capacidade elétrica, financiamento e treinamento técnico.

“Para as montadoras, o desafio é operar duas curvas de capital ao mesmo tempo: manter a rentabilidade da cadeia a combustão e financiar a nova cadeia elétrica”, observa.

Já para consumidores e empresas, o preço de aquisição, na avaliação do executivo, ainda pesa, mesmo quando o custo operacional ao longo da vida útil pode ser menor. 

“Esse é o ponto central. A eletrificação é uma agenda de capital antes de ser uma agenda de avanço climático. Ela só acelera quando o custo total de propriedade fica evidente, especialmente em frotas, ônibus, logística urbana, veículos de alta utilização e operações corporativas. 

Por isso, no Brasil, a adoção tende a começar onde o veículo roda muito e, por consequência, o diesel dói no caixa: entregas urbanas, ônibus, frotas corporativas, mineração, aeroportos, portos e centros logísticos”, finaliza.
Fonte: Agência EY

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