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sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Imprensa espanhola apresenta Fortaleza como destino imperdível em 2026. Unindo praias, cultura, grandes eventos e experiências autênticas no Nordeste brasileiro, Site La Razón apresenta atrativos da capital cearense aos espanhóis

 

A reportagem chama atenção para o momento simbólico vivido pela cidade, que em 2026 celebra seus 300 anos de história (Foto: Divulgação/Embratur)



29/1/2026 – O Brasil em estado puro! É assim que o jornal espanhol La Razón, um dos principais veículos de comunicação da Espanha, apresenta Fortaleza (CE) na imprensa internacional. Em reportagem publicada na editoria de viagens, o destino cearense é descrito como uma combinação de praias de mar verde-azulado, agenda cultural e experiências autênticas que colocam a capital do Ceará entre os destinos obrigatórios para 2026.
 

De acordo com a publicação, Fortaleza se destaca por unir tranquilidade e energia urbana em um cenário marcado pelo clima quente durante todo o ano, fator que atrai especialmente o viajante europeu em busca de sol nos meses de inverno. O jornal chega a comparar a cidade, chamando-a de “Miami brasileira”, e ressaltando a brisa constante, a luminosidade e a infraestrutura turística à beira-mar.
 

A reportagem também chama atenção para o momento simbólico vivido pela cidade, que em 2026 celebra seus 300 anos de história. O marco histórico reforça a projeção internacional do destino e ganha ainda mais relevância com uma agenda cultural robusta, que inclui o Carnaval e o Fortal, tradicional carnaval fora de época, previsto para julho, reunindo milhares de foliões ao som dos trios elétricos.
 

Para o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, o destaque dado pela imprensa europeia confirma a força do Brasil como destino turístico internacional. “Quando um veículo como La Razón apresenta Fortaleza à Europa, estamos falando de um reconhecimento à diversidade, à cultura e à autenticidade do nosso país. Esse tipo de indicação fortalece a imagem do Brasil no exterior e dialoga diretamente com a estratégia de posicionar o país como um destino completo, sustentável e competitivo no mercado internacional”, afirma.
 

Praias

A relação da cidade com o mar também é valorizada e traz praias como a Praia do Futuro, Meireles e Iracema como espaços de convivência, lazer e gastronomia, onde turistas e moradores compartilham a rotina à beira do Atlântico. As barracas da Praia do Futuro, em especial, são destacadas como verdadeiros complexos gastronômicos que oferecem uma imersão na culinária local.
 

Além do litoral, o veículo espanhol ressalta os atrativos culturais de Fortaleza, como o Mercado Central, considerado um dos maiores centros de artesanato do Brasil, a Catedral Metropolitana, o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura e o histórico Teatro José de Alencar. Esses espaços ajudam a contar a história e a diversidade cultural do Ceará para além do turismo de sol e praia.
 

A matéria enfatiza ainda a posição estratégica de Fortaleza como porta de entrada para alguns dos cenários naturais mais emblemáticos do Nordeste, como Cumbuco, Canoa Quebrada e, principalmente, Jericoacoara. O destino, conhecido por suas dunas, lagoas de águas cristalinas e práticas sustentáveis, é apresentado como uma extensão quase obrigatória da viagem, reforçando o apelo de experiências completas e integradas à natureza.
 

Ao destacar Fortaleza como um destino que combina modernidade, cultura, paisagens naturais e uma agenda festiva contínua, La Razón reforça a imagem do Brasil como uma das grandes apostas do turismo internacional. A publicação confirma o crescente interesse do mercado europeu por destinos brasileiros que oferecem autenticidade, diversidade cultural e experiências memoráveis.
 

Confira a matéria completa do site europeu.

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Tarcisio Dias

30 | JANEIRO | 2026


Mobilidade em transformação: segurança viária, novas marcas e alternativas de uso no Brasil


Entre números alarmantes de mortes no trânsito e a chegada de novas montadoras, o país vive um momento de contrastes na mobilidade, com desafios regulatórios e avanços tecnológicos.

O Brasil registrou em 2024 o maior número de mortes no trânsito desde 2016, enquanto flexibiliza regras de habilitação e enfrenta críticas sobre segurança viária. Ao mesmo tempo, marcas como Jetour e Geely ampliam presença com SUVs híbridos e planos globais de eletrificação, e serviços de assinatura como GAC AssineCar One e Nissan MOVE oferecem novas alternativas de mobilidade.

Olá, amigos automotivos! O Brasil vive um momento de grandes contrastes na mobilidade. De um lado, o mercado automotivo segue em plena transformação, com SUVs, picapes e elétricos ganhando espaço e trazendo novas tecnologias. De outro, o trânsito expõe diariamente sua face mais dura, com números alarmantes de mOortes e a flexibilização de regras que deveriam priorizar a vida.

Em 2024, o país registrou 36.403 mortes no trânsito, o maior número desde 2016. Entre as vítimas, 14.994 eram motociclistas, representando um aumento de 10% em relação a 2023. A taxa nacional alcançou 17,1 mortes por 100 mil habitantes, com impacto econômico estimado em até R$ 320 bilhões anuais em custos sociais e hospitalares. Esse cenário marca o quinto aumento consecutivo desde 2019 e reforça a urgência de medidas estruturais e tecnológicas para conter a escalada da violência viária.

Enquanto países como Europa e Japão avançam com regulamentações rígidas e obrigatoriedade de sistemas como ESC e AEB, o Brasil segue em passos lentos.

O Detran-SP anunciou mudanças significativas na prova prática para obtenção da CNH, como o fim da obrigatoriedade da baliza e a liberação do uso de carros automáticos nos exames. A medida já está em vigor em quatro estados e segue a resolução 1.020 do Contran, publicada em dezembro de 2025.

Embora o objetivo seja simplificar etapas e reduzir custos, especialistas alertam para o risco de enfraquecer a formação prática dos motoristas. A baliza, presente desde os anos 1980, era considerada uma das manobras mais temidas, mas também um teste importante de habilidade.

A liberação de carros automáticos reflete a realidade da frota nacional, mas levanta dúvidas sobre o equilíbrio entre modernização e segurança.

Estudos mostram que a redução média de apenas 5% na velocidade poderia diminuir em até 30% o número de mortes no trânsito. Isso evidencia a importância de políticas públicas voltadas para gestão da velocidade, mas também da democratização de tecnologias de segurança.

Nos automóveis, recursos como AEB (frenagem autônoma de emergência), alerta de colisão e ESC (controle eletrônico de estabilidade) precisam deixar de ser exclusivos de modelos premium e chegar aos veículos populares.

Modelos como o Toyota Yaris Cross XR já oferecem múltiplos airbags e estruturas reforçadas, mas tais recursos ainda são raros em carros de entrada. Em SUVs médios, como o VW Taos, a suspensão multilink aumenta a estabilidade e reduz riscos em situações de emergência.

Nas motocicletas, a situação é ainda mais crítica. O ABS em ambas as rodas deveria ser universal, e não restrito a motos acima de 300 cc. Recursos como controle de tração e modos de pilotagem poderiam reduzir acidentes urbanos. A evolução também passa por capacetes inteligentes, com sensores de impacto e comunicação de emergência, além do incentivo às motos elétricas, que oferecem resposta mais previsível e menor risco mecânico.

O consumidor brasileiro já demonstra maior atenção à segurança, especialmente em SUVs e motocicletas, segmentos em crescimento. Esse novo posicionamento explica a boa receptividade dos modelos chineses, em sua maioria eletrificados, que além de entregar excelente eficiência energética, normalmente vêm recheados de tecnologias de segurança e com preços acessíveis.

Enquanto muitos modelos fabricados no Brasil buscam apenas reduzir o custo de manufatura e aumentar margens de lucro, os carros chineses estão conseguindo entregar conteúdo tecnológico real, eficiência energética e preços competitivos, mesmo diante da alta carga tributária.

Muitas vezes, a indústria local aposta apenas em design atualizado, como no caso do Volkswagen Tera, mas fica devendo em tecnologias de eficiência energética e segurança.

Esse contraste mostra que o consumidor brasileiro já está mudando e que a indústria nacional precisa acordar rapidamente. Se não houver uma reação consistente, o espaço será ocupado por marcas estrangeiras que entendem melhor as demandas de segurança, eficiência e acessibilidade.

O futuro da mobilidade no Brasil exige decisões rápidas e consistentes. Sem políticas públicas firmes e sem democratização das tecnologias de segurança, continuaremos convivendo com um trânsito que, em vez de ser símbolo de progresso, seguirá como uma das maiores causas de mortes evitáveis no país.

A combinação de tecnologia embarcada em carros e motos, políticas públicas voltadas para velocidade segura e o fortalecimento do transporte coletivo é o caminho para reduzir mortes e alinhar o Brasil às melhores práticas globais de segurança viária.

Nova chinesa no Brasil - A Jetour oficializa sua chegada ao Brasil com três SUVs híbridos plug-in — S06, T1 e T2 — e projeta produção local para consolidar presença no maior mercado automotivo da América do Sul.

O destaque inicial é o S06, SUV médio oferecido em duas versões (Advance e Premium), com preços de R$ 199.900 e R$ 229.900 na pré-venda. A marca aposta em tecnologia, conectividade e versatilidade, posicionando-se como alternativa competitiva frente a rivais como Toyota Corolla Cross Hybrid, GWM Haval H6 e BYD Song Plus.

Estrutura e operação no Brasil - A expansão comercial será acelerada, com previsão de 100 concessionárias até o fim de 2026. Inicialmente, os veículos chegam importados da China pelo porto de Vitória (ES), mas a Jetour já planeja produção local e até um centro de pesquisa e desenvolvimento no país.

Os modelos passam por testes intensivos em território nacional, com 600 mil km de validação, e o pós-venda conta com centro de distribuição em Cajamar (SP), estoque inicial de 90 mil peças e garantia diferenciada: 8 anos para bateria e motor elétrico e 7 anos para o veículo completo.

Produtos e posicionamento competitivo - O Jetour S06 estreia como modelo de maior volume, com autonomia elétrica de até 70 km, alcance total de 1.200 km, consumo combinado de 32,9 km/l e recarga rápida em 30 minutos (DC). O T1 amplia espaço interno e autonomia elétrica para 88 km, enquanto o T2 aposta em sofisticação e pacote tecnológico avançado. Todos compartilham o DNA da marca: eletrificação eficiente, conectividade e robustez.

Fundada em 2018, a Jetour já vendeu 2,15 milhões de veículos globalmente e está presente em 91 países, reforçando sua ambição de disputar espaço no competitivo mercado brasileiro com preço, tecnologia e garantia estendida como diferenciais.

Geely – Estratégia Global “One Geely” - O Grupo Geely Holding apresentou o plano estratégico “One Geely”, que mira 2030 com metas de vender mais de 6,5 milhões de veículos, receita superior a 1 trilhão de yuan e 75% de participação em novas energias.

Em 2025, já registrou 4,116 milhões de unidades vendidas, sendo 2,293 milhões eletrificadas, consolidando-se como o grupo de maior crescimento entre os dez maiores do mundo.

A estratégia prevê transição para serviços de ecossistema, tecnologia verde e colaboração global entre marcas como Geely, Lynk & Co, Zeekr, Volvo, Polestar e Lotus. No campo tecnológico, aposta em direção autônoma avançada, baterias semissólidas e motor híbrido NordThor AI.

Até 2030, planeja implantar 100 mil robotáxis Cao Cao Mobility e alcançar neutralidade de carbono em fábricas estratégicas.

Carros por assinatura - A GAC estreia no programa LM AssineCar One com o SUV híbrido GS4 Elite, que combina motor a gasolina 2.0 de 140 cv com motor elétrico de 182 cv, totalizando 235 cv e consumo de 14,1 km/L na cidade e 11,8 km/L na estrada, oferecido em planos de assinatura de 12, 24 e 36 meses com mensalidades entre R$ 4.990 e R$ 6.499, incluindo manutenção, assistência 24h e documentação.

Já o Nissan Kait passa a integrar o serviço Nissan MOVE, disponível em quatro versões (Active, Sense Plus, Advance Plus e Exclusive) com motor 1.6 16V aliado ao câmbio XTRONIC CVT, porta-malas de 432 litros e interior tecnológico com painel digital de 7” e multimídia de 9”, oferecido em planos flexíveis de 12 a 48 meses e mensalidades a partir de R$ 3.619, incluindo seguro, IPVA, revisões e assistência 24h, mostrando como os serviços de assinatura ampliam alternativas de mobilidade no Brasil, seja com foco em eficiência e sustentabilidade no caso do GS4 Elite, ou em custo acessível e confiabilidade mecânica no caso do Kait.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Coluna VAMOS VOAR PELO MUNDO // Cerca de 18,5 milhões de passageiros enfrentaram cancelamentos ou atrasos de voos no Brasil em 2025 // LATAM abre mais de 400 vagas de trabalho em manutenção aeronáutica em seis estados

Cerca de 18,5 milhões de passageiros enfrentaram cancelamentos ou atrasos de voos no Brasil em 2025, revela relatório da AirHelp

  • O número total de passageiros afetados por atrasos e cancelamentos caiu aproximadamente 7% em comparação com os dados coletados em 2024 — período em que 19,9 milhões de pessoas foram impactadas
  • O Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, foi o mais movimentado do país, totalizando mais de 21 milhões de passageiros em 2025. Desses, 77% partiram no horário previsto
  • O Aeroporto Internacional de Brasília registrou o melhor desempenho de pontualidade do ano, com 88% das decolagens realizadas dentro do horário programado
  • Os outros aeroportos mais pontuais foram Fortaleza (86%), Campo Grande (85%), Salvador (85%), Santos Dumont – Rio de Janeiro (85%) e Cuiabá (84%)

São Paulo, 29 de janeiro de 2026 – Dados da AirHelp, empresa global de tecnologia de viagens que auxilia passageiros impactados por atrasos e cancelamentos de voos, aponta que 129,6 milhões de passageiros embarcaram ou desembarcaram nos aeroportos do Brasil em 2025. No mesmo período, 105 milhões de passageiros viajaram em aproximadamente 784 mil voos com partidas realizadas a partir de aeroportos no país.

Desse total, 18,5 milhões de passageiros foram afetados por cancelamentos ou atrasos superiores a três horas, o que equivale a 18% de todos os viajantes que utilizaram a aviação comercial no Brasil ao longo do ano. Em 2024, o índice foi de 19% (19,9 milhões de passageiros). A queda, de 7%, foi impulsionada pela diminuição no número de cancelamentos.

Problemas com voos cancelados e atrasados

Em 2025, 2,7 milhões de passageiros tiveram seus voos cancelados. Esse número é 41% menor do que no ano anterior – em 2024, foram 4,1 milhões de passageiros afetados por cancelamentos.

Atrasos superiores a duas horas impactaram a programação de 982 mil pessoas, mantendo um patamar semelhante ao observado em 2024.
 

AnoTotal de passageiros

Passageiros com atrasos abaixo

de 3 horas

Passageiros com atrasos acima

de 3 horas

Passageiros com voos canceladosTotal de passageiros afetados
202286.000.00011.700.000300.0001.300.00013.300.000
2023100.000.00015.900.000400.0002.500.00018.800.000
2024102.000.00015.400.000400.0004.100.00019.900.000
2025105.000.00015.300.000500.0002.700.00018.500.000

 

 

Aeroportos brasileiros em 2025: mais pontuais X mais atrasos

A pesquisa também revela diferenças significativas entre os aeroportos brasileiros. O Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, foi o mais movimentado do país, com mais de 21 milhões de passageiros embarcando ao longo de 2025. Apesar do alto volume, 77% dos voos partiram no horário previsto.

Brasília foi o aeroporto mais pontual, com 88% dos voos operando dentro do horário, seguida por Fortaleza (86%), Campo Grande (85%), Salvador (85%), Rio de Janeiro – Santos Dumont (85%) e Cuiabá (84%). Em contraste, o Aeroporto Internacional de São Paulo (Guarulhos) foi o mais impactado por interrupções, com apenas 77% dos voos no horário e 22% afetados por atrasos ou cancelamentos.

 

AeroportoPassageiros que partiram% pontuais% atrasos% cancelados 
São Paulo Guarulhos21.354.00077%22%1.2% 
São Paulo Congonhas10.509.00084%14%2.6% 
Rio de Janeiro Galeão7.263.00084%14%2.5% 
Brasília6.924.00088%10%1.5% 
Campinas Viracopos6.631.00081%17%2.5% 
Belo Horizonte6.339.00082%16%2.2% 
Recife4.422.00083%15%2.3% 
Porto Alegre3.491.00084%13%3.3% 
Salvador3.288.00085%12%3.3% 
Rio de Janeiro Santos Dumont3.068.00085%10%5.8% 
Curitiba2.959.00083%14%3.2% 
Fortaleza2.522.00086%13%1.8% 
Florianópolis2.213.00082%14%4.8% 
Belém1.959.00084%14%2.2% 
Goiânia1.675.00083%13%3.5% 
Vitória1.596.00084%12%3.8% 
Manaus1.394.00083%14%3.6% 
Cuiabá1.122.00084%13%3.2% 
Maceió1.066.00084%12%3.6% 
Porto Seguro1.046.00084%13%3.0% 
Navegantes998.00083%12%5.8% 
Natal952.00084%14%2.1% 
Foz do Iguaçu951.00082%16%1.4% 
São Luís855.00083%14%4.0% 
Campo Grande717.00085%13%2.4% 


Melhores e piores meses para voar em 2025

A concentração de problemas também variou ao longo dos meses. Dezembro foi o período mais crítico para quem viajou a partir de aeroportos brasileiros, com 31% dos passageiros afetados por atrasos ou cancelamentos. O mês também registrou o dia mais problemático de 2025: 10 de dezembro, quando 69% dos voos sofreram algum tipo de interrupção.

Por outro lado, março apresentou o melhor desempenho do ano, com apenas 13% dos passageiros impactados.

Os 5 dias mais pontuais  Os 5 dias mais afetados 
Data% de passageiros em partidas pontuais Date% de passageiros afetados por atrasos ou cancelamentos
Sábado - 13 de setembro94% Quarta-feira - 10 de dezembro69%
Quarta-feira - 05 de março93% Quinta-feira - 11 de dezembro68%
Terça-feira - 04 de março93% Segunda-feira - 22 de setembro54%
Domingo - 02 de março93% Sexta-feira - 12 de dezembro51%
Sábado - 15 de novembro93% Terça-feira - 09 de dezembro50%


Melhores e piores rotas de 2025

A rota mais pontual foi Palmas–Goiânia, com 97% dos passageiros chegando no horário. Em contrapartida, o maior índice de atrasos foi registrado na rota São Paulo (Guarulhos)–Munique, na qual 61% dos passageiros foram afetados. A maior taxa de cancelamentos ocorreu na rota Porto Velho–Rio Branco, com 22% dos passageiros tendo seus voos cancelados.
 

As 10 rotas mais pontuaisTotal de passageiros% de pontualidade 
Palmas (PMW) para Goiânia (GYN)41.00097% 
Campo Grande (CGR) para Curitiba (CWB)16.00096% 
Palmas (PMW) para Belo Horizonte (CNF)34.00096% 
Salvador (SSA) para Maceió (MCZ)52.00096% 
Fortaleza (FOR) para São Luís (SLZ)71.00096% 
João Pessoa (JPA) para Salvador (SSA)35.00095% 
Rio de Janeiro Galeão (GIG) para Rome Fiumicino (FCO)49.00095% 
Rio Branco (RBR) para Brasília (BSB)83.00095% 
Cruzeiro do Sul (CZS) para Rio Branco (RBR)25.00095% 
Manaus (MAO) para Fortaleza (FOR)97.00095% 
    
As 5 rotas com mais atrasosTotal de passageiros% de atrasos 
São Paulo Guarulhos (GRU) para Munich (MUC)16.00061% 
Campinas Viracopos (VCP) para São Paulo Guarulhos (GRU)12.00058% 
Campinas Viracopos (VCP) para Porto (OPO)20.00052% 
Rio de Janeiro Galeão (GIG) para Porto (OPO)26.00052% 
São Paulo Guarulhos (GRU) para OR Tambo (JNB)68.00043% 


Resumo de 2025

Ao longo de 2025, 105 milhões de passageiros embarcaram em um dos 791 mil voos que partiram de aeroportos brasileiros. Desses, 18,5 milhões (18%) enfrentaram algum tipo de problema com seus voos no Brasil.

Com base nos critérios de elegibilidade adotados no Brasil, na União Europeia, no Reino Unido, na Turquia e na Arábia Saudita, o relatório indica que 2,2 milhões de passageiros brasileiros teriam direito a solicitar indenizações de até R$ 10 mil, considerando apenas os casos registrados em 2025.
 

 

 

Sobre a AirHelp
A AirHelp é uma empresa de tecnologia de viagens que auxilia passageiros em casos de interrupções de voos. Desde 2013, ajudou aproximadamente 3 milhões de passageiros a receberem indenizações em situações de atraso ou cancelamento de voos. Atualmente, mais de 12 milhões de passageiros utilizam os benefícios do AirHelp+, e milhões de outros já foram atendidos por meio das informações gratuitas disponíveis no site da empresa.

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