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sábado, 7 de junho de 2014

GRUPO BMW DE PORTUGAL COMEMORA UMA DÉCADA DE SUCESSO, COMERCIALIZANDO CERCA DE 90 MIL CARROS. A MARCA, QUE EM 2004 ERA A 13ª DO RANKING NO MERCADO PORTUGUÊS, NO FINAL DE 2013 CONQUISTOU O 4º LUGAR E SE CONSAGRA COMO LÍDER DE VENDAS PELO 9º ANO CONSECUTIVO NO SEGMENTO PREMIUM.



Em 10 anos o BMW Group vendeu perto de 90.000 veículos em Portugal. Só em 2013, apesar da crise que se abateu no país, registou vendas superiores a 9.500 unidades, entre veículos BMW e MINI e BMW Motorrad. 

Hoje, com uma gama cada vez mais alargada e diversificada, o BMW Group Portugal encontra-se numa situação privilegiada face à concorrência.

BMW



Em 2004, a BMW era a 13ª marca automóvel mais vendida em Portugal, com uma quota de mercado de 3,2 por cento. 

No final de 2013, a BMW foi a marca premium líder do mercado (pelo 9º ano consecutivo) e a 4ª marca mais vendida em Portugal.

O ano de 2013 foi, aliás, o ano em que a marca atingiu a maior quota de mercado de sempre (7.2 por cento), com 7629 veículos BMW vendidos. Um crescimento de 42 por cento das vendas quando comparado com o ano de 2004.

Este resultado da marca BMW tem sido conseguido através de um desempenho equilibrado na venda dos veículos de toda a gama, resultando, no final de 2013, na liderança em 13 dos 16 segmentos e sub-segmentos onde a marca está presente.

No que 
diz respeito à área de Pós-Venda, a faturação líquida de peças passou de 32.000€, em 2005, para cerca de 44.000€ previstos para 2014, estando a BMW integrada no top três nacional das marcas que mais faturam no negócio de peças e acessórios dentro do território nacional.

MINI




O crescimento da marca registou recordes ao longo dos últimos 10 anos. Com um crescimento superior a 300 por cento a MINI passou das 389 unidades vendidas em 2004 para as 1.240 unidades vendidas 2013.

Atualmente a MINI já representa mais de 1 por cento do mercado total, e tem um peso de 13 por cento no total das vendas do BMW Group, em Portugal.

BMW Motorrad




Em relação à BMW Motorrad, em 2013, foram registadas 709 unidades vendidas, o que contrasta com as 360 unidades vendidas em 2004 e revela um crescimento de 97 por cento.

Se analisarmos a quota de mercado, dos 5,4 por cento em 2004, este valor atingiu os 26.8 por cento em 2013 (no segmento de motociclos com mais de 500 cc – segmento de mercado em que a BMW Motorrad opera).


Estratégia e visão dinâmica
O sucesso do BMW Group tem passado por uma visão dinâmica do mercado e na aposta na diversificação de produtos e serviços, que resultou não só no relançamento da marca MINI, como também no alargamento das gamas BMW e BMW Motorrad.

Em 2004, o BMW Group dispunha de 27 modelos: 19 BMW, dois MINI e seis motociclos, sendo que no final de 2014 aproximar-se-á dos 70 modelos, representando uma oferta quase três vezes superior.

Estes números refletem o modelo de negócio a longo-prazo do BMW Group, que passa pela projeção do futuro. 


O objetivo é manter a liderança mundial no fornecimento de produtos e serviços Premium, atuando de um modo sustentável e responsável em todas as áreas de negócio.

Nos últimos anos o BMW Group deu grandes passos no caminho da mobilidade sustentável e muito particularmente na redução das emissões de CO2 da sua frota.

Em 1995, a média de emissões de CO2 da frota do BMW Group era de 210 gramas de CO2 por km. 


Em 2013, este valor diminuiu para 133 gramas de CO2 por km, o que equivale a uma redução de 37 por cento face a 1995.

Atualmente, a frota automóvel do BMW Group inclui 41 modelos com emissões de CO2 abaixo dos 120 gramas por km e, até 2020, o BMW Group pretende reduzir as emissões de CO2 de toda a sua frota para cerca de metade comparativamente aos níveis registados em 1995.


A mais recente submarca BMW i é o espelho desta aposta na sustentabilidade. No final do ano passado foi lançado o primeiro produto desta submarca, o BMW i3. 


O sucesso do BMW i3 foi tal que a sua procura superou as expectativas do Grupo. No passado mês de abril foi apresentado ao mercado nacional o novo BMW i8, um desportivo híbrido com elevadas performances e um consumo de apenas 2.1l/100km.

O BMW Group acredita que os motores elétricos são o futuro para uma condução com zero emissões nas zonas urbanas, pelo que irá continuar a apostar nesta tecnologia.

Todas estas inovações e todos estes excelentes resultados devem-se a um conjunto de fatores que comprovam a eficácia da estratégia do BMW Group Portugal. 


Esta estratégia assenta em vários pilares tais como os colaboradores, a rede de concessionários - rentável e “unida”, o constante foco no Cliente e um forte empenho na inovação.

Estes resultados existem devido a uma estratégia que passa por uma forte aposta na valorização do produto e dos serviços e no foco em satisfazer ao máximo as expectativas dos clientes.

A visão do BMW Group é ser líder mundial no fornecimento de produtos e serviços Premium para a mobilidade individual e temos como missão atuar de um modo sustentável e responsável em todas as áreas de negócio, assumindo uma estratégia de longo-prazo.

O dinamismo do BMW Group e a procura da satisfação das exigências dos clientes resulta em mais um conjunto de veículos das três marcas que entram no mercado nacional em 2014.

Com esta forte gama de produtos, o BMW Group está preparado para alcançar pelo 10º ano consecutivo a liderança deste importante segmento.

BMW

BMW Série 2 Coupé




O novo duas portas, lançado no primeiro trimestre de 2014, destaca-se pela sua figura particularmente impressionante, com um design distintivo, uma gama de motores extremamente potentes e tecnologia de chassis especialmente configurada para este modelo. (Press Kit)

BMW Série 4 Cabrio




Este novo modelo, lançado também  no primeiro trimestre de 2014, é o ponto de partida para uma nova era no segmento de veículos descapotáveis de média dimensão, concebido com a dinâmica e elegância típicas da BMW. 

BMW X3




Este novo Sports Activity Vehicle (SAV) apresenta uma atualização da segunda geração do BMW X3. 


Atualizações ao nível do design, da eficiência, do conforto e funcionalidade definem o novo BMW X3. (Press Kit)

BMW i8




Nascido sob o lema “Born Electric”, o BMW i8 é um automóvel desportivo de 2+2 lugares e é um exemplo pioneiro do automobilismo sustentável, sendo o segundo modelo da gama BMW i, após o lançamento do BMW i3. 

O BMW i8 com BMW eDrive é o primeiro automóvel desportivo híbrido Plug-in que combina um motor a gasolina TwinPower Turbo de três cilindros e 1,5 litros com 231 cv e um motor elétrico com 131 cv.



BMW M3 Sedan e BMW M4 Coupé




Estes dois novos modelos mantêm as caraterísticas arrojadas da sub-marca M, com um cunho mais desportivo. 


Ambos com um motor de seis cilindros apresentam-se com tecnologia de motores de alto desempenho. 


O BMW M4 apresenta-se na versão Coupé e o BMW M3 na versão Berlina. (Press Kit)

BMW X4



O novo BMW X4 não passa despercebido. 



O atraente design permite combinar a performance com o estilo de vida, harmonizando pela primeira vez neste segmento a potência típica dos modelos X com a estética de um Coupé clássico. 


As potentes motorizações BMW Twin Power Turbo e os equipamentos de série, como a direção desportiva variável e o Performance Control, permitem ao BMW X4 pôr à prova o seu caráter impulsivo.

BMW Série 4 Gran Coupé




A elegância superou-se com o novo BMW Série 4 Gran Coupé. 


Com uma performance de cortar a respiração, mais espaço em altura no interior e na bagageira, este primeiro coupé de 4 portas na classe premium de médio porte oferece uma escolha de cinco motores potentes e eficientes.

BMW Série 2 Active Tourer




Este modelo assinala a expansão da marca BMW para o segmento dos monovolumes. 


Combina conforto e funcionalidade do espaço com os pontos fortes dos veículos da BMW: dinamismo, estilo e elegância.

MINI

Novo MINI



No ano em que a MINI faz 55 anos de história de vida começa uma nova geração na marca. 


O Novo MINI, apresentado no primeiro trimestre de 2014, marca o lançamento de uma nova geração de motores twin-power turbo de 3 e 4 cilindros, gasolina e diesel que elevam os patamares de performance e eficiência para níveis de referência na indústria automóvel. (Press Kit)

Novo MINI 5 portas




Representante da nova geração da MINI surge o primeiro MINI de cinco portas. 


Fiel aos valores da marca MINI, este modelo representa uma nova aposta e novas oportunidades no segmento de veículos de menores dimensões.

MINI Countryman




O primeiro MINI com quatro portas apresenta-se com uma ampla bagageira, cinco lugares e o opcional de tração nas quatro rodas. 


O novo MINI Countryman é mais uma aposta de sucesso entre os modelos compactos premium e destaca-se pelo consumo de combustível otimizado e emissões de CO2. 


Apresenta ainda as versões MINI Cooper S Countryman e MINI John Cooper Works Countryman, a ser lançado em Julho de 2014.

MINI Paceman




O segmento compacto premium ganha uma nova aposta com o primeiro Sports Activity Coupé. 


O novo MINI Paceman tem agora mais detalhes de design, mais opções na performance de condução, mais eficiência e a nova opção de tração nas quatro rodas ALL4. 


A este modelo acresce um porta-malas amplo, o aumento da potência do motor com o Paceman MINI Cooper S e o lançamento da nova edição do MINI John Cooper Works Paceman.

BMW Motorrad

BMW RnineT




A BMW R nineT, uma moto com um design purista e com inúmeras opções de personalização, assinala os 90 anos da Motorrad. 


Esta moto combina prazer da condução, a sensação de liberdade com uma imagem descontraída. 


A BMW R nineT é alimentada por um motor de boxer de 1170 cc e, arrefecido a ar /óleo, tal como a clássica BMW R32.

BMW K 1200 GS Adventure






A nova BMW R 1200 GS Adventure assenta nas prestações dinâmicas e na capacidade para todo o terreno e para viajar, oferecendo a mais recente e derradeira solução para os trota-mundos, entusiastas das enduro de viagem e condutores touring apaixonados pela ação fora de estrada.


BMW R 1200 RT




As iniciais RT sempre foram sinónimo de máximo conforto e desempenho dinâmico no segmento das motos Touring. 


Esta moto está equipada com um novo motor e um perfil cuidadosamente redesenhado, a BMW Motorrad volta a mostrar como se faz esta fusão de conforto com prestações desportivas.

BMW S 1000 R




Uma superbike dinâmica, poderosa e com um emotivo estilo roadster - estas são as principais características da nova BMW S 1000 R. 


De forma a fornecerem a combinação ideal quer para o uso diário quer para desafios mais desportivos em estrada, foi aumentado significativamente o poder de baixo e médio alcance e o torque.

BMW C evolution




A chegada da nova BMW C evolution marca o início de um novo capítulo no segmento de mobilidade urbana para a BMW Motorrad. 

Os dois modelos maxi scooters de propulsão convencional - o BMW C 600 Sport e BMW C 650 GT - combinam as qualidades de passeio de uma moto com a agilidade específica de uma scooter e conforto inerente ao design. 


A nova BMW C evolution, eletricamente alimentada, vai ainda mais longe ao combinar a diversão e dinamismo com os benefícios de desempenho de emissões zero para criar toda uma nova experiência em duas rodas.

O lançamento recente de todos estes novos modelos BMW, MINI, BMW Motorrad marcam a força do BMW Group e fazem com que as suas marcas sejam há uma década a escolha N° 1 para clientes do segmento premium em Portugal.

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AUTORIDADES BRASILEIRAS DE TRÂNSITO ESQUECERAM SOLENEMENTE O MAIO AMARELO EM QUE SÃO REALIZADAS AÇÕES DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES. O BRASIL TEM APENAS A OITAVA FROTA DO MUNDO, MAS DETÉM O QUARTO LUGAR DE MORTES NO RANKING MUNDIAL, ALÉM DE ACUMULAR MAIS DE 60 MIL VÍTIMAS DE ATROPELAMENTOS FORA DOS REGISTROS OFICIAIS. A SUÉCIA, POR SUA VEZ, PRETENDE ACABAR COM AS MORTES NO TRÂNSITO ATÉ 2024.



Alta Roda 
Nº 787 — 6/6/14

Fernando Calmon


Desconhecimento Básico

Pouco se divulgou sobre a importância do Maio Amarelo, mês de ações institucionais criado pelo Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV). 

Na realidade, o mês passado terminou sem que se notasse nenhum movimento coordenado de autoridades de trânsito, legisladores ou de outras entidades no sentido de, se não estabilizar, pelo menos criar condições para que acidentes interrompam sua curva ascendente no País.

Pior: o governo brasileiro é signatário da Década de Ação pela Segurança no Trânsito 2011/2020, proposta pela Organização das Nações Unidas (ONU). 

Ao chegar quase na metade do prazo as estatísticas continuam a nos envergonhar. A divulgação oficial do número de mortos em ruas e estradas em 2012, só agora conhecida, aponta para 46 mil, contra 44 mil em 2011.

Pode-se até certo ponto contemporizar, pois o aumento da mortalidade ficou um pouco abaixo do ritmo de crescimento da frota. 

O índice mais usado no mundo para avaliar riscos relaciona mortos à frota, mas no Brasil esta é uma peça de ficção. 

Afinal, veículos que saem de circulação continuam nas estatísticas e a avaliação verdadeira depende de estudos independentes ao cruzar taxas de sucateamento natural, acidentes e roubos/desmanches.

Estamos em quarto lugar na classificação mundial de mortes, mas nossa frota real é apenas a oitava no mundo. 

Não para por aí. Segundo a Seguradora Líder, responsável pelas indenizações centralizadas, acidentes geraram mais de 60.000 fatalidades. Provavelmente, vítimas de atropelamento sem registros nos números oficiais.

Pesquisa da Fundação Mapfre, divulgada neste Maio Amarelo, mostra resultados assustadores. Ouvidas 1.419 pessoas, em todo o Brasil:

· 47% dos entrevistados tiveram familiar ou amigo morto ou ferido no trânsito.

· Nota média dos entrevistados para o trânsito brasileiro foi de 4,6, em escala até 10.

· 2 em cada 3 pessoas acham que os acidentes não podem ser considerados acidentes.

· 80% acham que as leis de trânsito não são respeitadas.

· As vias urbanas são de má qualidade, com nota média de 4,4.

· A formação dos condutores no Brasil não tem qualidade e a educação de trânsito praticamente não existe.

Enquanto isso a Espanha, dentro do esforço preconizado pela ONU, conseguiu reduzir 10 mil mortes/ano para 1.800. 

E a Suécia pretende chegar a 0% de mortos em acidentes até 2024. Segundo o consultor J. Pedro Corrêa, o único jeito de um esforço contínuo dar resultados e diminuir fatalidades seria um acordo político nacional para que a iniciativa de um governo não fosse paralisada pelo sucessor.

Outro dado muito preocupante da pesquisa: praticamente todos os entrevistados sabem o que é um airbag (bolsa inflável em colisões), porém 50% desconhecem para que servem os freios ABS.

Torna-se necessário, portanto, uma urgente campanha nacional do governo e de entidades ligadas ao setor a fim de explicar como se evitam acidentes – ou se arrefecem suas consequências – por meio de não travamento das rodas. 

E, ainda mais importante, que o pedal de freio deve ser acionado com o máximo de força e nunca pode ser aliviado até passar o perigo, mesmo ao sentir aquela pulsação no pedal, indicadora de que o sistema está funcionando de forma correta.

RODA VIVA

MARCADO para agosto início de fabricação de dois novos modelos: Mitsubishi Lancer nacionalizado, em Catalão (GO) e VW Fox 2015, em São José dos Pinhais (PR). 

No caso deste, o motor MSI 1,6 L (120 cv) deverá substituir o atual VHT 1,6 L (104 cv). Aos poucos, o novo motor tomará lugar do atual em toda a linha para atender metas de consumo do Inovar-Auto.

CONFORME antecipado pela coluna, Toyota produzirá – se conseguir todos os incentivos governamentais – o híbrido Prius na fábrica de São Bernardo do Campo (SP). 

Desconto no IPVA e dispensa do rodízio na capital paulista, aprovados semana passada, não seriam suficientes. Marca espera políticas específicas de IPI e importação para decidir.

JAGUAR F-Type cupê chega por preços entre R$ 426.300 e R$ 662.000. Estilo é mais atraente que o conversível, lançado primeiro (rara inversão de prioridade). 

Apesar da carroceria de alumínio, versão R (550 cv) pesa 1.650 kg, mais 150 kg que o Porsche 911 Carrera S, um dos rivais da marca inglesa. Acelera de 0 a 100 km/h em 4,2 s, nada avassalador. Dirigibilidade, seu ponto alto.

CONFIRMADA de 18 a 22 de junho, em Araxá (MG), 21ª edição do Brazil Classics Fiat Show, evento de antigomobilismo com tradição de 30 anos. 

Além de seleção rigorosa pelo espaço limitado no Grande Hotel, organiza um movimentado leilão. Na última edição (2012), 56 automóveis trocaram de mãos, o que envolveu valores acima de R$ 2 milhões.

ESTADO de São Paulo acaba de obrigar os cartórios, sem custo adicional, a se responsabilizarem pela informação ao Detran de transação de veículos. 

Comprador e vendedor deslocam-se ao mesmo tempo para suas instalações (pouco ajudou a diminuir furtos, roubos e fraudes), pagam pelo serviço e o cartório lavava as mãos quanto ao dever de notificar ao Estado.
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fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

AS CONCESSIONÁRIAS CHEVROLET ABSOLUTA, DE SANTOS, GRUPO SPONCHIADO JARDINE, DE PORTO ALEGRE E TOPVEL DE BARREIRAS, FORAM AS VENCEDORAS DO 1º PRÊMIO DE SUSTENTABILIDADE PROMOVIDO PELA GM, QUE MARCOU O DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE


A General Motors do Brasil condecorou, nesta quinta-feira (05/06/2014), Dia Mundial do Meio Ambiente, os vencedores do 1º Prêmio GM de Sustentabilidade para Concessionárias Chevrolet. 

A cerimônia foi promovida na sede da Abrac (Associação Brasileira de Concessionárias Chevrolet), em São Paulo.

Ao todo, três concessionárias foram premiadas, uma de cada divisão do País: a Absoluta, de Santos (SP), o Grupo Sponchiado Jardine, de Porto Alegre (RS), e a Topvel, de Barreiras (BA).

Iniciativa pioneira no setor, o concurso reconheceu as melhores práticas sustentáveis - aquelas que trazem desenvolvimento econômico, preservando os recursos ambientais e gerando meios para que se promova um melhor equilíbrio no desenvolvimento social.

O júri, composto pelo Comitê de Sustentabilidade da GM do Brasil, seguindo os critérios como inovação e relevância para o negócio, avaliou os trabalhos apresentados por sete concessionárias finalistas. As inscrições estiveram abertas de 22 de abril a 16 de maio.

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“O objetivo maior deste prêmio, que será anual, é difundir e estimular a aplicação prática de ações baseadas nos princípios da sustentabilidade, gerando, assim, benefício para os concessionários e para toda a comunidade”, afirma Marcos Munhoz vice-presidente da GM do Brasil.

Projetos premiados

Da esquerda para a direta: Marcos Munhoz, vice-presidente da GM do Brasil; José Lima Moreira e Carlos Sponchiado do Grupo Sponchiado; Edgar Lourençon, diretor Geral de Marketing, Vendas e Pós-Vendas da GM do Brasil; João Batista Simão, presidente da GM do Brasil
Região: Sul
Grupo Sponchiado Jardine
Fundada em 1929, a Sponchiado foi uma das concessionárias pioneiras da rede Chevrolet no país. Hoje é um dos maiores grupos da marca no Rio Grande Sul. 

Em sua rotina de operações são desenvolvidas práticas de gestão voltadas à sustentabilidade, como a gerência de resíduos sólidos e o uso racional de insumos, além da captação e do uso automatizado da água da chuva. 

A loja também possui acesso universal para pessoas com necessidades especiais de locomoção por meio de rampas com inclinação adequada.
Da esquerda para a direta: Marcos Munhoz, vice-presidente da GM do Brasil; Joao Freitas Brandão e José Freitas Brandão do Grupo Topvel Norte; Edgar Lourençon, diretor Geral de Marketing, Vendas e Pós-Vendas da GM do Brasil; João Batista Simão, presidente da GM do Brasil
Região: Norte
Concessionária Topvel
A concessionária acabou de passar por uma grande reforma, cujo foco foi a sustentabilidade. 

Telhas iso-térmicas (melhoram o conforto térmico e demandam menos energia para as áreas refrigeradas), telhas translúcidas (permitem iluminação natural, poupando energia elétrica durante o dia) e torneiras com temporizador são alguns exemplos de materiais utilizados na construção. 

A empresa também reutiliza água para, por exemplo, a irrigação dos canteiros gramados. Mas o grande destaque é a captação de energia solar, que não causa danos ambientais.

Da esquerda para à direta: Marcos Munhoz, vice-presidente da GM do Brasil; representantes da Absoluta Santos; Edgar Lourençon, diretor Geral de Marketing, Vendas e Pós-Vendas da GM do Brasil; João Batista Simão, presidente da GM do Brasil
Região: Centro e Oeste
Concessionária Absoluta
Desde o segundo semestre de 2013, a concessionária vem desenvolvendo novos projetos com enfoque na melhora da organização, com foco na sustentabilidade. 

Além dos trabalhos de reciclagem de óleos, filtros e panos propostos pela GM do Brasil, a empresa desenvolve ações que envolvem também a comunidade. 

Entre elas a Absoluta Running, uma corrida semanal entre os colaboradores com o intuito de incentivar a prática de atividade física. 

Durante o percurso, os integrantes distribuem sacolas biodegradáveis para a comunidade e recolhem lixos dispensados na praia.

GM é referência em sustentabilidade
A General Motors instalou-se no Brasil há quase nove décadas. Com expertise no desenvolvimento de automóveis de passeio e de transporte de carga, a companhia orienta-se pelo conceito de desenvolvimento sustentável – o tripé nas dimensões econômica, social e ambiental.

Em 2014, a GM do Brasil comemora uma trajetória de 89 anos de sucesso no Brasil, onde, com a centenária marca Chevrolet, tornou-se referência para outras unidades da GM no mundo. 

Entre outubro de 2011 e fevereiro de 2013, a empresa lançou 12 novos modelos. Além de trazer para o Brasil plataformas mundiais, caso do bem-sucedido modelo Cruze, a subsidiária brasileira também desenvolve aqui novos modelos para serem produzidos em outros países, com índice de recuperabilidade superior a 96% e de reciclabilidade acima de 85%.

Com sua atuação voltada para o crescimento sustentável e alinhada às diretrizes da matriz, nos últimos anos a GMB investiu R$ 5,7 bilhões em tecnologia, na ampliação da capacidade produtiva e na criação de novos veículos, sempre procurando diminuir o impacto ambiental de suas operações, além de promover ações sociais com o objetivo de melhorar a qualidade de vida nas comunidades em que está presente.

Com investimentos definidos pela GMB, superior a R$ 350 milhões, destinados ao complexo industrial de Joinville (SC), construiu a fábrica de motores e cabeçotes, cujas operações se iniciaram em 2012. 

A nova unidade incorpora um conjunto de sistemas pioneiros de eficiência energética e de proteção ao meio ambiente que a credenciou a obter a certificação global Leadership in Energy and Environmental Design (Leed), categoria GOLD.

A fábrica de motores incorpora várias sistemas inovadores na área de eficiência energética, como o tratamento inédito de efluentes e esgotos, com a instalação de jardins filtrantes, e a reciclagem da água industrial por meio do sistema de osmose reversa, sistema de geração e aquecimento solar de energia entre outras iniciativas.

Em 2011, a GMB criou o Comitê de Sustentabilidade e investiu em tratamento e disposição de resíduos, monitoramento de emissões atmosféricas, contratação de empresas de gerenciamento de recursos e gestão ambiental, educação e treinamento, consultorias legais e de certificações verdes, instalação de novos equipamentos para tecnologias mais limpas, minimização de impactos ao meio ambiente e contratação de serviços de inspeção ambiental.

A GM tem investido em programas com o objetivo de atingir a meta de 100% de resíduos reciclados em suas unidades no País. 

As unidades de Mogi das Cruzes (SP) e de Gravataí (RS) já obtiveram o certificado internacional do programa Zero Aterro (Landfill Free). 

Nestes dois complexos industriais todos os resíduos do processo produtivo são destinados para a reciclagem. Já a unidade de Joinville está em fase final de certificação.

O trabalho contínuo de melhoria nos processos ainda fizeram a empresa reduzir, entre 2005 e 2013, 60% do consumo de energia elétrica para produzir um carro.

Ao longo dos anos, a política ambiental da companhia foi reconhecida com importantes premiações. 

Entre outras, destacam-se as certificações inéditas do Wildlife Habitat Council (WHC), pelo trabalho de preservação de áreas verdes e educação ambiental em Gravataí (RS) e São José dos Campos (SP); o Prêmio Top Ambiental ADVB (Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil); e o 17º Prêmio Fiesp de Mérito Ambiental, pela realização do projeto "Chevrolet Flexpedition 2010: um passeio pela GM do Futuro".

A subsidiária brasileira tornou-se modelo para outras unidades da GM no mundo ao criar a maior linha de veículos 100% flex fuel (bicombustível) disponível no País.

Além disso, a GM reconhece e estimula os melhores projetos de seus fornecedores na área de sustentabilidade. 

O Prêmio General Motors do Brasil de Sustentabilidade, criado exclusivamente para este fim, já está em sua segunda edição.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

AUDI CRESCE NO BRASIL VELOZMENTE E BATE RECORDES MENSALMENTE FORD VENDEU 500 MUSTANG EM 30 SEGUNDOS E QUASE 10 MIL FICARAM NA LISTA DE ESPERA


Coluna nº 2314 - 5 de julho de 2014
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Audi ocupa espaços – e planta dúvidas

Será desorientado olhar a Audi como mais uma importadora disseminando pequenas quantidades de seus veículos no Brasil? O País mudou, o mundo idem, hoje sua compra é seletiva análise entre os muitos concorrentes. 

Audi tem projeto de crescimento e sedimentação. Nas mãos de Jörg Hoffmann, constrói fábrica; define futuros produtos – A3 e utilitário esportivo Q3, dinamiza o mercado, abre leque de opções e foca-os nas preferências dos clientes, como os sedãs.

Começou bem o ano, recordes de vendas contínuos, publicidade intensiva, e coroou as ações com a apresentação de versão do líder A3 sedã em apto equilíbrio de características e preços a liderar vendas da marca.

Tem novidade, o A3 sedã motor 1.4 TSFI, a partir de R$ 94.800. R$ 99.800, versão mais completa, e menos R$ 13.800 em relação à versão com motor 1.8.

Na prática do A3 1.4, o amplo torque de 20,5 quilos acelera com brio, pouco mais de 9s de 0 a 100 m/h, e velocidade final em torno de 210 km/h, consome pouco. 

Confortável, atualizado, bom de sensações, a ele faltam poucos itens, como a câmera de ré – traz sensores e, a quem gosta, ignição sem chave. 

Venderá muito e auxiliará a marca a atingir as desejadas 10 mil vendas neste ano – ultrapassou a metade em cinco meses.

Adicionalmente cria consciência crítica e instiga consumidores quanto a preço. Porque este automóvel, importado, com todos os custos deste processo e mais imposto alfandegário, custa quase o mesmo que Toyota Corolla na versão Altis, fabricado em São Paulo – e sem o estabilizador eletrônico ESP?

Audi A3 sedan 1.4. Novidade e dúvidas.


Citroën 2015, mudanças sutis
Linha Citroën para 2015 é do tipo mexe pouco em time que vai bem. Mudanças, nas denominações, redistribuição de equipamentos entre versões, e poucas mudanças visuais, como o AirCross, nas máscaras de faróis, rack do teto em cor grafite, e oferecendo pintura geral em branco nacarado.


Equilíbrio

Produtos da marca bem expõem sua característica diferenciativa: estilo, acessórios, equipamentos, detalhes. Isto está preservado na Linha 2015. Nomes mudaram.


Mantém a Origine, de entrada, a R$ 40.990, pacote mínimo de ar condicionado, direção elétrica, vidros dianteiros e travas elétricas. 

Em degrau, Attraction, por R$ 4 mil adicionais, rodas em liga leve, vidros elétricos traseiros, luzes diurnas em LED, comandos de som no volante. 

Acima, Tendance, 1.5 e transmissão manual a R$ 45.490. Motor 1.6 e transmissão automática, R$ 49.990. Tendance 1.5 e transmissão manual deve ser a opção de quem não enfrenta trânsito. 

Quem o faz, por questão de saúde, automática. Porque Tendance? Pacote confortável e inclui o para brisas com 1,3 m2, grande charme.

Picasso
Política idêntica, 
mudança em designação

C3 Picasso Origine a R$ 46.890. 

Tendance em opção de motor 1.5, manual, R$ 47.790. 1.6 automática, salto grande: R$ 54.890. 
Topo, Exclusive, 1.6 manual a R$ 55.890. e automática por R$ 59.890

Aircross
Topo da linha nacional, minivan aventureira Aircross tem sutil mudança visual.

Mudanças em denominação, novo padrão familiar. Preços partem de R$ 55.190, Tendance 1.6 manual.

E,

Em rio que tem piranha, jacaré nada de costas. Frase, do humorista carioca Sérgio Porto, o Stanislau Ponte Preta, 1923-1968, bem define a situação. 


Mercado de automóveis em contenção, redução do número de dias úteis para anunciar e vender – protestos, Copa, Eleições -, não aconselha mudanças. 

Citroën manteve suas vendas, participação, e prevê, segundo Gustavo Rotta, gerente geral de produto, comercializar 65.000 unidades em 2014 – mesmo volume de 2013. 

(Pessoalmente acredito em mais. Com a holding PSA passando por crise nunca vista em mais de século de existência, sócios externos, novo mandão trazido da Renault e querendo mostrar serviço, o chicote vai cantar. Não se sabe a que custo de corte na equipe mas, com certeza, com tal incentivo, vendas irão aumentar. – RN)

Charme é não mudar.



A aposentadoria do Embaixador
O automóvel indiano Hindustan Ambassador (Embaixador) –1957-2014-, encerrou produção no final de maio, superando a Kombi brasileira –1957–2013 -, vista como o maior anacronismo veicular quando em produção.


Era a Series IV do Morris Oxford, projeto inglês da década de ’40 e, como a Kombi, de primarismo mecânico interpretado como resistência aos buracos, à falta de pavimentação, e desafiador às agruras dos países sem motorização. Lá, pioneiro, o Amby reinou solitário muitos anos.

Fim, após constante declínio de vendas, dificuldades de ganhos tecnológicos e até de fornecedores de peças com tecnologia antiga – engrenagens da caixa de marcha fornecidas por pequena metalúrgica no interior do Paraná -, estéticas e a óbvia superação se comparado com outros indianos, mais recentes como Suzuki e Fiat. 


Chegou a ter 70% do mercado, um ano para entrega, iniciou a palidez institucional ao perder o cargo de veículo do primeiro-ministro, para um BMW blindado, caminho tomado pela burocracia, deixando a fidelidade ao pioneiro, pela atualização e conforto. 

O Amby não tinha ar condicionado, mas prosaico e cinquentista ventilador fixado ao painel de instrumentos.

Na furca entre investir, mudar métodos e produto, e venda de 2.000 unidades – 0,1% do mercado indiano -, no ano fiscal encerrado em março, a Hindustan optou encerrar a produção, e vender a fábrica de onde saíram por 56 anos.


A frota de taxis na India é rica em Ambys, o mais resistente a trabalho duro. Deixa saudade aos usuários pelo bom espaço no banco traseiro.


Na terra da Tata – outra marca -, dona de Jaguar e Land Rover, não há espaço para o Amby.





Taxis, presença forte do finado Hindustan Amby



Roda-a-Roda

Nostalgia - Para se tornar referência em força e performance, e sacudir da bandeira do saudosismo, as marcas Dodge e SRT apresentaram novo Dodge Challenger SRT 2015 e versão de pico, a Hellcat. Decoração lembra modelos de 1971, os mais radicais Muscle Cars.


Retrato – Tomadas e saídas de ar no capô, grandes aerofólios frontal e posterior são âncoras com o passado. 


No Hellcat, novo motor 6.2 Hemi e compressor volumétrico, fazem mais de 600 cv de potência. 

Transmissões manual de seis velocidades ou automático com oito. O SRT utiliza o 392 c.i. – uns 6.400 cm3 e produz 492 cv. Sem planos para importação.

Futuro – Novo motor é jogo duro: virabrequim e bielas forjados para enorme resistência, compressor com dois intercoolers, radiador para óleo e linha de combustível com 12,5 mm de espessura. Tudo indica, nasceu nova família e a do 392 não terá amplo futuro.


Caminho
– Chegam os veículos autônomos, capazes de andar por controles e sensores externos: a Google se acerta com a Roush Enterprises finalizar a engenharia rolante e montá-los - em Michigan, casa de Ford, GM e Chrysler.


Em casa - Uso urbano, velocidade em 40 km/h. Série inicial 100 unidades - sem volante e pedais. Curto como o Smart, quer ser referência em segurança.


Herança – Indiana Tata, feliz com vendas e lucros, apoiou gestores da Jaguar no resgate do atrevimento de seus esportivos, donos de recordes de velocidade e vitórias em provas de resistência, como as cinco em Le Mans.


Coupé – Em alumínio o novo F Type chega ao Brasil. Três motorizações, três preços, todos com compressor, em vez de turbo: R 5.0 V8 5,0 litros, 550 cv e aproximados 68 quilos de torque, aceleração de 0 a 100 km/h em 4,2s e final cortada a 300 km/h. R$ 662.000. Irmão do meio, F, V6, 3.0, 380 cv, R$ 497.700, e simplesmente F Type, 340 cv, R$ 426.300.


Mercado – 40 cv a mais valem aproximados R$ 71 mil entre as versões F e a básica? No mercado de equinos, sim. Embora vendidos em tropa, o custo unitário equivale a R$ 1,8 mil, barato para um PSI...


Prêmio – Recentes e pequenas mudanças estéticas, faróis em LED, motores mais dispostos, auxiliaram julgadores internacionais especializados a conferir ao Alfa Romeo Giulietta o prêmio “Compasso d’Oro 2014” em desenho industrial.


Razão - Giulietta e MiTo deverão ser sacralizadas pela marca a curto prazo, pelo árduo trabalho de manter viva a rede de distribuidores. 


Hoje sintetizam, resumem e mantém a marca Alfa Romeo respirando, até a chegada dos novos produtos anunciados para a grande virada de comportamento.

Ícone – Ford faz eventos para apresentar e vender o Mustang no mundo. Semana passada abriu inscrições para 500 unidades na Europa. Surpresa, vendeu-as em 30 segundos! E restaram 9.300 encomendas.


Brasil – Ao Brasil irá trazê-lo. Enquanto isto a importadora Direct Imports informa ser a primeira “credenciada” para importar o automóvel.


Pinóquio – A Ford desconhece. A importação pode ser feita, custando caro, pela aquisição feita em revendedores, preço inflado por lucro, impostos e transporte internos nos EUA. 


A garantia e o fornecimento de peças não ocorrem pela marca, mas pelo importador. Tipo la garantia soy yo ...

Problema – Com milhões de automóveis chamados a recall por economia porca e mortal no sistema de ignição, muitas ações indenizatórias, acordos bilionários para tentar deter o processo, a GM demitiu 15 executivos. 


Diz serem responsáveis por conhecer os problemas, resolvendo não levá-los para a direção. Esta, diz, só tomou conhecimento quando o caso chegou à imprensa.

Norma – Governo paulista baixou portaria obrigando aos cartórios a informarem à Secretaria da Fazenda transações de venda e compra de veículos. 


Medida racional, positiva ao consumidor, dispensa-o de comunicar a venda a Detran e Secretaria de Fazenda, para livrar-se de multas causadas pelo comprador que não transfere o automóvel. Tomara se espraie pelo País.


Para assustar – Ótima esta Copa. Como, ao pouco saber quantum e como foi gasto, iniciamos movimento de moralidade no uso do nosso dinheiro transformado em impostos. 


Dados negativos trazem os protestos e, pósCopa, exigências ao próximo Presidente. Papo e anúncios não estão resolvendo.

Em trânsito – O descompasso entre vender veículos novos, e criar áreas para a sua circulação, provocou estudo da TomTom, líder global em tráfego e fabricante de GPSs. É o 1º. Índice de Trânsito do Brasil. 


Características: maiores engarrafamentos em vias secundárias, e nas manhãs de segunda feira e tardes das sextas. Outros países, nas vias principais e às quartas feiras.

Em comum – Indica significativo aumento no tempo de deslocamento dos motoristas, incluindo os de Curitiba e Brasília, cidades planejadas. 


Assim: Recife, 60%; Salvador, 59%; Rio de Janeiro, 55%; Fortaleza, 48%; Porto Alegre, 38%; Curitiba, 34% e Brasília, 27%.

Aliás – No tema, o Governo Federal isentou de IOF os empréstimos tomados fora do país para repasse em financiamento de veículos no mercado interno. Lá fora os juros são muito menores. Governos tentam resolver a omissão do dia, ignorando o planejamento. Mais emprego ou mais engarrafamento ?


Programa – Batendo perna? Polindo o cartão de crédito na paulistana Óscar Freire nas tardes de sábado 7, 14 ou 21 de junho? 


Dê um tempo no Espaço Citroën. Apresentação graciosa do grupo Jazz São Paulo, das 16h30 às 18h.

Terra – Boas projeções de safra agrícola turbinam feiras agropecuárias Brasil a fora. Na Bahia Farm, em Luiz Eduardo Magalhães, no sudoeste baiano, Ford apresentou e pré-vendeu seus retomados caminhõeszinhos F 350 e F 4000.


Palco – A marca sobrestara os produtos, arranjou motor diesel Cummins Euro 5, 150 cv, transmissão de cinco velocidades, freios ABS, distribuição eletrônica de frenagem e ar condicionado, voltou. Custam, para receber em outubro, F 350 R$ 97.790 e F 4000 R$ 112.790.


Museu – Família de Rogério Neves Gomes, desaparecido antigomobilista mineiro, cedeu ao Museu Nacional do Automóvel, em Brasília, rara treliça, construída por Chico Landi e Toni Bianco, para a categoria Fórmula Brasil. Possivelmente utilizou motor Alfa Romeo/JK. Desaparecido em 1963, 1964.


Continua – Sabe algum dado desta história? Informe, ajude o Museu a reconstruí-lo:
curador@museudoautomovel.org.br


Treliça de Fórmula Brasil. Dona Rosa, representando a família, entrega-a ao eng Robson Cotta, colaborador do Museu. Preciosidade.


Mercedes definiu carros brasileiros
Indústria do automóvel no Brasil existe graças às bases lançadas pelos presidentes Getúlio Vargas, no início da década de ’50, e na crença e jeito de Juscelino Kubitschek em seguir o projeto do Comandante Lúcio Meira.


Desde os anos ’20 aqui estavam Ford, Chevrolet, International. Pós II Guerra, e início do governo Vargas, 1950-1954, Willys, Studebaker, Nash, Chrysler, a estatal FNM daqui importavam peças e conjuntos, agregando partes e mão de obra nacionais. 


Foi quando a Mercedes, então com representante Alfred Jurzikovski, mediu o tamanho do mercado, decidiu investir. 

O projeto não era montar, mas produzir, enorme a diferença de posturas e investimentos. Iniciou construir em São Bernardo do Campo, SP, e tal definição mudou o cenário. 

Nesta época, fim do governo Café Filho –1954-1955-, sem norma, incentivo ou projeto consistente de atração, investimentos eram pequenos em relação à atividade, e nos processos, no máximo estamparia de partes das cabines dos caminhões.

Final de 1955, a Mercedes, pela fundição Sofunge, contrariou o conceito de época, vazou e usinou um motor no Brasil. Quebrou o tabu e mostrou haver capacidade técnica local.


É um marco na história, ante as atividades tópicas, superficiais, sem maior compromisso ou investimentos, galpões, equipamentos baratos, sem manufatura de peças pesadas.


Ao tomar posse JK, convocou o Comandante Meira a ampliar os tímidos passos da Era Getúlio, o feito e a presença da Mercedes foram aval institucional. 


E por si só inibia argumentos contrários sobre dificuldades, prazos e índice de nacionalização. Não era representante de marca e, ao contrário das outras grandes, como Ford, Chevrolet, Grupo Chrysler, a recém instalada Willys, não fazia montagem, mas estava comprometida em crescer com o país.


Eleito, em fins de novembro de 1955, JK na fundição do 1º. motor brasileiro, o Mercedes pela Sofunge
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