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sábado, 27 de dezembro de 2014

BMW FAZ PARCERIA COM O SPOTIFY E TORNA COMPATÍVEIS O APLICATIVO COM OS SISTEMAS BMW CONNECTED E MINI CONNETED, E TÊM A CESSO E PODEM ADICIONAR MAIS DE 20 MILHÕES DE MÚSICAS


Os modelos das marcas BMW e MINI que contam com os sistemas BMW Connected e MINI Connected são compatíveis com o aplicativo Spotify para os usuários de dispositivos iOS – um serviço de streaming de origem sueca com mais de 20 milhões de músicas que podem ser adicionadas a playlists personalizadas.

Para utilizar o recurso, os proprietários de veículos BMW e MINI deverão fazer o download do Spotify na Apple Store (https://itunes.apple.com/br/app/spotify-music/id324684580?mt=8), o qual requer um iPhone 4S com o iOS 7 ou superior. 


Além disso, é necessário conectar o celular ou o tablet ao veículo, via entrada USB, para acesso ao BMW Connected ou ao MINI Connected.

“Estamos certos de que essa parceria com um aplicativo tão conhecido como o Spotify será mais um diferencial de conectividade e entretenimento em nossos carros.”, afirma Carlos Briselli, gerente de BMW ConnectedDrive.

BMW Connected e o MINI Connected
O BMW Connected e o MINI Connected são pacotes completos de serviços e aplicativos que permitem ao usuário utilizar diversas funcionalidades diretamente do computador de bordo de seu BMW ou MINI. 


Para isso, basta fazer o download do app na Apple Store ou no Google Play em seu celular* e conectar o smartphone ao veículo por meio de um cabo USB.

A partir desse momento, o usuário pode selecionar estações de rádio de todas as partes do mundo, acessar redes sociais, como Facebook e Twitter, e visualizar eventos futuros de seu calendário, além de poder ouvir a leitura de todos os textos pelo sistema de alto-falantes do veículo através da função “Text-to-Speech”.

O usuário também tem acesso a aplicativos de terceiros, como o Aupeo!, Deezer, Stitcher e TuneIn, entre outros. 


Para veículos BMW, poderá verificar como está o modo de conduzir seu veículo com a função “ECO PRO Analyser” e fazer um tour na cidade onde estiver, por meio de um guia personalizado, utilizando a função “Wiki Local”.

Para mais informações sobre como conectar o seu smartphone aos veículos BMW e MINI e os aplicativos compatíveis, visite: 

http://www.bmw.com.br/br/pt/insights/technology/connecteddrive/2010/aplicativos/index.html ouhttp://www.mini.com.br/connected/

*O app requer Android 4.2, iOS 5.0 ou posteriores e é compatível com iPhone, iPad, iPod touch e celulares e tablets que rodam sistema Android (para dispositivos Android, algumas funções podem não estar disponíveis).

**O BMW Connected e o MINI Connected são sistemas disponíveis para veículos equipados com os opcionais 6NR para modelos BMW e 6NM para modelos MINI.
Spotify
O Spotify é um serviço de streaming de música (disponível para smartphones, computadores e tablets) com mais de 20 milhões de músicas que podem ser adicionadas a playlists personalizadas. 

Com mais de 40 milhões de usuários ativos, o Spotify é o serviço de música de maior crescimento no mundo. 

Atualmente o serviço está disponível em 48 países. Nossa integração oferece pesquisa por categorias, como gênero, artista, álbum e música. 

Funções adicionais como repeat, shuffle, like/unlike e pular faixa também estão disponíveis. 

Músicas populares ou novidades podem ser encontradas em playlists especiais. 

A conta Premium dá a oportunidade de armazenar músicas no seu smartphone no modo Offline.

TMD/COBREQ COM NOVOS COMPLEMENTOS DE ITENS, AGORA PARA OS MODELOS DO CITROËN C4


Assim como fez com os modelos da Kia e Hyundai, a TMD Friction do Brasil colocou, no mercado nacional de reposição, pastilhas de freio Cobreq dianteiras e traseiras como complemento de itens para veículos da Citroën, abrangendo os modelos C-4 Lounge Exclusive, Lounge Origine, Lounge Tendence e Lounge Exclusive.

Com a referência Cobreq N-1182, as pastilhas dianteiras são para aplicação no Citroën C4 Lounge Exclusive com motorização 2.0 16V, Lounge Origine 2.0 16V e Lounge Tendence 2.0 16V. 


Também pastilhas dianteiras e com a referência N-1186 para o Lounge Exclusive e o Lounge Tendence, ambos com motores 1.6 turbo.

Já a referência Cobreq para os freios traseiros são disponibilizadas para os Citroën C4 Lounge Exclusive 1.6 turbo, Lounge Tendence, 1.6 Turbo, Lounge Exclusive 2.0 16V, Lounge Origine, 2.0 16V e Lounge Tendence 2.0 16V. Este lançamento é para todos os modelos produzidos a partir de 2013.

UMA FALHA NO SISTEMA DE EMBREAGEM DO CÂMBIO DUOLOGIC EM OITO MODELOS DA FIAT, FABRICADOS ENTRE 2/7/14 A 28/11/14, OBRIGA A MONTADORA A CONVOCAR OS PROPRIETÁRIOS DESSES CARROS PARA UM RECALL, PARA TROCA DOS COMPONENTES DEFEITUOSOS. VEJA A LISTA DE NÚMEROS DE CHASSIS E ENTRE EM CONTATO COM A FIAT PARA FAZER O AGENDAMENTO EM UMA CONCESSIONÁRIA.


A Fiat convoca os proprietários dos modelos equipados com o sistema Dualogic® produzidos de 2 de julho de 2014 a 28 de novembro de 2014 para a verificação e, se necessário, a substituição do componente denominado “atuador de embreagem”.


Entre os modelos envolvidos estão: Linea Essence e Linea Absolute chassi 1569536 a 1572016;

Novo Palio Sporting e Novo Palio Essence, chassi 2236881 a 2245194;
 
Strada Adventure Cabine Estendida e Dupla, chassi 7845988 a 7919023;
 
Grand Siena Essence, chassi 3213714 a 3233830;

Punto Essence, Punto Blackmotion e Punto Sporting, chassi 1308365 a 1316168; 

Idea Adventure e Idea Essence, chassi 2270163 a 2274376; 

Bravo Essence, Bravo Sporting e Bravo Absolute, chassi 9035650 a 9036482 e 

Palio Weekend Adventure, chassi 5063909 a 5072141, todos com o opcional Dualogic.


Foi constatada uma falha em um dos componentes do atuador de embreagem do Dualogic que poderá impedir a identificação do momento correto do acoplamento e desacoplamento do disco de embreagem. 


Com isso, o risco ao consumidor decorre da perda da funcionalidade de um dos componentes do “atuador de embreagem”, que poderá provocar: 
(I) dificuldade em arrancadas (“patinamento” da embreagem), 

(II) impossibilidade de engate das marchas e

(III) comprometimento da realização das trocas das marchas.

A ocorrência de qualquer uma dessas irregularidades, com o veículo em trânsito, pode eventualmente provocar acidentes, com possibilidade de ocasionar danos físicose materiais aos ocupantes do veículo.


O atendimento terá início em 23 de dezembro de 2014, gratuitamente, em horário comercial, através de agendamento prévio em qualquer uma das concessionárias da Rede Fiat ou através da Central de Relacionamento Fiat, pelos telefones 0800 707 1000 ou 0800 282 1001.


A duração média do atendimento ao consumidor para a verificação será aproximadamente 60 minutos e, caso haja necessidade de substituição do atuador, o tempo médio será até seis horas, podendo ocorrer variações, conforme o fluxo de atendimento na concessionária.


VOLKSWAGEN COSTURANDO O FUTURO, UM TÍTULO QUE EMBORA PAREÇA NÃO TEM RELAÇÃO COM A PRODUÇÃO AUTOMOTIVA DA COMPANHIA, MAS DESEMPENHA UM PAPEL SOCIAL DA MAIOR IMPORTÂNCIA E POR ISSO MERECE SER DIVULGADA NESTE ESPAÇO DEDICADO AO MUNDO SOBRE RODAS. A VW ESTÁ DE PARABÉNS.


As moradoras iniciam agora a segunda etapa do projeto, com entrega da nova sede e aulas sobre empreendedorismo.

A Fundação Volkswagen, responsável por investimentos sociais da Volkswagen do Brasil há 35 anos, entregou neste mês os certificados da conclusão do curso de Corte e Costura para as 90 participantes do projeto "Costurando o Futuro" em São José dos Pinhais (PR). 

O evento foi o ponto de partida para a segunda etapa do programa que ministrará agora aulas de empreendedorismo para as moradoras das comunidades com alto índice de vulnerabilidade social vizinhas à fábrica da Volkswagen do Brasil em São José dos Pinhais, nas regiões de São Judas Tadeu, Ipê, Guatupê, Parque da Fonte e Independência.

O projeto é realizado em parceria com a Prefeitura Municipal de São José dos Pinhais, por meio do programa Economia Solidária, e com a Aliança Empreendedora.

Ao todo, são 15 meses de aprendizado, pelos quais as costureiras têm chance de participar de oficinas gratuitas focadas na formação técnica em corte e costura, além de obterem conhecimento sobre a criação e desenvolvimento de portfólio de produtos, noções de administração de negócios e finanças, design e comunicação.
 
LEMBRANDO O CARRO FLUTUANTE DA VW

Desta maneira, as alunas têm a chance de ampliar possibilidades comerciais para a estruturação de um negócio próprio e sustentável. 

“O Costurando o Futuro é um bom exemplo no qual as três dimensões da sustentabilidade são atendidas. No aspecto social, as mulheres em situação de vulnerabilidade social aprendem um novo ofício; no econômico, elas começam a gerar renda e, no aspecto ambiental, reusam tecidos que seriam descartados em aterros”, explica o superintendente da Fundação Volkswagen e diretor de Assuntos Jurídicos da Volkswagen do Brasil, dr. Eduardo Barros.

Além do foco social e econômico, impulsionando a geração de trabalho e renda na comunidade, o "Costurando o Futuro" tem atuação ambiental, reutilizando uniformes usados e tecidos automotivos, reduzindo o descarte em aterros. 

Nas oficinas, as participantes usam os tecidos automotivos doados pela Volkswagen do Brasil para transformá-los em peças, como bolsas e acessórios. 

“O projeto cria oportunidade de trabalho e dá esperança para que estas mulheres possam ter mais autonomia e atuar como empreendedoras, além se tornarem multiplicadoras do conhecimento para toda a comunidade", declarou a diretora da Fundação Volkswagen, Keli Smaniotti.

A expectativa de poder encontrar novos caminhos e novas possibilidades profissionais gera estímulo e transformações individuais. 

“É muito mais fácil conseguir um trabalho depois de participar do curso oferecido pela Fundação Volkswagen, eu já consigo comercializar os produtos que eu faço. Quero ser empreendedora. Vou ter meu ateliê e meu negócio próprio”, diz a aluna Silvani Alves Pessoa.

Projeto de sucesso também em São Bernardo
O "Costurando o Futuro", realizado durante três anos em São Bernardo do Campo (SP), deu oportunidade para 160 pessoas que receberam formação em corte, costura e empreendedorismo e criaram um portfólio com mais de 80 produtos, entre os quais bolsas, mochilas e porta-objetos, confeccionados com tecidos automotivos e uniformes usados de funcionários que seriam descartados pela Volkswagen do Brasil. 

Para garantir a sustentabilidade do projeto, elas formalizaram um empreendimento social para seguir com o trabalho de forma autônoma. 

Entre o total de participantes de São Bernardo do Campo, um grupo de empreendedoras criou o seu próprio negócio, a microempresa de confecções Tecoste, que significa Tecido, Costura e Arte.

O grupo Tecoste foi integrado à incubadora do Programa Municipal de Economia Solidária, permitindo que essas mulheres continuem recebendo por dois anos formação em empreendedorismo social por meio da Umesp (Universidade Metodista de São Paulo). 

A Volkswagen do Brasil continua fornecendo gratuitamente ao grupo Tecoste tecido automotivo e uniformes. 

No decorrer do projeto, outras participantes também conseguiram ingressar no mercado de trabalho ou preferiram atuar de forma autônoma como costureiras. 

Os resultados do projeto "Costurando o Futuro" em São Bernardo do Campo foram apresentados no estande da Volkswagen na Rio + 20 - Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, realizada em junho de 2012.

NOVOS MODELOS BMW, MERCEDES-BENZ, PORSCHE E VOLKSWAGEN (SKODA) USAM AUTO-PEÇAS FABRICADAS PELA KSPG


A KSPG (Kolbeschmidt Pierburg) apresenta novidades em seu programa de fornecimento às montadoras, já que agora passou a produzir novos componentes para quatro de seus tradicionais clientes europeus: BMW, Mercedes-Benz, Porsche e Volkswagen (Skoda).


Para o modelo BMW i3, a KSPG está produzindo sua válvula de ar secundária. 


Já o Mercedes-Benz GLA recebe a válvula de inversão de recirculação elétrica, bloco do motor e pistões. 


Válvulas solenóides e bloco do motor vão para o Porsche Panamera S E-Hybrid, enquanto o Skoda Octavia passa a contar com bronzinas e tampa de gases de escape elétrica.


Como parceira de longa data da indústria automobilística internacional, o Grupo KSPG desenvolve componentes e soluções de sistema inovadores nas áreas de alimentação de ar, redução de emissões
poluentes em bomba de óleo, água e vácuo, pistões, blocos de motor e bronzinas.


sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

DONOS DE MOTOS COM MAIS DE QUATRO ANOS TERÃO DESCONTO EM PEÇAS E ACESSÓRIOS A PARTIR DE DE 2 DE JANEIRO DE 2015


A partir do dia 2 de Janeiro a BMW Motorrad iniciará uma nova campanha de desconto de 30% em peças e acessórios para todas as motos com mais de
 quatro anos.


A campanha, presente apenas nas oficinas oficiais BMW Motorrad, irá oferecer aos seus clientes de motos com mais de quatro anos, período a contar da data de matrícula, um desconto de 30% sobre as Peças, Acessórios Originais e Mão-de-Obra qualificada BMW.



Para usufruir desta campanha cada cliente terá que se dirigir a uma oficina oficial BMW Motorrad até ao dia 28 de Fevereiro de 2015.

2015 ESTÁ PRESTES A INAUGURAR SEU ALVORECER EM MEIO AOS ESTAMPIDOS DE FOGOS DE ARTIFÍCIO E DE GARRAFAS DE CHAMPANHE PELO MUNDO AFORA, TUDO ISSO EM NOME DE DESEJOS DE UM ANO MELHOR DO QUE O QUE SE VAI E ISSO VALE PARA O SETOR AUTOMOTIVO, EM QUE SE ESPERAM NOVAS MEDIDAS E NOVIDADES TECNOLÓGICAS QUE APRIMOREM A SEGURANÇA DOS CARROS QUE NOS SERVEM. A COLUNA DE CALMON PREVÊ O QUE SERÁ O PRÓXIMO ANO.



Alta Roda 

Nº 816 — 26/12/14

Fernando Calmon 


O QUE NOS ESPERA EM 2015

O ano automobilístico de 2014 realmente não deixará saudades em razão da queda de vendas no mercado interno em torno de estimados 10%. 

Mesmo que seja ligeiramente menos, se somada ao encolhimento de 0,9% em 2013, significará que em relação ao ano recorde de 2012 os brasileiros terão comprado 10% menos. 

Este ano tão difícil não estava no radar dos analistas em dezembro de 2013. Até a Anfavea, que costuma acertar previsões, fez inesperadas revisões para baixo ao longo dos meses. 

E o que esperar para 2015? Que passe o mais rápido possível, segundo os mais pessimistas?

Na indústria automobilística a maioria das previsões aponta para crescimento nulo por razões tangíveis ou mesmo medo de errar: subida de impostos, inflação alta, PIB de novo perto de zero, aperto nos gastos públicos, balança comercial deficitária. 

Bem poucos apostam em alguma alta por outros fatores: base comparativa baixa sobre 2014, possível expansão de crédito (por retomada do veículo facilitada em caso de inadimplência) e reação nas exportações se o real continuar em desvalorização com tendência do dólar a R$ 2,80. 

A Coluna aposta em 2 a 3% de aumento nas vendas.

Quanto à oferta de novos produtos, 2015 será uma festa e olhe que ninguém pôde reclamar de 2014. 

Afinal este ano foram mais de 50 lançamentos entre nacionais e importados, de subcompactos a modelos grandes, de automóveis a comerciais leves, de reestilizações a novas gerações (Corolla e Fit/City), sem contar modelos inteiramente novos (Ka e up!) e importados a serem nacionalizados (A3 sedã e Classe C). 

Até novo carro elétrico, BMW i3, fez sua estreia.

Para o próximo ano o ritmo esperado é o mesmo e os SUVs terão relevância como nunca. 

De produção local serão três produtos inteiramente novos: Honda HR-V, Jeep Renegade (volta da marca americana à produção nacional e arquitetura inédita no Brasil) e Peugeot 2008. O Renault Duster receberá re-estilização. 

Utilitários esportivos importados também se destacarão com a chegada do novo ix35 (a nacionalizar em 2016), do JAC T6 e do Suzuki S-Cross, entre outros.

Comerciais leves terão um ano importante, no segundo semestre. 

Fiat lançará sua primeira picape média para uma tonelada de capacidade, inédita estrutura monobloco no segmento, cabine dupla de quatro portas e motorização flex e diesel. 

Renault contará com a Duster Oroch, primeira picape compacta (anabolizada em dimensões) a oferecer cabine dupla e quatro portas. 

GM planeja nova geração da Montana construída na mesma plataforma de Onix/Prisma/Cobalt, inclusive cabine dupla, mas talvez a produção não se inicie em 2015. 

VW partirá para um furgão leve, baseado na Saveiro, na mesma faixa de mercado do Fiorino.

Também haverá novidades entre os automóveis, a começar pelo Focus argentino alinhado ao europeu. 

Além do Golf nacionalizado, sua versão sedã, o Jetta, terá operação de montagem embora com poucas peças brasileiras. 

A Volkswagen já decidiu produzir o crossover derivado do Golf (em 2016), mas o Taigun, com base no up!, ainda carece de confirmação.

Fiat apresentará reformulação de meia geração do Palio e leves reformas no Punto e Bravo. Seu novo subcompacto é para 2016. 

No próximo ano a GM entra na reta final para o substituto do Celta, que estará mais para Ka do que para up!, e incluiria também sedã e SUV compactos. 

Chery terá seu segundo produto nacional, o subcompacto QQ em nova geração.

RODA VIVA

AGITAÇÃO em 2015 graças à nova leva de motores turboflex de última geração. 

VW terá o de 1,4 litro (Golf, Jetta e A3 sedã); Ford, o EcoBoost de 1 litro 3-cilindros EcoSport e Fiesta); Honda, o de 1,5 litro (City, Civic e HR-V). Se somarão aos da BMW e da Citroën. 

A GM igualmente produzirá na Argentina motores turboflex para o Cruze, mas só a partir de 2016.

TEREMOS final de ano emocionante para as lideranças, ambas envolvendo a VW. 

No plano mundial, talvez ultrapasse o Grupo Toyota pela primeira vez, embora resultados de vendas nos EUA e no Brasil tenham puxado para baixo o desempenho do grupo alemão. 

E aqui há a disputa roda a roda entre Gol e Palio (mais Palio Fire), depois de o compacto da VW estar à frente por 27 anos. 

A diferença entre os dois produtos será mínima no fechamento do ano.

SANDERO Stepway demonstra que superar buracos, quebra-molas e valetas é com ele mesmo. 

Sem grande prejuízo para estabilidade direcional e em curvas, cumpre seu papel em ótimo acerto da engenharia brasileira da Renault. 

Direção e comando do câmbio deixam algo a desejar. 

Mas a decoração aventureira não está exagerada e no interior há retoques discretos e válidos nesta versão.

NOVA carteira nacional de habilitação será adotada em junho de 2015. 

Vem em boa hora porque terá elementos adicionais de segurança e se tornará até mais confiável do que cédulas de identidade tradicionais. 

Placas de veículos com quatro letras e três algarismos, unificadas no Mercosul, estão previstas para 2016, embora já em 1º de janeiro próximo estreiem em carros novos na Argentina.
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fernando@calmon.jor.br e twitter.com/fernandocalmon

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

O BALANÇO AUTOMOTIVO-AUTOMOBILÍSTICO BRASILEIRO DESTE ANO DE 2014 QUE SE ESVAIRÁ NA PRÓXIMA SEMANA, NA OPINIÃO AVALIZADA DO NOSSO COLUNISTA ROBERTO NASSER



Coluna nº 5214 - 24 de Dezembro de 2014
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Um ano para lembrar

2014 não foi ótimo, nem foi péssimo. Seus resultados finais apenas não repetiram o caminho ascensional dos seis anteriores, e os 9% perdidos em vendas têm a ver com uma indigesta combinação.

Misturaram-se o menor número de dias úteis, com a falta de competência gerencial do País, apenas superada pela Argentina. 

Copa do Mundo e eleições, e todos os dias em seu entorno, dividiram atenções e bolsos. 

O descontrole da economia forçou aumento de juros, redução do prazo de funcionamento, filtros menores para aprovar cadastros, auxiliaram a puxar o mercado para baixo. 

Ainda assim os meios, instalações, insumos e mercado forte em autopeças e demanda garantiram resultados impossíveis de serem criticados: fazer 3,3 milhões de veículos é coisa para gente grande.

No sobe e desce de mercado e vendas já fomos maiores. 

Terminamos 2014 sem saber se fomos superados pelo ascendente México, desfrutando de bom projeto industrial, aberto a acordos comerciais externos, colhendo os resultados na recuperação econômica do mercado estadunidense, seu cliente maior.

Queda em demanda não significa pasmo. A indústria automobilística, numa imagem, é como um transatlântico manobrando. 

Mesmo decidindo parar ou dar marcha à ré, ainda assim a grande massa se move para a frente. 

As reações são lentas. Na prática, os investimentos programados são mantidos pois seu espectro de tempo atende a estudos com maior prazo, incluindo construção de fábricas, projetos para produtos e agregados, lançamento de veículos. 

A indústria – do automóvel e bens duráveis de elevado valor – não considera o presente. 
A pequena janela temporal não inibe planos estudados durante prazo maior. 

Os R$ 50 bilhões anunciados para aplicação em três anos, foram e estão mantidos.

2015 deverá ser igual ou levemente superior a 2014; 2016 pequeno salto, nivelando-se aos resultados de 2013. Crescimento, 2017.

Como foi
Caso da Coluna, imodestamente foi ótimo. Não quantificadas antecipações de informações, análises corretas, corajosas – como vaticinar, para surpresa de jornalistas europeus, que o então apresentado VW XL1 não passava do demonstrar poder pessoal maior do presidente do Conselho da VWAG, de desenvolver componentes para conseguir consumo em torno de um número mágico: 100 km/litro. 

Depois, permear os ganhos tecnológicos a outros produtos, ajudando a Volkswagen a abrir caminho para aumentar economia e diminuir emissões, tudo dentro do projeto de ser líder mundial em 2018. Acertou.

Também, ocasião de verbalizar opinião em eventos internacionais, e participar de indicações de produtos e motores em dois prêmios internacionais e um brasileiro. 

Se 2013 se encerrou contabilizando em torno de nunca imaginados 5 milhões de leitores, e veiculada em 23 veículos impressos e eletrônicos, 2014 fez melhor, mudando números: arranhamos 10 milhões de leitores com publicação em 28 meios de Imprensa. 

Balanço resumido, faltou um item importante: não consegui dirigir o AMG GT – apesar de presente ao lançamento na Alemanha.

Mercado
Internamente o conjunto de números mostra contração. Vendas domésticas caíram em torno de 9%; exportações baixaram mais. 

Em motos números aproximados, porém a caracterização maior é a mudança de perfil de produtos. 

Os de menor cilindrada, de maior presença, têm sido ofuscados pelo crescimento das marcas famosas, de motos maiores e mais caras, aportando ao mercado, com montagem nos favorecimentos da Zona Franca de Manaus.

Lá fora

Na indústria foi ano de novidades. Começou com a surpresa da centenária e familiarmente controlada Peugeot pedir água e aporte de capital para socorrer o caixa. 

Outra surpresa, a rapidez de decisão do governo francês em socorre-la, adquirindo 15% de suas cotas, para impedir de a chinesa Dongfeng, também presente na adesão, superar o quantitativo de ações da família Peugeot, assumindo o mando da empresa. 

Na área, empresa faz cortes, porém mantém investimentos, mas reduziu acordos com a GM para dividir plataformas e motores. 

Medida para mostrar-se viva, ativa e de volta à competição no mercado, fez da linha DS, antes modelos Citroën, nova marca.

Novidade tecnológica e industrial foi trazida pela Ford, aplicando na cabine e carroceria 70% em alumínio em seu produto mais vendido, o picape F 150, em nome de baixar peso total, obedecer regras e patamares de consumo e emissões.

Alargou a trilha de outros fabricantes em espectro menor, aplicando-o em carrocerias especiais, como o Audi A8, e suspensões. 

Utilizá-lo em veículo apto a suportar trabalho duro facilita a outros fabricantes incrementar percentuais de uso – como pretende a Jeep, na próxima edição do Wrangler.

No caminho das surpresas, a Fiat SpA, a matriz italiana, conseguiu negociar e assumir a totalidade das ações da norte-americana Chrysler LLC. 

Somou o caixa da Chrysler com o da Fiat e criou holding, a FCA, sede na Holanda, ações na Bolsa de Londres. 

Pagou, no total, US$ 6,3 bilhões pela companhia. Barato. 

A antiga dona, empresa de participações Cerberus LLC comprara 80% da Chrysler à Daimler, por US$ 7,4 bilhões. E esta assumira o controle acionário pagando US$ 36 bilhões.

Da Fiat, outra surpresa maior: colocou em sinuca Luca de Montezemolo, há décadas bom presidente da Ferrari, fazendo-o sair. 

E, inimaginado, colocou ações de tal mito no mercado, para fazer caixa e subsidiar os custos de novos projetos. 

Dona das mágicas, mudou o nome das empresas regionais e, nos EUA, berço da Chrysler, suprimida da razão social. 

Agora é FCA US. Aqui, FCA Latam (de Latin America).

Luca, ciao



Mercedes surpreendeu, em 2014, com o GLA derivado da plataforma de entrada no mercado. 

Também, com o novo Classe C extremamente bem dotado e identidade focada no insuperado Classe S. 

Arrematou o ano lançando o AMG GT, esportivo com plataforma e carroceria em alumínio, valente para concorrer com Porsche 911. 

A Mercedes quer números, lucros, voltar à liderança dentre automóveis alemães.

AMG GT, nova marca, novo carro



Aqui
Disputa mais acirrada, em 2014, foi entre o VW Gol, líder de vendas à 27 anos, e o Fiat Palio, surpreendendo ao assumir a liderança, mantendo-a por seis meses.

Não se sabe quem venderam mais. 

Vésperas do Natal VW fez pacote em vendas corporativas e promocionais e ultrapassou o Palio em 900 unidades. 

Fechará o ano como o mais vendido? Ou a Fiat terá carta guardada para virar o jogo? 

Colocados contra a parede, peitados por um adicional de impostos, fabricantes alemães – exceto Porsche -, passaram o ano implantando fábricas no Brasil. 

Na prática pequenas montadoras, produtos com pouca nacionalização, baixa quantidade, resultado do projeto oficial Inovar-Auto para conseguir ter preço no mercado interno. Farão grandes lucros.

No mercado de importados Audi cresceu mais, com produtos bem escolhidos e atrevimento comercial. 

O modelo A3 sedan com motor 1.4 e preço em torno dos R$ 100 mil ajudou a acelerar crescimento de 105% em relação a 2013.

A3 sedan 1.4: alavanca da Audi


Mercedes passou período ruim, sem produtos entre o fim da geração anterior do C e a chegada da nova, mas vendeu 25% mais. 

No projeto de abrasileirar-se BMW foi mais ágil e inaugurou sua pequena fábrica em Santa Catarina. 

Montagem com pouca nacionalização – carrocerias vêm da Alemanha montadas e pintadas. 

Cresceu pouco em vendas, porém manteve a liderança dentre as marcas alemãs em instalação.

Em Jacareí, SP, fábrica inaugurada, dificuldades com mão-de-obra, a chinesa Chery iniciou produzir e estocar o Celler. Quer vendê-lo a partir de janeiro.

Grupo SHC, representante da também chinesa JAC, conseguiu montar fórmula com a matriz chinesa passando-lhes 2/3 do capital da fábrica a ser feita em Camaçari, BA. 

Diz, novo sócio assinará contrato de financiamento com novo governo baiano e erigirá fábrica em um ano. 

Grupo SHC mantém 1/3 da fábrica e toda a distribuição.

Outra chinesa gaguejou, tossiu, parou e deu marcha a ré. 

A Geely iniciou costurar acordos para montar automóveis da marca no Uruguai, vender no Brasil, mas não viabilizou o principal: rede de revendedores. 

Quem, de sã consciência, quer investir mínimos R$ 3 milhões para montar loja para vender pequenas quantidades? 

O grupo Gandini, importador, deu uma travada geral no projeto. Sobrou até para o advogado Ivan Fonseca e Silva, ex presidente da Ford, emprestando aval institucional ao exercer a presidência da Geely.

Land Rover Jaguar finalmente soltou o freio de mão e fixou pedra fundamental de fábrica a ser construída em Itatiaia, RJ. Land Rover convive com o rótulo de Carro do Mal Feito.

Nos governos petistas um Defender foi presente a Silvinho Land Rover, orgulhoso corrupto agraciado com modelo da marca, e recentemente o mal afamado Paulo Roberto Costa, levou modelo Evoque do poderoso doleiro Alberto Youssef.

Em produto
Novidades locais, ano rico. Começou com o up!, corajosa quebra de parâmetros pela Volkswagen, mudando conceitos de construção e de motorização, três cilindros, 1.000 cm3, e 80 cv, motor em alumínio, conjunto muito bem acertado.

Para fazer o up! a VW foi instada a mudar motores, atualizando-se como o 1.0 de três cilindros, logo em seguida o EA 211, quatro cilindros, e a novidade a ser vista neste ano, o primeiro com injeção direta de combustível, turbo – aliás, furo da Coluna. 

Além do up! e dos novos motores, aprimoramento dos processos e capacidade de produção do picape Saveiro, agora incluindo versão cabine dupla.

up! iniciou a mudança da Volkswagen


Da marca, o fim do Golf geração 4 e ½, parte da política de internacionalização – produzir veículos iguais aos das outras usinas da empresa pelo mundo.

Outro lançamento, longo parto, inúmeras apresentações de pedaços, o Ford Ka, projetado na Bahia, produção prevista a outros mercados em desenvolvimento, os BRICS.

Ford também aderiu ao motor de três cilindros, embora com bloco em ferro, aplicando-o ao Ka e sedã K+. Motores Ford são os mais modernos do País.

Preferência popular redesenhou a operação Peugeot, preferindo versões luxuosas, desprezando as de menor preço e equipamentos. 

Daí, marca acabou com as mais simples, equipou-as, refinou-as. Quer vendê-las como carros de charme, saindo das faixas iniciais de preço e lucro menores. 

Vender menos, ganhar mais.

Outra marca da PSA, a Citroën também mudou por decisão do público. 

Seu modelo C4 Lounge com mix projetado de 70% do motor 2.000 aspirado e 30% do 1.6 injeção direta e turbo, sofreu inversão por demanda do público. 

Agora 70% turbo e 30% aspirado. Citroën desenvolveu versão flex para o turbo.


Citroën C4 Lounge 1.6 turbo flex, preferido pelo público

 

Renault encerrou a ampliação de sua fábrica, aumentou capacidade industrial e voltou a crescer baseada nos produtos sobre plataforma Dacia – Logus, Duster e Sandero. Cortou para si 7% do bolo do mercado. 

Quer mais. Em 2015 lançará pick up médio anabolizado.

Associada Nissan inaugurou fábrica em Resende, RJ, fazendo o modelo de entrada March em duas versões, atualizada e antiga. 

Percalços, dificuldades com o mercado, acontecimentos exigindo rápidas respostas, mas não comprometem o projeto maior de querer 5% das vendas.

Japonesas Toyota e Honda foram-se bem. Primeira, cortando preço e fazendo pequenas mudanças no Etios. 

Tirou-o da condição de mico, mas não consegue posição de liderança como os outros produtos da marca. 

Na Honda sorri-se: Fit e City renovados cresceram nas vendas.

Mitsubishi iniciou montar o sedã Lancer no Brasil. Conteúdo maior, preço menor.

Paralelo
Gasolina mudou de formulação, para ser menos poluente. Álcool, combustível renovável, em crise, atrelado ao seu preço. 

E esta, oriunda de petróleo, cujo preço caiu quase 50% em três anos – US$ 110 a US$ 60. O valor pode inviabilizar o Pré Sal.

Em termos de tecnologia aplicada ao conforto dos usuários, dois programas tiveram sucesso em 2014. 

Por aplicativo gratuito o Easy Táxi localiza o táxi mais próximo, indica o tempo a chegar até o cliente, permite pagar eletronicamente por cartão. Ideia boa atraiu investidores estrangeiros.

Também, o CittaMobi facilita a vida: aplicativo gratuito para celular, fornece horários de ônibus, horário de chegada ao ponto onde está o usuário, soa alarme para o usuário saber se vai descer, em um ano opera em doze cidades. 

Aplicativo especial faz o indicativo para pessoas sem visão.

Lado oficial
Sem projeto, governo é lento em medidas. Sem direção a seguir, apenas costura remendos na colcha de retalhos dos problemas diuturnos, a indústria de autopeças sob controle nacional foi-se, assumida pelas concorrentes estrangeiras. 

O índice de nacionalização se esvai, com incalculável percentual hoje importado e, junto, a capacidade de competir – a barreira tributária imposta aos veículos importados, não protege a indústria local - apenas incentiva a falta de produtividade. 

Resultado, nossos veículos só conseguem ser exportados com desvalorização do dólar.

Proposta de revitalização do mercado interno teve proposta de Thomas Schmall, presidente da Volkswagen: renovação de frota. Sem notícias.

A queda de importações, pela redução da produção interna e vendas ao exterior, desbalanceou em US$ 8,6 bilhões. 

Para facilitar, Governo Federal listou 111 grupos de peças para fazer veículos - automóveis, caminhões, tratores -, reduzindo imposto de importação, da média de 15% para 2%. 

Debate-se, abrindo mão de receita, para manter o setor vivo. 

Não fala em política setorial, objetivos a ser cumpridos, não se incentiva maior desenvolvimento de componentes, nem se imagina porque, ou se explica o demérito institucional de, dentre os maiores, ser o único país sem um reles veículo de projeto e construção nacional. 

Coréia, China, Índia, começando depois, conseguiram faze-los.

A política de refrear relações comerciais, sem agilidade para fazer acordos internacionais, de manter o olhar curto, focando no Mercosul, e a tentativa pelo Inovar-Auto, de aumentar a produção local, mesmo com enorme conteúdo importado, gerou decisão de investigação internacional no âmbito da Organização Mundial do Comércio. 

Acusam o País de praticar medidas protecionistas no citado programa. Se consideradas procedentes, países autores poderão impor sobre taxação a produtos brasileiros.

Curioso, no rol dos reclamantes está a Argentina, grosseira praticante dos mesmos atos.

Em matéria esportiva, boas notícias. Ascendente Filipe Nasr chegou à Fórmula 1, e Rubinho Barrichello, dela aposentado, foi campeão em Stock Car. 

Gabriel Medina surpreendeu ganhando o inédito Mundial de Surf. Jovem, mas safo. 

Não esperou a inexistente ajuda oficial das verbas desaparecidas. Quis, preparou-se, foi e venceu.

Registro importante, o DVD Homem-carro, sobre a criativa vida de Anísio Campos – piloto, empresário do automobilismo, designer prolífico, pintor, escultor de automóveis, amigo generoso, grande personalidade.

Antigomobilismo sofreu mudança em seus principais eventos do Sudeste. 

O Encontro de Lindoia mudou-se para Campos do Jordão, e quando se imaginava o evento perdido, outro preencheu o espaço. Agora serão dois. 

Colecionadores de Alfa 2300, integrantes do grupo AlfaRomeoBR mostraram fidelidade à paixão: fizeram périplo incluindo o espaço onde foi a Fábrica Nacional de Motores e à da Fiat, onde o modelo foi produzido.

Como cultura do automóvel se expande em participantes, criação de clubes, em estruturas de restauração, movimento superior à inércia da federação do setor. 

Falta de reclamação e demanda por uma política talvez indique seja a imobilidade o desejo de todos.

Boa novidade foi a aquisição pelos passofundenses irmãos Azambuja, do imóvel onde operou o Museu Anos Dourados, em Canela, RS. 

Ampliado o espaço, será reinaugurado expondo acervo próprio. Detém a melhor coleção de nacionais.

Continua a novela do Museu Nacional do Automóvel, em Brasília, peitando o governo federal na Justiça, para impedir o Ministério dos Transportes remova o acervo para colocar no espaço, como diz, “arquivo morto de órgão extinto.” 

A promessa do governo do DF em levá-lo ao ocioso espaço do multimilionário estádio de futebol ficou na promessa. 

A direção do Museu acredita na renovação do governo local substituindo a inconsequência do PT.

Em resumo

Dificuldades consideradas apenas pelo ângulo do prejuízo são apenas perdas e estas devem ser assim lançadas na sua contabilidade pessoal do último dia do ano. Perdeu, está perdido. Valem as experiências.

Nossos problemas econômicos não têm, como prioritariamente alegado pelos governos, origem estrangeira. 

O problema está aqui, no despreparo, no foco diverso ao que deveria ser feito, na sobrevivência do sistema, no enriquecimento ilícito. 

E isto só mudará, e o País, o espetáculo, apenas melhorará se cada um dos pagantes reclamar da qualidade do espetáculo.

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edita@rnasser.com.br

FALHAS NOS AIR BAGS FABRICADOS PELA TAKATA JÁ CAUSARAM A MORTE DE CINCO PESSOAS E A EMPRESA É ALVO DE CENTENAS DE AÇÕES JUDICIAIS, ALÉM DE TER REALIZADO JÁ O RECALL EM 21 MILHÕES DE VEÍCULOS DE DIVERSAS MARCAS, A MAIS ATINGIDA A HONDA. O PREJUÍZO ESTIMADO SERÁ DE QUASE 800 MILHÕES DE DÓLARES - R$ 2,157 BILHÕES.


Falhas nos air bags fabricados pela Takata  já provocaram a morte de cinco pessoas e geraram centenas de ações judiciais contra a empresa. A Honda foi até agora a marca mais atingida por esses problemas.

A fabricante de "airbags" Takata diz ter dinheiro suficiente para lidar com os sucessivos "recalls" que os seus componentes têm originado. 

No total, foram já 21 milhões de veículos no mundo afetados por essas falhas.

Em entrevista a um jornal japonês, um responsável da Takata garantiu que a empresa tomará recorrerá a financiamento se necessário. 

A Takata anunciou que fez uma provisão de 774 milhões de dólares para enfrentar os prejuízos com esta questão.

As falhas já provocaram a morte de cinco pessoas e levaram a centenas de ações judiciais contra a empresa. 

O caso surge numa altura em que a segurança automóvel tem estado debaixo de grande atenção, devido às sucessivas campanhas de serviço realizadas pela General Motors

Só em 2014, a fabricante automóvel americana já realizou mais de 80 "recalls".

Recall em marcas premium
A Mercedes-Benz vai convocar 4.871 veículos devido a uma falha no abastecimento do combustível. 

Também a Jaguar Land Rover chamará às oficinas 1.571 veículos por problemas de freio. Ambas as operações terão lugar nos Estados Unidos da América.

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