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sexta-feira, 1 de maio de 2015

A JEEP CHEGOU E MUDOU GOIANA, UMA CIDADE COM CERCA DE 80 MIL HABITANTES, NO LITORAL, A MEIO CAMINHO ENTRE RECIFE E JOÃO PESSOA, TRANSFORMOU A VIDA NESSA REGIÃO, EM PLENA ZONA DA MATA PERNAMBUCANA. ALI, AGORA ESTÁ IMPLANTADA UMA DAS MAIS MODERNAS FÁBRICAS DE AUTOMÓVEIS DO MUNDO, QUE TEM O PORTO DE SUAPE COMO PRINCIPAL ESCOAMENTO DA PRODUÇÃO

 

MECÂNICA ONLINE®



Polo Automotivo Jeep: 
os diferenciais de uma 
fábrica moderna 


Inaugurada oficialmente, no dia 28 de abril, em Pernambuco, fábrica é resultado da combinação de diversas tecnologias inovadoras em um mesmo processo produtivo.


A Fiat realizou uma excepcional cerimônia para a inauguração oficial do Polo Automotivo Jeep - fábrica mais moderna da FCA – Fiat Chrysler Automobiles no mundo, que contou com a presença dos seus principais executivos, autoridades e imprensa nacional e internacional.

Foi gratificante participar desse momento tão especial, ainda mais quando observamos um Brasil em crise não apenas na economia, mas também na educação, o que resulta, numa crise de futuro. 


Mas o grupo FCA faz o caminho reverso e investe na formação, qualificação, numa região onde a cana-de-açúcar era o elemento motriz da economia. 

Muito bom ver as pessoas superando novos desafios, alcançando novas conquistas, buscando um novo futuro.

“Este foi também o projeto mais complexo já feito na história da companhia, considerando o objetivo de construir não somente uma fábrica de automóveis, mas de incluir em seu perímetro um parque de fornecedores de classe mundial, a fim de produzir veículos igualmente de classe mundial, sempre em sintonia e interação com os stakeholders”, afirma Stefan Ketter, vice-presidente Mundial de Manufatura da FCA, que coordenou a implantação do Polo Automotivo Jeep.


A maioria das soluções implantadas na fábrica pode já ter sido utilizada em outros estabelecimentos, mas o que efetivamente distingue essa planta é a combinação de todas as tecnologias inovadoras em um mesmo processo produtivo. 

O sistema de produção World Class Manufacturing (WCM) assegura a melhor interação entre homem e máquina, melhorando continuamente todos os processos.

Ainda no fluxo do processo produtivo, podem-se destacar os seguintes aspectos notáveis:


PRENSAS
As duas linhas de prensas Komatsu são as mais avançadas tecnologicamente. 

São as mais velozes, com capacidade para 18 estampos por minuto, e, ao mesmo tempo, consomem menos energia. 

Seus motores elétricos permitem o movimento de pesos enormes com precisão de décimos de milímetro. 

Essa precisão preserva a integridade da chapa e a qualidade do estampo.

Também em defesa da qualidade da chapa, a linha de prensas conta com uma linha de corte Schuler. 

Assim, a bobina de aço é recebida, limpa, estirada e cortada na própria planta, com total controle de qualidade que não é possível quando já se recebe o aço cortado.


FUNILARIA
Nessa área, está uma inovação projetada e executada exclusivamente para essa planta. 

Na etapa de projeto da fábrica, foi estabelecido o objetivo de soldar a carroceria em uma única estação. 

O desafio era aplicar 100 pontos de solda em 60 segundos, congelando a geometria da carroceria em uma única etapa. 

Normalmente, a fixação das partes e consolidação da carroceria é feita em três estações.

O movimento entre uma estação e outra pode comprometer a precisão da geometria, dando origem a futuros problemas, como encaixe imperfeito de componentes, ruídos etc. 


A Comau desenvolveu uma linha de framing com 18 robôs instalados no piso e no teto, que envolvem a carroceria e aplicam os 100 pontos de solda em 60 segundos, preservando os fatores de qualidade. 

A configuração dos robôs confere flexibilidade à linha, que pode produzir até quatro modelos simultaneamente.


PINTURA
A área de Pintura inovou ao adotar processo que dispensa uma das camadas de pintura – a primer. 

A alternativa tecnológica utilizada é a primerless. 

O processo assegura a qualidade final do veículo e a durabilidade da pintura, resultando ainda em menor consumo de energia e em menos emissões de produtos químicos na atmosfera.


MONTAGEM 
Na Montagem, destacam-se:

– Devido à concepção da ergonomia do processo, os trabalhadores são poupados de esforços físicos e de movimentos desconfortáveis. 


A linha utiliza como suporte ferramentas que ajudam o trabalhador a executar suas tarefas com conforto, como o skillet (carrinho que sobe e desce, adaptando-se à altura do trabalhador, e com base em madeira, por limitar o estresse nas costas) e ganchos rotáveis que giram lateralmente os carros, por facilitar a montagem das peças nos lugares com acesso mais difícil.

Também há ferramentas como a parafusadeira com controle de torque, que elimina o contragolpe ao final da operação. 

O conceito é simples: se o trabalhador opera com conforto, pode se focar na qualidade.

– A acoplagem do powertrain com o carro é uma parte fundamental e crítica. 

É difícil de fazer e envolve a movimentação de muito peso. Na linha, é feita automaticamente. 

O powertrain vem por uma linha no nível do piso, e a carroceria vem por linha aérea. 

Em determinado ponto, os dois conjuntos são conectados automaticamente. 

A automação garante repetibilidade da operação, assegurando total conformidade.

– Na logística interna, normalmente, um galpão industrial é um cubo, com uma grande distância entre a porta de entrada de peças e a linha. 

O galpão de Montagem, ao contrário, é como uma mão. 

A entrada é mais próxima da linha, eliminando distâncias, reduzindo a movimentação e aumentando a eficiência.


COMMUNICATION CENTER
O Communication Center é o cérebro do Polo Automotivo Jeep. 

Com aproximadamente 11 mil metros quadrados de área construída, está localizado no centro da fábrica Jeep e é onde serão concentrados os resultados físicos de cada etapa de produção. 

É possível, a partir dessa área central, percorrer a pé os pontos essenciais de todos os processos de produção, desde a área de Prensas até os veículos prontos para entrega ao consumidor na etapa final da unidade de Montagem.

O resultado de tal configuração é uma tomada de decisão rápida, uma organização eficiente da planta e o aumento no conhecimento do negócio. 

No interior do Communication Center, quatro áreas atuam em sinergia com esses conceitos: Centro de Componentes, Centro de Processos, Centro de Veículos e escritórios abertos.
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Tarcisio Dias – Profissional e Técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânica com habilitação em Mecatrônica e Radialista, é gerente de conteúdo do Portal Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) e desenvolve a Coleção AutoMecânica.

FCA RESGATOU A HISTÓRIA AUTOMOTIVA DOS ANOS 65, QUANDO A WIILLYS ERIGIU SUA FÁBRICA PERTO DE RECIFE, DEPOIS CHEGOU A JEEP, QUE VOLTA 70 ANOS DEPOIS COM UM PRODUTO DE ALTO PADRÃO, O RENEGADE, E CRIANDO MILHARES DE EMPREGOS NA REGIÃO DE GOIANA, ONDE ELES SÃO ESCASSOS E ALI TRANSFORMOU UM CANAVIAL NUMA UNIDADE AUTOMOTIVA CAPAZ DE PRODUZIR 250 MIL CARROS POR ANO.



Coluna nº 1815 - 30 de Abril de 2015
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De Pernambuco, Jeeps e Fiats


Sonho de qualquer urbanista, projetista de motor ou chassi é começar, ilustrativamente, com folha em branco. 

Em teoria, ali pode aplicar toda a criatividade, aproveitar ao máximo meios e facilidades para inteirar-se com o meio ambiente, ter produto final da melhor qualidade, seja loteamento, bairro, cidade, ou motor ou chassi novos.

Parece desejo ou gabarito comum. Porém, com certeza, os formuladores da operação iniciada como Fiat e encerrada como FCA, em Goiana, PE, gostariam de ter encontrado uma estrutura operacional pré-existente e nela incluir nova operação industrial.

A área escolhida foi marcada dentro de um canavial, próxima a Goiana, pequena e desassistida cidade, no norte de Pernambuco e no sul da Paraíba. 

Sediaria a fábrica, com projeto aperfeiçoado ante a responsabilidade de ser a primeira pós-criação da FCA – fusão de Fiat com Chrysler -, e mudando produtos, para implantar a marca Jeep, trazendo-a de volta a Pernambuco.

A Fiat/FCA entendeu a dificuldade. 

Contratou os melhores quadros em seu mundo e mandou-os para entender as raízes, as cabeças, o entorno. 

Cubar a complicação, criar caminhos e soluções.

Não queriam inflar a pequena Goiana com uma leva de trabalhadores externos, de costumes diferentes, e assim resolveram buscar mão-de-obra regional. 

Assim, contrataram-se carros de som, colocaram mesas nas ruas, como se fossem pontos de jogo-do-bicho, para receber fichas dos interessados. 

Evitando romaria na porta da construção, as inscrições dos letrados foi por Internet. 

E para evitar confusão, prostituição e outras mazelas em torno da obra com 11.000 trabalhadores, não construiu alojamentos no canteiro de obras. 

Contratou pessoal local, alugou hotéis, pousadas, reformou casas transformando-as em repúblicas. 

Havia outra razão para evitar movimento maior, o receio de invasão da área pela acolhida e agora comendada irresponsabilidade do MST. 

De tal forma, o canavial só foi desbastado quando a fábrica estava pronta e cercada.

Com cerca de 80% de mão-de-obra pernambucana, iniciou treinamento indo do aperfeiçoamento em Português e
 Aritmética. 

Meteu-se na estrutura escolar, construiu hospital, fez serviço social. 

Levantou e listou as manifestações de cultura popular para preservá-la e criar o orgulho cidadão. 

E fez ajustes para criar cursos de engenharia automobilística, e até curso para uso de smartphones

Não quer a fábrica como um enclave, mas como um equipamento gerando trabalho, renda, impostos, melhorando a vida das pessoas através da formação dos colaboradores. Trabalho enorme.

O operacional da fábrica tem 260 mil m2 e, para viabilizar a produção e conter custos, investiu R$ 1 bilhão, criando estrutura e atrair fornecedores, em área contígua com 270 mil m2 implemento importante e permite iniciar a produção de veículos com 70% de nacionalização, recorde em arrancadas.

Aplica 15 mil práticas da WCM, a manufatura de primeira categoria, e tem características próprias como o Co
munication Center, espaço aberto para a administração, onde se vai à mesa do responsável em busca de uma solução, e daí, se caso, à linha de produção. 

Carrocerias dos veículos em montagem passam sobre o Centro para ganhar espaço e tempo. 

A fábrica tem preocupações estéticas em sua engenharia. 

Da fachada, como enorme edifício envidraçado, ao pé direito e às elegantes colunas. 

Na operação, a novidade da pintura primer, a pintura básica, reduzindo materiais, poluição, tempo e custos.

A capacidade de produção é de 250 mil unidades anuais. 

O primeiro e o terceiro produtos serão Jeep. 

O segundo, picape Fiat, ainda sem nome mas tratado como Stradão. 

Quer aumentar presença das marcas Jeep e Fiat no Brasil, América Latina e África do Sul.

Não é apenas um retângulo onde se produzem veículos, mas um polo gerador de promoção de qualidade de vida. 

Que prefeituras no entorno e governos federal e pernambucano saibam ampliar tais benfeitorias, começando pelas ligações viárias com Recife e com o porto de Suape. 

A fábrica, aliás o Polo Automotivo, fica mais perto por distância e tempo de João Pessoa, PB.


Fábrica FCA, Goiana, Pe, no meio de um canavial


Novo Focus
Junho, após o Salão de Buenos Aires, onde exposto, Ford apresentará revisão estética do Focus, na metade do ciclo deste modelo, como a grade frontal inspirada nos Aston Martin, como o fazem Ka e Fiesta no Brasil, e Fusion mexicano. 

É padronização do produto argentino com o modelo europeu. 

Ponto maior não será visto, mas sentido: agregação de tecnologia eletrônica nos itens de recreação, prática instigadora da criação de novo vocábulo, infotenimento.

Sendo carro mundial não será surpresa se o Focus argentino, a desaguar no mercado nacional por conta dos entendimentos no Mercosul, siga caminho industrial do modelo europeu, com maior percentual de itens - para choques, grades, tapetes, plásticos, produzidos a partir de material reciclado. 

Matriz Ford foi a primeira fabricante com cultura ecológica, com diretoria para o assunto.

Em equipamentos e conteúdos, versões SE, SE Plus, grafada com sinal de adição, e Titanium, marcada por grade com barras cromadas e rodas especiais.

Focus 2016, junho

Outro Suzuki, o S-Cross
Marca japonesa em esforços para aumentar variedade de produtos em seus revendedores. 

Além do jipinho Jimny, montado em Goiás, traz veículos da marca do Japão e da Hungria, caso do S-Cross. 

Substitui o SX4, bem formulado hatch, e indica caminho construtivo: com as limitações legais para consumo e emissões, aplicou-se a reduzir peso, reformatando peças, materiais e métodos. 

Conseguiu, no final, 1.125 kg e uso esperto, menores consumo e poluição com o motor 1,6 litro e 120 cv de potência. 

Não é jipinho, é crossover, mescla entre hatch e sav – sport athletic vehicle. Oferece opções com câmbio mecânico de cinco velocidades e automático CVT com sete posições, tração dianteira e nas quatro rodas, a AllGrip, evoluído sistema atuando na tração, motor, transmissão, freios. 

Luiz Rosenfeld, presidente da Suzuki Brasil, diz, desenvolvimento focou em eficiência e afinidade com usuários. 

Novo caminho inclui o aumento de segurança, dotação de sistemas anti e de proteção aos ocupantes em acidentes. 

Teste de impacto pela EuroNCAP deu-lhe cinco máximas estrelas em segurança, e o programa de redução de consumo pelo Inmetro, registra 11,9 km/litro na cidade e 13,2 km/litro na estrada, a gasálcool 25%. 

Projeção de vendas 250 unidades/mês. Suzuki não comentou importar versão a diesel.


Modelo
R$
4x2 GL   (transmissão mecânica)
            74.900
4x2 GLX CVT
            88.900
4x4 GLX CVT
            95.900
4x4 GLX CVT
           105.900 
Opções: 
Pintura Metálica / Perolizada  
Bronze/ Bege; Prata / Preto                      1.400
Cinza / Preto e Branco / Preto                  1.000*
(apenas versão GLS)


S-Cross, redução de peso, novo caminho

Roda-a-Roda

Novela – Outro capítulo da rusga entre Ferdinand Piech, 78, do Comitê Diretivo da matriz Volkswagen, e Martin Winterkorn, 67, CEO da empresa. 

Piech, neto do professor Porsche, renunciou ante apoio ao executivo por seus colegas de banca, incluindo o estado da Saxônia, e o primo Wolfgang Porsche.

Festa - Land Rover festeja ter feito 6M de veículos nos 67 anos da marca com exemplar Range Rover LWB. Coerente. 

Coincide com 45 anos do lançamento do Range Rover, primeiro passo a SUV confortáveis, atual caminho da marca.

Descompasso – Desenvolvido e ajeitado ao comprador brasileiro, o JAC T3 foi exposto como J2 Refine no Salão de Xangai. 

Deveria coincidir com produção na fábrica JAC na Bahia, mas demora no liberar financiamento furou cronograma.

JAC T3 – na China J2 RefineAdicionar legenda.
Tecnologia – Tecnologia do conforto doméstico migra aos automóveis. Após TVs, Sony busca som em qualidade de sala de concertos. 

Está no Ford Explorer Platinum 2016, não vendido no Brasil. 

12 auto falantes somando 500W, em 10 locais, e woofers e tweeters.

Sinal – Líder como maior mercado do mundo, crescimento enorme, China tropeça, e um dos sinais é o interesse por carros usados. 

Outro, as promoções de vendas dos O Km, sinal da boca do forno ter superado o tamanho do balcão.

Resultado – O mercado chinês tem dado respostas financeiras aos fabricantes de automóveis, respondendo entre 1/3 e metade dos lucros das marcas lá operando. 

Projeção de queda de 50% dos lucros, neste ano.

YES! – Simples, mas definitiva e peremptória, a resposta de Sergio Marchionne, CEO da FCA, na entrevista ao inaugurar nova fábrica em Goiana, PE. 

Perguntado se a Alfa Romeo voltaria ao Brasil, resumiu com o monossílabo.

E? – Apesar do cenário e da ociosidade do novo espaço industrial, novo Alfa será importado. 

Assim, Alfisti, poupem. O projeto Giulia, renascendo a marca, deve facear preço a Audi A5, Mercedes E e BMW 5.

Promoção – Toyota induz vendas do picape Hi Lux e utilitário SW4: 30% de entrada; 20%, em 23 vezes. 

Ao final, quitação da metade faltante ou venda do picape a concessionário da marca, parte da quitação. Novos modelos, outubro.

Mercado – Mitsubishi aproveita o Dia das Mães e promove produtos para elas, de vestuário a equipamentos para esportes, como bicicletas e stand up paddles

Novo segmento na praça: Mãe 4x4.

Menos mau – Primeiro trimestre, Harley Davidson marcou aumento de 0,3% de vendas, na América Latina. 

Número contido, porém muito melhor ante queda de 1,3% no restante do mundo. Faturamento e lucros aumentaram em 1%.

Caminho – Du Pont, lembrada pelas tintas de sua produção, novo produto: carter plástico – depósito de óleo do motor nos veículos automotores. 

No usual em chapa de aço ou alumínio. Seu Centro de Inovação Brasil, em Paulínia, SP, desenvolve produtos por demanda dos clientes. O carter é um deles.

Conceito – Lembra-se das afirmativas sobre segurança superior dos carros antigos por suas chapas espessas, massudos para choques, grandes volumes? 

Vídeo de choque entre Chevrolets Impala 1959 e Malibu 2009 exibe a verdade. 



Começo – Mick Schumacher, 16, estreou e venceu na nova Fórmula 4, monopostos pós -kart, em Oscherleben, Alemanha, com sobrenome paterno. 

Em kart, corria com o da mãe. Sua gerente, amigos e família pediram à Imprensa não pressioná-lo por ser herdeiro do heptacampeão mundial em Fórmula 1.

Manutenção – Moras em cidade com céu limpo? Colhe água de chuva e coloca-a no radiador do seu carro. 

Água de céu poluído é ácida e a de torneira é tratada, ambas danosas às galerias de água de circulação e refrigeração do motor. 

Use o aditivo orgânico na proporção indicada no manual do proprietário.

Antigos – Mandatório se colecionador de antigos. 

Adicione, pelo menos, um litro do aditivo orgânico para garantir bom fluxo, preservar mangueiras, vedações e a bomba d’água.

Gente – Nelson Piquet, tricampeão em Fórmula 1 e carmaníaco, brinquedo novo.

OOOO McLaren 12C – plataforma e carroceria em fibra de carbono, V8, 3,8 litros, 630 cv, sete velocidades e tecnologia de Fórmula 1. 

OOOO Faz conjunto com Ferrari California, Porsche Carrera 4 e Ford GT com potencia dobrada a 900 cv. OOOO


Do canavial, uma fábrica

A Willys, marca mítica no Brasil, nos idos de 1965 fez fábrica nas beiradas de Recife. 

Lá montou Jeeps, Rurais e picapes, parte de projeto estratégico nacional para disseminar industrialização. 

Mesma fábrica, tornada base para a produção de chicotes e instalações elétricas, permitiu à Fiat, comprando-a, habilitar-se ao projeto do governo federal para ampliar a industrialização.

A FCA, razão social sacramentando a união de Fiat e Chrysler, leva a marca de volta ao estado – e ao País. 

A Willys-Oveland do Brasil encerrou-se ao transferir seu controle para a Ford. O retorno é passo importante. 

O Jeep amanhou a terra, abriu estradas, foi veículo e ferramenta no pós-Guerra.

Tão adaptado às demandas do País, foi o primeiro letreiro de primeira fábrica privada a instalar-se aqui e, por características de adaptação a tantas necessidades, o veículo mais vendido no princípio de nossa indústria automobilística.

O Jeep volta em novo segmento criado no tipo de mercado por ele inaugurado no pós-Guerra, o veículo com dupla aptidão. 

Sete décadas após, adequado às exigências dos compradores, vem com produto como o primeiro degrau na escala de produtos da marca. 

No caso, o Renegade e duas versões com quatro cilindros: tração simples e motor 1.8 em ciclo Otto; tração nas quatro rodas e motor 2.0, a Diesel.

Projeto da fábrica e seu operacional reúnem o melhor do mundo industrial, mas tem o toque da experiência local. 

Cledorvino Belini, então executivo e hoje presidente da FCA regional e com lugar no board da empresa, cimentou a base para a arrancada da então Fiat ao fazer a mineirização dos fornecedores, levando-os para Betim, MG – onde está a grande usina -, nas beiradas da fábrica. 

A redução de custos e logísticas ajudou a torná-la competitiva e líder. 

A FCA repetiu a fórmula, indicando grandes pretensões.

Jeep Renegade, pernambucano
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quinta-feira, 30 de abril de 2015

A BMW MOTORRAD QUE JÁ FABRICA CAPACETES, BOTAS E LUVAS PRÓPRIOS PARA MOTOCICLISTAS ACABA DE PRODUZIR, EM PARCERIA COM A ALPINESTARS, UMA JAQUETA QUE CONTEM UM COLETE COM UM AIRBAG, QUE PROTEGE A PARTE SUPERIOR DO CORPO: OMBROS, COSTAS E DORSO.



A BMW Motorrad e a Alpinestars anunciam parceria exclusiva para a inovação de equipamentos de segurança para motociclistas. 

O primeiro produto a ser lançado sob esta cooperação será uma jaqueta BMW Motorrad, assinada por ambos os fabricantes, que apresenta um colete dotado de airbag, o qual foi desenvolvido usando a tecnologia da Alpinestars. 

A nova jaqueta estará disponível tanto nas versões masculina como feminina, e sua apresentação ao público será realizada ainda neste ano.

O colete com airbag se baseia no Tech-Air™ da Alpinestars, o primeiro sistema urbano de airbags autossuficientes, que funcionam de forma independente, sem a necessidade de que sensores sejam instalados na motocicleta ou de adequar uma motocicleta específica ao sistema de airbag utilizado pelo motociclista. 


Isto significa que o colete com airbag oferece a liberdade de se conduzir qualquer motocicleta sobre qualquer piso em todos os momentos, e pode ser usado com qualquer tipo de motocicleta ou maxi-scooter BMW Motorrad, permitindo que o piloto troque facilmente de motocicleta sem precisar reconfigurar ou reinicializar os ajustes pessoais. 

Portanto, o sistema encontra-se imediatamente pronto para o uso, e nenhum tempo é gasto com ajustes na compatibilização eletrônica entre o motociclista e/ou passageiro e a motocicleta.

Esta jaqueta BMW Motorrad/Alpinestars e o colete com airbag oferecem uma proteção abrangente para a parte superior do corpo, incluindo os ombros, costas e dorso frontal. 

Incorporando os seus sensores próximos ao corpo do motociclista, o sistema de airbag é ativado sem necessidade de se acionar sinais sem fio a serem enviados pela motocicleta.


A BMW Motorrad é a única fabricante de motocicletas a ter desenvolvido uma gama completa de equipamentos para motociclistas a partir da década de 70 - desde capacetes até vestuários para os motociclistas, como botas e luvas. 

Ao fazer isto, uma alta prioridade é atribuída ao máximo de conforto para o motociclista e o passageiro, bem como para minimizar as potenciais consequências de acidentes.

A BMW Motorrad sempre considerou o motociclismo e a segurança inseparavelmente ligados e ancorados no princípio de “Segurança 360°". 

A "Segurança 360°" divide o conceito global de motociclismo seguro em três aspectos: tecnologia de segurança no veículo, segurança que provém do equipamento do motociclista e segurança por meio do treinamento.

A Alpinestars vem inovando a tecnologia para a proteção do motociclista, desempenho e conforto há mais de 50 anos. 


O sistema de airbag Tech-Air™, que forma a base de sua cooperação de segurança ativa com a BMW Motorrad, é o resultado da pesquisa e desenvolvimento intensivos da Alpinestars, que teve início em 2001.

Durante décadas, ambas as companhias vêm mantendo um papel de liderança na segurança ativa e passiva do motociclismo. 

Esta nova parceria entre a BMW Motorrad e a Alpinestars agora se estende ainda mais, por meio deste acordo de desenvolvimento conjunto.

A CRISE QUE O BRASIL ESTÁ EXPERIMENTANDO FAZ SE SENTIR FORTE NO SETOR AUTOMOTIVO. AS MONTADORAS ESTÃO USANDO TODOS OS MEIOS À SUA DISPOSIÇÃO PARA VENDER SEUS CARROS, INCLUSIVE INCENTIVANDO A VOLTA DOS CONSÓRCIOS. ENTRETANTO, QUEM ESTÁ SE BENEFICIANDO SÃO OS VENDEDORES DE USADOS


Alta Roda 

Nº 834 — 28/4/15
Fernando Calmon


TENTATIVA VÁLIDA

Com a perspectiva de aprofundamento da crise de vendas neste ano, várias ações criativas estão em curso. 

Todo o elenco de estratégias – desde a “troca com troco” até os intermináveis feirões – foi sacado numa tentativa de animar o comprador a entrar na loja e sair com um carro zero-quilômetro.

Apenas o mercado de veículos usados conseguiu uma reação – previsível – depois de anos de apatia e queda de preços. 

Há clara tendência de valorização do usado e movimentação de trocar um modelo mais antigo por um menos antigo, ou mesmo seminovo (até cinco anos de fabricação pelo entendimento geral). 

A maioria das concessionárias vem tomando ações proativas para ter mais relevância neste mercado. 

Em suas entrevistas coletivas mensais a Anfavea tem citado com frequência as estatísticas da Fenauto, associação dos lojistas independentes que tem forte presença na compra e venda de veículos usados inclusive na formação de preços.

Agora as atenções se voltam ao consórcio, por duplo motivo: oferta menor (e a juros maiores) de crédito e estoque de cotas contempladas que não se transformaram em vendas efetivas. 

A indústria automobilística sempre viu com bons olhos o crescimento desta modalidade ao garantir uma demanda fixa por seus produtos. 

Segundo a Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), o número de consorciados aumentou 8% no primeiro trimestre, em relação ao mesmo período do ano passado.

Embora não existam estatísticas precisas – só o Banco Central tem controle efetivo sobre cartas de crédito em circulação –, o sistema de consórcio responde em média por 10% das vendas de veículos leves, podendo dobrar essa participação em períodos de crise como o de hoje. 

A situação atual está mais delicada porque 8% dos três milhões de consorciados de veículos leves e pesados (sem contar motocicletas) foram contemplados em sorteio e decidiram não usar o seu crédito. 

São 240.000 compradores que simplesmente preferiram sentar em cima do dinheiro (que continua aplicado pelas administradoras) e não adquirir nenhum veículo.

Esse cenário motivou Anfavea, Fenabrave e Abac a lançarem, em conjunto, uma promoção, inicialmente por 45 dias, para tentar convencer as pessoas a usar imediatamente suas cartas de crédito. 

Sempre há um percentual de compradores que adiam compras por motivos variados, como aguardar um lançamento, mudança de ano de fabricação e até a contemplação por sorteio antes do período planejado. 

De início, 16 fabricantes aderiram e prometem oferecer condições especiais (descontos e opcionais e IPVA grátis).

Todos os tipos de ações promocionais são válidos, mas essa em especial talvez obtenha alcance limitado. 

O contemplado pode simplesmente estar se sentido inseguro em retirar o carro no momento em que a falta de confiança permeia a economia brasileira. 

Afinal, tem de enfrentar despesas correntes de uso (combustível, manutenção, impostos, estacionamento, multas injustas), além de se sentir perseguido só por usar um automóvel.

A Abac afirma que os 8% de contemplados sem uso imediato do seu crédito estão dentro da média histórica. 

Se for isso mesmo, poucos estariam à espera de dias melhores para efetuar sua compra, o que não parece refletir a realidade atual.

RODA VIVA

DECISÃO pragmática e elogiável do governo, publicada em 26 de março, estimulará adoção de novos recursos para aumentar eficiência energética (economia de combustível) dentro do programa Inovar-Auto. 

Estão contemplados o sistema desliga-liga o motor de forma automática, monitor de pressão dos pneus, indicador de troca de marcha e ajuste aerodinâmico de grades frontais.

SUZUKI S-Cross é novo contendor interessante na faixa de SUVs e crossover compactos que oferece, além de bom acabamento, a racionalidade de aliar um motor de 1,6L/120 cv a peso contido (1.125 kg com câmbio automático CVT). 

Oferece versões 4x2 e 4x4 (com controle eletrônico sofisticado), além de porta-malas de 440 litros. 

Preço começa em R$ 74.900 e vai a R$ 105.900.

TOUAREG na versão de topo agora inclui acabamentos antes cobrados à parte na versão R-Line. 

Preço é alto – R$ 298.800 –, porém mais em conta que um Porsche Cayenne com o qual divide o projeto. 

Destaques: posição de dirigir, suave motor V-8 de 360 cv, câmbio automático de oito marchas e consumo de combustível razoável para o alto desempenho oferecido.

ANTECIPAR a venda do subcompacto QQ reestilizado, antes de sua produção nacional no segundo semestre, ajuda a Chery a enfrentar a greve que paralisa a fábrica onde produz o Celer. 

Agora, partindo de R$ 31.990 – 25% mais caro do que a versão básica anterior, montada no Uruguai – já embute, além das melhorias técnicas e de acabamento, as dores do chamado Custo Brasil.

SMART Light Evolucar, lanterna extra vendida como acessório com sensor que detecta movimentos do veículo para indicar mudança de direção pode exacerbar o pouco uso convencionais, sem contar o mau hábito de esquecer de consultar os espelhos. 

Outros acham que ligar a seta é suficiente, sem ter certeza se a manobra foi consentida ou percebida.
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fernando@calmon.jor.br e twitter.com/fernandocalmon

FORD É ELEITA NA EUROPA A “MARCA DE VOLUME MAIS INOVADORA” E O NOVO FOCUS É VENCEDOR NA CATEGORIA. CONCORRERAM À PREMIAÇÃO INOVAÇÕES APRESENTADAS POR 18 GRUPOS GLOBAIS DE AUTOMÓVEIS, REPRESENTANDO 53 MARCAS. O MONDEO FICOU ENTRE OS TRÊS PRIMEIROS E A MONTADORA GANHOU PRÊMIOS PARA SISTEMAS DE SEGURANÇA E ASSISTÊNCIA AO MOTORISTA


O novo Focus também foi o vencedor no seu segmento e o novo Mondeo ficou entre os três primeiros da categoria.

A Ford ganhou os prêmios para sistemas de segurança e assistência ao motorista com o estacionamento automático

A Ford foi eleita a "Marca de Volume Mais Inovadora de 2015" por suas tecnologias de segurança e assistência ao motorista, na décima edição do prêmio AutomotiveINNOVATIONS, promovido pelo Centro de Gestão Automotiva da Alemanha. 


Concorreram à premiação inovações apresentadas por 18 grupos globais de automóveis, representando 53 marcas. 

O novo Focus também foi o vencedor no seu segmento e o novo Mondeo ficou entre os três primeiros da categoria.


A Ford ganhou os prêmios para sistemas de segurança e assistência ao motorista com o estacionamento automático, capaz de manobrar o carro em vagas paralelas e perpendiculares, e com a assistência de frenagem de emergência (Active City Stop), que freia o veículo automaticamente para evitar acidentes em velocidades de até 50 km/h.



O Centro de Gestão Automotiva é um instituto independente voltado à pesquisa automotiva e da mobilidade e à consultoria estratégica na Universidade de Ciências Aplicadas de Bergisch Gladbach, na Alemanha. 

O prêmio AutomotiveINNOVATIONS é um reconhecimento à inovação na área da engenharia automotiva. 

O júri, liderado pelo diretor do Centro, prof. dr. Stefan Bratzel, em parceria com a PricewaterhouseCoopers AG, informou que os sistemas de assistência ao motorista responderam por cerca de 300 das inovações inscritas.

"O prêmio AutomotiveINNOVATIONS identificou as futuras tendências da indústria automotiva em uma base de mais de 1.200 inovações técnicas", disse Bratzel.

O júri reconheceu também a Ford pelo motor EcoBoost 1.0, que no ano passado foi o primeiro a vencer por três anos consecutivos o título de Motor Internacional do Ano, e pela tecnologia do seu controle eletrônico de estabilidade.

Joe Bakaj destacou também o Ford Smart Mobility, plano da empresa para ajudar a preservar a mobilidade e mudar a maneira como o mundo se move, enfrentando o desafio das cidades cada vez populosas e urbanizadas. 

Na primeira fase do plano, em janeiro, foram lançados 25 projetos-piloto de mobilidade em diferentes cidades do mundo para promover a inovação nas áreas de conectividade, mobilidade, veículos autônomos, experiência do cliente e “big data”.

VOLVO COLOCA EM PAUTA A QUALIDADE DO TRANSPORTE PÚBLICO NO CONGRESSO SMART CITY BUSINESS QUE ACONTECERÁ DE 19 A 21 DE MAIO, EM CURITIBA. ENTRE OS PALESTRANTES O ARQUITETO JAIME LERNER, EDWARD JOBSON, DIRETOR DE MEIO AMBIENTE DA MONTADORA E HITOSHI NAKAMURA, DO INSTITUTO DE TECNOLOGIA DO JAPÃO


Fomentar a discussão e multiplicar informações que contribuam para a melhoria da mobilidade urbana. 


Este é o objetivo do debate sobre a qualidade dos sistemas de transporte promovido pela Volvo e pelo Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP) durante o congresso Smart City Business, evento sobre a gestão das cidades, em Curitiba, de 19 a 21 de maio.


O fórum reúne especialistas em mobilidade para apresentar e debater soluções que contribuam para aumentar a eficiência e a qualidade do transporte urbano de passageiros. 


Participam do evento o arquiteto e urbanista Jaime Lerner; o especialista em mobilidade sustentável e diretor de Meio Ambiente da Volvo Bus, Edward Jobson; e o especialista em segurança e design urbano do Instituto Shibaura de Tecnologia do Japão, Hitoshi Nakamura.

Também participam da discussão os presidentes da ANTP (Associação Nacional do Transporte Público), Ailton Brasiliense e da NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos), Otávio Cunha e o presidente da Logit (empresa de consultoria de transportes), Wagner Colombini.


“A mobilidade urbana precisa ser vista como instrumento de desenvolvimento social, econômico e ambiental” afirma Ayrton Amaral, especialista em mobilidade da Volvo Bus Latin America. 

De acordo com o executivo, um sistema de ônibus, para ser reconhecido como de qualidade, precisa ter a mesma infraestrutura que sistemas de trilhos.

Para que um sistema de ônibus seja reconhecido como eficiente pela população, é necessário que reúna características como vias segmentadas para ônibus, pré-pagamento de tarifas, segurança, pontualidade, terminais de integração e informação ao passageiro. 

 “Sistemas de transporte bem organizados, além de melhorarem a qualidade de vida das pessoas através do ganho no tempo das viagens, oferecerem maior conforto e segurança, também melhoram a saúde pública e o meio-ambiente reduzindo a emissão de gases na cidade”, argumenta Amaral.

A programação completa pode ser conferida no site: www.smartcitybusiness.com.br


Fórum Moblidade Volvo

Data: 20 de maio

Hora: das 9h às 17:30h

Local: Centro de eventos Unimed – Universidade Positivo

Endereço: Av Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300 – Campo Comprido

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