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sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

OS ESTADUNIDENSES COMPRARAM NO ANO PASSADO 17,5 MILHÕES DE CARROS NOVOS, ENTRE ELES UM ELEVADO VOLUME DE SUV'S. CURIOSAMENTE, COM A QUEDA DO PREÇO DA GASOLINA, A COMPRA DE CARROS HÍBRIDOS E ELÉTRICOS CAIU. JAC J3 COM MAIS DE 100 MIL KM FOI AVALIADO, ESTAVA EM CONDIÇÕES. EM DETROIT, A NOVIDADE É UM SALÃO SEM IMPACTO. ANTES DO FIM DE ANO, O ECOSPORT SURGIRÁ COM MOTOR 1,5 DE TRÊS CILINDROS (TURBO?) RENOVADO. CUIDADO COM O GOLPE DO IPVA



Alta Roda

Nº 872 — 21/1/16

Fernando Calmon


DETROIT SEM GRANDE IMPACTO


Foi uma das recuperações mais rápidas de que se tem notícia. O mercado interno americano estava tão prostrado em 2009 com “apenas” 10 milhões de veículos vendidos, que nem dava para substituir a frota sucateada a cada ano. 

Pois, em 2015, venderam-se 17,5 milhões de unidades, recorde que perdurava desde 2000.

Além da crise financeira e imobiliária, o preço de petróleo estava quatro vezes mais alto do que hoje. 

Essa virada se explica por várias boas razões de fundo econômico, em especial pela exploração do xisto ter diminuído a dependência do país de petróleo importado. 

O Salão de Detroit, que vai até o próximo dia 24, tinha, assim, muito o que comemorar, mas nem por isso apresentou tantos lançamentos de grande impacto. 

Na realidade, apenas uma anomalia de cronograma, como comentou Bill Ford, dono da fabricante homônima.

Gasolina barata impulsionou a venda de SUVs, diminuiu a de modelos puramente elétricos (apenas 0,7% do mercado total) e até de híbridos. 

Em dezembro último, por exemplo, os SUVs praticamente empataram com os automóveis (hatches e sedãs) na preferência do consumidor, pela primeira vez. 

Cada segmento ficou com quase 40% do total, sendo o restante de picapes e monovolumes.

Entretanto, há uma severa meta de redução de consumo de combustível fóssil imposta pelo governo americano para diminuir emissões de CO2. 

A média de todos os modelos produzidos por cada marca deverá ser de 23,2 km/l, em 2025. 

Dessa forma, elétricos puros (a exemplo da versão final do Chevrolet Bolt lançado em Detroit) e híbridos plugáveis em tomadas (caso do VW Tiguan GTE 4x4 Active Concept com bom desempenho 100% elétrico fora de estrada) ajudarão a compensar picapes e SUVs pesados e sedentos por combustível, mas o problema será convencer o cliente a substituí-los. Quanto mais com a gasolina na faixa de R$ 2,40 o litro e tendência de baixa...

De interesse imediato para o Brasil, o Cruze hatch (ver abaixo em Roda Viva) com seu estilo mais próximo ao europeu e que agrada ao comprador aqui. 

Ford Fusion, produzido no México, recebeu leve atualização estilística e já é praticamente igual ao Mondeo alemão.

Embora os monovolumes representem uma parcela de apenas 7% do mercado americano, a FCA investiu bastante no Chrysler Pacifica, em tudo superior ao Town & Country. 

É todo novo e inclui recursos como portas corrediças e tampa traseira acionadas sem as mãos, teto solar triplo e até aspirador de pó integrado. 

No campo dos ainda puramente conceituais, está o SUV grande Kia Telluride, desenhado na Califórnia.

O Salão de Detroit deste ano destaca-se justamente por alguns sedãs e cupês. A Mercedes-Benz lançou a nona geração do Classe E, o mais tecnológico dos seus modelos: permite fazer ultrapassagens a até130 km/h em modo autônomo (basta ligar a seta) e estacionar por meio de controle remoto via aplicativo para telefone inteligente. Chegará ao Brasil no segundo semestre. 

O cupê Lexus LC 500, além de linhas ousadas, é o primeiro automóvel de tração traseira com caixa de câmbio automática de 10 marchas. Pretende desafiar modelos das três marcas premium alemãs.

O novo sedã Hyundai Genesis G90, com grade inspirada na dos Audi, vai pelo mesmo caminho.
RODA VIVA

CRUZE já tem data de início de produção, em Rosario, Argentina, projeto chamado lá de Fênix. 

Conforme fonte da Coluna, o sedã começa em maio e o hatch, em novembro deste ano. Em geral o lançamento se dá entre dois e três meses depois. 

Confirmado motor turbo (flex para o Brasil), de 1,4 litro e 150 cv cuja montagem também será feita no país vizinho.

QUANDO a Fiat Toro chegar ao mercado em março próximo (ainda em dezembro de 2015 o Registro Nacional de Veículos Automotores – Renavam já registrava 65 unidades emplacadas pela fábrica) surpreenderá também pelo preço. 

Apesar de maior e mais cara de produzir do que o Renegade, tem IPI menor por ser picape e não SUV. Pelo menos duas versões já têm nome: Freedom (entrada) e Volcano (topo).

ESTADO geral ao longo do tempo era o temor dos compradores de modelos chineses.

Um JAC J3 com 106.000 km rodados, cedido pelo importador, estava em condições dentro da média, segundo o experiente engenheiro e dono de oficina Vinicius Losacco. 

Resumo da avaliação: desempenho compatível, nível de ruído mais acentuado e embreagem sem suavidade.

REFLEXO da saída de mercado de compradores de menor poder aquisitivo, os automóveis com motores de 1 litro de cilindrada, de três e quatro cilindros, diminuíram a participação nas vendas totais de 36,1%, em 2014, para 33,8%, em 2015. 

Em parte devido ao avanço dos SUVs compactos. EcoSport renovado previsto para novembro terá motor de três cilindros, mas de 1,5 litro.

TENTATIVAS de golpe de estelionatários com a remessa de boletos falsos de cobrança do IPVA, principalmente no Estado de São Paulo, demonstram a fragilidade do banco de dados do Renavam. 

Acesso a endereços de proprietários não é permitido nem em caso de recall, quando vidas estão em risco. Brasil ainda tem jeito?
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

LAMBORGHINI VENDE PELA PRIMEIRA VEZ MAIS DE 3 MIL UNIDADES, EM 2015, CONRA AS 2.530, EM 2014


A marca italiana Automobili Lamborghini atingiu um novo recorde de vendas em 2015, superando, pela primeira vez na sua história, as três mil unidades.

Com 3.245 carros vendidos, a marca de Sant'Agata Bolognese alcançou um novo marco nas vendas, mas também em termos de novos produtos.

As vendas mundiais subiram de 2.530 viaturas para 3.245 unidades no ano passado, o que representa um crescimento de 28% em relação ao ano anterior e mais 2,5 vezes as vendas do ano de 2010. 


Atualmente, a marca de superesportivos conta com 135 concessionários em 50 países. 

O Lamborghini Huracán LP 610-4 com o motor de 10 cilindros foi o mais bem sucedido na história das vendas dos Lamborghini V10. 

No primeiro ano completo de comercialização, foram vendidos 2.242 unidades do Lamborghini Huracán. 

As vendas do Huracán, nos primeiros 18 meses após a introdução no mercado, registaram um aumento de 70% em relação ao seu antecessor, o Gallardo, no mesmo período após o lançamento no mercado.

“Aumentamos as vendas em todas as nossas principais regiões com novos recordes de vendas na América e na Ásia-Pacífico”, referiu Stephan Winkelmann, presidente e CEO da Automobili Lamborghini SpA. 


"Os nossos maiores mercados são os EUA e a China. Seguem-se o Japão, o Reino Unido, o Médio Oriente e a Alemanha, cada um deles a registrar um crescimento considerável em 2015", acrescentou.

A Lamborghini, pertence ao grupo alemão VW. É uma marca global e com uma distribuição de vendas entre três regiões: Europa, Médio Oriente e África, América e Ásia-Pacífico, que representam cada uma cerca de um terço das vendas globais.

“Em 2015, a Lamborghini teve um excepcional desempenho de vendas e novos recordes em todos os números-chave dos negócios da empresa, confirmando a força da nossa marca, de produtos e estratégia comercial”, disse Stephan Winkelmann, acrescentando que “com a introdução de vários novos modelos em 2015 e solidez financeira, estamos prontos para encarar com optimismo o ano de 2016”.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

SALÃO DE DETROIT APRESENTOU ALGUMAS AUSÊNCIAS E FALTA DE ATRAÇÕES. AINDA NO 1º SEMESTRE DESTE ANO, A FORD TRARÁ UM FUSION SUPER MELHORADO, QUANDO, COM MOTOR DE 330 CV, MUITA TECNOLOGIA E VERSÃO HÍBRIDA.A FORD ANUNCIA UM NOVO LINCOLN CONTINENTAL PARA 2017, NO CENTENÁRIO DA MARCA. HONDA VEM COM UM CIVC 1.5 TURBO, QUANDO A GM APARECERÁ COM UM CRUZE 1.4, TAMBÉM TURBINADO. NA FRANÇA, A PSA TAMBÉM ESTÁ EM APUROS


Coluna Nº 0416 - 21 de Janeiro de 2016
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Ventos de Detroit

O NAIAS 2016, Salão de Detroit, fez marca curiosa: apesar do mercado norte-americano ter tido recuperação formidável – de retração absoluta em 2008 para recordes de venda em 2015 -, a mostra organizada pelos revendedores de Michigan teve ausência e falta de atrações de Bentley e Mini, marcas da Volkswagen e da BMW, e Land Rover. Dentre os maiores destaques, poucos serão importados ao mercado nacional.

Mercedes Classe E 2017 – Segue a linha estética aplicada aos irmãos de linha C e S, e as novas formas e largo conteúdo eletrônico – descrito pela Coluna passada – o rotulam como semiautônomo. 

Mantém a motorização 2,0 turbo. No Brasil até o final do semestre. Razões diversas, gostaríamos de fazer como a Mercedes: pular e esquecer 2016.

Mercedes Classe E


Ford Fusion – Dificuldade para a Ford foi modificá-lo, melhorar aparência, confortos, e manter preços e liderança no segmento, onde supera Honda Accord e Toyota Camry. 

A versão Sport, motor L4, 2,3 litros, 330 cv, emprega tração nas quatro rodas, caixa automática com seis velocidades, suspensão continuamente monitorada para rodar confortável, piloto automático, detector de pedestres, e ParkAssist para vagas perpendiculares. 

Acima, Platinum, com revestimento em couro, rodas liga leve, 19” e grade personalizadora.

Versão híbrida desenvolveu software para melhorar eficiência. Produzido no México, é importado sem pagar impostos de importação. Primeiro semestre.

Ford Fusion


Lincoln Continental 2017 – Apresentado para ocupar espaço no mercado e fazer promessas em suprir a lacuna aberta pela marca ao retirar a geração anterior de produção. 

Foi o último Ford com chassis e tração traseira e liderava o mercado de frotas com motorista.

Novo modelo emprega motor V6, 3,0 litro, dois turbos e 410 cv, inesperadas regulagens motor/transmissão/suspensão/freios para opcional condução esportiva. 

Tração frontal ou nas quatro rodas. Mais detalhes durante o ano, lançamento em 2017 para comemorar 100 anos da marca.

Lincoln Continental


Honda Civic – Nova geração, apuro em estilo e aerodinâmica. Em importância, supera simples substituição no meio do ano, pois será o primeiro produto Honda a receber novo motor, reduzido a 1,5 litro, e com turbo. Reduz peso, aumenta potência e torque, reduz consumo e emissões.

Honda Civic 

Chrysler Pacifica – Reinvenção da minivan de vida fugaz há uma década. Carro novo sobre a plataforma do sedã Chrysler 200. 

Mimos de uso familiar como aspirador de pó – famílias mal educadas tem grande aptidão a colecionar detritos –, e as boas ideias Chrysler para arranjo com os bancos. 

Primeira híbrida do setor, com dois motores elétricos. Não híbridos com motor V6, 3,7 litros, 290 cv. Importação possível.

Chrysler Pacifica


Chevrolet Cruze - Imagem anteriormente divulgada pela GM argentina - e exibida pela Coluna - em providências de finalização pela GM do vizinho país. 

Além do produto, de base e projeto coreanos, introduzirá a novidade de família de motores 1,4 litro, 16v, turbo. Virá em versões sedã e hatch.

BMW M2 – Foi mostrado em outubro e apareceu em Detroit em versão final. Ganhou trato de equipamentos como os largos pneus e adjutórios para manter no chão a carroceria pequena e leve escondendo suspensão por alumínio ultra leve, e motor L6, 3.0 dois turbos, produzindo 370 cv. Será importado.

BMW M2


Force 1 V10 – Bicho novo no cenário norte-americano de veículos esportivos, soma de competências entre Henrik Fisker,designer dos elétricos com seu nome, Ben Keating, competidor e fanático por Dodge Viper, e Robert Lutz prolífico executivo ex Ford, ex Chrysler, ex GM.

Fábrica nova, VLF Automotive, perto da Chrysler em Auburn Hills, Mi, dois lugares, todo em fibra de carbono, suspensão ativa para dirigibilidade e segurança ante o motor V10, 8,4 litros, 750 cv, o mais poderoso entre aspirados, rodas em liga leve, pneus Pirelli PZero, freios Brembo. 0 a 100 km/h cerca 3s, velocidade final em 350 km/h.

Interior em couro e alcântara costurados à mão, e coisas curiosas como porta garrafa de Champagne – pelo visto não será vendido no mercado escandinavo


... Produção em abril, entregas a partir de setembro. 50 unidades da série inicial, e compradores automaticamente inscritos em duas corridas anuais.

Preço? US$ 268.500. 
A interessados, www.vlfautomotive.com

Empresa também fará o Destino V8.

Force 1, V 10

Depois do Dieselgate, o Renaultgate?
Você acha possível fiscais do Ibama e do Ministério do Meio Ambiente adentrar em planta da Petrobrás, mandado na mão, para aferir se produtos poluem acima da regra oficial? 

Nem pensar. Há anos, a petroleira desrespeitou determinações, acordos, mantinha em produção o diesel S 500, veneno a nós e ao meio ambiente. Governo federal nunca se importou em fazê-la cumprir.

Entretanto, na França, o interesse público é superior ao poder do acionista maior. 

Semana passada, na França, autoridades e polícia foram a escritórios e fábricas Renault buscando algum método, sistema, peça ou aparato eletrônico para burlar o controle das emissões. 

Missão contra possível versão francesa do Dieselgate, invenção da Volkswagen alemã para seus motores diesel, poluindo acima das regras norte americanas.

Impacto grande, repercussão idem, fez cair o valor de suas ações e da concorrente PSA, e o fato de um executivo de proa ter vendido, em dezembro, 750 mil euros em ações da empresa, deixou a impressão de saber ou antever problemas e perda de valor nestes papéis.

Governo francês, maior acionista, com 20% da empresa, emitiu nota sobre o aqui apropriadamente chamado Renaultgate dizendo não ter relação com o da VW, nem se descobriram dispositivos para falsear os testes de emissões com os modernos motores 1,6 bi turbo diesel – serão aplicados pela Renault no picape Alaskan a ser feito no Brasil em 2018. 

Como o leitor da Coluna soube em primeira mão, é picape tripartite, agregando Nissan e Mercedes no projeto. 

Quando lançado, há dois anos, tal motor reduziu consumo e emissões em 25% relativamente a um motor 2,0.

Questão
Ante o Dieselgate o governo francês implantou grupo técnico independente, a Comissão Royal, para aferir veículos e certificar operação quanto às emissões. Primeiros resultados favoráveis à Renault mas, em paralelo, a Direção-Geral de Concorrência, Consumo e Controle de Fraudes, resolveu também investigar.

Marca é uma das três melhor classificadas em esforços para reduzir poluição.

Porém
Com aferição oficial Renault faz recall de 18.800 Captur – SUV médio a ser feito no Brasil -, com motor diesel de 111 cv, por conta de emissões maiores sob temperaturas fora do protocolo dos testes, e ofereceu software de atualização a 700 mil diesel em carros da marca. 

Tipo prevenção. Em valores perdeu 3.3 bilhões de Euros – 3,6 bilhões US$, aproximados R$ 15 bilhões.

Outras

Ford, Mercedes e PSA também tem auditados veículos leves com motores diesel. Peugeots 208 e 508 foram testados pelo órgão francês de ecologia, atestando-os conforme regulamentos e valores. 

PSA emprega sistema de tratamento “BlueHDi” entre o coletor de descarga e o filtro de partículas, eliminando até 90% dos óxidos de nitrogênio, poluente dos diesel.

Roda-a-Roda

De volta – Picapes Jeep voltarão ao mercado. Crescendo em produção e lucros, marca, parte da FCA, fará sobre plataforma do Jeep Wrangler – como o original ao fim da década de ’40.

Aqui - No Brasil foi feito nas décadas de ’60 – montado na fábrica da Willys no mesmo Pernambuco -, e metade de ’70. 

Foi picape Jeep, picape Willys e F 75. Na releitura, intensivo uso de alumínio. Apresentação Salão de Detroit, 2017.

Surpresa – GM deu passo positivo em relação aos veículos elétricos. Mostrou o Bolt EV, arquitetura para uso familiar e 320 km de autonomia, grande conquista sobre um dos pontos fracos de suas tentativas.

Mais - Na confusão em que a Volkswagen se meteu com motores diesel emitindo acima das normas, já enfrenta 450 ações movidas por proprietários e sem número por entidades de governo e estado.

Em casa – Agora, escritório de advocacia anunciou reunir centenas de acionistas nos EUA e Inglaterra para acioná-la judicialmente na Alemanha sob outro aspecto. 

Não é perda com produto, mas compensação por queda do valor das ações, causada ante redução de vendas e lucros.

551 – FCA acelera para energizar os projetos do X1H, carrinho para ser degrau de entrada da marca, abaixo do Uno, e a projetados R$ 29 mil, e no 551, SUV para substituir atuais Compass e Patriot. 

Será apresentado em junho, sem nome definido. O 551, no Salão de Nova Iorque, 03.abril.

Como é – 551 é baseado na multi ajustável plataforma Small Wide, mesma de Renegade e Toro, medidas superiores em conforto, refinamento interno, em relação ao Renegade. Motores 2,4, 190 cv, a gasolina, e 2,0, 170 cv, diesel.

Mercado – Novidade na questão, Pernambuco exportará para os EUA, pois a retração local criou ociosidade industrial e ocasião para o Brasil fornecer o ainda pagão 551. 

Lá, em 2015, produtos a ser substituídos, venderam 250 mil unidades, capacidade da fábrica em Goiana. Pe.

Negócio – BMW atualizou o sedã Series 3 produzido no Brasil, e acelerou os preços. Versão de entrada, 2,0 litro, turbo, 184 cv, subiu de R$ 140 mil para R$ 163 mil. 

Na sequência, 328i, mesmo motor produzindo 245 cv a R$ 208 mil.

... II – Mercedes anuncia últimas unidades do Classe C 2015/2016, a R$ 147.900. Estoque antigo. Acabando, aumento entre 6 e 10% nos preços.

Rápida – Com a suspensão do embargo econômico ao Irã, enquanto alguns projetam eventuais negócios, alemães agem: Audi trata para ter representação no país; parte de caminhões da Daimler já assinou carta de intenções para joint venture com a Khodro Diesel e o Mammut Group. BMW estuda.

Negócio – FedEx, poderosa de entregas rápidas, assumirá este braço da concorrente TNT. Comissão Europeia já concordou. Finalização durante o ano. E racionalização e sinergias, com óbvios cortes entre mão de obra e ativos.

Comportamento – Curioso o manifesto pró-réus por advogados criminalistas contra os processos aplicados pela Polícia Federal e sob o juiz Sérgio Moro. 

Vago, sem indicações precisas, deixou no ar rótulo repelido pela sociedade – bandido bom é bandido solto. 

Tênue linha separa o exercício de defesa ao direito dos acusados, e a defesa dos manifestamente culpados, pode empurrar tais advogados para lugar ao lado dos bandidos, como inimigos da sociedade. 

Menos um – Findou-se o Autódromo Internacional de Curitiba, nas beiradas rurais de São José dos Pinhais. 

Expansão do município levou donos a incorporar condomínio residencial e empresarial. Circuito apenas a eventos privados.

Antigos – Para quem gosta 
de história bem contada e de veículos antigos, mandatório ler a de Nicolau, 88 e sua Vemaguet, 51. 

BMW R NINET PERSONALIZADA PELA JOHNNIE WASH VENCXEU DESAFIO DE CUSTOMIZAÇÃO, ENTRE 90 PROJETOS INSCRITOS

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O projeto envolvendo uma BMW R nineT personalizada pela Johnnie Wash do renomado customizador brasileiro Ricardo Medrano foi um dos vencedores do Desafio de Customização (Customizing Challenge), promovido pela BMW Motorrad globalmente. Medrano recebeu o troféu das mãos do diretor da BMW Motorrad Brasil, Federico Álvarez, em sua custom shop Johnnie Wash, na Vila Olímpia, São Paulo.

A primeira edição do Desafio de Customização da BMW Motorrad contou com um total de 90 projetos assinados por 70 participantes de nove países, e premiou outros quatro projetos. 

Além de Medrano, da custom shop Johnnie Wash, de São Paulo, venceram o desafio Jochen Ernsting, da Alemanha, Dani Weidmann, da Suíça, Armando Farina, da Itália, e Dirk Hublou, da Bélgica.

O concurso também registrou a participação de customizadores do Canadá, do Japão, da Coréia do Sul e da Suécia.

A escolha dos vencedores foi feita por uma comissão formada por 25 integrantes, entre executivos, designers e colaboradores da BMW Motorrad na Alemanha. 

De acordo com o comitê, cada membro do júri elaborou sua própria lista de classificação e foi autorizado a distribuir uma quantidade pré-determinada de pontos aos candidatos. Ao final, as listas foram avaliadas e chegou-se aos cinco vencedores.

O projeto de Medrano destaca-se pelo refinamento dado à personalização da BMW R nineT, em estilo Scrambler e caracterizada pelo uso de peças pintadas de preto fosco. 

Entre as modificações que o customizador executou na moto estão a troca dos espelhos retrovisores originais por modelos menores e arredondados e a substituição do tanque de combustível padrão por um reservatório de aço inox. 

Os pneus originais, por sua vez, deram lugar à versão off-road fornecidos pela alemã Metzeler.

"Este prêmio foi a coroação de um trabalho desafiador e contou com a participação de muitas pessoas. Foi um prazer trabalhar neste projeto. Conseguimos um resultado estético incrível, pois mesmo mantendo fiéis algumas características da BMW Motorrad, tive liberdade para trabalhar. Estou muito orgulhoso e muito feliz", celebra Medrano.

No estilo Scrambler, a motocicleta é adaptada para o uso em piso não pavimentado, o que inclui a troca dos pneus por modelos fora-de-estrada, redução de peso, ajuste das suspensões e a inclusão de saídas de escapamento em posição elevada e guidão mais largo. 

Além da Scrambler vencedora, Medrano customizou outras três motocicletas para a BMW Motorrad: uma Cafe Racer, uma Roadster e uma Super Sport.

“O Desafio de Customização é uma ótima oportunidade para explorarmos a versatilidade da BMW R nineT, uma motocicleta que nasceu para ser customizada e permite inúmeras combinações de acessórios e peças. Termos um vencedor brasileiro é um ótimo resultado para nós e mostra que nosso País foi muito bem representado na competição”, comenta Federico Alvarez, diretor da BMW Motorrad Brasil.

MAIS SEGURANÇA CONTRA ROUBOS DE MOTOCICLETAS. CHEGA AO BRASIL PELA BMW MOTORRAD. O RASTREADOR TRAKER MOTO JÁ VEM EQUIPANDO OS MODELOS R 1200 GS, R 1200 GS ADVENTURE, G 650 GS, F 800 GS, F 800 GS ADVENTURE, F 800R, S 1000 R E O S1000 RR, EM SÃO PAULO. RIO DE JANEIRO E MINAS GERAIS


Disposta a oferecer ainda mais segurança e tecnologia aos clientes, a BMW Motorrad e a rede de concessionários oferecem gratuitamente aos novos proprietários da marca o rastreador para motocicletas Tracker Moto. 

Os clientes dos modelos R 1200 GS, R 1200 GS Adventure, G 650 GS, F 800 GS, F 800 GS Adventure, F 800 R (Ride e Premium), S 1000 R e S 1000 RR, de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, poderão optar por receber sua nova motocicleta já com o dispositivo instalado e com serviço de rastreamento por 12 meses.

O Tracker Moto utiliza a tecnologia de radiofrequência, sistema que não sofre interrupção de sinal em lugares fechados como túneis, garagens, subsolos e galpões, e é imune aos inibidores de sinais. 

O rastreador é blindado, resistente a altas temperaturas, trepidações, poeira e água, e possui bateria própria, com durabilidade de 12 meses.

“Proporcionar segurança é um dos nossos compromissos com os clientes. A parceria entre BMW Motorrad e o Grupo Tracker amplia os benefícios que já oferecemos e está em linha com nosso padrão de qualidade e atendimento”, afirma Matteo Villano, gerente sênior de vendas da BMW Motorrad Brasil.

O Grupo Tracker conta com 700 antenas instaladas de norte a sul do Brasil, equipe de rastreamento aérea e terrestre (helicópteros, aviões, carros e motos), relacionamento com as principais autoridades de segurança do Brasil e América Latina, além de Comando de Operações 24h por dia. 

Todas as motocicletas passam por um processo minucioso de homologação. Uma equipe de especialistas faz um estudo técnico do modelo, para garantir um local de instalação, visando especificamente manter elevados os índices de recuperação.

“Estamos preocupados em oferecer um produto que realmente responda com efetividade ao processo de recuperação em casos de roubo ou furto. Em função disso, os nossos índices atualmente estão em torno de 95%”, revela o presidente do Grupo Tracker, Alvaro Velasco.

Para mais informações sobre a BMW Motorrad Brasil, acesse:
www.bmw-motorrad.com.br

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Youtube: youtube.com/BMWMotorradBR

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21 de janeiro de 2016

Fábrica digital: investimentos e tecnologias por trás de um novo veículo


Para muitos é mais um novo veículo que chega ao mercado. Mas na verdade o universo de investimentos que um fabricante realiza até esse momento muito vezes não são percebidos pelo consumidor.

O grupo FCA investiu numa planta completamente inovadora, apostando na força de trabalho de uma nova região e vem colhendo muitos frutos com o Jeep Renegade. Em breve será a vez da picape Toro.

E as demais marcas continuam investindo na modernização de suas plantas para aumentar a eficiência na produção, oferecendo mais qualidade em seus produtos e redução nos custos operacionais.


A Volkswagen do Brasil investiu na modernização da fábrica de São José dos Pinhais, com a ampliação de áreas produtivas e a instalação de equipamentos de última geração para a fabricação do Novo Golf, um dos modelos mais inovadores da marca do mundo.

Foi criada uma nova área de Armação, com equipamentos mais modernos e eficientes, que proporcionam a economia de até 30% no consumo de energia, em comparação com processos anteriores.

Um novo processo de montagem de veículos também foi implementado, permitindo que os modelos da família Fox e o Novo Golf sejam produzidos na mesma linha, um fato inédito dentro do Grupo Volkswagen.

Além disso, mais de 2.000 empregados participaram de programas de qualificação profissional para todos os postos de trabalho envolvidos na fabricação do Novo Golf, para assegurar a excelência da mão de obra na produção do modelo.


“A fabricação do Novo Golf é mais um sinal do compromisso de longo prazo que a Volkswagen do Brasil tem com o País. Mesmo nesse cenário econômico desafiador, estamos mantendo nossos investimentos no desenvolvimento de novos produtos”, afirmou David Powels, CEO e presidente da Volkswagen do Brasil.

Todas as áreas produtivas receberam investimentos para o início da fabricação do Novo Golf: na Armação, onde ocorre a montagem das carrocerias, foi instalada uma nova linha com 168 robôs de última geração.

Entre os novos equipamentos, estão soldas a laser, que fazem a união das peças por meio de um feixe de luz, e um novo Eco Framer, moderno equipamento que faz a geometria da carroceria, com precisão de décimos de milímetro, e a colocação das laterais interna e externa, o que traz vantagens qualitativas.


Os robôs, além de possuírem tecnologia avançada, são mais rápidos, menores, mais precisos e têm controles digitais de alta eficiência, o que resulta em economia de energia. 

Por conta disso, esses equipamentos são 25% mais eficientes energeticamente se comparados à geração anterior.

Ainda na Armação, foram instaladas 145 pinças servo-pneumáticas utilizadas no processo de solda da carroceria, que são mais rápidas e 30% mais eficientes energeticamente. 

Elas também garantem 99% da eficiência do processo de união das peças, por meio de sistemas que já fazem a avaliação dos pontos trabalhados, no momento da solda.

Além disso, os geradores da nova cabine de solda a laser, onde é realizada a soldagem do teto e das laterais do veículo, consomem apenas 15% da energia gasta pela tecnologia anterior.

A pintura também ganhou uma nova linha com robôs mais modernos para aplicação de PVC, Primer e Verniz, por possuírem maior precisão na aplicação dos materiais, esses equipamentos garantem a excelência qualitativa do processo produtivo.

Na Montagem, a principal mudança ocorreu na área do Fahrwerk – onde é feita a união da parte motriz do veículo (motor, transmissão e suspensão) com a carroceria – processo que também é conhecido como “casamento”. 

Foi implementado um novo Fahrwerk, que permite que os modelos da família Fox e o Novo Golf sejam montados na mesma linha, um fato inédito dentro do Grupo Volkswagen.

O novo sistema confere ainda mais precisão ao processo, além da rastreabilidade dos apertos de todos os parafusos utilizados nessa etapa. 

Para a instalação do novo Fahrwerk, foram trazidos mais de 60 containers com equipamentos da Alemanha, entre eles robôs de parafusamento, parafusadeiras, fusos, placas de montagem do conjunto motriz, elevadores de placas, mesas de transferência, manipuladores e sistemas de controles eletrônicos.


Como funciona o Fahrwerk
A área do Fahrwerk é subdividida em três principais processos: primeiro, ocorre a montagem do motor com câmbio e todos os periféricos do conjunto motriz.

Em seguida, é feita a pré-montagem do chassi (eixos, tanque de combustível, suspensão, escapamento), e depois a união da parte motriz (motor, transmissão e suspensão) com a carroceria, processo que também é conhecido como “casamento”.

Com o novo Fahrwerk, a unidade de São José dos Pinhais está alinhada à nova estratégia global da marca (MQB) e a linha de montagem preparada para fabricar novos produtos dentro deste conceito.


Projeto foi desenvolvido com tecnologia digital inovadora
O projeto da fabricação do Novo Golf em São José dos Pinhais foi desenvolvido com auxílio da Fábrica Digital, uma tecnologia do Grupo Volkswagen que consiste em um conjunto de softwares adaptados para simular virtualmente os processos produtivos, antes da implementação física.

A “Fábrica Digital” foi utilizada na maior parte dos processos de adaptação da fábrica para receber o novo modelo, seja na implementação de novos equipamentos como na otimização do fluxo logístico, evitando um total de gastos da ordem de mais de R$ 4 milhões, que seriam utilizados com possíveis interferências e adaptações que deixaram de ser realizadas.

A Fábrica Digital permite realizar simulações, que garantem a definição do melhor e mais robusto processo produtivo, minimizando o prazo de implementação, otimizando o tempo de fabricação e balanceamento da linha, além de promover a melhoria da ergonomia, levando à excelência os movimentos do trabalhador e gerando maior produtividade.

Além da simulação dos processos produtivos, os postos de trabalho também foram avaliados no ambiente da Fábrica Digital, utilizando, entre diversos recursos, uma tecnologia presente em games. 

Esse recurso altamente tecnológico foi utilizado para garantir a ergonomia dos postos de trabalho na nova linha de produção, mantendo sempre o bem-estar dos colaboradores.

A tecnologia de games permite avaliar a ergonomia dos postos de trabalho da produção. 

Durante as análises, um colaborador simula o mesmo movimento necessário no processo produtivo.

Com uma câmera, são captadas as imagens do operador em movimento; essa tecnologia permite que os ergonomistas avaliem se os movimentos são ergonômicos. 

Uma das principais vantagens é a praticidade de uso dessa tecnologia, cujo aparelho é transportado e montado facilmente, permitindo simulações rápidas.

A utilização da tecnologia de games para aprimorar a ergonomia de postos de trabalho da produção da empresa é uma inovação criada pela equipe de Engenharia de Manufatura da Volkswagen do Brasil.


Trajetória
Atualmente, a unidade de São José dos Pinhais emprega mais de 3 mil pessoas, produzindo os modelos Fox, Fox BlueMotion, CrossFox, SpaceFox, Novo Golf e Audi A3 Sedan.

Fatos marcantes
1999: Inauguração da fábrica em São José dos Pinhais, com a fabricação do Golf e Audi A3

2003: Lançamento do Fox

2005: Lançamento do CrossFox

2009: Nova Geração do Fox e CrossFox

2010: Unidade comemora 1 milhão de Fox produzidos

2011: Unidade comemora 500 mil Golf produzidos e inicia a produção do SpaceFox

2012: Lançamento do Fox BlueMotion e unidade comemora 2 milhões de veículos produzidos

2013: Unidade comemora 1,5 milhão de Fox produzidos, apresenta o Fox BlueMotion com o novo motor de três cilindros 1.0L e Grupo Volkswagen anuncia novos investimentos na fábrica paranaense

2014: ao completar 15 anos, unidade chega a 2,3 milhões de veículos produzidos desde a sua inauguração

2015: Início da fabricação do Audi A3 Sedan.

2016: Início da fabricação do Novo Golf.
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Tarcisio Dias – Profissional e Técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânico com habilitação em Mecatrônica e Radialista, é gerente de conteúdo do Portal Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) e desenvolve a Coleção AutoMecânica.
E-mail: redacao@mecanicaonline.com.br

Coluna Mecânica Online® - Menção honrosa (segundo colocado) na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo 2013, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade.

NOVO SENSOR DE PRESSÃO PARA PNEUS CHEGA AO BRASIL PARA EVITAR ACIDENTES COM MOTOS. O APARELHO INFORMA EM TEMPO REAL A PRESSÃO DOS PNEUS


Os pneus murchos ainda são responsáveis por grande parte dos acidentes com moto em todo o Brasil. Por meio de um display instalado próximo ao painel, o sistema permite que a calibragem seja feita somente quando necessário.

Ao trafegarem nessas condições, os motociclistas têm  o equilíbrio prejudicado e aumentado o risco de acidentes fatais por conta da pequena área de contato dos pneus com o solo.

O novo Kit TPMS Dalgas chega ao Brasil para evitar problemas como este. Trata-se de um acessório de segurança que ajuda o motociclista a controlar a temperatura e pressão dos pneus durante o trajeto em todos os tipos de ruas, avenidas ou rodovias. 


Para isso, basta que os pneus sejam sempre calibrados de acordo com a fabricante e estejam bom estado de conservação.


Um alerta é emitido assim que ocorre uma repentina queda na pressão ou aumento de temperatura, prevenindo uma provável situação de risco para o condutor. 

Os sinais sonoros e luminosos indicam qual é o tipo de problema e em qual roda ele foi detectado, possibilitando o reparo com mais rapidez e segurança.

Além de um importante equipamento de segurança, o Kit TPMS Dalgas evita paradas desnecessárias e aumenta a vida útil dos pneus, tornando-se um aliado do condutor. 


Com instalação simples e rápida, a novidade já está disponível nas principais lojas de acessórios para motos em todo o Brasil.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

VOLKSWAGEN LIDERA VENDA DE CARROS NA UNIÃO EUROPEIA, ONDE FORAM COMERCIALIZADOS 13,7 MILHÕES DE VEÍCULOS EM 2015, EMPLACANDO CERCA DE 3,4 MILHÕES VEÍCULOS. A PORSCHE CRESCEU 25,7%, COMERCIALIZANDO MAIS DE 63.500 CARROS, A BMW TAMBÉM CRESCEU BEM, 12,4%, CHEGANDO A CERCA DE 900 MIL CARROS VENDIDOS E A MERCEDES E A DAIMLER ARRANCARAM O HONROSO SEGUNDO LUGAR ATRÁS DA VW, COM CRESCIMENTO DE 29,9% E MAIS DE 1,5 MILHÃO DE EMPLACAMENTOS. PEUGEOT, RENAULT, FORD E SEAT TAMBÉM FORAM BEM


O Grupo Volkswagen foi líder de vendas na União Europeia (UE) no ano passado, tendo emplacado um total de 3.377.799 veículos, apesar do escândalo da alteração das emissões nos motores a diesel da família EA189.


No final de Dezembro existiam 13.713.526 novos carros a circular nas estradas europeias, com as vendas aumentando 9,3% face a 2014, confirmando a tendência de crescimento que já tinha de 2014.

Apesar dos bons resultados, a Associação de Construtores Europeus de Automóveis (ACEA) acredita que ainda não é altura para entusiasmos excessivos, já que "este resultado supera apenas ligeiramente os níveis registados em 2010, imediatamente a seguir à crise". 


A tendência é positiva, mas o mercado como um todo continua a vender pouco. 


De acordo com os dados divulgados pela Associação Europeia de Construtores de Automóveis (ACEA), o Grupo Volkswagen emplacou mais 6,1% veículos do que em 2014.

No total, o mercado de veículos de turismo e todo o terreno na UE fechou 2015 com um aumento de 9,3%, terminando o exercício com o registo de 13.713.526 matrículas.


O grupo Renault acompanhou a tendência geral do mercado, crescendo 9,2%. 

A Volkwsagen avançou apenas 6,3%, e ficou à frente da PSA Peugeot Citroën, cujo crescimento se fixou nos 6,2%.


Dentro do grupo alemão, todas as marcas que o compõem acabaram em alta em 2015, com a Porsche a registar mais 25,7% de veículos do que em 2014 (63.530 unidades)...



a Skoda mais 6,1% (588.104)...



a Audi mais 5,7% (738.051) e ...



... a Seat mais 2,8% (327.930).



Atrás do consórcio alemão ficaram os grupos franceses PSA Peugeot Citroen (com mais 6,2% para 1.448.819 unidades) e...


... Renault (com mais 9,2% para 1.334.556 unidades).




A Ford foi o quarto fabricante com mais maiores vendas, tendo registrado mais 8,6% do que 2014 para 999.224...



... enquanto em quinto lugar se posicionou o Grupo Opel, que cresceu 2,4%, para 928.712 unidades.


O Grupo BMW foi a marca ‘premium’ que mais unidades emplacou em 2015, com mais 12,4%, face ao ano anterior, com 896.390 de carros vendidos.


A maior evolução positiva no segmento pertenceu à marca Daimler, que teve mais 17,3% unidades vendidas do que em 2014 (799.386)...



... seguida da Mercedes-Benz, com um aumento de 12,6% para 707.046 unidades.

Em nível de mercado, o destaque da ACEA vai para Espanha, que avançou 20,9% e para Itália que cresce 15,8%. 

O ranking dos maiores crescimentos fecha com França, Reino Unido e Alemanha, que apresentaram crescimentos de 6.8%, 6.3% e +5.6%, respectivamente.

O mercado automóvel europeu recrudesceu 9,3%, em 2015, mas apesar da recuperação o volume de vendas só agora se aproxima dos níveis da pré-crise. Os europeus compraram 13,7 milhões de carros, em 2015.

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