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sábado, 23 de janeiro de 2016

VOLKSWAGEN GOLF FABRICADO NO BRASIL CHEGA AO MERCADO COM QUALIDADE E TECNOLOGIA GLOBAIS, EM SUA 7ª GERAÇÃO. VEM EM TODAS AS VERSÕES COM SETE AIRBAGS, CONTROLE DE TRAÇÃO, ESTABILIDADE E ELETRÔNICO DO DIFERENCIAL E FREIOS COM SISTEMA PÓS-COLISÃO. OS MOTORES SÃO O 1.4 TSI DE 150 CV E 1.6 MSI DE 120 CV AMBOS TOTAL FLEX E CÂMBIO DE SEIS VELOCIDADES. OS PREÇOS VARIAM ENTRE R$ 73.800 E R$ 108.500.


Com DNA nacional, a sétima geração do Golf é disponibilizada na linha 
2016, com novos recursos de tecnologia, além de ter sua oferta de equipamentos reestruturada, para atender melhor o consumidor brasileiro. 

Agora produzido na fábrica da Volkswagen, em São José dos Pinhais (PR), o Golf 2016 chega às concessionárias em fevereiro como o primeiro modelo nacional a ser equipado de série, em todas as versões, com sete airbags, controle de tração, controle eletrônico do diferencial, controle de estabilidade e freios com Sistema de Frenagem Automática Pós-Colisão (SFAPC).

Entre as principais novidades estão os novos conjuntos mecânicos, que passam a contar com motores 1.4 TSI BlueMotion Technology Total Flex de 150 cv (versão Highline) e o novo motor 1.6 MSI Total Flex de 120 cv (versão Comfortline), que podem ser associados às transmissões manuais de cinco e de seis marchas, além da caixa automática com seis velocidades com função Tiptronic.

Outro destaque são os novos sistemas de infotainment com a tecnologia Volkswagen App-Connect, que reúnem os sistemas MirrorLink, Apple CarPlay e Google Android Auto. 

Há, ainda, a estreia da grife “Fender” para o sistema de som do Golf GTI, que também passa a contar com novos equipamentos, como as rodas de liga leve de 18 polegadas com estilo “Austin”. 

O Golf GTI é oferecido com o conjunto mecânico formado pelo motor 2.0 TSI de 220 cv e a transmissão DSG automática de seis marchas com função Tiptronic.

Preços
Golf Comfortline 1.4 TSI manual 6 marchas – R$ 73.800,00
Golf Comfortline 1.4 TSI automático 7 marchas – R$ 80.800,00
Golf Highline 1.4 TSI manual 6 marchas – R$ 80.500,00
Golf Highline 1.4 TSI automático 7 marchas – R$ 87.500,00
Golf GTI 2.0 TSI automático 6 marchas – R$ 108.500,00
Conceito MQB no Brasil
O Golf nacional chega para ser o primeiro modelo Volkswagen fabricado no Brasil que traz a nova estratégia modular MQB (Matriz Modular Transversal). 

Trata-se de um inovador conceito para o desenvolvimento e produção de veículos dentro do Grupo Volkswagen. 

Entre os principais objetivos de sua implementação está a padronização do processo de manufatura nas fábricas do Grupo, estabelecendo, por exemplo, a mesma sequência de montagem e proporcionando como grande vantagem a redução do tempo de produção dos veículos.

O conceito MQB também permite compartilhar a base estrutural para o desenvolvimento de veículos de diferentes segmentos, gerando sinergia para todas as classes de automóveis. 

Essa base foi desenvolvida seguindo preceitos de baixo peso, utilizando aços de alta resistência que permitem reduzir a espessura de algumas chapas e o peso total do veículo, o que colabora para a redução do consumo de combustível.

A combinação de dimensões padronizadas e variáveis, outro benefício da MQB, reduz significativamente a complexidade da produção de um veículo, gerando melhora substancial no processo produtivo e economia de escala.

A estratégia modular MQB permite ainda a padronização de peças e diversos componentes dos veículos produzidos sob esse conceito. 

Assim, ela torna possível a democratização de inovações, com o intercâmbio de tecnologias e a adoção de recursos que estariam disponíveis apenas em veículos de segmentos superiores. 

Entre esses recursos estão o ACC (Controle adaptativo de distância e velocidade), Driver Alert System (detector de fadiga), Sistema de Frenagem Automática Pós-Colisão e o ProActive (proteção proativa dos passageiros).

Downsizing flexível
O Golf Highline 2016 é equipado com o motor 1.4l TSI BlueMotion Technology Total Flex. Pertencente à família EA211, o motor tem bloco e cabeçote feitos de alumínio, duplo comando de válvulas no cabeçote (variável na admissão; são quatro válvulas por cilindro) e é equipado com injeção direta de combustível e turbocompressor. 

Esse motor desenvolve potência de 150 cv (etanol e gasolina) a 4.500 rpm. 

Seu torque máximo, de 25,5 kgfm, surge já a apenas 1.500 rpm, independentemente da mistura de combustível.

O motor 1.4l TSI BlueMotion Technology Total Flex pode ser combinado à transmissão manual de seis marchas ou à transmissão automática de 6 velocidades (com conversor de torque) com função Tiptronic (que permite ao motorista efetuar as mudanças manualmente, por meio da alavanca de câmbio ou por aletas no volante). 

O Novo Golf Highline acelera de 0 a 100 km/h em 8,3 segundos e alcança 209 km/h de velocidade máxima (dados com etanol). 

Com a transmissão automática, os números (também com E100) são de 8,6 segundos e de 204 km/h, respectivamente.


E para continuar a ser referência de downsizing, mesmo consumindo etanol (E100), gasolina (E22) ou qualquer mistura desses combustíveis, o novo motor 1.4 TSI Total Flex traz uma série de novidades em relação ao propulsor a gasolina.

A central eletrônica do motor (ECU) tem novos software e hardware. 

Os pistões e anéis foram redimensionados para os 10 cv extras de potência do motor flexível, que recebeu um catalisador especificamente calibrado para ele. 

Outras novidades são a guia de válvula que agora tem dupla vedação e a sede de válvulas do cabeçote e as válvulas injetoras com tratamento específico para operarem com o combustível de origem vegetal.

A sonda lambda passa a ser linear, proporcionando melhor controle na combustão. 

Por causa das características do etanol, o sistema de injeção de combustível do motor 1.4 TSI Total Flex utiliza 250 bar de pressão – como referência, o motor 1.4 TSI a gasolina trabalha com 200 bar. Com isso, a galeria de combustível foi modificada e está ainda mais robusta.

Ainda no sistema de ignição, as velas contam com grau térmico específico e geometria diferenciada para funcionar em qualquer mistura de etanol ou gasolina. 

O motor 1.4 TSI Total Flex utiliza velas de ignição de dupla platina, o que proporciona ignições e faíscas mais rápidas utilizando menos energia. Resultado: excelente durabilidade.

Sistema de “espelhamento”
mais avançado no mundo.


O App-Connect é uma tecnologia global que permite que a tela do celular seja “espelhada” na tela central do sistema de infotainment. 

Ou seja, a tela do veículo repete o que está sendo exibido na tela do celular e é possível comandar o sistema de infotaiment pelo celular ou comandar o celular pelo sistema de infotainment. 

É o sistema de “espelhamento” mais avançado disponível no mundo.

Os novos sistemas de infotainment são o “Composition Media”, o “Discover Media” e o “Discover Pro”. 

Todos são uma evolução dos já consagrados sistemas de infotainment ofertados no Novo Golf. 

Os dois primeiros contam com telas de 6,5” sensíveis ao toque, coloridas e de alta resolução. 

Também oferecem ampla interatividade, com várias opções de informação e entretenimento, além de visual moderno e tecnológico.

O novo sistema de infotainment “Discover Media”, que é oferecido para as versões Comfortline, Highline e GTI, traz adicionalmente recurso de navegação que se destaca pela facilidade de uso e interatividade com o painel de instrumentos, possibilitando uma condução mais segura e confortável. 

Esse sistema também contempla o “MapCare”, que permite a atualização periódica gratuita da base de mapas durante toda a vida do veículo, além da avançada conectividade com os smartphones por meio da tecnologia Volkswagen App-Connect. 

Fotos, vídeos e músicas em diversos formatos são alguns exemplos de mídias que podem ser “lidas” nos novos sistemas de infotainment da Volkswagen.


As configurações Highline e GTI contam ainda com a opção do sistema “Discover Media Pro”, que além de todos os recursos do “Discover Media”, traz tela sensível ao toque de oito polegadas, DVD Player e HD interno de 60 gb compartilhados.

Nos sistemas de infotainment “Discover Media” e Discover Pro” praticamente todos os comandos podem ser executados sem a necessidade de o motorista tirar as mãos do volante, operando o sistema por meio das teclas do volante multifuncional ou por comandos de voz. 

É possível selecionar as mídias (CD, SD-Card, Bluetooth, entradas auxiliar e USB), operar o telefone e o sistema de navegação apenas utilizando a voz.


Somam-se à comodidade as teclas de atalho no volante o sistema I-System, que também mostra na tela central no painel de instrumentos as principais operações de rádio, telefonia e navegação exibidas na tela do sistema de infotainment.

Comfortline: 
custo-benefício com segurança superior


Modelo de entrada, o Golf Comfortline tem foco na relação custo-benefício, já contando de série com equipamentos muito valorizados pelos clientes. 

Com segurança máxima em segurança para adultos e crianças, o modelo Comfortline traz uma série de recursos de segurança, como: sete airbags (dois frontais, dois laterais nos bancos dianteiros, dois laterais do tipo cortina e um de joelho para o motorista), cintos de segurança automáticos de três pontos em todos os assentos. 

É equipado com controle de tração (ASR), controle de estabilidade (ESC), bloqueio eletrônico do diferencial (EDS e XDS) distribuição eletrônica de frenagem (EBD), 

Traz faróis de neblina com luz de conversão estática, sistema Isofix de fixação de cadeirinha de criança com top tether (que permite a fixação da parte superior da cadeirinha) e freios com Sistema de Frenagem Automática Pós-Colisão.

O Sistema de Frenagem Automática Pós-Colisão aciona automaticamente os freios do veículo quando ele se envolve em uma batida, para reduzir a energia cinética residual. 

O acionamento do sistema de frenagem pós-colisão se baseia na detecção da colisão inicial pelos sensores dos airbags.

O sistema aplica os freios até que o veículo atinja a velocidade de 10 km/h. 

A velocidade residual do carro pode ser usada para conduzi-lo a um local seguro. 

O motorista pode se “sobrepor” ao sistema a qualquer momento – se os sensores perceberem que o motorista está acelerando, por exemplo, o sistema é desligado. 

O recurso automático também é desativado se o motorista começar a frear fortemente, a um grau de desaceleração mais elevado.

Conforto e conveniência 
O Golf Comfortline 2016 também traz como equipamento de série direção elétrica, ar-condicionado, vidros dianteiros e traseiros com acionamento elétrico e função “um toque”.

Conta também com sistema de infotainment “Composition Media” com tela sensível ao toque de 6,5”, travamento central por controle remoto e rodas de liga leve de 16”, freio de estacionamento com o sistema “Hill Assist”. 

E possui sensores de aproximação de obstáculos na dianteira e na traseira (“Park Pilot”) e retrovisores externos com ajuste elétrico, aquecíveis, com luz de seta integrada (side blinker) e função “tilt down” complementam a lista de série.

Novas transmissões
O modelo Comfortline é equipado com o novo motor 1.6 MSI, que pode ser associado a duas transmissões. 

A versão manual, com cinco marchas, traz a transmissão MQ250. O modelo automático conta com a caixa AQ160, com seis marchas e função Tiptronic. 

Ambas as transmissões contam com relações de marchas que privilegiam o conforto e o prazer ao dirigir, sem abrir mão da robustez e do padrão de qualidade do Grupo Volkswagen.

Com a transmissão manual, o Golf Comfortline acelera de 0 a 100 km/h em 10,4 segundos e tem velocidade máxima é de 188 km/h (dados com E100). 

Já na versão automática, a velocidade máxima de 184 km/h é alcançada em quinta marcha e a aceleração de 0 a 100 km/h é realizada em 11,6 segundos (dados com etanol).

O novo motor 1.6 MSI Total Flex é produzido em São Carlos, no interior de São Paulo, e também pertence à família EA211. 

Ele foi desenvolvido segundo critérios de maior eficiência energética e maior performance. 

Por isso optou-se pela configuração de quatro cilindros e 16 válvulas (4 válvulas por cilindro). 

Com 1.598 cm³ de cilindrada, o novo motor 1.6 MSI utiliza o sistema de partida a frio que dispensa a utilização do tanque auxiliar para gasolina.

Com a tecnologia Total Flex, ele é capaz de rodar com gasolina, etanol ou a mistura dos dois combustíveis em qualquer proporção. 

Sua potência máxima é de 120 cv (88 kW) a 5.750 rpm, quando abastecido com etanol (E100), e de 110 cv (81 kW) à mesma rotação, com gasolina (E22). 

O torque máximo é de 16,8 kgfm com etanol e 15,8 kgfm com gasolina, ambos a 4.000 rpm.

O novo motor 1.6 MSI Total Flex possui bloco e cabeçote feitos de alumínio, o que colabora para reduzir o peso do conjunto. 

O cabeçote do novo motor 1.6l MSI possui comando de admissão variável e coletor de escape integrado, formando uma peça única, com refrigeração líquida.

Outra solução inovadora adotada no novo motor 1.6 MSI Total Flex é o duplo circuito de arrefecimento, que permite temperaturas diferentes para o bloco e para o cabeçote – o sistema utiliza duas válvulas termostáticas.

Highline: inovação e requinte



Versão intermediária, o Golf Highline 2016 é equipado com o 1.4 TSI BlueMotion Technology Total Flex de 150 cv.

De série, o Golf Highline acrescenta ao conteúdo da versão Comfortline” ar-condicionado digital Climatronic (com duas zonas de resfriamento), 

E ainda com bancos de couro, lanternas de LED, volante multifuncional com controles do computador de bordo e dos sistemas de som e telefonia, sensores de chuva e de luminosidade com “Coming Leaving & Home”, entre outros.

O Golf Highline também traz de série o sistema Start-Stop e, sempre que equipado com transmissão automática, conta com aletas de troca de marcha atrás do volante (shift paddles).

O modelo pode ser equipado também com faróis de xenônio e sistema de seleção do perfil de condução. 

Há um total de quatro modos de condução disponíveis: Eco, Sport, Normal e Individual. 

No perfil de direção Eco, por exemplo: os gerenciamentos do motor, transmissão, ar-condicionado e outros sistemas auxiliares são controlados para alcançar o máximo de eficiência no consumo de combustível.

Bloqueio eletrônico do 
diferencial (EDS + XDS)
Tecnicamente, o bloqueio eletrônico do diferencial (EDS + XDS) está integrado ao Controle Eletrônico de Estabilidade (ESC) para melhorar a dinâmica do veículo. 

O bloqueio do diferencial é ajustado especificamente para cada modelo Volkswagen.


O sistema melhora a agilidade do veículo e reduz a necessidade de aplicar acentuado ângulo de esterço no volante para que entre em ação a frenagem nas rodas internas à curva em ambos os eixos. 

Isso significa que a força de frenagem aplicada colabora para que se mantenha um ângulo de esterço próximo ao de um veículo trafegando normalmente.

O recurso também colabora para reduzir sensivelmente o subesterço (saída de frente), melhorando a tração. 

Em adição a isso, o bloqueio do diferencial atua sobre qualquer condição de piso, resultando em dirigibilidade mais precisa.

Sistema “Pro Active” (Proteção proativa dos passageiros). 

Caso o sistema proativo de proteção aos ocupantes detecte uma situação de potencial acidente – como pelo início de uma forte frenagem por meio da ativação de um assistente de frenagem – os cintos de segurança do motorista e do passageiro da frente são automaticamente pré-tensionados para assegurar a melhor proteção possível pelo airbag e sistema de cintos. 

Quando uma situação de condução altamente crítica e instável é detectada as janelas laterais (deixando uma pequena abertura) e o teto solar são fechados. Resultado: mais segurança.



ACC – Adaptive Cruise Control (Controlador adaptativo de distância e velocidade). 

O sistema usa um sensor de radar integrado à dianteira do veículo. O ACC mantém uma velocidade pré-selecionada e uma distância definida do veículo à frente, freando ou acelerando automaticamente, seguindo o fluxo do trânsito (de maneira que a distância sempre prevalece sobre a velocidade, garantindo a segurança).

Front Assist
O sistema de monitoramento frontal “Front Assist” funciona como o ACC com o sensor de radar integrado à frente do veículo, que monitora permanentemente a distância do tráfego à frente. 

Mesmo com o ACC desligado, o Front Assist ajuda o motorista em situações críticas pré-condicionando o sistema de freios e alertando o condutor por meio de sinais visual ou sonoro quando for necessária uma reação. 

Caso o motorista não freie forte o suficiente, o sistema automaticamente gera força de frenagem para tentar evitar uma colisão.


O Front Assist diminui a velocidade do carro de forma que, em condições ideais, a velocidade de um possível impacto seja minimizada. 

O sistema também auxilia o motorista dando um sinal caso o carro se aproxime demais do veículo à frente. A função City Emergency Brake (frenagem urbana de emergência) faz parte do Front Assist.

City Emergency Brake (Frenagem Urbana de Emergência). A função City Emergency Brake é uma extensão do sistema Front Assist, que, por meio de um sensor de radar, varre a área à frente do carro. 

Se houver perigo de colisão com um veículo trafegando ou parado à frente do carro e o motorista não reagir, o sistema de freios é pré-condicionado da mesma forma que com o Front Assist.


Se for necessário, a função City Emergency Brake inicia a aplicação total dos freios para diminuir a gravidade do impacto. 

Além disso, se o motorista deixar de pressionar o pedal do freio de forma suficiente, o sistema irá ajudar gerando o máximo de força de frenagem.

Detector de fadiga
Esse sistema detecta a perda de concentração do motorista e o alerta por meio de um sinal sonoro durante cinco segundos. 

Uma mensagem visual também aparece no painel de instrumentos, recomendando uma parada para descanso. 

Se o motorista não parar dentro dos próximos 15 minutos, o aviso é repetido.


Logo no início de cada viagem, o sistema analisa vários fatores, inclusive o comportamento individual do motorista ao volante. 

Durante a viagem, o sistema de detecção de fadiga avalia continuamente vários sinais, como o ângulo de esterço do volante. 

Se os dados do monitoramento indicarem um desvio do comportamento registrado no início da viagem, são acionados os sinais sonoro e visual.

Independentemente do monitoramento, sempre que o sistema é ativado recomenda ao motorista um intervalo para descansar após quatro horas contínuas de direção.

FLA – Front Light Assist (Assistente de luz para farol alto)

Sistema opera ativando ou desativando automaticamente o facho alto do farol. 

O FLA analisa o tráfego à frente do Golf ou em sentido contrário por meio de uma câmera instalada no para-brisa e automaticamente controla a ativação do farol alto. O sistema opera a partir da velocidade de 60 km/h.

Park Assist 2.0
A mais nova versão do sistema de assistência ao estacionamento agora facilita parar não apenas em vagas paralelas à via, mas também parar de ré em vagas perpendiculares. 

Adicionalmente, o Park Assist 2.0 também é equipado com função de frenagem e saída da vaga de estacionamento.

O sistema pode ser ativado a até 40 km/h pelo botão no console central. 

Utilizando o indicador de direção (seta), o motorista seleciona de que lado quer estacionar o carro. 

Se o Park Assist detectar uma vaga com tamanho suficiente, usando sensores de ultrassom, (40 cm de espaço para manobra à frente e atrás do carro são suficientes), o estacionamento assistido pode ter início: tudo o que o motorista precisa fazer é engatar a macha à ré e usar os pedais do acelerador e freio.

O sistema controla a direção automaticamente. 

O motorista é orientado também por “bipes” e informações visuais no display.

GTI: esportividade incomum no segmento


Uma das grandes novidades da linha 2016 do Golf GTI é a oferta das rodas de liga leve de 18 polegadas com estilo “Austin”. 

Calçadas com pneus 225/40 R18, as novas rodas são diamantadas a têm a parte interior das hastes escurecidas. 

Outra estreia na linha Golf no mercado nacional é a “grife” Fender, de altíssima fidelidade sonora. 

Trata-se do primeiro modelo fabricado no Brasil a ser equipado com esse sistema de som.

O sistema de som Fender consiste de dois tweeters instalados nos triângulos dos espelhos das portas e mais dois na forração traseira. 

Eles são equipados com ímãs de neodímio e cones de tecido. Nas portas dianteiras ficam os woofers com duas bobinas de voz. 

Também há woofers nos painéis de acabamento traseiros, com bobinas simples. 

Um subwoofer com bobina dupla também é colocado numa caixa de graves integrada ao porta-malas do carro.



A peça central do sistema de som é um amplificador de 10 canais, com amplificadores de potência Classe A/B e 400 Watts.

A oferta de opcionais também foi adaptada para melhor atender o consumidor brasileiro. 

Agora, é possível acrescentar praticamente todos os itens adicionais do Golf GTI mantendo o acabamento de tecido Xadrez Clark (Grafite) nos bancos e painéis de porta. 

O revestimento em Couro Vienna Preto está disponível no pacote “Sport”, que inclui as novas rodas de 18 polegadas e o ajuste elétrico do banco do motorista.

Exclusividade
O Golf GTI se distingue dos outros carros da série por vários itens adicionais e pelo emblema GTI. 

No exterior, eles incluem pinças de freios exclusivas na cor vermelha e lanternas traseiras com iluminação em LED, assim como ponteira do escapamento, (uma à direita e outra à esquerda) com “design GTI”. 

Também de série no Golf são as rodas de liga leve aro 17 – “Brooklin” com pneus 225/45 R17.



O Novo Golf GTI é equipado com um avançado motor a gasolina, com 1.984 cm3 de cilindrada, turboalimentado e com injeção direta. 

A potência é de 220 cv a 4.500 rpm e o torque máximo de 35,7 kgfm (350 Nm) está disponível já a 1.500 rpm. 

Resultado: a aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 7,2 segundos e a velocidade máxima é de 237 km/h.


Direção progressiva
Esse sistema permite aos condutores fazer curvas com menor movimentação do volante. 

Com a direção progressiva, são necessárias apenas 2,1 voltas (380°) no volante de batente a batente. 

No sistema tradicional, nas versões Comfortline e Highline, é preciso 2,75 voltas (500°). 

Explicação: os sistemas de direção convencionais trabalham com uma relação de redução constante. 

A nova direção do Golf GTI opera com relação de redução progressiva. Isso diminui o trabalho do volante perceptivelmente em manobras e ao estacionar. 

Em estradas secundárias, com muitas curvas fechadas, ou ao fazer curvas rápidas, o motorista sente uma melhoria no comportamento do carro, graças às respostas mais diretas.

Tecnicamente, a direção progressiva difere do sistema de direção comum pelo espaçamento variável dos dentes da cremalheira e do pinhão e por ter um motor elétrico mais potente. 

Em termos de funcionamento, diferentemente da relação de direção constante, que necessariamente representa um compromisso entre o desempenho e o conforto, os dentes da cremalheira são modificados pela ação do volante. 

Isso resulta em uma condução mais precisa e tranquila no intervalo entre velocidades médias e altas. 

Graças aos menores ângulos de esterçamento necessários, o sistema proporciona maior agilidade e maior diversão ao volante em estradas com muitas curvas.

Bloqueio eletrônico do 
diferencial “EDS e XDS”
O bloqueio eletrônico do diferencial XDS+ é uma função integrada ao controle eletrônico de estabilidade (ESC) para melhorar o comportamento dinâmico do carro. 

O XDS+ é uma evolução do XDS. Sua atuação também cobre as situações em que o carro não está sendo freado.

O sistema aumenta a agilidade e diminui a necessidade de movimentação do volante por meio de intervenções seletivas nos freios das rodas internas às curvas nos dois eixos. 

Além disso, o XDS+ funciona com quaisquer condições de aderência do piso. Isso resulta em uma dirigibilidade mais precisa.

ESC Sport
O sistema é acionado por um botão de dois estágios no console central. Se o motorista pressionar o botão uma vez, ele desativará a função ASR (controle de tração). 

Quando o botão é pressionado por mais de três segundos, o ESC muda para o modo “ESC Sport”. 

Em percursos muito rápidos, com muitas curvas, como em pistas de corridas, o sistema ESC irá reagir com retardo, o que permite elevar a agilidade na condução. 

Além da ativação pelo botão no console, o ESC também pode ser ligado ou desligado no do menu “CAR”.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

NISSAN INVESTE R$ 156 MILHÕES NA PRODUÇÃO DE BATERIAS DE ÍONS-LÍTIO PARA A FUTURA GERAÇÃO DE SEUS VEÍCULOS ELÉTRICOS. ENTRETANTO, A MONTADORA VENDEU EM 2015 QUASE 44 MIL MODELOS LEAF, CERCA DE 16 MIL NA EUROPA, DOS MAIS DE 200 MIL QUE CIRCULAM PELO PLANETA


Com investimento de 26,5 milhões de libras (cerca de R$ 156 milhões), a Nissan produzirá as baterias de íons-lítio para a futura geração de seus veículos elétricos (EVs, na sigla em inglês) nas instalações de manufatura da empresa em Sunderland, no Reino Unido.

O anúncio foi feito hoje pelo 
presidente da Nissan Europa, Paul Willcox, ao revelar que "este compromisso mantém 300 postos de trabalho altamente qualificados em relação à manufatura, manutenção e engenharia nessa fábrica".

O executivo lembrou que a Nissan, apenas em 2015, vendeu 43.651 veículos LEAF em todo o mundo, sendo 15.630 na Europa.


A fábrica de Sanderland, um dos três locais de produção global de baterias da Nissan, fornece módulos para o 100% elétrico Nissan LEAF e para a van elétrica e-NV200, fabricada em Barcelona, na Espanha.

Sendo líder global em veículos elétricos, com mais de 200.000 Nissan LEAF percorrendo estradas do mundo inteiro e cobrindo mais de três bilhões de quilômetros rodados, este investimento representa mais um passo em relação ao compromisso da Nissan com um futuro 100% elétrico. 

Paul Willcox disse que “o Nissan LEAF transformou o desempenho e a percepção dos veículos elétricos e fez da Nissan o líder incontestável na tecnologia de veículos elétricos".

Desde o início da produção de veículos elétricos em Sunderland em 2013, impulsionado por um investimento de 420 milhões de libras, a fábrica de baterias, assim como a produção de veículos LEAF da Nissan, mantiveram mais de 2.000 postos de trabalho na Nissan e na cadeia de fornecedores.

Paul Willcox explicou que a Nissan alcançou níveis de qualidade sem precedentes desde o lançamento da manufatura das baterias em Sunderland.

"Assegurar esta produção futura é testemunho crucial do nosso sucesso. Esta notícia coincide com o lançamento do Nissan LEAF com autonomia de 250 km", frisou. 


O anúncio chega no início de um ano marcante no qual a Nissan celebrará o 30.º aniversário da sua fábrica de Sunderland, atualmente a maior fábrica na história da indústria automóvel do Reino Unido, e o 10.º aniversário da sua fábrica de São Petersburgo, na Rússia. 

As instalações de São Petersburgo celebraram a produção da unidade n.º 200.000, em 2015, tornando-a na fábrica com o crescimento mais rápido da Rússia.

Quase sete décadas de experiência em EV
A herança da Nissan com os veículos elétricos tem já 68 anos de história, iniciada com o Tama. 

A Nissan, que se dedicou à pesquisa e desenvolvimento da bateria de veículos elétricos, avançou desde o zinco e hidreto de níquel até aos íons de lítio. 

A empresa comercializou com sucesso o primeiro veículo elétrico do mundo com bateria de íons de lítio em 1996, o Prairie Joy EV.

O conhecimento e experiência obtidos concederam à Nissan uma grande vantagem sobre os seus concorrentes e resultou no primeiro veículo elétrico da história a ser produzido em massa, o Nissan LEAF.

A Nissan anunciou o seu investimento de mais de 500 bilhões de ienes em projetos de veículos elétricos, com ambiciosos planos de expansão, à medida que a procura por automóveis elétricos, limpos, eficientes e acessíveis continua a crescer.


E não é apenas o LEAF que representa o investimento e os conhecimentos de engenharia de veículos elétricos da Nissan, já que a empresa anunciou a existência de mais de 10.000 carregadores rápidos (QC) CHAdeMO disponíveis em tudo o mundo. Estes QC poderão recarregar um LEAF até aos 80 por cento em apenas 30 minutos.

À medida que o nível da tecnologia de veículos elétricos continua a aumentar, a Nissan acredita que esta mudança para veículos de zero emissões mais limpos e mais eficazes contribuirá em larga medida para a melhoria da qualidade do ar e para a redução dos níveis de ruído.


A Nissan acelerará as suas iniciativas para a concretização de uma sociedade de zero emissões desenvolvendo e popularizando ainda mais os veículos elétricos assim como as inovações que utilizam a os negócios e a tecnologia de veículos elétricos.

CHERY COMEMORA A MARCA DE CINCO MILHÕES DE CARROS PRODUZIDOS E CONSOLIDA LIDERANÇA NO RANKING DA FABRICAÇÃO DE VEÍCULOS DE PASSEIO, NA CHINA


Na última década, a Chery alcançou o primeiro estágio do seu plano de expansão de produção e vendas, batizado de “Made in China 2025”, consolidando assim a sua posição de líder entra as automotivas chinesas. 


A marca vendeu 475.000 unidades nos primeiros 11 meses de 2015, um aumento de 12,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. 

As vendas totais do Arrizo e do Tiggo representaram mais de 70% do total de vendas da Chery. A montadora possui fábrica no Brasil que produz os modelos Celler e o QQ.

Em termos de globalização, a Chery continua dando atenção ao desenvolvimento dos mercados doméstico e externo. 


Desde a sua fundação, em 1997, a empresa tinha a estratégia de se “internacionalizar”, tornando-se a primeira fabricante de automóveis da China a exportar veículos, motores e tecnologias para países estrangeiros. 

Até novembro de 2015, a Chery exportou mais de 1,2 milhões de unidades para mais de 80 países e regiões do mundo, estabeleceu 14 bases de produção, mais de 1.100 pontos de venda e mais de 900 redes de serviço pós-venda autorizados fora da China.

Devido ao seu excelente desempenho na globalização, a Chery tem desfrutado da popularidade e influência da marca em alguns mercados no exterior. 

Na seleção de 2015 do ranking “China Top 20 Empresas em Imagem no Exterior”, organizado por instituições governamentais da China em setembro de 2015, a Chery ficou em terceiro lugar como a fabricante de equipamentos e montadora, à frente de vários gigantes da Internet e de eletrodomésticos.

Segundo Yin Tongyao, presidente global da Chery, a partir de agora a empresa entra na segunda fase do seu plano de transformação estratégica, “momento em que a companhia pretende avançar com inovação independente e consolidar a marca por meio da criação de um novo estilo de vida para seus consumidores, contando com tecnologias de ponta, excelente qualidade e globalização”.

OS ESTADUNIDENSES COMPRARAM NO ANO PASSADO 17,5 MILHÕES DE CARROS NOVOS, ENTRE ELES UM ELEVADO VOLUME DE SUV'S. CURIOSAMENTE, COM A QUEDA DO PREÇO DA GASOLINA, A COMPRA DE CARROS HÍBRIDOS E ELÉTRICOS CAIU. JAC J3 COM MAIS DE 100 MIL KM FOI AVALIADO, ESTAVA EM CONDIÇÕES. EM DETROIT, A NOVIDADE É UM SALÃO SEM IMPACTO. ANTES DO FIM DE ANO, O ECOSPORT SURGIRÁ COM MOTOR 1,5 DE TRÊS CILINDROS (TURBO?) RENOVADO. CUIDADO COM O GOLPE DO IPVA



Alta Roda

Nº 872 — 21/1/16

Fernando Calmon


DETROIT SEM GRANDE IMPACTO


Foi uma das recuperações mais rápidas de que se tem notícia. O mercado interno americano estava tão prostrado em 2009 com “apenas” 10 milhões de veículos vendidos, que nem dava para substituir a frota sucateada a cada ano. 

Pois, em 2015, venderam-se 17,5 milhões de unidades, recorde que perdurava desde 2000.

Além da crise financeira e imobiliária, o preço de petróleo estava quatro vezes mais alto do que hoje. 

Essa virada se explica por várias boas razões de fundo econômico, em especial pela exploração do xisto ter diminuído a dependência do país de petróleo importado. 

O Salão de Detroit, que vai até o próximo dia 24, tinha, assim, muito o que comemorar, mas nem por isso apresentou tantos lançamentos de grande impacto. 

Na realidade, apenas uma anomalia de cronograma, como comentou Bill Ford, dono da fabricante homônima.

Gasolina barata impulsionou a venda de SUVs, diminuiu a de modelos puramente elétricos (apenas 0,7% do mercado total) e até de híbridos. 

Em dezembro último, por exemplo, os SUVs praticamente empataram com os automóveis (hatches e sedãs) na preferência do consumidor, pela primeira vez. 

Cada segmento ficou com quase 40% do total, sendo o restante de picapes e monovolumes.

Entretanto, há uma severa meta de redução de consumo de combustível fóssil imposta pelo governo americano para diminuir emissões de CO2. 

A média de todos os modelos produzidos por cada marca deverá ser de 23,2 km/l, em 2025. 

Dessa forma, elétricos puros (a exemplo da versão final do Chevrolet Bolt lançado em Detroit) e híbridos plugáveis em tomadas (caso do VW Tiguan GTE 4x4 Active Concept com bom desempenho 100% elétrico fora de estrada) ajudarão a compensar picapes e SUVs pesados e sedentos por combustível, mas o problema será convencer o cliente a substituí-los. Quanto mais com a gasolina na faixa de R$ 2,40 o litro e tendência de baixa...

De interesse imediato para o Brasil, o Cruze hatch (ver abaixo em Roda Viva) com seu estilo mais próximo ao europeu e que agrada ao comprador aqui. 

Ford Fusion, produzido no México, recebeu leve atualização estilística e já é praticamente igual ao Mondeo alemão.

Embora os monovolumes representem uma parcela de apenas 7% do mercado americano, a FCA investiu bastante no Chrysler Pacifica, em tudo superior ao Town & Country. 

É todo novo e inclui recursos como portas corrediças e tampa traseira acionadas sem as mãos, teto solar triplo e até aspirador de pó integrado. 

No campo dos ainda puramente conceituais, está o SUV grande Kia Telluride, desenhado na Califórnia.

O Salão de Detroit deste ano destaca-se justamente por alguns sedãs e cupês. A Mercedes-Benz lançou a nona geração do Classe E, o mais tecnológico dos seus modelos: permite fazer ultrapassagens a até130 km/h em modo autônomo (basta ligar a seta) e estacionar por meio de controle remoto via aplicativo para telefone inteligente. Chegará ao Brasil no segundo semestre. 

O cupê Lexus LC 500, além de linhas ousadas, é o primeiro automóvel de tração traseira com caixa de câmbio automática de 10 marchas. Pretende desafiar modelos das três marcas premium alemãs.

O novo sedã Hyundai Genesis G90, com grade inspirada na dos Audi, vai pelo mesmo caminho.
RODA VIVA

CRUZE já tem data de início de produção, em Rosario, Argentina, projeto chamado lá de Fênix. 

Conforme fonte da Coluna, o sedã começa em maio e o hatch, em novembro deste ano. Em geral o lançamento se dá entre dois e três meses depois. 

Confirmado motor turbo (flex para o Brasil), de 1,4 litro e 150 cv cuja montagem também será feita no país vizinho.

QUANDO a Fiat Toro chegar ao mercado em março próximo (ainda em dezembro de 2015 o Registro Nacional de Veículos Automotores – Renavam já registrava 65 unidades emplacadas pela fábrica) surpreenderá também pelo preço. 

Apesar de maior e mais cara de produzir do que o Renegade, tem IPI menor por ser picape e não SUV. Pelo menos duas versões já têm nome: Freedom (entrada) e Volcano (topo).

ESTADO geral ao longo do tempo era o temor dos compradores de modelos chineses.

Um JAC J3 com 106.000 km rodados, cedido pelo importador, estava em condições dentro da média, segundo o experiente engenheiro e dono de oficina Vinicius Losacco. 

Resumo da avaliação: desempenho compatível, nível de ruído mais acentuado e embreagem sem suavidade.

REFLEXO da saída de mercado de compradores de menor poder aquisitivo, os automóveis com motores de 1 litro de cilindrada, de três e quatro cilindros, diminuíram a participação nas vendas totais de 36,1%, em 2014, para 33,8%, em 2015. 

Em parte devido ao avanço dos SUVs compactos. EcoSport renovado previsto para novembro terá motor de três cilindros, mas de 1,5 litro.

TENTATIVAS de golpe de estelionatários com a remessa de boletos falsos de cobrança do IPVA, principalmente no Estado de São Paulo, demonstram a fragilidade do banco de dados do Renavam. 

Acesso a endereços de proprietários não é permitido nem em caso de recall, quando vidas estão em risco. Brasil ainda tem jeito?
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

LAMBORGHINI VENDE PELA PRIMEIRA VEZ MAIS DE 3 MIL UNIDADES, EM 2015, CONRA AS 2.530, EM 2014


A marca italiana Automobili Lamborghini atingiu um novo recorde de vendas em 2015, superando, pela primeira vez na sua história, as três mil unidades.

Com 3.245 carros vendidos, a marca de Sant'Agata Bolognese alcançou um novo marco nas vendas, mas também em termos de novos produtos.

As vendas mundiais subiram de 2.530 viaturas para 3.245 unidades no ano passado, o que representa um crescimento de 28% em relação ao ano anterior e mais 2,5 vezes as vendas do ano de 2010. 


Atualmente, a marca de superesportivos conta com 135 concessionários em 50 países. 

O Lamborghini Huracán LP 610-4 com o motor de 10 cilindros foi o mais bem sucedido na história das vendas dos Lamborghini V10. 

No primeiro ano completo de comercialização, foram vendidos 2.242 unidades do Lamborghini Huracán. 

As vendas do Huracán, nos primeiros 18 meses após a introdução no mercado, registaram um aumento de 70% em relação ao seu antecessor, o Gallardo, no mesmo período após o lançamento no mercado.

“Aumentamos as vendas em todas as nossas principais regiões com novos recordes de vendas na América e na Ásia-Pacífico”, referiu Stephan Winkelmann, presidente e CEO da Automobili Lamborghini SpA. 


"Os nossos maiores mercados são os EUA e a China. Seguem-se o Japão, o Reino Unido, o Médio Oriente e a Alemanha, cada um deles a registrar um crescimento considerável em 2015", acrescentou.

A Lamborghini, pertence ao grupo alemão VW. É uma marca global e com uma distribuição de vendas entre três regiões: Europa, Médio Oriente e África, América e Ásia-Pacífico, que representam cada uma cerca de um terço das vendas globais.

“Em 2015, a Lamborghini teve um excepcional desempenho de vendas e novos recordes em todos os números-chave dos negócios da empresa, confirmando a força da nossa marca, de produtos e estratégia comercial”, disse Stephan Winkelmann, acrescentando que “com a introdução de vários novos modelos em 2015 e solidez financeira, estamos prontos para encarar com optimismo o ano de 2016”.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

SALÃO DE DETROIT APRESENTOU ALGUMAS AUSÊNCIAS E FALTA DE ATRAÇÕES. AINDA NO 1º SEMESTRE DESTE ANO, A FORD TRARÁ UM FUSION SUPER MELHORADO, QUANDO, COM MOTOR DE 330 CV, MUITA TECNOLOGIA E VERSÃO HÍBRIDA.A FORD ANUNCIA UM NOVO LINCOLN CONTINENTAL PARA 2017, NO CENTENÁRIO DA MARCA. HONDA VEM COM UM CIVC 1.5 TURBO, QUANDO A GM APARECERÁ COM UM CRUZE 1.4, TAMBÉM TURBINADO. NA FRANÇA, A PSA TAMBÉM ESTÁ EM APUROS


Coluna Nº 0416 - 21 de Janeiro de 2016
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Ventos de Detroit

O NAIAS 2016, Salão de Detroit, fez marca curiosa: apesar do mercado norte-americano ter tido recuperação formidável – de retração absoluta em 2008 para recordes de venda em 2015 -, a mostra organizada pelos revendedores de Michigan teve ausência e falta de atrações de Bentley e Mini, marcas da Volkswagen e da BMW, e Land Rover. Dentre os maiores destaques, poucos serão importados ao mercado nacional.

Mercedes Classe E 2017 – Segue a linha estética aplicada aos irmãos de linha C e S, e as novas formas e largo conteúdo eletrônico – descrito pela Coluna passada – o rotulam como semiautônomo. 

Mantém a motorização 2,0 turbo. No Brasil até o final do semestre. Razões diversas, gostaríamos de fazer como a Mercedes: pular e esquecer 2016.

Mercedes Classe E


Ford Fusion – Dificuldade para a Ford foi modificá-lo, melhorar aparência, confortos, e manter preços e liderança no segmento, onde supera Honda Accord e Toyota Camry. 

A versão Sport, motor L4, 2,3 litros, 330 cv, emprega tração nas quatro rodas, caixa automática com seis velocidades, suspensão continuamente monitorada para rodar confortável, piloto automático, detector de pedestres, e ParkAssist para vagas perpendiculares. 

Acima, Platinum, com revestimento em couro, rodas liga leve, 19” e grade personalizadora.

Versão híbrida desenvolveu software para melhorar eficiência. Produzido no México, é importado sem pagar impostos de importação. Primeiro semestre.

Ford Fusion


Lincoln Continental 2017 – Apresentado para ocupar espaço no mercado e fazer promessas em suprir a lacuna aberta pela marca ao retirar a geração anterior de produção. 

Foi o último Ford com chassis e tração traseira e liderava o mercado de frotas com motorista.

Novo modelo emprega motor V6, 3,0 litro, dois turbos e 410 cv, inesperadas regulagens motor/transmissão/suspensão/freios para opcional condução esportiva. 

Tração frontal ou nas quatro rodas. Mais detalhes durante o ano, lançamento em 2017 para comemorar 100 anos da marca.

Lincoln Continental


Honda Civic – Nova geração, apuro em estilo e aerodinâmica. Em importância, supera simples substituição no meio do ano, pois será o primeiro produto Honda a receber novo motor, reduzido a 1,5 litro, e com turbo. Reduz peso, aumenta potência e torque, reduz consumo e emissões.

Honda Civic 

Chrysler Pacifica – Reinvenção da minivan de vida fugaz há uma década. Carro novo sobre a plataforma do sedã Chrysler 200. 

Mimos de uso familiar como aspirador de pó – famílias mal educadas tem grande aptidão a colecionar detritos –, e as boas ideias Chrysler para arranjo com os bancos. 

Primeira híbrida do setor, com dois motores elétricos. Não híbridos com motor V6, 3,7 litros, 290 cv. Importação possível.

Chrysler Pacifica


Chevrolet Cruze - Imagem anteriormente divulgada pela GM argentina - e exibida pela Coluna - em providências de finalização pela GM do vizinho país. 

Além do produto, de base e projeto coreanos, introduzirá a novidade de família de motores 1,4 litro, 16v, turbo. Virá em versões sedã e hatch.

BMW M2 – Foi mostrado em outubro e apareceu em Detroit em versão final. Ganhou trato de equipamentos como os largos pneus e adjutórios para manter no chão a carroceria pequena e leve escondendo suspensão por alumínio ultra leve, e motor L6, 3.0 dois turbos, produzindo 370 cv. Será importado.

BMW M2


Force 1 V10 – Bicho novo no cenário norte-americano de veículos esportivos, soma de competências entre Henrik Fisker,designer dos elétricos com seu nome, Ben Keating, competidor e fanático por Dodge Viper, e Robert Lutz prolífico executivo ex Ford, ex Chrysler, ex GM.

Fábrica nova, VLF Automotive, perto da Chrysler em Auburn Hills, Mi, dois lugares, todo em fibra de carbono, suspensão ativa para dirigibilidade e segurança ante o motor V10, 8,4 litros, 750 cv, o mais poderoso entre aspirados, rodas em liga leve, pneus Pirelli PZero, freios Brembo. 0 a 100 km/h cerca 3s, velocidade final em 350 km/h.

Interior em couro e alcântara costurados à mão, e coisas curiosas como porta garrafa de Champagne – pelo visto não será vendido no mercado escandinavo


... Produção em abril, entregas a partir de setembro. 50 unidades da série inicial, e compradores automaticamente inscritos em duas corridas anuais.

Preço? US$ 268.500. 
A interessados, www.vlfautomotive.com

Empresa também fará o Destino V8.

Force 1, V 10

Depois do Dieselgate, o Renaultgate?
Você acha possível fiscais do Ibama e do Ministério do Meio Ambiente adentrar em planta da Petrobrás, mandado na mão, para aferir se produtos poluem acima da regra oficial? 

Nem pensar. Há anos, a petroleira desrespeitou determinações, acordos, mantinha em produção o diesel S 500, veneno a nós e ao meio ambiente. Governo federal nunca se importou em fazê-la cumprir.

Entretanto, na França, o interesse público é superior ao poder do acionista maior. 

Semana passada, na França, autoridades e polícia foram a escritórios e fábricas Renault buscando algum método, sistema, peça ou aparato eletrônico para burlar o controle das emissões. 

Missão contra possível versão francesa do Dieselgate, invenção da Volkswagen alemã para seus motores diesel, poluindo acima das regras norte americanas.

Impacto grande, repercussão idem, fez cair o valor de suas ações e da concorrente PSA, e o fato de um executivo de proa ter vendido, em dezembro, 750 mil euros em ações da empresa, deixou a impressão de saber ou antever problemas e perda de valor nestes papéis.

Governo francês, maior acionista, com 20% da empresa, emitiu nota sobre o aqui apropriadamente chamado Renaultgate dizendo não ter relação com o da VW, nem se descobriram dispositivos para falsear os testes de emissões com os modernos motores 1,6 bi turbo diesel – serão aplicados pela Renault no picape Alaskan a ser feito no Brasil em 2018. 

Como o leitor da Coluna soube em primeira mão, é picape tripartite, agregando Nissan e Mercedes no projeto. 

Quando lançado, há dois anos, tal motor reduziu consumo e emissões em 25% relativamente a um motor 2,0.

Questão
Ante o Dieselgate o governo francês implantou grupo técnico independente, a Comissão Royal, para aferir veículos e certificar operação quanto às emissões. Primeiros resultados favoráveis à Renault mas, em paralelo, a Direção-Geral de Concorrência, Consumo e Controle de Fraudes, resolveu também investigar.

Marca é uma das três melhor classificadas em esforços para reduzir poluição.

Porém
Com aferição oficial Renault faz recall de 18.800 Captur – SUV médio a ser feito no Brasil -, com motor diesel de 111 cv, por conta de emissões maiores sob temperaturas fora do protocolo dos testes, e ofereceu software de atualização a 700 mil diesel em carros da marca. 

Tipo prevenção. Em valores perdeu 3.3 bilhões de Euros – 3,6 bilhões US$, aproximados R$ 15 bilhões.

Outras

Ford, Mercedes e PSA também tem auditados veículos leves com motores diesel. Peugeots 208 e 508 foram testados pelo órgão francês de ecologia, atestando-os conforme regulamentos e valores. 

PSA emprega sistema de tratamento “BlueHDi” entre o coletor de descarga e o filtro de partículas, eliminando até 90% dos óxidos de nitrogênio, poluente dos diesel.

Roda-a-Roda

De volta – Picapes Jeep voltarão ao mercado. Crescendo em produção e lucros, marca, parte da FCA, fará sobre plataforma do Jeep Wrangler – como o original ao fim da década de ’40.

Aqui - No Brasil foi feito nas décadas de ’60 – montado na fábrica da Willys no mesmo Pernambuco -, e metade de ’70. 

Foi picape Jeep, picape Willys e F 75. Na releitura, intensivo uso de alumínio. Apresentação Salão de Detroit, 2017.

Surpresa – GM deu passo positivo em relação aos veículos elétricos. Mostrou o Bolt EV, arquitetura para uso familiar e 320 km de autonomia, grande conquista sobre um dos pontos fracos de suas tentativas.

Mais - Na confusão em que a Volkswagen se meteu com motores diesel emitindo acima das normas, já enfrenta 450 ações movidas por proprietários e sem número por entidades de governo e estado.

Em casa – Agora, escritório de advocacia anunciou reunir centenas de acionistas nos EUA e Inglaterra para acioná-la judicialmente na Alemanha sob outro aspecto. 

Não é perda com produto, mas compensação por queda do valor das ações, causada ante redução de vendas e lucros.

551 – FCA acelera para energizar os projetos do X1H, carrinho para ser degrau de entrada da marca, abaixo do Uno, e a projetados R$ 29 mil, e no 551, SUV para substituir atuais Compass e Patriot. 

Será apresentado em junho, sem nome definido. O 551, no Salão de Nova Iorque, 03.abril.

Como é – 551 é baseado na multi ajustável plataforma Small Wide, mesma de Renegade e Toro, medidas superiores em conforto, refinamento interno, em relação ao Renegade. Motores 2,4, 190 cv, a gasolina, e 2,0, 170 cv, diesel.

Mercado – Novidade na questão, Pernambuco exportará para os EUA, pois a retração local criou ociosidade industrial e ocasião para o Brasil fornecer o ainda pagão 551. 

Lá, em 2015, produtos a ser substituídos, venderam 250 mil unidades, capacidade da fábrica em Goiana. Pe.

Negócio – BMW atualizou o sedã Series 3 produzido no Brasil, e acelerou os preços. Versão de entrada, 2,0 litro, turbo, 184 cv, subiu de R$ 140 mil para R$ 163 mil. 

Na sequência, 328i, mesmo motor produzindo 245 cv a R$ 208 mil.

... II – Mercedes anuncia últimas unidades do Classe C 2015/2016, a R$ 147.900. Estoque antigo. Acabando, aumento entre 6 e 10% nos preços.

Rápida – Com a suspensão do embargo econômico ao Irã, enquanto alguns projetam eventuais negócios, alemães agem: Audi trata para ter representação no país; parte de caminhões da Daimler já assinou carta de intenções para joint venture com a Khodro Diesel e o Mammut Group. BMW estuda.

Negócio – FedEx, poderosa de entregas rápidas, assumirá este braço da concorrente TNT. Comissão Europeia já concordou. Finalização durante o ano. E racionalização e sinergias, com óbvios cortes entre mão de obra e ativos.

Comportamento – Curioso o manifesto pró-réus por advogados criminalistas contra os processos aplicados pela Polícia Federal e sob o juiz Sérgio Moro. 

Vago, sem indicações precisas, deixou no ar rótulo repelido pela sociedade – bandido bom é bandido solto. 

Tênue linha separa o exercício de defesa ao direito dos acusados, e a defesa dos manifestamente culpados, pode empurrar tais advogados para lugar ao lado dos bandidos, como inimigos da sociedade. 

Menos um – Findou-se o Autódromo Internacional de Curitiba, nas beiradas rurais de São José dos Pinhais. 

Expansão do município levou donos a incorporar condomínio residencial e empresarial. Circuito apenas a eventos privados.

Antigos – Para quem gosta 
de história bem contada e de veículos antigos, mandatório ler a de Nicolau, 88 e sua Vemaguet, 51. 

BMW R NINET PERSONALIZADA PELA JOHNNIE WASH VENCXEU DESAFIO DE CUSTOMIZAÇÃO, ENTRE 90 PROJETOS INSCRITOS

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O projeto envolvendo uma BMW R nineT personalizada pela Johnnie Wash do renomado customizador brasileiro Ricardo Medrano foi um dos vencedores do Desafio de Customização (Customizing Challenge), promovido pela BMW Motorrad globalmente. Medrano recebeu o troféu das mãos do diretor da BMW Motorrad Brasil, Federico Álvarez, em sua custom shop Johnnie Wash, na Vila Olímpia, São Paulo.

A primeira edição do Desafio de Customização da BMW Motorrad contou com um total de 90 projetos assinados por 70 participantes de nove países, e premiou outros quatro projetos. 

Além de Medrano, da custom shop Johnnie Wash, de São Paulo, venceram o desafio Jochen Ernsting, da Alemanha, Dani Weidmann, da Suíça, Armando Farina, da Itália, e Dirk Hublou, da Bélgica.

O concurso também registrou a participação de customizadores do Canadá, do Japão, da Coréia do Sul e da Suécia.

A escolha dos vencedores foi feita por uma comissão formada por 25 integrantes, entre executivos, designers e colaboradores da BMW Motorrad na Alemanha. 

De acordo com o comitê, cada membro do júri elaborou sua própria lista de classificação e foi autorizado a distribuir uma quantidade pré-determinada de pontos aos candidatos. Ao final, as listas foram avaliadas e chegou-se aos cinco vencedores.

O projeto de Medrano destaca-se pelo refinamento dado à personalização da BMW R nineT, em estilo Scrambler e caracterizada pelo uso de peças pintadas de preto fosco. 

Entre as modificações que o customizador executou na moto estão a troca dos espelhos retrovisores originais por modelos menores e arredondados e a substituição do tanque de combustível padrão por um reservatório de aço inox. 

Os pneus originais, por sua vez, deram lugar à versão off-road fornecidos pela alemã Metzeler.

"Este prêmio foi a coroação de um trabalho desafiador e contou com a participação de muitas pessoas. Foi um prazer trabalhar neste projeto. Conseguimos um resultado estético incrível, pois mesmo mantendo fiéis algumas características da BMW Motorrad, tive liberdade para trabalhar. Estou muito orgulhoso e muito feliz", celebra Medrano.

No estilo Scrambler, a motocicleta é adaptada para o uso em piso não pavimentado, o que inclui a troca dos pneus por modelos fora-de-estrada, redução de peso, ajuste das suspensões e a inclusão de saídas de escapamento em posição elevada e guidão mais largo. 

Além da Scrambler vencedora, Medrano customizou outras três motocicletas para a BMW Motorrad: uma Cafe Racer, uma Roadster e uma Super Sport.

“O Desafio de Customização é uma ótima oportunidade para explorarmos a versatilidade da BMW R nineT, uma motocicleta que nasceu para ser customizada e permite inúmeras combinações de acessórios e peças. Termos um vencedor brasileiro é um ótimo resultado para nós e mostra que nosso País foi muito bem representado na competição”, comenta Federico Alvarez, diretor da BMW Motorrad Brasil.

MAIS SEGURANÇA CONTRA ROUBOS DE MOTOCICLETAS. CHEGA AO BRASIL PELA BMW MOTORRAD. O RASTREADOR TRAKER MOTO JÁ VEM EQUIPANDO OS MODELOS R 1200 GS, R 1200 GS ADVENTURE, G 650 GS, F 800 GS, F 800 GS ADVENTURE, F 800R, S 1000 R E O S1000 RR, EM SÃO PAULO. RIO DE JANEIRO E MINAS GERAIS


Disposta a oferecer ainda mais segurança e tecnologia aos clientes, a BMW Motorrad e a rede de concessionários oferecem gratuitamente aos novos proprietários da marca o rastreador para motocicletas Tracker Moto. 

Os clientes dos modelos R 1200 GS, R 1200 GS Adventure, G 650 GS, F 800 GS, F 800 GS Adventure, F 800 R (Ride e Premium), S 1000 R e S 1000 RR, de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, poderão optar por receber sua nova motocicleta já com o dispositivo instalado e com serviço de rastreamento por 12 meses.

O Tracker Moto utiliza a tecnologia de radiofrequência, sistema que não sofre interrupção de sinal em lugares fechados como túneis, garagens, subsolos e galpões, e é imune aos inibidores de sinais. 

O rastreador é blindado, resistente a altas temperaturas, trepidações, poeira e água, e possui bateria própria, com durabilidade de 12 meses.

“Proporcionar segurança é um dos nossos compromissos com os clientes. A parceria entre BMW Motorrad e o Grupo Tracker amplia os benefícios que já oferecemos e está em linha com nosso padrão de qualidade e atendimento”, afirma Matteo Villano, gerente sênior de vendas da BMW Motorrad Brasil.

O Grupo Tracker conta com 700 antenas instaladas de norte a sul do Brasil, equipe de rastreamento aérea e terrestre (helicópteros, aviões, carros e motos), relacionamento com as principais autoridades de segurança do Brasil e América Latina, além de Comando de Operações 24h por dia. 

Todas as motocicletas passam por um processo minucioso de homologação. Uma equipe de especialistas faz um estudo técnico do modelo, para garantir um local de instalação, visando especificamente manter elevados os índices de recuperação.

“Estamos preocupados em oferecer um produto que realmente responda com efetividade ao processo de recuperação em casos de roubo ou furto. Em função disso, os nossos índices atualmente estão em torno de 95%”, revela o presidente do Grupo Tracker, Alvaro Velasco.

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MONTADORAS INVESTEM CADA VEZ MAIS EM TECNOLOGIA PARA CONSEGUIR MELHORES RESULTADOS FINANCEIROS E TÉCNICOS. FÁBRICAS DO JEEP RENEGADE E DA VOLKSWAGEN QUE PRODUZ O GOLF SÃO EXEMPLOS DA ALTA TECNOLOGIA



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21 de janeiro de 2016

Fábrica digital: investimentos e tecnologias por trás de um novo veículo


Para muitos é mais um novo veículo que chega ao mercado. Mas na verdade o universo de investimentos que um fabricante realiza até esse momento muito vezes não são percebidos pelo consumidor.

O grupo FCA investiu numa planta completamente inovadora, apostando na força de trabalho de uma nova região e vem colhendo muitos frutos com o Jeep Renegade. Em breve será a vez da picape Toro.

E as demais marcas continuam investindo na modernização de suas plantas para aumentar a eficiência na produção, oferecendo mais qualidade em seus produtos e redução nos custos operacionais.


A Volkswagen do Brasil investiu na modernização da fábrica de São José dos Pinhais, com a ampliação de áreas produtivas e a instalação de equipamentos de última geração para a fabricação do Novo Golf, um dos modelos mais inovadores da marca do mundo.

Foi criada uma nova área de Armação, com equipamentos mais modernos e eficientes, que proporcionam a economia de até 30% no consumo de energia, em comparação com processos anteriores.

Um novo processo de montagem de veículos também foi implementado, permitindo que os modelos da família Fox e o Novo Golf sejam produzidos na mesma linha, um fato inédito dentro do Grupo Volkswagen.

Além disso, mais de 2.000 empregados participaram de programas de qualificação profissional para todos os postos de trabalho envolvidos na fabricação do Novo Golf, para assegurar a excelência da mão de obra na produção do modelo.


“A fabricação do Novo Golf é mais um sinal do compromisso de longo prazo que a Volkswagen do Brasil tem com o País. Mesmo nesse cenário econômico desafiador, estamos mantendo nossos investimentos no desenvolvimento de novos produtos”, afirmou David Powels, CEO e presidente da Volkswagen do Brasil.

Todas as áreas produtivas receberam investimentos para o início da fabricação do Novo Golf: na Armação, onde ocorre a montagem das carrocerias, foi instalada uma nova linha com 168 robôs de última geração.

Entre os novos equipamentos, estão soldas a laser, que fazem a união das peças por meio de um feixe de luz, e um novo Eco Framer, moderno equipamento que faz a geometria da carroceria, com precisão de décimos de milímetro, e a colocação das laterais interna e externa, o que traz vantagens qualitativas.


Os robôs, além de possuírem tecnologia avançada, são mais rápidos, menores, mais precisos e têm controles digitais de alta eficiência, o que resulta em economia de energia. 

Por conta disso, esses equipamentos são 25% mais eficientes energeticamente se comparados à geração anterior.

Ainda na Armação, foram instaladas 145 pinças servo-pneumáticas utilizadas no processo de solda da carroceria, que são mais rápidas e 30% mais eficientes energeticamente. 

Elas também garantem 99% da eficiência do processo de união das peças, por meio de sistemas que já fazem a avaliação dos pontos trabalhados, no momento da solda.

Além disso, os geradores da nova cabine de solda a laser, onde é realizada a soldagem do teto e das laterais do veículo, consomem apenas 15% da energia gasta pela tecnologia anterior.

A pintura também ganhou uma nova linha com robôs mais modernos para aplicação de PVC, Primer e Verniz, por possuírem maior precisão na aplicação dos materiais, esses equipamentos garantem a excelência qualitativa do processo produtivo.

Na Montagem, a principal mudança ocorreu na área do Fahrwerk – onde é feita a união da parte motriz do veículo (motor, transmissão e suspensão) com a carroceria – processo que também é conhecido como “casamento”. 

Foi implementado um novo Fahrwerk, que permite que os modelos da família Fox e o Novo Golf sejam montados na mesma linha, um fato inédito dentro do Grupo Volkswagen.

O novo sistema confere ainda mais precisão ao processo, além da rastreabilidade dos apertos de todos os parafusos utilizados nessa etapa. 

Para a instalação do novo Fahrwerk, foram trazidos mais de 60 containers com equipamentos da Alemanha, entre eles robôs de parafusamento, parafusadeiras, fusos, placas de montagem do conjunto motriz, elevadores de placas, mesas de transferência, manipuladores e sistemas de controles eletrônicos.


Como funciona o Fahrwerk
A área do Fahrwerk é subdividida em três principais processos: primeiro, ocorre a montagem do motor com câmbio e todos os periféricos do conjunto motriz.

Em seguida, é feita a pré-montagem do chassi (eixos, tanque de combustível, suspensão, escapamento), e depois a união da parte motriz (motor, transmissão e suspensão) com a carroceria, processo que também é conhecido como “casamento”.

Com o novo Fahrwerk, a unidade de São José dos Pinhais está alinhada à nova estratégia global da marca (MQB) e a linha de montagem preparada para fabricar novos produtos dentro deste conceito.


Projeto foi desenvolvido com tecnologia digital inovadora
O projeto da fabricação do Novo Golf em São José dos Pinhais foi desenvolvido com auxílio da Fábrica Digital, uma tecnologia do Grupo Volkswagen que consiste em um conjunto de softwares adaptados para simular virtualmente os processos produtivos, antes da implementação física.

A “Fábrica Digital” foi utilizada na maior parte dos processos de adaptação da fábrica para receber o novo modelo, seja na implementação de novos equipamentos como na otimização do fluxo logístico, evitando um total de gastos da ordem de mais de R$ 4 milhões, que seriam utilizados com possíveis interferências e adaptações que deixaram de ser realizadas.

A Fábrica Digital permite realizar simulações, que garantem a definição do melhor e mais robusto processo produtivo, minimizando o prazo de implementação, otimizando o tempo de fabricação e balanceamento da linha, além de promover a melhoria da ergonomia, levando à excelência os movimentos do trabalhador e gerando maior produtividade.

Além da simulação dos processos produtivos, os postos de trabalho também foram avaliados no ambiente da Fábrica Digital, utilizando, entre diversos recursos, uma tecnologia presente em games. 

Esse recurso altamente tecnológico foi utilizado para garantir a ergonomia dos postos de trabalho na nova linha de produção, mantendo sempre o bem-estar dos colaboradores.

A tecnologia de games permite avaliar a ergonomia dos postos de trabalho da produção. 

Durante as análises, um colaborador simula o mesmo movimento necessário no processo produtivo.

Com uma câmera, são captadas as imagens do operador em movimento; essa tecnologia permite que os ergonomistas avaliem se os movimentos são ergonômicos. 

Uma das principais vantagens é a praticidade de uso dessa tecnologia, cujo aparelho é transportado e montado facilmente, permitindo simulações rápidas.

A utilização da tecnologia de games para aprimorar a ergonomia de postos de trabalho da produção da empresa é uma inovação criada pela equipe de Engenharia de Manufatura da Volkswagen do Brasil.


Trajetória
Atualmente, a unidade de São José dos Pinhais emprega mais de 3 mil pessoas, produzindo os modelos Fox, Fox BlueMotion, CrossFox, SpaceFox, Novo Golf e Audi A3 Sedan.

Fatos marcantes
1999: Inauguração da fábrica em São José dos Pinhais, com a fabricação do Golf e Audi A3

2003: Lançamento do Fox

2005: Lançamento do CrossFox

2009: Nova Geração do Fox e CrossFox

2010: Unidade comemora 1 milhão de Fox produzidos

2011: Unidade comemora 500 mil Golf produzidos e inicia a produção do SpaceFox

2012: Lançamento do Fox BlueMotion e unidade comemora 2 milhões de veículos produzidos

2013: Unidade comemora 1,5 milhão de Fox produzidos, apresenta o Fox BlueMotion com o novo motor de três cilindros 1.0L e Grupo Volkswagen anuncia novos investimentos na fábrica paranaense

2014: ao completar 15 anos, unidade chega a 2,3 milhões de veículos produzidos desde a sua inauguração

2015: Início da fabricação do Audi A3 Sedan.

2016: Início da fabricação do Novo Golf.
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Tarcisio Dias – Profissional e Técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânico com habilitação em Mecatrônica e Radialista, é gerente de conteúdo do Portal Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) e desenvolve a Coleção AutoMecânica.
E-mail: redacao@mecanicaonline.com.br

Coluna Mecânica Online® - Menção honrosa (segundo colocado) na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo 2013, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade.

NOVO SENSOR DE PRESSÃO PARA PNEUS CHEGA AO BRASIL PARA EVITAR ACIDENTES COM MOTOS. O APARELHO INFORMA EM TEMPO REAL A PRESSÃO DOS PNEUS


Os pneus murchos ainda são responsáveis por grande parte dos acidentes com moto em todo o Brasil. Por meio de um display instalado próximo ao painel, o sistema permite que a calibragem seja feita somente quando necessário.

Ao trafegarem nessas condições, os motociclistas têm  o equilíbrio prejudicado e aumentado o risco de acidentes fatais por conta da pequena área de contato dos pneus com o solo.

O novo Kit TPMS Dalgas chega ao Brasil para evitar problemas como este. Trata-se de um acessório de segurança que ajuda o motociclista a controlar a temperatura e pressão dos pneus durante o trajeto em todos os tipos de ruas, avenidas ou rodovias. 


Para isso, basta que os pneus sejam sempre calibrados de acordo com a fabricante e estejam bom estado de conservação.


Um alerta é emitido assim que ocorre uma repentina queda na pressão ou aumento de temperatura, prevenindo uma provável situação de risco para o condutor. 

Os sinais sonoros e luminosos indicam qual é o tipo de problema e em qual roda ele foi detectado, possibilitando o reparo com mais rapidez e segurança.

Além de um importante equipamento de segurança, o Kit TPMS Dalgas evita paradas desnecessárias e aumenta a vida útil dos pneus, tornando-se um aliado do condutor. 


Com instalação simples e rápida, a novidade já está disponível nas principais lojas de acessórios para motos em todo o Brasil.

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