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segunda-feira, 24 de julho de 2017

Jeep®, no rastro do sucesso obtido pelo seu Compass, anuncia nova versão a diesel, central de multimídia mais completa, aros de 19" nas versões Longitude e os modelos 2.0 Tigershark Flex ganham sistema Star/Stop. Os preços do Compass começam em R$ 105.990 a R$ 131.990, nos carros com motor flex e de R$ 141.290 a R$ 158.990, nos motores diesel. O Compass mostrou ao que veio e segue fazendo sombra aos concorrentes, mesmo da marcas premium, graças à sua boa qualidade e alto padrão, principalmente nas versões a diesel




Central multimídia Uconnect ganha compatibilidade com os sistemas Android Auto e Apple Car Play e a tela da configuração Sport passa a ser de 7 polegadas


Motor 2.0 Tigershark Flex recebe o sistema Stop/Start e outras tecnologias que melhoraram o consumo em até 11%


Versões Longitude agora têm bancos de couro de série; as Limited podem ser equipadas com rodas aro 19” e há duas novas cores externas e uma interna


Pacote High Tech nas opções Limited e Trailhawk fazem do Jeep® Compass o SUV médio mais tecnológico do Brasil, graças a itens como controle de velocidade adaptativo e os avisos de colisão frontal e de desvio de faixa, entre outros


Em outubro passado, o consumidor brasileiro era o primeiro do mundo a receber o novo Jeep® Compass. 



Agora, o SUV médio que se tornou líder absoluto de seu segmento – um verdadeiro case de sucesso entre os utilitários-esportivos – chega à linha 2018 com novas versões e evoluções importantes que trazem ainda mais tecnologia, estilo, comodidade e capacidade off-road.


A gama do Compass ficou ainda mais completa com a entrada da configuração Limited Diesel. 



Ela chega para ser uma alternativa mais sofisticada dentro da linha equipada com o motor 2.0 MultiJet II, de 170 cv e 35,7 kgfm e a transmissão de nove velocidades. 


Ao lado do Compass Trailhawk, com toda sua vocação para o off-road, essa nova opção forma uma dupla de versões de topo.


Todas as versões impulsionadas pelo propulsor 2.0 Tigershark Flex, de até 166 cv, receberam o sistema Stop/Start, um importante avanço no campo da eficiência energética. 


Ao lado do alternador e da bomba de combustível inteligentes, que trabalham sob demanda, apenas quando necessário, essa tecnologia deixou o Compass Flex até 11% mais econômico.


Mais sofisticação
Outra novidade importante é que todo Jeep Compass 2018 tem, de série, compatibilidade com os sistemas Android Auto e Apple Carplay, tornando ainda melhor a eficiente central multimídia Uconnect, premiada internacionalmente pela quantidade de recursos e pela facilidade de uso. 


E na versão Sport, a evolução ficou mais visível, literalmente, com a troca da tela atual por uma maior, de 7 polegadas, colorida e de alta definição. 


As demais configurações exibem o já consagrado monitor de 8,4 polegadas. Os grafismos foram modernizados e estão aplicados aos dois tipos de telas.


E há mais novos equipamentos de série espalhados por toda a linha do Compass: para o Sport, o ar-condicionado passa a ser digital de duas zonas, como nas outras configurações. 


As versões Longitude (Flex e Diesel) ganham bancos de couro, que podem ser da nova cor Ski Gray, uma elegante tonalidade clara de cinza disponível também para as opções Limited, que continua ainda com a opção Caramelo, além do Preto (padrão no Longitude e Trailhawk).


Falando em cores, vale ressaltar o aumento das opções, com a introdução da sólida Verde Recon, usada recentemente na série especial de 75 Anos do Jeep Renegade, e da metálica Marrom Horizon. 


Outras novidades estão na lista de opcionais, com abertura elétrica da tampa do porta-malas para as versões Trailhawk e Limited, sendo que esta agora pode ser equipada com rodas de 19 polegadas casadas com pneus 235/45 – as de série são de aro 18” pareadas a pneus 225/55.


SUV nacional mais tecnológico
À parte de todo o conteúdo que estreia na linha 2018 do Jeep Compass, o modelo continua se destacando por ser o utilitário-esportivo médio com maior nível de tecnologia entre todos os fabricados no Brasil.


Disponível para as versões Limited e Trailhawk, o pacote High Tech é composto por itens avançados como: controle de adaptativo de velocidade de cruzeiro (ACC), monitoramento de mudança de faixa (LDW), farol alto automático (AHB), aviso e prevenção de colisão frontal (FCWP), que engloba frenagem automática, partida remota do motor e o sistema de estacionamento semiautônomo Park Assist, que atua em vagas paralelas e perpendiculares à via.


Além disso, há equipamentos de série dignos de nota para os Compass Limited e Trailhawk, como faróis de xenônio e monitoramento de pontos cegos (que pode ser ajustado para dar só avisos visuais, visuais e sonoros ou até ser desligado). E na configuração Longitude a chave de presença Keyless Enter ’n’ Go é de fábrica.


Preços da linha Compass 2018:
Sport Flex AT6 4x2 – R$ 105.990

Longitude Flex AT6 4x2 – R$ 114.490

Limited Flex AT6 4x2 – R$ 131.990

Longitude Diesel AT9 4x4 – R$ 141.290

Limited Diesel AT9 4x4 – R$ 157.990

Trailhawk Diesel AT9 4X4 – R$ 158.990.



sexta-feira, 21 de julho de 2017

Ford produz picape F-150 Police Responder - a primeira certificada para perseguição policial nos Estados Unidos, equipada com motor Ecoboost de 3,5 l, 350 cv e 65 kgfm de torque.



A Ford F-150 Police Responder, primeira picape certificada para perseguição policial nos Estados Unidos (veja o vídeo), conta com o potente e eficiente motor EcoBoost de 3,5 litros, que entrega mais potência e torque que qualquer outro carro de polícia - 375 cv e 65 kgfm, respectivamente – e pode chegar a 160 km/h de velocidade máxima. 


Com tração nas quatro rodas para uso em todo o tipo de terreno, é equipada com a transmissão Ford SelectShift® de dez velocidades.


Baseado no modelo off-road F-150 FX4, o novo veículo tem a carroceria reforçada com aço de alta resistência. 

A cabine dupla usa liga de alumínio de grau militar e pode transportar confortavelmente até cinco pessoas.


A F-150 Police Responder recebeu aprimoramentos que incluem sistema de freio e velocímetro calibrados com informações da polícia. As rodas de liga leve aro 18 são calçadas com pneus todo-terreno. 


Os bancos e o assoalho têm acabamento em vinil para facilitar a limpeza. Para o bom funcionamento dos vários dispositivos elétricos a bordo, a picape conta com um alternador de 240 amperes. 


O para-choque dianteiro é reforçado para suportar o choque da picape contra um veículo em fuga que possa ser interceptado. O engate traseiro classe IV tem capacidade para rebocar até 3,1 toneladas.


“Além da sua capacidade de perseguição na estrada, a picape pode atuar em serviços de patrulha off-road em ambientes rurais ou nas extensas fronteiras", afirma Stephen Tyler, gerente de Marketing para veículos policiais da Ford.


A F-150 Police Responder junta-se à mais ampla linha de veículos policiais da indústria norte-americana, que inclui, entre outros modelos, o híbrido Ford Fusion Police Responder, apresentado em abril.


quinta-feira, 20 de julho de 2017

Mercedes-Benz se rende à preferência pelas picapes e lança a sua estrela Classe X. A pimenta da VW: na versão Pepper o Fox vai de 0 a 100 km/h em 10s.





Coluna nº 2.917 - 20 de julho de 2017
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Mercedes Classe X, picape Premium



Uma estrela no caminho do picape

Como aumentar participação, vendas e lucros num mercado suicidamente competitivo? Mercedes foi atrás de melhorar seus automóveis, tratar de dar-lhes cara de maior esportividade, conquistar clientes com menor faixa etária. 


E criou linhas novas como as Classes A e B, e incrementou a produção de utilitários esportivos com a família G. 

Uma olhada às projeções de mercado viu dado cintilar: em 2025, imagina-se a venda de 2.800.000 picapes no mundo. 


Outra, no orçamento, mostrou enorme custo para desenvolver um destes veículos, ao qual a marca nunca se dedicara – há exceção argentina cometida sobre sedãs 170 e, ao início dos anos ’70, com diesel 200 e 220, coisa abaixo do milhar.

A solução estava próxima: em existente acordo comercial com a Nissan para a área de automóveis. 


Fizeram sinergia e a picape Nissan, a ser feita na Espanha e na Argentina atingiria os maiores mercados: Europa, Austrália, África do Sul, América Latina. 

EUA, desejado, é incógnita ao gostar de coisas volumosas, camionais, embora neste ano volte a fazer o médio Ford Ranger. 

A operação para as Américas do Sul e Latina teria outro desenho. Nele, a Nissan retiraria a produção de picapes do Brasil, transferindo-a para a Argentina, e a cessão, pela associada Renault, de espaço em suas instalações em Córdoba – a velha fábrica do Jeep. 


Ali, a marca japonesa construiria cerca, escritório, e galpões para produzir e administrar picapes.

A Renault também quis um, no caso em nível acima do Oroch. Um carro básico, três marcas, a operação tripartite foi planejada como Nissan produzindo a picape média, aqui chamado Frontier. 


Para diferenciá-los, Renault fez pequenas intervenções personalizando seu produto – grade, grupo óptico. 

Mecânica comum, com o recente motor Nissan diesel, quatro cilindros, 2,3 litros de cilindrada, 163 cv e 45,8 kgfm de torque, tração nas quatro rodas, transmissões mecânica e automática. 

Motor sem mudanças, exceto na aparência, modificando a tampa acústica, com emblema de cada marca.

No caso da Mercedes, não integrante da Aliança Renault-Nissan, operação um pouco mais complexa, pois a marca alemã não desejava apenas mais um produto, mas iniciar um novo caminho, o do picape Premium. E sobre o Frontier fez amplas modificações.


A Estrela

Para tomar um novo caminho é se imaginar, após muitos papéis, reunião na matriz, em Stuttgart, passo importante, após definir a possibilidade, Dieter Zetsche, para os íntimos o Doctor Zee, nº 1, mandão simpático, líder incontroverso, tenha dado o dever de casa a Volker Mornhinweg, comandante do negócio de Vans, encerrado com o ensinamento do gênio Leonardo Da Vinci: Não se volta quando a meta é a estrela.

Dificilmente, Mornhinweg terá visto o filme "Tropa de Elite", mas trilhou o procedimento enfatizado pelo Capitão Nascimento, recebeu e cumpriu a missão. 

Segurou os custos, porém conseguiu dar novo espírito à picape Frontier transformando-a em Mercedes. 

A aura nipônica é apenas perceptível na linha de perfil lateral. No mais, tem identidade própria. 

O design personalizou-o mudando para-lamas, grupo óptico e grade. Atrás, embutiu as lanternas traseiras na caçamba. 

Dentro, trabalho no interior das portas para ganhar 7 cm na largura, e um tratamento mercediano em detalhes, isolamento termo acústico, materiais de qualidade. 

Na mecânica, aumentou as bitolas dianteira e traseira, aproximando as rodas do limite da curvatura dos para lamas, arrematados por alargadores. 

Dinamicamente, reduziu a aspereza no rodar picapeano, tornou-o mais estável e fácil de fazer curvas. 

Na estética colheu resultado de disposição esportiva ante as linhas. Mecânica com opção de dois motores diesel: Nissan L4 e Mercedes V6 também turbo, 254 cv, 62 m.kgf de torque, câmbio automático 7 velocidades. 

Tração nas rodas traseiras, transferível às quatro rodas, ajustável por botão. Desenvolveu novo trambulador para a alavanca de marchas.

Suspensão dianteira por triângulos superpostos e traseira com eixo rígido e multi ancoragem, com molas helicoidais.

Capacidade de carga pouco acima de 1 t, altura livre do solo em 20 cm e apto a cruzar rios com até 64 cm de vau.

Foi apresentado nesta semana na África do Sul. Vendas, Europa, novembro; África do Sul e Austrália início de 2018, com unidades produzidas na Espanha; Argentina e Brasil, com produção argentina, a ser mostrado no Salão do Automóvel, outubro 2018, vendas início 2019. EUA, em estudos.

Para os mercados europeus e australiano, três versões com nomes auto indicativos: Pure – pelado; Progressive – em ascensão; Power – eu tenho a força! 

Aplicações desde o trabalho áspero, até o grande uso, ser automóvel Mercedes com porta-malas grande. Quer chancelá-lo como primeiro picape Premium.

Preço? Apenas para citar, versão L4, 43.000 euros – na Europa. Aqui? Tome como parâmetro o seguinte: ao lançamento considere os preços das versões do líder do segmento, o picape Toyota Hi Lux. 

E aplique pontualmente, versão por versão, uns 10%. Diesel V6, outros 10% sobre a versão L4. Uma espécie de ônus da estrela.

A pimenta da Volkswagen
Empresa criou oportunidade político-comercial-mercadológica para estender versões Pepper conhecida no Fox, às linha up! e Saveiro. 

Integra política de reavivar a marca em busca das vendas perdidas e criar evento para dar alento à rede de revendedores: nova opção nas três linhas de produtos e assinalar a volta de Gustavo Schmidt, agora vice-presidente para área comercial, passo interno para significar o início da arrancada para novos tempos, tipo nova VW.
Embora designada especial, é de produção normal, pois substitui a anterior versão Highline - coisa prática, enorme lista de versões apenas atrapalha a cabeça do comprador e atrapalha a vida da hora dos reparos, pois a atual política de estoques não permite ter todas as partes de todos os modelos e versões. 

Rotulada de 2018 e composta pela agregação combinada de equipamentos de conforto, decoração e implementação do infodivertimento e conectividade. 

Em Fox, motor de nova geração EA211, quatro cilindros, 1,6 litro, até 120 cv, transmissão de seis velocidades. 

Oferecem performance agradável, aceleração da imobilidade aos 100 km/h em menos de 10 s, velocidade final em torno de 190 km/h, consumo contido em gasálcool ou álcool. 

No Saveiro, o motor antigo EA111, 1,6 litro e 104 cv. Transmissão de cinco velocidades manual ou automatizada I-Motion. Na sempre surpreendente versão TSi de três cilindros, 1.0, 105 cv, turbo, flex.

Equipamentos
A ideia de compor espírito esportivo parte da cor vermelha e se estende às branca, preta e prata combinando com itens diferenciativos de acordo com as versões. 


Em todas os espelhos retrovisores externos são pintados em cor diversa da carroceria e nas brancas, prata e vermelhas o teto poder vir preto. 

Na competição com o líder Fiat Strada, o Saveiro se diferencia pela aplicação de câmera de ré. Pepper há nas versões de cabines estendida ou dupla.

O up! se diferencia dos demais. Achou seu lugar na relação de produtos da VW – é o menor mas não é o mais barato, nem tem missão de ser o mais vendido -, e por tal liberdade oferece composição mais rica, desde a direção assistência elétrica, sinal de modernidade tecnológica, volante multi funcional, retrovisores externos com sinaleiras – o da direita muda o ângulo quando engatada a marcha a ré, sensor de estacionamento traseiro – faltou a câmera de ré -, sensores de chuva e luminosidade.


Melhor equipado é o Fox: controle eletrônico de estabilidade, monitoramento da pressão dos pneus, assistência de partida em rampa, luzes de curva, câmera traseira, duas opções de multimídia: infodiversão Composition Media e Discover Media, mais completo. Em todos identificação far-se-á por adesivo plástico.


Quem interpretou o nome da versão como ilustrativa a aumento de performance, frustar-se-á. 


Hoje, a indústria do automóvel poupa seus reais em comportamento esportivo, optando investir em conectividade. 

A cada dia o automóvel roda para o fim, e o fim incluirá os fabricantes. Em seu lugar, a Apple, a Google, o pessoal da tecnologia, pois automóvel será apenas invólucro com rodas de tecnologia da conectividade.


Quanto custa
Modelo
R$
up!
57.900
Saveiro C Estendida
67.810
Saveiro C Dupla
71.090
Fox seis marchas mecânico
63.110
Fox cinco marchas automatizado
66.510




Pepper incrementa linhas Fox, Saveiro e Voyage. Nova VW

Roda-a-Roda

Mais um – Jaguar ampliou linha utilitária esportiva, SUV. Após o F-Pace, fez o E-Pace, menor, sobre base do Discovery Sport. Motor próprio Ingenium 2 litros, gasolina, turbo, 300 cv ou diesel 150 CV, suspensão independente, freios a disco nas quatro rodas, harmonia de sistemas eletrônicos de conforto e segurança. 

Dúvida – Diz a Jaguar, ideal para a família moderna, com enorme quantidade de exigências atuais de infordiversão.

Enfatiza quatro pontos de carga 12 v e cinco saídas USB. É para família ou reunião de nerds?

Conteúdo – Adota os conjuntos de cuidados eletrônicos disponíveis em outros Jaguar e Land Rover, como tela de 25 cm, projeção de dados no para-brisas, sistema de leitura de fluxo de trânsito, frenagem automática.

Pretendem-no o mais vendido, mas custará acima de Audi Q3 e BMW X1. Ou seja, aqui, não fará vendas elevadas.

Mais – Nome Pace, em inglês Ritmo, resgata slogan da marca nos EUA: Grace, Pace, Space. 

Ante as linhas, semelhantes a um cupê anabolizado, cria ocasião para intermináveis discussões: é utilitário esportivo ou esportivo utilitário?

Mais outro – Ao lançamento, efeito para impressionar: um salto com giro completo no ar. Está em https://youtu.be/9yatAJVA_4E

Fãs do agente 007 no filme "O Homem da pistola de ouro" já viram proeza pioneira com AMC Hornet: https://www.youtube.com/watch?v=fzCIbhLUUA0 

Foi muito mais difícil fazer com um projeto antigo.

Questão - Se vender bem responderá a questão: até que ponto resultados de pesquisa influenciam em compras? 
Pelo ultimo levantamento da JD Power é uma das piores marcas em defeitos.

Mais – Início da produção do Nissan Kicks em Resende, RJ, exigiu implantar segundo turno. Presidente da empresa, Marco Silva, iniciou novo ciclo e foi conhecer/cumprimentar os 600 novos funcionários. 

Ficaram satisfeitos. Governo(?) do Estado do Rio, também. Há tempos não se ouvem notícias boas por lá. 

Assistência – Ato raro, Ford disponibilizou a mecânicos de oficinas não-autorizadas, livro digital feito em conjunto com o Senai: Sistemas de Injeção Eletrônica dos Motores Ford. 

250 páginas com informações de eletricidade e eletrônica básicas. Para motores Rocam em Ka, Fiesta, Courier e EcoSport.

Melhor e Pior – Empresa JD Power fez levantamento de qualidade no mercado dos EUA, perguntando a 80 mil compradores sobre primeiros meses dos carros 0 Km. Listou as indicações de defeitos para centena de veículos.

Melhores – Kia é a marca com menos problemas. 31 compradores a cada 100 precisaram serviços. 
Colada, Genesis, de luxo da Hyundai, controladora da Kia. Após, Porsche. Hyundai, controladora da Kia, ficou em oitava posição.

Piores – Fiat, Jaguar e Volvo. Land Rover, mesma produção da Jaguar, duas posições acima como menos pior. 

Questão - Qual é a linha invisível a costurar as últimas colocações? São todas marcas em nova fase, compradas por empresas de outros continentes, outra formação e postura gerencial, seguramente superiores às gestões anteriores. 

II - Caso Fiat mais curioso porquanto sua marca de picapes, a RAM, está em quinta posição de qualidade, acima de BMW, Nissan, VW.

Será? – A má posição Fiat nos EUA, impeditiva ao crescimento, deve exigir horas de trabalho a Stefan Ketter, presidente da FCA, na América Latina, mas especialista maior em construções e manufatura. 

Foi quem mudou e aperfeiçoou métodos e processos no Brasil, perceptíveis no Argo – outra categoria dentre os Fiat. Problema nos EUA pode acelerar sua transferência.


Gráfico de qualidade marcas EUA


Assistência – Ato raro, Ford disponibilizou a mecânicos de oficinas não-autorizadas, livro digital feito em conjunto com o Senai: Sistemas de Injeção Eletrônica dos Motores Ford. 

Vilegiatura – Vais ao norte da Itália em férias? Gostas de automóveis mais ou menos antigos? 

Em agosto, Slow Drive, agência especializada em aluguel de carros de época oferece vantagens para aproveitar melhor. info@slowdrive.it

História – Ford Escort XR3, comemora 35 anos. Surgiu em 1982 na Europa. Aqui em 1983, marcando o início da europeização da filial brasileira. 

Sigla indicava a indicava a 3ª. proposta de Experimental Research, pesquisa experimental. 

Motor 1.6 a álcool, 82,9 cv, rebaixado, defletor dianteiro, aerofólio traseiro, bancos esportivos, teto solar com persiana interna, sonho de consumo. Durou até 2003.



Actros, no mix-road também transporta combustíveis


Actros, pesado da Mercedes, 
amplia seu uso 
Após aplicar ao seu caminhão Actros modificações e sugestões de frotistas e motoristas nacionais, Mercedes-Benz tem acompanhado seu crescimento de vendas. 

Para levar conhecimento aos operadores e motoristas, criou a Websérie Actros para demonstrar o crescimento do caminhão pesado na diversificada aplicação no país. 

A Webserie é veiculada nas redes sociais, no canal da marca no Youtube, e na página da Mercedes no Facebook. O primeiro vídeo atingiu 18.500 visualizações e 1.000 curtidas apenas no Facebook.

Novo episódio foca motoristas de caminhões em atividade de projetada expansão, o transporte de combustível e derivados de petróleo. 

90% de tal movimento é feito sobre caminhões por distribuidoras, postos, transportador revendedor retalhista, usinas de álcool, recuperadores de óleo. 

O Brasil é o sexto país do mundo em consumo de petróleo, terceiro no segmento de transporte.

O Actros assegura elevado nível de conforto durante o trabalho e o descanso do motorista, o que resulta em produtividade e segurança para a sua jornada diária”, diz Roberto Leoncini, vice-presidente de Vendas, Marketing e Peças & Serviços Caminhões e Ônibus da Mercedes-Benz do Brasil. 

O Actros também oferece força, robustez, resistência, disponibilidade e reduzido custo operacional para as empresas de transporte, para que elas alcancem a rentabilidade desejada.

O Actros passou por desenvolvimento tornando-se capaz de operações rotuladas de mix-road, utilizando estradas asfaltadas e vias não pavimentadas.

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Força do querer, o título da coluna do Calmon, é bem sintomático do que está acontecendo pelo mundo em relação à preferência por uma parte significativa dos consumidores por carros elétricos. No ano passado, foram vendidos 700 mil desses veículos, e há estimativas de que as suas vendas representem 54% das vendas mundiais, até 2040, quando o governo francês pretende banir a a venda de carros a diesel e gasolina



Alta Roda   

Nº 950  — 20/7/17

Fernando Calmon



Força do querer

Pode parecer estranho o título desta coluna coincidir com o de uma novela televisiva atual. 

Foi proposital porque neste mês de julho as notícias eletrizantes sobre a invasão de carros elétricos no mundo se sucederam, como os capítulos dos populares folhetins noturnos de TV.

Primeiro, foi o estudo divulgado pela equipe especializada em transportes da Bloomberg New Energy Finance (BNEF), empresa de pesquisa que tem acompanhado a evolução do assunto. 

O relatório chama atenção para reduções importantes no preço das baterias de íons de lítio que tornarão os elétricos tão baratos como os convencionais. 

Fala também em cerca de 700.000 veículos leves desse tipo vendidos em todo o mundo em 2016. 

A equipe agora estima que os elétricos representem 54% de todas as vendas mundiais de automóveis até 2040.

Em seguida, a Volvo pegou a onda e seu presidente afirmou que depois de 2019 todos os novos projetos dos modelos da marca terão motores elétricos. 


Passou pouco mais de uma semana e foi a vez do governo francês anunciar o objetivo de em 2040 banir a venda em todo seu território de carros equipados com motores a combustão (diesel ou gasolina). 

Ao mesmo tempo, o elétrico Tesla 3 saía da linha de montagem nos EUA, primeiro “popular” da marca. 

Seus modelos atuais custam em torno de US$ 100.000, mais que o dobro de um modelo convencional (o “popular”, também), mesmo com incentivos governamentais em dinheiro aos compradores.

Todo esse enredo, porém, precisa ser mais bem explicado. Afinal, novela é peça de ficção, algumas até inspiradas em fatos da vida real. Apesar de todo o respeito pela BNEF, certas afirmações estão incompletas. 

É muito comum somar, sem informar, híbridos (de motor a combustão e elétrico, recarregável ou não em tomadas) e elétricos puros. 

Aquelas 700.000 unidades incluem os dois tipos e representaram menos de 1% do que se vendeu no mundo no ano passado.

Passar a 54% em apenas 23 anos é grande exercício de otimismo. O preço das baterias já caiu e continuará a cair, como está no relatório. 

Mas terão de ser substituídas e recicladas depois de 10 anos a um preço que ninguém sabe. Isso não aparece no relatório, e deveria.

Volvo pertence à chinesa Geely, fabricante de veículos de capital privado, que deve se enquadrar nas orientações do governo do país oriental. 

Antes de 2025, o ciclo de modelos atuais da marca sueca não se encerrará e não foi dito se híbridos conviverão com elétricos. Já o governo francês se enquadra muito bem no título da novela. 

As intenções são nobres, sem dúvida. Trata-se de um país onde quase toda eletricidade vem da energia nuclear, mas faltou explicar a que custo a infraestrutura de recarga será implantada. 

E, novamente, como reciclar milhões de baterias que sairão dos carros ainda com 20% de energia residual. 

Podem em parte ser usadas em “bancos de energia”, mas depois a reciclagem terá que vir. 

Também falta saber se o lítio se manterá a preço estável ou haverá nova dependência mundial: em vez de óleo, metal...
A maioria das novelas mostra um final feliz. O carro elétrico também?

RODA VIVA

INDEPENDENTE da maré elétrica de otimismo, motor Diesel pode ver sua aplicação restringida em automóveis na Europa. 

Há movimentos fortes em algumas cidades e países para forçar a indústria a uma atualização da frota circulante. 

Daimler, pressionada na Alemanha, convocará três milhões de veículos a diesel usados depois de alegar que não tinham problemas.

PORSCHE, por sua vez, admitiu agora que até o fim desta década decidirá se continuará a oferecer motores diesel nos SUVs e no sedã Panamera. 

Marca tem apenas 15% de vendas mundiais com essa motorização e pode substituí-la por híbridos a gasolina. 

Também investe em um sedã totalmente elétrico. Para 2025, estima que entre 25% e 35% da sua produção será de elétricos.

APLIQUES ajuizados e altura de rodagem elevada em 3,1 cm fazem do Ka Trail um produto adequado na faixa dos pseudo aventureiros. 

Enfrenta quebra-molas, valetas e buraqueira sem comprometer de forma preocupante o comportamento em curvas. 

Retoques no habitáculo são discretos. Motor de 1 litro (3-cilindros) permite ter preço competitivo.

PEUGEOT acaba de anunciar iniciativas de peso na prestação de serviços da sua rede de concessionárias para reconquistar mercado. 

Revisão em 24 horas (se atrasar, cliente não paga); empréstimo de veículo quando o reparo ultrapassar quatro dias, mesmo em casos fora da garantia; reboque gratuito por oito anos, em eventos de pane ou colisão. Exemplo a ser seguido.

PRÊMIO Inovação Brasil, do jornal Valor Econômico, demonstra que parte da indústria de autopeças continua a investir em pesquisa e desenvolvimento no País. 

Na edição deste ano, a Mahle Metal Leve apareceu novamente na segunda posição no ranking de empresas automobilísticas. 

Possui 140 patentes ativas e seu Centro Tecnológico de Jundiaí (SP) gera uma média de 20 depósitos por ano.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

terça-feira, 18 de julho de 2017

A Renault aceita até 31 de Julho encomendas do seu novo SUV Kwid do lote disponibilizado para os clientes brasileiros. Os interessados terão de fazer um pagamento prévio, on-line, de R$ 1.000,00 que podem ser parcelados em três vezes.


Devido ao grande sucesso, a Renault do Brasil disponibiliza aos clientes brasileiros novo lote de pré-venda do Kwid, o SUV dos compactos, mantendo as condições comerciais iniciais. 

Os pedidos devem ser feitos até o dia 31 de julho, com entrega prevista para até 30 de novembro. O cliente deve fazer a reserva no site: www.kwid.com.br. 


É necessário fazer o pagamento on-line de R$ 1.000,00, no cartão de crédito, podendo parcelar em até três vezes.

Entre as vantagens da pré-venda estão preço garantido, primeira revisão gratuita, cinco anos de garantia para quem fizer o financiamento com o banco Renault e entrega prioritária.
Sobre o Kwid

O Kwid terá três versões de acabamento: Life, Zen e Intense, nas opções de cores: Orange Ocre, Vermelho Fogo, Branco Marfim, Branco Neige, Prata Étoile e Preto Nacré.

Life - R$ 29.990
Principais itens: rodas 14”, 2 airbags laterais, 2 airbags frontais, 2 Isofix, predisposição para rádio e indicador de troca de marcha e de condução.


Zen - R$ 34.990
Principais itens: direção elétrica, ar-condicionado, travas e vidros dianteiros elétricos. Opcional: rádio com Bluetooth e entradas USB e AUX - R$ 35.390.

Intense + Pack Connect - R$ 39.990
Principais itens: retrovisores elétricos, faróis de neblina cromados, Media Nav 2.0, câmera de ré, abertura elétrica do porta-malas, rodas Flexwheel e chave dobrável.


O SUV dos compactos
O Kwid se destaca pela posição de dirigir mais alta que a dos carros compactos disponíveis no mercado, a boa altura do solo (18 cm, similar à de SUVs médios) e os destacados ângulos de entrada (24°) e de saída (40°).

Por fora, o Kwid dá a impressão de ser maior que os seus 3,68 m de comprimento. A percepção é reforçada ao entrar no carro e se acomodar, graças ao seu entre-eixos de 2,42 m. 


O espaço para quem viaja atrás é surpreendentemente confortável, inigualável entre os modelos compactos. 

O mesmo ocorre com o compartimento de bagagem, que acomoda 290 litros e é o maior da categoria.

Com o novo motor 1.0 SCe de três cilindros – 70 cv de potência com etanol e 66 cv com gasolina e torque de 9,8 kgfm (etanol) e 9,4 kgfm (gasolina) -, o Kwid é o carro mais econômico da categoria. 
O SUV compacto faz 15,2 km/l com gasolina e 10,5 km/l com etanol (trecho misto).


Segurança
Fabricado no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais (PR), o Kwid utiliza uma nova plataforma mundial da Aliança Renault-Nissan, que é moderna e adaptável para atender às especificidades de uso e de legislação de cada país.

O Kwid brasileiro tem 80% do seu conteúdo composto por peças novas, desenvolvidas pela Renault Tecnologia Américas (RTA), desde a estrutura e características mecânicas, passando por equipamentos de conforto, conectividade e segurança.

Em todas as versões, o modelo traz de série dois airbags frontais e dois laterais, inéditos no segmento dos compactos, além de duas fixações Isofix para cadeirinhas infantis, item fundamental para a segurança das crianças.


Uma moto com 165 cv (mais cinco do que o modelo anterior) versátil, esportiva e confortável. Não acredita que uma moto possa oferecer essas três qualidades? Pois faça um test-drive na BMW S 1000 XR 2017, que está há venda nos Brasil por R$ 72.900. Vem com freios ABS Pro, Controles Dinâmico de Tração (DTC) e ajuste eletrônico de suspensão Dynamic ESA



Robusta e versátil, a BMW S 1000 XR traz aprimoramentos para o modelo 2017/17. O modelo teve sua potência elevada em cinco cavalos – de 160 cv, no modelo anterior, para 165 cv na nova versão, sempre a partir de 11.000 rpm – graças a melhorias aplicadas ao conjunto motriz. 

Além disso, a nova BMW S 1000 XR passa a contar com a nova cor azul Ocean, que ressalta sua origem esportiva e soma-se às opções de tonalidades vermelha e cinza disponibilizadas anteriormente. 

O preço sugerido da motocicleta não sofreu reajustes e ela segue sendo oferecida por R$ 72.900 em toda a rede BMW Motorrad, no Brasil.

Três perfis em um único modelo
Desenvolvida para aqueles que buscam a versatilidade de uma big trail, o dinamismo de uma motocicleta esportiva e o conforto de uma touring, a BMW S 1000 XR agrega o melhor destas três categorias em um único modelo. 

Ela vem equipada com um motor de quatro cilindros em linha, de quatro tempos e 16 válvulas, capaz de entregar 165 cv de potência, a partir de 11.000 rpm, e 112 Nm de torque máximo, disponíveis a 9.250 giros, associado a uma transmissão de seis marchas.

O modelo também se destaca pelo farto pacote de itens de segurança oferecidos de série, entre eles freios ABS Pro, Controles Dinâmico de Tração (DTC) e ajuste eletrônico de suspensão Dynamic ESA. 

Adicionalmente, a motocicleta vem equipada com acelerador eletrônico Ride-by-Wire e ajustes de pré-carga do amortecedor traseiro, de compressão, retorno e pré-carga do amortecedor dianteiro; alerta de rotação do motor (shift-light), imobilizador eletrônico, modos de pilotagem, lanterna traseira em LED, painel de instrumentos digital multifunção, parabrisa com ajuste de altura e rodas de liga leve.

Pacote Premium
A BMW S 1000 XR vem ainda o pacote Premium, que agrega entre outros equipamentos assistente de troca de marchas Pro, modos de pilotagem Pro, preparação para GPS, piloto automático, manoplas com aquecimento, luzes indicadoras de direção em LED e suportes para top case e malas laterais.

Dimensões
Outro destaque da BMW S 1000 XR são suas dimensões avantajadas, mas que de forma alguma influenciam na sua dirigibilidade dócil. São 2.183 mm de comprimento; 940 mm de largura (com espelhos); 1.408 mm de altura; 840 mm de altura do banco e 1.548 mm de distância entre-eixos. 

A capacidade do tanque de combustível é de 20 litros, com aproximadamente 4 litros de reserva.

Link para imagens em alta resolução
https://www.press.bmwgroup.com/global/photo/compilation/T0263865EN/the-new-bmw-s-1000-rr-s-1000-r-and-s-1000-xr

Para mais informações sobre a BMW Motorrad Brasil acesse:
www.bmw-motorrad.com.br

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