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domingo, 27 de fevereiro de 2022

CAOA Chery bate novo recorde e acumula 900 pedidos do Novo Tiggo 5x Pro no primeiro dia de comercialização. É de salientar o luxo do carro




Novo SUV reúne em versão única e de série, os melhores conteúdos de tecnologia, segurança e conforto da categoria
Nova calibração do motor 1.5 Turbo Flex e novo câmbio CVT de 9 velocidades garantem melhor desempenho.



Bastaram poucas horas de portas abertas para a Rede de Concessionárias CAOA CHERY anunciar um novo recorde de vendas da marca na estreia de mais um grande sucesso, o renovado Tiggo 5X, que recebeu uma grande e impecável atualização e passa a ser comercializado exclusivamente na versão PRO. Foram computadas 900 unidades vendidas do SUV em menos de 24 horas de exposição na Rede, logo após o lançamento oficial do produto, realizado durante a última quinta-feira (17).



O Tiggo 5x, desde sua versão anterior, sempre ocupou a posição de SUV mais vendido da gama da CAOA CHERY no Brasil, com quase 30 mil unidades comercializadas no País, desde que chegou às concessionárias, há três anos.



Entre as novidades do Tiggo 5x PRO está a transmissão CVT, que junto com uma nova versão do motor 1.5 Turbo Flex, trouxe ao veículo ganhos em desempenho e uma dirigibilidade ainda mais focada no conforto. No design, a identidade do Tiggo 5x segue presente com toques a mais de requinte e robustez. 



Já o interior foi amplamente renovado e passa a contar com novo pacote ergonômico, nova central multimídia de 10,25", painel digital colorido, e uma série de itens de conforto, tecnologia e segurança que transformam a experiência a bordo do Tiggo 5x PRO.



Produzido nacionalmente na fábrica da CAOA Montadora em Anápolis (GO), o Tiggo 5x PRO chega à Rede Concessionária da CAOA CHERY com o preço de lançamento para pronta entrega de R$154.990,00.


















































O desafio da indústria automotiva na preservação ambiental



 

Coluna de Luís Carlos Secco





No episódio da semana passada, relatei que, em 1972, pela primeira vez, ouvi um executivo da indústria automobilística mundial falar sobre a necessidade de as montadoras buscarem a redução de emissões de poluentes. Esse doutor em engenharia me surpreendeu com o comentário de que nós, brasileiros, deveríamos nos sentir felizes porque no Brasil era possível a produção simultânea do álcool para ser utilizado como combustível e ao mesmo tempo alimentos e que os Estados Unidos não tinham a mesma possibilidade e deveriam escolher um ou outro.

 

Hoje, me sinto um felizardo por poder ter vivido e acompanhado grande parte dessa evolução e desenvolvimento que, muitas vezes, passa quase despercebida para o grande público e proprietários de automóveis em geral.

 

Nesses 50 anos, as montadoras investiram muito e colaboraram para reduzir drasticamente os níveis de emissões para a preservação ambiental. Nesse cenário, a engenharia e a indústria brasileira continuam em evolução constante e adequando seus modelos, motores e tecnologias para atender às cada vez mais exigentes legislações. É o caso da nova legislação do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente), o Proconve L7, em vigor desde janeiro deste ano.

 

Todos os carros novos comercializados no Brasil desde o início deste ano estão ainda mais eficientes e emitindo menos gases poluentes e que causam o efeito estufa. Poucos consumidores percebem, mas para a indústria, essa evolução demanda muito trabalho, pesquisa, testes e investimentos.


 

Somente a Volkswagen investiu mais de R$ 50 milhões para instalar o Laboratório de Emissões e Motores aplicados em pesquisa e desenvolvimento para adequar sua linha de automóveis à nova legislação. Isso implicou, inclusive, na retirada de linha de alguns modelos ou na troca de motores que não atendiam essa nova fase.

 

O Proconve L7 estabeleceu limites ainda mais rígidos para a emissão de gases, exigindo novos testes e análises igualmente severas. Foi necessário reduzir as emissões em, no mínimo, 38% para compostos orgânicos voláteis e óxidos de nitrogênio; em 23% para monóxido de carbono e, em 25%, para aldeídos em relação à legislação anterior, o L6.

 

Quando se fala em consumo de combustível, os motoristas também passaram a conduzir automóveis mais eficientes.

 

Entre as tecnologias que ajudaram no alcance da redução de emissões e na diminuição do consumo dos automóveis em linha da Volkswagen estão as atualizações de softwares de motor, transmissão e ar-condicionado, a adoção de pneus com compostos de baixa resistência ao rolamento (os pneus verdes), sistema de combustível, de exaustão e catalisadores, além da chegada de Start-Stop e do ar-condicionado Climatronic Touch para quase todos os modelos.]


 

O ACC (Controle de Cruzeiro Adaptativo) e AEB (Autonomous Emergency Brake / Frenagem Autônoma de Emergência) também estão disponíveis agora para uma grande variedade de modelos.

 

A Volkswagen reforçou seu compromisso com foco em desenvolver e produzir veículos cada vez mais tecnológicos e eficientes, dentro do Way to Zero, que visa neutralizar as emissões de CO2.

 

Até criou um Centro de Pesquisa & Desenvolvimento no Brasil, para buscar soluções tecnológicas baseadas em etanol e outros biocombustíveis para mercados emergentes, que utilizam energia limpa, para a combustão e soluções híbridas. Com isso, a empresa quer minimizar as mudanças nas plataformas atuais e contribuir para a descarbonização.

 

Para enfatizar o nível de tecnologia aplicado pela indústria permitam-me dar dois exemplos importantes que vivenciei em minha carreira como assessor de imprensa das montadoras.

 

Foi no final da década de 1990, na introdução do catalisador no sistema de exaustão dos veículos automotores para reduzir a emissão de gases nocivos à saúde. Importante equipamento para a preservação ambiental, o catalisador é formado por um núcleo cerâmico ou metálico que envolve uma camada de metais nobres. Os gases nocivos emitidos pelo motor são filtrados e convertidos em vapor de água e em outros gases não tóxicos.

 

Lembro que no evento de apresentação do catalisador, a Volkswagen, primeira empresa do País a lançar, em 1997, o sistema nos carros que produzia, utilizou automóveis Santana.

 


Naquela época, uma parte dos consumidores desconfiou da eficiência do catalisador e muitos até procuraram oficinas mecânicas para tentar retirar o equipamento porque achavam que o desempenho do veículo era comprometido, sem entender que o seu benefício era para o meio ambiente e qualidade do ar.

 

Outra mudança importante que está ocorrendo agora para que a indústria atenda aos limites da Proconve L7 é a introdução cada vez maior de motores turboalimentados nos novos veículos, algo não imaginado há alguns anos.

 

Hoje, mais da metade dos 20 modelos mais vendidos possuem opção de motorização turbo. Mas até recentemente, em 2016, havia apenas um modelo entre os 20 mais vendidos com motor turbo. O motivo para essa mudança são as exigências para redução de poluentes e maior eficiência energética.

 

Lembro que o primeiro carro nacional turbinado foi o Fiat Uno Turbo, em 1994. Em 2001, a Volkswagen lançou um motor 1.0 equipado com turbo Garrett nos veículos Gol e Parati. Foi o primeiro exemplo de “downsizing” (motores aspirados são substituídos por propulsores menores turbinados) no Brasil, com a troca de um motor 1.6 por um 1.0 turbo.

 

O Gol 1.0 turbo tinha 112 cavalos de potência, contra 70 cavalos de um 1.0 normal da época, com consumo de até 16,5 km/l na estrada.

 

Para atender às futuras e cada vez mais rigorosas normas de emissões, a indústria automotiva mundial e brasileira já está trabalhando para desenvolver soluções que proporcionem maior preservação ambiental e bem-estar, como os carros elétricos, cada vez mais populares em grande parte do mundo, e que devem ganhar maior participação no Brasil nos próximos anos.

 

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Crédito das imagens: Arquivo Internet

Muito Além de Rodas e Motores
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Honda CB 1000R 2022: pioneira do estilo Neo Sports Café ganha atualizações no estilo, ajustes técnicos e conectividade, além de versão exclusiva Black Edition. Novo farol, rodas, molduras do radiador e o inédito painel TFT colorido, sistema PGM-FI reprogramado e a estreia do sistema de conectividade Honda Roadsync marcam o modelo 2022. Versão Black Edition, customizada de fábrica, conta com itens exclusivos. Assista o vídeo.

 


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A Honda CB 1000R é um modelo que desde seu lançamento tornou-se objeto do desejo dos fãs do estilo naked. Ao caráter agressivo, de pura Streetfighter, a CB 1000R acrescentou o ineditismo do conceito Neo Sports Café, caracterizado por um design minimalista e pleno de personalidade. Os motociclistas desejosos por uma estética essencial, onde o supérfluo não tem lugar, foram atendidos não só pelo estilo singular da CB 1000R, mas também pela alta tecnologia do motor e ciclística.
 

A inovadora receita da CB 1000R resultou em um modelo entusiasmante, com formas que a distinguiram em termos de elegância mas sem renunciar à plena agressividade. A CB 1000R é capaz de oferecer desempenho de moto superesportiva, mas com o característico controle das naked, favorecido pelo guidão largo.
 

Campeã nas estradas sinuosas, nas acelerações e completamente atraente quando estacionada, a CB 1000R é uma moto que se sobressai seja no aspecto dinâmico como no estético. Um modelo de referência, no qual a Honda aplicou toda sua capacidade, e é sem dúvida a mais cobiçada de seu segmento.

As alterações introduzidas no modelo 2022 visaram destacar ainda mais o seu caráter de motocicleta premium, permitindo à CB 1000R um significativo salto qualitativo, tanto em termos de estilo como em performance. A chegada da exclusiva versão CB 1000R Black Edition é, para todos os efeitos, a celebração deste sucesso, um verdadeiro ícone de nosso tempo, ambicionada e exclusiva.
 

Generalidades dos modelos
 


A CB1000R 2022 tem linhas mais agressivas e avançadas, com novos detalhes como o subchassi em alumínio prateado e molduras do radiador e tampas da caixa do filtro do ar com design mais dinâmico. O formato do farol evoluiu e agora está mais inclinado para trás, idem quanto às rodas, de desenho elaborado e atraente.

A parte ciclística não foi alvo de alterações; já o motor teve o sistema PGM-FI reprogramado, o que resultou em melhor entrega de potência. O inédito painel de instrumentos TFT colorido inclui conectividade Honda RoadSync com a tecnologia HSVCS -- Honda Smartphone Voice Control System, que permite ao condutor controlar através de sua voz smartphones e diversos aplicativos nele instalados. Uma porta USB-tipo C situada sob o banco do passageiro permite a recarga de smartphones.

Atraente e atemporal, a CB 1000R ganhou nesta versão 2022 uma exclusiva versão Black Edition. O visual personalizado -- uma customização de fábrica! -- garante a exclusividade da versão, que se caracteriza pelo extenso uso do preto em praticamente todas as superfícies. Além do aspecto cromático, a CB 1000R Black Edition traz acessórios exclusivos de série.

À exceção de alguns detalhes em alumínio usinado -- nos raios das rodas, balança de suspensão, tampas do motor e apoios do guidão com o logotipo “CB” -- tudo na CB 1000R Black Edition é preto: o farol cônico e sua carenagem essencial, suspensão dianteira, as molduras do radiador, tampas da caixa do filtro do ar (com acabamento anodizado) e todo o sistema de escape inclusive a ponteira. O tanque e a capa do banco do passageiro, equipamento exclusivo da Black Edition, são em Preto Graphite.

No aspecto técnico, a Honda CB 1000R Black Edition se diferencia da versão standard por ter o sistema quickshifter, que permite mudanças de marchas mais rápidas por eliminar a necessidade de acionamento da alavanca de embreagem.
 

Características principais
 

Estilo & Equipamentos


• Posição de pilotagem avançada e agressiva

• Novas rodas de alumínio fundido

• Sistema HSVCS -- Honda Smartphone Voice Control System
• Painel TFT colorido de 5 polegadas
 

O conceito "Neo Sports Café" deu uma interpretação moderna e minimalista a um amplo leque de estilos de motocicletas, cuja inspiração vem das Café Racers surgidas em meados do século XX. Como pioneira do estilo Neo Sports Café, a Honda CB 1000R exala uma personalidade agressiva, com posição de pilotagem curvada à frente e tendo no motor um elemento de grande força em termos estéticos. As novas rodas de alumínio fundido com sete raios acrescentam um visual elaborado e atraente.

O farol redondo, um componente de forte identidade, agora possui uma moldura oval e está em posição mais recuada entre as bengalas da suspensão dianteira. Novo é o desenho das molduras do radiador em alumínio polido, mais compactas e inclinadas, estilo que se repete nas tampas da caixa do filtro do ar. O sinuoso subchassi de alumínio foi totalmente redesenhado e agora tem acabamento prateado na versão base, o que destaca a essencialidade da parte traseira, que também traz um suporte de placa menor.

A revitalização no visual foi extendida a elementos de grande importância, como por exemplo o painel de instrumentos, agora um display TFT a cores de alta visibilidade com 5 polegadas. São quatro os tipos de visualização da velocidade e rotação do motor, selecionáveis de acordo com a preferência do condutor, que pode usar a tecnologia multi-color line para ativar o shift light, indicador de mudança de marcha, indicação do nível/consumo de combustível, seleção do modo de pilotagem e parâmetros do motor e indicador de marcha engatada. Toda a gestão destas preferências é feita por botões no punho esquerdo.

 

O sistema de conectividade Honda Roadsync com a tecnologia HSVCS -- Honda Smartphone Voice Control System, estreia na CB 1000R e permite que o smartphone seja conectado o que possibilita desfrutar de facilidades como gestão de chamadas telefônicas, mensagens, seleção de músicas e navegação durante a pilotagem. Para tal é necessário usar capacete com sistema de áudio e microfone incorporado, que se conecta ao smartphone e painel de instrumentos via Bluetooth. A gestão do sistema HSVCS também pode ser feita a partir dos botões do punho esquerdo do guidão. Uma porta USB-tipo C localizada sob do banco do passageiro permite recarrega de smartphones.

 

MotoR


• Quatro cilindros em linha, derivado do motor da CBR 1000RR

• Potência de 142,8 cv e torque de 10,2 kgf.m

• Sistema de acelerador eletrônico TBW -- Throttle By Wire
• Injeção eletrônica PGM-FI reprogramada, melhor resposta ao acelerador
 

O motor DOHC quatro cilindros em linha de 998 cc da CB 1000R tem sua origem na CBR 1000RR Fireblade. Adaptado para o uso na naked, a faixa vermelha do contagiros começa a 11.500 rpm, com o limitador de rotação entrando em ação às 12.000 rpm. A CB 1000R 2022 recebeu afinações otimizadas no sistema PGM-FI, o que resultou em entrega de potência mais progressiva e melhores respostas ao acelerador.

O elevado torque, que é sentido especialmente na faixa entre 6.000 e 8.000 rpm, oferece uma experiência de pilotagem entusiasmante, permitindo acelerações rápidas e retomadas de velocidade que praticamente dispensam o uso intensivo do câmbio.


A nova caixa do filtro do ar assim como os dutos de admissão e o próprio filtro do ar proporcionaram melhoria na admissão de ar no motor. Tal mudança reduziu as perdas de pressão, alimentando de modo mais eficaz os corpos de borboleta de 44 mm de diâmetro ligados a câmaras de combustão cuidadosamente desenhadas, onde trabalham pistões de alumínio forjado.

O escalonamento do câmbio privilegia acelerações poderosas, especialmente entre os 30 e os 130 km/h. A nova embreagem assistida/deslizante exige mínimo esforço para seu acionamento e é perfeitamente dimensionada para reduções rápidas e fortes, típicas da pilotagem esportiva.

O escape 4-2-1, com 4 catalisadores de curtas dimensões dentro da câmara principal, além de contribuir para a redução geral do peso, favorece a potência em médias rotações. A sonoridade foi aperfeiçoada e acima das 5.500 rpm a “voz” do motor da CB 1000R fica mais profunda e intensa.
 

Sistemas eletrônicos do motor

• Três modos de pilotagem padrão mais um personalizável

• Três níveis de potência, freio-motor e controle de tração HSTC
• Quickshifter (exclusivo Black Edition)

 

O sistema TBW -- Throttle By Wire de acelerador eletrônico permite ao condutor um controle preciso do potente motor da CB 1000R. Três são os modos de pilotagem disponíveis de série mais o modo USER, personalizável. A seleção dos modos é realizada no punho esquerdo, com visualização pelo painel de instrumentos TFT.
 

São três níveis de potência (P), freio-motor (EB) e controle de tração (HSTC) disponíveis; o sistema HSTC também pode ser desativado. Estes três modos oferecem diferentes combinações de cada parâmetro.

O modo RAIN usa a definição de potência mais baixa e menos agressiva e efeito freio-motor médio e controle de tração elevado. Níveis mais baixos de potência e de torque são determinados para as três primeiras marchas.

O modo STANDARD usa níveis médios de potência, freio-motor e controle de tração. Este modo suaviza a entrega de potência em primeira e segunda marchas, e usa uma curva pouco abaixo da do modo SPORT, com torque reduzido quando o acelerador está parcialmente aberto.

O modo SPORT usa o nível mais elevado de entrega de potência e os níveis mais baixos de freio-motor e de controle de tração, oferecendo assim o máximo de potência e torque em todas as seis marchas e em toda a faixa utilização, com o mínimo de intervenção do sistema HSTC.
 

Finalmente, o modo USER permite ao condutor escolher entre três definições de cada parâmetro e registra tais opções.
 

Ciclística

• Chassi monotrave tipo Diamond de aço

• Suspensão dianteira Showa SFF-BP regulável

• Suspensão traseira monobraço, monoamortecida, regulável
• Freio dianteiro com pinças radiais
 

A parte ciclística da CB 1000R não sofreu alterações para 2022. O chassi de aço monotrave tipo Diamond tem duas robustas placas de alumínio na região do eixo que liga a longa balança de suspensão traseira (574,2 mm) tipo monobraço ao chassi. O cáster é de 25° e o trail de 100 mm. A distância entre eixos tem 1.452 mm e o peso a seco é de 200 kg para a versão CB 1000R e 201kg para a exclusiva versão Black Edition. A distribuição do peso entre a dianteira e a traseira é de 48,5% -- 51,5%.
 

A posição de pilotagem permite uma natural inclinação à frente do condutor graças ao triângulo formado pelo guidão largo de alumínio, banco a 830 mm de altura do solo e pedaleiras levemente recuadas. O tanque de combustível é largo, mas com reentrâncias laterais para dar espaço aos joelhos.
 

A suspensão dianteira é uma Showa SFF-BP -- Separated Function Fork Big Piston, com amortecimento em uma das bengalas e a função de mola na outra. Tal arquitetura permitiu reduzir o peso e conciliar plena eficiência e conforto em uma ampla gama de utilizações. O monoamortecedor traseiro Showa possui regulagem da pré-carga da mola e do amortecimento em extensão.
 

A frenagem com sistema ABS de dois canais está a cargo de cálipers de freio de quatro pistões em montagem radial que atuam em discos flutuantes de 310 mm de diâmetro. Atrás o disco tem 256 mm de diâmetro e cáliper de dois pistões. As novas rodas de sete raios em alumínio fundido e de design elaborado exalam elegância e ousadia; o pneu traseiro tem medida 190/55 ZR17 e à frente o pneu é 120/70 ZR17.




Preço, cores, garantia


Aa Honda CB 1000R e Honda CB 1000R Black Edition tem garantia de três anos, sem limite de quilometragem, além do Honda Assistance (assistência 24 horas) durante o período que durar a garantia.
 

A chegada às concessionárias de todo o Brasil será no mês de abril. O preço sugerido para a CB 1000R (base Distrito Federal) é de R$ 69.000,00 e as cores disponíveis são vermelho metálico e prata metálico. 


Para a CB 1000R Black Edition o preço sugerido é de R$ 76.750,00 na cor preto perolizado.

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