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USE SEMPRE O CINTO DE SEGURANÇA, INCLUSIVE, NO BANCO DE TRÁS DO CARRO. CIRCULE TAMBÉM DE DIA COM OS FARÓIS BAIXOS LIGADOS. SE BEBER, NÃO DIRIJA. ULTRAPASSAGENS IRREGULARES SÃO A GRANDE CAUSA DOS ACIDENTES NAS ESTRADAS. NÃO ULTRAPASSE NUNCA COM FAIXAS CONTÍNUAS. PODERÁ CAUSAR A MORTE DE OUTRAS PESSOAS, A SUA E A DE QUEM FOR NO CARRO COM VOCÊ. TENHA PACIÊNCIA. VIAJE SEMPRE E MUITO E VISITE E CONHEÇA AS BELEZAS TURÍSTICAS DO BRASIL
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A Vesperata tem sua origem nas práticas musicais tradicionais de Diamantina do século XIX.
O público assiste as apresentações musicais da Vesperata pela rua de Diamantina |
Quando no período das vésperas, músicos se apresentavam
nas sacadas dos casarões para tocar para as pessoas que passeavam nas ruas.
As vésperas são a parte da Liturgia das
Horas, que é celebrada à tarde, entre 15 e 18 horas.
Reconhecida como um importante evento do
turismo e da cultura do Brasil, a Vesperata foi premiada em 2010 pelo
Ministério do Turismo com o Troféu Roteiros do Brasil, por promover a
Sustentabilidade Cultural no Município.
Com um repertório repleto de música boa
e diferentes estilos, a Vesperata é reconhecida como Patrimônio Cultural
de Minas Gerais.
Em Diamantina, terá a oportunidade de
assistir a um dos mais belos espetáculos musicais da cultura local:
Considerada como uma “serenata ao contrário”
pelo fato que os músicos se posicionam nas janelas e tocam para o público na
Rua da Quitanda, que fica lotada de mesas ao redor dos maestros regentes.
Cada apresentação reúne mais de mil pessoas.
É um evento singular pois nada se compara à
sensação de assistir à apresentação degustando um bom vinho, ou, se preferir, a
famosa cachaça do Norte de Minas.
E todos estão convidados para apreciar este
belíssimo espetáculo!
A programação da Vesperata de Diamantina 2022 já
foi divulgada e acontece entre abril
e outubro.
A Pousada do Garimpo tem toda programação especial para o turista |
O tradicional mercado de Diamantina é uma das atrações turística da terra de Chica da Silva e ex-presidente Juscelino Kubitscheck |
Refis das
MPEs
Os empresários do setor de hospedagem e alimentação do país estão
mobilizando os parlamentares de seus estados, nesta semana, pedindo apoio ao
projeto que ficou conhecido como Refis das MPEs. Isso porque o Congresso
Nacional vai analisar o veto ao projeto, no próximo dia 16 de março. “O Refis é
fundamental para a retomada econômica e a geração de empregos”, afirma o
presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA),
Alexandre Sampaio.
O programa de refinanciamento de dívidas dos empreendedores optantes
pelo Simples Nacional foi aprovado em dezembro de 2021, porém, em janeiro deste
ano, acabou vetado pelo presidente Jair Bolsonaro.
A informação sobre a data de análise do veto foi repassada pelo então
relator do projeto na Câmara, o deputado federal Marco Bertaiolli. Na avaliação
dele, o Refis vai possibilitar que 437 mil micro e pequenas empresas continuem
existindo e gerando empregos. “Excluir uma empresa do Simples é condená-la ao
fechamento. O Refis vai dar fôlego para que as MPEs possam pagar o que devem
continuar gerando emprego e pagar os impostos atuais”, disse o parlamentar,
lembrando que mais de um milhão de trabalhadores estão correndo risco de
perderem o emprego.
Numa iniciativa de entidades do setor produtivo nacional, foi criado um
abaixo-assinado em apoio à derrubada do veto. Assine e compartilhe: https://bit.ly/abaixo-assinado-derrubada-veto-refis.
“Estamos na reta final deste processo de derrubada do veto e, mais do
que nunca, precisamos de todo apoio possível para manter nossos negócios
abertos e, sobretudo, os empregos que geramos para o país”, afirma o presidente
da FBHA.
Congresso Brasileiro de Turismo C&VBX
A Cidade Maravilhosa será palco do evento.
Com o apoio de entidades do turismo nacional e patrocínio do SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas empresas), CNC (Confederação Nacional de Comercio de Bens, Serviços e Turismo) e CNT (Confederação Nacional do Transporte), acontecerá no Rio de Janeiro, nos dias 14 e 15 de março de 2022, o 14º Congresso Brasileiro de Turismo e Convention & Visitors Bureaux.
O evento receberá autoridades e experts da área econômica que abordarão os desafios e o atual momento dos Negócios de Turismo.
Roberto Fagundes, vice presidente da CVB |
Veja o programa, local e como se inscrever através do link: https://www.sympla.com.br/14-congresso-brasileiro-de-convention-and-visitors-bureaux__1414534
10 de março de 2022
Por Tarcisio Dias
Tudo que você queria saber sobre caminhão a gás e
não tinha para quem perguntar
Sabe aquelas dúvidas que você tinha sobre o caminhão movido a gás? Vão acabar. Recentemente a revista Jornada Scania esclareceu as principais questões relacionadas e resolvi passar por aqui também, pois o caminhão a gás veio para ficar e transformar o transporte em um setor mais sustentável.
Eles já contabilizam inúmeros resultados e quilômetros de estradas. Já são muitos rodando pelo Brasil e contribuindo para a transformação do setor de transportes.
Os caminhões a gás podem utilizar o gás natural veicular (GNV) e/ou biometano.
Mas, muitas dúvidas ainda pairam no ar quando se trata do assunto. Motoristas, transportadores, embarcadores e mesmo leitores interessados no assunto poderão conferir mais detalhes do modelo e tirar suas dúvidas. Vamos lá?
Qual é a capacidade do caminhão a gás? – A quantidade e a capacidade dos cilindros e tanques serão especificadas de acordo com a necessidade de autonomia para cada operação. As capacidades de armazenamento do gás em cilindros disponíveis são de 760, 852 e 944 litros. Para os tanques são de 758 e 1100 litros.
Quanto de gás cabe dentro do cilindro? – Isso dependerá da temperatura e da capacidade de pressão do compressor no abastecimento. Para exemplificar, no caso dos cilindros com capacidade de 944 litros, consegue-se colocar entre 200 a 230 metros cúbicos de gás, mas novamente, varia com temperatura e pressão.
O caminhão a gás tem o mesmo torque e potência que um modelo a diesel. Por que isso acontece? – O caminhão a gás alcança torque bem parecido ao diesel na mesma faixa de potência. Isso ocorre porque o motor a gás é dedicado para este combustível, não é um motor a diesel transformado. Inclusive opera no ciclo Otto, ou seja, com velas de ignição. Dessa maneira toda a engenharia do motor como taxa de compressão, entrada e saídas de gases, entre outros aspectos, é específica para o gás, o que permite a excelente performance.
Qual a autonomia do caminhão movido a GNV? E a GNL? – Isso também varia em cada operação, mas na prática o GNV tem apresentado uma autonomia para uma capacidade de cilindros 944 litros ao redor de 500 km (com PBTC* de 53 toneladas) e para o GNL com tanques de 1100 litros ao redor de 1200 km.
Qual a eficiência no consumo de combustível em cada um dos modelos (GNV e GNL)? – Variará com cada aplicação, carga, rota, topografia, etc.
O caminhão a gás é 20% mais silencioso que o modelo a diesel. Por que isso acontece? – É uma característica do ciclo Otto, muito comum em automóveis e que foi utilizada no desenvolvimento deste modelo a gás.
Quais as diferenças entre o modelo GNV e o GNL? Somente o tipo de combustível? – O motor é exatamente o mesmo. Até o combustível é o mesmo, apenas apresentado em formas diferentes de armazenamento: gás e líquido.
Sabemos que muitos caminhões acabam sendo convertidos em um modelo a gás, assim como acontece com os carros de passeio. Quais os riscos dessa adaptação? – Na teoria, seguindo as normas, não há riscos na segurança, mas a performance é comprometida, pois o motor não foi projetado para este combustível.
O caminhão a gás já nasceu com a tecnologia do gás. Qual a diferença estrutural, então, além do combustível, para um veículo movido a diesel? – Motor, tanques, pneus, sistemas… tudo foi pensado e desenvolvido especificamente para essa aplicação. A diferença está basicamente na câmara de combustão, cabeçotes, entrada e saída de gases e toda a parte de tanques e válvulas.
Os custos de manutenção são os mesmos que de um modelo a diesel? – Deverão ser um pouco superiores, dadas as diferenças e necessidades específicas do modelo. Porém, a médio e longo prazo, a diferença se paga pela economia.
Por quanto tempo esse modelo ficará no mercado? Há uma expectativa? O modelo a gás vai ficar “obsoleto” quando os elétricos chegarem por aqui? – A Scania acredita que não há uma única solução quando se fala de combustíveis alternativos. O gás é uma delas e veio para ficar. No futuro, quando tecnologias como o elétrico chegarem, haverá lugar para o gás, seguindo o conceito de TMA (Taylor Made for Application) da Scania, que especifica o caminhão com o que for melhor para o cliente.
O caminhão a gás pode explodir? Qual a chance de uma explosão acontecer, se compararmos com um modelo a diesel? – Só há explosão se o gás se expandir muito rapidamente dentro de um confinamento. Para que isso não ocorra, todos os cilindros são equipados com válvulas de segurança para detectar anomalias na vazão, temperatura e pressão, e nesse caso liberar o gás e evitar explosão.
No caso de colisão e possível rompimento do cilindro (o que é realmente muito difícil de ocorrer), o gás será liberado e não haverá explosão. Se fosse um caminhão a diesel, o combustível escorreria e ficaria no chão, podendo se incendiar, o que nunca ocorrerá com o gás. Em muitos anos de experiência na Europa não há relatos de explosões por conta do sistema de gás. Resumindo, o caminhão a gás é pelo menos tão seguro quanto o diesel, senão até mais.
E o liquefeito? Vale o mesmo quando se pensa na segurança do modelo? – O gás liquefeito está a temperatura de -163ºC. Em caso de contato com a atmosfera, imediatamente entrará na forma gasosa e vai também para a atmosfera, eliminando qualquer risco de incêndio ou explosão, se não estiver em ambiente muito confinado.
O gás que abastece um caminhão é o mesmo que o gás de cozinha?
– No caso de gás encanado sim. O botijão é outro tipo.
Quais os principais pontos de abastecimento no Brasil? – Praticamente as regiões Sul, Sudeste e grande parte do Nordeste, as capitais mais importantes, já estão cobertas. Toda a costa brasileira também. É importante lembrar que a demanda gera a oferta, ou seja, com o crescimento das vendas, mais agentes vão começar a surgir na distribuição do abastecimento.
A Titan Pneus promove hoje, 10 de março, a partir das 19h, uma aula online gratuita sobre como aumentar a performance do pneu agrícola. O treinamento será ministrado pelo instrutor técnico Emerson Hidalgo e será realizado na plataforma Maxxi Trainning Academy.
Ao longo de duas horas, o especialista abordará assuntos. Da definição de um pneu agrícola e a função de cada componente a aos cuidados e detalhes na montagem de um pneu, pressão de ar e seus efeitos. O participante ainda conhecerá as diferenças de tecnologias dos pneus agrícolas, qual a função do lastro e qual é o ponto de recapagem, entre outros tópicos.
Para fazer o cadastro é bem simples: basta acessar ESTE LINK e preencher os dados. Após isso, será encaminhado um link de acesso para o seu e-mail para entrar no treinamento virtual. O certificado de participação na atividade será encaminhado, também para o seu e-mail, ao final da aula online.
Sobre a Titan
A Titan Pneus é uma subsidiária da Titan International, umas das maiores fabricantes de pneus fora da estrada da América do Norte. No Brasil desde 2011, quando adquiriu o negócio agrícola da Goodyear, a marca se tornou responsável pela produção e comercialização de pneus agrícolas, fora de estrada (OTR), caminhão diagonal e camioneta diagonal das marcas “Goodyear Farm Tires” e “Titan”, sendo líder deste mercado no país. É proprietária de uma unidade fabril de aproximadamente 120 mil m2, localizada no bairro do Belenzinho, que fica na capital de São Paulo e emprega aproximadamente 2 mil colaboradores, entre funcionários e terceiros. Além do Brasil, a Titan Pneus atende clientes na Argentina, Colômbia, Peru, Chile e México, além de outros países da América Latina, Europa e África.
Consórcio Toyota traz alguns diferenciais, como o “Cashback Toyota”: o cliente pode reverter um percentual da carta de crédito para a compra de acessórios e o pagamento da documentação na aquisição do veículo da marca. Além disso, os clientes do Consórcio terão prioridade na entrega de veículos 0 km em toda a Rede de Concessionárias Toyota.
O Consórcio Toyota vai permitir a compra planejada de um veículo, com prazo de até 84 meses e taxa de administração de 19% no período. Por exemplo, o Yaris Hatch XL poderá ser adquirido com prestações mensais a partir de R$ 1.328,00. O Consórcio Toyota inclui veículos Toyota 0 km e seminovos, além de usados de outras marcas.
Um diferencial importante do Consórcio Toyota é o “Cashback Toyota”: o cliente pode reverter 1% da carta de crédito para a compra de acessórios e pagamento da documentação. Outra característica do novo produto é o “Concierge”, um time de especialistas que orienta o cliente sobre os procedimentos necessários para a aquisição do veículo, agilizando assim a entrega.
O Consórcio Toyota montou uma equipe especializada nessa modalidade, com profissionais que possuem vasta experiência no segmento. “Desde o início das operações, estaremos preparados para realizar um atendimento dentro dos padrões Toyota. Ele será feito por meio dos mesmos canais de contato do Banco Toyota já existentes, mas, agora, com uma equipe totalmente dedicada para os novos clientes de consórcio”, explica Luciano Savoldi.
Com o Portal do Cliente, os consorciados terão acesso a um ambiente de autoatendimento 100% digital, que oferecerá todo suporte necessário de forma simples e rápida. Além disso, foi criado o site do Consórcio Toyota (acesse o site), com todas as informações sobre o produto, simulador e como contratar.
Mercado de consórcios
De acordo com a dados da Associação Brasileira de Consórcios (Abac), o setor de consórcios fechou 2021 com recorde de vendas de cotas. Foram 3,46 milhões de novas adesões. Criado na década de 60, a contratação de consórcios nunca foi tão expressiva como no ano passado. O crescimento em relação a 2020 (3,02 milhões de adesões) foi de 14,6%.
O segmento de veículos leves lidera as vendas de consórcios e, sozinho, atingiu um volume de 1,45 milhão de novos contratos em 2021. O total de contemplações também foi destaque no ano passado -- foram entregues aos clientes 585,19 mil veículos leves.
Sobre o banco Toyota
O Banco Toyota bateu recorde histórico em 2021, atingindo lucro líquido de R$ 245 milhões e receitas de R$ 1.285 milhões. A Toyota Financial Services foi fundada em 1982 com o objetivo de buscar a melhor maneira de satisfazer as necessidades dos clientes Toyota.
No mundo todo, a instituição oferece serviços financeiros de qualidade e desenvolve relacionamentos baseados em ética e transparência. No Brasil, a Toyota Financial Services se tornou o Banco Toyota, criado em 1999 como a empresa financeira da Toyota no país.
Nesses mais de 20 anos, o Banco conquistou a liderança em financiamentos de veículos da marca, sempre com flexibilidade, conveniência e praticidade. Para mais informações sobre o Banco Toyota do Brasil, acesse o site.
Sobre a Toyota do Brasil
A Toyota do Brasil está presente no País há mais de 60 anos. Possui quatro unidades produtivas localizadas nas cidades de Indaiatuba, Sorocaba, Porto Feliz e São Bernardo do Campo e emprega mais de 5 mil pessoas.
Em 2020, lançou a Kinto, sua nova empresa de mobilidade, para oferecer serviços como aluguel de carros e gestão de frota para uma sociedade em transformação. Também reforçou sua marca Gazoo, por meio de iniciativas que desafiam a excelência dos seus veículos.
Tem como missão produzir felicidade em larga escala e, para isso, está comprometida em desenvolver carros cada vez melhores e mais seguros, além de avançar nas soluções de mobilidade.
A empresa contribui com a sociedade por meio do próprio negócio, com ações que visam diminuir o risco de acidentes, melhorar o tráfego de veículos e aumentar o uso de energias renováveis, e como boa cidadã corporativa. Junto com a Fundação Toyota do Brasil, tem iniciativas que repercutem nas 17 metas de desenvolvimento sustentável. Mais informações no site Toyota-Global e Toyota.
Coluna Fernando Calmon
Nº 1.191 — 10/3/22
IPI MENOR PODE ABRIR ESPAÇO
PARA REFORMA TRIBUTÁRIA
As vendas nas concessionárias em fevereiro cresceram apenas 2,2% em relação a janeiro, mas o primeiro bimestre deste ano foi fraco, com queda de 24,4% sobre o mesmo período de 2021. O ritmo de vendas diárias no mês passado permaneceu baixo, apenas 6.500 unidades.
A tendência era de recuperação, mas as notícias de redução das
alíquotas do IPI na última semana de fevereiro levaram ao adiamento das decisões
de compra. Este mês o mercado começou a reagir. De 1º a 7 de março foram
comercializadas em média 8.700 unidades/dia. Se subir para o nível de
10.000/dia neste e nos próximos meses, 2022 será um ano bastante razoável.
Anfavea indica que há
dois movimentos: um positivo (IPI menor) e outro negativo (invasão da Ucrânia
pela Rússia). Há possibilidade de cerca de 80.000 veículos nos estoques das
concessionárias serem refaturados para incluir o desconto do IPI. A associação
dos fabricantes afirma que os preços são livres e, portanto, cada empresa
decidirá o grau de repasse do imposto menor. Em outros termos, pode ser
integral, parcial ou nenhum.
Mesmo que os carros não
caiam de preço nominalmente, os aumentos talvez sigam em ritmo menor. Essa
torna-se uma discussão sem grande sentido. Em primeiro lugar porque, feitos os
cálculos, a redução limita-se a percentuais bem baixos. Dependendo de como cada
modelo se enquadra a partir de cilindrada, motor a gasolina, flex ou diesel,
picape leve ou média, furgões e híbridos ou elétricos o impacto potencial no
preço final varia de menos 1,4% a menos 4,1%. O percentual maior só é aplicável
em modelos mais caros que representam cerca de 2% do mercado.
Assim, fica difícil
de saber o que realmente foi ou não repassado, mesmo parcialmente, em um
cenário de persistentes aumentos de custos. A Kia, por exemplo, divulgou uma
nova tabela de preços com reduções de até 3,7%. Trata-se, porém, de uma
importadora com outros custos envolvidos, como a variação do dólar.
A redução do IPI tem
um aspecto positivo e importante. Trata-se de um raríssimo movimento de
diminuição permanente, porém pequeno, da carga fiscal. No passado, houve corte
não definitivo das alíquotas. Os preços caiam, compradores antecipavam compras.
Depois o imposto voltava a subir e o mercado afundava. Um movimento de
vai-e-vem que se provou contraproducente para o planejamento e a geração firme
de empregos.
O que se espera agora
é o início de uma reforma tributária verdadeira e criação do IVA (Imposto sobre
Valor Agregado), existente em outros países. O sistema atual gera créditos
tributários nas exportações que se acumulam sem serem restituídos.
ALTA RODA
RENAULT deu um passo importante para atualizar sua linha de produtos no Brasil.
Vai estrear a arquitetura CMF-B, a mesma do Clio hatch europeu. Trata-se de um
SUV compacto em estágio avançado de desenvolvimento (projeto HJF para início de
2024) e não tem até agora um modelo correspondente na Europa. Estreará também o
motor 1-litro turbo flex, triclindro, que na Europa desenvolve 100 cv/16,3 kgf.m
e inclui opção de câmbio automático CVT. Aqui potência e torque deverão ser até
20% maiores, em especial com etanol.
STELLANTIS acredita que o mercado brasileiro de veículos deverá crescer este ano,
apesar do começo de ano difícil. Antonio Filosa, presidente do grupo na América
do Sul, planeja 16 novos modelos e 28 reestilizações na região até 2025, inclusive
mais uma marca importada do grupo. Haverá ainda sete elétricos e híbridos
plugáveis, começando pelo Compass 4xe S importado da Itália (240 cv). Um
híbrido leve será fabricado em Betim (MG) com motor flex. Picape média Ram (monobloco,
como a Toro, porém maior) está nos planos para produção local na faixa de
Hilux, S10, Ranger, Frontier, L200 Triton e Amarok.
PICAPE média de cabine dupla pode atender uma ampla gama de usuários. A Ford
enxergou públicos específicos ao oferecer a sexta opção entre os modelos com
tração 4x4. Ranger FX4 custa (já com o repasse do novo IPI) R$ 288.990, o mesmo
preço da versão XLT. Foi identificado um perfil de comprador focado no fora de
estrada, porém mais exigente em requinte e recursos. Como acessório há um
snorkel na coluna dianteira direita (mais segurança em superação de alagados
até 80 cm). “Santantônio” novo, mais parrudo, tem pontos para amarração de
equipamentos. Na caçamba é possível incluir caixas organizadoras com chave e
volume de 42 litros cada.
NOVA estratégia mundial da VW, batizada de Accelerate, enfatiza a digitalização de processos produtivos e dos
veículos, além de ampliação da meta para vender 70% de modelos 100% elétricos
na Europa (antes previa 35%), 50% na China e nos EUA até 2030. Também pretende impulsionar
a condução autônoma a partir de 2026, começando no nível 2,5 até chegar ao
nível 4 (avançado). Para isso construirá uma fábrica inteiramente nova em
Wolfsburg (projeto Trinity). Exigirá investimento de 2 bilhões de euros (R$ 11 bilhões),
simplificando sua gama de modelos e versões.
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No próximo dia 16, importantes personalidades do setor de turismo do Rio e de SP estarão reunidas no evento “Turismo – Planejamento e Resultados - A Importância do Rio de Janeiro para o Brasil”, a partir das 9h, no Hotel Fairmont Rio de Janeiro Copacabana.
O encontro, promovido pela Associação Rio Vamos Vencer, pretende acender o debate sobre o protagonismo da Cidade Maravilhosa no Turismo do Brasil e motivar a criação de um plano estratégico para o fomento ao setor.
O primeiro painel será comandado pelo secretário de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo, Vinicius Lummertz, que dividirá com os presentes a sua experiência à frente da secretaria.
“A aproximação com o Rio é um benefício mútuo. No ano passado, 4,2 milhões de passageiros transitaram na ponte-aérea Rio-SP, a principal do país, de acordo com a ANAC. A parceria Rio-SP historicamente deu certo, mas pode render muito mais. Um evento como este nos ajuda a renovar e criar novos projetos entre dois destinos de enorme potencial”, ressalta o secretário.
O presidente da Associação Rio Vamos Vencer, Marcelo Conde, defende que o número de passageiros na ponte-aérea Rio-SP poderia ser muito maior se houvesse uma reformulação do modelo.
“A rota precisa voltar a ter tarifas previsíveis e endossáveis, permitindo flexibilidade nos voos e o fim da volatilidade de preços. Não podemos penalizar um executivo que precisou ficar mais uma hora em uma das duas cidades. É necessário que a ponte-aérea volte à origem, quando foi pioneira mundial e inspirou a criação de diversas pontes-aéreas no exterior”, acredita Marcelo Conde.
Ainda pela manhã, o secretário Estadual de Turismo do Rio de Janeiro, Gustavo Tutuca, falará sobre “Promoção com resultados rápidos e mensuráveis”, onde mostrará os avanços obtidos pelo setor.
E para somar ao encontro, o executivo Gérard Bourgeaiseau, que acompanhou o desenvolvimento e implementação do Plano Maravilha, compartilhará os resultados do projeto que ficou reconhecido como um caso de sucesso na promoção do Rio de Janeiro, tanto no Brasil quanto no exterior.
“Precisamos refletir sobre o papel da nossa cidade como principal cartão postal do Brasil e resgatar o protagonismo que o Rio sempre teve. O Plano Maravilha é um ótimo norte para desenharmos um plano estratégico que possa alavancar o turismo e a economia da Cidade Maravilhosa”, defende Marcelo Conde.
Já no início da tarde, haverá o debate “A importância do planejamento no Turismo”, que contará com a mediação de Vinicius Lummertz e reunirá nomes como a presidente da Riotur, Daniela Maia; o presidente do Rio CVB, Carlos Werneck; o presidente da Hoteis Rio, Alfredo Lopes; o empresário Arthur Repsold; o publisher do Correio da Manhã, Claudio Magnavita, além de Marcelo Conde e Gérard Bourgeaiseau, anteriormente citados.
A programação final do encontro será divulgada em breve.
- Novo Renegade lançado em fevereiro e teve mais de 10 mil unidades comercializadas em apenas quatro dias
“Em fevereiro seguimos na liderança do segmento de SUVs, em que somos referência. Além disso, o mês ficou registrado em nossa história pelo lançamento marcante do Novo Renegade, que chegou cheio de inovações e reúne ainda mais capacidade off-road, tecnologia e performance. O modelo mal chegou ao mercado e já é um sucesso, batendo marcas históricas de vendas em pouquíssimo tempo. É motivo de muito orgulho para todos nós. Vale dizer que o Compass e o Commander também fizeram bonito e continuam líderes dos seus segmentos”, destaca Everton Kurdejak, diretor de Operações Comerciais da Jeep para o Brasil.
Além de ser o número um entre os SUVs médios, o Compass também se posicionou como o quarto veículo mais vendido do Brasil de forma geral, com 4.505 unidades comercializadas. Já o Commander segue líder entre os D-SUVs, posição que assumiu pouco depois de ter sido lançado, com 1.614 unidades vendidas e 35,6% da fatia da categoria.
Outro destaque do mês foi o lançamento do Novo Renegade, o SUV mais tecnológico do segmento e líder da categoria em 2021. O modelo atingiu as impressionantes marcas de cinco mil unidades comercializadas em apenas cinco horas e dez mil veículos em quatro dias de comercialização.
A Citroën mantém sua estratégia apresentada no plano “Citroën 4 All” e segue realizando excelentes resultados em 2022. Em fevereiro, comercializou 1.774 unidades, garantindo um crescimento de 116% frente a fevereiro do ano passado, em um mercado em queda de 26% no mesmo período.
No acumulado do ano, a Citroën já conquistou 1,8% de participação de mercado, com 4.262 veículos vendidos e um forte crescimento de 161% frente ao mesmo período de 2021, em um mercado em retração.
A grande performance do C4 Cactus em 2022 garante a posição do modelo entre os TOP 7 do B-SUV, com 7% de participação neste segmento. O utilitário esportivo da Citroën já emplacou 3.870 unidades esse ano, mostrando todo o seu potencial no mercado brasileiro.
Entre os VULs (Veículos Utilitários Leves), a Citroën segue seu crescimento, com 21% no acumulado do ano, em comparação com o mesmo período de 2021. A gama Citroën JUMPY, com suas versões FURGÃO PACK, VITRÉ, MINIBUS e Ë-JUMPY, juntamente com a família JUMPER garantiram um importante resultado da Citroën entre os VULs.
"Iniciamos o ano muito bem e estamos mantendo o nosso ritmo de vendas mês a mês, preparando a Citroën para o que está por vir! Conquistamos esse importante resultado em fevereiro, que reforça o grande trabalho realizado pela Marca e nossa Rede de Concessionários. Crescemos até agora 161% em um mercado ainda desafiador. A Citroën já está com 1,8% de participação em 2022, uma grande demonstração que estamos na direção certa e em linha com a nossa estratégia", comentou Edgard Alexandrino, diretor Comercial da Citroën no Brasil.
Jeep, com 23,3 mil unidades vendidas chega a 4,7% de participação de mercado
A Stellantis ampliou sua participação no mercado sul-americano de automóveis e comerciais leves no acumulado do ano, assegurando a liderança na região. As vendas da empresa no primeiro bimestre superaram as 121 mil unidades, o equivalente a 24,5% do mercado sul-americano no período, em comparação com 22,3% de participação em janeiro e fevereiro do ano anterior, com um avanço de 2,2 pontos percentuais.
A Stellantis liderou os três maiores mercados da região. As vendas no bimestre totalizaram 80.679 unidades no Brasil, com 33,9% de participação, cresceram para 27.425 unidades na Argentina, com 40,1% de market share, e somaram 9.382 veículos no Chile, o correspondente a 13,6% daquele mercado.
A marca Fiat continua à frente, liderando o mercado brasileiro há 14 meses e acumulando no bimestre 49.713 unidades vendidas e 20,9% de participação de mercado. A marca também se destaca com 13.275 veículos vendidos na Argentina (19,4% de participação) e um total de 63.587 unidades na América do Sul e 12,8% das vendas na região.
Também avançam no mercado sul-americano as marcas Jeep (23,3 mil unidades e 4,7% de participação), Peugeot (21,1 mil unidades e 4,3%), Citroën (10 mil e 2%) e Ram (1,8 mil e 0,4%).
No Brasil, no acumulado do ano, as marcas vêm ganhando participação de mercado. Jeep somou 19.707 unidades e 8,3% de participação de mercado, enquanto Peugeot avançou para 6.675 veículos e 2,8%, Citroën registrou 4.267 unidades e 1,8% e Ram emplacou 302 veículos (0,1%).
Sobre a Stellantis
Apresentado no Salão Automóvel de Paris de 1922, há exatos 100 anos, a CITROËN lançou no mercado o seu "petit citron", o CITROËN 5 CV. Ele se tornou o primeiro automóvel concebido para as mulheres, criado pelo próprio fundador da marca, André Citroën, quem o mundo considerava um grande visionário, pelas várias inovações realizadas.
A marca Citroën
A Citroën é uma marca de destaque no mercado automobilístico mundial, e desde 1919 construiu sua popularidade e prestígio ao sempre buscar inspiração, principalmente, nas pessoas e em seus estilos de vida. A marca incorpora um espírito enfatizado por seu slogan ’Inspired by you’, em livre tradução ‘Inspirada em você’, e materializado por carros que combinam um design único com conforto reconhecido. Entre os fabricantes generalistas, a Citroën também se distingue pela experiência única que oferece aos seus clientes. Em 2019, a empresa vendeu quase 1 milhão de veículos em mais de 90 países.