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segunda-feira, 9 de março de 2026

Primeiro Corvette Stingray 2026 chega ao Brasil, com importação da Master Trading, único no país


Um Corvette Stingray 2026 3LT, em edição limitada e configuração exclusiva, acaba de desembarcar no Brasil como modelo único no País.  A operação foi conduzida pela Master Trading, divisão dedicada às operações de alto valor da Master Cargas Brasil, que está conectada com o mercado internacional desde 2019, dedicada à plataforma de e-commerce logístico, e coordenou todo o processo, da compra à nacionalização e entrega final. 

Realizada em prazo recorde, a importação reforça o modelo de atuação da companhia: um processo 100% integrado, em que todas as etapas ficam centralizadas sob sua gestão.

A importação envolveu desde a negociação e compra internacional do veículo até a personalização no exterior, coordenação logística, desembaraço aduaneiro e entrega na filial brasileira da Master Cargas Brasil, localizada no Paraná. 

O modelo Stingray 2026 3LT é uma edição limitada voltada a clientes que buscam exclusividade, alto desempenho e tecnologia embarcada de última geração. Equipado com pacote de performance Z51, o superesportivo entrega 495 cavalos de potência e acelera de 0 a 100 km/h em aproximadamente três segundos.



A operação evidencia a especialização da Master Trading em projetos de alto valor agregado, que exigem controle técnico, gestão de riscos e precisão logística. “Nosso diferencial está na condução integral do processo. Não atuamos apenas como facilitadores da importação, mas como gestores de toda a cadeia, garantindo segurança jurídica, previsibilidade de prazos e total transparência ao cliente”, afirma Thiago Lopes Anselmo, Head de Relações Internacionais da Master Cargas Brasil.

Segundo o executivo, o modelo integrado reduz variáveis operacionais e amplia a eficiência da operação. “Quando centralizamos compra, personalização, transporte internacional, desembaraço e entrega, conseguimos mitigar riscos e assegurar um padrão premium de execução”, complementa.

Para Tânia Lopes Anselmo, CEO e fundadora da Master Cargas Brasil, a operação consolida o posicionamento da companhia como hub logístico especializado em importações sob demanda. “Criamos um formato operacional próprio, no qual o cliente não precisa fragmentar responsabilidades entre diferentes fornecedores. A Master Trading assume a jornada completa, do mundo para o Brasil, com alto nível de governança e segurança total.”

Além da importação de veículos premium e superesportivos, a Master Trading atua em projetos personalizados que envolvem máquinas industriais, aeronaves e bens de alto valor, sempre com planejamento técnico e gestão integrada. O modelo fortalece a atuação da Master Cargas Brasil como um hub logístico completo, com presença nacional e internacional, focado em soluções sob medida para operações complexas.


A importação do Corvette Stingray 2026 3LT simboliza não apenas a chegada de um veículo exclusivo ao país, mas a consolidação de um modelo operacional que une inteligência logística, conformidade regulatória e gestão estratégica de ponta a ponta.

Para mais informações, acesse: 

www.mastercargasbrasil.com.br/ 

Aliança Francesa de Salvador: Françoise Ega homenageada no Mês da Francofonia



A Aliança Francesa Salvador – Bahia realiza em março de 2026 o Mês da Francofonia com atividades culturais das mais diversas linguagens! Iniciando em 10 de março, o evento tem como homenageada a escritora e ativista francesa Françoise Ega e uma programação majoritariamente gratuita que vai até 30 de março.

Estão previstas entre as atividades cineclube; abertura de exposição; ateliê de tradução e interpretação francês-português; encontro sobre leitura; ateliê de bordado em papel; ateliê de dança; lançamento de livro; bate-papo; ateliê e seminário formativo do La Fresque du Climat; e, pra finalizar, ateliê de queijos e vinhos! Inscrição prévia aqui.

A primeira etapa do Mês da Francofonia inicia com o Cineclube AF em 10 de março (terça-feira), trazendo o premiado curta-metragem “Vazio e Forma” e seguido de bate-papo com Davi Arteac, diretor da obra, e mediado pela diretora da Aliança Francesa, Sandrine dos Santos.

Já no dia 12 de março (quinta-feira), ocorre a abertura da exposição “Françoise Ega: Diálogos Transatlânticos” da artista Camila Mamona em homenagem à escritora e ativista nascida na Martinica, tendo por recorte a conexão entre ela e a autora brasileira Carolina Maria de Jesus.

A semana encerra com um Ateliê de Tradução e Interpretação Francês-Português no dia 14 de março (sábado) ministrado por Michel Colin com entrada gratuita para estudantes correntes da Aliança Francesa e com valor de R$ 100,00 para o público externo.

A segunda semana é aberta com uma nova edição do Ce que je lis, guiado por Vânia Machado em 17 de março (terça-feira), trazendo a obra “Cartas a uma negra” de Françoise Ega como ponto de partida para uma troca sobre leituras.

No dia 19 de março (quinta-feira), realizamos mais um encontro do Ateliê de Bordado em Papel, ministrado por Jéssica Cordeiro, encerrando a primeira quinzena de programação no dia 21 de março (sábado) com um Ateliê de Forró ministrado pelo Prof. Alisson George.

Em breve compartilharemos mais detalhes sobre a segunda etapa do Mês da Francofonia, de 25 a 30 de março, reunindo lançamento do livro “Conto Popular Africano – Contos Bambara, Mandiga, Fula, Uolofe e Hauçá” da Editora Katuka; bate-papo com o escritor e sociólogo senegalês Elgas; ateliê e seminário formativo guiado por voluntários do Mural do Clima / La Fresque du Climat; e o Ateliê de Queijos e Vinhos no restaurante Chez Bernard.

O Mês da Francofonia é uma realização da Aliança Francesa de Salvador em parceria com o Ateliê 2ART, Editora Katuka, La Fresque du Climat, Chez Bernard, Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC-BA), IPAC, Governo do Estado da Bahia, Instituto de Letras/UFBA e UFBA.

Serviço
O que: Mês da Francofonia
Quando: 10 a 30 de março de 2025
Onde: Atividades em sua maioria na unidade Barra da Aliança Francesa Salvador – Bahia, consultar a programação em www.afbahia.com.br
Quanto: Atividades em sua maioria gratuitas, consultar a programação em www.afbahia.com.brInscrição prévia aqui.

PROGRAMAÇÃO

10 de março (terça-feira)
Cineclube AF: “Vazio e Forma” + Bate-papo com Davi Arteac

19h às 20h30
Sala Micheline Coutinho da unidade Barra da Aliança Francesa Salvador – Bahia
Entrada gratuita | 30 vagas | Curta metragem e bate-papo em português
Mediação: Sandrine dos Santos

Sinopse: Vazio e Forma acompanha três mulheres que praticam Aikido e constroem, através da disciplina e da escuta do corpo, uma relação singular com força, presença e cuidado. Longe de uma lógica esportiva ou competitiva, o documentário atravessa treinos, silêncios e relatos íntimos para revelar o Aikido como um caminho de transformação interior. 

Elisângela (52 anos), Bárbara (67) e Ariadne (24) contam entre quedas e recomeços, o seu olhar sobre o shugyō como prática cotidiana, onde o corpo aprende a ceder, o conflito se dissolve e a forma nasce do vazio. Um retrato delicado e potente do Aikido vivido por mulheres.
Curta metragem | 25 minutos | Dir. Davi Arteac (2025)

12 de março (quinta-feira)
Exposição “Françoise Ega: Diálogos Transatlânticos” de Camila Mamona

Abertura | 19h às 21h
Período de visitação | 12/03 a 25/04/26
Galeria da unidade Barra da Aliança Francesa Salvador – Bahia
Entrada gratuita

14 de março (sábado)
Ateliê de Tradução / Interpretação (FR-PT)

9h às 12h
Sala Micheline Coutinho da unidade Barra da Aliança Francesa Salvador – Bahia
Gratuito para estudantes da Aliança Francesa | R$ 100 para o público externo | 15 vagas
Facilitador: Michel Colin

17 de março (terça-feira)
Ce que je lis: “Cartas a uma negra” de Françoise Ega

18h às 19h
Mediateca da unidade Barra da Aliança Francesa Salvador – Bahia
Entrada gratuita | 10 vagas
Facilitadora: Vânia Machado

19 de março (quinta-feira)
Ateliê de Bordado em Papel

15h às 16h30
Mediateca da unidade Barra da Aliança Francesa Salvador – Bahia
Entrada gratuita | 10 vagas
Facilitadora: Jéssica Cordeiro

21 de março (sábado)
Ateliê de Dança: Forró

14h às 15h30
Sala Micheline Coutinho da unidade Barra da Aliança Francesa Salvador – Bahia
Entrada gratuita | 30 vagas
Facilitador: Alisson George

Audi do Brasil inícia produção do novo Q3 e confirma chegada às lojas em maio, nas versões SUV e Sportback

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São Paulo, março de 2026 - A Audi do Brasil celebra o início da produção dos novos Q3 e Q3 Sportback e confirma a chegada dos modelos à rede de concessionárias da marca em todo o País a partir da segunda quinzena de maio. A terceira geração do veículo será produzida na fábrica em São José dos Pinhais. O utilitário compacto premium ganhou visual totalmente renovado e está mais potente, equipado e tecnológico. 




Visual autêntico e transgressor

A Audi sempre foi reconhecida por seu design criativo e inovador, e com a nova geração do Audi Q3 não poderia ser diferente. O modelo abraçou a nova linguagem estética global da marca das quatro argolas, mais limpa e minimalista, porém sem perder a sua autenticidade visual. 


Os vincos retilíneos da geração anterior foram substituídos por linhas fluídas, orgânicas e atemporais, com superfícies mais planas que valorizam as dimensões do veículo e ampliam a robustez sensorial. 


Na dianteira, os faróis afilados são herança dos irmãos mais velhos Q6 e Q5, enquanto a tradicional grade Singleframe apresenta nova roupagem, com bordas mais curvadas, inédita disposição da colmeia interna e os novos Audi rings em 2D. 

 

Na lateral, a linha de cintura elevada amplia a sensação de robustez, enquanto um amplo vinco percorre a porção meridional das portas até desaguar nas caixas de rodas traseiras, criando uma sensação de movimento permanente. 


Elementos cromados emolduram as janelas que fornecem ampla visibilidade ao motorista e luminosidade ao habitáculo. Na dianteira, o modelo esbanja personalidade com suas lanternas em dois níveis, interligadas pela tampa do porta-malas, e uma inédita iluminação vermelha nos tradicionais Audi Rings. 




Imersão digital na cabine

O cockpit do modelo adota o novo conceito de palco digital, assim como os últimos lançamentos da marca, no qual os elementos são orientados para motorista, com destaque para o Virtual Cockpit e Audi MMI reunidos na tela panorâmica e curvada. A escolha dos materiais, com diferentes texturas e materiais, cria uma sensação e requinte e sofisticação a bordo. 


Os amplos bancos dianteiros contam com amplas abas laterais que seguram o corpo seja em curvas mais fechadas ou nos pavimentos esburacados das metrópoles.  

 

O requinte e a sofisticação aparecem nos revestimentos nobres e texturas suaves ao toque no interior, que foi lapidado para proporcionar uma experiência de luxo sem exageros e nos mínimos detalhes.



 

Fábrica da Audi em São José dos Pinhais (PR)

A história da produção da Audi no Brasil começou em 1999 com a primeira geração do Audi A3, que foi produzida até 2006. Em 2012, o governo brasileiro criou o Inovar-Auto, um programa de subsídios projetado para fomentar a inovação tecnológica e fortalecer a cadeia produtiva automotiva.

 

Como resultado, a Audi do Brasil decidiu retomar a fabricação de veículos no País, e a retomada ocorreu em 2015 com o Audi A3 Sedan. A partir de 2016, a unidade também começou a produzir o SUV Audi Q3. A partir de 2022, a Audi produziu dois modelos na fábrica do Paraná: o Audi Q3 e o Audi Q3 Sportback. 


A produção ocorreu até o início de 2025, quando as operações foram pausadas por um ano para adaptação das instalações da planta para a chegada da nova geração do modelo. A partir de 2026, a terceira geração do Audi Q3, nas carrocerias SUV e Sportback, passa a ser montada na planta paranaense.

 

A fábrica da Audi em São José dos Pinhais desempenha um papel estratégico para a marca das quatro argolas na América do Sul e tem sido responsável por introduzir novas tecnologias no mercado automotivo nacional. 


Entre elas, a icônica tração integral quattro e a transmissão tiptronic de oito velocidades em um veículo com motor transversal, sendo ambas produzidas pela primeira vez no País. 


Neste novo ciclo produtivo que inicia em março de 2025 com a terceira geração do Audi Q3, houve um investimento de aproximadamente R$ 50 milhões na fábrica de São José dos Pinhais. Desde o início das operações em 1999, já foram investidos, somente na fábrica, cerca de R$ 600 milhões.

domingo, 8 de março de 2026

Setor de mobilidade cresce, mas mulheres ainda são só 1 em cada 9 motoristas

 


Em um mercado que cresceu impulsionado pela promessa de flexibilidade e autonomia, a mobilidade por aplicativo ainda é majoritariamente masculina. No Mês da Mulher, os dados ajudam a tirar o debate do campo simbólico e levá-lo à dimensão estrutural. 

Levantamento do Data Gaudium, núcleo de inteligência da Gaudium, com base em corridas e entregas realizadas em 2024 e 2025 em todo o país, mostra que mulheres representam cerca de 11% dos motoristas de transporte por aplicativo e 6% dos profissionais de entrega. 

O percentual não avança de forma significativa, mas tampouco recua. Em um setor historicamente dominado por homens, essa estabilidade revela menos estagnação e mais consolidação de presença.
 

No transporte de passageiros, a participação feminina era de 11,53% em 2024 e passou para 11,21% em 2025. A oscilação de 0,32 ponto percentual mantém o índice acima de 11% pelo segundo ano consecutivo. Em termos absolutos, trata-se de um contingente pequeno diante do universo total de condutores. 

Em termos estruturais, porém, indica que a presença não é pontual nem circunstancial. Em um setor marcado por jornadas extensas, renda variável e exposição cotidiana à violência urbana, permanecer já é um dado relevante.
 

No delivery, a base é ainda mais enxuta, mas apresenta leve crescimento. A participação feminina subiu de 5,55% para 5,85% no mesmo período. O avanço de 0,30 ponto percentual sugere que, mesmo em uma atividade associada a maior desgaste físico e vulnerabilidade nas ruas, há entrada gradual de mulheres. O movimento é lento, mas consistente.
 

O dado mais relevante talvez não esteja na variação anual, mas na consolidação de um piso. Após anos em que a mobilidade por aplicativo foi apresentada como alternativa flexível e aberta a todos, a composição do setor mostra que barreiras de gênero seguem operando. 

Questões como segurança e sobrecarga doméstica continuam pesando. “Muitas mulheres acabam precisando ficar em casa e cuidar de suas famílias”, afirma a motorista e empresária Luciana Marçura.
 

Luciana administra há quatro anos um aplicativo de transporte exclusivo para mulheres. “Nosso modelo permite que mais mulheres se tornem motoristas, já que atendem exclusivamente outras mulheres, crianças e idosos. 

Em Sorocaba, já somos mais de 2.200 motoristas cadastradas”, relata. A experiência aponta para um caminho recorrente em mercados desiguais: a criação de soluções paralelas como resposta a riscos e restrições que o modelo dominante ainda não resolve.
 

Os números indicam que a economia de aplicativos já incorporou a presença feminina como parte de sua base operacional, ainda que em proporção reduzida. “Não se trata de um avanço acelerado, mas de ocupação gradual de espaço. 

Em um mercado que cresce e se profissionaliza, a questão deixa de ser se as mulheres estarão presentes e passa a ser em que condições e com que suporte estrutural elas conseguirão ampliar essa participação. É nesse ponto que o debate sobre mobilidade e igualdade efetivamente se encontra”, afirma Vinícius Guahycoordenador de conteúdo e comunidade da Gaudium.

Cores da Gulf estreiam nas motos da Trackhouse MotoGP Team no GP do Brasil de 2026. A Trackhouse MotoGP Team fará sua primeira apresentação em solo brasileiro com a pintura da Gulf durante o Grande Prêmio do Brasil de 2026


A etapa do Moto GP no Brasil acontecerá entre 20 e 22 deste mês, no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia e  faz parte do início da temporada 2026 do Campeonato Mundial de MotoGP. Será a segunda corrida do calendário a exibir o layout desenvolvido a partir da parceria entre a Gulf e a equipe norte-americana.

A pintura apresentada no Brasil mantém as cores tradicionais da Gulf e representa a continuidade do patrocínio da marca à Trackhouse na MotoGP. O design é uma evolução do layout Passion, escolhido por votação pública dos fãs em 2025, e será utilizado nas duas motos Aprilia RS-GP da equipe.

No GP do Brasil, a Trackhouse alinhará com os pilotos Raúl Fernández (#25) e Ai Ogura (#79). Fernández disputa sua quinta temporada na MotoGP e venceu o Grande Prêmio da Austrália em 2025, permanecendo como um dos principais nomes da equipe desde sua estreia na categoria. Ogura, campeão mundial da Moto2 em 2024, disputa sua segunda temporada na classe principal.

Segundo Mike Jones, CEO da Gulf Oil International UK Limited, a primeira temporada da parceria entre Gulf e Trackhouse já incluiu pódios e vitórias, e a expectativa é acompanhar novamente as motos com as cores da marca em ação diante do público brasileiro.



Para Justin Marks, fundador e proprietário da Trackhouse Entertainment Group, as cores da Gulf têm forte tradição no esporte a motor e a continuidade da parceria na segunda temporada da equipe na MotoGP reforça os resultados obtidos até agora e os objetivos para 2026.

A presença da pintura da Gulf no GP do Brasil ganha relevância adicional por marcar o retorno da MotoGP ao país após 22 anos de ausência. A etapa de 2026 recoloca o Brasil no calendário da categoria e será a única corrida da temporada realizada na América do Sul.

 

Desigualdade mantém 708 milhões de mulheres fora do mercado de trabalho. Para especialistas, desigualdade estrutural também atravessa educação, inovação e espaços de decisão



No mercado de trabalho, cerca de 708 milhões de mulheres permanecem fora da atividade econômica em razão da sobrecarga com o cuidado não remunerado e da escassez de tempo disponível. O dado integra o Panorama de Gênero 2025, elaborado pela ONU Mulheres em parceria com o Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas.

 A especialista em oratória Fabiana Bertotti, observa que a sub-representação feminina não é casual. “Se as mulheres são metade da população do planeta, por que no dia primeiro de janeiro de 2025 elas ocupavam 27,2% das cadeiras nos parlamentos nacionais?”, questiona com base na ONU Mulheres. Para ela, os dados revelam um padrão estrutural que restringe presença e influência. “Isso não é coincidência, mas estrutura”, pontua.

Fabiana afirma que o custo de se posicionar ainda recai de forma desproporcional sobre as mulheres. Ao citar estudos sobre o chamado “backlash”, resume as diferenças. “A liderança exige firmeza, só que a firmeza feminina gera a penalização social”, explica. O efeito, segundo ela, molda comportamentos ao longo da vida profissional. “O silenciamento tem custo financeiro. Treinar a nossa voz é um ativo”, complementa.


O relatório aponta ainda que, mesmo quando conseguem ingressar no mercado, elas se concentram em ocupações de menor remuneração e com barreiras mais rígidas à progressão profissional. 
A desigualdade se aprofunda no setor de tecnologia, uma vez que as mulheres correspondem a apenas 29% da força de trabalho global e ocupam 14% dos postos de liderança. 
O estudo também alerta para os impactos da inteligência artificial, que ameaça 28% dos empregos femininos, uma proporção superior à registrada entre os homens, de 21%. Para Clara Cecchini, especialista em aprendizagem e inovação, graduada pela UNICAMP, com MBA pela FGV e formação complementar na Kaospilot e na Schumacher College, na Inglaterra, o avanço tecnológico não pode ser analisado isoladamente das assimetrias já existentes. 
“No Dia Internacional das Mulheres, a celebração de direitos e conquistas precisa dividir espaço com uma pergunta incômoda: que preço elas estão pagando pelo jeito que a Inteligência Artificial está sendo usada hoje”, afirma.
Clara cita o artigo “AI Doesn’t Reduce Work - It Intensifies It”, da Harvard Business Review, que sustenta que a tecnologia não diminui a carga, mas intensifica o ritmo e o volume de demandas. Em um cenário em que mulheres acumulam jornadas e enfrentam maior incidência de condições que afetam o cérebro, a expectativa de adaptação irrestrita aprofunda a pressão. “Justiça de gênero, na era da IA, significa impedir que a eficiência digital se sustente à custa de exaustão invisível”, diz.


Nas empresas
No ambiente corporativo, Vivian Rio Stella, pós-doutora em Linguística, idealizadora da VRS Academy e participante do TEDxJundiaí, avalia que o reconhecimento simbólico já não responde às tensões estruturais. 
“Durante muito tempo, o Dia da Mulher foi tratado nas empresas como uma pausa simbólica, com flores, frases inspiradoras, elogios genéricos”, observa. O problema, segundo ela, é a ideia de que o mundo do trabalho não foi pensado para elas.
Para Vivian, avançar exige deslocar a conversa do gesto para a cultura. “Talvez seja hora de nomear o óbvio que é evitado, que as mulheres se realizam no trabalho, não apesar de serem mulheres, não quando conseguem agir como homens, mas porque trazem outras formas de pensar”, diz. Ela defende experiências que promovam linguagem, escuta e reflexão. “Conversa, no ambiente de trabalho, é matéria-prima de cultura”, conclui.

Na escola 
Para Vitor Azambuja, CEO e um dos idealizadores do projeto De Criança Para Criança (DCPC), enfrentar o fato de que 122 milhões de meninas estão fora da escola, conforme a ONU, exige compreender os dados, e isso pode integrar narrativas e produções em que as próprias crianças são os autores, como propõe o DCPC. 
“São produções criadas por crianças e que precisam ser estimuladas para circular no cotidiano da família, da comunidade e da sociedade”, afirma sobre as animações desenvolvidas por alunos.
Ao tratar de histórias como a de Malala Yousafzai, o projeto busca transformar referência em reflexão. “A construção de uma sociedade mais justa começa com uma educação sólida desde a infância”, diz Vitor. Para ele, oferecer ferramentas narrativas às crianças amplia a consciência sobre direitos e igualdade.
Reportagem de Lucas Machado, da Betini Comunicação
Sobre Clara Cecchini
Graduada em Artes Cênicas pela UNICAMP, com MBA em Bens Culturais: Cultura, Economia e Gestão pela Fundação Getúlio Vargas e formação complementada por cursos como Working with Complexity, na Schumacher College (Inglaterra), e Master in Learning Arches Design, realizado no Brasil pela escola dinamarquesa Kaospilot.
Experiência de 20 anos em iniciativas de inovação e design ligadas às dinâmicas do conhecimento e especializada em educação corporativa e aprendizagem organizacional. Com passagens por lugares tão diversos quanto Ministério da Cultura, Banco Santander, Istituto Europeo di Design e consultorias e palestras para organizações como Supremo Tribunal Federal, Banco Central do Brasil, Votorantim, Petrobrás, Porto, entre muitos outros.
Sobre Fabiana Bertotti 

Maior especialista de oratória no Brasil atualmente, referência na capacitação de líderes e profissionais que buscam comunicação clara, estratégica e de alto impacto. Reúne mais de 4 milhões de seguidores nas redes sociais, sendo só no Instagram 2.8 milhões. 

E alcance mensal superior a 25 milhões de pessoas. Jornalista formada pelo Centro Universitário Adventista de São Paulo (UNASP), escritora best-seller e especialista em Comunicação Estratégica, Oratória e Posicionamento. 

Direcionou sua carreira para a formação de comunicadores, com especialização em Cinema e Audiovisual pela PUC-PR e cursos de escrita no Brasil e na Inglaterra. São mais de 20 anos de experiência em palco, mais de 12 livros publicados e atuação em palestras e conferências no Brasil e no exterior.

Sobre Vitor Azambuja
Especialista em educação e criação, formado em publicidade, CEO e um dos criadores do programa De Criança Para Criança, sócio e diretor criativo da empresa. 
Sobre Vivian Rio Stella 
Vivian Rio Stella é doutora em Linguística pela Unicamp, pós-doutora pela PUC-SP e idealizadora da VRS Academy. Colunista da revista Você RH e professora da Fundação Dom Cabral, Escola Aberje e de curso de comunicação na Audible/Casa do Saber, Vivian é reconhecida por sua abordagem humanista, crítica e contextual, que foca na comunicação para promover colaboração, respeito e diálogo nas organizações. Ao longo dessa jornada, já realizou palestras, workshops e consultorias para mais de 300 empresas de diferentes portes e setores.

Com 10,8ºC, Monte Verde (MG) tem menor temperatura do país pelo 4º dia seguido e vive o início de março mais frio em 26 anos. Em pleno verão, distrito de Camanducaia registra condição climática incomum para a estação e aumenta a expectativa dos turistas para a chegada do outono, que começa no próximo dia 20


Monte Verde foi o local mais frio do Brasil em cinco dos últimos seis dias (Foto: Divulgação/MOVE)

Março, 2026 – Pelo quarto dia consecutivo, Monte Verde (MG) é o lugar mais frio do Brasil ao registrar 10,8ºC nesta quinta-feira. A temperatura foi confirmada pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e, com essa condição incomum para este período do verão, o distrito de Camanducaia conta com o seu início de março mais gelado dos últimos 26 anos, de acordo com informações confirmadas por Nelson Pacheco, conhecido como Senhor do Tempo na localidade mineira, onde realiza medições meteorológicas há mais de 25 anos.


Segundo o Inmet, o tradicional destino do Sul de Minas, localizado a apenas 160km de São Paulo, também foi o local mais frio do país em cinco dos últimos seis dias. Antes desta quinta-feira, na quarta teve mínima de 7,7ºC e os seus termômetros descerem até 10ºC na terça e aos 8,6ºC na segunda. 


Já no final de semana passado foi o lugar com menor temperatura em solo nacional no sábado, com 9,8ºC, e no domingo só ficou atrás de Maria da Fé (MG). Nesta última data foi atingido por 9,7ºC e a outra localidade mineira registrou 9ºC.


Dono de uma natureza exuberante em meio a uma condição geográfica privilegiada, na qual está localizado a mais de 1600 metros de altitude na Serra da Mantiqueira, Monte Verde está consolidado como um dos destinos mais acolhedores do Brasil, conta com um calendário repleto de eventos culturais, esportivos e gastronômicos neste ano e espera recepcionar uma grande quantidade de turistas ao longo de todas as próximas estações.


No outono, por sua vez, fica com a sua natureza ainda mais charmosa, fato lembrado por Rebecca Wagner, presidente da MOVE (Agência de Desenvolvimento de Monte Verde e Região. 


“O distrito possui um clima predominantemente ameno e agradável para receber os visitantes, que durante o outono podem desfrutar de uma transformação fascinante das paisagens, cujos tons ficam mais dourados e alaranjados. E durante esta estação já abrimos a nossa esperada temporada de inverno, que aqui começa um pouco mais cedo, já a partir de maio, com temperaturas bem baixas”, ressalta a líder da entidade.


O portal Climatempo confirmou que uma nova frente irá avançar sobre o Brasil nos próximos dias, o que deverá voltar a derrubar as temperaturas durante este período final do verão, quando o calor também diminuirá no Sudeste e no Sul. O outono começará no próximo dia 20 de março no país.

sábado, 7 de março de 2026

11º Encontro de Autos Antigos de Águas de Lindóia celebra 50 anos do Concorde em 2026. Nos dias 4 e 7 de junho, o encontro de carros antigos, gratuito ao público, retorna com diversas novidades

Concorde 1979 Crédito Matheus Tamanini.JPG (3)
(Divulgação)

O 11º Encontro Brasileiro de Autos Antigos (EBAA) de Águas de Lindóia acontece em 2026 entre os dias 4 e 7 de junho, na Praça Adhemar de Barros, no Centro da cidade. Considerado o maior evento do gênero na América Latina, terá entrada gratuita e espera receber 500 mil visitantes em 2026.

Para abrigar o público, o evento contará com uma estrutura de quase 70 mil m². Entre os destaques, há uma praça de alimentação de 1.500 m². O espaço também reunirá a feira de peças e estandes especializados, oferecendo itens para restauração, memorabilia, miniaturas colecionáveis e camisetas.

A edição de 2026 traz na programação a celebração dos 50 anos do automóvel Concorde. Lançado oficialmente no 10º Salão do Automóvel em 1976 pelo idealizador João Storani, o Concorde é um marco da indústria nacional. 

O projeto teve início em 1974 como uma realização pessoal de Storani, que se baseou nas linhas de veículos das décadas de 1920 a 1930, como Auburn, Cord e Duesenberg. O nome do veículo foi inspirado na Praça da Concórdia, em Paris, local admirado pelo criador. 

O modelo se diferenciava por possuir carroceria em fibra de vidro e um chassi próprio reforçado em "X", com entre-eixos 40 centímetros mais longo do que o do Ford Galaxie. A mecânica utilizava componentes da Ford, adquiridos com autorização oficial da montadora. O interior apresentava acabamento em couro legítimo e painel em jacarandá. Devido ao alto custo, a produção operava sob encomenda, resultando em 17 unidades registradas no Brasil e sete exportadas.

Renato Storani, neto do criador João Storani, atual especialista na marca, acompanha de perto o legado do veículo e é presença confirmada no resgate histórico. “Hoje fiquei como referência sobre o Concorde, restaurei algumas unidades já. Sempre que donos de Concorde têm dúvidas, acabo auxiliando e, forneço peças de reposição quando necessário”, explica. Renato também detalha seu trabalho direto com os carros: “No meu caso, o Concorde que trouxemos dos EUA, reprojetei e fabriquei a capota. Então tenho um certo envolvimento com o carro em todos os aspectos”.

Exposição de veículos e venda

O processo de credenciamento para os colecionadores que desejam levar seus veículos à edição de 2026 terá início em 30 de março. As inscrições, tanto para a Exposição Oficial quanto para o espaço de Comercialização de Veículos Avulsos, deverão ser realizadas exclusivamente pelo site oficial: http://www.encontroaguasdelindoia.com.br.

Simultaneamente à abertura das vagas, a organização disponibilizará o regulamento técnico, a tabela de valores por categoria e a grade de atividades. No portal, os interessados poderão consultar o cronograma que detalha as atrações desta edição.

Tradição e paixão pelo antigomobilismo

O EBAA é promovido pela família Abonante e é focado na preservação de carros clássicos. O evento funciona como um ponto de encontro voltado à cultura e ao resgate de memórias do setor automotivo. “O evento tem sido essencial para promover essa cultura, criando um ambiente de troca de conhecimentos, experiências e muito respeito por essa arte sobre rodas, além de ser uma grande reunião de amigos”, afirmam os organizadores, Mingo e Junior Abonante.

Serviço – Encontro Brasileiro de Autos Antigos (EBAA) 2026

  • Data: De 4 a 7 de junho de 2026.
  • Local: Praça Adhemar de Barros, centro de Águas de Lindóia (SP).
  • Inscrições: A partir de 30 de março, exclusivamente no site oficial, para veículos de exposição e venda de avulsos. Valores, regulamento e programação estarão disponíveis nesta data.
  • Visitação: Gratuita e aberta ao público.
  • Site Oficial: encontroaguasdelindoia.com.br
  • Instagram: @ebaa_aguas
  • Facebook: https://www.facebook.com/watch/?v=893538286742300

BYD Song Plus 2027 alcança um novo patamar com motor turbo, bateria ampliada e carregamento rápido, mas mantém o valor das versões anteriores – R$249.990. BYD Atto 8 chega oficialmente ao Brasil como primeiro SUV híbrido plug-in de 7 lugares e estreia a inédita plataforma DM-P. BYD inaugura o Vision Center, um investimento de mais de 15 milhões de reais num espaço para experiências, lançamentos e produções exclusivas da marca




 BYD Song Plus, o SUV que conta a história da marca no Brasil, traz três grandes novidades para a sua versão 2027, com upgrades em desempenho, autonomia e usabilidade. 

A principal evolução está na plataforma DM-i (Dual Mode Intelligence), que evoluiu e agora passa a contar com um motor 1.5 turbo, atuando em conjunto com o motor elétrico para elevar ainda mais a eficiência e entregar uma performance superior a um modelo que conquistou o Brasil. Com a nova configuração, a potência combinada do sistema atinge 239 cv, permitindo aceleração de 0 a 100 km/h em 8,1 segundos.

Time que ganha se mexe, sim. O BYD Song Plus 2027 conta com a bateria Blade ampliada de 18,3 kWh para 26,6 kWh, elevando a autonomia do modo elétrico de 63 km para 99 km, segundo o PBEV, uma evolução de 57%, se comparado à versão anterior.


A autonomia combinada agora passa a ser de até 1.150 km (NEDC), fazendo com que o modelo possa ir ainda mais longe na estrada e na cidade. Outra novidade: a possibilidade de carregamento rápido. Em apenas 55 minutos é possível fazer a bateria do novo BYD Song Plus ir de 30 a 80%, com a inclusão do DC (corrente contínua).



No interior, o SUV mantém um pacote robusto de tecnologia embarcada. Historicamente, o Song Plus teve sua segurança premiada com cinco estrelas no Euro NCap (2023), trazendo seis airbags e sistema ADAS 2, que inclui controle de cruzeiro adaptativo com função Stop & Go, alerta de colisão frontal, frenagem automática de emergência, assistentes de permanência e mudança de faixa e monitoramento de ponto cego. 

A central multimídia flutuante de 15,6 polegadas, integrada à câmera 360°, é acompanhada por painel digital de 12,3 polegadas e head-up display. O sistema de som é assinado pela marca premium Infinity e o modelo oferece bancos dianteiros com ajuste elétrico e ventilação, além de teto solar panorâmico e acesso por NFC e bluetooth via celular. 

Para quem vai no banco de trás, há regulagem independente do ar-condicionado traseiro e opção de reclinar os bancos para maior conforto. O modelo traz também como novo opcional o interior na cor preta, atendendo aos desejos do consumidor brasileiro e agregando um aspecto ainda mais premium.

BYD SONG PLUS: SUCESSO ABSOLUTO


Desde o seu lançamento em 2022, o modelo já soma mais de 44 mil unidades vendidas no Brasil e acumula uma sequência relevante de reconhecimentos. Foram nove prêmios diferentes. 


Em 2026, o modelo ganhou mais dois: Carro Tech do ano até R$ 300 mil pelo CanalTech e Melhor carro Híbrido/ Elétrico até R$ 500 mil da revista GoWhere. O Estadão reconheceu o BYD Song Plus em 2024 e 2025 com diferentes premiações e o Ranking Folha-Mauá entregou quatro troféus diferentes ao SUV super-híbrido plug-in também em 2025.


“O BYD Song Plus é um case para nós. Desde 2022, quando o apresentamos ao mercado, o impacto foi certeiro e os resultados de vendas mostraram que o consumidor teve suas expectativas atendidas. De lá para cá, ele se consolidou como um dos grandes protagonistas da eletrificação no Brasil e um dos pilares da nossa operação no país.


A linha 2027 materializa a nossa visão de evolução e melhoria contínuas: mais eficiência, mais desempenho e mais autonomia elétrica, sempre com foco na experiência real do cliente”, afirma Alexandre Baldy, Vice-Presidente Sênior da BYD Brasil e Head Comercial e de Marketing da BYD Auto. 


O executivo explica que, mesmo com avanços significativos, a BYD mantém o preço de R$ 249.990, num compromisso de valorizar a relação com seu cliente. “Nossa estratégia é clara: oferecer evolução tecnológica consistente sem comprometer o custo-benefício, acelerando o acesso do consumidor brasileiro à mobilidade eletrificada de qualidade”, completa.


BYD ATTO 8 ESTREIA PLATAFORMA DM-P NO BRASIL


A BYD também lançou oficialmente o BYD Atto 8 no mercado nacional, o modelo foi apresentado pela primeira vez durante o Salão do Automóvel de São Paulo, em novembro. O SUV híbrido plug-in de sete lugares marca a estreia no Brasil da nova plataforma DM-P (Dual Mode Performance), voltada a aplicações de maior desempenho.


O modelo entrega potência combinada de 488 cv e acelera de 0 a 100 km/h em 4,9 segundos, com velocidade máxima limitada a 200 km/h. Com 5,04 metros de comprimento e entre-eixos de 2,95 metros, o Atto 8 combina dimensões amplas com capacidade de porta-malas que varia de 270 a 1.960 litros, conforme a configuração dos bancos.

Em segurança e dinâmica, o SUV incorpora suspensão eletrônica DiSus-C, capaz de controlar rolagem lateral, inclinação longitudinal e absorção de vibrações. O modelo tem alta tecnologia embarcada, contando com o pacote completo ADAS 2, sendo complementado com nove airbags.



O interior privilegia tecnologia e conforto, com sistema de áudio premium da Disound, de 21 alto-falantes, central multimídia de 15,6 polegadas, com comando de voz em quatro zonas, além de bancos das duas primeiras fileiras com aquecimento, ventilação e massagem. O preço anunciado é de R$ 399.990.

VISION CENTER: ONDE TECNOLOGIA E EXPERIÊNCIA SE ENCONTRAM



Os dois lançamentos marcam também a inauguração do Vision Center, um espaço proprietário da BYD, inspirado em um projeto já consolidado na China, que agora chega ao Brasil e representa um novo capítulo na forma como a BYD cria experiências para clientes, parceiros e colaboradores em treinamento.

Voltado a produções audiovisuais e inovação digital, o prédio com múltiplos ambientes, na Zona Sul de São Paulo, será um endereço cada vez mais frequente nos eventos da marca, com ações de diferentes portes, gravações em estúdios e surpresas num ano repleto de lançamentos.

O Vision Center foi projetado como um hub estratégico e recebeu um investimento superior a R$ 15 milhões, trazendo ao Brasil a expertise global no desenvolvimento de peças publicitárias, documentários e animações em inteligência artificial, com infraestrutura completa, mas linguagem brasileira e contratação de mão-de-obra local.


A iniciativa reforça, ainda, o posicionamento da BYD do Brasil como uma operação cada vez mais protagonista dentro do ecossistema global da marca, conectando tecnologia, conteúdo e relacionamento em um mesmo local. 


Com este novo passo a empresa consolida sua estratégia de seguir inovando não apenas em produto, mas também na forma de se relacionar com stakeholders estratégicos.

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