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domingo, 7 de abril de 2013

SUCESSO ABSOLUTO NA PRIMEIRA ETAPA DO MITSUBISHI OUTDOOR 2013, EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS


Nada melhor do que passar um tempo agradável ao lado da família e amigos e ainda se divertir e praticar esporte. 

Assim é o Mitsubishi Outdoor, um rali de estratégia que abriu a temporada 2013 na cidade de São José dos Campos e explorou as trilhas e belas paisagens do Vale do Paraíba.

A grande novidade para este ano é a entrada dos modelos Outlander e ASX 4x4, que fizeram muito sucesso entre os competidores. 


"O carro superou nossas expectativas, foi ótimo, confortável e encarou super bem as trilhas. Adorei", garantiu o participante Sergio Iwata, que correu a bordo de um Outlander

Com o aumento do número de participantes, a organização também aumentou a área em que a prova é realizada, dando ainda mais emoção aos competidores. 


A prova foi realizada na região de São Luiz do Paraitinga, com muitas tarefas culturais e de aventura. "O negócio é se divertir, é super gostoso, vale a pena", garante Elisangela Lima.

Entre as tarefas de aventura, as equipes puderam se divertir no rafting e enfrentar uma belíssima cachoeira descendo de rapel. 


Em outra parte da prova, fizeram um percurso de bike de cinco quilômetros e andaram a pé pela Trilha Franciscana.

Mas os valentes veículos 4x4 não ficaram de fora. Em outro ponto da prova, uma trilha de oito quilômetros com muitas emoções para os veículos da Mitsubishi, que não tiveram dificuldades para cruzar os obstáculos.

"Viemos nos aventurar, participar com a família e fazer algo diferente. A gente só anda com o carro no asfalto, então quando tem a oportunidade de colocar na terra é bem legal", empolga-se Humberto Mendes Vieira, que participou da prova pela primeira vez com duas L200 Triton.

A parte cultural não ficou de fora. Na tarefa batizada de "Dona Purezinha", as equipes receberam um manuscrito da esposa de Monteiro Lobato, com a receita de um bolinho de chuva, que tinha que ser preparado e degustado. 



Na "Festa do Coreto", uma banda caipira com dançarinos vestidos a caráter colocavam todas da equipe para dançar e cumprirem a prova.

Campeões
O Mitsubishi Outdoor é dividido em duas categorias: Extreme, para os mais experientes, e Fun, para as equipes que estão começando na prova.

Na primeira prova do ano, a equipe Futura comemorou muito no alto do pódio da Extreme. "Começamos mais um ano com o pódio. Fizemos todos os PCs de aventura e foi uma das mais bonitas que já participei. Como na cachoeira, era um lugar incrível", destaca Jeferson Gabrioli.

Na categoria Fun, comemoração da equipe River Stones Rally Team. "É muito emocionante e muito legal podermos vencer já na primeira", garante Junior Riso. "Somos todos amigos, de vários cantos do Brasil."

Mitsubishi Pró Brasil
A Mitsubishi Motors, mais uma vez, realizou a ação social Mitsubishi Pró Brasil. Na terceira etapa da temporada, foram arrecadadas 12 toneladas de alimentos, entregues para o Fundo de Solidariedade de São José dos Campos.

A próxima etapa do Mitsubishi Outdoor será no dia 29 de junho, em Joinvile (SC).

O Mitsubishi Outdoor tem patrocínio de Gol, Centauro, Atlântica/Midori, Clarion, Columbia, Unirios, Transzero, Castrol, Mapfre, Cisa Trading, Brascabos, Pirelli e Pilkington. Mais informações no site: www.mitsubishimotors.com.br.

Resultados - 1ª etapa



Categoria Extreme
1) Futura
2) Soca Bota
3) Juda Nois!!!

Categoria Fun
1) River Stones Rally Team
2) 40x40
3) Vamukivamu.



EQUIPE MITSUBISHI PETROBRAS PARTICIPA DO RALLY DE ABU DHABI




Começou, ontem, sábado (6) o Abu Dhabi Desert Challenge, Emirados Árabes Unidos, uma das mais desafiadoras provas do Campeonato Mundial de Rally Cross-country, com a participação da Equipe Mitsubishi Petrobras, a bordo do ASX Racing.


Durante os últimos dias, o piloto Guilherme Spinelli e o navegador Youssef Haddad passaram pelas vistorias administrativas da prova e o ASX Racing foi aprovado nas vistorias técnicas. Tudo acontece no belíssimo complexo Yas Marina Circuit, o mesmo local onde é realizado o Grande Prêmio de Fórmula 1.

Uma pista off-road foi montada nos arredores do Yas Marina e promete trazer grandes emoções, já que predomina um piso duro, pista larga com curvas de alta velocidade, mesclando com curvas bem fechadas e saltos, em um circuito com cerca de dois quilômetros. 

Vídeo
Assista como foram os primeiros dias da Equipe Mitsubishi Petrobras em Abu Dhabi:http://www.youtube.com/watch?v=4NUiqxCALkU

Equipe Mitsubishi Petrobras
Acompanhe de perto todas as novidades da Equipe Mitsubishi Petrobras com Guilherme Spinelli e Youssef Haddad no Abu Dhabi Desert Challenge:

Site: www.mitsubishipetrobras.com.br
Facebook: www.facebook.com/EquipeMitsubishiBrasil
Twitter: www.twitter.com/eqpmitsubishibr
YouTube: www.youtube.com/eqpmitsubishibr

A equipe Mitsubishi Petrobras tem o patrocínio de Mitsubishi Motors, Petrobras, BTG Pactual, iCarros e URacer.


NADA MELHOR PARA A AUDI COMEMORAR 15 DE PLENO SUCESSO NO BRASIL DO QUE COLOCAR À VENDA NO PAÍS A VERSÃO DE 340 CAVALOS DO FANTÁSTICO TT


Para um bom conhecedor de automóveis, existem esportivos e esportivos. Há aqueles com aparência de mau e os realmente ferozes. 

No caso da linha do Audi TT, a versão RS é a expressão mais bruta do que se pode esperar para um modelo desta categoria. 

Desde o final do ano passado, o TTRS é vendido no Brasil nas configurações Coupé e Roadster, por R$ 399 mil e R$ 419 mil, respectivamente.

O superesportivo se alimenta de um motor de 2,5 litros turbo de 340 cv de potência e 45,9 mkgf de torque aos 1.600 giros. 


Na configuração cupê, cumpre uma dieta de 1.475 quilos (4,5 quilos por cv), fazendo a marca de 0 a 100 km/h em 4,3 segundos. 

A transmissão S Tronic de sete marchas traz a tecnologia de dupla embreagem, na qual a próxima velocidade já fica pré-engatada para não haver interrupção no fluxo de força entre as mudanças. 

Diferentemente da versão tradicional do modelo, TTRS tem um aerofólio fixo na traseira e capa dos retrovisores externos de alumínio.

Para ajustar a esportividade conforme seu gosto, o motorista conta com duas opções. É possível colocar a alavanca no modo S e mudar a relação de marcha da caixa de transmissão ou por meio do botão S, localizado no console, interferir na altura do conjunto da suspensão (pode ser rebaixada em 10 mm), na rigidez dos amortecedores, na leveza da direção e no ronco do motor, graças a uma aba na saída esquerda do escapamento. O motorista ainda comanda as marchas por meio das borboletas atrás do volante.

A dirigibilidade na cidade é comprometida pelas lombadas e buracos, mas para ter um TTRS na garagem, é preciso ter liberdade e disponibilidade para ganhar a estrada. Sobre um pavimento de boa qualidade, é só dar limite ao pé no acelerador. 


O carro não impressiona só pela rapidez com que ganha velocidade, mas pela leveza na retomada, seja em uma ultrapassagem ou para sair da praça de pedágio, por exemplo.

Linha TT debuta em 2013 - lançado comercialmente na Europa em 1998 e meses depois no mercado brasileiro, com direito à aterrissagem de helicóptero no Anhembi, na zona norte de São Paulo, o Audi TT foi criado para dar início à família de esportivos da marca alemã. 


A abreviação TT (Tourist Trophy) remete a uma corrida de rua com motocicletas que acontece na Ilha de Man, no mar da Irlanda. A primeira geração foi desenhada por Peter Schreyer. 

Naquela época, o modelo era trazido ao Brasil pela Senna Import, com motor 1.8 quatro cilindros que ia dos 180 cv aos 220 cv de potência.

A segunda geração, desenhada por Walter de Silva, manteve a identidade do modelo, mas ficou um pouco mais longa e larga que a primeira. 


A estrutura de alumínio apareceu pela primeira vez. Foi nesta família, em 2008, que surgiu uma versão um pouco mais potente do modelo, a TTS, cujo motor chega aos 272 cv de potência.

A versão mais brava da linha a TTRS, começou a ser importada para o Brasil no final do ano passado. 


De acordo com a Audi, já foram vendidas seis unidades da versão cupê até o momento. Até o final do ano, a marca pretende comercializar entre 20 e 30 unidades das duas versões.

Para os fãs de design, ele arranca suspiros. Para os amantes de velocidade, tira o fôlego! A Audi está comemorando, em 2013, os 15 anos de lançamento do Audi TT: carro-ícone da montadora alemã, que se tornou um marco da inovação tecnológica e do design automotivo. 

O projeto do Audi TT foi desenvolvido para dar início à família de esportivos da marca e buscou inspiração nos fundamentos da Escola Bauhaus - ícone do design alemão - para esculpir um autêntico clássico, que mantém o charme atualizado.

O estilo limpo, as formas robustas e a adoção de pneus grandes foram fundamentais para deixar o modelo inconfundível e impressionaram o mercado desde o início. 

Ainda como protótipo, o TT fez sua avant-première no Salão de Frankfurt, em setembro de 1995, e roubou a cena, pelo design inovador e pela sofisticação dos materiais aplicados à sua construção. 


Detalhes aparentemente simples, como a tampa do reservatório em alumínio, levaram o modelo a outro nível de acabamento. 


Aliás, a carroceria construída com materiais leves, grande parte em alumínio, foi outra inovação do esportivo.


Ainda em meados da década de 90, o protótipo da versão Roadster apareceu no Tokyo Motor Show e também virou sensação. 

Tudo pronto para dar início à produção em série do Audi TT Coupé, a partir de 1998. O Roadster chegou um ano depois ao mercado europeu. O esportivo é produzido na planta de Gyor, no oeste da Hungria.


História no Brasil e no mundo
Já consagrado na Europa, o Audi TT merecia um desembarque especial no Brasil, em 1998. 


O evento escolhido para apresentar o modelo ao público foi o Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro daquele ano. 


A chegada não poderia ter sido mais especial: o carro veio literalmente ”voando” para o evento. Içado a um helicóptero, o veículo chegou ao Pavilhão de Exposições do Anhembi chamando atenção do público e de quem estava nas ruas ao descer na pista do sambódromo, ao lado do principal centro de exposições do País. A repercussão foi grande na mídia brasileira e do exterior.

Evolução, não revolução
Depois de oito anos em produção com o mesmo estilo e sucesso nas vendas, feito raro na última década, a segunda geração do Audi TT foi lançada em 2005. 


Os designers mantiveram a silhueta harmoniosa e o desenho clássico, com o teto em suave declínio até a traseira arredondada, mas modernizaram o veículo – foi adotado um spoiler, que se ergue quando a velocidade passa dos 120 km/h e o uso da ampla grade frontal, característica dos modelos da marca. 


A identidade original do TT foi preservada, com pequenas alterações no comprimento e largura – a segunda geração ficou ligeiramente mais longa e larga do que a original.

Criar a segunda geração do TT foi um grande desafio para o designer italiano Walter de Silva, que na época era responsável pela área de estilo da Audi e atualmente é o chefe do departamento de design de todo grupo Volkswagen. 


Sua missão era substituir o primeiro TT, um modelo de personalidade forte, mantendo sua identidade à primeira vista. 


Para chegar ao desenho da segunda geração, a equipe seguiu o lema “evolução, não revolução” e o resultado conquistou crítica e público.

Em 2006, o Audi TT foi eleito o carro mais bonito do mundo, em um concurso promovido pela revista especializada alemã Auto Bild, com votação aberta aos leitores da publicação. 


O designer italiano Walter de Silva teve, naquela ocasião, quatro premiações. O cupê esportivo Audi TT, o SUV Audi Q7 e o carro-conceito Shooting Brake venceram em suas categorias. 


O TT foi além e levou ainda o prêmio mais cobiçado do concurso: o título de carro mais bonito do mundo dos últimos dozes meses, entre 146 veículos.

Dois anos depois, para comemorar os dez anos de lançamento do Audi TT, em 2008, a montadora alemã apresentou ao mercado mundial uma versão mais apimentada e arrojada do modelo: o Audi TTS. 


Com alguns detalhes de acabamento diferenciados, como dois pares de saída de escapamento, capa do retrovisor externo em alumínio e emblemas TTS na grade dianteira, na traseira e na soleira, o automóvel ganhou motor 2.0 TFSI de quatro cilindros e 272 cv de potência, 61 cv a mais do que a versão tradicional do TT Coupé equipada com motor 2 litros, na época com 200 cv (atualmente esta versão tem 211 cv de potência).

Com isto, a aceleração de 0 a 100km/h caiu para 5,2 segundos na versão Coupé (quatro lugares) e 5,4 segundos na versão Roadster (dois lugares); e a velocidade máxima é de 250 km/h limitada eletronicamente.

Audi TT RS: desempenho poderoso e estilo inconfundível

No último trimestre do ano passado foi a vez de desembarcar no mercado brasileiro as versões ainda mais esportivas do automóvel: o Audi TT RS Coupé e Roadster. 


Desenvolvido para andar sempre na frente, o carro vem equipado com o premiado motor 2.5 TFSI com injeção direta de combustível (eleito duas vezes seguidas o Motor do Ano em sua categoria por um júri internacional de jornalistas), tração integral quattro e câmbio S tronic de sete velocidades.

O propulsor de cinco cilindros, que faz parte do DNA da marca Audi, 2.5 litros turbocharged FSI, de 2.480 cm3, com injeção direta de gasolina, equipa o novo Audi TT RS.


O motor tem potência específica de 137,1 cv por litro (340 cv no total) e o torque máximo de 450 Nm em baixas rotações – 1.600 rpm - e mantém-se constante até 5.300 rotações. 


Com isto, oferece excelente elasticidade e proporciona respostas mais eficientes e rápidas nas retomadas de velocidade e nas acelerações.

A “trilha sonora” do propulsor é intensificada por um flap na saída esquerda do escape. Quando o motorista aperta a tecla Sport, o som da unidade de cinco cilindros torna-se ainda mais intenso e a capacidade de resposta é ainda maior.

O TT RS Coupé acelera de 0 a 100 km/h em 4,3 segundos e na versão Roadster faz em 4,4 segundos. 


A velocidade máxima (limitada eletronicamente) é de 250 km/h e o consumo, graças a um sistema de recuperação de energia que contribui para maior eficiência, é de apenas 11,75 km/litro na média combinada entre cidade e estrada.

O Audi TT RS vem com transmissão de sete velocidades S tronic, sistema de dupla embreagem e layout compacto de três eixos, amplamente espaçados, e com a sétima marcha concebida também para ultrapassagens. A tração integral quattro é de série.

O sistema de dupla embreagem trabalha com as marchas pré-engatadas, de modo que a mudança de marcha é feita de maneira extremamente suave, em centésimos de segundo, sem interrupção perceptível do fluxo de potência. 


O câmbio pode ser operado em dois modos automáticos e um modo manual, por meio de shift-paddles no volante ou ainda pela alavanca seletora, para trocas manuais.

O Audi TT RS Coupé possui uma relação peso-potência de apenas 4,5 kg por cv. Este valor foi conseguido graças, principalmente, ao sistema de construção ultra-leve Audi Space Frame (ASF), com carroceira feita em alumínio e chapa de aço. A versão Coupé pesa apenas 1.475 kg e a Roadster, 1.535 kg.

O novo Audi TT RS vem equipado com rodas de 19 polegadas e pneus 255/35. A suspensão esportiva rebaixa a carroceria do veículo em 10 milímetros e o Audi Magnetic Ride modifica os amortecedores de acordo com a necessidade. 


Neste sistema de amortecimento de alta tecnologia, minúsculas partículas magnéticas circulam no óleo dos amortecedores. 


Quando é aplicada uma voltagem, estas partículas modificam as características de amortecimento em milésimos de segundo. 


Esta regulagem adaptável proporciona, de acordo com a situação de condução e preferência do motorista, mais conforto na rodagem ou dirigibilidade esportiva.

O Audi TT RS Coupé possui aerofólio traseiro fixo e de dimensões ampliadas em relação ao modelo convencional. Outro destaque externo são os espelhos retrovisores eletricamente ajustáveis com capa em alumínio.

A versão Roadster vem ainda com capota elétrica e defletor de vento. A capota, desenvolvida com uma mistura de aço e alumínio para ficar ainda mais leve, possui sistema de acionamento automático por meio de uma tecla localizada no console central do veículo. 


A capota se abre em 12 segundos, graças ao sistema de dobras Z, que além de tornar o processo mais rápido, ocupa também menos espaço. O fechamento completo é feito em 14 segundos. 


A capota do Audi TT RS Roadster é composta por um material especial que funciona como isolante acústico e térmico, algo muito importante para carros conversíveis.


Segurança total e tecnologia
Em termos de segurança para os ocupantes do veículo, o Audi TT RS é completo: o modelo vem equipado com air bags frontais e laterais dianteiros; cintos de segurança com sensor de afivelamento no banco do motorista; sistema eletrônico de estabilização (ESP) e faróis bi-xenônio com ajuste automático de altura, limpadores e sensores de luz e chuva com assistente para luz alta.

O modelo vem ainda com bancos dianteiros esportivos e com ajustes elétricos (também oferecido no apoio lombar na dianteira), com revestimento em couro; volante esportivo em couro, multifuncional e com shift-paddles; e vidros laterais e traseiro com isolamento térmico.

O acabamento interno é oferecido em alumínio escovado fosco e o modelo vem com ar-condicionado automático, computador de bordo com marcador de temperatura e controle de cruzeiro. 


Entre os sistemas de áudio e comunicação, possui sistema de som Bose, bluetooth e entrada para iPod.

De opcional, a montadora disponibiliza o Audi Entertainment System com sistema de navegação.

Outras opções no mercado brasileiro
Além do TT RS, a Audi oferece no mercado brasileiro o Audi TT nas versões Coupé e Roadster, equipado com motor 2.0 TFSI de 211 cv de potência e câmbio S tronic, que acelera de 0 a 100 km/h em apenas 6,0 segundos (na versão Roadster a aceleração é feita em 6,1 segundos). 


A velocidade máxima é de 245 km/h na versão Coupé e de 242 km/h no Roadster. O Audi TTS, nas versões Coupé e Roadster, também está disponível com motorização 2.0 TFSI que desenvolve 272 cv de potência e torque máximo de 350 Nm.


* Vendas na Europa começaram em março de 1998. Em outubro, o esportivo foi apresentado ao público brasileiro, com chegada triunfal de helicóptero ao Salão Internacional do Automóvel de São Paulo.


* Veículo, que está na segunda geração, levou o título de carro mais bonito do mundo em 2006.

* Para comemorar o sucesso do modelo, a Audi comercializara 15 unidades da versão mais recente e esportiva RS, que foi apresentada oficialmente no país no último salão, em outubro.



sábado, 6 de abril de 2013

TEST-DRIVE: FORD CRIA UM NOVO ECOSPORT COM CARACTERÍSTICAS DE CARRO MUNDIAL. O BLOG FEZ A AVALIAÇÃO DO MODELO 2013 - 10 ANOS DEPOIS DE TESTAR O PRIMEIRO - E RECONHECE: O ECOSPORT É UM CARRO CONFIÁVEL, SEGURO E CONFORTÁVEL. É VENDIDO EM CINCO VERSÕES, DE R$ 59.900,00 A R$ 81.900,00, COM MOTORES 1.6 E 2.0

Fotos e texto: Arnaldo Moreira

Pude testar na semana passada o Ford EcoSport, na versão Titanium, flex, de câmbio automático, numa viagem de fim de semana, de 280 km, do Rio de Janeiro a Angra dos Reis, na ida com sol, temperatura amena, mas a volta sob intensa chuva, e durante a semana usei bastante o carro na cidade. Tenho de confessar que compraria sem pestanejar o EcoSport 2013 e explico abaixo os motivos.



A traseira foi o que mais lembra o primeiro EcoSport.
Tenho que confessar, o EcoSport é um SUV muito agradável. Dono de um sedan com potência semelhante, tive a agradável surpresa de constatar como o motor 2.0 de 142 cv, do Ecosport é um pouco mais econômico. Mas, diria que o seu consumo está na média dos de motorização semelhante, mas faz bonito na estrada e na cidade. Para acionar o motor basta apertar o botão Ford Power. Nada de chave na ignição.




Um dos aspetos que agrada no carro é a sua distância do solo, 20 cm, sem perda de estabilidade, o que foi fortalecido pela inclusão do Controle Eletrônico de Estabilidade e Tração (Advence Track), nas duas versões topo de linha. A posição elevada do banco oferece maior domínio da direção e particularmente agrada às mulheres. 



Minha mulher, Lana Carla, ficou maravilhada, também, com a visibilidade no habitáculo, com o conforto, pela altura dos bancos e por a coluna dianteira não atrapalhar a visibilidade nas curvas.

A Ford conseguiu juntar num tripé, conforto, desempenho e estabilidade pontos fortes do Ecosport. Os níveis de ruído no habitáculo são muito abaixo do esperado.



O pneu estepe continua, como nos modelos anteriores na porta traseira.


Os barulhos de ambiente externo foram bem isolados, o ruído da rodagem – do atrito das rodas no asfalto – é imperceptível e os de suspensão, como passagem em buracos e ruas com asfalto irregular são bem absorvidos, bem filtrados.

Espaço e conforto



Espaço para passageiros é outro componente interessante do EcoSport. Na frente e para quem viaja no banco traseiro, a distância é generosa tanto para os joelhos quanto para os ombros e a cabeça. E o assento de trás é bastante confortável.

Na frente, os instrumentos no painel estão bem à mão e visíveis e os passageiros protegidos por airbags frontais, de série em todas as versões, assim como freios ABS e direção elétrica.


Há, porém, um item que me causou um pouco de desconforto nos bancos dianteiros: a inclinação excessiva para a frente do encosto de cabeça que obriga motorista e o carona de estatura maior a curvar um pouco as costas, ou inclinar a cabeça para a frente. O encosto mais reto resolve o problema. 

Senti também a falta de um encosto (suporte) de braço no banco do carona, existente apenas no do motorista. Ambos poderiam ser móveis e assim poderem ser levantados quando necessário.


Traria um melhor conforto principalmente em viagens longas e até nos engarrafamentos que temos de enfrentar no nosso cotidiano. Ficam as sugestões.

Bagagens

No porta-malas do EcoSport cabem duas malas grandes. A abertura da porta para o lado esquerdo facilita a acomodação das bagagens e o detalhe interessante é que a porta é aberta pressionando um pequeno botão camuflado na lanterna (foto).

O porta-malas de 295 l permite usar a acomodação de malas na altura o que quase o duplica, mas com os bancos traseiro rebatido triplica o volume.

O acabamento do novo EcoSport é boa qualidade. Os encaixes nas portas, nas janelas e no habitáculo estão bem feitos, o que sem dúvida elimina os níveis de ruídos do carro.


Bom de estrada e de rua
O desempenho do EcoSport é excelente tanto na cidade como na estrada. A versão avaliada tem o conhecido e bem sucedido motor Duratec 2.0 16V, de 141 cv, abastecido com gasolina que chega aos 147 cv usando etanol.

O carro tem uma boa arrancada, facilitada pelo seus menos de 1.200 kg de peso, e na estrada sempre que lhe foi exigido mostrou-se rápido e valente nas retomadas, assegurando ultrapassagens seguras. 

O câmbio automático deste SUV agradou-me muito. O uso deste sistema, além de economizar combustível proporciona uma direção mais tranquila. Na subida da Serra das Araras, com intenso tráfego de caminhões, o EcoSport foi exemplar. 



Uma tranquilidade, a transmissão automática de seis velocidades PowerShift do EcoSport Tituanium, de embreagem dupla, que suaviza as trocas. Não sei se estou ficando velho, pois, não era, mas, hoje, sou fã incondicional de um câmbio que troca as marchas por mim. 

Bebidas geladas
Tenho de voltar ao interior do EcoSport para ressaltar dois itens, de sérei, que achei bárbaros e muito úteis: o porta-luvas refrigerado, onde cabem seis latas de "refri"...




... e a gaveta

existente sob o banco do carona, onde as motoristas - e motoristas, é claro - podem guardar a bolsa, retirando-a da visão dos amigos do alheio.

A versão avaliada possui sensores de chuva e de estacionamento, este ligado à tela de 3,5 polegadas com indicações gráfica e sonora. Tem ainda computador de bordo mostrando consumo médio e temperatura externa.

Esta versão Titanium possui um equipamento que pode facilitar a vida do motorista que se sente incomodado ao precisar de arrancar numa subida íngrime, o Assistente de Partida em Rampa.



Todas as versões do novo EcoSport possuem ajuste de altura e profundidade do volante ajuste manual de altura do banco do motorista, fixadores laterais traseiros para cadeiras de criança e excelentes faróis de led.


Adicionar legenda

Lembranças boas
Ao escrever esta matéria de avaliação do Ford EcoSport 2013, lembro-me do lançamento da primeira versão deste modelo, em 2002, realizada, numa pequena povoação às margens do Rio Negro, na Amazônia, a algumas milhas de Manaus, ambiente propício com que a Ford pretendia mostrar – e conseguiu – que estava oferecendo aos brasileiros um utilitário esportivo, SUV, moderno, por metade do preço dos modelos importados de outras marcas, e que fez tanto sucesso nos anos seguintes.Tenho o relógio Swatch – EcoSport que a Ford presenteou aos jornalistas, que guardo com carinho.


A primeira versão da EcoSport  que durante vários anos foi campeã de vendas do segmento. A foto é de um test-drive que fiz em 2003.
Desde 2003, o Ecosport passou por muitas alterações físicas, exteriores, de suspensão, de motor, interiores, com ênfase na confortabilidade e dirigibilidade, e que o tornaram num carro confiável, e com as características principais dos concorrentes bem mais caros. As últimas mudanças foram cirúrgicas e me agradaram muito.

O Novo EcoSport é fabricado em Camaçari, na Bahia, tem três anos de garantia e já está sendo exportado para diversos países.
Preços e versões:

O EcoSport 2013 saiu nas versões Freestyle e Titanium. A de entrada é a S que custa R$ 59.900, a seguir surge a SE, um pouco mais cara, R$ 62.500 e FSL, R$ 65.900,00, todas Freestyle, com motor 1.6 Flex 16 válvulas de 115 cv. 

As versões Titanium começam com uma motorização 1.6 com câmbio manual como as FreeStyle, por R$ 69.900, justificados por uma boa quantidade de itens de conforto e segurança e duas outras com motor Duratec 2.0 de câmbio automático, por mais R$ 10 mil e a top da gama chega a R$ 81.900,00.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

A FIAT LIDERA MERCADO EM MARÇO E NO ACUMULADO DO ANO. SIENA É O SEDÃ MAIS VENDIDO DO BRASIL NO TRIMESTRE


Entre os 10 automóveis e comerciais leves mais vendidos no mercado brasileiro no acumulado do ano, a Fiat aparece com quatro modelos: 


Uno, com 44.191 unidades emplacadas; Palio, com 43.322 unidades; Strada, com 27.427 emplacamentos, que também lidera o segmento de comerciais leves; Siena, com 25.229 unidades.


A Fiat manteve a liderança no mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves no mês de março e também no primeiro trimestre do ano, conforme dados divulgados hoje pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). 

A Fiat registrou o emplacamento de 58.744 unidades no mês de março, o equivalente a 21,9% de participação de mercado. Desde janeiro, a empresa acumula 178.860 unidades emplacadas, o que representa 22,7% do mercado. 

Em relação a igual período do ano anterior, as vendas da Fiat cresceram 3,1%, acima do mercado que registrou expansão de 2%.


O Fiat Siena foi o sedã mais vendido do Brasil no primeiro trimestre de 2013. O modelo registrou vendas acumuladas de 25.229 unidades, superando todos os concorrentes comercializados no Brasil.

O sucesso do modelo é crescente desde março de 2012, com o lançamento do Grand Siena, um carro totalmente novo, que evoluiu e cresceu, oferecendo um belo design, espaço interno e uma grande lista de conteúdos que oferecem mais conforto e segurança.

REGIÃO HISPÂNICA VOLVO CE LATIN AMÉRICA TEM NOVO DIRETOR. É O BRASILEIRO, ENGENHEIRO AGRÍCOLA, LUCIANO ROCHA


Luciano Rocha é o novo diretor Comercial para a Região Hispânica da Volvo Construction Equipment Latin America, em substituição a Gilson Capato, que assumiu a diretoria comercial para o mercado brasileiro. 

Rocha será o responsável pelas operações comerciais para os países hispânicos da América Latina. Ele se reportará a Afrânio Chueire, presidente da Volvo CE Latin America.

Há 14 anos trabalhando no segmento de máquinas e equipamentos, o novo diretor está há mais de 10 anos na Volvo CE Latin America, onde construiu uma sólida carreira, tendo atuado em cargos de liderança em áreas importantes da companhia. 

Ele iniciou na Volvo como representante de serviços e, na sequência, foi promovido para o cargo de Coordenador da Área. A partir de então, assumiu vários cargos de liderança e gerência nas áreas de serviços, suporte ao cliente, vendas e key-accounts.

Atuou ativamente nas quatro regiões de vendas da Volvo CE na América Latina e esteve sempre envolvido em grandes projetos no Brasil e em outros países do continente. Também trabalhou como gerente da área de Customer Support, no México, por dois anos.

Graduado em Engenharia Agrícola pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), é especialista em Marketing pela FAE Business School de Curitiba e tem MBA em Gestão de Pessoas pelo Centro Universitário Positivo (Unicemp).

A PRORROGAÇÃO DO CONGELAMENTO DO IPI ATÉ O FIM DO ANO, SEM DÚVIDA ALGUMA, AQUECERÁ O MERCADO AUTOMOTIVO.AS MONTADORAS JÁ REFORMULARAM SUAS PREVISÕES DE VENDAS E INFLUENCIARÁ A INSTALAÇÃO DE NOVAS FÁBRICAS NO PAÍS. O ASSUNTO É TEMA DA COLUNA "ALTA RODA" DE FERNANDO CALMON




Alta Roda 

Nº 727 — 4/4/13

Fernando Calmon


CORRIDA DO OURO 

Desta vez, um segredo bem guardado. Congelamento das alíquotas do IPI até 31 de dezembro – cancela os dois aumentos previstos para abril e julho – foi anunciado durante feriado da Páscoa. 

No momento, o governo está preocupado não apenas em sustentar o crescimento no mercado de veículos, mas, de tabela, controlar reflexos na inflação. 

Há especulações de que tal patamar de IPI poderia se manter indefinidamente, sinalizando pequena mudança de rumo.

Afinal, aqui estão os automóveis mais taxados do mundo, em longa cadeia de impostos sobre impostos. Um dia, isso teria de mudar.

Essa reviravolta já mexeu nas previsões do setor para 2013. Cledorvino Belini, presidente da Anfavea, acredita em vendas de 4% a 5% superiores em relação ao ano passado (antes, de 3,5% a 4,5%). 

Ele fez a afirmação durante o IV Fórum da Indústria Automobilística, em São Paulo, promovido essa semana em São Paulo pela Automotive Business. 

Inovar-Auto, ambicioso regime revelado,  em setembro de 2012, ainda provoca muitas dúvidas sobre o nível de avanço em tecnologia nos próximos cinco anos e dominou os debates.

Como comentou Stephan Keese, da consultoria Roland Berger, já foi dito no exterior que o mercado brasileiro deve deflagrar uma nova “corrida do ouro”. 

Porém, ele desconfia mais de uma corrida contra o tempo do que propriamente de resultados financeiros, inclusive com risco de excesso de capacidade instalada. 

Prejuízo estimado pela Ford na América do Sul (Brasil representa 60% das vendas), no primeiro trimestre, pode chegar a US$ 300 milhões. GM também perdeu dinheiro na região, ano passado.

No entanto, um mercado entre cinco e seis milhões de unidades, até o final da década, se tornará ainda mais disputado. 

Há sete novos fabricantes de veículos leves se instalando no País até 2015, para totalizar 25, e não vai parar aí. 

Fábricas de motores passarão de 13 para 18, incluindo a Fiat, em sua nova unidade industrial em Pernambuco, e a Chery, que anunciou durante o Fórum. Hyundai Brasil, em breve, também comunicará a produção de motores.

Para o economista José Carlos Mendonça de Barros, o consumidor deve esperar uma paulatina queda real de preços dos carros novos (ou aumentos inferiores à taxa de inflação para ser mais claro), acompanhado de desvalorização maior dos modelos usados. 

Esse descolamento é irreversível em situações de crescimento firme do mercado e continuará nos próximos anos.

Existe preocupação do setor de autopeças quanto à regulamentação do conteúdo local, adiada por mais dois meses pelo governo federal. 

Exigirá rastreabilidade do país de origem das peças e incertezas de como será feito o controle na Argentina, um vespeiro conhecido. 

Foi discutida a possibilidade de criar o programa Inovar-Peças, simultâneo ao Inovar-Auto, que adicionaria novos níveis de complexidade, apesar do potencial de desemperrar as coisas.

Falta competitividade na indústria brasileira e o setor automobilístico não é exceção. Paulo Butori, presidente do Sindipeças, colocou no rol dos problemas a moeda valorizada. 

Para ele, sem resolver a questão será muito difícil avançar. Exemplificou com o ramo de autopeças que passou de superavitário a deficitário no comércio exterior, em meia dúzia de anos.

RODA VIVA 

SUBSIDIÁRIA da GM, na Argentina, confirmou lançamento do SUV compacto Tracker, vindo do México, no terceiro trimestre do ano. 

Jaime Ardila, presidente da empresa no Brasil e América do Sul, em entrevista à TV a cabo Band News, de fim de noite, admitiu de forma indireta que também chegará aqui até o fim do ano. E que um subcompacto está nos planos.

AUDI TT chega aos 15 anos e oferece cada vez mais potência. RS tem motor de cinco cilindros, 2,5 L, e ronco quase como um seis-cilindros em linha. 

Para guiar sem sustos, lidar com 340 cv e torque assombroso de 45,9 kgf∙m, tração é nas quatro rodas. 

Estilo do cupê compacto permanece fiel ao original, sem sinais de cansaço, um tanto raro, hoje.

MAIS atraente que o Cielo, compacto Chery Celer foi finalmente colocado à venda. Marca chinesa demonstra que quando a fábrica de Jacareí (SP) entregar as primeiras unidades, em um ano, terá produto competitivo e segurança de conteúdo nacional. 

Em versões hatch (R$ 35.990) e sedã (R$ 36.990), tem motor flex 1,5 l e pacote completo de equipamentos.

TELA multimídia de comando por toque veio para ficar. Renault já a oferece para toda a linha Sandero/Logan, ao preço em torno de R$ 600. 

Duster Techroad desbravou o interesse pelo equipamento (no caso, de série), bem fácil de operar. 

Esse utilitário compacto, bom de guiar, mostra limitações ergonômicas: perna esbarra na caixa de comando dos vidros elétricos.

LINHA 2014 do Fox, lançada agora, tem poucas mudanças. Freios ABS são os de nona geração: cada vez menos pulsação no pedal em frenagem de emergência. 

Discos de freio do CrossFox têm maior diâmetro em razão do acréscimo de massa da versão, em relação ao resto da linha, pelo suporte externo do estepe e suspensão reforçada. ____________________________________fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

RENAULT AINDA SOFRE, EM MARÇO, OS EFEITOS DO FECHAMENTO PARA AMPLIAÇÃO DA FÁBRICA, MAS NÃO PERDE TEMPO E LANÇA UM NOVO MODELO, O CAPTUR, UM MISTO DE CROSSORVER, HATCH E SUV QUE COMEÇA A VENDER ESTE MÊS




Ainda sofrendo, em março, os efeitos financeiros da interrupção da produção na sua fábrica de automóveis, entre dezembro de 2012 e fevereiro deste ano, a Renault não perde tempo e anuncia a venda a partir deste mês de abril, de seu mais novo carro, o novo crossover urbano da Renault, cujo design fluido cultiva o senso de proporções: altura elevada do solo, bitolas maiores, para-brisa avançado… Um mix de monovolume, SUV e hatch.

“O desempenho de março reflete ainda a redução dos estoques provocada pela parada de produção, para ampliação da capacidade produtiva. Retomamos a produção em fevereiro e o ritmo vem crescendo dentro do cronograma previsto, mas ainda não alcançamos a normalidade”, ressalta Olivier Murguet, presidente da Renault do Brasil.


Novo Clio dobra vendas
O destaque da Renault, em março, foi o Novo Clio, cujo volume de vendas mais que dobrou em relação a março de 2012, e  o Novo Master, com emplacamentos 23,2% superiores na mesma comparação.

Com 14.187 emplacamentos e uma participação de mercado de 5,3% contra os 6,9% de março, de 2012, a queda nos volumes acompanhou o baixo estoque de Duster, Sandero e Logan nas concessionárias.


Nos resultados do mês, os emplacamentos do Novo Clio saltaram significativamente (113,6%) de 1.140 unidades em março de 2012, para 2.435 neste ano. 


No caso do Novo Master, o volume aumentou de 561 para 691 veículos no período, ótimo resultado uma vez que o novo modelo chegou ao mercado na segunda quinzena de março. 


O modelo Fluence também registrou crescimento mensal de 16%, alcançando 1.193 unidades.


Capas dos bancos laváveis no Captur 
O novo crossover urbano Captur, projetado e produzido pela Renault é amplamente personalizável, possibilitando combinações de carroceria em dois tons, cores de rodas, acabamento interno (claro ou escuro), revestimentos dos bancos e temas gráficos, o Captur reflete as personalidades e desejos mais variados.


Compacto
O banco traseiro deslizante deixa os passageiros traseiros à vontade, assim como suas bagagens. Um pouco mais longo que o Novo Clio, o Renault Captur proporciona grande conforto. 


O volume de porta-malas é adequado, com 455 cm3 de capacidade. A bordo, duas inovações espertas destacam o caráter de “carro para curtir” do Captur:


 o grande porta-luvas gaveta (11 litros), cujo interior é facilmente acessado pelo condutor, e os revestimentos dos bancos removíveis através de zíper, laváveis à máquina e substituíveis.


O tablet multimídia embarcado Renault R-Link dá acesso a uma conectividade inédita e a um catálogo de aplicativos dedicados ao automobilismo. Inigualável, ele não para de crescer.

A posição de dirigir mais alta e ergonômica transmite confiança, assim como a segurança passiva, a aderência ao solo e a frenagem. O conforto de rodagem é herdado da plataforma B, compartilhada com o Novo Clio.


Espanhol, tem dupla embreagem
O Renault Captur coloca o prazer e a economia no centro de suas motorizações “100% turbo”. 
As motorizações a gasolina disponíveis são o motor Energy TCe 90 (3 cilindros de apenas 898 cm3) e o TCe 120 EDC (4 cilindros de 1198 cm3).

Este último é exclusivamente oferecido com a caixa de câmbio EDC (Efficient Dual Clutch) com dupla embreagem, proporcionando um maior conforto ao dirigir. Ele também estará disponível futuramente com a caixa de câmbio com dupla embreagem EDC.

Produzido na fábrica de Valladolid (Espanha), com uma atenção especial à qualidade e ao respeito ao meio ambiente, o Renault Captur conta com até 16% de plásticos reciclados em sua fabricação. Um resultado invisível, mas notável.

Comercializado a partir de abril de 2013, o Renault Captur traz mais alegria e sedução para o segmento B, sem perder seu aspecto racional e razoável, considera 
Ali Kassaï - diretor de Programa Gama Renault.


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