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quarta-feira, 12 de março de 2014

AUDI MANTEM CRESCIMENTO EM FEVEREIRO, COM VENDAS DE 117.500 CARROS NO MUNDO, QUE DEVE AUMENTAR COM A CHEGADA DO A3 SEDAN À CHINA E AOS ESTADOS UNIDOS. ESSE DESEMPENHO ACONTECE QUANDO A MARCA ALEMÃ INICIA AS VENDAS DO PRIMEIRO ESPORTIVO DA LINHA Q NO BRASIL, O AUDI SQ5 É UM SUV DE 354 CV QUE FAZ DE 0 A 100 KM/H EM 5,3 SEGUNDOS E CHEGA A 250 KM/H


Em fevereiro de 2014, a AUDI AG vendeu cerca de 117.500 carros ao redor do mundo, um acréscimo de 6,8% em relação ao mesmo período do ano passado. 


Este ano, somando janeiro e fevereiro, as vendas unitárias da companhia aumentaram 9,3%, com cerca de 242.400 entregas.

Isso acontece quando a Audi traz para o Brasil um dos SUV mais velozes comercializados atualmente no País que combina,
esportividade, versatilidade e conforto, o Audi SQ5.


O modelo é equipado com motor V6 3.0 TFSI, com 4 válvulas por cilindros, 2.995 cm³, que desenvolve 354 cv de potência máxima entre 6.000 e 6.500 rpm e 470 Nm de torque entre 4.000 e 4.500 rpm. 

O novo esportivo acelera de 0 a 100 km/h em apenas 5,3 segundos e atinge velocidade máxima de 250 km/h (limitada eletronicamente), contando ainda com a tração integral e permanente “quattro”.


O exterior do SUV recebeu acabamento das soleiras das portas em alumínio em estilo exclusivo S; espelhos retrovisores externos com capa em alumínio, eletricamente ajustáveis, aquecíveis, com função anti-ofuscamento automática e memória, que grava como o espelho foi ajustado previamente; frisos decorativos brilhantes; rack do teto em alumínio; e rodas de liga leve de 20 polegadas, 8,5Jx20, com pneus 255/45 R20 e pinças de freio especiais com “SQ5” gravado. O spoiler traseiro é exclusivo da linha S.

A versão esportiva do Q5 é ligeiramente maior e com dimensões generosas: tem 4.644 mm de comprimento e 1.911 mm de largura - contra 4.629 mm e 1.898 mm do Q5 Ambition, respectivamente. 


Também é 28 mm mais baixa, com 1.627 mm de altura, graças ao chassis rebaixado em cerca de 30 mm. 

O espaço entre eixos tem 2.813 mm e o peso é de 1.905 kg. A suspensão tem molas e amortecedores mais rígidos.

A marca alemã oferece 11 cores externas para o modelo. São elas: Preto Brilhante, Preto Pantera, Azul Estoril, Preto Fantasma, Prata Gelo, Branco Ibis, Azul Luar, Cinza Monção, Vermelho Vulcano, Cinza Lava e Branco Geleira.


Entre os itens de conforto e conveniência de série, destaque para o ar-condicionado automático com 3 zonas; os bancos dianteiros esportivos elétricos com memória para o do motorista; o Keyless-Go (que permite ao motorista abrir a porta e dar partida sem a chave); computador de bordo com display colorido; pacote porta-objetos; e porta-malas reversível com tapete contra sujeira, com abertura e fechamento elétricos. 

O porta-malas, com grande área de carga de 540 litros, pode ser facilmente expandido para 1.560 litros.


A versão mais esportiva do SUV, que tem acabamento interno em alumínio escovado fosco, vem ainda equipada com volante esportivo em couro, multifuncional, aplanado e com shift-paddles, aletas atrás do volante, e alavanca do câmbio em couro; bancos em couro Napa Fina, com apoio lombar com ajuste elétrico, apoio de braço e suporte ISOFIX na dianteira e do tipo Comfort Plus na traseira. Assentos, painéis, tapetes e teto são em preto.


O controle de cruzeiro, o espelho retrovisor interno com função antiofuscante automática e o pacote de luzes também são de série. 

O teto solar panorâmico “Open Sky” elétrico garante iluminação extra e os vidros com isolante térmico favorecem o conforto.


Para segurança dos ocupantes do veículo, o novo Audi SQ5 incorpora uma série de itens como o Audi Drive Select – sistema que possibilita selecionar o modo de condução mais atraente para o motorista, modificando caraterísticas da direção, motor e módulos de controle do amortecimento; o sistema start/stop com recuperação de energia; sensor de estacionamento Plus com câmera de ré e sensor de luz e chuva com assistente para luz alta. 

Destaque ainda para o sistema ESP, direção Servotronic, alarme antifurto e o travamento central com controle remoto à distância.

No conjunto óptico, faróis bi-xenônio, com ajuste automático de altura e limpador e faróis de neblina, além de LEDs contínuo e lanternas traseiras com LEDs. 


Airbags dianteiros, laterais e de cabeça (com dispositivo para desativação do airbag do passageiro) e cintos de segurança com sensor de afivelamento completam a lista de itens de segurança.

O sistema de áudio e comunicação inclui DVD player e Rádio MMI Plus com sistema de navegação de série, além de Bluetooth e Audi Music Interface. Neste primeiro modelo da linha S entre os SUVs da Audi o sofisticado sistema de som Bang & Olufsen também é de série.


Crescimento mundial
A Audi vem registrando excelente desempenho em todas as regiões do mundo nos últimos tempos e no passado mês de fevereiro não foi diferente quando emplacou 117.500 carros, um aumento de 6,8% em relação ao mesmo mês do ano passado. 

Este ano, somando janeiro e fevereiro, as vendas unitárias da companhia aumentaram 9,3%, com cerca de 242.400 entregas. Cerca de um terço desse volume foi atingido na Europa. Com crescimento significativo na Alemanha, Reino Unido e Itália, a região apresentou um incremento de 5,3%. 


Nas Américas, o Brasil foi destaque e mantém um crescimento sustentável, com 1.115 entregas. No nosso País a marca ampliou as vendas mais de três vezes em relação às vendas de fevereiro de 2013 (+260,8%). 

Na China, a Audi completou o mês de vendas – consideravelmente curto por causa do feriado do Ano Novo Chinês no final de janeiro – com um aumento de 6,9% em relação ao mesmo mês do ano anterior. 

“A Audi manteve crescimento que vem apresentando desde o início do ano em fevereiro, apesar de efeitos não-recorrentes em mercados internacionais,” diz Luca de Meo, Membro do Conselho de Administração de Vendas da AUDI AG. 


“Na Europa, diversos mercados estão ganhando estabilidade, mesmo que em baixos níveis. Nessa região, já estamos atingindo resultados com o novo A3 Sedan, que também será lançado na China e nos Estados Unidos, os mais importantes mercados, nas próximas semanas”, acrescentou.

Toda a nova família A3 atingiu altas taxas de crescimento: 43%, em fevereiro, para 19.598 unidades em todo o mundo. 

Na categoria full-size, a demanda aumentou em particular pelo A7 Sportback (+8,8%) e pelo Q7; as vendas do SUV aumentaram 31,8% para 4.589 carros.


A Turquia está entre os mercados onde a Audi é particularmente bem-sucedida na atração de novos clientes com lançamentos como o A3 Sedan: em fevereiro, a companhia entregou 1.105 carros no país, 29,2% a mais do que há um ano. 

Desde o início do ano, o aumento de vendas cumulativo foi de 34,2%. Em muitos países da região sul da Europa, a Audi também vendeu recentemente mais carros do que há um ano, como na Espanha, onde as entregas aumentaram 1,6% para 4.149 carros.

Isso ocorreu também na Itália, com um aumento de 16% para 4.202 unidades. A Alemanha (+10,1% para 21.806 carros) e o Reino Unido (+8,3% para 4.820) também apresentaram um crescimento significativo e confirmaram o mês positivo para a Audi na Europa (+5,3%). 

Nos primeiros dois meses, foram feitas cerca de 111.600 entregas, que representam 6,5% de crescimento na região.

Nos Estados Unidos, as concessionárias Audi estão se preparando para o lançamento do A3 Sedan, em abril. 

Enquanto isso, apesar dos efeitos das severas condições do inverno, as vendas da Audi of America em fevereiro atingiram o nível do mesmo mês do ano anterior, com 10.881 entregas.

Nos mercados da Ásia, a Coreia do Sul está se tornando significativamente importante para a Audi: em fevereiro, os números de vendas subiram 61,8% para 2.187 unidades, um aumento de 42,3% em relação a janeiro. 

No mês passado, a Audi também atingiu um aumento nos já altos dois-dígitos do Japão (+19,3% para 2.731 carros). Em contraste, o feriado do Ano Novo dominou no mês passado na China. 

Nos dias úteis restantes, 32.358 clientes receberam seu novo Audi, em uma alta de 6,9%. De janeiro a fevereiro, as vendas da Audi na China subiram 13,2% para 76.884 carros.



Vendas da AUDI AG
Em fevereiro
Cumulativo

2014
2013
Mudança de 2013
2014
2013
Mudança de 2013
Mundial
117,500
110,024
+6.8%
242,400
221,782
+9.3%
Europa
57,800
54,934
+5.3%
111,600
104,809
+6.5%
  - Alemanha
21,806
19,804
+10.1%
39,232
34,415
+14.0%
  - Reino Unido
4,820
4,451
+8.3%
15,603
14,329
+8.9%
  - França
5,109
5,368
-4.8%
9,156
9,379
-2.4%
  - Itália
4,202
3,622
+16.0%
8,021
7,389
+8.6%
  - Espanha
4,149
4,082
+1.6%
7,431
6,836
+8.7%
  - Rússia
2,905
2,800
+3.8%
4,528
4,525
+0.1%
EUA
10,881
10,877
+0.0%
20,982
20,933
+0.2%
México
1,011
889
+13.7%
2,035
1,742
+16.8%
Brasil
1,115
309
+260.8%
2,224
784
+183.7%
China
(incl. Hong Kong)
32,358
30,268
+6.9%
76,884
67,946
+13.2%

terça-feira, 11 de março de 2014

GENERAL MOTORS COMEMORA MAIS DE MEIO SÉCULO DE ATIVIDADES NO SEU COMPLEXO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS, ONDE JÁ FORAM PRODUZIDOS 5,5 MILHÕES DE VEÍCULOS. INAUGURADA PELO PRESIDENTE JUSCELINO, HOJE A FÁBRICA PRODUZ AS PICAPES S10.


São José dos Campos, SP – O Complexo Industrial da General Motors do Brasil em São José dos Campos, 
inaugurado no dia 10 de março de 1959, pelo então presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, de onde saiu o primeiro motor Chevrolet fabricado no Brasil.
está completando 55 anos de produção ininterrupta.


Nesta unidade, localizada no Vale do Paraíba (SP) é produzida a picape média S10, com motores 2.4 Flexporwer e 2.8 Turbodiesel; e o utilitário esportivo Trailblazer, com motores 3.6 V6 Gasolina e 2.8 Turbodiesel.

Nos últimos 55 anos foram mais de 5,5 milhões de unidades produzidas, em São José, onde também está localizada a fábrica de CKD, única linha totalmente dedicada na indústria automobilística brasileira ao preparo, embalagem e despacho de veículos completamente desmontados para exportações.

Estação de Tratamento de Efluentes no Complexo Industrial da GM, em São José dos Campos

O complexo industrial
Nos seus 2,7 milhões de metros quadrados de área total e de 500 mil m2 de área construída, o Complexo Industrial de São José dos Campos é um dos maiores do País. Atualmente, tem um efetivo de mais de 6.000 pessoas. 

O Complexo abriga sete fábricas: uma de comerciais leves (linha da picape S10 e do utilitário esportivo Trailblazer); duas fábricas de motores; uma de transmissões; uma estamparia; uma linha de injeção e pintura de peças plásticas; e uma linha voltada aos produtos de exportação (CKD – Completely Knocked Down).

O ritmo de produção da Powertrain é forte, com aproximadamente 138 transmissões e 142 motores, em média, por hora. 

No total são aproximadamente 4.500 unidades powertrain por dia ou 95.000 mil por mês (motores e transmissões). Por ano, a produção supera 975 mil unidades.

Sempre comprometida com a preservação do meio ambiente, o Complexo da GM conta com uma avançada estação de tratamento de efluentes e filtros de ar para evitar a poluição.
"0 Complexo Industrial de São José dos Campos teve significativa importância para a região do Vale do Paraíba, tendo contribuído para seu crescimento econômico, registrando grandes marcas em sua trajetória``, destacou Marcos Munhoz, vice-presidente da GM do Brasil.

55 anos de história no Vale do Paraíba
A história da GM na região começou na década de 50 com a procura de um terreno junto à estrada de ferro Central do Brasil às margens da Rodovia Presidente Dutra e no eixo São Paulo - Rio de Janeiro, para a construção da fábrica que iria produzir motores para caminhões, uma demanda que já despontava no país naquela época.

Da compra do terreno, em 1953, à inauguração oficial da fábrica, em 1959, foram muitos os desafios. 

Nos anos de 1956 e 1957 a GMB teve seu primeiro projeto de nacionalização aprovado pelo governo através do GEIA - Grupo Executivo da Indústria Automobilística - formado para controlar a implementação da nossa indústria automobilística. 

A meta era a fabricação dos caminhões Chevrolet HD-6.503 (médios) e 3.104 (leves). Depois foi lançada a picape Chevrolet, que ficou conhecida como "Marta Rocha", por ter sua pintura nas cores azul e branco e a famosa composição "saia e blusa".

Foi atendendo a esse projeto de nacionalização que a GMB instalou-se em São José dos Campos, onde montou uma fundição de peças para a produção dos motores — um processo pioneiro naquela época. 

O primeiro motor produzido foi o modelo de 261 polegadas cúbicas (4,2 litros) e seis cilindros em linha. A capacidade da fábrica era de 25 mil motores por ano.

Produção na fábrica de São Caetano do Sul.
Atualmente, a GM tem, além do Complexo de São José dos Campos, os Complexos de São Caetano do Sul (SP) e de Gravataí (RS), unidades onde produz veículos. 

Conta ainda com unidades em Joinville (produção de motores e cabeçotes de alumínio), Mogi das Cruzes (produção de componentes estampados), Sorocaba (Centro Logístico Chevrolet) e Indaiatuba (Campo de Provas), todas em SP, além de um Centro Tecnológico, em São Caetano do Sul (SP), com capacidade para desenvolvimento completo de novos veículos.
Cronologia de sucesso do Complexo Industrial de São José dos Campos da General Motors do Brasil:


1925
A GM foi fundada em 26 de janeiro de 1925 e começou a operar em galpões alugados no bairro do Ipiranga, em São Paulo, de onde saiu, em setembro, o primeiro Chevrolet montado no País, um furgão de entregas urbanas. 

Em 12 de agosto de 1930, é inaugurada oficialmente a fábrica de São Caetano do Sul.

1956
Em 12 de dezembro, o Grupo Executivo da Indústria Automobilística (GEIA) aprova o plano de nacionalização para a fabricação de caminhões Chevrolet e, em 21 de dezembro daquele ano, é iniciada a fabricação da Fundição e da fábrica de Motores, em São José dos Campos.

1957
Em 28 de junho, o GEIA aprova o plano de fabricação de caminhões leves Chevrolet e sai o primeiro caminhão Chevrolet nacional.


1958
Lançada, em julho, a primeira picape Chevrolet 3.100, que mais tarde passou a se chamar C14 ou C15. 

Em 4 de dezembro daquele ano, a fábrica de São José dos Campos - ainda em construção - entrega o primeiro motor Chevrolet fundido, forjado e usinado na Região do Vale do Paraíba

1959
Em 10 de março, é inaugurada a segunda fábrica da General Motors do Brasil, em São José dos Campos. 

Na época, produzia somente motores e peças para os caminhões Chevrolet Brasil, picapes e camionetes Chevrolet Amazonas.

1969
Em 2 de dezembro, em São José dos Campos, é fabricado o 200.000 motor Chevrolet.


1970
A GMB inaugura uma nova linha de montagem em São José dos Campos, para o lançamento do seu primeiro carro pequeno, o Chevette, um "best seller" do mercado brasileiro, lançado em 24 de abril de 1973 e que alcançaria a expressiva marca de 1.600.000 veículos produzidos.

1976
Em 3 de dezembro, é inaugurada a fábrica de motores Detroit Diesel Allison do Brasil, em São José dos Campos.

1979
Em novembro, a GMB começa a se preparar para lançar os motores Família II, em São José dos Campos.

1981
Em 6 de agosto, é inaugurada a Fundição de Alumínio, em São José dos Campos.

1984
Em março, a fábrica de São José dos Campos comemora seus 25 anos.

1987
Em março, 1 milhão de Chevettes produzidos em São José dos Campos e, em outubro, a linha de montagem da fábrica de São José dos Campos produziu o motor Família II número 1.500.000.

1993
Em 13 de janeiro, as Fábricas de Motores de São José dos Campos atingem a marca de 6.000.000 de motores fabricados (Opala, Chevette, Comerciais e Família II).

Em 1º de junho, a fábrica de São José dos Campos atinge a marca de 30.000 Kadett Ipanema produzidas.

O Chevette sai de linha em 12 de novembro, dia em que a GMB comemora a produção de 1.600.000 unidades do modelo, desde 1973.



1994
Em fevereiro, a GMB lança o Corsa Wind 1.0 no Complexo Industrial de São José dos Campos que completa 35 anos de atividade no dia 10 de março.


Em novembro, a linha de montagem do Kadett e...


 da Ipanema é transferida de São José dos Campos para São Caetano do Sul, para possibilitar um aumento da produção do Corsa na unidade do Vale do Paraíba.

1995
Em 26 de janeiro, a GMB inicia as comemorações de 70 anos de atividade no Brasil.

A General Motors do Brasil obtém, em fevereiro, o certificado de qualidade da norma ISO 9002 para as fábricas de veículos de passageiros de São Caetano do Sul e de São José dos Campos. 

A GMB é a primeira indústria automobilística da América Latina a conquistar a certificação para duas fábricas completas.

Em 31 de março, o Complexo Industrial de São José dos Campos alcança a marca de 100.000 Corsas produzidos.

1996
Em 3 de julho a Câmara Municipal de São José dos Campos institui este dia como o "Dia do Chevrolet", a ser comemorado a cada primeiro domingo deste mês.

1999
A fábrica de São José dos Campos completa 40 anos em 10 de março.

Em 12 de maio, a GMB anuncia que irá dobrar a produção do motor do Corsa, passando a 600.000 unidades anuais.

2001
A General Motors do Brasil alcançou a marca histórica de 1 milhão de unidades exportadas desde 1974 e inicia a produção em São José dos Campos do monovolume Zafira, que absorveu investimentos de US$ 154 milhões em novos processos e equipamentos.


2002
Também em São José dos Campos, começa a produção do Corsa Nova Geração e do monovolume Meriva.


2003
Iniciada a produção da nova picape Montana 1.8 "Flexpower" 2004, o primeiro veículo vendido exclusivamente com motorização multicombustível do mercado.

2004
A fábrica de São José dos Campos completa 45 anos, em 10 de março.

2007
Em abril, a fábrica de São José dos Campos alcançou um recorde histórico, com a produção de 16.780.874 unidades 'powertrain', que incluem motores e transmissões, todos produzidos na unidade de São José dos Campos.

2008
Em fevereiro, a GM Powertrain completou 50 anos.


Linha S10/Blazer completa 500 mil unidades produzidas.

2009
A Chevrolet fecha o ano de 2009 com um novo recorde histórico anual, com 595.536 veículos.

2010
Em 26 de janeiro, a GM completou 85 anos de atividades no País.


Em abril, a GM lançou o Classic 2011, que ganhou um novo visual.

Em agosto, é lançada a versão Rodeio da S10

2011
Em 26 de janeiro, a GM completou 86 anos de atividades no País. 

Começou em agosto a VoltXpedition Energias Renováveis, com seis etapas em São Caetano do Sul e São José dos Campos (SP), Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Pernambuco. 

A expedição mostraria para jornalistas, blogueiros, comunidade acadêmica e o universo das redes sociais, as tecnologias alternativas da mobilidade que estão sendo desenvolvidas pela General Motors em seu compromisso com a sustentabilidade. 

Além de projetos inovadores na área de energias renováveis em algumas das principais universidades e centros de excelência do Brasil.

2012
Em 26 de janeiro, a empresa completou 87 anos de atuação no Brasil.

Em 15 de fevereiro, é lançada a nova picape S10, nova e global e projetada e engenheirada pelo Centro de Desenvolvimento da GM localizado em São Caetano do Sul.


Em 14 de novembro, é lançado o Trailblazer, utilitário esportivo que oferece sete lugares e assentos dobráveis, para aumentar a capacidade do porta-malas, em versão única, a LTZ, com duas opções de motor, incluindo o inédito V6 de 3.6 litros e 239 cavalos a gasolina e o 2.8 CTDI a diesel. Produzido em SJC.

2013
Em 18 de julho, foi alcançada a marca de 100.000 unidades da Nova S10.

Tivemos duas certificações de qualidade BIQ III (Buit in Quality) em fevereiro na Estamparia e em setembro na Planta da S10, sendo a primeira Planta Montadora na GMB a obter essa certificação.

Em agosto, iniciou-se a produção de uma nova geração de transmissões com engates mais precisos e marcha ré sincronizada.

Em 18 de dezembro, finalizou-se a produção do Classic.

Em 3 de dezembro, a Powertrain alcançou a marca de 25 milhões de motores e transmissões.

Alcançamos a marca de 200 mil unidades exportadas da Montana em CKD para a África do Sul.


segunda-feira, 10 de março de 2014

LISBOA FOI PALCO DA APRESENTAÇÃO DA 3ª GERAÇÃO DO MINI, EM MEIO A UMA FESTA, NO LX FACTORY, PARA 3 MIL PESSOAS


A MINI, no último dia 8 de março, apresentou a 3ª geração do MINI, em ambiente de festa na sala XL no LX Factory.


Mais de 3.000 participantes puderam conhecer, em primeira mão, o novo MINI e vibraram ao som dos The Poppers, DJ Glue e The Voxels. Houve ainda diversas atividades e surpresas que animaram os participantes ao longo da noite.


Os fans que não puderam estar presentes, tiveram ainda a oportunidade de acompanhar esta festa em Live Streaming. Mais de 1.000 estiveram online e, também eles, participaram nesta festa através das redes sociais. 
 

O ambiente 100% MINI contagiou todos os presentes com a diversão e conectividade deste novo membro da família MINI. Afinal não é todos os dias que podemos conhecer em primeira mão um original dos nossos dias.


MUITOS JÁ OUVIRAM FALAR DOS FAMOSOS CARROS RABO DE PEIXE AMERICANOS, ENTRE OS MAIS FAMOSOS ESTÁ O CADILLAC 1952 SERIES 62, CONVERSÍVEL. LUXO, TECNOLOGIA E BELEZA MARCAM UM CARRO HOJE RARO E CARÍSSIMO.




Antigomobilismo
Por Ricardo Caffarelli


O famoso Cadillac rabo de peixe... 


“Cadillac 1952 Series 62 fleetwood convertible”

Caros amigos, leitores e apaixonados por automóveis antigos. Escolhi escrever sobre um símbolo americano que atingiu seu auge na década de 50. 

Marca preferida do meu pai, tivemos 26 Cadilac's de modelos diversos sendo deste número uma parcela considerável da década de 50, os anos de ouro da Cadillac.


Chamados de “standard of the world”, realmente não tinha para ninguém em nenhum lugar do mundo. 


Tinham o máximo de luxo, sofisticação, conforto, desempenho, tudo em doses algumas vezes exageradas.

O carro escolhido desta vez foi uma Cadillac, 1952, conversível, preta, com interior verde. Muitos a conhecem genericamente por Cadillac rabo de peixe. 

Na verdade, o rabo de peixe ou fish tail teve seu “debut” em 1948 e foi a grande sensação da marca durante quase uma década. Em 1948, os EUA estavam com sua economia em grande expansão. 


Após o término da Segunda Guerra Mundial, o maior desejo do povo americano era trocar de carro, e queria novidades. A GM e as outras grandes cumpriram muito bem seu papel.

Seu ex-proprietário, um amigo nosso, carioca, também apreciador da marca, mas focado em outros modelos um pouco mais recentes contou que adquiriu-o de um português. 

Eram na verdade dois irmãos, um comprou um Cadillac preto com interior verde (essa que adquirimos) e seu irmão comprou uma verde com interior preto. Coisa de Português mesmo!

Um carrão de mais de duas toneladas, tinha um motorzão V-8, de 5.400 cc, de comando de válvulas no cabeçote (o chamado OHC de overhead camshaft) e que nesse ano ganhava pistões banhados de estanho e um carburador quadrijet que elevava sua potência para 190 hp, câmbio automático de quatro marchas (acreditem,... eu tive de pesquisar para confirmar esta informação pois achava que eram três marchas), bem suave, direção hidráulica com “48 voltas de batente a batente”, vidros elétricos, bancos elétricos, até a capota neste modelo já era elétrica. 


Só não tinha ar condicionado, equipamento que surgiria de série no Cadillac dois anos mais tarde e normalmente encontrado nos modelos fechados.

Outros detalhes significativos para este ano foram o uso do V que ornamentava capô e tampa da mala. Eram dourados comemorando 50 anos da marca, luzes de marcha-a-ré brancas passaram a incorporar as lanternas traseiras que aliás tinham um detalhe muito interessante. 

A lanterna do lado direito abre-se para cima ao acionar um botão que tem função estética de refletor e libera também esta trava onde encontra-se o bocal de abastecimento de gasolina. 

Chave? Pra que? Nos EUA a gasolina sempre foi barata. Não havia isso de roubar gasolina..., só nos filmes.


Reparem na saída do escapamento, já era dupla! E disfarçada nas extremidades do para-choques traseiro. Que estilo!

Os Cadillac´s conversíveis são bastante raros hoje em dia e desde aquela época já tinham um alto valor e foram sempre muito disputados pelos colecionadores.

A explicação é simples, um carro conversível que, quando zero km, sempre foi mais caro do que seu o equivalente de carroceria fechada. A produção menor já o tornava mais raro. 


O fato ainda de serem carros muito mais “degradáveis” com o tempo, contribui ainda mais para a escassez de exemplares.

Tivemos algumas boas aventuras com esse Caddy. Escolhi uma muito boa pra relatar. Como eu trabalhava com locação de veículos um belo dia recebi um pedido um pouco diferente. 

Não se tratava de um aluguel para novela, filme, propaganda ou videoclipe, mas sim compor o cenário de uma festa de aniversário.

E não era apenas um carro, queriam pelo menos três carros. Achei o pedido bastante peculiar. 

Escolhemos então três carros, esse Caddy, um Plymouth Custom Royal Lancer Coupé, 1956 (de que terei prazer em escrever sobre ele em outra oportunidade), e um terceiro que acho que era um Chevrolet Impala, 1958...??? - memória falhando.

Tratava-se da festa de 50 anos de um famoso banqueiro carioca, que reservava-se o privilégio de morar em Correias (Petrópolis) e ir todo dia trabalhar no seu helicóptero, por sinal na época um Sikorsky maravilhoso.

Acertados os detalhes, eu precisava despachar os carros para lá. Esse Cadillac eu resolvi me dar o prazer de levar pessoalmente.

O carro estava muito bom. Para não correr riscos desnecessários e também não ficar a pé na volta, um motorista foi levando um outro carro “normal”. 

Saí de São Conrado, tempo bom, mas com a capota fechada. No pé da serra encostei no acostamento. 


O motorista, preocupado, parou também e veio perguntar se estava tudo bem. Eu falei: “Claro, está tudo ótimo, mas vou abaixar aqui a capota para curtir esse verde”. 

Ah, outro detalhe, liguei o rádio, esperei um pouco as válvulas esquentarem e depois fui curtindo algumas músicas das rádios AM que conseguia sintonizar alí na região. Que viagem maravilhosa. 

Fui subindo a serra com toda a calma que a situação exigia. Motor forte, mas bastante silencioso, numa ou noutra curva um pouco mais fechada, um leve ruído do rolar dos pneus que não chegava a incomodar.

Chegando no local da festa, boa parte da decoração estava pronta. Na verdade, eles utilizaram o hangar do helicóptero para fazer a festa. 

Estacionei o Caddy, conferi a posição dos outros dois carros, deixei um responsável lá e voltei pra o Rio. Não fui na festa. Uma pena, por que deve ter sido de arromba!

Hoje, os proprietários de um carro destes devem se sentir privilegiados, pois possuem um automóvel único, um misto de obra de arte sobre rodas.

Na década seguinte (anos 60), acho que os carros americanos ficaram um pouco mais “uniformizados”. Claro que a parte mecânica evoluiu muito e também ficaram os ícones. 

Como não falar dos Corvettes, dos Mustangs, Camaros, Oldsmobiles como o Toronado e o Doctor Olds 442, os Barracudas, Daytonas entre outros. 

Mas nunca mais tivemos carros tão expressivos e tão diferentes como os automóveis americanos da década de 50. De longe você identificava marca, modelo e ano. 

Um forte abraço a todos. Até à próxima.



Fonte: wikipedea, Site cadillac motor car co, outros.


domingo, 9 de março de 2014

GRUPO RENAULT COMANDA RANKING DE BAIXAS EMISSÕES ENTRE AS MONTADORAS EUROPEIAS.


O Grupo Renault se tornou líder europeu em baixas emissões de CO2 e o primeiro grupo automobilístico a estar abaixo de 116g de CO2/km em vendas de automóveis em 2013, graças à renovação de sua gama de produtos, o sucesso dos motores Energy e a comercialização de veículos elétricos

O Grupo Renault confirma a liderança em baixas emissões de CO2 na Europa, com uma média de 114,7 gramas de CO2/km* por veículo** em relação aos veículos de passeio comercializados em 2013.

A Renault deve este resultado à recente renovação de sua gama de produtos, com destaque para 5 modelos que estão abaixo de 100 gramas de CO2/km: Twingo, Novo Clio, Captur, Mégane e Sandero. No segmento de carros compactos a diesel de 5 lugares, destaca-se o Novo Clio Energy dCi 90 eco2, que ocupa o primeiro lugar do pódio, com 83 gramas. No total, a gama Novo Renault Clio emite 18,5 gramas de CO2 a menos que a gama anterior.

As vendas de veículos elétricos da Renault também contribuíram significativamente para este resultado.

O nível médio de emissões de CO2 de toda a gama do Grupo Renault melhorou aproximadamente 11 gramas entre 2012 e 2013, passando de 125,5 gramas/km para 114,7 gramas/km.

“Esta posição de liderança é apenas uma confirmação de nossas escolhas acertadas em termos de estratégia de grupos motopropulsores, com a gama de motores Energy, assim como em veículos elétricos. 

Graças a estas inovações, o Grupo Renault apresenta resultados tangíveis e segue seu objetivo de reduzir a pegada ecológica de suas operações de forma durável. Isso faz bem para o planeta e para os nossos clientes”, afirmou Jean-Philippe Hermine, Diretor de Meio Ambiente do Grupo Renault.

* Média de emissões CO2 mistas, homologadas no ciclo NEDC dos emplacamentos de veículos de passeio do Grupo Renault durante o ano de 2013 em 23 países da União Europeia (todos os países exceto Chipre, Malta, Romênia & Bulgária).

** Dados provenientes da AAA DATA (Associação Auxiliar da Indústria Automobilística), filial do CCFA (Comitê das Montadoras de Automóveis da França). A AAA-DATA é responsável pela gestão dos dados do setor automotivo para os poderes públicos.

FORD APRESENTOU OS NOVOS CAMINHÕES F-650 E F-750, NOS ESTADOS UNIDOS. NOS PRÓXIMOS 18 MESES, ESSES MODELOS SERÃO REMODELADOS E ATÉ TOTALMENTE NOVOS, DEPOIS DE DURANTE 29 ANOS OCUPAREM A LIDERANÇA DE VENDAS ENTRE OS VEÍCULOS COMERCIAIS


A Ford apresentou seus novos caminhões F-650 e F-750 que chegam ao mercado norte-americano em meados de 2015, já como linha 2016.

Eles fazem parte da linha de veículos comerciais mais completa e campeã de vendas dos Estados Unidos há 29 anos e serão totalmente novos ou amplamente remodelados nos próximos 18 meses.

"Os mesmos engenheiros da Ford que desenvolveram a líder de vendas Série F projetaram esta nova linha de caminhões médios para atender os consumidores mais exigentes. São veículos prontos para o trabalho e com excelente custo-benefício", ressaltou John Ruppert, gerente de Veículos Comerciais da Ford.


Os novos F-650/F-750 oferecem três versões de cabine (regular, supercab e dupla) e de chassi (reto, para dock de carga e reboque pesado). 

Trazem um motor V8 6.7 diesel Power Stroke de segunda geração, transmissão automática TorqShift de seis velocidades e uma série de características únicas não encontradas em nenhum outro caminhão da categoria. Os freios podem ser hidráulicos ou a ar.

Além de chamar a atenção na estrada, o design externo e interno arrojado tem grande funcionalidade, com nova grade dianteira que melhora o fluxo de ar para o motor. 

Os faróis aerodinâmicos e retrovisores amplos com rebatimento elétrico são outras novidades. A área atrás da cabine foi redesenhada para facilitar a instalação de implementos.


A Ford é a única fabricante de caminhões médios dos Estados Unidos que produz seu próprio conjunto de motor e transmissão. 

Entre outras inovações, o motor V6.7 Power Stroke tem bloco de ferro grafite compactado e um desenho diferenciado: a exaustão fica na parte interna do V e a entrada de ar, no lado externo. Isso encurta o caminho do sistema de exaustão até o turbo e melhora a capacidade de resposta. 

Seu sistema inteligente de monitoramento de óleo permite trocas com base em padrões de direção e de carga, em vez de intervalos fixos de quilometragem.

A Ford continua a ser a única a oferecer um motor a gasolina nesse segmento, o V10 6.8 litros, que pode ser convertido para gás como opção de menor custo.

Os F-750/F-650 passaram por um programa exaustivo de testes nos campos de provas e estradas para garantir a eficiência e durabilidade. 

Parte deles foi feita com o auxílio de robôs, reproduzindo as condições de uso mais severas.

Como as picapes Série F, os novos caminhões trazem recursos como tomada de 110 volts, sistema de conectividade SYNC e telemetria para gerenciamento de frota. 

O novo volante tem comandos que ajudam o motorista a concentrar a atenção na estrada, incluindo luzes direcionais que piscam automaticamente cinco vezes com um toque na alavanca.


sábado, 8 de março de 2014

O FORD NEW FIESTA, NOVO ÍCONE ENTRE OS COMPACTOS, LIDERA SEU MERCADO EM TRAJETÓRIA DE ALTA. SEGUNDO DADOS DO RENAVAM, O CARRO PULOU PARA A LIDERANÇA NO SEGMENTO DE HEATCHS COMPACTOS COM MOTOR ACIMA DE 1.000 CC E É O MAIS VENDIDO NO MUNDO NA SUA CATEGORIA



“O New Fiesta se destaca a cada mês no portfólio Ford. É um veículo de excelente aceitação do consumidor. As pesquisas com estes compradores indicam como fator de sucesso o design, a tecnologia, mecânica, economia de combustível e preço adequado”, explica Andre Leite, gerente de Marketing do Produto da Ford.

O Ford New Fiesta é o novo ícone do mercado de compactos no Brasil e segue trajetória de alta, obtendo em fevereiro o seu segundo resultado histórico de vendas. 


As 7.180 unidades emplacadas, segundo o Renavam, deram a liderança ao modelo no segmento de hatches compactos com motor acima de 1.0. 

Esse volume é considerado expressivo também pelo fato de fevereiro ter menos dias úteis em relação a dezembro, quando o New Fiesta registrou o seu maior recorde.



O modelo, que também é o carro compacto mais vendido no mundo, oferece no Brasil a opção de dois motores ultramodernos: o Sigma 1.6 TiVCT, com comando de válvulas variável, e o Sigma 1.5 Flex com comando regular, ambos flex de última geração que não usam reservatório adicional de gasolina para partida a frio (chamada tecnologia Easy Start) e são produzidos em alumínio. 

Ele é o único compacto do mercado é oferecer transmissão sequencial de seis velocidades e dupla embreagem, a PowerShift. Responsável por mais de um quarto das vendas do modelo, a versão contribui para o seu padrão superior de dirigibilidade e economia.



O New Fiesta Hatch vem equipado de série com direção elétrica, ar-condicionado, travas, espelhos e vidros dianteiros elétricos, sistema de som MyConnection Gen. 3 com conexão USB e Bluetooth. 

Entre os opcionais, oferece sistema de conectividade SYNC com comandos de voz, sete airbags, controle de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa e chave programável MyKey.


Fiesta RoCam
O New Fiesta tem feito uma “dobradinha” de sucesso com o Fiesta RoCam. Como estava programado, o Fiesta RoCam teve um volume de produção menor em fevereiro devido a ajustes feitos na fábrica. 

Em março a linha volta a contar com a oferta normal de produção para atender o mercado. Disponível nas versões Hatch e Sedan, com motor 1.0 e 1.6, o Fiesta RoCam se destaca pelo custo-benefício, com versões bem equipadas e preço competitivo.


FORD MUSTANG INSPIRA COLEÇÃO DE ESMALTES DE UNHAS OPI, DA COTY. É UMA INICIATIVA INÉDITA LEVAR PARA AS UNHAS DAS MULHERES A COR DE UM DOS MAIS FAMOSOS CARROS MUNDIAIS QUE COMEMORA MEIO SÉCULO DE VIDA. O ESMALTE EM TOM VERMELHO RACE RED JÁ ESTÁ À VENDA NO BRASIL. O MUSTANG JÁ VENDEU 9,2 MILHÕES NO MUNDO.

A Ford está levando o Novo Mustang às vitrines da moda e estilo de vida associadas à esportividade, em diversos setores de atividade. 

A mais nova iniciativa foi inspirar uma edição limitada de esmaltes da marca OPI da indústria de cosméticos COTY. 

O tom vermelho “Race Red”, primeiro da coleção, simboliza uma das cores mais famosas do Mustang. 

O produto faz parte da série de tributos em comemoração dos 50 anos do modelo e do lançamento da versão global do “Pony Car”.


Segundo Melanie Banker, gerente de Marketing do Mustang, o esmalte da OPI captura o espírito do carro: 
“O Ford Mustang inspira paixões como nenhum outro e não há meio melhor do que a cor para expressar a personalidade forte e excitação que ele provoca”.

Ícone pop
O Ford Mustang está perto de entrar para um clube muito exclusivo, o dos veículos com 50 anos de produção contínua. 

Nas últimas cinco décadas, o carro ganhou notoriedade mundial e tornou-se parte da cultura pop com mais de 9,2 milhões de unidades vendidas e cerca de 3.000 participações no cinema e na TV – incluindo a estreia este mês como protagonista do filme Need for Speed.

A combinação única de estilo, desempenho e preço acessível do Mustang criou uma classe totalmente nova de carros esportivos nos Estados Unidos, que ganha mais um capítulo com a chegada da nova geração. 

O Mustang 2015 traz design novo e sofisticado, além de uma série de tecnologias inovadoras.

CHEVROLET LANÇA MAIS UMA SÉRIE ESPECIAL NO MODELO CLASSIC. É MAIS UMA VERSÃO ADVANTAGE QUE SE JUNTA ÀS DOS MODELOS CELTA, COBALT E SPIN. TODOS TÊM EQUIPAMENTOS DIFERENCIADOS DE CONFORTO, CONVENIÊNCIA E APARÊNCIA. O CLASSIC É O CARRO CUSTA: R$ 34.170,00



São Caetano do Sul – A Chevrolet lança, neste início de março de 2014, a série especial Classic Advantage, que chega ao mercado brasileiro oferecendo como principal diferencial um maior valor agregado - incorporando inúmeros itens de conforto, de conveniência e de aparência. 

O modelo será vendido exclusivamente na cor cinza Mond por um preço público sugerido de R$ 34.170 (já com o preço da pintura incluso). 



O Classic Advantage junta-se às outras séries especiais Advantage lançadas em setembro do ano passado, dos modelos Celta, Cobalt e Spin.

"Obtivemos sucesso com as primeiras séries especiais lançadas em 2013 e decidimos continuar com esta estratégia de marketing agora também com um dos modelos mais vendidos da linha Chevrolet, o Classic. Trata-se do sedã mais barato do País e que confere ótimo valor de revenda, baixo custo de manutenção e seguro barato, configurando-se como um dos modelos de melhor relação custo-benefício do mercado brasileiro", destaca Marco Aurélio Pacheco, diretor de Marketing da Chevrolet / General Motors do Brasil. 


Segundo ele, "os clientes buscam, cada vez mais, uma maior personalização e exclusividade nos seus veículos, mesmo nos segmentos de entrada nos quais os clientes vem se mostrando bastante exigentes".


O conteúdo do Classic Advantage
O Classic Advantage já sai de fábrica equipado com os sistemas de direção hidráulica e ar-condicionado integrado, travas elétricas nas quatro portas, alarme anti-furto, fechamento automático acionado pelo “Keyless Entry System”, vidro elétrico das portas dianteiras com acionamento por “um toque”, antiesmagamento e fechamento automático pela chave. 


O modelo conta também com rodas de alumínio com aro de 14 polegadas e porta-revista no banco do passageiro. 

E, no quesito de segurança, tem como itens de série os sistemas de freios ABS com EBD de série e airbags duplos dianteiros.


Na parte interna do veículo, além de oferecer o TID (display digital de data, hora e temperatura) e o rádio com CD Player com saída USB, Aux In e Bluetooth, o Classic Advantage ainda conta com nova cor interna “cinza Aquarium”, que foi aplicada no painel central, na manopla e nos botões de buzina do volante. 

Ainda é exclusividade da linha Advantage nos itens de aparência externa, os adesivos de coluna e dos retrovisores pintados na cor preto brilhante (high gloss), o emblema Advantage nas portas e as molduras laterais na cor do veículo.

O Classic está equipado com o motor 1.0 Econo-Flex, um dos mais potentes da categoria dos veículos compactos no Brasil. Com esta motorização, o modelo desenvolve 78 cavalos de potência e tem 9,7 kgfm de torque, quando abastecido com o etanol. 


Com gasolina, ele desenvolve 77 cavalos de potência e oferece 9,5 kgfm de torque. 

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