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sexta-feira, 11 de julho de 2014

BMW REGISTRA AUMENTO DE QUASE 7% NAS VENDAS NO MUNDO. EM JUNHO, A MARCA ALEMÃ ATINGIU SEU MELHOR DESEMPENHO JÁ ATINGIDO, VENDENDO CERCA DE 200 MIL VEÍCULOS. NESTE PRIMEIRO SEMESTRE, O AUMENTO FOI DE 10,2%, O QUE EQUIVALEU A 886.347 CARROS ENTREGUES. O AUMENTO BENEFICIOU AS MARCAS BMW E MINI E A BMW MOTORRAD.

A boa notícia vem de Munique e dá conta do excelente desempenho do BMW Group no primeiro semestre de 2014, ao atingir a marca de mais de um milhão de veículos, a melhor de todos os tempos para o período. 

Foram entregues aos clientes em todo o mundo um total de 1.020.211 veículos, um aumento de 6,9% em relação ao mesmo período do ano passado (954.501). 

As vendas em junho também atingiram o melhor resultado já registrado: as entregas aumentaram 4,8%, totalizando 193.342 veículos vendidos no mês passado (184.489 no mesmo período do ano anterior).

"Esta é a primeira vez que vendemos mais de um milhão de veículos no primeiro semestre do ano, e isso ressalta a força das marcas do BMW Group", disse Ian Robertson, membro do Conselho de Administração da BMW AG, responsável por Vendas e Marketing da empresa globalmente. 

"Os números confirmam que estamos no caminho certo para alcançar nossa meta de comercializar mais de dois milhões de veículos em 2014. Nosso objetivo é continuar com o crescimento nas vendas no segundo semestre, quando novos modelos diferenciados como o BMW X4 e o BMW Série 2 Active Tourer chegarão ao mercado", completou.

As vendas mundiais de veículos da marca BMW em junho subiram 7,3%, totalizando 164.214 unidades (153.075 no ano anterior). 

Desde o início do ano, 886.347 BMW foram entregues a clientes em todo o mundo - um aumento de 10,2% (804.227 no ano anterior).

As vendas do BMW Série 2, que está nas concessionárias de alguns mercados desde março, continuam com um bom desempenho atingindo um total de 11.067 entregas no acumulado do ano. 

Com um total de 233.438 veículos entregues (216.593 no ano anterior), as vendas do BMW Série 3 cresceram 7,8% no primeiro semestre do ano, enquanto as entregas do BMW Série 4 - disponível desde setembro de 2013 - totalizaram 47.031 no acumulado do ano. 

As vendas do BMW Série 5 cresceram 7,6% no mesmo período (193.560 / no ano anterior foram 179.863). 

Em junho, as vendas do BMW Série 7 aumentaram 6,4%, com um total de 5.358 entregas (no ano anterior foram 5.035); as vendas acumuladas no ano do BMW Série 7 permaneceram no mesmo patamar do ano anterior, com 26.378 entregas (27.090 em 2013 / -2,6%). 

As vendas do BMW X1 permaneceram estáveis no primeiro semestre de 2014 com 79.344 unidades entregues (no ano anterior foram79.063 / +0,4%).

A demanda para o BMW X3 continuou a crescer nos primeiros seis meses do ano com um total de 82.830 entregas aos clientes (no ano anterior foram77.950 / +6,3%). 

O BMW X5 foi um catalizador de crescimento significativo em junho com 13.097 entregas (no ano anterior foram 9.661 / + 35,6%), assim como o BMW X6, que constatou um aumento nas vendas de 18,4% (3.341 / no ano anterior foram 2.822).

Em junho, 1.241 BMW i3 foram entregues aos clientes, fazendo com que as vendas acumuladas no ano para este veículo elétrico inovador atingissem um total de 5.396 unidades.

Conforme esperado, a recente mudança de modelo mostram que as vendas globais de MINIcontinuam com um resultado inferior ao registrado no ano passado, com um total de 131.896 entregas aos clientes nos primeiros seis meses do ano (no ano anterior foram 148.799 / -11,4%). 

Em junho, foram entregues aos clientes 28.738 MINI (no ano anterior foram 31.102 / -7,6%). No entanto, as vendas do Novo MINI, que chegou às concessionárias a partir de março, estão começando a refletir a reação positiva do cliente para a terceira geração deste icônico veículo. 

Em junho, foram vendidas 12.862 unidades, um aumento de 3,2% em relação ao mesmo período do ano passado (12.460 no ano anterior). Essa tendência positiva nas vendas de MINI deverá continuar pelo restante do ano.

As vendas da Rolls-Royce Motor Cars no primeiro semestre do ano totalizaram 1.968 unidades (no ano anterior foram 1.475 / +33,4%). 

 A marca continua apresentando uma forte demanda dos clientes para o Wraith, encomendas significativas para o recentemente anunciado Ghost Série II e uma importante solicitação para a família de veículos Phantom em todo o mundo. 

Foram constatados fortes desempenhos de vendas na Ásia-Pacífico, Oriente Médio e Europa. No meio do ano, os Estados Unidos já tinham ultrapassado a China como o maior mercado mundial da marca. 

A empresa continua planejando um crescimento sustentável de longo prazo e tem como meta atingir um novo recorde de vendas anuais em 2014.

As vendas globais para a BMW Motorrad totalizaram 70.978 motocicletas e maxi-scooters na primeira metade do ano (no ano anterior foram 64.941 / +9,3%). 

Em junho, foram vendidos 11.827 veículos (no ano anterior foram 12.541 / -5,7%).

Em linha com sua estratégia de crescimento global equilibrado, o BMW Group obteve ganhos em todas as três maiores regiões de vendas no primeiro semestre de 2014.

Na Ásia, o BMW Group entregou 321.915 veículos da marca BMW e MINI no acumulado do ano, um aumento de 18,3% sobre o mesmo período do ano passado (272.100). 

Diversos mercados da região apresentaram um crescimento de dois dígitos nos primeiros seis meses do ano, incluindo a Coréia do Sul, onde foram entregues aos clientes um total de 21.972 veículos BMW e MINI (no ano anterior foram 18.412 / +19,3%) e na China continental, onde as vendas subiram 23,1% no primeiro semestre do ano (225.035 / no ano anterior foram 182.800).

As Américas registraram um crescimento estável nos primeiros seis meses de 2014, com as vendas globais dos veículos BMW e MINI crescendo 3,4% (220.764 / no ano anterior foram 213.473). 

Nos EUA, as vendas aumentaram 5,1% com um total de 181.534 entregas até o momento (no ano anterior foram 172.787). 

As vendas no México cresceram 6,2% no mesmo período (6.803 / no ano anterior foram 6.406); na semana passada, o BMW Group anunciou planos para construir uma fábrica no Estado mexicano de San Luis Potosí. 

Está prevista a fabricação de aproximadamente 150.000 veículos por ano nesta planta, uma vez que a produção seja iniciada em 2019.

As vendas do grupo na Europa também são positivas com um aumento de 2,1% nas entregas totais de veículos BMW e MINI, totalizando 445.808 unidades (no ano anterior foram 436.460) no primeiro semestre deste ano. 

Em junho, os registros de clientes no mercado doméstico da empresa na Alemanha aumentaram 2,4% (26.100 / no ano anterior foram 25.485).

Vendas do Grupo BMW em/até junho de 2014:



Em Junho de 2014
Comparado ao ano anterior
Até/incluindo junho
2014
Comparado ao ano anterior
Automóveis do Grupo BMW
193.342
+4,8%
1.020.211
+6,9%
BMW
164.214
+7,3%
886.347
+10,2%
MINI
28.738
-7,6%
131.896
-11,4%
Rolls-Royce Motor Cars
390
+25,0%
1.968
+33,4%
BMW Motorrad
11.827
-5,7%
70.978
+9,3%

MUDANÇAS IMPORTANTES NA RENAULT ALTERAM COMANDO DA DIVISÃO DA FÓRMULA 1



Jérome Stoll é o novo presidente da Renault Sport F1 e acumula as funções de diretor-delegado de Performance e diretor Comercial do Grupo Renault. Ele substitui Jean-Michel Jalinier que ocupou o cargo até o último dia 3 e deixou  a companhia "por razões pessoais"




Com as mudanças, Cyril Abiteboul passa a ser o novo diretor-geral da Renault F1, uma nova função criada na divisão de automobilismo esportivo do Grupo, subordinada a Jérome Stoll.

Nascido em 14 de outubro de 1977, Cyril Abiteboul é formado pelo Instituto Nacional Politécnico de Grenoble.

Entrou para a Renault em 2001, tendo sido foi nomeado diretor de Desenvolvimento da Renault Sport F1, em 2007, e diretor Executivo da Equipe Renault de F1 em 2010.

Em setembro de 2012, Cyril Abiteboul entrou para a Caterham como diretor-geral da Escuderia na Fórmula 1.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

O DESEMPENHO DO SETOR AUTOMOTIVO NOS ÚLTIMOS TEMPOS NÃO TEM SIDO ESSAS COISAS E O NOSSO COLUNISTA FERNANDO CALMON DESTRINCHA ESSA NOVELA COM A COMPETÊNCIA DE SEMPRE

Alta Roda 

Nº 792 —  8/7/14
Fernando Calmon


FIM DO PATERNALISMO

Resultados ruins em vendas internas, produção e exportação (unidades) ao final deste primeiro semestre refletem economia fraca, inflação alta e insegurança sobre o futuro. 

Em relação ao primeiro semestre de 2013, os recuos foram de 7,6%, 16,8% e 35,4%, respectivamente. 

Tombo foi maior do que se previa no final do ano passado, quando especialistas acreditavam que a economia brasileira cresceria em 2014 um pouco além que os 2,5%, de 2013. Agora, falam em apenas 1% a mais no PIB.

A própria Anfavea refez suas previsões que se mostraram otimistas demais em dezembro último. 

Graças à manutenção do IPI parcialmente reduzido, anunciada em 1º de julho, os números no fechamento do ano seriam um pouco menos negativos: 5,4%, 10% e 29%, respectivamente. 

Ou seja, crescimento no segundo semestre (14,3%, 13,2% e 36,9%, na mesma ordem) compensaria em parte o raquítico início de ano.

Engana-se quem pensa que a volta do IPI cheio resolveria graves problemas fiscais do governo. 

Cada um ponto percentual de aumento na alíquota, reflete-se em acréscimo de preço de 1,1%. Cada 1% no preço resulta em vendas 1,6% menores. 

Multiplicados os fatores, 1% a mais de imposto, na prática, significa 2,5% de queda no mercado. 

Em números redondos, 4 p.p. do IPI (de 3% atuais para os 7% originais) repassados aos preços, significariam um mergulho de 10% nas vendas e arrecadação final de impostos menor.

O cenário piorou por uma conjugação de fatores. Produção foi duplamente prejudicada: mercado interno e situação na Argentina que recebe quase 80% dos veículos exportados daqui. 

Muito se comenta que os feriados da Copa do Mundo prejudicaram as vendas. Porém, se o mercado estivesse aquecido, os compradores apenas teriam adiado sua ida às lojas. 

Carros não faltam, pois há 45 dias de estoque (30% acima do normal), e as concessionárias conseguem emplacar mais de 15.000 veículos/dia útil. No primeiro semestre foram apenas 11.500, em média.

Resta saber as causas da apatia e há várias explicações. A primeira é certa acomodação, depois de nove anos de crescimento firme. Inegável que as pessoas também anteciparam compras e a procura sofre mesmo um abalo. 

O mercado, no entanto, continua com grande potencial, já que mal chegamos ao índice de 5 habitantes/veículo, pouco abaixo da média mundial, mas distante de México e Argentina, por exemplo.

Financiamento, responsável por dois terços das vendas, ficou mais restrito. Embora a inadimplência seja um complicador impactante sobre os juros, outro problema é menos comentado. 

Planos artificiais de redução de taxa têm eficácia limitada. Se mudassem as regras de retomada dos bens, hoje lenientes para quem deixa de honrar as prestações, certamente aumentaria a oferta de crédito. 

Em outros países até o pagador com restrições consegue se financiar, pois afinal o veículo pode ser recuperado em pouco tempo. 

Simultaneamente, o cliente pontual paga menos juros e ganha prazo. O fim do paternalismo criaria um mercado de crédito bem maior e saudável.

De qualquer forma, este semestre tem potencial de ser melhor que o primeiro também porque haverá pelo menos 14 lançamentos, é ano do Salão do Automóvel e a indústria ainda demonstra fôlego para promoções.

RODA VIVA

Aumentar etanol na gasolina de 25% para 27,5%, em estudo pelo governo, traria mais desvantagens que benefícios. 

Gasolina padrão tem 22% de etanol e assim se homologam motores para consumo e emissões. 

Mais interessante a decisão recente de imposto menor para motor flex com relação de consumo entre etanol e gasolina superior a 75%, sem prejuízo da eficiência energética da gasolina. Ainda não se anunciou a nova alíquota.

Anfavea mudará suas estatísticas, inclusive série histórica de 58 anos, para enquadrar SUV como automóvel de passageiros e não mais comercial leve, conforme a legislação tributária. 

Comerciais leves, além de pequenos caminhões e furgões, serão apenas veículos com caçamba, a exemplo de picapes de qualquer porte com cabine simples, estendida ou dupla.

Grupo Caoa-Hyundai reforça sua estratégia de marketing para inserir com maior ênfase no mercado o SUV de sete lugares Grand Santa Fe. 

Motor é o mesmo V-6/3,3L/270 cv (gasolina) do Santa Fe, de 5 e 7 lugares. Acabamento e equipamentos semelhantes, porém com espaço interno maior, suspensões um pouco mais macias e tração 4x4. Preço: R$ 173.990. Santa Fe, 7 lugares, custa R$ 12.000 menos.

Mitsubishi Lancer sofreu um pequeno atraso até a entrada em produção nas instalações do Grupo Souza Ramos, em Catalão (GO). 
Ficou para outubro próximo e início de vendas no final de novembro. 

É o primeiro automóvel da marca japonesa de produção nacional. Além desse médio-compacto, é possível a produção também de um compacto em 2016.

Correção, na coluna da semana passada. O número total de modelos compactos e subcompactos hoje no mercado brasileiro é de 32, quatro a mais que os 28 informados.
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fernando@calmon.jor.br e twitter.com/fernandocalmon

MOTORES TSI MOSTRAM-SE EFICIENTES, ECONÔMICOS E GARANTINDO UM EXCELENTE DESEMPENHO NOS CARROS DO GRUPO VOLKSWAGEN; O NOVO GOLF 1.4 FAZ 8,4 S DE 0 A 100 KM/H E O 2.0 REDUZ ESSE TEMPO PARA 6,5 SEGUNDOS. TARCÍSIO DIAS EXPLICA ESSA TECNOLOGIA.




MECÂNICA ONLINE® 


Nº 72 — 10 / 07 / 2014



Entenda a tecnologia dos motores TSI 

Tecnologia turbo com injeção direta reúne alto desempenho com baixo consumo de combustível



Quando uma motorização se destaca nos principais prêmios mundiais, é sinal que a tecnologia empregada foi muito bem aceita principalmente no aspecto eficiência. 

E a motorização 1.4 litro TSI a gasolina desenvolvida pela Volkswagen recebeu o prêmio “Engine of the Year” (motor do ano) pela nona vez consecutiva na categoria entre 1 e 1,4 litro de cilindrada. 

Com o resultado, a motorização é a mais bem sucedida da história desse concurso internacional de tecnologia de motores.

A sigla TSI da Volkswagen tornou-se sinônimo de inteligência em downsizing – redução da cilindrada do motor com manutenção ou aumento da potência, de forma a se obter maior eficiência. 


Os motores TSI produzem níveis de potência que eram, no passado, entregues apenas por motores de alta cilindrada – e consequente elevado consumo de combustível.

Na Europa, um motor TSI é atualmente disponível em diferentes classes de cilindrada e níveis de potência, variando de 90 cv (66 kW) até 300 cv (221 kW).


O motor vitorioso em 2006 era o 1.4 TSI twincharger, que repete este ano seu feito, combinando sobrealimentação por turbocompressor e compressor mecânico para entregar alto torque e grande eficiência. O 1.4 TSI twincharger possui atualmente níveis de potência de 140 cv (103 kW) até 170 cv (125 kW).


O prêmio foi entregue a Carsten Helbing, Chefe de Aplicação do motor EA888 e de Combustíveis Alternativos. 


“Nossos bem-sucedidos motores TSI têm, ao longo dos anos, demonstrado que a combinação de redução da capacidade cúbica, injeção direta e sobrealimentação produz alto desempenho, ao mesmo tempo em que reduz drasticamente as emissões de gases e o consumo de combustível”, afirmou Helbing.

E no Brasil? A Volkswagen já oferece no País o CC equipado com o motor 2.0L da família EA888, que também oferece a tecnologia TSI. 


Esse motor gera 211 cv (155 kW) a 5.300 rpm e torque máximo de 28,5 kgfm a 1.700 rpm. Também é oferecido no Jetta e no Fusca, além da linha Passat.

Em relação à versão de 200 cv que equipava Jetta e Fusca, o motor passou por várias alterações para aprimorar suas características de baixo peso e eficiência energética. Seu peso foi reduzido em aproximadamente 4 kg. 


Entre as ações para se obter essa redução estão a adoção de novo cárter, mais leve; coletor de escapamento integrado ao cabeçote; mancais de menor diâmetro e mais leves; novos rolamentos para as árvores de balanceamento; árvore de manivelas (virabrequim) com menor número de contrapesos (agora são quatro, em vez de oito). A taxa de compressão é de 9,6:1.

Também foram adotados sistema de injeção direta de combustível com maior pressão, passando de 150 bar para 200 bar, e válvula wastegate eletro-eletrônica (em substituição à eletro-pneumática).


Além do CC, a tecnologia TSI também está disponível para o Novo Golf Comfortline. As versões Comfortline e Highline trazem o motor 1.4L TSI BlueMotion Technology a gasolina. 


Com quatro cilindros e 16 válvulas, esse motor combina as tecnologias de turbocompressor e injeção direta de combustível para desenvolver 140 cv na faixa de 4.500 rpm a 6.000 rpm. O torque máximo é de 25,5 mkgf na extensa faixa de 1.500 rpm a 3.500 rpm.

Novo Golf com o 1.4 TSI acelera de 0 a 100 km/h em 8,4 segundos e alcança 212 km/h de velocidade máxima. 


O Novo Golf GTI é equipado com o motor EA888 2.0L TSI de 220 cv entre 4.500 e 6.200 rpm. 

A agilidade do Golf GTI se evidencia nos números: a aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 6,5 segundos e a velocidade máxima é de 244 km/h.
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Tarcisio Dias – Profissional e Técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânica com habilitação em Mecatrônica e Radialista, é gerente de conteúdo do Portal Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) e desenvolve a Coleção AutoMecânica.
E-mail: redacao@mecanicaonline.com.br

Coluna Mecânica Online® - Menção honrosa (segundo colocado) na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo 2013, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade.

AUDI BRASIL FECHA PRIMEIRO SEMESTRE DE 2014 COM UM CRESCIMENTO RECORDE NAS VENDAS QUYE REPRESENTARAM O DOBRO DAS REGISTRADAS NO MESMO PERÍODO DE 2013. ESSE É O RESULTADO DO TRABALHO INTENSO DE EXPANSÃO QUE A MARCA ALEMÃ VEM REALIZANDO NO PAÍS.

Com a estratégia de manter um crescimento sustentável e perene da marca no país, a Audi do Brasil comemora os resultados de vendas do primeiro semestre de 2014. 

A montadora alemã comercializou 6.126 veículos de janeiro a junho – um aumento de 118% em relação ao mesmo período do ano passado, quando a marca entregou 2.802 modelos aos consumidores brasileiros. 

Com isso, a empresa mais do que dobrou o número de emplacamentos e, em seis meses, praticamente atingiu o mesmo patamar de vendas de todo o ano de 2013, quando foram comercializadas 6.692 unidades.

Desde o início do ano a companhia fez uma série de lançamentos que se tornaram sucesso: o A3 Sedan 1.8 e 1.4 TFSI, o exclusivo A1 Kult, o primeiro super esportivo da linha Q – O RS Q3, o S3 Sportback e o RS7 foram importantes para alavancar as vendas da marca. 


Junho também foi destaque para a Audi no Brasil. Foram comercializadas 1.102 unidades no mês, um crescimento de 121% em relação a junho de 2013, quando foram emplacados 498 veículos.

No total de vendas de veículos do segmento premium, fechou mais um mês como a mais vendida no País, título que a empresa já havia conquistado em maio, quando foram emplacados 1.309 veículos da marca no Brasil – 107 unidades a mais que a segunda colocada.

Para Jörg Hofmann, presidente e CEO da Audi do Brasil, os resultados demonstram que a estratégia da empresa de renovação constante do portfólio de produtos, investimentos na imagem da marca e na rede de concessionárias no país são reconhecidos pelos consumidores brasileiros. 


“Este será nosso melhor ano no Brasil. Ainda temos muitas ideias para o segundo semestre, queremos conquistar novos clientes e atingir nossa meta de vendas”, destaca Hofmann. 

A expectativa da empresa é vender pelo menos 10 mil carros em 2014 e chegar a 30 mil carros por ano em 2020, quando a fábrica no Brasil estiver operando em sua máxima capacidade.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

O GRUPO EUROBIKE, QUE JÁ VENDE MOTOS E AUTOMÓVEIS BMW E MINI NO ESTADO DE SÃO PAULO, É A NOVA REPRESENTANTE COMERCIAL DO GRUPO ALEMÃO NA CAPITAL FEDERAL. A CONCESSIONÁRIA DE BRASÍLIA É PATROCINADORA OFICIAL DO PILOTO AUGUSTO FARFUS DA DMT EUROPEIA.


O BMW Group Brasil inaugurou, ontem, 
8 de julho, uma nova concessionária em Brasília (DF). A Eurobike representa as marcas BMW e MINI na cidade e oferece atendimento completo de vendas e pós-vendas, além de acessórios e produtos de lifestyle, seguindo o alto padrão do BMW Group Brasil.


O Grupo Eurobike, que representa as três marcas do grupo nas cidades paulistas de São José do Rio Preto e Ribeirão Preto (BMW, MINI e BMW Motorrad) e na capital de São Paulo (BMW Motorrad), agora passa a comercializar as marcas BMW e MINI em Brasília.


Sobre a Eurobike
A Eurobike atua no segmento de veículos premium há 12 anos. Responsável por 9,5% de market share, o grupo atua em três regiões do País (Sul, Sudeste e Centro-oeste) e oferece produtos e serviços como financiamento de veículos, vendas corporativas e terceirização de frota. 




Além disso, a Eurobike é a patrocinadora oficial do piloto Augusto Farfus, da equipe BMW que corre na DTM europeia.


A Concessionária Eurobike - Brasília, fica no Setor de Garagens e Concessionárias de Veículos Sul, Lote nº 09. Lojas 15 e 16.
Telefone: (61) 3222-8000.




A AUDI ESTABELECE UM NOVO RECORDE DE VENDAS NO MUNDO, AO VENDER QUASE 900 MIL CARROS NO 1º SEMESTRE DO ANO, EM QUE AS MAIORES ALAVANCAS FORAM O A3 E OS MODELOS DA LINHA Q E AINDA COMEMORA O LANÇAMENTO NOS EUA DA NOVA GERAÇÃO DO A8 E O SUCESSO DO Q5.


Com um aumento nas vendas de 11.4% em relação ao ano passado, a AUDI AG acaba de fechar o melhor semestre de sua história no mundo. 

A marca entregou aos seus clientes cerca de 869.350 carros ao longo dos primeiros seis meses do ano. 

Apenas em junho, a empresa entregou 155.450 automóveis globalmente, superando os números do mesmo período no ano passado em 10,8%. 

A marca premium cresceu fortemente na América do Norte, onde as vendas aumentaram 21,2% relativamente ao ano passado.

"Neste primeiro semestre, já entregamos mais carros do que durante o ano inteiro de 2005. A bem-sucedida família A3 e o segmento full-size, em especial, ajudaram a acelerar nosso crescimento global nesses primeiros seis meses", afirma Luca de Meo, membro do Conselho de Direção da AUDI AG, encarregado da área de vendas, ao expressar seu otimismo nos próximos meses e "vamos manter o ritmo do primeiro semestre."

As vendas da nova família A3 aumentaram 49,4% chegando a aproximadamente 144.750 unidades desde janeiro. 

As vendas dos SUVs Q3 (+37,0%), Q5 (+5,5%) e Q7 (+20,8%) também cresceram substancialmente no período. 

No segmento full-size brilharam os modelos A6, A7, Q7 e A8, com um aumento conjunto de 10,1%, atingindo 219.450 unidades. 

O modelo topo de linha da marca, o Audi A8, apenas em junho teve um aumento de vendas de 23,7%, totalizando 4.023 unidades entregues.

A América do Norte mostrou-se, em especial, uma importante região para o crescimento da Audi (+ 12,8%). 

No mês de junho, a empresa entregou 20.158 carros para clientes da região - um aumento, relativamente ao ano passado, de 21,2%. 

O mercado dos Estados Unidos, em particular, contribuiu com um impulso substancial na região, somando 84.349 unidades entregues (+ 13,6%) nos primeiros seis meses de 2014. 

Graças ao sucesso de modelos como o Audi Q5, cujas vendas nos EUA aumentaram 15,2 % em junho, superando 4.000 veículos, a Audi of America registrou seu 42º mês consecutivo de quebras de recordes.

Após o lançamento no mercado estadunidense do Audi A3 Sedan, em abril, a última geração do A8 também chegou aos EUA, no mês passado. 

Além dos Estados Unidos, o Canadá (+ 8,8%) e o México (+ 10,4%) também contribuíram para o crescimento na América do Norte durante o primeiro semestre.

Em toda a América, o Brasil apresentou o maior ritmo de crescimento. Com a venda de 6.229 carros (+141,4%), em apenas seis meses a Audi já conseguiu igualar as vendas no país de todo o ano de 2013.

Em junho, a Audi entregou aos clientes pela primeira vez, na China, mais de 50 mil unidades em um único mês. 

As vendas do SUV compacto Q3, que é muito popular entre os compradores chineses, aumentaram 61,3 %, chegando a 7.149 unidades, contribuindo de forma substancial para a obtenção do novo recorde. 

Entre todos os modelos da Audi, 268.666 clientes chineses receberam seus carros desde o início do ano, ajudando a Audi a superar com folga a marca de 250,000 carros até o final de junho.

Na Europa, as vendas da Audi também continuaram crescendo em junho - 6,4%, com um total de 69.250 carros. 

 Desde o início do ano, a empresa vem conseguindo superar as vendas do ano passado a cada mês. 

 Com um total de aproximadamente 410.050 entregas entre janeiro e junho, a marca conseguiu até mesmo superar sua própria marca recorde de 2012 por pouco menos de 17.000 unidades.

As vendas no Sul da Europa também foram muito positivas. Na Espanha, 22.789 clientes receberam seus novos Audis no primeiro semestre (+ 8,1%). 

O Audi A3 Sportback, em particular, acelerou as vendas na Espanha no primeiro semestre, graças a um aumento de 18%. 

 A Audi também registrou progressos na Itália, com um crescimento de vendas de 4,6% entre janeiro e junho, totalizando 25.979 carros. 

Na Alemanha, as vendas da Audi cresceram 9,1% (140.003 carros), enquanto no Reino Unido o desempenho foi ainda melhor (+ 12,6%), atingindo 83.357 unidades.

FIAT COMEMORA OS 38 ANOS DE PRODUÇÃO NO BRASIL E A LIDERANÇA DE MERCADO E SUA NOVA FÁBRICA EM PERNAMBUCO ESTÁ QUASE PRONTA, MAS O BRASIL UM DOS MAIS IMPORTANTES MERCADOS AUTOMOTIVOS DO MUNDO TEM 10 NOVAS FÁBRICAS DE DIVERSAS MARCAS EM CONSTRUÇÃO. OS USINEIROS PRESSIONAM O GOVERNO PARA DETERMINAR O AUMENTO DA MISTURA DE ÁLCOOL NA GASOLINA, O QUE AS FÁBRICAS NÃO ACEITAM.



Coluna nº 2814 - 9 de julho de 2014

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As 10 novas 

fábricas de automóveis nacionais

O Brasil iniciará outro degrau industrial na produção de veículos. Por história, começou sem incentivos em 1918, como negócios por si só. 

Depois, pós II Guerra, por atração às regras do GEIA, para implantar a indústria da mobilidade, atraindo por prática de dólares oficiais – o paralelo era quatro vezes mais –, e mercado fechado. 

Em 1998, novo ritmo, com novas produtoras. Agora, consequência do projeto de limitar o país ao comércio exterior, apenas dispensando de impostos dos aderentes a novos projetos ou negócios com Argentina, Uruguai, México, atrai novos investidores, tateando o ambiente.

Os projetos se enquadram no primeiro passo da industrialização – importação de peças e partes, agregação de componentes locais por mão de obra nacional. Poucas terão estamparia, fundição e usinagem de motores e transmissões.

Promessas de nada menos que 10, de procedências diversas, todas as alemãs, italiana, japonesa, chinesas, indiana. O Brasil terá o maior mix de marcas.


Quem vem
Tentativa ordem, chinesa Chery, em Jacareí, a 70 km de S. Paulo, será a primeira a ter produtos desta nova fase. 

Fábrica pronta, início da corrida inaugural – a primeira operação para ajustar processos e máquinas. 

Fará o Celler 1.5, sedã pequeno, e o sub compacto QQ. Primeiro protótipo montado, vendas em novembro, capacidade máxima de 150 mil unidades/ano.


Roger Peng, presidente da Chery e o primeiro Celer made in Jacareí (foto divulgação)


BMW, alemã, instala-se em Araquari, SC. Inauguração prevista para 30 de setembro. Produtos vários, de introdução seriada em montagem: BMWs Série 3, utilitário esportivo X1, Série 1, utilitário esportivo X3 e Mini Country. Produção buscada, 25 mil unidades/ano.


Igualmente teutônica Audi faz obras na moderna fábrica da associada Volkswagen em Campo Largo, PR, para dividir linha de produção com novo Golf, de plataforma comum, e dela retirar Audis A3 e o utilitário esportivo Q3, ainda neste exercício.


FCA, leia-se Fiat Chrysler Automobiles, citará como sua a grande operação implantada pela Fiat em Goiana, PE. 


De lá, com capacidade plena de 250 mil veículos/ano, de várias marcas pertencentes ao grupo. 

Inauguração final do ano, em breve início da estreante corrida industrial, com Jeep Renegade – espécie de visão Willys sobre a plataforma do Fiat 500L – que de 500 nada tem.

Honda constrói em Itirapina, SP, nova fábrica para expandir a capacidade de produção do Fit e seus derivados, o sedã City e o utilitário esportivo no exterior chamado Vezel – aqui, outro nome. 


Início de operação, em 2015, pico da produção em 150 mil veículos anuais. Hoje, o Honda mais vendido é o Civic. Quer inverter, passando a liderança à família menor, e capacidade para fazer complementação com produção argentina destes veículos.

Aos 12 de agosto, Mercedes lança pedra fundamental de sua nova fábrica de automóveis. Também em São Paulo, Iracemápolis. 


Produção de sedã Classe C – o novo, a ser apresentado à mesma data -, e pequeno utilitário esportivo GLA. Volume, 20 mil unidades/ano.

Gaúcha Agrale implanta galpões em São Mateus, porto espiritossantense. Quer fazer completa linha de produtos para transporte, iniciando por chassis e complementos. 


Instalação faz-se para reduzir os custos de logística, anulando o transporte feito desde Caxias do Sul, no interior riograndense, e para alimentar seu principal cliente, a conterrânea Marcopolo, que no mesmo estado implantou fábrica dos pequenos ônibus Volare, e inicia fazê-los ainda este ano, trazendo os componentes da origem sulina. 

O estado do Espírito Santo já tentou algumas vezes abrigar fábrica de automóveis – até a Lada prometeu ir para lá -, mas refresca seu sonho com ônibus.

Land Rover Jaguar ex-inglesa agora contralada por capital indiano, assinou protocolo para instalação em Itatiaia, RJ. 


Nome composto, mas produtos apenas Land Rover. Investimento anunciado em R$ 500 milhões e R$ 1 bilhão, para unidade fabril apta a montar 24 mil unidades anuais. 

De acordo com o comunicado de Imprensa, primeiros veículos serão liberados em 2016. Até o momento, nada há a declarar, e o sítio da Prefeitura de Itatiaia sequer tem registros quando se demanda fábrica Land Rover.

Porque Itatiaia, RJ, sempre lembrada pelo Parque Nacional e seu pico, antes considerado o mais elevado do País? 


Fica lindeira a Resende e Porto Real, municípios cortados pela Via Dutra, ligando Rio a S. Paulo, onde Volkswagen/MAN, Peugeot/Citroën e recentemente Nissan se instalaram, criando cultura, mão-de-obra e atraindo fornecedores.

Chinesa JAC sofreou obras nas proximidades de Camaçari, BA. Contém para compatibilizar a queda nas vendas domésticas de automóveis Citroën e JAC, fonte de recursos pelo grupo SHC, empreendedor do negócio.


Operação deverá ser dividida: matriz assumirá 66% da sócia SHC na parte industrial. Parte comercial e distribuição ficarão 100 % com a empresa brasileira. 


Previsão do novo desenho societário, até o final do ano. Implantação da fábrica, com projeto pronto, 12 meses.

Como registro, a Amsia Motors muito se movimentou e prometeu fazer fábrica em Barra dos Coqueiros, em Sergipe. 
Seria consolo para o estado, sofrendo encolhimento industrial. 

O projeto foi visto como industrialmente inconsistente pelo governo federal e não andou no estadual. Promessa de início tem mais de ano.

Nem Ferrari, Bentley, Mercedes AMG. Mais potente é Dodge, o Hellcat


Pintado em bronze metálico lembrando o Chrysler Turbine, o Hellcat produz 717 cv – e pode superar os 1.000 cavalos de potência


Para marcar seus 100 anos, a Dodge anunciou novo motor, V8, 6,2 litros, com supercharger – compressor mecânico -, o Hellcat Hemi. 


Equipará o novo Challenger, com temporal registro na história como o mais potente do mundo entre carros em produção seriada. Faz 717 cv e 881 Nm – uns 88 k.gfm de torque, coisa de caminhão grande. 

Projeto à altura, dimensionamento de componentes: virabrequim e pistões forjados, bielas sinterizadas, dois radiadores de óleo do motor, transmissões automáticas de seis marchas Tremec – como antes utilizada no esportivo Viper ou oito velocidades ZF.

A marca negaceou expectativas de potência, vazando informações de máximos 650 cv, para apresentar os números finais nas comemorações do centenário. Não divulgou dados de performance, como aceleração e velocidade final.


Há contraposições aos resultados. Por exemplo, o elevado preço do seguro, calculado com variáveis incluindo desde a idade dos motoristas até as possibilidades de acidentes. 


Em outro extremo, preparadores creem fácil diferenciá-los em performance conquistando potência para números acima de 1.000 cv, e reduzido o peso do carro, hoje em aproximados 2.000 kg.

Por charme ou cautela – ou legal efeito demonstração de cuidados no projeto para caracterizar responsabilidade do condutor -, o automóvel possui duas chaves. 


Uma, preta, sofreia a potência em 500 cv. A outra, vermelha, é para assuntos fullgas, quando São Cristóvão se despede, e o motorista solta as rédeas e faz funcionar o chicote.
Roda-a-Roda

Crescer – Porsche olhou mapas de produção, vendas e lucros, e decidiu manter o projeto de expansão iniciado em 2010. 


Dos 12.800 colaboradores, acresceu 8.400 em quatro anos, e quer mais 5.000, até 2.019 – mais de 100%, em 10 anos. 

Neste, quer vender 200 mil unidades, incluindo o utilitário esportivo Macan, 5º produto da linha.

Leque – A maioria dos 5.000 agora anunciados será fora da Alemanha, para áreas de pesquisa e desenvolvimento, em geográfica expansão industrial. A Porsche é a mais lucrativa das empresas VW.


Situação – Crê-se, funcionários da PSA – Peugeot Citroën olhem diariamente anúncios de contratação. A empresa cortará 11.200 empregos na Europa.


Lançamento - 11 de agosto, Mercedes exibirá o novo Classe C. Tremenda barata, parece o Classe S em escala – o S é hoje referência mundial em tecnologia eletrônica prática. Deve realinhar preços e conteúdo do CLA. 


Otimismo – Anfavea, associação dos fabricantes de veículos contabiliza retração de 16,8 % na produção do 1º. semestre, mas acredita em crescimento, superadas questões como menos dias úteis, acerto com a Argentina, manutenção do IPI até o final do ano. 


Resultado – Estudo deste grêmio indica, a cada ponto percentual elevado em impostos, há retração de 2,6% nas vendas.


Gasolina – Antecipou o portal
www.autoentusiastas.com.br, novidades em gasolinas. 


Shell aumentará carga de aditivos antifricção à V-Power, e chama-la-á V-Power Nitro+. Petrobrás trocará nome da aditivada Supra para Grid.

Instrução – Shell lança curso para mecânicos, para explicar diferença entre gasolinas, octanagem, produto mais adequado ao carro do cliente. Parceria com jornal e sítio Oficina Brasil. Oportuno.


Jogo – Produtores de álcool pressionam Governo Federal a obrigar mistura de 27,5% de álcool anidro à gasolina para formar o gasálcool. 


A Anfavea, grêmio dos fabricantes de veículos, informou ser 26% o máximo admissível – na prática, acima do limite do desperdício, pois não aproveitados pelos motores.

Ocaso – Ao consumidor problema é a época, quando o governo fica sensível a atrativos capazes de auxiliar a campanha de re eleição. 


Mostra da fraqueza foi retirar o general Jorge Fraxe, colocado para botar ordem no DNIT, um dos focos de continuada corrupção no Ministério dos Transportes, para voltar a ocupante por indicação partidária. 

Lama – Justiça paulistana arrestou 19 imóveis adquiridos a Ivo Lodo, ex-controlador do fechado Banco BVA por Carlos Alberto de Oliveira Andrade, que no tema da Coluna monta Hyundais, em Anápolis, GO, e distribui a marca. 


Há dúvidas sobre a compra, escriturada após a intervenção no BVA – que o dr. Caoa tentou assumir mas não teve crédito pelos credores. O congelamento visa preservar o patrimônio do banco para indenizar credores.

Data – Comemorações do 4 de Julho, data de independência e formação dos EUA, incluem reverência aos heróis da pátria, aos militares e empresas que auxiliam preservar independência, liberdade e democracia.


Segmentação
– Carros Ford, liderados por picape F 150 e utilitário Escape, são os preferidos pelas famílias dos militares. 


Escolha passa pela proximidade e apoio da empresa aos veteranos. Deles, hoje a Ford emprega 5.900.

Negócio – A fim de importado? Banco Volkswagen fomenta vendas de Jetta e SpaceFox com entrada de 50% e 24 X sem juros. Tiguan e Amarok a 60% como sinal e restante em 18 X
.

Tecnologia – BorgWarner, de autopeças, recebeu prêmio do Centro de Gestão Automotiva e da auditoria PriceWaterhouseCoopers por suas tecnologias de turbo alimentação. Turbo é um dos caminhos do futuro.

II – Audi busca reduzir peso morto na mecânica de seus carros, baixar consumo e emissões. Após aplicar alumínio em elementos de suspensão, então criticada e ora reverenciada, desenvolveu molas helicoidais, mal ditas espirais.


III – Nada de aço, mas compósito de polímeros reforçados por fibra de vidro. 40% mais leves, reduz 4,4 kg/veículo. Chanceladas pelo dr. Ulrich Hackenberg, tido o mais criativo dos engenheiros do grupo VW. Nos Audi 2015.


Elétricos – Renault anunciou patrocinar Equipe e.Dams-Renault, de elétricos carros de corrida, comandada por Alain Prost, embaixador da marca, e Jean-Paul Driot. Quer aparecer no cenário identificada com os elétricos.


Arrepio – Causas internas, razões opacas, Jean-Michel Jalinier, ex-presidente da Renault Brasil e presidente da Renault Sport F 1, antecipou aposentadoria. A empresa se diz pesarosa. Deve estar. Jalinier tem carreira de desafios e conquistas, foi para a F 1 transferido por ação direta do nº 1, Carlos Ghosn.


Continua - Seu sucessor na empresa no Brasil, Jerôme Stoll, ascendeu a diretor Comercial Geral do grupo Renault, acumulará a função, agora chamada Diretoria Delegada de Performance. 


Caminho - Novo DG da Renault F 1 é Cyril Abiteboul, 37, francês, sempre diretor ligado à Fórmula 1, ex-condutor do time Caterham, engenheiro com formação em Matemática e Informática. 


Em terra de boas escolas, é da mesma de Jacques Chirac e Nicolas Sarkozy, ex-presidentes da França.

Retífica RN – Coluna passada citou produção dos Ferrari GTO, em 27. Foram 39. Confusão com volume visto no Pebble Beach Concours d’Elegance 2012.


Mix – Possível mesclar testosterona e saldo bancário? Leiloeiros Russo and Steele levarão ao seu Collector Automobile Auction, Monterey, Califórnia, 14 a 16 de agosto, automóvel para induzir a mistura: um dos 311 Mercedes-Benz 300 SL coupé, o Asa de Gaivota. 


Completo, inclui rodas de liga leve e borboleta central e o desejadíssimo conjunto de malas desenvolvido para o carro.

Clássico – É dos poucos clássicos pós-Guerra e de suas 1.400 unidades não restam muitas. 


Assim, é peça desejável, em especial em estradas com curvas amplas em dias de temperatura baixa – o meio ambiente lembra Cachoeiro do Itapemirim, Cuiabá, Governador Valadares – e a traseira se lança com facilidade, clamando por mão-de-obra especializada.

Leilão – Como se diz no meio, o Asa é um must have, carro que colecionador sério deve ter. 


Assim, se és homem e tens bala na agulha, café no bule, é a hora. Mais, fale com o Darin Roberge darin@russoandsteele.com tel. 001.602.252.2697.

Mercedes 300 SL Gull Wing. Se és e tens, é a hora



Gente – Neivia Justa, comunicóloga, mudança. 


OOOO De GE para GY. Na Goodyear diretora de Comunicação e Relações Públicas, atuação continental. 

OOOO Vivência em empresas grandes e lastro acadêmico. 

OOOO Mark Fields, 53, executivo da Ford, novo CEO. 

OOOO Substitui Alan Mulally, 68, ex Boeing e que auxiliou salvar a empresa da crise de 2009. 

OOOO Fields tem carreira profissional bem cimentada. 

OOOO Mathias Carlbaum, sueco, novo diretor geral da Scania.

OOOO Experiência anterior no Brasil. 


Líder, Fiat faz aniversário e 
prepara nova fábrica

Fiat comemora 38 anos de operação industrial no Brasil. Algumas tentativas anteriores e a viabilização, em 1973, quando se associou ao governo de Minas para quebrar proibição política da instalação de novos fabricantes no Brasil.


Era a menor, distanciada de VW, GM e Ford, e se dizia sem pretensões de liderar o mercado, como o faz há 12 anos.

Reuniu conquistas à altura da expansão: industrialmente cresceu, de máximas 200 mil unidades/ano para 800 mil em constante ganho de espaço industrial e de produtividade. 


Atualmente é a maior produção mundial no mesmo endereço. Avançou com padrões de engenharia, provocou a atualização dos lubrificantes no país para atender às menores folgas nos motores, fez o primeiro veículo a álcool, o primeiro picape derivado de automóvel, criou o carro popular, foi pioneira com os turbo, democratizou o motor com 16 válvulas.

Conquista maior, entretanto, foi transformar em industrialização a dificuldade de operar em Minas Gerais, na ex-bucólica Betim, hoje, segunda maior arrecadação do estado. 

Sem fornecedores próximos, trazendo auto-peças de outros estados, elevando custos por transporte e logística, instigou mudança para sua vizinhança, a mineirização dos fornecedores. 

Hoje, o estado tem o segundo parque autopartista. De Betim, MG, sairão quase 14 milhões de Fiats. 

Convive com desafio importante: manter liderança e lucratividade implantando um novo pólo industrial, também reunindo unidade industrial autônoma, e agregando parque de fornecedores, criando atividade, parque e cultura de produção em Goiana, PE. 


Fábrica em passos finais, quase pronta à montagem dos primeiros veículos para ajustar máquinas e processos. Começará com produtos da linha Jeep.


Fábrica da Fiat, em Betim, MG
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FIAT COMPLETA 38 ANOS NO BRASIL, DE OLHO NO FUTURO

A Fiat Automóveis completou, hoje, 9 de julho, 38 anos de atividades no Brasil. Marca líder no competitivo mercado nacional de automóveis e comerciais leves pelo 12º ano, a empresa conquistou a preferência dos brasileiros com uma gama de produtos diversificada e inovadora, além de oferecer serviços eficientes e de qualidade.

“A marca está forte, modernizada e apostando na inovação para seguir na liderança. Vamos continuar apoiando o desenvolvimento do País por meio de produtos de qualidade e de investimentos produtivos”, afirma Cledorvino Belini, presidente da Fiat Chrysler para a América Latina.

A companhia está em meio ao maior ciclo de expansão em suas operações no Brasil, com investimentos de R$ 15 bilhões entre 2013 e 2016 na modernização da fábrica da Fiat em Betim (MG), na construção da nova planta do Grupo Fiat Chrysler em Goiana (PE), no desenvolvimento de novos produtos, no aperfeiçoamento de processos, em sistemas e em recursos humanos. 

A planta de Betim passará a contar com uma das maiores cabines de pintura do mundo, sistemas automatizados de movimentação e logística interna e estará ainda mais preparada para projetar, desenvolver e produzir veículos modernos e inovadores, que atendam às novas exigências do consumidor.

Esses investimentos reforçam o pioneirismo e o compromisso da Fiat com o Brasil. A empresa foi a primeira fábrica de automóveis a instalar-se fora do cinturão industrial de São Paulo. 

Optou por Betim como sede de suas operações, mudando definitivamente o perfil econômico da região. Minas Gerais, que se destacava como produtor de ferro e aço, passou a contar também com uma indústria metalmecânica forte.

A fábrica iniciou a produção em 9 de julho de 1976, produzindo o Fiat 147 e com capacidade instalada de 200 mil unidades ao ano. 

Hoje, a fábrica de Betim é a maior unidade de produção de veículos do grupo Fiat Chrysler no mundo e se destaca por sua complexidade e flexibilidade. 

Conta com todos os processos de fabricação: prensas, funilaria, pintura e montagem. A planta de Betim também fabrica suspensões, motores e transmissões. Implantada em um terreno de 2,25 milhões de metros quadrados, tem área construída de 829,7 mil metros quadrados. 

É uma pequena cidade, na qual circulam diariamente aproximadamente 30 mil pessoas, entre empregados diretos, indiretos e fornecedores.

Hoje, a fábrica produz mais de 3 mil veículos por dia, o que significa um carro a cada 20 segundos ou 800 mil unidades por ano. 

Atualmente, a gama de produtos da Fiat é composta por 18 modelos. Entre os mais recentes sucessos de mercado estão o Novo Uno, a picape Strada Cabine Dupla, o Novo Palio e o Grand Siena, além da sofisticação do sedan Linea. 

Os modelos Fiat são vendidos em mais de 600 concessionárias e pontos de vendas em todo o Brasil.

Sustentabilidade
Nesses 38 anos de Brasil, a Fiat incorporou ao seu planejamento estratégico as bases do modelo sustentável de negócios, considerando em suas decisões os impactos socioambientais ao longo de toda a cadeia produtiva – da extração da matéria-prima até a fabricação dos produtos, comercialização, uso e descarte.

A fábrica de Betim segue, desde 1990, os princípios do Sistema de Gestão Ambiental (SGA), que resultou em um processo produtivo de menor impacto ambiental. 

O consumo de energia por carro é hoje 55% menor; o de água, 68%; e a geração de resíduos caiu 51%. 

A unidade foi a primeira do setor a receber certificação segundo a norma NBR ISO 14001, em 1997. Atualmente, 99% da água é reutilizada, o que praticamente eliminou a necessidade de captação do recurso na rede pública para uso industrial. 

A Ilha Ecológica funciona como um centro de reciclagem de materiais, que dá a correta destinação a todos os resíduos da produção.

A Fiat foi a primeira produtora de automóveis do Brasil a conquistar a certificação ISO 50001, de gestão de energia. 

Para tanto, a empresa investiu mais de R$ 30 milhões, em cinco anos, na disseminação de tecnologias e práticas para a melhoria do desempenho em todas as etapas do processo de produção. 

A energia que deixou de ser consumida na fábrica de Betim seria suficiente para abastecer uma cidade de 80 mil habitantes durante um ano.

A preocupação com o meio ambiente se reflete também nos produtos, com veículos cada vez mais eficientes no consumo de combustíveis e com menor quantidade de emissão ao longo de sua vida útil. 

Um exemplo é motor flexfuel, presente em 97,5% dos veículos da marca vendidos no País. Além disso, os carros são concebidos já pensando em sua desmontagem ao final de seu uso, sem a utilização de metais pesados e com partes recicláveis.

A empresa também cuida do bem-estar de seus funcionários. Seu Sistema de Gestão de Saúde e Segurança no Trabalho é certificado desde 2011 pela OSHAS 18001, norma internacional que orienta e avalia a aplicação de melhores práticas nessa área. 

Além de proporcionar um bom ambiente para execução das mais diferentes tarefas, a empresa investe na conscientização dos funcionários por meio de treinamentos teóricos e práticos.

Para além de seus muros, a Fiat também contribui para o desenvolvimento das comunidades nas quais está inserida. Neste ano, a empresa também comemora 10 anos de criação do Programa Árvore da Vida, que já beneficiou mais de 20 mil pessoas dos bairros localizados ao redor da fábrica em Betim.

“Temos feito todo esse esforço e investimento porque acreditamos que o Brasil tem grande potencial econômico e grandes desafios a superar. Esses desafios podem proporcionar grandes oportunidades para todos e nós queremos continuar contribuindo para o desenvolvimento do País ainda por décadas e décadas”, conclui Belini.

RENAULT JÁ ATINGIU 7% DE PARTICIPAÇÃO DE MERCADO NO PRIMEIRO SEMESTRE DESTE ANO, NUM PANORAMA DE RETRAÇÃO DE MERCADO.

Com 110.146 unidades emplacadas e um market share de 7%, a Renault registra um aumento de 8% nos volumes no acumulado de janeiro a junho de 2014, enquanto o mercado sofreu retração de 7,4% na comparação com o mesmo período em 2013.

Com esse resultado, a Renault avançou 1 ponto percentual no semestre, posicionando a marca entre as que mais cresceram no período.

“O aumento das vendas e da participação de mercado da Renault para 7%, mesmo em um cenário altamente competitivo, demonstra que estamos cumprindo à risca o nosso objetivo. Nossa estratégia é continuar crescendo acima do mercado”, afirma Gustavo Schmidt, vice-presidente Comercial da Renault.

Destaque para o desempenho do Novo Logan, que no acumulado até junho registrou 21.164 unidades emplacadas, o dobro do registrado em 2013. 


No mesmo período, o Duster registrou 17% de aumento nos emplacamentos, com 22.298 veículos. 

O Sandero registrou a marca de 46.508 veículos emplacados, um avanço de 9% em relação ao primeiro semestre do ano passado. 

O modelo ganha nova geração a partir desse mês, com design marcante e oferecendo o maior espaço interno do segmento. 

Já os comerciais leves também se destacaram no semestre: Master emplacou 5.287 unidades, um aumento de 10% em relação ao 1º semestre de 2013. O modelo teve market share histórico de 41% e é líder no segmento desde abril.

Já no resultado mensal, a Renault emplacou 17.649 unidades e registrou uma participação de mercado de 7% em junho. 


Em razão do menor número de dias úteis no mês, houve uma queda de 11,9% nos volumes em relação à junho de 2013. O mercado caiu 17,4% na mesma comparação

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