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quinta-feira, 17 de julho de 2014

QUEM DESEJAR COMPRAR UM CARRO ZERO CHEVROLET TEM ATÉ O PRÓXIMO DIA 22 PARA APROVEITAR A PROMOÇÃO DE PREÇO DE CONCESSIONÁRIA PARA OS CONSUMIDORES. UM ONIX DE R$ 35.096 PASSOU PARA R$ 31.275,00. NO CRUZE LT 1.8 O DESCONTO É DE MAIS DE R$ 10 MIL: R$ 63.100.


São Caetano do Sul - Devido ao sucesso de sua nova campanha nacional de varejo, a Chevrolet decidiu prorrogar por uma semana a promoção. 
A ação inédita, que estreou no início do mês e acabaria no dia 15 de julho, foi estendida até o dia 22 de julho.


Nela, quem compra um carro zero quilômetro da marca paga o mesmo preço que a Concessionária paga.

A promoção contempla 10 modelos Chevrolet, entre eles Celta, Classic, Onix 1.0 litro, Prisma 1.0 litro, Captiva, Spin LT, Agile, Cobalt, Sonic e Cruze Sedã.

Uma das novidades desta campanha é a criação de um site de ofertas na Internet com a divulgação das condições especiais. 


A consulta pode ser feita por meio do endereço eletrônico www.precochevrolet.com.br

Veja alguns exemplos retirados do site:


Onix LS 1.0 (c/ airbag, ABS e direção hidráulica)
De: R$ 35.096,00
Por: R$ 31.275,00

Cruze LT 1.8 (c/ airbag, ABS, ESP, direção hidráulica e ar-condicionado)
De: R$ 73.446,00
Por: R$ 63.100,00.



MARCAS E MODELOS TRADICIONAIS QUE LIDERAM AS VENDAS DE CARROS NO BRASIL COMEÇAM A FICAR AMEAÇADOS. O HONDA FIT SUBIU AO PÓDIO DOS MONOVOLUMES MÉDIOS, A FORD ECOSPORT MANTÉM A FRENTE ENTRE OS UTILITÁRIOS ESPORTE COMPACTOS. ENTRE AS PICAPES MÉDIAS A CHEVROLET S10 TEM BOA FOLGA NA FRENTE DA TOYOTA HILUX. O FORD FUSION LIDERA DISPARADO O RANKING DOS MÉDIOS GRANDES.

Alta Roda 

Nº 793 — 17/7/14
Fernando Calmon


LÍDERES DO SEMESTRE

Em cenário de comercialização em recuo, marcado pelo fim de produção de modelos como Gol G4 e Uno Mille e chegada do up! e do novo March, os tradicionais dominadores de vendas sofreram abalos. 

Hatches e sedãs são somados na segmentação da coluna, mas é interessante ver mudanças em curso, quando se analisam os números apenas dos hatches, que são a maioria nas vendas entre os compactos, principal produto do mercado brasileiro.

Antigo Gol G4 representava de 20% a 25% do total do Gol e agora uma liderança de 27 anos está ameaçada. 

Antes eram dois (G4 mais G5) contra dois (Uno mais Mille) e agora é um (Gol G5) contra dois (Palio mais Fire). 

No primeiro semestre, Gol já perdeu dois meses isolados de liderança, mas no acumulado a manteve. 

Já o Mille representava de 40% a 45% do Uno e o abalo foi maior. Da tradicional segunda colocação despencou até seis posições, quando o estoque da antiga versão se esgotou, em abril. Uno 2015, em setembro, deve melhorar seu posicionamento.

A coluna também substituiu as peruas (apenas dois modelos de pouco peso) pelo novo segmento de crossovers, liderado pelo Mitsubishi ASX. 

Grand Siena passou a fazer parte dos sedãs compactos “desgarrados”, a exemplo de Cobalt e City. 

Chrysler 300 C (passou para o segmento topo por suas dimensões avantajadas), Classe E/CLS e Fit são os novos líderes. Os demais mantiveram-se na ponta.

Classificação a seguir segmenta a oferta por distância entre eixos, largura e, secundariamente, preço. A base é o percentual de emplacamentos nacionais pelo Renavam. 

Apenas modelos mais representativos são citados em razão da importância no mercado. Paulo Garbossa, da ADK, compilou os dados de acordo com os critérios da coluna.

Compactos
Gol/Voyage, 14%; Onix/Prisma, 11%; Palio/Fire/Siena, 10%; HB20/X/S, 8,5%; Fiesta hatch/sedã, 8,2%; Logan/Sandero, 7%; Uno/Mille, 6%; Fox/CrossFox, 5%; Grand Siena, 4%; Etios hatch/sedã, 3%, Celta, 2,6%; up!, 2,4%; Classic, 2,3%; Cobalt, 2,1%; Punto/Linea, 1,8%; C3/DS3, 1,7%; 207/208, 1,6%; March/Versa, 1,5%; City, 1,2%. Gol/Voyage ameaçados, em especial Gol por Palio/Fire.

Médios-compactos
Civic, 19%; Corolla, 18%; Cruze hatch/sedã, 14%; Focus hatch/sedã, 11%; Golf/Jetta, 9%; Sentra, 4,9%; C4/Pallas/DS4, 4,5%; Peugeot 308/408, 3,8%; i30/Elantra, 3,3%; Fluence, 2,6%; Bravo, 2%. Civic não está firme.

Médios-grandes 
Fusion, 41%; BMW 3, 23%; Mercedes C, 12%; Azera, 6%. Fusion continua avançado.

Grandes
Mercedes E/CLS, 32%; BMW 5/6, 26%; Jaguar XF,18%. Classe E/CLS, novo líder.

Topo
Chrysler 300 C, 43%; Equus, 15%; Panamera, 13%. Realocado, 300 C lidera.

Crossover 
ASX, 48%, Freemont/Journey, 25%; Ranger Rover Evoque, 24%. ASX tranquilo.

Monovolumes pequenos
Fit, 36%; Spin, 30%; Idea, 17%. Fit reagiu.

Monovolumes médios 
C4 Picasso, 36%; J6, 26%; Carnival, 18%. Líder consolidado.

Picapes pequenas
Strada, 59%; Saveiro, 27%; Montana, 14%. Strada ampliou margem.

Picapes médias
S10, 31%; Hilux, 24%; Ranger, 14%. Sem ser ameaçada, S10.

Utilitários esporte compactos
EcoSport, 39%; Duster, 33%; Tracker, 13%. Com menos folga, EcoSport.

Utilitários esporte médios-compactos Tucson/ix35, 40%; Sportage, 13%; RAV4, 10%. Firmeza dos líderes.

Utilitários esporte médios-grandes
Hilux SW4, 43%; Santa Fe, 14%; Trailblazer, 9%. Livre de incômodos.

Utilitários esporte grandes
Pajero Full/Dakar, 41%; Edge, 19%; Discovery, 11%. Posição inabalada.

Esporte
BMW Z4, 43%; Boxster/Cayman, 24%; 911, 10%. Z4 bem confortável.

RODA VIVA

ARGENTINA ganhou investimento da GM para motores a partir do final de 2016. As unidades de 1,4 litro com injeção direta e turbocompressor (flex para Brasil; gasolina para mercado local e exportação) equiparão o novo Cruze, cuja produção será transferida de São Caetano (SP) para Rosário, na Argentina. Motores de três cilindros estão reservados para Joinville(SC), antecipa a coluna.

NOVO March mostra que a Nissan está decidida a avançar em participação no mercado brasileiro. 

Na versão de um litro de cilindrada ainda utiliza motor Renault anterior, mas como sua massa total é baixa mostra relativa agilidade. 

Direção eletroassistida de série e menor diâmetro de giro entre todos os compactos facilitam qualquer manobra. 

Equipado com motor de 1,6 litro (origem Nissan) apresenta desempenho marcante e equipamentos incomuns nos compactos, entre eles câmera de ré. 

Incômodo é o excessivo ruído de engrenagens na primeira marcha, observado apenas no motor de maior potência e, portanto, mais caro.

DEBATE promovido pela Liberty Seguros sobre mobilidade urbana em São Paulo mostrou que ativistas querem dar sua contribuição importante, mas sem ao menos perguntar a quem paga a conta pesada de impostos – os automobilistas – se têm algo a dizer. 

Na Inglaterra, por exemplo, Associação Britânica de Motoristas representa voz ativa na resolução dos problemas das cidades. 

Já era tempo de se fundar uma associação semelhante no Brasil que certamente contribuiria para cidades melhores sem arroubos anticarro.
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fernando@calmon.jor.br e twitter.com/fernandocalmon

AUDI Q7 SURGE NA VERSÃO AMBIENTE COM MAIS EQUIPAMENTOS, COMO TETO SOLAR PANORÂMICO, SISTEMA AUDI SOUND, COM RECEPÇÃO DE TV E GPS E LUGAR PARA SETE PASSAGEIROS E EM ABSOLUTO CONFORTO ATINGE 222 KM DE VELOCIDADE MÁXIMA E VAI DE 0 A 100 KM/H EM 7,9 S, GRAÇAS AO MOTOR 3.0 TFSI DE 272 CV. CUSTA R$ 305.900,00


Além do modelo Ambition, o Audi Q7 passa a contar com uma nova versão no mercado brasileiro: a Ambiente que
 já está à venda nas concessionárias por R$305.900,00. 

Ela traz o premiado motor 3.0 TFSI com nova configuração de 272 cv de potência e um novo pacote de equipamentos.

Entre a ampla relação de equipamentos da nova versão se destaca o teto solar panorâmico de série, que proporciona uma perfeita integração dos ocupantes com o ambiente externo em quaisquer condições climáticas, sem abrir mão do conforto do ar-condicionado. 



Quando conveniente, o teto pode ser aberto eletricamente, através de um botão.

O Audi Q7 Ambiente tem rodas de liga leve de 20 polegadas e espelhos retrovisores externos, com carenagem na cor da carroceria, rebatíveis, aquecíveis - para evitar embaçamento -, com memória de ajuste e função antiofuscamento. 


Os faróis bi-xenônio, com sistema de limpeza incorporado, garantem ótima visibilidade noturna e têm regulagem automática de altura, de acordo com a distribuição da carga no veículo.


A versão tem acabamento interno em alumínio, bancos com forração em couro padrão Cricket, bancos dianteiros com ajustes elétricos - sendo o do motorista com memória, volante esportivo multifuncional em couro, com ajustes elétricos de altura e distância, função “easy entry” - que eleva o volante quando a porta é aberta - e “shift paddles” - aletas atrás do volante - para controle esportivo do câmbio.


O SUV conta também com uma terceira fila de bancos, possibilitando levar confortavelmente até sete pessoas.


A abertura e fechamento da tampa do porta-malas é elétrica, sem exigir nenhum esforço. O espaço para bagagem dispõe de um sistema de trilhos, rede e ganchos de fixação, para melhor disposição da carga em seu interior. 

O Q7 Ambiente também traz de série o sistema Audi Sound, juntamente com o Audi Music Interface, conexão Bluetooth, DVD Changer, rádio com MMI, sistema de navegação e recepção de TV.


Segurança e conveniência
Estacionar o Audi Q7 Ambiente é uma tarefa fácil, graças aos sensores de distância dianteiros e traseiros, complementados pela câmera de ré. 


O carro conta também com sensores de luz e chuva, que acionam automaticamente os faróis quando escurece – por exemplo, ao passar por um túnel ou entrar numa garagem – e regulam o funcionamento do limpador de para-brisa de acordo com a intensidade da chuva, sem necessidade de interferência do motorista. 

Os faróis são mantidos sempre limpos por um sistema de lavagem automático, garantindo melhor visibilidade à noite e sob chuva.

Os ocupantes do Audi Q7 Ambiente são protegidos por airbags frontais, laterais e tipo cortina (de janela). 


Os cintos de segurança tem contato elétrico, que indica se algum passageiro esquecer-se de utilizá-lo. O airbag do passageiro da frente pode ser desativado.


Desempenho eficiente
O Audi Q7 Ambiente é equipado com o premiado motor 3.0 TFSI, que gera (272 cv) e atinge torque máximo de 400 Nm ao longo de uma ampla faixa de rotações, entre 2.250 ( é 2.150) e 4.750 (é 4.780) rpm. 


Alimentado por um compressor tipo Roots, ele se caracteriza pelo vigor e pronta resposta ao acelerador, levando o carro a 100 km/h em 7,9 segundos e à velocidade máxima de 222 km/h. 

Ao mesmo tempo, o motor tem um excelente desempenho energético, graças a recursos como a utilização de dois intercoolers para resfriar o ar de admissão, para que os cilindros recebam mais oxigênio e a combustão seja mais perfeita.

O comportamento dinâmico também é fruto da transmissão automática de oito velocidades. 


As mudanças de marchas são rápidas e extremamente suaves, gerenciadas eletronicamente para garantir o melhor aproveitamento possível das características do motor, mantendo-o, sempre que possível, em baixa rotação, visando a economia de combustível e emissões de CO2 reduzidas. 

Também objetivando a máxima economia, o bloqueador do conversor de torque evita o deslizamento mesmo em baixas velocidades.

O condutor pode optar entre os modos de condução normal (D) e esportivo (S), ou fazer as trocas de marchas manualmente, pela alavanca do câmbio ou através dos “shift paddles” localizados junto ao volante.

VOLVO LANÇA UM NOVO CAMINHÃO VM ESTRADEIRO, AGORA EM EDIÇÃO LIMITADA, MARCADA PELO CONFORTO DE CABINE.


A Volvo do Brasil está lançando a série especial VM Estradeiro, edição limitada que celebra a vocação rodoviária dos caminhões VM 6x2 e 8x2. 


“O VM Estradeiro é um caminhão especial, com itens exclusivos que proporcionam um conforto extra para o motorista”, afirma o gerente de Vendas de Caminhões da Linha VM, Francisco Mendonça. O VM foi o semipesado que mais cresceu em vendas nos últimos quatro anos.


A série de veículos tem atributos únicos: externamente, o caminhão possui pintura nas cores Prata Steel Metálico ou Branco Estradeiro, com faixas e um grafismo que remete à estrada nas laterais. 


Espelhos retrovisores externos e convexos com acionamento elétrico, para-sol externo e faróis de neblina conferem melhor visibilidade e mais segurança ao dirigir. 

Adesivos com o emblema da série especial foram colocados nas laterais, no interior e na parte central do para-sol.


“Quem dirigir um VM Estradeiro vai se sentir especial, pois ele tem características únicas que o fazem se destacar em aspectos onde os Volvo VM já são melhores, como conforto, segurança e cuidado com o meio ambiente. E tudo com um padrão visual único e de bom gosto”, observa Mendonça.

Os bancos em couro aumentam ainda mais o conforto do veículo. Mas há outros itens, como os vidros e travas elétricos, a suspensão integrada da cabine, a entrada USB e conexão auxiliar de áudio, rádio CD com MP3 e Bluetooth. 


“Diversos itens, alguns exclusivos, outros normalmente oferecidos como opcionais e outros de série, foram combinados no VM Estradeiro de forma a reforçar os valores essenciais da marca de segurança, qualidade e respeito ao meio ambiente, com ênfase em economia, conforto e desempenho”, destaca Daniel Mello, Gerente de Marketing da Volvo.

Com opções de motores de 270cv ou de 330cv, o VM Estradeiro pode sair de fábrica com a renomada caixa de câmbio I-Shift, de 12 marchas. 


Ou com uma transmissão de nove marchas que, aliada ao eixo traseiro de simples velocidade com relação mais adequada à operação, resulta em uma excelente dirigibilidade, com potência ideal para maior segurança e melhor desempenho. 

“Essa combinação perfeita do trem-de-força resulta em maior economia de combustível e maior durabilidade do motor”, completa Marco Mildenberg, planejador de produto do Grupo Volvo América Latina.


“E sabemos que, quanto mais econômico o veículo for, menores são as emissões de gases na atmosfera, além de contribuir na redução do custo operacional, o mais elevado na planilha”, destaca Álvaro Menoncin, gerente de engenharia de vendas da Volvo. 

 A série especial possui ainda dois tanques de combustível com capacidade total para 560 litros, o que reduz a necessidade de paradas para abastecer, tornando a viagem mais produtiva e mais segura na medida em que o motorista pode escolher criteriosamente os locais onde fará suas paradas.


MERCADO DE RESPOSIÇÃO DE AUTO-PEÇAS JÁ CONTA COM PASTILHAS DE FREIO, DA TMD/COBREQ, PARA 12 MODELOS DE VEÍCULOS CHINESES


Produzidas pela TMD Friction do Brasil, já se encontram no mercado nacional de reposição as pastilhas de freio dianteiras Cobreq de 12 modelos de veículos chineses importados, montados ou produzidos no Brasil e Uruguai. 

Estas pastilhas destinam-se a veículos das fábricas Lifan, Chery, Effa e Hafei. Na Lifan, estas pastilhas são para o X60 (foto), um SUV com motor 1.8L 16V, referência Cobreq N-1489. 

Com a mesma referência são as pastilhas dos Chery Celer 1.5L 16V, Chery Cielo 1.6L 16V, Chery Tiggo 2.0L 16V (inclusive o novo Tiggo); e referência Cobreq N-1491 para os Chery Face 1.3L 16V e Chery S18 1.3L 16V.

No mercado de reposição também são encontradas as pastilhas Cobreq dos veículos ULC FURGÃO 1.0L 8V, ULC PICAPE, 1.0L 8V e ULC 1.0L 8V VAN da montadora EFFA com a referência Cobreq N-1494 – mesma pastilha para os Towner JR 1.0L 8V PICAPE e Towner JR BAÚ 1.0L 8V da fabricante Hafei.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

CAMINHÃO MERCEDES-BENZ SE DIRIGE, SOZINHO, MESMO. É O FUTURE TRUCK 2025 QUE DISPENSA A DIREÇÃO HUMANA. VAI SER APRESENTADO NO IAA, NA ALEMANHA. HONDA, AGORA, FABRICA JATINHOS E JÁ TESTOU COM SUCESSO. PORSCHE VAI PEITAR A FERRARI COM UM SUPERPORSCHE QUE DEVE CUSTAR US$ 250 MIL... NA EUROPA. PEUGEOT SEGREDOU AO NOSSO COLUNISTA ROBERTO NASSER QUE A PICAPE HOGGAR VAI SER SEPULTADA.



Coluna nº 2914 - 16 de julho de 2014
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O futuro dobra a esquina. 
E, parece, vem de Mercedes

É o conceito Mercedes-Benz Future Truck 2025, pré-apresentado, e a aparecer concretamente no IAA, o monumental salão de comerciais em Hanover, Alemanha, setembro. Materializa a Condução Autônoma, através do diálogo entre todos os envolvidos.

Carroceria de linhas disfarçadas, item desimportante, semireboque com trato aerodinâmico – por si só capaz de reduzir 5% no consumo -, o grande realce está no combinar conquistas eletrônicas tornadas práticas por acionar a mecânica. 

Acima de tudo, por autogerir, por si só, sem interferência do motorista, o andar na estrada, agindo, manobrando de acordo com as instruções recebidas externamente por via eletrônica.

Escolhe a faixa de deslocamento, acelera, freia, desvia, muda de faixa, do rota, desvia de congestionamentos e, até, abre caminho caso um carro especial, como ambulância, bombeiros ou polícia peçam passagem.

Motorista, há, mas em função mais ampla, um eufemístico Gestor de Transportes, gerindo seu negócio, cuidando do frete atrás de suas costas, ou negociando a próximo negócio. Se colaborador, em contato com a origem e o destino. 

Na prática, estará em posição exigida pela lei, atrás do volante e dos comandos, porém numa estação de trabalho, como espectador capaz de intervir apenas por vontade ou necessidade. 

Na gestão pode fazer o que os mal educados e maus cidadãos praticam, sem apoio de informática ou da lei, como ler e responder mensagens, whatsapp, digitar num netbook, falar ao telefone...

Corajosa demonstração, em estrada pré-inauguração, a A14, com uso normal entre veículos demonstrou a viabilidade do caminho.

Prevê a Daimler, a frondosa árvore empresarial onde se aloja a Mercedes-Benz, e o projeto Shaping Future Transportation – Moldando o Futuro do Transporte - ser viável em dez anos. Daí o 2025.

Como é
Há décadas grandes fabricantes investem no deslocamento rodoviário seguro, anulando as falhas humanas, reduzindo as ações do motorista. 

O caminho trilhado pela Mercedes, há quatro décadas, utilizava guard rails e defensas para transmitir sinais ao veículo, assumindo algumas funções, como velocidade, distância do veículo da frente. 

Porém, mostrou-se caro para a Alemanha – e impensável a países em desenvolvimento, onde o transporte rodoviário é opção mandatória.

A interpenetração da eletrônica com comunicações e a simplória mecânica permitiram equipar o veículo para identificar todo o seu entorno e em ampla distância livre. 

O poderoso Classe S, a mais elevada dentre os sedãs Mercedes, oferece pequena amostra do sistema, ao apresentar câmera de TV na parte inferior dianteira, “vendo” as irregularidades da estrada, e preparando a suspensão para enfrentá-las, visando o maior conforto dos usuários.

No caminhão conceito, a aplicação é mais ampla: à frente, sensor de radar explora 70 metros adiante em ângulo de 130 graus. 

Adicionalmente, outro atinge 250 m num leque de 18º, interagindo nos sistemas do veículo, como o controle de proximidade – a distância do veículo à frente – e o servo freio de emergência. 

Sobre o painel, atrás do para-brisas, uma câmara 2D estereoscópica, varre 100 m à frente, 45 graus na horizontal e 27º na vertical, identificando se a estrada tem uma ou duas pistas e pedestres, obstáculos estáticos ou dinâmicos e registra sinais de trânsito. 

Há, ainda, sensores laterais mais precisos que o olhar humano, tudo conectado a rede identificada como Fusão Multisensorial. 

Na prática vê e registra tudo, incluindo acostamento, traçado da estrada, e combinado com mapa da estrada em 3D.

O objetivo não se restringe ao aspecto segurança, mas reduzir consumo e consequentes emissões, para gabaritar a cada vez mais dura legislação de consumo e poluição. Isto separará, em médio prazo, homens de meninos, quem fica e quem sai do mercado.

2025?
Se tecnologia e caminhão já existem, porque 10 anos para o início do implantar? Raciocínio lógico, mas a barreira maior vem de fator etéreo, o jurídico. 

Para fazer o caminhão a Daimler/Mercedes aplicou monumental esforço de lobby, cooptando autoridades, estamento acadêmico e direcionou ações para mudar o conceito de Condutor na Convenção de Viena, que há 40 anos estabeleceu a estrutura do transporte, em conceitos adequados nos Códigos de Trânsito dos países signatários. 

O conceito de condutor pelo documento de Viena já foi alterado e agora permite que em vez de um agente condutor humano, este seja auxiliado por meios externos. 

Próximos passos, dar atenção aos países aderentes, à ideia e consumidores dos caminhões da marca, para as mudanças necessárias nos respectivos códigos de trânsito

Protótipo do caminhão que pode andar sozinho


Depois de motos, 
carros, geradores, o jato Honda



Jatos leves, novo negócio da Honda


O HondaJet, curiosa entrada desta japonesa de rodas no chão no mercado de asas no ar, faz seus primeiros voos para certificação. 

À iniciativa aplicou experiência e filosofia interna, conhecida em motocicletas, geradores de energia, pequenos tratores, automóveis para conseguir, como diz, o jato executivo mais rápido, para voar mais alto, e com melhor consumo de sua classe. 

O voo inicial, a partir da base Honda em Greensboro, North Carolina, EUA, durou 84 minutos, atingiu 4.700 m (15.500 pés), e velocidade de 644 km/h (348 nós). A previsão é de início de vendas em 2015.

Fabricante, Honda Aircraft Company instigou a estadunidense GE retornar ao campo dos jatos executivos – a empresa foi a pioneira, em 1960, ao transformar os motores de jatos militares J85, criando a conhecida versão civil Learjet.

O HondaJet, graças ao uso de tecnologia atual, como o compósito de fibra de carbono leve e resistente, por design, pelo uso de motores turbofan, reduz a resistência ao ar, contém consumo e ruído na cabine. 

É certificado para um piloto, e usa aviônicos Garmin G3000. Recebe até 5 pessoas, com boa relação entre superfície alar, comprimento das asas, 12,15 cm e comprimento total, 12,7m. 

Faz velocidade de cruzeiro de 778 km/h e autonomia superior a 2.500 km. Os motores vão acima das asas.

Primeira série em pintura caracterizadora: fuselagem em branco, com aplicação de cores fortes, como o verde escuro perolizado, margeado por filete dourado. 

Preço não divulgado, mas a Honda, estreante na área dos jatos leves, diz querer menor preço do mercado – embora não divulgado, já em 2015.


Roda-a-Roda

Registro – Brinda-se produção de 6M Audis com tração Quattro - sedãs, camionetas e utilitários esportivos com tração nas 4 rodas - hoje, em metade de seus produtos.

Razão – Porque dentre os sedãs alemães a Audi lidera com tal equipamento? Explicação simples. 

Para concorrer com os sedãs Mercedes e BMW, com tração traseira, entendida pelos usuários como mais adequada, utilizou tal adjutório para enfrentar a comparação e aparecer com um plus.

Origem – O nome Quattro é aplicado aos Audi, mas inspirado no jipe Volkswagen Iltis, tentativa atualização da boa fórmula aplicada no Auto Union 94/4, militarmente chamado Munga e, no Brasil, onde foi produzido, Candango.

História – Diz-se, no romantismo em torno das histórias complexas, a criação do Quattro foi simples e fortuita.


Humm... 
 Que Ferdinand Pïech, neto do professor Porsche e executivo recentemente aposentado, quando dirigia a Audi pediu um Iltis para experimentar. 

Voltou entusiasmado, e mandou adaptar a mecânica sob carroceria de um automóvel Audi. Deu no que deu.

Candango – O sistema de transmissão é, a grosso modo, o então empregado no jipe Vemag, também dito Candango, de origem o Auto Union 94/4. 


Para administrar a divisão de força entre os eixos dianteiro e traseiro, ao sistema aplicou-se pioneira caixa de transferência com embreagem viscosa.

Acabou? – Justiça italiana decretou a falência da Stile Bertone, prestigiosa criadora e construtora de carrocerias para automóveis especiais. 


A crise de 2008, mais briga das filhas contra Dona Ermelinda, Lili, viúva de Giuseppe Nuccio Bertone, chegaram ao ponto crítico entre débitos e um cipoal jurídico.

Curiosidade
– Nuccio, o elegante condutor, herdou a empresa do pai e tocou-a com brilho, sem traçar uma linha ou desenhar uma curva. 


Era raggioniere, mescla de contador com auditor, excepcional padrão estético, e sabia escolher pessoas. Dentre muitos Giorgetto Giugiaro, autor do projeto dos Alfa aqui identificados como GTV.

Esforço – Dona Ermelinda, Lili, se esforçou, em salões de automóveis expos história, ofereceu serviços, buscou associado, comprador. Não funcionou. 


Comunização, a democratização e a globalização não mais permitem carros especiais. Espera-se, algum grande fabricante queira assimilar o patrimônio do rótulo Bertone, como o grupo VW o fez com a Italdesign.



O logo Bertone

Super Porsche – Lucrativa, com grandes perspectivas, por seu CEO Matthias Mueller Porsche deve anunciar fazer super carro para peitar os Ferrari com motor V12. 

Coisa de US$ 250 mil, lá. Excesso de caixa. Outra empresa VW, a Lamborghini exerce mesma função.

Na frente – Land Rover Jaguar aperfeiçoou facilidade, criada pela Cadillac há 20 anos, de projetar dados operacionais, em especial velocidade, no para-brisas, à frente dos olhos do motorista, para não tirar o foco na estrada.


E, - Dados do operacional, e imagens em 3D em lugar dos espelhos retrovisores.

Mais: http://www.youtube.com/watch?v=FeK9IkSD_nI&feature=youtu.be e http://www.youtube.com/watch?v=F923EuB06CI&feature=youtu.be


Periférico – Ford corta operação industrial na Austrália; deteve, por falta de dólares disponíveis, na Venezuela; pondera continuar na África do Sul, em greve geral.


Perdeu – Há meses Dan Amman presidente mundial da GM, anunciou substituir todos os automóveis Chevrolet no Brasil. 


Filial local tentou contornar a informação, mas a verdade se impõe: a matriz foi à Argentina anunciar investir US$ 270 milhões no fazer motores de última geração, em Rosário.

Atual – Seguem o caminho da tecnologia atual. O Ecotec 1,4, quatro cilindros, tudo em alumínio, 16 válvulas, injeção direta, turbo. 


Produz 130 cv e torque de 235 Nm. 120 mil motores anuais, para o Cruze 2, coreano complementado na América do Sul, novo modelo para Mercosul, e exportação à Europa.

Elétrico – UTE, estatal uruguaia de eletricidade, amplia seu projeto de uso de combustíveis: comprou 30 Renault Kangoo Z.E. elétricos, para uso na capital e 19 estados. 


Federico Ragni, engenheiro da UTE, entusiasmado, divulga. No Brasil, juntando todas as companhias elétricas, o número é muito menor.



Peugeot Hoggar encerra ciclo


Se foi – Peugeot confirmou à Coluna, não reatará produção de seu picape Hoggar, suspensa para ajustar demanda. 


Bom projeto oferecendo charme visual, suspensão acertada, e vocação de trabalho. Mas era o menos vendido do mercado, e o sair não é mera supressão.

Se foi, 2 – Foi o primeiro projeto da área de design sul-americana. Não era carro cortado, como alguns no segmento, mas soma Peugeot 207 com o comercial Partner, de plataforma para carga, acolhendo um pallet.


... - O ir-se, contraindo a lista de produtos, no processo de salvação da matriz PSA, veda caminho a produtos de acordo com o mercado. 


O Hoggar existia apenas no Brasil. Quer aumentar o total de 12.996 unidades vendidas? Ainda há, 1.4, flex, ar, direção, +- R$ 30 mil.

Mais – Volkswagen apresentará no meio de agosto Fox e Saveiro cabine dupla com o novo motor EA211 - de quatro cilindros, da família do três cilindros. Cilindrada em 1.598 cm³, potência 120/110 cv, torque de 16,8/15,3 kgfm.


Depois – Mercedes-Benz adiou lançamento de pedra fundamental da fábrica para automóveis a ser erigida em Iracemápolis, SP, antes ajustado para 12 de agosto. Desencontro entre agendas de autoridades para o evento.


Negócio – Banco PSA acertou-se com o Santander, por seu braço Customer Finance, de crédito ao consumidor. 


Passa operações, faz ponte para futuros clientes, incentivando vendas da marca. Entesourará 1,5 bilhão de Euros. O grupo PSA, Peugeot Citroën se esforça para fazer caixa.

Parabéns – Por adquirir a pioneira fabricante de cruzetas Albarus, a multi Dana festeja 67 anos de atividade no Brasil. Negócio começou com Ricardo Bruno


Albarus, dono de oficina, fazendo peças para repor a frota sem manutenção no pós guerra.

Mercado - Dana aproveita a atrativa praça. É única nacional apta a fornecer toda a linha de força – ou de montá-la diretamente nas linhas de produção, como fazia com o finado picape Dodge Dakota


Quem – Ferrari 225, com prêmio Hors Concours, no Brasil Classic Fiat Show, em Araxá, um entre cinco exemplares sobreviventes de restrita série de oito. 


Carro de corrida, carro de estudante, carro abandonado, acabou ganhando restauração em pico máximo, no Ferrari Classiche, oficina dentro da fábrica Ferrari. A Phoenix, restauradora em Curitiba, cuidou de todo o processo.

Gente – Herlander Zola, diretor de marketing na BMW, mudança. 


OOOO Volta à família VW, indo para a Audi, mesma função. 

OOOO Murilo Moreno, diretor de Marketing, deixou a Nissan.
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A AUDI ENTRA NA BRIGA COMERCIAL AUTOMOTIVA PRA VALER NO BRASIL E LANÇA NOVA CAMPANHA TELEVISIVA PARA INCENTIVAR AS VENDAS DE SEU MODELO A3 SEDAN QUE TERÁ PRODUÇÃO NACIONAL NO SEGUNDO SEMESTRE DE 2015. O TEST-DRIVE REALIZADO PELO BLOG MOSTROU UM CARRO DE ALTA QUALIDADE E PADRÃO PREMIUM.


Assista o vídeo:


https://www.youtube.com/watch?v=lFLcqlA22WQ&authuser=0

A Audi está investindo nas ações de comunicação do novo Audi A3 Sedan, modelo que terá produção local a partir do segundo semestre de 2015. 


Pela primeira vez, em 10 anos, a montadora alemã aposta em uma campanha produzida exclusivamente para o Brasil. 

O filme “Audi A3 Sedan Sobrecarga” entrou no ar, ontem, 15 de julho, na Rede Globo, durante o Jornal Nacional e nos jornais matinais locais do canal, e será veiculado nacionalmente até 30 de agosto nos canais por assinatura GloboNews, Discovery e Multishow.

A campanha foi criada pela agência AlmapBBDO e conta com produção da Cine. O comercial foi gravado no Uruguai durante seis dias, e o resultado são duas versões: uma de 30 segundos e outra de 60 segundos. 

Além da veiculação na TV, o comercial de 1 minuto estará disponível no canal da montadora no YouTube e na página da marca no Facebook, que já conta com mais de 1,3 milhão de fãs. 

“Sem dúvida, essa é a campanha mais importante da Audi e o investimento mais alto em comunicação dos últimos anos”, destaca Jonas Calson, gerente de Marketing da Audi do Brasil.

No filme “Sobrecarga”, o clima é de suspense, com final surpreendente. Uma mulher está em casa à noite com o cachorro e, de repente, os eletrodomésticos começam a funcionar sem controle, as lâmpadas piscam, a água do aquário solta bolhas e a TV sai do ar. Ela liga para o marido, que dirige um Audi A3 Sedan vermelho. 




Detalhes do design do carro aparecem e ele atende o telefonema por meio do sistema multimídia MMI do veículo. A esposa pergunta se ele já está chegando. “Como você sabe?”, diz o marido. “Intuição”, comenta a mulher. 

O A3 Sedan acelera por uma estrada com turbinas de energia eólica paradas, que começam a girar quando o carro passa. 

Esse movimento é o que causa a sobrecarga elétrica nos aparelhos da casa, daí o nome do filme, que termina com a assinatura “Sinta a emoção de dirigir esse sedan”.

Em janeiro e fevereiro, o Audi A3 Sedan já tinha estrelado campanha na TV brasileira, mas com a veiculação de um filme feito na Alemanha, que teve adaptação de música e texto para o Brasil.

Link para o filme: Sobrecarga

Link para fotos: Sobrecargafotos.




terça-feira, 15 de julho de 2014

CAMINHÕES MERCEDES-BENZ ASSEGURAM ALTA PRODUTIVIDADE NO TRANSPORTE E LOGÍSTICA - SOLUÇÕES DA MARCA PARA O TRANSPORTE E LOGÍSTICA GANHAM DESTAQUE NO TRANSPO-SUL, UM DOS MAIORES EVENTOS DO SEGMENTO NO PAÍS, QUE ACONTECE EM PORTO ALEGRE ATÉ DIA 17/7.


Caminhões extrapesados Actros 2546 6x2 e Axor 2544 6x2, estradeiros, são atrações no estande da Mercedes-Benz

O conceito ECONFORT (Economia + Conforto + Força/Desempenho) da Mercedes-Benz, filosofia de desenvolvimento que resulta num maior valor agregado aos caminhões da marca, é atração na 16ª edição da Transpo-Sul - Feira e Congresso de Transporte e Logística. 

O evento acontece até 17 de julho, no Centro de Eventos da FIERGS - Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre.


Organizada pelo SETCERGS - Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Estado do Rio Grande do Sul, a Transpo-Sul tem a Mercedes-Benz como patrocinadora máster. 

Trata-se de um dos principais pontos de encontro de empresários, profissionais e lideranças do setor, posicionando-se como o maior evento da região Sul e um dos principais do Brasil.

Juntamente com os concessionários Mecasul e Savar, a Mercedes-Benz irá demonstrar as características, diferenciais e vantagens do ECONFORT para as atividades de transporte e logística. 

A começar pela exposição do dos extrapesados Axor 2544 6x2 e Actros 2546 6x2 estradeiros no estande da marca. 

Entre vários atributos, ambos se destacam no mercado por seus eixos traseiros HL-8, sem redução nos cubos. 

Isso aumenta a oferta de soluções focadas no transporte rodoviário de longas distâncias, atendendo às configurações de bitrem com PBTC de 57 toneladas, assim como de bitrenzão/rodotrem com PBTC de 74 toneladas.

O principal benefício da utilização dos eixos sem redução nos cubos é a melhora no rendimento mecânico, o que resulta em menor consumo de combustível e, consequentemente, em maior rentabilidade para os clientes.

Na Transpo-Sul, o caminhão semipesado Atego 2430 6x2 ECONFORT também ganhará evidência, num espaço especialmente reservado para os concessionários.

Caminhões Mercedes-Benz 
asseguram reduzido custo operacional



“As linhas de caminhões Atego, Axor e Actros passaram a oferecer mais de 40 novidades relacionadas ao ECONFORT”, afirma Gilson Mansur, diretor de Vendas e Marketing de Caminhões da Mercedes-Benz do Brasil.

“Dessa forma, atendemos cada vez mais às demandas do mercado e dos nossos clientes, propiciando maior eficiência, produtividade e rentabilidade para suas atividades de transporte e logística e aumentando o conforto para o motorista. Reforçamos assim a imagem da marca como provedora de uma solução completa para os clientes”, explicou.

De acordo com Gilson, os caminhões Mercedes-Benz são reconhecidos no mercado por sua força e desempenho excelente e pela elevada robustez e resistência. 

“Além disso, destacam-se pela versatilidade de aplicação, elevada capacidade de carga, reduzido consumo de combustível e menor custo operacional. Asseguramos assim a rentabilidade do cliente”, acrescentou.

Sistema de gestão de frota 
FleetBoard será demonstrado no evento



Os extrapesados Actros e Axor – e agora também os semipesados Atego – saem de fábrica já preparados para a nova plataforma telemática do sistema de gestão de frota FleetBoard. 

Este produto exclusivo da Mercedes-Benz será demonstrado aos clientes e visitantes na Transpo-Sul.

Um dos principais destaques é que o novo módulo passou a integrar o gerenciamento eletrônico do veículo, estando instalado em local não visível. 

Em caso de manipulação, o sistema automaticamente bloqueará o caminhão, como medida de segurança.

Além dos serviços de telemetria já conhecidos – como análise de desempenho, estado técnico, manutenções, telediagnóstico, mapa digital e registros de viagem – o novo FleetBoard passa a oferecer os serviços de segurança para o veículo (casco) e para a carga. 

Todas as soluções de telemetria e segurança são agrupadas num único módulo, sem a necessidade de retrabalhos posteriores por terceiros.

Os serviços de segurança envolvem o monitoramento do caminhão por meio de sensores no veículo e na carroçaria, botão de emergência/sinistro, entre outros. 
Com isso, ele pode ser rastreado e bloqueado à distância, sem a interferência do motorista.

Outro grande diferencial de mercado do FleetBoard é a sua montagem de fábrica, o que possibilita que já saia ativado e com os valores na nota fiscal. 

Isso permite a sua inclusão em qualquer modalidade de financiamento, como Finame, CDC, Programa Mais Alimentos e outros.

Entre os grandes benefícios proporcionados pelo FleetBoard destaca-se ainda, em situações reais de uso no Brasil, a possibilidade de redução de até 15% do custo operacional, considerando consumo e manutenções, com maior disponibilidade da frota, o que resulta em mais rentabilidade para o cliente. 

O sistema oferece mais vantagens, como diagnóstico remoto de falhas e manutenção preventiva, proporcionando assim uma redução dos custos de manutenção.

UM DOS PAÍSES CAMPEÕES DE ACIDENTES DE TRÂNSITO, NAS ESTRADAS E NAS CIDADES É SEM DÚVIDA O BRASIL E AS CAUSAS DESSE DESEMPENHO, LAMENTÁVEL, SÃO RODOVIAS EM MAU ESTADO, MAL SINALIZADAS, VEÍCULOS MUITOS DELES INSEGUROS E DIRIGIDOS POR ,MOTORISTAS IRRESPONSÁVEIS. PARA AJUDAR A REVERTER ESSE INFELIZ QUADRO A VOLVO ESTÁ PROMOVENDO NO BRASIL O PROJETO ZERO ACIDENTES, LANÇADA NA EUROPA E QUE VISA EVITAR ACIDENTES ENVOLVENDO OS VEÍCULOS QUE FABRICA.


A Volvo aderiu, no Brasil, à visão Zero Acidentes lançada recentemente pelo Grupo Volvo na Europa, que tem como ideal de futuro zero acidentes envolvendo seus veículos. 

Para atingir esta meta o Programa Volvo de Segurança no Trânsito (PVST) está desenvolvendo uma série de ações para engajar os concessionários da marca, clientes, transportadores, funcionários, fornecedores, governo e a sociedade na visão de zero acidentes.


“Mesmo com os veículos considerados os mais seguros do mercado, sabemos que eles, isoladamente, não podem evitar todos os acidentes. Queremos somar esforços. Para atingir este ideal de futuro é importante contar com o envolvimento das empresas e entidades do setor de transportes, que serão diretamente beneficiadas pelo aumento da segurança e redução de prejuízos humanos e financeiros decorrentes dos acidentes”, destaca Anaelse Oliveira, responsável pelo Programa Volvo de Segurança no Trânsito.

As ações para atingir esta meta serão desenvolvidas pelo Programa Volvo de Segurança no Trânsito (PVST), que terá como foco de atuação o transporte comercial. 

“É uma meta bastante ousada e desafiadora, que traduz e reforça o compromisso da marca com a segurança no transporte comercial. No Brasil, com o Programa Volvo de Segurança no Trânsito, fomos pioneiros em reunir a sociedade para desenvolver ações que contribuam com o aumento da segurança, e este objetivo se mantém com uma visão ainda mais ousada”, afirma Solange Fusco, gerente de Comunicação Corporativa do Grupo Volvo América Latina.

Para engajar os públicos estratégicos serão realizadas campanhas de mobilização, eventos nacionais e regionais que promovam o debate sobre temas voltados à segurança no transporte comercial. 

O Prêmio Volvo de Segurança no Trânsito, que há anos reconhece e valoriza práticas que contribuam de forma eficaz para a redução de acidentes com veículos comerciais.


Além disso, o PVST dará continuidade à publicação de pesquisas e livros sobre o tema; atualização do Atlas da Acidentalidade, que traz um panorama dos acidentes nas principais rodovias federais do país; e da realização de treinamentos como o Programa TransFormar, que tem como foco desenvolver os motoristas profissionais para que adotem comportamentos seguros e se tornem gerenciadores de riscos.

A promoção do Zero Acidentes é ainda uma contribuição da Volvo/PVST para a Década Mundial de Ações para a Segurança no Trânsito, promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU) e coordenada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que tem o objetivo de reduzir em 50% a taxa mundial de fatalidades no trânsito até 2020.

Informações relacionadas à visão Zero Acidentes e dicas sobre como cada um pode contribuir para atingir esta meta pode ser acessado no portal e no Facebook do PVST pelos endereços: www.volvo.com.br/pvstwww.facebook.com/pvstbr.

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