Pesquisar este Blog do Arnaldo Moreira

segunda-feira, 21 de julho de 2014

O MUNDIAL DE RALI DA ESPANHA TERMINOU NESTE DOMINGO COM A EQUIPE MITSUBISHI PETROBRAS EM 6º LUGAR


Guilherme Spinelli e Paulo Fiuza, da Equipe Mitsubishi Petrobras, terminaram o rali Baja Aragon, na Espanha, em sexto lugar. Depois de um prólogo desafiador, com chuva, e quatro especiais somando quase 700km, a dupla alcançou uma boa posição na classificação geral. 

"Ficamos entre os dez em um grid com as melhores equipes e duplas da atualidade", celebra Guiga, que não disputava um rali desde o Dakar, em janeiro.

"O ASX Racing estava muito bem e também precisei me acostumar a ele, que evoluiu bastante", explica. 


"Andamos em um ritmo mais forte do que ontem, mas sempre pensando que na próxima sexta-feira o carro embarca para o Brasil para o Rally dos Sertões. A prova foi perfeita como treino para nosso próximo desafio, já que as especiais foram parecidas com o que encontraremos no Brasil", conta o piloto Guiga.

Ao lado do navegador Fiuza, ele ganhou duas posições durante as especiais de hoje. "O Paulo foi perfeito. Nunca tínhamos trabalhado juntos, mas funcionou muito bem. Ele com certeza é um dos melhores da atualidade."


"Gostei muito da prova. Foi dura, mas no modo geral muito boa. O carro é fantástico e foi ótimo testá-lo para o Sertões. O balanço é positivo", fala Fiuza, que já foi campeão português de rali cross-country, além de ter ficado entre os cinco melhores no Rally Dakar deste ano e vencido diversas etapas do Mundial de Rali.

"Embora eu sempre busque a vitória, saio desse mundial de rali bastante satisfeito com o que fizemos", conclui Guiga, que está pronto para o Rally dos Sertões - a competição começa dia 23 de agosto, em Goiânia, e terá mais de 1600 quilômetros de especiais entre os Estados de Goiás e Minas Gerais.


Baja Aragon - Espanha
Com mais de 700 quilômetros de especiais, o Baja Aragon tem algumas características bem diferentes dos ralis que a Equipe correu ultimamente. 

Na sexta-feira, há o prólogo. No sábado, duas especiais, uma de manhã, mais curta, e outra à tarde, mais longa. 


E, no domingo, as duplas percorrem novamente esses dois trechos. A prova é uma das tradicionais de cross-country, parte do Campeonato Mundial.

Classificação Geral
1. Nani Roma/Michel Perin
2. Orlando Terranova/Moises Torrallardona
3. Martin Kaczmarski/Tappio Suominen
6. Guilherme Spinelli/Paulo Fiuza - Equipe Mitsubishi Petrobras.


A 4ª ETAPA DA SPRINT RACE 2014, QUE TERMINOU, NESTE DOMINGO, COM A CORRIDA PRELIMINAR DA F-TRUCK. PRÓXIMA CORRIDA SERÁ EM CURITIBA, DIA 24 DE AGOSTO.

Gustavo Martins, primeiro colocado da PRO, na primeira corrida.
A quarta etapa da Sprint Race chega ao fim de sua primeira metade da terceira edição com quatro vencedores diferentes na rodada dupla preliminar da Fórmula Truck. 

Nos pódios pela categoria PRO, Gustavo Martins venceu a primeira e Yago Cesário a segunda corrida e, na GP, Marcelo Maiolli garantiu a ponta na primeira e Kau Machado ficou com o lugar mais alto no pódio na segunda.

O público que passou de 40 mil pessoas e que lotou as arquibancadas do Autódromo Zilmar Beux, na cidade de Cascavel (PR), pode conferir um grande show de velocidade nas duas disputas do campeonato de turismo nacional. 


Kau Machado, vencedor da PRO na segunda corrida.
Os pilotos se empenhavam nas retas e forçavam ultrapassagens de tirar o fôlego nas curvas do circuito de 3.058 metros de extensão.

O piloto de Porto Alegre, Gustavo Martins, largou na pole position nos dois grids e pela categoria PRO. 
"A corrida foi bacana, o Sprint está muito bom. Nas temporadas passadas era outro motor esse motor melhorou bastante, legal de andar. Consegui fazer um tempo bom nas duas classificações, pois aqui em Cascavel largar na pole ajuda, pois é difícil de ultrapassar", destaca.

Os gêmeos estiveram nos pódios, Yuri Cesário ficou com a terceira colocação na corrida de abertura e Yago Cesário subiu no lugar mais alto na segunda disputa. 

"Foi uma etapa especial e dá para o público conhecer o nosso trabalho e a categoria. O carro sempre esteve rápido tanto com meu irmão na primeira corrida, como comigo na segunda prova. Bom é sempre estar bem preparado, busquei manter minha posição e arrisquei algumas vezes ultrapassagem, mas o principal foi procurar fazer o melhor, pois a vitória não cai no colo de ninguém", declarou Yago.

Categoria GP

Marcelo Maiolli, carro 14
Marcelo Martiolli, veterano na Sprint Race, fez duas temporadas e no seu retorno à competição largou da pole position e venceu a primeira corrida pela GP com o veículo (#14). 

"Essa prova foi bacana, larguei na pole e consegui abrir uma distância boa na primeira parte antes do Safety Car, depois juntou o grupo, mas meu carro estava bem equilibrado e retomei uma vantagem de novo. É fantástico voltar a competir na categoria com o pé direito, porque quando chega em primeiro se quer mais e mais pódios", disse o piloto que fechou a segunda bateria em quarto na categoria e deve continuar o restante da temporada.

Kau Machado vencedor da GP na segunda corrida.
Na segunda disputa que teve largada às 11h25, Kau Machado que largou dos boxes fez uma brilhante corrida de recuperação e fechou em primeiro. 

"Sensacional poder vencer uma prova como esta em Cascavel e ainda com esse público que veio torcer e ver a Sprint Race e a Fórmula Truck. Foi uma vitória da determinação, os mecânicos foram ótimos, fizeram um trabalho rápido de ajustes depois da primeira corrida com o meu companheiro Fábio Brecálio. Estou muito contente", contou Kau.

Resultado da rodada dupla da quarta etapa
Corrida 1
01) 10 - Gustavo Martins (RS), PRO
02) 79 - Flávio Lisboa (PR), PRO
03) 16 - Yuri Cesário (GO), PRO
04) 08 - Marco Garcia (PR), PRO
05) 27 - Gustavo Frigotto (PR), PRO
06) 14 - Marcelo Maiolli (SP), GP
07) 04 - Matheus Biriba (SP), PRO
08) 15 - Caito Vianna (SP), PRO
09) 39 - Marcelo Rodriguez (PR), GP
10) 96 - Flávio Lisboa Junior (PR), GP

Corrida 2


01) 16 - Yago Cesário (GO), PRO
02) 79 - Flávio Lisboa (PR), PRO
03) 15 - Caito Vianna (SP), PRO
04) 44 - Kau Machado (PR), GP
05) 17 - Daniel Kaefer (PR), PRO
06) 07 - Adriano Amaral (SP), GP
07) 27 - Gustavo Frigotto (PR), PRO
08) 39 - Eduardo Serratto (PR), GP
09) 14 - Marcelo Maiolli (SP), GP
10) 73 - Afonso Rangel (PR), GP

Calendário da Sprint Race 2014

27/04 - 1ª etapa - São Paulo/SP
18/05 - 2ª etapa - Santa Cruz do Sul/RS
22/06 - 3ª etapa - São Paulo/SP
20/07 - 4ª etapa - Cascavel/PR
24/08 - 5ª etapa - Curitiba/PR
21/09 - 6ª etapa - Londrina/PR
09/11 - 7ª etapa - Curitiba/PR (oval)
07/12 - 8ª etapa - Curitiba/PR.

Flávio Lisboa, segundo colocado nas duas corridas (PRO)

domingo, 20 de julho de 2014

NORDESTE RECEBERÁ A PRÓXIMA TEMPORADA DO RALI DE REGULARIDADE MITSUBISHI MOTORSPORT. PRIMEIRA PROVA SERÁ DIA 26 DE JULHO, EM ARACAJU.


A temporada Nordeste do Rali de Regularidade Mitsubishi Motorsports começará, no dia 26 de julho, em Aracaju (SE). 


A competição passará ainda por Natal (RN), Fortaleza (CE) e João Pessoa (PB) - serão quatro etapas repletas de emoção, belas trilhas e muita diversão com a família e os amigos.


E este ano, o Mitsubishi Motorsports que comemora 20 anos de existência será ainda mais especial: "É uma felicidade imensa. Temos um evento que viajará pelo País inteiro e atrairá participantes experientes e inexperientes à procura de emoções off-road e também de momentos alegres e inesquecíveis", conta Fernando Julianelli, diretor de Marketing da Mitsubishi Motors.

Para celebrar os 20 anos do Rali de Regularidade, os pilotos participarão, em todas as etapas, do sorteio de viagens para o incrível resort Cristalino Jungle Lodge, na Amazônia, com acompanhante.



O maior Rali de Regularidade monomarca do Brasil é dividido em três categorias 


Turismo Light, para duplas iniciantes, 
Turismo, para duplas com experiência intermediária, e 
Graduados, para pilotos e navegadores experientes. 

Podem participar veículos das linhas Pajero e L200, versões 4x4.



Omar Dantas, proprietário de uma L200 Triton, participa desde 2007 e correrá esta temporada ao lado do amigo Flavio França. 

"Espero que sejam provas dinâmicas, com terrenos variados, que exijam bastante da dupla. Quem é 4x4 gosta de desafios novos", explica o piloto, de Natal (RN). 

Terêncio de Albuquerque, também de Natal, concorda: "Gosto de participar por causa da competitividade. As duplas são muito boas".


Prêmios da temporada 2014
O piloto campeão da categoria Graduados/Nordeste irá com acompanhantes para o Camel Charme Resort, em Aquiraz, próximo de Fortaleza. 


Já o vencedor da Turismo/Nordeste ganhará um pacote para o Hotel Tankamana, em Itaipava, região serrana do Rio de Janeiro.

Mas muito além de conquistar a premiação, o objetivo principal dos competidores é se divertir e fazer amizades. 


"A gente tem amizades muito sólidas fora das pistas. O espírito de companheirismo é o que prevalece", conclui Omar Dantas. Já Terêncio aproveita para conhecer lugares novos: "Nos programamos para chegar sempre na sexta-feira cedo e passear."


Etapa de Aracaju (SE)
Na primeira etapa da temporada Nordeste, Aracaju voltará a receber a prova de regularidade. 


Os competidores enfrentarão dunas e piso arenoso - e poderão apreciar paisagens lindas durante o trajeto.

As inscrições começaram no dia 14 de julho, segunda-feira, e devem ser feitas no site: www.mitsubishimotors.com.br.

Mitsubishi Pró-Brasil - Ação Social
A Nação 4x4 da Mitsubishi também está envolvida no espírito de solidariedade e cidadania com a ação social Mitsubishi Pró-Brasil. 


Desde 1994 foram arrecadadas mais 900 toneladas de alimentos, em doações através das inscrições. 

Para participar das provas, os competidores fazem a doação, por carro, de 30 quilos de alimentos não perecíveis e seis produtos de higiene, que serão destinados a associações da cidade.

Visando o crescimento de ações sociais, a Mitsubishi firmou parceria com a Casa Hope, que apoia crianças e adolescentes com câncer. 


Todos os participantes do rali podem doar qualquer valor para o Pedágio Solidário Casa Hope - 100% da arrecadação é revertida para a instituição.

Acompanhe as novidades dos ralis Mitsubishi através do Facebook.com/MundoMit. Para mais informações e inscrições, acesse www.mitsubishimotors.com.br.

O Mitsubishi Motorsports Nordeste tem patrocínio de Itaú, Axalta, Mit Financiamentos, GW Logistics, Mangels, Pirelli, W.Truffi Blindados, Flamma, Transzero, MAPFRE, Tecfil, Lubrax, Clarion, Unirios, Pilkington, Columbia, Artfix, Crocs e Itaipava.


Credenciamento de Imprensa
O credenciamento de Imprensa para o Mitsubishi Motorsports pode ser feito por meio do email: imprensa@mmcb.com.br


Os interessados devem enviar o nome do veículo e os dados completos do jornalista.

Calendário 2014
 

Aracaju (SE) - 26 de julho
Natal (RN) - 13 de setembro
Fortaleza (CE) - 1 de novembro
João Pessoa (PB) - 29 de novembro

O DIA DO AMIGO COMEMORA-SE, H0JE, NO MUNDO, E TARCÍSIO DIAS, NOSSO COLUNISTA, APROVEITA E LEVA AS PESSOAS A PENSAR: QUEM É O MELHOR AMIGO DO MOTORISTA? E CONSIDERA QUE É O CINTO DE SEGURANÇA. É VERDADE, TRATA-SE DE UM EQUIPAMENTO EXTREMAMENTE IMPORTANTE QUE, PORÉM, MUITA GENTE, AINDA RESISTE EM USAR COM A DESCULPA DE QUE "INCOMODA". MAS SIGA SEMPRE O CONSELHO DE TARCÍSIO E DO BLOG: USE SEMPRE O CINTO DE SEGURANÇA, INCLUSIVE NO BANCO TRASEIRO.




MECÂNICA ONLINE®

Nº 73  — 20 / 07 / 2014


O melhor amigo do motorista

20 de julho. No Dia Internacional da Amizade, ou Dia do Amigo, descubra o verdadeiro amigo do motorista

Qual o melhor amigo do homem? Para muitos a resposta será certa: os cães. Logo surgem comparações com as pessoas e suas atitudes e comportamentos. 

Mas considerando que comemoramos no dia 20 de julho o Dia Internacional da Amizade, ou como definimos o dia do Amigo, quem seria, então, o melhor amigo do motorista? Motorista esse que também comemora seu dia no próximo 25 de julho.

Talvez seu veículo seja o elemento chave, pois sem ele não haveria motorista. Oportuna ideia pois não adiantaria existirem rodas, pneus, motores e suspensões, mas ainda assim, o veículo comporta seu motorista e vice-versa, ou seja, precisam um do outro para existirem, pelo menos por enquanto. Vem aí os veículos autônomos!

Para muitas pessoas, alguns programas que auxiliam na condução, informando em tempo real a situação das vias, acidentes e até mesmo a presença policial podem surgir como primeira opção quando perguntados sobre o melhor amigo do motorista. 

Facilitar o trânsito, melhor a dinâmica do dia-a-dia, tudo bem, mas como interferência na segurança do próprio e dos demais motoristas pode não ser uma boa alternativa.

Agora sim, vamos acertar em cheio: o manual do veículo! Está lá, normalmente no porta-luvas, com todas as informações do veículo, tim-tim por tim-tim, revelando seus segredos e melhores formas de utilização. 

Não tem como negar sua importância. É o primeiro, ou pelo menos deveria, a ser pego pelo motorista ao receber seu veículo, no primeiro contato, como principal fonte de consulta sobre seu carro. 

Mas muitas vezes ele passa e vai passando despercebido. Fica esquecido e serve apenas na hora da revenda para mostrar que está ali: possui até o manual original! Não se trata um amigo assim.

Não há dúvidas que o melhor amigo do motorista é o cinto de segurança. Sempre próximo ao seu amigo, passando bem pertinho do seu coração, ele que antigamente foi ignorado, hoje é peça mínima na garantia da segurança, funcionando de forma simples. 

Pode ser o grande diferencial na hora de minimizar as consequências de um acidente, ou, até mesmo, de salvar uma vida.

É ele que impede que o corpo seja lançado para fora do carro ou entre em choque com o volante e outras partes duras do veículo, em caso de colisões. 

Ainda assim, pode ser esquecido por alguns, principalmente pelos passageiros que estão no banco traseiro. 

Cabe ao motorista conferir se todos estão utilizando o cinto. Mas ainda vemos histórias de motoristas que não querem esse aperto amigo.

Na verdade o fiel amigo é aquele que você sempre leva junto. Independente para onde seu veículo seguir, lá vão eles: você, o motorista e seu amigo, andando sempre juntos, quer para o trabalho, para a praia ou mesmo para a serra. Chuva ou sol, inverno ou verão.

É assim que fortalecemos uma amizade. Nada de deixar o amigo em casa. E amigo mesmo, de verdade, nunca é um atrapalho, mesmo que às vezes ele pareça não ser útil, você diz: bora, estamos juntos! 

É a força da amizade, e essa relação entre o motorista e o banco traseiro do veículo ainda vai perdurar por muitos e muitos anos, pois amigos, uma boa amizade é para sempre! Feliz Dia do Amigo para você. Obrigado por seu carinho e prestígio.
____________________________________
Tarcisio Dias – Profissional e Técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânica com habilitação em Mecatrônica e Radialista, é gerente de conteúdo do Portal Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) e desenvolve a Coleção AutoMecânica.
E-mail: redacao@mecanicaonline.com.br

Coluna Mecânica Online® - Menção honrosa (segundo colocado) na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo 2013, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade.

GM COMEMORA A MARCA DE 2,5 MILHÕES DE CARROS PRODUZIDOS NA FÁBRICA GAÚCHA DE GRAVATAÍ., DE ONDE SAEM QUASE 400 MIL VEÍCULOS POR ANO. NESSA LINHA DE MONTAGEM A GM PRODUZ OS MODELOS PRISMA, ONIX E CELTA.


Gravataí, RS – O complexo industrial da GM, em Gravataí, comemora neste domingo, dia 20 de julho, 14 anos de atividades e a marca de 2,5 milhões de carros produzidos. 

Com capacidade fabril de até 63 unidades por hora, em três turnos, a fábrica é atualmente a maior da empresa no hemisfério Sul.

Inaugurado em 2000 com um conceito inovador de condomínio industrial --por reunir os principais fornecedores próximo à linha de montagem--, o complexo de Gravataí serve desde então de modelo para diversas companhias em todo o mundo.

Atualmente o parque conta com 19 empresas sistemistas e aproximadamente 8.000 trabalhadores envolvidos na produção e na montagem de três modelos Chevrolet: os hatches Onix e Celta e o sedã Prisma, todos pertencentes ao segmento de carros compactos, o maior do Brasil.

Para acompanhar o crescimento do mercado nacional, que praticamente dobrou de tamanho nestes últimos 14 anos, a GM promoveu no período duas grandes ampliações. 


A primeira, em 2006, com o lançamento do Prisma, a capacidade produtiva passou de 120 mil para 230 mil unidades anuais. 


Já a última, concluída em 2012 com a chegada do projeto do Onix, trouxe a capacidade para os padrões atuais: até 380 mil carros por ano.

“Esta é uma fábrica que foi planejada para crescer e ser referência, e os números comprovam isso”, destaca Marcos Munhoz, vice-presidente da GM do Brasil.

Sustentabilidade

Paralelamente ao desenvolvimento da fábrica, o conceito de preservação do meio ambiente consolidou-se como outro valor-chave na operação da unidade.


Além de manter uma área de preservação ambiental de 50,3 hectares anexa ao complexo, a fábrica tornou-se a primeira da companhia no país a reciclar 100% dos resíduos industriais gerados a partir do seu processo produtivo, por meio da implementação do Programa Zero Aterro (LandfillFree).

Uma espécie de cidade da GM no Rio Grande do Sul, o complexo de Gravataí tem cerca de 40 ruas, algumas batizadas com nomes de modelos Chevrolet, como Corsa, Vectra, Opala, Monza e Omega.

O local abriga ainda restaurantes, agências bancárias, farmácia, loja de conveniência e ambulatório, por exemplo. 


Há também estação de tratamento de efluentes, reservatório de água e até subestação de energia elétrica.

O complexo industrial da GM também trouxe desenvolvimento econômico para todo o entorno. 


O orçamento do município em 1997, antes da implantação da fábrica, era de R$ 37 milhões, ante R$ 650 milhões da previsão de 2014. 

Hoje, Gravataí possui o quinto maior PIB (Produto Interno Bruto) entre as cidades do Rio Grande do Sul e a quarta posição em arrecadação de ICMS.

Além da unidade desta unidade no Sul do país, a GM possui duas fábricas de veículos no Estado de São Paulo: uma em São Caetano do Sul e a outra em São José dos Campos. 


No ano passado, a empresa produziu 680,7 mil carros, sendo 15% para exportação.

Cronologia de sucesso
17/03/1997
- Anúncio do município de Gravataí como sede do Complexo da GM


20/07/2000 - Inauguração oficial do Complexo Industrial Automotivo de Gravataí (Ciag)


02/09/2000 - Lançamento do Chevrolet Celta

20/05/2005 - Produção do Celta 500.000

01/10/2006 - Lançamento do Chevrolet Prisma (1ª ampliação da planta)

20/05/2008 - Produção do carro “um milhão”


09/06/2010 - Início oficial das obras do Projeto Onix (2ª ampliação da planta)


27/08/2010 - Produção de 1,5 milhão de veículos


30/10/2012 - Lançamento do Chevrolet Onix Hatchback


13/12/2012 - Produção do veículo “dois milhões”


26/02/2013 - Lançamento do novo Chevrolet Prisma


24/05/2013 - Produção dos 2,1 milhões de veículos


16/07/2013 - Lançamento das versões 2014 dos Chevrolet Onix e Prisma e
introdução da transmissão automática nos dois modelos equipados com motor 1.4


20/07/2014 – Aniversário de 14 anos da Fábrica de Gravataí

sábado, 19 de julho de 2014

A NISSAN APRESENTOU UM CALENDÁRIO DE LANÇAMENTO DA TECNOLOGIA DE AUTOMAÇÃO DE VEÍCULOS QUE, SEGUNDO O PRESIDENTE DA MONTADORA, CARLOS GHOSN, AJUDARÁ A ACELERAR A DOAÇÃO DOS SISTEMAS DE UNIDADE AUTÔNOMA PARA O CONSUMIDOR. NOS PRÓXIMOS QUATRO ANOS, QUE INCLUEM PISTAS AUTOMATIZADAS E SISTEMAS DE GESTÃO DE TRÁFEGO RODOVIÁRIO. ENFIM... O FUTURO CHEGANDO?


Yokohama – Carlos Ghosn, presidente e CEO da Nissan Motor Company, anunciou o calendário de lançamento das mais recentes tecnologias de automação de veículos, que vão ajudar a acelerar a adoção dos sistemas de unidade autônoma para os consumidores.

De acordo com o CEO da Nissan, as novas tecnologias que serão introduzidas ao longo dos próximos quatro anos, que incluem controles de pistas automatizadas e sistemas de gestão do tráfego rodoviário, demonstrarão aos consumidores a viabilidade e o valor dos sistemas de unidade autônoma, que a Nissan pretende tornar comercialmente viável em 2020.

As tecnologias de unidade autônoma, que estão sendo introduzidas progressivamente pela Nissan, são projetadas para melhorar as condições de segurança rodoviária e de condução ao automatizar as tarefas diárias para os motoristas. 




Ao contrário de projetos-piloto para veículos completamente autocondução, atualmente passando por testes preliminares, os carros autônomos da Nissan dão aos motoristas a oportunidade de permanecer no controle.

"Até o final de 2016, a Nissan vai disponibilizar as próximas duas tecnologias em sua estratégia de unidade autônoma", disse Ghosn. 


"Vamos trazer para o mercado um projeto de piloto de engarrafamento, tecnologia que permitirá a condução de forma autônoma - e com segurança – dos veículos em congestionamentos em estradas. No mesmo prazo vamos fazer com que o sistema de estacionamento totalmente automatizado esteja disponível em uma ampla gama de veículos", acrescentou.

Em discurso no Clube de Correspondentes Estrangeiros do Japão, o executivo acrescentou: "Depois, em 2018, serão introduzidos controles de várias pistas, permitindo que carros possam gerenciar por conta os perigos e mudanças de faixa. E, antes do final da década, vamos introduzir interseção-autônoma, que vai permitir aos veículos 'negociar' com a sinalização de trânsito em um cruzamento, por exemplo, sem a intervenção do motorista".

A Nissan está na vanguarda dos esforços da indústria para introduzir uma maior automação nos veículos, destinada a aliviar os motoristas de tarefas "simplórias", reforçando simultaneamente a segurança, reduzindo o congestionamento e ajudando a reduzir as emissões.

"Na busca desses objetivos, a Nissan deve aproveitar as oportunidades de crescimento criadas pelas grandes tendências socioeconômicas que estão afetando o mundo da indústria do automóvel", acrescentou Ghosn.


O CEO da Nissan previu que quatro delas irão conduzir a demanda por mais tecnologias autônomas; por mais veículos de emissão zero, como o Nissan LEAF, veículo elétrico mais vendido do mundo, e uma maior conectividade dentro do carro.

"O primeiro é a ascensão das megacidades mundiais, que está aumentando a necessidade de inovações para aliviar o congestionamento, reduzir emissões e melhorar a gestão do tráfego", disse Ghosn. 


"Em segundo lugar está a demanda crescente por conexões no carro que atendam ou superem as expectativas da geração digital. Nossos veículos devem ser tão conectados como os smartphones e tablets que esta geração utiliza diariamente", revelou.

"Em terceiro lugar há a necessidade de reduzir a distância entre as gerações, fornecendo veículos que chamem a atenção da crescente população mundial de idosos. Esses consumidores querem tecnologias e sistemas automatizados que lhes permitam conduzir com segurança e por mais tempo", esclareceu.

"Finalmente, a quarta tendência é a necessidade premente de abraçar a diversidade. Isso significa reconhecer o papel vital que as mulheres desempenham como consumidoras, tomadoras de decisão e gestoras em toda a indústria automobilística", anunciou.

Em um amplo discurso sobre as novas tecnologias e as mudanças demográficas do mercado, Ghosn disse que a empresa espera que mais de 1,5 milhão de veículos Nissan estejam conectados a sistemas avançados de comunicação no próximo ano, utilizando sistemas baseados em 'nuvens' para oferecer melhor acesso aos meios de comunicação, aplicativos de entretenimento e softwares de reconhecimento de voz, entre outros serviços.

Ghosn também previu que tais serviços e a maior automação dos veículos se tornarão mais importantes em meio ao crescimento das cidades com mais de 10 milhões de habitantes; com o aumento do uso de estradas e a necessidade de se reduzir congestionamentos e emissões. 


Ele citou ainda as demandas de motoristas mais jovens para uma melhor conectividade dentro do carro; a necessidade de oferecer mais automação para a geração mais velha e criar design e desempenho mais sintonizados com as mulheres, que representam uma grande proporção na compra de automóveis novos.

"A Nissan vai ser parte da solução de transporte no crescente número de megacidades. Vamos continuar a fazer nossos carros mais conectados. Pretendemos liderar o segmento de automóveis autônomos de passeio. Além disso, em todas as partes do negócio, estamos reconhecendo as necessidades únicas de motoristas idosos e o impacto e a influência dos clientes do sexo feminino", ressaltou.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

NOSSO COLUNISTA DE ANTIGOMOBILISMO, RICARDO CAFFARELLI FALA SOBRE UM DOS CARROS MAIS CONFIÁVEL E DE ALTA DURABILIDADE: UM SEDÃ VOLVO 740, MAS MOVIDO A DIESEL, VINDO PARA O BRASIL QUANDO VEÍCULOS USADOS PODIAM SER IMPORTADOS. O CARRO SÓ TINHA UM DEFEITO SEGUNDO CAFFARELLI: FALTAVA O AR CONDICIONADO.



Volvo 740 D - O quadradão quase indestrutível e insubmergível 


Por Ricardo Caffarelli


Em meu último artigo, escrevi sobre a Mercedes 250 T 1980, bege, a primeira station-wagon da Mercedes que fez muito sucesso em todo mundo. 

Desta vez escolhi um verdadeiro tanque de guerra ou seria um submarino? Até o final da matéria vocês descobrirão.

O Volvo 740 D da família Caffarelli durante um passeio pelo Recreio dos Bandeirantes
Feio, sim, muitos vão concordar (embora seu design tenha a assinatura da famosa casa italiana BERTONE – modelo 780), mas se você pudesse passar uns dias com ele, tenho certeza que sua opinião iria mudar, pelo menos o veria por um outro ângulo.

Numa época em que começaram a trazer muitos carros importados usados, um conhecido nosso nos ofereceu este sedã que chamou a atenção do meu pai pelo fato de ser um sedã a Diesel. 

Os brasileiros não estão acostumados com “carros de passeio” movidos a Diesel até porque é proibido por lei a comercialização deste tipo de veículo sempre com a desculpa de que no Brasil o valor de venda do óleo diesel é subsidiado e que seu uso é destinado a veículos de grande porte como caminhões e ônibus. Os utilitários aqui também é que encontraram uma brecha e acabaram sendo incluídos nessa lista.

Sendo assim circulam no País poucos exemplares deste tipo de carro. A maioria trazidos por embaixadas ou consulados.

Hoje, se você quiser comprar um carro pequeno a Diesel só adquirir uma Land Rover Freelander 2, por exemplo, ou um sul-coreano de nome esquisito, Ssangyoung. 

Há pouco tempo também havia alguns modelos da Kia, mas na Europa é muito comum ver Opel-Corsa, Peugeot 206, entre muitos outros pequenos com motores a Diesel.

O motor a Diesel é o que tem a maior eficiência energética que existe (relação de quantas calorias ele consome versus o que ele produz). 

Claro que no passado os motores a Diesel eram muito ruidosos, pesados, com baixa potência mas hoje em dia estão muito desenvolvidos. Num carro moderno você quase não percebe a diferença.

Então, um dia no início dos anos 90, subindo para Petrópolis nos deparamos com esse carro branco, de linhas sóbrias. 

Depois de uma pequena volta, meu pai ficou satisfeito e comprou sem nem pensar se teria problemas no futuro com a documentação pois tratava-se de um importado usado. 

Veio por Fortaleza onde na época havia uma liminar que autorizava a entrada desses carros e sua nacionalização.

Acho que o fato que mais chamou a atenção do meu pai foi a disposição desse motor a diesel.

Já tínhamos adquirido uma Mercedes 300 D sedan, com motor cinco cilindros, cambio mecânico, bastante econômica mas que ficava a desejar em termos de desempenho.


Este volvo tinha um motor seis cilindros em linha aspirado e girava quase igual um motor a gasolina.

O vendedor logo comentou, fiquem tranquilo com relação a peças para o motor. Esse motor é igual ao da Kombi a diesel só que com dois cilindros a mais.

Ufa, menos mal.

E embarcamos de Volvo.

Era um modelo básico da linha (o top tinha a sigla GLE). Sendo assim tinha rodas com bonitas calotas, direção hidráulica, confortáveis bancos de couro e só! Nada de vidros, travas, bancos elétricos... 

Não tinha nem ar condicionado, seu maior pecado. Mas numa época em que as geleiras estavam ainda inteiras e no Rio de Janeiro havia uma estação chamada inverno, conseguíamos usar bem o automóvel. Bom isolamento térmico e acústico e a cor branca é claro também ajudavam.

Excelente ergonomia, uma direção hidráulica leve “ma non troppo”, uma ótima estabilidade, freios a disco nas 4 rodas, tração traseira, cinco marchas bem escalonadas e na estrada, pasmem, cansei de andar a 160 km/h com o carro completamente estável.


Seu motor Volkswagen (código D24) produzia 80 Bhp a 4.800 rpm, 14,3 kgf de torque a 2.800 rpm. Com uma taxa de 23:1 (muito alta) e seu delicado cabeçote de alumínio, tivemos uma vez que abrir e soldar uma pequena rachadura entre um cilindro e outro. 

Além disso, apenas umas velas de aquecimento para partida a frio (compradas na VW) e nada mais.

Havia também uma opção de motor turbo-diesel que atingia 109 bhp. Deveria ser melhor ainda.

Com um tanque de 60 litros e um baixo consumo, sua autonomia era surpreendente. Até os frentistas dos postos de gasolina ficavam perplexos. Tínhamos de avisar antes que era Diesel senão colocariam gasolina.

Então, chegou a hora do submergível. Morávamos em São Conrado e infelizmente numa bela madrugada choveu torrencialmente na cidade. 

No condomínio onde morávamos já haviam acontecido alguns alagamentos tanto que quando construímos nossa casa nova, a fizemos num nível bem acima do nível da rua, inclusive a garagem. 

O problema é que a mesma vivia lotada e então tínhamos que “espalhar” os carros pelo condomínio. 

Em torno de seis da manhã, meu pai bate na porta do quarto, eu acordo assustado com a batida e com o barulho da chuva. 

Abro a janela do meu quarto e já vejo a rua alagada com cerca de dois palmos d´água. Coloco a primeira roupa que vejo na frente e desço para começar a tirar os carros. 

Um dos primeiros foi um Honda novinho CR-X (um dois lugares targa) e um BMW 325-i zero também. 

Levei-os para uma parte mais alta da rua, entretanto não tivemos tempo de tirar o Volvo, até porque também não acreditamos que a água iria chegar até ele. Mas a chuva foi implacável e o Volvo ficou só com o teto para fora d´água. 

Até um caminhão Ford Cargo, baú enorme que usávamos para transportar carros ficou com água até metade do para-brisa. Na parte mais baixa da rua a água chegou a quase 2 metros de altura.

Vendemos o Volvo do jeito que estava. Trocamos o óleo e não foi difícil que o motor funcionasse, mas o interior ficou sujo e temendo pela parte elétrica vendemos o 740 D.

Passados uns anos reencontrei o Volvo na mesma oficina em Petrópolis. Estava lá bonitão de novo. O dono da oficina havia o recomprado e reparou o seu defeito mais grave, a falta de um ar condicionado.

O carro estava apresentável, com poucos detalhes “adaptados” de outros carros como as calotas, manopla do câmbio, luz da cabine...

Depois nunca mais vi o carro. Aliás, é muito difícil encontrar Volvos da série 700, no Brasil, mas se encontrar um e estiver em bom estado, compre! 


Um carro barato e de excelente qualidade e durabilidade. Por curiosidade pesquisei na internet e encontrei um com 62.000 km, aparentemente, em ótimo estado por 1.500 Euros... só que está na França. Alguém se arrisca? Fica aqui a dica!

Espero que tenham gostado e até à próxima.

Um abraço.

AUDI COMEMORA SEIS MILHÕES DE CARROS COM TRAÇÃO QUATTRO ESTABELECENDO NOVO MARCO DE PRODUÇÃO DA MONTADORA ALEMÃ.


Comemoração na Audi: a marca atinge hoje a produção de seis milhões de unidades equipadas com tração integral quattro. 

O carro que assinala esta marca sai da linha de montagem da fábrica de Ingolstadt, um ano e meio após o número de modelos com a tração quattro ter superado cinco milhões de unidades. Será um Audi SQ5 3.0 TDI quattro cinza metálico, destinado a uma família nos Estados Unidos.

O novo recorde de produção representa o sucesso global da tecnologia Audi quattro. Desde o lançamento do primeiro Audi com tração permanente nas quatro rodas, em 1980, essa tecnologia conquistou as estradas do mundo. 




Com aproximadamente 170 versões quattro, a Audi oferece a maior seleção de veículos com tração nas quatro rodas entre as fabricantes de veículos premium.

"Dinamismo e esportividade, o máximo em precisão técnica e segurança – esses são os detaques da tecnologia Audi quattro. Mais de 30 anos atrás, ela foi reconhecida como pioneira. Hoje, é sinônimo de progresso tecnológico", declara o dr. Hubert Waltl, membro do conselho de direção da AUDI AG para a área de Produção. 




Em fevereiro de 2013, a Audi comemorou a produção de cinco milhões de carros com tração integral permanente. Apenas um ano e meio depois, a empresa atinge a marca dos seis milhões. 



 "Seis milhões de Audis quattro é um feito extraordinário! Os trinta anos de sucesso desta tecnologia são resultado do trabalho de nossa equipe de produção, que tem implementado consistente e eficientemente o sistema de produção da Audi”, detalha Waltl.

"O conhecimento de nossos colegas no campo da tração integral é impressionante. Ele mostra o fundamento de nosso lema "Vorsprung durch Technik" (o avanço pela tecnologia) e contribui de forma importante para a imagem da marca", afirma Peter Mosch, presidente do Conselho de Trabalhadores da Audi, ao cosiderar que "sem esta equipe qualificada e flexível não teria sido possível atingir esta marca em tão pouco tempo"
.




Em 2013, a Audi produziu um total de 710.095 automóveis com tração quattro. Nas duas fábricas da marca na Alemanha, em Ingolstadt e Neckarsulm, um total de aproximadamente dois mil carros com tração integral sai das linhas de montagem a cada dia. 

A tração integral conquistou clientes em todo o mundo: 44% dos compradores da marca Audi escolheram modelos quattro em 2013. Nenhum outro fabricante de carros premium vende mais carros com tração integral. 

O modelo quattro mais vendido foi o Audi Q5, seguido pelo Audi A4. A demanda por modelos da Audi com tração integral é especialmente forte nos Estados Unidos, Canadá, Rússia e Oriente Médio. 



Os modelos da Audi com tração quattro também tem grande procura na Alemanha: no primeiro semestre deste ano, a empresa produziu aproximadamente 61.150 unidades de modelos da Audi com tração quattro para o mercado alemão.

Com cerca de 170 versões quattro - com diferentes carrocerias, motores e transmissões - a Audi oferece a maior variedade de carros com tração integral entre todas as fabricantes de veículos premium. 


 A tecnologia quattro está disponível em toda a linha de modelos da marca. Os modelos Audi Q7, Audi R8, Audi A4 allroad, Audi A6 allroad e todos os modelos S e RS são fabricados apenas com tração quattro.

Em 1980, a marca apresentou a tração quattro pela primeira vez no Salão de Genebra, na Suíça, com o legendário Audi quattro original. 

Esse modelo, criado para ser produzido em pequena série, acabou sendo fabricado até 1991. Desde então, a Audi tem desenvolvido constantemente o sistema quattro.

A reputação internacional dessa tecnologia foi alimentada tanto por campanhas publicitárias como por conquistas no automobilismo esportivo: o anúncio de televisão em que um Audi 100 CS sobe uma pista de salto de esqui em Kaipola, na Finlândia, tornou-se uma peça cult, reproduzida por quase 30 anos. 


A conquista do piloto Walter Röhrl, em 1987, também é inesquecível. Ele estabeleceu um novo recorde com o Audi Sport quattro S1 na famosa corrida de montanha de Pikes Peak, no estado americano do Colorado. 

Sua relação de vitórias nas pistas inclui quatro primeiros lugares no Campeonato Mundial de Rally, três primeiros lugares em Pikes Peak, os títulos de pilotos e de marcas no campeonato TransAm (EUA), dois títulos no DTM (campeonato alemão de carros de turismo), 10 títulos no National Super Touring Car Championship e um na Touring Car World Cup. 

Após a tração integral ter sido excluída dos campeonatos de carros de turismo de série, em 1998, os carros com esta tecnologia só voltaram a competir em 2012. 

Com o Audi R18 e-tron quattro com tecnologia híbrida, a equipe Audi conquistou uma dupla vitória, que se repetiu nos anos seguintes, 2013 e 2014. 



No Campeonato Mundial de Endurance da FIA, a Audi levantou os títulos de pilotos e de marcas com o carro-esporte híbrido nos anos de 2012 e 2013.

EMBALADO PELO BOM DESEMPENHO COMERCIAL, CHEGA AO MERCADO A LINHA 2015 DO NOVO LOGAN NAS VERSÕES AUTHENTIQUE 1.0 16 V, POR R$ 32.290,00; EXPRESSION, TAMBÉM 1.0 POR R$ 37.990,00, O 16 V, E R$ 41.550,00, O 1.6 8V; E A DYNAMIQUE 1.6 DE 8 V, POR R$ 45.850,00.


Versão topo de linha Dynamique ganha banco de couro como opcional e versão de entrada Authentique passa a vir com direção hidráulica de série

Chega ao mercado a linha 2015 do Novo Logan, que desde seu lançamento se juntou ao Sandero entre os destaques de vendas da Renault no País.

No primeiro semestre, por exemplo, foram 21.164 emplacamentos registrados, 10.590 a mais que o mesmo período do ano passado, um crescimento de 99%.



“O Novo Logan chegou com um design que caiu no gosto do consumidor aliando a robustez da geração anterior e ainda inovação acessível, com equipamentos inéditos no seu segmento”, diz Gustavo Luis Schmidt, vice-presidente Comercial da Renault do Brasil.

A versão topo de linha Dynamique é um sucesso comercial e responde já por 30% do mix de vendas do sedã. Na linha 2015 passa a oferecer banco de couro como opcional.


O couro é perfurado na parte central dos bancos dianteiros e rematado com elegantes costuras em cinza claro.

Paralelamente à nova opção couro, os bancos da versão Dynamique de série, também recebem um novo tecido em tom carbono claro.

Na linha 2015, a versão Authentique 1.0 16V Hi-Power traz de série desembaçador traseiro, ar quente e direção hidráulica.

E a versão Expression 1.0 16V com motor 1.0 passou a trazer de fábrica ar-condicionado.


Além disso, o Novo Logan tem no espaço interior e qualidade de vida a bordo um de seus pontos mais fortes.

Graças à distância entre-eixos de 2,635 metros, cinco adultos viajam com muito conforto no sedã.

O espaço interno também é percebido no porta-malas, com uma enorme capacidade de 510 litros.

Na linha 2015, o Novo Logan continua sendo oferecido em três versões de acabamento (Authentique, Expression e Dynamique) e duas opções de motor: 1.0 16V Hi-Power e 1.6 8V Hi-Power.

A versão de entrada Authentique 1.0 16V sai por R$ 32.290, incluindo já a direção hidráulica.

As versões Expression 1.0 16V e 1.6 8V saem, respectivamente, por R$ 37.990 (já com ar condicionado) e R$ 41.550.

O topo de linha Dynamique 1.6 8V tem preço sugerido de R$ 45.850 – o opcional bancos de couro custa R$ 1.140.


Garantia
O Novo Logan 2015 mantém os benefícios da garantia de três anos de fábrica (ou 100 mil quilômetros).

As revisões previstas pela Renault devem ser feitas em intervalos de 10.000 quilômetros.

Manter o Novo Logan em ordem custa menos de R$ 1 por dia (para as versões sem ar-condicionado), dividindo-se o custo total do programa de manutenção pelo número de dias dos três anos de garantia.

ACESSE TODAS AS POSTAGENS E SAIBA TUDO SOBRE O MUNDO AUTOMOTIVO.