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sábado, 2 de agosto de 2014

GRUPO AUDI COMEMORA RECEITAS DE QUASE 27 BILHÕES DE EUROS


Apesar de condições desafiadoras e de um programa de investimentos recorde, a Audi entregou ótimos resultados na primeira metade de 2014. 

No período de janeiro a junho, a montadora sediada em Ingolstadt, estabeleceu um novo recorde com entregas de 869.355 veículos da marca. 

O Grupo Audi reportou, no primeiro semestre, receita de € 26.7 bilhões e lucro operacional de € 2.7 bilhões. 

Nos primeiros seis meses deste ano, a empresa obteve um retorno operacional sobre as vendas de 10% e alcançou, portanto, a extremidade superior do seu intervalo da meta estratégica de oito a dez por cento.

Durante a coletiva de imprensa realizada em Munique, o diretor Financeiro Axel Strotbek declarou que: “Apesar de enfrentar grandes desafios, a Audi tem mantido sistematicamente sua trajetória de crescimento de alta qualidade.” 



A Audi tem atraído clientes com sua atraente carteira de modelos. A empresa espera entregar globalmente a significativa marca de mais de 1.6 milhões de carros da marca este ano, superando mais uma vez o recorde do ano anterior.

De janeiro a junho, o Grupo Audi entregou a seus clientes 869.355 automóveis, o que representa um aumento de 11.4% (1S 2013: 780.467). 



A empresa vendeu 50% mais unidades da nova família A3 do que na primeira metade do ano passado. 

Ao mesmo tempo, os grandes modelos A6, A7, Q7 e A8 juntos registraram um aumento de 10.1% em termos de vendas unitárias.

Devido ao crescimento das entregas de veículos, as receitas aumentaram apesar dos efeitos cambiais negativos de 5.8%, para € 26.690 milhões (1S 2013: € 25.234).

Em consequência do crescimento do volume, assim como das maiores despesas com pesquisa e desenvolvimento de tecnologias inovadoras e novos produtos, o custo de venda do Grupo Audi nos primeiros seis meses deste ano cresceu cerca de 8% para € 21.870 milhões (1S 2013: € 20.190).

Ao mesmo tempo, os custos de distribuição subiram para € 2.419 milhões (1S 2013:€ 2.284). 

A empresa obteve um lucro operacional na primeira metade de 2014 de € 2.671 milhões (1S 2013: € 2.644).

O retorno operacional sobre as vendas para os primeiros seis meses foi de 10% (1S 2013: 10.5), e esteve assim na extremidade superior do intervalo da meta estratégica de oito a dez por cento. 



O Grupo Audi reportou um lucro antes dos impostos de € 3.102 milhões na primeira metade deste ano (1S 2013: € 2.974), equivalente a um retorno sobre as vendas de 11.6 por cento (1S 2013: 11.8). O lucro após os impostos totalizou € 2.323 milhões (1S 2013: € 2.178).

Axel Strotbek, diretor Financeiro da AUDI AG, declarou que: “Estamos realizando atualmente uma substancial antecipação de despesas que será compensada no médio e longo prazo”
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É por isso que a Audi aprovou o maior programa de investimentos da história da empresa no final do ano passado. 

Até 2018, um total de aproximadamente € 22 bilhões fluirá para novos modelos, tecnologias e a rede de produção global em contínua expansão. 

De janeiro a junho de 2014, a Audi investiu € 1.552 milhões nas suas operações comerciais (1S 2013: € 1.240), 25% mais do que o mesmo período no ano anterior.

Apesar das maiores despesas antecipadas, a Audi financiou completamente todos os seus investimentos com seu próprio fluxo de caixa das atividades operacionais, que cresceram nos primeiros seis meses do ano para € 3.712 milhões (1S 2013: € 3.236).

A liquidez corrente de € 15.324 milhões em 30 de junho de 2014 foi significativamente maior do que um ano atrás (30 de junho de 2013: € 13.536).


Em 2014, o Grupo Audi pretende crescer em todas as regiões do mundo e fortalecer sua posição de liderança tanto na Europa quanto na China. 

Dependendo das condições econômicas, a marca espera reportar um crescimento das receitas em todo o ano de 2014.

A expansão sistemática das estruturas de produção internacionais, a maior antecipação de despesas para novos modelos e tecnologias – e particularmente para cumprir as regulamentações relativas à CO2 cada vez mais rígidas no mundo todo – terão inicialmente um impacto negativo sobre os ganhos este ano. 

Ao mesmo tempo, o desenvolvimento positivo das vendas unitárias e das receitas, e as melhorias contínuas de produtividade e processos iniciadas no passado gerarão um ímpeto positivo para o desenvolvimento do lucro operacional. 

No total, a empresa sediada em Ingolstadt prevê um retorno operacional sobre as vendas dentro do intervalo da meta estratégica de oito a dez por cento.

A FORD ACABA DE LANÇAR NO BRASIL UM SERVIÇO DE GRANDE IMPORTÂNCIA EM CASO DE ACIDENTE DE TRÂNSITO. O MODELO KA 2015 TEM UM SISTEMA DE COMUNICAÇÃO DIRETA COM O SAMU EM CASO DE ACIDENTE EM QUE O AIRBAG SEJA INFLADO, ATRAVÉS DO SINK DO CARRO. O SISTEMA, QUE JÁ É OFERECIDO NO PAÍS PELA VOLVO EM SEUS CARROS, SERÁ INSTALADO PELA FORD EM TODOS OS SEUS MODELOS A PARTIR DO PRÓXIMO ANO. A PERGUNTA DO NOSSO COLUNISTA É: O 192 ESTARÁ APTO A RECEBER ESSE AUMENTO DE CHAMADAS? E OS HOSPITAIS? OUTRO PROBLEMA É A FRACA COBERTURA OFERECIDA PELAS DE CELULAR NO PAÍS.

Alta Roda 

Nº 795 —2/8/14

Fernando Calmon


FALTA DE PREPARO

Você vai ouvir muito sobre chamadas emergenciais automáticas (eCall, em inglês) a partir de carros acidentados. 

A iniciativa vem da Ford que lançará o serviço – sem custo de utilização – no novo Ka, em setembro. 

Na realidade, eCall já é oferecido no Brasil pela Volvo, porém nesse caso pago por incluir mais opções e dispor de plantão 24/7. 

A Ford pretende estender o recurso para toda sua linha, a partir de 2015.

Hoje, no Brasil, há 41 milhões de telefones inteligentes (pouco além da frota real de veículos capaz de circular). 

Apesar de se agregar, como opcional, ao modelo mais barato da marca, na versão de entrada SE (R$ 35.395), o equipamento Sync de comandos de voz e pareável ao celular aparece de série na versão SE Plus por R$ 2.000, integrando a central multimídia com tela tátil. 

Isso permite o conceito correto de “olhos na estrada, mãos no volante”, sem sujeitar o motorista a multa de trânsito.

A ligação automática ao 192, do Samu, depende da deflagração do airbag ou de desligamento da bomba de combustível que ocorre em fortes colisões traseiras, laterais, tombamento ou capotagem. 

Há três situações de grande utilidade: ocupantes inconscientes ou imobilizados, mensagem padronizada repetida duas vezes e fornecimento ao atendente das coordenadas de localização do veículo. 

No caso de o carro sair da pista e se chocar com obstáculo, à noite em especial, pode não haver testemunhas do acidente e aí o eCall é ainda mais útil.

Óbvio que outros fatores intervêm no processo, a começar pela infraestrutura de telecomunicações, embora uma chamada de emergência ocorra por qualquer rede disponível, independentemente da utilizada pelo dono do telefone.

A celeridade do socorro também precisa de eficiência. Essas pré-condições estão postas, dentro da realidade do País.

Há ainda um passo adicional: inclusão do chip telefônico no próprio sistema multimídia interativo. 

Certamente, a Ford e outros fabricantes que não quiserem ficar para trás nessa corrida de prestação de serviços poderão oferecer essa opção. 

Entre outras vantagens, como melhoria de captação de sinal de celular, garante a eCall no caso de o telefone ter sido danificado em um acidente grave, o que de fato pode ocorrer, ou simplesmente sua bateria descarregar.

Essa iniciativa já existe em outros países, como o OnStar (serviço pago) da GM, nos EUA. A Ford também o introduziu na Índia, porém em modelos mais caros. 

A Europa, no entanto, procura tornar o serviço obrigatório desde 2004. Os problemas lá são parecidos aos daqui porque, embora bem menos graves, existem zonas de “sombra” de sinal celular em áreas remotas, a eficiência do socorro varia entre diversos países e ainda há a barreira de diferentes idiomas.

Em razão do sistema europeu ainda precisar de ajustes, além de investimentos públicos e privados, sofreu vários adiamentos. 

Agora há um novo prazo: outubro de 2017. Lá existe a consciência de valorizar a vida e do rápido socorro aos acidentados.

Os três níveis de governo no Brasil deveriam estar preocupados com este assunto em razão do aumento da frota, dos acidentes e da fraca cobertura celular. 
Por enquanto, se colocam a reboque dos fabricantes de veículos. 

Será que o Samu estará mesmo preparado para a previsível expansão das eCalls no Brasil e, mais do que isso, os hospitais?

RODA VIVA

FENABRAVE, a pedido deste colunista, quantificou a queda dos modelos de entrada (faixa abaixo de R$ 30.000, a preços de hoje) na participação de vendas de automóveis. 

Em 2003, representavam 50,8%; em 2013, apenas 28,6%. Reflexos de maior poder aquisitivo, diminuição real de preços e evolução natural do consumidor.

OUTRO fenômeno mais recente: escalada de picapes compactas, puxada em maior parte pela Strada. 
Chegou à décima colocação dos mais vendidos, numa primeira etapa. 

E a cabine dupla de três portas, em apenas seis meses, representa 50% das vendas totais do modelo. 

Com esse desempenho pode garantir, em 2013, posição firme entre os cinco primeiros.

IGUAL sorte não bafeja o Linea. Sofre forte concorrência interna do Grand Siena (até no porta-malas), embora passe sensações melhores quanto à atmosfera a bordo, qualidade de materiais e, principalmente, isolamento acústico. 

Motor de 1,8 L é adequado, mas espaço igual ao do Punto nos bancos dianteiros atrapalha bastante. Não tem como enfrentar os reais médios-compactos.

CORREÇÕES: produção acumulada do utilitário Troller, desde o início em 1995, alcançou cerca de 15.000 unidades. 

Os incentivos federais da Ford para Camaçari (BA) e Horizonte (CE) continuarão até 2020. Parte dos incentivos estaduais, porém, se encerra em 2015.

GOVERNO FEDERAL adiou por dois anos os rastreadores em veículos à venda no Brasil não apenas por dificuldades técnicas. 

Há duas ações na Justiça questionando quanto ao direito de privacidade. Por outro lado, cerca de 200 empresas oferecem o serviço. Quem se interessar estará servido. Não tem sentido impor esse acessório.
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fernando@calmon.jor.br e twitter.com/fernandocalmon

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

FORD KA 2015 TEM LIGAÇÃO DIRETA ATRAVÉS DO SISTEMA SYNK DO CARRO COM A ASSISTÊNCIA DE EMERGÊNCIA 192, DO SAMU. EM CASO DE ACIDENTE, SEMPRE QUE O AIR BAG ABRIR O CARRO ENVIA UM SINAL PARA O SAMU QUE PODERÁ ASSIM PRESTAR ASSISTÊNCIA MAIS RÁPIDA..


A Ford apresentou a Assistência de Emergência SYNC, sistema inédito em veículos no Brasil que será lançado junto com o Novo Ka, durante o 4º Congresso Nacional do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), realizado em Brasília. 



A Assistência de Emergência SYNC faz uma ligação automática para o serviço de atendimento 192 do SAMU se o carro sofrer um acidente com acionamento do airbag ou do sistema de corte de combustível. 



Ela é mais um recurso do sistema de conectividade SYNC da Ford, que entre outras funções permite ao motorista fazer e atender chamadas no celular por comandos de voz, via Bluetooth, sem tirar as mãos do volante e a atenção da pista.

“A Ford é pioneira nessa tecnologia, que será introduzida com o Novo Ka e em breve estará disponível também em outros veículos da marca. A nossa presença no Congresso do SAMU faz parte da parceria com o Ministério da Saúde para a divulgação do sistema e foi uma oportunidade de tirar dúvidas dos profissionais que atuam nesse atendimento”, diz Carlos Hess, gerente de Soluções em Conectividade da Ford.


Klaus Melo, gerente de Engenharia Veicular da Ford, também fez uma apresentação no evento sobre os recursos de segurança ativa e passiva disponíveis hoje nos veículos para evitar acidentes e proteger os ocupantes.

Criado há uma década, o serviço 192 do SAMU atende hoje 72,7% da população brasileira, ou cerca de 150 milhões de pessoas em todo o País. 

Os especialistas destacam que a rapidez no atendimento é crucial para salvar vidas em situações de urgência e a nova tecnologia é uma aliada nesse sentido.

Funcionamento
A Assistência de Emergência usa um celular conectado via Bluetooth com o sistema SYNC do veículo para fazer a ligação de emergência ao 192. 

Ele transmite uma mensagem introdutória, comunicando que houve um acidente e as coordenadas de localização pela antena GPS do veículo. Em seguida, o atendente pode falar com os passageiros pelo sistema de som.

Além de fazer a comunicação do acidente mesmo que os ocupantes do carro estejam inconscientes ou impossibilitados de responder, outra vantagem do sistema é a sua disponibilidade durante toda a vida útil do veículo sem nenhuma cobrança de taxa.




COPA TROLLER VAI À BAHIA E FAZ A PRIMEIRA EXIBIÇÃO DO NOVO T4 NO NORDESTE


A Copa Troller terá a segunda etapa do Campeonato Nordeste em Salvador, Bahia, neste sábado, 2 de agosto.


Tradicionalmente, o rali baiano recebe cerca de 100 participantes e a previsão é de uma prova muito concorrida. 


Também é grande a expectativa pela apresentação do Novo Troller T4, que fará sua primeira exibição prática realizando uma corrida experimental. 

Com novo design, maior capacidade off-road, um potente motor de 200 cv e transmissão de seis velocidades, o utilitário T4 promete ser uma sensação nas trilhas da região.


O roteiro off-road da etapa baiana foi especialmente selecionado para proporcionar emoção e prazer de pilotar em belas paisagens e com vários tipos de terreno. 

A largada será no Hotel Bahia Plaza, no tradicional bairro de Catu de Abrantes, onde o público também poderá ver o novo veículo da Troller.


A Copa Troller Nordeste é exclusiva para veículos da marca e disputada em quatro categorias: Graduados, Turismo, Expedition, além da Passeio, realizada em caravana para estreantes sem contagem de pontos. 

Após a prova da Bahia, as próximas etapas do Campeonato Nordeste serão em Natal, Rio Grande do Norte, e Fortaleza, no Ceará, estado onde está a fábrica da Troller.


Reconhecido como o principal rali monomarca de regularidade do Brasil, a Copa Troller completa 12 anos de realização ininterrupta. 

O seu objetivo é promover a integração e oferecer uma oportunidade de experiência off-road para os fãs do utilitário Troller T4.

As incrições para a etapa na Bahia estão abertas e podem ser feitas no sitewww.troller.com.br.



quinta-feira, 31 de julho de 2014

A ECOSPORT, SUV DA FORD MAIS VENDIDA DO BRASIL, SURGE NA LINHA 2015 COM A VERSÃO INTERMEDIÁRIA, FREESTYLE 2.0 POWERSHIFT, COM CÂMBIO POWERSHIFT, DE SEIS VELOCIDADES QUE CUSTA R$ 73.900,00. AS VERSÕES SE E TITANIUM, CONTAM COM O PACOTE DE ACABAMENTO FREESTYLE.E O CÂMBIO POWERSHIFT.


A Ford lançou um novo catálogo do EcoSport na linha 2015, o FreeStyle 2.0 PowerShift, juntando dois itens muito procurados no utilitário esportivo: o câmbio sequencial Powershift, de seis velocidades e o pacote de acabamento FreeStyle. 


Até então, o EcoSport só oferecia a versão FreeStyle, que é a mais vendida da linha, com transmissão manual.


“O novo catálogo FreeStyle é uma resposta aos pedidos dos consumidores. Com isso, o EcoSport passa a oferecer a transmissão PowerShift nas versões SE, FreeStyle e Titanium”, diz André Leite, gerente de Marketing do Produto da Ford. 

Equipamentos e preço
O novo EcoSport FreeStyle 2.0 Powershift cria uma opção intermediária entre os modelos 2.0 SE e 2.0 Titanium, com preço de R$ 73.990. 

Ele vem com motor Duratec 2.0 16V Flex, de 147/141 cv, e transmissão sequencial PowerShift de seis velocidades, que permite selecionar três modos de condução (automático, esportivo ou manual sequencial) e tem padrão A de economia de combustível no programa de etiquetagem do Conpet/Inmetro.


Como itens adicionais em relação à versão SE PowerShift, o FreeStyle 2.0 PowerShift traz: rodas de liga leve de 16 polegadas com pneus 205/60 R16, bagageiro de teto com barras transversais, grade dianteira e retrovisores na cor cinza London Grey, computador de bordo, alarme volumétrico, sensor de ré, vidros elétricos dianteiros e traseiros com fechamento a u
m toque, abertura e fechamento global, ajuste lombar do banco do motorista, volante e manopla do câmbio revestidos em couro, ponto de força de 12 V, retrovisores externos com piscas integrados e sistema de som com quatro alto-falantes dianteiros e dois tweeters.


O modelo já vem também com: direção elétrica, ar-condicionado, porta-luvas climatizado, controle eletrônico de estabilidade e tração (AdvanceTrac), piloto automático, faróis de neblina e sistema de conectividade SYNC com rádio, CD-player, conexão Bluetooth, entradas USB e auxiliar, comandos de voz para áudio e celular e tela multifuncional de 3,5 polegadas no painel.

“Como toda a linha EcoSport, o novo catálogo pode ser adquirido com taxa zero dentro da campanha de varejo que a Ford está promovendo este mês”, completa André Leite.


Novas cores
O EcoSport também passa a oferecer três novas cores na linha 2015 – a sólida branco Vanilla, a metálica prata Dublin e a perolizada vermelho Merlot – que destacam o seu design arrojado e esportivo. 

Elas completam as cinco opções já conhecidas – as sólidas branco Ártico, preto Ebony e vermelho Arpoador e as metálicas laranja Savana e prata Riviera – e estão disponíveis para toda a linha, nas versões SE, FreeStyle, Titanium e 4WD.

NOVA MISTURA DE BIODIESEL NO DIESEL TEVE DESEMPENHO COMPROVADO PELO CENTRO DE PESQUISAS DA PETROBRAS. MISTURA REDUZIRÁ A IMPORTAÇÃO DE 1,2 BILHÃO DE DIESEL





Pesquisas da Petrobras indicaram boa estabilidade no desempenho dos veículos com misturas de biodiesel no diesel em até 7% (B7). 

Os testes, promovidos pelo Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes), prepararam a companhia para o momento atual em que se inicia a oferta, em todos os postos do Brasil, da nova mistura obrigatória no diesel - de 5% para 6% a partir deste mês, e para 7% do dia 1º de novembro em diante.

As análises foram realizadas no Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento (Lactec), localizado em Curitiba (PR). 

A entidade, ligada à Rede Temática Desenvolvimento Veicular da Petrobras, é parceira da companhia em pesquisas, incluindo ensaios de emissões de gasolina e diesel e com misturas de biodiesel.

O aumento da mistura do biodiesel no diesel para 7% deve permitir um aumento de 40% na produção de biodiesel no País. 

Segundo o Ministério de Minas e Energia, com a mudança, será possível reduzir as importações de diesel em 1,2 bilhão de litros ao ano.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

O BRASIL NÃO TEM UMA FÁBRICA DE AUTOMÓVEIS DOMÉSTICA. O PAÍS FAZ SUCESSO NA FABRICAÇÃO DE AVIÕES, MAS NÃO CONSEGUE SE IMPOR QUANDO SE TRATA DE CARROS. A ÚLTIMA EXPERIÊNCIA FOI DA TROLLER NASCIDA NO CEARÁ, MAS TRANSFERIDA OITO ANOS DEPOIS PARA O PODER ESTADUNIDENSE DA FORD. SERÁ QUE ESSE QUADRO PODE MUDAR E O PAÍS PODERÁ TER UMA MARCA LEGÍTIMA BRASILEIRA DE CARROS?



MECÂNICA ONLINE®

Nº 74  — 30 / 07 / 2014


Um novo cenário na 
produção nacional de veículos

]
Qual o fabricante nacional de veículos? O Brasil não tem um único nessa seleta lista mundial de marcas como Volkswagen, Ford, Fiat, General Motors e tantas outras. 

E olha que fabricamos aviões, mas não carros. Fabricamos, sim, mas sempre por meio de multinacionais.

Ainda assim, a notícia é positiva. Um novo cenário na produção nacional de veículos começa a ser desenhado com o aumento da quantidade de fábricas instaladas em nosso território. 

Um agente que impulsionou esse crescimento foi o Programa Inovar-Auto, que, de certa forma, obrigou qualquer empresa estrangeira a investir numa linha de montagem local para ter condições de competir.

Nada menos que nove fábricas estão sendo inauguradas nos próximos anos, duas delas inclusive, já estão operando e abriram essa nova onda de investimentos, a da Toyota, em Sorocaba, e a da Hyundai, em Piracicaba.

Apesar da concentração no Estado de São Paulo, já observamos a descentralização. Santa Catarina e Pernambuco, onde BMW e Fiat investem em novas instalações fazem suas estreias nesse mapa.

O Nordeste avança, acompanhando o bom momento econômico da região e suas previsões de consumo, cada vez maiores.


A convite da Ford estive na cidade de Horizonte, no Ceará, onde a fabricante realizou a reinauguração da fábrica da Troller, onde é produzida a nova geração do T4. 

Foram mudanças significativas em todos os setores para a produção da segunda geração do utilitário, com foco na qualidade e produtividade. 

O objetivo foi estruturar a unidade para a ampla renovação feita no veículo, que vai desde a carroceria até a motorização e equipamentos.

Os investimentos na modernização da planta incluíram novos processos de estamparia, soldagem, pintura e montagem e também a construção e reforma de instalações de apoio. 


Entre elas, dois novos depósitos de peças, pista de testes, estacionamento, portaria, restaurante e vestiários, além de reforços na infraestrutura, como uma nova subestação de energia, canais de drenagem, sistemas de iluminação e segurança.

Com a ampliação a fábrica passou a contar com 21 mil metros quadrados de área construída, em uma área total de mais de 95 mil metros quadrados. 


A soldagem por robôs e a estampagem de peças por compressão a quente estão entre os novos sistemas adotados na manufatura.

Solda por robôs e estampagem a quente - O Novo Troller T4 utiliza chassi com perfil retangular fechado e um novo conceito de carroceria, chamado “space frame”. 


A sua estrutura tubular metálica é soldada por robôs, o que garante mais qualidade na montagem e estabilidade dimensional do veículo. 

Sobre essa base são aplicadas as peças estampadas em compósito especial – um material de fibra de vidro, resistente ao fogo, corrosão e impactos.

A produção dessas peças também é feita por um processo novo e exclusivo, chamado SMC (“Sheet Moulding Compound”), de moldagem por compressão a quente em moldes de aço. 

Suas principais vantagens são a estabilidade dimensional e resistência, além de menor peso e excelente acabamento de superfície, que refletem na qualidade final do produto.

O sistema de pintura da fábrica também recebeu importantes modificações. Uma nova cabine foi instalada, com uma tecnologia que permite a definição da cor do veículo através do toque de apenas um botão. 

Ela torna o processo mais rápido e eficiente e conta com equipamentos que reduzem a emissão de compostos orgânicos voláteis.


Na linha de montagem foram instalados novos dispositivos, ferramentas e um novo sistema eletrônico para aperto e torque de parafusos. 

Além disso, a fábrica passou a contar com um novo processo de testes e validação de todo o conteúdo eletrônico dos veículos.

Além das mudanças na área de manufatura do Novo T4, os investimentos na planta incluíram a construção de nova portaria, novos vestiários, um novo restaurante para os empregados e uma pista para testes específicos em todos os veículos que saem da linha de produção, com simulação de pisos de estrada e fora de estrada.


O FIAT LINEA QUE DEVERIA TER SIDO QUANDO SAIU EM 2008 UM CONCORRENTE DO TOYOTA COROLLA E DO HONDA CIVIC, MAS SÓ AGORA GANHA ESSE STATUS COM UMA CARACTERÍSTICA: A ECONOMIA ABASTECIDO COM ÁLCOOL. ROBERTO NASSER CONTA ESSA HISTÓRIA. A CHINESA LIFAN DE VOLTA AO BRASIL TRAZ O 530, UM SEDAN QUE ENTRA NO MERCADO EM AGOSTO POR R$ 40 MIL. O EDOSPORT APRESENTA-SE COMO FORTE CANDIDATO A "CARRO DO ANO 2015". E, INCRÍVEL, A CONFIÁVEL SUBARU CHAMA PARA RECALL O ESPORTIVO FORESTER XT 2013 A 2015.



Coluna nº 3114 - 30 de julho de 2014
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Linea, agora como deveria ter sido

Quando lançado, em 2008, o Linea pretendia inscrever a Fiat como concorrente na faixa dos sedãs médios – Toyota Corolla e Honda Civic, sonho aspiracional de todo diretor de vendas de fábrica de automóveis no Brasil, Ford Focus, GM Vastra – entenda-o com o letreiro Vectra. 

O pacote envolvente se impunha com refinamento em decoração, a diferenciada opção do motor 1.4 Turbo com injeção direta. 

Mancava um pouco com o motor 1.9, misto de peças a partir do 1.600 com décadas de projeto, depois substituído pelo ex-BMW 1.8. 

Diferente pelos conceitos torino milaneses em design e soluções. Pretendia a Fiat vender ambiciosas 2.500 unidades mensais.

Não deu certo. Honda baixou o preço do Civic em R$ 10 mil, quase chegando ao Linea. 

Jogava com o arraigado conceito de presumida confiabilidade nas marcas japonesas, e vendedores de outras marcas o comparavam nas medidas onde era menor: comprimento e distância entre eixos – na prática o espaço aos passageiros de trás. Ficou claro, ao decolar, o Linea levara tiros na asa.

O automóvel se manteve, digno, confiável, mas de procura restrita a 700 ao mês. O engano não foi no produto, mas na postura comercial.



Linea 2015. Deveria ter sido assim em 2008.


Regulagem
Em meio a múltiplas atividades, lançamento do Novo Uno, atualização e desenvolvimento de novos produtos, picape cabine dupla e três portas, Gran Siena, implantação da fábrica em Pernambuco, o Linea foi deixado de lado, até novo acerto. 

De imaginar, a solução veio da Honda, do hatch Fit fazendo o três volumes City, de inexplicável sucesso. 

Modesto em mecânica, restrito no espaço traseiro, caro, muito lucrativo, vende 1.400 unidades mensais – dobro do Linea.

Linha 2015 fez pequenas alterações externas. À frente substituiu a esportiva grade quadriculada, por barras horizontais cromadas, atual assinatura dos Chrysler, seus irmãos norte americanos. 

Mudou o para-choques arrematando-o com friso cromado, como o dos Mercedes novos. Atrás, elevou a placa à tampa do porta-malas – ótimos 560 litros albergando o Manual do Proprietário, defenestrado do porta-luvas -, redesenhou o para-choques. Mudança tópica, manteve a elegância do traço.

Dentro operou harmonia. Por custos adota instrumentação e comandos de sua base Punto. 

Inclui-se aí a posição de acendimento automático dos faróis e os piscas rápidos. Usa Preto e Bege no revestimento do painel, bem ajustado e de contato agradável, sintonizados com laterais e bancos. 

Opcional na versão Essence e presente na superior Absolute, o Night Design, imprecisa definição para fios de luz no painel e laterais das portas.

Motor 1.8 herdado à BMW e adequado ao Brasil, suas auto-peças e no ser flex, ganhando a indicação EtorquE, 130-132 cv, bom torque de 18 kgmf, caixa de transmissão mecânica, cinco velocidades, com automatizador Dualogic de 2ª geração, com melhor operação, menos lentidão, sem trancos nas mudanças. 

Opcional em versão Essence, de série na Absolute. Manetes para mudança atrás do volante servem para freio motor, e maior rapidez na troca. Coisa cara: R$ 3.400. GPS, Bluetooth, facilidades eletrônicas.

Andando
O Linea bem trata os ocupantes do banco dianteiro. Os de trás, se educados, não reclamam. 

Condutor bem acolhido, regulagens mecânicas no banco, coluna de direção. Comandos às mãos, pedais no eixo do corpo do motorista.

Freios a disco nas quatro rodas, com ABS e EBD. Precisos. De emergência por alavanca no console. 

Rolagem agradável, suspensão com calibragem firme, permitindo condução rápida sem ondulações e balanços, adequada ao veículo. 

Uma das marcas da Fiat é o acerto fino e adequado de suspensão, direção e freios. O Linea é exemplo, mesclando conforto com estabilidade em retas e curvas.

O andar é muito confortável, agradável pelo bom trabalho de isolamento térmico e acústico, tratamento de nível superior.

Parece, a Fiat o direciona a compradores pós-City, anunciado como carro de executivo Júnior, com filhos pequenos e sem bagagem. 

Porém, oferece mais espaço, maior porta-malas, disposição e, características ausentes no City, prazer de condução, e estilo individualizado. 

Hoje, são indistintas as marcas de olhos puxados, japoneses, coreanos e chineses.

Andei uns 1.500 km com o automóvel. Destes, duas vezes roteiro padrão de 320 km: cidade em avenida, estrada com e sem velocidade, passagem por cidades; cidade do interior; 6 km de estrada de terra, boa parte em 1ª e 2ª marchas – retorno idêntico. 

Um, com álcool, outro, com gasálcool, e conta surpreendente: 11,1 km litro de álcool. Maior surpresa, 11,9 km litro de gasálcool, diferença de menos de 10% entre um e outro, energeticamente inexplicável. Nos termos, ecológico, sugere o uso de álcool.

E?

Preços variam pela dificuldade econômica do revendedor e sua negociação. Considere uns R$ 52, 53 mil pela versão de entrada – comprá-la-ia se com as rodas de liga leve aro 17¨. 

Preço não admite calotas de plástico. Absolute vem apenas com o câmbio Dualogic, e tem valor uns R$ 10 mil acima.


Interior bi color, charmoso


O Vito, a ser feito na Argentina
Daimler apresentou, em Berlim, o novo Vito. Família de veículos utilitários, em porte abaixo do Sprinter. 

Será feito pela empresa na Espanha e na Argentina, 2015, como informou a Coluna. Versões para carga e 10 passageiros, capacidade máxima de 1,37 t, comprimento entre 4,89m e 5,14m.

Motores na Europa, os OM turbo diesel, 1,6 litro e 88 e 114 cv; 2,1 litro gerando 136, 163 e 190 cv, com uso dependendo da versão. Transmissão manual de seis velocidades ou, na versão de topo, automática com sete.

O pacote de itens de segurança é automobilístico: bolsas de ar possíveis em todo o carro, joelhos, janelas, freios com ABS e EBD, freio automático ante obstáculos, alarme para sono do motorista, para mudança de faixa de rolamento, estabilizador contra ventos laterais.

Números expõem comportamento automobilístico: versão equipada com motor de 190 cv: acelera de O aos 100 km em 9s !, e velocidade final de 206 km-h.

O Brasil será, naturalmente, seu maior mercado. E característica doméstica provocará lançamento igualmente antecipado pela Coluna: um picape.



Família Vito, feita na Argentina, várias versões


Roda-a-Roda

Síntese – Ford enxugou a linha de produtos, retirou o a nós desconhecido Escape – um EcoSport maior -, e sintetizou os dois no novo Edge. Brasil importa as versões de topo, curiosamente 2014.

Menos – Mecânica padrão, motor V6, 3,5 litros e 289 cv, caixa automática de 6 velocidades. 

Tração apenas dianteira, R$ 131.490. Nas quatro rodas, R$ 151.490 – opção cara. Teto solar outros R$ 10.100.

Mais um – Lifan 530, montado no Uruguai, será o terceiro modelo da marca chinesa no País. 

Motor 1.5, 103 cv, muitos equipamentos, foco em clientes de VW Voyage e Fiat Palio, pelo preço projetado em R$ 40 mil. Agosto.

Lifan 530, anti Voyage


Melhor – Fiat promove seu Grand Siena. Automóvel com ótima relação custo+benefício vem em série Itália. 

Fugaz, já serviu a outros Fiat: Uno, Palio, Punto e Idea, caracterizada por equipamentos com preço contido.

Itália - No caso, máscara nos faróis, volante coberto em couro, comandos do rádio, vidros elétricos traseiros, retrovisor externo direito rebatendo com o engrenar da marcha a ré para facilitar manobra junto ao meio fio. R$ 49.950.

Passe – A expectativa de acordo para promoção comercial por tarifa zero com Colômbia, Peru e Equador frustrou-se. 

Idem para a União Europeia durante a 46ª Cúpula dos Presidentes do Mercosul, em Caracas. 

Disse a Presidente Dilma, posição do Mercosul está posta desde 2010, cabendo à UE fazer sua oferta. 

Parece, pela despreocupação quanto ao prazo, nosso comércio exterior está altamente positivo.

Do Ano – Ford EcoSport projetado no Brasil é um dos 31 concorrentes ao "Carro do Ano" 2015, em júri mundial por jornalistas do ramo. 

Na relação Jeep Renegade, Citroën C4 Cactus, Mercedes Classe C, S Coupé, Passat.

Elogio – Hyundai Caoa enfatiza qualidades do caminhãozinho HR e garantia de 4 anos. Pessoal da Fiat feliz. 

Seu motor Euro V não é coreano, mas mineiro de Sete Lagoas, feito na FPT, ramo dos italianos. Estoque antigo, alguns 2013.

Raridade – Título de farto uso em anúncios de carros usados, porém verdadeiro. O único exemplar de Pagani Zonda F no país está à venda em S Paulo. 

Importado e presente ao Salão do Automóvel de 2008, foi vendido em 2010, e agora anunciado no portal Webmotors.

Um pouco – Produto artesanal na Itália pelo argentino Horácio Zonta. Carroceria em fibra de carbono, mecânica V12 Mercedes-Benz, 7,2 litros, mais de 600 cv de potência. Dizem-no capaz de atingir 340 km hora.

E, - Reúne conceitos aparentemente inconciliáveis: velocidade, esportividade – e conforto. 

Gostas de automóvel; és superior ao aviso do Santander quanto ao futuro do País? Bala na agulha? Boi na sombra? Café no bule? O exclusivo encontrou seu par. Acessível por R$ 4,2 bilhões.

Recall – Surpresa, recall em Subaru, boa marca mal explorada no País: no utilitário esportivo Forester XT, 2013 a 2015, revisão no módulo de injeção para evitar batidas de pino, superaquecimento do interior do motor e seu travamento, causando riscos a ocupantes e terceiros. Tens? Veja em

http://www.subaru.com.br.

Tecnologia – Belo pacote de tecnologia em duas rodas, a nova MV Agusta F3 pela Dafra, em Manaus. 

Três cilindros, 800 cm3 gerando 148 cv, 173 kg, para arranhar os 270 km horários. É evolução da F3 675, e o ganho dinâmico cola o conceito de superbike no de superesportiva.

Ajuda – A ótima relação peso-potência, 1,17kg-cv, por segurança desenvolveu sistemas para harmonizar eletronicamente acelerador e tração, esta em oito níveis selecionados no guidão. R$ 56 mil.

MV Agusta F3 800


 7x1 – Coisa do P
aís dos 7 a 1: roubaram o quadriciclo de piloto favorito ao Rallye dos Sertões. 

O UTV Canam de Rodrigo Varela em oficina paulistana nos ajustes finais da tecnologia de preparação para corridas quando surrupiado.

Citrô – No circuito francês das 24 Horas de Le Mans, 8 e 10 de agosto, o Euro Citro. Não é negócio com cítricos europeus, mas evento de Citroëns antigos.

Modelo - 3.000 veículos aguardados; atrações usuais – leilão, Concours d’ Elégance; os nove carros de rallye de Sebastien Loeb; artistas em quadrinhos Citroën autografando obras. Mais? www.eurocitro.org


Gente – Osmair Garcia, brasileiro, 51, diretor de Controle Corporativo da VW, promoção. 

OOOO VP de Finanças. Supre Carsten Isensee, mandado a mesma função na China. 

OOOO Philipp Schiemer, presidente da Mercedes no Brasil, referência. 

OOOO Chairperson no 11º. Fórum SAE Brasil de Tecnologia de Motores Diesel, Curitiba, 2 e 3 setembro. 

OOOO A Mercedes quebrou o mito, pioneira no fazer o primeiro motor diesel no país, e na eletronização. 

OOOO Simpósio, pelos participantes, pode corrigir o curso do diesel no Brasil. 

OOOO Um dos pontos, defendidos por Luso Ventura, ex-engenheiro chefe da Mercedes, é seu uso em automóveis.
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edita@rnasser.com.br 

COM O DIA DOS PAIS À PORTA, MUITA GENTE FICA INDECISA, SEM SABER QUE PRESENTE DEVE COMPRAR. A COOPERÁRVORES, COOPERATIVA PARCEIRA DA FIAT, CRIOU UM PORTA-GRAVATAS, UMA PASTA EXECUTIVA, UM REVISTEIRO E UM PORTA-TERNO COM PREÇOS ENTRE R$ 30 E R$ 60. ENCOMENDE PELO SITE OU PELO TELEFONE

O porta-gravatas, a pasta executiva, porta-terno (foto)  e o revisteiro têm cores neutras e trazem como diferenciais a elegância e a durabilidade. Os preços variam de R$ 30 a R$ 65.





Para presentear os pais apaixonados por automóveis e que não abrem mão do cuidado com o planeta, a Cooperárvore lança uma linha de produtos que vai surpreender com a mistura do design, sustentabilidade e praticidade. 

A coleção comemorativa do Dia dos Pais reúne quatro produtos fabricados inteiramente com aparas de cinto de segurança e tecido e carpete automotivos.

A cooperativa é uma iniciativa de moradores da região do Jardim Teresópolis, em Betim (MG), e integra a plataforma do programa social Árvore da Vida, desenvolvida pela Fiat Automóveis em parceria com as instituições CDM e Fundação AVSI. 

Em oito anos de atuação, a Cooperárvore contribui com a geração de trabalho e renda e incentiva a empoderamento feminino por meio da criação de acessórios de moda e objetos de decoração e casa a partir da reutilização de resíduos da indústria automotiva, doados pela Fiat e parceiros.

Somente no período de 2013 a maio de 2014, cerca de 20 mil produtos foram vendidos para diversos estados no País. 


Os produtos podem ser encomendados pelo site da cooperativa - www.cooperarvore.com.br - ou pelo telefone (31) 3591-5896.

HONDA ABRE INSCRIÇÕES PARA VAGAS DE ESTÁGIO E TRAINEE DO PROGRAMA JOVENS TALENTOS 2015 PARA AS SUAS FÁBRICAS DE SÃO PAULO, SUMARÉ, RECIFE E MANAUS PÁRA AS ÁREAS DE ECONOMIA, DIVERSAS ÁREAS DE ENGENHARIA, COMUNICAÇÃO SOCIAL, PSICOLOGIA, PEDAGOGIA E CIÊNCIAS CONTÁBEIS. AS INSCRIÇÕES ESTARÃO ABERTAS ATÉ 15 DE SETEMBRO. QUEM FOR APROVADO COMEÇARÁ A TRABALHAR EM JANEIRO 2015.



A Honda, fabricante de motocicletas, automóveis e produtos de força presente no Brasil há mais de 40 anos, abre as inscrições para o Programa Jovens Talentos 2015 e oferece vagas de estágio e trainee para as suas unidades fabris e administrativas de São Paulo (SP), Sumaré (SP), Recife (PE) e Manaus (AM).

A empresa busca candidatos recém-formados e estudantes do penúltimo ou último ano dos cursos de Administração, Comunicação Social, Marketing, Relações Internacionais, Economia, Engenharias, Ciências Contábeis, Ciências da Computação, Letras, Psicologia e Pedagogia, com domínio da língua inglesa e que estejam preparados para atuar em um ambiente desafiador.

As inscrições para o processo seletivo da Honda, que conta com o suporte da consultoria Page Talent, seguem até o dia 15 de setembro e podem ser feitas pelo site www.honda.com.br/jovenstalentos, que também traz todos os detalhes sobre o programa. Os aprovados iniciarão as atividades em janeiro de 2015.

Presença no Brasil
A Honda está presente no País, desde 1971, quando começou a importar, e em seguida a produzir motocicletas em Manaus (AM), a Moto Honda da Amazônia Ltda. é atualmente a maior fabricante de motos do Brasil, com mais de 19 milhões de unidades produzidas. 


Desde 2001, a empresa produz, também em Manaus, modelos de motores estacionários, além de comercializar geradores, motobombas, roçadeiras, cortadores de grama e motores de popa importados de outras unidades da marca no mundo. 

Em 1992, com a criação da Honda Automóveis do Brasil Ltda., a empresa entrou no competitivo mercado automobilístico brasileiro também por meio de importações e, a partir de 1997, com a produção nacional de automóveis no município de Sumaré (SP). 

Em 2013, anunciou sua segunda planta de automóveis, em Itirapina, interior de São Paulo, com inauguração prevista para 2015. 

Em uma iniciativa inédita no segmento automotivo no país, a empresa iniciou, no mesmo ano, a construção do seu primeiro parque eólico na cidade de Xangri-lá, no Rio Grande do Sul. 

Para administrar as operações do parque, que irá suprir toda a demanda de energia elétrica da fábrica de Sumaré, foi criada a Honda Energy do Brasil. 

No País, o grupo Honda Serviços Financeiros reúne o Consórcio Nacional Honda, a corretora Seguros Honda, a Leasing Honda e o Banco Honda presentes na rede autorizada de todo o Brasil, facilitando o acesso dos clientes aos produtos da marca.

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