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quinta-feira, 9 de outubro de 2014

POUCAS, MAS BOAS NO SALÃO DE PARIS! POUCAS NOVIDADES, MAS EXTREMAMENTE IMPORTANTES E ATENDENDO OS PRECEITOS IMPOSTOS PELA UNIÃO EUROPEIA. NA FRANÇA, O GOVERNO VEM DESAFIANDO AS MONTADORAS COLOCAREM NAS RUAS CARROS QUE FAÇAM 50 KM/L

Alta Roda 

Nº 805 — 9/10/14
Fernando Calmon


CORRIDA PELO CONSUMO

O clima em sentido figurado do Salão do Automóvel de Paris – que vai até 19 de outubro – estava tão morno como a temperatura externa em torno dos 24 °C da semana passada. 

De fato, não há tantas novidades, mas o que está sendo apresentado tem bastante relevância. 

Mais do que isso, os governos europeus continuam a empurrar os fabricantes na direção do menor consumo de combustível e, por consequência, redução de emissão de gás carbônico (CO2).

Na França, há uma desafio governamental para os carros novos convergirem para 50 km/l ou 2 l/100 km com motores a gasolina preferencialmente. 

Citroën, Peugeot e Renault apresentaram modelos ainda experimentais, embora o novo Passat GTE híbrido plugável (bem mais caro) tenha estreado no salão com credenciais para alcançar 1,6 L/100 km no específico ciclo europeu de consumo. 

Bem interessante é o Renault Eolab, carro-laboratório que promete 100 km/l (gasolina) no futuro, diferença de apenas 10% em relação ao VW XL1 a diesel, um 2-lugares vendido sob encomenda por estratosféricos R$ 340.000.

Mais um carro esporte superlativo abraçou a “causa” híbrida. O Lamborghini Asterión, para quatro passageiros, desenvolve 910 cv com a ajuda de três motores elétricos. 

No outro extremo, com motorização convencional (versão elétrica, em 2015), fica o minúsculo novo smart ForTwo 2-lugares, acompanhado pelo ForFour de quatro lugares. 

MINI também resolveu esticar seu tradicional modelo de 2 portas para abrigar outras duas laterais, que tiraram a pureza de linhas do modelo. 

Audi igualmente surfou nessa onda com o Audi TT de quatro portas, por ora, apenas conceitual.

Monovolumes, lançados há 30 anos, continuam a sofrer forte concorrência de SUVs e crossovers e precisam se reciclar. Casos do Mercedes-Benz Classe B e do Ford S-Max (arquitetura Fusion/Mondeo). 

Renault reagiu com o novo Espace, agora mais crossover do que monovolume. Peugeot exibiu sua proposta para um futuro “quase-SUV”, o Quartz. 

Citroën, por sua vez, preferiu apresentar o Divine DS, guia conceitual para a submarca que terá seis versões (hoje, três), inclusive SUV.

Paris marcou a estreia do Fiat 500 X de mesma arquitetura do futuro pernambucano Jeep Renegade. 
Pena que o 500 X não será feito aqui, pois exibe linhas bem mais elegantes e suaves. 

Dois estreantes do Grupo JLR despertam especial interesse para produção no Brasil: Land Rover Discovery Sport (sucessor do Freelander) para até sete passageiros e Jaguar XE de tração traseira e muitas partes em alumínio.

Entre outros lançamentos mundiais destacaram-se as novas gerações do BMW X6 e Suzuki Vitara a serem importados em 2015.

Praticamente todos os executivos de topo costumam estar nos grandes salões internacionais. 


Dieter Zetsche, da Daimler, afirmou a esta coluna que a nova fábrica de Iracemápolis (SP) não ficará “amarrada” a apenas dois produtos, dando a entender que outros (como o hatch Classe A) estão nos planos. 

Carlos Tavares, da PSA Peugeot Citroën, acenou que a linha nova de motores poderia incluir versão de 1 litro como decisão pragmática e confirmou ampliação da linha DS importada da China ou da França. 

Carlos Ghosn, da Renault Nissan, disse estar impressionado com a competitividade da produção no México.

RODA VIVA

ESTE ano está mais difícil que o esperado em termos de vendas (exportações terão queda ainda maior em razão da crise argentina). 

Média diária de julho a setembro cresceu 4% em relação ao primeiro semestre, porém longe de compensar resultados negativos. 

Estoques totais do mês passado davam para 41 dias de comercialização ou 20% acima do máximo aceitável.

PESQUISA da Anfavea demonstra forte interiorização do mercado brasileiro no últimos seis anos (2007 a 2013). 

Ao contrário do pensamento corrente, grandes capitais têm frotas verdadeiras (não as teóricas informadas pelo Denatran) acrescendo a ritmo muito lento. 

No caso de São Paulo, mal consegue acompanhar o crescimento vegetativo da população, já bem baixo.

DUSTER reestilizado aparece no final do mês no Salão do Automóvel de São Paulo, mas a coluna apurou que início de produção só em fevereiro de 2015, seguido pela aguardada versão picape seis meses depois. 

Quanto ao SUV compacto Captur (projeto HHA), esperado para início de 2016, não é o modelo francês baseado no novo Clio. Aqui sua base será a mesma do Duster.

FIAT adiou, mas não desistiu de desenvolver motor de três cilindros – hoje só os de quatro e de dois cilindros existem no portfólio da marca. 

Essa falha de planejamento, em especial para o Brasil, será sanada com o projeto GSE, ainda sem data. 

Já a GM insiste: sem planos para um 3-cilindros aqui, embora exista na Europa.

ESTUDOS da Ford para produzir na Argentina o utilitário esporte Everest, com mesmo chassi da picape Ranger, não chegaram ao ponto de se transformar em plano primário. 

Com a situação econômica e política cada vez mais difícil no país vizinho, a ideia foi descartada. 

O Kuga então, SUV construído com base no Focus, nem pensar.
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fernando@calmon.jor.br e twitter.com/fernandocalmon

IVECO FORMA TIME DE ESPECIALISTAS PARA APRIMORAR ATENDIMENTO NA REDE



Até o fim de outubro, os profissionais da primeira etapa do Programa Master Diagnóstico da Iveco já estarão em ação em concessionárias da marca em várias cidades brasileiras. 

A formação de especialistas em diagnose eletroeletrônica e mecânica é um dos resultados dos esforços da fabricante para oferecer aos clientes excelência em serviços de pós-venda. A previsão é capacitar cerca de 100 colaboradores na nova função até o primeiro semestre do ano que vem.

“Os especialistas são capazes de oferecer um diagnóstico mais rápido e assertivo e isso gera confiança da parte do cliente. O concessionário ganha duas vezes porque tem profissionais de alto padrão e clientes mais satisfeitos”, explica Marcelo Domingues do Carmo, responsável pelo Programa de Treinamento Pós-venda da Iveco. 

Segundo ele, nos últimos quatro anos, a Iveco investiu na formação e aperfeiçoamento de aproximadamente 6 mil colaboradores em mais de 30 cursos técnicos e gerenciais. 

“Uma nova geração de mecânicos, eletricistas, chefes de oficina, top drivers e vendedores, entre outros, fortaleceu o atendimento de alto desempenho em toda rede”, afirma Marcelo.

Os cursos são realizados nos três Centros de Treinamento localizados em Piracicaba/SP, Curitiba/PR e Betim/MG e, de acordo com a demanda, em qualquer uma das 105 concessionárias do país. 

A qualificação do profissional depende da área em que ele atua na concessionária e pode durar de seis meses a um ano e meio, como é o caso do Programa Master Diagnóstico.

Para avaliar a eficácia dos treinamentos, a Iveco faz pesquisas com o gestor do profissional que participou da capacitação, para avaliar o desempenho dele após a conclusão do curso. A nota média nas avaliações tem ficado acima dos nove pontos, em uma escala de zero a dez.

Workshop de Motores

Além da implantação do Programa Master Diagnóstico, a Iveco, em parceria com a rede, também realizou recentemente três edições de um workshop específico para os motores Cursor, presentes nas linhas Tector, Trakker e Stralis. 

Por meio de simulações de defeitos e diagnósticos práticos, os profissionais foram preparados para dar mais agilidade aos processos e aumentar a disponibilidade dos veículos.

Visite www.iveco.com.br - www.cnhindustrial.com.



SHELL BRASIL APRESENTA UMA REVOLUÇÃO EM LUBRIFICANTES COM O LANÇAMENTO DO PRIMEIRO ÓLEO FEITO A PARTIR DE GÁS NATURAL, O HELIX ULTRA COM TECNOLOGIA PUREPLUS.



A Shell Brasil lançou o novo lubrificante para motores, Shell Helix Ultra com a tecnologia PurePlus, feito a partir de gás natural, utilizando o revolucionário processo gás-para-líquido (GTL), que produz um lubrificante sintético puro, com maior nível de limpeza e proteção

A exclusiva Tecnologia Shell PurePlus converte gás natural em óleo básico cristalino, sem nenhuma das impurezas encontradas no óleo bruto do petróleo, utilizado para a fabricação de lubrificantes sintéticos premium comuns. 

Óleos básicos são os principais componentes do lubrificante de motor, chegando a atingir uma média de 75% a 90% de sua composição.

O Shell Helix Ultra atende às mais modernas especificações da indústria e possui aprovação dos principais fabricantes de veículos e motores do mundo, incluindo a Ferrari. 

A associação da tecnologia Shell PurePlus à tecnologia de Limpeza Ativa proporciona níveis incomparáveis de proteção contra a formação de depósitos no motor e inigualável proteção contra borra. 

O produto também proporciona proteção superior contra desgaste e corrosão, o que pode contribuir para a extensão da vida útil do motor e redução dos custos de manutenção. 

Os benefícios de economia de combustível podem variar de acordo com o grau de viscosidade, mas os produtos da linha Shell Helix Ultra com a tecnologia PurePlus poderão contribuir com uma melhoria de até 3% na economia de combustível.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

OS SALÕES DO AUTOMÓVEL DE PARIS E AINDA ESTE MÊS DE SÃO PAULO SÃO AS MAIORES FESTAS DO SETOR AUTOMOTIVO, NA EUROPA E NA AMÉRICA DO SUL. PARIS MOSTROU A ELEVAÇÃO DOS PRODUTOS, MAS NÃO APARECEU UM SIGNIFICATIVO NÚMERO DE NOVIDADES, MAS NA ÁREA ECOAMBIENTAL PARIS FOI MUITO ELEVADO O QUE DEMONSTRA A PREOCUPAÇÃO DA REGIÃO COM A EMISSÃO DE CO2 E COM O CONSUMO DE COMBUSTÍVEL, NO QUE O BRASIL AINDA ENGATINHA. ESTA E BOAS OUTRAS NOTÍCIAS ENRIQUECEM A COLUNA DO NASSER DESTA SEMANA.


Coluna nº 4.114 - 8 de Outubro de 2014
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Paris, Salão, consequências

Maior festa anual do automóvel nos anos pares, o Salon d’Automobile, realizado em Paris há muitas décadas, sinaliza o mercado europeu e projeta novidades a países periféricos. 

Nesta edição, além das demonstrações com produtos híbridos, todos em acatamento às novas regras de consumo e emissões, haviam poucas novidades - 57. 

Algumas em tecnologia, outras nos automóveis de maior preço, dedicados a compradores acima de crises de consumo e pane de bolso. Paris mostrou a elevação dos produtos, o Premium do Luxo.

Novidades, porém poucas aparecerão em nosso mercado.

Acima
Num mundo em crise, desarmônico, entre picos e vales, um valor é inatingível pelas crises: o muito dinheiro de quem o tem em grande volume. 

Assim, a percepção geral é das fabricantes darem mais conteúdo e refinamento aos veículos caros para torná-los mais caros – e cada vez mais diferenciados dos outros, sujeitos às crises. 

Explica tal caminho o crescimento dos Mercedes versões AMG – venderam-se 32 mil unidades ano passado e o total aumentará neste. 

E Ferrari e conceito Lamborghini com quatro portas e quatro lugares, o AMG GT, e Audis implementados, como o TT Concept em suas cinco portas. 

E Infiniti e DS, ... O mercado dos carros de luxo era 10% do volume global. Está em 11,5%, mostrando tendência ascendente. Quem tem, tem.

Tecnologia
Há duas indissociáveis palavras de ordem na Europa e EUA: consumo e emissões. São o aríete da tecnologia e das providências. 

Estamos na ponta do rabo deste animal eco tecnológico. Andamos muito atrás, com nossa legislação concedendo anos para um ganho de 12% em consumo – na verdade, retornar aos níveis obtidos quando se criou o motor flex, um breve contra a tecnologia e um incentivo ao desperdício energético. 

Europeus mostram veículos com motor com o dobro da cilindrada média utilizada no Brasil, 1,5, 1,6 litro, fazendo quase o dobro da quilometragem/litro.

Há busca concreta de tecnologias para economia. De motor tocando gerador de energia alimentando motores elétricos para acionar as rodas, à nova tecnologia da PSA utilizando ar comprimido. 

Também, a edição revista e melhorada do projeto XL e seu recorde de economia, de andar 100 km com 1 litro de diesel, tem a variante dita Sport Concept da Volkswagen, mudando linhas, acertando suspensões, e motor bi cilíndrico, 1.197 cm3, de motocicleta Ducati, empresa VW. 

Pesa 800 quilos, acelera de 0 a 100 km/h em 5,7s e faz mais de 100 km/litro. Lembra a filosofia Lotus, e é bandeira de tecnologia.


VW XL Concept. Bandeira de tecnologia com jeito de produção

Brasil
Muitos veículos para o mercado mundial, poucos ao nacional, alguns para ser importados, outros, em menor escala, para construção local. 


Em escala mista, novo Land Rover Discovery Sport com dúvida de ser um dos modelos a ser produzido na usina prometida pela marca em Itatiaia, RJ. 

Da Jaguar Land Rover, outro cotado para a mesma fábrica, o Jaguar XE, carro de entrada, para concorrer com Mercedes C, BMW 3. Mais refinado e caro disputará com automóveis de maior porte.

Importado em poucas unidades referenciais, o Mercedes C em versão 63 AMG, e o AMG GT, sucessor do Mercedes SLS. 

Bela peça de engenharia, chassis, carroceria e intenso uso de alumínio, demarra nova família e, para quem gosta de automóvel e performance, deve puxar a fila de vendas.


AMG GT. A divisão de preparação da Mercedes virou marca


Houvesse bolsa de apostas, apostaria minhas fichas em navio aportando em Pernambuco para viabilizar a produção do Fiat 500X no Brasil. 

Atende às demandas da Fiat para um novo produto. Dizem-no um Crossover, mas para mercado desconhecedor de tal carimbo, tem as formas rotuladas pela superioridade de alguns jornalistas nacionais pela generalidade do termo jipinho.

A Fiat precisa de produto novo para ocupar a faixa superior, e para o segmento onde utilitários esportivos regem o mercado. Aí anda de Palio Weekend Adventure.

O 500X tem plataforma e restante da mecânica igual à do Jeep Renegade entrando em produção na fábrica FCA, em Pernambuco. 

É 70% do caminho andado. Aliás os executivos da FCA na Itália seguem trilha comum: será feito na fábrica de Melfi, na mesma linha de produção do Jeep Renegade. 

E se casa com o esforço para ampliar o rótulo dos carros Fiat deixando de ser vistos apenas como econômicos, bonitinhos, mestres em espaço interno. 

A alta administração quer torná-los, no jargão do marketing, funcionais e aspiracionais – ou seja objetos de desejo. O 500X abre este caminho.

Fiat 500X. Coloco minhas fichas


Roda-a-Roda

Caminho – Nas medidas de sobrevivência adotadas pela PSA – Peugeot-Citroën, uma foi dar autonomia à DS, então submarca Citroën. 

No Salão, dela, haviam exemplares, liderados pelo Divine, protótipo de sedã enfeitado. Quer mandar a linha aos EUA, segundo maior mercado mundial.

Foco – Na briga de foices entre cegos que é a indústria automobilística mundial, não há sobrevivência sem vendas em elevada escala. 

E não há escala aos ausentes no mercado norte-americano. A Peugeot já esteve lá, mas desistiu em 1991. Retomará em 2020 com vendas nas 30 maiores cidades.

Brasil – Brasileiro, liderando a Aliança Renault-Nissan, dos maiores grupos automobilísticos mundiais, Carlos Ghosn fez evento privado à Imprensa mundial. 

A Coluna não estava lá. Entretanto coleguinhas registraram análise clara da marca no mercado mundial e interpretações da situação do nacional.

Razões – Segundo o executivo vendas no Brasil devem encolher 10%, queda superior aos números projetados ao início do ano. 

Entretanto, disse Ghosn aos formadores de opinião, não há razões para isto ante a baixa relação entre habitante e automóveis.

Eufemismo – Disse, a situação é desapontadora e classificou o ocorrido no Brasil como não relacionado à indústria automobilística. 

Respeitador da imagem do país natal aos estrangeiros, não pintou o cenário de preto mas disse, no momento específico de eleições há fatores desconhecidos, e o País voltará a crescer quando a situação ficar mais clara. 

O eufemismo aparentemente significa mudança na política econômica e/ou no governo federal.

Exceção – Quanto à Renault, em ascensão de vendas e cravando quase 8% de participação nas vendas, Ghosn disse não reduzir investimentos da marca. 

Pelo visto, fazê-lo deteria o projeto de crescimento e sedimentação no mercado doméstico.

Foco – Executivos das matrizes das indústrias automobilísticas mundiais que encontrei no Salão, tinham perguntas assemelhadas à afirmação do brasileiro Ghosn: o que está acontecendo com a economia do Brasil? E porque o País parou de crescer?

Tropeço – Consciência do refluxo econômico, ao momento não deterá investimentos contratados, pois a indústria projeta a longo prazo. 

Mas criará um vale a ser ultrapassado até a volta da confiança. Entenda-se deter o crescimento da economia, de emprego, renda, aumento de vendas.

Dobradinha – Sempre alinhando economias brasileira e argentina, com governos peculiares, mercado em queda, inflação aumentando, promessas vãs, moeda desvalorizando e queda diária do valor do patrimônio individual, a região antes vista como alavanca de crescimento da indústria automobilística perderá investimentos para os próximos anos.

Aqui e lá – No Brasil, produção caiu 16,8% e vendas 9,1% nos nove primeiros meses. Na Argentina, redução de 24% na produção com expectativa de alguma recuperação dentro do programa Pro.Cre.Auto de incentivos e financiamento do banco estatal.

Situação – Maior salão do Ocidente nos anos pares, esta edição mostrou controle absoluto de custos. 

Os estandes eram corretos, porem hígidos. Shows e atrações, exceto por conjunto musical na Volkswagen, permeando sons aos estandes de suas associadas, nada mais houve.

Freio - Até o material de Imprensa, antes peças de grande qualidade gráfica, resumiu-se a, no máximo, modesto pendrive. Na maioria das marcas, pífio cartão com código QR resolvia o assunto.

Outro – Não mostrado no Salão, mas apenas de produção confirmada, o próximo Renault pequeno, para ser carro de entrada, deve aparecer ano próximo na mostra de Frankfurt.

Início – Divide plataforma com Nissan, construção, vendas e operação extremamente econômicas – neste caminho, novo motor três cilindros, rodas voltaram à assinatura francesa de usar apenas três parafusos – de quatro para três, só aí 25% de economia.

Aqui
- Segundo Caíque Ferreira, gerente de Comunicação, em estágio probatório para a Diretoria no Brasil, apenas será factível no Mercosul se conseguir custar o mais barato da linha, o Renault Clio: R$ 25 mil. Mas são carros incomparáveis.

Prisma – Carlos Ghosn, presidente da aliança Renault-Nissan anunciou sua produção na Índia, a custar menos de 5 mil euros – uns R$ 16 mil. 

Acenou com a possibilidade de fazê-lo na América do Sul. Situação óbvia, pois o Clio é o mais vendido na Argentina e ganharia no comparativo de espaço e construção. Assim, a seu substituto há apenas o argumento preço menor.

Troca-Troca – Presidentes da Mercedes e da Renault ampliaram sinergias, incrementando de três para 12 os projetos de colaboração, válidos na Europa, Ásia e América do Norte. 

De início três veículos com plataforma comum: Renault Twingo, Smart For Two e ForFour, este, feito em fábrica da Renault.

Mais – Mantida a pretensão de fazer carros das duas marcas em única fábrica, em Aguascalientes, México. 

Infiniti, a marca de luxo da Nissan, com motor Mercedes-Benz, em 2017, e, no ano seguinte, os da marca alemã.

Sem pátria – Capital não tem pátria, ditado antigo, muito válido agora. Novos Mercedes Classe C e o multiuso Vito – a ser feito na Argentina – usam motores diesel 1,6 litro Renault. 

Mercedes são motores do Renault Twingo e dos novos Smart. E em fábrica da Nissan, em Tennessee, EUA farão motor Mercedes 2.0 Turbo para o Infiniti e os Mercedes Classe C.

Leque – Aliança no Japão, entre a Mitsubishi Fuso, de utilitários leves, e a Nissan, farão produto comum para exportação.

Pé na bunda – Repito a expressão do inglês Jeremy Clark, o polêmico jornalista do Top Gear, fazendo matérias na Argentina. 

Habitantes do fim sul do continente não entenderam o humor britânico. O programa quis gracejar com a derrota da Argentina para a Inglaterra na Guerra das Malvinas. População local destruiu os automóveis, botou a equipe numa fuga por sobrevivência.


Ajude a resgatar a história deste Fiat

Parece Alfa Romeo, tem grade de Alfa Romeo, emblema de Alfa Romeo, e acreditado como Alfa Romeo. Mas é um Fiat.

Estava no Museu Paulista de Antiguidades Mecânicas, tido como o Alfa pertencente à corredora francesa Hellé Nice, protagonista de acidente de monta ao disputar o I Grand Prix de S Paulo, em 1936. 

Os restos do verdadeiro Alfa 8C 2300 de Nice estava em galpão adjacente e, sumiu com o passamento do colecionador Roberto Lee, titular do Museu.

O Fiat é um modelo 525, transformado pelo mecânico e piloto argentino Vittorio Rosa em 1928, competindo no Circuito da Gávea, prova brasileira da temporada mundial, em 1934 como bi posto e no ano seguinte como monolugar. 

Resgate histórico pelo engenheiro Antônio Carlos Buarque Lima, conta estas e outras peculiaridades, como ter sido vendido em 1935 ao ítalo-brasileiro Dante Di Bartolomeu, e sua equipe de competição Escuderie Excelsior, onde competiam Francisco Chico Landi, e seu irmão Quirino. Pilotaram-no em provas nacionais e argentinas, entre 1935 e 1938. 

Em 1935, Chico cravou sua primeira vitória, no Circuito do Chapadão, em Campinas, SP, participou de prova argentina e do Circuito da Gávea, e em 1936 mesmo em grande desvantagem liderou o fatídico GP de São Paulo. Em 1939, mudou a estética, com grade inspirada em Alfa Romeo.

De 1938 a 1941, o piloto Santos Soeiro, de Santos, SP, conduziu-o no Circuito da Gávea e Subida da Tijuca. 

Última referência documentada foi acidente nesta prova em 1941, com o ativo carioca Henrique Casini. 

Daí em diante, desapareceu, sendo achado ao final dos anos ’60 em destroços num posto de gasolina na base do Retiro das Pedras, hoje chique condomínio da estrada que liga Belo Horizonte ao Rio de Janeiro.

O que fazia em Minas, onde a última corrida fora em 1940? Quando chegou ao posto? Que caminhos percorreu como carro de corridas em quase duas décadas entre o acidente carioca e o posto mineiro?

O Fiat é a única referência esportiva remanescente desta marca no Brasil. Conhece uma parte desta história? Ajude a salvá-la. Escreva e conte à Coluna.



Parece Alfa, mas é Fiat. (Foto R. Nasser)
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edita@rnasser.com.br

VÁLVULAS PARA 74 MODELOS DE VEÍCULOS ENTRE AUTOMÓVEIS FIAT, HONDA E RENAULT E CAMINHÕES E TRATORES DAS MARCAS PERKINS, INTERNATIONAL NAVISTAR E SCANIA FORAM LANÇADAS NO MERCADO DE REPOSIÇÃO DE AUTO-PEÇAS PELA KS KOLBENSCHMIDT. VEJA A RELAÇÃO DOS MODELOS DE MOTORES NO


A KS lançou no mercado de reposição novas válvulas abrangendo mais de 70 aplicações entre caminhões e tratores das marcas Perkins, International Navistar e Scania, e veículos leves das marcas Fiat, Honda e Renault.

Na Perkins, os lançamentos se aplicam nos motores Massey Ferguson 1.004-4T 3.9L diesel, com início de produção em 1971 até 1995 e no motor 1104-44/ 1104-44T 4.4L, a partir de 2010. 

Para a Scania, as novas válvulas atendem mais de 20 modelos que utilizam os motores DC9-12, DC9-11, DC11-08, DC-12 e DC13 Euro 5.

Ainda na linha pesada, os novos produtos também se aplicam nos modelos DuraStar e o WorkStar da International Navistar, ambos com motor diesel eletrônico MaxxForce DT 7.6L, a partir do ano 2010.

Já na linha leve, os lançamentos são para a Fiat, veículos Uno e Palio com motor Evo 1.4L Flex, a partir de 2010 e 2011, Honda nos modelos Fit, City e Vezel 1.5L 16V VTEC 2005 em diante, e Renault, motor K7M 1.6L 8V Flex, dos veículos Clio, Kangoo, Megane, Logan, Sandero e Symbol.

Para maiores informações sobre as aplicações, o cliente pode entrar em contato com a fábrica através do SAKS 0800 721 7878 ou através do e-mail: marketing@br.kspg.com

* Os produtos da marca KS Kolbenschmidt são comercializados no mercado brasileiro de reposição pela MS Motorservice Brazil, divisão do Grupo KSPG AG responsável pelas atividades de vendas e prestação de serviços para o aftermarket.

Talita C. Peres – Gerente de Marketing – talita.peres@br.kspg.com – (19) 3484-1312
Lellis Assessoria de Imprensa e Consultoria Ltda. Jornalista responsável: Marco Antonio Lellis – MTb 9.473/SP - 28lellis@uol.com.br –      (17) 98119-3843


FORD MOSTRA EM VÍDEO UM DESAFIO DE ARRANCADA COM VERSÕES DO MUSTANG 2015, UMA VERSÃO 2.3 COM MOTOR ECOBOST E UM 5.O SUPERCHARGED


Realizada no autódromo Milan Dragway, em Michigan, EUA, a famosa prova de um quarto de milha (arrancada em 400 metros), mostrada neste vídeo, superou as expectativas.


O Mustang 2.3 EcoBoost completou o percurso em 12,56 segundos e atingiu 175 km/h; o GT 5.0 V8 naturalmente aspirado fez 11,77 segundos, com velocidade de 187 km/h; e o GT 5.0 V8 Supercharged cravou 10,97 segundos, acelerando a 206 km/h.


Os três modelos receberam kit de suspensão traseira, rodas e pneus slick especiais na traseira, gaiola de proteção para o piloto, bancos Recaro de competição e calibração especial do motor. 


O Mustang 2.3 EcoBoost e o Mustang 5.0 naturalmente aspirado tiveram instalados kits especiais de escapamento e o Mustang 5.0 Supercharged ganhou um turbo de performance da Roush.


“O que nós gostamos nas corridas de arrancada, do ponto de vista de engenharia, é que elas realmente levam o motor ao limite de estresse. O motor vai ao pico de potência em um tempo muito curto”, explica Ron Ewert, engenheiro de Motores da Ford Racing.


O time da Ford Racing dedicou um bom tempo na preparação dos carros, modificando suas peças e calibrando o motor. “É fascinante sair do mundo da produção e partir para o passo seguinte, tirando mais dos motores. Ao mesmo tempo, temos de manter a segurança do veículo, do motor e de seus componentes”, completa Dave Born, gerente de Engenharia da Ford Racing.



FORD EXIBE O NOVO F-4000 E O CARGO EXTRAPESADO NA FESTA DOS MOTORISTAS NO RIO GRANDE DO SUL


A Ford Caminhões participa da 43ª Festa de Nossa Senhora Aparecida e dos Motoristas de São Marcos, no Rio Grande do Sul, uma das mais tradicionais do País, com a exposição do Novo F-4000, do extrapesado Cargo 2842 6x2 e do médio Cargo 2429 6x2. 

Os visitantes também terão a oportunidade de fazer test-drive do Cargo 2842, implementado e lastreado para avaliação em condições reais de utilização.


“Estamos trazendo nossos lançamentos mais recentes para a festa, que é uma oportunidade de estreitar o relacionamento com os caminhoneiros e mostrar as vantagens técnicas e operacionais dos nossos veículos. A Ford tem hoje uma das linhas de caminhões mais versáteis e completas do mercado para vários tipos de aplicação”, diz Pedro Aquino, gerente de Marketing da Ford Caminhões.


Com o tema “a tecnologia move as máquinas e a fé move o homem”, a Festa de Nossa Senhora Aparecida e dos Motoristas de São Marcos é considerada uma das maiores do País, em homenagem à Santa dos Caminhoneiros. Além da exposição de veículos, implementos e produtos para o transporte, conta com atividades sociais, esportivas e religiosas.


Novo F-4000
Recém-lançado no mercado, o Novo Ford F-4000 tem características técnicas ideais para aplicações que exigem um caminhão leve versátil e eficiente para uso misto, em operações como entrega fracionada, manutenção de serviços públicos e aplicações fora de estrada.

“Devido à sua robustez, o F-4000 é ideal para aplicações rurais, onde veículos mais leves têm dificuldade de rodar”, comenta Aquino. 

O modelo de rodado duplo tem peso bruto total de 6.800 kg e carga útil mais carroceria de 3.946 kg.

Cargo ExtrapesadoO Ford Cargo 2842 6x2, considerado um dos mais potentes e econômicos da categoria de extrapesados, tem motor de 10.3 litros com potência de 420 cv e torque de 1.900 Nm e vem com transmissão automatizada de série. 

Primeiro caminhão global da marca, destaca-se pelo custo-benefício e produtividade em aplicações rodoviárias. 

Além de baixo consumo de combustível, conta com operação e manutenção econômica.

Já o Cargo 2429 com tração 6x2 é indicado para o transporte de médias e longas distâncias. 

Seu motor de seis cilindros, com 290 cv e torque de 951 Nm, tem consumo reduzido de combustível e oferece duas opções de transmissão: uma de seis velocidades com eixo de dupla redução e outra com nove velocidades e eixo simples. 

O conforto da cabine é outro fator que contribui para a produtividade do motorista.



QUEM GOSTA DE AVENTURA OFF-ROAD DEVE CONHECER O NOVO TROLLER QUE PODERÁ SER VISTO NO SALÃO DO AUTOMÓVEL DE SÃO PAULO, QUE ACONTECE DE 30/9 A 9/11, O NOVO TROLLER T4 É MOSTRADO EM CAMPANHA PUBLICITÁRIA COMO UM GENUÍNO OFF-ROAD COM ELEGÂNCIA E MUITOS AVANÇOS. VALE ASSISTIR O VÍDEO.


A Troller começa em outubro a fase de lançamento público do Novo T4. O utilitário off-road brasileiro chega aos distribuidores da marca de todo o País, realçado por uma campanha publicitária para diversas mídias. 

Com o tema “Novo Troller. Muito mais carro. Ainda mais Troller”, o filme principal destaca os avanços do veículo totalmente novo, trazendo cenas de ação radical, mas com uma pegada de humor e elegância, conforme mostra este 


O Novo Troller T4 começou a ser vendido depois de uma grande repercussão na mídia em sua fase de pré-lançamento. 


Com o avançado motor 3.2 turbodiesel de 200 cv, o T4 oferece um conjunto com muita modernidade formado por itens como transmissão manual de seis velocidades com comando eletrônico de tração e diferencial traseiro autoblocante.

Referência no uso todo-terreno, o Novo Troller T4 teve ampliado os chamados ângulos de ataque e saída do veículo para superar obstáculos dos mais radicais. 

Um outro avanço é que o modelo traz freio a disco nas quatro rodas com sistema ABS e distribuição eletrônica de frenagem.


O interior do novo veículo ficou mais confortável, elegante e prático, utilizando materiais de fácil manutenção e limpeza, situação adequada para o uso em locais com muita lama. 

A cabine tem grande ergonomia e tem espaço para receber equipamentos de navegação, entre outros recursos para rodar em trilhas. 


Ar condicionado digital e sistema de som com entrada auxiliar e Bluetooth, vidros elétricos completam o ambiente interno. 

Externamente, tem um design imponente, com bagageiro de teto, lanternas traseiras de LED, teto solar de duplo vidro, rodas de alumínio de 17 polegadas e pneus de uso misto.

“A campanha publicitária do Novo Troller T4 reforça a sua característica off-road. Ele nasceu e foi desenvolvido para oferecer o melhor desempenho nas trilhas, mas também evoluiu na rodagem em asfalto. Realmente, é um veículo para o nosso tempo com design aprimorado e muito conforto interno”, diz Carla Freire, supervisora de Marketing da Troller.


terça-feira, 7 de outubro de 2014

A NOVA SUV XC90 R-DESIGN VOLVO COM OPÇÃO DE MOTOR DE 400 CV E O CONSEQUENTE DESEMPENHO ESPORTIVO VAI FAZER SUCESSO NO SALÃO DO AUTOMÓVEL DE SÃO PAULO. O CARRO TRAZ DE SÉRIE OS SISTEMAS ANTICOLISÃO E ATROPELAMENTO DE PEDESTRES E CICLISTAS. LUXO, CONFORTO E ACABAMENTO ESMERADO COMPLETAM O PACOTE CONSTITUÍDO POR EQUIPAMENTOS ESCOLHIDOS PARA AGRADAR A CADA TIPO DE CLIENTE.



O Volvo Novo XC90 R-Design, modelo voltado para consumidores que buscam um carro de visual impactante e com estilo esportivo e dinâmico, que de acordo com Alain Visser, vice-presidente sênior de Marketing, Vendas e Pós-Venda da Volvo Cars, foi criado para pessoas que têm paixão por momentos ou automóveis que acrescentam tempero à vida” será uma das estrelas do Salão do Automóvel de São Paulo, que acontecerá de 30 de outubro a 9 de novembro, no Anhembi, em São Paulo. 




A proposta visual, de um rodar dinâmico, é confirmada pelo interior focado no motorista, com bancos R-Design esportivos em Nubuck e couro perfurado. 



A gama de motores Drive-E oferece até 400 cv e o novo acerto de suspensão do XC90 garante uma experiência de condução ágil.

O exterior do modelo R-Design inclui vários detalhes distintos, como a grade, o spoiler frontal, o friso de metal dos vidros, o sistema de escapamento com duas ponteiras integradas, trilhos de teto brilhantes e capas de retrovisores na cor prata fosca. 



As rodas de 20” ou de 22” (opcionais) R-Design, completam o visual do modelo.



Dentro, os bancos esportivos e o volante revestido de couro perfurado são acompanhados de detalhes R-Design especiais, como a alavanca de câmbio, pedais, tapetes e soleiras de porta iluminadas. 



O motorista também terá uma chave exclusiva R-Design revestida de couro.


Painel central sensível ao toque
A tela central touchscreen e o painel de instrumentos digital de 12,3” foram, logicamente, incluídos nesta versão. 
O painel de instrumentos traz um tema exclusivo dos modelos R-Design. 



O sistema é virtualmente livre de botões e representa uma forma completamente nova para os condutores interagirem com o carro e acessarem uma gama de produtos e serviços na nuvem, via internet.



Nova estratégia de versões
A R-Design é uma das quatro versões para o XC90. A Kinetic é a de entrada, seguida pela competitiva versão Momentum. 




Os modelos Inscription e R-Design formam dois galhos de uma árvore: o pacote Inscription é desenvolvido para consumidores que buscam visual elegante e experiência de luxo, enquanto o R-Design tem aura dinâmica e esportiva.


“As versões topo da gama do novo XC90 serão a Inscription e a R-Design. As duas terão muitos equipamentos, cuidadosamente escolhidos para agradar a cada tipo de consumidor”, explica Alain Visser.


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Pintura preta e bancos de couro bege
A pintura exterior em Onyx Black e as rodas de 21 polegadas Inscription são combinadas com um interior com bancos de couro Nappa bege, painel de couro grafite e inserções lineares de madeira.


A série First Edition será equipada com motores Drive-E, a gasolina ou a diesel, de acordo com o mercado a que se destina.


A versão T6 AWD com supercharger e turbo, que será vendida no Brasil, tem 320 cv, torque máximo de 400 Nm e virá acompanhada da transmissão Geartronic de oito velocidades.


O sistema de áudio da Bowers & Wikins traz um amplificador classe D de 1.400 watts, 19 alto-falantes e um software de processamento de som de última geração que proporciona a experiência emocional de ter um concerto ao vivo dentro do carro.


O pacote de segurança mais completo do mercado
O carro oferecerá o mais completo e tecnológico pacote de segurança de série da indústria automotiva.


Ele inclui duas tecnologias inéditas: um pacote de proteção para saídas não intencionais da pista e o sistema de frenagem automática em cruzamentos.


Todos os sistemas de frenagem automática, para evitar colisões com veículos, ciclistas e pedestres na frente do carro, tanto de dia e quanto à noite, agora são de série.


DICA PARA DESLOCAÇÕES EM PORTUGAL PARA QUEM EM VEZ DE ALUGAR CARRO PREFERIR ANDAR DE TÁXI. ABÍLIO BARROCAS OFERECE ESSE SERVIÇO

Quem viajar a Portugal e não quiser alugar um carro poderá usar o serviço de táxis de Abílio Barrocas, que realiza de viagens curtas por Lisboa e pontos turísticos nos arreadores da capital: Sintra, Cascais, por exemplo, e viagens mais longas, para qualquer ponto do país, como Fátima, Porto, Coimbra, Nazaré, Évora, entre outras.

Abílio Barrocas explica que todos os carros são Mercedes-Benz, com quatro ou oito lugares e integram o serviço de táxi de Lisboa, aptos, portanto, para prestar serviços também fora da Europa.

Mais informações e detalhes de preços e viagens devem ser feitos pelo email: abiliobarrocas@gmail.com, ou 
obarrocas@hotmail.com e ainda pelo telefone: 00351 919193943.

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