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sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

PRESENTE DE NATAL: O ONIX EFFECT, A VERSÃO DE VISUAL ESPORTIVO DO MODELO DE 106 CV ENTREGUES PELO PROPULSOR 1.4, ESTARÁ JÁ NA SEMANA QUE VEM NAS CONCESSIONÁRIAS CHEVROLET PELO PREÇO DA VERSÃO LTZ: R$ 50.190,00, MAS COM MAIS ACESSÓRIOS.


Com acabamento esportivo, mais acessórios e pelo mesmo preço da versão LTZ, chega às concessionárias Chevrolet, a duas semanas do Natal, o Onix Effect, com 
transmissão manual, de cinco velocidades, apresentado ao público no Salão do Automóvel de São Paulo 2014.

O Onix Effect destaca-se pela extensa lista de itens de conveniência, conforto e segurança e pelo motor de 1.4 litro flex com 106 cavalos.



“O Onix Effect traz diversos acessórios exclusivos, como o spoiler dianteiro, as saias laterais, o aerofólio e um extrator na traseira, que melhoram o coeficiente aerodinâmico, explicou Carlos Barba, diretor executivo de Design da GM América do Sul


Outro elemento que chama a atenção no carro é o teto pintado em preto alto brilho, criando efeito parecido com o de uma cobertura de vidro.


Visual impactante

Grade toda preta, faróis com máscara negra, luzes de neblina, lanternas com detalhes escurecidos, rodas aro 15 em tom grafite, pneus 185/65 e decalques coloridos no capô, nas laterais e na tampa do porta-malas caracterizam a nova versão, identificada pela logomarca “Effect”, na porta.

O visual externo conta ainda com os retrovisores e os adesivos da coluna B em preto brilhante, dando amplitude à área envidraçada e, junto com o teto de mesma tonalidade, conferem maior fluidez ao design e aumentam a proporção abaixo da linha de cintura do veículo.

O Onix Ef
fect surge com duas opções de cores: Branco Summit e Vermelho Pepper, sempre com três anos de garantia.



O volante ganhou revestimento em couro e acabamento em vermelho acetinado, tem teclas de controle do sistema multimídia Chevrolet MyLink e empunhadura mais espessa e base reta, igual ao de bólidos de competição.

Os botões permitem ao condutor mudar as estações do rádio e fazer ou aceitar ligações telefônicas.


A nova versão tem as molduras das saídas de ar no painel e quadro de instrumento com grafismo alusivo à versão, que tem ainda tapetes bordados.

Ar-condicionado, direção hidráulica, bancos da frente envolventes, e o do motorista com regulagem de altura, alerta para esquecimento do cinto de segurança, travas e vidros elétricos dianteiros com comando na chave, freios ABS com EBD e airbag duplo, por exemplo, são itens de série.



“O Onix Effect irá agradar principalmente aquele consumidor que busca um compacto prático, ágil e econômico para o uso urbano, porém com um visual mais arrojado e preço atraente”, define Marcos Munhoz, vice-presidente da GM.

Esportivo acessível
Apesar de vir completo e agregar acessórios exclusivos, o Onix Effect estreia pelo mesmo preço da versão LTZ, igualmente equipada com o motor SPE/4 de 106 cavalos, o 1.4 aspirado flex mais potente do mercado.

A transmissão é manual com alta capacidade de sincronização, que possibilita trocas rápidas e inversão de sentido de forma suave e com baixo esforço.

O Onix completou no mês passado dois anos no mercado brasileiro com recorde de vendas. 


Em novembro, foram emplacadas 14.484 unidades do modelo, pioneiro no segmento a oferecer sistema de conectividade multimídia e transmissão automática de seis marchas.

A melhor marca até então havia sido registrada em junho deste ano, quando 14.017 unidades do Onix foram emplacadas no País. 



Todas as versões do carro trazem um amplo pacote de itens de conforto e segurança de série, como ar-condicionado e direção hidráulica.

Lançado em novembro de 2012, o Onix transformou-se rapidamente no Chevrolet mais vendido da linha e, recentemente, foi apontado como o carro com o maior valor de revenda do país, segundo levantamento feito pela AutoInforme, o que comprova sua excelente aceitação.










TMD FRICTION LANÇA NA REPOSIÇÃO PASTILHAS COBREQ PARA NISSAN SENTRA E NISSAN MARCH 2015


A TMD Friction do Brasil já colocou, no mercado nacional de reposição, suas pastilhas Cobreq para os modelos 2015 do Sentra (referência Cobreq N-1434) e do New March (N-1426) da Nissan. 

São pastilhas dianteiras para o Sentra 2.0 S MT e Sentra 2.0 SV CVT; e para o March 1.0 Conforto, March 1.0 SV e March SL 1.6.

O Sentra é dotado de motor 2.0 flex com 140 cv, com destaque, em sua versão automática, para a nova transmissão CVT, e para o porta-malas com capacidade de 503 litros. 


O Nissan New March têm duas versões: uma com motor 1.0 16V flex (74 cv) e outra com motor 1.6 16V, também flex (111 cv).

Assim como nos demais produtos já no mercado, para este lançamento as pastilhas Cobreq passaram por intensos testes de campo e de laboratório, sob temperaturas extremas, variadas velocidades de uso e, ainda, diversas condições de carga. 

Todos estes requisitos foram atendidos, com destaque na obtenção de altos níveis de durabilidade.


CITROËN 2014 QUER RECUPERAR MERCADO COM O C4 LOUNGE, MAIS ECONÔMICO E COM MELHOR DESEMPENHO, CUSTA ENTRE R$ 78.790 E R$ 85.490. FORD FIRMA-SE NO PERU PARA EXPANDIR A MARCA E ANUNCIA OITO NOVIDADES EM 2015, ENTRETANTO, GARANTE VENDAS EXCELENTES DO SEU FUSION HÍBRIDO. O LIFAN, URUGUAIO, É UM ESQUIFE SOBRE RODAS: GANHOU NOTA ZERO NO TESTE DE IMPACTO.



Coluna Nº 5.014 - 12 de Dezembro de 2014
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Revisto, melhorado, o Citroën C4 Lounge

Ano de crise no mercado, 2014 deixa marcas na Citroën. Primeira, a queda de vendas de 14%; após uma freada de arrumação em busca do equilíbrio entre produção, vendas e lucros. 


Francesco Abbruzzezi, diretor-geral da marca no Brasil, sintetiza a postura: o que interessa é o lucro da fábrica e do revendedor. 

Para fazê-lo, automóveis com prazer de conduzir, ênfase na luxuosa e futurista linha DS, interação com marcas de moda para desenvolver componentes ou versões, e sinergia com a rede de revendedores, freando arroubos criativos e onerosos. 

No momento, o melhor retrato da Citroën nos próximos anos é o do agora apresentado C4 Lounge THP Flex. 


É sedã confortável em uso, espaçoso, aclamado e reconhecido pelo mercado, rolar muito agradável, vendendo médias 850 unidades/mês. 

Contando com opção do bom motor desenvolvido entre a PSA – holding de Peugeot e Citroën -, e BMW: 1,6 litro, quatro cilindros, 16 válvulas, injeção direta e turbo compressor. 

Fazia, então, 163 cv consumindo gasálcool, passou por evolução a flex. 

Citroën gastou muito com mudança de componentes, incluindo o cabeçote, ganhando tratamento e metais para resistir à devastadora acidez do álcool. 

Para melhor resultado econômico, baixou a taxa de compressão de 10,5 a 10,2:1, mesmo assim a potência se elevou a 173 cv com álcool, e 165 cv com gasálcool, menos 1 cv do que a versão anterior. 

Em torque, aproximados 24 m.kgf num platô indo das 1.400 às 4.000 rpm. Faixa de potência a 6.000 rpm. 

Em avaliações por 600 mil quilômetros percebeu a necessidade de incrementar a lubrificação dos mancais do turbo – o álcool na gasolina degrada o óleo lubrificante, comum a motor e turbo. 


Recalibrou o mapa de injeção, as reações ao acelerador para melhor adequá-lo ao país de orografia variada, asfalto áspero e aplicou nova bomba de combustível pilotada, com pressão de 200 Bar. 

A inovação, da Bosch, varia a pressão de acordo com a demanda do motorista. Resultado, menos consumo e emissões.

O conjunto testava nova transmissão automática da nipônica Aisin, mais leve, com passagens mais rápidas para as seis marchas. 


Pelos resultados, a Citroën alongou a relação final em 11%, favorecendo a redução de consumo, sem reduzir capacidade dinâmica. 

Utilizando gasálcool ficou 7,5% mais econômica em relação à geração anterior. 

Dentro da postura mercadológica de ser carro para dar prazer de condução, aplicou o sistema ESP – um corretor eletrônico para derrapagens -, nas duas versões Tendance e Exclusive.

Do resultado, além do pioneiro rótulo de primeiro dentre os sedãs médios com injeção direta, turbo, flex. 


As mudanças – ou evolução do meio ciclo - dão-se pela surpresa contada pelo mercado. 


Antes projetada para representar 30% das vendas, o motor turbo fez dobrar o percentual. Agora, com 60% demandando tal propulsor, aviou-se a melhorar o conjunto.

Acredita o executivo maior, vendas evoluirão das 850 unidades mensais para volume entre 1.000 e 1.200.

As duas versões tem preço em R$ 78.790 e R$ 85.490. Afim? Compre a Exclusive. Pacote completo inclui teto e câmera de ré.

Garantia de três anos. Custos de revisão pré-estabelecidos.



Citroën C4 Lounge, revisto e melhorado.


Roda-a-Roda

Descentralização – Bernd Osterloh, líder do conselho de trabalhadores da Volkswagen alemã, defende a descentralização do comando da marca, com maior poder aos gestores regionais. 


Argumenta pelo ânimo de superar a Toyota e tornar-se líder mundial, e prejuízos da marca nos EUA e Brasil.

Autonomia – Tomara dê certo. Sussurros na filial brasileira dizem com clareza, os problemas da marca, como queda de vendas e participação no mercado estão na fórmula alemã de controle. 


A parte comercial local, por exemplo, é montada com escolhas de gentes e planos realizada na matriz alemã.

Síntese – O líder dos metalúrgicos criou bandeira para sua proposta: Centralize o necessário, descentralize o possível.


Especial – Peugeot faz série especial do 308 usando denominação de seu usual agrado, Quicksilver. 


Apenas 600 unidades. Caminho destas intervenções é agregar acessórios e vender o conjunto por preço atrativo. No caso, R$ 63.190.

Do Peru – Para fomentar vendas Ford assumiu a representação oficial da marca no vizinho país. 


Por identidade cultural condução faz-se pelo presidente da Ford Argentina, Enrique Alemany, também condutor de negócio Ford, no Chile. Alemany se reporta ao presidente da empresa, no Brasil.

Conceito – Referência da política de Globalização Tecnológica assumida mundialmente pela Volkswagen e privilegiando o Brasil, Golf mexicano em 7ª série, recebeu o pico de cinco estrelas em proteção de adultos e crianças em testes de segurança pela agência LatinNCAP.


Aqui - Premiação entregue ao dr. Egon Fleischer, vice-presidente de Desenvolvimento do Produto da VW Brasil. Ato indica, Golf 7 a ser feito no Brasil terá idênticas características.


Futuro – Apesar das perdas superando US$ 1 bilhão no mercado latino-americano, Ford diz terá oito novidades industriais, em 2015. 


Seu presidente, inglês Steven Armstrong, prevê dificuldades no primeiro semestre, tentará recuperação no segundo, fechará o ano como 2014, em torno de 3.260 mil unidades vendidas.

E? – Versões atualizadas do picape Ranger – já mostrado pela Coluna -, EcoSport, Focus, mudança tópica em Fiesta, Edge, mostrado ao início do ano em Detroit e de apresentação delongada e, crê-se, o Mustang. E duas em caminhões pequenos.


Na mesma – Francesco Abbruzzezi, número 1 da Citroën, é prático prevendo apenas, em 2016, vendas iguais às de 2013. Crescimento apenas em 2017. Três anos perdidos.


Situação – As abrasões entre a GM e o sindicato dos metalúrgicos de São José dos Campos, SP, influenciando a produção, sempre foco de dúvidas quanto ao futuro, gerou consequências. 


Investimentos para novo sedã médio foram desviados para a Argentina. Brasil será importador.

Phoenix – Nome da lenda grega do renascimento tem a mesma lógica da denominação das operações da Polícia Federal. 


No caso é renascer da GM na Argentina, desde sua volta ao país vizinho.

Cruze 2 – Ação ultrapassa o dividir produção com o Brasil, como o faz agora, mas ter produto exclusivo e, mais, produzir atualizada família de motores: bloco em alumínio, quatro cilindros, 16 válvulas, injeção direta e turbo. 1,4 litro e 150 cv.


E? – Transmissão de sete velocidades à frente, automática. Não será feita na Argentina e, no Brasil, teve criado espaço industrial na fábrica da marca em Joinville, SC, mas era projeto grande, para mercados regional e europeu. 


Este, maior cliente, em crise, fez o presidente da GM avocar e detê-lo.

DNA – Novo Cruze, como o atual, tem o DNA coreano de estilo, herdado à Daewoo, comprada pela GM para ter pé na Ásia. No mercado Outubro 2015.


Híbridos
– Ford vendeu o milésimo Fusion Hybrid e por suas contas, do total detém 84%. 


Entrega 60 unidades/mês em principal por custar R$ 135 mil, sete mil sobre versão a gasolina. 

Consumidor mudou. Antes pessoas jurídicas, hoje, 80% são de particulares preocupados com ecologia e contas. 

Diz, diferença de custo se paga em dois anos de uso.

Bilhão
– As 147 mil unidades vendidas do Nissan Leaf atingiram 1 bilhão de km rodados, de acordo com o Carwings, sistema registrando as unidades vendidas. 


Fossem a gasolina teriam despejado na atmosfera 180 mil toneladas de CO2.

Zero – LatinNCAP, instituto de avaliação de segurança, submeteu o uruguaio Lifan 320 – já vendido no Brasil -, a teste de impacto. Resultado devastador: Nota Zero. 


É um esquife sobre quatro rodas. 

Que fará o governo federal sobre isto? O Brasil não testa os carros antes de seu lançamento ao mercado. 

Lançou, está lançado e se tiver problemas é com o INSS para pagar consertos pessoais, absenteísmo ao trabalho ou auxílio funeral, e o consumidor.


Lifan 320, Nota Zero no teste de segurança.


Pega – Encolhimento do mercado doméstico brasileiro em imaginados 8%, em 2014, mostra perdas e ganhos. 


Fiat mantém a liderança, e briga maior é para fugir do 3º. lugar. Por enquanto, GM vende cinco mil unidades a mais, em relação à VW. Na prática 1% de diferença.

Valor
– Se Volkswagen ficar com terceira posição, despropositada ante investimentos, lançamento do up!, atualização de motores, mudanças nas fábricas, resultado pode alterar seu processo comercial. 

Hoje tal área no Brasil é coordenada pela matriz, com pensar alemão, a latere do presidente local.

Fica - Bernd Osterloh, acima citado, defendeu em público renovação do contrato de Martin Winterkorn, o nº 1 da empresa. 

Para ele o melhor dirigente da indústria automobilística não pode ir para casa aos 69 anos. 

O contrato vencerá em 2016. Propõe fique até 2019, fim do ciclo de investimentos no exterior, produtos e tecnologia.

Mercado – Em caminhões, disputa maior está entre MAN, líder e liderando por 600 unidades, e Mercedes-Benz, querendo recuperar negócios. 

MAN caiu 12% em vendas e Mercedes a metade, sinal de crescimento. Diferença é 2%.

Receio – Queda de vendas, de perspectivas, negociação com colaboradores ociosos para não despedi-los e demora do governo com as regras do Finame PSI 2015, do BNDES, maior ferramenta de vendas, atemorizam setor.

Freios
– Para tentar reduzir acidentalidade com motos e ante iniciativa aplicada aos demais veículos, Conselho Nacional de Trânsito tornou obrigatório o uso de freios ABS, anti-travamento, e CBS, harmonizando frenagem nas duas rodas. Em 2016, 10%. Até 2019, toda a frota.

Bardahl – Marca, sobrenome de Ole, seu criador em 1939, comemora 60 anos no Brasil, representada pelos Nunes Galvão – Antônio e filhos Evânio e Mário. 

Pioneira no aditivar gasolina e óleo lubrificante, no automobilismo apoiou a pioneira Mil Milhas Brasileiras, e início da carreira de Emerson Fittipaldi. 

Volta – Participação na Fórmula 1 e categorias de base na França fizeram a Renault Brasil voltar às corridas com Fluence no Campeonato Brasileiro de Marcas. 

Há 50 anos a marca era usina de tecnologia de preparação, colhedora de vitórias, forno dos pilotos criando a base de presença brasileira no exterior.

Evolução – O Brasileiro de Marcas, coisa promocional, para automóveis não gera desenvolvimento de motores 2.0, padronizados, fornecidos pelo mago argentino Oreste Berta. 

As fabricantes de automóveis no Brasil deram o empuxo do nosso automobilismo organizado.

Está na hora de se unir pela volta à competitividade e ao uso das corridas como laboratório dinâmico.

Igual – Organização de Fórmula 1 mudou regra de admissão: só após 18 anos e duas temporadas em fórmula. 
Cuidados com imagem de utilidade institucional. 

Em esforço de sobrevivência, F 1 deve mostrar-se socialmente útil, e o fato de jovem imberbe, sem carteira de motorista, competir na categoria mais elevada, em caso de acidente geraria questões agora evitadas.

Antigos – Seis de fevereiro, durante a imponente Retromobile, em Paris, leilão Artcurial. 

No programa, Ferrari 275 GTB/2, de 1966, presente do diretor Roger Vadim à atriz Jane Fonda. Catálogo em www.artcurial.com


Parece GT Malzoni anabolizado, mas é Ferrari 275 GTB/2 do mesmo 1966. Estimativa em US$ 3,640 milhões a 4,300 milhões.

Mais - Estadunidense RM Auctions cruzou o oceano e fará leilão na mesma Paris aos 3 e 4 de fevereiro. 

Uma de suas estrelas, Delahaye 135S de 1935, competidor nas 24 de Le Mans 1937, e ex-Jean Philip Peugeot, herdeiro da marca. Valor estimado entre 1,2 milhão e 1,4 milhão de Euros.

Gente – Norbert Reithofer, alemão, CEO da BMW, promovido.

OOOO Presidente do Conselho de Supervisão da empresa. 

OOOO Novo titular será Harald Krueger, 49, atual diretor de produção. OOOO



Prêmios pelos bons resultados do Saveiro

O picape Saveiro da Volkswagen foi laureado com quatro prêmios no âmbito da Imprensa especializada. 

Largo caminho iniciado em 1983, foi escolhido como Melhor Picape pelo prêmio Abiauto, único do setor pela associação formada por jornalistas especializados. 

No mesmo nível, foi eleita Picape do Ano pelo Top Car TV, grupo criado por editores programas de automóveis. 

Duas revistas também o escolheram como melhor no segmento, a cinquentenária Autoesporte – Picape do Ano 1965 - e Car and Driver, Melhor Picape no grupo 10 Best.

É reconhecimento aos bons resultados conseguidos pelo picape pequeno da marca. 

Apostando no segmento, a Volkswagen tem feito desenvolvimento constante e o mais recente foi a criação da versão cabine dupla, diferenciada por conter espaço para cinco ocupantes. 

Outro ponto importante como ganho de melhoria no produto foi a mudança da motorização, agora o atualizado quatro cilindros, 1.600 cm3, 16 válvulas, 120 cv da família EA 211. 

Na prática um crescimento modular do motor de três cilindros caracterizador do modelo up!.

Além do motor o Saveiro porta freios ABS para estradas de terra, bloqueio eletrônico do diferencial e o HHC trava para arrancar em subida.
Saveiro, picape do ano

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O MOTOR BMW RECEBE PRÊMIOS NO BRASIL E NA ARGENTINA


A BMW do Brasil foi a marca consagrada na categoria melhor motor acima de 2.5 L pelo júri da ABIAUTO (Associação Brasileira de Imprensa Automotiva), formado por 60 jornalistas especializados de todas as mídias e regiões do Brasil, no 16º Prêmio Imprensa Automotiva. 


O troféu foi entregue em cerimônia realizada, em São Paulo (SP), e mostra o reconhecimento da Imprensa especializada à alta tecnologia presente nos modelos da BMW.


“Recebermos esta premiação é o reconhecimento do trabalho e dedicação da equipe do BMW Group, que investe constantemente no desenvolvimento de alta tecnologia e segurança para o segmento automotivo”, garante Carlos Cortes, gerente-sênior da BMWi no Brasil.


Prêmio portenho
Em Buenos Aires, a BMW do Brasil recebeu o Troféu Ouro Amalta com a melhor campanha de database Marketing/CRM, organizada pela AMALDI (Associación Latino-Americana de Marketing Directo), considerado o maior prêmio de Marketing Direto e Interativo da América Latina, Caribe, mercado hispânico nos Estados Unidos e Canadá. A campanha premiada foi a de pré-venda do BMW Série 3 GT. 


REFINARIA DA PETROBRAS, EM PERNAMBUCO, QUE INEXPLICAVELMENTE CUSTARÁ 10 VEZES MAIS ALÉM DO VALOR ORIGINAL, PROCESSARÁ DIESEL QUE O PAÍS HOJE TEM DE EXPORTAR POIS NÃO CONSOME O QUE REFINA. O BRASIL PRECISA ACABAR COM A ABSURDA PROIBIÇÃO DE AUTOMÓVEIS A DIESEL, ISSO AFASTARÁ AINDA MAIS O ETANOL DO MERCADO, O QUE TAMBÉM NÃO FARÁ A MENOR IMPORTÂNCIA, AFINAL QUEM ABASTECE SEU CARRO COM ÁLCOOL? MAS É PRECISO PENSAR ANTES DE DE DECIDIR



Alta Roda 

Nº 814 — 11/12/14
 
Fernando Calmon


PENSAR ANTES DE DECIDIR

A primeira refinaria do País que terá 75% de sua produção direcionada ao diesel começa agora a processar cargas (trens, no jargão próprio) de petróleo. 

Localizada em Ipojuca, Pernambuco, continua envolvida na confusão atual da Petrobrás e em um inexplicável aumento de custos – cerca de 10 vezes – que envergonha os brasileiros. 

Exige um tempo até alcançar os 200 mil barris diários de diesel, que podem diminuir, mas não eliminar de todo a dependência de importação desse derivado. 

Há duas novas refinarias projetadas, sem data nem de início das obras.

Esse acontecimento traz à discussão o momento de liberar o uso de diesel em automóveis no Brasil. 

Existe até lobby de produtores de autopeças em esforço de convencimento, porém curiosamente nenhuma fábrica de veículos. 

Mais curioso ainda foi a decisão do governo francês, anunciada semana passada, de desestimular veículos de passeio a diesel. 

Na França 70% das vendas de modelos novos das marcas locais, Citroën, Peugeot e Renault, se concentram em motores diesel. 

Será estreitada a diferença de preço para a gasolina e tomadas as providências para diminuir a frota que usa o mesmo combustível de caminhões, ônibus, trens e outros veículos e máquinas comerciais.

Note-se que o governo tem 15% das ações da Renault e 14% da PSA Peugeot Citroën. 

Ambas se queixaram de perda de competitividade, maior dificuldade em atender as emissões de CO2 (gás carbônico), mas nada se reverteu. 

No entanto, utilização de turbocompressor em motores a gasolina de menor cilindrada (chamado de downsizing) vem tirando a desvantagem de consumo e de nível de torque frente aos a diesel. 

Mesmo na França é preciso rodar 20.000 km por ano para valer a pena porque um automóvel a diesel tem custos (e preços) até 10% superiores. 

Com essa rentabilidade camarada é fácil compreender a existência de lobbies, mesmo que desbalanceie a estrutura de refino de combustíveis.

Nos EUA, o governo também “atrapalha” a dieselização de veículos leves e autorizou apenas gasolina no programa de forte redução de consumo (e também de CO2) até 2022. 

Como sobra diesel no País exportam para a Europa que, há décadas, investiu nesse combustível para se defender dos carros japoneses a gasolina.

Quanto ao Brasil, existe o etanol nessa equação, alternativa capaz de reduzir em 80% as emissões de CO2 no ciclo fechado da produção ao consumo. 

Se liberado diesel indiscriminadamente para automóveis, emissões de gás carbônico aumentarão, autossuficiência em diesel ficará difícil de alcançar e tornará ainda menos rentável produzir etanol – cerca de 50 usinas já fecharam.

Ao contrário do que se pensa, há poucos estímulos no Brasil para etanol. Cide, por exemplo, incide apenas sobre gasolina, mas foi zerada para “combater a inflação”. 

Propulsor de 1 litro responde por quase metade das vendas e tem a mesma alíquota de IPI para flex ou gasolina. 

IPVA, idem, para gasolina ou flex, enquanto motor só a etanol tem alíquota apenas 1% menor.

Colocar o diesel com Arla 32, contaminável por água depois de 30 dias armazenado e biodiesel de várias fontes como quarto combustível (somado o GNV), precisa ser muito bem pensado e pesado.

RODA VIVA

CASO as vendas em 2014 caiam um pouco menos de 10% frente a 2013 já será um pequeno alívio. 

Ao longo deste ano atípico se temeu queda ainda maior. Estoques voltaram a subir de 40 para 42 dias, entre outubro e novembro. 

Este mês se espera pequena reação pela maior oferta de crédito e compras antecipadas para fugir do aumento do IPI em janeiro próximo.

FORD antecipou, sem pormenores, que terá oito novidades em 2015, sendo duas em caminhões leves. 

Já se têm como certas reestilizações de Focus (hatch e sedã), Ranger (cabines simples e dupla), nova geração do crossover Edge (estreia, em janeiro, no Salão de Detroit) e, a concluir o processo de homologação, o Mustang.

ARGENTINO Citroën C4 Lounge 2015 tem versões intermediárias e de topo com primeiro motor turboflex, 1,6 L, do segmento de médios-compactos. 

Importado da França e desenvolvido em conjunto com engenharia brasileira, ganha sete cv (agora, 173 cv) quando abastecido com etanol. 

Câmbio automático também foi melhorado e o conjunto impressiona bem. Preços: R$ 78.790 a 85.490.

NISSAN não importará o Nissan GT-R, de 545 cv e nada menos de 64 kgfm, pela dificuldade de homologar e nem tanto pelo preço que seria competitivo (menos de R$ 500 mil) em relação ao desempenho excepcional. 

Afinal, baixar de três segundos de 0 a 100 km/h o coloca em um clube em que se contam os sócios pelos dedos de uma mão. Sua produção muito limitada também é empecilho.

EMPRESAS de rastreamento estão se sofisticando. A Ituran, multinacional israelense, já oferecia seguro total contra furto/roubo de veículo que usasse seu sistema e não fosse recuperado. 

Agora agregou também seguro contra danos materiais e físicos a terceiros, cobertura acessível e muitas vezes pouco valorizada. 

A empresa espera atrair mais clientes das classes C e D.
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fernando@calmon.jor.br e twitter.com/fernandocalmon

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

FORD ENCERRA O ANO EM RITMO DE COMEMORAÇÃO: O NOVO KA RECEBEU QUATRO PRÊMIOS DE “CARRO DO ANO" E AINDA DE "MOTOR DO ANO": TRÊS DA ABIAUTO E DOIS DA REVISTA AUTOESPORTE, QUE ELEGEU O PROPULSOR 1.0 TiVCT FLEX DO MODELO O “MOTOR DO ANO”.



A Ford do Brasil encerra 2014, como se diz popularmente, rindo à toa, com os prêmios atribuídos ao seu recente modelo Novo KA. Na semana passada, um júri de 60 jornalistas da ABIAUTO (Associação Brasileira da Imprensa Automotiva) escolheu o Novo KA o "Carro do Ano 2015" e ontem, a Revista Autoesporte, depois de consultar jornalistas especializados de publicações do segmento de todo o Brasil, chegou à mesma conclusão e ainda considerou o motor 1.0 TiVCT Flex do modelo "Motor do Ano".


Os jornalistas avaliaram quesitos como mecânica, segurança, economia, desempenho, tecnologia, conectividade, conforto, praticidade, design, aerodinâmica e adequação ao mercado.


Da esq. para a dir.: Célio Galvão e sua equipe de Imprensa da
Ford, receberam o Prêmio Abiauto 2014
“Estes prêmios são uma vitória não só para os times da Ford, mas para toda a engenharia brasileira”, destacou Rogelio Golfarb, vice-presidente de Assuntos Corporativos da Ford América do Sul. 

O executivo explicou que o Novo Ka é um projeto global totalmente novo, desenvolvido no Brasil, que vem sendo reconhecido tanto pelos especialistas como pelos consumidores,"o que nos deixa extremamente satisfeitos”.

O título de “Carro do Ano” coroa a estreia vitoriosa do Novo Ka, que em apenas três meses no mercado tornou-se um sucesso de vendas, com mais de 10 mil unidades comercializadas em novembro. 


Ele venceu também os prêmios: Americar (Associação América Latina da Imprensa de Carros) de Melhor Carro da América Latina e Melhor Design América Latina; Abiauto (Associação Brasileira da Imprensa Automotiva) de Melhor Compacto, Melhor Carro Nacional e Melhor Carro Abiauto; Top Car TV (jornalistas especializados em automóveis de TV e internet) de Melhor Compacto Nacional; e 10Best, da Car and Driver.




Projeto vencedor
O Novo Ka se destaca pelo design de linhas modernas e inteligentes, interior espaçoso e funcional e conteúdo de equipamentos. 

Ele vem de série com ar-condicionado, direção elétrica, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas, chave canivete com controle remoto, rádio MyConnection com Bluetooth e MyFord Dock – compartimento exclusivo que permite acomodar o celular ou GPS no painel.

Tem também freios ABS com distribuição eletrônica e controle de frenagem em curvas e é o único do segmento com a opção de controle eletrônico de estabilidade e tração (AdvanceTrac) e assistente de partida em rampa. 

Na conectividade, foi o primeiro no Brasil a oferecer sistema SYNC com comando de voz, AppLink para acesso a aplicativos do celular e Assistência de Emergência, que faz uma ligação automática ao SAMU em caso de acidente grave.


Melhor de 13
O 1.0  do Novo Ka venceu como “Motor do Ano” concorrendo com outros 13 finalistas. 

Com três cilindros e projeto de última geração, ele tem a maior potência e torque da sua cilindrada, com 85/80 cv e torque de 105/100 Nm com etanol e gasolina. 

Também é o mais econômico entre os carros 1.0 com ar-condicionado no ranking do Inmetro.

Duplo comando de válvulas variável tanto na admissão como no escape, com quatro válvulas por cilindro, sistema eletrônico de partida a frio “Ford Easy Start”, sistema de arrefecimento em dois estágios, correia primária com funcionamento em óleo e coletor de escape integrado ao cabeçote são outras características quer contribuem para otimizar seu rendimento e durabilidade.

Conta ainda com um sistema inovador de eliminação de vibrações, que em lugar dos contrapesos tradicionais utiliza o desbalanceamento proposital da polia para um funcionamento mais suave e silencioso.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

BIOMETANO É O COMBUSTÍVEL DA VEZ. É UM GÁS PRODUZIDO DE DEJETOS DE AVES POEDEIRAS QUE A SCANIA ESTÁ TESTANDO NUM ÔNIBUS QUE ESTÁ PERCORRENDO DIVERSOS ESTADOS, NUMA PARCERIA COM A ITAIPU BINACIONAL E A GRANJA HAAKE, DO PARANÁ.


Líder em transporte sustentável, a Scania colocou em circulação no País o primeiro ônibus movido a biometano da história da indústria de veículos comerciais. 


A iniciativa foi fruto de parceria da fabricante sueca com a Itaipu Binacional, o Centro Internacional de Energias Renováveis-Biogás (CIBiogás-ER), a Fundação Parque Tecnológico Itaipu (FPTI) e a Granja Haacke, de Santa Helena (PR), responsável pelo fornecimento do biometano. 



Produzido a partir de dejetos de aves poedeiras, o gás é filtrado e envasado, antes de ser transportado para Foz do Iguaçu, primeira cidade onde o ônibus foi utilizado em demonstração.

“Fabricado na Suécia, o veículo atende à normativa Euro 6 e é considerado um dos mais modernos do transporte público do mundo, com motor dedicado ao uso tanto do com gás natural veicular (GNV) quanto do biometano como combustível. Ele emite 70% menos poluentes que um similar a diesel”, explica Silvio Munhoz, diretor de Vendas de Ônibus da Scania no Brasil.


Depois de Itaipu, onde fez o transporte de funcionários e estudantes de 31 de outubro a 26 de novembro abastecido apenas com biometano, o ônibus seguirá para os Estados do Rio Grande do Sul, São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro para mostrar a aplicação da tecnologia tanto em rotas urbanas, quanto em fretamento e transporte intermunicipal.

“A partir do início de dezembro o veículo já começa a demonstração no Rio Grande do Sul. Estamos recebendo consultas de outras cidades interessadas em conhecer a tecnologia. 
O mais importante é perceber que ela é 100% viável para comercialização”, diz Munhoz.



Parceria
Segundo o superintendente de Energias Renováveis de Itaipu, Cícero Bley Júnior, que também preside a Associação Brasileira de Biogás, o objetivo da parceria é demonstrar a viabilidade da aplicação do biometano na mobilidade urbana, para que ele possa ser integrado à matriz de combustíveis do País. 

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) está com uma consulta pública aberta para regulamentar o uso do combustível.

“Estamos satisfeitos com os resultados que obtivemos na demonstração do ônibus da Scania em Itaipu. Acreditamos na viabilidade do biometano e estamos iniciando um novo período na busca de alternativas mais sustentáveis ao meio ambiente”, 
diz Bley.

Munhoz conta que os três mil quilômetros que o ônibus percorreu dentro de Itaipu comprovaram os benefícios do uso do combustível renovável. 


“Em relação ao preço por quilometragem, o custo do biometano é menor em 56% ante um veículo similar a diesel”, revela. 

“Para a Scania, sustentabilidade significa a redução de emissão de CO2 por meio de inovação, comobilidade, treinamento de motoristas, manutenção preventiva e uso de combustíveis alternativos. Tudo isso resulta no aumento da rentabilidade de nossos clientes”, frisou.

Segundo Bley, a demonstração do ônibus da Scania em Itaipu provou que o biometano é o combustível ideal para promover a mobilidade sustentável. 


“A partir de um problema das cidades – a gestão de resíduos – encontra-se uma solução economicamente viável para qualquer centro urbano de nosso país”, ressalta.

Tecnologia Scania
O ônibus Scania tem 15 metros de comprimento, com dois eixos direcionais e capacidade para até 120 passageiros. 

As características do motor Scania Euro 6 a gás permitem que o veículo rode não só com biometano, mas também com gás natural ou a combinação de ambos.

Antes de chegar ao Brasil, o ônibus Scania passou pelo México e pela Colômbia, sempre abastecido com GNV. 


Em Bogotá, foi testado em condições extremas: altitude elevada, baixa pressão atmosférica, tráfego pesado e ladeiras.

Responsável por conduzir o ônibus no giro pela América, Miguel Morales Gomes, master driver da Scania, disse que não notou diferença de desempenho do veículo abastecido com biometano ou com o GNV convencional, derivado do petróleo.


“A diferença é zero tanto em topografias de subidas quanto de descidas. Foram feitos testes em diversas condições, justamente para provar que a performance desse ônibus Scania movido a biometano é ótima”, afirma.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

ANÉIS DE SEGMENTO KOLBENSCHMIDT (KS) PARA MERCEDES-BENZ, AGRALE E VOLKSWAGEN


A KS lançou, no mercado nacional de reposição, anéis de segmento para linhas leve e pesada das veículos Agrale, Mercedes-Benz e Volkswagen.

Na linha pesada, os novos itens atendem os motores OM 924, 926LA Euro 5 da Mercedes-Benz e Agrale, e na linha leve os motores 2.0L AP da Volkswagen.

Os motores OM 924, 926LA Euro 5 da Mercedes-Benz são aplicados nos modelos Acello 1016, 815, Atego 1419, 1719, 2426, Atron 1319, LO 916, Axor 2625, fabricados a partir de 2011, e OF 1219, 1519, 1721, 1724, Atego 1729, 2429, 0500 M 1826, 500U e 500R, produzidos de 2012 em diante.

Para a Volkswagen, o lançamento dos anéis de segmento KS na medida 1 mm, atendem os veículos Gol, Parati, Saveiro, Quantum e Santana, motor 2.0L 8V AP a gasolina, modelos produzidos a partir de 1996.

Para maiores informações sobre as aplicações, o cliente pode entrar em contato com a fábrica através do 

SAKS 0800 721 7878 ou através do e-mail: marketing@br.kspg.com.

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* Os produtos da marca KOLBENSCHMIDT (KS) são comercializados no mercado brasileiro de reposição pela MS Motorservice Brazil, divisão do Grupo KSPG AG responsável pelas atividades de vendas e prestação de serviços para o aftermarket.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

ENCERRAM-SE NESTE FIM DE SEMANA OS CAMPEONATOS BRASILEIROS PARANAENSE E CATARINENSE DO RALLY DE VELOCIDADE DE 2014.


Neste final de semana, entre os dias 05, 06 e 07 de dezembro, chega ao fim a temporada 2014 dos campeonatos Brasileiro, Paranaense e Catarinense de Rally de Velocidade. 


Os pilotos que compõe o grid da modalidade do automobilismo brasileiro irão desembarcar no Paraná onde, na cidade de Araucárias, participarão do Rally dos Araucárias, 6ª etapa do calendário.

Após terem feito o ano completo juntos na categoria, o piloto Leo Zettel e o navegador Fred Zettel (WZ Studio e Aline Andrade Glasses) estão bastante animados para esta prova. 


A dupla da equipe Zettel Sport/RT One soma 51 pontos no Campeonato e seguem na terceira colocação na tabela da classificação da categoria CBR3.

Será a segunda oportunidade no mesmo circuito de Araucárias, a primeira foi realizada na terceira etapa. "O Rally das Araucárias é o mais tradicional do Paraná, então esperamos um grande público presente no encerramento dos três campeonatos", comenta Leo Zettel.



Programação do Rally das Araucárias:
Sexta-feira, 5 de Dezembro
15:00h - Shakedown
18:30h - Largada Promocional

Sábado, 6 de Dezembro
10:00h - Largada do 1º carro do Parque de Apoio - Parque Cachoeira

Domingo, 7 de Dezembro
07:50h - Largada do 1º carro do Parque de Apoio - Parque Cachoeira
13:00h - Entrada do 1º carro no parque fechado
14:30h - Premiação

Classificação do Campeonato - CBR3
Pilotos
1) Marco Malucelli, 99 pontos
2) Marcos Tokarski, 72
3) Leo Zettel , 51
4) Toninho Genoin, 37
5) Jeann Schaikoski, 33
6) Hamilton de Castro, 28
7) Marlon Goulin, 22
8) Mirtillo Trombini, 20
9) Osman Didi, 18
10) Perci Hultmann, 4

Navegadores
1) Vinicius Anzilieiro, 61
2) Maicol Souza , 59
3) Frederico Zettel, 51
4) Kana Ribeiro, 50
5) Guilherme Trombini, 43
6) Jefferson Valdes, 33
7) Tony Matias, 28
8) Rafael Frasson, 22
9) Murilo Hekave, 18
10) Giovani Bordin, 15
11) Ney Dilay, 4

CALENDÁRIO 2014 - Campeonato Paranaense de Rally Velocidade

Etapa 1 - 08 de março - Rally de Morretes /PR
Etapa 2 - 02 e 03 de maio - Rally de Ponta Grossa /PR
Etapa 3 - 05 de julho - Rally das Araucárias /PR
Etapa 4 - 08 a 10 de agosto - Rally de Tijucas /SC *
Etapa 5 - 19 e 20 de setembro - Rally de Ponta Grossa/PR *
Etapa 6 - 05 a 07 de dezembro - Rally das Araucárias /PR*
* Provas juntamente com o Brasileiro e Catarinense

PROGRAMA VICTORIA COM PROMOÇÕES DE NATAL, OFERECE MAIS VIAGENS COM MENOS MILHAS



Descontos até 40% sobre a tabela regular de milhas de e para praticamente todos os destinos da TAP, com voos a partir de 7 mil milhas, estão disponíveis na aquisição de passagens através do programa de fidelidade Victoria. 

As promoções criadas para beneficiar os portadores do Victoria possam usar as suas milhas, antes do fim do ano, durante o Natal, devem ser consultadas no link: http://www.tapvictoria.com/pt/Promocoes/2322/EmDezembroPromocoesDeNatal 

As reservas e emissões devem ser feitas no período de 01.12.2014 até 12.12.2014 inclusive, para viagens de 12.01.2015 até 19.03.2015, excluindo o período de 12.02.2015 a 22.02.2015, inclusive.



Além desta oferta, e a pensar nas compras de Natal, a TAP, em parceria com a Lifecooler, possibilita aos clientes a utilização de milhas em presentes: http://tapvictoria.lifecooler.com/.

A doação de milhas a uma das instituições de solidariedade parceiras da TAP é outra proposta da companhia para os seus clientes, nesta época natalícia: http://www.tapvictoria.com/pt/UtilizarMilhas/DoarMilhas/

Para os clientes que pretendam comprar ou transferir milhas, o Programa Victoria tem também uma oferta especial: 50% de desconto na compra e transferência de milhas, até 31 de Dezembro.

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