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quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

A BMW JÁ TEM À VENDA EM SUAS CONCESSIONÁRIAS NO PAÍS OS NOVOS MODELOS DA LINHA X: O BMW X4 xDRIVE 28i X LINE CUSTA R$ 264.950,00 E NA VERSÃO 35i M SPORT R$ 314.950,00. O MODELO X6 cDRIVE50i M SPORT CUSTA R$ 459.950,00. OS NOVOS CARROS SURGEM COM DESIGN DIFERENCIADO, ALTA TECNOLOGIA E ALTO DESEMPENHO TODOS COM MOTORES TURBINADOS.


Apresentados no Salão do Automóvel de São Paulo, deste ano, os SACs (Sport Activity Coupé) chegam para completar o line-up 2015, da linha X. 


“Desde que o apresentamos no Salão, o BMW X4 tem sido um dos modelos mais esperados pelos clientes no Brasil. Com o novo BMW X6, temos a continuidade de uma linha de muito sucesso. Esperamos resultados muito positivos com esses modelos, em 2015”, afirma Nina Dragone, diretora de Marketing da BMW do Brasil.



Design e dinâmica esportiva
O BMW X4, novo membro da família é o primeiro Sport Activity Coupé no segmento crossover médio, uma combinação perfeita de esportividade e alto desempenho, sem abrir mão da versatilidade de um SUV 4x4, com comportamento dinâmico que é referência em sua categoria.

Suas linhas sofisticadas e, ao mesmo tempo, imponentes sugerem a potência dos motores turbo de alto desempenho da BMW nas duas versões, ambas com motores BMW TwinPower Turbo com injeção direta de combustível, e câmbio automático de oito velocidades com troca de marchas no volante.


A motorização 28i é de quatro cilindros em linha, 2.0l e gera 245hp de potência, com torque de 350Nm. 


Com essa potência, o modelo alcança de 0 a 100 km/h em 6,4 segundos. A motorização 35i é de seis cilindros em linha, e gera 306hp de potência. 


O torque de 400Nm, torna as arrancadas empolgantes e vigorosas. Os 100 km/h chegam em 5,5 segundos.


O BMW X4 xDrive28i contempla um pacote de design externo X Line combinando elementos em alumínio satinado e black high-gloss shadow line, com rodas de liga leve aro 19 e faróis Bi Xenon. 



O nível de equipamento é superior, com teto solar, sistema de navegação, câmera de ré, sistema de destravamento de portas Comfort Access. 

O modelo traz acabamento interno em alumínio e Piano Black. Os bancos, revestidos em couro Nevada, possuem ajustes elétricos e função de memória.

Já o BMW X4 xDrive35i M Sport traz design M Sport e rodas aro 20. 


O pacote M Sport inclui parachoques e saias laterais M Sport, soleiras e pedaleiras em alumínio, volante esportivo M em couro e bancos esportivos. 

O modelo conta com tecnologia de ponta da engenharia BMW: Direção esportiva variável, controle eletrônico dos amortecedores, Head-up Display, câmera de ré com função top view, TV Digital, Som Harman Kardon e faróis Xenon adaptativos com assistente de farol alto.


Novo X6: Máximo de luxo e desempenho
A excelente dirigibilidade do novo BMW X6, que mesmo com suas grandes dimensões, se comporta praticamente como um modelo esportivo nas pistas, comprovando a expertise dos especialistas de engenharia da BMW.

Reconhecido pelo seu grande porte visual único e potência de sobra, o novo BMW X6 xDrive50i chega renovado às concessionárias em sua segunda geração, com performance muito superior e mais tecnologia embarcada.

Potência e esportividade são atributos essenciais do BMW X6 e nortearam a evolução técnica da nova geração.


O motor V8 4.4l BMW TwinPower Turbo, aliado à transmissão automática de 8 velocidades, gera uma potência de 450hp, o que representa um ganho de 43hp em relação à sua antecessora. 


Com torque de 650Nm, um ganho de 50Nm, o modelo acelera de 0 a 100 km/h em 4,8 segundos, 0,6 segundos mais rápido do que a geração anterior. A velocidade máxima é limitada eletronicamente em 250km/h.


O modelo conta com pacote visual M Sport, acabamento BMW Individual em high-gloss shadow line, teto solar elétrico e rodas forjadas M de 20 polegadas. 


Por dentro, conta com bancos esportivos em couro Dakota, pedaleiras e soleira M, volante M em couro, revestimento de teto BMW Individual e acabamento em Alumínio Hexagon.

O BMW X6 traz o máximo de tecnologia, além de trazer embarcada uma série de equipamentos que melhoram o desempenho e a segurança do veículo: 



Direção Ativa, Chassis M adaptável, faróis adaptativos em LED, BMW Head-up Display, Driving Assistant, BMW Night Vision e Active Protection. 

Sistema de Navegação Professional, Display multifuncional, TV Digital com 2 telas de LCD no banco traseiro, Som Bang&Olufsen com 20 GB para armazenamento de músicas e gerenciamento de playlists, ar condicionado de quadrante que proporcionam o mais alto prazer de dirigir para os entusiastas desse ícone da marca BMW.


terça-feira, 23 de dezembro de 2014

AS PISTAS DE CORRIDA, PRINCIPALMENTE DE FÓRMULA 1, SÃO VERDADEIROS LABORATÓRIOS DAS FÁBRICAS DE AUTOMÓVEIS E MUITOS BENEFÍCIOS TECNOLÓGICOS NÃO APENAS DE DESEMPENHO, MAS PRINCIPALMENTE DE SEGURANÇA TÊM SIDO APLICADOS NOS CARROS QUE USAMOS COTIDIANAMENTE NAS RUAS E ESTRADAS.




APRENDER 

COM A FÓRMULA 1



Por Fernando Calmon




Afinal o que as corridas de F-1 e, especificamente, seus carros podem trazer de vantagens e conquistas para o motorista em ruas e estradas? 


Há controvérsias sobre isso, mas o regulamento atual da categoria máxima do automobilismo introduziu conceitos de eficiência energética bastante severos que podem perfeitamente migrar, com as devidas adaptações, para os automóveis comuns.

Existem, porém, pontos menos visíveis que merecem análise mais meticulosa. Este ano já se sabe que os monopostos Mercedes-Benz AMG Petronas não tiveram adversários na competição. Foi um passeio poucas vezes visto na categoria em razão da superioridade técnica do seu motor em particular.

A empresa alemã aceitou o desafio de demonstrar que, sim, há transferência de tecnologia das pistas para as ruas. Mais do que isso, a F-1 é um imenso laboratório de testes que ajuda e acelera o desenvolvimento de novas soluções. Para se ter ideia da rápida evolução basta o exemplo do KERS, sistema de recuperação de energia cinética. Em 2007 ele pesava 107 kg e sua eficiência era de apenas 39%. Apenas cinco anos depois o peso caiu para 24 kg e a eficiência foi a 80%, o que permitiu adaptá-lo à versão elétrica do Mercedes AMG SLS.

As áreas-chave de cooperação são as seguintes:

Hidridização: no campo de motores elétricos, baterias e sistema de controle há uma importante integração de componentes a serem aplicados no sedã de topo S 500 híbrido, plugável em tomada.

Simulação: avanços permitiram encurtar prazos de projetos. Substituiu-se o método tradicional de tentativa-e-erro por técnicas de simulações em programas de computador. Na F-1, até 5.000 componentes e 15.000 desenhos podem ser concluídos em apenas quatro meses. No caso importa menos o que os engenheiros estão desenvolvendo e sim como estão fazendo.

Aerodinâmica: as ferramentas utilizadas são semelhantes como túnel de vento e dinâmica de fluidos computacional.

Turbocompressor: pesquisas em conjunto levaram à solução criativa de distanciar a turbina do compressor, no motor de F-1, que permitiu grande vantagem. Em um automóvel comum não seria fácil aplicar a mesma solução.

Lubrificação: pacote complexo de aditivos para óleos sintéticos, que diminuem desgaste e atrito, poderá estar disponível para automóveis de grande desempenho da divisão AMG.

Redução de atrito: novos revestimentos e tratamentos de superfície interna dos cilindros em blocos de motor de alumínio estão paulatinamente sendo transferidos para os modelos de produção de maior volume.

Alívio de peso: preocupação de sempre desde que as competições automobilísticas começaram em 1894. Exemplo recente é a aplicação de compósitos em fibra de carbono conhecidos por sua extrema leveza e resistência. Desde 2003 começaram a fluir para os carros esporte de ponta, como o Mercedes SLR McLaren, que estreou as estruturas de cabine e frontal anticolisão. O carro compacto elétrico i3, da BMW, tem cerca de 80% de seus componentes estruturais feitos nesse material para compensar em parte o peso das baterias.



Os altos custos tornam as transferências de tecnologias mais lentas. À exceção dessa limitação, os objetivos são semelhantes dentro e fora das pistas, em termos de eficiência e desempenho.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

A AVALIAÇÃO DO CHEVROLET PRISMA FEITA PELO BLOG DO ARNALDO MOREIRA PUBLICADA NO ZIPPCAR JÁ É A TERCEIRA MATÉRIA DE TEST-DRIVE MAIS LIDA DO SITE



AVALIAÇÃO: CHEVROLET PRISMA, UM CARRO PARA O QUE DER E VIER.




20/12/2014
Texto e fotos de Arnaldo Moreira 


A matéria de avaliação executada pelo jornalista Arnaldo Moreira, editor-chefe do Blog do Arnaldo Moreira, sobre o Chevrolet Prisma LTZ publicada no site ZippCar, de São Paulo, já é a terceira mais lida entre as matérias de test-drive publicadas pelo site, informou, hoje, o diretor da publicação, jornalista Darlan Helder.

http://www.zippcar.net/2014/12/avaliacao-chevrolet-prisma-um-carro.html#more

domingo, 21 de dezembro de 2014

O CHINÊS CELER DA CHERY, QUE SAIRÁ DA FÁBRICA DE JACAREÍ, AGORA EM JANEIRO, CUSTARÁ MAIS CARO DO QUE O MESMO MODELO FABRICADO NA CHINA, APESAR DO ALTO CUSTO DA LOGÍSTICA PARA CHEGAR AO BRASIL. A VOLKSWAGEN ACERTA AS ARESTAS PARA COMEÇAR A MONTAGEM DO JETTA SEDAN NO PAÍS


Coluna Nº 5.114 - 21 de Dezembro de 2014
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Ícone brasileiro, GT italiano

Automobile Maggiora e Carrozzeria Viotti, italianas, fornecedoras da indústria automobilística, mostraram no Motor Show de Bolonha, Itália, ve
ículo chamado Viotti Willys AW380 Berlinetta. 

Interpretação de carro brasileiro, o Willys Interlagos – versão melhorada do francês Alpine A 108. 

Local adequado, próximo a Modena, onde estão míticos esportivos Ferrari e Maserati.

Numeral 380 não indica cilindrada ou potência mas, curiosa e argentariamente, o preço: 380 mil euros – perto de R$ 1,2 milhão -, e apenas 110 unidades serão construídas. 

Fabricantes querem homenagear o modelo nacional, A 108, mas farão 110 unidades lembrando a versão francesa, sucessora da nacional.

Dados técnicos
Motor boxer, bi turbo, 3.800 cm3, 6 cilindros e 610 cavalos de força – deve ser Porsche ou Subaru -, capaz de, por caixa com seis marchas, acelerar de zero a 100 km em 2s7, e atingir velocidade final em 340 km/h. 

Freios em compósito de cerâmica, carroceria em fibra de carbono, suspensão McPherson frontal, traseira por multi link. 

Para parar, freios com discos frontais com diâmetro de 380 mm, pinças com seis pistões, e traseiros 360 mm e quatro pistões. Peso total 1.350 kg.

Em números um comparativo: no brasileiro Willys Interlagos, comprimento 3,78m; largura 1,45m; altura 1,14m; peso 540 kg. 

No projeto italiano, respectivos 4,43m; 1,94m e 1,22m, peso 1.350 kg. É outro bicho. 

A justificativa do projeto é tipo capaz de inspirar o samba do crioulo doido histórico/mecânico. 

Cita, corretamente, as 822 unidades construídas pela criativa e ativa Willys-Overland, entre 1962 e 1966, e aí escorrega no restante, enfatizando a fama dos campeonatos mundiais de rallye com os irmãos Fittipaldi, e Bird Clemente mais Luiz Pereira Bruno. 

Os Interlagos, assim como os pilotos brasileiros, nunca competiram em rallyes externos. 

Ao contrário, eram carros de velocidade no Brasil. E o citado Bruno é Bueno.

Restam apenas 109 unidades. A primeira, exposta no Motor Show, foi vendida ao Gruppo Rumo, russo representante nos Balcãs.

Negócio difícil

Os italianos viabilizaram a tentativa do designer brasileiro João Paulo Melo. 

Paulista, formado em design industrial pela Belas Artes de São Paulo, seu premiado trabalho de graduação, foi a recriação do mesmo Willys Interlagos.

Batizado de Interlagos 2006, com desenhos coloridos e pequena maquete, Melo tem ido de Seca a Meca – aliás, tivesse negociado com algum oriental, possivelmente o projeto teria decolado. 

Ex-designer da Fiat, atualmente na Marcopolo de ônibus, ofereceu o projeto ao tri-campeão Nelson Piquet, não interessado em diversificar negócios; buscou auxílio na Karmann-Ghia; e em fábrica de plástico de engenharia, em lento andar.

Não arrefece. Agora retoma contatos com a Renault: o conjunto moto propulsor do Fluence, motor 2.0, turbo, transmissão de seis velocidades, colocados sobre o eixo traseiro, tem tudo a ver com a interpretação original, pois utilizava o pequeno motor de 845 cm3, evoluído a partir da mesma unidade empregada nos Renault Dauphine e Gordini. 

A combinação baixo peso, aerodinâmica e motor forte tem tudo a ver com o projeto - e a renda nacional.

Para demonstrar a viabilidade da proposta propõe-se à construção de protótipo para aplicação esportiva, articulando o fornecimento mecânico pela Renault e o financiamento de empresas interessadas – valor ridículo ante a possibilidade: estimado em R$ 95 mil. 

Com o feedback gerado pelo veículo em si, pode-se imaginar a construção para categoria mono marca destinada a jovens talentos do automobilismo, o berço atualizado do já feito há meio século pelas Berlinette Willys Interlagos.

No Brasil, o projeto se chama A-108 Berlineta. O nome Interlagos, por oportunidade negocial, foi registrado pela Fiat.

O projeto nacional não é, como o italiano, cópia borrada do veículo original, anabolizando as curvas, estilizando as bases dos faróis auxiliares, não existentes no modelo A108, mas apenas no A110.

É muito superior em design e proposta, apesar das limitações nacionais para a mecânica no país dos motores 4 cilindros, e da pouca coragem para investimentos em projetos novos. Interessado em dar uma força? www.berlineta.com.br


AW380: Interlagos à Italiana


A-108 Berlineta: Brasileiro é melhor

Fundação social, o rentável negócio social da Volkswagen
Negócio interessante da Volkswagen, sua Fundação, não ganha dinheiro – só gasta. E pouco conhecida por quem consome seus veículos. 

Festeja 35 anos e apresenta soma invejável: beneficiou, apenas na última década, 1.374.630 alunos e 18 mil professores em 13 estados brasileiros.

A Fundação coordena os investimentos sociais da marca, oferecendo projetos de Desenvolvimento Social para comunidades de baixa renda. 

Ultrapassou os municípios e estados onde tem operação industrial, e abriu amplitude nacional. 

Na prática aplica, de forma voluntária, recursos privados para finalidade pública.

Seu leque de projetos tem base interna, com a instigação aos 18 mil funcionários a se envolver em voluntariado, e na criação de projetos, gerando legião de cidadãos de bem. 

Neste ano os voluntários indicaram 569 projetos de instituições em 23 estados brasileiros. 

Não se busca apenas repassar recursos, mas implantar projetos dentro da linha educacional e de desenvolvimento social, buscar parceiros, ONGs, para tornar as ideias factíveis e auto financiáveis, explica Kelly Smaniotto, executiva no. 1 da Fundação.

Os projetos cumprem o objetivo estratégico de Fortalecer a Sustentabilidade como Princípio de Gestão, explica Eduardo Barros, superintendente da Fundação e diretor jurídico da Volkswagen. 

Amplo leque com 10 projetos, destes 7 educacionais. 

O ponto mais visível, ou audível, é o patrocínio ao Instituto Bacarelli, atendendo a mais de 1.400 crianças e jovens em programas sócio culturais de formação musical artística e de excelência, instigando o desenvolvimento pessoal, criando uma vitrine para profissionalização em música. 

Um dos destaques é a Orquestra Sinfônica de Heliópolis, surgida na enorme favela paulistana, tentando oferecer oportunidades ao público carente.


Roda-a-Roda

V – Análise do dr. Joseph-Fidelis Sehn, ex-diretor de Recursos Humanos da VW Brasil e atual presidente da VW Argentina, em português fluente e correto: mercado brasileiro é um V. 

Cairá mais um pouco, chegará ao chão, e acelerará de volta. Em três anos, 2017, ultrapassará os resultados de 2013 – 3,6 milhões de veículos produzidos.

Telhado - A reformulação interna da fábrica VW de São Bernardo do Campo, SP, e a falta de investimentos para melhorar o Polo definiram o seu fim. 

Deambula pela beirada do telhado. Vida curta e inglória: foi o melhor dos Volkswagen construído aqui até a chegada do up!

Enfim – Janeiro, a Chery iniciará distribuir o Celer, de produção iniciada em outubro, na fábrica de Jacareí, SP. 

Instalação industrial quer fazer os novos Tiggo e QQ, em 2016. 

Previsão, curiosa, custará acima do modelo importado, submetido a cara logística e pagamento de impostos de importação.

Pré – Boa notícia, Peugeot apresentou seu próximo modelo 2008 às revistas especializadas, parte da estratégia de lançamento. 

O 2008 é um SAV-Sport Activity Vehicle - sobre o 208, de invejáveis sensações para conduzir.

Má, marcou início de comercialização para junho.

Início – Volkswagen está nos acertos finais para o início da montagem do sedã Jetta, ponto superior de sua gama no Brasil. 

Pelo simplório processo industrial – as carrocerias virão montadas e pintadas -, não pode misturá-lo na mesma cadeia de produção com os outros produtos construídos integralmente aqui.

Herança – Assim, para não misturar intervenções industriais, será montado no antigo espaço onde se processava a Kombi. 

A Velha Senhora (1957-2013), tinha manufatura separada das linhas de produção por razão assemelhada: seu método de fabricação era tão antigo e com tantas intervenções manuais, não permitia sinergia com processo moderno. 

Na prática, se misturasse, atrapalhava.

Nova – Fiat inaugurará novas instalações na pernambucana Goiana. Apesar de ter começado como projeto com seu nome, com a incorporação da marca à FCA, o grande letreiro de identificação será Jeep.

Caminho – Escolha simples. O primeiro produto será o Renegade, com o emblema Jeep, apesar de desenvolvido sobre plataforma original Fiat. 

Mas os formuladores comerciais da FCA entendem, a marca de maior crescimento mundial será a Jeep. 

Esforço – Fábrica faz e lança veículos, mas quem vende é a rede de distribuição. Sem esta, não há escoamento. 

Assim, para evitar um balcão diminuto em relação à boca do forno, a divisão da marca corre para viabilizar rede. 

E quer fazer festa importante, nomeando 150 no mesmo dia, em abril. Três vezes o feito da JAC Motors inaugurando meia centena no mesmo dia.

Foi – Nos EUA, Chrysler não é mais Chrysler. A razão social foi alterada para FCA US LLC.FCA é a abreviatura da razão social da holding, Fiat Chrysler Automobiles; US para indicar a operação norte americana; LLC é o equivalente à formatação de sociedade limitada. 

O guarda-chuva empresarial da holding mantém o sobrenome do fundador Walter P Chrysler. Operação no Brasil também mudará de nome. Será FCA Latam (de Latin America) Ltda.

Do ano – Veículo ainda não chegou ao Brasil, mas o motor 2.0, injetado e com turbo, do automóvel japonês Subaru WRX foi eleito um dos 10 melhores motores de 2015 pelo júri da respeitável publicação especializada estadunidense Ward’s. 

Faz 268 cv e 35,7 m.kgf de torque entre 2.000 e 5.000 rpm. Novo, reforçado para resistir às grandes pressões internas, e turbo relocado para maior eficiência.

Começou – Finalmente, Estado do Espírito Santo volta a contar com atividade automobilística, após o fechamento da Revisa, fábrica dos ônibus Itapemirim. 

A Volare, empresa Marcopolo, concluiu primeira parte das obras de sua fábrica em São Mateus. 

Fará 800 unidades em 2015 para mercados doméstico e exportação.

Atual – Instalações industriais conversam com a natureza. 

Área plana, pé direito com 10m, telhado e laterais duplos para reduzir calor, iluminação natural, captação de energia solar para lâmpadas de LEDs, de águas de chuva, armazenadas em lago com 10M de litros.

Consequência – Resultado da desvalorização do Real frente ao Dólar, veículos para exportação baixaram de preço, permitindo à Fiat voltar a enviar ao México. 

Marca projeta em 2015 relação entre as moedas em R$ 2,80 x USD $1.

Descendo - Produção de veículos no México sobe, no Brasil, desce. 

A inversão dos ponteiros fará do parceiro nortista o 7º produtor mundial, Brasil caindo à 8ª posição.

Despedida – Tomas Schmall, deixando a presidência da Volkswagen para assumir diretoria mundial de componentes e lugar no board da marca, deve ter-se surpreendido com elevado número de festas de despedidas e homenagens.

Brasilianische - Schmall, 51, será o mais jovem membro e, nacionalizado, declara será o primeiro brasileiro do board da VWAG, e em seu discurso de despedida em coquetel a amigos, confirmou a informação sabida por antecipação pelos leitores da Coluna: o motor com injeção direta e turbo será fabricado em São Carlos, SP.

Livro – Publicação interessante a quem gosta da indústria automobilística e, em especial, do Mercosul, é o livro Falcon, un clasico hecho história, por Gustavo Feder, editor de Autohistoria. 

Conta a saga do Ford Falcon, com produção iniciada na Argentina logo após o lançamento nos EUA, feito por três décadas. 


Gente – Olivier Philippot, francês, 40, novo presidente da autopecista Magneti Marelli. 

OOOO Manterá gestão sul americana da marca. Sub-continente representa 20% dos negócios da marca pertencente à Fiat. 

OOOO Manuela Hoehne, jornalista, ex-Aston Martin, mudança. 

OOOO Relações com a Imprensa pela Bugatti. OOOO

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Mercedes lidera em ônibus. Tecnologia ajuda.

Criticada implantação de faixas exclusivas para transporte coletivo em várias capitais buscando dar maior fluidez e velocidade ao trânsito, caminha para resultado maior: a escolha do ônibus como modal de transporte pelo usual motorista do automóvel de transporte individual.

Opção ocorre pelo deslocamento mais rápido sobre a faixa exclusiva, e pelo ganho de conforto de marcha continuadamente aplicado aos ônibus.

Eventual incremento da frota circulante de coletivos terá pequeno efeito nas emissões de poluentes. 

Um ganho silencioso vem-se processando nestes equipamentos. 

Desde 1998, quando a Mercedes-Benz pioneira e corajosamente desenvolveu no Brasil motor para alimentação por injeção de combustível através de comando eletrônico, em lugar da secular bomba mecânica e, mais recentemente, com a adoção da tecnologia Blue Tech, as emissões poluentes foram cortadas drasticamente. 

A injeção eletrônica permitiu regrar melhor a alimentação do motor, oferecendo economia, redução de emissões, melhor comportamento, confiabilidade. 

Passo recente, novo degrau tecnológico, o motor enquadrado no regulamento do Proconve - Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores -, norma oficial de redução de emissões. 

Em sua regra 7, equivalente à européia Euro 5, oferece sensíveis ganhos no setor. 

Se comparado com as regulamentações anteriores, Proconve 4 = Euro 2, as reduções de emissões foram sensíveis: desceram de 100% para 13%. 

Base para a mudança, a disponibilidade do novo diesel S50 - contra o anterior S500.

A Mercedes lidera nas vendas de ônibus no país. Coerente. 

A marca criou o ônibus e fez a primeira aplicação de motor diesel em chassis para trabalho - caminhões e ônibus.


Corredor de transporte e ônibus de operação limpa querem mudar hábitos
____________________________________edita@rnasser.com.br 

sábado, 20 de dezembro de 2014

POLICIAMENTO EM FERNANDO DE NORONHA, ONDE A PREOCUPAÇÃO COM A DEFESA E A PRESERVAÇÃO COM O MEIO AMBIENTE DEVIA SER EXTREMA OPTOU POR UM CARRO HÍBRIDO AO INVÉS DE UM 100% ELÉTRICO PARA POLICIAMENTO DO ARQUIPÉLAGO PELA PM.


A Polícia Militar de Pernambuco começou a fazer o patrulhamento do arquipélago de Fernando de Noronha com um carro Toyota Prius, híbrido.

A iniciativa demonstra preocupação do Estado pernambucano com o meio ambiente, mas poderia ter optado por um veículo 100% elétrico, pois o híbrido, usa um motor gasolina, poluente.

Não se sabe exatamente porque a Secretaria de Defesa de Pernambuco optou pelo carro híbrido, mas segundo ela foi porque o Prius emite baixo nível de poluentes, ainda assim mjito mais elevado do que o carro com motor 100% elétrico, como o Leaf, da Nissan, por exemplo.

O híbrido, que desembarcou no arquipélago no início do mês já caracterizado, conforme padrão da Secretaria de Defesa, foi integrado à frota da Companhia Independente de Policiamento do Meio Ambiente (CIPOMA), "entidade responsável pela preservação do meio ambiente e dos recursos naturais da ilha". 

O Prius é o primeiro veículo híbrido a chegar a Fernando de Noronha com o objetivo de disseminar a utilização de veículos com tecnologia que colabore diretamente com o meio ambiente.


Impacto Ambiental
Atualmente, a família Prius representa o maior número de emplacamentos de veículos híbridos vendidos pela Toyota em todo mundo, com 4,7 milhões de automóveis. 

Em setembro deste ano, a montadora chegou a marca recorde de mais de 7 milhões em vendas globais de todo o seu line up de automóveis híbridos.

Desde 1997, com a chegada do Prius ao mercado, até 31 de setembro deste ano, os veículos híbridos da marca resultaram na redução de 49 milhões de toneladas de CO2 que seriam emitidas na atmosfera, caso fossem utilizados veículos movidos a gasolina de tamanho similar e performance de condução, segundo estimativa da Toyota.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

BMW CONTINUA SEU PROGRAMA DE EXPANSÃO PELO BRASIL. A FÁBRICA ALEMÃ INAUGURA MAIS UMA CONCESSIONÁRIA NO RIO DE JANEIRO, NA RUA REAL GRANDEZA, EM BOTAFOGO, ADMINISTRADA PELO GRUPO ITAVEMA, O MAIOR DO SETOR NA AMÉRICA LATINA, QUE PASSA A COMERCIALIZAR AGORA CARROS PREMIUM BMW.


São Paulo, 19 de dezembro de 2014 – A BMW do Brasil inaugura uma nova concessionária da marca no Rio de Janeiro. 

Representante do BMW Group desde 2013 em Maceió (AL), o grupo Itavema, com a Norden Motors, agora comercializa produtos BMW no seu novo espaço de 1.000 m² na Rua Real Grandeza - bairro de Botafogo - na capital fluminense.

Com cerca de 20 funcionários dedicados, a nova unidade tem um showroom completo com os últimos modelos da marca BMW em um espaço conveniente e confortável. 


Está prevista para o primeiro trimestre do próximo ano a inauguração do Centro de Serviços da Norden Motors, que também estará localizada em Botafogo.

Para marcar o início das atividades, a concessionária realizou na noite passada (18) um coquetel de inauguração, com a presença de executivos do BMW Group Brasil, do Grupo Itavema, representantes da Norden Motors, além de convidados e clientes.

“Um dos nossos principais mercados do Brasil, o Rio de Janeiro agora conta com mais um ponto de vendas com o nível de excelência no atendimento que nossos clientes merecem. Nossa sólida parceria com o grupo Itavema, por meio da Norden Motors já é um sucesso na região do nordeste e temos certeza que se repetirá aqui”, afirma Martin Fritsches, diretor de vendas da BMW do Brasil.

Sobre o grupo Itavema
Há mais de 30 anos no mercado automotivo, o grupo Itavema é o maior grupo de concessionárias da América Latina com mais de 75 lojas, levando até o cliente o que há de melhor em termos de qualidade e credibilidade. 

Com um time de mais de 7.000 profissionais, o grupo vende mais de 86 mil veículos por ano e os serviços de assistência técnica (oficina e funilaria) respondem por mais de 235.000 veículos atendidos por ano.

Representante do BMW Group Brasil desde 2013, o grupo Itavema inaugurou sua primeira concessionária do grupo, Norden Motors, em Maceió (AL), onde comercializa produtos das marcas BMW, MINI e BMW Motorrad.


Serviço
Concessionária Norden Motors – Rio de Janeiro (RJ)

Endereço: Rua Real Grandeza, 352, Botafogo, Rio de Janeiro-RJ

Telefone: (21) 2537-6577

AO CONTRÁRIO DO QUE ACONTECE NA EUROPA, ESTADOS UNIDOS, ENTRE OUTROS PAÍSES, NO BRASIL SÓ A PARTIR DE 2016 É QUE AS MOTOCICLETAS TERÃO DE SAIR DE FÁBRICA COM FREIOS ABS, ANTITRAVAMENTO, MAS O GOVERNO BRASILEIRO É BONZINHO E AS FÁBRICAS TERÃO ATÉ 2019 PARA QUE TODOS OS MODELOS TENHAM ESSE EQUIPAMENTO TÃO IMPORTANTE.


Alta Roda
 

Nº 815 — 19/12/14

Fernando Calmon



BARATO QUE NÃO SAI CARO

Ao apagar das luzes de 2014 surgem boas notícias em relação à segurança veicular e equipamentos obrigatórios para veículos de duas rodas. 

Afinal, o Brasil tem uma frota de motocicletas e motonetas (scooters) de cerca de 14 milhões de unidades, segundo estudos que levam em conta sucateamento natural (sem baixa oficial), acidentes, roubos e furtos. 

Como expõe mais o condutor a riscos do que um veículo fechado, além dos conhecidos problemas de má habilitação, abusos no trânsito e pavimentação esburacada, qualquer avanço em segurança ativa só pode ser muito bem-vinda.

A exemplo dos automóveis, as motos acima de 300 cm³ de cilindrada fabricadas ou comercializadas no País terão de vir de série com freios antitravamento (ABS). 

O cronograma começa em 1º de janeiro de 2016 (10% do total) e termina em 1º de Janeiro de 2019. 

ABS será opcional em modelos abaixo de 300 cm³, mas todas deverão ter ao menos o CBS (em inglês, Sistema Combinado de Freios), recurso de relação preço-benefício bastante adequado, pois aciona juntos os freios traseiro e dianteiro, este parcialmente.

Podem surgir críticas em razão de na Europa o ABS ser obrigatório em modelos de 125 cm³ em diante, mas só a partir de 2016. 

É o mesmo falso discurso de sempre que desconsidera a realidade socioeconômica bem diferente no Brasil. 

O sistema mais eficiente encareceria uma moto básica em pelo menos 20% e, portanto, não seria razoável alijar tantos compradores. 

Nada impede, porém, a partir de 2020 e se o poder aquisitivo subir, ampliar a exigência para 200 cm³ e, depois, 125 cm³.

O setor de duas rodas também pode se beneficiar se entrar em vigor uma lei em discussão no Congresso Nacional (aprovada na Comissão de Viação e Transporte, semana passada). 

Estabelece multa para fabricantes, importadores e lojistas que comercializem bicicletas sem equipamentos obrigatórios de segurança. 

Ou seja, a lei existe, mas como não há punição, se vendem até hoje bicicletas sem campainha, espelho retrovisor esquerdo e sinalização noturna dianteira, traseira, lateral e nos pedais. 

São mais de 60 milhões em circulação e em processo de uso nas grandes cidades estimulado menos por razões práticas do que populistas.

Para os automóveis, no entanto, o ano se foi sem novas regulamentações que exigem de quatro a cinco anos para abranger toda a produção. 

Apesar das trapalhadas consecutivas do Latin NCAP, o instituto tem razão em clamar pelo fim da comercialização na América Latina de carros sem nenhuma estrela nos testes de colisão contra barreira. 

Aqui estamos praticamente livres destes modelos, mas os vizinhos continuam a comercializá-los por preços atraentes, uma dificuldade às exportações brasileiras.

Ao menos, dois equipamentos já deveriam estar em cronograma de obrigatoriedade: cintos de segurança retráteis em pelo menos duas posições do banco traseiro e encaixes Isofix para no mínimo dois bancos infantis. 

Há o risco de em 2019 ainda se produzirem modelos sem esses recursos. 

Outros itens de custo baixo e prioritários são o aviso de cintos (pelo menos os dianteiros) não atados e o monitoramento de pressão dos pneus baseado no sistema de freios ABS que já existe em todos os modelos novos.

RODA VIVA

TANTO GM como Ford, ao contrário da VW (com o up!) e da Fiat (novo produto para Betim, em 2016), relutam em se convencer de que o mercado aceita bem modelos sub-compactos, com menos de 3,6 m de comprimento. 

Por isso, GM ainda não fechou a equação de custos do sucessor do Celta e Ford nem cogita de algo menor que o Ka. Apostas de risco?

SINAL dos tempos: Chrysler e Fiat vão sumir do nome corporativo e prevalecerá a
 abreviação de Fiat Chrysler Automobiles. 

Nos EUA, se identificará como FCA US, na Itália, FCA Italy e aqui, possivelmente, FCA Brazil. 

As marcas, claro, continuarão a existir como sempre. 

Curiosamente a nova instalação de Goiana (PE), em 2015, vem sendo chamada de fábrica Jeep.

FLUENCE ganhou competitividade ao manter preço (R$ 66.890 a R$ 82.990) na linha 2015 e acrescentado retoques na dianteira (LEDs diurnos), além de quadro de instrumentos digital e novo sistema multimídia com tela tátil. 

Mecanicamente nada mudou, salvo bons ajustes nas suspensões. 

Pena que não herdou o câmbio CVT (seis marchas virtuais) do Sentra, bem mais adequado.

CHERY decidiu se associar à Anfavea e abandonar a Abeifa que reúne importadores e, agora, apenas dois futuros fabricantes: JAC e JLR. 

O Celer nacional ficará um pouco mais caro que o chinês por ter evoluído. 

Com ajuda do novo QQ brasileiro pretende triplicar vendas em 2015 para 30.000 unidades. Confirmou o SUV novo Tiggo para 2016.

INDIANOS continuam a agarrar oportunidades. 

Depois do negócio mais que inspirador da Tata adquirir, da Ford, a Jaguar e a Land Rover, chegou a vez da conterrânea Mahindra. 

Esta fábrica de utilitários já havia se apossado da sul-coreana Ssangyong e agora comprou de uma massa semifalida a sueca Saab, que já produziu automóveis bem interessantes.
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fernando@calmon.jor.br e twitter.com/fernandocalmon

FORD COMEMORA SUCESSO DE VENDAS DO NOVO MUSTANG E INICIA A PRODUÇÃO DO MODELO CONVERSÍVEL. O MODELO GT COM O PODEROSO MOTOR V8 5.0 É O MAIS VENDIDO. APESAR DO FRIO QUE JÁ ASSOLA OS ESTADOS UNIDOS, A MONTADORA APOSTA NOS RECURSOS DO MUSTANG QUE PERMITE ACIONAR O AQUECIMENTO DOS BANCOS E DO HABITÁCULO DO MUSTANG ANTES DE SAIR DE CASA


O novo Ford Mustang registrou em novembro o melhor resultado de vendas dos últimos oito anos: as mais de 8.700 unidades comercializadas nos Estados Unidos representam um crescimento de 62% comparado ao mesmo mês do ano passado. 



Segundo os distribuidores Ford, os carros permanecem em média apenas oito dias na loja até serem vendidos.


Cerca de metade dos clientes estão optando pelo Mustang GT com motor V8 de 5.0 litros. 


A outra metade se divide em partes iguais entre o motor V6 3.7 e o novo EcoBoost turbo de quatro cilindros. 


A fábrica de Flat Rock, em Michigan, que produz o modelo, está trabalhando com capacidade total para atender o mercado. 

Até o momento, ela já produziu mais de 20.000 modelos fastback para a América do Norte e, agora, prepara o início das exportações para a Europa e a Ásia.

Mustang conversível

Embora o tempo frio tenha chegado excepcionalmente mais cedo este ano nos Estados Unidos, a Ford já abasteceu suas concessionárias com o novo Mustang conversível apostando nos dois recursos do carro que combinam com a estação gelada: bancos aquecidos, partida remota e modo de direção ajustável para neve e chuva.



Os bancos aquecidos, equipamento de série dos Mustang conversíveis topo de linha, mantêm o motorista e o passageiro da frente quentes mesmo quando a temperatura cai.

"Os bancos contam também com a função de resfriamento, mas acreditamos que os clientes não vão usá-la durante os próximos meses", diz Melanie Banker, gerente de Produto do Mustang.


A partida remota, item de série em todos os Mustangs automáticos, permite que o motorista dê a partida no carro sem precisar sair de casa, aquecendo o motor e a cabine quando está frio. 

O modo de direção ajustável, de série nos modelos premium, inclui uma seleção para neve/chuva que ajusta a resposta do acelerador, da direção e do controle de tração para reduzir a derrapagem das rodas e aumenta o controle do veículo nessas condições.


A AUDI LANÇARÁ EM 2015 CARROS COM SOM TRIDIMENSIONAL BANG & OLUFSEN E BOSE. O SISTEMA 3D SERÁ INSTALADO PRIMEIRAMENTE NO MODELO Q7 2015.

O modelo Q7 2015 será o primeiro onde o som 3D será instalado.
Uma experiência de áudio tridimensional digna de um laboratório sonoro: a Audi torna esse cenário uma realidade. 

O som 3D, que em breve entrará em uso na produção, também possibilita que o ouvinte viva a experiência da altura espacial. 

O acréscimo da terceira dimensão torna a impressão acústica ainda mais clara e mais vívida. 


Essa rica experiência de áudio redefine o padrão de referência para o prazer de ouvir música no carro.

Há muitos anos, a Audi ganhou renome por estabelecer repetidas vezes novos marcos em termos de qualidade do som. 



A tecnologia mais recente, o som 3D, estreará no Audi Q7 em 2015. Ela está disponível como um componente do Sistema de Som Avançado da Bang & Olufsen e também do Som Surround da Bose. 

No seu coração há um complexo algoritmo que calcula os sinais de controle para cada autofalante de forma suave e precisa. 

A Audi o desenvolveu para o sistema da Bang & Olufsen em parceria com o Instituto Fraunhofer para Circuitos Integrados de Erlangen.

No primeiro estágio do processo, o software decompõe os dados da fonte musical nos seus menores componentes espaciais. 
Ela faz isso usando as informações espaciais contidas nos dados. 

Por exemplo, quando um artista está cantando no palco, o piso, o teto e as paredes da sala de concerto refletem o som em diferentes intervalos de tempo. 

O som é refletido ao tocar o solo em poucos milésimos de segundos, ao passo que ele só é refletido por uma parede a 40 metros (131.2 pés) de distância após mais de 200 milésimos de segundos. 

Usando essas diferentes reflexões sonoras, o algoritmo consegue calcular um modelo matemático de qualquer sala de gravação. 

É irrelevante se o sinal de áudio é gravado em mono, estéreo ou em um sistema 5.1 Surround Sound. 

O formato dos dados da música e a sua fonte – tal com “online streaming”, rádio VHF ou CD – também são irrelevantes.

O segundo estágio do processo envolve o rearranjo das porções do som para que o padrão sonoro dentro do carro corresponda ao padrão da sala de gravação original. 


Isso requer um intenso esforço de cálculos. No Sistema de Som Avançado da Bang & Olufsen, o processador de sinais digitais energiza 11 canais com um total de 23 autofalantes de tal forma que o som é igualmente preciso e harmonioso em cada assento. 

Quatro autofalantes instalados nos postos A e cada um deles alimentando seus próprios canais difundem as porções sonoras que geram a altura espacial. 

Autofalantes desenvolvidos recentemente, tal como um subwoofer ampliado de 200 milímetros (7,9 pol.) a 250 milímetros (9,8 pol.) e um novo amplificador agora com uma saída de 1.920 watts garantem um prazer da audição do mais alto calibre. 

O sistema Surround Sound da Bose, que gera o som surround com 20 autofalantes, também possui quatro autofalantes localizados em uma posição mais alta para gerar a terceira dimensão.

Com o som 3D, a Audi mantém sua tradição de ser pioneira em soluções tecnológicas. 


Em 2005, por exemplo, vimos o advento do som de altíssima qualidade no Audi A8 com o Sistema de Som Avançado da Bang & Olufsen. 


O som premium da empresa dinamarquesa chegou à categoria de carros compactos em 2012, quando ele surgiu pela primeira vez na terceira geração do modelo Audi A3. 


O novo Audi TT deu um passo importante em direção ao som 3D em 2014 com a adoção da tecnologia Symphoria, um software desenvolvido mais uma vez em parceria com o Instituto Fraunhofer para o processamento e reprodução de sinais de áudio.

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