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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

VOLKSWAGEN LIDERA VENDA DE CARROS NA UNIÃO EUROPEIA, ONDE FORAM COMERCIALIZADOS 13,7 MILHÕES DE VEÍCULOS EM 2015, EMPLACANDO CERCA DE 3,4 MILHÕES VEÍCULOS. A PORSCHE CRESCEU 25,7%, COMERCIALIZANDO MAIS DE 63.500 CARROS, A BMW TAMBÉM CRESCEU BEM, 12,4%, CHEGANDO A CERCA DE 900 MIL CARROS VENDIDOS E A MERCEDES E A DAIMLER ARRANCARAM O HONROSO SEGUNDO LUGAR ATRÁS DA VW, COM CRESCIMENTO DE 29,9% E MAIS DE 1,5 MILHÃO DE EMPLACAMENTOS. PEUGEOT, RENAULT, FORD E SEAT TAMBÉM FORAM BEM


O Grupo Volkswagen foi líder de vendas na União Europeia (UE) no ano passado, tendo emplacado um total de 3.377.799 veículos, apesar do escândalo da alteração das emissões nos motores a diesel da família EA189.


No final de Dezembro existiam 13.713.526 novos carros a circular nas estradas europeias, com as vendas aumentando 9,3% face a 2014, confirmando a tendência de crescimento que já tinha de 2014.

Apesar dos bons resultados, a Associação de Construtores Europeus de Automóveis (ACEA) acredita que ainda não é altura para entusiasmos excessivos, já que "este resultado supera apenas ligeiramente os níveis registados em 2010, imediatamente a seguir à crise". 


A tendência é positiva, mas o mercado como um todo continua a vender pouco. 


De acordo com os dados divulgados pela Associação Europeia de Construtores de Automóveis (ACEA), o Grupo Volkswagen emplacou mais 6,1% veículos do que em 2014.

No total, o mercado de veículos de turismo e todo o terreno na UE fechou 2015 com um aumento de 9,3%, terminando o exercício com o registo de 13.713.526 matrículas.


O grupo Renault acompanhou a tendência geral do mercado, crescendo 9,2%. 

A Volkwsagen avançou apenas 6,3%, e ficou à frente da PSA Peugeot Citroën, cujo crescimento se fixou nos 6,2%.


Dentro do grupo alemão, todas as marcas que o compõem acabaram em alta em 2015, com a Porsche a registar mais 25,7% de veículos do que em 2014 (63.530 unidades)...



a Skoda mais 6,1% (588.104)...



a Audi mais 5,7% (738.051) e ...



... a Seat mais 2,8% (327.930).



Atrás do consórcio alemão ficaram os grupos franceses PSA Peugeot Citroen (com mais 6,2% para 1.448.819 unidades) e...


... Renault (com mais 9,2% para 1.334.556 unidades).




A Ford foi o quarto fabricante com mais maiores vendas, tendo registrado mais 8,6% do que 2014 para 999.224...



... enquanto em quinto lugar se posicionou o Grupo Opel, que cresceu 2,4%, para 928.712 unidades.


O Grupo BMW foi a marca ‘premium’ que mais unidades emplacou em 2015, com mais 12,4%, face ao ano anterior, com 896.390 de carros vendidos.


A maior evolução positiva no segmento pertenceu à marca Daimler, que teve mais 17,3% unidades vendidas do que em 2014 (799.386)...



... seguida da Mercedes-Benz, com um aumento de 12,6% para 707.046 unidades.

Em nível de mercado, o destaque da ACEA vai para Espanha, que avançou 20,9% e para Itália que cresce 15,8%. 

O ranking dos maiores crescimentos fecha com França, Reino Unido e Alemanha, que apresentaram crescimentos de 6.8%, 6.3% e +5.6%, respectivamente.

O mercado automóvel europeu recrudesceu 9,3%, em 2015, mas apesar da recuperação o volume de vendas só agora se aproxima dos níveis da pré-crise. Os europeus compraram 13,7 milhões de carros, em 2015.

HOJE, 20 DE JANEIRO, É DIA NACIONAL DO FUSCA MODELO PRODUZIDO HÁ 70 ANOS PELA VOLKSWAGEN E DE QUE FORAM FABRICADAS MAIS DE 21 MILHÕES DE UNIDADES, TRÊS MILHÕES DELAS, NO BRASIL. DURANTE ALGUNS ANOS, O FUSCA CHEGOU A SER PRODUZIDO PELA INGLATERRA, NO PÓS-GUERRA. A MONTADORA INICIOU A PRODUÇÃO DO FUSCA NO BRASIL EM 1959, INTERROMPIDA EM 1986. AO ASSUIMIR, O EX-PRESIDENTE ITAMAR FRANCO SOLICITOU À VW - QUE ACEITOU A RETOMADA DA SUA FABRICAÇÃO QUE FOI EXTINTA DEFINITIVAMENTE EM 1996. SEU SUCESSOR FOI O NEW BETTLE, QUE JÁ GANHOU A SEGUNDA GERAÇÃO


Depois de 70 anos de fabricação, o carro mais conhecido do mundo com mais de três milhões de unidades produzidas nosso País, dos 21 milhões de Fuscas vendidas no planeta, é homenageado no Brasil, que comemora o Dia Nacional do Fusca.



Produzido na Alemanha a partir de 1959 - 14 anos após o fim da II Guerra Mundial -, teve sua produção interrompida em 1986, quando já era fabricado no Brasil  e de 1993 a 1996, o Fusca teve mais de 3 milhões de unidades produzidas, tornando-se um ícone nacional. 

A combinação de baixo custo de aquisição e manutenção com uma resistência capaz de afrontar os caminhos e condições de uso mais difíceis transformou logo o pequeno Volkswagen em ponta de lança da motorização do Brasil. 


Mais de uma geração de motoristas brasileiros aprendeu a dirigir em um Fusca e optou por ele ao adquirir seu primeiro carro.


Embora seja nacionalmente conhecido pelo apelido Fusca, o carro também ganhou outras denominações de âmbito regional, como Fuca, no Rio Grande do Sul, e Fuqui, no Paraná. 


Ao redor do mundo, a semelhança do carro com um besouro levou à consagrada designação como Beetle.


Mundialmente, o Dia do Fusca é comemorado em 22 de junho, data em que Ferdinand Porsche assinou o contrato que deu início ao desenvolvimento e fabricação do Sedan, em 1934.


O início no Pós-Guerra



Linha de montagem em Wolfsburg, Alemanha.


A marca Volkswagen (nome que significa, em alemão, “carro do povo”) teve a missão de popularizar o automóvel; o Fusca foi concebido, na década de 1930, pelo engenheiro austríaco Ferdinand Porsche. 

O Fusca foi apresentado ao ditador Hitler, mas com o início da guerra os nazistas apenas usaram a tecnologia avançada do Fusca para produzir outros carros de combate e transporte.
O início da Segunda Guerra Mundial, em 1939, impediu que a produção do carro começasse, mas durante o conflito a fábrica produziu milhares de veículos militares leves utilizando sua plataforma mecânica, com motor traseiro refrigerado a ar.

O carro atingiria no futuro vendas de mais de 21 milhões de unidades. No final de 1945, porém, apenas 55 veículos haviam sido produzidos. 

O início da produção em larga escala foi um feito envolvendo grande nível de improvisação. 

A escassez de materiais prejudicou as operações durante os meses seguintes. Mesmo assim, os primeiros carros eram símbolos visíveis de esperança. 

Um novo início para a fábrica de automóveis, sob controle britânico.

Ao final da Segunda Guerra Mundial, apenas 630 unidades do Carro do Povo, conhecido como "KdF-Wagen", haviam sido construídas. 


A avançada fábrica, no local que se tornaria a atual Wolfsburg, construída especialmente para produzir o veículo, foi integrada à indústria de armamentos da Alemanha durante a guerra, produzindo principalmente materiais militares. 

O Fusca crivado de balas após a tomada da Alemanha pelos aliados.

O local foi ocupado por soldados americanos em 11 de abril de 1945.


Em junho de 1945, o Governo Militar Britânico assumiu o controle da fábrica, com sua força de trabalho de cerca de seis mil pessoas. 

Em Março de 1946, sob administração inglesa - pois foram os ingleses que na invasão da Alemanha foram eles que tomaram a área onde estava a fábrica - foram fabricados 1.000 Fuscas.
Em 22 de agosto de 1945, o recém-designado Oficial Residente Sênior, Major Ivan Hirst, obteve um pedido inicial de 20 mil Sedans, assegurando assim o futuro da fábrica e seus trabalhadores e evitando a ameaça de desativação e desmontagem. 

Os veículos deveriam ser usados principalmente pelos ocupantes aliados, mas também para prestação de serviços de saúde em áreas rurais. 

Fusca chegou a ter a porta abrindo pela frente

A produção ficou praticamente estagnada em torno de mil veículos mensais durante 1946 e 47. 

Somente após a reforma monetária de junho de 1948 surgiria um número significativo de compradores privados.


As raízes britânicas 
da Volkswagen ainda podem ser percebidas na atualidade. Foram os ingleses que converteram a fábrica para a produção civil e focaram na qualidade dos veículos. 

Eles dedicaram muita atenção aos serviços e à satisfação das necessidades dos clientes, estabelecendo uma rede de concessionários que, já em 1948, cobria todas as três zonas de ocupação ocidentais da Alemanha. 

O início das exportações, em outubro de 1947, marcou o primeiro passo em direção ao mercado internacional.

O valoroso Fusca chegou a enfrentar o terrível Rally do Kenya


As primeiras eleições para o Conselho de Trabalhadores, em novembro de 1945 - apenas seis meses após o final da guerra - introduziram os princípios para a participação democrática dos empregados na fábrica. 

Quando a empresa Volkswagenwerk GmbH foi repassada para o controle alemão, em outubro de 1949, estava posicionada na pole position para a largada do Milagre Econômico da Alemanha.


O dr. Manfred Grieger, chefe do Departamento de História Corporativa da Volkswagen Aktiengesellschaft, resume: “A Volkswagen teve muita sorte pelo robusto Sedan ter ajudado o Governo Militar Britânico a levar adiante suas funções administrativas e por Ivan Hirst ter sido o homem certo em seu comando. Seu hábil pragmatismo proporcionou uma visão de futuro para a fábrica e seus trabalhadores, motivando tanto o pessoal militar britânico como os trabalhadores alemães a transformar as precárias instalações numa empresa de sucesso voltada para o mercado. Ele reconheceu as qualidades do Sedan Volkswagen e teve a capacidade de concretiza-las”
.


O Fusca foi um fator-chave no desenvolvimento da democracia e da mobilidade na Alemanha do pós-guerra e, subsequentemente, foi acolhido em muitos outros países, atuando como um importante embaixador na promoção de uma imagem positiva para a Alemanha. 

A produção do Fusca em sua última fábrica, em Puebla, no México, foi descontinuada no final de julho de 2003. 

Com mais de 21 milhões de unidades produzidas, o Fusca tornou-se um ícone automotivo, amado por muitos milhões de pessoas. Suas formas características são reconhecidas em todos os lugares.

De importado a brasileiro


Os primeiros Volkswagen Sedan, fabricados na Alemanha, chegaram ao Brasil em 1950. Pequeno, com motor traseiro refrigerado a ar e um design totalmente diferente do tradicional à época, quando as ruas eram dominadas por grandes sedãs, o carro chamava a atenção por onde passava. 

Sua capacidade de transportar até cinco pessoas, baixo consumo de combustível e resistência mecânica logo começaram a conquistar consumidores.


O modelo da Volkswagen começou a ser montado no País, com componentes importados, já em 1953. 

A produção no Brasil começou em 1959, na primeira fábrica da Volkswagen fora da Alemanha, em São Bernardo do Campo.


A história do Fusca no Brasil tem uma particularidade: o retorno da fabricação em 1993, sete anos após sua paralisação, em 1986. 


A pedido do então presidente da República, Itamar Franco, o carro voltou a ser produzido, em uma versão movida exclusivamente a etanol, e parou de ser fabricado em 1996.

O Fusca foi o carro mais vendido no Brasil por 24 anos consecutivos, marca que foi superada apenas em 2011, por outro modelo Volkswagen: o Gol, líder do mercado por 27 anos.

Internacionalmente, o Fusca continuou a ser fabricado no México – onde é conhecido como "Vocho" – até 2003.

A tradição renovada: o New Beetle


A imagem do Beetle foi revivida pela Volkswagen em 1998, com o lançamento do New Beetle. 

Com linhas inspiradas pela versão original e construído sobre uma plataforma moderna, com tração dianteira e motor com refrigeração líquida, o New Beetle conquistou imediatamente um grande número de fãs, alcançando mais de 1 milhão de unidades vendidas até 2010.


O Novo Fusca chegou ao Brasil em 2012. Com linhas mais esportivas e tendo na dirigibilidade seu ponto alto, o modelo é equipado com o motor 2.0 TSI de 211 cv. 

2ª geração do New Bettle

O torque máximo, 280 Nm, é atingido já a partir de 1.700 rpm. Com câmbio DSG de dupla embreagem, o Fusca 2.0 TSI tem velocidade máxima de 224 km/h e acelera de 0 a 100 km/h em 6,9 segundos.






GRANDES ACIONISTAS ESTADUNIDENSES E INGLESES EXIGEM INDENIZAÇÃO DA VOLKSWAGEN PELA PERDA DO VALOR DAS AÇÕES DA MONTADORA CAUSADA PELO ESCÂNDALO DAS EMISSÕES DE GASES. O DEPARTAMENTO DE JUSTIÇA DOS ESTADOS UNIDOS PROCESSOU A VW EXIGINDO US$ 46 MILHÕES POR VIOLAÇÃO DAS LEIS AMBIENTAIS. A PERDA DA MARCA É CALCULADA EM 1/3 DE SEU VALOR, OU SEJA 22 MILHÕES DE EUROS




A Volkswagen, depois das ações judiciais de que foi alvo nos Estados Unidos, causadas pela manipulação das emissões de gases através da utilização de chips que reduziam, no momento dos testes, o nível de poluentes em motores a Diesel de seus carros, enfrentará a fúria de 66 investidores britânicos e estadunidenses que estão entrando com uma queixa em tribunal exigindo uma indemnização pela perda de valor das suas ações. 


O caso, conduzido pelo escritório de advocacia alemão Nieding+Barthsso, que entrará no tribunal de Brunswickl, baseia-se na convicção de que a Volkswagen tinha conhecimento dos casos de manipulação das emissões detectadas nos Estados Unidos e devia ter tornado essa informação pública.

A Reuters que deu a informação revela que a
lém dos cerca de 66 investidores institucionais, os advogados representam ainda “algumas centenas de investidores privados”. 

A perda da VW está estimada em cerca de um terço do seu valor, quase 22 mil milhões de euros, desde que, em Setembro, admitiu ter manipulado os testes de emissões poluentes nos Estados Unidos.

Este não será o primeiro processo judicial contra a construtora alemã. Nos Estados Unidos, os proprietários de automóveis Volkswagen entrarão com pedidos de indenização por danos causados, enquanto o Departamento de Justiça processou a marca alemão exigindo US$ 46 bilhões, por violação de leis ambientais.

As ações da Volkswagen registraram nova queda de 4,95% para os 26,42 euros. 




A Agência de Proteção Ambiental dos Estados Uniudos (EPA) pediu à VW que realize o recall dos modelos Jetta, Passat, Jetta Sportwagen, Beetle e Audi A3 equipado com motores TDI de 2.0 litros vendidos nos EUA, entre 2009 e 2015.

QUE OS CARROS JAPONESES SÃO DOS MAIS CONFIÁVEIS À VENDA NO BRASIL NÃO É NOVIDADE PARA NINGUÉM E O SITE DE CLASSIFICADOS WEBMOTORS COMPILOU OS RESULTADOS DOS ACESSOS RECEBIDOS DE CARROS USADOS E OS MODELOS CIVIC, DA HONDA (2,74% BUSCAS), E COROLLA, DA TOYOTA (2,71%) SE FIRMARAM COMO OS MAIS PROCURADOS NO MÊS DE DEZEMBRO DE 2015. A CURIOSIDADE É QUE DO 3º CLASSIFICADO, O FIAT PALIO, ATÉ O 6º DA LISTA, O FORD FIESTA, A BUSCA É POR CARROS MAIS BARATOS. JÁ ENTRE OS NOVOS, O JEEP RENEGADE O FIAT PALIO E O VW GOLF, FORAM OS MAIS BUSCADOS


Os modelos Civic e Corolla se consolidaram como os automóveis usados mais buscados, em dezembro, de acordo com o Índice Webmotors.


O site, considerado o maior de classificados de veículos online do País, com 2,74% das pesquisas realizadas no período, aponta que no último mês o Honda foi o campeão de procura na Webmotors. 



Já o Toyota ficou em segundo lugar, com 2,71%. Os dois veículos disputam a ponta do ranking há seis meses. 



O Fiat Palio surge em terceiro, com 2,07% das buscas. O hatch, fabricado em Betim (MG), manteve a posição que conquistou em novembro.


Das procuras realizadas em dezembro, vale destacar o Volkswagen Gol, que emplacou em quarto lugar com 2,05%. 
O carro subiu uma posição em relação a novembro. 



Em seguida, na quinta posição, aparece o Honda Fit. Com 1,91% das buscas, o modelo desceu um degrau do ranking.


Entre os 10 mais procurados do mês estão também o Ford Fiesta (6º), com 1,55% das pesquisas; Volkswagen Golf (7º), com 1,37%;



Ford Ecosport (8º), com 1,31%; 


Volkswagen Fox (9º), com 1,29%, e 

Fiat Uno (10º), com 1,25%.

Carros novos




Na lista dos automóveis novos mais pesquisados, o Jeep Renegade aparece mais uma vez como líder. O utilitário-esportivo compacto totalizou 2,69% das buscas. 

Apresentado oficialmente ao público durante o Salão do Automóvel de São Paulo, em 2014, o modelo veio aos poucos conquistando a preferência do consumidor. 

Escalou sete posições, entre setembro e outubro, até chegar à liderança, em novembro. 

O segundo lugar ficou com o Fiat Palio, responsável por 2,53% das buscas. O hatch, que ficou em 3º lugar entre as buscas dos carros usados, subiu oito posições entre os novos. 
Em novembro, o modelo foi o nono entre os mais procurados. 



Logo em seguida, em terceiro, com 2,34% do total de procura, aparece o Volkswagen Golf. 



O Honda HR-V garantiu a quarta posição com 2,10%. 


O Hyundai HB20 ficou em quinto, representando 2,06% das buscas. 

Carros usados mais procurados, em dezembro:


POSIÇÃO
MODELO
PORCENTAGEM
Honda Civic
2,74%
Toyota Corolla
2,71%
Fiat Palio
2,07%
Volkswagen Gol
2,05%
Honda Fit
1,91%
Ford Fiesta
1,55%
Volkswagen Golf
1,37%
Ford Ecosport
1,31%
Volkswagen Fox
1,29%
10º
Fiat Uno
1,25%

Carros novos mais buscados, em dezembro:

POSIÇÃO
MODELO
PORCENTAGEM
Jeep Renegade
2,69%
Fiat Palio
2,53%
Volkswagen Golf
2,34%
Honda HR-V
2,10%
Hyundai HB20
2,06%
Toyota Corolla
1,90%
Toyota Hilux
1,64%
Volkswagen Jetta
1,46%
Honda Civic
1,45%
10º
Honda Fit
1,40%

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