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segunda-feira, 18 de agosto de 2025

GWM inaugura sua primeira fábrica nas Américas, em Iracemápolis (SP), com a presença do presidente Lula, e anuncia a criação do primeiro Centro de P&D da GWM na América Latina. Planta já conta com 600 trabalhadores e até o fim do ano serão mais de 1.000 empregos diretos. Fábrica trabalha hoje com 18 fornecedores brasileiros, que participam da produção dos modelos que já começaram a ser fabricados: Haval H6, Haval H9 e Poer P30



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Iracemápolis (SP), agosto de 2025 – A GWM Brasil acaba de inaugurar oficialmente sua fábrica em Iracemápolis, no interior de São Paulo, a primeira unidade produtiva da marca nas Américas e no Hemisfério Sul, a terceira fora da China com base completa de produção – as outras estão localizadas na Rússia e na Tailândia - que inicia sua operação com três modelos confirmados: o SUV híbrido Haval H6 (disponível nas quatro versões que já são vendidas hoje), a picape média Poer P30 e o SUV de 7 lugares Haval H9 (ambos com uma versão cada e equipados com motorização turbodiesel).


O evento de inauguração contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva; do vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin; do ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho; do ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte do Brasil, Márcio França, entre outras autoridades.


Pela autotech, participaram Mu Feng, CEO da GWM global, e Parker Shi, presidente da GWM International, vindos da China especialmente para a cerimônia, além de Andy Zhang, presidente da GWM Brasil & México. Da GWM Brasil, estavam presentes os executivos Diego Fernandes (COO), Marcio Alfonso (diretor de Produção) e Ricardo Bastos (diretor de Assuntos Institucionais).



Primeiro veículo GWM produzido no Brasil 

Durante a solenidade, o presidente Lula fez questão de finalizar a produção do primeiro veículo fabricado pela GWM no Brasil, um Haval H6 GT branco, com a colocação do adesivo de “fabricado no Brasil”. Ao final do processo, o presidente Lula posou para fotos com os trabalhadores da linha de montagem.

Com área total de 1,2 milhão de m² e área construída de 94 mil m², a unidade da GWM no Brasil possui hoje capacidade para produzir 50 mil veículos por ano. A estrutura conta com área de soldagem, linha de pintura robotizada, linha de montagem, sistemas de fornecimento de energia e equipamentos, além de uma cadeia de suprimentos e logística integrada.


“O Brasil é estratégico para a GWM. Com esta fábrica, não estamos apenas produzindo carros, mas também gerando empregos de qualidade no País e desenvolvendo tecnologia e inovação para todo o continente”, afirmou Mu Feng, CEO da GWM global.


A unidade de Iracemápolis conta atualmente com 600 trabalhadores e deve gerar até o final do ano cerca de 1.000 empregos diretos, alcançando no futuro mais de 2.000 vagas, quando iniciar o processo de exportação de veículos para a América Latina.


Anúncio do primeiro Centro de P&D da GWM na América do Sul

Durante a cerimônia de inauguração, a autotech anunciou também a criação do primeiro Centro de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) da GWM na América do Sul. O centro contará com mais de 60 técnicos e engenheiros atuando no desenvolvimento e nos testes de produtos locais, com foco em tecnologia flex e na adaptação de veículos globais às condições de rodagem brasileiras e às preferências do consumidor. 


O time continuará crescendo nos próximos anos, em paralelo ao avanço da construção dos novos prédios do complexo. O novo centro será construído no terreno ao lado da fábrica de Iracemápolis e terá 15.000 m² de área total, sendo 4.000 m² de área construída.

“O novo centro contará com uma estrutura técnica de ponta, com laboratórios de última geração para desenvolvimento de sistemas híbridos e elétricos, combustíveis de nova geração e inteligência artificial, com o objetivo de oferecer veículos cada vez mais sustentáveis e tecnologicamente avançados, desenvolvidos com foco na eficiência energética, descarbonização e sobretudo para atender às demandas dos usuários brasileiros”, explicou Parker Shi.


Além da infraestrutura física, a GWM está estabelecendo parcerias tecnológicas com institutos de pesquisa e cooperando com universidades brasileiras para o desenvolvimento de novas tecnologias e formação de profissionais de nível técnico até doutores.


Investimento bilionário, fornecedores e conteúdo local

O investimento total da GWM no Brasil chegará a R$ 10 bilhões em dez anos. Esse montante é composto por uma primeira fase de investimento, de R$ 4 bilhões, que vai até 2026, que inclui o lançamento da marca no País e reativação e ampliação da fábrica de Iracemápolis. 


Na segunda fase, a empresa investirá mais R$ 6 bilhões - entre 2027 e 2032 -, impulsionando ainda mais a criação de empregos, a nacionalização de peças e o desenvolvimento de novos produtos.


A operação brasileira seguirá o sistema peça por peça (part by part), um processo mais complexo que o SKD e o CKD tradicional, que conta com conteúdo nacional já no primeiro ano, incluindo pintura para 100% dos veículos produzidos no País e incorporação de componentes de fornecedores nacionais.


Atualmente, a GWM Brasil tem mais de 110 empresas cadastradas interessadas em fornecer componentes, das quais 18 já são fornecedores que estão participando da produção e desenvolvimento dos primeiros veículos, caso de empresas como Basf, Bosch, Continental, Dupont e Goodyear.


A GWM Brasil já está inscrita no programa MOVER, política federal de estímulo ao setor automotivo, que promove incentivos fiscais para montadoras que investem em produção nacional e Pesquisa & Desenvolvimento.


“Queremos que o Brasil seja nossa base para crescer na América Latina, com produtos pensados para o consumidor local e com o melhor da tecnologia global”, reforça Mu Feng.


Tecnologias e inovações apresentadas

No evento de inauguração da fábrica, a autotech preparou para os convidados uma área com todas as tecnologias multienergia da GWM, que exibiu todos os veículos da marca e novidades como o primeiro caminhão movido a hidrogênio da GWM, a maquete do barco a hidrogênio - que será apresentado na COP30 em novembro em Belém (PA) -, e a nova moto tecnológica de oito cilindros da GWM, a SOUO S2000 GL, que faz sua primeira aparição pública no Brasil.


Produzido pela GWM Hydrogen powered by FTXT, o caminhão marca o início de uma nova etapa nos esforços da autotech para avançar em soluções de transporte pesado com emissão zero.


A FTXT é a subsidiária da GWM na China responsável pelo desenvolvimento de tecnologias de célula a combustível e componentes para que utilizam o hidrogênio. Fora do país asiático, ela adota a marca GWM Hydrogen, reforçando o posicionamento global da empresa nesse segmento.


Certificação inédita

A GWM Brasil já recebeu a Certificação ISO 9001:2015 para sua fábrica de Iracemápolis, sem nenhuma não-conformidade identificada durante a auditoria. É a primeira vez que uma montadora de veículos no Brasil obtém essa certificação antes de iniciar a produção – feito que reforça o planejamento e a robustez da operação local.


Sobre a GWM

Maior empresa automotiva chinesa de capital 100% privado, a GWM é a terceira maior fabricante mundial de picapes médias, segmento que ela lidera na China há 27 anos, onde tem uma participação acima de 50%. A empresa tem uma atuação global que envolve mais de 150 países e regiões, 80 mil colaboradores e 13 centros de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) distribuídos em quatro países.



sábado, 16 de agosto de 2025

VAMOS BEBER VINHO, ETC & TAL // Do verão ao outono: Pinot Grigio para todas as estações // Vinho Família Bebber BAH com 20% OFF! // Cinco razões que tornam a Pinot Noir a uva queridinha dos sommeliers // Bar carioca onde o chope artesanal encontra o samba, o petisco e o pôr do sol // 7 bares pelo Brasil que oferecem chope direto da fábrica – do tanque para o copo // Florybal lança vinho exclusivo para harmonização com chocolates



Do verão ao outono: Pinot Grigio para todas as estações

Até para os dias mais frescos Pinot Grigio Delle Venezie DOC 2024


Um dos brancos – se não o branco mais pedido da nossa curadoria. O Pinot Grigio Delle Venezie DOC 2024 conquista pela sua qualidade excepcional e pelo valor abaixo dos R$100,00, tornando-se um verdadeiro achado para quem ama brancos frescos, aromáticos e com ótima acidez.

É o tipo de vinho perfeito para momentos descomplicados: com uma massa ao molho branco, acompanhando peixes leves, ou simplesmente apreciando o pôr do sol, à beira da piscina ou na varanda.

Tenho degustado muito esse rótulo até mesmo nos dias mais frescos.

Sabe aquele final de tarde em que o vento toca o rosto suavemente e tudo que você quer é respirar fundo e refletir sobre a vida?

Esse vinho é boa companhia. Simples assim.

Fresco e delicado, apresenta notas vibrantes de maçã verde, pera e pêssego branco, além de toques florais de acácia e jasmim. Um leve toque cítrico de cedro e lima completa o perfil olfativo.

Brilhante e leve, confirma os sabores de fruta fresca. A acidez marcante traz vivacidade, enquanto a mineralidade agrega complexidade. O final é persistente, com notas elegantes de amêndoa e casca de limão.

Josi Sena
Consultora de Vinhos
(11) 96648-4984

Peugeot lança Novo Boxer 2026 com maior gama de acessórios para veículos utilitários do segmento

 








O Boxer é o único a oferecer como acessórios tapete de cabine, tapete de vão de carga, iluminação em LED no vão de carga, calha de chuva e a bolsa porta-objetos, itens que não estão disponíveis no mercado como opcionais ou em outros modelos do segmento.


Mais facilidade na compra do Boxer 2026

Na compra do novo Boxer, o cliente pode ter até 10% do valor do financiamento em acessórios nas Concessionárias, incluindo no financiamento do carro usando a mesma taxa do veículo. Outra facilidade é que os itens podem ser adquiridos em packs pensados para diferentes perfis de uso, no Base inclui alarme keyless, tapete de cabine e bolsa porta objetos, enquanto o Tech reúne câmera de ré com tela, rebatimento do retrovisor (Tilt Down) e sirene de alerta de marcha a ré. Além disso, o modelo conta com itens complementares extremamente funcionais, como carregador USB, calha de chuva e tapete de vão de carga com 13 m², garantindo ainda mais praticidade.


Carro mais robusto com design funcional

Com volume de carga de 13 m³ e com capacidade entre 1.240 e 1.590 kg, o automóvel estreia com quatro versões Cargo L3H2, Furgão, Minibus Comfort com capacidade para até 17 passageiros e Minibus Luxo com capacidade para até 15 passageiros. Outra vantagem do carro é o motor 2.2 Turbo Diesel que entrega 140 cv e 350 Nm de torque, combinado ao câmbio manual de 6 marchas, além de design funcional, como porta com abertura de 270º para facilitar a entrada e retirada de cargas.


Lista completa de acessórios Boxer 2026:

  • Alarme Keyless (com sirene)
  • Sensor de estacionamento traseiro
  • Iluminação LED vão de carga
  • Calhas de chuva
  • Câmera de ré com tela
  • Bolsa porta objetos
  • Carregador USB
  • Tapete de cabine
  • Tapete de vão de carga
  • Módulo auxílio estacionamento (Tilt Down)
  • Sirene de alerta de marcha a ré

Saiba mais sobre a Peugeot Professional & Peugeot Boxer.

Coluna Fernando Calmon


Coluna Fernando Calmon



Nº 1.364 — 16/8/2025



GM e Hyundai desenvolverão

compactos com acordo inédito



Trata-se de uma mudança de peso. Para a GM em especial, pois o atual Onix é um projeto nascido na China em parceira com a SAIC em 2016 e concretizado a partir de 2018 com os atuais hatch e sedã compactos e o SUV compacto Tracker. Arquitetura foi batizado à época de GEM (Mercados Globais Emergentes, na tradução da sigla em inglês) porque se destinava à América Latina, África, Ásia e Oriente Médio. Na China e nas outras regiões fora da América Latina os produtos não tiveram a aceitação esperada ou nem se concretizaram.

Agora há um novo sócio, a Hyundai. Pode ter havido implicações geopolíticas, pois a China tornou-se o maior mercado de automóveis do mundo, rival de grande peso, e a Coreia do Sul tem mais ligações com o mundo ocidental. Serão quatro compactos desenvolvidos especificamente para a Américas do Sul e Central: hatch, sedã, SUV e picape. A Hyundai responderá por estes quatro modelos, mas o projeto final seguirá independente para cada fabricante com a marca Chevrolet mantendo sua filosofia de estilo.

O acordo prevê que a GM se responsabilizará por desenvolver uma picape média, sucessora da atual S10 (Colorado, nos EUA), enquanto a Hyundai desenvolverá um furgão comercial elétrico específico para o mercado dos EUA. O primeiro lançamento (não especificado) está previsto para 2028, ou seja, os três anos comuns em projetos de produtos novos.

Interessante notar que a assinatura do contrato inicial entre as partes foi em setembro de 2024 e já em agosto deste ano o acordo estava sacramentado. Haverá “potenciais colaborações” para incluir motores a combustão, híbridos, veículos elétricos a bateria (VEB) e pilha a combustível (Fuel Cell, em inglês) de hidrogênio. A GM chegou a anunciar nos EUA, mas voltou atrás, a prioridade absoluta para VEB. Agora continuará a desenvolver alternativas por período em aberto.

Hyundai acrescentou que a escala combinada das duas marcas nas América do Norte e do Sul permitirá atender com mais eficiência às demandas dos consumidores. 


Anfavea: mercado crescerá menos em 2025


Os números agora em agosto foram revistos para baixo. A associação dos fabricantes previa crescimento de 6,3% sobre 2024 em uma primeira projeção feita no final do ano passado. Agora, reviu para 5% e coincidentemente o mesmo percentual divulgado pela Fenabrave. Mesmo com o programa Carro Sustentável que resultou em aumento de vendas no varejo de 16,7% em julho sobre junho apesar da limitação a pouco modelos, outros fatores contracionistas mantêm-se. O principal é a elevada taxa básica de juros Selic de 15% ao ano que sinaliza o Crédito Direto ao Consumidor.

As vendas de automóveis e veículos comerciais leves e pesados podem atingir 2,765 milhões de unidades este ano. Mais de um milhão abaixo do recorde de 3,802 milhões em 2012, alcançado por incentivos fiscais e alta demanda reprimida. É bom relembrar que o Brasil já ocupou o quarto lugar entre os maiores mercados mundiais de veículos e agora está na sexta posição. Hoje o máximo que o país pode almejar é a quinta colocação, se ultrapassar a Alemanha, pois a Índia (atual quarta colocada) mantém-se em firme crescimento.

As exportações, mais uma vez puxadas pela Argentina, é que vão garantir o nível de empregos. Anfavea havia previsto que as vendas ao exterior iriam subir este ano apenas 7,5%, todavia já revisou para um robusto avanço de 38,4%.

Quanto ao Salão do Automóvel, de 22 a 30 de novembro próximos, 30 marcas estão confirmadas, embora uma parte esteja representada por um clube de supercarros e duas de veículos de duas rodas.

Em julho o perfil de vendas pouco se alterou: gasolina, 4,7%; elétricos, 3% (eram 2,9% em junho); híbridos, 4,4%; híbridos plugáveis, 3,4%; diesel, 9,7% e flex, 74,6%.


Toro 2026 evolui em estilo e equipamentos


Depois de nove anos no mercado, a picape média recebeu mudanças estilísticas de maior peso. A frente ganhou mais atenção pela grade de linha verticais, para-choque com saídas de ar nas extremidades e nova chapa de deslizamento (skidplate). Atrás, lanternas, para-choque e maçaneta de abertura da tampa da caçamba bipartida lateralmente foram atualizadas. Novas rodas diamantadas de 18 pol. estão na Volcano (na Endurance, 17 pol.), uma das seis versões disponíveis e todas com pormenores visuais exclusivos.

O interior recebeu alavanca de câmbio redesenhada e freio de estacionamento eletromecânico com funções de imobilização e liberação automáticas nas paradas (auto-hold). No banco traseiro há novas portas USB, do tipo A e C, mas o espaço é limitado pelo entre-eixos. A Volcano oferece um pacote opcional, que inclui central multimídia vertical de 10” e sistemas avançados de assistência ao motorista (Adas, em inglês) já oferecido antes. Mecanicamente, a novidade são os freios traseiros a disco, que faziam falta na versão de motor mais potente. 

O 1,3 L, turbo flex, 176 cv e 27,5 kgf·m (com etanol ou gasolina e perda de 9 cv em razão do Proconve L8) equipa as versões Endurance, Freedom, Volcano e Ultra. O MultiJet 2.2 Turbodiesel, já havia estreado na Ranch e Volcano, entregando 200 cv e 45,9 kgf·m com câmbio automático de nove marchas e opção de reduzida.

No contato inicial, o motor flex destacou-se pela suavidade de funcionamento e boa integração com o câmbio automático. Direção com assistência elétrica bem calibrada e correta definição de centro. O rodar é mais suave em relação a picapes maiores. Quando a estrada acaba e começa a terra, a limitação da tração dianteira aparece. Até enfrenta bem esta condição, mas não convém tentar aventuras mais radicais.

Quanto ao motor diesel há uma combinação muito boa de valores elevados de potência/torque e o câmbio automático com mais três marchas. A 120 km/h, o motor trabalha perto das 1.500 rpm, o que contribui para silêncio a bordo e consumo contido.

Em resumo, a Toro turbo flex é uma picape de rodar confortável, ideal para uso urbano e viagens, enquanto a 2.2 Turbodiesel 4x4 melhor para quem quer desempenho, maior alcance e capacidade superior fora de estrada.

Preços: R$ 159.400 a 228.490.


Ram 2500 e 3500: linha 2025, mais rápidas


As duas picapes pesadas receberam novas grades, faróis com controle automático dos fachos altos e luzes traseiras em LED. Para-choque dianteiro tem novas molduras e os faróis de neblina agora iluminam as curvas. A 2500 recebeu rodas redesenhadas de 18 pol e estribo com acabamento cromado. Dimensões e massa continuam impressionantes e exigem CNH de motorista profissional: comprimento, 6.060 mm; entre-eixos, 3.785 mm; largura, 2.120 mm e altura, 2.039 mm. Tanque: 117 L para alcances de 889 km (rodoviário) e 597 km (urbano).

A nova central multimídia, na posição vertical, agora com 14,5 pol. (a maior do segmento). Para o passageiro da frente, na versão Limited Longhorn, há um par de fones de ouvido bluetooth e uma tela exclusiva de 10,25 polegadas não visível ao motorista. No console central, dois carregadores sem fio para celulares. São dez os pontos de energia USB (tipos A e C), além de três pontos de corrente alternada de 115 V (dois na cabine e um na caçamba). Bancos dianteiros ajustáveis eletricamente em 10 posições. Volante ajustável apenas em altura, contudo há regulagem elétrica da posição dos pedais de acelerador e freio. Sistema de câmeras permite visão de 360° e até da caçamba.

Outro destaque das duas picapes: o motor Cummins de 6,7 L turbodiesel, seis cilindros em linha, 436 cv (59 cv a mais) e 148,7 kgf·m (32 kgf·m superior). Câmbio automático de oito marchas (antes, seis). Ao rodar no novo circuito Raceville, em Brotas (SP), o novo conjunto motriz impressionou pelas respostas vigorosas e nível de ruído menor que faz diferença em viagens e no uso urbano.

Ram 3500 Limited Longhorn inclui recursos muito úteis para puxar um trailer, condição também avaliada na pista do autódromo. Além do freio hidráulico acoplado, há um outro elétrico (pacote à parte) apenas nas rodas do reboque que evita pequenos trancos causados por inércia.

Preços: R$ 559.990 a R$ 679.990. 

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www.fernandocalmon.com.br


quinta-feira, 14 de agosto de 2025

O segredo por trás das águas de Serra Negra: por que elas atraem turistas há um século



No coração do Circuito das Águas Paulista, Serra Negra construiu sua história e vocação turística a partir de um tesouro natural: suas fontes de águas minerais com propriedades terapêuticas únicas. Desde a década de 1920, quando os primeiros estudos revelaram sua composição especial — rica em minerais e com pequenas doses de radioatividade natural —, essas águas foram indicadas para diversos tratamentos de saúde, desde gota e problemas renais até benefícios para o sistema digestivo e relaxamento geral.


A descoberta das propriedades radioativas em 1928 levou à criação de um pavilhão hidroterápico junto à imponente Fonte Santo Antônio, que marcou o início da vocação de Serra Negra para o turismo de saúde. Atualmente a fonte não tem acesso público, pois está dentro da propriedade de um hotel no centro da cidade. Contudo, na época, o reconhecimento foi tanto que o então presidente da República, Washington Luís, batizou o município de “Cidade da Saúde”. Anos depois, em 1938, o governador Adhemar Pereira de Barros oficializou Serra Negra como Estância Hidromineral e Climática.


Hoje, a cidade mantém fontes de acesso público em diferentes pontos, todas com placas informativas sobre as indicações terapêuticas. Entre as mais conhecidas estão a Fonte São Carlos, a Fonte dos Italianos (ao lado da charmosa Fontana di Trevi, homenagem à imigração italiana e às aguas e mais recente cartão-postal da cidade), a Fonte Brunhara, Sant’Anna, Santo Agostinho e Santa Luzia.

O Parque das Fontes Santo Agostinho, que abriga as fontes Santo Agostinho e Santa Luzia, convida o visitante a um passeio em meio a bosque com vegetação nativa, lago com peixes, coreto e playground. 


No Balneário Municipal, a tradição se mantém viva, com tratamentos que combinam diferentes banhos de imersão, revivendo práticas terapêuticas que marcaram gerações. 

Vale mencionar ainda que Serra Negra possui mais de dez mineradoras que envasam água mineral, distribuída por todo o estado de São Paulo, sendo que boa parte do consumo estadual tem origem nas fontes da cidade.


O turismo impulsionado pelas águas moldou a economia e a identidade local, resultando em uma rede hoteleira variada, que engloba desde sofisticados hotéis no centro, ideais para quem busca conforto e praticidade, até charmosos hotéis-fazenda que oferecem contato direto com a natureza. 

O comércio local é um atrativo à parte, com destaque para peças de vestuário e delícias típicas, como queijos e laticínios. No campo, o visitante encontra propriedades abertas à visitação, onde é possível conhecer plantações de café, degustar produtos orgânicos e experimentar vinhos artesanais. 


À noite, a cidade segue com ofertas de lazer, já que possui uma variedade de bares e restaurantes que prometem agradar a todos, além de realizar festivais sazonais que trazem ainda mais visitantes para a região.

Mais do que um atrativo natural, as águas de Serra Negra são parte viva de sua história e continuam sendo um motivo de orgulho, seja saboreando água direto da fonte ou aproveitando um relaxante banho mineral.


Para mais informações sobre o destino além de dicas de hospedagem e restaurantes acesse: https://visiteserranegra.com.br e www.instagram.com/visiteserranegraoficial

Stellantis inaugura Centro de Desmontagem Veicular Circular AutoPeças em São Paulo, primeira fabricante da América do Sul a investir em um projeto de Economia Circular com foco no desmonte de veículos, o segundo Centro de Desmontagem Veicular da Stellantis inaugurado no mundo, o primeiro foi o de Mirafiori, em Turim, na Itália. Visa prolongar a vida útil de peças automotivas, reduzir o impacto ambiental e promover um modelo de consumo sustentável. Centro terá capacidade para desmontar até 8 mil veículos por ano. Investimento foi de R$ 13 milhões, com previsão de gerar 150 postos de trabalho



São Paulo, 14 de agosto de 2025 — Como parte de sua estratégia de descarbonização e compromisso com a sustentabilidade, a Stellantis inaugurou hoje, em Osasco (SP), o seu primeiro Centro de Desmontagem Veicular Circular AutoPeças. Com essa iniciativa pioneira no setor automotivo, a empresa se torna a primeira fabricante da América do Sul a investir em uma planta industrial dedicada ao desmonte de veículos sinistrados ou em fim de vida útil. 

Além de fomentar um modelo de consumo mais sustentável, o projeto integra o plano global da Stellantis voltado à Economia Circular. Ao todo, foram investidos R$ 13 milhões na construção do centro, que deverá criar cerca de 150 postos de trabalho nos próximos anos. 


Com capacidade para desmontar até 8 mil veículos por ano, o novo centro é voltado à reciclagem automotiva e reaproveitamento das peças, com o objetivo de estender a vida útil dos componentes e reduzir significativamente o impacto ambiental. A operação poderá evitar a emissão de cerca de 30 mil toneladas de CO₂ anualmente. 


ONDE COMPRAR PEÇAS USADAS 

As peças usadas em perfeitas condições, recuperadas dos veículos desmontados, serão comercializadas para consumidores finais em canais físicos e digitais. Em Osasco (SP), o atendimento será realizado na loja física do Centro de Desmontagem, instalada em um contêiner de vendas. No ambiente online, os componentes estarão disponíveis na loja oficial da Circular AutoPeças no Mercado Livre e, em breve, também em um e-commerce próprio. Todas as vendas seguem os critérios de rastreabilidade e segurança do Detran, garantindo conformidade com a legislação e peças em perfeitas condições de uso, com qualidade e procedência certificadas. 


COMO FUNCIONA O CENTRO DE DESMONTAGEM DA STELLANTIS? 

O Centro de Desmontagem Veicular Circular AutoPeças recebe veículos sinistrados, classificados como perda total, ou automóveis que chegaram ao fim de sua vida útil. Esses veículos são adquiridos por meio de leilões e passam por um processo estruturado e regulamentado de desmonte, que garante a destinação ambientalmente correta de peças e materiais. 

Ao chegar à unidade, o veículo passa por uma área de descontaminação, onde são retirados todos os fluídos, como óleos e combustíveis. Em seguida, segue para a linha de desmontagem, onde técnicos avaliam a condição geral do veículo e de seus componentes por meio de testes e inspeções detalhadas. 

As peças aptas ao reaproveitamento são separadas para reuso ou remanufatura. As que serão reutilizadas passam por um processo de limpeza com produtos biodegradáveis e recebem uma identificação individual com classificação, valor de mercado e etiqueta de rastreamento emitida pelo Detran. 


Cada veículo é vinculado a uma “carteira de desmonte”, emitida por fornecedor homologado, que contempla até 49 grupos de peças com rastreabilidade total, incluindo informações sobre o veículo de origem, quem realizou o desmonte e a procedência da peça. Além das exigências dos órgãos reguladores, a Stellantis utiliza um sistema próprio para codificação e controle de qualidade, assegurando a padronização de todo o processo. 

“Hoje, temos uma destinação correta para 100% dos materiais dos veículos desmontados. Desde os fluídos, como óleos e combustíveis, até matérias-primas como aço, ferro, alumínio, cobre e outros metais nobres, tudo é reaproveitado. Os materiais são separados por tipo e encaminhados para os diversos fornecedores parceiros da Stellantis, garantindo a reutilização e contribuindo para a redução dos impactos ambientais”, explica Paulo Solti, vice-presidente de Peças e Serviços para a América do Sul.   

O reaproveitamento e a destinação adequada de peças e componentes veiculares ainda enfrentam grandes desafios no Brasil. Estima-se que existam cerca de 48 milhões de veículos atualmente na frota do país.  E a cada ano, aproximadamente 2 milhões de veículos chegam ao fim de sua vida útil, porém apenas 1,5% recebem um destino ambientalmente correto. Ainda, calcula-se que o mercado brasileiro de reciclagem de carros tem potencial de atingir até R$2 bilhões por ano.  

“Em um mundo cada vez mais impactado pela escassez de matérias-primas, garantir o acesso a recursos críticos é um imperativo estratégico, além de contribuir para a redução do impacto ambiental. Ao internalizar as operações de desmontagem, a Stellantis passa a ter controle sobre o fluxo de componentes e materiais dos veículos, ao mesmo tempo em que reduz o desperdício”, afirma Laurence Hansen, vice-presidente sênior global de Economia Circular.


HUB DE ECONOMIA CIRCULAR DA STELLANTIS NA AMÉRICA DO SUL 

O Centro de Desmontagem Veicular Circular AutoPeças, em São Paulo, faz parte da expansão industrial da Stellantis em Economia Circular na América do Sul, operando em diferentes localidades no Brasil para criar um ecossistema de atividades sustentáveis. A Stellantis é a primeira montadora a implementar estruturas dedicadas à economia circular, com foco em sustentabilidade e inovação. 

O objetivo é prolongar a vida útil dos produtos, reduzir o impacto ambiental e promover um consumo mais consciente. Outro exemplo desse ecossistema é o Centro de Recondicionamento de Veículos, inaugurado em 2024, no Polo Automotivo de Betim, em Minas Gerais. A unidade funciona como uma oficina especializada em restaurar veículos Stellantis, devolvendo-os ao mercado em condições equivalentes às de um seminovo certificado. 

“A Economia Circular é estratégica para os negócios da Stellantis e fundamental para impulsionar inovação, sustentabilidade e eficiência em toda a cadeia automotiva. Baseada na estratégia dos 4R (Remanufatura, Reparo, Reuso e Reciclagem), buscamos estender a vida dos produtos, reduzir o desperdício e reintegrar materiais no ciclo produtivo, formando um ecossistema integrado essencial para preservar os recursos do planeta. O Centro de Desmontagem, junto com o Centro de Recondicionamento representa mais um passo decisivo em nossa jornada global”, afirma Emanuele Cappellano, presidente da Stellantis América do Sul e responsável global pela Stellantis Pro One, unidade de veículos comerciais. 


O centro oferece serviços completos, que incluem funilaria, pintura, manutenção mecânica, reparos, substituição de peças, higienização, inspeção e certificação. Todas as etapas são realizadas com foco em segurança, qualidade e sustentabilidade, contribuindo para ampliar o ciclo de vida dos veículos e reforçando o compromisso da Stellantis com práticas responsáveis. 

“Além do impacto ambiental e econômico, o Centro de Recondicionamento também cumpre um importante papel social. Em Betim, a oficina já capacita 18 jovens aprendizes da comunidade local, em sua maioria mulheres, oferecendo formação técnica para inserção no mercado de trabalho. O espaço ainda devolve veículos ao mercado, inclusive para revenda a nossos colaboradores. Essas iniciativas consolidam a Stellantis como referência em Economia Circular na região”, conclui Cappellano. 

O novo centro de desmontagem, aliado ao de recondicionamento e à liderança em remanufatura de peças originais, compõe um ecossistema eficiente de atividades de economia circular implementado no Brasil. Essa estrutura desempenha um papel estratégico, fortalecendo a capacidade da Stellantis de atender ao mercado sul-americano com soluções sustentáveis e contribuindo para o esforço global de descarbonização da indústria automotiva.

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