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segunda-feira, 3 de junho de 2013

JÁ ESTÁ NAS CONCESSIONÁRIAS PEUGEOT O NOVA BOXER MINIBUS COM CARROCERIA LONGA, TETO ALTO, O MODELO REFORÇA O CARÁTER FUNCIONAL E POLIVALENTE DA GAMA DE UTILITÁRIOS LEVES DA MARCA FRANCESA, QUE GANHOU AINDA NOVOS EQUIPAMENTOS E OPCIONAIS. VEJA OS PREÇOS DAS VÁRIAS VERSÕES.


Acaba de chegar à rede de concessionárias Peugeot a mais nova versão da Boxer Minibus.

A carroceria Longa Teto Alto, além de oferecer ainda mais espaço aos passageiros por seu teto elevado, ganha também em conforto ao disponibilizar ar-condicionado com duto central. 

A vantagem desse sistema é refrigerar a cabine de forma mais rápida e eficiente, pois conta com três saídas independentes para cada uma das quatro fileiras de bancos do modelo, que transporta até 16 passageiros.

Vidros e travas elétricas foram integrados à lista de equipamentos de série, que conta ainda com direção hidráulica, porta corrediça lateral, barra de proteção lateral, tacógrafo, encosto elevado dos bancos traseiros e bancos revestidos em tecido e vinil. 

Essa versão passa a dispor de sistema de freios ABS e airbag para motorista como itens opcionais.

O modelo Longo Teto Alto se junta a outras cinco configurações diferentes para o transporte de cargas (Furgão) e passageiros (Minibus), divididos da seguinte forma:

Boxer Minibus 16 lugares
Consagrada versão utilizada no transporte de passageiros em curtas distâncias, essencialmente no transporte urbano ou de turismo. 

Ganhou vidros e travas elétricas e, como opcionais, ar-condicionado, ABS e airbag para motorista.

Boxer Furgão Curto
Versão de entrada entre as opções para transporte de carga, com compartimento de 7,5 m³ de capacidade.

Boxer Furgão Médio
Esta versão é 350 mm maior do que a versão de entrada, o que lhe permite 1,5 m³ de capacidade de carga a mais (9 m³). Agora vem com ar-condicionado de série.

Boxer Furgão Longo
Com um entre-eixos maior (3.700 mm, ante 3.200 mm da versão anterior), é muito versátil por permitir mais opções de uso e configurações. 

O teto elevado permite ao compartimento de carga chegar a 12 m³, garantindo o transporte de volumes maiores. Conta com os opcionais ar-condicionado, ABS e airbag para motorista.


Boxer Furgão Teto Alto
Como diferencial, a versão Vitré apresenta um grande compartimento de carga envidraçado e, graças a esse espaço, é muito utilizada para transformações, por meio de empresas especializadas, em diferentes configurações.

Todas as versões da Boxer são equipadas com o motor 2.3 HDi, um propulsor moderno e dotado de alta tecnologia que combina ótimo desempenho, menor consumo de combustível e menor índice de emissão de poluentes. 

Esse novo motor foi especialmente desenvolvido para atender a resolução nº 415 do CONAMA, que estabelece novos limites de emissões de poluentes e materiais particulados (implantação da fase 6 do PROCONVE – EURO, em vigor desde janeiro de 2012).


Um interior funcional
Ergonômico e funcional, o painel da Boxer oferece ao condutor uma visualização fácil e rápida dos instrumentos. 

De fundo preto e elementos de marcação iluminados em vermelho, oferece velocímetro e conta-giros analógicos, hodômetro total e parcial, relógio digital, aviso de farol aceso (alto e baixo) indicados com luz azul, indicador da pressão do óleo, conta-giros, entre outros, permitindo uma identificação rápida e eficaz de todas as funções.

A praticidade do habitáculo pode ser notada também na prancheta com presilha para papel, localizada na parte central superior do painel, que facilita o trabalho do usuário quando necessita consultar mapas, notas fiscais ou outros documentos.

A cabine possui outras facilidades, como porta-luvas com porta-copo embutido e outros três porta-objetos, portas com compartimentos, tacógrafo digital (item de série na versão para passageiros) e bancos dianteiros bipartidos que acomodam três ocupantes.

Suspensão e freios
A suspensão dianteira é independente, tipo McPherson, com braços oscilantes inferiores à geometria triangular, barra estabilizadora, molas helicoidais e amortecedores hidráulicos telescópicos com fixação elástica na carroceria. 

Na parte traseira a suspensão é composta por um eixo rígido tubular, com mola de uma lâmina longitudinal, o que contribui para a aderência e melhor dirigibilidade do veículo, carregado ou não, em qualquer tipo de piso. Os amortecedores são hidráulicos e telescópicos verticais.

A direção é hidráulica com comando a pinhão e cremalheira e os freios são a disco nas quatro rodas (ventilados nas dianteiras). 

A capacidade do tanque de combustível é de 80 litros, o que garante uma excelente autonomia ao utilitário.

Segurança
Os equipamentos disponíveis de série no Peugeot Boxer também fazem deste veículo um dos mais completos do segmento. 

O cinto de segurança dianteiro é de três pontos, retrátil, com regulagem de altura e bloqueio de folga para os assentos laterais e abdominal para o ocupante do assento central. 

A carroceria é construída com deformação progressiva e o veículo conta com corte de alimentação de combustível em caso de acidentes.

Além disso, possui chave de ignição codificada, lanterna traseira de neblina integrada, limpador de para-brisas dianteiro com duas velocidades e intermitência, piscas laterais, retrovisor interno dia e noite, retrovisores externos bipartidos para facilitar as manobras de estacionamento, apoios de cabeça dianteiros, alças de segurança para os passageiros dos bancos dianteiros e ganchos para reboque dianteiro e traseiro.

Na versão para passageiros, os bancos a partir da segunda fileira trazem encostos elevados e cintos de segurança abdominais.

Conforto
Outro destaque do Peugeot Boxer são os itens que facilitam a vida a bordo para seus usuários. 

Direção hidráulica, apoios de braços nas portas dianteiras, reciclagem de ar com ventilação forçada com quatro velocidades e aquecimento (para o ambiente e para desembaçar vidros em dias de temperatura mais baixa), banco do motorista regulável em inclinação e distância e com revestimento em tecido e vinil estão entre eles. 

Há também um compartimento para garrafas e outro para objetos na porta do motorista, para objetos no painel e sob o banco do passageiro.

Além disso, o modelo apresenta para-sol com porta-documentos para o motorista e passageiro, luzes de cortesia na dianteira e na traseira, luzes de leitura dianteira, gancho para suporte de 
cabides, ganchos para amarração de bagagem na parte traseira, pré-disposição para rádio e porta corrediça lateral.

Tabela de preços:
Furgão
Boxer 330 C: R$ 77.390

Boxer 330 M + ar-condicionado: R$ 84.990

Boxer 350 LH: R$ 86.790

Boxer 350 LH ABS + airbag + ar-condicionado: R$ 94.290

Boxer 350 LH VITRE: R$ 87.990

Boxer 350 LH VITRE ABS + airbag: R$ 90.490

Minibus

Boxer 330 M: R$ 87.990

MB Boxer 330 M ABS + airbag + ar-condicionado: R$ 95.990

MB Boxer 350 LH + ar-condicionado: R$ 102.490

MB Boxer 350 LH + ABS + airbag + ar-condicionado: R$ 104.990

Equipamentos
Ar-condicionado Furgão: R$ 5.000

Ar-condicionado Minibus Teto Baixo R$ 5.500

ABS + airbag: R$ 2.500


RENAULT TWIN' RUN, UM VEÍCULO URBANO DE TIRAR O FÔLEGO! TWIN’RUN: UM CARRO-CONCEITO QUE É PURA PAIXÃO E REMETE ÀS SUAS PRÓPRIAS ORIGENS. COMPACTO, TURBINADO E SIMPÁTICO, UM VERDADEIRO CARRO DE CORRIDA QUE CHEGA DE 0 A 100 KM/H EM 4,5 SEGUNDOS E ATINGE OS 250 KM/H DE VELOCIDADE MÁXIMA E TEM HABITÁCULO ESPECIAL DE CARRO DE CORRIDA.

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A Renault tem um novo carro conceito, urbano, de alto desempenho, criado para competir, sucessor dos míticos R5 Turbo e Clio V6, o Twin’Run com motor V6 de 320cv em posição central traseira, derivado do Mégane Trophy, que leva míseros 4,5 segundos para ir de 0 a 100 km/h e tem velocidade máxima de 250 km/h.

O conceito que foi apresentado durante o 71º Grande Prêmio de Mônaco de F1, junto com seu irmão gêmeo Twin’Z, o Twin’Run oferece uma pegada moderna e divertida para um veículo urbano. 

Esses dois carros-conceito representam a 5ª etapa da estratégia de Design da Renault cultivam o espírito esportivo da marca e a paixão pelo automobilismo. O Twin’Run é um verdadeiro carro de corrida, dotado de um chassi tubular diretamente proveniente do universo das competições.


O público presente ao GP de Mônaco pôde acompanhar os três bólidos durante uma corrida organizada como uma breve retrospectiva da história de Renault: à frente, o Twin’Run, saiu, a toda velocidade, com Carlos Tavares, vice-presidente de Operações da Renault, ao volante, seguido por um Clio V6, conduzido pelo piloto de F1, Charles Pic, e logo atrás um Maxi 5 Turbo nas mãos do místico Jean Ragnotti. 

“O Twin’Run é uma mistura de potência, paixão e esportividade. Ele reaviva a lembrança dos veículos emblemáticos do automobilismo esportivo da marca. Depois de seu irmão gêmeo Twin’Z, o carro-conceito urbano com glamour, o Twin’Run mostra que a personalização está no coração da nossa estratégia”, ressalta Laurens van den Acker, diretor do Design Industrial da Renault



O Twin’Run exibe uma silhueta exígua e bastante dinâmica. Suas rodas posicionadas nos quatro cantos, associados a balanços curtos e uma cintura de carroceria mais alta contribuem para o dinamismo do conjunto, sugerindo grande agilidade. 

As laterais ligeiramente côncavas, desenhadas “próximo ao corpo” e recobertas por um painel lateral superior bem marcado, principalmente na altura das passagens de rodas, complementam seu temperamento esportivo.

A cor azul lembra que o Twin’Run simboliza, junto com seu irmão gêmeo Twin’Z, a 5ª etapa da estratégia de Design de Renault, dedicada ao divertimento e ao lazer. 




Nas portas, o número “5” faz referência ao R5 Turbo, o emblemático carro de rali dos anos 80. Vários detalhes prestam homenagem a este irmão mais velho, como o desenho dos faróis dianteiros e as ancas generosas na traseira. 



Os quatro faróis adicionais ultraplanos com tecnologia LED,  de apenas 2,5 cm de espessura, reinterpretam de forma moderna a sequência de faróis utilizados no mundo dos ralis durante as competições noturnas.

O ajuste foi um verdadeiro desafio, com uma forte potência de iluminação proporcionada pelos faróis, totalmente configuráveis, e cuja sequência é gerenciada por um sistema embarcado. 



“O Twin'Run, é um pequeno toque de loucura que a Renault desenvolveu ao longo das décadas para o mais puro prazer dos apaixonados pelo automobilismo esportivo. 
Ninguém se esqueceu do R5 turbo ou do ClioV6. O Twin’Run é um digno herdeiro destes pequenos bólidos turbinados e possuidores de uma grande simpatia.”, lembra Axel Breun, diretor de Design de Carros-Conceito

O Twin’Run foi desenvolvido com o apoio da empresa Tork Engineering / Poclain Véhicules, especialista em preparação de chassis para competições automobilísticas. 

Este carro-conceito é um verdadeiro carro de corrida que se beneficia desta expertise em competições. 

A carroceria de material compósito está assentada sobre um chassi multitubular de aço, propulsionada por um motor em posição central traseira derivado do Mégane Trophy.



Motor V6 de competição
O Twin’Run é equipado com o motor V6 de 3,5L da Aliança Renault-Nissan, que equipa o Espace, o Laguna e o Latitude, sendo também utilizado em competições, principalmente no Mégane Trophy. 

Disposto longitudinalmente em posição central traseira, este motor de seis cilindros em V de 3498 cm3, fornece uma potência de 320 cavalos a 6800 RPM no trem traseiro e um torque de 380 Nm a 4850 RPM. 



Forte e generoso mesmo em baixas rotações, este V6 musical fornece acelerações lineares e garante uma excelente motricidade tanto nas curvas como nas retomadas.



O V6 conta com uma caixa de câmbio SADEV sequencial de seis marchas, equipada com um diferencial autoblocante de deslizamento limitado, que favorece a motricidade e a entrada nas curvas do Twin’Run. A embreagem bidisco metálica é diretamente proveniente das competições.

As entradas de ar de admissão são posicionadas no nível das passagens das rodas traseiras. 



Os extratores de ar nas paredes traseiras contribuem para um bom resfriamento do motor. 

O sistema de arrefecimento foi objeto de um tratamento específico, com dutos de alumínio polido integrados de maneira visível no painel do habitáculo. 

O motor é separado do posto de condução através de um painel de acrílico.

Para assegurar uma boa distribuição das massas, alguns elementos foram instalados sob o capô dianteiro, como o tanque de combustível, a bateria, o radiador e o sistema de assistência hidráulica. 

O carro-conceito é bem equilibrado, com uma distribuição das massas de 57% na frente e 43% na traseira.

A carroceria de material compósito de fibra de vidro poliéster se beneficia também da expertise em competições. Ela integra revestimentos de tecido carbono embutidos na massa, utilizados na lâmina dianteira, no teto, no difusor traseiro e nos arcos da rodas. 

A tecnologia de tecido de carbono permite aliar estética e eficácia, ao mesmo tempo em que os custos são controlados.



Aerodinâmica de pista
O arquitetura de dois volumes do Twin’Run proporciona firmeza em alta velocidade. 

A aerodinâmica foi objeto de um cuidado especial, com a integração de um difusor que canaliza o fluxo de ar sob o carro e um spoiler fixo que proporciona ainda mais eficiência aerodinâmica em alta velocidade.



Chassi de carro de corrida
O Twin’Run conta com um chassi multitubular de aço de alto desempenho derivado da aeronáutica e utilizado em competições. Este chassi foi totalmente ajustado pela Tork Engineering.

A aderência ao solo foi assegurada por trens dianteiros e traseiros munidos de suspensões com duplos triângulos e eixos independentes. 

Estes quatro eixos maciços são feitos de alumínio de qualidade aeronáutica e garantem alto desempenho nas pistas. 

Para a filtração dos impactos e sustentação da carroceria, o Twin’Run é equipado com molas e amortecedores OHLINS na frente e na traseira.

Por fim, os trens recebem uma barra estabilizadora de 22 mm de diâmetro na frente e 25 mm na traseira. A estabilização é perfeitamente controlada em benefício da agilidade e reatividade.

As rodas de alumínio com cubo específico e rosca central são desmontáveis em três partes e calçadas com pneus Michelin de 18 polegadas.


Alto desempenho
O desenvolvimento do Twin’Run foi guiado por uma vontade permanente de não reinventar tudo. 

O chassi e os contatos com o solo são uma combinação de subconjuntos já testados em veículos de competições. 

Esta estratégia permitiu desenvolver um carro-conceito surpreendentemente eficaz nas pistas, em um tempo recorde.

Habitáculo especial
O Twin’Run dispõe de um habitáculo de competições, como pode ser visto no arco tubular e nos bancos de competição equipados com cintos de segurança do tipo competição. 

Assim, o cuidado dispensado ao interior do veículo vai além do que normalmente se encontra no mundo das competições.

Os painéis das portas e o painel de bordo são revestidos em couro com “efeito Alcântara” preto e vermelho. 



Os bancos do tipo competição estofados com “efeito Alcântara” em três cores com a assinatura Twin’Run reforçam o sotaque francês do carro-conceito.

O piloto tem em suas mãos um volante de competição e uma alavanca de marchas com comando sequencial em posição alta que permite engrenar as marchas com bastante firmeza. 



A isso se inclui um freio de mão hidráulico mecanossoldado instalado na altura da alavanca de marchas para manobras de demonstração, como a rotação em 360 graus ou outro tipo de acrobacia.
Nos pés, a pedaleira de alumínio usinado é proveniente das competições. Concebida para facilitar o punta-taco, o componente já foi testado em vários veículos nas pistas (Lodgy Andros / Duster No Limit).

Instalados em um console laqueado branco, os instrumentos são, como em qualquer veículo de competição, totalmente dedicados à pilotagem.


O Twin’Run é equipado com uma tela de LCD de 5,5 polegadas instalada logo atrás do volante. 

O display oferece várias opções de visualização em vermelho e azul: velocidade, marcha engrenada e rotação motor, além da pressão da gasolina, pressão da embreagem ou ainda a pressão de óleo. 

Por fim, dois manômetros vermelhos com agulhas em posição central exibem a temperatura do óleo e da água, remetendo imediatamente ao R5 Turbo.


FICHA TÉCNICA

Dimensões:

Comprimento: 3680 mm

Largura: 1750 mm (1970 mm com retrovisores)

Altura: 1493 mm

Bitola Dianteira: 1522 mm

Bitola Traseira: 1497 mm

Combustível: 40L

Peso com o veículo vazio: 950 kg

Carroceria

- Compósito, vidro poliéster

Motor
- Motor da Aliança Renault-Nissan (Renault V4Y / Nissan VQ35)

- Posição longitudinal - Posição central traseira

- 6 cilindros em V (60°) – 24 válvulas – 3498 cm3

- Diâmetro – Curso: 95.5mm x 81.4mm

- Injeção / ignição gestão integral SODEMO EV14

- Potência máxima 320 cv a 6800 RPM

- Torque máximo 380 Nm a 4850 RPM

- Rotação máxima 7500 RPM

Transmissão:
- Tração traseira

- Caixa de câmbio sequencial SADEV com 6 marchas + marcha a ré

- Diferencial autoblocante de deslizamento limitado

- Embreagem bidisco metálica Ø184mm

Chassi:
- Multitubular de aço 25CD4S

- Suspensões com dupla triangulação dianteira e traseira

- Molas-amortecedores OHLINS 2 bitolas (frente e traseira)

Frenagem:
- Freios dianteiros: discos ventilados Ø356 x 32 e pinças 6 pistões

- Freios traseiros: discos ventilados Ø328 x 30 e pinças 4 pistões

Rodas e pneus:
- Dianteira: rodas alumínio 7.5’’ x 18’’ e pneus Michelin 205/40 R18

- Traseira: rodas alumínio 8.5’’ x 18’’ e pneus Michelin 245/35 R18

Desempenho:
- 0 a 100 km/h: 4,5s

- Velocidade máxima: 250 km/h

PARCEIROS
- Tork Engineering / Poclain Veículos (chassi, carroceria)

- Michelin (pneus)

- Sparco (bancos)

- Sabelt (cintos de segurança)


EQUIPE DE PROJETO
RENAULT

- Axel Breun (Diretor de Design de Carros-conceito)

- Philippe Ponceau (Chefe de projeto)

- Csaba Wittinger (Design externo)

- Laurent Negroni (Design interno)

- Nathalie Granger (Cores e materiais)

- Nicolas Merlhiot (Grafismos)

TORK / POCLAIN VÉHICULES
- Richard Tur (Diretor)

- Charles Door (Chefe de projeto)

- Hervé Garnier (Engenheiro Eletrônico).





domingo, 2 de junho de 2013

A TOYOTA ECOFUL TOWN É UMA CIDADE MODELO ECOLOGICAMENTE CORRETA DA MONTADORA JAPONESA. ESSA E OUTRAS 20 ESTAÇÕES QUE SERÃO INSTALADAS ESTE ANO FORNECERÃO 100 CARROS ELÉTRICOS QUE ATENDERÃO A 1.000 USUÁRIOS, NA CIDADE DE TOYOTA. QUANDO É QUE O GOVERNO DO BRASIL ACORDARÁ PARA A NECESSIDADE DO DOS CARROS ELÉTRICOS NO PAÍS?


A Toyota Motor Corporation já tem funcionando seu primeiro Parque de Mobilidade Inteligente, com uma estação de recarga de energia elétrica, localizada na Toyota Ecoful Town – cidade-modelo em baixa emissão de carbono, que desenvolve e integra as próximas gerações de tecnologia ambiental da Toyota.


A função da nova estação é servir como rede de compartilhamento de energia para veículos elétricos usados em trajetos de pequenas distâncias, como, por exemplo, o caminho entre o ponto em que o usuário desce do ônibus até seu destino final.

Para este ano, além de implantar essas estações na Toyota Ecoful Town, a montadora japonesa planeja expandir a área de atuação desse serviço para o centro da cidade de Toyota, fornecendo cerca de 100 ultra-compactos elétricos, em 20 estações, para atender até mil usuários.


Essa cidade ecológica foi instalada, em maio de 2012, na cidade de Toyota, para expor tecnologias sustentáveis aos visitantes que desejam ter a experiência de convívio em uma sociedade com baixa emissão de carbono. 

Ao visitar essa área é possível acompanhar explicações sobre casas inteligentes que possuem sistema de gerenciamento de energia para reduzir o consumo de eletricidade. 



Além disso, a unidade tornou-se também uma estação de reabastecimento de hidrogênio para veículos movidos a célula de combustível.

Os conceitos da Toyota Ecoful Town têm como principal objetivo proporcionar ao público uma melhor percepção de cidades e indústrias inteligentes e sustentáveis.

Desde outubro de 2012 a Toyota vem testando modelos elétricos de curta distância por meio de quatro estações de recarga instaladas na Universidade Chukyo. 




Apesar de funcionar como rede de compartilhamento de eletricidade, o Parque de Mobilidade Inteligente também é capaz de gerar e armazenar energia para reduzir a sobrecarga na rede elétrica.

A estação está equipada com sistema solar de geração de energia e possui função de armazenamento de eletricidade para que seja possível abastecer veículos elétricos de forma independente ou por rede. 

Tomadas domésticas também foram instaladas para que, em momentos de emergência, também possam fornecer eletricidade para aparelhos eletrônicos.

Monitores instalados na estação ainda exibem informações relacionadas à geração e armazenamento de energia, utilização da rede elétrica e autonomia da baterias dos veículos. 

Os valores são medidos de minuto a minuto e a energia é controlada de modo que a quantidade de eletricidade armazenada durante a noite possa ser usada para complementar a geração de energia insuficiente durante o dia.
Com base em dados recolhidos a partir de sistemas de gerenciamento de energia, a Toyota Motor Corporation planeja trabalhar com monitoramentos regionais de consumo de eletricidade com o objetivo de reduzir a sobrecarga em regiões de áreas urbanas.

sábado, 1 de junho de 2013

O RENAULT CAPTUR RECEBEU DO EURO CAP, INSTITUIÇÃO QUE CLASSIFICA O NÍVEL DE SEGURANÇA DOS AUTOMÓVEIS NA EUROPA, 5 ESTRELAS NOS TESTES DE SEGURANÇA PASSIVA EURONCAP. O MODELO POSSUI SENSORES QUE DISPARAM MAIS RAPIDAMENTE OS EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA NO MOMENTO DA COLISÃO.


O Renault Captur obteve 5 “estrelas” ao final dos testes de segurança passiva realizados pelo Euro NCAP. 

Mesmo após o endurecimento da classificação em vigor desde janeiro de 2013, este resultado confirma novamente a expertise da Renault em segurança passiva.

Com uma nota de 80,5% do resultado global, o Renault Captur se tornou o décimo quinto veículo da gama Renault a obter a nota máxima de cinco estrelas nos testes de segurança passiva EuroNcap.

Além deste reconhecimento, o Renault Captur oferece um comportamento dinâmico seguro, graças a um chassi reativo e preciso.

Proteção ideal
O Renault Captur deve ter o mesmo nível de segurança passiva do Novo Clio, já que ambos compartilham a mesma plataforma. 

A Renault desenvolveu soluções que levam em conta a acidentologia e os comportamentos reais, em uma estratégia mais global e mais eficaz para a segurança dos ocupantes. 

Para garantir uma maior proteção dos ocupantes, a arquitetura eletrônica do Renault Captur evoluiu de forma que as últimas gerações de equipamentos de proteção sejam acionadas mais cedo.


Critério de proteção dos adultos
Em caso de colisão frontal, os ocupantes nos lugares dianteiros do Renault Captur são protegidos por dois air bags de alto rendimento, cintos de segurança equipados com pré-tensionador e limitador de esforço de 400 daN. 

Zonas fundíveis também foram incluídas na gaveta “Easy Life”, a fim de melhorar a proteção dos joelhos e tíbias. 

Na traseira, todos os lugares dispõem de cintos de 3 pontos, complementados por um limitador de esforço nos lugares laterais.

O colisão lateral se beneficiou de um tratamento específico para um resultado impressionante, com a nota de 7,9 pontos sobre 8 possíveis. 

Para detectar e reagir até duas vezes mais rápido, o Renault Captur dispõe de 2 sensores, um localizado na porta dianteira e o outro na coluna central. 

Um algoritmo específico adapta o tempo de tratamento da violência da colisão e comanda o air bag de cabeça – tórax de nova geração.

Estes resultados associados às colisões contra um poste e traseira permitem que o Renault Captur obtenha 32 pontos sobre 36 no critério colisão de adultos, um dos melhores resultados do segmento de carros pequenos.

Crianças protegidas
Graças ao projeto da estrutura e às fixações Isofix de três pontos disponíveis tanto no lugar do passageiro dianteiro como nos lugares laterais traseiros, a proteção das crianças instaladas no Renault Captur está entre as melhores do segmento B, com 39 pontos sobre 49 possíveis, mesmo com o endurecimento do protocolo.


Mais proteção dos pedestres
A frente do Captur foi desenvolvida para minimizar os ferimentos ocasionados durante um impacto contra um pedestre. 

O para-choque foi projetado sem zonas salientes e a zona abaixo do para-brisa, tradicionalmente muito rígida, foi projetada para se deformar, diminuindo assim os riscos de ferimentos nesta zona.

O capô foi elevado para preservar uma zona de deformação entre a estrutura e as partes mais altas do motor. 

Com 22 pontos sobre 36, o Renault Captur se posiciona no pelotão de frente de seu segmento.

A segurança no DNA
O Renault Captur é equipado de série com um regulador/limitador de velocidade, indicadores visuais e sonoros de aperto dos cintos de segurança em todos as lugares e do corretor eletrônico de estabilidade ESC. 

Ele obteve sete pontos no novo protocolo, mais severo.


Uma estratégia pragmática e engajada
A Renault fundamenta sua estratégia de acidentologia e segurança real para oferecer produtos adaptados às realidades das estradas, com equipamentos oferecidos de série desde as versões básicas. 

Isso significa que foi dada prioridade às tecnologias mais eficazes para prevenir qualquer risco de acidente, corrigir as situações inesperadas de condução e proteger os passageiros em caso de colisão. 

A estratégia da Renault é global e não se resume a um equipamento ou a uma tecnologia. Já não é de hoje que a Renault se afirmou como a referência em matéria de segurança veicular, o que se comprova principalmente pelos resultados obtidos nos comparativos feitos pela Imprensa.

Em matéria de segurança ativa, a qualidade do chassi, associada a uma modelagem computacional auto-adaptativa da dinâmica do veículo, permite determinar de forma rigorosa as situações de urgência. 

De série, as funções ABS e ESC são mais eficazes, entrando em ação no momento certo e evitando solavancos violentos. 

O conjunto calculador/bloco hidráulico inclui também a assistência eletrônica à frenagem de urgência (EBA).

O trabalho realizado em termos de ergonomia permite que o motorista se concentre na condução. 

Para um maior conforto de utilização, a legibilidade das informações foi repensada para ser clara e gráfica. 

O Renault Captur se beneficia de equipamentos modernos de auxílio à condução: sistema de navegação e controle de algumas funções através de comando de voz com o sistema multimídia R-Link, e a automatização de algumas tarefas como o acendimento dos faróis, limpadores do para-brisa ou o sensor de estacionamento traseiro, incluindo a câmera de ré em algumas versões. Todas as versões do Captur contam com telefonia mãos-livres Bluetooth®.

Modelos Renault 5 estrelas Euro NCAP
Laguna II - 5 estrelas (2001)
Vel Satis - 5 estrelas (2002)
Mégane II - 5 estrelas (2002)
Espace IV - 5 estrelas (2003)
Scénic II - Primeiro veículo 5 estrelas do segmento (2003)
Modus - Primeiro veículo 5 estrelas de sua categoria (2004)
Mégane Coupé Cabriolet - 5 estrelas (2004)
Clio III - 5 estrelas (2005)
Novo Laguna - 5 estrelas (2008)
Koleos - 5 estrelas (2008)
Novo Mégane - 5 estrelas (2008) - melhor nota já obtida em todos os segmentos
Novo Scénic - 5 estrelas (classificação geral-2009)
Novo Clio - 5 estrelas (classificação geral-2012)
ZOE - 5 estrelas (classificação geral-2013)
Captur - 5 estrelas (classificação geral-2013)




Adriana Costa - Institucional
adriana.costa@renault.com
(11) 2184-9420

Ubirajara Alves - Institucional
ubirajara.b.alves@renault.com
(41) 3380-1340

Glenda Pereira – Produto
glenda.pereira@renault.com
(11) 2184-8340

Arthur Lustosa Santos – Produto
arthur.santos@renault.com
(41) 3380-2109

TREINO CLASSIFICATÓRIO DA 5ª ETAPA DA STOCK CAR COMEÇA, DAQUI A POUCO, ÀS 16 H E SERÁ TRANSMITIDA AO VIVO PELA SPORTV. GRADE DE UM DOS BUEIROS SOLTOU-SE E INTERROMPEU PRIMEIRA SESSÃO DE TREINOS. PILOTOS QUEIXAM-SE DA MÁ MANUTENÇÃO DA PISTA DO AUTÓDROMO NÉLSON PIQUET, DE BRASÍLIA. PROVA COMEÇA AMANHÃ (DOMINGO) ÀS 11 HORAS.


Tampa de boeiro de escoamento de águas pluviais soltou-se e os treinos foram interrompidos

Dentro de 30 minutos, às 16 horas, será iniciado o treino classificatório da 5ª etapa da Stock Car no Autódromo Internacional Nelson Piquet, em Brasília (DF) que será disputada amanhã, às 11 horas. 

Problemas na pista atrapalharam, esta manhã, a programação normal da etapa da Stock Car,  que terá o treino classificatório realizado a partir das 16 horas, com transmissão ao vivo SporTV e que poderão ser acompanhados também pela TV Stock Car e pelo Live Timing no site www.stockcar.com.br.


"Deviam ter feito a manutenção da pista com uma antecedência maior. Os promotores não têm culpa disto, mas isto é uma amostra do que acontece com os nossos circuitos, que ficam às traças até as vésperas das corridas. É um problema crônico aqui no Brasil nos autódromos públicos", desabafa Diego Nunes (Petronas/Chocolates Garoto), que já correu de Fórmula 3000 e GP2 em autódromos ao redor do mundo.

Após a primeira sessão de treinos de 65 minutos para o primeiro grupo de 16 pilotos, que acabou dominada por Rubens Barrichello (Medley), o segundo grupo de 17 pilotos teve apenas 10 minutos de prática, com Diego Nunes na frente, quando foi interrompida para reparos na área das zebras da saída da Curva 1. A grade de proteção de um bueiro se deslocou e teve que ser soldada.


"O pior é que a penalização cai em cima dos pilotos. Quem passar mais de uma vez sobre esta área de escape receberá penalização. Tudo por causa de má manutenção da pista", continua o piloto da Petronas/Chocolates Garoto/RC3 Bassani.

Depois de mais de 30 minutos o treino foi retomado, mas após apenas 10 minutos, quando Diego Nunes estava em segundo, logo atrás de Thiago Camilo, a bandeira vermelha foi novamente sinalizada, por problema idêntico na saída da Curva da Vitória, que causou uma paralisação bem superior à uma hora.

"O treino do grupo 2 ficou mais curto e toda a programação ficou comprometida, pois a categoria tem compromissos com a TV e a sessão classificatória terá que ter início pontualmente às 16 horas. O pior é que perdemos a continuidade do acerto do equipamento, pois muda a temperatura do ambiente, do asfalto, do carro, os parâmetros ficam diferentes. Nossa equipe, particularmente estava seguindo uma boa linha de raciocínio. Vamos ver se na classificação não temos mais nenhum problema para brigarmos pelas primeiras filas", encerra Diego Nunes.

A corrida no domingo tem largada prevista para as 11 horas, com transmissão ao vivo pelo SporTv.

A RC3 Bassani Racing tem os patrocínios de Petronas Lubrificantes Brasil S/A e Chocolates Garoto S/A.


MERCEDES-BENZ PROVOU EM TEST-DRIVE DE 4.500 KM PELA BR101, PASSANDO POR 12 ESTADOS, A FORTALEZA DO SEU CAMINHÃO EXTRAPESADO ACTROS 2546 6 x 2 QUE SE APRESENTOU MAIS ECONÔMICO, COM MELHOR DESEMPENHO COM O CÂMBIO POWERSHIFT, DE 12 MARCHAS E TOPBRAKE QUE EM PLENA DESCIDA DA SERRA DAS ARARAS SEGUROU SEM AJUDA DO FREIO AS 45 TONELADAS DO BRUTUS



Com aprovação total, o caminhão extrapesado Actros 2546 6x2 “Estradeiro” da Mercedes-Benz encerrou em São José do Norte, Rio Grande do Sul, o test-drive de longa duração que percorreu a BR-101 em toda a sua extensão. Foram mais de 4.500 km, numa expedição que durou de 11 dias, passando por 12 estados brasileiros.

O longo percurso feito pelo Actros por uma das mais importantes rodovias brasileiras foi a essência do projeto “BR-101 de Ponta a Ponta”, iniciativa da Editorial & Comunicação RQ que contou com apoio da Mercedes-Benz. 



Conduzida pelo jornalista Gustavo Queiroz e pelo especialista em transportes e logística, José Augusto Dantas, a viagem pode ser conferida em detalhes no hot site: www.projetobr101.com.br.

O objetivo do projeto foi mostrar que, com um equipamento adequado e boa estrutura de suporte, como os oferecidos pela Mercedes-Benz, é perfeitamente possível ter uma operação rentável, seguindo à risca a legislação ambiental, a lei da balança e a nova regulamentação da jornada de trabalho do motorista, segundo Augusto Dantas.


Para Gustavo Queiroz, o test-drive mostrou que o uso de tecnologias diversas está cada vez mais comum entre os caminhões: 
comprovamos, por exemplo, os benefícios da caixa de câmbio PowerShift, que equipa o Actros 2546, durante a subida da Serra do Azeite, na rodovia Régis Bittencourt. 

Mostrou que o investimento num caminhão com transmissão automatizada se justifica, porque é um recurso útil e que repercute diretamente no desempenho do veículo, proporcionando redução no consumo de diesel, bem como na preservação de componentes. 


Augusto Dantas também aprovou o PowerShift: “Este sistema é capaz de entender as necessidades do caminhão e escolher a melhor marcha para cada momento. Seu funcionamento é bastante tranquilo e quase não se percebem as trocas de marchas. O que mais me impressionou foram as reduzidas quando o caminhão está parando. Você tem a nítida impressão de que o motorista está no comando, mas não está”.


Freios eficientes
O especialista em transporte e logística também aprovou o sistema de freios do Actros 2546. “Descemos toda a Serra de Joinville (SC) sem encostar o pé no freio de serviço, embaixo de chuva, com muita neblina e com a velocidade variando entre 50 e 60 km/h”, lembra Augusto Dantas. 

Segurança total! O Top Brake, associado ao retarder, deu conta, com tranquilidade, de segurar os quase 45.000 kg de peso bruto total do conjunto. O freio a disco é capaz de manter a eficiência mesmo com temperaturas mais elevadas. Ponto para o Actros 2546.

Outros dois aspectos também impressionaram Augusto Dantas no trecho próximo a Santos, litoral paulista. “A subida da Serra das Araras foi feita na maior parte do tempo em 8ª marcha e a descida da Anchieta não exigiu o uso do freio de serviço”.


Augusto Dantas aprovou ainda o conforto proporcionado pelo Actros 2546: Na cabine, os solavancos são minimizados em função das bolsas de ar que compõem a suspensão. Conforto digno de um automóvel. Pude trabalhar com meu notebook com muita tranquilidade.


FleetBoard, menos combustível
A redução de consumo de combustível, uma das grandes vantagens do uso do FleetBoard – avançado sistema de gestão de frota da Mercedes-Benz – foi confirmada no test-drive do Actros 2546 “Estradeiro”. 

No sétimo dia do percurso, o consumo médio do veículo, com 45.000 kg de peso bruto total – PBT, chegou a 2,5 km/l, uma melhora de 25% sobre os 2,0 km/l do primeiro dia de viagem.


Actros 2546 é um verdadeiro estradeiro
O Actros 2546 6x2 “Estradeiro” é um caminhão especialmente desenvolvido para o transporte rodoviário de longas distâncias em estradas regulares, em bom estado de conservação, nas operações que priorizam o consumo de combustível.

A simplicidade e o melhor rendimento mecânico do trem-de-força do Actros “Estradeiro” proporcionam um menor consumo, com economia média de 6% em comparação com a versão “Multiuso”. 

Além disso, devido ao menor número de componentes no eixo traseiro, sem redução nos cubos, os custos de manutenção são menores e o serviço é mais fácil e rápido, o que resulta em maior disponibilidade do caminhão para o trabalho.


Outro importante destaque do Actros 2546 6x2 “Estradeiro” é o câmbio automatizado Mercedes PowerShift 2 G281 de 12 marchas, sem pedal de embreagem, com a última marcha direta. 

Isso significa que não há perda por atrito entre engrenagens na transmissão da rotação do motor para o diferencial, fator fundamental para a redução no consumo de combustível.

Top de linha da Mercedes-Benz, o Actros rodoviário – oferecido nas versões 2546 6x2, 2646 6x4 e 2655 6x4 – é o caminhão mais completo do mercado brasileiro.

Equipado com amplo pacote de itens de avançada tecnologia, o caminhão conta com exclusivo ar-condicionado noturno, que funciona com o motor desligado, sistema de orientação de faixa de rolagem, controle de proximidade, assistente ativo de frenagem e freio eletrônico com ABS e ASR, além de retarder.


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