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domingo, 7 de julho de 2013

QUARTA ETAPA DO MITSUBISHI LANCER CUP ACONTECEU NO AUTÓDROMO VELOCITTÀ, MUITAS ULTRAPASSAGENS E DISPUTAS DE PONTA A PONTA. A PRÓXIMA PROVA SERÁ DIA 7 DE SETEMBRO


O autódromo Velo Città, em Mogi Guaçu (SP), recebeu a quarta etapa da Mitsubishi Lancer Cup, neste fim de semana. De duas corridas muito disputadas, repletas de ultrapassagens e pegas emocionantes saíram vencedores os pilotos Bruno Mesquita e Elias Jr., cada um com uma vitória e um segundo lugar.


Na primeira prova do dia, Elias Jr. largou na pole e venceu de ponta a ponta, sem dar chances para Bruno, que avisou: "Na próxima prova, vou largar uma posição na frente dele e quero ir o mais rápido possível para a ponta, deixando alguns carros entre nós."

Dito e feito. Com o grid invertido até o oitavo colocado, Bruno largou em sétimo na segunda prova e tratou de impor um ritmo forte e buscar ultrapassagens. 


"Consegui largar bem, coloquei a faca no dentes e fui pra cima de todo mundo", disse o piloto. Em algumas voltas ele já liderava a disputa.

Largando logo atrás, na oitava posição, Elias Jr. também queria a vitória. "A corrida foi bem disputada, suada e difícil. Larguei mal e demorei para ultrapassar os adversários. Mas fui com tudo, do jeito que podia", explicou. 

Quando alcançou a segunda colocação, Bruno já havia aberto uma boa vantagem, que Elias foi tirando volta a volta. 

A última curva foi a mais emocionante: os pilotos contornaram lado a lado e qualquer um podia sair com a vitória. 


Mas Bruno ficou no traçado ideal, acelerou e cruzou a linha de chegada em primeiro, sob muitos aplausos do público e vibração da família, que veio em peso acompanhar as corridas. "Consegui segurar e agora é só comemorar", disse.

Após oito provas, Bruno lidera o campeonato com 162 pontos e Elias Jr. vem logo atrás, com 147. Restam mais duas etapas desta emocionante disputa. 

"Agora é ter calma, preciso controlar a ansiedade", garante Bruno, que está em seu primeiro ano em uma competição de automobilismo.

Categoria Premium
Na categoria Premium, destinada a pilotos com mais e 45 anos, Carlos Faletti dominou as duas corridas e dispara na liderança da classificação geral. 

"A evolução na pista é necessária. Estou sempre preocupado em acertar e hoje deu certo. O carro é excepcional, por isso que tem essa disputa intensa entre todas as posições. Nós é que cansamos e erramos. O carro é uma delicia",

Destinado exclusivamente a proprietários do modelo Lancer Evolution, o Lancer Evo Day reúne apaixonados que podem desfrutar de toda a potência, performance e esportividade de seus veículos na pista do autódromo Velo Città.

A quinta etapa da Mitsubishi Lancer Cup e do Lancer Evo Day será realizada no dia 7 de setembro, no autódromo Velo Città, em Mogi Guaçu (SP).

A Mitsubishi Lancer Cup tem patrocínio de Castrol, Pirelli, BTG Pactual e Armura. Mais informações no site www.mitsubishimotors.com.br, no Facebook Mundo Mit (www.facebook.com/Mundomit) e no Facebook do Autódromo Velo Città (www.facebook.com/AutodromoVeloCitta).

Calendário 2013 - Mitsubishi Lancer Cup*
5ª Etapa - 07 de setembro
6ª Etapa - 05 de outubro

* Calendário sujeito a alterações

Resultado - 1ª prova
1) Elias Jr
2) Bruno Mesquita
3) Sergio Alves
4) Sylvio de Barros
5) Michelle de Jesus


Resultados categoria Premium - 1ª prova
1) Carlos Falletti
2) Renato Favatti
3) Paulo Pomelli

Resultado - 2ª prova
1) Bruno Mesquita
2) Elias Jr.
3) Sergio Maggi
4) Sergio Alves
5) Viscardi

Resultados categoria Premium - 2ª prova
1) Carlos Falletti
2) Luiz Barcellos
3) Sidney Campos

Classificação Geral da Mitsubishi Lancer Cup
1) Bruno Mesquita - 162 pontos
2) Elias Jr - 147 pontos
3) Sylvio - 111 pontos
4) Sergio Alves - 110 pontos
5) Viscardi - 90 pontos

Clique aqui e veja os resultados completos.


sexta-feira, 5 de julho de 2013

NOVA GERAÇÃO DE BOMBAS A VÁCUO E DE ÓLEO PARA MOTORES DE AUTOMÓVEIS REDUZIRÃO O CONSUMO DE COMBUSTÍVEL. INDÚSTRIA AUTOMOBILISTA VAI ENCOMENDAR 400 MILHÕES DE EUROS DESSE EQUIPAMENTO A PARTIR DE 2015 QUANDO A FÁBRICA EM CELAYA, NO MÉXICO, FICAR PRONTA.

Mais de 400 milhões de euros é o valor dos pedidos que a indústria automobilística fará à Pierburg Pump Tecnology que na sua nova fábrica em Celaya, no México, produzirá uma nova geração de bombas a vácuo e a óleo que permitirão economia de combustível e redução na emissão de CO2.

Especial atenção foi dada no desenvolvimento destas bombas em relação a ruídos, de forma que os componentes de acionamento foram concebidos para um funcionamento silencioso. Além disso, seu design compacto permite fácil instalação mesmo nos espaços menores.

A bomba de vácuo permitirá também ativação de dois circuitos em paralelo, com diferentes níveis de pressão. Uma válvula de solenóide especificamente desenvolvida pela Pierburg para aplicação hidráulica será utilizada para controlar a bomba de óleo e permitir funcionamento de acordo com as duas curvas de desempenho.

A nova bomba tem produção programada para início de 2015 e será fabricada pela

Fornecedora automotiva KSPG AG (Rheinmetall Group) é reconhecida por diversas fabricantes (montadoras) com a realização de diversos contratos, em resposta à inovação de seus componentes mecatrônicos projetados para redução no consumo de combustível e emissão de poluentes.

Em Neuss, Alemanha, base da Divisão de Mecatrônica desta fornecedora de primeiro nível para indústria automobilística, os pedidos representam mais de 400 milhões de euros.

Serão fornecidas bombas de óleo e bombas a vácuo, bem como os módulos de recirculação de gases de escape, válvulas solenóides e válvulas de borboleta, sendo o grupo maior constituído da combinação de bombas de óleo e bombas de vácuo fabricado pela subsidiária Pierburg Pump Technology.

A VOLVO FECHOU O MAIOR NEGÓCIO DE VENDA DE CAMINHÕES JÁ FEITO NA HISTÓRIA DO URUGUAI. SEIS TRANSPORTADORAS ADQUIRIRAM 150 CAMINHÕES MODELO FMX PARA TRANSPORTAR MADEIRA DAS FLORESTAS PARA A FÁBRICA DE CELULOSE MONTES DEL PLATA


A Volvo Latin America vendeu 150 caminhões FMX que rodarão no Uruguai, numa operação logística de transporte de madeira voltada para a fábrica de celulose Montes Del Plata. 

Feito por intermédio da Mekatronick, importador de veículos Volvo naquele país, é o maior negócio de caminhões da marca já feito no Uruguai. Com esta venda, a Volvo se torna líder de mercado, com 41% de participação.

Os modelos são caminhões rígidos e cavalos mecânicos, tem configuração 6x2, motorização de 400cv e caixa de câmbio I-Shift, num modelo feito especialmente para aquele mercado.

Seis transportadores vão rodar com os caminhões em rotas que variam de 100 a 400 quilômetros, carregando madeira das florestas uruguaias para abastecer a fábrica de celulose, localizada na região de Punta Pereira, a 210 quilômetros da capital Montevidéu. 


“Os caminhões FMX  caracterizam-se por sua alta produtividade e economia de combustível. Esses atributos foram preponderantes para os clientes locais decidirem pelos veículos Volvo”, afirma José Macedo gerente de vendas Volvo para o Uruguai e para os Mercados da Bolívia e Paraguai.

Controlada pelo grupo Arauco, uma das maiores empresas florestais da América Latina, e pela escandinava Stora Enso, a fábrica de celulose de Montes Del Plata foi erguida com equipamentos de última geração. 

Quando estiver em operação, terá uma capacidade de processamento de 1,3 milhão de toneladas de celulose por ano. Localizada na cidade de Colonia, às margens do rio Uruguai, a fábrica receberá madeira por via rodoviária e fluvial, por meio de barcaças que serão recebidas no terminal portuário da empresa.

A Montes Del Plata, que consumiu US$ 1,9 bilhão em investimentos, exportará sua produção para a Europa, Estados Unidos e Ásia.


HONDA ACCORD CHEGA DOS ESTADOS UNIDOS AO MERCADO BRASILEIRO MAIS COMPLETO E MAIS CARO, EM DUAS VERSÕES, UMA COM MOTOR 2.4 POR QUASE R$ 120 MIL E OUTRA MAIS POTENTE 3.5, POR PRATICAMENTE R$ 148 MIL. PELAS INFORMAÇÕES DA HONDA O SEU LUXUOSO IMPORTADO SURGE COM UM DESIGN COMPLETAMENTE RENOVADO E COM UMA BOA CARGA DE TECNOLOGIA EMBARCADA. SEU CHASSI É MAIS RESISTENTE A BATIDAS FRONTAIS.


Mais caro e ligeiramente menor, mas com um porta-malas maior do que o modelo anterior, chegou ao Brasil o novo Honda Accord, em duas versões, a EX L4 2.4l com motor 4 cilindros em linha DOHC i-VTEC e 16 válvulas que custa R$ 119.900,00 e a EX V6 3.5l com motor 6 cilindros em V SOHC i-VTEC e 24 válvulas, vendida a R$ 147.900,00.  

O novo modelo da Honda, importado dos Estados Unidos - o anterior vinha do México - é um sedã que apresenta um estilo que une o perfeito equilíbrio entre o esportivo e o sofisticado.




Em sua nona geração, o Accord surge totalmente redesenhado. Nele, ressalta-se a tecnologia inovadora, uma liga de aço e alumínio, usada na fabricação do subchassi que resultou numa estrutura muito mais resistente no caso de colisão frontal. 

Outro ponto de destaque é a nova suspensão dianteira McPherson com coxim ativo que melhora a estabilidade e reduz o ruído e a vibração internos.



Nova Tecnologia Accord
O modelo traz de série itens novos que tornam o carro mais atraente como as lanternas traseiras com leds e o viva-voz HFT (Hands Free Telephone) Bluetooth. 


As duas versões contam de série com câmera de ré multivisão (traseira, angular e de cima para baixo), além de assistente de subida em ladeiras HSA (Hill Start Assist), sensores de estacionamento traseiros, para-brisas acústicos e acendimento automático de faróis.

Além disso, são equipadas com o sistema ECON, que ativa a função de assistência à condução econômica. 

Nessa condição, diversos sistemas do veículo têm seus funcionamentos alterados para privilegiar o baixo consumo de combustível.

A versão top de linha (V6) recebeu também iluminação dos faróis dianteiros em led através de um canhão duplo que compõe o conjunto do farol baixo; sistema inteligente de abertura das portas e acionamento da ignição sem chave.



O novo Accord vem também com o exclusivo dispositivo Honda LaneWatch, que monitora o ponto cego por meio de uma câmera localizada no espelho retrovisor externo do passageiro e mostra as imagens no display i-MID, possibilitando uma melhor visão da faixa de rodagem que fica do lado direito do veículo.


Motorização
O Novo Honda Accord está disponível em duas opções de motorização com tecnologia Earth Dreams, que combina um motor com alta eficiência, baixo consumo e respeito ao meio ambiente.


A versão L tem motor de 2,4 l, de quatro cilindros em linha de DOHC i-VTEC, 16 válvulas e 175 cv, acoplado a uma transmissão automática de cinco velocidades. 



A versão EX, mais potente, tem um propulsor de 3,5 l V6 V SOHC i-VTEC, de 24 válvulas e 280 cv, que utiliza uma caixa automática de seis velocidades. 

O sistema i-VTEC é projetado para oferecer um excelente desempenho em qualquer rotação e, com o VCM, a aceleração atinge a máxima eficiência com baixo consumo.


Na versão EX V6, o grande destaque fica para a tecnologia de Administração de Cilindro Variável (VCM). 

Este sistema pode ativar e desativar cilindros do motor, conforme a necessidade, para atender as demandas de potência e economia de combustível. 

Quando o torque máximo é necessário, todos os cilindros disparam. Durante boa parte da condução urbana em velocidades mais baixas, o VCM permite que o Accord V6 seja operado com apenas três cilindros. 

O modelo vem equipado com tanque de combustível com capacidade de 65 litros.


Segurança
O Novo Honda Accord traz de série freio a disco nas quatro rodas com ABS e EBD e Vehicle Stability Assist (VSA) com controle de tração.


Além disso, o uso de aço mais resistente na estrutura do automóvel melhora a proteção dos ocupantes em caso de acidentes em colisões frontais. 




Os itens de segurança também incluem seis airbags para ambas as versões, sendo frontais de duplo estágio, laterais dianteiros e de cortina laterais. 

O novo sistema do airbag lateral acrescenta ainda o SmartVent, que reduz o risco de força excessiva de abertura das bolsas.

O modelo tem três anos de garantia, sem limite de quilometragem e estará à venda nas cores Branco Pérola, Prata Global Metálico e Preto Cristal Perolizado.



Design Inovador
O estilo aerodinâmico do Novo Honda Accord é o mais sofisticado da história da marca. Seu exterior é composto por 55% de aço de alta resistência.


Além disso, 17% do aço utilizado agora é fundido em altas temperaturas, o que contribui para uma maior robustez corporal e menor peso do veículo, beneficiando diretamente a condução, o silêncio interno, a eficiência e durabilidade em longo prazo.


O design do sedã ficou elegante e ousado, apesar de diminuir nove centímetros, no comprimento, 2,5 cm no espaço entre-eixos, mas cresceu 1 cm na altura e 0,5 cm na largura. O carro oferece um bom espaço interno tanto na frente como na traseira, mesmo para passageiros mais altos.

O novo Accord vem com novas rodas de liga leve de 16 polegadas na versão L4 e 17 polegadas na versão mais potente e luxuosa V6, que mostra duas agradavelmente agressivas ponteiras de escapamento cromadas.

A versão EX V6 possui o sistema Smart Entry, dispositivo com sensor de aproximação que realiza a abertura e fechamento das portas, além de permitir a partida do veículo ao apertar o botão do painel (Start/Stop Engine).


Interior
Seu revestimento interno em couro oferece aos ocupantes do veículo alto padrão de refinamento.  




O interior do Novo Honda Accord tem assentos dianteiros redesenhados com ajustes elétricos, ar condicionado com controle de temperatura dual-zone automático para ambas as versões. 



O modelo oferece acomodações confortáveis para cinco passageiros e um espaço de carga  de 467 litros - muito reduzido para o tamanho do carro. Aliás, esse é o problema dos sedãs da Honda, pois o New Civic padece do mesmo problema: porta-malas pequeno.


Com os bancos traseiros rebaixados, o espaço disponível para carga duplica


Os componentes eletrônicos auxiliam o motorista do Honda Accord a criar uma perfeita interface com o que há de mais moderno em tecnologia móvel. 





Todas as versões do Accord contam com viva voz HFT Bluetooth e tela full-color de oito polegadas onde está localizada a central inteligente de informações i-MID. 

O sistema de áudio com entrada USB também é item de série, sendo que para a versão top de linha (EX V6) será oferecida a opção Premium, com 360W e subwoofer.

Chassi
Todos os aspectos do chassi do Novo Honda Accord foram revisados e redesenhados para proporcionar uma melhor experiência de condução. 


A já conhecida estrutura ACE agora é de nova geração e apresenta como benefícios a redução de peso e ao mesmo tempo o aumento de resistência e dissipação de energia em caso de colisão. 

Isso graças à maior quantidade de aço de alta resistência e do uso de tecnologia de última geração na estamparia e conformação a quente, que multiplica a resistência da chapa de aço para composição da estrutura da carroceria do veículo. Este processo é conhecido como Hot Stamp.

A tecnologia de suspensão do novo Honda Accord é a mais avançada de toda a história do modelo. 


As novas características, que tornam o modelo mais silencioso e ágil nas ruas da cidade e mais suave na estrada, incluem suspensão dianteira MacPherson, cuja leveza melhora a dirigibilidade. 

A nova subestrutura frontal de alumínio e aço reduz o peso e, em conjunto com a nova suspensão traseira multilink independente e a aerodinâmica cuidadosamente projetada da carroceria, proporciona redução ainda maior de ruído interno e vibração.

Outra novidade é a inclusão do sistema MA-EPS (Motion Adaptive Electric Power Steering – Direção Elétrica Adaptável ao Movimento), que atua em conjunto com a tecnologia VSA (Vehicle Stability Assist), deixando o volante mais rígido caso o motorista tente movimentá-lo de forma que provoque instabilidade. 


O resultado é a redução do esforço na direção e do consumo de combustível, com melhor precisão e sensação de estabilidade.



A Honda Motor Co. Ltd., anunciou recentemente o desenvolvimento de uma nova tecnologia que realiza a soldagem contínua de aço e alumínio, e que foi aplicada pela primeira vez no mundo no subchassi de um veículo de produção em massa, o Honda Accord. 

A tecnologia, chamada FSW (Friction Stir Welding), reduz o peso do veículo e, assim, aumenta a economia de combustível.
Além disso, a Honda estabeleceu um novo método para aplicação em produção. Convencionalmente, é necessário o uso de equipamentos de grandes dimensões, mas a empresa desenvolveu um sistema de soldagem contínua aplicada por um robô industrial altamente versátil.

Referência em qualidade e tecnologia
Importado dos Estados Unidos, o novo Honda Accord traz em seu DNA a tecnologia e eficiência do mais alto padrão de qualidade da marca. 


O modelo é produzido na planta de Marysville (Ohio) desde 1982, quando a Honda se tornou a primeira montadora japonesa a fabricar automóveis nos Estados Unidos, justamente com o ínicio da produção do Honda Accord. 

Desde sua inauguração, a unidade, que comemorou 30 anos de operação com o lançamento do Novo Honda Accord 2013, tem sido um dos centros de excelência em produção da Honda no mundo.

Atualmente a planta conta com 4.400 funcionários e possui capacidade para produzir 440.000 unidades por ano. Além do Honda Accord, nas versões sedã e coupé, na unidade é produzido também o sedã de luxo Acura TL, que está entre os primeiros veículos a receber a mais alta pontuação no ranking do “Top Safety Pick+”, desenvolvido pelo “Insurance Institute for Highway Safety”, a partir dos mais rígidos critérios de avaliação.

No estado de Ohio estão localizadas ainda outras três das mais avançadas linhas produção de veículos, motores e transmissão Honda no mundo, além de um dos seus mais modernos centros de Pesquisa e Desenvolvimento de novos produtos. 


Um parque empresarial reconhecido e premiado, responsável pela produção de automóveis comercializados em mais de 100 países. Lá já foram produzidos mais de 15,3 milhões de automóveis.

Responsável pela criação de produtos e tecnologias avançadas desde o conceito inicial, desenvolvimento de protótipos, até o estado da arte em produção em massa, o Honda R&D Americas, Inc. (HRA), em Raymond (Ohio), é o maior Centro de Pesquisa e Desenvolvimento Honda fora do Japão. 


Os engenheiros do HRA já desenvolveram mais de 20 novos modelos desde 1990 e são responsáveis pela criação de tecnologias inovadoras que possibilitam à Honda estar à frente em eficiência no consumo de combustíveis e segurança de seus produtos. 

A unidade conta com um túnel de vento com simulação computadorizada de altíssima tecnologia, que possibilita o desenvolvimento de avanços em eficiência aerodinâmica de novos veículos.

Também localizada em Ohio, na cidade de Columbus, está a Honda Research Institute, Inc. Na unidade são conduzidas pesquisas voltadas à utilização de nano-materiais como catalisadores, bem como ao desenvolvimento de materiais que contribuam para a conversão e armazenagem de energia. Estas pesquisas abrem novas possibilidades para o desenvolvimento de computadores, células solares e células de combustível muito mais potentes e compactos, assim como novos compostos de materiais para automóveis e aviões.

Acessórios
O Novo Honda Accord já conta com uma linha exclusiva de acessórios, criada para personalizar e oferecer ainda mais comodidade e sofisticação ao modelo.
São criados simultaneamente com o desenvolvimento dos novos lançamentos, garantindo excelência no desenvolvimento e exclusividade, seguindo a mais alta qualidade da tecnologia Honda.

Protetores de para-choque com acabamento cromado e friso de portas garantem maior comodidade no caso de pequenos arranhões. Os itens externos são complementados pelo defletor de chuva, para mais liberdade aos ocupantes do veículo.


Entre os acessórios internos, destaque para a personalização com versatilidade, como o tapete e bandeja de porta-malas de borracha. Para quem deseja um toque a mais de exclusividade, ainda a disponibilidade de dois modelos de soleiras de portas e iluminação interna.



R$ 98.900 (2.0), mas agora sai por R$ 119.900 na 2.4. A 3.5 V6 não aumentou tanto assim, passando de R$ 144.900 para R$ 147.900. 
O carro também  O porta-malas passou de 447 para 461 litros.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

RENAULT EMPLACA MAIS DE 100 MIL VEÍCULOS NOS PRIMEIROS SEIS MESES DE 2013, VENDAS PUXADAS POR MODELOS SUV, SEDAN E MASTER. MARCA CONSEGUIU CHEGAR A 6,6% DO MERCADO, EM JUNHO.


Com 20.024 veículos emplacados em junho, a Renault do Brasil continua sua trajetória de crescimento no mercado brasileiro, atingindo a participação de 6,6, em junho.

“Os resultados comerciais da empresa estão em linha como o planejado, voltamos à nossa participação de mercado de 2012”, afirma Olivier Murguet, Presidente da Renault do Brasil.



Mesmo após a parada de oito semanas, a partir de dezembro de 2012, para ampliação da sua capacidade instalada de 280 mil para 380 mil veículos por ano, a Renault acumula um volume de 102.020 unidades emplacadas no primeiro semestre, o que reflete a retomada do ritmo de produção e vendas.

O aumento no volume das comercializações de produtos de diferentes categorias – compacto, SUV, sedan e comercial leve - é resultado dessa estratétegia. 



As vendas do Sandero e Sandero Stepway – totalizando 8.707 veículos - 19% a mais que no mês de maio, são alguns dos destaques.

O Duster também contribuiu para os bons resultados apresentados pela Renault. SUV vêm conquistando o público e suas vendas, em junho, somaram 4.134 unidades. 

No segmento de entrada – cujos números de mercado apontam queda de 25% no semestre - a demanda pelo popular da marca também continua aquecida. 


O Novo Clio registrou, no último mês, 2.582 veículos emplacados, um volume 184% superior ao mesmo período do ano anterior.



Já o novo Master, desde o seu lançamento, em março, tem sido apontado como um dos grandes destaques na categoria de veículos comerciais leves, o que se confirma com seu expressivo desempenho comercial. 

Em junho, foram emplacados 1.012 veículos, 82% a mais que no mês anterior, o que conferiu ao modelo o seu recorde de emplacamentos.

A indústria automotiva brasileira cresceu, no primeiro semestre, 4,6.
Arquivos disponíveis para download no site: imprensa.renault.com.br

EXPLORAR GÁS DE XISTO DO SUBSOLO USANDO A TÉCNICA FRATURA HIDRÁULICA ESTÁ EM PAUTA POR SER UMA FORMA DE EXTRAÇÃO MUITO MAIS BARATA DO QUE O EXTRAÍDO DO MAR. O BRASIL VIVE NUMA CORDA BAMBA DE COMBUSTÍVEIS: ETANOL E GASOLINA E PODE SURGIR O ETANOL 2 G. FERNANDO CALMON ACHA QUE O QUE O PAÍS PRECISA É DE DEFINIR SUA MATRIZ ENERGÉTICA. VEJA COMO E DE ONDE É EXTRAÍDO O XISTO.



Alta Roda 

Nº 740 — 4/7/13
Fernando Calmon




REVOLUÇÃO ENERGÉTICA



Quem ainda não ouviu falar de gás de xisto, mais ou cedo ou mais tarde vai ouvir. Trata-se de extrair do subsolo gás natural impregnado em rochas ou areias betuminosas por meio de nova técnica conhecida como fratura hidráulica. 

Aplicado em grande escala nos EUA, significou um corte de mais de 70% no preço daquele combustível. Pode-se obter petróleo dessa forma também, porém a custo maior.

Ainda se discutem todos os riscos ambientais já que exige quantidade enorme de água. Por outro lado, gás é combustível fóssil e, portanto, colabora para o aquecimento do planeta. 

Formar uma rede de seu abastecimento para veículos exige grandes investimentos. Entretanto, gás muito barato pode impactar o preço do petróleo. 

Alguns falam até em revolução energética, talvez um exagero, mas existe potencial de tirar competitividade da exploração de petróleo mais caro, em águas marítimas muito profundas, como o nosso Pré-sal.



Essa novidade igualmente traz incertezas à política brasileira de combustíveis líquidos. Depois de congelar o preço da gasolina para combater a inflação, o governo viu o consumo e importações subirem muito pela falta de capacidade nas refinarias. 

Ao mesmo tempo, inviabilizou o etanol. Em 2009, a soma de consumo de etanol hidratado (para motores flex) e anidro (adicionado à gasolina) superou o de gasolina. 

Como a frota aumentou e houve migração para gasolina por seu preço convidativo, o biocombustível recuou de mais de 50% para 30% de participação.

Mais complicado: as duas novas refinarias, em construção pela Petrobrás (Rio de Janeiro e Pernambuco), foram planejadas com foco no diesel.

Então, ou se importa mais gasolina ou se estimula a produção de etanol. Durante a recente conferência internacional Ethanol Summit 2013, organizada a cada dois anos pela Única (entidade do setor sucroenergético de São Paulo), não se constatou grande entusiasmo para investir em novas usinas. Isso apesar de a Anfavea ter anunciado, no último dia 28, que se atingiu a produção de 20 milhões de veículos com motores flex.

Falta, de fato, definir a matriz energética de combustíveis do País. O atual governo já deu sinais de pouca importância ao etanol. 

Agora, como precisa dele, acena com afagos, sem a firmeza necessária para que de 2013 a 2020 a produção desejada suba de 26 bilhões para 73 bilhões de litros/ano, metade do que produzirá os EUA.

Um ponto que mereceu bastante atenção na conferência foi o etanol de segunda geração (2G). Ao aproveitar palha e bagaço da cana, a produtividade subirá até 50%, numa primeira etapa, a preço competitivo. 

Primeira unidade industrial será inaugurada em 2014, em Alagoas, pela GranBio. Paralelamente, se desenvolveu a chamada cana-energia, com o dobro da quantidade de fibra (celulose) e metade da sacarose (açúcar). 

Pode ser plantada em solos degradados, exige menos água e insumos, além do potencial de colheita três vezes maior na mesma área.

Não se trata, aqui, de qualquer revolução energética, mas de uma enorme evolução de processos e tecnologias que se estudam há mais de uma década. 

Do ponto de vista ambiental, o etanol 2G é superior, porém antes de tudo precisa ser levado a sério de verdade, sem políticas de oportunismo.


RODA VIVA
MUDANÇA de patamar na cotação menor do real frente a outras moedas começa a enfraquecer comparações de preços com o exterior. Se a referência, então, for automóveis europeus, poderá causas surpresas. 

Boa parte dos carros fabricados aqui já apresenta preços iguais ou menores do que os vendidos na Europa, igualados os equipamentos e, claro, os impostos.

IMPASSE com argentinos deixou, até o final do ano, comércio livre com Brasil. Desta vez, o País decidiu endurecer o jogo. Situação sempre contrariou regras do Mercosul. 

Para complicar, aumento de inflação (e salários) no país vizinho puxou os custos por lá. Prevê-se para o final deste ano nova Política Automotiva Comum que possa conduzir à abertura total das fronteiras.

FOX BLUEMOTION traz novas referências em termos relação consumo-desempenho para um motor de 1 litro de cilindrada. 

É o primeiro três-cilindros ciclo Otto fabricado no Brasil. Versão flex do motor mais moderno da VW (EA211) tem a maior potência com etanol (82 cv) do mercado, claramente sentida ao guiar o carro. Com gasolina são 75 cv, aqui e na Alemanha.

REDUÇÃO do consumo energético de 17%, nessa versão do Fox, visa o programa Inovar-Auto. Em trecho urbano de Campinas (SP), esse colunista alcançou 18,9 km/l (gasolina), sem ar-condicionado e pouco trânsito. 

Suspensões, câmbio e aerodinâmica seguem o pacote Bluemotion (R$ 745,00), sem prejuízo do prazer de dirigir. Mesmo motor estreará no VW up! em 2014.

MITSUBISHI descartou, no momento, fabricação do compacto Mirage em Catalão (GO). Investimento de US$ 550 milhões do Grupo Souza Ramos, no período 2010-15, incluiu as duas picapes L200 Triton (cabine simples e dupla) e os SUV Dakar e ASX. Sedã Lancer chega no próximo ano. No total, 330.000 veículos em 16 anos.


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fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

COM DADOS DA ANFAVEA NAS MÃOS, A FIAT COMEMORA O MELHOR SEMESTRE DE SUA HISTÓRIA. A MARCA REVELA SER "LÍDER NO MERCADO BRASILEIRO PELO 11° ANO": VENDEU QUASE 64 MIL VEÍCULOS NO MÊS DE JUNHO E MAIS DE 380 MIL NO 1° SEMESTRE DE 2013


A Fiat comemora o melhor semestre de sua história de 36 anos de presença no Brasil. Contabilizou 63.864 automóveis e comerciais leves no mês de junho.


A Fiat encerrou o semestre com vendas acumuladas de 380.131 unidades e manteve a liderança no mercado brasileiro com participação de 22,2% nas vendas registradas no período, conforme dados divulgados hoje pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). 
No acumulado de janeiro a junho, a Fiat cresceu 5,1% em relação a igual período do ano anterior, enquanto o mercado total avançou 4,7%.

Entre os modelos na marca, os destaques foram o Fiat Palio, cujas vendas somaram 88.342 unidades, avançando 14,3% em relação ao primeiro semestre de 2012. 

O Siena foi o sedã mais vendido no Brasil no semestre, com 55.962 unidades. A picape Fiat Strada teve 62.025 unidades vendidas, avançando 17,5% em relação a igual período do ano anterior e respondendo por mais de 50% das vendas em seu segmento no Brasil.

A Fiat é líder no mercado brasileiro pelo décimo primeiro ano.

PALMAS, CAPITAL DE TOCANTINS, TEM SUA PRIMEIRA CONCESSIONÁRIA TOYOTA


A Toyota inaugurou, ontem, 3 de julho, a cerimônia oficial de inauguração da concessionária Araguaia Motors, em Palmas (TO). 

Localizada na Av. Teotônio Segurado, quadra 1001, Sul, a nova revenda dispõe de amplo espaço em seu showroom e em sua oficina para atender aos clientes da marca com todo o conforto e a qualidade Toyota.

A Araguaia Motors de Palmas foi construída em uma área de 7.000 m2 e recebeu um investimento de R$ 6 milhões. São 10 boxes de serviços à disposição dos clientes Toyota. A nova concessionária gerou 80 empregos diretos.

Mercado regional
O Tocantins é um dos principais mercados no plano de negócios da Toyota. Em 2012, a marca comercializou no estado 1.117 unidades, considerando os produtos fabricados pela Toyota no Mercosul (o sedã Corolla, o compacto Etios, a picape Hilux e o utilitário esportivo SW4).

De janeiro a junho deste ano, a Toyota já comercializou 739 unidades na região, o que representa 7,7% de participação no mercado automotivo local e 3,2% a mais em relação ao mercado nacional. 

A expectativa, até o fim do ano, é que a Toyota amplie suas vendas com a comercialização do Etios, novo veículo compacto da marca, lançado em setembro do ano passado.

LUCAS DE GRASSI FOI O MELHOR ESTREANTE E É ELOGIADO PELO CHEFE DA EQUIPE AUDI


Brasileiro foi o melhor estreante no 90º aniversário da mais tradicional corrida de resistência do planeta e recebeu, nesta semana, elogios do dr. Wolfgang Ullrich, diretor da equipe da fábrica alemã, e também do maior vencedor da prova, o dinamarquês Tom Kristensen


Um traçado longo, de mais de 13 quilômetros de extensão, sete tipos de asfalto pelas estradas interioranas do distrito de La Sarthe, uma instabilidade climática de dar inveja ao circuito de Interlagos, média horária superior aos 240 km/h por volta, 56 carros de quatro categorias, recorde de intervenções do carro de segurança em uma corrida de 24 horas de duração. Ingredientes que, somados à superação, alegrias e tristezas fazem das 24 Horas de Le Mans a mais espetacular corrida de longa duração do mundo.

Cercada de histórias e conhecida por fabricar verdadeiras lendas do automobilismo mundial, a prova, que aconteceu no último dia 22 de junho, teve a estreia do brasileiro Lucas di Grassi. 



O piloto, contratado pela Audi - vencedora de 12 das últimas 15 edições das 24 Horas -, fez sua primeira aparição em Le Mans e correu ao lado do espanhol Marc Gené e do britânico Oliver Jarvis.

E a exemplo das outras corridas que disputou pela equipe das quatro argolas, Lucas mais uma vez terminou no pódio. 

O terceiro lugar foi a coroação do melhor estreante da 81ª edição das 24 Horas de Le Mans. 

A vitória ficou com sua equipe, no carro de número 2, pilotado pelo escocês Allan McNish, pelo francês Loic Duval e pelo dinamarquês Tom Kristensen, que ampliou seu recorde, com nove triunfos em La Sarthe.

Antes da largada, Lucas também havia sido premiado com o troféu destinado ao estreante dono da melhor volta na pista durante os treinos. 


Entretanto, as coisas não foram fáceis para o trio do carro número 3 durante a prova. Cada vez mais ganhando confiança dentro do time, coube a Di Grassi guiar o Audi R18 e-tron quattro na largada. 

E esta foi a parte mais difícil da prova, na opinião do brasileiro. "Sem dúvida a largada foi a parte mais difícil para mim, porque além da pressão de ser a minha primeira corrida em Le Mans, houve o acidente que tirou a vida do Allan Simonsen, uma entrada do safety car na pista que durou praticamente uma hora, e também a questão da chuva em trechos da pista com todo mundo usando pneu de pista seca", lembrou o piloto de 28 anos.

Sobre o acidente fatal com o dinamarquês do Aston Martin n°95, Lucas disse ter recebido a notícia assim que deixou o carro após seu primeiro turno. 

"Recebi a notícia direto do meu chefe Dr. Ullrich. Ele me disse assim que saí do carro e fiquei absolutamente chocado com essa fatalidade", contou.


Houve mais momentos difíceis na prova para o Audi n°3, como o furo no pneu traseiro direito logo que caía a noite no circuito. Oliver Jarvis acabava de passar pela linha de chegada. 

"Ele teve que completar uma volta inteira, mais de 13 quilômetros, em três rodas. Isso nos fez perder muito tempo", apontou o brasileiro. Jarvis conseguiu trazer o carro em boas condições aos boxes e voltou na quarta posição, atrás dos R18 de McNish e dos Toyotas de Sebastien Buemi e Kazuki Nakajima.


Durante a madrugada, Lucas novamente assumiu o cockpit do e-tron e iniciou uma perseguição que manteve grande parte das 245 mil pessoas presentes ao autódromo acordadas. 

"Depois de ter perdido muito tempo por ter dado uma volta completa com três rodas, precisamos tirar mais de uma volta de diferença para os Toyotas. No meu turno de madrugada eu consegui tirar mais de um minuto do (Kazuki) Nakajima, e isso me deixou extremamente satisfeito", afirmou.

No fim, o trio recuperou a terceira colocação e assim Lucas subiu ao pódio de Le Mans em sua primeira participação na corrida, igualando os feitos de Raul Boesel (1991) e Ricardo Zonta (2008) no geral da prova.

O desempenho na parte inicial da prova e a caçada noite adentro contra o Toyota que estava um minuto e meio à frente renderam elogios de dentro da equipe. 

Vencedor e recordista de triunfos na prova, o dinamarquês Tom Kristensen dividiu o carro com Lucas em duas ocasiões, nas 6 Horas de São Paulo do ano passado, na estreia do brasileiro no time, e nas 12 Horas de Sebring, em março deste ano. "O que o Lucas fez foi fantástico. Estamos muito orgulhosos do que ele fez aqui em Le Mans", disse.

O diretor de esportes a motor da Audi, Dr. Wolfgang Ullrich, também fez questão de ressaltar o bom trabalho desempenhado por seu piloto estreante. 

"Foi a primeira vez de Lucas em Le Mans e acho que depois de suas primeiras voltas ele ficou bastante impressionado com essa pista, que é muito especial. Ele mostrou durante os testes e os treinos antes da prova que ele se adaptou muito rápido a este traçado único. Ele foi constantemente rápido e fez um excelente trabalho na corrida sem ter cometido um único erro. Foi realmente um início perfeito para ele, sobretudo por estar aqui pela primeira vez", afirmou.

Dormir? "Já haviam me dito que na primeira vez em Le Mans o piloto estreante não consegue dormir. Com a experiência isso vai melhorando. O fato é que eu dormi mais ou menos uma hora durante a corrida inteira. Tanto que eu estava exausto depois da prova e quase dormi na coletiva de imprensa!", concluiu Lucas.


quarta-feira, 3 de julho de 2013

O FUTURO DA MOBILIDADE URBANA ESTEVE EM DISCUSSÃO NO ASPEN IDEAS FESTIVAL QUE ACONTECEU NOS ESTADOS UNIDOS NA ÚLTIMA SEMANA. FOI DEBATIDO O USO DE CÉLULAS DE HIDROGÊNIO EM VEÍCULOS, EM QUE A TOYOTA É PIONEIRA E PRETENDE LANÇAR O PRIMEIRO CARRO MOVIDO COM ESSA TECNOLOGIA ATÉ 2015.


A Toyota pretende lançar, até 2015, um veículo movido a células de hidrogênio, tecnologia que foi o principal alvo das discussões e debates ocorridos, entre os dias 
26 de junho e 2 de julho, no 9º Aspen Ideas Festival, realizado nos Estados Unidos.

No encontro foram discutidas novas tecnologias sobre o futuro da mobilidade urbana, sendo a principal delas o uso de células de hidrogênio em veículos.

Durante o evento, diversas autoridades e executivos da Toyota Motor Sales (filial norte-americana da companhia) discursaram sobre a importância de equipar os veículos com a tecnologia, que reduz consideravelmente a emissão de gases poluentes e impacto ambiental.

“Participar do Aspen Ideas Festival nos permite uma ótima oportunidade de falar com centenas de líderes e formadores de opinião a respeito de assuntos que afetam nossa vida”, diz Chris Hostetter, vice-presidente de Estratégia e Planejamento da Toyota Motor Sales. 


“As pesquisas da Toyota, bem como os investimentos feitos pela companhia, demonstram nosso comprometimento em reduzir os impactos climáticos e avançar no uso de tecnologias mais limpas”, completa.

A Toyota, pioneira na tecnologia com o lançamento do Prius, em 1997, comercializou mais de 5 milhões de veículos híbridos desde então. 


Agora, a montadora vem fazendo pesquisas avançadas sobre o desenvolvimento e uso de células de hidrogênio. O tema, aliás, virou uma das prioridades da marca, que pretende lançar um veículo com a tecnologia até o final de 2015.

A participação da Toyota no Aspen Ideas Festival inclui envolvimento e trabalho em conjunto da Toyota Motor Sales, Centro de Tecnologia e Centro de Pesquisas de Segurança, no intuito de unir forças e talentos para atingir os resultados esperados, ou seja, desenvolver um veículo que possa ser ainda mais ecologicamente correto em benefício do meio ambiente e sociedade como um todo.

Além disso, durante os seis dias do encontro, executivos da Toyota se reuniram com jovens participantes de grupos que discutem o futuro da mobilidade urbana no mundo e os principais problemas enfrentados hoje em dia com o intuito de criar soluções no curto, médio e longo prazo.

A TOYOTA JÁ VENDEU MAIS DE TRÊS MILHÕES DE PRIUS HÍBRIDOS NO MUNDO, MAS APENAS 170 NO BRASIL. NÃO PORQUE OS BRASILEIROS NÃO PREFIRAM ESSES VEÍCULOS COM MOTORES ELÉTRICO E A COMBUSTÃO, MAS PORQUE SÃO CARROS MUITO CAROS AINDA ENTRE NÓS E O GOVERNO AVANÇA A PASSOS DE TARTARUGA PARA IMPLANTAR LEIS DE INCENTIVO AOS NÃO POLUENTES, QUE IMPLICAM NA REDUÇÃO DE IMPOSTOS




Lançado há 16 anos, e desde janeiro deste ano no Brasil, o híbrido Prius, da fabricante japonesa Toyota, vendeu, até junho, passado, três milhões, no mundo. 


No nosso País, esse número foi apenas de 170 porque o governo brasileiro até agora não definiu a política de incentivo à aquisição dos carros híbridos e elétricos.

A Toyota Motor Corporation compôs a família Prius, com cinco modelos que têm como base a mesma plataforma, já vendeu mais de 3,7 milhões de unidades.


A marca prevê 
lançar mais 18 modelos híbridos até o final de 2015 que se juntarão aos atuais 19 modelos que hoje comercializa em 80 países, principalmente, Japão, Estados Unidos e Europa.


O pioneiro Prius
O primeiro veículo híbrido produzido em escala comercial foi o Prius, em agosto de 1997. O projeto previa fabricar um veículo confortável, seguro e amigável ao meio ambiente, que emitisse menos gases poluentes e economizasse combustível e 
foi um sucesso desde o início.


Alguns anos depois, o Prius tornou-se o modelo mais vendido do Japão, mesmo comparado com os veículos movidos à combustão.

A intenção da Toyota, desde o começo, era fazer um carro preparado para o século XXI, já prevendo as discussões em torno do meio ambiente que acontecem atualmente.

Mais de uma década depois do lançamento da primeira geração, o Prius já passou por três modificações, além de servir de base para outros modelos, que constituem a família Prius.


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