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sexta-feira, 19 de julho de 2013

HONDA LANÇA NOVA LINHA CITY 2014 E ENTRE AS CINCO VERSÕES, UMA SPORT COM UM DESIGN MAIS LEVE. OS PREÇOS AINDA SALGADOS COMEÇAM A PARTIR DE R$ 50.990,00.


Depois do desempenho ruim das vendas do City que nunca muito diferente do 1,52% deste primeiro semestre do ano - o melhor de toda a história do setor, no Brasil - a Honda anunciou o lançamento dos modelos 2014, em que se destaca uma versão Sport, na foto acima, que lembra o Civic, esse sim, sucesso de vendas e líder do seu segmento. A novidade japonesa custa R$ 56.470,00, o que abre o leque para o consumidor pensar em outros modelos e marcas.


O que não pode ser contestado no City é a confiabilidade do carro e esse fato poderá junto com um modelo menos ortodoxo e um design mais esportivo elevar a procura pelo City, na versão Sport, que não oferece no entanto, câmbio automático.

Os City 2014 já chegaram às concessionárias nas versões DX (MT) R$ 50.990,00, LX (MT) 
R$ 57.390,00, LX (AT) R$ 60.450,00, EX (AT) R$ 64.990,00 e Sport (MT) R$ 56.470,00. 

Na versão Sport, o City oferece apenas câmbio manual.

A Honda informa que esses valores são unificados para todas as regiões do Brasil e com frete incluso, base para o Estado de São Paulo.


Novo City Sport: visual exclusivo
O novo City Sport incorporou o espírito do Civic, nitidamente na mala, que mantem os excelentes 506 litros, mais curta e na frente inclinada, 
ganhou faróis de neblina e a grade frontal perdeu o cromado e foi pintada de preto fosco.

Na traseira, o suporte de placa deixa de ser cromado e passa a ser na cor do carro, harmonizando com as maçanetas também pintadas. 


As lanternas, assim como os faróis, são do tipo máscara negra e formam – com a ponteira de escape cromada – um conjunto ainda mais harmonioso com as linhas do Sport.


A versão Sport tem rodas de 16 polegadas em alumínio com um desenho esportivo. 


A tampa traseira vem identificada com o emblema “Sport”, que caracteriza o produto.

Internamente, o Honda City Sport 2014 traz pedais esportivos cromados, bancos com revestimento exclusivo e uma nova alavanca de transmissão com desenho e acabamento diferenciado.

Estão mantidos também os itens de diferenciação já conhecidos da linha City, como o painel blackout, com informações bem distribuídas e claras de autonomia, consumo médio e instantâneo, além de hodômetro parcial e total. 

Assim como nas demais versões, o volante de três raios e ótima empunhadura conta com EPS (Electric Power Steering - direção eletricamente assistida), tornando o sistema bem mais leve nas manobras de estacionamento e firme em velocidades mais altas. 

Potência com economia
O motor i-VTEC Flex (Controle Eletrônico Variável de Sincronização e Abertura de Válvulas) de 1.5l, presente em todas as versões, atende perfeitamente tanto quem gosta de uma condução mais esportiva, quanto aos que desejam maior economia de combustível e menor emissão de poluentes. 

Com potência máxima de 115 cv (gasolina) e 116 cv (etanol), atingida a 6.000 rpm, o propulsor possui boa eficiência em qualquer faixa de rotação, chegando ao pico de torque de 14,8 kgf.m a 4.800 rpm (álcool ou gasolina), provendo um excelente desempenho. 

O tanque de combustível tem capacidade de apenas 47 litros, mas considerando a potência do motor oferece uma autonomia razoável.

Mais segurança
A linha City segue o projeto Advanced Compatibility Engineering (ACE), que incorpora uma estrutura interna na parte frontal para auxiliar na absorção e dispersão de impactos. 

Além disso, disponibiliza como recursos antifurto o alarme e imobilizador na chave. 

Para completar, todos os modelos possuem airbag frontal duplo (motorista e passageiro), apoio de cabeça e cinto de segurança de três pontos para os cinco ocupantes.

As versões LX, EX e Sport vêm equipadas com freios a disco nas quatro rodas, ABS e EBD (Electronic Brake Distribution), sistema que calcula e distribui a pressão apropriada a cada roda em frenagens bruscas, evitando seu travamento e mantendo a dirigibilidade.

Novos equipamentos
Além dos equipamentos de segurança, o City 2014 vem equipado, desde a versão de entrada, com vidros, travas e retrovisores elétricos e ar-condicionado. 


As regulagens de altura do banco do motorista e altura/profundidade do volante também são itens de série.

As versões LX e EX se destacam pelos sensores de estacionamento traseiros e pelo novo sistema de som com conexão USB e Bluetooth para fazer e receber chamadas. 

A versão EX traz ainda Paddle-Shift e controles de áudio e piloto automático no volante revestido em couro, tweeter e ar-condicionado automático/digital.

A novidade para a versão LX fica por conta da inclusão das rodas de liga leve de 16 polegadas com desenho da versão EX. Esta, por sua vez, traz bancos revestidos de couro.

Cores
Em todas as versões, o Honda City 2014 tem três anos de garantia, sem limite de quilometragem e está disponível nas cores Branco Taffeta Sólido, Prata Global Metálico, Cinza Paladium Metálico, Cinza Iridium Metálico e Preto Cristal Perolizado. 

Como novidade exclusiva, a versão Sport será oferecida também na cor Vermelho Rally Sólido. A cor Grená Rubi Metálico segue disponível para as versões DX, LX e EX.

As concessionária podem ser encontradas no site: www.honda.com.br ou pelo telefone 0800 701 3432.


quinta-feira, 18 de julho de 2013

MÓDULOS DE VIDROS ELÉTRICOS DA QUANTUM AJUDAM A DEIXAR VEÍCULOS COM MAIS CONFORTO E COMPLETOS E SEGUROS


Os vidros elétricos com subida automática após o acionamento do alarme são praticamente fundamentais para os veículos nos dias de hoje. 

No entanto, praticamente 90% dos automóveis saem da linha de produção das fábricas sem o módulo automatizador de vidro elétrico. O equipamento custa em torno de R$ 50,00.

Além de oferecer maior conforto e segurança aos motoristas, essa função ainda ajuda a valorizar o veículo, possibilitando maior valor de revenda no futuro.

Diante dessa necessidade, a Tecnologia Quantum criou uma linha de produtos especiais para garantir aos proprietários a possibilidade de deixar o carro mais completo. 

Os módulos automatizadores de vidros LV112 Plus e LV103 Plus já estão disponíveis no mercado, sendo excelentes escolhas para consumidores e lojistas.

O LV112 Plus é um módulo automatizador para dois vidros elétricos (duas portas) ou rebatimento de retrovisores. 

A instalação deste módulo com função para subida de dois vidros oferece a comodidade de, ao acionar o alarme do veículo, os vidros se fecharem automaticamente. 

Ele também permite a subida expressa com toque rápido no botão de comando. Se o consumidor optar pela instalação do módulo com a função de rebatimento dos retrovisores, quando acionar o alarme do veículo os retrovisores se fecham, e ao ligar a ignição o retrovisor retorna a posição.

Já o modelo LV103 Plus é um módulo automatizador para 1 ou 2 vidros, rebatimento de retrovisores ou fechamento de teto solar. 

Na sua instalação é possível configurar o módulo de acordo com a necessidade de cada cliente. 

Os dois modelos possuem fácil instalação, preço acessível e são adequados para diferentes necessidades.

Veja as características de cada modelo:

Quantum LV112 Plus:
- O mais tradicional do mercado;

- Subida simultânea dos vidros;

- Rebatimento dos retrovisores;

- Saída temporizada;

- Garantia de dois anos.

Quantum LV103 Plus:
- Descanso positivo, negativo e misto;

- Subida simultânea dos vidros;

- Subida e descida para um vidro pelo botão;

- Rebatimento dos retrovisores;

- Fechamento do teto solar;

- Leitura dos sinais do veículo para acionamento, sem a necessidade de alarme adicional;

- Saída temporizada;

- Garantia de dois anos.

Para mais informações, acesse:
www.tecquantum.com.br

No Facebook: /tecquantum

No Twitter: @tecquantum

LAND ROVER LANÇA O NOVO RANGE ROVER SPORT POR UM PREÇO BEM SALGADO: R$ 400 MIL.A SOFISTICAÇÃO DESSE SUV OFF ROAD CHEGA AO PONTO DE INFORMAR A PROFUNDIDADE DE UM RIO. O CARRO ESTÁ MAIS CONFORTÁVEL E COM MAIOR ESPAÇO PARA OS PASSAGEIROS. A FORD LANÇARÁ EM 2014 UM NOVO MODELO KA.


Alta Roda

 
Nº 742 — 16/7/13
Fernando Calmon

Fase ascendente

Parar no tempo é a pior situação na indústria automobilística. Tal situação envolveu marcas puramente inglesas, em parte pelos reflexos severos da II Guerra Mundial. 

Levou o governo britânico a assumir o controle de empresas descapitalizadas e a um plano de fusões. 

Típico mau gestor, acabou por aumentar os prejuízos e, finalmente, vender por qualquer preço para concorrentes estrangeiros (BMW, Ford e VW).

Marcas inglesas de maior peso estão hoje todas desnacionalizadas. Land Rover e Jaguar formam um grupo cujo controle acionário, depois de experiências que não deram certo com a Ford, passou para os indianos da Tata. 

Esta já fez tudo corretamente: colocou dinheiro e só cobra resultados. Os ingleses não decepcionaram. 

Suas fábricas sofrem, como todas da Europa, pelo recuo das vendas por seis anos seguidos e aumento de capacidade ociosa. 

Mas sua situação é um pouco menos dramática ao conseguir fechar algumas instalações e produzir com grau de ocupação acima de 80% (na Itália, por exemplo, apenas 46%).

Novo Ranger Rover Sport desponta nessa fase ascendente da marca principal, a Land Rover. Lançado, em 2005, como opção refinada do Discovery III, esse SUV grande surge como produto inteiramente novo.

Herdou a estrutura monobloco de alumínio do Range Rover topo de linha, porém, é mais baixo e um pouco mais longo. 

Ganhou 18 cm na distância entre-eixos em relação ao primeiro modelo e a possibilidade de ter dois lugares extras restritos (5+2, de fato). 

Além de folga para três pares de pernas no banco traseiro, o acompanhante do banco dianteiro também dispõe de mais espaço.

Para o motorista houve diminuição em cerca de metade do número de botões no painel e um quadro de instrumentos eletrônico que simula ponteiros correndo por trás dos números. 

Aproveitar toda a capacidade fora de estrada – improvável para quem pode pagar cerca de R$ 400.000 pela versão de entrada – exige estudo do manual ou instrutor paciente. 

Sensor colocado na carcaça dos retrovisores externos pode avaliar e projetar no painel a profundidade de um rio ou riacho que se queira cruzar (até 85 cm de profundidade). Segundo a empresa, recurso inédito.

Avaliar o Ranger Rover Sport, ao longo de mais de 400 km em dois dias, em estradas secundárias da Inglaterra e País de Gales, exigiu atenção redobrada. 

Afinal, guiar na mão esquerda de direção e administrar um veículo de 2,07 m de largura (incluídos espelhos) por faixas de rolagem entre as mais estreitas do mundo, é nada usual. 

O carro “emagreceu” 420 kg e ficou mais à mão. Suspensão pneumática, amortecedores e barras estabilizadoras adaptativas, rodas com aros de 21 pol e pneus 275/45 formam um conjunto que não teme curvas. 

E, fora de estrada, ressalta as tradições da marca por piores que sejam os obstáculos. Autogerenciamento eletrônico de sete parâmetros se encarrega de (quase) tudo.

Para o Brasil, motor V-6 diesel (3 L/258 cv) responderá por 70% das preferências. 

Ganhou cerca de dois segundos na aceleração de 0 a 96 km/h (agora, 6,8 s) e quase 18% em consumo. 

Estreará novo V-6 (3 L/292 cv) gasolina, com compressor. Continua o V-8 (5 L/510 cv), também com compressor e sonoridade típica de Jaguar que compartilha esse motor.

RODA VIVA

COLUNA antecipa início de produção de mais um modelo: novo Ford Ka, março de 2014, fábrica de Camaçari (BA). 

Vendas só dois a três meses depois, em função de ajustes produtivos. Trata-se do projeto B562 com lançamento simultâneo das versões hatch e sedã, a exemplo do Etios. Menor que o New Fiesta, será subcompacto anabolizado, como VW up!.

PRODUÇÃO do Golf VII está prevista, na fábrica mexicana de Puebla, para primeiro trimestre do próximo ano. 
Portanto, só chegaria ao Brasil em meados de 2014. 

Mas, versão GTI (230 cv) virá antes, da Alemanha. Em 2015, Golf será fabricado em São José dos Pinhais (PR), viabilizado pela produção conjunta do Audi A3 que usa mesma arquitetura MQB.

PRIMEIRAS unidades do SUV médio compacto da JAC estarão em ruas e estradas nas próximas semanas, com pouco disfarce. 

São S5 (aqui terão outro nome) chineses em testes. Lançamento, em 2014, para concorrer na faixa de ix35, CRV e RAV4. Terá novo motor 2-litros aspirado, mais barato que versão turbo, para mantê-lo entre R$ 70.000 e R$ 80.000.

CONTRAN, cada vez mais, se especializa em criar prazos inviáveis. Agora, a vez dos simuladores de direção em auto-escolas de todo o País. 

Prevista para o último dia 30 de junho, a Resolução 412/2012 precisou ser adiada. 

Equipamento custa mais de R$ 35.000 e existe apenas um fornecedor. Quem sabe passa a valer em 31 de dezembro próximo.

PESSOAL de marketing das fábricas gosta de exagerar nas siglas em inglês de recursos eletrônicos. ESC e TC, por exemplo, estão sempre associados: controles de estabilidade e de tração funcionam de forma integrada. 

Da mesma forma, ABS e EBD: sistema de freios com antibloqueio e distribuição da força de frenagem. Na realidade, são duas peças e quatro funções.
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fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

quarta-feira, 17 de julho de 2013

QUEM DESEJAR JÁ PODE ADQUIRIR UM ONIX OU UM PRISMA COM O MODERNO CÂMBIO AUTOMÁTICO GF6. A CHEVROLET OFERECE AS VERSÕES LT E LTZ 2014 COM ESSE ITEM A OUTROS DE CONFORTO. OS MESMOS MODELOS DE CÂMBIO MANUAL RECEBERAM MELHORIAS NA TRANSMISSÃO. O UP GRADE REPRESENTA UM DESEMBOLSO DE MAIS R$ 7 MIL PELO CONSUMIDOR.



São Caetano do Sul, (SP) – Por mais R$ 7 mil que o preço das versões mecânicas 2013, a Chevrolet deu um grau nos seus modelos Onix e Prisma 2014, LT e LTZ, de motor 1.4, equipando-os com a transmissão automática de seis velocidades tipo GF6 - 2ª geração com Active Select.

Esses modelos são equipados ainda com controle automático de velocidade no volante, agora de couro, acionamento automático da abertura da portinhola do combustível e do porta-malas de dentro do veículo e vêm na nova cor Azul Sky.


A transmissão mecânica dos Onix e Prisma 2014, com motores 1.0 e 1.4, foi melhorada com a segunda geração do sistema F1X, que conta com um novo conjunto de sincronizadores – triplo e duplo cones, que garante engates mais leves e a possibilidade de trocas mais esportivas das marchas. 

Os modelos Onix e Prisma 1.4, de 2014 - no mercado desde outubro de 2012 e fevereiro de 2013, respectivamente -, além de serem pioneiros no uso de câmbio de seis marchas no seu segmento, receberam a ré sincronizada, o que facilita a operação ao efetuar a manobra.

Preços


O preço desses modelos começa a partir de R$ 43.390, no modelo LT e a partir de R$ 47.190 na LTZ, do Onix AT6.


No Prisma AT6, o valor inicia-se em R$ 46.390, na versão LT, e em R$ 49.990, na LTZ.

Transmissão inédita
Seja para encarar as situações de trânsito na cidade ou para trafegar em velocidade de cruzeiro em uma estrada, a transmissão automática que equipa os Chevrolet Onix e Prisma 2014, garante ao condutor respostas mais rápidas às mudanças de marchas e baixo consumo.

Conhecida de outros modelos da Chevrolet, como Cruze, Sonic e Spin, a transmissão GF6 chega à sua segunda geração mais eficiente, trunfo da engenharia de Powertrain da GM do Brasil que, de forma pioneira, oferece uma transmissão automática de seis velocidades em veículos de motorização 1.4 litro.

A exemplo de sua primeira geração, a GF6 conta com o sistema adaptativo de trocas de marcha, módulo de controle integrado - que elimina cabos entre o módulo e a transmissão -, e freio motor, dispositivo que mantém a marcha em uso mesmo quando o motorista alivia o pé do acelerador, conferindo maior controle e estabilidade do veículo.

Somado a isso, a opção Active Select permite que o próprio condutor realize as trocas de marcha a seu modo, por meio dos controles localizados na alavanca de transmissão, conferindo mais esportividades à condução do veículo.

A segunda geração da transmissão GF6, no entanto, apresenta expressivas evoluções e melhorias que fazem diferença para o motorista do Onix ou Prisma 2014.


Os números comprovam: o sistema é 0,5s mais rápido para marchas à frente e 0,7s nas reduções. Ou seja, desempenho até 50% mais rápido que a geração anterior.

Novos componentes internos da transmissão possibilitaram uma maior eficiência hidráulica e permitiram uma melhor estratégia de calibração que privilegiam o melhor consumo de combustível sem prejudicar o conforto.

O câmbio possui sistema adaptativo, o qual permite que a transmissão se molde ao estilo de condução de cada motorista.


Se o foco é mais desempenho e segurança nas ultrapassagens aliada à economia de combustível, a disponibilidade da sexta marcha é item fundamental que torna os modelos diferenciados para seus segmentos.

"Em termos de desempenho, o SPE/4, que é um motor inteligente e com elevada tecnologia embarcada, dispõe ainda de muita força, que é um item determinante na performance destes modelos", afirma o diretor de engenharia de Powertrain da GM América do Sul, Paulo Riedel.

O executivo aponta o coeficiente de torque – que calcula a relação entre força X cilindrada - como fator de destaque no projeto.


"Este é o ponto crucial. Esta motorização 1.4 litro disponibiliza 90% do torque máximo a partir de 2.300 rpm. Este índice é extremamente próximo ou mesmo idêntico a veículos de motorização 1.6L ou até superior. Por isso as versões automáticas de Onix e Prisma conseguem oferecer o conforto, a comodidade e o desempenho antes só encontrados em veículos de nichos mais avançados", explica Riedel.


Ainda em relação ao desempenho, Onix e Prisma 2014 mantém os bons índices das versões de transmissão mecânica de cinco velocidades: ambos entregam 106 cavalos quando abastecidos com etanol e 98 cavalos com uso de gasolina, sempre a 6.000 rpm.

O torque máximo, com etanol, é de 13,9 kgfm a partir de 4800 rpm e de 13,0 kgfm quando alimentado a gasolina, com a mesma rotação.

Abastecido com etanol, o Chevrolet Prisma 2014 equipado com transmissão automática, acelera de 0 a 100km/h em 11,9s.

Utilizando gasolina, o modelo responde a mesma demanda em 12,6s. Com os dois combustíveis a velocidade máxima é de 171 km/h.

Já o Onix 2014 com transmissão automática movido a etanol acelera de 0 a 100 km/h em 12s0 e, em 12s7, quando movido a gasolina.

A velocidade máxima do Onix com os dois combustíveis é de 171 km/h.


Câmbio macio
Se por um lado a oferta do câmbio automático beneficia aqueles motoristas que não dispensam conforto ao dirigir, a transmissão manual de cinco velocidades também recebeu importantes melhorias.

A segunda geração do câmbio F1X contempla otimizações tanto para as versões 1.0 litro quanto 1.4 litro de Onix e Prisma, com sutis diferenças.

A nova transmissão com o sistema de sincronização "Triple & Dual Cone" permite engates com menor esforço e trocas de marchas de forma mais esportiva.

Essas melhorias são disponíveis para ambas as motorizações sendo que a 1.4 litro contempla ainda a sincronização da ré, facilitando o engate.


Somado a isso, a utilização de novos rolamentos também otimiza o desempenho dos modelos, garantindo ainda menor consumo de combustível e melhores índices de vibração, ruído e aspereza.

Novo patamar para compactos
São muitas as características compartilhadas pelos Chevrolet Onix e Prisma e que os tornam produtos únicos em seus segmentos.

Resultados de um investimento histórico da GM do Brasil de R$ 2 bilhões, os veículos foram criados a partir da mesma arquitetura global de modelos como Spin, Cobalt e Sonic.


Com a identidade característica da Chevrolet, mas dotados de personalidade própria, Onix e Prisma se tornaram referências para carros compactos de desempenho, tecnologia e conforto acima da média e segmentos superiores.

E isso tudo é resultado de um trabalho 100% desenvolvido pela GM do Brasil, um dos cinco centros globais da GM para o desenvolvimento de novos produtos, incluindo a criação, o desenvolvimento propriamente dito e a sua produção.


No que tange ao design, as linhas esculturais e esportivas buscam captar o máximo de luz ambiente e dão vida aos modelos.

Apesar de ambos terem forte apelo jovial, o Chevrolet Onix aparenta mais robustez, ao passo que o Prisma carrega um quê de elegância esportiva, com a traseira robusta e levemente arqueada.

Principal diferença estética entre os carros, o terceiro volume do Prisma o torna 30 centímetros mais comprido que o hactback, com 4.275 milímetros.

Nas demais medidas, eles dividem os mesmos números: 1.964 mm de largura e entreeixos de 2.528 mm, o que garante um ambiente interno de conforto para todos os ocupantes.


No quesito capacidade de carga, o Prisma comporta generosos 500 litros de capacidade, com abertura no conceito "wrap-around", o que facilita o acesso às bagagens. 




No Onix são 280 litros.

A oferta de um pacote de itens de série é outro destaque. Em ambos, todas as versões trazem direção hidráulica, airbags frontais e freios ABS/EBD, sendo que o Prisma contempla ainda o sensor de estacionamento traseiro, uma característica mais associada aos sedãs.


Indo além dos itens mais tradicionais, a tecnologia de conectividade proposta pelo Chevrolet MyLink é uma tendência trazida com pioneirismo por Onix e Prisma que, deve ser absorvida por cada vez maior de modelos, a exemplo do que já ocorreu com o Cobalt e o Spin.

O sistema multimídia permite ao usuário trazer suas músicas, fotos, vídeos e aplicativos do celular para dentro do veículo, além de fazer ligações telefônicas via Bluetooth por meio da tecnologia HFT (Hands Free Telephone).

Além disso, possibilita ainda a configuração de algumas funções do veículo de acordo com as suas preferências.


De fácil operação, o Chevrolet MyLink se destaca por sua interface intuitiva e de fácil navegação, a qual faz uso de uma tela LCD touch screen de sete polegadas.

Por meio do sistema, é possível controlar as configurações funcionais do carro, como avisos sonoros de faróis ligados, acionamento do limpador traseiro, travamento automático das portas, dentre outros.

Outra comodidade viabilizada pelo sistema está na possibilidade de o usuário distribuir o som ambiente do rádio de forma independente em cada uma das caixas de som das quatro portas, além da importação de demais informações tradicionais do celular como, agenda de contatos e histórico de chamadas.


À parte de todas estas funcionalidades, o sistema executa funções tradicionais de rádio AM/FM com leitor de áudio para arquivos MP3/WMA.


Produzidos no Complexo Industrial Automotivo de Gravataí (Ciag), onde também é montado o Chevrolet Celta, o Onix e o Prisma já somam, desde seus respectivos lançamentos, mais de 100 mil unidades vendidas.

Até o final de junho de 2013, haviam sido comercializadas 97.557 unidades. Os números, que já comprovam hoje a vocação para o sucesso dos modelos, ganham agora mais um item técnico de conforto e segurança, a transmissão automática, que tende a ampliar ainda mais as possibilidades para os consumidores que buscam, além destas qualidades, ainda mais conforto e comodidade.

"A oferta da transmissão automática para veículos deste segmento é uma estratégia que vai ao encontro do que queremos para os consumidores da Chevrolet: oferecer tudo para todos. Tanto Onix quanto Prisma posicionaram-se extremamente bem no mercado desde o seus respectivos lançamentos, chamando a atenção pelo design e tecnologia inéditos. Agora com a transmissão automática, ampliamos ainda mais nossa capacidade de atender aos diferentes públicos", destaca o vice-presidente da GM do Brasil, Marcos Munhoz. 



ROBERTO NASSER GARANTE: O RANGE ROOVER GANHOU UM UP GRADE E ESTÁ TININDO PARA USO NO ASFALTO E FORA DELE. COM 360 KG A MENOS, O JIPE DA RAINHA ELIZABETH II, HOJE EM PODER DOS INDIANOS, EM QUEM OS INGLESES MANDARAM ATÉ QUE INDIRA GHANDI OS CONSEGUIU EXPULSAR PACIFICAMENTE, O NOVO OFF-ROAD FAZ 5 SEGUNDOS DE 0 A 100 KM/H. NA COLUNA DESTA SEMANA, NASSER CONTA O ENTUSIASMO DA VIÚVA KIRCHNER PARA ABASTECER OS CARROS ARGENTINOS COM "ALCONAFTA" E O RENASCIMENTO DO JM BRABAZON, NA BÉLGICA, ENTRE MUITAS OUTRAS IMPERDÍVEIS NOVIDADES.


Coluna nº 2913 de 17 de Julho de 2013 

O jipe da Rainha, ainda melhor

A Rainha Elizabeth II, da Inglaterra, quando dirigia no campo, utilizava um Range Rover. Uma evolução do Defender antigo que possuía e dirigia em propriedades rurais. 

O Range, tratado com um nível de conforto equilibrado com a disposição de vencer obstáculos, muito utilizou as imagens da rainha, conduzindo-o – e, como boa mandatária, promovendo o produto de seu país.

Os conceitos, aparentemente inconciliáveis, funcionaram bem e diversificaram-se neste mar de utilitários esportivos grandes, cinza ou pretos que ocupam, com seus muitos metros cúbicos, nossas ruas e estacionamentos.

A Land Rover, hoje indiana, do grupo Tata, refez o automóvel, chamando-o extensamente Land Rover Range Rover Sport, para aproveitar o conceito que, para dificuldades extra asfalto o Range fica melhor e mais crível na foto que Porsche Cayene, BMW X, Audi Q ou Mercedes ML.

Relativamente à versão inicial, muitas mudanças. Desde o uso de chassi e carroceria trocado por carroceria estruturada em alumínio. 

Quanto à geração anterior, emagreceu 360 quilos! Isto se traduz em disposição, menores consumo e emissões.

Composição rica em confortos e arquitetura mecânica, mantendo o conceito de luxo com insuspeitas habilidades fora de estrada. 

Motores a gasolina, V6, 3.0 com compressor, fazendo 340 cv, caixa de transmissão ZF 8 velocidades – a mesma do Amarok, por exemplo. Faz 0 a 100 km/h abaixo de 7s. Mais forte, V8, 5.0, também Supercharged, 510 cv, em 5s.

O diabo velho não é sabido porque é diabo – mas porque é velho. Assim, previsível que os acertos de direção, suspensão, habilidades sejam líderes no setor. 

Aparentemente podem conseguir o feito de oferecer sensações de esportividade, sem renunciar às habilidades fora de estrada, muito auxiliadas pelos diferenciais Torsen, com travamento do posterior, maior distância livre do solo.

No campo conforto, som Meridian com três sistemas de áudio, 1.700 watts e 23 auto falantes, sistema de informação em tela de 8 polegadas, maior área para passageiros.

Versão de topo, V8 Supercharged e amplo pacote de confortos, tem o curioso nome de Autobiography. 

Preços não definidos, mas conceitualmente coerentes: devem ser tão elevados quanto as montanhas que conseguirá subir.

Range Rover Sport, luxo e habilidades


Alconafta, o gasálcool dos argentinos
Ninguém sabe se é para valer, ou se é apenas mais um dos cansativos e estéreis factóides latino-americanos – a criação de uns mini fatos para mostrar serviço e desviar atenções –, mas a presidente Cristina Kirchner, da Argentina, fez entusiasmado discurso em Tucumán instigando mudar o perfil das usinas do país vizinho, produtoras de grandes quantidades de açúcar, para transformá-las em indústrias de álcool.

Mas a governante disse da necessidade de investimentos para transformar o açúcar em Alconafta, agregar valor, gerar trabalho, fazer complementariedade com os irmãos brasileiros (sic). 

E aditou, exigirá acordos com a indústria automotriz, que ganhou e ganha muito dinheiro na República Argentina.

O Alcoolnafta é o nosso gasálcool com adição de apenas 15%, e os argentinos já utilizaram tal mistura no início dos anos ’80, mas o projeto não se solidificou. 

Começou por não ser encontrável em extensão nacional. A vantagem em preços era tributária, com impostos incidindo apenas sobre a parte gasolina. 

Entretanto, como preço do álcool era fixado pelo estado e se tornou irreal, duas partes envolvidas no projeto desistiram. 

O então governo Alfonsin, perdendo pela enorme renúncia fiscal e os estancieiros perdendo individualmente por produzir a preço controlado em gabinetes. 

Daí o negócio foi para a funda grota das boas ideias inviabilizadas por governos.

O súbito empuxo agro-nacionalista tem explicação econômica: como tudo em governo de gente mandona e em local sem planejamento, a produção de gasolina na Argentina é menor que o consumo, e neste ano o país, quem diria, então autossuficiente e hoje em crise de caixa, gasta US$ 1bilhão ao mês para importar gasolina.


Ford chega aos peso quase pesados
A Ford dará mais um passo em sua quase exclusiva atividade de fazer caminhões no Brasil: entrará no segmento dos pesados. 

É uma espécie de declaração de voto em seu projeto, dividido com a turca Tofas, com quem mantém joint-venture, representando a marca neste segmento. 

A matriz estadunidense abandonou o negócio há alguns anos, deixando ao terceiro mundo tocar a iniciativa.

O novo produto, dito 2248, utilizará motor Diesel FPT, modelo Cursor 10, deslocando 10 litros.

Novidade é a habilidade de evitar disputa no topo do segmento, briga de cachorro – melhor dizendo – caminhão grande, onde estão os emblemáticos pesos pesados Scania, Volvo, Mercedes e, com lançamento em agosto, Iveco. 

Optou por colocar o pé na porta iniciando caminho característico: estar no andar inferior da escala dos peso pesados, 17% do mercado.

Com possível influência do sócio árabe de chegar ao centro dando voltas pelas beiradas, domina o entusiasmo, utiliza motor menor, segura o peso bruto combinado em pouco acima de 50 toneladas, faz preço muito abaixo dos dominadores do andar superior, uns US$ 100 mil.

Fornecedora FPT é fábrica da Fiat produzindo e vendendo motores para quem quiser produto de tecnologia recente. 

No Brasil além dos utilitários Ducatto e Dailly, caminhões Iveco, da mesma Fiat, e goianos Hyundai, o peculiar e agora cearense jipe TAC.

Em agosto.


Roda-a-Roda

De novo – Luxuosa marca belga, encerrada nas beiradas da II Guerra Mundial, a Minerva volta ao cenário por uso do nome e projeto do inglês JM Brabazon. 
Minerva Brabazon, fênix veloz parece os Audi R8


Esportivo de luxo, dentro do espírito ecológico europeu, construção em materiais caros e leves, como a estrutura em fibra de carbono, carroceria em Kevlar.

Motor V12 com dois turbos, e dois motores elétricos. Potências e peso não declarados. Aliás, aparentemente, os belgas não estão para muito papo, exceto dizer que o automóvel arranha os 400 km/h. em velocidade final.




Xing BMW – Muita sede de consumo a aplacar e o mercado chinês tudo consome, inclusive luxo. 

Perspectivas no setor sinalizam, neste ano a produção de carros Premium superará a da Europa. 

Audi lidera vendas e em BMW produção do Série 5 e vendas na China superaram a dos EUA para a marca – 182.800 x 172.787. Mercado peculiar, mais de 100 cidades com mais de um milhão de habitantes não contam com revendedor de qualquer marca. Outro mundo.

Nissan Go – Outro na Loganmania, o Go da Nissan. A bem sucedida e muito copiada fórmula do Logan é aproveitar plataformas e motores em fim de linha para revivê-los com outro revestimento, propósito e preço baixo. 

Será produzido na Índia, mercado no salto da bicicleta e das motos de pequena cilindrada para os automóveis. 

Mecânica Renault antiga, 1.200 cm3, câmbio de cinco marchas, construção barata, para custar lá, aproximados R$ 15 mil. Novidade, recupera a marca Datsun, descontinuada há 40 anos quando batizava um mítico esportivo, o 240Z.

Aqui – Hatchback de cinco portas, típico da famílias em crescimento. Pelo preço e pelo tipo de comprador de pouca intimidade e menores exigências quanto ao que leva para casa, será lançado na Rússia, Indonésia, África do Sul. 
Aqui, também. 

Fonte da Coluna assegura, no Brasil será o terceiro produto da fábrica em montagem pela Nissan, em Resende, RJ, seguindo o March e o Versa. Fim de 2015.

Nome – Aqui deve ter outra denominação, para evitar confusões sonoras com o Gol.

Mercado – Hora da caça. Promoções, descontos, financiamentos incentivados. Todas as marcas têm-nas para se antecipar à sinalizada estagnação das vendas e pela mudança de ano modelo. 

Há que tabular sobre produto e preço para saber se há vantagem, em especial quanto aos importados às vezes de produção já encerrada.

Curto – O bolso do comprador anda curto para novas aquisições. O aumento de juros, ao que parece, não é determinante para a redução dos negócios, mas o endurecer a análise dos cadastros pelos bancos e financeiras, eis que o fomento ao consumo endividou as famílias e as prestações já existentes não dão margem a novos compromissos pelos interessados. O nível de aprovação de cadastros despencou.

Mico, 1 – A Toyota baixou o preço do Etios. Quer limpar os pátios porque muda o carro nos próximos dias, como a Coluna antecipou – e a Toyota não concordou. 

Melhora o interior em materiais, opção de couro nos bancos – para que, um automóvel feito para um consumidor de quarto mundo, como a Índia, de onde o projeto foi desenvolvido?

Mudança? - O Etios no mercado brasileiro será o primeiro produto a passar por revisão de estilo em meses de vida, um péssimo registro cadastral. 

Mas o desastre pode ter resultado positivo, talvez um freio na empáfia que a empresa assumiu no Brasil.

Fim – Acabou a produção do picape Ford Courier. Baixa demanda por sua conformação de trabalho, necessidade de espaço na linha de produção e uso de plataforma solitária.

Mico 2– Revendedor da marca reclama, alguns intelectuais da Ford fizeram custosa campanha de propaganda para levar às revendas proprietários de todos os Ford Fiesta, incluindo os modelos espanhóis, importados, gastos e rodados. 

Estes não apareceram nas oficinas, preparadas para recebê-los, com óleos antigos, minerais e seus filtros. Dos que rodam, poucos o fazem nas proximidades das revendas.

De olho – Carro elétrico ou híbrido no Brasil é tratado, incluindo os governos nos três níveis, como coisa Eco folclórica. 

Há dias a Anfavea, associação dos fabricantes, apresentou dados mínimos ao Governo Federal para iniciar uma classificação e o possível estabelecimento de regras tributárias e incentivos, sem o qual seu preço industrialmente superior nunca permitirá presença no mercado.

Conhece? - Fabricante estadunidense, aqui pouco conhecido, é o maior vendedor. A californiana Tesla, ultrapassando as mais otimistas provisões está vendendo 400 unidades por semana e quer dobrar em 2014. Ao contrário da maioria dos elétricos, não é estrupício estético.

Outro – Bienal do Automóvel, Belo Horizonte, 20 a 24 de novembro, no Expominas. Espectro maior: exibição de carros novos, antigos, hots, motos, bicicletas, karts, auto peças locais, e criação de painéis para discussão de temas ligados à mobilidade.

Anos ímpares, para não coincidir com os pares, no Anhembi, S. Paulo. Empata com igual promoção em Recife, mostrando o cunho regional.

Igual – Governo de Brasília gasta muito para anunciar novos tempos para o transporte público. 

É nova edição do mesmo sistema errado: ônibus montados sobre chassi de caminhão, reações de caminhão, altura de caminhão, desconforto de caminhão. Envergonham o País. 

São, conceitualmente idênticos aos primeiros ônibus feitos no Brasil, em 1924, sobre caminhões Ford TT. 

O produto se aprimorou, mas o conceito é quase secular, como os feixes de molas que emprega.

Mudar – Melhorar o transporte urbano não é trocar os Caminhônibus, mais baratos que ônibus projetados como tal. 

E para mudar o sistema, há muito a fazer, mais que troca de caminhônibus velhos por caminhônibus novos. 

A mudança é conceitual, operacional, considerando-se o usuário como parte importante.

E começa na intocável caixa preta dos dados, incluindo a relação entre serviço, equipamento e tarifas.

Mais – Tens caminhãozinho Delivery 8-150 da Volkswagen e chegou na hora de rever o motor e turbo? Informe-se sobre o novo K14 da BorgWarner. 

Ele quer substituir o original Garret. Diz, sopra melhor em baixas rotações, dá agilidade, custa menos e é equipamento original de outras marcas, diz Newton Juliato, supervisor do produto.

2 Rodas – 7 a 10 de novembro, no Center Norte, S. Paulo, a Brasil Cycle Fair 2013, dita a principal feita do mercado nacional de bicicletas. Novidade anunciada, importação das bicicletas Bianchi, italianas.

História – Nas bancas edição especial da revista Racing. O jornalista Lemyr Martins, que cobriu a Fórmula 1 para a Editora Abril juntou histórias, estórias e muitas fotos da carreira de Nelson Piquet. 

Vale por tudo e como registro. O Piquet tem sido mal tratado pela história, especialmente em Brasília, onde iniciou sua carreira, voltou coberto de glórias, mora, investe, trabalha e forma equipes com talento, comportamento sério e liderança. 

A ultrapassagem sobre Sena no GP da Hungria é o maior atrevimento na Fórmula 1 moderna e há que ser preservada para o futuro. Bancas R$ 19,90.

Pelo sítio:
R$ 23,90.

Recorde – Um Mercedes-Benz W 196 de 1954, a grosso modo um Fórmula 1 dos anos ’50, marcou dois recordes da leiloeira inglesa Bonhams no autódromo de Goodwood: maior preço para um carro de corridas e para um Mercedes: 17,5 M de libras esterlinas, uns R$ 72,7M. 

O automóvel, um dos 10 sobreviventes de série de 14, foi conduzido por Juan Manuel Fangio, o argentino penta campeão mundial, vencendo nos GPs da Alemanha e Suiça, base da conquista do título mundial pela Mercedes, neste ano retornando às corridas.

E? - Originalidade do W 196 006/54 atestada pelo Classic Center da Mercedes – a super oficina e galpão de peças e documentos para manter rodando a frota dos Mercedes antigos, exemplo para todas as demais montadoras. 

Preço exibe, o automóvel se torna mais um degrau no atual panorama de investimentos: comprado por telefone, por adquirente não divulgado. 

Na prática, uma obra de arte em três dimensões, que pode fazer barulho, vibrar, e até, improvavelmente, ser colocado a correr nas provas para antigos, no próprio Goodwood – desde que o pessoal do Classic Center seja chamado para funcioná-lo.

Lembra – Leitor da Coluna sabe: adquirir automóveis de estirpe é um dos investimentos internacionais do momento. 
A rentabilidade das aplicações financeiras em economias estáveis é desprezível. 

Noutras, emocionantes, pois não se sabe das medidas governamentais que punem o capital e, por isto, investidores optam por comprar obras de arte, como o são os carros com história ou sobrenome. 

Aquece o coração, faz charme com os amigos e, algum tempo após volta aos leilões para ser novamente vendido – por preço maior.


Mercedes W 196, R$ 72,7M. Investimento prazeroso


Gente – Marcus Zamponi, 63, jornalista, passou. 
OOOO Crítico mordaz, raciocínio cortante, fino observador e contador de histórias e causos, Zampa, filho de bolsa fornida, para a qual nunca se voltou, foi traído pela falta de saúde, com quem negociava há alguns anos. OOOO Não sei para onde foi, mas sei, o ambiente se alegrará com a viva inteligência do Zampa. Grande Zampa. 
OOOO Philip Caldwell, 92, executivo, idem. OOOO Asceta, presidiu a Ford após a demissão de Lee Iacocca, grande crise. 

A proximidade com Henry Ford II deu-lhe o tratamento de O Príncipe – era o segundo da hierarquia da empresa familiar, e o contra ponto comportamental em estilo.

Bancou o lançamento do Taurus, depois líder de vendas nos EUA, e o Fiesta. 

domingo, 14 de julho de 2013

EQUIPE HONDA MOBIL FATURA TUDO NA QUARTA ETAPA DO BRASILEIRO DE MOTOCROSS. WELLINGTON GARCIA E PAULO ALBERTO VENCERAM NAS DUAS CATEGORIAS


Wellington Garcia (MX1) venceu prova em Aracaju (SE). Fotos: César Araújo/VIPCOMM
Depois das fortes chuvas que prejudicaram o sábado de treinos da quarta etapa do Campeonato Brasileiro de Motocross, que aconteceu em Aracaju (SE), este domingo de provas de começou com céu limpo e sol. 

Na pista do Motódromo Jurinha Lobão, domínio da Equipe Honda Mobil de Motocross, que faturou as categorias MX1, com Wellington Garcia (nº 21), e MX2, que teve dobradinha com Paulo Alberto (nº 211), em primeiro, e Thales Vilardi (nº 27), em segundo.

Com o resultado, Wellington está na quarta colocação do campeonato com 143 pontos. A liderança é do inglês Adam Chatfield (nº 407), satélite Honda da Vulcano Ipiranga IMS, que foi quarto colocado na prova de hoje e possui 161 pontos na tabela. 

Joaquim Rodrigues, também piloto Honda, ficou com o quinto lugar no somatório da etapa. Na geral, o português da Honda Mobil também é o quinto com 131 pontos.

Já na MX2, disputa interna da Honda, que tem tudo para durar o campeonato inteiro. Após vencer as duas baterias da categoria, Paulo foi para 191 pontos e segue na liderança. A segunda colocação é de Thales, que neste domingo conquistou dois segundos lugares. O paulista tem 185 pontos. 

"A pista esta exigente, mas consegui fazer uma pilotagem segura e rápida. Estou bastante feliz. Queria agradecer a equipe pelo trabalho aqui", afirma Paulo.

MX1 
Na primeira bateria, Wellington Garcia teve boa largada. O goiano foi para segundo, atrás de Carlos Campano (nº 115). 

No decorrer da prova, Wellington tentou pressionar o espanhol, mas acabou em segundo. O português Joaquim Rodrigues finalizou em oitavo. Campano venceu.

Paulo Alberto (MX2) outro vencedor em Aracajú.
Mais uma vez Wellington pulou para vice-liderança logo na queda do gate. No entanto, na sequência, foi ultrapassado por Adam Chatfield. Jean Ramos (nº 992) liderava até sofrer uma queda e perder várias posições. 

O goiano ultrapassou Adam, foi para primeiro e abriu vantagem até vencer a bateria. Joaquim ficou em terceiro.

MX2
Thales Vilardi teve ótimo início de prova. Pulou para ponta e liderou grande parte dela. Porém, seu companheiro de equipe, Paulo Alberto, chegou e passou a pressioná-lo. 

Com troca de posições entre os pilotos Honda, a vitória foi definida apenas no fim. Paulo levou a melhor e finalizou em primeiro, seguido de Thales.

Na bateria seguinte, o português saiu na frente e manteve boa distância para os demais competidores. Assim, venceu mais uma. 

Já Thales teve que fazer um grande esforço para cruzar a bandeira quadriculada em segundo. 

O paulista sofreu uma queda quando era quinto colocado. Sem desistir, Thales foi ultrapassando um a um até acabar em segundo. 

"A pista estava complicada. Na segunda bateria caí. mas mesmo assim, consegui me recuperar e chegar em segundo", avalia Thales.

Júnior
Mais uma vitória do gaúcho Enzo Lopes (nº 16). Kioman Navarro (nº 199) foi o segundo, seguido do satélite Honda Leonardo de Souza (nº 45), da LS Racing. Vitor Almeida (nº 111), da Dunas Team, acabou em quarto lugar, seguido de Gabriel Della Flora (nº 919), da Vulcano Ipiranga IMS.

A quinta etapa do Campeonato Brasileiro de Motocross ocorrerá no próximo dia 28 em Salvador, Bahia.

A Equipe Honda Mobil de Motocross tem o patrocínio da Pirelli e IMS, e co-patrocínio da Vulcano, DRD e Oakley.

KIA MOTORS CHEGA A 1 MILHÃO DE VEÍCULOS MONTADOS NOS EUA COM UM MODELO SORENTO SXL BRANCO NEVE PEROLIZADO PRODUZIDO NA FÁBRICA DE GEORGIA FICARÁ EXPOSTO NUMA CONCESSIONÁRIA DA MARCA





A KIA comemora a fabricação de seu veículo nº 1.000.000 produzido na fábrica de West Point, na Georgia, nos Estados Unidos da América do Norte, um modelo Sorento SXL 2014, na cor branco neve perolizado.

Este modelo, aliás, foi o veículo mais vendido da Kia nos EUA por 19 meses consecutivos.
"Construir um milhão de veículos em menos de quatro anos é uma grande conquista e que cada um dos nossos mais de 3.000 membros da equipe podem ter muito orgulho. As pessoas são o coração e a alma da empresa", disse Byung Mo Ahn, presidente do grupo e CEO da Kia Motors America e Kia Motors Manufacturing Georgia.

Com investimento inicial da ordem de US$ 1 bilhão, a produção em massa do Sorento começou no KMMG, em 16 de novembro de 2009. 

Com os fornecedores locais também instalados na unidade fabril, a fábrica é responsável pela criação de mais de 11 mil postos de trabalho em West Point e na região. 

A fase de expansão contou com investimentos adicionais de US$ 100 milhões, concluída no início de 2012, o que proporcionou aumento de capacidade produtiva anual para 360 mil unidades e a introdução do sedã Optima, adicionada à linha de montagem em 2011. 

O milionésimo Sorento será exposto em uma das 765 concessionárias Kia Motors America espalhadas por aquele país.

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