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terça-feira, 23 de julho de 2013

O 5° RALLY TRANSCATARINA MOSTROU AS GARRAS EM 800 QUILÔMETROS DE AVENTURA E EMOÇÃO. EM UM ROTEIRO INÉDITO, COM MUDANÇAS DE CARACTERÍSTICAS E DESAFIOS QUE VIERAM REPLETOS DE NOVIDADES


Fonte: Liberdade de Idéias/Savastano Photo Sport
Fotos: Angelo Savastano

Os primeiros quilômetros que abriram a competição mostraram o que estava por vir e do que as duplas são capazes de fazer dentro de um rali de regularidade. De Fraiburgo a Balneário Camboriú... Um caminho de fortes emoções.

Buzinaço e ronco dos motores. Essa foi a sinfonia da largada promocional que abriu oficialmente o 5º Rally Transcatarina. 

Na tarde de quarta-feira (17.07), às 14h, os inscritos partiram em comboio para o desfile pelas ruas de Fraiburgo, SC. 

A população saudou os competidores, que retribuíram com muito carinho e alegria a hospitalidade da cidade.

De lá, todos se dirigiram para o prólogo. Foram 10 quilômetros de trecho cronometrado, nos quais as duplas encararam poças de lama, piso extremamente liso e diversas curvas. 

Posteriormente, com a passagem dos veículos, o terreno se transformou, ficou mais seco, com pedras e buracos. 

Logo, ninguém levou vantagem, pois qualquer uma das situações tem seu grau de dificuldade.

A organização do evento - a SC Racing - incluiu as tradicionais pegadinhas no roteiro (conhecida no Sul do País como "pega bobo"), e muitos off-roaders se perderam. 

"A prova foi bem rápida, bom para ter uma noção do que virá pela frente. A pressão começou", comentou o piloto Leandro Pereira Moor. A dupla entrou com tanta vontade no rali, que acelerou forte e fizeram várias curvas de lado. 

"O piso estava escorregadio e 4x4 deslizava bastante, isso fez o odrometro girar em falso, o que pediu do navegador experiência e rapidez para acertá-lo na quilometragem atual".


Algumas equipes aproveitaram a tomada de tempo para fazerem um reconhecimento do rali de amanhã. "Para mim, estava tudo legal. A largada foi gostosa de fazer, e a nossa maior dificuldade foi, e será, porque estamos com os pneus errados, que não são próprios para piso com lama. Mas temos certeza que será uma excelente disputa", elogiou o piloto André Diniz Pereira, que compete com Marcelo Antonio Detoni, na categoria Júnior.

Devido um problema no tempo de deslocamento, o prólogo, por fim, serviu como treino, sem definição de posições para a largada. Desta forma, o carros obedecerão a ordem dos numerais de porta.

O Prefeito de Fraiburgo, Ivo Biazzolo, prestigiou o evento e, no jantar de confraternização, realizado no Parque da Maçã, cumprimentou os participantes. 

"O Rally Transcatarina é muito importante para a nossa cidade, ele movimenta o comércio em geral. Sem contar a população que aprendeu a gostar desse esporte", ressaltou.

Destino: Canoinhas
Aquecidos, pilotos e navegadores enfrentaram quinta-feira, 18, um percurso de 250 quilômetros, com 180 navegados. Foram cerca de oito horas e meia de competição intensa, onde o diretor de prova, Wagner Souza impôs um ritmo forte de disputa. 

"Logo no começo, na primeira hora, as equipes terão de encarar laços e balaios nas tradicionais fazendas de maçã. Em seguida, partirão para uma área de reflorestamento de pinus", contou Souza. 

O neutro de almoço acontecerá em Timbó Grande. A cidade de Canoinhas receberá a caravana do rali a partir das 16h. Os municípios de Lebom Regis, Caçador e Major Vieira estão dentro desta rota.


Rally mostrou as suas garras
Em um roteiro inédito, os competidores já perceberam as mudanças de características e os desafios que vieram agregados a esta novidade. Primeiro dia de competição partiu de Fraiburgo com destino a Canoinhas

Diferente dos anos anteriores, a 5ª edição do Rally Transcatarina trilhou por outra região do Estado catarinense. 

A novidade trouxe um saldo positivo ao evento, uma vez que os competidores já sentiram as diferenças entre terrenos, obstáculos e cenários. 

"Essas mudanças
foram excelentes, pois percebemos tal influência no trajeto logo no primeiro dia. Foi sensacional, superando a expectativa da surpresa e de conhecermos o que está por vir", falou o piloto, Edson Moresco.

O primeiro dia de competição começou bem cedo, às 7h31m. Fazia sete graus na cidade de Fraiburgo, mas a euforia entre as duplas era tão grande, que ninguém sentiu o frio. 

Os tricampeões da categoria Super Máster, Oscar e Gustavo Schmidt, foram os primeiros a largar em Fraiburgo, SC. Eles abriram o percurso de 250 quilômetros, que de trecho navegado teve 180 quilômetros. 

O neutro de almoço ocorreu em Timbó Grande e o destino final foi Canoinhas, SC. Os municípios de Lebom Regis, Caçador e Major Vieira estiveram dentro da rota.

Logo de cara, os participantes encararam os laços e balaios entre os pomares de maçã, na seqüência, partiram para uma área de reflorestamento de eucalipto e pinus, onde o terreno estava bastante molhado, com direto a lama. 

Uma travessia de rio com aproximadamente 250 metros encheu os olhos dos off-roaders. Na parte dos estradões, o cenário mudou, esbanjando a beleza das montanhas catarinenses e, levantando muita poeira.

As médias de velocidades indicadas pela planilha estavam bem justas, ou seja, se a dupla errasse, dificilmente conseguiria recuperar o prejuízo. 

O 5º Rally Transcatarina largou no dia 18 de julho da cidade de Fraiburgo e a chegada em Balneário Camboriú-SC foi sábado, 20 de julho. O ponto final desta aventura de 800 quilômetros aconteceu na Barra Sul, a partir das 3 da tarde.


Roteiro - 5º Rally Transcatarina
17 de julho - Fraiburgo - Prólogo e Largada Promocional

18 de julho - Fraiburgo - Timbó Grande - Canoinhas

19 de julho - Canoinhas - Mafra - Rio Negrinho 

20 de julho - Rio Negrinho - Guaramirim - Balneário Camboriú.

Primeiros a comemorarem
O pódio do 5º Rally Transcatarina foi estreado por Acyr Hideki Rodrigues da Silva e Renan Medeiros, na Super Máster. 

"Foi um ótimo dia, e claro que a vitória aumenta a expectativa, mas foi apenas um passo. O grid está maravilhoso, com os melhores pilotos e navegadores do Brasil... Temos que ir com calma", declarou Hideki. 

Em segundo lugar ficaram Daniel Maffi e Enedir Silva Júnior, seguidos por Rone Branco e Jhonatan Ardigo.

Na Graduados, os vencedores foram Vinicius Lustosa Polati e Marcos Fernando Evangelista. 
"Prova bem elaborada. Enfrentamos várias pegadinhas e piso liso entre os reflorestamentos, o que tornou a etapa mais desafiadora. Acertamos tudo e conseguimos manter a média de velocidade, o que foi essencial", salientou Polati. 

Alessandro Rodrigo Weirich e Leandro Macedo Ferreira e Edson Pereira Schebeski e Alexandre Willian Dalssoto vieram na segunda e terceira posição, respectivamente. 

E na Júnior, Marcos Gustavo Francio e Bruno Rozalen Tesser conquistaram a vitória. "Foi uma disputa bem pesada, difícil, com o alto nível técnico que a SC Racing impõe. Exigiu total concentração do piloto e navegador", contou. 

Na segunda colocação vieram Eduardo Szabunia Neto e Wilson Reichwald, e na terceira, Eduardo Schvambach e Júlio César Maba Floriani.

Aventura não termina
A Turismo Adventure é a categoria mais radical do Rally Transcatarina e fechou um grupo com 23 carros. Eles não competem, eles apenas se divertem. 

Nesta quinta-feira, o percurso foi de aproximadamente 200 quilômetros, e a família Andrade aproveitou cada momento, principalmente porque o filho, Bernardo, de seis anos, é um apaixonado por off-road. 

Sexta-feira no Transcatarina
O evento partiu de Canoinhas bem cedo: às 7h31. Foram percorridos mais 250 quilômetros (com 169 quilômetros navegados) até chegar à Rio Negrinho. A parada do almoço será em Mafra. 

"Estaremos em uma altitude média de 1.000 metros, onde belas paisagens poderão ser apreciadas (isso se a dupla puder desviar o foco da competição)", salientou o diretor de prova, Wagner Souza. "Passaremos por grandes áreas de reflorestamento, lavouras de soja e milho", confirmou.

Dia de chuva... Oportunidade de pilotos e navegadores mostrarem tudo o que sabem sobre rali

A cidade de Canoinhas, SC, amanheceu com chuva forte na sexta-feira 19 de julho. Lama e terreno escorregadio foram os grandes desafios do segundo dia do 5º Rally Transcatarina.

"Rezei para chover, mas não precisava ser tanto", brincou o piloto, Rafael Augusto Avelar. É fato, a grande parte dos praticantes de rali de regularidade gosta de provas que acontecem com chuva. 

Isso porque competir sob tais condições exige mais perícia na pilotagem e navegação, e deixa a disputa mais emocionante. 

É a oportunidade na qual as duplas desempenham tudo o que sabem para buscar a vitória.

O segundo dia de rali foi pra lá de radical! Entre Canoinhas e Rio Negrinho, as 155 duplas cumpriram 250 quilômetros de prova - com 169 quilômetros navegados - em cerca de sete horas. 

Para abrir a etapa, uma área de reflorestamento de eucalipto com piso bastante molhado, que fez as duplas "bailarem" (escorregarem). 

Para completar, diversas curvas que, no "conjunto da obra", pediu braço e esforço do piloto. Era preciso muita perícia nas entradas de curvas para realizar a manobra sem perder tempo.

Completando o que já estava bom, poças d'águas, buracos, lombadas e valetas que testaram a resistência da suspensão dos veículos, diversas descidas e subidas (que se não acelerasse fundo, o carro não subia; em contrapartida, exigia um cuidado tremendo para evitar patinações que levassem a algum acidente). "Sensacional. Essa foi uma prova que jamais vou esquecer", salientou Francklin Pscheidt.

Agora sim, o clima de decisão imperou
Depois de deixarem muita lama para trás, quem comemorou na Super Máster, e com louvor, foram Leandro Pereira Moor e Wagner Hirt Marques.

"Hoje foi bem mais difícil, pois a situação da chuva forte e o piso molhado complicaram para o piloto e navegador. Ficamos felizes com esse resultado, que mostrou que estamos 'vivos' na disputa", falou Moor.

Na Graduados, o grito de vitória veio de Vinicius Lustosa Polati e Marcos Fernando Evangelista.

"O entrosamento da dupla fez toda a diferença. Sem dúvida, foi uma prova extremamente difícil, pois o navegador corrigiu o pedômetro o tempo inteiro e o piloto teve de ser audacioso", afirmou Evangelista.

E na Júnior, Claudemir Hubner e Ana Madalozzo Hubner mostraram que sabem o que fazer quando se trata de terreno com barro. 

"Nós competíamos juntos, mas há oito anos paramos devido ao nascimento da nossa filha. Estamos voltando agora e conquistar essa vitória é muito emocionante, ainda mais em um rali tão difícil", disse Ana.


Animação que contagia
Estar dentro de uma competição, mas sem se preocupar em cumprir tempo, não precisar ficar de olho nos resultados dos adversários, não sentir o desespero porque algo deu errado... Eles querem "sombra e água fresca"... O lema na Turismo Light é ter tranquilidade.

A família Gonçalves, de Rio do Sul, SC, participou pela segunda vez da categoria. No ano passado, foi apenas o trio formado pela mãe Maristela e as filhas, Gabriela (13) e Manuela (9); agora, o pai, Nicácio, juntou-se a elas. 

"Em 2012, o Nicácio foi competindo, e nós, para acompanhar, seguimos pela Turismo Light. A experiência foi tão maravilhosa, que nós retornamos e ele veio conosco", contou Maristela, que tem pânico de água. 

"Fazer as travessias de rios para mim é uma superação. Mas tenho conseguido vencer todas. Sinto um pavor enorme quando um rio aparece, mas temos que atravessá-lo para seguir no comboio; não tem outro jeito", declarou.

Maristela também destacou que o evento está proporcionando a elas, conheceram novas regiões do Estado. "Embora não esteja muito longe de casa, eu nunca vim para esses lados. E está valendo a pena, pois é lindo e diferente", encerrou.

Rally Transcatarina entrou para a história
O último dia do Rally Transcatarina entrou para a história desta edição de cinco anos. Foram cerca de 130 quilômetros navegados, entre Rio Negrinho e Balneário Camboriú. 

O trajeto passará pela serra de São Bento do Sul, adentrando fazendas de reflorestamentos de pinus e eucaliptos. 

Depois de descer a serra e fazer o neutro em Guaramirim, os competidores seguirão para a área da mineração Veiga. 

Pegadinhas e balaios não faltarão e serão decisivos na definição dos resultados. E se continuar chovendo, será um "bailado" dentro das trilhas.

Uma novidade foi a "pista" em Guaramirim, 900 metros, com várias curvas e piso liso, ou seja, bem técnica. Foi uma arena de apresentação para o público, que pode ver de perto um pouco do Rally Transcatarina.

Foi para lavar a alma
Terminou sábado (20.07), a quinta edição do Rally Transcatarina. A cidade de Balneário Camboriú recepcionou os competidores embaixo de muita chuva. Foi para lavar a alma!

Sol ou chuva, não importa. Nada tirou a empolgação e o desejo de comemorar a chegada de mais uma edição do Rally Transcatarina. 

Para atravessar o pórtico final, uma fila de 155 carros se formou na orla da Barra Sul, em Balneário Camboriú, SC. Eis o momento mais

esperado do evento, aquele onde todos podem extravasar a alegria e comemorar bastante, independente do resultado. Terminar o Rally Transcatarina já é uma vitória.

A competição partiu de Fraiburgo no dia 18, e depois de 800 quilômetros chegou ao litoral. As outras cidades sedes foram: Timbó Grande, Canoinhas, Mafra, Rio Negrinho e Guaramirim - estas estrearam na história do evento. 

O terceiro e último dia teve 130 quilômetros de especial - trecho cronometrado -, que adentrou zonas de reflorestamentos de pinus e eucaliptos. 

Depois, a planilha levou os participantes para uma área de mineração, onde a principal característica foi o terreno arenoso.

Embora não tenha chovido, o piso anda estava molhado. Os carros continuaram patinando e foi difícil manter a máquina na trilha. 

Até o último minuto, concentração de piloto e navegador foi fundamental, além de força no braço. Força, principalmente, nas áreas onde os laços e pegadinhas apareceram... E foram muitos!

E em Guaramirim, o público assistiu de perto o Rally Transcatarina. A disputa continuou no centro da cidade, em um percurso de 900 metros, com várias curvas e piso liso.

Soma dos três dias, os grandes campeões
Na categoria Super Máster, a competitiva estava bem acirrada. Apenas dez pontos de diferença separavam os líderes, Daniel Maffi e Enedir da Silva Júnior, de Acyr Hideki da Silva e Renan Medeiros. 

Porém, mais três duplas ainda tinham chances de vitória. Então, após a conclusão do terceiro dia, na soma da pontuação, os campeões foram Hideki e Medeiros. 

"Eu participei de todos os Transcatarinas e este foi o primeiro que eu cheguei na final brigando pelo título. Estou muito emocionado, pois ser campeão deste rali é um sonho. Os meus adversários tem alto nível técnico, são muito precisos e a disputa é sempre parelha. É uma felicidade indescritível", comemorou o piloto. 

Os vice (pelo segundo ano consecutivo) foram Daniel Maffi e Enedir Silva Júnior, e em terceiro lugar, Rone Branco e Jhonatan Ardigo.

Na Graduados, Vinicius Lustosa Polati e Marcos Fernando Evangelista lideraram a competição, vencendo dois dos três dias de evento. 

"Foi uma grande surpresa este resultado. Hoje foi um dia muito difícil para nós, mas deu tudo certo. Agora, a responsabilidade aumenta para o ano que vem, estaremos aqui de novo", enfatizou Polati. 

Na sequência, vieram Edson Pereira Schebeski e Alexandre Willian Dalssoto, e Leandro Gasparetto e Vilson Ferreira, em segundo e terceiro lugares, respectivamente.

A Júnior foi a categoria mais disputada de todas. Duas duplas iniciaram a etapa derradeira empatadas: Marcos Gustavo Francio e Bruno Rozalen Tesser, e Eduardo Schvambach e Júlio Cesar Maba Floriani. 

Na busca da maior pontuação na etapa final, por uma diferença de quatro pontos, Schvambach e Floriani soltaram o grito de campeão. 

"Em 2014, nós voltaremos. É muita emoção, principalmente porque nos preparamos apenas com um mês de antecedência. Estamos focados e continuaremos", afirmou Schvambach. Em terceiro, ficaram Claudemir Hubner e Ana Madalozzo Hubner.

Alegria de quem vem só para passear
As categorias Turismo Light e Turismo Adventure reúnem uma turma que gosta de explorar novos lugares. 

A primeira segue por trilhas com grau de dificuldade leve, onde os passeios são mais tranqüilos, com paradas para conhecer pontos turísticos e apreciar a paisagem.

Já a Adventure é procurada por aqueles que querem viver emoções mais fortes. Estrada com obstáculos mais exigentes, onde todo o seu potencial off-road e o espírito de companheirismo será colocado em prática.

Gostamos de todos os dias, tivemos muita lama, obstáculos com níveis de dificuldade elevados, como subida longa.

Foi bastante diferente dos anos anteriores e já concluímos nossa quarta participação. Essa última trilha foi a nossa preferida, a mais pesada", contou o piloto Sidney Petroski, que seguiu no comboio na companhia de Amarildo Pedro da Silva. 

Um momento inusitado foi um jipe tombado, que não pensamos duas vezes e fomos ajudar. Agradecemos a equipe de apoio que nos conduziu nessa aventura e nos surpreendeu novamente .

Não faltaram momentos de emoção
A festa de encerramento e entrega dos troféus aconteceu no Infinity Blue Resort & Spa na Praia do Buraco e confirmou o espírito confraternização da grande Família Transcatarina.

O evento bastante concorrido foi impecável, começando pela decoração com painéis gigantes onde um mosaico feito com fotos de competidores chamava a atenção. A elegante decoração do salão dava suporte ao fino jantar que antecedeu a premiação.

Aproveito para agradecer ao Edson J Costa –SC Racing e a todos amigos do seu staff a excelente acolhida como fui recebido durante a cobertura do evento. Obrigado pelo troféu de parceiro do Transcatarina.

Um alô especial ao amigo Alexandre Deckmann que colocou seu Troller à minha disposição durante todos os dias do rally. Esse é jipeiro dos bons.

E finalmente agradecer a Isis Moretti-Liberdades de Idéias, da assessoria de imprensa o apoio para a execução do meu trabalho.

Classificação Geral - 5º Rally Transcatarina

Categoria Super Máster
1º Acyr Hideki Rodrigues da Silva/Renan Medeiros - Corupá, SC - 240 pontos

2º Daniel Maffi/Enedir Silva Júnior - Chapecó, SC - 235 pontos

3º Rone Branco/Jhonatan Ardigo - Curitiba, PR - 220 pontos

4º Flávio Roberto Kath/Rafain Walendowsky - Blumenau, SC - 219 pontos

5º Leandro Moor/Wagner Hirt Marques - Apucarana, PR - 205 pontos

Categoria Graduados
1º Vinicius Lustosa Polati/Marcos Fernando Evangelista - Curitiba, PR - 215 pontos

2º Edson Pereira Schebeski/Alexandre William Dalssoto - Ponta Grossa, PR - 211 pontos

3º Leandro Gasparetto/Vilson Ferreira - Joinville, SC - 197 pontos

4º Juliano Cesar Borges/Edson Roberto Schmidt - Corupá, SC - Corupá, SC - 181 pontos

5º Alessandro Rodrigo Weirich/Leandro Macedo Ferreira - Curitiba, PR - 167 pontos

Categoria Júnior
1º Eduardo Schvambach/Júlio César Maba Floriani - Jaraguá do Sul, SC - 227 pontos

2º Marcos Gustavo Francio/Bruno Rozalen Tesser - Caçador, SC - 223 pontos

3º Claudemir Hubner/Ana Madalozzo Hubner - Caçador, SC - 205 pontos

4º Eduardo Szabunia Neto/Wilson Reichwald - Rio Negrinho, SC - 202 pontos

5º Francklin Pscheidt/Fernando Santana Torquato - São Bento do Sul, SC - 187 pontos

O 5º Rally Transcatarina tem patrocínio de Ensimec, Hankook Pneus, Hotel Renar, Troller Veículos Especiais S.A, Santur, Petrobras e Governo Federal.

ENQUANTO NO BRASIL A FABRICAÇÃO E A VENDA DE CARROS ELÉTRICOS ESTÃO NA ESTACA ZERO, O MUNDO AVANÇA NUM BOM RITMO NA SUBSTITUIÇÃO DE VEÍCULOS MOVIDOS A DERIVADOS DE PETRÓLEO PELOS NÃO POLUIDORES. A RENAULT-NISSAN ATINGE A MARCA DE 100 MIL VEÍCULOS EMISSÃO ZERO COMERCIALIZADOS NO PLANETA, SENDO O PRINCIPAL O MODELO LEAF.



O grupo Renault-Nissan atingiu uma marca de grande significado para a preservação do meio ambiente no Planeta ao atingir a venda de 100 mil automóveis elétricos.

Esse número representa cerca de
 124 mil toneladas de CO2 que deixaram de poluir o ar que respiramos e gerou uma  economia total de 53 milhões de litros de petróleo. 

Os veículos elétricos da marca franco-nipônica percorreram aproximadamente 841 milhões de quilômetros em modo “Zero Emissão”, que dariam para completar mais de 20 mil vezes a volta ao redor da Terra. 

No Brasil, os governos até hoje não incentivam a compra de carros elétricos. No Rio de Janeiro, há dois táxis Nissan Leaf em teste apoiados pela Petrobras, mas fica por aí. Projetos de lei que tramitam pelo Congresso Nacional estão engavetados.

“Foi dada a largada para a era do veículo Zero Emissão produzido em larga escala”, declarou Carlos Ghosn, CEO da Aliança Renault-Nissan, ao prever que o desenvolvimento das infraestruturas de recarga deve permitir um aumento na demanda; por isso, reafirmamos nosso compromisso de longo prazo em favor da tecnologia Zero Emissão.”

A Aliança Renault-Nissan vendeu mais veículos Zero Emissão que todas as outras grandes montadoras de automóveis juntas.

O primeiríssimo veículo elétrico vendido pela Aliança foi um Nissan LEAF, adquirido em dezembro de 2010, no lançamento do veículo, por Olivier Chalouhi, um engenheiro do Vale do Silício, na Califórnia.



O veículo de número 100.000 foi entregue no início deste mês a Allison Howard, estudante de mestrado da Universidade Kennesaw em Atlanta, no estado americano da Geórgia, que utiliza seu novo Nissan LEAF para ir à universidade.


“O LEAF é oferecido a um preço extremamente interessante”, explica Allison Howard. "Para uma estudante como eu, ele é acessível, além de ser muito agradável de dirigir. Como é um veículo totalmente elétrico, não tenho gastos com combustível, o que é perfeito para um estudante”, confessou. 

Para saber mais sobre os compradores de veículos elétricos Renault-Nissan e a importante etapa representada por este 100.000 o veículo vendido, clique neste link para assistir ao video:
http://www.media.blog.alliance-renault-nissan.com/news/4380.

Nissan LEAF – o carro 
elétrico mais vendido no mundo


Mais de 71.000 condutores adquiriram um Nissan LEAF, o veículo elétrico mais vendido no mundo. O LEAF representa mais da metade das vendas mundiais de veículos totalmente elétricos.


O Nissan LEAF foi eleito Carro Mundial do Ano em 2011, Carro Europeu do Ano em 2011 e Carro do Ano no Japão em 2011-2012.

Mais de 80% dos compradores do LEAF já dirigiam carros de outra marca, o que faz do LEAF um dos “veículos de conquista” mais inovadores do mercado.


A maioria dos felizes proprietários disse que seu LEAF, que não consome uma única gota de gasolina, substituiu um carro comum para uso diário.


Os principais mercados do Nissan LEAF são os Estados Unidos, com aproximadamente 30.000 exemplares vendidos, o Japão (28.000) e a Europa (12.000).

Nos Estados Unidos, o LEAF está entre os 10 veículos mais vendidos em São Francisco, Seattle e Honolulu.



Ele também está entre os 10 modelos mais vendidos na Noruega. Trata-se do modelo Nissan mais vendido (mais de 4.600 unidades desde 2011). 

Na Noruega, os veículos elétricos são isentos de imposto sobre o valor agregado e de pedágio, podendo utilizar os corredores de ônibus, além de disporem de estacionamento gratuito.

Renault – líder europeu, com uma gama completa de veículos elétricos


A Renault vendeu aproximadamente 30.000 veículos elétricos desde o final de 2011, quando do lançamento de seu primeiro modelo, o Kangoo Z.E., eleito Veículo Utilitário Internacional em 2012.

A Renault é atualmente número um do mercado europeu de veículos elétricos, com 61% de participação de mercado.

Os primeiros mercados de veículos elétricos Renault são a França, a Alemanha e a Itália.




Além do Kangoo Z.E., a Renault oferece também o sedan Fluence Z.E., o Twizy, um quadriciclo urbano de dois lugares, e o compacto ZOE, lançado no início do ano.



O Twizy é atualmente o modelo Renault mais popular, com aproximadamente 11.000 unidades vendidas desde seu lançamento, no início de 2012.

O Renault ZOE dispõe de uma autonomia de 210 km (NEDC). Na França, ele é vendido a partir de 13.700 euros (locação de bateria não incluída), considerando o bônus de 7.000 euros concedido pelo governo. 

Comercializado em toda a Europa desde o segundo trimestre, o ZOE já teve aproximadamente 5.000 exemplares vendidos.

Para um futuro Zero Emissão


A frota de táxis em Nova York conta com um número elevado de carros elétricos, ao contrário da realidade no Brasil.

Líder mundial em veículos elétricos, a Aliança se mantém totalmente mobilizada para um futuro Zero Emissão, com veículos que podem ser recarregados a partir de fontes totalmente renováveis


Em todos os pontos de venda que oferecem veículos recarregáveis, a energia é armazenada em uma bateria de íon-lítio aprovada segundo todas as normas ambientais e de segurança. 

Os veículos podem ser recarregados em qualquer posto de recarga da rede ou ser totalmente recarregados durante a noite na residência do condutor, em uma garagem ou estacionamento.

Para acelerar a adoção do veículo elétrico em todo o mundo, a Aliança Renault-Nissan trabalha em colaboração com poderes públicos, distribuidoras de energia e todas as partes envolvidas na implementação de uma rede de postos de recarga para permitir que os motoristas recarreguem até 80% da capacidade de suas baterias em menos de 30 minutos.

O Nissan Leaf tem também um modelo esportivo.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

O PRIMEIRO MOTOR MULTIAIR FLEXÍVEL CHEGA NA LINHA 2014 DO FIAT 500


Sempre atenta às necessidades e demandas de seus consumidores ao redor do mundo, a Fiat acaba de trazer uma novidade para o seu ícone mundial: a linha 2014 do Fiat 500 chega ao mercado brasileiro com o primeiro motor MultiAir Flex, em agosto, quando serão divulgados os preços das versões. 


Este propulsor reconhecido e premiado mundialmente ganha agora a tecnologia flexível para, além de satisfazer o desejo do consumidor, também confirmar a preocupação da marca com o meio ambiente – a Fiat registrou pelo sexto ano consecutivo o menor nível de emissões de CO2 na Europa entre as marcas de automóveis mais vendidas, certificado pela empresa Jato Dynamics.


O Novo Fiat 500, produzido no México e lançado no Brasil em 2011, é sucesso de mercado e de público. 

Desde setembro/2011 (início de vendas no mercado nacional) até junho/2013 já foram comercializadas mais de 24.000 unidades. 


E, na pesquisa realizada com seus primeiros compradores, o resultado confirma o quanto ele é amado pelos seus proprietários. 


Entre os atributos de maior satisfação, o modelo tirou nota máxima em tamanho, facilidade de estacionar/manobrar, estilo e design, tanto externo como interno.


Todo esse sucesso não é só pelo seu carisma e design único, mas também por toda a tecnologia presente no modelo, já que o Fiat 500 privilegia muito o conforto e a segurança dos passageiros. 

Entre os itens podemos destacar alguns, como ESS (sinalização de frenagem de emergência), freios com sistema ABS e EBD, ASR (controle de tração), ESP (controle de estabilidade), Hill Holder, Isofix e até sete air bags.


O novo motor MultiAir Flexível
O grande destaque da nova gama 2014 do Fiat 500 é o novo motor MultiAir 1.4 16V Flex que agora equipa as versões Sport Air e Cabrio Air do modelo. 

Este novo motor foi desenvolvido e calibrado pela equipe de Engenharia Powertrain da Fiat em Betim (MG). 


O propulsor, agora capaz de queimar também etanol, alia o prazer de dirigir, incremento de desempenho e economia de combustível da tecnologia MultiAir, à flexibilidade de um motor bicombustível. 

O grande desafio para o desenvolvimento deste motor bicombustível foi o aumento da taxa de compressão (que cresceu em 8%) e a nova abordagem em relação à admissão do ar, controlada eletronicamente através das válvulas de admissão, uma tecnologia diferenciada do MultiAir.


Este novo propulsor é resultado de quase 15 mil horas de desenvolvimento, envolvendo mais de 10 mil horas de testes de confiabilidade em dinamômetro, e cerca de 1 milhão de quilômetros rodados em provas de durabilidade, confiabilidade e aplicação. 

O projeto utilizou mais de 30 motores protótipos para testes em dinamômetros no Centro de Engenharia da Fiat, em Betim (MG). 




Técnicas computacionais de softwares de calibração e, principalmente de análise de combustão (a característica de queima do etanol é diferente da combustão da gasolina) permitiram uma perfeita calibração de injetores e curva de ignição, para qualquer relação de combustível entre E-20 (gasolina brasileira) até E-100 (etanol puro).

Com a taxa de compressão mais alta (11,7:1) para otimizar também a queima do etanol, foram necessárias mudanças em alguns componentes. 


O novo MultiAir 1.4 16V Flex possui modernos pistões de baixo atrito e, para suportar o uso de etanol, ele traz ainda novas bronzinas e junta do cabeçote, ambas de origem no motor T-Jet. 

A nova junta de cabeçote é metálica e com multicamadas, que garante a vedação em altas pressões de combustão.


Outra alteração do motor MultiAir Flex foi a adoção do coletor de aspiração com quinto bico injetor para partidas a frio mais eficientes. 

A pulverização de combustível efetuada ganha em eficiência, pois este injetor de gasolina também é controlado eletronicamente. 

Se comparado aos sistemas tradicionais, principalmente na dosagem de gasolina na partida, este quinto injetor do MultiAir Flex garante ainda enormes benefícios na dirigibilidade a frio e menor emissão de poluentes. 


E, em função do uso do novo coletor, novos chicotes de motor também foram empregados no propulsor.

Outros componentes que são novos em relação ao motor MultiAir gasolina são as velas e os injetores. 

As velas do propulsor flex possuem características para a nova condição de temperatura a fim de funcionar também com etanol, além de tratamento superficial da rosca da vela para melhor proteção contra corrosão. 


Enquanto os novos injetores da família EV6P, já validados para outros motores flex, são de maior vazão, característica exigida na queima do etanol. 

Com as alterações para se tornar flex, o Fiat 500 SportAir chega aos 105 cv de potência e torque máximo de 13,6kgfm com gasolina e 107 cv com torque de 13,8kgfm quando alimentado com 100% de etanol.


Tecnologia MultiAir 
Ela chegou ao mercado brasileiro com o Fiat 500, a partir de 2011. O MultiAir é um sistema eletro-hidráulico de acionamento das válvulas, que permite um controle dinâmico e direto do ar admitido pelo motor, controlando também indiretamente a combustão, cilindro a cilindro e ciclo a ciclo. Tudo gerenciado eletronicamente. 

Graças ao controle da quantidade de ar admitida nos cilindros, o MultiAir oferece como principais benefícios a redução de emissões e de consumo de combustível, aumento de potência máxima e torque, além de melhor resposta dinâmica e prazer em dirigir. 


Na maioria do motores, a massa de ar admitida nos cilindros é controlada principalmente pela abertura da válvula tipo borboleta do acelerador e também pela abertura total e constante das válvulas de admissão. 

No MultiAir, a admissão do ar é muito mais precisa, controlada eletronicamente através das válvulas de admissão. 


Desde seu lançamento na Europa, a tecnologia MultiAir vem sendo contemplada internacionalmente com diversos prêmios.

Este novo motor Flex do Fiat 500 pode receber câmbio manual de 5 marchas ou automático sequencial de 6 marchas do fabricante AISIN.



O câmbio automático sequencial de seis marchas traz novos ajustes na linha 2014, oferecendo o máximo de conforto e prazer ao dirigir com menos consumo de combustível. 

Veja abaixo as funções que foram otimizadas:
• Kick-Down: reduz rapidamente as marchas em caso de retomada;




• Brake Assistant: reduz automaticamente as marchas em freadas bruscas;

• Sensor Up-Down Slope: para adaptação das marchas do veículo à inclinação;

• Função Cornering: inibe o avanço das marchas em curvas de baixa aderência;

• Função Fast-Off: impede a “subida” de marcha quando o condutor tira o pé rapidamente do acelerador.

A tecnologia também está muito presente no prazer a bordo de um Fiat 500. 

Veja alguns dos destaques abaixo:
Direção elétrica Dual Drive. Ela substitui a tradicional direção hidráulica, tornando a condução mais leve e facilitando as manobras.

Função SPORT
Com ela o motorista pode escolher dois modos de direção: o modo normal, ou o modo Sport. 

Com a função Sport acionada, a direção se torna mais firme, adequada a uma condução esportiva. O motor responde mais rapidamente ao comando do acelerador.

Teto solar elétrico do tipo Sky Wind. Uma lâmina ocupando quase todo o teto compõe o Sky Wind do Fiat 500. 

Essa construção permite modular a luminosidade e a ventilação no habitáculo. Ao apertar o botão, em sete segundos o vidro se abre.

Até sete air bags
O novo Fiat 500 vendido no Brasil pode possuir até sete air bags: dois na frente, dois window bags, dois side bags e um knee bag. 

Este último evita lesões aos joelhos do motorista em caso de impacto.

ESS (Emergency Stop Signaling, ou sinalização de frenagem de emergência). 

Em uma frenagem brusca, as luzes indicadoras de direção são acionadas de forma intermitente, avisando outros motoristas da situação e ajudando a evitar colisões.

Hill Holder. O dispositivo proporciona segurança e conforto, pois, com o carro parado em uma via inclinada, a pressão no circuito de freio é mantida por alguns segundos após o motorista liberar o pedal de freio. 

Assim, o veículo não desce enquanto o motorista controlar a embreagem corretamente, garantindo uma arrancada fluida e segura.

ESP (Eletronic Stability Program ou controle de estabilidade) 
Analisando parâmetros como giro do volante, posição do pedal do acelerador e velocidade, o sistema calcula a trajetória desejada e a compara com a trajetória real do veículo, com base na leitura dos sensores de giro das rodas e acelerômetros. 

Se houver diferença, o sistema controla a frenagem em cada roda e o torque do motor a fim de estabilizar o carro.

ASR (Anti Slip Regulation ou controle de tração) 
Sistema de controle de tração é parte integrante do ESP. Ele impede que o veículo derrape na partida ou em outras situações. 

Pode ser desativado através de um botão localizado no painel ou próximo ao câmbio nas versões Dualogic® e Automática.
Pacote Áudio Premium ALPINE
Este sistema de áudio proporciona excepcional clareza de vozes e instrumentos mesmo em volumes mais altos. 

A qualidade do áudio se faz notar do mesmo modo na parte dianteira e traseira do veículo. A marca japonesa ALPINE é líder em sistemas de som e entretenimento para automóveis no mundo.

O pacote é composto por dois tweeters, um em cada coluna “A”; dois woofers High Motor Force de neodímio, um em cada porta; dois alto-falantes de longo alcance, um em cada painel posterior; um woofer abaixo do banco dianteiro direito; e amplificador com sete canais de equalização personalizada localizado no porta-malas.

ISOFIX
Este novo padrão de fixação de cadeirinhas infantis vem sendo adotado na América do Norte, Europa e Japão. 

O novo Fiat 500 comercializado no Brasil inclui o ISOFIX de série em todas as versões.

A nova gama 2014 do Fiat 500
Na linha 2014, o novo Fiat 500 está disponível em cinco versões. São duas motorizações e três tipos de câmbio, em três níveis de acabamento. 

Conheça-as:
Cult e Cult Dualogic
Motor 1.4 EVO Flex 

Potência 
85 cv / 5.750 rpm (gas.)
88 cv / 5.750 rpm (etanol)

Torque
12,4 kgfm / 3.500 rpm (gas.)
12,5 kgfm a 3.500 rpm (etanol)

Sport Air, Sport Air Automático e Cabrio Air
Automático
Motor MultiAir 1.4 16V Flex

Potência:  
105 cv / 6.250 rpm (gas.)
107 cv / 6.250 rpm (etanol)

Torque
13,6 kgfm / 3.850 rpm (gas.)
13,8 kgfm / 3.850 rpm (etanol)

Garantia no Pós-Vendas + Clube L’único
O Fiat 500 tem garantia de dois anos e atendimento Confiat durante este período em toda a rede Fiat, com 600 concessionários e pontos de assistência em todo o Brasil.

Todos os clientes 500 também contam com o privilégio de participar do Clube L’único. Entre as várias comodidades deste programa estão os serviços de reservas de hotéis, restaurantes, shows, mais o serviço de Leva e Traz, com reboque ou motorista qualificado, para as revisões, manutenções, instalações de acessórios ou qualquer emergência.



A BENTLEY CONTRARIANDO TODA A SUA TRADIÇÃO DE PRODUZIR AUTOMÓVEIS DE PASSEIO, FABRICOU UM CARRO DE CORRIDA: 330 KM/H, TRAÇÃO INTEGRAL PERMANENTE E QUE CHEGA DE 0 A 100 KM/H EM 4,2 SEGUNDOS. TUDO ISSO EM MEIO AO MAIS ALTO LUXO, CONFORTO E SEGURANÇA. O PREÇO É APENAS PARA ALGUNS, POUCOS: R$ 860 MIL, SEM IMPOSTOS.




Ao contrário do que muita gente pensa, a Bentley não é apenas uma marca de automóveis inglesa de tradição que fabrica carros de luxo, de passeio que tem como maior concorrente a Rolls Royce.


A Bentley decidiu mostrar que sabe fabricar carros velozes, sem a perda do conforto, estabilidade e mantendo-se fiel às suas tradições. 


O novo Bentley Continental GT Speed que precisa apenas 4,2 s para chegar de 0 a 100 km/h, com motor de 625 cv.

Os Bentley jamais foram automóveis de alto desempenho, mesmo que grande parte deles somente circule em tranquilo ritmo de passeio.

No seio da Bentley, estes modelos de especiais recebem uma designação que não podia ser nem mais simples, nem mais objectiva: Speed, a palavra inglesa cuja tradução literal é velocidade e que sintetiza o caráter especialmente rápido do modelo que o recebe. 



Não foi a primeira vez que Bentley fabricou realizar um carro dessa natureza. Em 1923, quando W.O. Bentley, o fundador da marca que leva o seu nome, decidiu atender os desejos de alguns clientes mais exigentes, propondo-lhes o ‘modelo Speed de três litros’, mais musculoso que o normal graças à aplicação de carburadores de corpo duplo e do aumento da taxa de compressão.

A marca, volta, nove décadas depois, com o novo e revolucionário Continental GT Speed, apresentado no final do ano passado, o mais rápido Bentley de sempre.

O Continental GT Speed é um elegante coupé 2+2 - sigla que designa os coupés com dois lugares suplementares atrás, que embora reais, não oferecem espaço para dois adultos.


A otimização do motor W12 permitiu, por um lado, elevar a potência de 575 para 625 cv, obtidos no mesmo regime de funcionamento, às 6000 rpm, subindo ainda o binário máximo para 800 N.m, que são atingidos às 2000 rpm e se mantém praticamente até às 5000 rpm; por outro lado, a adoção de uma nova caixa automática de oito velocidades construída pela ZF permitiu ainda baixar cerca de 12% as emissões de CO2 e os consumos, para uma média combinada de 338 g/km e 14,5 litros/100 km, valor que confere uma autonomia média de 620 km. 


Todavia, os 90 litros do depósito de combustível conseguem ser gastos em não muitos quilómetros, menos de metade até, dependendo do peso do pé no acelerador, a resposta vem no roncar do motor W12 que garante 5,5 quilômetros em um minuto, com muita segurança dada pelo sistema de tração integral, que mesmo privilegiando a entrega de binário no eixo traseiro - numa proporção máxima de 40/60 por cento de binário, respectivamente para o eixo dianteiro e traseiro -, para não reprimir o prazer das sensações de uma condução rápida, sem colocar em risco a segurança.



O Continental GT Speed atingir os 100 km/h 4,2 segundos, aos nove segundos chega aos 160 km/h e daí até à velocidade máxima, de 330 km/h - controlados electronicamente - é um instante.

Bentley Continental GT Speed, num minuto percorre cerca de 4,5 km. 
um luxo endiabrado, de um motor acionado pelo botão ON instalado na console central — coberto de madeira genuína onde sobressaem algumas aplicações em alumínio escovado —, o som libertado por este motor de 12 cilindros em W com seis litros é um apelo a acelerar e quebrar todas as regras. 


Ficha técnica
Motor: 12 cilindros em W, 6,0 litros, biturbo
Potência: 625 cv/6000 rpm Binário 800 N.m/2000 rpm
Transmissão: Integral permanente, caixa automática de oito velocidades 
Peso: 2320 kg 
Mala: 358 litros
Depósito: 90 litros
Velocidade máxima: 330 km/h
Aceleração: 0-100 km/h 4,2 segundos
Consumo médio anunciado: 14,5 l/100 km
Emissões CO2: 338g/km
Preço: €292 810 (R$ 860 mil, sem impostos incluídos)



CENTRO DE LOGÍSTICA DA RENAULT, EM CURITIBA, COLOCA O PAÍS NA ROTA MUNDIAL DO FORNECIMENTO DO GRUPO. A MARCA GARANTE QUE 80% DAS PEÇAS UTILIZADAS NO BRASIL SÃO PRODUZIDAS NO PAÍS.

A finalização das obras no Complexo Ayrton Senna, em março deste ano, elevou a capacidade instalada da Renault de 280 mil para 380 mil veículos anuais.

Esse salto de produção, somado ainda à produção anual de quase 400 mil motores, faz com que cresça também a necessidade de incrementar a cadeia de fornecimento de componentes.

Hoje, 80% das peças utilizadas pelas fábricas da Renault são produzidas no País, provenientes de 246 fornecedores.

Já os demais 20% vêm de fornecedores localizados nos 4 continentes e, para chegarem ao seu destino final, contam com um sistema inteligente de logística cuja sigla é ILN (International Logistics Network), um centro de distribuição de peças responsável pela importação e exportação de componentes, em todo o mundo.

Em operação desde 2000 e comandado pela diretoria de Supply Chain das Américas, o ILN Curitiba colocou o Brasil na rota mundial de fornecedores do Grupo Renault, articulando-se a uma rede formada por outros sete centros logísticos.

Situados em posições estratégicas ao redor do mundo - França, Espanha, Turquia, Argentina, Romênia, Índia e Coreia do Sul - estes centros dão suporte logístico a todas as 38 unidades de produção do Grupo Renault presentes em 29 países.

Também vale lembrar que essa inteligência logística contribuiu, de forma decisiva, para que, em 2012, a Renault produzisse no País mais de 254 mil veículos e exportasse cerca de 54 mil, entre os quais os modelos Sandero, Duster, Logan e Master.

Também foram exportados mais de 135 mil motores, o que corresponde a cerca de 40% da produção local.

Competitividade
Criado em 1975, na França, sob o nome de Centre CKD (Complete Knock-Down), o conceito de ILN passou por uma série de evoluções – e inovações – que hoje define a rede internacional de logística responsável por dar suporte ao desenvolvimento internacional de todo o Grupo Renault.

Atualmente, os oito centros ILN estão em permanente conexão, buscando, em todo o mundo, os fornecedores que oferecem as melhores condições de produção, considerando não apenas a qualidade do produto – que deve obedecer aos rígidos padrões de exigência da marca - mas também aspectos como custo e tempo da operação logística.

Estar preparado para atender esse mercado é, ao mesmo tempo, uma estratégia e um desafio para a Renault do Brasil e cada um dos seus 246 fornecedores, entre os quais 138 que atendem o mercado externo.

As cerca de mil e quinhentas diferentes peças, produzidas em todas as regiões brasileiras e enviadas, em 2012, para os mais variados destinos, refletem o trabalho desenvolvido junto aos fornecedores locais.

Foi esse trabalho que possibilitou, por exemplo, que o quadro de instrumentos, produzido no interior de São Paulo, seja montado no Duster produzido na Rússia.

Da mesma forma que os componentes do Media Nav, do Duster fabricado no Brasil, vêm da Alemanha, Coreia do Sul e China.

Resultado da sinergia entre múltiplas áreas – engenharia, compras e ILN – o abastecimento das plantas, em todo o mundo, é essencial para o desenvolvimento de veículos preparados para o mercado global, trazendo o que há de mais moderno em termos de inovação tecnológica, design e segurança.

Confiabilidade
Outro ponto de destaque nessa operação de logística é o armazenamento e estoque dos componentes, essencial para a área de Pós-Venda.

Afinal, tão importante quanto não parar a linha de montagem é garantir a reposição de peças e o atendimento ao cliente num prazo de tempo adequado.

Desta forma, acompanhar o fluxo e o nível dos estoques também faz parte da rotina dos mais de 6 mil profissionais que atuam na área logística da Renault, nos ILN em todo o mundo, contribuindo para que os consumidores tenham, em todos os países, os carros que os engenheiros e designers projetaram.

ILN em números
Contêineres importados em 2012 com destino a São José dos Pinhais: 8.984;

Contêineres exportados em 2012 com destino à França, Romênia, África do Sul, Índia, Colômbia, México: 2.270 contêineres e 894 caminhões (com destino à Argentina);

Fornecedores brasileiros: 246, entre os quais 138 que atendem o mercado externo;

Volume transportado pelos centros ILN em 2012: 3.849.174m³

MINI PORTUGAL LANÇA PROMOÇÃO NOT NORMAL CHALLENGE NO FACEBOOK. O VENCEDOR GANHARÁ PRODUTOS LIFESTYLE DA MINI. VEJA COMO PARTICIPAR


Aventureira e irreverente. São estas as características que definem NOT NORMAL CHALLENGE, um desafio lançado pela MINI Portugal no mundo virtual que, até 31 de Outubro, põe à prova os participantes, através do Facebook e de dispositivo com leitor de QRCode. 

O vencedor terá ao dispor, durante sete meses, vários modelos da família MINI para conduzir.

Procurar e coleccionar os QRCodes e símbolos NOT NORMAL nas plataformas de comunicação MINI (site e facebook da marca, publicidade em imprensa, mupis, concessionários, eventos, entre outros) é objectivo desta acção integrada na recém-lançada campanha NOT NORMAL.

Para iniciar o desafio basta ao participante fazer login no seu perfil de Facebook, através da página www.notnormalchallenge.com

Cada QRCodes e símbolos NOT NORMAL equivale a pontos, sendo que os mais difíceis de encontrar são mais valiosos.

O grande vencedor será quem juntar mais pontos e todos participantes que chegarem aos 1500 ganham um conjunto de produtos lifestyle da MINI.

A aventura poderá seguida no site do desafio, no qual o participante poderá consultar o seu perfil, o ranking geral e desbloquear crachás. 

Já no Facebook da MINI Portugal (fb.com/MINI.Portugal) pode encontrar e dar várias pistas, nomeadamente onde os participantes poderão encontrar os pontos.

Mais informações e regulamento em www.notnormalchallenge.com

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