Pesquisar este Blog do Arnaldo Moreira

sábado, 8 de março de 2014

FORD MUSTANG INSPIRA COLEÇÃO DE ESMALTES DE UNHAS OPI, DA COTY. É UMA INICIATIVA INÉDITA LEVAR PARA AS UNHAS DAS MULHERES A COR DE UM DOS MAIS FAMOSOS CARROS MUNDIAIS QUE COMEMORA MEIO SÉCULO DE VIDA. O ESMALTE EM TOM VERMELHO RACE RED JÁ ESTÁ À VENDA NO BRASIL. O MUSTANG JÁ VENDEU 9,2 MILHÕES NO MUNDO.

A Ford está levando o Novo Mustang às vitrines da moda e estilo de vida associadas à esportividade, em diversos setores de atividade. 

A mais nova iniciativa foi inspirar uma edição limitada de esmaltes da marca OPI da indústria de cosméticos COTY. 

O tom vermelho “Race Red”, primeiro da coleção, simboliza uma das cores mais famosas do Mustang. 

O produto faz parte da série de tributos em comemoração dos 50 anos do modelo e do lançamento da versão global do “Pony Car”.


Segundo Melanie Banker, gerente de Marketing do Mustang, o esmalte da OPI captura o espírito do carro: 
“O Ford Mustang inspira paixões como nenhum outro e não há meio melhor do que a cor para expressar a personalidade forte e excitação que ele provoca”.

Ícone pop
O Ford Mustang está perto de entrar para um clube muito exclusivo, o dos veículos com 50 anos de produção contínua. 

Nas últimas cinco décadas, o carro ganhou notoriedade mundial e tornou-se parte da cultura pop com mais de 9,2 milhões de unidades vendidas e cerca de 3.000 participações no cinema e na TV – incluindo a estreia este mês como protagonista do filme Need for Speed.

A combinação única de estilo, desempenho e preço acessível do Mustang criou uma classe totalmente nova de carros esportivos nos Estados Unidos, que ganha mais um capítulo com a chegada da nova geração. 

O Mustang 2015 traz design novo e sofisticado, além de uma série de tecnologias inovadoras.

CHEVROLET LANÇA MAIS UMA SÉRIE ESPECIAL NO MODELO CLASSIC. É MAIS UMA VERSÃO ADVANTAGE QUE SE JUNTA ÀS DOS MODELOS CELTA, COBALT E SPIN. TODOS TÊM EQUIPAMENTOS DIFERENCIADOS DE CONFORTO, CONVENIÊNCIA E APARÊNCIA. O CLASSIC É O CARRO CUSTA: R$ 34.170,00



São Caetano do Sul – A Chevrolet lança, neste início de março de 2014, a série especial Classic Advantage, que chega ao mercado brasileiro oferecendo como principal diferencial um maior valor agregado - incorporando inúmeros itens de conforto, de conveniência e de aparência. 

O modelo será vendido exclusivamente na cor cinza Mond por um preço público sugerido de R$ 34.170 (já com o preço da pintura incluso). 



O Classic Advantage junta-se às outras séries especiais Advantage lançadas em setembro do ano passado, dos modelos Celta, Cobalt e Spin.

"Obtivemos sucesso com as primeiras séries especiais lançadas em 2013 e decidimos continuar com esta estratégia de marketing agora também com um dos modelos mais vendidos da linha Chevrolet, o Classic. Trata-se do sedã mais barato do País e que confere ótimo valor de revenda, baixo custo de manutenção e seguro barato, configurando-se como um dos modelos de melhor relação custo-benefício do mercado brasileiro", destaca Marco Aurélio Pacheco, diretor de Marketing da Chevrolet / General Motors do Brasil. 


Segundo ele, "os clientes buscam, cada vez mais, uma maior personalização e exclusividade nos seus veículos, mesmo nos segmentos de entrada nos quais os clientes vem se mostrando bastante exigentes".


O conteúdo do Classic Advantage
O Classic Advantage já sai de fábrica equipado com os sistemas de direção hidráulica e ar-condicionado integrado, travas elétricas nas quatro portas, alarme anti-furto, fechamento automático acionado pelo “Keyless Entry System”, vidro elétrico das portas dianteiras com acionamento por “um toque”, antiesmagamento e fechamento automático pela chave. 


O modelo conta também com rodas de alumínio com aro de 14 polegadas e porta-revista no banco do passageiro. 

E, no quesito de segurança, tem como itens de série os sistemas de freios ABS com EBD de série e airbags duplos dianteiros.


Na parte interna do veículo, além de oferecer o TID (display digital de data, hora e temperatura) e o rádio com CD Player com saída USB, Aux In e Bluetooth, o Classic Advantage ainda conta com nova cor interna “cinza Aquarium”, que foi aplicada no painel central, na manopla e nos botões de buzina do volante. 

Ainda é exclusividade da linha Advantage nos itens de aparência externa, os adesivos de coluna e dos retrovisores pintados na cor preto brilhante (high gloss), o emblema Advantage nas portas e as molduras laterais na cor do veículo.

O Classic está equipado com o motor 1.0 Econo-Flex, um dos mais potentes da categoria dos veículos compactos no Brasil. Com esta motorização, o modelo desenvolve 78 cavalos de potência e tem 9,7 kgfm de torque, quando abastecido com o etanol. 


Com gasolina, ele desenvolve 77 cavalos de potência e oferece 9,5 kgfm de torque. 

sexta-feira, 7 de março de 2014

A NISSAN É A PRIMEIRA MONTADORA MUNDIAL A TER EM SEU PORTFOLIO DOIS VEÍCULOS TOTALMENTE ELÉTRICOS, PRIMEIRO O CONHECIDO LEAF - QUE CIRCULA NO RIO DE JANEIRO E EM SÃO PAULO JÁ COMO TÁXI - E AGORA UM CARRO UTILITÁRIO. O e-NV200 É UMA VAN COMPACTA. AS BATERIAS RECARREGAM EM OITO HORAS E A AUTONOMIA É DE 170KM.

A Nissan torna-se a primeira fabricante a ter dois veículos totalmente elétricos em sua linha mundial de veículos – um, é o hatch LEAF, comercializado em larga escala desde 2010 e o carro elétrico mais vendido do mundo, com mais de 100 mil unidades comercializadas - e o outro é utilitário e-NV200, modelo que traz requinte sem precedentes ao segmento de vans compactas. 

Pioneira na produção e venda em série de veículos 100% elétricos, a Nissan dá outro passo importante no segmento ao apresentar a versão final do 

Destacando-se pela emissão zero e por custos de propriedade baixíssimos, o e-NV200 está pronta para mudar o conceito de veículo comercial leve para sempre ao aliar volume de carga superior na categoria e desempenho vigoroso e sem emissão como o do LEAF, modelo com o qual compartilha as bases mecânica e elétrica. 


É um veículo prático, versátil e capaz de transportar pessoas ou produtos sem produzir poluição sonora ou ambiental. 

Quando as vendas começarem na Europa, em junho, o e-NV200 estará disponível nas versões de carga e de passeio, com cinco lugares.

A autonomia de 170 km da van e-NV200 foi homologada dentro do ciclo para emissões e consumo europeu, conhecido como 'New European Driving Cycle" (NEDC), superando a distância média diária percorrida por mais da metade das frotas comerciais que utilizam veículos como esses (estimada em 100 km). 

A bateria pode ser recarregada por oito horas, à noite, se usar um recarregador doméstico de 16 ampères e 3,3 kW monofásico. 

Com a opção de 6.6 kW/32 ampères, o tempo de 'reabastecimento' cai para quatro horas. Além deles, a van 100% elétrica contará com uma rede de mais de mil unidades de Quick Chargers (recarregadores rápidos), espalhadas por toda Europa e instaladas em várias empresas com o objetivo de ampliar a autonomia e a recarga de veículos 100% elétricos.

"A e-NV200 entra em um segmento de mercado totalmente diferente do Nissan LEAF. Ao lado do veículo elétrico mais vendido no mundo, ela nos ajudará a continuar a liderar a revolução da mobilidade com emissão zero. 
Para isso, reprojetamos completamente o modelo movido a gasolina e não fizemos apenas uma adaptação. É um produto fantástico", diz Guillaume Carter, vice-presidente sênior de Vendas e Marketing da Nissan Europa.


TESTES E APERFEIÇOAMENTOS
Para chegar à versão de produção da e-NV200, a Nissan fez um abrangente programa de testes pelo mundo. 

O protótipo circulou em países como Japão, Cingapura, Reino, Brasil e Estados Unidos como veículo das frotas de empresas como FedEx, Coca-Cola, DHL, IKEA, British Gas, EDF e os Correios do Japão. 

O objetivo foi avaliar o desempenho em situações reais do dia a dia, tendo como base o retorno dado por motoristas e gestores de frota. 

Todas informações foram utilizadas para afinar o veículo antes do início da produção na unidade da Nissan em Barcelona, Espanha.

No Brasil, o programa de avaliação uniu a Nissan e a FedEx Express, empresas fortemente comprometidas na redução de impactos ambientais de suas operações. 


A escolha do Brasil para integrar o programa de avaliação do e-NV200 demonstra a importância do país para as empresas, que buscam crescer suas operações locais de maneira sustentável.

A Nissan, por exemplo, prepara-se para inaugurar uma de suas fábricas mais sustentáveis do mundo em Resende, no estado do Rio de Janeiro.

As diferenças entre a e-NV200 e a versão a gasolina são marcantes no estilo. A frente da nova van, por exemplo, é parecida com a do LEAF, para identificá-la como veículo elétrico, que dispensa a grade frontal para entrada de ar para arrefecer o motor. 

Lâmpadas de LED são usadas ​​nas luzes traseiras de todas as versões, assim como na frente dos modelos de passageiros. Internamente há um novo painel de instrumentos com um leitor digital, enquanto as mudanças das marchas da transmissão são feitas com um joystick, como no LEAF, ao invés do seletor convencional de um câmbio automático tradicional.

Mecanicamente a van e-NV200 utiliza a mesma suspensão dianteira independente McPherson do LEAF, assim como o motor síncrono de segunda geração de 80 kW AC, lançado recentemente no hatch e que agora é totalmente integrado ao carregador de bateria e ao inversor, em uma unidade compacta e auto-suficiente.

O pacote de baterias de íon-lítio foi alterado em relação ao utilizado no hatch para permitir sua acomodação sob o assoalho do compartimento de carga sem comprometer a área interna. 


O modelo recebeu reforço para proteção extra no caso de impactos. Dessa forma, a rigidez torcional do veículo aumentou 20%. 

Produzido na fábrica da Nissan em Sunderland, Reino Unido, ​​o conjunto tem o mesmo número de módulos (48) e mesma capacidade (24 kW) do LEAF. 

O sistema de frenagem regenerativa também foi adaptado para as necessidades do utilitário, passando a contar com maior capacidade. 

Dessa forma, a van aproveita melhor o anda e para do trânsito para produzir energia para as baterias.


O resultado dos testes e das adaptações é um veículo utilitário 100% elétrico, que não emite, silencioso e pronto para oferecer vantagens reais de uso, para o meio ambiente e para os custos de manutenção. E que aponta uma nova direção para veículos usados para o trabalho.

RALLY PARANÁ LARGA NESTA SEXTA-FEIRA DE CASCAVEL ABRINDO A TEMPORADA COM UMA PROVA DE REGULARIDADE


Para quem gosta de curtir uma prova de regularidade junto com a família e amigos, não pode ficar de fora do Rally Paraná, válido pelo Campeonato Paranaense de Rally 4x4 que começa hoje, na tarde de hoje, em Cascavel, na 
região oeste do Paraná que reúne apaixonados por desafios e off-road de diferentes regiões do País. 

A largada será às 16h30 desta sexta-feira (07) e a chegada prevista para as 24h. "Um grupo que é de Cascavel, cidade que abre a temporada, está preparando uma grande festa de recepção aos participantes do rali, com um churrasco de confraternização na Associação Agotran, BR 277, localizada ao lado da Churrascaria Portal", destaca Hirt.

Após a prova por trilhas da região, os pilotos e navegadores confraternizam junto aos familiares e amigos no Restaurante Bar do Alemão, na Rua São Paulo, 1291, seguido das premiações. 


"Vamos fazer mais um evento bastante técnico e que exija todo o empenho e habilidade dos competidores para superar os desafios da região de Cascavel", explica Vanderlei Hirt.

Mais informações e como participar do Rally Paraná acesse o site www.rallyparana.com.br. Se preferir envie um e-mail para rallyparana@hotmail.com ou por telefone (43) 9916-0031.

O Rally Paraná tem patrocínio de Troller Trilha Eurocar, Mamute Off-Road, Acássius Centro Gráfico, Zenz Bonés e Camisetas, Dispauto e, conta com apoio da TOTEM Apurações, Postos O Cupim, AGIL Caçambas, Trevauto 4x4, Barracão do Jeep, FOFO Sports. A realização é do Rally Paraná e Clube Rallye de Cascavel, com Supervisão da Federação Paranaense de Automobilismo.


O Clube de Rallye de Cascavel tem apoio de Auto Posto Maçarico, Cervejaria Providência, PVC Arte, Schuster, Restaurante e Bar do Alemão e Bemajjy.

Confira os inscritos

MASTER
001 Aparecido Matias/Valdecir Donizeti Valdir, Maringá, Pajero
002 André Pereira Queiroz/Leandro Macedo Ferreira, Curitiba, Troller
003 Otávio Enz Marreco/Allan Enz, Apucarana, Troller
004 Roberto Ardigo/Jhonatan Ardigo, Apucarana, Pajero
005 Marcelo Felipe Rorig/Roberto Spessatto, Palotina, Pajero
006 Luiz Gonçales Jr/ Wagner Hirt, Apucarana, Troller
007 Cesar Valandro/ Eduardo Ortolan, Cascavel, Pajero
008 Geferson Kuntz/Leonardo Quiñonez, Ciudad Del Este - Py, F250 - V8
009 Rone Branco/Sandy Roncaglio, Curitiba, Troller
010 Rogério Gonçales/Luiz Carlos Valdir, Apucarana/Maringá, Troller

GRADUADOS
101 Silvano Taborda/Juliana Jaremzck, Cascavel, Troller
102 Paulo Vieira/Vinícius Gunha, Curitiba, Troller
103 Renato Agostineto/, Cascavel, Troller
104 Irineu Pedroso/Robson Schuinka,Cascavel, Troller
105 Antonio Sergio de Oliveira/Alessandro Zoinho, Cascavel, Troller
106 Ricardo Prestes/Igor Ditzel, Ponta Grossa/Cascavel, Troller
107 Claudio Dalmina/Elmo Volkmann Filho.Cascavel, Jeep
108 Alessandro Rosin/ , Maringá, Troller
109 Marcelo Previdelli/, Curitiba, Troller
110 Edgar Decker/Rafael Decker, Cascavel, Pajero
111 Mauri Glir Jr./Alessander Fontes, Curitiba, Troller
112 Victor Pudell/ Caio Boscolo, Toledo, Hilux
113 Elias Kauan Neto/Bryan Hirt, Londrina, Pajero
114 Robson Batista/ Wilson Batista, Curitiba, Pajero
115 Claudio Luiz Brunetto/ Sandro Guerini, Cascavel, Pajero

JUNIOR
201 Devarlei Kuhn/Evandro Mioto, Cascavel, Jeep
202 Bruno Cesconeto/ Luana De Deus, Cascavel, Xaxim
203 Rene Bordignon/Margarete Bordignon, Cascavel, Ranger
204 Marcelo Beux/Claudia Campestrini, Cascavel, S10 4x4
205 Jose Ademir de Oliveira/Carlos Eduardo de Almeida, Cascavel, Tr4
206 Leandro Eufrázio dos Passos/Zico, Cascavel, Wrangler
207 Marcos Lotti/Rodrigo Risolis, Cascavel, Vitara
208 Gilmar Ferreira da Silva/Diorgenes Guerra, Cascavel, Cherokee
209 Mateus Astolfi/Adriana Peres, Maringá, Pajero Full
210 Eraldo Franzoi/Antenor Neto, Curitiba/ Cascavel, Pajero
211 Reginaldo Martins Trindade/Claudio Girelli Jr., Cascavel, Grand Cherokee
212 Fabiano Wiggers/Rafael Pinto, São José Dos Pinhais, Stark
213 Alexandre Frozza/Arthur Felipe Scotton, Cascavel, Troller
214 Michel Risso/Leandro Ostroski, Cascavel
215 Miltom Tamaki/Marcos Capovilla, Maringá, Vitara
216 Lennon Gerolamo Arossi/Eduardo Thomann Polenta, Cascavel, Troller
217 Leonardo Falcade Junior/Davi Cividini Dal Bosco, Toledo, Ranger
218 Aroldo Nery/Rogério Chini, Toledo, F 75
219 Adair Steinhofel/Martina Polidorio Steinhofel, Cascavel, Tr 4
220 Marcelo Lombardi/Evanir Mauricio Tasca (Dinho), Cascavel, Lada Niva
221 Rodrigo Gulin/ Elton Genaro, Ponta Grossa, Triton

Programação Rally Paraná, 1ª etapa - Cascavel:

Sexta-feira, 07/03
10h00 - Abertura da Secretaria
Auto Posto Maçarico - Avenida Brasil, 5276.
16h30 - Largada Primeiro Carro.
Auto Posto Maçarico - Avenida Brasil, 5276.
22h00 - Início da confraternização
Restaurante Bar do Alemão - Rua São Paulo, 1291.
24h00 -Premiação
Restaurante Bar do Alemão - Rua São Paulo, 1291.


Calendário Campeonato Paranaense de Rally 4x4Etapa 1 - 07/03/14 - Rally da Meia Noite - Cascavel
Etapa 2 - 12/04/14 - 6º Transarapuka (1 dia) - Apucarana e Arapongas
Etapa 3 - 14/06/14 - Rally de Inverno - Região central
Etapa 4 - 30/08/14 - Rally Cachorro Louco - Curitiba

OS CARROS BRASILEIROS ESTÃO ENTRE OS MAIS CAROS DO MUNDO, PREÇOS PUXADOS PELA CARGA TRIBUTÁRIA EXORBITANTE. NOSSO COLUNISTA FERNANDO CALMON ATRIBUI ISSO AO CIPOAL DE IMPOSTOS, TAXAS E CONTRIBUIÇÕES AO LONGO DA CADEIA PRODUTIVA QUE CHEGA A 43%.

Alta Roda 

Nº 774 —  7/3/14

Fernando Calmon


ATAQUEM AS MAZELAS

Uma pena o sistema tributário brasileiro esconder o peso dos impostos sobre veículos. Existe, aliás, uma nova lei (adiada) que obriga a discriminação na nota fiscal, mas há dois problemas. 

Primeiro, o cipoal de impostos, taxas e contribuições ao longo da cadeia produtiva leva a um cálculo impreciso. 

Segundo, as tabelas deveriam ter dois preços, com e sem impostos, como informação fundamental ao consumidor.

É bom relembrar a diferença entre participação de impostos em mercadorias ou serviços e carga tributária. 

Esta equivale a dividir o preço com imposto pelo preço sem imposto. À medida que as alíquotas sobem a oneração torna-se exponencial; não se trata de cálculo linear. 

Se uma mercadoria custa 94 (sem imposto) e 100 (com imposto), por hipótese, a divisão resulta em 1,064 cuja expressão centesimal é 6,4%.

No Brasil, a soma nominal média das alíquotas de impostos sobre automóveis é de cerca de 30 pontos percentuais. 

Então a carga tributária, que todos sentem no bolso, fica bem salgada: 100 (com imposto) divido por 70 (sem imposto) dão 1,43 ou 43% (arredondado). 

A verdade nua e crua é que um automóvel vendido por R$ 30.000 custaria em torno de R$ 21.000, sem impostos, ou R$ 22.300 com carga tributária aproximadamente igual à dos EUA, por exemplo.

Se esse modelo tivesse motor com mais de 2 litros/gasolina, a “mordida” subiria para 54%. Em carros importados, fora da cota anual de IPI majorado e com impostos em cascata, vai além de 100%.

Conforme essa coluna comentou de outras vezes, se discutir preços no Brasil já é complicado pela matemática frívola de aloprados de plantão, comparar com o exterior torna-se pior pela variação de valor das moedas. 

Já nem surpreende o sindicalista João Cayres, em audiência pública de uma comissão do Senado Federal semana passada, afirmar que “só no Brasil um Camaro custa mais que um Mercedes”. 

Esqueceu-se de conferir que o modelo específico exportado para cá tem tabela 20% superior nos EUA e no mundo inteiro.

Na mesma comissão distribuiu-se lista comparativa de modelos vendidos nos EUA e aqui, sem considerar diferenças de versões, frete local e... impostos! 

Entretanto, ninguém pensou em cotejar preços de varejo com a Europa, onde existe afinidade entre produtos e versões do mercado brasileiro. 

Por uma “mágica” chamada valorização do euro frente ao real, a maioria dos modelos vendidos no Brasil já têm o mesmo preço nominal ou são mais baratos, mesmo sem considerar a diferença de impostos.

Nem adianta se aprofundar nas diferentes estratégias tributárias dos países, como taxar mais o consumo ou a renda. 

Muita gente já tem cabeça feita, não gosta de fazer contas, faz comparações “incomparáveis” (inclusive com o México) e desconsidera variações cambiais que levam a sérias distorções para o mal e para o bem (ora o carro fica mais caro, ora mais barato). 

O Brasil, sim, tem problemas graves de custos de produção, infraestrutura, tributação, ineficiência, produtividade e, o principal, de educação formal e especializada.

Difícil aceitar perder tempo com discussões inócuas e de foco errado nas comissões legislativas em Brasília. Costuma descambar para viés ideológico, em vez de atacar de frente nossas próprias mazelas.

RODA VIVA

PROPOSTA de substituir o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) por outro sobre circulação, a exemplo do exterior, levaria a uma renovação natural da frota. 

Benéfica ao meio ambiente e diminuiria panes que tanto atrapalham o trânsito. Alíquota, porém, precisaria ser menor que a de hoje. Sem contar possíveis votos perdidos dos “prejudicados”.

HONDA traça planos audaciosos e ainda não anunciados em pesquisa e desenvolvimento no País. 

Às novas instalações de Sumaré (SP), se agregarão infraestrutura para colisões contra barreira e até túnel de vento, além de campo de provas. 

Parte dessas iniciativas é reservada à fábrica vizinha de Itirapina, em construção. Além do SUV pequeno, um compacto está na mira.

EXISTEM coisas impressionantes no Golf GTI, além do motor turbo de 2 litros/220 cv, estabilidade em curvas e direção que parece entender o pensamento. 

Entre os modos esporte e de economia escolhidos por toque na tela a diferença de consumo em estrada pode superar 20%. Segredo: ao levantar o pé do acelerador o motor vai para marcha-lenta.

EUROPEUS, finalmente, decidiram mudar seus ciclos de medição de consumo e aderir à projetada unificação mundial desse critério.
Também confirmaram a meta de 95 g/km de CO2 em 2020. 

Porém, haverá mais três anos para que carros de baixo consumo/emissão recebam bônus e aliviem a forma de cálculo da frota média de cada fabricante.

DELPHI confirmou que no final do ano um fabricante europeu adotará seu sistema de gel acumulador de frio no ar-condicionado. 

Sem esse recurso, o start-stop (desliga-liga o motor automaticamente em paradas) traria desconforto em países de clima quente, como o nosso, ou reduziria pouco o consumo.
____________________________________
fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

quinta-feira, 6 de março de 2014

AUDI CONTINUA EM FIRME ASCENSÃO NO BRASIL. EM FEVEREIRO VOLTOU A BATER NOVO RECORDE DE VENDAS EM FEVEREIRO: 1.115 CARROS, NÚMERO 260% SUPERIOR AOS DO MESMO MÊS DE 2013. A META PARA 2014 É DE COMERCIALIZAR 10 MIL UNIDADES. EM 2015 E 2016 DOIS DE SEUS MODELOS PASSAM A SER PRODUZIDOS NO NOSSO PAÍS.


O desempenho da Audi parece mostrar que os brasileiros descobriram a qualidade dos carros da marca alemã, pertencente à Volkswagen, que no nosso País tem uma história de fabricar bons carros.

Essa conclusão tem a ver com o desempenho que a Audi vem obtendo, registrando recordes mês aós mês, como em fevereiro passado quando vendeu 1.115 carros, marca que significou um aumento de 260% em relação ao mesmo período de 2013. 



Ao todo foram entregues 2.224 veículos premiums a clientes da marca entre janeiro e fevereiro deste ano, contra cerca de 6.600 veículos emplacados em todo ano de 2013.

O novo recorde de vendas evidencia o crescimento sustentável da marca das quatro argolas no mercado brasileiro. Para 2014, a meta é a venda de dez mil veículos. 




“Estamos confiantes que a Audi tem entregado produtos com qualidade e tecnologia superiores para o cliente brasileiro. Isso faz com que novos consumidores se tornem clientes da marca e entendam as vantagens de dirigir um Audi”, afirma Jörg Hofmann, presidente e CEO da Audi do Brasil.


No mês de janeiro, a Audi lançou o A3 Sedan no mercado brasileiro. Junto aos demais modelos da família A3, à família A4 e à linha de SUVs Q, o A3 Sedan impulsionou as vendas durante fevereiro. 

Equipado com motor 1.8 TFSI de 180cv, o modelo marcou a entrada da marca no maior segmento de mercado do mundo: o dos sedãs compactos.


Em 2014, a Audi ainda lançará novos produtos e continuará com a expansão da rede de concessionários, duplicando os atuais 30 para 60 pontos de venda em até três anos. 

Além disso, com investimento de R$ 500 milhões, a marca passa a produzir no Brasil a partir de 2015 os modelos A3 Sedan e, em 2016, o utilitário Q3.



quarta-feira, 5 de março de 2014

A CAPITAL DO MUNDO AUTOMOTIVO SERÁ NA SUÍÇA, ONDE ACONTECE DE AMANHÃ (6/3) A 18/3, O SALÃO DE GENEBRA, QUE ESTE ANO APRESENTA DIVERSAS NOVIDADES QUE COM CERTEZA SERÃO VENDIDAS NO BRASIL. NOSSO COLUNISTA ROBERTO NASSER DESENVOLVE ESSE CERTAME, ONDE O ÚNICO CARRO QUE "FALA" PORTUGUÊS É O JEEP RENEGADE - SAIRÁ DA FÁBRICA PERNAMBUCANA DA FIAT ANO QUE VEM


Coluna nº 1014 - 5 de Março de 2014
____________________________________
Salão de Genebra. 

Pequeno, mas o futuro passa por ele

85 anos sediando referencial mostra do mundo dos automóveis novos, o Salão do Automóvel, em Genebra, enfrenta a crise mundial do combate do dia-a-dia pelo mercado, e as projeções de como sobreviver em caminho próprio. 

Antes, há menos de uma década, requeria apenas o rótulo de Verde, como sede para exibição de novas tecnologias da mobilidade não agressivas ao meio ambiente. 

O partido de marketing colou e Genebra soube expandi-lo, mantendo-se líder no caminho, expondo os resultados, como a construção veicular mais limpa, menos agressiva, com menores gastos de energia, água, geração de resíduos, reciclabilidade e, em paralelo, mostrar as conquistas crescentes e aceleradas da digitalização – a aplicação da informática nos veículos. 

Tem suas curiosidades. Genebra, a par da qualidade em tudo, é dos lugares mais caros do mundo – ande 2 km de táxi e pagará uns R$ 60, hotel 4 estrelas a mais de R$ 1500 a diária ..., um quilo de filé perto de R$ 400, ônibus a R$ 12 -, além do frio vento de fim de inverno soprando pelo lago que a pontua. 

Talvez o frio elegante e a formação da cidade definam a arrumação das moças ilustrando os carros novos. Sem os atrevimentos tropicais, arrumação contida, elegante. 

Na Porsche, as modelos em conjunto preto com echarpe Hermés entre o marron e o bege, dispensavam os cortes e recortes para compor o cenário e chamar atenções. 

Em ritmo anterior, as da Audi, em vestido vermelho, languidamente se recostavam nos capôs dos carros brancos, e eram atração à parte quando cruzavam as pernas. E muito cruzavam...

Veículos
Hoje a fabricante mais sólida, em expansão, crescimento, vendas, lucros, buscando ser líder de vendas, em 2018 – pode ocorrer antes, pois hoje está a pequena distância percentual da líder Toyota –, a Volkswagen deu o recado e plotou o futuro. 

Martin Winterkorn, CEO, o nº 1, na grande festa que promove à véspera da abertura dos grandes salões mundiais, deu informação de humilhar terceiro mundistas: o grupo Volkswagen alocou, no exercício passado, mais de 10 bilhões de Euros – uns R$ 35 bilhões -, maior parte em pesquisas para desenvolver processos, fábricas, veículos mais amigáveis ao meio ambiente. 

E justificou o elevado valor pela mudança do mercado, cada dia mais competitivo, em ciclos sempre menores para renovação dos produtos, condicionamento exigente em processos de construção com redução de gastos de insumos ecológicos – a marca, como exemplo, quer diminuí-los em 25%, até 2018 -;

 superou, para 2014, os parâmetros impostos na Europa para a emissão de poluentes – máximos 128 gramas de CO2/km para 2015; 

e tem a maior disponibilidade de veículos com menores emissões. 

Quer provar suas afirmações: duas de suas marcas, a Audi e a Porsche, irão às 24 Horas de Le Mans, em junho, maior corrida mundial de resistência, com veículos de tecnologias diferentes, híbridos de motor elétrico combinado com gasolina ou com diesel.

Da marca VW, novidade é o novo Scirocco, linhas esportivas num duas portas, a família Polo renovada – que não virá para o Brasil -, e o T-Roc, protótipo de como será o substituto do SUV Tiguan sobre a plataforma MQB. 

Hoje, sobre ela, apenas o interessante Porsche Macan, recém-lançado e com produção anual de 50 mil unidades prévendida.


Novo VW Scirocco

De Audi, terceira geração do TT e o S1, versão tração nas quatro rodas do A1. Chegada ao Brasil no quarto trimestre – pós-Salão do Automóvel, em SP -, e primeiro de 2015. 

Promessa da Skoda – outra das marcas VW -, o conceito VisionC, um sedã acupezado, não causou o impacto prometido, contida mescla de traços entre Hyundais e BMWs.


Audi TT, terceira geração


Salão na caixa forte do mundo tem suas provocaçõ
es 
Novo Lamborghini, o Huracán – furacão - motor aspirado, V10, 5.2, 610 cv, e capacidade insólita, como acelerar de 0 a 200 km/h em 9s, mais rápido que seu carro consegue ir à metade desta velocidade.

Lambo Huracán, nome de touro imbatido


Ou o Bugatti homenageando Rembrant, o irmão do criador Etore, marcheteiro e o escultor do impossível elefante empinando, símbolo do exclusivíssimo modelo Royale. 
Dele, farão três unidades a dois milhões de euros cada – já vendidos. 

Curiosidade com Bentley. A marca inglesa extrapolou na esportividade de sua versão cupê dita Sport. 6 litros de deslocamento, dois turbos, aproximados 630 cv. 

O conversível é o mais rápido do mundo, quase 320 km/h. Para adequar-se à coragem de fazer um automóvel com imagem de uso careta performático, pintou-o em tom nunca antes visto naquele país: cobre metálico.

Negócio de carros exclusivos, com direito a exposição de Pagani – que mandou unidade ao Brasil e não conseguiu vender; MacLaren; Koenigsegg, não centram apenas no poder de acelerar seus 1.340 cv, nem sempre adequado a seus clientes com idade proporcional à folga bancária, mas às composições de decoração, materiais e, até, informatização. 

No caso acertou-se com a Apple recebendo a mais atualizada tecnologia mesclando informação com entretenimento, dito infotainment, em seu sistema CarPlay sobre iPhone, permitindo, sem usar as mãos, mas por comando oral fazer chamadas, acessar mensagens, usar o Apple Voice, ouvir música. Sistema não exclusivo do esportivo sueco, e em Genebra era visto em Mercedes, Volvo, Ferrari.

Carros caros lucram muito, vendem e mudam pouco, exceto Ferrari com novidades anuais. No caso, evoluiu para o California para o T, reduzindo o V8 de 4.3 para 3.9 e aplicando dois turbos. 

Resultado dinâmico, uns 580 cv a 7.500 rpm, mais de 290 km/h em velocidade final, ir de 0 a 100 km/h em 3,6s – e consumir menos 15% e reduzir emissões em 20%. Diz a Ferrari, tem um berro personalista.

Esta disputa por potência, rapidez e velocidade é perigosa. Quem tem $ para comprar um automóvel destes ou nunca desfruturá de suas habilidade mecânicas, ou se o fizer será candidato a virar estatística de morte em acidente. 

Ferrari reduz motor, aumenta performance, reduz emissões e consumo com dois turbos


Carrinhos simpáticos, Renault Twingo sobre base Smart, motor traseiro, e perfil incrivelmente assemelhado ao Fiat 500. 

Também, Citroën C1, Peugeot 108 e Toyota Aygo, todos sobre plataforma comum – que não existirá no Brasil, disse-me Carlos Gomes, presidente da PSA-Peugeot-Citröen para o Mercosul. 

De Citroën, o novo C4 Cactus, envolvido por proteções em forma de almofadas e interessante exercício de utilitário esportivo. 

Aliás, tudo nestas marcas sofreará o entusiasmo, à espera de projeto pelo novo presidente, o luso Carlos Tavares, e novos sócios, chinesa Dongfen e o estado da França.

Aqui
No leque de veículos expostos, o único a falar nosso idioma será o Jeep em seu modelo Renegade, a ser produzido em Goiana, PE, nova fábrica Fiat.

A Coluna mostrou-o há duas semanas: cara de Jeep, grade com sete barras, sobre base do Fiat 500L, acertos de suspensão feitos no Brasil. 

A Fiat, curiosamente, negaceou a informação, mesmo constando do boletim de informação à Imprensa. 

Grupo moto propulsor do Freemont, 4 cilindros, gasolina, 2.4, e diesel 2.0. Transmissões de dupla embreagem e 9 (!) marchas, + tração no diferencial traseiro, e mecânica de seis velocidades. 

A mais curta Reduzida entre os carros de tração nas 4 rodas: 20:1, coisa para desafiar subir barranco. Entre motores e câmbios,16 possibilidades. Primeiro trimestre do próximo ano.


Jeep Renegade a ser feito em Pernambuco. Arretado.


Conversas concretas com relação a Alfa Romeo, fontes diversas, 
dados assim:

1. Não há pressa para novos modelos. A marca é mais forte que suas vendas e mesmo reduzida a dois produtos de massa – MiTo e Giulietta -, e um de nicho, esportivo 4C, há tempo para novo projeto – a ser apresentado na reunião de maio quando Sergio Marchionne, o CEO, exporá o plano quinquenal com cara de dona da Chrysler;

2. Alfa deve cancelar o projeto de construção comum de esportivo com a Mazda, ante sólidas críticas da desindustrialização na Itália. 


Marchionne teria assumido o compromisso de lá fazer Alfas. O 4C Cabriolet mostrado em Genebra será produzido em 2015;

3. Prometidas vendas do C4 devem se resumir a meia dúzia, no final do ano com aumento de disponibilidade da plataforma construída artesanalmente fora da Maserati, e a ser vendido no único revendedor desta marca no País.

Visão sobre o Salão de Genebra, elegante e clean, permite projetar duas consequências a marcar este período da história do automóvel:

1. a disputa entre as marcas de performance em apresentar a cada vez maior potência, rapidez e velocidade é perigosa, e pode fazer viúvas. 

Quem tem $ para comprar um automóvel destes, ou nunca desfrutará de suas habilidade mecânicas, ou se o fizer será candidato a virar estatística de morte em acidente; 

2. a corrida para incorporar itens de segurança tende a acabar com o prazer de conduzir. 

Dentre em pouco você entrará no automóvel, suas regulagens serão feitas automaticamente; 

você comandará destino, programa a ser visto ou ouvido na tela; 

autorizará a saída e será, mesmo sentado em frente ao volante ou ao joystick que irá substituí-lo; e nada fará. 

A eletrônica cuidará de tudo. E você se perguntará o que faz neste ônibus pequeno e caro? E isto é hoje factível.

Roda-a-Roda

Tempos – Sempre o material de divulgação dos veículos expostos nos Salões foi de pontual qualidade gráfica, ricos, para ser arquivados. Tantos e tão bons, exigiam mala exclusiva ao transporte das peças recebidas nas mostras.

... – A informática reduziu-os a pen drives, e no Salão suíço, síntese, pífio cartãozinho com endereço da etérea nuvem. 
Não parece distante o dia de haver solitário cartão com todos os endereços. 

E nem impossível acabar com os Salões, marcando datas para envio aos jornalistas de e.mail com todas as novidades de todas as marcas. Único impresso de qualidade era Chrysler/Jeep/Fiat sobre o Renegade.

Interesse – Todo Salão há uns camaradas fotografando detalhes dos lançamentos – como se colocam parafusos, encontro de painéis, detalhes da costura dos bancos, disposição dos fios sob o capô, coisas sem espaço na imprensa.

Outros - Não são jornalistas, apesar de ser dias de imprensa, mas espiões das fábricas concorrentes, em especial chinesas, querendo acessar evidências físicas sem adquirir um exemplar para dissecar. O Renault Twingo era dos mais detalhados pelos falsos jornalistas.

Elétrico – Eflúvios do Salão, fonte qualificada aposta na VW inovar, aplicando turbos elétricos – sem buracos em baixas rotações, de menor custo, sem penalizar o motor. 


E câmbio de duas embreagens com 10 marchas. Nada pelo quadriculado da bandeira das corridas, mas pelo verde exigindo reduzir consumo e emissões.

Soma – Inflação, falta de confiança, prevenção contra dificuldades, fez o mercado de automóveis na Argentina encolher. Acredita-se, fevereiro teve em queda de 40% na passagem pelos revendedores.

Ocasião – Fiat escolheu local para apresentar o novo 500 em versão Abarth: Araxá. MG, junho, durante a Copa do Mundo, no Brasil Classics, mais elegante dos encontros de automóveis antigos e sob seu tradicional patrocínio.

 ________________________________________________________________

PERNAMBUCO PRODUZIRÁ O JEEP RENEGADE EM 2015 NA FÁBRICA DA FIAT EM GOIANA. O CEO MUNDIAL DA FIAT E DA CHRYSLER CONFIRMOU A FABRICAÇÃO DO MODELO, O PRIMEIRO DESDE QUE A MARCA ITALIANA É DONA DA CHRYSLER.


O CEO mundial da Fiat e da Chrysler, Sergio Marchionne, anunciou no Salão do Automóvel de Genebra, Suíça, que o primeiro automóvel a ser produzido na fábrica de Goiana, Pernambuco, será um modelo da marca Jeep. 

Referindo-se ao Jeep Renegade, que será produzido na fábrica italiana da Fiat em Melfi, Marchionne afirmou que esta mesma plataforma será produzida em Pernambuco e também transferida à China. Ele acrescentou que a produção no Brasil começa em 2015 e na China, em 2016.

Segundo Marchionne, o grupo trabalha em diversos projetos de expansão e o sucesso da estratégia depende da capacidade de obter sinergias entre as marcas Fiat e Chrysler e suas estruturas de produção. 


O CEO mundial do grupo reafirmou sua confiança no Brasil, destacando que o país abriga a maior fábrica de automóveis do Grupo, a Fiat Automóveis, em Betim (MG).


O Jeep Renegade é uma das principais atrações do Salão do Automóvel de Genebra, que abre as portas ao público na próxima quinta-feira, dia 6 de março. 

Para maiores detalhes sobre o lançamento mundial da Jeep, acesse:
http://186.202.139.51:8083/noticias/noticias_detalhe/?=43129053-6863-4d3e-bd64-d314e7f2dd69

BMW REINAUGURA CONCESSIONÁRIA AGULHAS NEGRAS COM ESTRUTURA LITERALMENTE RENOVADA EM SÃO BERNARDO CAMPO, ÁREA DE EXTREMA IMPORTÂNCIA PARA A MARCA


Confirmando seu compromisso com o consumidor da região do Grande ABC, a concessionária BMW Agulhas Negras, reinaugurou sua unidade em São Bernardo do Campo (SP) com estrutura totalmente renovada.

Atualmente, a Agulhas Negras é líder em volume de vendas da marca BMW no País e conta com um espaçoso showroom, além de uma área completa dedicada exclusivamente ao atendimento direcionado ao pós-vendas.

“A região do Grande ABC é estratégica para a BMW e faz parte nosso plano de atuação desde 1991. Essa nova estrutura da Agulhas Negras representa a importância da região para o grupo, oferecendo aos nossos clientes uma estrutura renovada no mais alto padrão de qualidade de atendimento do BMW Group”, afirma Martin Fritsches, diretor de vendas da BMW do Brasil.

A concessionária Agulhas Negras está localizada na Rua Dr. Rudge Ramos, 837, em São Bernardo do Campo, São Paulo.

ACESSE TODAS AS POSTAGENS E SAIBA TUDO SOBRE O MUNDO AUTOMOTIVO.